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Cap 1. Rust in Peace... Polaris XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1. Rust in Peace... Polaris

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 1. Rust in Peace... Polaris   Cap 1. Rust in Peace... Polaris EmptySeg Jun 24, 2019 5:43 pm

Cap 1. Rust in Peace... Polaris

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Tian Qi Gongzu. A qual não possui narrador definido.


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Lian Chengyu
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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Rust in Peace... Polaris   Cap 1. Rust in Peace... Polaris EmptyDom Jun 30, 2019 1:07 am



Tian Qi Gangzu
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O Recomeço



De repente abriria os olhos assustado, não me lembrava quando tinha dormido, na verdade nem tinha certeza de onde estou. - parece que está doente, amiguinho.Ou esquecido. Quem sabe não bebeu demais ontem. HAHAAHHAAHAH! – Disseram as vozes em minha mente. - Calem a boca pelo menos uma vez nessa vida, cambada de desocupados. – Diria irritado, como se não bastasse estar perdido, tinha de aturar essas malditas vozes na cabeça, só me irritavam e sequer estavam me deixando pensar no que deveria fazer, afinal não sabia onde estava e nem o que tinha acontecido comigo. Antes que pudesse novamente acabar me irritando de vez foi a vez de Masami falar comigo. - Ei Tian. Deixa eles de lado agora, está na hora de sair dessa vagabundagem. – Logo depois que Masami falasse comigo, finalmente perceberia que era verdade, já que no final ainda estaria da mesma forma quando tivesse acordado, somente tendo acordado.

Tendo essa percepção faria um esforço e levantar-me-ia do lugar onde estava, estando deitado ou sentado anteriormente, após o fazê-lo, levantaria os braços e me espreguiçaria, saltando um leve bocejo. Somente depois que fizesse isso, olharia em volta, procurando saber se estaria em um lugar conhecido por mim ou não, afinal não lembrava com exatidão o que tinha feito no dia anterior, e muito menos o motivo por não lembrar. Depois que me localizasse, mesmo que por um tempo, procuraria por um lugar próximo, onde pudesse ver minha aparência, se haviam cortes, aranhados ou algo semelhante, afinal não queria ter de procurar por um médico tão cedo, ainda mais em uma cidade que já tinha tido problemas antes. Tinha a esperança que estivesse bem, e se isso fosse concretizado, olharia para as roupas que vestia no atual momento, querendo saber o estado atual delas, se estavam inteiras e limpas ou não, afinal vestir boas roupas fora algo que estava em seu cotidiano a algum tempo, e também tentaria sentir algum traço de perfume em meu corpo, afinal da mesma forma que estava acostumado a usar boas roupas, com perfumes era a mesma coisa.

Irritada pela demora em fazer cada ação, Masami surgiria em forma de fantasma e daria um grande tapa em minha face, mas claro era impossível que eu sentisse dor, afinal o corpo da mesma era um fantasma, de forma que sua mão com toda certeza passaria direto por mim. Para sua irritação, como sempre, eu começaria a rir descontroladamente após o ocorrido, riria tanto que lágrimas sairiam dos meus olhos. - Ai, ai. Você sempre esquece disso, garota. Hahahah. – Diria para a tritã, logo assim que eu parasse de rir. - Cala a boca, idiota. – Diria emburrada, e logo em seguida seu corpo desapareceria de minha visão. Riria mais um pouco e menearia a cabeça antes de sair de onde estava, meu objetivo no momento era ir para a cidade e conseguir algumas coisas que tinha em mente, mas sem dúvidas a primeira e mais importante coisa era charutos e fósforos, afinal precisava manter meu vício aceso. - Isso mesmo, vamos, fume mais. Hehehehe.Não, não, beba mais. Hihihihihihi. – Disse as duas vozes que mais me irritavam, não sabia os nomes destes, talvez não os tivessem, mas sem dúvidas eram como dois irmãos que adoravam discordarem um do outro o tempo inteiro para me perturbar. - Calem a boca. Seus dois doentes! – Esbravejaria muito irritado, talvez algumas pessoas me olhassem estranho, mas não daria a mínima, e seguiria em frente.

Se eu já estivesse na cidade, e por sorte conseguisse me lembrar da localização de alguma loja onde vendesse os dois itens de maior prioridade para mim, me dirigiria até onde a loja ficasse andando calmamente. Entretanto se não me lembrasse teria de perguntar a alguma pessoa, iria na direção da primeira que encontrasse, e diria À mesma. - Bom dia/Boa tarde/Boa noite. Pode me dizer onde eu posso encontrar uma Tabacaria? – Se a pessoa me desse uma indicação de onde ir, agradeceria com um Obrigado! Se tal pessoa não soubesse, somente a ignoraria e procuraria por outra pessoa a quem perguntar, entretanto, se alguma pessoa fosse rude comigo, principalmente pelo fato de eu ser um tritão, uma raiva imensa surgiria em mim. - Eu te disse que esses humanos não são confiáveis. Mas você insiste em não acreditar em mim. – Me diria a voz em minha mente que era como a personificação de todo o ódio que já senti contra os humanos, eu adoraria mandá-lo calar a boca, entretanto, tinha que resolver com esse maldito que teve a audácia de querer me destratar. - Quem você pensa que é, seu maldito? E dai que eu sou um tritão? Você é um grandessíssimo de um filho da puta e não encrenquei contigo, babaca. – Em seguida daria as costas para o mesmo e sairia andando atrás de outra resposta, ou da própria loja.

Se o maldito ser tentasse me agredir, eu rolaria para o lado direito, entretanto se não fosse possível rolaria para a esquerda, e em seguida, me concentraria por pouco tempo, dois segundos ou até mesmo cinco, afinal ainda não era um perito no Karatê dos Tritões, e em seguida, buscando em minha mente o conceito de usar a água para atingir o oponente, correria em sua direção e o socaria no centro do peito com o máximo de força que pudesse reunir. Se o soco que dei não fosse suficiente para derrotar o tal homem, partiria para golpes normais, daria um cruzado de direita, uma joelhada na barriga e finalizaria com um gancho, em seguida afastar-me-ia do sujeito para ver como estava a situação. - Maldito humano inútil! – Continuaria soprando em minha mente a voz odiosa. - E então, o que vai ser? – Perguntaria ao homem contra quem lutara, mesmo que por pouco tempo, independente se tivesse o derrotado ou não.

Quando conseguisse chegar à tabacaria, adentraria na loja com um belo sorriso no rosto, afinal com isso poderia saciar meu vício por um tempo. - Ah, como vai? Quero 2 caixas de charuto e um pacote de fósforos, por favor. – Pediria para o primeiro funcionário que visse. Se este me conseguisse o que pedi, o agradeceria. - Muito Obrigado. Você sabe de uma loja de armas aqui por perto, queria comprar algumas para defesa pessoal, sabe? – Acrescentaria ao agradecimento. Se o mesmo não soubesse da loja de armas, iria para as ruas e repetiria a perguntaria à primeira pessoa que passasse perto de mim, se recebesse alguma indicação agradeceria com um Obrigado! Caso contrário procuraria por outra pessoa. E quando chegasse na loja de armas, perguntaria ao funcionário desta. - Como vai amigo? Eu quero Uma Guan Dao, uma Katana e uma Manopla, por favor. – Quando recebesse as armas, agradeceria com um Muito Obrigado e sairia da loja.

Já tendo o par de manoplas nas mãos, a katana presa na cintura e a Guan Dao posicionada nas costas, andaria até um banco e sentar-me-ia. - Acho que vou descansar aqui por um tempo. – Pensaria querendo relaxar por alguns minutos. - Descansar, descansar.Exercitar, exercitar – Disseram as vozes que chamo de irmãos alopradores, afinal eles ficam o tempo inteiro discordando um do outro, o que só me irrita, mais nada. - Deixa de ser preguiçoso Tian, mal levantou e já quer descansar. – Disse para mim Masami, reclamando que já estava sentado mais uma vez.


Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Rust in Peace... Polaris   Cap 1. Rust in Peace... Polaris EmptyDom Jun 30, 2019 9:49 pm







Narração

Ao acordar numa bela manhã, Tian percebeu que não sabia o que tinha acontecido, para muitos seria a resposta mais clara, só que ele não se preocupou muito com isso. Se levantou do chão onde estava sentado encostado numa parede e bocejou e rapidamente procurou ver se reconhecia o local. Infelizmente não saberia que local era esse, mas outra coisa que precisava saber era se tinha se cortado, arranhado ou algo parecido. Nisso se aliviou porque não tinha nada, mas então foi quando começou a sair pelas ruas perguntando as pessoas se saberiam onde ficava uma tabacaria. Perguntou a primeira que eram duas crianças, elas disseram que não sabiam então foi perguntar pra um senhor de idade que parecia até mesmo ser cego. Chegara perto dele e com um tom de voz baixo respondera. - Hum... Estou indo a caminho de uma, mas não será meu destino. Posso lhe deixar lá se quiser. -


O jovem Gangzu tinha a opção de seguir ou não o senhor, mas sabia que não segui-lo não faria o parar de procurar uma tabacaria. Quando chega a mesma pedira 2 caixas de charuto e fósforos. Uma jovem - Bom dia. Bom vou ver se tenho seus itens mas devem sair por 70.000 Beris...- A jovem moça que estava vendo os produtos, os encontrara e logo ia para o balcão entregar. - Aqui estão suas coisas, aproveite bem. - Ela pegava o dinheiro do indivíduo e quando iria se virar, ele perguntava se haveria uma loja de armas por perto. Ela botou o dinheiro no bolso e respondeu que tinha uma a duas esquinas a direita dali. Então ele saia para ir até a loja e a funcionária voltava a seus deveres.


O tubarão depois de uma pequena caminhada, chegou a loja, uma bonita e arrumada aliás, a botar as caras, avistaria o único funcionário que seria o mesmo velho que lhe ofereceu ajuda antes. -Hehe... O senhor achou um caminho até minha loja, o que desejas? - O velho se deslocaria para a frente da bancada e ouvira seus pedidos, logo então ia pra dentro de sua loja e ao voltar, tinha uma caixa bem grande e larga onde parecia ter bastante coisa. Botava ela em cima da bancada e subira em seu banquinho. - Aqui está, tenho algumas armas aqui que poderá lhe interessar mas antes preciso de uma coisa... Não que não confie em você mas preciso ter certeza que irá pagar. Caso possa me mostrar o dinheiro vai ser melhor, e aliás as armas aqui são tudo de preço único. Dara 90.000 beris as três armas. - O velho não mostrara perigo mas eu pelo menos não iria arriscar, sendo assim Tian precisar decidir se vai só fazer o que quiser ou tentar algo novo pra sua aventura. E isso será decidido agr...




Legenda:
 


"Eu fico mais forte em proporção direta com o quão forte o meu adversário é."

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Lian Chengyu
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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Rust in Peace... Polaris   Cap 1. Rust in Peace... Polaris EmptyTer Jul 02, 2019 1:43 am



Tian Qi Gangzu
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Hora das Compras



Depois de ter me levantado naquele beco estranho, não tinha outra coisa a não ser pensar. - Mas como diabos fui parar naquele lugar ali, tá certo que eu tenho meus problemas, mas nunca tinha esquecido das coisas assim antes. – Enquanto andava para fora Masami se pronunciava. - Isso é bem feito, pra você deixar de ser preguiçoso. – Disse olhando pra mim com um bico, o que sem dúvidas me faria abrir um pequeno sorriso no rosto, afinal sempre gostei de provocá-la, independente do momento, mas como nada na vida são pétalas de rosa, os dois irritantes logo surgiriam. - Alá o bobão todo apaixonado. HAHAHAH. – A frase do mesmo me faria ficar extremamente envergonhado, então olharia para o lado, com as bochechas coradas, por mais estranho que isso pudesse parecer. - É muito gado, gado demais, gado demais. HAHAHAHA. – Riria o outro irmão, sempre a me irritar. - Cala a boca, seu grande babaca. – Rosnaria para o mesmo. Mas por sorte logo em seguida vi um senhor de idade em minha frente, e pude perguntar ao mesmo sobre uma loja onde pudesse comprar meus charutos e uns fósforos, claro.

Enquanto seguia o mesmo, as vozes continuavam a me perturbar. - Alá o veio. KKKKKKKKKKKKCegin cegin, kkkk. – Disse os irmãos, que sem querer, me fizeram rir, uma vez na vida pelo menos. - Mata logo esse velho, todo torto desse jeito que mal tem. – Sussurrou a voz que menos aparecia, o ódio puro e profundo contra os humanos, que somente me fez rolar os olhos, afinal por que diabos eu ia matar um velho, que parecia ser cego e que nada tinha feito comigo? Não faz sentido nenhum. Me separei do senhor na porta de uma tabacaria, sem dificuldade alguma comprei duas caixas de charuto e alguns fósforos, o que eu queria, primeiramente, em seguida fui em direção a uma loja de armas, que me foi indicada por uma funcionária do estabelecimento. Não tive problema algum em chegar ao tal local, mas quando adentrei na loja, o funcionário na verdade era o velho de antes. - Alá o velho mermão.Vê se pode, o velhinho enganando os outros kkkk. – Disseram as vozes gêmeas irritantes.

O velho disse que tinha as armas que eu queria, entretanto queria que eu mostrasse o dinheiro antes, como uma confirmação de que tinha o dinheiro. - Como eu te disse, ele não confia em você. Isso é dos humanos, como poderiam confiar em um tritão. Somente você é trouxa a esse ponto. – Zombou a voz odiosa, entretanto não podia reclamar ou sequer mandá-lo se calar, pois o que disse fazia muito sentido. - Acho que isso é uma perda de tempo, mas já que você quer assim. – Resmungaria para o velho. Em seguida tiraria uma quantia que achava que era suficiente para a compra e poria em cima do balcão da loja. - Aqui está. E então, onde estão minhas armas? – Perguntaria ao mesmo, levantando uma das sobrancelhas, desconfiado do velho. Se ele fizesse algum movimento suspeito, não hesitaria em momento algum em puxar o dinheiro de volta e saltar para trás, na intenção de fugir de um possível golpe do senhor de idade, afinal como tinha apontado a voz odiosa, não podia confiar cegamente nesse sujeito.

Caso 1:
Se o mesmo realmente me atacasse dentro da loja, procuraria a saída mais próxima da loja e correria para lá, afinal lutar ali dentro seria me limitar demais, e quando o fizesse, diria ao velho. - Por quê não vem me encarar aqui fora, seu humano covarde! – Zombaria do mesmo. Se o mesmo viesse em minha direção ainda querendo me atacar, iria para o lado de fora da loja, e esperaria o mesmo me atacar, utilizaria a parte de fora das minhas mãos para acertar seus antebraços antes que eu fosse acertado, de forma a evitar que eu fosse acertado, e em seguida, com a mão esquerda [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] o velho, mirando em sua barriga. Caso o soco fosse evitado saltaria para trás e esperaria pelo próximo movimento do velho, enquanto tinha de aturar as vozes em meu ouvido. - Eu te disse aquela para matar aquele velho, mas você não me ouve. – Diria a voz odiosa com deboche. - Hahaha, alá lutando com o velho, lutando com o velho.Perdendo para o velho, perdendo para o velho. – Diriam as vozes irritantes, e enquanto isso, Masami surgiria em minha frente, voando com seu corpo fantasmagórico. - Tome cuidado Tian, você não sabe da força desse velho, não quero que morra ainda. – Proferiria com preocupação enquanto observava junto comigo as ações do velho, dito isso, um sorriso abriria em minha face, perante a preocupação da azulada.

Caso 2:
Caso eu recebesse as armas sem problema nenhum com o velho, vestiria as manoplas calmamente, depois guardaria a katana na cintura e poria a Guan Dao nas costas, de forma que não ficasse tão complicado de pegar as armas na hora que fosse lutar. Feito isso, entregaria o dinheiro ao velhote, e sem dizer uma palavra sequer deixaria a loja do mesmo, enquanto era incomodado pelas vozes. - Você ainda é muito ingênuo garoto, um dia você vai se arrepender do que eu estou te falando. – Sussurraria a voz odiosa antes de se calar mais uma vez. - Blá, blá, blá. Toda hora essa ladainha mermão, vamo ficar quieto um pouco? – Resmungaria com a voz, que só responderia com um “Humm!”, antes de se calar e não se pronunciar novamente. - Você fez muito bem Tian. Não dá pra sair brigando com qualquer um por besteira. – Diria Masami, surgindo em forma fantasma e dando-me um sorriso, que me faria corar fortemente, apesar de estar com um singelo sorriso no rosto.

Tendo isso resolvido, não tinha nenhum assunto que tinha de resolver com urgência, fora arrumar umas roupas, alguma joia e um perfume, tendo isso em vista, os irmãos irritantes dir-me-iam algo que certamente era real. - Por quê não vai roubar uma loja? Daqui a pouco esse dinheiro acaba. – Diria o primeiro irmão, que geralmente era o mais sensato, já o segundo somente dizia coisas sem sentido ou que me irritavam. -  Dinheiro, dinheiro. Pobreza, pobreza. HAHAHAHA. – Berraria o segundo irmão, que me faria rolar os olhos, como de costume. - Bom, pela primeira vez um de vocês falou algo que presta. – Diria, fazendo uma pose pensativa (Hmm...). - Vou é arrumar uma mochila e planejar esse roubo. Hehehhehe. – Diria, esfregando uma mão na outra e com um sorriso levemente maldoso (Deep planejando como). - Ei, irmão. Ele tá estranho hoje.Eu também acho. Melhor deixar esse maluco de lado. – Disseram os dois irmãos insanos, o que me faria gargalhar por um tempo, afinal estranho de fato fora algo que nunca fui chamado, ao menos não por esses dois malucos. - Ei, Tian. – Chamar-me-ia Masami. - Você tá estranho hoje mesmo. – Diria a tritã também. -Não vai me dizer que tá com medo de mim né? – Diria em clara zombaria. - M-medo? D-d-de você? A-até parece. – Diria a mesma, meio com medo meio irritada, o que me faria gargalhar novamente, e isso com uma probabilidade muito alta atrairia olhares para mim, e talvez até os famosos sussurros “Alá o estranho” “Maluco falando sozinho, menó” “Fiquem longe desse tipo de gente crianças”, sempre era engraçado poder ouví-los.

Tendo algo em mente dessa vez, andaria pelas ruas de Briss Kingdom mais tranquilo, afinal dessa vez estava armado, e isso me dava uma leve sensação de segurança, afinal se alguém me atacasse, tinha como eu me defender e atacar tal pessoa, então poderia andar de forma mais tranquila, sendo assim, procuraria por uma loja que vendesse produtos generalizados, queria uma mochila grande dessa vez, afinal estava planejando um roubo, e sem uma grande mochila dificilmente teria espaço para carregar o produto proveniente do roubo, caso esse seja bem-sucedido, afinal além do dinheiro, poderia roubar roupas e joias também. Voltando ao assunto principal, procuraria pela loja, de forma calma, mas se não conseguisse achar a mesma sozinho, teria de arriscar e perguntas aos transeuntes. - Bom dia, tem alguma loja aqui perto onde posso encontrar uma boa mochila? Quero fazer uma viagem, sabe? Então tem que ser de qualidade. – Diria à tal pessoa, se fosse uma mulher, tentaria dar um sorriso e piscar para a mesma, numa tentativa de aproveitar-me de minha aparência bonita, que poderia ou não surtir efeitos. Se tivesse uma resposta positiva, sorriria para a pessoa e diria um Obrigado! antes de seguir na direção, caso contrário faria uma expressão de decepção e diria É uma pena e refaria a pergunta para outro(a) cidadão(a).

Quando chegasse à tal loja, adentraria o espaço e o admiraria, se a loja era grande, os produtos que estavam à venda, caso tivesse alguma outra coisa que me chamasse a atenção, afinal somente a mochila e ter arma à disposição não seria suficiente para concluir um assalto a uma loja. - Bom dia, eu gostaria de ter a maior mochila que você tiver aqui em sua loja. – Diria com um sorriso para o(a) vendedor(a). - Ah, eu preciso de algo resistente, quero fazer uma longa viagem. – Comentaria de forma tranquila à tal pessoa. - Mentir é feio, não sabia? – Diria o primeiro irmão, zombeteiro. - Feioso, feioso. Hihihihii. – Riria o segundo irmão, algo que eu estava começando a me acostumar, embora ainda me irritasse com esses malditos irmãos. - Oh, parece que os dois irritantes voltaram. – Diria baixinho e de forma zombeteira. - Parece que finalmente vai fazer alguma coisa interessante contra esse humano. – Diria a voz odiosa. - Olha só quem está dando as caras depois de tanto tempo. – Zombaria da voz, enquanto esperava pela mochila que pedira.


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Última edição por Lian Chengyu em Ter Jul 02, 2019 3:28 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Editar o Título e mudar as Perícias)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1. Rust in Peace... Polaris   Cap 1. Rust in Peace... Polaris EmptyTer Jul 02, 2019 1:16 pm








Narração

Chegando a loja de armamentos o jovem Gangzu se depara novamente com o velhinho que lhe mostrou o caminho para a outra loja. Chegando lá, o velhinho falou que lhe venderia caso ele tivesse a certeza de que o dinheiro seria entregue, logo o jovem sacou uma certa quantia e mostrou ao velho, ele mesmo ficou parado sem mostrar nenhum perigo. - Hum... Vejo que você é uma pessoa boa, fique aqui e conseguirá aprender bastante coisas sobre a vida. Eu felizmente sou um Arqueólogo bem antigo e posso lhe ensinar algumas coisas que eu fui desenvolvendo com o tempo. Poderei lhe dar um local habitável e roupas novas, se precisar de alguma outra coisa poderá ter e também seguir sua vida como desejar.- Depois de suas falas, tirava as armas pedidas pelo garoto de sua caixa, e lhe entregaria pegando do mesmo as berries que custaram as armas.



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Após o garoto ter as armas, o velho pegará a caixa e voltara para dentro deixando o garoto pensar sobre sua proposta, se ele quisesse ele ficaria ali com ele, se não alguém teria de agir para conseguir atingir seus objetivos. Sabendo que seria mais difícil seguir uma vida sem ajuda, o jovem Gangzu precisa escolher entre, aceitar tal proposta ou sair pelas ruas da cidade em busca de um futuro não definido.





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"Eu fico mais forte em proporção direta com o quão
forte o meu adversário é."

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