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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Unchain Utopia

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MensagemAssunto: Unchain Utopia   Unchain Utopia EmptySeg 17 Jun 2019 - 18:54

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Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Élise Damenoir, Wilhelm Saladin Read Rackham, Reinhard von Lohengramm e Shieda Yusuke. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Unchain Utopia   Unchain Utopia EmptyQui 20 Jun 2019 - 2:31


“Os seres humanos têm uma visão distorcida da realidade. No mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.”
(O Mito da Caverna) –– Platão

Os homens, meros mortais dentro da grandiosidade indeterminada do conhecimento, acabam por se tornar mais uma andorinha voando junto à sua revoada apenas porque os demais membros de seu bando realizam as mesmas ações, sem questionar sua causa e apenas seguindo as informações contidas em seus genes. Tal metáfora mostra-se como totalmente aplicável dentro do conhecimento empírico adquirido pelos seres humanos e seguido em toda a sua vivência como valores universais, sendo basicamente seguidos como um manual de instruções cujo conteúdo torna-se inquestionável aos homens escondidos nas sombras da ignorância.

Todavia, uma águia havia se distanciado de seu bando após questionar o empirismo doutrinado em sua mente sem ideais, solo perfeito para o plantio discursos demagógicos e dogmáticos cujo único objetivo é a servidão. Ao pensar pela primeira vez a priori, a Herdeira das Trevas questionou todos os valores outrora imutáveis, e finalmente saindo de uma caverna integrada por insciência e ingenuidade, a jovem finalmente pensou por si mesma, agindo com uma justiça criada a partir de suas convicções. Antes mais uma ovelha em um rebanho revolucionário, Élise Damenoir rompeu o status quo da vida fantasiosa que vivera, finalmente se tornando uma pessoa que age e pensa de forma praticamente eremítica.

Esquadrinhando um significado para sua nova vida, a jovem mulher de longos cabelos negros e olhos lilás continuaria sustentando pecados cometidos em sua vida anterior em suas costas, enquanto almejaria chegar à aurora que daria fim à lúgubre noite que representa sua existência. Em busca de um recomeço, a jovem com a pele pálida como um lírio ao alvorecer finalmente estaria por conta própria, e não sob controle de uma entidade revolucionária. Ela finalmente estaria sozinha em um lugar que em sua concepção, assemelhava-se a um novo hemisfério inteiramente desconhecido e pronto para ser totalmente desbravado.

Deslocando-se em passos vagarosos e inconstantes, a “Herdeira das Trevas”, como ficara conhecida devido ao seu passado igualmente sombrio, demonstraria um forte desgaste físico, resultado do acúmulo de tempo sem dormir. Portadora de uma gigantesca infâmia, Élise é mais um dos casos triviais envolvendo a injustiça. Mesmo salvando civis de um atentado do grupo que fora criada e derramando o sangue de seus aliados, a garota de cabelos negros é vista negativamente por todos ao seu redor como a única sobrevivente do grupo cujo sangue ela mesma derramou. A consequência dessa má fama é simples: o desprezo da maioria dos civis.

Por ser temida e algumas vezes até mesmo odiada pela maioria das pessoas, Élise tende a dificultar-se tanto em tarefas simples quanto em afazeres que necessitem de uma maior atenção, acarretando em uma imensa dor de cabeça para ela. Horas sem comer e dormir naquela ilha totalmente desconhecida, a mulher pálida acabaria por cair abruptamente por causa de efeitos que mesclavam a fome crescente e a colossal quantidade de horas sem dormir. Encostada em alguma superfície daquele local inteiramente desconhecido, ela acabaria por despertar cedo ou tarde e fitaria o céu com um olhar inexpressivo, assemelhando-se a um cadáver em decomposição.

“Que dia mais caliginoso. Tudo se tornou mais sombrio desde que eu me choquei com a realidade. Todavia, mesmo encontrando finalmente uma luz que possa guiar meu caminho, o peso de todos que matei ainda está em minhas costas. Porém, mesmo carregando tantas maldições em meu nome, devo seguir em busca de uma nova alvorada.” - Ponderaria a moça de cabelos negros, abrindo lentamente seus olhos posteriormente, um pouco menos cansada se comparado ao momento em que andaria sem rumo pela ilha.

Erguendo-se prontamente depois que acumularia energia suficiente para segurar-se, Élise cerraria os olhos, refletindo sobre suas futuras ações na ilha, suas condições atuais e na elaboração de um método para extinguir em um ataque apenas, todos esses problemas com o maior êxito possível. Fixando seus olhos nos arredores, Élise se desligaria totalmente do mundo, focando apenas em analisar a situação, juntando as peças em um quebra-cabeça que levaria à sua conclusão.

“No momento, tenho essencialmente duas metas: sobreviver e achar um objetivo de vida. Um deles é realmente mais importante em longo prazo, todavia, outro deles é algo fundamental para a realização do primeiro. Certo, não posso realizar um objetivo de longo prazo sem sobreviver, e existe apenas um meio de sobreviver mesmo com o ódio de todos: ganhar dinheiro, e isso é algo que posso realizar facilmente. Meu objetivo agora está claro, devo aproveitar-me da ineficiência do órgão de segurança estatal e caçar criminosos, adquirindo dinheiro suficiente para me hospedar em uma estalagem, assim posso continuar minha jornada principal.”

— Certo. Os fragmentos desse caos agora estão conectados.

Recuperando-se de seu profundo estado de foco, Élise agora já possuiria em mente suas metas mais urgentes, traçando um plano e preparando-se para executá-lo de forma pragmática. Posteriormente ao fim do seu raciocínio, ela andaria até deparar-se com uma área abundante em pessoas, buscando ouvir boatos locais ou identificar quaisquer informações que possam ajudá-la. Todavia, devido ao fato de ser uma pessoa com uma reputação negativa espreitando o diálogo alheio, Élise buscaria um novo plano caso falhasse.

“Certo… agora farei uma abordagem infalível.” -
Pensaria enquanto se aproximaria de um civil qualquer devagar.

— S… — Interrompia sua fala, voltando a pensar novamente.

“Espere, que tolice. Apesar de eu claramente não ser uma pessoa conhecida mundialmente como algum pirata infame, ainda sim estou relativamente perto de Loguetown. Além disso, na pior das hipóteses, podem achar que eu sou uma mulher estranha ou suspeita. Mas sem abordar um civil, como que eu vou conseguir o dinheiro de uma recompensa?” - Pensaria enquanto encararia algum civil aleatório de forma exageradamente intensa, parecendo que uma gota azul estivesse escorrendo de seu rosto e uma aura umbrosa estivesse a envolvendo. Todo esse clima faria com que ela aparentasse ser uma pessoa suspeita, e na pior das hipóteses, uma voyeur em busca de um casal humano iniciando um processo de acasalamento.

— Deeeeeeeeeeeee… -
Deixaria acidentalmente sair esse som enquanto encararia de forma intensa um civil qualquer.

“Interações são muito difíceis, realmente devo estudar mais sobre esse assunto. Enfim, agora me resta apenas uma coisa: andar até achar algo decente, pois se eu pedir ajuda para alguém, possivelmente correrei riscos desnecessários."

Com um pensamento cauteloso e relativamente paranoico, a gênio com dificuldades em expor seus pensamentos continuaria sua busca por algum cartaz de “procura-se” ou um Quartel General da Marinha, atentando-se aos boatos que os civis no caminho poderiam falar. Mesmo com tantas dificuldades em interações sociais, ela não deixaria se abalar, afinal, ela deveria acima de tudo concluir seu grande e levemente incoerente objetivo: achar um objetivo.

Histórico:
 


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Última edição por Hanabi em Dom 23 Jun 2019 - 23:42, editado 14 vez(es)
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Elivelton Carneiro
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MensagemAssunto: Re: Unchain Utopia   Unchain Utopia EmptyQui 20 Jun 2019 - 8:08



Dias como esse deveriam durar para sempre... - Comentei comigo mesmo enquanto aproveitava a sensação de conforto vinda das leves brisas e observava o por do sol no local favorito do Ilhéu onde cresci, mesmo que seja um local que conheço desde antes de saber falar e que tenha visto o sol mergulhar no mar naquele ponto tantas vezes que posso descrevê-lo com os olhos fechados, é uma vista que nunca me cansei durante toda a minha vida. Enquanto relaxava naquele lugar como sempre escutei vozes me chamando, ao olhar para trás vejo minhas mães, Marie e Ann e logo atrás o mestre Ed. Ao que parece o jantar já estava servido, e se não nos servíssemos logo não poderíamos abrir a taverna a tempo, deixando nossos clientes que navegassem até aquele lugar remoto esperando. Vendo que estavam somente esperando a mim, corri até minha família para que todos pudéssemos jantar juntos, todos me recebiam com sorrisos em seus rostos...

Um sonho... Mas é claro... - Abri meus olhos lentamente enquanto despertava deste sonho que mais parecia um mundo ideal para mim, um mundo aonde os que são preciosos para mim estavam ao meu alcance, uma realidade que se difere e muito da minha situação atual. - Mesmo assim, foi um belo sonho! - Me espreguiçava enquanto tentava ficar de pé, já estava acostumado a dormir ao ar livre, por isso meu corpo já não doía tanto. O único problema era a quantidade de incoerências que encontrava comigo todas as manhãs, algumas vezes tinha marcas roxas no meu pescoço, arranhões nas costas e uma mistura de odores que nunca senti antes pelo meu corpo todo e hoje isso também não era diferente, sem falar da sensação de ressaca, apesar de não lembrar de ter chegado a beber até esse ponto desde que cheguei nesta ilha. - "Sinto que tenho feito coisas estranhas por aí mas é diferente de amnésia de álcool, sinceramente, o que será que esta acontecendo comigo?" - Tentava refletir sobre coisas que não lembrava enquanto ainda sentado quando uma voz familiar ressoou na minha cabeça. - "Pequeno Will, para de pensar e coisas desnecessárias e vá tomar um banho! Cê ta um trapo, não... Acho que até um trapo cheira melhor que isso~" - Ao escutar a fala desleixada e ofensiva que vinha de minha cabeça tudo o que podia fazer era suspirar. - Haa... Não precisa me falar, já estava a caminho. - resmunguei enquanto caminhava qualquer riacho próximo. - "Parece que a solidão esta aos poucos me deixando maluco."

Ao chegar no riacho tirei todas as minhas roupas e lavei cada centímetro do meu corpo até me sentir um pouco mais limpo, aproveitei para também lavar as minhas roupas, não ter sabão e outras coisas era difícil nesses momentos mas com um pouco de esforço tanto as roupas como meu corpo ficariam limpos. Elas eram as únicas que tinha comigo por isso não tinha para onde ir até que secassem, mas as estendendo em uma árvore próxima não tive que esperar muito até que todas estivessem secas. Depois de vestido decidi caminhar até uma vila próxima. Estava nessa ilha a alguns dias mas já estava na hora de trabalhar para conseguir completar meus objetivos. - "Primeiramente preciso conseguir um sabre, mas para isso com certeza precisarei de mais dinheiro do que tenho comigo... Quando chegar lá será melhor procurar algum trabalho, um restaurante seria o ideal mas não devo ser exigente." - Quando chegasse em um local parecido com uma vila perguntaria a primeira pessoa que visse sobre algum local que poderia fazer dinheiro. - Com licença, estou procurando por algum trabalho, saberia me dizer se há algum local por aqui precisando de mão de obra? - E ao conseguir um trabalho, reuniria dinheiro o suficiente para comprar a minha tão desejada arma, gastando somente com o necessário para alimentação pois já estava acostumado a dormir em qualquer lugar, sem falar que também gostaria de beber um pouco quando o dia terminasse.  

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Corretor de tabacarias na fronteira com a Venezuela

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MensagemAssunto: Re: Unchain Utopia   Unchain Utopia EmptyQui 20 Jun 2019 - 10:59



Para os poucos conhecidos de Yusuke, não era raro encontrar o jovem devaneando sobre questões exageradas, seja sobre como resolver o problema da segurança na sua ilha natal ou sobre como trazer a felicidade ampla e geral para seu povo. Desde bem pequeno, essas foram perguntas que impregnaram a mente do gatuno de forma evidente, de maneira semelhante á uma mancha de tinta numa roupa branca. Era impossível não colocar "desejo de mudar o mundo" e "Shieda" na mesma frase. E isso ainda é um fato nos dias atuais, apesar do civil não fazer nenhuma questão de deixar seus sonhos evidentes para as pessoas ao seu redor.

"Prioridades Yusuke, prioridades. Você não deveria primeiro cuidar das suas necessidades básicas antes de ficar sonhando acordado com a sua amada Utopia ?" - Caindo na realidade em função do monólogo que estabelecia dentro em sua própria cabeça, o jovem percebeu que estava sentindo falta de algo muito importante na ponta dos seus lábios : cigarro. Nem mesmo se quisesse, ele tinha a opção de começar seu dia sem um pouco de nicotina no seu peito ( e esse definitivamente não era seu desejo ). Fumar para ele era tão essencial quanto comer ou beber, isso era inegável. E como tal fato era irrefutável, não lhe restava nenhuma outra alternativa, se não buscar alguma forma de saciar seu vício antes de resolver os seus demais problemas, como a falta do que comer e de meios para se defender.

- E lá vamos nós... - Pronunciava essas poucas palavras enquanto se levantava do chão, sacudindo a poeira das suas roupas umbrosas e de seu precioso chapéu. - Primeiro de tudo, cigarro. Depois disso eu tenho que conseguir uma foice e um meio de arranjar um pouco de dinheiro. - Relembrava seus objetivos iniciais enquanto ajeitava seu acessório na cabeça, ainda um pouco estressado por não ter saciado seu vício, mas ainda não era uma sensação tão desagradável que ele não pudesse lidar.

De pé e ainda um pouco indisposto, Shieda começou à caminhar vagarosamente pelo local em que estava, em busca de alguém que pudesse lhe auxiliar no resolvimento dos seus problemas internos. Yusuke não estava nem um pouco familiarizado com Dawn Island e tampouco tinha algum conhecimento profundo sobre os lugares que lhe cercavam, logo a melhor alternativa que tinha, infelizmente, era questionar os nativos daquele lugar. Assim, caso encontrasse alguém em sua caminhada, ele procederia da seguinte da forma :

- Olá...saberia me informar se existe algum lugar que esteja oferecendo trabalho relacionado á segurança pública nos arredores ? Eu meio que estou um pouco duro aqui, se é que você me entende. - Shieda abordaria o estranho da forma mais amigável possível, utilizando do humor para tentar cativar a atenção do mesmo. - Pessoas que prejudicam as outras apenas para favorecerem a si mesma realmente me irritam, e eu gostaria de ajudar á levar esses malfeitores aos calabouços o mais rápido possível. - Novamente tentaria conquistar o apreço do estranho com um discurso clichê e inocente sobre a segurança no geral. Assim, tendo em vista que as introduções iniciais já estavam feitas, prosseguiria para o último, e obviamente, mais importante tópico de sua conversa. - Bem, sei que é falta de educação da minha parte perguntar isso para alguém que acabei de conhecer, mas por acaso você teria um maço de cigarro para me dar ? - Perguntaria isso encarando nos olhos a outra pessoa enquanto formalmente colocava seu chapéu em seu peito, como sinal da sua necessidade em saciar sua necessidade de nicotina.

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Keel Lorenz
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MensagemAssunto: Re: Unchain Utopia   Unchain Utopia EmptyQui 20 Jun 2019 - 23:46


Sentia-se um tanto letárgico. Era bem comum, aliás, que se visse nesse estado durante determinados momentos do dia. Conseguia surpreender-se consigo mesmo, porém. Era ele mesmo quem, há alguns dias atrás, tinha estado tão ansioso quanto à execução de seus planos. Obtivera fundos e um ou dois modestos contatos que poderiam ajudar a dar o impulso inicial na carreira a qual tinha julgado ser a mais eficiente para prover fontes financeiras aos seus experimentos: caçador de recompensas. Já havia cogitado uma série de outras funções, porém todas simplesmente eram incompatíveis com o seu gênio.

A pirataria, apesar de libertadora, fazia com que a obtenção de fundos fosse anti-ética demais para o rapaz. Já a marinha, apesar da possibilidade de acelerar em muito os quesitos de influência e contatos requeridos, com certeza era tão ou mais anti-ética que a própria pirataria. Além do mais, qualquer descoberta que fizesse sob as asas do governo certamente seria expropriada, sem quaisquer possibilidades de defesa. Sendo assim, se quisesse fazer algo sem o conhecimento de qualquer tipo estrutura governamental, teria que ser de forma independente e secreta. Era de contragosto fazê-lo sob remuneração do mesmo estado, no entanto, não tinha muitas opções além disso. Ainda não era influente o suficiente para que pessoas lhe procurassem pessoalmente para fazer as capturas. Muito menos tinha poder para se defender de tamanha estrutura opressiva.

Até nutria certa afinidade com possibilidade de se tornar um revolucionário, no entanto, pelo que conhecia sobre o assunto, possuía certo asco pelos ideais defendidos por células do tipo. Trocar o sistema vigente por um próprio não lhe parecia algo íntegro de se fazer. No entanto, no fundo, o que realmente lhe causava repulsa era a convicção dessas pessoas de que estavam plenamente despertos para a realidade do mundo. Quando, na realidade, provavelmente estes mesmos indivíduos poderiam ser categorizados como aqueles mais profundamente entorpecidos. O mero pensamento de conviver com pessoas assim lhe causava uma intensa sensação de desprezo. Então, porque se forçar a algo do tipo? Optou então, pela alternativa mais suportável ao seu ver.

Lohengramm, então, imediatamente lembrou-se daquilo que era a causa prima de todos os seus dilemas. Aqueles não passavam de meros empecilhos perto do que seria resolver os enigmas aos quais se propusera. Eram algo que, com certeza, poderia contornar de uma forma ou de outra. Era apenas questão de tempo. Teria de ter paciência, algo que tinha de sobra. Em breve poderia se livrar daquelas amarras e finalmente cumprir a sua única e maior missão. Para isso, portanto, teria de dar o primeiro passo. Saiu de onde estava e foi atrás daquilo que seria a sua independência.

Não era um natural em habilidades sociais, no entanto, durante sua vida tinha treinado o suficiente para que conseguisse se virar no quesito. Já que não passava de uma habilidade artificial, por vezes, podia acabar sendo formal demais, fazendo com que achassem que era algum tipo de esquisitão. No entanto sabia que isso poderia acabar sendo relevado, levando em conta sua beleza. Sendo assim, saiu a esmo em busca de alguém que pudesse lhe ceder algumas informações cruciais. Naturalmente, levando em conta o tipo de informação que queria, faria uma seleção no que tangia o indivíduo a ser indagado. Optaria por marinheiros (se visse algum), por pessoas que não parecessem mal-encaradas ou que poderiam vir a lhe trazer algum tipo de problema.

- Olá, tudo bem? - dirigiria-se para o primeiro candidato razoável que encontrasse, sorrindo de forma simpática, também com os olhos - Por favor, você poderia me informar se conhece algum local onde posso encontrar algum tipo de quadro ou lista com os principais anúncios de procurado nessa ilha? - finalizaria, voltando sua expressão ao normal, dando total atenção ao indivíduo com quem conversava, tratando-o da forma mais cortês que conseguisse conceber.

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MensagemAssunto: Re: Unchain Utopia   Unchain Utopia EmptySeg 24 Jun 2019 - 23:07



Em meio ao mais belo sonho, um jovem visionário dormia tranquilamente naquela calma floresta que, por volta daquele horário, era o mais calmo possível. Os pássaros emitindo seu som costumeiro era a música de fundo para o encerramento daquela bela visagem que Wi havia tido.

— Ei! Acorde! Temos que agir! — bradava uma meiga voz.

Sem ter tempo ao menos de notar quem era, sua mente facilmente lembraria da garota que lhe acompanhou durante todo esse tempo recente de sua história. Erguendo-se ainda em devaneios devido ao sono, o rapaz se despertou e tomou caminhou até um riacho que em seus sonhos era real, porém, estava mais para um delírio inocente. Levemente perdido, o loiro seguiu por mata a dentro procurando algum sinal de vida. O tempo passou e o rapaz não se deu conta que já estava caminhando há uma hora, exagerando, parte por culpa da sua noção de tempo que era terrível.

— Você pegou um dos bons! — afirmou, ao longe, uma voz desconhecida.

Sentindo uma brisa mais amena, o rapaz avistou, ao longe, coisa que seria difícil para pessoas normais, algumas pessoas no que parecia um pequeno lago. Aproximando-se dos mesmos, o rapaz buscou questioná-los acerca de um possível emprego. Mais próximo, embora estivesse com madeixas curtas, o rapaz encontrava um senhor com uma idade já avançada, claramente fora de forma, com uma antiga, mas bem zelada vara de pescar. Junto a ele, estavam dois jovens, um mais novo com seus doze anos, que não havia gostado da chegada do maltrapilho homem, porém, totalmente oposta, estava uma garota de cabelos curtos que, ao ver o rapaz, tinha o brilho do sol em seus olhos.

— E-Eu não sei... Acho que...

Envergonhada, a garota tentou responder o protagonista, porém, não conseguindo, a mesma apenas encerrou o diálogo olhando para o solo, evitando ao máximo o rapaz. Por sua vez, o garoto não se mostrava muito retraído em relação a Saladin. Olhando com uma cara de poucos amigos, o mesmo deixou clara a sua insatisfação com a presença do rapaz.

— Você está atrapalhando nossa pescaria!

Vendo toda aquela cena, o senhor apenas sorria. Já acostumado com a personalidade de seus netos, o homem apenas colocou a mão na cabeça do rapazote, tentando acalmá-lo, enquanto trazia sua neta para perto de si com um abraço envolvendo seu outro braço.

— Esses jovens de hoje. Não precisa tratar o moço assim, Jionji. Quanto mais o tempo passa, mais você lembra seu pai e como sabemos isso não é nada bom. Lianji, não precisa ficar envergonhada. Você é uma mulher forte, não precisa ficar assim ao ver um estranho. E você, rapaz, acredito que encontrará um emprego melhor remunerado em porto branco. Fora das muralhas você só conseguirá trabalho braçal e a oportunidade de dar de cara com um selvagem! Agora, Jionji, como estava falando, para se pescar bem, o segredo é o arremesso...

Encerrando o diálogo por aquele momento, o senhor voltava a ensinar seu neto acerca da sua habilidade de pescaria. Lianji, envergonhada, agora tentava olhar mais o rapaz, mesmo se mostrando bem influenciada pela beleza do mesmo. Porto branco. A civilização que vivia dentro das muralhas era aquela que detinha o maior contingente de pessoas, guerreiros civis e poderio. Era a “alta sociedade” da ilha, liderados pelo Faham Doroth III.

Naquele mesmo local vivia Reinhard, um jovem sonhador. Almejando seus objetivos como uma missão de vida, o rapaz partia em direção a mesma. Talvez até como um devaneio, o rapaz imaginou encontrar algum marinheiro, porém, o mesmo deveria saber que ali, naquela ilha, quem detinha o poder era a polícia real, liderada por Bethos Donkia. Falando na ruiva, a mulher se encontrava no campo de visão do mesmo. Caminhando com seu característico coque samurai, a mesma segurava o cabo de sua espada enquanto era seguida por um homem jovial, que tinha uma grande marca de queimadura no rosto.

— Não temos tempo para essas coisas triviais. Esses pequenos delitos não podem ser vistos por nós sem o mínimo de certeza. Esqueça isso e não me importune!

Ríspida, a mulher encerrava o diálogo com o rapaz, que indignado, apenas calou-se. Enquanto isso, o loiro se aproximava de uma garota que próxima ali estava. Antes mesmo que a mulher respondesse, um forte homem tomou a frente pegando no punho do protagonista e tomando a dianteira do diálogo.

— Esses olhos, eu não me engano. Você é um daqueles atores famosos, certo? Não precisa responder, deixa adivinhar, você está atrás de procurados. Bem másculo da sua parte. Mas essa ilha é muito calma, bebê, então eu acho melhor você parar de procurar problema, pois a sua frente já está um...

Ouvindo toda aquela exagerada conversa, o rapaz de antes, que dialogava com Bethos via ali uma chance de conseguir concretizar seu objetivo. Se aproximando da dupla que conversava em alto e bom tom, o rapaz comentava sobre o que Rein procurava.

— Eu não pude deixar de ouvir o que você estava falando. Procurados? Eu tenho informações de bárbaros que estão planejando um ataque a Porto Branco. Preciso de ajuda para detê-los! Podemos conseguir um bom dinheiro, caso se interesse, mas não podemos ir sozinhos. Consiga umas cinco pessoas para vir com você, ouvi dizer que a força dos bárbaros equivale a cinco moradores daqui! Eu tenho que ir, mas podemos nos encontrar na floresta, nos portões de Porto Branco em cinco horas!

Encerrando o assunto, o moreno então partia, animado por ter achado uma saída para seu problema. Não entendendo nada, o musculoso homem que havia falando anteriormente com o aspirante a ciência recuava e perdia totalmente o interesse no protagonista.

— Bebê, não me envolvo com bárbaros, vou voltar para minha forja porque de ferro eu entendo bem! Até mais! — acenou despedindo-se.

Vendo todo aquele alvoroço, Yusuke lembrava de seus objetivos. Arrumando seus trajes o rapaz procurou por algum local onde pudesse comprar um maço de cigarretes, mas nada encontrou. Não esquecendo do objetivo quase que primordial, ora, para continuar a comprar cigarros o rapaz teria de ter dinheiro, pensando nisso o mesmo seguiu em busca de um emprego. Seu alvo? Um loiro, bem trajado, olhos azuis, foco das atenções há poucos instantes. O destino (vulgo eu) juntava Reinhard e Shieda pela primeira vez. Ambos não haviam percebido, mas junto a eles estava uma garota que, confusa, perdida e apreensiva, emanava uma aura de baixo astral. Essa era Élise.

Até chegar ali à garota havia vagado nos mais profundos devaneios. Sua fama, na verdade, má fama era o motivo de ter afastado as pessoas. Talvez fosse até o motivo por ter afastado o okama musculoso que falava com Rein. Afastando qualquer pessoa que fosse, essas que poderiam vir a ser alvos de Yusuke para questionar se podiam ou não lhe dar cigarros. A questão é que a furtividade da garota havia sido o fator surpresa para que os rapazes só a percebessem quando a mesma tentou um diálogo meio confuso.  A Herdeira das Trevas tentava dialogar com os dois rapazes que possuíam certo contraste de aparência e trejeitos.

Mural de Recados:
 

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Elivelton Carneiro
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MensagemAssunto: Re: Unchain Utopia   Unchain Utopia EmptyTer 25 Jun 2019 - 0:42



Enquanto caminhava encontrei com um grupo de três pessoas próximas a um lago, um senhor de idade e um casal jovem que parecia ter uma idade levemente menor a minha. Ao que parecia, o senhor estava os doutrinando sobre pescaria.  - "Oque me lembra que o mestre sempre pescava, ele não era um bom cozinheiro mas nunca falhou em trazer peixes para casa." - Ao tentar entrar em contato com esse grupo acabei por ver algumas reações interessantes. A moça foi a primeira a tentar estabelecer uma linha mas talvez quem sabe por nervosismo não conseguia conectar as suas palavras, e depois dessa falha começou a encarar o chão, evitando olhar para minha direção. - "Será que ela se assustou com a minha chegada repentina? Ou seria somente vergonha? Acho melhor me desculpar depois." - O próximo a falar seria o outro jovem, esse sem esconder o sentimento hostil, respondeu secamente deixando claro o quanto a minha presença incomodava. - "Parece que não cheguei em uma boa hora, mesmo que seja tarde acho melhor me desculpar por agora e partir..." - Pensava eu, mas contando a minha linha de pensamento o senhor de idade avançada começou a falar enquanto dava um pequeno sermão nos jovens que estavam agora envolta de seus braços que aparentemente eram seus netos. Segundo o senhor idoso, os trabalhos que encontraria nessa região seriam somente trabalhos braçais comuns e se quisesse algo melhor deveria procurar em um local chamado Porto Branco, sem mencionar que ao que parece a segurança dos locais como este que ficam fora do Porto Branco é bastante precária. - "Como esperado de um senhor de idade, com um pouco de comunicação ele me passou até mais do que pedi mas com toda a certeza são informações uteis que precisaria em algum momento."

Graças a ajuda deste senhor consegui ter uma pequena noção de como as coisas funcionam nesta ilha e já tinha um destino para tentar seguir em algum momento no futuro, o Porto Branco. Dito isso não sabia exatamente aonde ficava e andar por aí sem rumo é mais cansativo do que parece... - "Pescaria huh... O mestre nunca me levou para pescar com ele..." - Com um pequeno pensamento vagando em minha cabeça decidi ficar pelo menos por enquanto naquele local. - Senhor, se não se importar, você poderia me ensinar também a como pescar? - Perguntei ao senhor idoso cujo o nome ainda não sabia esperando por uma resposta positiva, mas caso o ela não viesse ficaria pelo menos observando para depois tentar sozinho, mas por educação, resolvi me apresentar para os três logo depois de fazer esse pedido. - Me chamo Wilhelm Read, é um prazer conhece-los. - E assim me apresentei com o meu nome resumido. - "Meu nome é muito grande para uma apresentação informal então deve ser melhor adotar somente esses dois nomes, Sem falar que apesar de ser algo de muitos anos atrás, Rackham é o incomum sobrenome de um infame pirata... Devo evitar dize-lo em público o máximo possível" - Enquanto abaixava a cabeça levemente para essa família, a familiar voz de meus devaneios apareceu outra vez. - "Ei Will... Will... Não pergunte nada! Apenas olhe para a garota e sorria!" - Não queria obedecer a um devaneio mas sabia que essa voz não se calaria até que eu o fizesse, e sem saber o porque olhei para a garota que por alguma razão já estava olhando para mim a algum tempo desde que o seu avô me respondeu, e como a voz do devaneio disse dei um pequeno sorriso para a mesma. - "Porquê será que ele me pediu para fazer algo tão simples?"

Depois de ficar um tempo com eles, seja aprendendo a pescar ou os observando tentaria conversar com os mesmos mais uma vez. - Ei, o senhor falou que por aqui há uma grande chance de se deparar com selvagens ou algo assim, sendo assim o senhor e seus netos também não estão em perigo ficando em um lugar tão isolado? - Não sabia exatamente oque eram esses selvagens mas se fossem algo como bandidos eles certamente estariam expostos ao perigo. Mas não acredito que esse senhor colocaria seus netos em perigo entretanto. - "Será que ele tem alguma garantia?" - Mas deixando de lado como eles me responderiam procuraria mudar de assunto logo depois. - Sabe, eu sei um pouco sobre culinária, posso ajuda-los no preparo da refeição como forma de agradecimento, e também para me desculpar por perturbá-los? - Por hora decidi acompanha-los, apesar de que fora aprender a pescar não acredito que conseguirei mais alguma forma de fazer dinheiro os seguindo. - "Talvez eu esteja mesmo me sentindo sozinho?"

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Corretor de tabacarias na fronteira com a Venezuela

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MensagemAssunto: Re: Unchain Utopia   Unchain Utopia EmptyTer 25 Jun 2019 - 4:37



Algum tempo depois de andar, ela finalmente se depararia com uma situação um tanto interessante, uma dupla da polícia real que aparentemente lhe forneceria a chance de conseguir algum dinheiro naquela ilha desconhecida. Por ser desde sempre uma mulher discreta e silenciosa, a jovem de pele pálida se acostumara a analisar a postura e as expressões faciais de uma pessoa, buscando entender aquilo que não compreenderia através de diálogos. Avançando em direção à chefe de polícia, Élise não deixaria de notar um homem loiro correndo na direção da ruiva. Ao observar tal cena, ela diminuiria seu ritmo, buscando avançar cautelosamente naquele local, já que aparentemente alguém abordaria a mulher em seu lugar. Aproveitando-se de tal oportunidade, apenas lhe restaria esperar o desfecho do diálogo, já que não haveria necessidade dela intervir nesse momento, uma oportunidade de ouro para uma jovem com dificuldades em se expressar.

Avançando vagarosamente enquanto aquela algazarra ocorria, Élise prestaria atenção em cada detalhe do que o homem submetido à chefe de polícia ruiva falasse, acabando por impactar-se após ele dizer que eles precisariam de cinco pessoas. Nesse momento, sua aparente aura negativa retornava após descobrir que aquela oportunidade única deveria ser feita em grupo, e antes que percebesse, estaria perto dos demais personagens dessa história, emanando tal “energia” atrás deles. Tal baixo astral, se somado com sua má fama, afastaria todos os civis ao seu redor.

Seu silêncio, somado com sua natural furtividade, fez com que seus futuros companheiros não a percebessem instantaneamente. Observando que ela não havia sido notada, tentaria abordar os dois indivíduos, mesmo que encontrasse uma gigantesca dificuldade para isso. Envolvendo sua mão esquerda fechada em sua boca, tentaria chamar a atenção dos dois rapazes ao coçar sua garganta, fazendo um som que possivelmente seria notado por eles. Caso não consiga chamar sua atenção, simplesmente começaria sua fala, afinal, dialogar com aqueles dois rapazes em busca de um acordo de cooperação mútua necessitaria de uma manifestação oral por sua parte.

– O-o… - Balbuciava, mostrando uma certa dificuldade de se expressar, respirando de forma profunda com o objetivo de acalmar seus batimentos cardíacos. Após uma pausa considerável entre suas falas, retomaria seu raciocínio.

– Olá, assim como provavelmente vocês, estou em busca de algum dinheiro, então sabe… –
Voltaria a interromper suas falas, juntando seus dois dedos indicadores e flexionando-os, um sinal de apreensão. – Será que poderíamos nos unir nesse trabalho? Esse homem disse que precisaria de mais pessoas para realizar esse contrato, logo é uma situação oportuna para nos unirmos em prol de um benefício mútuo.

Respirando fundo após esforçar-se para colocar em prática seus pensamentos, Élise aguardaria a fala dos dois rapazes silenciosamente, atentando-se a cada detalhe que eles deixariam escapar em suas declarações. Mesmo necessitando de companheiros para realizar essa missão, a jovem de cabelos negros ainda teria motivos para suspeitar deles, possuindo uma personalidade na tênue linha entre a prevenção e a paranoia. Analisando suas falas, comportamento, postura e características, ela tentaria fazer uma breve análise sobre ambos, com o objetivo de ter um parâmetro sobre com quem ela andaria.

“São em geral dois rapazes arrumados e levemente refinados. Apesar de não se parecerem com verdadeiros lordes, não são completos bárbaros, entretanto, assim como eu, possuem alguma coisa em mente. Sinto que essa união possa gerar frutos positivos, afinal, estamos todos aqui por motivos particulares.”

Após refletir sobre os dois rapazes, Élise focaria sua visão em si mesma. Analisando minuciosamente seu longo vestido negro que ia até seus pés, chegando em uma conclusão racional em instantes. Portando trajes finos e pouco práticos para situações que necessitem de mobilidade, a jovem de olhos lilás necessitaria urgentemente de uma mudança em seus trajes antes de iniciar qualquer missão, afinal, ela não estaria indo para um baile de gala.

“Essas roupas não são nem um pouco adequadas. Não faço ideia se um desses rapazes é morador, todavia, toda a ajuda de informação é bem-vinda.”


– Algum de vocês poderia me indicar uma loja de roupas aqui perto? Meus trajes são inadequados para uma situação que eu precise de mais mobilidade, e por isso devo trocá-los com urgência. Além disso, ainda não me apresentei. Meu nome é Élise. – Evitaria falar seu nome completo como um gesto de cautela, evitando situações desnecessárias, devido ao fato de Dawn Island ser relativamente perto de Loguetown, sua terra natal.

Abaixando levemente sua cabeça como um gesto de apresentação, a garota colheria todos os dados que necessitaria prontamente, despedindo-se dos dois rapazes por hora. Indo até uma loja que pudesse comprar vestimentas mais flexíveis, Élise seguraria a saia de seu vestido, andando em um ritmo mais acelerado para economizar tempo, afinal, cinco horas passam rápido quando há coisas para se fazer. Ela tenderia a ir para uma loja de roupas, entretanto, caso um de seus companheiros não soubesse lhe indicar um estabelecimento que venda vestimentas, perguntaria para um guarda, e em último caso, vasculharia os arredores até encontrar algo que se pareça com uma loja de roupas.

– O-olá… – Se dirigiria a um funcionário do estabelecimento – Eu estou em busca de roupas mais flexíveis. Estou mais interessada em blusas sociais, meia calça, saias levemente curtas e algum calçado qualquer. Há alguma dessas peças disponíveis? Preciso adquiri-los em pelo menos 5 horas, para um compromisso casual em que meu vestido atual seria inadequado.

Optando por mentir sobre o motivo de comprar roupas mais flexíveis como um meio de proteger sua privacidade, Élise demonstraria o mesmo temperamento calmo e calculista de sempre, não ficando exageradamente ansiosa por causa de sua missão. Aquela era mais uma entre várias tarefas que havia concluído em seu passado, e como tal, não seria algo preocupante para a Herdeira das Trevas, que apesar de sua idade, possuía certa experiência em serviços de natureza mais caótica.

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Última edição por Hanabi em Qui 27 Jun 2019 - 0:26, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Unchain Utopia   Unchain Utopia EmptyTer 25 Jun 2019 - 23:54


Já tinha a visto algumas vezes durante todo aquele tempo que tinha vivido em Porto Branco. Contudo, ainda que Reinhardt conhecesse sua notória fisionomia, certamente nunca tinha prestado muita atenção à sua personalidade, muito menos a boatos sobre a mesma. Não teve tempo, porém, de destilar mais veneno em seu interior. Sentiu um toque em sua mão e, surpreso com a figura a sua frente, acompanhou o toque com os olhos, subindo pelo braço em direção ao rosto. Não fez questão de ocultar seu gosto por musculatura bem desenvolvida. Conforme subia o olhar, admirando cada músculo presente no membro, exibia um suave sorriso de canto. Entretanto, ao que alcançou as feições do homem, deparou-se com algo que sabia que não apreciava tanto. Quando pode ouvir o primeiro som sair de sua boca, então, apenas teve certeza do que se tratava.

“Bem masculino por fora…” - pensou, conforme ouvia os elogios, pendendo a cabeça para frente e coçando a nuca, lisonjeado com os dizeres - “mas por dentro é quase uma flor, não é?” - concluiu mentalmente, porém ainda assim divertindo-se com a personalidade daquele homem gigante.

Não podia negar que aquele corpo escultural era algo que lhe atraia. No entanto, o critério para decidir quem seria um bom parceiro ou não, pelo menos para Reinhard, tendia a ser uma somatória com avaliações bastante subjetivas. Todos aqueles músculos certamente contavam muito positivamente, no entanto o tipo de persona que ele apresentava certamente lhe pesaria bastante de forma negativa na somatória. A personalidade divertida e as boas tiradas, no entanto, tinham lhe conseguido pontos os suficiente para que Lohengramm o considerasse um pouco mais.

- Ahahaha, fico lisonjeado, mas não sou nenhum ator ou coisa do tipo - diria, elevando a cabeça e olhando para o homem, ainda com a mão na nuca, meio sem graça - Agradeço a preocupação, mas não posso simplesmente parar. Isso envolveria abandonar meus objetivos... - parou brevemente, um pouco surpreso com a quantidade de detalhamento que deixaria escapar.

Por alguns instantes, cogitou qual seria o motivo de ter ficado suficientemente à vontade para dizer tanto. Porém, rapidamente algo mais lhe chamou a atenção, interrompendo o que estava prestes a dizer para completar a frase anterior. Com certeza, aquela oferta tinha chamado a atenção do jovem aspirante a cientista. Entretanto, estava um pouco preocupado com o prazo. Não sabia se teria tempo o suficiente para encontrar 5 pessoas disposta e, pior, ainda encontrar uma arma nova. Estava um tanto inseguro se conseguiria ou não cumprir a tarefa, porém, eventualmente consolou-se. Afinal se não conseguisse, o máximo que aconteceria seria chegarem nos portões e não haver ninguém.

- Combinado, te encontro no portão em 5 horas... - responderia, tentando parecer o mais determinado possível, mas interrompendo-se, eventualmente, por achar que estavam falando com ele

Foi então que ouviu uma fraca, mas agradável voz balbuciar algumas coisas perto de si. Arregalou ligeiramente os olhos, surpreso por não ter percebido aquela aproximação. Seria aquele indivíduo dotado das mesmas capacidades de ocultar presença que ele? Assim que se virou pôde ver uma figura feminina oferecendo-se para o trabalho. Durante alguns instantes esteve um pouco desconfiante se aquilo daria certo ou não. Entretanto, do jeito que as coisas pareciam fluir, sua visão do assunto mudou um pouco. Talvez não fosse tão difícil encontrar gente atrás de uma caça. Só que, assim que analisou melhor as feições da garota, sentiu que já tinha a visto em algum lugar.

“Esse belo rosto… A Herdeira das Trevas?!” - assustaria-se, tentando reprimir ao máximo suas expressões de surpresa com aquela aproximação.

A história daquela garota era bem conhecida: uma ex integrante de um grupo de revolucionários, os cavaleiros das trevas. Nunca tinha pisado em loguetown, por isso, o que sabia eram apenas boatos e coisas que os jornais costumavam relatar. No entanto, não podia dizer que simpatizava com revolucionários. Pelo menos não com a maioria deles. Estava procurando fundo em suas memórias, mas não conseguia encontrar algo que lhe indicasse qual era a ideologia do bando que um dia ela tinha seguido. E isso, pelo menos para ele, era algo muito importante de se saber. Afinal, ele mesmo julgava-se como algo parecido com pessoas deste tipo, mas cujos princípios geralmente tendiam a ser absolutamente opostos. Talvez eles estivessem alinhados, talvez não. Sendo assim, a princípio tentaria não julgar até que obtivesse mais constatações. Entretanto, naquela situação, era bem difícil que conseguisse simpatizar com a mulher.

- Ah sim…  - responderia, então, subitamente após alguns breves instantes de silêncio. Reinhardt agora virava-se parcialmente para a mulher, ajeitando sua postura, tentando abafar a situação estranha que tinha ocorrido há pouco. - Tudo bem por mim...  - parou rapidamente para pensar, cortando a fala que sairia como um vocativo para a alcunha temível que aquela mulher tinha. - É só nos encontrar no portão daqui 5 horas como combinado  - finalizou, iniciando o movimento para focar-se nos seus afazeres mais uma vez. No entanto, pode ouvir mais algumas falas por parte da herdeira e, por isso, virou a cabeça mais uma vez um tanto apressado - Ah... Não, infelizmente não conheço lojas de roupas por aqui para lhe indicar… desculpe… Prazer, me chamo Reinhard - finalmente finalizaria, após se apresentar, sorrindo um pouco torto, bastante sem graça com a situação.

Então, finalmente pode voltar-se para os arredores, novamente  em busca de possíveis candidatos e oportunidades que pudessem vir a aparecer. Foi nesse instante que pode ouvir a despedida do homem musculoso, aparentemente entediado com aquela situação. Até então não estivera interessado em muita coisa além de seu corpo escultural, já que a personalidade acabava minar os desejos do rapaz em fazê-lo algo mais do que um possível amigo. No entanto, quando pode ouvir as últimas palavras do homem, um “clique” se fez em sua cabeça. Novamente as coisas pareciam estar caindo em seu devido lugar. Uma oportunidade de comprar uma arma tinha simplesmente esbarrado com ele e, visto a pressa que estava, acreditou que não podia simplesmente desperdiçar.

- Ei, espere aí - diria, subitamente, emergindo do estado introspectivo conforme ele se afastava - você não me disse seu nome - aproximaria-se, tentando segurar o homem pelo pulso conforme sorria para ele de forma simpática, aproveitando-se de suas feições que sabia serem… agradáveis. - Começamos com o pé esquerdo, deixe que me apresente - soltaria o pulso assim que conseguisse a atenção do musculoso - Sou Reinhard Von Logengramm, prazer em lhe conhecer - continuaria, fazendo uma breve e cortês reverência para cumprimentá-lo. - E o seu nome seria...? - voltaria à postura normal, olhando atentamente para o homem, deixando transparecer que estava interessado. - Então, você entende de forja, não é? - prosseguiria bastante interessado, cruzando os braços conforme acariciava os seus próprios lábios com o dorso do seu dedo indicador. - Acontece que eu estou em busca de alguém que possa me vender armamentos - cerraria os olhos, ainda na mesma postura, observando-o de forma bastante atento - Você por acaso não teria Ninja-tōs para vender? - finalmente indagaria, descendo a mão que estava próxima ao rosto e sorrindo mais uma vez de forma bastante simpática para o homem.

Não sabia bem qual seria a reação do possível ferreiro, já que ele até então tinha aparentado perder o interesse. Sabia que seu rostinho bonito podia fazer com que mudasse de ideia, no entanto, ainda cogitava a possibilidade de que o tiro sairia pela culatra. Não se considerava um sedutor tão bom assim. Caso o homem aceitasse vender armas, imediatamente agradeceria.

- Muito obrigado, estava desesperado atrás de um ferreiro - diria, então, expulsando o ar de seus pulmões de forma bastante aliviada - Onde seria sua loja? Estou com um pouco de pressa, como sabe… - prosseguiu, colocando a mão na nuca e contraindo o cenho um pouco sem graça, imaginando se não estava sendo insistente demais.

Caso fosse levado para a loja, lá escolheria a melhor espada ninja que pudesse dentro do seu curto orçamento de 50 mil berries. Naturalmente, esperava começar uma boa amizade a partir daquilo, por isso tentaria sempre ser o mais simpático e agradável possível. No entanto, diferentemente do que esperava, caso ele negasse rapidamente tentaria intervir, insistindo mais um pouco.

- Espere… - tentaria fazer com que parasse mais uma vez - Então poderia pelo menos me indicar onde posso encontrar a loja de outro bom ferreiro que venda armas do tipo? - finalizaria o pedido, mas ainda fazendo quase uma cara de “cachorrinho pidão”.

Assim que obtivesse as orientações quanto à direção, agradeceria, fazendo uma quase solene reverência. De fato, estava bastante grato com a ajuda. Porém, ainda assim estava com pressa, por isso, imediatamente sairia dali à passos largos, em busca da loja do tal ferreiro indicado. Chegando lá, procuraria pelo dono do estabelecimento e, então, perguntaria sobre a espada ninja que procurava. Analisaria, portanto, as possibilidades dentro de seu atual estado financeiro e, então, compraria a melhor lâmina que pudesse. Agradecendo o homem e fazendo questão de lembrar-se quem era e onde trabalhava, sairia da loja acenando. Na rua mais uma vez, elevaria seus sentidos em busca de pessoas que aparentassem ser caçadores de recompensa - possíveis interessados. Assim como o rapaz que tinha lhe recrutado, também ficaria atento com sua audição em busca de conversas que pudessem indicar possíveis bons candidatos. A princípio, apenas avaliaria os possíveis candidatos para só então decidir quem de fato valeria a pena se aproximar.

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Última edição por Keel Lorenz em Qua 26 Jun 2019 - 17:15, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Unchain Utopia   Unchain Utopia EmptyQua 26 Jun 2019 - 16:07


Antes mesmo que tomasse noção da situação em que estava, Yusuke acabou ficando entre um emaranhado de pessoas bastante peculiares. E mais do que isso, até mesmo uma oportunidade de entrar na carreira de caçador de recompensas havia sido lhe dada de bandeja por um civil das redondezas. Certamente Shieda não estava acostumado à receber trabalho tão facilmente assim, já que geralmente ele mesmo furtava os usufrutos do trabalho dos outros, porém não seria isso que faria ele deixar tão chance passar em branco. Se tudo desse errado, ele ainda teria a oportunidade de descontar seu desconforto pela falta de nicotina em um bando de bárbaros medíocres, o que já serviria como um pequeno alívio para o seu corpo.

Contudo, antes que pudesse fazer qualquer coisa à respeito, uma das pessoas que estava ao seu redor, acabou chamando sua atenção em especial, primeiramente por sua admirável aparência, apesar da aura desagradável que ela emanava. Para ser bem sincero, por ser novo na ilha, Yusuke não fazia ideia do que poderia estar gerando tantos "mal-olhados" em direção à Herdeira, porém isso pouco lhe incomodava. Não era como se ele nunca tivesse convivido com algum "indesejado pela sociedade" no passado, afinal, Shieda passou a maior parte da sua infância trabalhando com um bando de bandidos maltrapilhos. Enfim, tendo em vista que o loiro que estava perto dele havia optado por ignorar a garota e o moreno que anunciou o serviço já havia ido embora, não lhe restaram muitas alternativas, senão responder Élise.

"Como esperado, parece que nossa amiguinha é bem requintada nas palavras. Talvez ela seja uma prostituta ? Confesso que não me surpreenderia caso essa hipótese se tornasse verdade, tendo em vista que os nobres da região provavelmente devem adorar mulheres de classe" - Enquanto um pensamento errôneo atravessava a mente de Yusuke, ele se virava para responder a pergunta de Élise enquanto á cada segundo que se passava seu corpo se sentia ainda mais desconfortável pela falta de um cigarro na ponta de seus lábios.

- Olá senhorita. - Diria tais palavras enquanto cumprimentava a ex-revolucionária com um caloroso aperto de mãos. - Acho que coincidentemente, eu estou na mesma situação financeira que você, se é que me entende. - Como forma de demonstrar sua falta de recursos monetários, Yusuke tiraria seus bolsos para fora, comprovando que pelo menos em suas calças, não havia nenhum dinheiro. - Parece que tivemos a mesma ideia, apesar de você não ter a aparência de uma lutadora. Para falar a verdade, nem mesmo eu tenho o perfil de um guerreiro, então não posso falar muito sobre isso, hahahaha. - Utilizando de seu bom humor, ele tentava criar alguma intimidade com ela antes de dar uma resposta conclusiva para o questionamento dela. -  Eu aceito sua proposta. Espero que eu possa atender suas expectativas, cara Élise. Aliás, me chamo Shieda Yusuke. É um prazer conhecê-la. - Adiantando-se enquanto caía na tentadora vontade de encostar mais uma vez no corpo de sua nova companheira, Yusuke beijaria uma de suas mãos como forma de "selar" o acordo entre os dois. - Sobre a loja de roupas, sinto informar que não sei muita coisa sobre essa ilha. Eu ainda tenho alguns assuntos para resolver, então acho que já vou indo. Nos encontraremos na floresta no horário marcado, conforme foi combinado.

Após encerrar seu assunto com Élise, Yusuke ficou livre para se focar em outro de seus problemas : a sua falta de armamento para combater os bárbaros. Em situações normais, a primeira ideia que viria em sua mente seria a de furtar os pertences de algum idiota nas redondezas, mas tendo em vista que não poderia sujar seu nome logo de cara, e um okama parecia ser capaz de disponibilizar tais recursos para ele, optou por não seguir tal caminho tortuoso. Assim, tendo em vista que havia escutado de relance o diálogo do belo loiro com o ferreiro, Shieda escolheu por seguir os dois, se possível. Caso tivesse a oportunidade de se intrometer no assunto, ele prosseguiria da seguinte forma :

- Bem, assim como nosso bonitão aqui, eu também estou interessado em comprar algumas armas. - Aproximando-se de maneira sutil, ele colocaria a mão no ombro do ferreiro, buscando captar sua atenção. - Eu tenho a mais absoluta certeza que podemos fazer um bom negócio aqui, tendo em vista que você parece ser um homem bem sensato com relação ao seu trabalho. - Utilizando do seu papo-mole, Shieda elogiava de maneira fútil algumas qualidades que o okama supostamente poderia ter. - Aliás, me desculpe a falta de educação, mas saberia me dizer se você tem algum cigarro ou charuto guardado nos bolsos ou algo assim ? Eu meio que estou sentindo falta da fumaça nas minhas narinas, e estou disposto à lhe fazer alguns "favores" para aliviar esse meu desconforto. - Mais uma vez utilizaria da sua excepcional lábia e de algumas mentiras para tentar conseguir sua estimada nicotina.

Independentemente da chance de dialogar com o ferreiro surgir, Shieda apenas aguardaria para abordar a outa parte daquele diálogo, o loiro, no momento mais oportunidade da seguinte forma :

- Olá, eu escutei aquela conversa de alguns instantes atrás por engano e acabei me interessando no trabalho que aquele homem estava oferecendo. Estaria interessado em se unir comigo e com mais uma pessoa para realizar esse serviço ? Você parece estar interessado em conseguir dinheiro. - Educadamente Yusuke requisitaria o auxílio do civil bem aparentado.

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