One Piece RPG
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Timbre Mudo
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Wesker Hoje à(s) 21:29

» [MINI- Kiryu] Cumprindo uma promessa.
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Kiryu Hoje à(s) 21:17

» Capítulo I - Surgem os Eternos!
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Ripper Hoje à(s) 20:37

» [MINI- Rmz'] Renegado
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Kylo Hoje à(s) 19:23

» ~ Mudanças Importantes ~
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor DEV.Ryan Hoje à(s) 18:28

» [MINI - Lily Ann] Rainha das Rosas
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Kylo Hoje à(s) 17:48

» Phantom Blood
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Johnny Bear Hoje à(s) 12:12

» [Kit - MINK (Dramatical Murders)]
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Blum Hoje à(s) 11:58

» [MINI-Amador Amoroso] NANANAAA
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Kylo Hoje à(s) 04:42

» Apresentação - 2: Falência ambígua
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor love.licia Hoje à(s) 02:21

» Fogo e Sangue
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Shroud Ontem à(s) 23:52

» [M.E.P] Rmz'
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Kylo Ontem à(s) 23:49

» Sem rumo definido
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor PepePepi Ontem à(s) 23:13

» Deus não me ama
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Mirutsu Ontem à(s) 20:46

» A justiça não é cega!
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Wild Ragnar Ontem à(s) 20:00

» Stage 1 - Uma nova vida
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Bijin Ontem à(s) 17:25

» ☆☆I'm a motherf#$%in' starboy!☆☆
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Wild Ragnar Ontem à(s) 15:31

» Cap. 1 - Abrindo caminho
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Bijin Ontem à(s) 14:34

» Sons of Vermillion's Blood: Gênesis
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor Hooligan Ontem à(s) 14:04

» 1° Versículo - Gadeus, os Ateus do Gadismo!
Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Emptypor yaTTo Ontem à(s) 07:50



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


Compartilhe
 

 Capítulo I - O cavaleiro

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 73
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 26
Localização : 1ª Rota - Karakui

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptySex 07 Jun 2019, 12:03

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I - O cavaleiro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Arthur Pendragon. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Mad
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador


Data de inscrição : 30/05/2019

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptySeg 17 Jun 2019, 17:33

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Arthur Pendragon
O Faxineiro Dourado

Mediante os elogios do seu "professor" no duelo, Arthur retrucou firme: ━ Obrigado! ━ Com uma voz pesada devido ao esforço que fazia. Mas a satisfação que obteve foi rapidamente substituída por frustração que se estampou em seu semblante, uma vez que sua ideia de contra-ataque ao segurar a lança de Fang foi evitada e seguida por um ensinamento do experiente combatente. ━ Tsc! Na próxima vai... ━ As palavras não saíram em tom audível suficiente para que o sargente ouvisse, pareceu mais que Arthur conversava consigo mesmo. Sentiu a dor da farpa penetrar em seu dedo, e com isso recuou dois passos para trás, buscando recompor-se.

Ergueu a mão esquerda até a boca e arrancou a farpa usando os dentes como pinça, sempre com os olhos vidrados no marinheiro que precisava derrotar. Assistia sua demonstração malabarista com o bastão, que finalizou o convidando para o embate ao apontar sua arma em sua direção. ━ Desafio aceito! ━ Vociferou, avançando contra o Sargento. Diminuiria o ritmo do avanço pouco antes de chegar ao raio de alcance de seu opoente, para que tivesse tempo de reação contra um ataque, onde bloquearia-o com a espada ao mesmo tempo que repeliria o golpe para a direção contrário de onde viera. Deslizaria o solado destro para a direita, inclinando seu corpo e rugindo em frenesi. ━ Ooooooaaaar! ━ Moveria o gume de madeira em um corte duplo formando um "X" em direção do tórax de seu rival e daria um pequeno salto para seu flanco, sem tirar os pés do chão por tempo demais e sempre mantendo um fixo no solo, abalroaria outro golpe oco vindo pela horizontal da esquerda para a direita mirando suas costelas. Seus golpes visavam sobrecarregar a defesa do homem, golpes firmes mas com balanços não muito acentuados para que evitasse um desarme, sempre recolhendo a arma no tempo certo.

Atentaria-se para defender qualquer contra-ataque do indivíduo, rebatendo-o de qualquer direção para fora do curso de seu corpo, de preferência para cima, balançando junto seu corpo e deslizando os pés no chão para acompanhar seus movimentos. Após o balanço horizontal de sua arma, mesmo que ele não fosse bem sucedido, buscaria uma distância favóravel para que suas pernas alcançassem o homem e abaixaria seu centro de gravidade deslizando a perna esquerda (que estaria atrás) para atingir a dobra do joelho do marinheiro, aproveitando o balanço do corpo feito no golpe de espada para realizar a rasteira. Se seu golpe passasse em branco, realizaria um rápido giro para não dar as costas ao seu adversário por muito tempo, conectando outro corte horizontal visando o crânio de Fang logo em seguida. Se a rasteira fosse barrada, recuaria a perna e compeliria as costas da mão esquerda em direção do rosto do homem, fazendo-o com o punho fechado, e realizaria um salto para trás em seguida, recompondo a guarda defensiva pronto para defender-se outra vez se necessário. ━ O que achou agora?! ━ Diria, se ao menos um ataque seu atingisse. Do contrário, diria: ━ Tu não tem aberturas não?!

Spoiler:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Voltar ao Topo Ir em baixo
Takamoto Lisandro
Narrador
Narrador
Takamoto Lisandro

Créditos : 40
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 29/12/2013
Idade : 19
Localização : Minha casa

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptyTer 18 Jun 2019, 18:17

Takamoto Lisandro Seh loko



O sangue corria cada vez mais rápido, o corpo do garoto queimava mesmo quando flocos de neve batiam e se apegavam a sua pele e consequentemente derretiam ao calor irradiado da força de um espadachim. – Isso mesmo, supere seus limites aqui e agora. – Fang incentiva o jovem a balançar sua espada com cada vez mais força e vontade, o loiro avançava contra o calvo e na medida que se aproximou do lanceiro, diminui drasticamente sua velocidade buscando uma melhor visão do golpe, mais uma estocada em direção ao peito do garoto, ele tentou bloquear colidindo diretamente com a espada contra a lança, certamente repelindo o ataque frontal para sua direção oposta, mas velozmente, Fang trocava seu jeito de empulhar a lança, aproveitava a brecha deixada pela defesa e rapidamente soltando sua mão direita do cabo deixando a esquerda exercendo força para continuar pressionando o jovem, com um forte golpe na lança com a sua palma direita, girava o bastão que ia no sentindo horário em direção a parte esquerda do espadachim.

Ele deixava de pressionar e direcionava o corpo para o lado acompanhando o movimento do bastão, o bastão batia na face de Arthur, o golpe deixaria sua bochecha direita inchada depois de alguns minutos, mas o golpe não havia sido tão forte a ponto de tirar o equilíbrio do novato que insistia em seu ataque, ele direcionava o gume da espada para o peito de Fang, tentava acertar dois ataques diagonais que formavam um X, mas o lanceiro tinha uma base pronta visando bloquear os ataques, que não eram rápidos o suficientes para impressionar o lanceiro que habilmente direcionava seu bastão segurado por suas duas mãos na direções dos ataques que eram dispersos. – Talvez precise transformar isso em uma técnica para ser mais efetivo. – Os golpes eram firmes, Fang acochava suas mãos no bastão para não perder controle de sua arma, o atacante pressionava o sargento que apertando bem a lança de madeira defendia mais um dos golpes do espadachim, este visava suas costelas, por sua vez, ele esperava o momento certo para atacar, cessando os ataques e quase os levando, como em um jogo de turnos, era sua chance de desferir golpes mortais.

Girava mais uma vez seu bastão e fazia um ataque horizontal na direção do torso do rapaz, era uma pequena vingança imitando o mesmo golpe, o gume impedia do braço do garoto ser acertado, a com força jogava o bastão para cima, no entanto, de cima vinha a segunda pancada, e mesmo tendo em mente contra-atacar após a defesa, ele levava um golpe em cheio em sua cabeça lhe deixando zonzo e fazendo sua cabeça ser jogada para baixo. – Foi um treino. – Comentava o calvo ao recolher sua arma e jogar em direção ao marinheiro que havia trazido os instrumentos de combate. – Deixo ele com você.. E me traga meu manto depois. – Falava para o marinheiro, ele saudava o sargento e ia na direção do espadachim ainda zonzo. – Você está bem? Pode me dizer seu nome? – Os olhos do garoto não tinham foco, segundos se passaram e seu cérebro voltava para o lugar com um forte dor em sua cabeça, um galo estava nascendo no topo de seu crânio. – Isso ta feio.. Eu sou Geraldoroen. – Ele esticava sua mão para ajudar Arthur. – Me chamam de Geraldin. – Ele tinha um rosto comum, seus cabelos eram verdes e seus olhos castanhos. – Ele pediu que eu cuidasse de você, pode me chamar de senpai. – Sorria triunfante como se aquelas palavras lhe dessem força. – Vou te acompanhar onde você vai poder tomar um banho e trocar suas roupas, é.. Meus parabéns. Você foi aceito na marinha.

Acompanhando Geraldin, poderia tomar o tão desejado banho e trocar para seu uniforme oficial, assim que estivesse pronto. Seu senpai lhe diria. - Tudo certo? Estão nos esperando no escritório do sargento.




Offs:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Voltar ao Topo Ir em baixo
Mad
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Mad

Créditos : Zero
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 9010
Data de inscrição : 30/05/2019

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptyQui 20 Jun 2019, 09:13

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Arthur Pendragon
O Marinheiro!

Mesmo com todo empenho de Arthur, sua inexperiência cavou sua derrota perante o Sargento, um resultado óbvio no fim das contas. Pequenos descuidos foram suficientes para Fang abalroar o bastão de madeira rosto de Arthur e em seguida no topo de seu crânio, aturdindo o rapaz e encerrando o treinamento. Droga! Bradou, irritado com sua derrota. Mas não tinha somente frustração naquele momento, tinha também admiração pelo homem que o derrotara e gratidão pelo treino, embora não conseguisse expressar isto graças à tontura que ganhou de presente do embate.

Não tardou para que outro indivíduo aproximasse-se do loiro. Você está bem? Pode me dizer seu nome? Dizia, mas Arthur ainda não conseguia se focar nele, seu cérebro parecia girar dentro da cabeça. Isso ta feio.. Eu sou Geraldoroen. Continuou, esticando a mão para o espadachim. Neste momento, o rapaz recobrou os sentidos, balançando a cabeça para os lados antes de retomá-lo. Enxergou a mão disposta à sua frente e a segurou, sendo alavancado para cima outra vez. Obrigado! Eu sou Arthur, é um prazer! Forçou um sorriso sincero em meio a dor, afagando a cabeça dolorida da pancada e sentindo o galo que se formava. Ai! Resmungou. Me chamam de Geraldin. Ele pediu que eu cuidasse de você, pode me chamar de senpai. O significado daquelas palavras foi outro para Arthur, trazendo um brilho alegre ao seu rosto e um sorriso único. Então quer dizer que?! Aproximava-se de Geraldin, esperando uma resposta. Vou te acompanhar onde você vai poder tomar um banho e trocar suas roupas, é.. Meus parabéns. Você foi aceito na marinha. Completou o marinheiro. ÉÉÉÉÉÉÉ! O grito de comemoração de Arthur ecoou para fora de sua boca, refletindo sua satisfação em adentrar ao corpo de membros da marinha, e nessa hora parece que ele ignorou toda a dor que sentia.

Ah! Sim, um banho seria ótimo! Retornando a normalidade, Arthur acompanharia Geraldin, que o guiaria para o banheiro. Lá, o loiro tomaria seu tão sonhado banho e vestiria seu uniforme de soldado da marinha. Não é dos mais estilosos... Mas pelo menos as cores eu gosto! Diria, analisando a muda de roupas que ganharia. Tudo certo? Estão nos esperando no escritório do sargento. Disse Geraldin. Vamos! Diria, acompanhando outra vez seu senpai. Arthur vestia o uniforme da marinha, que era composto por: Um boné com o símbolo da marinha estampado na frente, uma camisa tradicional completamente branca com alguns detalhes azuis e um lenço em volta do pescoço, uma calça azul marinho e sapatos escuros sociais. Tudo estava no perfeito tamanho do rapaz, nem muito folgado nem muito acochado.


Spoiler:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Takamoto Lisandro
Narrador
Narrador
Takamoto Lisandro

Créditos : 40
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 29/12/2013
Idade : 19
Localização : Minha casa

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptySab 22 Jun 2019, 16:13

Takamoto Lisandro Tanta cor



Sempre é bom ter um relacionamento agradável entre companheiros de trabalho, o loiro se deu bem com o Geraldin que guiando o novato o levou para os cômodos certos onde o espadachim pode desfrutar de um bom banho e vestiu o grandioso uniforme da marinha, seguindo seu senpai pelo QG da marinha de Miqueot, passou por alguns corredores, salas de equipamento, uma biblioteca com várias informações úteis, alguns escritórios e enfim na sala do sargento Fang. – Licença. – Disse Geraldin abrindo devagar a porta e em seguida chamando com a mão o novato, o quarto não era muito grande, possuía uma mesa quase central e uma cadeira onde o sargento se sentava inquieto e com sua testa vermelha, também tinha uma estante com livros e uma grande janela atrás do careca, assim que foi avistado o marinheiro ficava em posição de sentido e saldava seu superior. Ele esperava que o loiro fizesse o mesmo, ou pelo menos aprendesse com suas ações. – Descansar. – Ordenava o calvo colocando os pés na mesa.

Arthur olhava ao redor e notava que não ali não estava apenas os três, mas mais duas pessoas, uma mulher com longos cabelos rosas, suas principais características era uma sombra no canto dos olhos de cor vermelha e uma tiara com dois pequenos chifres, também havia um rapaz que aparentava quase sua idade, possuía um semblante confiante e longos cabelo ruivos com tranças. A garota estava voando em pensamentos olhando para a estante, o ruivo de braços cruzados parecia estar bem feliz ao olhar para Arthur, e ainda tímido, Geraldin olhava para Fang e perguntava. – Alguma missão? – O careca batia fortemente na mesa chamando a atenção de todos. – Missão?! Bem que eu queria ter uma missão! – O marinheiro tímido ficava com uma expressão preocupada e começava a tremer. – Não temos uma missão então?

Fang direcionava seus globos oculares com uma pressão mortífera. – Temos. – Agora a face de Geraldin ficava em completa confusão. – Temos? – Fang se levantava da cadeira e ficava de costas para seus subordinados. – Eu formei esta equipe para executar missões incríveis, não ficar por aí andando de um lado para outro e dizer que estamos fazendo nosso trabalho. – Ele erguia sua cabeça observando o horizonte através da sua janela e se virava, pegava de uma gaveta de sua mesa e jogava os documentos sobre ela. – Estamos encarregados de vigiar o show de coro de num sei das quantas em um restaurante famoso. – Falava de maneira abobalhada, não gostava da missão passada, nos documentos podia ler melhor sobre a tarefa dada. Teriam que cuidar da segurança do famoso restaurante Lap Fleuir onde o grupo Sulfato iria se apresentar, devido à grande demanda de público e dos convidados nobres, teriam quer servir de seguranças.

Missão é missão de qualquer forma.. – Fang soltava um suspiro. – Peguem seus equipamentos e se juntem em frente ao QG em dez minutos. Iremos a pé, não é muito longe daqui. Dispensados! – Fang deixava que os marinheiros saíssem da sala e fechava a porta. Do lado de fora do escritório, Arthur pode conhecer seus companheiros de equipe. – Eu sou Adlet, o marinheiro mais forte. E esta é.. Qual seu nome mesmo? – Se apresentava e perguntava da garota e coçava seus olhos. – Por hora, podem me chamar de Two. – Sua voz era gélida e desinteressada, mas isso não afetava Adlet e seu grande sorriso. – Aaahahah. Parece que somos um esquadrão escolhido a dedo pelo Fang. A gente se ver daqui a pouco hahahaah!




Offs:
 

Personagens:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Voltar ao Topo Ir em baixo
Mad
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Mad

Créditos : Zero
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 9010
Data de inscrição : 30/05/2019

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptyDom 23 Jun 2019, 20:06

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Arthur Pendragon
O Marinheiro!

Logo depois de Arthur trajar seu primeiro uniforme da imensa hierarquia marinheira, ele e Geraldin caminharam pelos corredores do quartel em direção à sala de Fang. No caminho, Arthur não pôde deixar de notar a presença de quartos que poderiam lhe ser bastante úteis, como a sala de equipamentos e a biblioteca. "Vou dar uma passada aqui mais tarde" Pensou, olhando de relance para a sala de equipamentos.

Finalmente chegaram ao escritório do sargento, e Geraldin empurrou a porta com certa relutância. Arthur seguiu-o logo atrás, depois do chamado de mão do senpai. Assim que entraram, Geraldin se postou em sentido, relembrando à Arthur que se tratava de uma unidade militar e precisava mostrar respeito. O loiro não perdeu tempo e bateu continência junto de seu companheiro, espearando o ordenar do superior para relaxar a postura. Olhando para os lados, Arthur identificou outras duas pessoas na saleta, um ruivo e uma menina de cabelos rosas e chifres. "Chifres? Que diabos, são maneiros!" Encarou a menina por alguns momentos, e embora estivesse empolgado com sua aparência única, manteve a expressão neutra.

Teve início um diálogo muito confuso sobre missões, e tudo que Arthur captou foi que estavam formando uma equipe para realizar missões "incríveis" como apontado pelo próprio sargento. ━ Eu tô dentro ━ Disse, confirmando sua participação. Os detalhes da missão foram revelados por alguns documentos atirados na mesa, em que Arthur recaiu o olhar para ler. ━ Bom, não me parece nada mal ━ Deu de ombros ao proferir.

Com as ordens de Fang, estavam dispensados para se encontrarem em frente ao QG em alguns minutos. Arthur deixou a sala junto dos demais, aproveitando a chance de conhecer seus colegas de equipe. Ouvira os nomes dos outros dois participantes além dele e Geraldin, mas intrigou-se com o nome que mais parecia um apelido, dado pela garota de cabelos rosas. Não fez muito caso sobre isso, a hora de apresentações melhores chegaria, retribuiu a educação apresentando-se também. ━ Eu sou Arthur, é um prazer ━ Disse somente o primeiro nome, ainda não tinha uma intimidade com os outros três para lhes dizer seu sobrenome. O tal esquadrão era composto por: Adlet, Arthur, Geraldin e Two. Não sabia ainda as características de cada um em combate, mas a hora para isso chegaria. ━ Hehe, vejo vocês logo, então. ━ Daria as costas aos companheiros, dirigindo-se para a sala de equipamentos que cruzou anteriormente.

Adentraria na sala, abrindo a porta se houvesse uma e identificando-se para algum possível responsável pela área. ━ Eu sou Arthur, novato. Posso pegar uma arma aqui? ━ Diria, esperando uma confirmação para ir atrás da arma que queria, mas se não pudesse ir por si mesmo buscar o equipamento, diria o que queria: ━ Bom, eu quero uma espada longa, de gume duplo. ━ Se não houvesse nenhuma burocracia à seguir, apenas tomaria do arsenal a arma que precisava junto com sua bainha e a acoplaria nas costas, posicionada na diagonal para a direita de modo a facilitar seu saque destro.

Seguiria para o local combinado, afinal já estaria fardado e equipado à essa altura do campeonato. Se já estivessem à esperá-lo, diria: ━ Desculpem por fazer esperar ━ Mas se fosse o primeiro a chegar, encostaria-se em alguma árvore ou parede e esperaria até que todos se reunissem. ━ Algum plano? ━ Perguntaria à Fang, se ele estivesse presente, mas se não estivesse diria de modo geral para qualquer um que fosse apto à responder sua questão. Se não houvesse um plano, aproveitaria a oportunidade para expressar sua ideia. ━ Como estamos em cinco, podemos nos separar e cobrir uma grande área. Um de nós fica com o grupo Sulfato, dois para a plateia, um para cobrir a entrada e outro para cobrir a saída, o que acham? ━ Diria com certa confiança nas palavras, deixando transparecer sua liderança inata. A conta somava em cinco pessoas, então diria desta maneira somente se estivessem em cinco, com Fang presente, mas se estivessem em quatro cortaria a parte do "e outro para cobrir a saída" e trocaria a primeira menção da quantidade de pessoas do grupo de "cinco" para "quatro", totalizando somente os quatro da equipe e dando coerência à frase no contexto em que estivessem inseridos.

Se o plano fosse aceito, restava à todos decidir quem ficaria à cargo de quê. Se ninguém se oferecesse de imediato, tomaria a iniciativa. ━ Eu posso cuidar da segurança da platéia, se não se importarem.


Spoiler:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Takamoto Lisandro
Narrador
Narrador
Takamoto Lisandro

Créditos : 40
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 29/12/2013
Idade : 19
Localização : Minha casa

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptySeg 24 Jun 2019, 18:13

Takamoto Lisandro Nem tem tanta cor



Geraldin acompanhou o novato que não tinha tanta intimidade com o QG da marinha, novamente se tornava o guia do rapaz e o direcionava para o armazém de armas. Chegando a uma sala quase tão escura quanto a noite, era apenas iluminada por finos raios de luz da janela a esquerda. Em cima de um balcão móvel se debruçava uma senhorita de cabelos lilás com rabos de cavalo e um óculos elegante na face, ela se esticava e não notava os dois marinheiros a sua frente.  O tímido marinheiro tomava a frente e como um fiel guerreiro da justiça falava de forma baixa, tão baixa que era quase inaudível. – Sheilla.. – A sua coragem não era das melhores, porém isto foi o suficiente que a marinheira levantasse sua cabeça e direcionasse seus belos olhos para os dois e assim erguendo seu busto volumoso e tocando levemente seus óculos falava de forma sutil. – Hora, hora.. Geraldin e... Um novato? Fang encontrou mais um louco? – O marinheiro apenas sorriu inconscientemente. – Hahah.. Que isso.. Não somos loucos.. Você poderia ajudar o Arthur? – Estirava suas mãos na direção do loiro o apresentando para a marinheira. – Deixe me ver.. Bons braços, pernas treinadas, sua postura ereta.. Um espadachim. – Ela lia o rapaz como se fosse uma história. – Aqui sua espada. – Lhe direcionava uma katana, geralmente a maioria dos espadachins da região tinham uma grande admiração pela arma, mas o loiro era diferente e passava a querer sua espada longa de dois gumes, um tanto quanto diferente. – Hum.. Acho que temos este modelo. – Ela se levantava e ia mais afundo na loja e tirando a arma de uma estante empoeirada, assoprava a arma levando a poeira até os olhos do garoto. – Fazia um tempo que ela estava aqui, cuide bem desta arma.

Finalmente em posse de uma arma de verdade, ele poderia seguir seu caminho até a entrada da base protetora da ilha, não via ninguém além do nada. Eles eram os primeiros a chegarem ali, logo em seguida chegava Adlet com seu grande sorriso. – Aha! Os primeiros a chegarem ein, como era de se esperar dos MEUS companheiros de equipe. – E não muito depois chegava Fang empunhando em seu ombro sua lança que brilhava quando andava, ao lado dele estava Two observando o sargento com olhos curiosos. – Todos aqui pelo que vejo. – O espadachim animado com sua missão já perguntava de planos para seu superior. – Nenhum por enquanto, na hora invento algo. Você pensou em algum? – Sorria mostrando seus caninos, ouvia o loiro e coçava seu queixo direcionando seus olhos para o céu como se ele estivesse saindo de orbita, mas estava imaginando em sua cabeça o plano do novato. – Nada mau. Quando chegarmos lá, acho que até vai esse plano ai. Em frente! – O sargento caminhava liderando o grupo de marinheiros que passavam da área do QG para um lado mais nobre da cidade, não é à toa que precisavam de marinheiros por esta região, cidadãos caminhavam calmamente com joias e cordões de ouro como se fossem nada. Ao avistarem o sargento Fang muitos dos nobres dali faziam uma cara feia. – Ignorem. – Ordenava o sargento com sua cabeça erguida olhando para frente não deixando de abalar com a reação das pessoas.

Não demorou muito tempo para avistar um grande restaurante chique com uma demanda de pessoas a frente em uma fileira refinada, o sargento foi direto para a entrada guardada por um segurança também calvo e moreno, porém tinha um cavanhaque estiloso e possuía um óculos de sol moderno. – Saia do caminho. – Ordenou Fang, o segurança cruzava seus braços grossos e não se movia parecendo um muro. – Quem ele pensa que é pra furar fila assim?! – Dizia uma das vozes da fila gigantesca. – Ele pensa que pode entrar primeiro porque é um marinheiro? Que cara sujo! – Outra voz irritante. – Opa, opa. Queiram se acalmar minha gente. – Um sorriso esbelto aliviava o clima da multidão. Este era Estibelt, dono do restaurante, seu nome e sua foto estavam naqueles mesmos documentos que o espadachim bateu o olho. – Eles são meus convidados especiais para a segurança do show. Deixe-os passar Kirl. – Sua voz era mansa e simpática, seus olhos azuis cristais e cabelos loiros esbranquiçados lhe davam um toque jovial e exuberante, trajava um terno fino com botões dourados na ponta de suas mangas. – Venham gente, temos que combinar tudo. – Fang olhava bravo para o segurança que agora abria espaço para o esquadrão. Subiam os degraus da entrada e olhavam diretamente para o espaço daquele ambiente incrível, bem no fundo um palco com luzes e uma decoração rica de cores. – Nossa! – Se surpreendia Geraldin. – Calma lá Geraldu. – Falava Fang cortando o clima. – Vou lhes apresentar o grupo Sulfato, só um minuto. Fiquem a vontade! – Saia Estibelt abrindo seus braços e se curvando aos seu convidados e seguranças, olhando ao redor podia se observar todo o restaurante. A entrada era protegida por Kirl, havia a cozinha ao lado esquerdo, no centro várias mesas e ao fundo o palco, ao lado direto banheiros. No teto uma grande iluminaria de cristais, dando um toque laranja á todo o ambiente. – Desculpe a demora, aqui estão eles. – Ao todo eram cinco pessoas que formavam o grupo Sulfato, três homens, uma mulher e uma pequena menina que segurava um urso branco de pelúcia. – Boooooa tarde! – Dizia o líder do grupo de coro, sua voz era esplendida de firme. – Tá, tá.. – Puxava uma cadeira para perto e se sentava ficando de frente com o dono do restaurante e o grupo de cantoria. – Arthur explique o plano pra eles. Tô sem saco. – Enquanto Adlet sorria, Two observava os movimentos do sargento e Geraldin estava tremendo de nervosismo.




Offs:
 

Personagens:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Voltar ao Topo Ir em baixo
Mad
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Mad

Créditos : Zero
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 9010
Data de inscrição : 30/05/2019

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptyTer 25 Jun 2019, 12:28






Para não tão surpresa de Arthur, Geraldin ainda o acompanhava mesmo após a pequena reunião na sala do sargento, levando-o até a sala de armas. — Obrigado pela companhia — O loiro agradeceu com um sorriso. Embora o marinheiro estivesse a muito mais tempo que ele, não aparentava ser mais velho — pelo contrário, aparentava ser bem mais novo — fazendo Arthur pensar: "Esse mundo tem dessas, né". Não demorou e chegaram no cômodo que almejavam, uma sala quase totalmente escura que sobrevivia dos tênues raios de luz provindos das frestas de uma única janela.

Forçando um pouco sua vista até que ela se adaptasse, Arthur avistou uma formosa mulher de cabelos lilás e óculos. "Por essa eu não esperava" Arthur a encarou por alguns momentos, até que seu parceiro cortou seus devaneios ao iniciar o diálogo com a beldade. Arthur somente ouviu, até que foi chamado de louco. — Talvez eu seja — Abriu um sorrisinho, levando na esportiva. A conversa seguiu, e foi evidenciada a necessidade do espadachim de ter sua própria espada, pondo em destaque a capacidade daquela marinheira de ler homens para identificar seu estilo de luta. "Será que ela consegue ler alguma coisa além disso? Heh" Imaginou por um instante alguns cenas inadequadas em sua mente, mas sacudiu a cabeça levemente — quase imperceptível — para retomar o foco.

A mulher lhe trouxe uma catana, mas não era esse o tipo de espada que o rapaz queria, e fez questão de deixar isto claro. A senhorita relutou por um momento, pensativa, até que ergueu-se e galgou até os fundos do cômodo. Arthur aproveitou para dar uma visualizada no corpo da mulher, mas o fez de modo disfarçado e voltou a olhar em seus olhos quando ela se virou outra vez, trazendo sua espada pedida. Mesmo depois da poeira assoprada cair no rosto do rapaz, que por impulso fechou os olhos, ele só tossiu um pouco e nem se importou. — Perfeito! Muito obrigado, Sheila. Algo me diz que virei pegar muitos equipamentos aqui, haha! — Gracejou, deixando transparecer um semblante alegre. Pegou a tal espada e acoplou as tiras de couro ao redor de suas costas e acima da clavícula esquerda, para manter a bainha bem firme em seu corpo. — Tudo pronto, então, vamos! — Proferiu, rumando ao pátio de entrada do quartel para encontrar-se com o resto da equipe.

Ninguém havia chegado ainda, então cabia aos dois esperar pelo restante. Arthur escorou-se numa parede, subindo o pé e fixando a sola também, cruzando os braços. Adlet chegou em seguida, esbanjando seu sorriso grande e falando algumas coisas. — E aí. — Respondeu o loiro, olhando para o recém chegado ruivo. Fang e Two chegaram juntos, e a garota de cabelos rosas encarava curiosa o sargento, o que levantou uma exclamação na mente de Arthur. "Hm... Bem, deixa pra lá." Arthur tomou a dianteira em questionar sobre os planos, e o sargento retrucou que não havia um. Preparado pra essa situação, o loiro expôs sua ideia, que foi bem aceita. Fang parecia meio desleixado, não dava muita atenção à burocracias, não que isso fosse ruim aos olhos do Pendragon. Andejaram do quartel à uma área nobre da cidade, e Arthur notou as gritantes diferenças entre os costumes do povo mais rico e o mais pobre, joias caras penduradas nos pescoços e dedos dos nobres. Não era de se esperar que a Marinha fosse requisitada ali, assaltos deviam ser comuns. O loiro não pôde deixar de atentar-se ao fato de alguns nobres esboçarem repugno ao sargento. — Essas pessoas não parecem gostar do senhor, Sargento. — Apontou verbalmente o loiro, que foi seguido de uma única palavra de Fang, “ignorem”. "Talvez haja motivo para isso" Pensou, coçando o queixo.

Não tardou à acharem o restaurante referido nos documentos. Aparentava muito refino e classe, com uma fila enorme para a entrada, lotado de nobres e ricos. Atravessaram a fila até a entrada, o que rendeu alguns comentários infelizes. — Essa galera não sabe que vamos proteger eles, não? — Comentou com a equipe, levemente irritado. Fang ordenava a liberação da passagem, mas foi ignorado pelo segurança. — Eu ein, que falta de respeito com as autoridades! — Disse, ainda em baixo tom. O juiz daquela situação logo apareceu, o suposto dono do restaurante que Arthur viu nas fotos dos documentos surgiu para apaziguar os ânimos, liberando a passagem do grupo. — Obrigado! — Arthur gostou de Estibelt. Subiram as escadas rumo ao interior do restaurante, enchendo os olhos com o esbelto cenário que se erguia em suas visões. — Fiuuu... — Arthur assobiou, mostrando sua admiração. Estibelt saiu para trazer o grupo sulfato, e enquanto não voltava, Arthur aproveitou para dar uma boa olhada nos pontos estratégicos do lugar.

Sem muita demora, o grupo Sulfato e Estibelt retornaram, se apresentando. — Boa tarde! Seremos seus “seguranças” hoje, mas também do restaurante. — O Sargento coube ao loiro o papel de explicar os detalhes, puxando uma cadeira. — Vejo que já tem um segurança cobrindo a entrada, imagino que ele seja de confiança. Temos cinco pessoas aqui para cobrir o lugar inteiro e garantir a segurança do grupo e do estabelecimento. Temos quatro lugares para guardar: Cozinha, Fundos, Centro e o Grupo Sulfato. Para essa situação, eu recomendo que Fang-san e eu guardemos o centro, onde ficarão os convidados e será a área de maior risco, Geraldin pode guardar os fundos, Adlet fica para a cozinha e Two fica para o grupo Sulfato. Alguma objeção? — Esperou algum momento para alguém intervir, apenas alguns segundos antes de dar continuidade. Ouviria os apontamentos de qualquer um, podendo mudar o plano futuramente depois disso. — Bom, temos que ter alguns códigos. Algum sinal para informar suspeitas, se precisar, para que ninguém deixe seu posto para seguir um indivíduo. Se acharem alguém ou algo suspeito, fiquem no campo de visão do responsável pela área para qual o suspeito está indo e apontem para ele, fazendo esse sinal. — Arthur sinalizou um punho fechado erguido. — Se alguém tiver uma ideia, diga.

Tendo posto os pingos nos i's, era hora de dar vida ao plano. Arthur tinha certa aptidão para a liderança, mas não tinha muita experiência com isso, tornando a situação um tanto quanto nova ao rapaz. O loiro esperaria que o evento tivesse início e os civis fossem chegando para o começo do espetáculo, e assim tomaria seu lugar previsto no plano, assentando-se em uma mesa do restaurante, provavelmente junto de Fang. — Vamos aproveitar para pedir algo? Haha! — Diria sorridente para o sargento se esse lhe fizesse companhia, do contrário manteria-se com os pensamentos para si enquanto fingia olhar o cardápio, mas sua atenção estava voltada ao fluxo de pessoas no estabelecimento. Olharia por cima do cardápio para o fluxo de pessoas, sempre atentando-se àquelas mais suspeitas enquanto varria a área com seus olhos esmeraldinos.




Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Takamoto Lisandro
Narrador
Narrador
Takamoto Lisandro

Créditos : 40
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 29/12/2013
Idade : 19
Localização : Minha casa

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptyQui 27 Jun 2019, 18:50

Takamoto Lisandro KKKKJK. double



Sério?! – Relutava Two olhando para o sargento que apenas assistia a apresentação do plano formado pelo jovem marinheiro. – Deixe o garoto brilhar. – Ressaltou o calvo passando sua destra na careca. O grupo e o dono do estabelecimento estavam ouvindo atentamente as palavras de Arthur que não parecia tão nervoso com o público, estava ali à trabalho horando o código que seguia. Terminando a primeira parte do plano, todos concordavam, menos Fang que tinha a cartada final. – Gostei, mas a distribuição de deveres será diferente. Eu e Two ficaremos no centro, Geraldin ficara na cozinha e os fundos ficam para o Adlet. Você ficará com o grupo Sulfato.

O espadachim continuava o plano sabendo que deveriam fazer algum tipo de código, o punho erguido seria suficiente para alertar seus aliados, estava ficando tarde, o tempo passava e o anoitecer vinha. – Em posição. – Ordenava o sargento mandando todos para os pontos indicados, Arthur ficava junto com o grupo Sulfato que estava atrás de uma grande cortina regulando suas vozes e prestando atenção na plateia. – Muita gente aqui. – Dizia o rapaz de cabelos curtos e espetados. – Certamente. – Adicionava ao comentário, penteava seus cabelos cacheados de coloração branca, o marinheiro ficava apenas parado ali observando cada membro do grupo, a garotinha era tímida e não o olhava nos olhos, mas possuía curiosidade sobre o mesmo, porém estava afastada junto com o líder do grupo que dizia algumas palavras para a garotinha, mas ela não tinha uma expressão tão amável em sua face, era mais para uma cara de submissão.

As pessoas vinham de todos os cantos da ilha para estar presente neste show, o grupo era requisitado e os boatos que seriam um fenômeno eram claro como o dia. O líder se reunia com o grupo ficando no meio deles e dedicava de seu tempo de preparação para um breve discurso. – Hoje é o pontapé final para irmos em direção a Grand Line, será nosso último show nos Blues. – Recebia uma salva de palmas silenciosas. – Faremos como sempre, cantaremos com nossas almas e mandaremos todo nosso sentimento ao público. – Os olhos de cada um brilhavam, chegando perto do marinheiro ele pedia um certo favor. – Senhor marinheiro, poderia me trazer um copo de água? Não vejo nenhum garçom por aqui, faria este favor para mim? – Seus olhos de um gato pedinte e sua voz macia mexiam com o coração de Arthur, se ele fosse na cozinha iria se encontrar com Geraldin. – O que você ta fazendo aqui? – Diria surpreso. – Ainda bem que você chegou, acho que vi algo suspeito na dispensa, alguém parece ter se infiltrado por aqui. Vamos averiguar?




Offs:
 

Personagens:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Voltar ao Topo Ir em baixo
Mad
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Mad

Créditos : Zero
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 9010
Data de inscrição : 30/05/2019

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptyQui 27 Jun 2019, 20:46






Em meio à sua pequena palestra, Arthur pôde notar a discordância de Two com seu plano. "Naturalmente, acho que ela queria ficar com o Sargento" Pensou o loiro, retornando à discursar depois do comentário de Fang. Ao fim, o Sargento demonstrou aprovação, mas alterou algumas posições no plano. "Pelo visto a recíproca é verdadeira" Refletiu, analisando as atitudes do Sargento e de Two desde à partida do Quartel General. "Será que...? Bem, esquece, não é da minha conta" Resolveu deixar de lado, mas tinha algo em mente sobre os dois.

— Entendido — Confirmou a mudança de planos do Sargento, acatando as ordens do seu superior. Foi incumbido de garantir a proteção do Grupo Sulfato, e com o passar das horas a noite caiu sobre Micqueot. Estava na hora do espetáculo, e com as ordens do careca todos foram para suas posições, incluindo Arthur. O loiro acompanhou o grupo, que parou atrás das cortinas para regular seus vocais, aproveitando o momento para analisar brevemente os integrantes. Seu olhar recaiu sobre a única menina, que conversava com o aparente líder do grupo em um canto mais afastado do restante e trouxera certa preocupação ao rapaz quando notara a expressão submissa que a menina esboçava. O loiro franziu o cenho e mordiscou o canto direito do lábio inferior, levemente intrigado com a cena.

Abrindo uma pequena brecha nas cortinas com as mãos, Arthur presenciou a chegada de vários civis para presenciar o show, tomando seu lugar num canto mais reservado e fora da visão dos espectadores logo em seguida. "Esse lugar lotou mesmo!" Pensou, com uma feição levemente impressionada. Notando a aproximação de um dos cantores, o loiro ouviu seu pedido. — Hm... Tudo bem — Abriu um pequeno sorriso, não se importando de fazer o pequeno favor. Procuraria uma rota para a cozinha que não passasse pela frente dos civis, mas se necessário, o faria para chegar ao seu objetivo. Na cozinha deparou-se com Geraldin, que questionou a presença do loiro fora de seu posto. — Vim pegar água pro grupo — Deu de ombros com uma voz mais relaxada, como quem diria “é a vida”. Geraldin alertou sobre a suspeita de algo na dispensa, alegando uma possível infiltração. — O que é? Uma pessoa ou objeto suspeito? — Questionou de imediato, assumindo uma postura e expressão mais sérias. — Vamos! — Se apressaria para chegar na dispensa, ignorando o pedido de água do cantor de outrora.

— Aponte quando ver o que suspeitou, Geraldin — Avisaria o loiro, caminhando em busca do indivíduo suspeito. Se avistasse alguém mais duvidoso, diria: — Alto! Identifique-se agora! — Colocaria a mão direita sobre o cabo da espada embainhada em suas costas, preparado para puxá-la à qualquer instante. Esperaria uma identificação por parte do indivíduo, mantendo uma distância de um metro do mesmo. Usaria sua audição aguçada para ouvir qualquer resmungo que desse indício de que fosse uma ameaça ou mesmo qualquer movimento brusco feito pelo(a) mesmo(a), reagindo de imediato e sacando sua espada longa das costas. Se este(a) se identificasse como um civil qualquer, responderia: — Civis não têm permissão para estar aqui, diga quem é você de verdade! — ou se falasse que é algum funcionário, pediria: — Mostre sua identificação como funcionário, todos devem ter uma. Algo que prove que trabalha aqui! — Manteria uma postura autoritária e rígida, preparado para o irromper de um combate. Se chegasse a sacar sua espada das costas, a manteria posicionada em diagonal rente ao peito, segurando-a firme com as duas mãos e colocando o pé direito à frente enquanto o esquerdo recuava um pouco mais para firmar uma base sólida.

Se o suspeito partisse contra Arthur e Geraldin com uma arma de corte ou ataques corpo-a-corpo, Arthur esperaria para bloquear o primeiro golpe contrapondo sua lâmina contra o ataque de modo que o fio da lâmina contrariasse-o de frente, possivelmente cortando caso fosse um ataque corpo-a-corpo, em seguida o compeliria a ponta do sapato contra o joelho de seu contendor como um contra-ataque imediato e finalizaria a sequência buscando trinchar o peito do rapaz com o gume da espada longa.

Se ao invés de uma arma corpo-a-corpo, fosse sacado um revólver ou qualquer outra arma de fogo, Arthur usaria sua habilidade inata de aceleração para atingir o pico de sua velocidade em um instante e rebateria a espada contra a arma, visando arremessá-la para longe e removê-la das mãos de seu portador, movendo seu corpo para fora da linha de tiro do cano da arma se preciso fosse para impedir que um tiro o pegasse. Se algum dos casos de combate vingasse e Arthur de alguma maneira derrotasse seu inimigo ou desarmasse-o, apontaria a ponta da lâmina para seu pescoço e proferiria: — Renda-se!




Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Takamoto Lisandro
Narrador
Narrador
Takamoto Lisandro

Créditos : 40
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 29/12/2013
Idade : 19
Localização : Minha casa

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptyQui 27 Jun 2019, 23:56

Takamoto Lisandro Num é que teve double mermo.



Junto com Geraldin, o loiro começava a exercer sua função de protetor da paz e cumprir de suas ordens quanto a proteger a todos e principalmente o grupo Sulfato. Ele gritava em direção a dispensa para que o sujeito que estivesse ali fosse identificado, a porta se abriu devagar, o Geraldin estava pronto para o combate assim como seu parceiro espadachim, os mesmos se depararam com um rapaz jovem trajando roupais usuais, nada tão chique quanto os demais clientes, ele levantava suas mãos assustado e suas pernas bambas tremiam pelo susto que havia levado. A dispensa era grande em formato de um corredor cheio de ingredientes de alta qualidade, e o jovem de costas se virava bem devagar, uma movimentação esquisita era notada atrás dele. – Eu sou só um cara! – Gritava, ele não conseguia controlar a sua entonação. – Por favor não me prendam! Só queria assistir o show com minha namorada! – Ele se explicava e de trás dele surgia uma garota com uma expressão de preocupação. O espadachim mesmo tendo sua explicação pedia que ele revelasse sua verdadeira identidade. – É sério, ele é um idiota, mas não fez nada de mal. Só queríamos ver o show e não tínhamos ingressos. – A namorada do rapaz adicionava. – Eu não sou um idiota. – A namorada encarava o rapaz. – Cala boca! – Virava sua face diante dos dois marinheiros e perguntava com uma voz dócil. – Estamos encrencados?

O novato notava a mão de seu companheiro em seu ombro e lhe dizia. – Deixe que eu cuido dos dois, eles merecem uns carões. Volte para seu posto, o show já está a começar. – Esperando aceitação de Arthur. – Não esqueça da água. – Lembrava para seu companheiro e assim começava a dá sermões na dupla de penetras. Voltando para o palco, o jovem passava pela grande clientela que enchia as mesas vazias, todas aquelas luzes diferenciavam o ambiente, sorrisos e vestidos galantes eram o que fazia desse ambiente tão glamoroso. – Obrigado. – Agradecia o líder enquanto compartilhava a água com seus companheiros, poucos minutos as cortinas se abriam, Arthur ficava no canto do palco apenas observando movimentações perto dali e via Fang e Two rodearem o centro passando por mesas e fazendo em uma espécie de padrão de rota. Os dois estavam sérios fazendo seu trabalho, o sargento não deixou de prestar atenção nos seus afazeres se concentrou na missão, já o loiro não pode deixar de notar aquelas vozes que saiam do palco. O coro se iniciava com a voz da pequenina que contava uma história sobre um pequeno guerreiro que não tinha nada, nenhuma força e com seu esforço foi adquirindo habilidades para enfrentar diversos vilões, cada parte adentrava um integrante na cantoria.

Era impressionante o folego que os demais tinham que ter para durar tanto, passavam-se minutos e continuavam a cantar maravilhosamente bem, nenhum errava notas e sua entonação eram perfeitas. O sorriso do líder se abria e tocava levemente a cabeça da garota que subitamente fechava seus olhos, e os abria dando forte eco com sua voz, o esplendor de seu ruído era acalentador. As pessoas se debruçavam em suas cadeiras e caras sonolentas, porém tudo foi por água abaixo quando tiros eram escutados na entrada, o segurança de antes era jogado no chão ensanguentado e os gritos da plateia chocadas pelo que acontecia. Era um homem de grande porte, estava sem camisa e com uma arma na mão, mas logo a jogava no chão abrindo um fiel sorriso. – BOA NOITÊ! – Fang puxava sua lança e Two duas adagas, o bandido pegava o cliente mais próximo e fazia de refém. – Nam, nam, nam... Nada disso. – Um grupo de homens também sem camisa apenas com calças em formato de sinos entravam no recinto. – Ninguém se mexe! Entendeu marinheiros? – Tirava uma espada longa de suas costas e apontava a ponta para a garganta da moça. – Viemos apenas buscar o que é nosso! – Dizia o pirata enquanto isso, a garotinha corria na direção de Arthur e abraçava o marinheiro com força. O líder não se mexia incrédulo assim como todos os nobres parados ali, tinham medo do que aconteceria se eles resolvessem correr, na cozinha existia uma saída de emergência e uma indicação no salão, mas ninguém cogitava a possibilidade. Eram cerca de 8 bandidos e o líder do bando. – Eu vou acabar com esse grupo sulfato! – Jogava a moça em Fang e se direcionava para o palco, seus passos eram pesados e balançava sua espada para os lados. – Proteja eles Arthur! – Ordenava Fang que era cercado por 3 daqueles bandidos, Two também era cercada por dois e o restante seguia seu líder. Geraldin ouvindo a confusão saia da cozinha e se deparava com a cena, estava aposto para lutar. Parece que a missão era necessária no final das contas.



Offs:
 

Personagens:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Voltar ao Topo Ir em baixo
Mad
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Mad

Créditos : Zero
Warn : Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 9010
Data de inscrição : 30/05/2019

Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 EmptySex 28 Jun 2019, 09:31






No fim das contas, Arthur e Geraldin depararam-se com um sujeito de roupas comuns. Não parecia um nobre, mas também não parecia um bandido – ou pirata. O loiro exigiu uma identificação, mas o rapaz bradava que somente queria assistir ao espetáculo com sua namorada, que surgiu das sombras atrás de sua silhueta. Geraldin pôs a mão no ombro do espadachim, que suspirou de alívio e retrucou: — É, bem... Deixo eles com você — Geraldin o lembrou da água também, que por um momento havia esquecido. — Ah! É mesmo — Arthur afrouxou a mão no cabo da espada e depois a soltou, deixando-a em sua bainha para retornar à cozinha e buscar uma garrafa d’água.

Pediria uma garrafa com aproximadamente dois litros e cinco copos, um para cada membro do grupo Sulfato, levando consigo para os bastidores do palco. O ambiente parecia verdadeiramente deslumbrante, bem arrumado para ocasiões nobres, Arthur tentou lembrar-se de sua terra natal — sem êxito, o que fez sua cabeça doer graças à amnésia. Entregou os copos aos cantores e preencheu-os com água, recebendo o agradecimento pelo favor. — Não há de quê. Bom show à vocês! — Proferiu com um sorriso no rosto, afastando-se com os objetos logo em seguida para ficar no canto do palco. Deixou a água e os copos em um canto separado, deixaria em uma mesa se houvesse, ou simplesmente no chão se não.

Perpassando o olhar pelo centro do estabelecimento encontrou Two e Fang, ambos sérios e cumprindo seu dever. "Talvez fosse só impressão minha mesmo" Pensou sobre o que havia notado mais cedo. O espetáculo teve seu início, com a menininha de antes abrindo a cantoria com sua voz estupenda. Contavam a história de um rapaz sem força ou bens, que conquistou tudo com seu próprio esforço. Mesmo que Arthur repousasse seus olhos nos arredores para cumprir seu trabalho, não deixava de ouvir o belo conto. — Uma linda história... — Proferiu em baixo tom. Mas a calmaria e deleite da apresentação não duraram tanto quanto todos queriam, sendo interrompidas de súbito pelo estouro de tiros na entrada. — Nani?! — Arthur espantou-se, lembrando-se do seu dever de proteger o grupo Sulfato e correndo na direção do palco onde estavam assim que ouviu o primeiro tiro. — Escondam-se, vamos! — Gritou para eles, guiando-os com os braços e puxando levemente aqueles que estavam mais próximos, mas não deu tempo.

Ouviu a proclamação ironicamente educada do bandido que invadia o estabelecimento, observando de cima do palco Two e Fang sacarem suas armas e a reação do bandido em pegar um refém "Tsc, ele tem um refém!" Contava nove bandidos ao todo, um grupo relativamente grande em comparação ao de Arthur. O bandido havia jogado a arma de fogo fora e puxava uma espada longa, mas Arthur mantinha em sua mente se não havia mais pistolas com eles. Pelas afirmações do meliante, pareciam ter como alvo o grupo Sulfato e não os civis, uma vez que o líder dos bandidos largou sua refém para Fang e direcionava-se na direção de Arthur e os cantores. A mais jovem do grupo abraçou-se forte com o loiro. — Calma! Eu vou lhe proteger, agora fique junto com o restante do grupo e se afastem! — Proferiu para a menina, mas entonou o “se afastem” alto e claro para o restante do grupo, ordenando que mantivessem distância. — ADLET! GERALDIN! — Gritou pelo restante de seu grupo, alto o suficiente para talvez ser escutado até mesmo nos fundos do estabelecimento, firmando a mão no cabo da espada longa e a sacando de sua bainha.

Havia uma gritante desvantagem numérica, mas Arthur não negaria a proteção de alguém mediante uma situação daquelas e jurou proteger a paz. — Nem mais um passo! — Vociferou, erguendo a espada rente ao seu peito e segurando-a com ambas as mãos no cabo, firmando uma base sólida com o pé direito na frente e o canhoto atrás. As ordens do Sargento eram claras, proteger o grupo, uma vez que tanto ele quanto Two estavam ocupados com os bandidos a medida que eles se dividiram. Precisava da ajuda do restante do seu grupo, mas conseguiria segurá-los até sua chegada. Geraldin apareceu nos momentos seguintes, pronto para lutar. — Conto com você, Geraldin-san! — Proferiria ao companheiro e senpai, confiante de sua ajuda.

Agora eram dois contra quatro, ainda que injusto não era um combate impossível, e Arthur sabia disso. Se os rapaces atacassem primeiro com golpes cortantes ou contundentes, Arthur firmaria bem seu pé de apoio e contraporia sua lâmina contra o golpe para rebatê-lo para longe de seu corpo, imediatamente contra-atacando em seguida com um corte em que deslizaria a espada longa na diagonal em direção ao peito do que atacasse primeiro, recuando com passos para trás em agilidade caso viesse um segundo golpe de outros ou dele próprio. — Quem são vocês?! Por que querem o grupo Sulfato?! — Questionaria em grito ao líder dos bandidos. Se não houvesse o ataque inicial por parte dos oponentes, Arthur iniciaria com o golpe diagonal no peito do que estivesse mais próximo, porém daria um passo para o lado oposto ao dos outros indivíduos para evitar que um ataque deles o acertasse de surpresa, e assim colocaria o bandido entre Arthur e o restante dos bandidos como um “escudo humano”.

Estava à postos para defender qualquer ataque, onde compeliria o gume da espada longa em colisão contra as investidas para neutralizá-las. Se fossem ataques verticais, daria um pequeno passo para o lado ao mesmo tempo que embateria a lâmina contra o ataque de forma horizontal, mas inclinaria sua espada para baixo, para que a arma de seu inimigo deslizasse para baixo e assim aproveitaria para acoplar um golpe com as costas das mãos na boca de seu opoente enquanto a mão oposta continuaria a segurar a espada. Se fossem ataques horizontais, colocaria a lâmina em vertical entre seu corpo e o ataque para barrá-lo e compeliria a sola de seu pé contra o estômago do atacante. Firmaria ambas as mãos em sua arma outra vez e brandiria a lâmina em horizontal para acometer um corte na região da costela do máximo de inimigos que conseguisse no momento, recuando a si mesmo e sua arma caso fosse bloqueado e defendendo com a espada um possível contra-ataque.

Se sacassem armas de fogo outra vez, Arthur colocaria a espada em vertical e de lado entre seu corpo e as armas e correria em diagonal para tentar escapar dos tiros ao mesmo tempo que rodeava os inimigos até acabar suas balas, aproveitando disso para abaixar seu centro de gravidade enquanto realizaria um corte horizontal contra as pernas do inimigo armado, bloqueando e rebatendo com a espada qualquer golpe que viesse antes do seu contra-ataque.

Sempre se manteria entre os bandidos e o grupo Sulfato para garantir sua segurança, uma vez que sua prioridade era proteger os civis ali presentes — incluindo o grupo de canto. — Rendam-se! Vocês logo serão cercados pela marinha, se resistirem serão feridos! — Proferiria por último, buscando o recuo dos malfeitores.




Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 2 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Capítulo I - O cavaleiro
Voltar ao Topo 
Página 2 de 3Ir à página : Anterior  1, 2, 3  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: North Blue :: Budou Island-
Ir para: