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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Urrú! Urru-rá!

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MensagemAssunto: Urrú! Urru-rá!   Urrú! Urru-rá! EmptyTer 04 Jun 2019, 13:12

Urrú! Urru-rá!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Betell Tomoki. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Urrú! Urru-rá!   Urrú! Urru-rá! EmptyQua 05 Jun 2019, 13:36



Mais outro dia começava. Estava há tanto tempo estagnado em minha vida que nem me lembrava mais da última vez que me senti, de fato, livre. E isso era algo que me incomodava, por mais que eu tentasse fingir que não. Eu estava em Conomi desde que minhas memórias permitiam ser puxadas, minha infância era resumida em borrões, minha juventude lidando com a rua e seus preconceitos. Tudo era pior quando Mamoru comandava a ilha, o que sempre me fez viver sendo discreto e furtivo.

"Bem.. Mamoru já se foi e não há com o que me preocupar em relação a nada" , eu pensava, enquanto começaria a vagar pelas ruas de Conomi.

"Se bem me lembro, uma cédula revolucionária expulsou o tritão" , fazia uma pausa, olhando o céu para ver como estava o tempo. "Revolucionários, hein? Tudo que eles querem é liberdade contra grandes organizações, acabar com a impunidade.."

Me encaminharia para alguma loja que fosse próxima à mim, para que pudesse comprar cigarros. Enquanto estivesse indo para a loja, continuaria vagando em minhas ideias:

"Todos na cidade tem grande confiança na cédula. Com exceção do Kishimo, claro. Mas ele tem uma corda amarrada na cabeça, então de que conta a opinão dele?" , daria uma leve risada comigo mesmo, enquanto continuava a pensar, "Acredito que é isso que eu queira, é isso que tenho que buscar. Liberdade, não ser oprimido mais igual fui a vida toda. Preciso me tornar um revolucionário"

Eu já havia feito minha mente. Tinha tomado uma decisão, feito uma escolha. E, agora como os tritões não governavam mais a ilha, eu não tinha mais a proibição de sair dela. Podia fazer o que bem me desse vontade. E eu amava esse sentimento.

Caso encontrasse alguma loja, entraria na mesma e procuraria pelo atendente, e o encontrando diria no tom mais gracioso possível:
-Urrú. Gostaria de comprar um maço de cigarro e fósforos.

"O que posso fazer, não é? Uma macaco tem que sustentar seus vícios hahaha"

Depois de interagir com o vendedor, iria pagá-lo pelos meus produtos e continuar meu rumo pela cidade, a procura do lugar no qual eu pudesse me alistar. Hoje parecia ser um bom dia, hoje seria um bom dia. Com meu cigarros comprados, pegaria um e colocaria o maço no bolso, acendendo então o que peguei utilizando o fósforo. Fumaria calmamente, diminuindo meu passo para tragar e aproveitar meu cigarrinho, sem demonstrar pressa tampouco afobação, andando a passos vagorosos. Iria até a base do exército, onde poderia me alistar e fazer parte de algo maior do que minha pessoa, maior do que essa cidade, maior do que o que eu tinha almejado na vida até então, ou, ao menos, era isso que eu acreditava. Estava ansioso, mal esperava para conhecer aqueles que defendem a liberdade. Caso tivesse dificuldades em encontrar a base, perguntaria às pessoas na rua com minha maravilhosa voz onde poderia me alistar para ser revolucionário, haja vista que eles tem influência na cidade, provavelmente alguém saberia me informar. -Olá. Onde posso me tornar um revolucionário como os que salvaram nossa cidade? - Agradecendo com um gesto de cabeça.

Caso, enfim, conseguisse chegar à base do exército, entraria na mesma com os dizeres:
-Nada é mais dificíl para um macaco do que ser livre em uma cidade rodeada de pessoas que o julgarão sempre pela sua aparência, falaria enquanto ando pelo recinto. -Medo, terror... Todos sempre me olham com os mesmo olhos, ao menos até eu começar a falar e dar o prazer a eles de ouvirem minha voz. Mas será que sempre será necessário uma justificativa para isso?, me apoiaria em meu rabo, enquanto continuava -Todos deveriam ser livres, não podemos deixar um pré julgamento acabar com as chances de outro alguém à algo. Quero lutar pela liberdade. gesticularia fechando o punho em ideia de foco ou determinação -Nada nem ninguém deve nos limitar ou determinar o que fazemos. E se aqui não é o lugar certo para que eu busque isso, não deveriam se proclamar revolucionários. faria uma pausa, dando uma profunda respirada. -Agora, poderiam me informar com quem devo me dirigir para me tornar parte do exército revolucionário? Aguardaria então respostas, sem temor algum de julgamentos dos presentes, já que por toda a minha vida passei por tal, e tive que me acostumar e aprender a lidar com outros me julgando ou me olhando torto.


Histórico:
 

Off:
 

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Narração           /           -Fala     /                   "Pensamento"

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MensagemAssunto: Re: Urrú! Urru-rá!   Urrú! Urru-rá! EmptyTer 11 Jun 2019, 15:09



Narração - Post 01


Uma bela manhã se iniciava, parecia um clima de calor revigorado, algo que, momentaneamente parecia incomodar levemente o primata de pelos dourados por causa do calor. Mas nada demais. Por um momento, o mesmo logo tornou seu olhar para cima, apenas para confirmar o quão caloroso era o clima daquela região, mas já era algo com o qual o jovem Tomoki já havia se habituado. Todavia, a intensa luz fez o púbere em questão fechar os olhos como uma espécie de reflexo natural, voltando mais uma vez o olhar para baixo.

Se por um lado, algumas análises momentâneas eram feitas pelo jovem bojuteiro, estava claro de que depois de um bom tempo morando por ali, Batell já havia decidido o que fazer para com sua vida. Sim. Seu primeiro objetivo parecia envolver tornar-se algum revolucionário, mas isso seriam cenas para os próximos capítulos.

Agora o púbere em questão tinha certeza de que direção seguir, finalmente Conomi estava livre daqueles problemáticos tritões, ah liberdade, uma emoção pura que preenchia bem o peito do primata. Todavia, não demorava muito até que o mesmo mantinha-se entediado ou apenas com alguma vontade de saciar o seu adorável vício. Já morava por ali há bons anos, era evidente que tinha plena certeza de que caminho tomar até chegar à loja referente mais próxima. Tratáva-se da formosa "Tio Bill". Parecia ser nova, não existia por ali há muito tempo, talvez o tal dono do estabelecimento realmente houvesse montado um negócio do tipo. Em seu estabelecimento havia alguns utensílios médicos, equipamentos fogo, como balas, shurikens e flechas. Realmente era uma espécie de loja bem variada. Mas além de tais equipamentos, também haviam alguns marços de cigarro próximos à cadeira o qual o grande Bill sentado estava.

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Bill deixava sua transparência à mostra e, mesmo sentado, era evidente que sua massa corpórea era bem - Gorda - avantajada. Mas em meio à seus óculos escuros, talvez fosse algo bem útil na cidade sempre ensolarada, logo o cumprimentava. - Seja bem vindo, cidadão. Por acaso está interessado em alguma coisa? - O homem logo se levantava e, ao fitar o espécime primata, logo caminhou tranquilamente até um balcão que também havia alguns cachos de banana. Sim, na loja dele haviam muitas coisas, sequer se sabia exatamente tudo o que por ali havia. Mas, quando próximo as bananas, o homem logo perguntou: - Interessado em alguma coisa? - Apontando para as bananas. Mas fora tolamente surpreendido pelo fato do tal primata estar apenas interessado em cigarros. Sem delongas o homem logo deu-lhe um março em troca do pagamento necessário de 10.000 berris, e o formoso Bill acabou também dando-lhe uma cartela de fósforos. Realmente queria fazer a pequena loja variada ser reconhecida.

Fora da loja, retirava com calma um dos cigarros de dentro daquele março, para, em seguida, guardá-los e dar início à uma boa tragada. Com passos lentos e calmos, focados em concentrar-se fielmente em seu fumo, o jovem em questão logo decidira agora partir para a base da Força, ou seja, o local em que pudesse ser acolhido como um novo membro do grupo. Em pouco tempo, logo estava à frente do famoso Acampamento Aurors. Localizava-se no centro da floresta, mas não parecia difícil de encontrá-lo, afinal, era o único estabelecimento verdadeiro que por ali havia. Tratava de uma grande mansão próxima à um eventual rio que ainda ligado ao mar estava. Sem muito demorar, logo tratou de caminhar adentro do suposto estabelecimento, seu foco parecia realmente verdadeiro.

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Logo na entrada haviam dois homens altos, realmente eram grandes e também pareciam ser fortes, mas antes mesmo de questionado, falou suas verdadeiras intenções por ali, o qual resultavam na permissão de sua passagem adentro daquele estabelecimento. Era uma mansão grande, mas humilde e feita na madeira. Tomoki não sabia ao certo se tal estabelecimento havia sido construído pelos tritões ou pelo grupo revolucionário, mas isso agora não significava muita coisa.

Algumas palavras do primata, que falava enquanto andava por dentro do recinto, pareciam chamar a atenção dentro da tal mansão, no caso, de quem dentro desta estivesse. Ao terminar seu acentuado monólogo: - Ei, macaco! Vem até aqui. - Era a voz de um homem que estava em frente à um quarto que naquele estabelecimento havia. - Se você chegou aqui, e, como mostra em seu ímpeto, deseja se unir à Força... por favor me dê informações à seu respeito. Seu nome. Conte um pouco de sua história de vida. Como luta... O que te fez querer tornar-se um revolucionário e informações desse tipo. São o básico para garantirmos nossa confiança. - Falava o tal sujeito com palavras astutas Ele tinha um cabelo curto negro, era alto e tinha uma composição corporal bem magra. Realmente pareciam estar bem trabalhados por ali para garantir um filtro de apenas a entrada de pessoas que estavam interessadas.

Caso as informações fossem devidamente fornecidas, o homem logo o encaminharia para os dois grandalhões da entrada. - Gostaríamos de ver seu compromisso e interesse para com o ingresso e mudar todo os problemas que esse maldito governo nos proporciona. Fale com os homens da entrada e diga que eu te encaminhei a eles para olharem suas habilidades. - Falou o tal magrelo de madeixas negras.


Histórico Tomoki:
 

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Citação :
Narração
Pensamentos
Falas de Sette

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MensagemAssunto: Re: Urrú! Urru-rá!   Urrú! Urru-rá! EmptyQua 12 Jun 2019, 11:52



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Para variar, era mais um dia quente. Costumeiramente já era de se esperar que assim fosse. Estava sempre quente nesse lugar, era sempre verão, e, sinceramente, para alguém com pelagem pelo corpo como eu, era uma sensação delicada de ser sentida constantemente. Talvez essa fosse uma das motivações que me faziam pensar em daqui sair. E ainda assim, com esse verão constante, mesmo no sol, fumar era prazeroso. O ato de tragar e então soltar fumaça por algum motivo sempre me deleitava, mesmo no calor que sempre ocorria aqui em Conomi. E, graças ao grande Tio Bill, essa sensação por mim podia ser sentida. Sempre me pegava pensando o quão engraçado era que sua loja tivesse tantos itens diferentes entre si, sem o menor foco de o que ele realmente vendia. Não que eu pudesse reclamar, claro, mas era no mínimo curioso. Por mais que eu soubesse que eu não era dessa ilha, por mais que eu me lembrasse vagamente de uma pequena parte da minha infância, era em Conomi que eu via um lar, e posteriormente eu sei que virei a sentir falta daqui. Entretanto, não posso deixar esse sentimento me parar e/ou impedir de seguir em frete. Eu quero liberdade, eu vou buscá-la e por ela lutar, sempre, defendendo a sua existência com a minha própria existência, afinal de contas, somente com minha liberdade posso me entende como quem sou e, quem sabe, buscar as minhas origens.

Enquanto fumava meu cigarro de forma vagorosa, encontro o Acampamento Aurors. "E dizem que fumar é perda de tempo.. Será que quem pensa isso já teve o prazer de matar o tempo fumando?hahaha" Ao rumar para o acampamento que encontrava-se no centro da floresta, diga-se de passagem um ambiente no qual eu me sentia bastante confortável haja vista quem sou, posso perceber o quão grande é a mansão pertencente à cédula revolucionária. Um fato que, na verdade, não dei muita moral por estar focado em conseguir me alistar no exército. Assim que passo pelos dois homens altos que estavam na entrada e discurso acerca de minhas ideias, vejo um homem de cabelos negros, alto e que à mim proferiu algumas palavras. Quando ele terminasse de falar, eu continuaria com minha expressão séria no rosto, enquanto o encararia. -Sabe, uma boa forma de conhecer alguém é também apresentando a si mesmo. Como essa foi sua pergunta, nada mais justo que você também o fazer. Eu cruzaria os braços enquanto continuaria a falar -Até onde sei, tampouco há garantias de que você ou qualquer outro aqui seja confiável também. Daria uma longa piscada, ao indicativo de pensar brevemente antes de continuar a minha fala. -Ainda assim, você tem um ponto. Fui eu quem entrei pela porta, então vamos lá. Urrú. Terminaria essa minha fala com um guinchado típico de um macaco.

-Meu nome é Betell Tomoki. Sinceramente, também não sei tanto quanto gostaria acerca da minha própria história. Como pode ver, não sou igual à vocês, e não sei exatamente de onde vim. Tenho algumas poucas lembranças da minha infância e o resto são apenas borrões ou flashs. A primeira memória que tenho de verdade é de cerca dos meus 12 anos pra frente. Sempre estive pelas ruas e pelas margens aqui de nossa cidade, e para conseguir sobreviver me rendi à vida de gatuno. E confesso, sou bastante bom nisso, posso te identificar algo falsificado, assim como me esconder e/ou mover-me em silêncio sem ser visto com uma facilidade confortável. Luto usando-me de um bastão, ou tonfas. Essas últimas é o que me tem chamado a atenção ultimamente, mas essa foi uma das coisas que a rua me ensinou. Infelizmente, como você pode perceber, não possuo nenhuma dessas armas comigo, igual falei já a vida nunca foi muito fácil pra mim haha. Sorriria enquanto terminava minha fala, descruzando os braços e retomando a fala -Sendo assim, caso a organização pudesse me ceder algum de tais itens seria bastante interessante. Mas sim, realmente, esse maldito governo deveria responder à seu povo, não a quem ao seu próprio interesse. Se não fosse por vocês, nossa ilha ainda estaria tomada por tritões sem o governo dar a mínima. Agradeço por isso.  Finalizaria minha fala e olharia fixamente para o homem, esperando a resposta da minha primeira provocação à ele.

"Humpf, ainda assim, quem é você para que eu confie sem saber suas reais intenções comigo"

Após ouvir o que o homem tivesse a dizer, eu o daria as costas e sairia, conforme havia me sido instruído. Enquanto andava para a porta, falaria -Por que você não nos acompanha?

Independente da respostas do homem, eu passaria pelos dois grandalhões e sairia da mansão, indo à arvore mais próxima e ficaria pendurado de ponta-cabeça pelo meu rabo na mesma, enquanto falaria à eles: -Vocês são grandes em. O homem lá de dentro disse que eu devia dizer à vocês que ele me encaminhou e que vocês olhariam minha habilidades. Então vamos nessa. Urru-RÁ-RÁ.  terminaria com um guincho de macaco um pouco mais forte do que o utilizado antes no começo da conversa com o homem de cabelos negros, na intenção de intimidá-los antes mesmo de começarmos.

Como o pedido havia sido sobre minhas habilidades, eu andaria por entre as árvores com uma facilidade que só um macaco poderia ter, tentando percorrer por elas de forma que os dois homens fortes me perdessem de vista, escondendo-me na floresta. Caso eu conseguisse de fato fazer com que eles me perdessem de vista, eu desceria silenciosamente da árvore e andaria de forma sorrateira e silenciosa dando a volta em ambos. Se eu tivesse sucesso em não ser percebido, chegaria por trás de ambos e em um supetão gritaria: -Urrú urrú BÚ. Caso eu realmente os assustasse, eu riria e então andaria de volta à floresta. Caso eles não se assustassem ou não apresentasse nenhuma reação, eu falaria:-Hm, então vocês são durões mesmo...

Independente de como havia se saído essa minha primeira tentativa, eu subiria novamente na árvore e diria -Bem, vocês dois são enormes. Sem dúvida alguma em um confronto direto desarmado eu não teria qualquer vantagem. Então façamos assim, que tal um jogo? Encontrem-me na floresta, e meu respeito por vocês e pela cédula já é garantido. Não consigam me encontrar e minhas habilidades já estarão mais do que provadas. Daria um leve sorriso sarcástico, enquanto continuaria -Uns... 7 minutos é tempo o suficiente, não?
"Vamos checar como andam as minha habilidades"

Depois desse breve período de conversa, eu esperaria pela resposta dos homens, e caso eles concordassem com o que eu disse eu sairia correndo em direção à floresta novamente. Caso eles não concordassem, eu ainda assim tomaria a mesma atitude, mas antes diria:-Medinho de não ver o macaco?

Assim que eu me aproximasse de uma árvore novamente eu subiria o mais rápido que eu conseguisse na mesma, começando a me locomover por entre elas, na maior agilidade e rapideza que meu corpo permitisse. Quando achasse que não estava mais sendo visto, eu olharia ao meu redor a procura de algum animal que estivesse perto, preferencialmente algum outro macaco, e caso conseguisse encontrar eu diria com o tom de voz mais encantador que eu era apto a realizar -Ei, poderia me ajudar? Há dois grandalhões a minha procura, vamos fazê-los de bobos? Olharia rapidamente ao redor pra ver se não havia ninguém pelas redondezas -Se você os avistar chegando perto de mim, peço por gentileza que de o seu grito mais alto, fechado? E caso o animal que eu encontrasse fosse um macaco, além dessa fala eu também diria -E se possível mova-se perto deles de uma forma que possa confundí-los que você sou eu, ok? Continuaria tomando cuidado e olhando ao meu redor para não ser visto. -Posso oferecer um cigarro em troca desse favor, caso você queira hahahaha. Então focaria novamente em me manter escondido pelos próximos 7 minutos, já que eu não poderia perder tempo batendo papo.

Eu usufruiria da minha ótima audição para sempre me certificar que os homens estavam a uma distância segura de mim, assim como também ficaria constantemente cheirando o ar para certificar-me de que eles não poderiam de alguma forma estar tentando algo que eu não conseguisse identificar com a visão ou audição. Para me locomover de forma mais ágil, eu iria utilizar-me de minhas 4 mãos, assim como da cauda, fazendo a movimentação ser a mais fluída possível, sempre tomando cuidado para que eu não fosse visto e tampouco percebido pelos dois. Eu tentaria sempre me manter no alto, utilizando o terreno e as árvores à meu favor, já que era algo familiar e confortável para mim. "Minha furtividade é excelente, minha audição e olfato são ótimos e eu estou num ambiente que me ajuda um bocado. Acho que esse jogo foi a melhor ideia que eu poderia ter para testar minha habilidades. urrú." Tomaria cuidado também caso recebesse qualquer aviso sonoro de algum animal que eu tivesse conseguido me comunicar, redobrando a minha atenção caso isso acontecesse.

Eu me movimentaria sempre que achasse que havia alguma chance de eles estarem chegando perto de mim. Pensando da forma mais eficiente, eu acreditaria que provavelmente eles se separariam para facilitar minha busca, então eu tomaria cuidado com todo o meu arredor. Caso 7 minutos se passassem, eu voltaria para a frente da mansão e quando os encontrasse diria: -Parece que ganhei. Urru-rá. E agora?

Caso eu não conseguisse passar o tempo completo despercebido e fosse encontrado, eu diria: -Bem, talvez vocês não sejam só grandões, mas realmente bons. E agora?



Histórico:
 


Personagem:
 

Off:
 

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Narração           /           -Fala     /                   "Pensamento"

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MensagemAssunto: Re: Urrú! Urru-rá!   Urrú! Urru-rá! EmptySeg 17 Jun 2019, 13:16



Narração - Post 02


- Ah, meu nome? Perdão pela falta de atenção. Eu me chamo Roy Collins, sou o famoso garotinho que... não sei bem se você sabe sobre a história deste lugar, mas fui a 'famosa' criança salva por Grambos. - Pausava para respirar um pouco. - É, o tempo passou e hoje já estou um tanto crescido. Haha. Bem, sobre informações à meu respeito, é bem claro que não sou muito chegado às lutas, mas eu tinha que fazer alguma coisa para ajudar a Força a se erguer e trazer justiça aos que precisam, ou seja, estou sempre por aqui para auxiliar novos membros ou para inserí-los e ajudá-los. Ah, e sobre fornecer-lhe armas, claro que podemos, mas, em primeiro lugar, você precisa se unir a nós e, como dito anteriormente, fale com os homens da entrada para ter certeza de seu compromisso e a partir daí poderemos avaliar bem seu potencial. -

Dito isso, Batell logo seguiu para fora daquele estabelecimento, sem pestanejar. Mais uma vez estava de frente com aqueles grandalhões que pareciam como uma forma de seguranças àquele âmbito. Passando pelos tais grandalhões, logo seguiu até a primeira árvore que viu, esta que logo se cituava adentro de uma bela floresta com aquele límpido odor fresco de folhas. - Grande? HAHA. eu sei que sou! - Falava o careca bigodudo enquanto parecia fazer uma pose com seus braços tentando mostrar músculos e sua força. - Sim, vamos olhar suas habilidades, então desce aqui e vamos ver o que você tem. - Não demorava muito até que o macaco se escondia subitamente por entre as árvores, mas, inesperadamente aparecia numa árvore acima de ambos e, em um surto rápido, rápido logo desceu tentando assustar. Ambos saltavam para trás, mas ainda sérios, um para a direita e outro para a esquerda.

Depois da tentativa de susto e Tomoki chamá-los de durões... - Puta macacaco aloprado. HAHA. - Falou o bigodudo. - Quer me matar do coração, macacudo? Hihi. - Disse o outro. Depois de uma leve análise do mink, logo puderam ouvir bem toda a sua idéia e concordar com esta. - Parece justo, meus grandes músculos acabariam com o macaco. Vamos fazer esse joguinho e medir o quão bom e furtivo você é. O outro não parecia muito conformado com isso, parecia realmente querer lutar, mas concordou com a ideia do 'jogo'.

- Não estou com medo, mas ainda preciso ficar aqui e manter a segurança da base. Por que motivo não vai você, John? Você que está achando interessante essa idéia, então nada mais justo que você caçar o macaco e eu mantenho a segurança por aqui. - Justo. E assim o careca bigodudo dava alguns passos a frente mas esperava o macaco partir para a floresta e se esconder por esta. Sete minutos eram mais do que o tempo suficiente para tal, mas nenhum desacordo com o número sete relacionado ao tempo para se esconder.

Em cima de uma árvora, Tomoki parecia fazer contato com macacos, um grupo parecia ouví-lo, mas lógico que eram menores que o mesmo, mas isso não vinha ao caso. Um dos tais macacos parecia se impor com mais vigor, talvez fosse o líder daquele amontoado que, parecia envolver uns cerca de 15 primatas. Que por ali haviam, mas a forma de mexer os braços e fazer sons como uma espécie de risada do mesmo eventualmente parecia expor o desejo do líder de zombar com os humanos que ali estavam. - Urrú Urrú Urrú-rá-rá - Era um som não tão baixo mas nem tão alto, mas algo que, com certeza, os tais guardas não ouviriam.

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Guiando-se por sua ótima audição, Tomoki pôde sentir a presença de um homem árvores abaixo. Esforçando-se ao longe, pôde fitar uma careca brilhante, careca brilhante bem adentrando pelas florestas e olhando para o alto tentando achá-lo. Lógico que não era nada fácil, mesmo em um momento que o bigodudo olhou diretamente para a direção de Betell, sequer conseguiu enxergá-lo, eram muitas folhas e troncos atrapalhando. Mas em um rápido comando, os macacos pareciam seguir a órdem de seu líder e logo desciam talvez para atrapalhar a visão do musculoso homem. Afinal, quando este achava que estava enxergando alguma coisa, nada mais era do que ou macaco comum. Em seus rápidos movimentos, um gralho pareceu se quebrar, mas antes mesmo de qualquer possibilidade de queda, os ótimos reflexos do primata fizeram sua calda se prender em outro galho, e assim seus movimentos continuavam. Demorou alguns segundos até que o tal galho caísse no solo, e, até que caísse e o tal revolucionário olhasse para cima na região em que havia caído, Tomoki já estava em outra localização completamente diferente. - Aha! te achei! - Apontou para cima em algum lugar sem direção mas que tinha um único primata escondido, mas bem próximo de onde o mink havia quebrado um galho.

Todavia, Tomoki aparecia rapidamente vindo de uma direção totalmente diferente à apontada pelo homem e concretizando o fato de que o homem estava errado. - Ah, mas assim não vale... Tem muitos macacos por aqui HAHAHA! Mas está tudo bem, você realmente é bom em se esconder e aparecer quando quer. Eu, infelizmente não sou assim, pois em qualquer lugar que vou, meu brilho natural faz me enxergarem. - Falava enquanto também fazia uma pôse para mostrar seus acentuádos músculos. De qualquer modo, logo chamava o primata para acompanhá-lo novamente de volta para a tal mansão.

Não demorava muito até que voltavam à base pré-estabelecida. - Já voltaram? Como foi o teste? - Perguntava o mais barrigudo. Este parecia bem curioso com o tal teste. - Mas, analisando o tempo... é bem provável que ele tenha sim, se saído bem, afinal, passaram-se cerca de 8 minutos até a chegada dele. - Era incrível como tal homem sabia precisamente o tempo passado, tendo em vista que não havia nada por perto para lhe informar o tempo passado.

Caso Tomoki acompanhasse o tal egocêntrico sem cabelos à dentro, logo poderia mais uma vez enxergar àquele jovem de antes, Roy Collins. Mas este parecia estar conversando civilizadamente com um homem mais velho de madeixas mais cinzentas, mostrando sua característica mais velha, com uma espécia de bandana de cor preta na testa. O tal musculoso logo avançava a frente. - Com licença, líderes. Eu vim aqui informar a presença de uma criatura bem furtiva e bem apropriada para se unir a nós. É o... Batuco Macacudo. - Era evidente que o tal homem até então ainda não sabia o nome do bojuteiro, algo que o fazia apenas indicá-lo de uma forma aleatória.

O homem que antes não estava na mansão mas que agora por lá se mantinha, logo deu um passo a frente e elevou uma de suas mãos para cumprimentar o mink. - Err.. Você deve ser o Betell Tomoki. Meu garoto ali - Apontou para o Roy - falou de você. É interessante ver sua raça por aqui. Não que tenhamos nada contra, afinal, o mundo é livre e o que mais queremos é a justiça! - Tal homem tinha uma voz bem grave, voz esta que realmente merecia respeito e chamava a atenção de qualquer um que a mesma ouvisse. - Se você está aqui, quer dizer que quer se unir à força revolucionária. Como dito pelo John, suas habilidades devem ser excepcionais, então qual o porquê de não aceitá-lo em nosso grupo? Está claro que você tem potencial para tal. A propósito, que tipo de arma você está habiatuado a usar? Temos uma série de itens ofensivos para ajudá-lo. Ah, antes que eu me esqueça, eu me chamo Grambos, sou o líder e responsável por liderar o grupo e, junto ao meu grupo, expulsar aqueles tritões daqui. - O imponente homem parecia ser alguém bem sociável, ao menos é o que parecia, mas era possível analisar sua simpatia. - Há mais alguma coisa pelo qual momentaneamente podemos o ajudar? - O tal líder fora logo direto ao ponto, e agora, o que Tomoki faria?


Histórico Tomoki:
 

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