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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Exumo do Cilício

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MensagemAssunto: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptyDom 02 Jun 2019, 19:02

Relembrando a primeira mensagem :

O Exumo do Cilício

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Hisoka Kurayami. A qual não possui narrador definido.


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Hisoka
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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptyQui 01 Ago 2019, 03:30



O Exumo do Cilício

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#Post 20


Assim que Gin acelerou a embarcação, Hisoka titubeou para trás em busca de equilíbrio. Os calcanhares saltitavam enquanto os braços tentavam alcançar algo para se segurar. Por sorte, não caiu. Soltou um breve suspiro, sentando-se na cadeira indicava pelo navegador. Seus olhos tateavam os arredores ao passo que os ouvidos captavam os ruídos que a água provocava no metal. Ainda estava um pouco desconfiado. A quantos metros abaixo do nível do mar estavam? E se essa coisa simplesmente parasse. Ou se quebrasse e a água entrasse. Seria uma morte horrível, sem dúvidas. Parou de pensar nessas besteiras quando Rin entrou, ganhando sua intenção imediatamente graças às refeições nas mãos.

– Você é um anjo, cara. – Brincou, de sobrancelhas hasteadas. Sentiu a água penetrar na mucosa, inundando o interior da boca. Não fazia ideia de quando fora a última vez que se alimentou. – Obrigado. – Não deixou de agradecer o cozinheiro, meneando com a cabeça. Não esperou para comer. Talvez estivesse sendo mal-educado, mas tinha de saciar o estômago repleto de teias de aranha. Ainda assim, colocou colher adentro com certa sutileza.

Saber que Gin era um navegador e atirador travou sua garganta, o que o obrigou a beber um copo de suco. Era exatamente como Blink, de sua antiga célula. Não teve mais notícias do companheiro depois do ataque dos agentes, cujas cenas vieram à mente em memórias caliginosas. Esperava que ainda estivesse vivo. Que todos estivessem. Sua cabeça balançava em concordância à medida que as perguntas sobre o Vivre Card eram respondidas. Era um utensílio bem curioso, que desafiava suas noções. Apesar disso, acreditava que a chave para seu funcionamento estivesse em sua criação, que era desconhecida por Gin.

– Interessante. – Comentou com simpleza. Se eu tivesse um desse de alguém da célula de Helena eu poderia encontrá-los a qualquer momento... Não deixou de refletir sobre seus companheiros enquanto finalizava a refeição. Em seguida, Gin afunilou o assunto a Jared, que parecia ser um homem bem importante para o equilíbrio de Cactus Island. Hisoka pensava em ser alguém assim; mas trazendo equilíbrio para o mundo todo. – SeaGull Newspaper... – Sussurrou ao ler o nome do periódico. Suas íris, então, andarilharam rapidamente pelo jornal, saltando linha a linha habilmente com toda a sua bagagem de anos como professor. A primeira notícia mencionava uma pirata, Bijin, a Louca. Não parecia ser o foco ali, mas seu nome marcante acabou arrancando um cenho franzido por parte do historiador. Depois, o verdadeiro brilho da notícia fulgurou; Jared e outros Revolucionários – O Monge Sanguinário fora o que mais lhe chamou a atenção – se uniram para a realização de uma missão em Cactus. – Certo. – Assentiu com a cabeça, sucinto. Não havia o quê questionar. Realmente estava bem cansado.

Devolveu o pedaço de papel e tratou de se acomodar numa das dependências internas do navio, preferencialmente numa que tivesse uma cama ou aposento macio para deitar. Jogou o corpo no leito e suspirou forte, mas não dormiu. Viu a si encarando o teto por minutos sem fechar os olhos. A língua dançava sobre os lábios e os dentes os mordiscavam despretensiosamente. Estava pensando nas palavras do marinheiro em Berlinque. Hisoka realmente acreditava que era inocente. Que iria ser o grande herói responsável por trazer a verdade ao mundo e livrá-lo das garras do governo. E que todos aqueles que estivessem contra a exposição da verdadeira história seriam os vilões; os errados; os criminosos. Mas por que sentia um aperto no peito que parecia lhe dizer que o mundo não era assim? Que as coisas podiam não ser preto no branco? No fim, não encontrou uma resposta. Quando menos notou, as pálpebras cerraram e a escuridão tomou-lhe conta.

. . .


O soar do alarme fez os olhos abrirem assustados, de pupilas dilatadas. O corpo sobressaltou, de coração acelerado. Não pestanejou antes de marcar o assoalho com seus passos pesados, céleres e preocupados. Assim que se juntou aos demais, vislumbrou o problema. O navio da marinha cindia o mar logo acima de suas cabeças. Os dedos cerraram, já pensando na luta iminente que precederia o resgate dos companheiros. Não teria outro jeito; era momento de derrotar os vilões e saudar os heróis que se uniriam à causa.

– Não atire! – Intercederia, pondo a mão à frente do peito de Gin. – Nossos companheiros estão lá, não se esqueça. – Lembraria-o, enaltecendo o cuidado com o içar dos sobrolhos. – Vamos tomar o navio deles. – Diria sem hesitar. Poderia parecer uma ideia inconsequente e abrupta, mas tinha lá seus motivos; e o professor trataria de explicá-los. – Somos apenas quatro, mas temos de lembrar que há aliados lá. Basta que os libertemos e eles lutarão conosco. – Entremearia o olhar a todos, permitindo que um sorriso atrevido bordasse ao semblante. – Além disso, teremos o navio para nós. Devem ter informações valiosas que poderemos usar. E também poderemos dispor de um desembarque mais seguro em Cactus Island. O que acham? – Exporia as mãos, praticamente introduzindo suas respostas. Se fossem negativas, daria de ombros e os ouviria. Se consentissem, alargaria o riso, agora blindado com orgulho e satisfação. – Certo! Bem, não que eu queria deixá-los numa roubada, mas gostaria de contar com vocês lutando no convés. Quero que agreguem a atenção de todos, ou da maioria. Enquanto isso, eu irei entrar nas dependências do navio e libertar os prisioneiros. – Umedeceria os lábios. Contaria, principalmente, com a habilidade de Haruko, que se mostrou extremamente útil para combates em desvantagem numérica, e, agora que estava descansada, a Madre certamente seria um terror para os marinheiros. Rin, por outro lado, faria a frente com sua espada, sendo coberto por Gin, o atirador. Provavelmente uma estratégia simples, porém, levando em conta que o arqueólogo não é um estrategista, já era o suficiente para deixá-lo contente. – Vamos estudá-los primeiro. Quantos estão no convés. Que armas usam. Em que formação se encontram. – Andaria pela sala de olhar voltado para o chão, acompanhando a contagem das considerações com os dedos das mãos, que indicariam os números em ordem crescente. – Pode pegar um bom ângulo em que podemos ver tudo isso? – Ergueria o mento e miraria Gin com os olhos. Quanto tivesse sua resposta, o acompanharia para obter as informações.

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptySex 02 Ago 2019, 21:53




Hora: 04:32
Temperatura: 15°



  A reunião havia começado, primeiramente com a Major afirmando que ele iriam invadir o navio, depois com Gin falando sobre os torpedos e então a voz foi passada para Hisoka dar o tom do plano. Sua primeira afirmação foi sensata, atirar com os colegas no barco era arriscado demais, poderiam se afogar antes mesmo de serem resgatados.

  - Muito arriscado. - Disse o mink sobre a ideia de tomar o navio. Primeiro que não somos 4 para invadir, somos 3. Gin tem que ficar no submarino que é mais valioso do que o navio e não podemos correr o risco de perde-lo. - O navegador e Haruka acenavam positivamente, tirar Gin do submarino era uma péssima decisão. - Além disso nossos companheiros devem estar cansados, mal alimentados e quem sabe feridos. Por outro lado os soldados ali estão em 100%. Além disso até soltar todos da cela e tirar as algemas o confronto tem grande chance de ter iniciado não teríamos muito tempo.

  Tudo o que Rin havia dito parecia fazer sentido, a Major não parecia ter dúvidas quanto a isso. Mas a formulação de um plano perfeito parecia ainda muito complexo, pois como invadiriam o navio, ou mesmo, quando fariam essa invasão.

  - Gostaria de ressaltar que parte do plano do Hisoka é bom. - Disse a supeior sorrindo e piscando para o tímido revolucionário. - Principalmente se tirarmos a ideia de tomar o navio. Mas não temos muito tempo, acredito que o melhor momento é agora ou daqui mais ou menos 22 horas. Temos que aproveitar as trevas.

  - Sim, temos algumas dificuldades. - Disse o navegador. - Acho que se apernas subirmos o submarino para observar vamos ser descobertos e o periscópio com a fraca luz de fora não ajudaria muito.

  Então se fez um momento de silêncio. Havia pouco tempo e poucas alternativas mas sempre há um jeito de conseguir e a Major então parecia ter um plano elaborado na sua cabeça. Mas parecia buscar as palavras certas ou fechar alguns pontos.

  - O que vamos fazer é simples. - Disse a superior. - Temos cordas e ganchos aqui no nosso submarino, geralmente usamos para içar caixas ou alguma carga, mas vamos usar hoje para subir no navio. - Então ela olhava para Gin com olhos empolgados e alegres. - Você consegue manter a velocidade do navio e se manter atrás do navio?

  - Não me denominaria como navegador se não pudesse! - Disse Gin com orgulho. - Mas explique melhor o plano.

  A ideia é simples. - Então olhava para todos e falava com calma para ver se todos entenderiam o que ela tinha para falar. - Subimos com o submarino pelas costas do navio da marinha. Jogamos as cordas e escalamos o barco. - Então ela se virava para o chicoteador e lembrava da ideia dele. - Então eu e o Rin seremos a isca e vamos distrair os soldados quando for necessário. Mas a princípio daremos cobertura ao Hisoka. - Então ela tirava o mini Den Den Muchi e entregava para o chicoteador. - Então você invade o local das celas e liberta os prisioneiros e então avisa Gin que eles estão soltos. - Então ela se vira para o navegador com os olhos empolgados e diz. - Você vai disparar dois torpedos, com o estrago feito os soldados vão ter que se dividir em salvar o navio e nos combater, nesse momento nós abandonamos o navio e saltamos para a água. - Então ela olhari para Gin e diria com atenção. - Depois de disparar os torpedos tire e submarino da água e acenda as luzes, pois teremos que nadar até você.

  - Não gostei muito e como termina o plano. - Rin parecia realmente preocupado. - Poderíamos perder pessoas e no escuro seria como procurar um alfinete no palheiro, tem chance muito alta de perdemos alguém.

  - Concordo Rin. - O navegador parecia ter a mesma preocupação. - Mas a Solução para isso. - Disse confiante pegando três estojos de uma gaveta. - São nossos únicos sinalizadores. Dentro do estojo permanecem impermeáveis. Façam o seguinte, pulem em grupo para o mar, de preferencia um grupo, e na hora do salto já atirem o sinalizador, vou ver de que lado saltaram e vou pega-los. Se por acaso se se pararem e saltarem em dois grupos, o segundo terá que esperar pelo menos um minuto para disparar e eu chegar, se forem três grupos, o terceiro terá que esperar mais 2 minutos, pois vou ter que me locomover e pegar o segundo grupo. Entendido?

  - Então vamos agora. - Disse Rin determinado. - Quanto mais tempo levarmos, mais chances dos soldados de Berlinque avisarem sobre nós, ainda podemos ter a vantagem da surpresa.

  Muito bem pessoal! - Disse a animada Major. - Rin, vá com Gin e carregue os torpedos, Hisoka, venha comigo e vamos pegar as cordas. Três minutos e todos na escotilha. Cada um pega um sinalizador e vamos fazer o melhor.

  Hisoka iria com a Major até os juntos onde havia uma oficina do submarino, então lá pegavam as cordas. Então foram até o meio do submarino e lá já esta Rin esperando eles. Então sentiram o submarino subir aos poucos e lá estavam eles saindo da água.

  - Hora do show. - A alegria era estampada no rosto da Major. Era evidente que ela gostava da ação. - Vamos que temos pouco tempo.

  Assim que saíram viram no navio da Marinha a frente deles, pouco movimento era percebido, tanto da parte deles como dos marinheiros, então a Major começava uma estranha prece e todo o local era tomado por uma neblina e ainda por cima parecia que o som tinha diminuído para uns 10% do total.

  Então Rin e Hakuro já se preparavam para lançar as cordas.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptySeg 05 Ago 2019, 20:24



O Exumo do Cilício

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#Post 21


Seu humor oscilou como revoltosas ondas num pélago. Num instante, sentiu o baque da frustração assolando-lhe o peito num aperto; seu plano havia sido deixado de lado, e nada doía mais que ver seu propósito sendo rejeitado. Aparentemente, ainda não tinha confiança suficiente dos companheiros, confiança esta que líderes natos, como Helena, possuem. Sua voz parece preencher seus ouvidos como um encanto e, como se estivesse hipnotizado, você acaba sendo guiado a condescender, quer você concorde ou não. No entanto, Haruko retomou parte de sua estratégia em seguida e, junto de seu adorável sorriso, tornou a levantar o astral do professor. No fim, iriam invadir o navio, porém não tomariam-no.

– Ótimo. – Meneou positivamente com a cabeça, recebendo o mini Den Den Mushi com a mão esquerda, que não tardou a enfiá-lo nas partes internas da camisa. – Ei, mas espere. – Franziu o cenho ao ter um lampejo acerca da principal fraqueza dos frutos do diabo, imediatamente volvendo os olhos a major. – Você... Não pode nadar. – Inclinou o pescoço de leve, concebendo as palavras pausadamente, como quem estivesse à espera de uma solução já pensada pela menina. Se o silêncio dominasse, por outro lado, esconderia os lábios rapidamente, umedecendo-os, e dispararia: – Eu carrego você, não se preocupe. – Deveria ser um grande comentário de um príncipe corajoso, senão pelo desvio no olhar e o leve rubor no rosto ao se recordar da sensação do toque de seu seio quando a carregara mais cedo.

Resolveu deixar isso de lado, até porque a missão exigia foco. Cada segundo valia vidas; e muitas estariam em suas mãos em alguns minutos. Embora tenha evitado pensar nisso, Hisoka sabia que o sucesso da invasão dependia quase que exclusivamente dele. Se não detiver sucesso na liberação dos prisioneiros, os torpedos não serão disparados e, consequentemente, não haverá fuga. Na melhor das hipóteses, todos virarão escravos. Por sorte, seu feitio plácido o auxiliaria a manter a concentração, bastasse que respirasse fundo. A mão direita carregava as cordas que trouxera junto de Haruko enquanto a esquerda tateava o corpo para confirmar os equipamentos – o Mini Den Den Mushi e o sinalizador dentre as vestes.

– Certo. Confio em vocês. – O pescoço rotaria da esquerda à direita, trocando olhares com todos os companheiros. Suas íris cetrinas penetrariam seus âmagos em busca de repassar-lhes confiança com sua aura de liderança.

À medida que seu corpo chegava à superfície, sentia a vista sendo deflagrada por uma bruma enquanto a audição tornava-se bochornosa. Os batimentos cardíacos retumbavam como se tambores estivessem reverberando em seu interior. Apesar da calmaria que prevalecia em seu cerne, ainda havia requintes de ansiedade; era humano afinal. Seus dermatóglifos enfim deslizariam diante da corda, captando as nuances de suas fibras entrelaçadas. Com o braço direito esticado acima da cabeça, a rodopiaria, como se fosse seu chicote, lançando-a numa superfície estável do navio, como em sua balaustrada. Faria peso com o próprio corpo, puxando-a para baixo com ambas as mãos para se certificar de sua firmeza e, assim que a ratificasse – e somente quando tivesse a certeza, escalaria a embarcação com os pés apoiados na proa. Não era um alpinista ou algo do gênero, mas esperava que os tempos de experiência com seu chicote o auxiliassem na escalada. Se chegasse a escorregar, ou até cair, não desistiria, tornando a fazer o exercício.

No cume da proa, agiria com ainda mais cautela. Os olhos tentavam captar quaisquer informações em meio à névoa ao passo que os ouvidos buscavam reconhecer os gritos e ordens dos marinheiros. Certamente uma difícil tarefa, levando em conta a habilidade de Haruko, mas contaria com seu temperamento calmo para dispor de alguma noção. A mão direita já enroscaria em seu chicote bobinado, prontificando-o para a ação, embora o combate direto não fosse seu papel primário. Era primordialmente necessário identificar algum trajeto para as dependências internas do navio, onde os escravos devem estar sendo mantidos, talvez numa cela no porão. Iniciaria com passos lentos, sutis, que repentinamente ganhariam força e ímpeto, tal como permitem sua corrida e aceleração, para atingir a entrada para os cômodos subterrâneos e localizar o paradeiro dos fugitivos.

De atenção redobrada, não se deixaria ser pego por ataques surpresas tão facilmente, quer sejam golpes de curto alcance, quer sejam de longo alcance. Intentaria captar as luzes provocadas pela pólvora para prevenir disparos, abaixando-se de imediato, ou escorregando sobre os próprios joelhos pelo assoalho. Por outro lado, na vicissitude de ser confrontado por um marinheiro, trataria de dribá-lo com sua velocidade com súbitos jogos de corpo para as laterais ou com saltos sobre sua cabeça e obstáculos – usufruindo de suas habilidades acrobáticas. Lutar seria uma opção apenas em último caso; o plano dependia do arqueólogo, e ele sabia disso.

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptyQua 07 Ago 2019, 18:32




Hora: 04:32
Temperatura: 15°



  Infelizmente nosso amado protagonista sentia a dor de ver seu plano sendo largado de lado, um erro normal quando confundimos nossas ideias com as nossas pessoas. Seria possível distinguir os dois? Para algumas pessoas sim, mas para outras não. Esse era uma realidade de um líder que poderia ver planos sendo rejeitados ou mesmo rejeitando planos dos seus subordinados.

- Então vou contar com você! - Respondia a Major com um sorriso lindo e de piscando com um dos olhos para o chicoteador. - Minha vida nas suas mãos. - Então fazendo uma cara de séria. - Mas nada de mão boba hein?!

Exemplo do rosto da Hakura:
 

Com o sinalizador e com o mini den den muchi em seu corpo os três revolucionários subiam pela escotilha e assim que ela era aberta logo veio a brisa do vento noturno invadindo todo o submarino. E em um instante estavam os três revolucionários vendo o navio da Marinha a frente deles. A neblina parecia dar um clima de terror, como se ela mesma quisesse devorar a todos, apenas a major mantinha um certo sorriso.

- Também confiamos em você. - Disse Rin retribuindo ao colega a confiança anteriormente depositada neles. - Vamos conseguir o tempo que for preciso. Mas se não demorar é melhor. Hehehehe.

O próprio Doutrinador sabia disso, cada segundo que passasse a pressão para cima dos seus dois amigos aumentaria, se houvesse capitão ou tenentes a situação complicaria ainda mais. Nesse momento ele entendia que tempo era vida mais do que qualquer coisa.

As cordas eram jogadas e logo os três conseguiam escalar as cordas, a Major foi disparada a mais rápida, não perdia um segundo e quando Hisoka chegava a proa encontrava a mão amiga da capitã para auxilia-lo na etapa final. Logo os três viram o submarino submergir silenciosamente. Era hora deles serem silenciosos.

Em sima do navio a estranha neblina não só silenciava o som dos revolucionários como também o som dos marinheiros, mas a Major sinalizando com a mão e indo pelo lado direito do navio indicava que havia dois marinheiros e eles teriam que confrontar.

- Rin, nós dois temos que ser rápidos e tirar eles fora do navio o mais rápido possível. - Disse a Major bem baixinho para apenas os dois ouvirem. - Hisoka, há uma porta lateral desse lado, você entre por ali e busca os nossos companheiros.

Então Rin e Hakuro avançaram correndo pelo corredor lateral e Hisoka logo atrás, os dois rapidamente surpreenderam os adversários e rápido dominaram a cena, Hisoka não teve dificuldade de entrar no navio, mas percebeu que dentro não havia neblina e que todo som ali era ouvido claramente. Mas a boa notícia era que estava vazio. Logo ali também havia uma estada e descia tranquilamente por ela.

Logo escutou barulho de roncos, com certeza era o alojamento do navio naquele andar, muitos soldados de fato dormiam, como era de se esperar, descendo mais um andar o revolucionário então chega a um ambiente com selas, havia cerca de 16 homens ali, não eram apenas revolucionários, mas parecia haver piratas entre eles... Será que o inimigo do meu inimigo era meu amigo?

- Hey, você! - Um soldado percebeu a presença do revolucionário e avançava com uma espada e outra logo mais atrás ainda parecia estar tentando entender a cena, mas na mesa, no fim do corredor o professor viu o verdadeiro alvo, o molho de chaves.

Infelizmente o corredor não era largo, tinha mais ou menos um metro e meio e as celas eram todas de grades, os prisioneiros estavam em sua grande maioria dormindo ainda.

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptySex 09 Ago 2019, 01:54



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#Post 22


Os companheiros haviam depositado suas confianças no professor. Ele não podia decepcioná-los por nada. Olhar firme diante dos corredores da embarcação adversária. Os passos ágeis, embora brandos, com pouco contato com o solo, tendo em vista que a habilidade da major não encobrira o interior do navio. Em instantes, seus ouvidos foram fisgados pelo cicio de roncos. Diminuiu a corrida de imediato, mostrando muito mais cautela e zelo com o barulho. Uma breve olhada de soslaio e vislumbrou o dormitório dos marinheiros. Não se deu o trabalho de contar um a um, mas suputou vários. Será um problema se acordarem... Ficam no caminho de minha saída. Refletiu de semblante pensativo requintado de preocupação.

No andar debaixo, o mesmo ruído, mas não vinham de marinheiros desta vez. Era a prisão do navio, cujas celas eram separadas. Nelas, havia muito mais que os Revolucionários que devia resgatar. Hisoka suprimiu os lábios enquanto os olhos observavam os prisioneiros em busca de alguma dica que inferisse quais deles eram seus aliados. Sua ruminação, no entanto, foi interrompida por um agente da justiça, que parecia acompanhado doutro logo atrás. O arqueólogo não perderia tempo e imediatamente veria qual arma ele carregava, ainda que não fosse seu primeiro adversário.

– De longe, sua pior escolha... – Sussurraria ao notar o avanço do marinheiro, estreitando os olhos cujos cristalinos focaram na mesa em suas costas. O molho de chaves... Aquele sim era seu alvo; o espadachim afrente, por sua vez, um mero estorvo.

As íris rubras tornariam a refletir o marinheiro, captando as nuances de sua movimentação. Hisoka não deixaria que ele se aproximasse de início, imediatamente esticando o braço destro, cujos dedos já estariam cerrados no cabo do chicote, num movimento ascendente, de baixo para cima, intentando um golpe ágil e surpreendente do flagelo contra o queixo do adversário, que provavelmente não teria a visão voltada para o solo.

Sua próxima ofensiva independeria do resultado da arremetida com o azorrague. Isto é, acertando-o, ou não, flexionaria os joelhos para impulsionar o corpo à vanguarda num célere deslocamento, usufruindo de toda a explosão que sua aceleração e corrida o permitem para encurtar a distância entre o marinheiro e ele num instante, de modo que usufruísse de seu átimo de distração – ele estaria entretido com o chicote mesmo que não fosse acertado. Cara a cara, os olhos entreabertos de Hisoka seriam a última vista do soldado.

– Kensei no... – Os lábios pronunciariam a técnica à medida que as pupilas acompanhassem o suposto ataque do atarantado marinheiro. Dada a distração, talvez não tivesse todo o ímpeto ou habilidade que ele pudesse dispor, mas o historiador não titubearia. Faria a leitura do golpe com precisão, assimilando cada movimento de seus músculos com seu conhecimento anatômico para que, concomitantemente a sua lógica e temperamento calmo, concluísse a ação do adversário. De pés firmes no chão para dispor de equilíbrio, balançaria o tronco na direção contrária ao golpe se este viesse na vertical ou na diagonal; se este viesse na horizontal na altura da cintura, impulsionaria as pernas num salto acrobático mais alto que o comum; se viesse na altura do tronco, dobraria os joelhos e abaixaria o corpo, buscando permitir que sua acometida talhasse o vazio, independentemente se feita com sua espada, corpo ou qualquer outra arma. – Neko! – Enfim finalizaria a técnica de dentes cerrados, desfrutando da figura estética de um tigre em suas costas. Caso tivesse esquivado com o drible do tronco ou salto, arquearia o braço canhoto num movimento brusco para atingir o nariz do marinheiro com o punho fechado; caso tivesse esquivado com o agachamento, faria o soco contra seu queixo ao erguer o corpo fugazmente, como num gancho sem muita perícia. Graças à ambidestria, disporia de mesma força e habilidade com ambas as mãos.

Na hipótese de nocautear o primeiro marinheiro, Hisoka não permitiria tempo de resposta ao segundo, atacando-o contiguamente com seu chicote. O flagelo sibilaria pelo corredor na altura do pescoço do agente velozmente. Seria manejado com precisão e habilidade de forma a passar por trás de sua nuca e fazer um giro ao redor da grade da cela mais próxima. Assim, quando o Revolucionário puxasse o braço correspondente, a corda apertaria e prenderia o oponente contra a gaiola pela sua garganta, não apenas sufocando-o, como também imobilizando-o.

Na vicissitude dele contra-atacar, o historiador não pensaria duas vezes antes de se abaixar e recolher o corpo do marinheiro que provavelmente derrotara, erguendo-o a sua frente como um escudo humano. Evitaria ao máximo deixar brechas, cobrindo seus membros para que não fossem acertados. Quando tivesse uma chance, jogaria o agente contra o inimigo de pé para distrai-lo e prosseguir com sua estratégia.

– Bem, uma péssima escolha. – Diria se saísse vitorioso, dando de ombros. Iria de encontro ao molho de chaves em seguida, recolhendo-o. Os olhos volveriam pelas celas mais uma vez, talvez já com uma ideia de quem fossem os Revolucionários. Se não tivesse, pensaria por alguns breves segundos, rapidamente recebendo um lampejo. – Haruko mandou que viesse. – Assim que as palavras exaurissem, perscrutaria o semblante de todos. Certamente haveria uma notória diferença entre o cenho daqueles que conhecessem a Revolucionária e daqueles que não tivessem noção de quem ela era. Retribuiria, com um sorriso, àqueles que expressassem contento e euforia ao ouvirem o nome da major; e seria a cela deles que abriria. – Me chamem de professor. – O sorriso acalmaria, dando lugar ao rosto plácido como de praxe, que menearia positivamente. Logo depois, procuraria o Mini Den Den Mushi nas vestes para contatar os demais. – Estão em minhas mãos, Haruko, Rin, Gin. Missão concluída. – Uma gota de suor estilaria pela têmpora. Estaria ansioso pela resposta que receberia.

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptySex 09 Ago 2019, 23:49




Hora: 04:42
Temperatura: 15°



   O jovem revolucionário havia se infiltrado com sucesso no navio, cuidadoso como um ninja, em bora não fosse, e atento como um cego em meio a tiroteio, embora não fosse, Hisoka havia chegado ao local onde seus companheiros de profissão estavam aprisionados com mais outros homens cuja procedência era tão nebulosa quanto a lua em noite de tempestade.

  Mas agora o Doutrinador estava diante do seu derradeiro confronto, um marinheiro espadachim avançava diante dele, o outro apenas ficou para trás observando o revolucionário e seu colega combaterem entre si. Para o azar do marinheiro o rápido golpe do chicote havia acertado seu queixo dando uma sensação de dor quase insuportável. Além disso mal conseguiu ver com os olhos lacrimejando a aproximação do oponente que preparava uma técnica, mas exagerado no golpe o pirata sofria ao bater no teto em meio a acrobacia e caia em cima do marinheiro com a espada.

  - FUFUFUFUFUUFU! - Ria estranhamente o segundo marinheiro. - - Não acredito que meu colega foi nocauteado dessa maneira.

  Mas já que o marinheiro estava nocauteado, Hisoka ainda sem jeito partiu para o segundo e logo enviou sua chicotada, mas ele percebeu algo estranho na movimentação de sua arma, pois estava se movimentando lentamente e o marinheiro a frente dele com a mão aberta apontada para o Doutrinador falava apenas uma pequena sentença: "Slow Motion".

  Então ele jogava uma maçã despretensiosamente na direção do Hisoka, quando um grito dos prisioneiros tentava alertar... "CUIDADO!" - Mas antes mesmo do professor perceber o que aconteceria o marinheira apenas falava: "Fast!". - A maçã então acelerou e muito a sua velocidade espatifando no peito chicoteador causando uma dor forte, era como se a força do arremesso fosse muito maior do que quando jogou.

  - Ele tem poderes de uma akuma no mi. - Um prisioneiro falava o óbvio. - Ele pode acelerar ou desacelerar objetos, mas não seres vivos.

  Uma pista?! Talvez.

  Então Hisoka observava o homem pegando duas nozes e estraçalhando elas com as mãos, só isso já era possível ver que o adversário não dependia apenas da sua Akuma, mas era forte também, porém o que ele estava para fazer parecia ser ainda mais insano, pois ele se preparava para jogar tudo o que estava na mão dele na direção do revolucionário.


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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptyQua 14 Ago 2019, 18:45



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#Post 23


O primeiro marinheiro foi derrotado com facilidade, o que ergueu um quê de altivez no cerne de Hisoka. O mento hasteou vagarosamente após a queda sobre o adversário nocauteado, alvejando a segunda presa com os penetrantes olhos cetrinos. No entanto, esta, contrariando as expectativas do historiador, não seria tão facilmente abatida.

As retinas do arqueólogo fotografaram uma cena pra lá de bizarra. Seu chicote, sempre tão estridente e fugaz, simplesmente parou no ar como se estivesse em gravidade zero. Era possível ver as ondas sinuosas por todo o corpo do flagelo, que instantes atrás avançava acima da velocidade do som contra o marinheiro derradeiro. O que!? Os olhos apertados, perplexos diante da situação, bordaram o cenho franzido, ainda buscando respostas ao imbróglio. Mas, tal como dizem, nada tão estranho que não possa piorar.

O brado dos prisioneiros veio tarde demais. A maçã que fora lançada em sua direção sem perigo algum desapareceu de sua vista num piscar de olhos; e sequer teve tempo de pensar em seu destino. Seu corpo estremeceu ao passo que a mandíbula cerrou, retrucando a dor agonizante em seu peito. O ar escapou à boca junto de esputo sem controle tamanho o impacto. Pareceu que tinha sido atingindo por uma bala de canhão, embora nunca tenha sofrido a fúnebre experiência – ainda bem.

– Argh! – Arfou, de carranca apertada. A mão livre ascendeu até a área atingida, tateando-a de mente blindada pela ansiedade. Pedia aos céus para que não houvesse um gigantesco buraco ali. – Uf... – Suspirou ao notar que não havia. Por sorte, a caixa torácica é um complexo ósseo extremamente resistente.

Akuma no Mi. Claro. Tamanha mágica só podia prover de um artefato tão místico quanto. Os cantos dos lábios apertaram, denotando um quê de frustração. Enfrentar adversários assim é sempre um porre. Eles sempre têm vantagem, não importa o quão forte você seja. Mas não havia espaço para se abater. Era usar as informações que tinha ao seu favor e derrotá-lo; não havia outro jeito. Seus companheiros dependiam de seu sucesso, e desse peso não podia escapar.

– Como se eu fosse deixar! – Diria contundentemente ao vê-lo macerar as nozes. Graças a seu pensamento lógico, já poderia imaginar o que estaria por vir; e, bem, não seria nada interessante ser alvejado por aqueles fragmentos em altíssima velocidade. A maçã era grande, por isso não perfurou seu corpo, mas não tinha certeza se poderia contar com a mesma sorte para minúsculos retalhos de nozes. Na pior das hipóteses, sentiria na pele o poder de uma espingarda.

As fibras da destra captariam o chicote fora do insólito poder do marinheiro. Talvez ele apenas pudesse acelerar ou desacelerar, nunca os dois; quando um é ativado, o outro é automaticamente desativado. Aproveitaria dessa suposta brecha para usar o azorrague novamente, agora com toda a violência que ele podia dispôr. Entretanto, não faria um ataque direto; ele poderia simplesmente fazer como há pouco. Desacelerá-lo e, depois, acelerar as nozes. Por isso, após recuar o açoite com o flexionar do braço, para que ele dispusesse de maior energia no avanço, estenderia o membro ao máximo, não visando o marinheiro, mas a mesa em sua retaguarda. Buscaria a perna mais próxima do móvel, enlaçando nela seu chicote antes de puxá-la violentamente contra as costas do adversário. Com isso, esperava interromper sua investida ou, ao menos, atrapalhá-lo e fazê-lo errar a pontaria da maior parte dos retalhos.

Os dedos afrouxariam em seguida, permitindo que o cabo do chicote cedesse à gravidade e fosse ao chão. Ele pode acelerar ou desacelerar objetos, mas não seres vivos. A frase do prisioneiro ressonaria em sua mente como um prenúncio de sua vitória. Se não podia rasgar-lhe a pele com seu látego, que a deformasse com seus punhos.

– Yokusei no... – O tronco vergou para a frente para usar o centro de gravidade ao seu favor, usufruindo de sua mestria em corrida. Ao mesmo tempo, notaria, com toda sua placidez, os fragmentos de nozes que, por vicissitude, ainda viessem em sua direção, mesmo após sua estratégia. A perna oposta ao trajeto das nozes mortais tomaria à frente em diagonal, assim como o corpo que inclinaria correspondentemente, diminuindo as chances de retaliação. Se ainda não fosse suficiente para a evasiva, dado o estreito corredor, exporia as costas para que fossem alvejadas em vez de regiões vitais, protegendo a cabeça com o antebraço. Por fim, a última impulsão. Imitaria a maçã de outrora, mas usando seu corpo como arma. Toda sua extraordinária celeridade posta à prova numa súbita investida átimo antes de enterrar o cotovelo direito na boca do estômago do marinheiro, já atento para corrigir o avanço caso ele ousasse esquivar, quer seja com um giro de tronco, quer seja com os pés. – Wani! – Os dentes cerrados esbravejariam a técnica como o esturro de um crocodilo enquanto o historiador sentisse seu cotovelo afundando no abdômen inimigo, região escolhida minuciosamente por conta da falta de proteção óssea. Se acertasse, ele sentiria toda a dor sem escrúpulos.

E não pararia. Alguém como ele provavelmente não seria finalizado com um único golpe na boca do estômago, mas trambecaria. E ali estava a chave para o arqueólogo. Fazê-lo perder o equilíbrio e a postura defensiva, mesmo que por um curto ínterim. Destarte, assim que sentisse o corpo do adversário livrando-se de seu cotovelo, rotacionaria o tronco bruscamente, carregando, junto a ele, o punho esquerdo contra a têmpora inimiga, área sensível do crânio. Por fim, outro passo à frente, agora levando consigo o ímpeto do destro que ascenderia como um foguete em suspensão contra o queixo do agente da justiça.

– Talvez tenha sido rápido demais para você. – De mento erguido e punhos cerrados, miraria o homem desacordado se saísse com a vitória. Com a postura cheia de brio, moldaria um sorriso trocista no canto da boca instantes antes de libertar os Revolucionários. – Me chamem de professor. – O sorriso acalmaria, dando lugar ao rosto plácido como de praxe, que menearia positivamente. Logo depois, procuraria o Mini Den Den Mushi nas vestes para contatar os demais. – Estão em minhas mãos, Haruko, Rin, Gin. Missão concluída. – Uma gota de suor estilaria pela têmpora. Estaria ansioso pela resposta que receberia.

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptySex 16 Ago 2019, 21:49




Hora: 04:44
Temperatura: 15°



   Nosso amado protagonista havia caído em si quando o prisioneiro gritou sobre a Akuma no Mi, claro que essa misteriosa fruta criava situações que poderiam dar grandes vantagens e desvantagens em uma luta, como foi o início deste combate onde o revolucionário viu seu chicote ser inutilizado e viu uma maça virar uma arma de verdade. Todavia ele aceitava a derrota, tampouco que deixaria sua equipe na mão e por isso tomava a iniciativa.

Claro que essa iniciativa não era exatamente um ataque, mas se prevenir do que poderia vir a acontecer, as cascas das nozes eram duras e quando quebravam geralmente criavam pontas. De fato, como Hisoka pensou, receber aquele ataque seria danoso demais. Todo na verdade dependia do time, se o ataque do revolucionário coincidisse com o ataque do Marinheiro, a velocidade de ambos ataques poderiam acelerar ou desacelerar.

Chicote voou e as cascas de nozes também, o marinheiro já tinha na a ideia de acelerar as nozes e esquivar do chicote, mas foi surpreendido do ver que ele não era o alvo, mas a mesa atrás dele. Quando o chicote acertou a mesa, os estilhaços das nozes se cravaram no Doutrinador, pedaços esses que alguns atingiram quase um centímetro de profundidade. Seus olhos que poderiam ser a maior vítima desse ataque passou ileso, mas ainda assim sintia o sangue escorrer da face para o chão.

Mas com a força de um bode... quero dizer de um touro... melhor de uma águia... ou melhor de um humano revoltado, Hisoka puxa a mesa para atingir o soldado, mas esse solta apenas duas palavras: "Slow Motion". A mesa então perde sua velocidade e quando o soldado sai da frente dela ele usa então seu outro poder: "Fast!"

A mesa que era puxada pelo revolucionário ganha força e velocidade indo na direção do revolucionário, aquilo era como ser atropelado por uma carroça, ainda mais porque receberam um "empurrão" do soldado ao ver a mesa passar por ele. Entretanto o revolucionário já acionava sua técnica e estava a caminho e não tendo muito o que fazer, para salvar sua própria pele aplica o Yokusei no Wani na mesa partindo ela em pedaços e saindo ileso do contra ataque. Mentira, a mão doía como a morte do amado no coração da donzela.

Mas ficaria sem fazer nada, mesmo com o corpo ferido, e com a mão quebrada? Não, o professor não era assim, ele era um homem de responsabilidades, sabia que duas pessoas defendiam a vida dele naquele momento no navio, como ele teria cara de se encontrar com a major se não consegue tirar prisioneiros de um soldado tão fraco?

Foi nesse instante que o super revolucionário, juntando as forças de sua vida, girava enquanto avançava diante do marinheiro que recebia sua cotovelada em cheio na face. Claro que isso não nocautearia o soldado, mas ao se aproximar da grade os presos o capturaram em akumado que recebia uma gravata e logo apagava. Em uma cela ao lado as pessoas já se soltavam, pois no momento que a mesa foi puxada as chaves cairam no chão.

Hisoka olhava para o derrotado soldado, não sentindo suor escorrer, mas sangue e ao procurar o den den muchi e acionar os companheiros ele apenas ouve a voz de Gin dizendo. Em dez segundos e os torpedos serão disparados.

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptySex 23 Ago 2019, 18:13



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#Post 24


Sua pele deflagrou como se tivesse sido abrasada numa fornalha. Seu punho desmanchou como se tivesse sido esmagado num moedor; mas O Doutrinador não hesitou. Avançou impetuosamente contra o marinheiro e deformou seu rosto com seu cotovelo. A vista nodoada de sangue viu os prisioneiros entrando em ação logo depois, agarrando o homem através das grades e nocauteando-o. Embora preferisse finalizar o combate só, não retrucou. Corria contra o tempo e, nessas circunstâncias, toda ajuda ainda era pouca.

– Arrrghh!! Droga. – Passado o ínterim em que adrenalina percorria sua corrente sanguínea, a dor de seus ferimentos viera num suplício. Em piscadelas, pôde perceber que seus olhos não haviam sido alvejados; menos mal. Ainda assim, sentia o sangue quente manando à pele e a frágua que exauria das feridas. Sua mão direita, por outro lado, latejava intensamente a cada tentativa de movimento. – Merda. Merda. – Resmungou ao ouvir os dizeres de Gin. Dez segundos; nove a partir de então. Era como se pudesse sentir a vida esvaindo a cada tempo perdido para pensar. Não era hora de pensar; era hora de agir. Seus olhos, então, correram pelas celas. A carranca manchada por sangue e chagas certamente não traria a melhor das impressões, mas esta provavelmente não teria importância ali. – Venham! – Austeramente, ordenaria a voz roufenha blindada de amargura. Dentes e lábios manchados em carmesim cuja procedência marcava a boca com um gosto férrico. Não se importaria caso os demais prisioneiros viessem junto dos Revolucionários. Após ser a razão de vossa liberdade, o arqueólogo tinha a certeza que não se revoltariam; ao menos não contra ele.

Os pés tornariam a marchar pelos corredores da embarcação, desta vez sem zelo ou escrúpulo. Pouco importava o barulho que fizesse. Era provável que os marinheiros adormecidos já estivessem de pé com o alarido do convés. Ainda assim, os olhos não perderiam o foco sequer por um segundo, extremamente atentos a quaisquer movimentações que pudessem trazer algum perigo. Não pestanejaria antes de esquivar de alguma investida, quer seja de curta, quer seja de longa distância, ao levar o corpo na direção contrária ao ataque. Se o agressor estivesse próximo, responderia com um forte soco em sua traqueia com o punho saudável; se estivesse longe, um golpe ascendente de seu chicote contra seu queixo. Todavia, evitaria perder tempo, priorizando a fuga ao combate.

No convés, as pupilas dançariam em busca dos companheiros, em especial Haruko. Prometera que a ajudaria quando chegasse o momento, e não aceitaria falhar quanto a isso. Assim, quando a localizasse, se apropinquaria com velocidade, enlaçando seu corpo através da cintura com seu braço esquerdo. Transmitiria a mensagem com um singelo olhar; semblante sisudo, de olhos apertados e maxilar tesos. Embora seu rosto ensanguentado fosse motivo de vergonha para o historiador, ali, naquele instante, queria dizer-lhe: confie em mim. Você ficará segura.

Enfim flexionaria os joelhos e saltaria ao mar, intentando não se distanciar dos demais companheiros, inclusive os recém-libertos. Inspiraria ar o quanto fosse possível antes de afundar, não somente para que tivesse oxigênio extra, mas para que também pudesse flutuar. Agarraria o corpo da major rente ao seu com força, e não a soltaria por nada. Ao contrário de antes, não sentia-se embaraçado. Queria salvá-la acima de tudo. Você consegue. Você consegue. Repetiria para si a todo instante, afinal, não era um exímio nadador e, para além disso, carregar Haruko certamente dificultaria seu trabalho. No entanto, são por motivos assim que tentaria seu máximo. Não se permitiria nunca imergir. Sempre que pudesse, bateria os pés para emergir e abastecer os pulmões ao sorver o ar atmosférico com a boca, permitindo que Haruko fizesse o mesmo. Se porventura estivessem distantes dos outros Revolucionários, recordaria das palavras de Gin e esperaria para disparar o sinalizador. Contaria o que achasse que fosse um minuto para que enfim as íris cintilassem ao fulgor do utensílio. Então, quando notasse a aproximação do submarino, entraria nele junto à major.

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptyTer 27 Ago 2019, 09:52



Hora: 04:44
Temperatura: 15°



   O tempo era curto, dez segundos passam mais rápido do que muita gente pensa, mas nosso herói sabia disso e em uma ordem seguida de exemplo, o revolucionário ordenou todos a subirem o mais rápido, um dos prisioneiros havia pego a espada do marinheiro caído.

Subindo então as escadas e chegando do lado de fora, do corredor que estavam, Hisoka pode ver que Rin e Hakuro lutavam mantendo o corredor protegido. o pouco espaço não permitia aos marinheiros a vantagem numérica e a neblina parecia estar realmente fazendo com que a quantidade maior de marinheiros percebesse a origem do problema não vindo todos de uma vez em massa.

BOOOOOOOOOMMM

Os torpedos haviam atingido o navio e logo ele iria afundar, marinheiro que não tinha acordado até o momento agora tinha acordado. Poderia se ver que uma grande euforia tomava conta dos marinheiros. Aproveitando o momento de distração então o Professor pegava a Major pela cintura, que arregalava os olhos e então se jogava no mar.

Rin gritava para todos fazerem o mesmo e se jogava também, disparando durante a queda o tiro do seu sinalizador reto para cima indicando o local do pulo. Muitos pularam juntos, outros com medo simplesmente não se jogaram, mas a verdade é que quem se jogaria no mar de noite? A não ser se soubesse que havia algo a mais e os revolucionários presos sabiam que havia um submarino, afinal não só navegaram nele como ouviram o som dos torpedos.

Hisoka caindo na água segurando a major sentia várias coisas, primeiro o forte abraço da sua superior, depois o gelado da água do mar, o frio era tão grande que a dor da mão sumiu na hora, era quase anestésico. Mas ao mesmo tempo diversos pontos dos seu corpo ardiam como brasa, as pequenas feridas causadas pela casca da noz ardiam quando estavam em contato com a água salgada.

Vendo então a luz disparada pelo Rin, Hisoka e os prisioneiros se aproximavam dele quando emergia um submarino do mar, mas ele não saia todo da água, ficava em uma altura que era fácil para todos subirem na plataforma, e então um vento gelado fazia todos tremer.

Mas o Doutrinador não estava nas condições de qualquer um, a Major, agora sem forças, era um peso morto que o revolucionário tinha que carregar, mesmo respirar estava difícil, mas logo o protagonista alcançava o submarino e com a ajuda dos companheiros era levado para cima do submarino. Logo a escotilha abria.

- Bem vindo todos ao lar! - Dizia Gin feliz de ver seus companheiros. - Todos para o banheiro e tomar um banho quente.

- Me leva para meu quarto! - Dizia a Major tremendo de frio e ainda fraca mas recuperando a força. - Por favor.

Assim Hisoka levava a Major para os aposentos dela. Ele já conhecia o ambiente e ela era a única que tinha um banheiro exclusivo. Chegando no quarto ela começava a tirar a roupa sem nenhum tipo de pudor na frente do Hisoka que eu não sei como ele reagiria, mas que com certeza ao ver o corpo nu da tenente indo em direção ao banheiro e deixando a porta aberta, saberia ler alguns sinais.

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 5 EmptyQua 28 Ago 2019, 02:06



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#Post 25


A aragem atmosférica contra sua pele em queda livre não tardou a ser substituída pelas álgidas águas oceânicas. Com o contato, seu corpo estremeceu subitamente, quase como se tivesse levado um choque. Um arrepio percorreu sua espinha, e parecia estar levando embora suas forças. Foi quando então vislumbrou o corpo inerte da major em seus braços e, num ímpeto de destemor, reaveu energias para mantê-la próxima tanto quanto fosse possível. Seu calor era acolhedor naquele impiedoso frio; e esperava que pudesse aquecê-la também.

Seu rosto apertou, resmungando à dor que sentia nas feridas espalhadas pelo corpo. O sal dissolvido na água parecia lanças atrozes a cutucar veementemente as chagas. Até que, naquela imensidão desconhecida, a vista captou um brilho por trás do véu de bolhas que o cercava, a esta altura banhadas em sangue. Sabia onde deveria ir; e o abraço apertado de Haruko serviu como combustível para que alcançasse a luz.

– Cof... Cof... – De mãos e joelhos apoiados no interior da embarcação, permitiu que a água derradeira nos pulmões fosse eliminada através das tosses. Os olhos atarantados viajaram pelo submarino, contabilizando os companheiros Revolucionários; os antigos e os novos. Resfolegava constantemente, um pouco incrédulo com o sucesso da missão. Parecia uma tarefa suicida de início, mas que, no fim, deu certo; e o mais importante: sem perdas. – Uf... – Um sorriso sutil se formou no rosto ferido e ressecado pelas águas salinas. Estava orgulhoso; há muito não se sentia assim. Aliás, nunca havia se sentido desta forma no Exército Revolucionário. Sempre ficava para trás nas missões. Era sempre aquele responsável por trazer fardo aos companheiros, e não auxílio. Mas hoje não. Invadiu o navio, resgatou os reféns e salvou Haruko. Não podia estar mais feliz.

Por falar na major, Hisoka não tirou os olhos e a atenção dela a partir de então. Ela pareceu demorar a se recuperar, mesmo após ter sido retirada da água. Fora a primeira vez que viu os efeitos negativos das frutas do diabo; e que desvantagem. Ela literalmente parecia um cadáver em seus braços, sem quaisquer reações. Os motivos que levam a essa consequência chegaram a intrigar o historiador, mas ele não teve muito tempo para pensar sobre. A voz de Haruko fisgou seu foco; e, mais ainda, o pedido que proveio dela. O historiador chegou a pestanejar por alguns segundos, de boca entreaberta, mas logo tratou de firmar os lábios e menear positivamente com a cabeça.

Passou o braço da Revolucionária sobre sua nuca e a ajudou a se erguer, auxiliando-a a caminhar passo a passo ao quarto. Na cabeça do arqueólogo, seria apenas isso. Ele sequer estava envergonhado. No entanto, assim que chegou no cômodo, viu Haruko se despir completamente a sua frente. Ele congelou. Os olhos esgazearam de imediato e todo o corpo enrubesceu. Não sabia o que fazer, tampouco o porquê da major ter feito aquilo. Será que ela se esqueceu que ainda estou aqui? Não é possível... A cabeça inclinou, desviando o olhar. Mas queria vê-la. Aliás, ainda a via de soslaio. Era linda. A pele alva como a neve. As curvas singelas, nem tão expressivas, mas nem tão nulas; simplesmente perfeitas. Era a primeira vez que via uma mulher nua. Ela tinha detalhes que iam além do trivial; não era apenas a beleza dos seios, dos glúteos. As nuances de suas clavículas, suas costelas, quadril. Tudo tão exposto aos olhos cintilantes do arqueólogo, que, a este ponto, não mais fingia que não estava a contemplando.

– Ha... Haruko... – Ciciou. Ela ouviu – e ele percebeu, mas seguiu reto ao banheiro, deixando para trás, para além da bela vista de suas costas e nádegas dançantes aos passos, a porta convidativamente aberta.

Ele engoliu em seco e seguiu. Assim que cruzasse a porta, aterrissaria a mão canhota sobre o batente e enfim a fitaria. Não estava mais tão vermelho quanto antes, embora ainda houvesse constrangimento. Após vê-la, olhou para o chão e liberou um sorriso acanhado. Então tornou a mirá-la, soltando os lábios cada vez mais, até que desvelassem os dentes. As bochechas apertadas a segurar o riso, até doloridas, de certa forma.

– Com mão boba agora? – Hastearia uma das sobrancelhas sugestivamente na melhor das expressões libidinosas que pudesse dispor. Seu coração dispararia à medida que se aproximasse, retirando a camisa no trajeto. Podia supor que ela o ajudaria, levando em conta que tirá-la com uma única mão seria trabalhoso. – Sabe... Essas coisas estão incomodando muito. – Riria brevemente, de olhos fechados e mão próxima ao rosto, referindo-se às farpas derradeiras. Provavelmente perdera a maioria no mergulho, mas deviam ter algumas persistentes. – Obrigado... Por confiar em mim... – Diria com a voz suave, quase num sussurro. Usaria as costas dos dedos canhotos para afagar a bochecha dela, afastando cautelosamente alguns fios de cabelo. Confiança era importante para o historiador cujo sonho era se tornar uma figura de liderança que guiará os Revolucionários contra o governo em prol da verdade. E Haruko fora a primeira a depositar algumas gotas do tão aclamado sentimento.

Manteria o carinho, pouco a pouco descendo os dedos em direção ao seu tórax. Tocaria sua pele com a ponta do indicador e médio, sentindo cada nuance de seu majestoso corpo. Os relevos, a maciez, até que freasse entre os seios. Era momento da mão boba agir; e, junto dela, o encontro de seus lábios aos da major, inicialmente sutil. Sentiria seu alento. O calor transmitido se espalhando pelo seu corpo e arrepiando todos os pelos dispostos pela sua epiderme. Então apimentaria o beijo, tornando-o mais envolvente, não apenas com sua boca, mas com sua mão – a única sadia, que apropinquaria o corpo desnudo da Revolucionária ao seu através de um forte – embora carinhosa – pegada em sua cintura.

Bem, sim; ele poderia estar mais feliz.

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