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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Morte e o Morango

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MensagemAssunto: A Morte e o Morango   A Morte e o Morango EmptyTer 28 Maio 2019, 19:24

A Morte e o Morango

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Shoto Midorikawa. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A Morte e o Morango   A Morte e o Morango EmptyQua 29 Maio 2019, 01:31

Quando seus pés repousaram sobre o solo de Micqueot, Shoto teve a certeza de que finalmente teria seu recomeço após passar doze anos preso e mais sete em luto, totalizando dezenove anos de ociosidade, sendo assim, Midorikawa passara mais da metade da sua vida apenas existindo e não vivendo como deveria. Não havia porquê continuar nos Reinos Baixos onde tudo lhe remetia a pífia vida que levava, as pessoas, a monarquia, seu antigo eu e a morte de Benihime, nada de seu passado poderia ser tomado como pertinente para seu futuro e tudo que lhe restava era continuar vivendo como se não houvesse passado para se lembrar.

Mas que lindo dia para ser produtivo — Dizia o homem a se ver naquele novo ambiente. Um sorriso bobo se desenhava em seus lábios e sua destra repousou em sua nuca, o lábio inferior era pressionado pela arcada dentária superior enquanto seus olhos cinzentos encaravam o céu de maneira pensativa — O que eu deveria fazer? Gastar meu dinheiro com garotas? Não. Dar sermão nos pivetes? Talvez mais tarde — Divagava, agora mordiscando a ponta do polegar — Oh. Já faz um tempo desde que não bebo sakê, irei me embebedar — Concluiu batendo o punho contra a palma da outra mão.

As mãos se afundaram nos bolsos do sobretudo, os dedos buscavam ao fundo do compartimento de tecido tudo que lhe restava financeiramente, nada além dos seus últimos cinquenta mil berriesEntendo, terei de ser mais cuidadoso com meus gastos de agora em diante, mas o sakê é sagrado — Com a cabeça erguida Shoto avançaria para o interior da ilha indo em direção ao centro da cidade, sua atenção se voltaria a tudo que lhe parecesse interessante: bares, brigas de rua ou uma grande concentração de jovens, porém seu foco seria o primeiro. Sakê era algo vital na vida de Midorikawa, em sua concepção era o licor dos deuses, água para os sedentos.

Ao encontrar um bar ou taverna - tipo de local do qual sabia reconhecer muito bem - adentraria sem rodeios, sequer olharia para os lados e seguiria direto ao balcão — Yo, jovem atendente de balcão — Diria empolgadamente escondendo parte de seu rosco com o leque em sua mão esquerda — Eu gostaria de beber um pouco de sakê, pensando bem desejarei mais tarde, então me veja uma garrafa, sim?! E por favor, faça um preço camarada para esse velhinho que vos fala. — O sorriso acanhado se manteria durante toda a interação — Obrigado e até mais. — Agradeceria antes de se retirar.

Manteria a garrafa fechada e apenas apreciaria o que tinha em mãos para mais tarde, por mais que tivesse sede pelo líquido suave destilado do arroz. Ao sair do bar daria um longo suspiro, sentir o clima que aquela ilha lhe proporcionava exalando novidades era revigorante. Naquele momento tudo o que precisava para sentir-se pronto para enfrentar a vida era uma lâmina, mesmo que simples, afinal nunca se sabe quando irá precisar defender sua garrafa de sakê. Andaria pela cidade sem presa apenas aproveitando a experiência, o corpo relaxado e a mente vazia eram essenciais para aproveitar de sua nova vida, e caso desse de frente a uma armaria, entraria.

Yo, jovem vendedor de armas! Tudo bem? Espero que sim — seu jeito descontraído poderia parecer estranho ao olhar de desconhecidos, mas aquele era Midorikawa em toda sua originalidade — Estou muito velho e tenho medo de ser assaltado, acho que carregar uma espada pode afastar malfeitores, poderia me prover uma katana?! — Diria colocando o que lhe restava diante o comerciante. Buscava parecer o mais inofensivo possível perante o povo daquela cidade, ainda não tinha certezas de seus planos e por isso manter-se longe de confusões e suspeitas era mais que necessário. Ao ter a espada em mãos a manusearia da forma mais leiga que pudesse, a balancearia no ar de um lado para o outro, de cima para baixo e por fim mostraria-se satisfeito. — Oh, essa parece boa, irei levar. Muito obrigado jovem!

Devidamente apresentável e equipado, Shoto se direcionaria para o cento mercantil da cidade para observar um pouco qual o fluxo que corria pelas ruas e aproveitaria para atentar-se a conversas alheias e entender um pouco dos principais acontecimentos de Micqueot.

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MensagemAssunto: Re: A Morte e o Morango   A Morte e o Morango EmptyQui 06 Jun 2019, 23:19

Takamoto Lisandro Boa noite.



Hehehehe! – O velho coçava sua nuca careca e com um sorriso amarelado e feio apreciava o gesto do sujeito que além de acabara de chegar na ilha, já havia colocado os pés na perdição dos homens, o álcool. – Eu nem sou tão jovem assim, posso até parecer, pois sou realmente bonito. – Era uma voz rouca e firme, em frente ao espadachim existia um barman nem tão novo assim quanto pensava, possuía mechas grisalhas ainda em sua testa, mas o resto de seu cabelo foi embora junto com toda a beleza de sua juventude. – Sakê? Não prefere um vinho não? Sabe qual é a ilha que está? – Perguntou surpreso, realmente esta pode ser considerada a ilha dos vinhos. Não fazia muito tempo que Shoto estava liberado de sua vida infrutífera, sentia que deveria primeiro saciar um de seus desejos carnais e simplesmente foi em direção ao primeiro bar que estava a sua frente. Ainda era de manhã, mas a bebedeira não tinha hora para acabar e foi assim que chegou neste bar..

A imersão daquele lugar tirava toda a questão de horário, os pisos de madeiras, o barulho das pessoas e a iluminação ambiente não deixava sequer pistas de que era de manhã, se ficasse ali se divertindo não saberia nem mesmo quanto tempo passou até sair por aquela porta. – Tome tua garrafa de sakê, vou cobrar apenas 500 berries, pode se dizer que esta é uma das melhores marcas. – Os olhos de comerciante saltavam do velho, e o bêbado sentado na cadeira e encostado no balcão apenas disse. – É! Yé! Melhor sakê.. Uou! – Suas palavras confirmavam a qualidade daquela bebida. – Até mais! – Dizia o barman, o loiro virava suas costas e andava em direção saída na mesma velocidade quando entrou e sua mente lógica rapidamente se interessou em adquirir uma arma. Bebida e arma, isto que eu chamo de uma combinação trágica, no entanto, em sua liberdade, Shoto era um cara experiente e sabia que para defender sua cobiçada bebida precisaria de uma espada.

Ao caminhar pelo setor comercial se deparava com cartazes falando sobre adegas de vinho, o suco de uva fermentado fazia questão de ser popular, não era à toa que o barman havia ficado confuso sobre a escolha do ex-codenado. Passando pelas pessoas, ouvindo o som dos passos nas calçadas da cidade, sentindo o calor da multidão naquele clima frio, poderia sentir mais uma vez que estava vivo. Sua personalidade denotava certa simpatia pelas pessoas, suas palavras jogadas a bela moça da loja de armamento a fazia virar ajustando-se e olhando diretamente para os olhos cinzentos do cliente. – Estou bem sim. – Sorria pelo canto da boca, tinha cabelos morenos presos por um trampo em formato de faca prendendo os fios atrás de sua nuca lhe dando um penteado conhecido como rabo de cavalo. Ela recebia o pedido do ancião. – Uma arma para afastar delinquentes? Uma katana não seria adequada suficiente, uma arma de fogo seria bem melhor, além de ter um alcance maior, não precisaria ser tão forte para empunha-la em casos de emergência. – Os conselhos haviam sido dados. – Mas se quiser uma katana, escolha uma dessas daqui. – Apontava para um barril de espada velhas onde a maioria se tratava da lâmina referida anteriormente por Shoto. – Qualquer uma delas vale apenas 30.000 berries. – Ao se aproximar do barril, podia nota-se a generalização das armas contida naquele estoque, apenas três punhais se diferenciavam, um tinha um cordão azul e seu punhal tinha luas azuis e silhuetas brancas. Outra era completamente rubra com detalhes negros se assemelhando com correntes e a última era uma verde com uma corrente na ponta do punhal e no final um chaveiro com retalhos e formato de uma folha.



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MensagemAssunto: Re: A Morte e o Morango   A Morte e o Morango EmptySex 07 Jun 2019, 02:54

Não, eu definitivamente irei ficar com o bom e velho sakê — Anunciou Shoto ao ser questionado pelas palavras daquele senhor, era bem verdade que não sabia muito sobre aquela cidade e seus costumes, mas nenhuma cultura local seria influente o suficiente para fazê-lo desistir da boa e velha bebida fermentada de arroz. A garrafa lhe fora entregue e os olhos cinzas de Shoto emitiram um brilho poucas vezes testemunhado entre um homem e um etílico; Sacou dos bolsos de seu quimono os 500 berriesSe estão me dizendo que este é o melhor sakê, não há porquê duvidar de suas palavras e sendo assim, pagarei com gosto — Concluiu o homem deixando o pagamento sobre a superfície de madeira.

[...]

Ao caminhar pelas ruas o Midorikawa parecia começar a entender o motivo do barman ter-lhe oferecido vinho quando na verdade seu corpo tinha sede de sakêOh, parece que está ilha tem em suas raízes o cultivo da uva e produção de vinha, entendo — disse apoiando a destra por cima de seu chapéu listrado — sendo assim, não tenho escolha se não provar uma outra hora. — Contou para si mesmo com um singelo arquear nos cantos dos lábios. Desfez seus pensamentos relacionados ao líquido bordô para que então pudesse dar prosseguimento em sua nova tarefa: armar-se.

Uma vez dentro da loja seus orbes recaíram sob a figura de uma jovem e bela moça. Quase de imediato retirou o chapéu do topo da cabeça demonstrando um certo nível de educação perante a figura que lhe atendia. A destra que tinha em meio aos dedos o capelo apertou-se contra o peito e seus ouvidos atentos captavam com atenção todas as palavras ditas pela mulher que, gentilmente lhe recomendava outro tipo de armamento para proteção — Oh, realmente seria bem mais fácil, entretanto — proferiu com uma breve pausa — sinto que não sou apto o suficiente para manejar algo dessa magnitude, imagine se eu erro o disparo e acabo por acertar um civil? Seria trágico, não é? — Questionava ele, como se estivesse colocando sua sabedoria e experiência amostra para a garota — É como diz o velho ditado, jovenzinha, mais vale uma pedra na mão do que duas no rim.

Sua atenção fora redirecionada para um barril que carregava em seu interior algumas lâminas e katanas das quais Shoto tanto desejava, observando-as notou que eram todas muito padronizadas em questão de formato e tamanho, porém existiam ainda algumas delas que se destacavam meio as demais. A mão esquerda lançou-se para empunhar uma daquelas e, visualmente seus olhos se agraciaram com a vermelha talhada com particularidades em um tom negro. Estava decidido.

Resgatando o resto de seu dinheiro, o espadachim separou os 30,000 que lhe foram cobrados e da mesma forma como fizeram no bar, desvencilhava-se de seus berries de maneira fácil, afinal, tudo era questão de investimento e percepção de custo-benefício e Shoto sentia-se mais do que confortável. Ainda assim lhe restavam 19,500 para gastar da maneira que bem entendesse, entretanto nada útil lhe aparecia à mente naquele instante. — Certo, isso me parece o suficiente, jovem moça, agradeço a atenção — Constatou referenciando-a com um leve curvar da coluna.

Girou sobre seus chinelos de madeira voltando para as ruas de Micqueot, em sua destra repousava a espada e sob jurisdição de sua mão esquerda encontrava-se sua preciosa garrafa de sakê. Suspirou pensando que tipos de acontecimentos no futuro aquela cidade lhe reservava, mas contentou-se em viver o presente, uma vez que tudo que fizera nas quase duas décadas anteriores se limitaram a apenas existir. Sem rumo suas ações foram levadas pelo vento, sem lenço nem documento. Sua mente astuta observaria as pessoas locais, como agiam, modo de falar e se relacionar e todas ações que fossem pertinentes a respeito de seu modo de vida, Shoto desejava não parecer um turista e sim, adequar-se cada vez mais a cultura da ilha, mesmo que não tivesse interesse em permanecer ali por muito tempo.

Sentido-se perdido, Midorikawa procuraria por um lugar onde pudesse beber seu sakê de uma vez por todas e jogar conversa fora e nenhum local parecia-lhe tão perfeito para isto do que uma taverna ou bar, sendo assim, suas pernas moveriam-se a procura de um estabelecimento assim, onde homens brindavam e cantavam em comemoração a vida e seus zero sentidos. Uma vez lá, buscaria por grupos de pessoas que poderiam lhe serem úteis quanto a informações, uma vez que, não estava em Micqueot por conta do vinho. — Yo, jovens amantes da boêmia — diria erguendo sua garrafa de sakêIrei me juntas a vocês nesse dia, tenho certeza que podemos nos dar bem — continaria simultaneamente a seus esforços para abrir a garrafa que, quando livre de seu lacre permitiu-se derramar o líquido na boca seca e molhar a garganta do sênior — Ah, isso que é vida. Não concordam? E ainda dizem que trabalhar é saúde, bem, se isso for verdade...que trabalhem os doentes. Kanpai! — Gritaria erguendo sua garrafa de onde beberricava diretamente o líquido — Mas me digam meus jovens, o que vocês fazem nessa cidade? Sabe, por mais que adore beber, não posso fazer isso o dia todo. Estou procurando coisas que possam me fazer seguir em frente, vocês me entendem, certo? Quais são as novidades, os boatos, as lendas? Me contem tudo.

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MensagemAssunto: Re: A Morte e o Morango   A Morte e o Morango EmptyDom 09 Jun 2019, 22:19

Takamoto Lisandro Boa noite.



Você não disse que era apenas para assustar? – As palavras do ancião eram usadas de contraponto e sua necessidade de temer por seus pertences podia ser apenas uma desculpa, porém a vendedora não o questionava como se não quisesse vender a arma, era apenas por mero capricho de um diálogo entre o cliente e o comerciante. Ele se aproximava do barril e gastando mais da metade de suas economias comprava a espada de cabo vermelho, ao tocar no seu punho sentia uma vibração em seu pulso, não sabia se foi coisa de sua cabeça ou algo além do normal. – Boa escolha. – Sorria e pegava o dinheiro das mãos do espadachim que colocava sua espada na cintura onde deveria ficar, se retirava seu indivíduo experiente daquele recinto e mediava até as ruas da cidade. Ainda era manhã, mas neblinava neve deixando as ruas da cidade com pequenos tapetes brancos e linhas brancas que habitavam nas trincheiras formadas pelas pedras do calçadão.

Perdido ao meio de uma cidade que nunca tinha conhecido, porém em poucas horas que haviam passado já havia aprendido o suficiente, a criminalidade não era tão alta e patrulhas da marinha eram vistas de tempo em tempo. A cidade possuía um QG da marinha deixando que o controle da cidade era bem claro, apenas nas regiões mais periféricas que existia tamanho crime, por enquanto, o loiro passava pelas ruas carismáticas e nobres da cidade, à medida que andava as vestes das pessoas mudavam para um tom mais luxuoso, e olhavam as roupas simples do andarilho com certa repulsa, porém o mesmo apenas percebia devido ao fato de possuir habilidades da compreensão humana e atrás de mascaras notou a discriminação que sofreu por alguns dos moradores da região.

Passava por um bistrô que possuía uma área aberta com algumas mesas com cadeiras em par, nelas jovens se sentavam e apreciavam um bom papo ao lar livre e saboreando suas refeições e bebidas. Assim como pensou, queria saber mais daquela ilha, cumprimentou o casal mais perto de sua pessoa e os instigou a trata-lo com cortesia. O jovem casal reconheceu que era apenas mais um senhor embriagado, porém acompanhou o espadachim no brinde. – Kampai! – E tomaram uma dose de suas bebidas, o mesmo perguntou sobre boatos, lendas. – Recentemente, um coro vai se apresentar em um dos restaurantes mais consagrados desta ilha. Não é Liz? – O namorado procurava uma certeza em suas informações. – Sim, mas você já comprou os ingressos amor? – A expressão nervosa do garoto era perceptível para Shiro. – Cla-a-ro! – Liz não notava e abraçava seu namorado forte. – Não precisa apertar tanto.. – Olhava novamente para o senhor à sua frente. – De lenda, não tem nenhuma, tem apenas a piada do velho mapa que Truman deixou estampado ao lado da porta desse restaurante. Ele pensa que vamos querer beber sua bebida horrível. – O namorado ria alto ao terminar de falar. – Para, amor! Ficar rindo do sofrimento dos outros não é certo.. – O jovem colocou sua cremosa entre seus braços. – Desculpe, não foi por querer.. Sabe que eu te amo né? – O velhote já tinha o suficiente para escolher seu caminho, como havia pedido, lendas e novidades foram jogadas ao ar e uma escolha teria que ser feita.



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MensagemAssunto: Re: A Morte e o Morango   A Morte e o Morango EmptySex 14 Jun 2019, 14:20

Oh, mas que olhares mais diretos — sussurrou o sênior ao notar os enfoques desdenhosos em sua direção, o motivo para tal ficara claro quando pudera notar melhor o padrão econômico e classe social que lhe cercava no que tangia pessoas e ambiente. Limitou-se em baixar a cabeça e seguir seu caminho pois não havia motivos para arrumar confusão por algo tão fútil e sendo assim fez vista grossa para a situação e apenas seguiu caminho. Aquela parte da cidade já demonstrava-se ser muito acima de seu nível e ao procurar por um estabelecimento tão simples como um bar, Shoto não teve êxito. Seus olhos cinzentos apenas foram capazes de encontrar um bistrô, o que já lhe era mais do que útil.

[...]

Fico feliz de ter encontrado com um casal tão gentil, — reverberou o homem — não é todo mundo que se mostra disposto a brindar com um velho senil. — Terminou seu comentário rindo da própria situação. O Midorikawa parecia não demonstrar qualquer interesse sobre apresentações artísticas, festas, pontos turísticos e etc, na verdade o que buscava naquela ilha ia além de atividades rotineiras de um visitante casual. O maxilar tomou conforto na palma de sua própria mão e olhos fitaram a interação entre a dupla, foi quando Shoto notou as feições do garoto que deixaram muito claro que estava mentindo acerca da compra dos ingressos, no entanto nada daquilo tinha haver consigo e pelo desenrolar da conversa aquilo não chegaria a lugar nenhum — Obrigado pela companhia e se divirtam com a apresentação do coro, ou não — Findada a proza o loiro permitiria-se ao menos verificar do que se tratava o último tópico daquela conversa. Pelo que notara, Truman e toda aquela ilha tinha tinham algo em comum: vinho; por mais que ainda tivesse dúvidas sobre aqueels mapas a melosidade dos conjugues estavam começando a lhe deixar enjoado. Andaria até onde apontaram o tal mapa e tomaria-lha para si, com a posse do pedaço de papel se movimentaria até as ruas e abordaria qualquer pessoa que lhe cruzasse o caminho — Bom dia jovenzinho, desculpe por interromper seu trajeto mas, será que poderia me falar um pouco mais sobre a história desse tal de Truman? — Apontaria para o cartaz a fim de deixar claro do que falava.     

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MensagemAssunto: Re: A Morte e o Morango   A Morte e o Morango EmptySex 14 Jun 2019, 23:12

Takamoto Lisandro Boa noite.



O velho agradecia pela recepção do casal, deixava uma brecha para a garota duvidar de seu namorado o deixando numa situação desagradável caso ela descobrisse, ansiava por aventura e logo se propôs a seguir o mapa. Ele era bem simples de ler, qualquer idiota poderia saber que o X marcava a posição do tesouro, e que ele não estava dentro da cidade de Miqueot, o espadachim teria que sair daquela região metropolitana para a floresta selvagem, pelo menos era isso que podia significar aquelas pinturas verdes parecendo árvores naquele papel velho, não sabia ao certo o que levou Truman a espalhar mapas por ai, que tipo de vida levava esse homem para o jovem do casal caçoar de sua pessoa. Estas perguntas faziam o experiente bêbado desabrochar em dúvidas tanto que pensou em perguntar para os cidadãos da ilha mais um pouco sobre Truman.

O jovem usando óculos e apreciando um pequeno livro que cabia na palma da mão era parado por Shoto que de forma simpática perguntava sobre o paradeiro do misterioso Truman. – Primeiramente, boa tarde. – Ajeitava seu óculos e fechava seu livro rudemente, guardava em seu bolso e inspecionando a cara do sujeito a sua frente pensava um pouco no que o velho tinha acabado de falar. – Aquele sujeito? Se não me engano, foi um velho que tentou rivalizar com Adega One, mas seus vinhos eram ingeríveis. Talvez por ter ficado bravo, ele se trancou do mundo e decidiu por si só espalhar mapas por ai, dizem que a recompensa é seus vinhos horríveis, por isso ninguém vai atrás do tesouro. Só idiotas procuram achar Truman. – Ao terminar sua fala, examinava o resto do sujeito a sua frente e em sua mão existia o papel velho também sendo reconhecido como o mapa. Duvidando do que seria olhava diretamente para os olhos do espadachim, desviou para o mapa e novamente para face de Shoto. – Apenas idiotas. – Repetiu retirando seu livro do bolso seguindo seu caminho, já tinha feito sua boa ação do dia.

Agora o que restava era seguir o mapa e avançar adiante se realmente quisesse achar o tesouro mesmo sabendo que talvez seus ganhos fosse apenas vinhos de péssima qualidade e nada mais.



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MensagemAssunto: Re: A Morte e o Morango   A Morte e o Morango EmptyTer 18 Jun 2019, 00:14

Shoto havia encontrado algo ao que se agarrar, a história de Truman e todo o mistério envolto naquele homem foram às únicas coisas capazes de tomar o foco do loiro a ponto de desejar encontrar a verdade por detrás dos boatos balbuciados pela população de MicqueotAs coisas fazem muito mais sentido agora, — discorreu o Midorikawa em sua análise — e por mais que eu prefira sakê não tenho nada melhor a fazer por hora, vou achar Truman e seus vinhos. — Consumou o Midorikawa batendo o punho da destra contra a palma de sua contra mão e um sorriso bobo no rosto. Sequer dera atenção aos insultos indiretos que lhe foram desferidos, seu humor naquela manhã tornava-o paciente e compreensível como um ancião embebido em sabedoria.

Os olhos cinzentos fitaram o mapa que carregava entre os dedos e percorreram as informações ali presentes, acreditava que seguir um mapa não seria tão difícil e preferiu confiar em suas habilidades de interpretação a abusar da boa vontade de mais um cidadão que cruzasse seu caminho. Os passos cruzariam toda a cidade se necessário e lhe encaminhariam para o destino que o pedaço de papel lhe apontasse; — Acredito que seja por esse caminho, — o sênior tomaria rumo para fora dos limites da cidade, era esperado que Truman tivesse buscado refugio na floresta. A destra do homem alçou até seu pescoço e seus dedos começaram um atrito contra sua pele de maneira suave e cadenciada — Só espero não me perder.

Midorikawa não descansaria até que se visse frente ao que procurava, ou no pior dos casos, perdido. Uma vez acolhido pelas árvores e o ambiente selvagem Shoto juntaria ambas as mãos entorno de sua boca, estufaria o peito e gritaria — Yo jovem Truman, onde você está? Vim aqui para tomarmos um pouco de vinho juntos, Truman-san! — Os gritos buscavam chamar a atenção do sujeito e com sorte, trazê-lo até si pelo alto tom de sua voz que ecoaria pelo ambiente. Se não obtivesse resultados tudo que poderia fazer se limitava a esperar que o acaso lhe ajudasse a concluir sua pequena investigação.

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MensagemAssunto: Re: A Morte e o Morango   A Morte e o Morango EmptyQua 19 Jun 2019, 16:47

Takamoto Lisandro Kkkkjjjkkk.



O espadachim era perito na arte da vida, mas não fazia tanto tempo que conhecia a cidade de Miqueot e muito menos tinha conhecimento de mapas de forma adequada, seguir um caminho sabendo onde está lhe oferece um desafio fácil, porém não tendo muito pontos de referência e o mapa sendo pouco versátil em suas informações. Só pode supor que o velho Truman tinha se escondido em uma das florestas nevadas próximas da cidade, todo aquele verde deveria significar isso, horas se passavam, ele as vezes tinha pegado o caminho errado, outras ficava confuso na leitura do mapa, mas abusava de sua lógica para compreender e enfim chegava em algum lugar, ou era o que esperava, já que a floresta em si não era um lugar relativamente esclarecedor, teria que passar por uma mata escura e branca e se perder por ali talvez fosse fatal.

Passava suas mãos entre galhos baixos e entrava na floresta, era densa e fria, não existia mais barulho urbano e só o som ameaçador do desconhecido. Esquilos passavam entre as arvores observando o novo visitante e saiam saltitantes para fazer seus trabalhos e recolher alimento para sua família. Aa andar mais alguns minutos, já se passava uma hora e Shoto gritava clamando por seu objetivo, nenhuma alma viva aparecia, passava por alguma arvores e batia sem querer em um musgo roxo, andava mais um pouco e sentia um calafrio em suas costas, institivamente olhava para trás. Não havia nada, o anoitecer vinha conforme o ordenado pelo sol, e uma figura negra surgia das sombras, tinha uma desenvoltura felina de tamanho grande, uma espécie de tigre, seus olhos eram amarelados e afiados em sua presa. As folhas se jogavam de um lado para o outro por uma rajada de vento, a neve caia sobre arbustos e uma neblina era formada dificultando a visão do espadachim, ruídos do bichano eram assustadores, mas alertava para onde ele caminhava, circulava Shoto deixando suas pegadas pesadas serem ouvidas e por um segundo sumirem. Mais um rugido, este era o ápice de um ataque?



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MensagemAssunto: Re: A Morte e o Morango   A Morte e o Morango EmptyQua 19 Jun 2019, 22:11

Confiante em suas decisões, Shoto lançou-se floresta adentro determinado a encontrar Truman e seus vinhos, acompanhado pela preciosa garrafa de sakê e uma lâmina afiada não havia o que temer. Diferente do que acreditava não teve êxito fácil em sua caminhada, os pés calçados no chinelo de madeira davam um passo à frente do outro sem um destino fixo e antes que notasse as horas passavam. Tic Toc. O corpo esguio desviava-se de galhos e incomodava-se com o musgo que vez ou outra lhe tocava a pele e seu corpo involuntariamente lançava-se a coçar de maneira intensa na região do pescoço — Não esperava que fosse tão difícil encontrar um homem na floresta, e essa coceira agora... — Queixou-se ao olhar mais uma vez para o mapa que cada vez mais parecia não ter serventia.

A noite havia chego e a lua tomara o lugar do sol, naquele ambiente os únicos seres vivos que lhe faziam companhia eram os animais locais. O ‘som’ do silêncio era incômodo para alguém acostumado a sempre estar rodeado de pessoas – principalmente bêbadas -, estava claramente ansioso e sua garganta seca suplicou por mais um gole do liquido destilado do arroz; A mão esquerda tomou a garrafa entre os dedos e encaminhou-a para a boca despejando fluido goela abaixo — O verdadeiro combustível dos seres humanos, o álcool — A expressão de satisfação perdurou pouco no rosto de Midorikawa que instintivamente sentira a necessidade de desembainhar sua espada, a presença de uma grande criatura lhe rodeava entre as árvores, os sons do animal lhe arrepiavam os pelos da nuca e o surgimento de uma neblina apenas acrescentara no clima aterrorizante que se construía.

Que assustador, parece que virei a caça de um monstro e tanto — a katana fora empossada pela mão esquerda, Shoto estava pronto para reagir e defender-se. Estava ciente de sua condição de desvantagem, a névoa, a falta de iluminação e falta de informações sobre o animal que lhe rodeava eram apenas alguns dos principais pontos, todavia Shoto mantinha-se paciente e calmo. Flexionaria os joelhos e se direcionaria pelos ruídos provocados pela monstruosidade, sendo assim não faria nenhuma ação até que o animal avançasse em fúria; — Vamos lá, aparaça bichinho, não seja tímido — O suor frio caia por sua testa até seu queixo, engoliu em seco quando pode notar que sua respiração passara a ser controlada e consciente, apesar da tensão que lhe tomava todos os nervos ainda sentia a calmaria dominar sua mente. Quando os orbes cinzentos pudessem examinar melhor seu adversário o homem não teria intenções de permitir ser dominado naquele confronto e por assim sendo avançaria com o desejo de acabar com aquilo o mais breve.

Não tome isso como algo pessoal, mas preciso continuar com minha vida e acredito que não ira simplesmente me deixar continuar — Sua voz soava indiferente mas ainda assim carregava um calor sereno e entusiasmado em seu tom, Shoto entendia que criatura não compreenderia suas palavras, porém estava entusiasmado por novamente ter a oportunidade de estar numa batalha. A mão esquerda tomaria com força a espada rubra, esboçou um sorriso de entusiasmo e sendo assim faria o primeiro movimento;

— Ataque, Defesa e Contra-Ataque;

Possuindo um grande autoconhecimento Shoto entendia muito bem suas maiores forças e suas fraquezas, todavia nada sabia sobre a 'coisa' que estava prestes a enfrentar e de maneira lógica lançar-se cegamente contra o desconhecido era uma ação no mínimo inconsequente mesmo que se tratasse de um animal selvagem todo cuidado era pouco. Utilizando de sua velocidade de aceleração buscaria encurtar a distância entre os corpos com uma corrida em linha reta, assim que se visse poucos metros da criatura - o suficiente para não estar em sua área de alcance - Shoto repentinamente interromperia a continuidade de trajeto e trazendo sua mão esquerda em embalo utilizaria de sua katana para levantar o máximo de neve no chão em direção a face do animal;

Cuidado com os olhos —; A neve teria como função ganhar um momento de excitação do inimigo para que assim pudesse continuar a avançar sua investida sem muitos riscos. Esse tempo seria (esperasse) o suficiente para que pudesse desferir um golpe vertical nos membros dianteiros do animal. A intenção não era mata-lo instantaneamente mas sim imobilizar ou pelo menos diminuir o ritmo de seus movimentos. A depender do estado que o animal ficaria, Shoto poderia ignora-lo e seguir em frente ciente de que não correria mais riscos ou então, caso necessário permanecer para decretar o fim com um golpe de misericórdia.  

Ciente de que seu plano não era 100% executável e que, adversidades poderiam acontecer, Shoto não exitaria em desistir do ataque para interceptar qualquer ofensiva contra si - mordidas, patadas e etc - sendo sua prioridade máxima manter a integridade física de seu corpo. Se o animal buscasse lhe acertar com uma patada o Midorikawa remanejaria o destino de sua katana para confrontar-se com o trajeto do golpe animal, seria uma chance de ferir ao mesmo tempo em que se defende; Resumidamente, o homem mediria forças contra bichano, e por mais que tivesse a noção que fisicamente não seria capaz de confronta-lo, em contrapartida tinha a certeza que o fio da lâmina não permitiria o animal sair ileso daquela situação. Para o caso de uma mordida a situação seria semelhante, Shoto colocaria sua espada frente aos dentes do animal impedindo-o de alcançar seu corpo ao mesmo tempo em que buscaria aberturas para ferir o animal em contato com a lâmina de sua espada.

Histórico:
 

Resumo da Ficha:
 

Objetivos:
 

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