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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato II: O caminho da R-evolução

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MensagemAssunto: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 3 EmptyDom 26 Maio 2019, 14:34

Relembrando a primeira mensagem :

Ato II: O caminho da R-evolução

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Allen Dorrus. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Paulo Bruno XVIII
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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 3 EmptySeg 15 Jul 2019, 11:14


O caminho da R-evolução


Aquele lugar era uma caixa de surpresas, um esconderijo secreto com uma enfermaria escondida dentro do esconderijo (?), pois bem, pelo menos agora eu estava tratada e isso era um problema a menos para me preocupar. A loira havia me provado eficiência como uma líder dividindo suas tropas e utilizando de minha ajuda de forma direta no campo de batalha, isso era louvável de certa forma.

Me retiraria então da enfermaria e seguira até a porta pela qual eu entrei passando próximo a loira. – Muito obrigado por isso. Você é uma pessoa boa! – Enalteceria o que deduzi dela conforme nos aproximamos. Seria mais ou menos um troco eu ir contra meus ideais e participar do confronto que estava ocorrendo, marinheiros, agentes do governo, revolucionários e piratas estavam combatendo na praia pelos seus ideais e eu me sentia obrigada em intervir.

Assim que saísse olharia para todos os lados certificando-me de que estava sozinha. “Por onde mesmo que a Sabrina nos trouxe para aqui?” Pensaria tentando lembrar o caminho que fizemos até a praia e então o seguiria. Caso apresentasse dificuldades em reconhecer devido a floresta ser similar para todos os lados que olhasse, tentaria seguir o som que a guerra provavelmente estaria provocando.

Meus avanços incondicionalmente de qual maneira eu escolhesse para ir até o campo de batalha seriam cautelosos, cada passo seria mesclado de forma cuidadosa para que a menor quantidade de som fosse emitida pela grama, folhas secas, galhos pequenos ou seja lá o que eu pisasse, eu não tinha pressa nesse quesito, minha saúde estava em jogo e após meu ferimento prévio eu não perduraria me expondo tanto.

Quando chegasse finalmente nas redondezas da praia da qual ocorria o conflito, tentaria primeiro encontrar algum lugar mais seguro para me esconder e então certificar-me-ia de que nada nem ninguém me visse indo até ele. Priorizaria arvores mais densas, pedras grandes ou matos altos; em últimos casos para manter-me protegida não hesitaria em subir em qualquer arvore que estivesse próximo utilizando de saltos simples para escalada.

Já segura novamente checaria se nada hostil viria a me prejudicar, nem que fosse uma bala perdida ou algum guerrilheiro que viesse em minha direção. “Como eu farei para identificar quem é quem? Marinheiros provavelmente devem trajar o símbolo da organização em alguma parte do corpo, o mesmo serve para agentes do governo, mas como diferenciarei piratas de revolucionários?” Me questionava tentando observar as índoles dos combatentes.

Em últimos casos, caso me envolvesse em algum conflito fosse no caminho que percorri pela floresta ou já na praia, realizaria um ato padrão de qualquer atirador, tomaria distancia apontando minhas armas contra quem fosse/fossem o(s) inimigo(s). – Mãos pro alto, quem é/são você(s)? – Falaria fazendo um cara mais séria tentando intimidar o(s) oponentes abusando de minha atuação.

Se as coisas ficassem feias e quaisquer ataques pudessem vir a me machucar, sejam eles físicos ou projetados em arremessáveis, eu optaria em me esquivar com cambalhotas realizadas com minhas costas caso se tratasse de projéteis; armas ou golpes eu evitaria realizando saltos com as duas pernas seguidos da mesma estratégia aplicada anteriormente. Proteção, interrogação e intimidação.



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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 3 EmptyTer 16 Jul 2019, 00:25


Explicar a Sabrina o que aconteceu era realmente incomodante, não conseguir dar informações concretas era estranho, por mais que fossem minhas experiências de vida parecia que a mesma nem estava ao meu comando, quase como se não conseguisse fazer nada, mas o depoimento de Sabrina me incomodava mais ainda, ela me superava em dar informações vagas, dizendo que eles estavam lutando, e aquele olhar foi o que mais me chamou a atenção, me parecia mais que ela não sabia como responder minha pergunta. –“De qualquer forma eles vão ficar bem... são mais fortes que eu”-esse simples pensamento me aliviava, não sabia o do porque, possivelmente porque assim conseguisse a me agarrar a uma esperança de que eles retornariam bem.    

Finalmente conseguia questionar a comandante –“Provisões?”- era uma missão... incomum, se levarmos em conta que uma guerra está acontecendo acho que é valida até, mas... não é arriscado mandar dois recrutas adentrarem o covil inimigo?  Pensando melhor, se todos os revolucionários estão lutando contra os agentes, então o covil só deve ter os membros mais fracos que entregam os suprimentos, esses eram meus pensamentos iniciais até me lembrar de Maki –“O comandante deles deve estar por lá também”- vendo isso sabia que teria que redobrar os cuidados na invasão.

Já me preparando começava a recordar a minha missão, mas onde era a base deles? Quem sabe a comandante soubesse, logo iria a sua direção e a questionaria –“Você tem ideia de onde fica essa base do governo?”- indagaria rapidamente a Maki tentando obter qualquer informação sobre o local, portanto tendo conseguindo ou não iria até Sabrina –“Vamos?”- diria já me dirigindo para fora do esconderijo.

Fora do tronco aguardaria até que minha colega saísse do local para irmos até a localização dita por Maki –“Tome cuidado, se ver algo estranho avise”- no caminho tentaria ir o mais calmo possível observando os arredores para me certificar que nenhuma armadilha estaria no caminho, principalmente por ser um esconderijo. Assim que chegasse ao local me poria a vasculhar por tudo tentado encontrar as possíveis entradas do local.

-“Sabrina, preparada?”- falaria um pouco antes de adentrar qualquer local viável que encontrasse de preferencia sem agentes por perto. Dentro da base correria por ela procurando qualquer lugar que parecesse um depósito, não me atentaria a disfarces ou tentar ser furtivo, sei que não tenho ideia de como fazer isso, portanto a única maneira seria correr por ai e torcer para não encontrar ninguém.

Se por milagre encontrasse o local em que os mantimentos são guardados, diminuiria o ritmo e observaria como é o tal local, tentando ver todos os envolvidos, a quantidade de mantimentos, e coisas assim –“Consegue ver algo diferente?”- falaria com ela para me assegurar de saber tudo o que existia no lugar, pois duas pessoas conseguem ver melhor do que uma.

Embora esperasse que não encontrasse ninguém, há chance de ser atacado por um dos agentes lá é bem alta, sendo assim estaria preparado para tentar esquivar de golpes com armas a curta distancia com passos para trás tentando me distanciar o máximo possível, embora golpes com armas a longa distancia também poderiam ocorrer, logo tentaria esperar o disparo para avançar na direção de meu inimigo e ataca-lo em sua mão para tentar desarma-lo, também poderia ser possível que usassem golpes a curta distancia como socos ou chutes, e para me desviar deles pularia no mesmo sentido em que o golpe viria me distanciando o máximo possível.

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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 3 EmptySab 20 Jul 2019, 12:18










Ato II: O caminho da R-evolução
Allen



Allen em um primeiro momento achou a missão que lhe fora direcionada meio incomum, mas ao raciocinar um pouco pareceu pensar de outra forma, mas ainda errônea, que somente os membros mais fracos do Governo Mundial estariam presentes, mas então lembrou-se também de que Maki estava ali e lembrou-se que um superior poderia estar na base do Governo, então teria de tomar bastante cuidado na invasão, de forma que não poderia ser leviano na hora de ver os cuidados que deveria tomar durante a missão. Começando a se preparar para iniciar sua missão, o albino foi até a direção de sua superior e perguntou à mesma se esta sabia onde ficava o esconderijo que deveria invadir. - Não tenho o conhecimento exato de onde fica a base deles, mas sei que deve estar próxima da praia, talvez escondida na floresta como nós fizemos, mas não posso te dar certeza de nada. Na dúvida você pode caminhar em direção ao lado onde tem mais agentes do Governo e marinheiros. – Explicou-lhe a loira, que logo deu as costas ao rapaz e voltou para sua poltrona, ignorando os presentes, que estavam prestes a iniciar suas missões. - Foi uma boa pergunta. – Disse Sabrina ao rapaz, que logo disse à mesma que deveriam ir.

Depois de terem deixado o esconderijo na árvore, ambos seguiram discretamente entre as árvores, até a praia, para observarem para onde deveriam seguir, pois para isso precisavam saber em qual direção deveriam seguir, quando estavam perto da margem das árvores, tinham uma visão transversal do campo de batalha, e sem dificuldades puderam ver que deveriam seguir para a direita, e não se demoraram no local, afinal tinham uma importante missão a se realizar. Depois de darem às costas ao violento embate os dois revolucionários seguiram de forma mais relaxada, embora seus semblantes denunciassem que estavam atentos ao que viam, a caminhada era lenta e silenciosa, afinal qualquer barulho de conversa poderia atrapalhar suas percepções, e até mesmo pô-los em uma armadilha, portanto a conversa neste momento era algo impossível de se acontecer, além de que se caminhassem demasiado depressa poderiam da mesma forma denunciarem suas posições.

O esforço e dedicação de ambos logo mostrou um resultado, sendo possível a ambos por entre as árvores perceberem uma estrutura que não deveria estar ali de acordo com o que se deveria esperar em uma floresta, a casa que ali estava tinha um aspecto de abandono, e se não fosse pelo fato de haver guardas fazendo rondas incessantemente, seria da mesma forma difícil de se perceber algo estranho, haviam três guardas que guardavam três dos quatro lados da construção, mas eles não estavam prostrados no mesmo lugar, muito pelo contrário, rodeavam a casa o tempo inteiro, para evitar serem pegos de surpresa, infelizmente não era visível a nenhum dos dois revolucionários se havia ou não alguém dentro da casa ou mesmo um agente mais experiente no local. - Você tem alguma ideia de como nós podemos abordar esses guardas? – Perguntou Sabrina para Allen, baixinho, de forma que nenhum dos guardas puderam escutá-los, mas ainda assim o jovem albino pôde escutá-la com perfeição. A morena manteve-se olhando para o boxeador, esperando pela resposta do mesmo.


Agnes



Agnes depois de ter sido curada do ferimento, agradeceu à Maki antes de virar-se para a saída do esconderijo e partir em direção até ver-se do lado de fora do tronco que escondia à entrada para o mesmo. Entretanto, após o fazê-lo, a morena se viu com dificuldades para lembra-se do caminho pelo qual tinha vindo com Sabrina, a mesma parou por algum tempo e tentou pensar em alguma estratégia para conseguir identificar para onde deveria ir, mas não precisou disto, pois a revolucionária passou do lado desta indo para o Campo de Batalha, e Agnes logo seguiu-a para o local onde começaria sua missão, ajudando a Revolução combatendo diretamente o Governo, a Marinha e os Piratas.

Tendo visto a direção que Sabrina seguia, Zatara deixou-a seguir mais a frente, afinal não poderia andar apressada como a mesma, pois isso com toda certeza faria com que seu ferimento piorasse, em vez disso, preferiu seguir mais lentamente e com mais cautela, afinal não sabia até onde os seus adversários tinham seguido. Desta forma, a atiradora seguia lentamente até a praia, tendo bastante cuidado onde pisaria, e evitando fazer barulhos desnecessários, para não entregar sua posição, e a mesma conseguiu isso com êxito. E ao chegar na praia, logo pôde ver o caótico conflito, onde já haviam alguns cadáveres e um número de feridos que só aumentava, sendo assim, Agnes logo procurou por um esconderijo, encontrando-o em uma árvore com o tronco anormalmente grosso, de forma que a mesma estava completamente protegida, por hora ao menos, de possíveis disparos que viessem em sua direção.

Aproveitando-se do fato de estar protegida, a mesma pegou-se pensando em como poderia distinguir cada grupo do outro, mas era essa uma preocupação que não precisava ter, afinal os marinheiros sempre estavam de branco, os agentes do Governo de preto, os mais difíceis de se identificarem seriam os Revolucionários, pois mesmo os piratas eram mais fáceis, pois mesmo que não tivessem uniformes a serem seguidos, estes, quase que sempre tinham dentes faltando a boca, ao menos os que estavam neste campo de batalha, e por estarem gritando, era fácil de os identificar. Ao olhar para o campo de batalha, Agnes viu um homem peculiar sendo cercado por dois agentes e um marinheiro, o mesmo carregava um grande machado consigo, mas estava claro a todos que o mesmo estava sendo vencido aos poucos, agora era Agnes que podia ajudá-lo a sobreviver, ou deixá-lo à mercê do destino, já que o combate estava intenso demais para que alguém deixasse sua posição para ajudá-lo.

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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 3 EmptySeg 22 Jul 2019, 00:48


O caminho da R-evolução


Mesmo tendo participado de um homicídio, ter levado um tiro, ser agora uma membra de uma organização com um virtude similar a minha ainda era difícil engolir como diabos eu havia parado lá. Mais cedo naquele mesmo dia eu estava acompanhada de fãs em um cargueiro com o simples objetivo de agir por conta própria e tentar resolver os problemas do mundo acerca do maiorais de forma pacifica e agora eu estava inclusa em uma guerra de ideais opostos.

Maki havia confiado de certa forma em uma estranha para intervir no campo de batalha, sendo minha primeira missão com o título de revolucionaria, recebi da mesma até tratamentos em meu ferimento previamente recebido. “Mas o que está acontecendo ali” eu me espantava ao colocar meus olhos voltados a um homem peculiar que estava próximo do meu atual local de proteção sendo cercado por um homem que trajava branco e outros dois que trajavam preto.

Na primeira impressão se tratava de dois agentes do governo devido a coloração de suas vestimentas e de um marinheiro pelo branco, era quase que um pré-conceito meu acerca dos indivíduos. Pelo que parecia aquele homem que portava um machado estava em apuros e eu me recusava a acreditar que se tratasse de um pirata devido a índole mais bem arrumada que divergia de outros que estava a guerrilhar, podia se tratar então de um civil ou de um revolucionário.

Me vendo na obrigação de intervir, agi quase que sem pensar indo em direção a eles que não estavam tão longe da floresta; mantive o porte de minhas armas pronta para o pior enquanto avançaria mesclando o sorrateiro com passos mais longos para chegar logo até eles. Assim que estivesse visível a eles ergueria minhas duas pistolas contra a cabeça dos dois que estivessem na extremidade (direita e esquerda).

– Não deem mais nenhum passo se não serei obrigada a disparar. – Aproveitaria da minha atuação para tentar trazer mais tensão para a ameaça como se se tratasse de uma peça que casualmente eu fazia, tentaria fazer cara de mal e me manter estática buscando mostrar que eu era uma sangue fria. A questão era que eu não estava blefando, caso os mesmos realizassem movimentos muito bruscos eu não hesitaria em baixar um pouco minha mira e disparar.

Eu não estava nenhum pouco afim de agir com violência, não faz parte das minhas virtudes. Aquele pirata maníaco que agora deveria estar morto havia me provado que aquilo ali não era brincadeira e que esse canalhas são capazes de ir contra princípios básicos muitas vezes sem ligar para a própria lei da qual eles empoem. Minha pontaria é boa, provavelmente não teria problema com troca de alvos naquela situação, caso fosse necessário eu optaria por isso.

Caso os homens realmente me escutassem eu então avançaria com cautela tomando cuidado quanto a projéteis perdidos até chegar perto do homem para então cochichar. – Acabei de salvar sua vida, sou uma revolucionária, vamos sair daqui e se preparar melhor. – Manteria minhas armas erguidas contra a cabeça dos homens indiferente da situação. Junto daquele cara recuaria para floresta dando tiros de aviso para o alto, gastaria apenas duas balas buscando racionamento.




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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 3 EmptyTer 23 Jul 2019, 00:22


Enquanto tentava realizar minha missão acabei sentindo um alivio por perceber que não estava naquele combate sangrento –“Parece um pouco com o que Gatou fez aquele dia”- possivelmente a essa altura eu deveria ser um simples ponto vermelho naquele campo, talvez eu simplesmente fosse derrotado por alguém mais forte, só de pensar nisso sentia minha impotência novamente, afinal por mais que não fosse relevante ainda conseguia me lembrar de ter levado uma surra pra um agente qualquer.

Mesmo angustiado com minha falta de força tinha que continuar minha missão e quem sabe devolver o favor que esses agentes me fizeram e conseguir esquecer aquela surra. Continuamos nossa caminhada até aquela casa abandonada que simplesmente não tinha nada fora do comum –“Parece que ainda não é aqui”- meu ânimo simplesmente desaparecia, isso até que vi um dos guardas –“Eles são burros assim pra revelar a localização deles?”- realmente não acreditava, qual seria a possibilidade de entregarem a localização de seu esconderijo com alguns guardas? Bem, isso facilitava minhas buscas então não vou reclamar.

Ouvir a voz de Sabrina tão bem naquele momento era até que desesperador parecia até que ela estava falando mais alto do que pensava. De qualquer forma não me parecia inteligente continuar conversando para bolar um plano, em algum momento eles poderiam perceber nossa presença e isso seria péssimo, portanto faria um sinal para Sabrina com minha cabeça para indicar que deveríamos adentrar a floresta mais ainda para diminuir qualquer chance ridícula de sermos pegos.

Já a uma distancia considerável responderia a Sabrina –“Consigo pensar em duas coisas que podemos fazer”- diria levantando um de meus dedos -“a primeira seria conseguirmos algum uniforme de agente ou marinheiro e tentar entrar”- falaria mostrando dois dedos para facilitar o entendimento -“Já a segunda seria chamarmos a atenção deles fazendo com que eles nos persigam e depois os despistaríamos. E óbvio, em qualquer caso lutaríamos se fosse necessário“- por fim terminaria minha fala a observando seriamente -”E ai? O que acha? Tem alguma outra ideia?”-.

Acabaria esperando que em sua resposta ela retornasse a algumas das opções, possivelmente a primeira por parecer mais segura –“Acho que sei algum lugar que podemos encontrar uniformes sem lutar”- falaria a levando para onde embarcamos na ilha, na esperança de que talvez os agentes ainda estivessem presos lá. Sendo assim se chegasse lá sem dificuldades procuraria pelos agentes e furtaria suas roupas se obtivesse sucesso em minha busca. E obviamente voltaria para casa e tentaria entrar, apenas respondendo aos agentes se fosse indagado e com as simples palavras –“Um superior nos mandou aqui”-.

Agora se não encontrasse nenhuma roupa me voltaria para Sabrina –“Vamos voltar, passaremos mais perto do campo de batalha agora, quem sabe encontramos algum agente ou marinheiro no chão”- diria indo à direção da casinha enquanto passaria por perto do campo procurando por alguém caído ou ferido para tentar pegar suas roupas e, se algum sucesso fosse obtido nisso iria retornar a base ‘secreta’ e tentaria entrar sobre o pretexto de estarmos machucados –“Precisamos entrar e encontrar algum kit de primeiros socorros"-. Porém ainda poderíamos não conseguir as roupas –“Vamos voltar”- diria a Sabrina por ser a ação mais inteligente, se lutássemos na guerra para conseguir algumas roupas seria burrice então era melhor passar para outro plano.

Possivelmente Sabrina escolheria a perseguição, ou talvez simplesmente não tivéssemos oque fazer e fossemos obrigado a realiza-la –“Se prepare para correr”- A diria antes mesmo de nos aproximarmos da casa e assim que estivéssemos perto o bastante da casa começaria a acenar e gritar –“Ei!”- esperando que por sorte eles resolvessem correr atrás de nós. Assim que a perseguição começasse, eu me distanciaria de Sabrina e tomaria outro rumo do dela por entre as árvores forçando eles a se dividirem para nos perseguir, logo correria por entre as árvores na esperança de ter mais resistência que eles e não cansar tão rápido quanto os guardas, e se por ventura conseguisse escapar de meus perseguidores voltaria a casa e a adentraria rapidamente.  

Se por sorte conseguisse entrar na casa observaria o local esperando encontrar onde os mantimentos eram depositados, e/ou quem estivesse no local.

Possivelmente nesses meus planos eu poderia ser atacado por um dos agentes, sendo assim estaria preparado para tentar esquivar de golpes com armas a curta distancia com passos para trás tentando me distanciar o máximo possível, embora golpes com armas a longa distancia também poderiam ocorrer, logo tentaria esperar o disparo para avançar na direção de meu inimigo e ataca-lo em sua mão para tentar desarma-lo, também poderia ser possível que usassem golpes a curta distancia como socos ou chutes, e para me desviar deles pularia no mesmo sentido em que o golpe viria me distanciando o máximo possível.  


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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 3 EmptyDom 28 Jul 2019, 12:18










Partindo pra briga! Ato II: O caminho da R-evolução
Allen



Inicialmente, Allen ficou bastante receoso pelo fato de haver poucos guardas que guardavam a base do Governo Mundial, talvez a baixa quantidade fosse por conta de muitos dos agentes de patente baixa estarem na confusão que ocorria na praia, ou talvez essa fosse uma armadilha, entretanto não era possível ao revolucionário ter noção de qual das opções poderia ser, por isso decidiu afastar-se um pouco da base inimiga, levando consigo Sabrina, para que pudesse conversar com a mesma sem que fossem descobertos. Em uma posição mais agradável para que houvesse uma conversa, o rapaz deu à morena dois tipos de abordagem, um onde procurariam por disfarces do Governo para adentrarem a base, e a outra forma seria chamar atenção dos guardas e tentar despistá-los, depois de ter dito suas ideias, Dorrus esperou para que a revolucionária desse sua opinião, ou então escolhesse alguma das possíveis estratégias a serem seguidas, e a mesma não demorou muito a dar sua resposta. - Bom, eu não tenho nenhuma ideia em mente no momento, e para ser sincera, eu preferia a segunda abordagem, mas existem muitos riscos da missão falhar, portanto acredito que podemos procurar pelos uniformes de Agentes ou de Marinheiros.

Com Sabrina tendo aceitado a ideia de Allen, o albino decidiu voltar ao ponto onde tinham desembarcado na própria ilha, afinal fora lá que encontraram alguns agentes do Governo mais cedo, e talvez ainda pudessem estar lá. Para a infelicidade da dupla, o local para onde iriam era bastante longe de seu ponto atual, sendo assim tinham de tomar muitos cuidados durante o percurso que fariam até atingir o porto onde o desembarque ocorreu, entretanto houve um problema no meio do caminho, que interrompeu o caminho dos dois revolucionários, um homem que facilmente poderia ser reconhecido como corpulento voou, cruzando o caminho de ambos transversalmente, 5 metros à frente, derrubando algumas árvores e espalhando bastante sangue, pela paisagem, sangue este que vazava em quantidades de um ferimento que cruzava o tronco do homem diagonalmente, em um corte bastante profundo. Após reconhecer a pessoa que ali estava, uma expressão de choque e com um toque de desespero tomou conta da expressão facial de Sabrina, que queria correr em direção ao homem caído, entretanto suas pernas não se mexiam corretamente, e só sua voz pôde expressar como a morena se sentia no momento. - GROUGE!! – Gritou Sabrina, com os olhos arregalados.


Agnes



Depois de finalmente conseguir decifrar a cena que ocorria à sua frente, Agnes sentiu que era uma obrigação sua ajudar o homem que claramente sofria com a desvantagem numérica. Caminhando sofregamente até onde estavam os agentes da lei e o homem corpulento, mancava bastante e seu ferimento recém-costurado ainda incomodava um pouco a morena, e quando os três homens partiriam para a ofensiva, um grito que partiu da boca da atiradora interrompeu o foco dos homens, que olharam para a revolucionária recém-aprovada, mas logo uma carranca tomou conta de suas expressões. - Não temos tempo para brincar com você, garota! – Esbravejou o marinheiro que estava ali, irritado pela intromissão da atiradora, e logo voltou sua atenção para o ruivo corpulento, que estava bastante ofegante, mas recuperava sua condição normal aos poucos, o que fez com que as expressões dos três homens se tornassem cautelosas.

De repente os três agentes da lei jogaram fora qualquer traço de cautela e partiram para cima do ruivo, que ainda não estava completamente recuperado, mas para mostrar que não estava blefando, Zarata, que tinha suas pistolas apontadas para os homens que estavam nas extremidades, que por sua vez, eram um agente à direita e um marinheiro do lado esquerdo, ajustou sua mira e disparou contra o agente primeiramente e após isso, ajustou para acertar o marinheiro. O primeiro disparo atingiu o centro da parte dorsal da coxa esquerda do agente do Governo, o que fê-lo cair em meio a sua investida, com um choroso grito de dor, e isso fez com que os outros dois se atentassem à presença da atiradora, e por isso, o marinheiro conseguiu evadir o segundo disparo. Vendo que no momento a maior ameaça era Agnes em vez do homem corpulento, o agente restante e o marinheiro viraram-se de frente para a morena, ignorando momentaneamente o homem que era seu alvo sumariamente, mas logo isso provou-se ser um erro estúpido para os dois agentes da lei, já que o ruivo tirou um machado de proporções enormes de suas costas. E sem que os dois homens percebessem, fez um arco horizontal da direita para a esquerda, acertando ambos os homens com um profundo corte no centro de suas costas, o que praticamente os punha fora do combate em toda aquela confusão.

Após o desfecho inesperado, o homem ruivo andou com certa dificuldade até Agnes, e quando estava a dois metros da mesma, curvou sua cabeça em agradecimento à sua ajuda, afinal o mesmo sabia que se não fosse a ajuda externa da Zarata, sua vida teria se esvaído no embate. - Agradeço a ajuda mocinha, eu me chamo Grouge, e estou pelo Exército Revolucionário, para ajudar a população desta ilha. – Depois de ter agradecido propriamente à atiradora, esta também mostrou-se ser uma revolucionária, e sugeriu que afastassem-se para elaborar uma estratégia mais efetiva. - Oh, que bom encon… Cuidado! – Dizia o bárbaro, que interrompeu sua fala e puxou a morena no momento certo, afinal uma adaga passou a poucos centímetros da cabeça de Agnes, o que se provava que a lâmina acertaria em cheio a cabeça da revolucionária se não fosse pela ajuda do recém-descoberto companheiro.

Aos poucos o homem que arremessara a adaga mostrava-se, vindo de longe, por isso não era possível a nenhum dos dois ver quem fora o homem que fizera o ataque furtivo que quase resultara na morte da atiradora. Conforme o homem se aproximava, a expressão de Grouge só tornava-se mais repleta de surpresa e terror, o homem tinha cabelos longos e ruivos, com mechas brancas, vestia uma espécie de sobretudo sem mangas e um tapa olho na córnea esquerda, em sua face havia uma barba mal aparada, também de cor ruiva. - Não é possível. Ele deveria estar morto – Sussurrou o bárbaro, entretanto suas palavras eram facilmente ouvidas por Agnes, que estava bem próxima do homem corpulento. - O que faz aqui, Shigeo? – Praticamente rosnou Grouge, mostrando uma ira sem igual, o que fez com que o outro homem, que ainda se aproximava, abrisse um sorriso louco em sua face. - Já faz anos, Grouge. Não diga que pensou que eu tinha morrido. – E após suas palavras, o mesmo gargalhou loucamente, o que fez com que as pessoas próximas sentissem um arrepio passar por suas espinhas.

- Saia daqui garota, isso ficou perigoso demais. Esse homem é um agente do Governo bastante antigo, você não tem a mínima chance contra ele. Vá para a floresta agora. – Avisou Grouge. A distração do corpulento deu uma grande brecha ao homem de tapa-olho, que aproveitou-se para avançar rapidamente na direção do bárbaro, e com uma cimitarra desferiu um pesado e profundo corte diagonal no tórax de Grouge, que gemeu alto por conta da dor. Após acertar o primeiro golpe no corpulento, o homem chamado Shigeo acertou um potente chute no centro do tórax do mesmo, e para o azar de Agnes, o corpo do ruivo acertou o seu, fazendo-a ser arremessada junto ao mesmo, mas por sorte seu corpo desvencilhou do de Grouge rapidamente, fazendo-a cair de costas na orla da floresta, enquanto que o corpulento avançou em direção a cuja, arrancando algumas árvores no processo.


Ambos



-Ah, você também está por aqui Sabrina. – Suspirou Grouge, passando a mão sobre o rosto, para limpar os rastros de sangue que poderiam impedir sua visão. - Vou te resumir, “ele” está aqui. Shigeo. – Com a menção do último nome, os olhos da morena se arregalaram, e uma expressão de puro terror tomou conta da face de Sabrina. - Impossível! – Disse a mesma, alarmada em como toda aquela situação poderia acabar. - Isso vai virar um massacre.

Com as palavras da revolucionária, o ruivo suspirou e concordou com a cabeça, olhando atentamente para Allen e Agnes, que estavam ali também. - Você deve pegar esses dois, e quem mais você conseguir. Saia da ilha imediatamente. – Disse em uma voz, que deixava claro que o homem estava conformado com a possível morte que pairava sobre sua cabeça. - E nem pense em dizer nada, é uma ordem. – Voltou a dizer Grouge, que sabia que a morena retrucaria suas palavras. Após dar suas ordens, começou a levantar, com muita dificuldade e lentidão, e após o fazê-lo, manteve o olhar fixo em seu inimigo, Shigeo, deixando Sabrina, Allen e Agnes para trás, com uma ordem de escapar da ilha, a questão era o que o trio faria.

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