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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato II: O caminho da R-evolução

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MensagemAssunto: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptyDom 26 Maio 2019, 14:34

Relembrando a primeira mensagem :

Ato II: O caminho da R-evolução

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Allen Dorrus. A qual não possui narrador definido.


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KingSalazar
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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptySeg 10 Jun 2019, 16:34

Agnes Zatara
Agnes, logo tinha a sua atenção chamada com uma simples palavra "Governo Mundial", palavra essa que Agnes tinha repudio pelo o que ela representava. Após ter escutado essas três palavras, a jovem rapidamente mudou o seu foco, mesmo ela podendo simplesmente ignorar tudo o que estava acontecendo e seguir em frente rumo ao seu objetivo principal, ela ainda sim mantinha o seu código de sempre ajudar os mais fracos e oprimidos, sendo eles as pessoas inocentes que poderiam e muito provavelmente estavam sendo mortos pelo confronto que veio parar logo na ilha em que Agnes estava.

Seguindo o som de origem da batalha em que estava sendo travada, a jovem Agnes vê em sua frente uma cena horrível que poderiam facilmente traumatizar qualquer pessoa fraca, diversos corpos sendo pisoteados de ambos os lados, marinheiros explodindo as cabeças de piratas com suas longas armas, piratas arrancando membros de marinheiros para facilitar na hora de finaliza-los, e civis morrendo em vão se vendo no meio daquela situação, sendo usadas como reféns pelos piratas porém sendo ignoradas e mortas friamente pelos marinheiros; enquanto tudo isso acontecia, havia ainda os guardas da ilha tentando corajosamente defender os civis/nativos da ilha que estavam sendo usados como defesa pelos piratas; ainda em cima dos seus respectivos navios, via se um capitão pirata e um capitão da marinha

Enquanto Agnes analisa a situação escondida de trás de uma arvore, a mesma acaba por ser surpreendida por um pirata que a pega desprevenido e então puxa para usa-la como escudo humano juntamente com os civis; o pirata possuía adagas arremessáveis e duas adagas sais para pequena distância.
Allen Dorrus
O jovem Allen continuava a se perguntar se aquilo que ele estava fazendo realmente era serio, estava tudo vindo fácil demais, talvez o seu superior sabia que seria fácil e por isso deixou eles em sua mão, mas mesmo questionando tudo isso, Allen escutava tudo o que o agente dizia atentamente; porém, tudo aquilo estava novamente sendo muito fácil, o que o fez desconfiar mais ainda no que o agente dizia. Allen Dorrus já havia sofrido uma traição antes e ele não queria que isso acontecesse novamente de jeito nenhum. Após um breve momento de respostas ao pirata, o jovem revolucionário acerta um soco na barriga do agente, o que surpreendentemente acaba fazendo o agente dar um sorriso de canto de boca para Allen e Wanda e então acaba por explodir, fazendo assim com que os dois revolucionários acabem seriamente feridos graças a explosão que por sorte não os matam.

Abrindo os seus olhos, Allen e Wanda se veem no chão perto da água e cercados por agentes do governo que tem as suas armas mirando neles; por trás dos agentes surge um homem grande e musculoso que aparenta ser o superior de lá - É, pelo jeito aqueles inúteis foram úteis no final, bem que eles tinham a ideia de utilizarem bombas que acionam quando sofrem algum impacto por baixo das suas roupas no tronco. Bem, olá revolucionários! Pegamos vocês no fraga em. - o homem se vira para os agentes e fala -Eles ainda estão fracos e tontos por causa da explosão, apaguem eles.- dois agentes então pegam sacos e asfixiam Allen e Wanda que não podem reagir graças a suas perca de forças.

Ao abrir os olhos Allen vê ele e Wanda presos em cadeiras de metal, estando Wanda ainda desacordada, em um local vazio com apenas uma luz vindo por cima deles e algumas ferramentas em cima de uma mesa. Um homem logo entra dentro da sala e pega uma das ferramentas, o homem então olha para Allen e faz uma pergunta - Sabe, garoto! Eu sempre me perguntei o que se passa dentro da cabeça de um revolucionário, e por ironia do destino aqui estamos nós; ah, e pode me agradecer pois fui eu que cuidei dos seus ferimentos para conseguir abri-los novamente. Então, onde está o resto dos seus colegas? Se você não quiser responder, tudo bem, eu posso perguntar a sua amiga aqui ao lado. -
Capitão pirata :
 

Capitão da marinha:
 
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Flame Spearrow
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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptyQua 12 Jun 2019, 15:41

Vendo aquele agente implorando para se tornar um revolucionário realmente me irritava e me motivava a soca-lo, mas não imaginava ser um truque do mesmo para ser pego em uma armadilha, agora acordava completamente assustado preso a uma cadeira, não entendia o que estava acontecendo, só tinha certeza que estava preso em um lugar que nem me lembrava de ter ido.

-“Acalme-se e pense”- dizia para mim nas pausas de minha respiração oscilante –“Eu estava perto do barco, tinha aqueles agentes e...”- não conseguia me lembrar do resto, só conseguia ver alguns pedaços do que poderia ser minha memória, em um momento estava socando alguém, em seguida apenas me lembro de um clarão e uma dor lancinante, querendo ou não apenas tinha mais perguntas do que repostas.

-“Aquilo por acaso foi uma explosão...?”- tentava raciocinar, talvez conseguisse juntar as peças e formular algo, mas não tinha sucesso, principalmente por ter meu raciocínio atacado a uma dor muscular que se alastrava pelo meu corpo, em uma tentativa desesperada começava a me debater tentando me soltar milagrosamente, e ao que aparentava aquilo apenas serviu para avisar que estava acordado.

A pessoa que adentrava era completamente estranha, alguém que queria se manter no anonimato e observando suas ferramentas, sabia que ele se divertiria conosco –“Parece que estou em uma situação bem ruim”- pensava comigo enquanto encarava o homem tentando regular minha respiração, e acabava ouvindo atentamente todo o blábláblá dele.

-“Sabe chega a ser engraçado”- começaria dizendo enquanto sorria para tentar criar alguma empatia entre nós dois, não que pensasse que seria possível –“Eu também quero saber o que passa pela cabeça de um revolucionário, afinal eu entrei por pura vingança, não tenho nenhum desses idealismos pregados por eles”- eu o diria a verdade, não sabia como engana-lo dizendo mentiras e tenho quase certeza que ele aprecia quando dizem a verdade.

Começaria a observar o ambiente tentando encontrar algo que pudesse me auxiliar –“Antes de revelar onde estão meus companheiros”- diria após uma breve inspirada –“Pode me falar o que vai acontecer conosco?”- queria saber minha próxima rota, por sorte teria informações suficientes para formular um plano, acabaria esperando sua resposta e independente dela continuaria a falar –“Pode esperar cinco minutos? Não me lembro de muita coisa desde que cheguei nessa ilha, deve ter sido resultado do seu ataque anterior”-.

Era um movimento que parecia ser arriscado, mas sua resposta não importava para mim, ela já me daria tempo necessário para pensar –“Estou preso a esse cara e não tenho como contatar Grouge, Wanda está desacordada”- morderia meu lábio enquanto moveria minha cabeça na esperança de encontrar alguma saída e possivelmente seria vão.

-“Eles estão... no centro da ilha...”- durante esse meio tempo teria um plano simples, revelaria a localização de Grouge fazendo com que aquele cara tivesse que sair do quarto permitindo que pudesse formular um plano e executa-lo, além do mais Grouge nunca participou efetivamente em minhas batalhas, mas tinha certeza que ele era mais forte do que eu então não consigo imaginar ele sendo preso.

-“Agora que te dei o que queria vai nos deixar em paz certo?”- seria bom confirmar efetivamente para obter sucesso em meu plano, e imagino que o homem poderia acabar me cortando para forçar a verdade e sem pensar duas vezes continuaria dizendo que eles estavam no centro da ilha enquanto tentava suportar a dor.

Havia a ínfima possibilidade de o mascarado resolver perguntar a Wanda, e em momentos assim me veria forçado a chamar sua atenção, logo em um ato desesperado cuspiria em sua cara, enquanto diria exaltadamente –“Já te contei tudo o que quer! e se quiser se divertir, eu ainda estou acordado!”- falaria em um tom irônico para tentar irrita-lo e mudar seu alvo para mim. Mas pensando bem... Não tinha motivos para ajudar Wanda, porém mesmo sem motivos não conseguiria suportar vela ser torturada, principalmente porque tenho o pressentimento que ela está aqui por minha culpa.


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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptyQui 13 Jun 2019, 18:47


O caminho da R-evolução


– Mas que merda! – Eu falava imediatamente após ser pega desprevenida por uma pessoa qualquer que estava tentando meu usar como escudo humano. Era indescritível o que eu sentia presenciando tudo aquilo na minha frente, para ser sincera eu jamais havia visto ninguém morrer na minha frente e agora, de uma só vez, eu presenciava um massacre a sangue frio entre possíveis piratas quaisquer e marinheiros. Era um completo choque de realidade para mim, eu precisava fazer algo a respeito pois ficar parada não era uma opção. Tentaria sair do agarrão que eu estava recebendo jogando o cara que me segurava no chão com um movimento brusco realizado girando meu tórax cerca de 45º graus com toda minha força e articulação avantajada que possuo. Em últimos casos realizaria um tiro em alguma parte do corpo dele que estivesse a minha disposição no momento para me soltar.

Assim que estivesse livre eu tentaria procurar civis que estivessem no local, pessoas desarmadas no caso, e tentaria ajudar tirando-as do lugar. – Venham comigo, eu não vou deixar vocês morrerem! - Eu diria realmente estando preocupada com as vidas inocentes que estavam em jogo pois elas eram minhas prioridades naquela situação, depois iria priorizar qualquer outra coisa que me rodeasse. “Não irei permitir que nenhuma vida inocente se esvair em meio a minha presença.” Eu pensaria enquanto prestasse a maior quantidade de ajuda que conseguisse para os necessitados. Procuraria apenas tira-los daquele campo de batalha, levaria-os para a floresta ou ao longo da praia, ficaria atenta para qualquer ataque que pudesse ferir-me priorizando esquivas para ambos os lados, conforme fosse melhor na situação. Caso algum ser hostil aparecesse tentando me ferir ou ferir um civil qualquer, não hesitaria em responder utilizando minhas armas; um tiro na perna ou na barriga seguido de esquivas seriam minha opção. Faria isso até me intervirem ou até todos inocentes estarem a salvo.




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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptyTer 18 Jun 2019, 16:13

Allen Dorrus

Allen se via em um momento difícil, estando preso e sem se lembrar de tudo, Allen resolve tentar visualizar alguma rota de fuga que tivesse por aquele local, porém, se vendo sem quaisquer rotas, apenas podendo fugir caso ele conseguisse subir para onde estava vindo a luz (acima dele), o jovem logo começa a tentar entrar no joguinho do homem fazendo isso para que conseguisse ganhar mais tempo para planejar algo bom o suficiente que pudesse tirar ele e Wanda dali. Após fazer ao homem algumas perguntas, Allen acaba por ser respondido levando um golpe no rosto por uma barra de metal fazendo-o assim cuspir sangue e um dente para fora - Cale a boca, garoto! Apenas quero que você responda a minha pergunta. -. Allen Dorrus vendo que não tem muito o que fazer, decide responder logo a pergunta do homem, o torturador logo começa a gargalhar como se ele tivesse escutado uma piada, - Hihihihihihi! Você está sendo muito fácil, e eu pensando que aquele cara que você interrogou que era fraco. Me desculpe, garoto, porém eu não te libertarei nunca mais. Hihihihihihi - o homem então começa a acertar diversos golpes com a sua barra de metal em Allen, porém antes que pudesse finalizar o jovem, o homem acaba sendo acertado por um chute em seu rosto por Wanda quebrando assim a sua mascara revelando o seu rosto e então cai no chão pelo impacto do chute.

- Allen! Vamos logo fugir daqui. - diz Wanda que logo se solta das cordas utilizando-se de uma adaga que ela tinha escondido em sua roupa; Wanda logo solta Allen e o pega colocando-o em cima de seu ombro, - Eu na verdade estava fingindo que eu estava dormindo enquanto cortava as cordas pelas minhas costas. -, antes de sair do local em que estão, Wanda logo pega a sua adaga e finaliza o torturador matando-o com várias facadas em seu rosto. Ambos os dois revolucionários logo saem da sala em que estavam e então pulam no mar antes que alguém os vissem - Precisamos te levar rapidamente para o centro da ilha, você está perdendo muito sangue. - diz Wanda enquanto nada até a margem da ilha. Allen logo começa a desmaiar graças a sua perca de sangue.

Ao acordar, Allen se vê sozinho escorado na árvore apenas estando com uma fruta ao seu lado e um bilhete em cima da fruta dizendo "Coma a fruta e então vá nos encontrar de onde está vindo o maior barulho da ilha, lá está acontecendo uma guerra e estamos ajudando os civis defendendo-os dos tiros e curando os feridos."
Agnes Zatara


Vendo-se em meio a uma situação horrível com diversas pessoas inocentes morrendo, Agnes Zatara acaba por ser pega desprevenida por um pirata que tentava a utiliza-la como um escudo humano. Agnes antes que pudesse se soltar, acaba por receber a ajuda de uma jovem que acerta um mata-leão no homem que havia pego Agnes, a jovem então se vira para Agnes e diz com um olhar determinado - Você está bem? Caso você ainda consiga se movimentar vá ajudar alguns civis que estão em meio a guerra - a jovem logo sai de lá correndo, enquanto que Agnes começa a agir; Agnes logo começa a procurar por civis, e logo ela vê um casal de velhinhos, que ao Agnes tentar ajuda-los acaba por levar uma bala perdida em sua barriga, porém sem se deixar abalar, Agnes continua a ajudar os velhinhos e leva-os para a floresta.

Após ajudar mais 7 pessoas, Agnes acaba tendo a sua atenção chamada pela mesma jovem de antes - Percebi que você está ajudando bastante pessoas, caso você queira ajudar mais pessoas ainda, me procure e eu te apresentarei ao meu superior. Ah, e meu nome é Sabrina Sand. - a jovem então entrega a Agnes alguns curativos que ela poderá usar para parar o sangramento por um momento que saia da sua barriga. Se passando 20 minutos, Agnes ao tentar ajudar mais outra pessoa, acaba por ser quase acertada por um tiro que passa perto de sua bochecha e acaba acertando o civil que ela estava ajudando, assim o matando, o tiro vinha de trás dela, que ao olhar ela poderá ver um homem da marinha, que dá um sorriso no canto da boca para ela e diz - Ei, garotinha! Não saia ajudando os civis e nos ignorando ou poderá levar um tiro na cabeça. - o homem parecia determinado para um tiroteio, e como Agnes poderia perceber facilmente, ele era um psicopata, pois ele não havia demonstrado nenhum remorso ou sentimento após ter acertado a cabeça daquele pobre civil.

O clima se torna pesado, e aquele homem não parecia querer deixar Agnes sair viva dali.

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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptyQui 20 Jun 2019, 21:16


Em meio aquela situação desesperadora só conseguia pensar em encontrar uma rota de fuga, isto é até que aquele covarde começou a me bater, a dor acabava afetando meus pensamentos, ao invés de raciocinar só conseguia pensar se conseguiria sair vivo, e por sorte fui salvo por Wanda –“Merda, fui um inútil”- dizia enquanto via a cabo desfigurar a cara do homem –“Parece um animal selvagem”- aquela cena realmente me impressionava, ver a vida de alguém acabar em questão de segundos é algo que não era acostumado, mas acho que isso se tornaria normal daqui para frente, bem quem sabe...  

Quando meus olhos se abriram parei um tempo tentando me lembrar o que havia acontecido e confesso que não foi uma boa ideia “Se eu tivesse desamarrado teria dado uma surra nele”- falava comigo, na esperança de diminuir meu sentimento de inutilidade, não havia conseguido nem durar mais um pouco –“E ainda digo que vou destruir a marinha assim!”- saber que não pude fazer nada me frustrava, além do mais eu perdi pra um agente desse tal governo que nem conhecia então como poderia derrotar alguém conhecido da marinha? –“Preciso ficar mais forte... Só assim poderei fazer algo relevante”- sabia como solucionar meu problema, só não sabia como ficar mais forte...  

Em meio a toda minha frustração comecei a ler o bilhete deixado por Wanda –“Ajudar civis? Isso é sério? Acabamos de ser atacado por Agentes e não vamos fazer nada!?”- reclamava enquanto rasgaria a carta –“Devo ir?”- indagaria-me pensando em cumprir as ordens ou me vingar pela humilhação, ainda pensando sobre pegaria a fruta quase esmagando-a e comeria rapidamente tentando me acalmar o minimo possível.

Terminando de comer a fruta começaria a olhar ao meu redor –“Primeiro se acalme”- me sentaria em qualquer local e observaria as árvores –“Isso me lembra um pouco da minha infancia”- com um sorriso bobo apreciaria a vista, me ver dentro de uma floresta trazia lembranças de minhas ‘caçadas’ com meu pai –“Eu acabei nunca mais me envolvendo com animais... Parece até que quero me esquecer daqueles dias...”- me posicionaria em posição fetal ainda me lembrando de tempos antigos, porém no fim eram lembranças dolorosas... –“Eu virei um Revolucionário para vingar vocês... Para isso eu vou destruir a marinha...”- me levantaria finalmente com uma mente mais clareada –“Se quero destruir a marinha tenho que ficar mais forte, e talvez...”- havia algo que me incomodava, uma fala de Grouge dita a alguns dias atrás ‘o governo mundial manda na marinha’ se é assim significa que ambos são interligados –“tenha que destruir essa merda de governo!”-.

-“Mas será idiotice ataca-los sozinho por perder um dente”- falaria colocando meu dedo dentro de minha boca mais precismente na posição da minha mais nova ferida –“Nem se compara ao que os marinheiros fizeram comigo até agora”- assim cuspiria no chão tirando os resquisicios de sangue e talvez um pouco sujeira vinda de minha mão –“Acho que se falar com Grouge podemos bolar um plano e devolver o favor que aquele babaca fez na minha boca”- diria me esticando para preparar meu corpo, afinal estaria adentrando em uma guerra.

-“Uma guerra contra quem? Seriam os piratas contra os nativos, ou o governo já está por lá?”- não me lembrava de ouvir sobre uma guerra, no fim isso apenas significa que devo me preparar psicologicamente –“Bem... No fim sei que poderei lutar contra alguns piratas, deve ser um bom treino”- proferiria desanimado, não queria ter que enfrenta-los necesáriamente, mas vendo a situação não via escolhas para ficar mais forte, outro fator que ainda mechia com minhas emoções era minha inutilidade, mas por ora ignoraria-a para não afetar os resultados de minha batalha.    
 
Finalmente me poria a andar, na direção do alto barulho por perto, não sabia bem o que encontraria por lá, logo caminharia tranquilamente me focando em economizar energia, assim que começasse a me aproximar dos barulhos diminuiria o ritmo, acabaria parando quando conseguisse ver a área plenamente, tentaria observar os envolvidos naquela batalha e obviamente também procuraria por algum conhecido para me aproximar –“Ei, o que está fazendo?”- me dirigiria a qualquer um de meus companheiros para tentar entender melhor a situação.


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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptyQua 26 Jun 2019, 18:43


O caminho da R-evolução


Era indescritível como eu de forma automática havia ignorado toda a situação em que eu estava e priorizado ajudar os indefesos, embora fosse uma característica minha me preocupar com os outros provinda desde cedo, parte dela devido a constante interação com pessoas do mundo todo, era psicodélico o fato de eu de forma simplória entrar naquela guerra que estava ocorrendo arriscando minha vida todo momento visando apenas o bem dos que não deviam nada a aqueles piratas, marinheiros e muito menos a o maldito governo mundial. Esse choque de realidade estando dentro de uma espécie de guerra, nunca antes presenciada por mim, veio à tona no momento em que uma bala perdida de forma inevitável me acertou em cheio na barriga.

“Mas que merda...” Eu pensava comigo mesma enquanto continha o sangue usando minha mão esquerda; nesse breve momento eu mesmo com dor não desisti, aquelas pessoas que lá estavam não mereciam sofrer com esses abusos dessas classes egocêntricas, a dor na verdade serviu mais como um gatilho para eu querer ainda prestar minha ajuda, eu estava tão obcecada que perdurei imediatamente enquanto tentava conter meu sangue com a mão esquerda ajudar mais pessoas, o que para minha sorte funcionou. Um total de 7 pessoas foram resgatadas por mim e levadas até um ambiente menos hostil próximo dali, até que uma tal de Sabrina Sand que previamente havia me ajudado me enaltecia pelo fato de ter sido de eximia ajuda.

– Podemos conversar melhor depois, mais vidas continuam em jogo nesse exato momento. – Com um tom mais sério realmente preocupada com os segundos que estávamos perdendo com essa conversa, falaria para a Sabrina enquanto aceitaria o presente provindo dela. Aparentemente bastava em tampar o machucado e seguir com meu objetivo naquele campo de batalha. Seguindo novamente para a praia em que os combatentes ainda estariam, eu imediatamente continuaria tentando identificar quaisquer pessoas indefesas e prestar ajuda. Minha atitude nobre estava supostamente indo bem até que uma marinheiro com uma fisionomia estranha com um tiro a sangue frio matava uma pessoa próxima a mim sem pena.

"Filho da...” De forma compulsiva ergueria meus dois armamentos recém adquiridos mirando paras minhas costas que o tiro havia provindo e dispararia contra o indivíduo imediatamente, realizaria um tiro com cada uma de minhas pistolas enquanto saltasse para algum tipo de esconderijo que estivesse próximo. “Como ele simplesmente pode fazer isso, uma pessoa acabou de morrer próxima a mim sem motivo algum.” Pensaria comigo mesma caso encontrasse algum ambiente próprio para me proteger. Caso não houvesse nenhuma arvore ou algo solido por perto, tentaria perdurar a realizar saltos acrobáticos mesclando entre cambalhotas, estrelinhas e simples saltos até estar seguro.

Se meus primeiros disparos tivessem sido bem sucedidos eu mesmo assim iria me proteger para evitar qualquer outro problema, tentaria novamente atirar contra o homem se ele ainda estivesse me confrontando, abusaria da minha precisão avantajada para realizar apenas tiros certeiros quando ele estivesse desavisado ou em uma situação que me fosse favorável. Um tiro de cada vez, até conseguir vence-lo, agiria com calma e sem pressa. Em momento algum ficaria desatenta quanto a terceiros que pudessem me atacar, caso essa hipótese viesse a acontecer tentaria me esquivar e responder um tiro em suas barrigas ou partes mais expostas para minha arma.





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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptySeg 08 Jul 2019, 23:39










Partindo pra briga! Ato II: O caminho da R-evolução
Allen



Após ter acordado novamente, Allen não se encontrava em seu melhor estado, como era de se esperar, afinal já tinha sido desacordado antes asfixiado, e agora desmaiou por conta da perda de sangue, o albino passou um tempo em silêncio olhando para o nado, primeiro estava lembrando-se dos últimos acontecimentos, e após isso se sentia indignado, e por mais que tentasse se enganar, a única escolha que tinha era se tornar mais forte, afinal se isso não ocorresse, seu plano de destruir a marinha jamais daria certo. Logo após sair de seu devaneio, encontrou um bilhete com algumas instruções, entretanto o mesmo não estava muito disposto à segui-las, afinal não se sentia nada bem por ter sido derrotado por um agente do governo, mas primeiro parou e comeu uma fruta que estava junto do bilhete. Enquanto a comia, pensava um pouco sobre o que fazer em seguida, afinal não adiantava de nada agir precipitadamente no local onde estava, portanto após repensar seus planos por um tempo, levantou-se de onde tinha estado até o momento e seguiu para o campo de batalha, entretanto ates de chegar ao mesmo, foi parado por um revolucionário que nunca tinha visto antes.

- Aqui, garoto. Pegue esse mapa e siga as instruções, estamos precisando de recrutas nesse local. – Disse o revolucionário, que logo depois de dar as poucas instruções a Dorrus saiu correndo em uma direção que de fato não era o campo de batalha. Ao olhar o mapa detalhadamente, Allen pôde ver que o caminho que devia seguir não passava pelo campo de guerra. O rapaz seguiu as instruções que estavam ali, caminhou um bocado em frente e virou à direita, seguindo reto até chegar em uma espécie de abrigo, que era paralelo ao campo de batalha, a entrada do abrigo era atravessando uma abertura que tinha em uma árvore com o tronco particularmente grosso, por conta de sua constituição física, o albino não teve dificuldade em passar pela entrada, seguiu reto por quase 100 metros, bastante estreitos, antes de chegar a um espaço mais espaçoso. O espaço não era o mais confortável, mas cabiam cerca de vinte pessoas ali dentro com certa facilidade, haviam alguns móveis que permitiam ficar por ali por bastante tempo, e utensílios de cozinha, para se alimentarem.


Agnes



Com Agnes a situação não era nada boa, afinal um homem com as vestes da Marinha acabara de literalmente matar um civil que estava acompanhando-a a sangue frio, e sem uma motivação concreta, algo que era inimaginável de se pensar, afinal os marinheiros eram aqueles que deveriam fazer a proteção dos civis, e não matá-los. Entretanto houve uma reviravolta bastante esclarecedora no momento, dois revolucionários surgiram, um de cada lado do marinheiro, gritando para o mesmo. - Maldito seja! Você deveria proteger os civis e não matá-los! – Ambos carregavam uma espada, cada um, e com dois lados de ataque, não pôde dar atenção à Zatara, que aproveitando a oportunidade, fez dois disparos na direção do homem, que acabou por esquivar do primeiro, sem perceber, graça a um ataque em sua direção de um dos revolucionários, mas o segundo projétil acertou o centro de sua coxa esquerda, atrasando seu movimento, de forma que o marinheiro fora atingido pelos dois revolucionários, causando-lhe um ferimento grave, que provavelmente lhe custaria a vida, mas não era algo com que a morena deveria se preocupar.

Antes que continuasse a ajudar os dois revolucionários contra o marinheiro louco, a garota que tinha falando consigo antes, Sabrina apareceu e a puxou-a pelo braço, em direção à floresta que estava à direita do campo de batalha. - Venha comigo, com urgência. – A mesma carregou Agnes em uma trilha paralela ao grande campo onde havia a grande confusão, até chegar em uma árvore enorme com o tronco bastante grosso, e mexendo na mesma, revelou uma passagem secreta que passaria despercebida por quem não soubesse que a mesma estava ali. - Já estamos quase chegando. – Tornou a dizer Sabrina, que estava ofegante. Após seguirem por um caminho estreito saíram em uma sala espaçosa, mas não exagerada, afinal se assim o fosse perderiam o esconderijo.


Ambos



Allen olhou para trás não muito depois de ter chego, e viu duas mulheres entrando na sala onde este estava, mas depois tornou a olhar para frente, da mesma forma que Agnes e Sabrina, que viram que além dos três haviam mais 5 pessoas no esconderijo. Passando-se 5 minutos, uma mulher se levantou de uma poltrona que estava de costas para todos, seu cabelo era loiro, preso em uma trança, tinha feições finas e belas e seus olhos eram roxos, vestia-se de forma sofisticada e tinha uma manopla de aço em seu braço esquerdo. - Bom, e me chamo Maki, e sou a comandante dessa célula revolucionária. Vocês cinco, já estão ciente de suas tarefas, estão dispensados. – Apontou Maki para os cinco que estavam mais à frente, deixando somente Allen, Agnes e Sabrina no esconderijo. - Sabrina, e você rapaz, podem ir à cozinha e procurar algo para comer enquanto descansam um pouco. Você garota, venha comigo, preciso ter uma conversa franca com você. – Explicou a loira aos três restantes, voltando para sua poltrona de costas para a entrada, e Zarata foi em direção à mesma.

- Muito bem, Sabrina me contou sobre você garota, ajudou os civis sem pensar muito em si, mesmo não tendo nada a ver com a situação, achei sua atitude muito corajosa, é muito raro encontrar pessoas que ajam desta forma. – Elogiou Maki, mas não parou por ai. - Nós somos os Revolucionários, nós lutamos contra o Governo Mundial e contra a Marinha, para ajudarmos o povo pobre e oprimido pelas grandes organizações e os criminosos. Nós queremos que o povo seja livre para viver sem ter a perseguição, principalmente pelo Governo, que trata a quem não se alia a eles como pedaços de merda que não merecem nada!! – Se exaltou a comandante. - Peço desculpas, mas é um assunto um pouco complicado. Mas enfim, gostaria de saber se não quer se juntar à nossa organização. Você seria uma grande aquisição para nossa equipe, o que acha? – Perguntou-lhe Maki.

Enquanto ambas conversavam, Sabrina perguntou a Allen. - O que houve com você Allen? Não o vejo desde que chegamos na ilha. – E olhando para o albino esperou que este a respondesse.

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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptyQui 11 Jul 2019, 21:56


Nunca havia imaginado que seria interrompido por um desconhecido enquanto seguia ordens –“E quem seria você?”- tinha minha pergunta praticamente ignorada por aquele cara, o que era realmente frustrante –“Mas que filho da... só chega e some?”- dizia observando o mapa me dado, mas pensando bem... Aquela seria uma boa oportunidade para não ter que ajudar civis –“Bem... é uma boa desculpa para eu não seguir aquelas ordens”- dizia mudando meu rumo para outro local desconhecido.

-“Uma árvore?”- por alguns segundos fiquei encarando o mapa e a árvore tentando me relembrar do caminho feito e descobrir se havia errado em alguma curva –“Só falta àquele cara ter me enganado”- sem esperanças adentrava o tronco e para minha surpresa encontrava algo bem estranho –“O que?”- estava realmente chocado por ver o ‘interior’ da árvore –“Como isso é possível?”- ficava realmente impressionado, possivelmente nenhuma pessoa normal desconfiaria que em uma simples árvore desse em uma pequena sala de descanso. Ainda observando maravilhado o esconderijo via Sabrina chegar à mesma sala junto de uma desconhecida -“Sabrina? E alguma outra pessoa, mas e Grouge e Wanda?”-.

Finalmente alguém tomava a liderança e começava a falar, mas no fim acabavam não me explicando nada –“podia ao menos ter me falado porque me chamou...”- sussurrava enquanto ia à cozinha. Observava a tal de Maki de vez em quando e a via conversar com a outra desconhecida –“Dava pra já ter me explicado, assim poderia sair sem precisar esperar”- querendo ou não acabaria descontando minhas frustrações na comandante, mas parando pra pensar as ordens sem sentido que venho recebendo estão me dando um bom motivo para acreditar que qualquer retardado pode se tornar um figurão desse exército.

Por mais que estivesse me estressando de receber ordens sem sentido nenhum desde que cheguei nessa ilha, devo estar a julgando errado já que a única coisa que feita por ela é me pedir para esperar, além do mais ela provavelmente deve ser tão forte quanto Grouge para poder comandar um grupo de revolucionários –“Acho melhor tentar dar uma chance para ela”-.

Na cozinha começaria a procurar por algo que já pudesse comer afinal eu não sei cozinhar e tenho quase certeza que Sabrina também não –“Pra falar a verdade eu também não sei direito, só me lembro de socar um dos agentes e acordar em outro lugar”- diria a encarando e depois desviaria o olhar a procura de algo para poder me alimentar –“Depois fui surrado por uma barra de ferro e agora estou aqui...”- tendo encontrado ou não algum alimento me viraria para Sabrina e a questionaria –“E você? O que fez? E Wanda e Grouge?”-.

Quando Sabrina parasse de falar me sentaria em qualquer lugar vago e esperaria o término da conversa entre Maki e aquela outra mulher para me levantar e conversar com a tal comandante –“Bem, sou Allen e queria saber por que fui chamado”- tentaria ser o mais amigável e direto possível, por mais que achasse interessante a sala de descanso queria sair o mais rápido possível, já que perder tempo lá não me seria viável se realmente queria fazer algo contra a marinha ou contra os agentes do governo.

Por mais que não me parecesse sem motivos a comandante poderia negar as explicações a mim, portanto respiraria fundo e me sentaria tentando conter meus impulsos para evitar um confronto –“Não da nem mesmo para me falar o que quer, mas que merda ein”- pensaria comigo mesmo enquanto voltaria a me sentar para esperar o momento em que a loira resolvesse falar algo relevante, bem de qualquer forma seria melhor do que ir para guerra sem motivo nenhum.


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Última edição por Flame Spearrow em Seg 15 Jul 2019, 22:08, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptySex 12 Jul 2019, 13:22


O caminho da R-evolução


Era muita informação para que eu pudesse digerir de forma completa, aquele marinheiro louco provavelmente deveria estar morto nesse exato minuto e eu havia participado dessa execução se pensasse de maneira ampla. Confesso que não me sentia tão culpada nisso, para ser sincera eu me sentia como uma vingadora daqueles que não puderam se defender, pela facilidade na morte daquele civil provavelmente ele já deveria ter realizado outros homicídios posteriormente, mas como eu disse, é algo muito amplo para mim pensar nesse momento.

Sabrina havia surgido em meio ao campo de batalha e me puxado até o mato nos levando ao encontro de uma passagem secreta em uma densa arvore qualquer; se tratava de uma sala não muito avassaladora, com aproximadas 8 pessoas desconhecidas à primeira vista. Devido a minha desatenção que se devia aos meus pensamentos contínuos diretamente relacionados com a guerra que estava acontecendo eu não havia parado para pensar muito durante esse intervalo da locomoção e da minha entrada no esconderijo.

Uma mulher loira com uma manopla em seu braço esquerdos começava a dar ordens para todos naquele ambiente, devido a minha situação e eu não saber o por que diabos havia sido levado para lá eu não estava me sentindo em posição de questionar meus limites. Cinco homens eram então dispensados da sala pôr a mesma que em seguida também cedia ordens para Sabrina e um garoto de cabelos brancos, que eram requisitados na cozinha. Era então que sobrava apenas eu, que também não fui deixada de lado e recebi um pedido para conversar com ela diretamente.

Com um certo frio na barriga, aproximei-me da loira e escutei atentamente a o que ela tinha para me falar, que para minha surpresa era bastante sério. Ela se nomeava previamente como comandante dessa célula revolucionaria, o nome dela eu não tinha certeza de como era por isso não tentaria falar até ter convicção. A loira me disse diretamente sobre o que são os revolucionários e o que eles querem, que não era nada mais do que eu estava tentando fazer sozinha; a divergência se devia apenas ao uso da palavra “luta” que me soava meio esdrúxula.

Ao termino das falas dela eu recebia então a proposta de juntar-me a esse grupo que eu havia tido contato apenas agora, eu deveria aceitar esse pedido? – Primeiro, me chamo Agnes, muito prazer. – Estiquei minha mão direita para ela esperando ser cumprimentado. – Eu acho que é cedo para eu ter certeza se temos os mesmo ideias, mas creio que devido a chacina lá fora eu acredito que nossas forças seriam boas se juntadas para pararmos... Eu aceito, mas não integramente. – Confesso que era isso que eu queria naquele momento, não apresentei dificuldades em dizer isso.

Minha atenção era voltada para lá fora, eu queria retornar para lá mesmo machucada. Com alguns gemidos de dor eu pressionaria minha mão logo depois de cumprimentar a mulher ou não no ferimento do projétil tentando amenizar um pouco a dor. – Eu quero logo retornar para lá, vidas estão em jogo e isso é muito mais do que preocupante para mim... Se puder me liberar agora, comandante... – Falaria de maneira séria mostrando meus ideais enquanto pressionaria o ferimento que estava doendo.




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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptyDom 14 Jul 2019, 17:37










Partindo pra briga! Ato II: O caminho da R-evolução
Questionado por Sabrina sobre o que ocorrera desde o momento em que chegou à ilha, Allen explicou à mesma sobre o que acontecera consigo de forma resumida, embora o albino parecesse pouco entender o que se passara consigo, o rapaz dizia enquanto comia duas bananas e uma maçã, que fora os alimentos que o mesmo encontrara no esconderijo, e, por fim, perguntou à colega por onde estavam Wanda e Grouge. - Aqueles dois estão no campo de batalha. A maioria dos revolucionários que estão nessa ilha estão lá para falar a verdade. – Disse Sabrina de forma pensativa e seu olhar era meio vago. Após isso, Dorrus se dirigiu ao cômodo anterior, onde Maki e Agnes terminavam de conversar, a morena disse que não era o momento ainda pra decidir se as ideias dela e do Exército Revolucionário eram as mesmas, mas que aceitaria entrar para o mesmo no momento, visto todo o problema que estava ocorrendo na ilha, e, por fim, deixou sua vontade de proteger os civis prevalecer. - Bom, isso me resolve um bom problema. – Anunciou Maki, que parecia pensativa no momento.

- Então você, Agnes, vai voltar para o Campo de Batalha, a pouco recebi uma ligação de um de meus revolucionários me dizendo que todos os civis foram evacuados, então agora só há todo o problema com as lutas. Eu preciso que você derrote os agentes ou marinheiros de baixa patente, afinal se o número deles for muito grande a derrota é inevitável, e com a derrota os civis estão em um grande perigo, por isso seria de grande ajuda você derrotá-los. – Nesse momento Allen se apresentou para a comandante, dizendo seu nome e perguntou à mesma o motivo de ter sido chamado ali, e logo teve sua resposta. - Allen, então. Bom, para você e Sabrina eu tenho uma missão diferente, já que todos aqui estão focando nesse campo de batalha, eu preciso que você faça uma invasão à base que os agentes do Governo. Nós não sabemos por quanto tempo essa confusão deve continuar, roubar as provisões deles vai nos ajudar e muito, então conto com vocês para isso. – Explicou a loira para a dupla.

- Como todos vocês já sabem suas missões, fiquem à vontade para começá-las o quanto antes, mas primeiro venha comigo, Agnes. – Chamou Maki, andando até uma porta, que ficava escondida atrás da poltrona onde a mesma estava sentada antes, após passarem pela mesma, foi possível a Agnes ver que ali havia uma enfermaria, que estava vazia no momento, mas por quanto tempo? Após isso, a morena deitou-se em uma maca, e a comandante loira pegou algumas ferramentas e em seguida levantou a parte de cima da roupa de Zatara, sendo assim possível à mesma ver o ferimento. - Bom, o projétil deve estar ai dentro ainda. – Falou pensativa Maki, que voltou às ferramentas médicas e pegou uma anestesia local, que estava em uma seringa, aplicou-a e em seguida começou o processo de extração da bala, que não demorou muito, talvez a mesma já tivesse uma breve experiência com esse tipo de situação, após isso a médica costurou o ferimento, e fez um curativo por cima. - Agora você vai para sua missão, evite movimentos muito bruscos, pelo menos agora no início, ao menos você luta com pistolas, pelo que vi. – Comentou a loira, mostrando-se ser uma boa observadora. - Tome cuidado, embora essa missão seja importante, não adianta você morrer para cumpri-la. – Disse uma última vez antes de deixar Agnes sozinha na enfermaria, voltando à sua poltrona.

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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução - Página 2 EmptySeg 15 Jul 2019, 11:14


O caminho da R-evolução


Aquele lugar era uma caixa de surpresas, um esconderijo secreto com uma enfermaria escondida dentro do esconderijo (?), pois bem, pelo menos agora eu estava tratada e isso era um problema a menos para me preocupar. A loira havia me provado eficiência como uma líder dividindo suas tropas e utilizando de minha ajuda de forma direta no campo de batalha, isso era louvável de certa forma.

Me retiraria então da enfermaria e seguira até a porta pela qual eu entrei passando próximo a loira. – Muito obrigado por isso. Você é uma pessoa boa! – Enalteceria o que deduzi dela conforme nos aproximamos. Seria mais ou menos um troco eu ir contra meus ideais e participar do confronto que estava ocorrendo, marinheiros, agentes do governo, revolucionários e piratas estavam combatendo na praia pelos seus ideais e eu me sentia obrigada em intervir.

Assim que saísse olharia para todos os lados certificando-me de que estava sozinha. “Por onde mesmo que a Sabrina nos trouxe para aqui?” Pensaria tentando lembrar o caminho que fizemos até a praia e então o seguiria. Caso apresentasse dificuldades em reconhecer devido a floresta ser similar para todos os lados que olhasse, tentaria seguir o som que a guerra provavelmente estaria provocando.

Meus avanços incondicionalmente de qual maneira eu escolhesse para ir até o campo de batalha seriam cautelosos, cada passo seria mesclado de forma cuidadosa para que a menor quantidade de som fosse emitida pela grama, folhas secas, galhos pequenos ou seja lá o que eu pisasse, eu não tinha pressa nesse quesito, minha saúde estava em jogo e após meu ferimento prévio eu não perduraria me expondo tanto.

Quando chegasse finalmente nas redondezas da praia da qual ocorria o conflito, tentaria primeiro encontrar algum lugar mais seguro para me esconder e então certificar-me-ia de que nada nem ninguém me visse indo até ele. Priorizaria arvores mais densas, pedras grandes ou matos altos; em últimos casos para manter-me protegida não hesitaria em subir em qualquer arvore que estivesse próximo utilizando de saltos simples para escalada.

Já segura novamente checaria se nada hostil viria a me prejudicar, nem que fosse uma bala perdida ou algum guerrilheiro que viesse em minha direção. “Como eu farei para identificar quem é quem? Marinheiros provavelmente devem trajar o símbolo da organização em alguma parte do corpo, o mesmo serve para agentes do governo, mas como diferenciarei piratas de revolucionários?” Me questionava tentando observar as índoles dos combatentes.

Em últimos casos, caso me envolvesse em algum conflito fosse no caminho que percorri pela floresta ou já na praia, realizaria um ato padrão de qualquer atirador, tomaria distancia apontando minhas armas contra quem fosse/fossem o(s) inimigo(s). – Mãos pro alto, quem é/são você(s)? – Falaria fazendo um cara mais séria tentando intimidar o(s) oponentes abusando de minha atuação.

Se as coisas ficassem feias e quaisquer ataques pudessem vir a me machucar, sejam eles físicos ou projetados em arremessáveis, eu optaria em me esquivar com cambalhotas realizadas com minhas costas caso se tratasse de projéteis; armas ou golpes eu evitaria realizando saltos com as duas pernas seguidos da mesma estratégia aplicada anteriormente. Proteção, interrogação e intimidação.



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