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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptyTer 21 Maio 2019 - 23:27

Relembrando a primeira mensagem :

♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Hornee Diamond. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptyQui 30 Maio 2019 - 23:04

♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder


Estenderia a palma da minha mão para frente e balançaria a cabeça vagarosamente para os lados, demonstrando que estava tudo bem com a menina - *Mesmo eu não tenho repleta certeza disso* - já que eu não sabia o que foi aquele estrondo no convés e nem tão pouco por que Mia se sentiu repentinamente mais segura fora do quarto do que dentro dele - *Isso não faz o menor sentido… nós guardamos essa porta o tempo todo e…*

Infelizmente eu obtive a resposta para minhas dúvidas - *Talvez fosse até melhor não as ter tido*. Máscaras estranhas portavam corpos de seres que estranhamente se materializavam pelo corredor em que estávamos e nem mesmo um solavanco grande da embarcação foi suficiente para movimentá-las - *São quase como… como... * - criaturas saídas de um filme de terror cercavam as poucas saídas que tínhamos ali e elas pareciam flutuar como se fossem algum tipo de ilusão ou assombração.

Inspirei profundamente o mais rápido que pude e engoli em seco tentando me manter centrado - *Não é hora de arregar!* - e prontamente eu correria até Mia Hatti e a cobriria com meu enorme escudo voltado para a criatura sentado na escada oeste (que pelo mapa parece ser a mais próxima de nós) nos antepondo atrás do objeto clássico de bloqueio. Toda a coragem proveniente de minha alma seria expetorada em uma encarada ameaçadora de meus olhos para os buracos negros da máscara - *Não irão passar* - e com um enrijecimento de meus ombros e rangimento de meus dentes, eu aguentaria investidas de ataque advindas do ser misterioso.

Mudaria rapidamente o olhar para o Aproximador, Yuki e Lucas para reparar quem ainda estava em sã consciência após aquele show de horrores. Jogaria a cabeça levemente para o lado como que requisitando que tal pessoa disponível me ajudasse com os outros dois seres mascarados dando cobertura por nossas costas que estava desprotegida. Caso nenhum deles estivesse recuperado de um possível choque emocional - *Droga! - eu arremessaria uma shuriken na vertical no chão próximo ao ser que tentasse se aproximar da garota - *Não dê mais nem um passo seu miserável!* - em tom claro de ameaça.

Com uma aproximação subsequente das criaturas mesmo após meu arremesso de alerta, eu viraria meu corpo na horizontal com braços estendidos de modo que meu braço esquerdo bloqueasse as investidas do ser da escada oeste, enquanto meu braço direito ficasse livre para jogar shurikens nas criaturas do lado leste que se aproximavam, tendo Mia atrás apoiada em minhas costas - *Quem vai sequestrar você serei eu, Mia Hatti* - e de um modo irônico sorriria mais confiante diante do combate de outro mundo que eu participava. Jogaria duas shurikens com a mão direita fazendo uma curva na diagonal de baixo para a direita em direção à máscara que os dois portavam - *Revelem-se!* - e com a fronte franzida eu tentaria novamente tal ataque até conseguir acertá-los na região da cabeça; e, enquanto isso, ocasionalmente viraria meu pescoço para o lado esquerdo para antepor meu grande escudo com o braço enrijecido para não baixar minha guarda e permitir que o monstro do lado oeste acertasse Mia ou eu.

Tendo auxílio no lado leste e me preocupando apenas com o inimigo do lado oeste, tentaria executar o mesmo estilo de arremesso na diagonal com a mão direita contra ele visando sua máscara à queima-roupa enquanto anteporia meu escudo evitando golpes frontais vindos de seus braços ou pernas. Eventualmente, empurraria levemente Mia para trás para que sua presença ali não prejudicasse meus movimentos e ao mesmo tempo ela se distanciasse de nosso agressor - *Não irei falhar contigo de novo!*

Se por ventura o inimigo se aproximasse muito de mim eu o empurraria para frente com meu grande escudo fazendo bom uso de força bruta e, tão logo ele vacilasse dando uma passada para trás, já arremessaria uma shuriken em seu rosto para que ele não tivesse o benefício do equilíbrio ao seu lado durante meu ataque. Se ele estivesse grudado no meu escudo por algum motivo, um soco de mão fechada - *Obrigado John!* - iria direto à bochecha direita de sua máscara já que eu estava treinando boxe justamente para uma situação como aquela.

Tendo infelizmente Mia Hatti raptada pelas criaturas desconhecidas, eu rapidamente correria na direção deles com a perícia que o alemão Holff me ensinou em Las Camp e daria uma ombrada de encontro nele com o meu grande escudo rente ao meu braço para que eu o derrubasse no chão e, tão logo conseguisse tal situação de ficar por cima dele, desferiria diversos socos em sua face até que ele parasse de resistir.

Com os inimigos sumindo de um modo tão bizarro e inexplicável como apareceram, eu arquearia as sobrancelhas e encararia Lucas - *Me parece que precisamos de algumas explicações…* - cruzando os braços indignado por não termos sido informados que os inimigos atrás de Mia Hatti seriam tão peculiares.

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptySex 31 Maio 2019 - 1:12


Narração
Tempo bem pesado, ondas fortes
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Tarde
6/15 posts para Bingo Bingo Island, sendo:
3 de igualdade com reverse
4 de "farol até primeira ilha", sendo um Brigue, ou seja, 4 posts
8 de ida até terceira ilha sendo +4 posts por ilha já que estão usando um brigue

Hornee
A situação era tão estranha para Hornee que não entendia porque a criança cega correta para fora do quarto, a resposta era "simples" e veio rápido, não era uma resposta boa. Como ela vira aqueles seres? Talvez não tivesse visto, sentido? Pode ser que só tinha corrido da rápida reação de Lucas. Era difícil determinar, mas os pensamentos do mink estavam contidos em salvar ela. Ao responder seu superior ali ouviu Mia gritando novamente. - NÃO! ME DEIXEM EM PAZ! - Mas não havia nada ali. Mesmo as criaturas que apareceram depois não estavam próximas a elas.

A situação era complexa e o mink estar perdido era óbvio. Hornee deduziu que as criaturas eram inimigas, afinal, elas apareceram logo depois de Lucas socar algo no quarto e de Mia sair de lá dentro gritando. Ao mesmo tempo, mesmo tendo aparecido, elas não iam na direção da criança ou qualquer coisa do tipo. Era uma situação complicada e ele escolheu a rota mais segura. "Não é marinheiro ou agente, então é inimigo". E assim logo se armou contra os bizarros humanos mascarados que apareceram no navio.

Correndo até Mia, a protegia com seu escudo, de quê? Não se sabe, pois as criaturas não iam até ela, não atacavam. Elas continuavam olhando para a despensa, para a escada e para o teto. Olharam o suficiente para o choque do Aproximador e de Yuki passarem. As criaturas estavam exatamente como quando haviam aparecido inicialmente. O mink encarava o ser na escada, mas este não se importava com isso, talvez por ser impossível amedrontá-lo, talvez porque encarar alguém com um olhar ameaçador enquanto usa óculos escuro não seja algo muito efetivo. - Estamos seguros? - Perguntou o Aproximador para todos ali, afinal, ninguém se mexia mais e ninguém entendia o que acontecia. - Quando ataquei um desses no quarto, atravessei ele e acertei a parede. - Falou Lucas chegando próximo do ser na escada e passando a mão no mesmo. Ele simplesmente atravessava o mascarado.

Com isso Yuki aproximou-se de Hornee e Mia, esticando a mão para ela querendo ajudar a mesma a levantar-se, apesar desta obviamente não ver isso. - Está tudo bem. - Falou a pessoa com uma voz bem carinhosa. - Você está segura agora. - E falando isso, a reação de Mia foi rápida. - NÃO! ME DEIXEM EM PAZ! - Só que desta vez o grito foi ainda mais forte e ela começava a chorar colocando os braços tampando o rosto, com os cotovelos logo acima de seu plexo solar. - O que foi que aconteceu Mia? - Perguntou Lucas e a criança correu em sua direção mais rápido do que Hornee podia imaginar. Ela pulou na direção que a voz dele estava. - Eles querem me sequestrar! - Falou ela bem alto. E ali estava, aquele poder absurdo dela de dedução ou sexto sentido. Por algum motivo, Lucas olhou para ela e foi simples. - Suba as escadas e grite por ajuda. - Falou ele batendo na madeira da escada para indicar para ela onde esta estava. E assim a menina começou a subir o mais rápido que podia. - Então os inimigos são vocês... - Falou o homem posicionando-se na frente da escada. Lá em cima ouvia-se o grito da menina por socorro.

Lucas então começou a correr na direção de Hornee que era o mais próximo e este com seu escudo tentou empurrar o inimigo. Lucas socou o próprio escudo e o mink sentiu a força de seu inimigo por ser empurrado para trás com isso. Como não conseguiria jogar a shuriken dada a proximidade, tentou socar o mesmo, mas ele conseguiu esquivar-se com um bom arco para baixo de sua cabeça.

Passos eram ouvidos e claramente na direção da escada em que estavam, os marinheiros iam chegar. Mas pouco antes deles chegarem, outra onda forte bateu no navio e novamente todos eles foram para o chão. Lucas, Hornee e o Aproximador estavam bem próximos das duas portas dos quartos mais ao norte. Enquanto Yuki estava basicamente na cozinha.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptySab 1 Jun 2019 - 2:30

♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder


*Ela lê mentes então…* - olharia para a menina subindo as escadas em desespero com uma postura esbanjando tranquilidade, já que algo me dizia desde o início que Mia ia dificultar nosso trabalho de sequestro - *Não é a toa que todos na Badmoney’s a evitam…* - e, mesmo com uns fantasmas que pareciam algum holograma estranho, consegui conter a investida de Lucas contra mim.

Novamente as ondas bravas da Grand Line eram impiedosas com nosso barco e todos eram arremessados ao chão do navio. Caso eu estivesse próximo da escada oeste por onde Mia escapou eu prontamente tentaria me levantar em um pulo e correr desviando de uma eventual rasteira ou agarrão de Lucas para tentar me derrubar e correria subindo as escadas para me aproximar o máximo possível da filha do traficante - *Pode gritar o quanto quiser… eu não dou a mínima* - e com pensamentos embuídos em frigidez, tentaria agarrar a garota com um abraço por traz para raptá-la.

Tendo capturado Mia Hatti em meus braços eu a apertaria para que ela não se soltasse mesmo se contorcendo ou lutando para desvencilhar-se de meus braços usando apenas minha força bruta - *Uma simples criança não pode me vencer* - e a usaria de escudo humano para avançar até o deck do navio colocando-a à minha frente e arremessando shurikens horizontalmente no rosto de inimigos que ousassem se aproximar de nós - *Cheguem mais… cheguem!*

É possível também que Lucas estivesse estrategicamente posicionado para guardar a escadaria de um modo que seria impossível evitar um confronto direto. Nesta situação, eu prontamente me ergueria enquanto aproveitaria da condição de desequilíbrio do agente para arremessar uma shuriken na direção do seu rosto enquanto dobrava minhas pernas para me levantar. Abusando de sua condição desvantajosa para uma esquiva eu arremessaria shurikens na horizontal da direita para a esquerda para que rasgassem seu rosto e, caso ele efetuasse um rolamento lateral eu já imediatamente arremessaria outra arma na posição em que ele havia se deslocado para enfim acertá-lo.

Imediatamente levantaria meu escudo em riste quando Lucas se levantasse e anteporia meu instrumento de bloqueio de modo que eu pudesse desviar para a diagonal interior seus golpes, ou seja, se ele golpeasse da esquerda para a direita eu desviaria seu ataque usando meu escudo para conduzir seu ataque para minha esquerda e se ele golpeasse da direita para a esquerda apararia com meu escudo batendo no seu antebraço para desviar seu ataque para minha direita - *É agora!* Tendo com sucesso rompido a guarda de meu inimigo, eu arremessaria uma shuriken à queima-roupa em seu pescoço exposto com a mão que me fosse mais conveniente - *Vantagens de ser ambidestro* - para ferí-lo gravemente em uma área vulnerável. Conseguindo com sucesso enterrar uma arma em sua região do pescoço, eu prontamente aproveitaria minha proximidade para usar meu chifre em seu pescoço para agravar ainda mais o ferimento de tal região vital para seres humanos, golpeando-o no estilo de um gancho e puxando meus chifres rapidamente para trás para rasgar sua carne e deixá-lo em estado grave.

Se Lucas me atentasse golpeando de cima para baixo ou de baixo para cima eu conduziria seu ataque com meu escudo antepondo meu aparato em seu antebraço para que seu movimento saísse pela tangente. Desta forma, sua guarda estaria vulnerável na região do abdôme ou do tórax para eu proceder da mesma forma que realizei em seu pescoço - *Você não me escapa! Seus dias estão contados…*

Com a impossibilidade de arremessar uma shuriken em uma área vital após conter um de seus golpes, provavelmente por tentar novamente se recompor no combate, eu faria uso da técnica de Luta de Rua que John me ensinou em Las Camp para trançar minha perna por trás da dele e puxá-la para frente de modo que eu o derrubasse de costas no chão - *Agora você é meu!* - e tendo Lucas derrubado enquanto eu estivesse de pé, impiedosamente arremessaria diversas shurikens contra seu peito e rosto com uma mira precisa o suficiente para acertar seu corpo, mas rápida o bastante para dificultar a sua esquiva; e com meu oponente em dificuldades combativas, aproveitaria para chutar seu rosto com o intuito de desmaiá-lo (caso ele ainda não tivesse sido derrotado) atacando-o freneticamente para garantir que pelo menos alguns ataques trespassassem sua esquiva ou bloqueio.

Se em qualquer instante eu tivesse a oportunidade clara de finalizar com a vida de Lucas rasgando seu pescoço, atingindo-o no globo ocular ou coração eu assim o faria - *Não me leve a mal, mas você é muito trouxa…* - pois não era do meu feitio perdoar quem se antepunha em meu caminho. E Lucas estava literalmente sendo a pedra do meu caminho.

Pouco menos preocupado com os fantasmas mascarados, eu eventualmente os olharia de relance - *Mas que diabos é isso?* - somente para garantir que os hologramas bizarros não assumissem uma forma corpórea e intervissem no combate ou tentassem me afastar de meus objetivos. No mais, simplesmente os trespassaria como se não estivessem ali do mesmo modo que Lucas fizera outrora.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptySab 1 Jun 2019 - 4:16


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Hornee
Após cair no chão e ver Mia partindo, o mink não pensou duas vezes e levantando-se passou direto pelo fantasma e subiu as escadas antes mesmo de Lucas fazer qualquer coisa. A chuva caia forte e o vento estava ainda mais forte. Mia não estava tão perto da escada, pois o primeiro movimento lá embaixo pós a corrida dela havia sido de Lucas, mas estava "perto o suficiente". Entre os dois havia alguns marinheiros onde Hornee não excitou em jogar shurikens em seus rostos para avançar na direção da menina e agarrá-la sem pensar duas vezes.

Ao segurar ela, viu que lá de baixo vinha Lucas que simplesmente ignorara o Aproximador e Yuki e partira atrás de Hornee. O homem partia na direção do mink e de Mia sem pensar duas vezes. O bode iria utilizar a menina de escudo, mas pouco antes de Lucas chegar ela acabou escapando. Não por incompetência do bode como um todo, pois era difícil de definir naquele mar caótico quando uma onda forte atingiria o barco. E aquela ainda fora mais forte que a anterior, ou pelo menos assim sentira por estar no convés desta vez e não na segurança do interior do navio.

Os dois se levantaram e os marinheiros também iam se levantando. Lucas partia na direção de Hornee e tentava dar um uppercut no mesmo, o mink conseguia impedir que fosse atingido conduzindo o golpe com seu escudo. Com a guarda baixa de Lucas o mink jogou uma shuriken em seu pescoço. O golpe foi bom, foi até ótimo, mas o mink não saberia naquele instante se seria o bastante para matar Lucas. Sentiu um baita soco de um marinheiro em sua barriga. Não estavam sozinhos no convés. E ele provavelmente apanharia muito mais se a sorte não estivesse de seu lado.

Uma onda muito maior que o normal surgia. E simplesmente virava o barco. O mink via o mesmo sendo partido ao meio por um rei dos mares antes de perder a consciência na água.

Hornee acordava numa praia, virando seu corpo e expelindo uma quantidade absurda de água para fora de seu corpo. Estava escuro e ele não conseguia ver muito além por ainda estar meio tonto. Para sua sorte, ou azar, não ouvia nada além das fortes ondas que estavam um pouco atrás de onde estava, até sentindo a água chegar a seus pés. Infelizmente estava encharcado da cabeça aos pés, um pouco fraco sentia que não podia confiar tanto em seus músculos naquele momento quando gostaria. Onde estava o jovem mink?

Quantidade aleatória (1,7) :
7

Nem eu sei qual ilha você caiu e aí ficou uma descrição genérica, tomara que você tenha sorte



Para o avaliador escreveu:
Querido(a) avaliador(a), a contagem de posts de viagem estava até 15 por se tratar do destino final in-game que o barco em si tinha. Ela parou neste post de viagem 7/15, onde na contagem seria o necessário para que alguém de Brigue chegasse na primeira ilha da GL partindo da última ilha dos blues pelo calm belt. Que é o caso aqui realizado nesta aventura pelo nosso querido bode mudo ninja que luta de escudo.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptySab 1 Jun 2019 - 17:07

♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder


*Tsc… preciso de armas melhores. E rápido!* - como Mia escapou de meus braços graças as ondas que complicavam nosso equilíbrio no convés eu tive que improvisar. Rapidamente contra-ataquei Lucas e tudo fora conforme planejado mas, mesmo com minha shuriken pegando em um ponto vital, sua cabeça ainda estava no mesmo lugar - *Droga…* - e eu odiava não ter uma garantia de que meus serviços tinham sido finalizados.

Uma dor instantânea surgiu na minha região abdominal pois um marinheiro me golpeava com um soco abusando de sua vantagem numérica. Pelo pouco que pude perceber, tinham marinheiros o suficiente para eu estar em considerável apuros caso meus aliados da Badmoney’s não aparecessem em breve. Felizmente - *Ou infelizmente, ainda não consegui raciocinar para me decidir* - nosso navio fora tombado por uma onda ainda maior e minha queda n’água foi a última coisa que me lembro deste momento.

Cuspiria um misto de saliva com água salobra nas areias da praia na qual meu naufrágio havia me conduzido - *Minha… cabeça…* - e prontamente pressionaria minha mão contra minha testa numa tentativa de massagear minha cabeça para reduzir os efeitos da tontura e fraqueza que eu me encontrava. Voltaria meu pescoço para trás na tentativa - *Talvez inútil* - de tentar notar algum vestígio do naufrágio como pedaços de madeira e objetos, bem como corpos e tomar isso como base para analisar por quanto tempo fiquei desacordado e por quantos metros fui conduzido pelas águas do oceano até aqui.

Forçaria meus músculos dos braços e pernas para ter uma noção, por mais superficial que fosse, de como estava minha condição física e se eu poderia me por novamente de pé e em condições de caminhar ainda estarem cem por cento. Após me colocar de pé, torceria minhas vestes ainda no corpo para que o excesso de água escorresse e eu não precisasse sofrer com uma eventual doença por ter ficado molhado durante muito tempo. Por fim, certificaria-me de que todos os itens que possuía em minha mochila ainda estavam lá mesmo após eu ter sido arremessado para fora do Brigue e conduzido até aqui pelas ondas do mar.

Caminharia na direção contrária ao mar da praia que talvez me conduzisse para algum ambiente com civilização - *Uma vila ou cidade, talvez?* - e eventualmente viraria meu pescoço para os lados para tentar encontrar, mesmo diante do breu da noite em que estava, algum objeto ou pessoa que teria sido conduzido após o naufrágio até as areias da praia do mesmo modo como eu fui.

*Argh… preciso de um banho!* - balançaria meus braços para me livrar cada vez mais das gotículas de mar que estavam grudadas em minhas vestes - *E, mais uma vez, perdi Mia de vista* - minha cabeça invariavelmente viraria-se para os lados em negação com minha falta de sorte - *Apesar que, dessa vez, é muito provável que ela esteja morta. Não há muito o que fazer por ora…* - e colocaria minha mão em minha face após lembrar dos demais - *Que desastre! Muito provavelmente o Aproximador, Yuki e Truman não sobreviveram também…* - mas, confortavelmente, eu me permitiria esquecer de Lucas já que ele teria grandes dificuldades em sobreviver com uma shuriken no pescoço e naufragado sem assistência médica - *O miserável deve ter encontrado sua cova no fundo do oceano mesmo…*

Por ventura, se na minha caminhada até a cidade eu tivesse encontrado algum artefato em meio ao naufrágio como comida ainda consumível, remédios, ou roupas secas armazenadas algum tipo de baú ou mesmo uma espada que pudesse utilizar como ninjaken - *Faz tempo que não luto com uma dessas…* - eu assim coletaria e trocaria de roupas caso as vestes de lá estivessem mais secas que as minhas apenas removendo o excesso de areia. Obviamente, eu só trocaria de roupa se tais vestes fossem masculinas e me garantissem um mínimo de conforto com tamanhos similares aos meus.

Reconhecendo algum de meus aliados naufragados em meio à praia, eu agacharia próximo a eles e estenderia a mão para ajudá-los a se recompor também, olhando fixamente para notar se eles estavam machucados caso ainda estivessem vivos - *Pelo menos você eu encontrei…*. Se eu tivesse encontrado Mia com vida, escreveria um papelzinho para ela solicitando para que se comportasse - *Esqueça que somos os vilões aqui… não sabemos onde estamos e você precisa se comportar para que eu possa te proteger, ok? Voltar para os braços de seu pai definitivamente não pode ser pior do que morrer de uma vez por todas...*. Todavia se algum marinheiro ou Lucas ainda estivesse com vida, eu arremessaria uma shuriken com toda a precisão e força do mundo para atingir seu olho ou pescoço e terminar de matá-lo - *Sinto muito… mas você não pode continuar vivendo depois de saber a verdade…* - removendo minha shuriken de seu corpo e carregando-a novamente comigo para ocultar a arma do crime.

Alcançando algum tipo de vila ou cidade, eu procuraria por algum tipo de hotel ou estalagem, me aproximando do balcão com um papelzinho pedindo por um quarto e dando um nome falso qualquer caso fosse necessário. Chegando ao meu quarto, eu tomaria um banho para tirar o sal de meu corpo - *Que dia!* - enquanto recarregaria meu Water Dial até sua capacidade máxima, e deitaria com as costas na cama após o banho tirando um cochilo para começar a descobrir onde eu estava depois do sono.

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptyDom 2 Jun 2019 - 3:31


Narração
Seco
Localização: Grand Line - Cactus Island
Noite

Hornee
Perdido e cuspindo água, Hornee olhou para trás e viu nada além do mar, a tranquilidade dele parecia até mesmo uma piada em comparação com a onda que virou o barco que estava. Forçando um pouco seus membros, notou que estava inteiro e sem nenhum ferimento muito grave. Levantando-se e olhando para frente, enquanto torcia suas roupas, notava algumas montanhas de formato estranho, pareciam cactos gigantes naquela distância e altura. Retirando a mochila de suas costas reparou que não perdera nada, apesar de seus caderninho terem se molhado um pouco e agora ter se tornado mais difícil de se escrever.

Após isso começou a andar na direção contrária do mar, sem um destino fixo, simplesmente para frente. Notou assim que a praia era "infinita", estando em uma ilha que predominava um deserto. Sua visão era limitadíssima por ser um maluco que utilizava óculos de sol mesmo de noite, não conseguindo reparar em muitos detalhes além das grandes montanhas que lembravam cactos e de vários pequenos cactos que existiam em abundância em seu caminho.

A caminhada parecia eterna, talvez estivesse andando muito devagar graças ao corpo debilitado e a areia, mas aquilo parecia infinito. Talvez aquela ilha não possuísse civilização e assim o mink estivesse fadado a morrer de fome naquele deserto de cactos. Ficava até mesmo difícil de estimar o tempo que andara, mas enquanto andava Hornee percebeu a existência de um cactus que estava se mexendo lá longe. Teria machucado a cabeça sem perceber e agora estava alucinando? Enquanto se aproximava acabava ficando claro aquilo que não era um cactus, e sim alguém conhecido. Alguém que o mink poderia sorrir pela sorte que havia dado. Mia ia dando passos com dificuldades e com suas pequenas mãos para a frente perdida. Tentando simplesmente não acabar se espetando em algum cactus sem querer. A cega não fazia a mínima ideia de onde estava e enquanto Hornee se aproximava conseguia ouvir o choro dela, baixinho e constante. Um choro do mais puro desespero da pequena criança.

Ao se aproximar o suficiente percebeu que Mia notara o barulho dos passos abafados de Hornee e esta virava seu rosto sorridente para o mink. Quando chegaram perto o suficiente, a menina pareceu esperar o contato da pessoa, provavelmente era mais comum alguém perguntar para uma criança porque ela estaria ali. Neste momento Hornee percebia que as roupas dela estavam rasgadas pelos cactus e que as mãos dela estavam cheias de espinhos dos mesmos, em alguns locais até sangrando. Escrevendo um bilhete mostrou para a pequena que nada fizera. O rosto da menina aos poucos ia mudando de expressão. O sorriso ia sumindo e se transformando num desespero para ouvir alguma coisa. - Eu consigo te escutar, mas eu sou cega, não consigo te ver. - Falou ela num tom desesperado ao perceber que a pessoa a sua frente ainda não havia falado nada.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptyDom 2 Jun 2019 - 16:01

♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder


*Um vasto monte de... nada...* - quanto infortúnio para um náufrago... nada que poderia utilizar como mantimento, nenhuma muda de roupa com a qual poderia me trocar, nenhuma arma para ajudar a me proteger de perigos que poderiam ter a frente, e nenhuma viva alma conhecida... ou, pelo menos, nenhuma viva alma conhecida agradável de se reencontrar...

Mia estava perdida, bem mais a frente no deserto e já há muito espetada em cactos. Uma criança cega ferida e sozinha poderia partir o coração de qualquer pessoa - *Portanto, não o meu* - e eu simplesmente franzia a testa digerindo o infortúnio que tive ao estar em um ambiente tão inóspito justamente com a garota com a qual eu deveria sequestrar. Todavia, uma missão era uma missão e assim a cumpriria - *Após a Badmoney's ouvir minha história, trazer a fedelha com vida será um milagre deveras muito bem recompensado!* - eu sorriria levemente de boca fechada imaginando a possibilidade.

Ter encontrado ela aqui também me levaria a crer que nosso naufrágio não foi muito distante - *Ou ao menos que as fortes correntes que nos conduziram para cá certamente conduziram mais tripulantes do navio da Marinha* - e, recordando-me que ela não era uma garotinha ordinária, tentei entregar um papelzinho em sua mão já que eu estava crente que ela lia mentes - *Só pode ser isso!* - e qual não foi minha surpresa que levantou automaticamente uma de minhas sobrancelhas quando ela não conseguiu decifrar o que eu havia escrito?

*Essa menina a cada dia que passa se torna mais e mais curiosa...* - agacharia próximo a ela e tomaria seu pulso, usando seu antebraço para passar meu dedo vagarosamente por ele e ela fazer uso do tato para interpretar a minha escrita. Eu não posso falar, ela não pode ver... o jeito é nos virarmos como pudermos já que nossa caminhada poderia ser muito longa e eu não fazia ideia do quão longa seria por desconhecer em que ilha estávamos.

Braço de Mia:
 

A cada estrofe eu faria uma pausa aguardando uma reação da garota para que ela compreendesse a situação e pudesse absorvê-la. Se ela puxasse o braço e tentasse fugir de mim eu a perseguiria e a agarraria para que ela não se debatesse e acalmasse, voltando a tentar passar meu dedo pelo seu braço para que ela entendesse que a nossa situação não era a ideal, mas era o que era e que precisávamos nos unir para vencer isso. Porém, se Mia se acalmasse e ficasse confortável com minha presença, eu pegaria na mão dela com cuidado para não agravar seus machucados - *Sou frio, mas não um monstro... aliás, a missão depende claramente do seu bem estar e com ela confiando em mim tudo fica mais fácil...*

Conseguindo o apoio de Mia envolto em calmaria, eu continuaria caminhando pelo deserto com rumo incerto, até me deparar com algum resquício de civilização da qual pudesse me tranquilizar ou planejar meus próximos passos. Tomaria cuidado também para eventuais ataques tanto de humanos quanto de bestas selvagens do deserto usando o código combinado com Mia para imediatamente dar três tapinhas em seu braço para que ela ficasse parada atrás de mim, e eu pudesse sacar meu escudo para antever algum tipo de ataque supresa enquanto bloqueava sua investida; shurikens lançadas rapidamente com minha mão livre na direção da cara de meus algozes fariam o serviço de impedir que eles chegassem vivos muito próximo de nós - *Vocês não sabem com quem estão mexendo...*

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptySeg 3 Jun 2019 - 0:45


Narração
Seco
Localização: Grand Line - Cactus Island
Noite

Hornee
A cada dia o mink sentia que entendia menos daquela menina a sua frente. A pequena não conseguia ver o que ele havia escrito no papel, mas conseguia deduzir que eles a sequestrariam? Qual seria exatamente o poder dela?

Não importava naquele momento. Aquilo tudo caía como uma luva para seus planos de sequestro e isso simplesmente simplificava e muito a sua vida. Mesmo sabendo que a existência dela ali significava que provavelmente os marinheiros caíram naquela ilha também. Visto que tanto ela quanto ele estavam bem, a chance dos marinheiros estarem intactos era muito alta.

Percebendo que a dupla tinha um problema grave de comunicação, Hornee se aproximou da pequena e segurou seu braço. Sentindo que ela estava molhada da água do mar ainda, o que era perigoso, estavam em um deserto a noite, o clima resfriaria rapidamente. Começou a escrever no braço dela bem devagar, certificando-se de que ela havia entendido cada sentença. No meio do processo, ficava claro para o mink que ela entendia que era ele. O homem que queria sequestrar ela no navio. O homem que a levou para o North Blue e que a entregaria para seu pai. Quando perguntou se ela confiava nele, sentiu a relutância dela de responder que sim, mas foi o que fez.

Com a confiança "em dia", conseguia passar para a próxima parte de seu plano, combinando sinais com a menina sobre o que fazer, ela concordava com um leve aceno de sua cabeça. E assim começaram a andar, mink mudo e menina cega naquela noite em um deserto cheio de cactos. A noite foi esfriando e quando deu por si, viu a menina espirrando uma e outra vez. Ela começava a tremer de frio, no deserto e Hornee olhando para os lados não conseguia ver nenhum sinal de vida... ou assim pensava. Até ver longe no horizonte uma luz fraca piscar. Como se houvessem tentado dar vida a uma fogueira que já estava morrendo. Mas estava tão escuro que era difícil falar muita coisa sobre a luz. Além de Mia não ter forças mais para andar sozinha.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptySeg 3 Jun 2019 - 20:59

♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder


E, para variar, novamente Mia continuava me dando trabalho. A garota era claramente especial e era nítido que não somente por ter um pezinho na realeza. Eu não caíra facilmente naquela lorota que o Governo Mundial estava a levando para o principal QG da Marinha em Sabaody simplesmente para protegê-la - *Tsc... conversa para boi dormir... e não bode* - mas a pequena parecia ter pulado de cabeça naquela proposta; portanto eu faria o mesmo.

Logo ao avistar a fraca luz ao longe eu colocaria meu braço livre na frente da menina para que ela parasse de andar e daria três toques em seu ombro conforme havíamos combinado. Assim que ela parasse de caminhar, eu me agacharia de cócoras ao seu lado e começaria a passar meu dedo pelo seu antebraço simulando uma escrita, do mesmo modo que procedi outrora:

Mensagem no antebraço:
 

Após a aprovação para que que a carregasse, usaria minhas pernas firmadas como alavanca para conseguir levantar Mia Hatti em meus braços sem prejudicar meus nervos. Era uma pena que eu não dispunha de um casaco seco para cobrí-la e protegê-la do resfriado - *Levá-la com vida era uma prioridade agora que a reencontrei salva* - mas, como não era possível, apenas a apertaria contra meu peito para mantê-la um tanto quanto mais aquecida. Se a menina recusasse minha oferta, eu simplesmente torceria o nariz - *Você é quem sabe... orgulhosa mal agradecida...* - e voltaria à conduzí-la pela mão, já que minha benevolência para com os outros e até mesmo a preocupação com minhas missões tinham um limite do aceitável.

Desertos são impiedosos. De dia, com o sol à pino, sua temperatura se eleva em demasia provocando uma desidratação e ensolação em seus viajantes, enquanto à noite o castigo é apresentado na via oposta com um frio desgraçado trazendo um choque de temperatura gigantesco. Tínhamos que encontrar abrigo seguro o mais rápido possível - *Pois se Mia já está nestas condições, ela só irá piorar quando o sol raiar* - e não é por que sinto que sou mais resistente que a pirralha, mas eu tenho plena consciência que não sou imortal - *Poderoso, mas não imortal*.

Me aproximaria cautelosamente da fonte luminosa tentando reconhecer o ambiente e se aquilo de fato era uma fogueira. Observaria atentamente quem e quantos estavam ao seu redor e se poderiam vir a ser inimigos ou mesmo bestas hostis. Antes de me aproximar da luz, olharia inclusive para o alto e para baixo para não cair em nenhum tipo de emboscada - *Precaução nunca é demais...* - e, ao certificar-me que não havia perigo algum, eu deixaria Mia sentada no chão e me posicionaria ao seu lado para que nos aquecêssemos caso fosse realmente uma fogueira que lá havia.

Porém, antes de fazê-lo se tivesse mais algum ser inteligente ao redor, eu deixaria Mia sentada e preencheria um papelzinho tentando me comunicar. Juntamente com palavras, eu escreveria (com cautela, já que meus papelzinhos estavam úmidos) símbolos fazendo uso de meus conhecimentos unidos de criptografia, história e desenhos de um modo universal para garantir que eu poderia me comunicar inclusive com seres que não conheciam o dialeto comum - *Isso vai ser mais complicado do que eu imaginava...* - olharia para Mia de relance, após voltar meu olhar para a pessoa à minha frente.

Papelzinho:
 

Estaria atento para qualquer atitude hostil contra mim ou contra Mia. Dando prioridade para defender a criança, eu sacaria prontamente uma shuriken e arremessaria horizontalmente na direção da jugular ou nuca contra qualquer pessoa que ousasse se aproximar dela sem minha permissão. Com o escudo sacado, bloquearia ataques e projéteis que pudessem ser desferidos contra mim ou ela fazendo uso de minha técnica Rainbow Shieldee com um movimento de bloqueio que cobriria ao mesmo tempo o corpo de nós dois - *Desgraçados!* - e, tão logo eu finalizasse meu bloqueio, atacaria os demais com minha mão livre do mesmo modo que fiz outrora. Se fosse impossível arremessar shurikens por uma proximidade muito grande de meu adversário comigo, eu o empurraria bruscamente com um dash feito com meu escudo em minha frente para dar um tranco no inimigo e, enquanto ele fosse deslocado para trás com minha investida, aproveitaria a distância entre nós para jogar minha shuriken - *Você ainda tem muito o que aprender...*

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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptySeg 3 Jun 2019 - 23:09


Narração
Seco
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Noite

Hornee
O mink notando a fonte de luz e a condição da menina travou um plano lógico e simples. Precisava carregar aquela menininha, aquela era sua missão e nada além disso importava. Parando a mesma com o sinal agachou-se e começou a escrever a situação para ela em seu braço igual anteriormente. A menina fraca concordou com a cabeça e Hornee pôde assim carregá-la em seu colo, pressionando-a contra seu peito enquanto recomeçava a andar.

Enquanto andava podia sentir o calor da menina passando para ele, ela estava febril e tossia algumas vezes durante a caminhada. Esta que durou bastante, a cada passo Hornee sentia seu corpo reclamando um pouco mais do peso extra que carregava graças a menina. A temperatura dela ia subindo aos poucos também, mas havia outra coisa que ia aumentando e era a luz que Hornee conseguia ver. Estava realmente se aproximando daquela fonte luminosa. Infelizmente, ou felizmente, não existe fonte luminosa aquela hora sem algum humano inteligente por perto, e aos poucos o mink percebia que estava se aproximando de um vigia.

Graças a natureza do trabalho do homem, este notou a existência de Hornee e Mia muito antes deles estarem perto o suficiente para ser um perigo e por isso gritou ao longe. - ALTO LÁ! QUEM VEM AÍ? - Ouviu o grito em pergunta. O guarda estava com um arco e flecha e já estava claramente preparado para puxar uma e atirar no mink. Poderia até mesmo atacar este homem e se aproveitar da fogueira. Mas com o grito dele, reparou que diversas outras luzes começavam a se formar mais ao longe. Uma vila, feita por diversas tendas estava ali, se atacasse um teria que provavelmente exterminar a vila inteira ou ser morto no processo. Porém agora precisava realizar algo que demonstrasse que não era um perigo, pois mesmo com a criança no colo o guarda ainda julgava que era, provavelmente estava só realizando seu trabalho tão bem quanto Hornee, sendo precavido ao extremo.


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MensagemAssunto: Re: ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder   ♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder - Página 3 EmptyTer 4 Jun 2019 - 1:26

♤ Episódio 4: ◇ Não são necessárias palavras para demonstrar poder


Em momentos de dificuldade é que minha genialidade exacerbada mais se destaca. Eu não tinha condições de responder pela minha condição de mudez e nem ao menos poderia levantar meus braços em sinal de rendição já que carregava Mia no colo sem ter que soltá-la. Atacar o vigia estava fora de cogitação pois eu precisava angariar novos aliados e não inimigos - *Não sou estúpido* - respiraria profundamente e expiraria tranquilamente pela boca - *A chave para o sucesso é não demonstrar desespero*

Não só Mia dispunha de mim para auxiliá-la na sobrevivência de poder enxergar no deserto, como muito bem ela poderia ser minha boca quando fosse necessário falar. Então eu posicionaria meu braço de modo que ele ficasse livre o suficiente para escrever em seu braço como fiz anteriormente a apoiando com meu cotovelo e assim solicitaria:

No antebraço de Mia:
 

Evitaria demorar para escrever no braço de Mia minha requisição já que o alerta fora dado e precisávamos responder rápido. Em todo caso, eu não caminharia para frente sem autorização do vigia para me aproximar; mas estaria atento aos snipers por detrás das luzes e caso eu identificasse que algum deles iria disparar em breve, viraria-me de costas para que sua flecha se chocasse contra o escudo preso às minhas costas como uma tartaruga e pudesse proteger a mim e a menina.

Se os ataques para cima de nós viessem de uma forma desenfreada por todos os lados, eu correria com Mia no colo o mais rápido possível, graças ao meu conhecimento na arte da corrida, até o cacto mais próximo e agacharia atrás dele o usando como cobertura - *Droga... era só o que me faltava!*. Obrigado à matar ou morrer, deixaria Mia sentada em meio às minhas pernas e olharia de relance com cuidado para não ser alvejado e, dada a oportunidade de ver um oponente descoberto eu arremessaria uma shuriken abusando de minha pontaria habilidosa para assassiná-lo o mais rápido possível utilizando a menor quantidade possível de recursos - *Um já foi...* - cerraria rapidamente os olhos tentando manter minha respiração e ansiedade sob controle até que pudesse finalizar o próximo e assim sucessivamente até que se rendessem.

Porém, se os nativos aceitassem nosso pedido de hospedagem, seguiria com a menina no colo até onde indicassem que poderíamos passar a noite. Pagaria o valor estipulado para que ficássemos lá caso pedissem e exigiria que nós dormíssemos na mesma barraca - *Não desgrudarei dessa menina de novo nenhum instante sequer!* - e aproveitaria para jantar e tomar um banho caso disponível, bem como efetuaria uma troca de roupas caso possível tanto minha quanto de Mia.

Nesta noite eu certamente demoraria para pregar os olhos. Eu estava em uma ilha desconhecida, mal tinha certeza se era pertencente da Grand Line, não sabia da influência da Badmoney's neste local - *Lvneel voltava à minha mente em flashes perturbadores* - e o histórico de fugas de Mia não eram nem um pouco animadores. Me permitiria porém pegar no sono após deixar uma mensagem passando meus dedos pelo antebraço de Mia após me certificar que os ferimentos de suas mãos estavam tratados, que ela estava bem alimentada e tratada e que poderia passar uma boa noite com saúde - *Ela tem que ficar viva até eu entregá-la à Mr. Badmoney...*

No antebraço de Mia:
 

Pura balela... talvez uma demonstração falsa de sentimentos a conectasse comigo como havia feito anteriormente em Las Camp - *Eu sou bom nisso... talvez vire até babá num futuro* - sorriria ironicamente por dentro - *Estou pegando o humor daquele palhaço do Aproximador...* - e, rapidamente ao lembrar do meu companheiro de agência, meus olhos franziriam sem querer - *Menos uma pessoa para confiar neste mundo...*

Não são necessárias palavras para demonstrar poder, e sim influência e uma pitada de sorte - *Me parece que estou trilhando o caminho certo... ou, talvez não?* - olharia ao entorno de onde eu estava - *Preciso pensar em como chegar em Bingo Bingo Island...

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