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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Blaze IV: O Voo da Águia

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MensagemAssunto: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptyTer 21 Maio 2019, 16:16

Relembrando a primeira mensagem :

Blaze IV: O Voo da Águia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Kaleb Blaze. A qual não possui narrador definido.


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West
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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptySeg 24 Jun 2019, 23:36

Blaze IV: O Voo da Águia


Quando abri meus olhos, via estrelas brilhando como vagalumes, minha cabeça girava e sentia uma forte dor nas minhas costas, era como estar carregando um barco em meus ombros e a vontade de ficar deitado e esperar tudo passar crescia dentro de mim – NÃO – lutava internamente, me negando a aceitar aquilo como definitivo, um golpe não seria o bastante para derrotar o escolhido, jamais fugiria de um combate, jamais recuaria um passo, eu precisava provar meu valor ali e agora, minha tripulação me via, Susano’o me observava, não iria ser derrotado, eu mostraria minha verdadeira força para aquele gorila, ele veria o inferno antes do amanhecer, eu já havia dito para ele, e iria provar que um Blaze sempre cumpre suas promessas.

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...Me levantando em meio a lascas de madeira e chuva

Me levantando em meio a lascas de madeira e chuva, abria meus olhos lentamente, deixando os pingos caírem sobre meu rosto para sentir que ainda estava vivo, havia tomado um golpe forte, o barulho do mastro caindo demonstrava que o impacto fora forte – Maldito Kong – procuraria minha espada, pegaria em seu cabo e entre relâmpagos e pouca iluminação, torcia para estar errado – Outra espada não – era visível os dentes e pequenas fendas no fio da espada, sua vida útil estava quase no fim, logo seria apenas um monte de metal temperado – Por que minhas espadas vivem quebrando? – era um questionamento interno, será que minha técnica era falha? Ou as espadas eram fracas demais para minha força? Qualquer que seja a resposta, uma ideia brotava em minha cabeça, se quer algo bem feito, faça você mesmo, assim que chegasse em Dino Club, iria procurar por algum ferreiro.

Molhado e dolorido, me levantaria orgulhoso e com um sorriso de deboche no rosto ao ver o sujeito do bastão lutando para respirar, o demônio logo coletaria sua alma e minha divida ficaria paga, assim, poderia usar toda minha força para castigar meus inimigos – Mais um pouco – Erguia meu olhar para Susano’o, que agora já estava um pouco menor que antes, mas ainda sorria e os olhos amarelos brilhavam – Sua tripulação esta fadada a morrer King Kong – embainharia novamente a espada, ficando com as mãos livres – Seu barco ira afundar e seu nome ira sumir junto com você – falaria honestamente, mas agora mudaria um pouco o tom da voz – Se renda, pouparei a vida dos que ainda estão vivos, mas você vira comigo – Estaria com o cenho franzido e a postura imponentes, usando minha intimidação para passar a ideia daquela promessa, eu iria mata-lo de qualquer modo, mas queria ver como ele reagiria nesse encruzilhada.

Esperaria a resposta do Macaco, sendo negativa, transferiria meu olhar para o sujeito mais afastado – Vê? Ele não liga para vocês, estão lutando pelo homem errado, jurem me servir e acolherei vocês sobre minha bandeira e meu nome – falaria alto, para que qualquer sujeito que estivesse no barco consiga escutar, se fosse preciso jogar sujo, jogaria, tudo pela vitória. Contudo, se o macaco aceitasse a proposta, esperaria para ver como seria sua ação, se ele erguesse os braços em sinal de rendição, falaria firme – Fique parado, mande alguém pegar no timão e seguir meu barco, logo estaremos chegando em Dino Club – então iria acompanhar a movimentação dos que ainda estavam no barco e torcer para que alguém saiba como pilotar essa banheira de madeira.

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...com a presença do demônio a minha volta

Doravante, se a ideia de jogar um contra o outro não desse certa, o jeito seria ir pra boa e velha trocação de golpes – Que seja, eu já avisei King – sacaria novamente a espada – Sua cabeça chegara amarrada na carranca do meu barco, queimarei sua bandeira e irei enforcar todos os seus homens – não estava brincando, tentaria usar o fator psicológico ao meu favor, usando minha intimidação para tentar tirar a coragem dos afortunados, com a presença do demônio a minha volta, com minha maldição ativa, o sangue escorrendo do meu olho vermelho que brilhava naquela escuridão. Primeiramente, usaria o mastro caído de apoio para subir no mesmo e me posicionar no piso superior, onde me daria uma leve vantagem sobre King, ignoraria o quase morto sujeito do bastão, não poderia gastar minha lâmina cega contra um corpo sem vida, guardaria o que sobrava dela para o Pirata Gorila.

Uma vez no piso superior, onde ficava o timão do barco, vasculharia a área rapidamente procurando por algum inimigo, afinal, a onde pode não ter varrido todos, se encontrasse algum, o pegaria pelo pescoço e jogaria no mar, se ele resistisse, socaria seu rosto até ele desmaiar. Assim sendo, numa altura que me dessa a vantagem, esperaria pela movimentação do Gorila, não iria tomar a dianteira do ataque desta vez – Dê o seu melhor, e mesmo assim o fatiarei em dois – gritaria para o Gorila, não me sentia a vontade em ficar falando durante o combate, mas precisava traze-lo para o campo de combate, não o contrário, por isso, insulta-lo seria a melhor forma disso acontecer.

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Quando o macaco viesse em minha direção, esperaria que a minha altura, estivesse mais ou menos próxima ao seu rosto, uma rápida olhada, podia prever que aquele mink media cerca de 3 metros, atacar de cima seria vantajoso e usaria isso. Quando sentisse que poderia acertar o inimigo, agacharia levemente, flexionando os joelhos – Me de forças Susano’o – após sentir a força do demônio em minha lâmina, saltaria o mais alto possível, numa parábola que seu fim fosse próximo do gorila. Ao saltar, jogaria meu tronco para frente, girando como um pião, meu braço (esquerdo) segurando a espada firme para não solta-la, enquanto girava, não fecharia os olhos, mantendo-os abertos para saber quando atacar.

Quando estivesse próxima do rosto do inimigo, esticaria meu braço, deixando a lâmina lamber o rosto do macaco, a ideia era acertar seu outro olho, aquela ao qual não havia ferido antes, ajeitaria meu corpo, deixando o ombro mais maleável para aguentar o impacto e não retroceder sofrendo uma luxação.  Se Kong usasse a mão para tentar bloquear, daria o corte em seus dedos, se a mão estivesse fechada, tentaria cortar onde fosse possível, de preferencia os nós dos dedos, de toda forma, usaria o giro e a gravidade para deixar o golpe mais danoso, se a minha espada estava com o corte ruim, teria que usar mais força que o normal, por isso, arriscaria muito nesse movimento.

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... fecharia o punho e lembraria do treinamento na prisão

Acertando o rosto, ou mão, seguraria ainda no cabo da espada, mas se estivesse presa na carne/ossos do alvo, ou se sentisse um golpe vindo pelas laterais, soltaria a espada sem pestanejar, caindo próximo as pernas no gorila com os joelhos e pernas absorvendo o impacto com o convés, para assim como uma mola, usar a força para me impulsionar num soco com toda a força que fosse possível no joelho esquerdo, para isso, usaria minha mão direita, fecharia o punho e lembraria do treinamento na prisão, deixaria o impacto acertar e então o ombro empurraria o local, para levar assim, o sujeito ao chão. Se um soco não conseguisse o derrubar, daria outro com a mão esquerda, de todo modo, daria dois socos e já saltaria para longe do sujeito, usaria a tática bater e afastar.

Procuraria me afastar para o lado que me desse mais liberdade, seja para os lados ou para trás, se precisasse, deixaria a espada pelo caminho, seu aço já não ajudava tanto quanto antes, teria que terminar o combate de outro modo, caso, os golpes não fossem suficientes para derrubar aquela massa de músculos.



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptyQua 26 Jun 2019, 01:14


Narração
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Coloque os dois ao mesmo tempo de preferência no volume máximo
Localização: Meio do mar em viagem
Noite

Kay
A dor profunda que atingia o jovem ficaria marcada em seu corpo e em sua mente por um bom tempo. Porém ele não poderia simplesmente parar por ali, abrindo seus olhos e vendo tudo embaçado momentaneamente aos poucos começava a se levantar. Só este movimento já demonstrava que precisaria de um bom tratamento depois.

Sua espada já estava bem pior do que antes e isso dificultaria bastante a luta que estava por vir. Não poderia continuar dependendo daquela espada, se é que ela duraria até o fim desta batalha. Já até criava um novo e simples objetivo em sua mente para Dino Club, porém, antes precisava acabar com aquele gorila na sua frente.

E assim com toda aquela situação tentava ameaçar a tripulação e a embarcação de King Kong. Procurava soar de forma imponente, quem sabe, talvez... se aquele mink conseguisse ver Susano'o sua tentativa tivesse sido valida. Mas aquele jovem de olho sangrento se levantando de forma fraca na chuva e nos escombros soavam só como algo patético para aquela montanha de músculos.

Só que o macaco não o respondeu, na verdade Kay via o mesmo bufando de raiva, aquele ser todo quebrado falando que "pouparia" a vida de seus companheiros. Não só isso, o jovem ainda tentava jogar o homem de sua tripulação contra ele. Blaze assim viu o gorila batendo em seu peito diversas vezes com raiva e em um impulso batendo as duas mãos no chão começava a empurrar seu próprio corpo com a maior velocidade que podia para ir na direção do jovem amaldiçoado.

Kay não podia perder tempo e subiu no mastro quebrado com dificuldades. Enquanto subia para o próximo andar via o gorila acertando o ponto que ele estava a pouco tempo atrás. O chão do convés era quebrado. Já na parte acima não teve tempo para pensar se havia alguém por lá, provavelmente não, precisava agir rápido para aproveitar o avanço do mink que já começava a ir na direção que estava novamente.

Virou seu corpo rapidamente, ajeitou-se na pressa e pulou por perceber que King Kong já estava bem próximo da borda e provavelmente quebraria aquela região do barco para chegar até ele. Talvez pela pressa, ou pela dor absurda que sentia de seu corpo, mas viu seu corte no rosto do mink errando por muito o olho do gorila. Sua lâmina passava na altura do osso da mandíbula, cortando a pele dele e fazendo um fio de sangue começar a escorrer.

Ao chegar no chão sentiu como se seu corpo pesasse muito mais do que realmente pesava. Girando seu corpo aplicou um bom soco no joelho do gorila. Mas aquilo não foi o suficiente, talvez seu corpo estivesse mais fraco do que o normal pelo golpe anterior. Deu rapidamente outro golpe e quando tentou recuar acabou-se chocando com o homem do bastão. Este caiu no chão, Kay caiu no chão e King Kong caiu no chão, este último pelos socos levados.

O homem random da tripulação havia se aproximado bastante, do chão Kay não conseguia distinguir nenhuma arma com ele. Naquele momento um raio atingiu o mastro principal e este pegou fogo. Não só ele, como a vela dele caiu com o fogo no convés ocupando uma boa área deste. Blaze via sua lâmina bem cega logo com ele. O homem do bastão e King Kong caídos, mas provavelmente o gorila conseguiria se erguer até mesmo antes dele. O outro inimigo ainda estava se aproximando, mas dependendo da rota que tomasse poderia acabar esbarrando com ele facilmente.

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Novos machucados só quando a luta acabar, golpes levados: Bochecha esquerda - bastão, cabeçada - testa contra testa, impacto fodido em suas costas com o mastro secundário.

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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptyQui 27 Jun 2019, 19:03

Blaze IV: O Voo da Águia


Um relâmpago irrompia os céus atingindo em cheio o mastro principal do barco, o barulho era ensurdecedor – Susano’o? – abria os olhos mais lentamente, vendo o demônio diminuir, ficando apenas metade do seu corpo a minha volta, como esperado, meu corpo já estava fraco pela luta se alongar mais do que esperado e os ferimentos do combate anterior apenas pioravam, até mesmo a ação de virar o pescoço era doloroso – Eu não necessito da ajuda de vocês – sussurraria para os demônios que observavam o escolhido lutar, aquele sujeito do bastão tinha se provado mais durão do imaginei, não estava fácil chegar ao Rei sem derrubar os peões.

Toda a cena era insana, chovia, raios caiam sobre nossas cabeças, o barco desgovernado e agora, Fogo. A madeira ardia e o barulho das chamas consumindo o convés e o mastro era audível entre o bater das ondas no casco. Antes de levantar, tatearia o chão as cegas em busca da espada, que estava pior que faca de passar manteiga, mas não iria descarta-la agora. Encontrando ou não a espada, tentaria me levantar como podia, usando a espada de apoio, ou a parede que levava ao piso superior, de qualquer modo, tentaria ficar em pé, mesmo sentindo a dor e meu corpo tremendo de forma indesejada.

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... Quando conseguisse ficar em pé, como sempre, olharia para o que estava acontecendo

Quando conseguisse ficar em pé, como sempre, olharia para o que estava acontecendo, procurando saber onde estava minha escuna, conseguindo ou não verificar, traria minha total atenção para a continuação do embate feroz que se arrastava pelo tempo – A situação está ficando ruim – Era impossível pensar em algo concreto, havia fogo, um campo irregular e uma chuva forte que impossibilitava uma movimentação melhor, teria que deixar o instinto tomar conta da minha mente e não pensar tanto, agora era teria que provar meu valor, se era realmente o escolhido ou um sujeito comum que morreria num lugar horrível como esse, pelas dificuldades que apareciam, so conseguia sorrir timidamente de prazer por estar ficando mais forte.

Tentando me manter em pé, não perderia tempo e atacaria de uma vez o sujeito do bastão, já estava de saco cheio da sua intromissão, erguendo minha espada, a seguraria como se segura um rifle, com a ponta virada para o inimigo, miraria bem onde queria acertar do melhor modo possível, com o cabo virado para mim, deixaria a espada na horizontal, segurando-a com apenas uma das mãos (a esquerda), com a direita, fecharia meu punho firme. Usando minha noção exata de tempo, jogaria a espada levemente para o alto, de modo que seu cabo ficasse na altura do meu peito, e a lamina ainda apontada para o inimigo, recuaria meu cotovelo e desferiria um soco forte bem no cabo, para que a espada fosse jogada com velocidade e força no sujeito do bastão, esteja ele deitado ou em pé, miraria no peito em qualquer das opções.

A ideia era a espada sair com velocidade e como uma lança jogada acertar o peito do sujeito, concretizando sua morte, não poderia perder muito tempo contra um homem meio morto, eu já havia acabado com as entradas, agora precisava destruir o prato principal. Se ao me levantar, eu fosse lento e algum dos dois conseguisse levantar antes e tentassem me atacar, não recuaria, iria para cima do sujeito, usando da minha velocidade para efetuar uma esquiva para o lado que me fosse possível, onde vendo uma brecha, atacaria com a ponta da espada numa estocada na barriga do sujeito, colocando tanta força na estocada, de modo que a lamina ficasse presa nas entranhas e dali nunca saísse.

Levando em conta que atacaria primeiro o alvo mais fraco, ficaria a hipótese de Kong me atacar primeiro, por isso, focaria primeiramente na esquiva, usando a força que ainda havia em minhas pernas, me moveria para o lado contrario ao seu soco/chutes, usando o pequeno espaço que havia, seria como uma dança, moveria meus pés próximos de modo que conseguisse gingar meu tronco e tirar meu corpo da frente do punho do sujeito, mantendo sempre a guarda alta, ou seja, os punhos cobrindo meu queixo (Faria a guarda alta, se estivesse sem a espada). Mesmo sofrendo algum golpe, tentaria me mantar em pé e faria de tudo para isso acontecer, usando qualquer local para me apoiar e impedir uma queda no convés ou até mesmo para fora do barco, na pior ocasião.

Mas não se faz gol jogando na defensiva, quando observasse uma brecha, ou uma lentidão nos ataques do macaco, tudo isso acumulado com a noção que já tinha da velocidade dos seus golpes, tiraria minha capa rapidamente, num puxão único com qualquer uma das mãos, pelo que me lembrava, na luta anterior, havia conseguido ferir gravemente um dos olhos do sujeito, sua visão estava limitada quando ao campo de batalha, acumulada com a noite e a chuva, iria usar desse fator para promover um movimento ousado. Segurando a capa, jogaria em diagonal, para que como um vulto, passasse próximo ao olho bom do gorila, e rapidamente faria um movimento para o lado cego.

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Não precisaria de muito, um leve movimento com a cabeça seria o bastante para conseguir me esgueirar entre a lateral da perna do inimigo e saindo assim da sua visão, queria pega-lo de surpresa, atacando onde mais iria doer. Conseguindo passar rapidamente pela lateral, já me posicionaria como havia treinado na prisão, cotovelo recuado, punho fechado, foco no alvo – Vamos lá – semicerrando os olhos, com os dentes rangendo pela força que iria colocar no soco, tentaria socar a parte traseira do joelho, onde já havia acertado um corte anteriormente, para assim, fazer aquele animal ajoelhar novamente.

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... Com o calor em minhas costas

Conseguindo acertar esse primeiro soco, tendo sucesso que pelo o joelho dele dobre, saltaria o máximo que conseguiria naquelas condições para tentar dar outro soco cascudo na parte traseira da cabeça, para que jogasse ele para frente, colidindo assim com o piso superior de madeira. O segundo soco logo após o primeiro, mesmo ele não ajoelhando, acertaria suas costas se precisasse. Se desse certo, e King caísse do modo desejado, soltaria o ar pelas narinas e respiraria fundo novamente – Você vai queimar – Com o calor em minhas costas, me lembrava que ainda havia um sujeito do bando inimigo, por isso, viraria para o mesmo, sacando minha bainha para usa-la como uma espada.

Primeiramente, tentaria entender como lutava, por isso, manteria uma posição defensiva e tentaria me esquivar dos golpes caminhando para onde o fogo estava, mas ciente da distância para não pisar nas chamas sem querer. Como um predador, tentaria atrair o sujeito para onde pretendia, para então, colocar minha bainha de madeira sobre o fogo – Hora de testar algumas ideias – deixar a bainha pegar fogo, e então avançaria contra o recruta atacando com vários golpes, bofetadas em diagonais e horizontais, não queria machuca-lo, queria por fogo em seu corpo. Se ele tentasse me atacar, recuaria levemente e atacaria novamente, sem pensar demais, iria queima-lo vivo, de uma jeito ou de outro.



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptySeg 01 Jul 2019, 02:07


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Noite

Kay
Kay começou a se levantar em meio a dores absurdas que sentia. A situação absurda era um ótimo teste para provar que era o escolhido. Se levantando após pegar a espada notava que o gorila estava se levantando num passo parecido, só que Kay é menor e por isso acabou em pé primeiro. Não conseguia ver seu navio, não conseguia ouvir som dele naquela tempestade, só podia torcer para tudo estar bem e que os navios não houvessem se distanciado.

O movimento do jovem amaldiçoado era no mínimo novo para o único homem que visualizava a cena, o random que estava se aproximando. Blaze jogava a espada e a socava pelo cabo. Infelizmente pelo cansaço do jovem o golpe não ia totalmente como o planejado, mas cumpria o objetivo. A espada meio cega bateu no olho do homem do bastão, não chegou a atravessar sua cabeça, mas não precisou. Ele gritou e retirando forças de sua pré morte acabou correndo e gritando em desespero indo para o fogo.

O instinto de Kay apitou naquele momento ao ver o homem de bastão entrando no fogo. Seu corpo ergueu a guarda, mas o golpe furioso do gorila já estava vindo. Chocando-se na guarda alta de Blaze, o braço fortíssimo do gorila serviu para empurrar o jovem na direção do homem aleatório que havia ficado vivo.

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Você está sendo empurrado de costas na direção do homem

Este emendou o empurrão que o Olho de Sangue tinha levado e quando estava perto o suficiente acertou um baita soco na costela de Kay. Naquele momento sendo levado um pouco para o lado Blaze já sabia que agora suas costelas esquerdas estavam quebradas, a dor era insuportavelmente maior.

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Não bastando a dor, sentia dificuldade para respirar também, teria a costela quebrada perfurado seu pulmão? Mas aquilo não podia acabar por ali. Se aproximando um pouco do fogo acabou por colocar a sua bainha no fogo e assim aos poucos viu que ela pegava fogo. Não duraria tanto com a chuva, até o convés já começava a se apagar lentamente. O corpo do homem do bastão era visto ali queimado.

Com a bainha pegando fogo tinha que agir rápido. Começou a ir na direção do homem novato ali e o acertou com relativa facilidade, o homem não era exatamente forte. O fogo queimou ele, mas não chegou a fazer com que ele pegasse fogo. Naquele momento o gorila se aproximava lentamente e outro raio atingiu o navio com força só que desta vez na escada. O fogo se alastrava pela região aproveitando o mastro caído. O fogo pegava rápido, mas não dava sinais que duraria muito graças a chuva forte.

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A bainha era até útil, mas não era útil o bastante, apesar de tentar desviar dos golpes do homem aleatório, este conseguia acertar Kay quase sempre. E sempre mirava no lado esquerdo de seu corpo. Não importa quão idiota a pessoa seja, era muito perceptível que o jovem estava com muita dor e aquele lado fora o que acertara. Aquela lutinha de quem não quer nada seguiria por um bom tempo se não fosse o gorila se aproximando e a bainha pegando fogo... alguma hora teria que soltar ela. E assim ela acabou indo para o chão. Agora teria que lutar no mano a mano com os dois, pois o gorila havia finalmente chegado nele.

O mundo no entanto ainda atacava mais aquele navio sem navegador e todos sentiam um tremor na ponta da embarcação. O navio parava bruscamente e todos viam que água começava a surgir no convés. O barco estava aos poucos começando a afundar.

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O tempo agora se tornava ainda mais curto. Mas ele precisava tentar algo contra aquele gorila, o homem aleatório podia ficar para depois. O gorila socava o chão próximo de Kay por este se desviar, outro golpe vinha logo em seguida tentando esmagar Blaze como um prego igual antes. Desviando-se novamente sentiu que a ponta de seus pés foram esmagados. Mas a dor não podia impedi-lo de agir.

Retirando sua capa, jogou em cima do gorila para impedir que este visse por completo. Aquilo foi um sucesso, apesar de sentir cada passo que dava agora. Quando chegou as costas do gorila socou o joelho cortado deste e logo o viu sucumbindo e indo ao chão como imaginava. O homem aleatório já começava a circular pelo outro lado preparando-se para acertar Kay.

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Socando as costas do gorila pela situação viu ele caindo no chão com força. Infelizmente o fogo ia se apagando e a água ia subindo. Tirando o homem do bastão ninguém mais morreria queimado ali facilmente. E agora precisava pensar em algo rápido, sem bainha e sem espada suas opções já estavam mais do que limitadas. Suas costelas quebradas dificultavam a respiração e sentia a ponta de seu pé pulsando como se fosse seu coração.


Novos machucados só quando a luta acabar, golpes levados: Bochecha esquerda - bastão, cabeçada - testa contra testa, impacto fodido em suas costas com o mastro secundário, soco terminou de quebrar as costelas esquerdas, pé esquerdo- acertado por um golpe descendente do gorila.

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptySeg 01 Jul 2019, 15:25

Blaze IV: O Voo da Águia


Quando vi o macaco caindo com o peito no convés, sentia a madeira tremendo abaixo dos meus pés com o impacto do corpo pesado do sujeito, recuando o braço esquerdo do soco, sentia as mãos tremendo, meu corpo estava fragilizado tanto por dentro, como por fora, tentava cessar a tremedeira, mas era impossível, a concentração que havia colocado no combate ia indo embora a cada respirada – Ainda não – pensava colocando a palma da mão sobre as costelas, sentindo a dor pelo simples toque, como já era esperado, estavam quebradas. A batalha estava no seu ato final, a tripulação inimiga aparentemente sobrara apenas dois, o capitão e seu recruta, o barco ia ser engolido pelas águas gélidas da Grand Line, e eu não queria ser uma vítima desse naufrágio.

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Outro raio havia atingido o barco, colocando fogo no mastro já caído, como esperado, os demônios estavam ajudando aquele escolhido por eles, a sorte sempre prevalece para os ousados, mesmo gravemente ferido, ainda sentia Susano’o em minha volta, fraco e pequeno, mas sua aura roxa ainda me circuncidava como uma amante. O simples movimento de erguer os punhos, já era uma tarefe difícil, o combate já se arrastava por horas, ou seria minutos? Não saberia dizer com certeza, ainda estava de noite e as sombras eram iluminadas pelos relâmpagos que cantavam sobre nossas cabeças, o balanço do barco parecia estar menor, a embarcação estava presa em algo, ou havia se chocado em alguma coisa, mesmo com minha visão aguçada, não conseguia ver muita coisa, sequer meu barco era visto, de nada adiantaria derrotar aqueles sujeitos, se não conseguisse tomar posse do saque que o navio me daria, não poderia chegar de mãos abanando para minha tripulação.

O cheiro de carne queimada se misturava com o odor salgado do mar, o calor do fogo logo seria contido pela chuva forte que caia sobre nossos corpos, a camisa estava ensopada e colada em meu peito, meu cabelo caia sobre meus olhos, escondendo um pouco minha retina vermelha, dali escorria o sangue que passava pela minha bochecha escorrendo ate meu queixo, onde se misturava com a agua, pingando no solo, sumindo entre tantas outra gotículas. Se quisesse derrotar o Rei, teria que finalizar seu peão, aquele sujeito aleatório estava complicando as coisas mais do que o necessário.


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Tirando o cabelo molhado dos meus olhos, já imaginava um plano para atacar, tiraria força do interior, em algum lugar ainda estava aquela criança que era venerada em sua ilha, onde lia historias de lendas e mitos, homens que cruzavam o desconhecido e conquistara tudo, seria exatamente o homem que prometera ao seu pai – Eu sou o escolhido – as palavras que havia escutado durante quase toda a minha vida, tomava forma em frente meus olhos, o ódio e a vontade de matar subiam como uma erupção inundando minha alma e queimando um fogo pelo meu corpo. Caminharia colocando a mão esquerda sobre as costelas, pisaria no joelho machucado do gorila com força, levantando o joelho direito e colocando força para pisar no ponto fraco do macaco, ele não poderia levantar de imediato, ainda tinha um inseto menor para destruir.

- Seu nome será esquecido – falaria me virando para o inimigo – Sua vida foi desperdiçada, ninguém chorara ou se lembrara que algum dia te conheceu – erguendo meus punhos, iria para a trocação franca contra aquele homem, não recuaria em frente ao perigo – Sua Alma irá arder no fogo do inferno, junto com os demais – não vacilaria, mesmo com dor, não iria demonstrar isso, poderia caminhar mancando, ou mais lento, mas minha feição estaria rígida como fora ensinado, não piscaria em frente a um desafio, tudo que havia treinado dentro daquela cela escura, serviria para agora. Todas aquelas palavras não eram atoa, iria usar minha intimidação para ganhar a luta antes que ela começasse, com meu olho amaldiçoado brilhando na escuridão, olharia bem nos olhos do sujeito, e esperava que ele olhasse de volta.

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Com a guarda alta, caminharia encurralando o sujeito com as costas para o mar, olhos focados no alvo, me aproximaria cambaleando o corpo de um lado para o outro, sabia que o homem sabia como usar os punhos, se quisesse ganhar essa luta, não poderia lutar de forma honrosa, usaria tudo que havia aprendido para levar o homem a nocaute. Por isso, logo que entrasse na área de acerto do sujeito, daria jab rápidos próximos ao rosto, não queria acerta-lo, deixaria o braço esquerdo mais próximo do meu queixo, e usaria o direito para distribuir rápidos jab, queria apenas que ele prestasse atenção no meu punho, até aquele momento do combate não havia usado minhas pernas, uma carta na manga que seria usada agora.

Socos dados pelo sujeito no meu lado esquerdo, seriam bloqueados do melhor modo possível pela minha mão esquerda, usando a extensão do braço para cobrir as costas e o punho para tampar o queixo, a mão direita seria usada unicamente para atacar, golpes vindo pelo lado direito, não seriam bloqueados, abriria mão da defesa completa, para atrair o homem para uma armadilha. Após trocar alguns socos, prestaria atenção no modo como as pernas do sujeito estavam posicionadas, pois, quando abrissem um pouco, usaria o peito do meu pé direito para efetuar um chute de cima para baixo nas partes intimas do sujeito, não mediria esforço, usaria toda a força nesse chute, queria que aquele homem nunca mais tivesse filhos novamente, se tomasse um golpe ao efetuar o chute, faria de tudo para ficar em pé.

Dando certo o movimento do chute, me aproximaria do sujeito e daria um uppercut com o braço direito no queixo do sujeito, se isso não bastasse para nocauteá-lo, seguraria pelo pescoço e o empurraria até a borda do barco, onde o jogaria no mar aberto, para que as ondas o levassem para o fundo. Se o chute não tivesse pegado em cheio, ainda faria o uppercut e o jogaria no mar, de todo modo faria estes movimentos.

Uma vez dado conta do random, era hora de focar naquele que possuía uma recompensa de 25 milhões por sua cabeça, capitão de um barco pirata que agora afundava nas aguas, ardia de fogo e já estava praticamente derrotado, não que eu esteja em melhores condições, mas eu tinha Susano’o comigo e a força do inferno em minha volta, iria acabar com a vida daquele macaco com minhas próprias mãos, arrancaria suas entranhas e a as seguraria entre meus dedos, enquanto seu corpo sem vida ficaria aos meus pés, finalmente era hora do acerto de contas.

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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptySeg 01 Jul 2019, 17:45


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Noite

Kay
A tensa situação estava chegando ao fim. Se levantou ignorando todas as dores da melhor forma que conseguisse. O gorila aos poucos tentava se levantar. Verdade seja dita, até seu inimigo estava nas últimas. Mas por isso Kay aproveitou, precisava se livrar daquele homem aleatório que havia ficado. Se naquele estado Blaze aguentava lutar contra ele já mostrava que o homem era bem fraco. E assim se focou em acabar com ele primeiro. Se aproximando dele via um pouco mais da água subindo o convés.

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Seu plano era simples e promissor de certa forma, enquanto se aproximava ameaçava o homem. Por ter retirado forças do cu de Susano'o e de seu próprio interior conseguira falar sem gaguejar ou parar. O homem parecia um pouco intimidado, aquele jovem a sua frente havia acabado com todos ali um por um.

Ao chegarem no alcance um do outro a batalha se iniciou. Kay protegia seu lado esquerdo com toda a vontade do mundo. Golpes ali seriam problemáticos. A franca trocação de golpes era equilibrada, o que mostrava como aquele homem era fraco perto do jovem amaldiçoado. No entanto os socos de Blaze ainda não eram totalmente polidos. Cada um possuía sua vantagem em uma área.

No entanto tudo aquilo ali só possuía um único objetivo na mente de Kay, a sua força era maior, mas com o tempo começava realmente a perder a luta ali. E assim finalmente após vários golpes viu o homem estabilizando a base por um instante. Aquele momento foi certeiro. Seu pé subiu e o braço do inimigo que estava indo em sua direção logo foi para baixo no maior instinto possível após o golpe nas partes íntimas.

O combo iniciou-se logo após isso. Deu um soco no queixo do homem e aos poucos o empurrou para a beirada derrubando-o do navio. Quando lá chegou viu no horizonte não só o seu navio, como também uma ilha lá no fundo. No horizonte começava a perceber que a luz do sol começava a surgir. Via que estava em uma região bem próxima da ilha já. Via seu navio começando a ir na direção da embarcação que estava.

O gorila havia se levantado e olhava para ele com raiva. Um berro animalesco partiu dele para os céus. - ESTAVA ERRADO EM MUDAR MEU NOME PARA KING KONG! - Gritou ele raivoso. - VOCÊ VAI MORRER NAS MÃOS DE BORSALINO! - E assim o mink começou a se mover usando de seus fortes braços para ir na direção de Kay novamente.

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Novos machucados (contagem de posts para curar) só quando a luta acabar, golpes levados:
Bochecha esquerda - bastão,
Cabeçada - testa contra testa,
Impacto fodido em suas costas com o mastro secundário,
Soco terminou de quebrar as costelas esquerdas,
Pé esquerdo- acertado por um golpe descendente do gorila,
Ambos os braços - vários hematomas depois de diversos socos e golpes que tomou em seus braços

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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptyTer 02 Jul 2019, 11:27

Blaze IV: O Voo da Águia


O Sol nascia no horizonte, belo e alaranjado, a linha tênue que separava o céu do mar era levemente encoberta pela sombra de terra firme, como esperado, estávamos chegando em Dino Club. Ver meu barco flutuando em minha direção era uma mistura de alivio e felicidade, tudo que precisava agora era derrotar o Gorila e saltar vitorioso para meus domínios, sabendo que agora estava em outro patamar, finalmente havia entrado no jogo, meu nome seria reconhecido e não seria apenas o sujeito de olhos vermelhos, seria capitão de uma tripulação.

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... Me virando lentamente para o único inimigo restante

Me virando lentamente para o único inimigo restante, ainda ouvindo o som das ondas engolindo o outro sujeito, a sensação era boa, mas passageira, meus olhos queriam fechar e meu corpo estava pronto para cair no chão e não levantar, estava cansado, quebrado e ferido em lugares diversos, o que me mantinha vivo era o espirito vencedor que o demônio me fornecia, sua aura já era um ponto roxo em minhas mãos, envolvendo como uma luva de boxe, o brilho chamava minha atenção, mas cada passo era uma pontada de dor, até respirar era uma tarefa que demandava mais do que necessário – Ele está pior – murmuraria para mim e mais ninguém, a batalha mental que travava contra meu corpo era tão ou mais difícil que aquela contra Kong, sabia que o sujeito estava com ambas pernas ruins, e cego de um olho, mas seus braços estavam bons e sua força vinha deles, se quisesse finalmente derrota-lo, deveria usar essa mesma força contra ele mesmo.

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... outra lagrima de sangue escorria do olho amaldiçoado

Um urro alto o bastante para chamar minha atenção era dirigido a mim, o capitão macaco parecia furioso, um verdadeiro bersek, finalmente seu nome verdadeiro era dito – Borsalino ... – recitaria a palavra lentamente, um pequeno sorriso formava em meus lábios, conseguia ver a cena e imaginava que aquilo iria ocorrer com mais frequência do que desejava, muitos outros iriam perecer pelas minhas mãos – Foco – fechava rapidamente os olhos, respirando fundo e concentrando no que seria o embate embate final, depois dali iria deitar no meu quarto e descansar sob o manto da vitória me aquecendo. Quando abri novamente os olhos, outra lagrima de sangue escorria do olho amaldiçoado, este ardia mais do que o comum, pressentia o perigo.

Como já havia usado em outras ocasiões, entender o movimento do inimigo é algo crucial e pode ser usado como uma bela vantagem, quando senti a pressão da madeira e o peso das mãos de Borsalino ao vir em minha direção, foquei minha visão em seus punhos, usando minha noção perfeita de tempo, para calcular em minha cabeça os segundos que ele demorava para trocar as “passadas” com os punhos, fazendo rapidamente uma média, achando em minha mente o momento perfeito em que poderia vir o ataque perfeito, onde levaria novamente o sujeito ao solo.

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... estaria calculando suas passadas

A cada momento em que ele viesse em minha direção, estaria calculando suas passadas, esqueceria momentaneamente as dores e o cansaço, até perceber que era hora de avançar, teria um momento para acertar o golpe, e iria aproveita-lo. Primeiramente, colocaria meu peso na perna direita, avançando para o lado direito, sabendo que seu olho direito já não existia, apenas um oco escuro, flexionando os joelhos, usaria o que conseguiria da minha aceleração para correr num arco pela direita, com cuidado para não pisar no fogo ou na agua que adentrava o barco. Pelo que já havia observado, o golpe preferido do macaco era um soco de cima, para cravar a pessoa no chão, como um martelo faz com o prego, mas dessa vez iria tentar surpreende-lo, quando seu punho direito estivesse no chão, e seu esquerdo estivesse no ar, saberia desse momento pela observação que já havia feito anteriormente, tanto na batalha no Farol, quando no barco, tentaria entender esse momento e quando visse essa falha em seus movimentos, iria atacar.

Vendo a abertura, saltaria com a mão esquerda apertando as costelas para sentir uma dor contida e que não impedisse de usar minha força total no golpe que viria da direita, o punho fechado e firme para não quebra-lo no impacto, cotovelo recuado para dar mais impulso no soco, tudo aquilo que havia treinado seria usado nesse golpe – Demons Punch! – gritaria, expurgando toda a dor e desconfiança, socaria o braço do sujeito, empurrando com o avanço do braço. Queria que o soco retirasse seu ponto de apoio, como sua mão esquerda estaria no ar nesse momento, a gravidade faria todo o restante, o macaco iria para a lona.

Se durante meu avanço pela direita, ele tente me socar com o golpe do martelo, giraria meu corpo para o lado, saindo da área do impacto, onde conseguindo essa esquiva, socaria seu braço do mesmo modo, tentaria desequilibra-lo e leva-lo ao chão de todo modo, sabia que assim como eu estava, ele também estaria, quem sabe ainda pior. Um golpe vindo horizontalmente pelas laterais seria feito uma esquiva mais complexa, analisaria com minha visão aguçada um modo de sair sem ser atingido, uma esquiva saltando para trás, ou se continuasse seria mais proveitoso, pois se acertasse o golpe no apoio da mão direita, ele cairia e seu soco com a esquerda não valeira de nada. Se fosse preciso sofrer o golpe para acertar o meu, assim faria, tiro trocado não dói, não recuaria em frente ao perigo, se fosse preciso perder um braço para vencer, assim faria.

Doravante, acertando o golpe com perfeição ou pelo menos o levando ao solo, analisaria como ele havia caído. Caindo com as costas para cima, ou seja, de peito no convés, tiraria minha camisa rapidamente, saltando sobre as costas do sujeito, enrolando o pano em minhas mãos, passaria pela por cima da cabeça do macaco e apertaria o pano em seu pescoço – Durma coisa horrenda, sonhe com os demônios – sussurraria em seu ouvido, apertando o pano em sua goela com a força que havia em meu corpo, lutaria com todas minhas forças para manter essa posição, como num rodeio, so precisaria ficar 8 segundos no lombo do animal, e logo ele cairia em meus pés, sem vida.

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Borsalino caindo de lado, ou seja, de modo que não desse para saltar sobre suas costas, avançaria do melhor modo possível, saltando sobre sujeito, sem estratégia ou coisa parecida, começaria a socar seu olho esquerdo, nesse momento, usaria os dois punhos, socos seguidos no olhos, queria cega-lo por completo, se sofresse algum golpe, lutaria para manter a posição, socando sem parar, até que não aguentasse mais levantar meus punhos e o olho esquerdo não passasse de uma massa branca inútil, queria ver o gorila gritar, o prazer de mata-lo estaria impregnado em minhas entranhas, me dava força para continuar. Ele caindo com as costas no convés e o peito para cima, faria os mesmos movimentos para acertar seu olho, sem piedade.

Na pior das hipóteses, se ele não caísse como planejado e o soco não o atingisse, saltaria para longe do sujeito, teria que usar o terreno e a distancia como vantagem, ele estava cansado, e suas pernas estavam piores que as minhas, tentaria dar a volta e usar o mastro caído como barreira, imaginaria que o fogo ali já estava apagado, teria que subir para o piso superior e usar a altura para dar mais impacto para o golpe. Prestaria atenção para não pisar em buracos no convés, como já havia caído raios e fogo pelo local, poderia haver falhas, também observaria como estaria a agua pelo terreno, subir para o piso acima, poderia ser a única chance.



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptyTer 02 Jul 2019, 16:05


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Noite

Kay
Comemorando que havia derrubado um de seus inimigos, via o sol nascendo e seu navio por perto. Precisava agora se encarregar do gorila que havia ali. Virando-se viu seu inimigo indo em sua direção utilizando-se de seus braços.

Se concentrando, parou de ouvir a tempestade e o vento que o cercavam a muito tempo, o silêncio reinou enquanto contava os segundos que os braços do mink demoravam no movimento. A concentração do jovem era tamanha que aos poucos sentia que entendia o que precisava fazer.

Dando passos para frente logo se apoiou e desviou para sua direita saltando e socando o braço direito deste. Com o pulo, mesmo segurando seu lado esquerdo sentia várias pontadas agudas de dor vinda da região. O golpe foi efetivo de certa forma. O gorila não caiu de costas para cima. Ao invés disso, caiu de lado, com as costas viradas para Kay e para a água.

Quando viu isso, retirou sua camisa num movimento extremamente doloroso. A dor proeminente das costelas só aumentava com o tempo. Pulou com a camisa na direção do mink e enrolou no pescoço dele. A força dos dois era meio equilibrada naquele momento.

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Mas King Kong não deixaria daquele jeito. Com a mão esquerda começava a puxar a camisa para impedir que sufocasse. Com a mão direita começou a se levantar. A briga ali era intensa. Em algum momento a água começou a atingir os pés do gorila e as costas nuas de Kay sentia os pingos de água enquanto a embarcação continuava a afundar.

Kay ordenava que Borsalino dormisse eternamente, o mink estava relutante a seguir tal ordem, tentando aos poucos se afastar da água para não sufocar, seja pela água, seja pelo seu inimigo. Em um movimento esperto o gorila jogava seu corpo para trás fazendo Blaze bater mais uma vez suas costas, agora o impacto era minimizado graças a água que já estava por ali. Inclusive, o jovem amaldiçoado sentiu água adentrando suas narinas. Porém não podia se dar por vencido naquela situação e enquanto sufocava o gorila via este se contorcendo. Para tentar se livrar de Kay e da água que dificultava sua movimentação com as pernas frágeis que estava, tentou andar para frente e acabou caindo para frente. Desta forma, não bastando Blaze sufocá-lo, a própria água chegou ao nível do rosto do gorila e assim este simplesmente começava a morrer afogado.

Algo ali era bem interessante, Kay percebia que o barco estava afundando mais rápido. Após um ponto, que era difícil determinar, a água começara a subir bem mais depressa. Agora, com o gorila morto logo abaixo de si, podia ver seu navio se aproximando, mas ainda meio longe. A tempestade estava forte ainda. Com o fim da luta os ruídos desta voltavam a soar por todos os lados. A água já atingia seus joelhos facilmente e não tardaria para cobrir todo o corpo.

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Havia vencido, agora "só" precisava sobreviver.


Novos machucados (contagem de posts para curar) só quando a luta acabar, golpes levados:
Bochecha esquerda - bastão,
Cabeçada - testa contra testa,
Impacto fodido em suas costas com o mastro secundário, e pelo gorila caindo para trás e o esmagando no chão
Soco terminou de quebrar as costelas esquerdas,
Pé esquerdo- acertado por um golpe descendente do gorila,
Ambos os braços - vários hematomas depois de diversos socos e golpes que tomou em seus braços

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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptyQua 03 Jul 2019, 01:12

Blaze IV: O Voo da Águia


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Sentia frio, meu corpo tremia e já sentia meus joelhos querendo ceder, me manter em pé era doloroso a ponto de querer gritar – Eu venci – o pensamento vitorioso me mantinha firme, pelo menos por enquanto, já sentia a agua subindo pela minha canela e logo afundaria o barco e as lembranças da tripulação do macaco Borsalino. Movia meus olhos para o horizonte, vendo as velas negras do meu bando se aproximando do naufrágio, baixando meus olhos, conseguia ver minhas mãos, não sabia o motivo mas ver como tremiam era algo hipnotizante e relaxante, talvez estivesse entrando em colapso ou algo parecido, havia dado tudo para ganhar e agora estava em pé, enquanto seu inimigo estava nas garras de Susano’o para sempre.

Sentia o barco afundando aos poucos, a agua gélida já cobria boa parte do corpo do ex-capitão pirata, foi então que resolvi me mexer, olhava primeiramente para os lados, tentando entender o que poderia ser feito, a chuva era forte e saltar no mar naquelas condições poderia não ser uma boa ideia – Por ali – olhava para o segundo piso, ganharia algum tempo naquela altura. Me movendo, arrastando os pés pelo convés, rumaria para o segundo piso com calma, mas ao mesmo tempo não lento, procuraria minha camisa com um olhar rápido, se esta estivesse próximo a pegaria, o mesmo serve para a capa preta que usava.

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Usando o que me restava de energia, colocaria nessa fuga marítima, agora não guardaria a dor para mim, faria as caretas que me desse vontade, não havia ninguém por perto, apenas corpos me rodeavam, como dizem, mortos não contam histórias. Me arrastando até a borda do piso superior, levantaria os braços com calma e graciosidade para não intensificar as dores que certamente viriam quando começasse a me erguer, trancaria o maxilar e fecharia os olhos para amenizar e segurar a dor que certamente iria sentir, erguendo meu corpo até certa altura, passaria umas das minhas pernas para ajudar e depois rolaria para onde a agua não estava.


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... tentaria levantar

Terminando de rolar, estaria deitado sobre a madeira, com os olhos fechados, sentindo os pingos da chuva caírem sobre meu rosto, abriria a boca e respiraria profundamente, juntando forças para me virar e apoiar meus joelhos, erguendo meu tronco para onde estava meu barco, veria a Águia Negra cortando aquelas tempestade vindo em meu auxilio, aquele marceneiro de Lvneel havia feito um trabalho bem feito, não seguraria um sorriso de satisfação tímido em meus lábios, mas logo tentaria levantar, por mais que estivesse esgotado, havia coisas a serem feitas. Ficando de pé novamente, sentia minhas costas doendo tanto que parecia estar carregando um gigante em meus ombros, caminhar era algo difícil, parecia que tinha 1 ano novamente, cambaleava como um bêbado e colocar um pé na frente do outro era uma tarefa extremamente complicada.

Caminhando até a borda, ergueria um braço, movendo-o de um lado para o outro, sinalizando que estava bem, não esquecendo o barco afundando, tentaria calcular a distancia do melhor modo possível, eles precisavam me jogar uma corda para me puxarem de volta, não conseguiria pular de volta para meu convés, maldita costela quebrada. Se eles gritassem algo para mim, colocaria as mãos ao lado da boca para as palavras saírem mais altas – ME JOGUEM UMA CORDA E ME PUXEM – Não teria como explicar que não conseguiria voltar com as minhas pernas para meu barco, iria precisar que aqueles caçadores me ajudassem.

Com os barcos próximos o bastante para isso dar certo, pegaria o que me jogassem, se fosse realmente uma corda, amarraria em minha cintura com o melhor nó possível, uma boia ou qualquer coisa desse tipo, passaria por baixo do braço e olharia para os céus – Não me matem afogado – era apenas uma preocupação, o escolhido não morreria sem cumprir a missão que lhe fora dado, tudo daria certo e logo estaria deitado na minha cama, aconchegante e bem aquecido. Assim sendo, saltaria o mais longe que conseguisse, e tentaria não morrer afogado, batendo as mãos do melhor modo possível rumando para o barco, segurando a respiração e torcendo para a corda/boia não ceder e meu corpo afundar para sempre na escuridão.

Conseguindo chegar até a borda do meu barco, usaria a escada para subir até o convés, se não conseguisse subir com minhas forças, aceitaria ser puxado, mas nesse segundo caso ficaria sério para não demonstrar a dor que sentia. Uma vez no meu convés, recuperaria o folego primeiramente, depois olharia para os sujeitos que ali  estavam – Eu derrotei o Capitão deles e afundei o barco – fecharia os olhos, deitando no meu convés – Vamos para Dino Club, preciso de um Médico – não importaria de ficar na chuva, so queria ser tratado imediatamente, as costas e as costelas estavam me matando.



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptyQua 03 Jul 2019, 02:13


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Noite

Kay
A vitória havia chegado, mas agora precisava se preocupar com outras coisas. Andando com dificuldades extremas pegava as duas peças de roupa que estavam ensopadas e somente adicionavam peso a sua já cansada caminhada.

Aos poucos se arrastava para o andar superior, sua velocidade era tão pequena que já estava quase nadando chegava nas escadas. Não havia muito o que fazer além de esperar que seu navio e os tripulantes ali salvassem ele. Claro que apoiaria a situação para isso ocorrer, já boiando na água fez o possível para ir se arrastando até a beirada do navio. A dor era tamanha que podia jurar que era um mero milagre, ou uma maldição do demônio, estar vivo e gritando. Se seus gritos eram ouvidos ou não pelo povo de seu navio era uma questão difícil de saber.

Pedia por cordas, mas o que acontecera foi bem diferente. Quando a Águia Negra chegou bem perto viu Simon e os outros dois aliados novos pulando na água sem pensar duas vezes. Primeiro amarraram uma corda a sua volta. Mesmo com a tempestade eles estavam tranquilos, todos estavam amarrados por cordas e seguros do que faziam.

Ao chegar no convés falou que deveria ir para o médico após ter comentado a clara vitória. Mas Kay não chegou a ouvir a resposta de ninguém, seus olhos fecharam. A adrenalina havia passado naquele momento, seguro no convés de seu navio e assim suas forças acabaram, desmaiando por ali mesmo.

Ao abrir os olhos, Kay se viu em uma sala fechada feita de madeira. A cama que estava era muito confortável, sentia seu corpo dolorido num geral, apesar de suas costas e de suas costelas debaterem qual doía mais. O cômodo estava claro por luz natural que vinha de algumas janelas logo a sua frente. Era claramente um local de tratamento médico, havia outras camas e algumas estavam ocupadas.

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- Incrível. Já está acordado. - Ouviu de uma mulher a sua esquerda. Ela o olhava com um olhar meio estranho, uma mistura de curiosidade e surpresa. - Bom, alguns julgariam normal, já está dormindo tem uns três ou quatro dias eu acho. - Falou ela para ela mesmo se aproximando. - Espero que você seja tão útil para a causa quanto falaram.  - Falou a jovem. - Por enquanto Kong está ocupado, poderá conhecê-lo mais tarde. Suas coisas estão ali dentro. - Falou ela apontando para a sua direita na mesinha de cabeceira que havia logo ao lado de sua cama. Em cima da mesinha havia uma trouxa bem cheia meio aberta e por isso Kay via que havia várias moedas e notas lá dentro. - Um tal de Simon falou que a sua parte era doze milhões e meio de berries. Não sei o que fez, mas parabéns. - Continuou ela falando e se levantando.

Ela puxou uma cadeira e sentou-se do lado dele. - Bom, eu estou entediada por enquanto. O que você quer saber? - Perguntou ela. Já Kay sentia sua barriga roncando e muito forte.


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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 6 EmptyQua 03 Jul 2019, 02:45

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Minha mente estava nublada, lampejos do que havia acontecido entorpeciam minha mente, lembrava de Simon pulando na água e depois disso, uma escuridão total. Era engraçado, agora eu parecia estar escutando meus pensamentos, mas o simples fato de abrir os olhos me parecia tedioso, queria ficar ali deitado, estava bom e confortável, do modo como eu imaginaria, talvez ate tivesse um sorriso em meu rosto. Mas sentia o dever me chamar, precisava levantar e ver o que havia acontecido, finalmente abri meus olhos – Onde estou? – era o primeiro pensamento, pensava estar no Águia Negra, mas aparentemente não era o caso, era uma sala fechada de madeira, uma luz entreva pelas janelas dando luz ao local, sem ao menos me mover já sentia as dores voltando e o sorriso no rosto dava lugar para o olhar frio e o rosto sem expressão.

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Antes de poder fazer qualquer movimento, uma voz feminina chamava minha atenção, virei meu pescoço para o lado, onde havia uma mulher me olhando de modo estranho atrás de seus óculos, seu cabelo era ruivo – Mas que ... – não demonstraria a surpresa que havia sofrido ao vê-la, sua boca não parava de mover e palavras saltavam como lebres no jardim, mas boas informações eram ditas, absolvi todas sem demonstrar meu claro interesse – Maldito Caçadores – A promessa que havia sido feita para Simon e Touha fora cumprida, pelo menos não estava de mãos vazias, isso era algo bom, mas havia coisas ruins, aparentemente eu havia dormido por três ou quatro dias, por isso sentia meu estomago roncando e a língua seca, estava faminto.

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...  tentaria levantar meu tronco, e ficar sentado na cama

- Onde esta meu subordinado? Ele tem os dentes afiados, chama-se Drake – falaria sem vacilar, provavelmente a voz falharia, mas tentaria dizer as palavras firme e olhando nos olhos da mulher. Obtendo a informação que ele estava bem, voltaria ao segundo tópico – Minha Escuna? – Não queria perder minha escuna, sabia pouco da ilha, sequer se havia um QG na ilha, precisaria andar pela mesma para ver com meus olhos, não confiava de imediato na garota de madeixas vermelhas, mas não deixaria a chance de descobrir mais coisas – Teria um Jornal dos últimos dias? Quero conferir se meu nome foi citado em algum lugar – tentaria levantar meu tronco, e ficar sentado na cama – Me fale um pouco sobre a ilha, tem algum QG, quem é o sujeito mais forte? Coisas assim ... – verificaria os curativos que haviam sido feitos, dando maior atenção para a dor que sentia nas costas e nas costelas, aquele maldito Borsalino deixara seu presente antes de morrer.

Analisaria a sala que estava, se havia outras pessoas ali, dando maior atenção para a garota, não sabia se ela era uma subordinada de Kong, ou uma inimiga, queria ver como ele agiria diante das minhas perguntas, o dialogo iria ser desenvolvido conforme suas respostas.



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