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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Blaze IV: O Voo da Águia

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MensagemAssunto: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptyTer 21 Maio 2019, 16:16

Relembrando a primeira mensagem :

Blaze IV: O Voo da Águia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Kaleb Blaze. A qual não possui narrador definido.


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West
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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptySeg 10 Jun 2019, 17:00

Blaze IV: O Voo da Águia


Sentia o barco começando a se mover sobre as aguas da Grand Line, o barulho da chuva e os trovões davam um preludio do que seria a nossa viagem, como leigo, não imaginava como seria navegar nessas condições, havia navegado poucas vezes, era um marinheiro de primeira viagem, um jovem lobo em busca de aventuras. Deixando minha bolsa na cama, ajeitava minha capa negra e vermelha, colocando o capuz, já se precavendo da chuva que estava caindo, a ideia era fazer o primeiro turno é ir descansar. Caminhando mais lentamente possível, como se atrasasse o inevitável, abriria a porta já sentindo a ventania passando pelas minhas orelhas e a chuva banhando meu rosto.

Seria uma longa viagem pelo visto, quando abri os olhos e prestei mais atenção no convés, via Drake dando ordens e uma movimentação para cumpri-las, de início cocei a cabeça vendo que não queria fazer aquele serviço, mas, não havia outro modo, entrando no convés sentia a chuva forte lambendo o convés e o balanço mais forte da Águia – Caramba – tomando cuidado para não escorregar, caminhava pelo barco olhando para o céu e vendo os relâmpagos caindo como castigos dos deuses sobre nossas cabeças.


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...conseguia visualizar um barco

O balançar do barco fazia as dores voltarem como leve pontadas no meu amago, incomodavam, mas era suportável, por enquanto. Enquanto o pessoal trabalhava, olhava ao redor, vendo a luz do farol ficando para trás, provavelmente nunca mais veria ela novamente, esticando a mão, segurava na borda do navio, olhando para as nuvens que brilhavam a cada relâmpago e de repente, da escuridão algo vinha, semicerrando os olhos, conseguia visualizar um barco, suas bandeiras negras ostentavam um símbolo pirata – Não é possível – não esconderia a surpresa em meu rosto, abrindo um pouco mais os olhos que o normal. A bandeira era um gorila segurando uma figura, so podia ser o Falso Kong – Se quer vingança, te darei vingança – Sorrindo como uma criança prestes a ir para uma loja de brinquedos, esconderia a felicidade no interior rapidamente, voltando para os deveres que me incumbiam.

Me virando para Drake, apontaria para o rumo – Barco inimigo – Se o jovem não adivinhasse quem seria, daria outro alerta – Deve ser o Kong – caminharia pela beirada, analisando ainda o barco – Achq que consegue ficar ao lado do barco? – Sendo positiva a resposta, ou negativa, iria responder do mesmo jeito – Vou mata-lo para não me incomodar mais – sem me importar do resto da tripulação escutar, sendo caçadores ou não, estavam sobre minha bandeira, teriam que jogar pelas minhas regras.

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...Falaria rapidamente, olhando nos olhos do velho

Sem me importar agora com chuva, balanço do barco ou coisa parecida, meu foco estava num alvo, e minha intenção também, avisaria para os novatos – Ajudem Drake no que precisar, eu vou dar conta do inimigo – Não eram palavras para acalmar, e sim para alertar, não queria que eles fizessem algo estupido. Procurando por Touha, falaria rapidamente, olhando nos olhos do velho – É um barco pirata, eu briguei com um gorila no Farol, acho que o bando é dele – respiraria rapidamente, tomando folego – Sua cabeça está a prêmio – esperaria um momento, para que eles entendessem a situação – Eu vou matar o Gorila, se houver outros tripulantes com ele, defendam meu barco, se tudo der certo, dividiremos a recompensa dele pela metade – Não iria falar a quantia que valia, a ganancia deles poderia ser prejudicial, deixaria essa informação para depois.

Os dois concordando em ajudar, tinha pelo menos um plano, eles cuidariam do barco, Drake cuidaria de não deixar a gente afundar, e eu iria para a ofensiva, não fazia ideia se era bom ou ruim, mas não importava, eu sou o escolhido, nada ira ficar no meu caminho, nessa vida ou na outra – Drake, cuide da rota, o resto deixa comigo – alertaria novamente o espadachim, sua fome de sangue teria que esperar, quem sabe tenha um bom rum no barco inimigo, um saque seria de grande ajuda, já que tinha em mente expandir e melhorar o Águia Negra, além de comprar novos equipamentos, lutar com uma espada não era minha forma favorita de agir.

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Assim sendo, esperaria para ver como iria agir, o oceano era traiçoeiro – Escolha errada Kong, escolha errada – repetiria em minha mente essas palavras, fechando os punhos e focando no barco que estaria se aproximando, como um lobo fita sua presa, olharia para aqueles sujeitos da mesma forma, iria mata-los de uma forma lenta e dolorosa, por dentro, uma chama ardia fervorosamente, mas por fora, estaria com o rosto fechado, os dentes rangiam de tanta força que estava fazendo, a face tão rígida que a ponta das sobrancelhas quase se tocavam.

Se por acaso, eles começassem a atirar, esconderia atrás de algo para não ser atingido diretamente, sabia que não havia canhões, então uma batalha marítima era uma escolha que não estaria no meu cardápio, precisava entrar em conflito direto, em um dos barcos. Conforme ficasse mais próximo, usaria minha visão aguçada para ver quantas pessoas havia no barco inimigo, e claro, verificar se era mesmo Kong o capitão, semicerrando os olhos e colocando a mão perto da sobrancelha, impediria da chuva atrapalhar minha visão.



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptyQua 12 Jun 2019, 03:22


Narração
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Noite

Kay
Ao ver o navio pirata não hesitou e logo informou Drake do mesmo, este estava preocupado demais com a tempestade para pensar quem poderia ser aquele sujeito. Talvez não fosse a melhor das escolhas entrar em uma batalha marítima naquela tempestade, qualquer dano no navio poderia causar em perda total com aquelas ondas gigantescas. Além disso, não possuindo canhões, a escolha de Kay era vista de forma totalmente lógica para o seu espadachim navegador. - DEIXA COMIGO! - Gritou ele em resposta, bem mais alto do que o necessário, mas animado e já girando o timão.

Segurando-se como podia, Kay já se filtrava na situação complicada que ia enfrentar. Esta porém mostrava-se um pouco mais simples, percebeu que mesmo com a distância diminuindo aos poucos, King Kong não disparava nenhum tiro de canhão. Falando com os novatos, só viu ambos concordando com a cabeça. Não eram pessoas do tipo comunicativas.

Podendo se aproximar de Touha e Simon, começava a explicar para eles o que havia acontecido. O velho sorria de excitação ao ouvir da cabeça a prêmio. - Trato feito. - Falou ao ouvir de dividirem o prêmio meio a meio, Kay precisava de alguém para entregar aquela cabeça e levar a bolada, e assim Touha ganhava uma bolada por não fazer quase nada. Uma troca muito boa.

Daquela forma, com ondas grandes, subindo e descendo vários metros, as vezes até perdendo o navio inimigo de vista, Kay pôde finalmente ver que era sim King Kong seu adversário. O mink estava no meio de seu navio. A perna estava enfaixada, mas não parecia importar muito aquilo já que a chuva molhava tanto as faixas que provavelmente não estavam sendo muito eficientes. E Blaze também via os companheiros de King Kong no navio, vários homens, pelo menos oito no convés. Algo que chamava a atenção de Kay, era que o adversário possuía canhões, um de cada lado, não parecia ser muito difícil locomover eles um pouco e assim atirar, então a razão para tal acontecimento era outro.

Faltavam poucos metros e os dois navios ficariam emparelhados, King Kong ainda não havia feito nenhum sinal de ataque, dos oito colegas dele somente dois pareciam atentos a ataques do outro navio, os outros estavam preocupados com as cordas e velas da tempestade. O navio de Kay se aproximava e encontraria o navio inimigo pelo lado esquerdo. Poderia ser difícil pular de um navio para o outro naquelas condições, teria que pensar bem em como realizar aquela manobra.


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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptyQua 12 Jun 2019, 20:39

Blaze IV: O Voo da Águia


Em meio a relâmpagos e ondas enormes, os barcos iam cortando o oceano e se aproximando um do outro, sabia que iria ser algo inimaginável um combate naquelas condições, mas havia um momento em que as adversidades estavam ali para serem vencidas – Vamos – Pensava vendo o Gorila no centro do seu barco, com sua perna enfaixada. Águia Negra parecia bem, velejava como um corcel treinado, Drake cumpria bem sua função, era um sujeito incomum, mas servia bem aos propósitos que almejava. A rebarba da chuva passava pelos meus pés, limpando o convés e derrubando os desavisados, o balanço podia fazer qualquer homem por pra fora um bom jantar, por isso, acompanhava os altos e baixos segurando na borda e usando-a de apoio para me levar até o lado esquerdo, local onde o inimigo estava se aproximando.

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Como um caçador, fitava em meio a chuva pesada, as velas e Jolly Roger do sujeito, um calor já emergia em minha alma juntamente com o braço do demônio saindo das minhas costas, ao levantar a cabeça, conseguia ver perfeitamente Susano’o em sua forma inicial, a caveira pela metade e seu corpo se formando aos poucos, de igual modo, sentia meu olho ardendo e sem perceber, já começava a sangrar uma lagrima de sangue, que rapidamente se misturava com a chuva que beijava meu rosto, nesse momento, um sorriso diabólico e tímido surgia em meus lábios – Vai ter sangue, não vai ter dó – Da primeira vez poupei o macaco, agora iria mata-lo da pior forma que conseguisse.

De pouco em pouco as escunas foram se emparelhando, com a aproximação, pude ver outros 8 tripulantes, que assim como os meus subordinados, faziam de tudo para não deixar o barco afundar – Eu vou ser a praga nesse navio – A raiva dominava meu interior, a sede de sangue e o prazer de lutar tomavam a mente, entre relâmpagos e demônios, apenas os escolhidos sairiam vivos. Uma rápida olhadela para meu convés, verificando como estava todos, assim, gritaria para Simon – Vou saltar no barco inimigo, consegue vir? – Não ficaria esperando a resposta, se ele viesse ou não, nada mudaria meu plano, mas ter alguém na retaguarda além de Susano’o, poderia vir a calhar.

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Mesmo naquele clima tempestuoso, precisava pensar num modo de pular e não cair na agua, caso contrário a situação iria ficar bem pior. Por isso, usando minha noção exata de tempo, tentaria decifrar de modo rápido e superficial como as ondas estavam afetando o barco inimigo, isso seria a base para o salto, teria que pular quando a escuna estivesse inclinado para baixo, ou poderia passar direto; Posteriormente, usando minha visão aguçada focaria num local de pouso, de início, teria em mente em saltar o mais distante de Kong possível, isso para não ser atingido de imediato por seus punhos. Feito isso, com a distância e a movimentação do barco em mente, agora seria a parte física que teria que entrar em ação. Quando os barcos estivessem próximos o bastante, saltaria sobre a borda, usando minha acrobacia para equilibrar ali rapidamente, com ambos joelhos dobrados, como uma cobra pronta para o bote, saltaria com os olhos semicerrados, as mãos como garras.

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... sacaria a espada erguendo-a sobre meu rosto

Tendo sucesso em cair no convés inimigo, qualquer que seja o local, sacaria a espada erguendo-a sobre meu rosto, mostrando os dentes e o rosto completamente hostil, com Susano'o em minhas costas e a lagrima amaldiçoada de sangue escorrendo do meu olho, avaliaria como estavam posicionados os inimigos, com atenção especial para Kong, onde tentaria manter distância inicialmente. Doravante, se ao saltar, não conseguisse o impulso necessário e fosse bater na parte lateral da escuna, tentaria agarrar na borda, ficando pendurado, onde rapidamente, usaria meus braços para me puxar para cima e saltar para o convés, se não conseguisse segurar na borda, sacaria a espada e cravaria sua ponta na madeira, e ficaria pendurado, o importante era não cair no mar, por isso, socaria a madeira usando meu dano, tentando quebra-la, até fazer um buraco onde meu corpo conseguisse passar, tentaria pegar a espada quando entrasse, mas se não conseguisse, deixaria lá mesmo.

Uma vez no convés, não importe o modo, sacaria a espada e analisaria o ambiente, se tivesse algum inimigo que não seja Kong perto de mim, tentaria uma estocada aproveitando a surpresa e a minha velocidade na barriga do sujeito, retirando a espada, usaria minha mão livre para socar o rosto e levar o inimigo ao chão, assim sendo, se o sujeito fosse tão rápido quanto eu, tentaria bloquear o golpe com a lamina da espada, colocando-a a frente do golpe, e usando meus braços para segurar o impacto, como contra-ataque já tentaria a estocada e o soco. Feito isto, já tentaria me movimentar para não ser acertado por tiros avulsos, correria para o lado onde teria menos homens, e caso conseguisse, iria para onde o timão estava. Contudo, se caísse onde os punhos de Kong me alcançasse, tentaria me erguer rapidamente, e sairia o mais rápido possível de perto do mink. Se ele tentasse um soco vindo dos lados, saltaria para trás, de forma rápida e desajeitada, só não queria ser atingido. Mas se o soco ou socos, viessem de cima, como já havia sido feito, desviaria para o lado que me possibilizasse tal movimento, sempre atento e pisando firme para não escorregar no convés que fatalmente poderia estar molhado.

A todo momento, o foco seria não levar a luta até o capitão inimigo de imediato, em mente iria limpar os mais fracos primeiro, para depois matar o peixe maior. Prestaria atenção também em meu barco, se Simon tinha pulado como eu, se alguém deles havia pulado em meu barco, sempre atento também a mare para não desequilibrar e cair no mar.



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptyQui 13 Jun 2019, 01:58


Narração
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Noite

Kay
Apesar da situação estranha, Kay simplesmente se concentrava, não podia errar o pulo. Falava para Simon segui-lo. Mas não esperou para ver se recebeu alguma resposta. Preocupado com os navios que subiam e desciam, nem pensou nos canhões que não disparavam, se concentrava em pular na embarcação inimiga sem ficar muito perto de King Kong. Sentia a luta se aproximando e por isso se olho já sangrava e Susano'o já havia aparecido.

Quando pulou, foi fácil chegar ao outro navio, eles estavam tão próximos que provavelmente haviam arranhado um ao outro, seria até bom checar depois. Durante o trajeto no ar já via uma das duas sentinelas indo em sua direção. Ao atingir o convés inimigo, retirava sua espada rapidamente da bainha, porém não conseguiu completar o golpe, sentiu suas costelas reclamando. E por isso simplesmente sentiu o golpe vindo de um dos dois que estavam de guarda. Ele já estava preparado por ver Kay pulando de uma embarcação a outra. O ataque que levara era um belo uppercut que acertava no queixo dele com precisão.

- Eu não quero lutar. - Ouviu King Kong do centro do navio, o capanga dele se distanciava um pouco de Kay. A voz do capitão macaco era séria. - Eu quero chegar até Kong. Não preciso te matar para isso. Mas se você quiser lutar não terei outra opção. - Sentia o navio ainda subindo e descendo violentamente por causa da tempestade.

Seu navio começava a se distanciar, Simon não havia pulado, na verdade, via o jovem loiro ajudando com as cordas de seu próprio navio. King Kong possuía mais pessoas a disposição, por isso conseguia manobrar um barco de mesmo tamanho e ainda obter ajuda na batalha. Os dois navios faziam curvas, procurando se encarar, ou ambos tentavam seguir um ao outro, tornando uma corrida infinita em alto mar.

Naquela confusão Kay via um dos seis homens responsáveis pela embarcação de King Kong no timão, dos outros, três estavam cuidando de cordas na parte inferior, os outros dois na parte superior. Dos dois homens que haviam ficado de sentinela, um estava logo a frente de King Kong agora, enquanto o segundo estava ainda mais a frente, a uns dois ou três metros de Kay. O adversário mais próximo de King Kong montava um bastão e se preparava para lutar com Blaze dependendo do que ele fosse falar. Os três homens que cuidavam das cordas no convés estavam posicionados de forma que dois ficassem para depois de King Kong e um ficava entre Kay e o timoneiro, que estava também para trás de Blaze.


Novos machucados só quando a luta acabar ~ mas não está tonto pelo golpe no queixo, o cara não socou muito forte, foi mais para desequilibrá-lo no momento e ouvir King Kong

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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptySex 14 Jun 2019, 09:52

Blaze IV: O Voo da Águia


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... diria ajeitando meu casaco

As palavras ditas pelo macaco podia intimidar qualquer homem, mas para mim eram folhas secas ao vento, o escolhido jamais recuaria em frente a um desafio, a sede de poder não me permitia recuar, tudo estava ao meu lado, mesmo que não visível para eles, mas o demônio emergia agora grandioso e sorridente, os olhos amarelos brilhavam naquela noite. O campo de batalha era pequeno e difícil locomoção, minha velocidade não seria de grande ajuda, teria que usar minha força e movimentação para derrotar pelo menos os três que me encaravam, entre eles o Capitão – Sua cabeça chegara até Dino Club numa estaca – diria ajeitando meu casaco, a voz sairia um pouco mais alterada do que desejava, o rosto completamente irritado e a postura ereta com a espada na mão – Sua alma irá conhecer o inferno antes do sol nascer – com a feição irritada, deixaria que as palavras e a certeza que iria derrota-los intimida-los, já havia derrotado o gorila uma vez, iria derrota-lo de novo.

Mesmo estando em maior números, muitos deles tinham outras preocupações, de modo que conseguia ver homens trabalhando focado nas ordens do timoneiro, inimigos a minha frente haviam três, é nenhum deles parecia grande coisa, minha espada fatiaria carne e ossos, não importa quem ou que, eu jamais iria perder na frente dos meus subordinados. Provavelmente uma boa estratégia seria melhor nessas condições, mas um homem de ação não mede esforços, iria avançar como um leopardo persegue a presa – Me dê sua força – pensaria, obtendo rapidamente a resposta do demônio, que colocava em sua mão uma espada e voltava a atenção para o inimigo a frente.

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Observava a chuva cair a minha frente, enquanto calculava o movimento que iria fazer. Primeiro, flexionaria rapidamente os joelhos e avançaria contra o homem a minha frente, ao qual havia me acertado um soco, usaria de passadas rápidas e firme para não escorregar no convés, chegando próximo do sujeito, abaixaria levemente o queixo, impedindo que outro uppercut entrasse, a ideia era entrar bem próximo do sujeito. Quando estivesse cerca de 1 metro recuaria meu braço esquerdo (o que segurava a espada) como se fosse dar uma estocada, assim sendo, com atenção e fluidez, fingiria a estocada com o braço esquerdo, tentando ludibriar o sujeito a bloquear ou esquivar para o lado contrário, nesse momento, usando toda minha habilidade com as mãos adquirida quando treinei punga, jogaria a espada para o lado direito, de modo que segurasse no cabo firme.

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... saltaria com a ponta da espada alongada para efetuar uma estocada

Com a espada no braço direito, daria um corte horizontal na barriga do sujeito, queria ver a lamina cortando sua carne e suas entranhas caindo no barco, dando certo esse ataque, daria um passo para trás, onde evitaria algum soco ou chute, já que usaria a extensão da espada para lutar agora a media-distancia, e assim, saltaria com a ponta da espada alongada para efetuar uma estocada no peito do homem, esperando que assim levasse sua vida para sempre. Doravante, durante meu avanço, o homem viesse em minha direção de forma corajosa, não pararia minha corrida, faria os mesmos movimentos, trocando a espada de mão de forma rápida e efetuando o corte horizontal e a posterior estocada, se percebesse um soco vindo em meio a esses cortes, usaria minha agilidade para esquivar usando meu tronco e pescoço, onde deixaria os socos acertando a chuva, enquanto minha espada o fatiava, se percebesse que alguns dos socos/chutes fossem acertar a região das costelas, usaria minha mão livre para tentar um bloqueio da melhor forma possível, evitando um ataque direto, que poderia piorar as coisas.

Tendo um mínimo de sucesso, que seja acertar pelo menos um dos golpes, partiria para o próximo, mesmo se tomasse algum soco ou chute, não ficaria lamentando, levantaria a cabeça e sorriria dessa dor mais tarde, agora estava tudo em jogo. Por acaso, se não conseguisse atingir nenhum dos cortes, daria alguns saltos recuando, e atacaria com repetidos cortes em diagonal, até ver uma brecha, onde usaria a famosa luta de rua, para tentar acertar uma bica entre suas pernas, e assim decepar sua cabeça com um corte posteriormente.

Doravante, iria focar no sujeito com bastão, o tempo era meu inimigo, e não poderia me ferir até lutar contra Kong, pelo menos não gravemente, por isso iria com tudo contra o sujeito. Novamente tomando uma postura ofensiva, avançaria em meio a chuva sussurrando o nome da minha técnica – Bloody Demon – Onde pararia e já giraria meu corpo, tendo ou não acertado o sujeito, me jogaria de joelhos, aproveitando a chuva para escorregar pelo convés e tentar acertar um corte com toda minha força em sua canela direita, não importaria em decepar, seria até uma imagem boa, que viria a calhar. Após a técnica, ao tentar atacar escorregando, o homem tentasse um ataque vindo de cima com seu bastão, levantaria meu braço livre e tentaria um bloqueio usando o mesmo como escudo, aceitaria dor do impacto para pelo menos acertar o golpe em na perna adversaria, caso o golpe venha pela lateral, faria o mesmo bloqueio com o braço, e continuaria para atacar horizontalmente.


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Caso Kong tente me atacar em algum desses momentos com seus socos poderosos, tentaria esquivar a qualquer custo, um soco direto, saltaria para o lado, sempre atento par não cair no mar, ou sobre algum inimigo, mas sem esquecer o contra-ataque, pois deixaria a espada erguida para cortar o braço do sujeito, quando o saco passasse no vácuo. Golpes horizontais faria algo parecido, mas usaria de mortais para trás, saltando e apoiando ambas a mãos no convés pra distanciar do golpe e não ser arremessado no mar.

Bloody Demon:
 



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptyDom 16 Jun 2019, 03:54


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Kay
O jovem estava contra três, pois poderia ignorar os outros, ou assim pensa por enquanto. Ele não se intimidava com a ameaça do gorila. Afinal... já havia lutado contra ele e saído com a vitória. Já sentia a força do demônio invadindo seu ser novamente. Só precisava se livrar dos capangas do macaco e depois do próprio. Quão difícil poderia ser?

Para isso tudo acontecer tranquilamente precisava ser rápido e por isso logo começou acelerando na direção do boxeador com a espada em sua mão esquerda. O homem não ficou parado e também correu na direção de Kay. A chuva e o vento soavam tão alto que não conseguia nem mesmo ouvir seus próprios passos naquele convés, talvez fosse culpa de sua própria concentração, pois o jovem jogou a espada de uma mão para a outra no meio da tempestade e da corrida.

Aquilo surpreendeu e muito seu primeiro adversário, que já estava em uma postura para defender-se de golpes vindos da mão esquerda de Kay. Assim Blaze sentia sua espada cortando horizontalmente seu adversário. O golpe era bom e profundo, apesar de não ver entranhas algumas, via o sangue, e muito. Recuando um passo, para não levar um soco ou chute, acabou levando outro golpe. Nunca falaram que esperariam um ou outro serem derrotados, e o alcance do bastão era maior. O homem do bojutsu se aproximava da direita do boxeador e acertava o bastão num movimento lateral, quase como se acertasse um cruzado em Kay, só que com o bastão.

Sentiu seu pescoço e seu corpo sendo empurrados com o golpe e por isso sua estocada no peito atingia na verdade o ombro esquerdo do boxeador. Este cuspia sangue com o golpe, provavelmente anterior, que ainda escorria muito mais sangue do que o ombro dele. E então realizava algo que Kay não imaginava, dando uma cabeçada neste pela proximidade que estavam. Blaze assim ia para trás a força, levando sua espada e vendo seus dois inimigos o encarando. Sua testa queimava um pouco com o impacto, mas o seu corpo estava era muito frio graças a chuva e ao vento e por isso parecia não ficar tonto ainda. O boxeador a sua frente não aguentaria muita coisa mais e talvez por isso Kay notava que King Kong começava a se mover lentamente na direção deles. O braço direito do inimigo que socava instintivamente tampava o corte gigantesco que havia em seu corpo. Tanto o boxeador quanto o adversário com o bastão o encaravam.

King Kong ia na direção deles com passos bem lentos, uma de suas pernas não funcionava tão bem quanto deveria. O homem do bastão já estava em posição de luta, agora se aproximar deles ficava mais difícil mesmo ambos estando a pouco menos de 4 metros de distância de Blaze. Kay via que seu próprio barco já estava se aproximando de novo, talvez desse para fugir se quisesse.


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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptyQua 19 Jun 2019, 20:06

Blaze IV: O Voo da Águia


Quanto mais a luta se desenrolava, mas eu me adaptava aquele estilo de combate, o rapaz com o bastão tinha uma velocidade boa para golpear, com minha noção exata de tempo, esperava conseguir decifrar rapidamente seu modo de agir para que um ataque entrasse em sua defesa e isso fosse o bastante. Felizmente, o sujeito que lutava de mãos nuas estava próximo da morte ou de pelo menos desmaiar, logo seria Eu x King novamente, e dessa vez eu não terei a mesma piedade de antes. O gorila estava se movendo de forma lenta, um sinal de que o ferimento havia sido profundo o bastante para prejudicar seu modo de caminhar.

Sem colocar o carro na frente dos bois, precisaria derrubar o peão antes de chegar no rei, por isso, balançaria a cabeça levemente de um lado para outro, sentindo a dor do golpe sofrido, colocaria a mão no queixo para estava quebrado – Me pegou de surpresa – Pensava olhando para o trio a minha frente. A chuva misturava o sangue pelo convés e a sombra da morte pairava sobre aquelas pessoas, Susano’o enorme e confiante em minhas costas sorria com sua mão aberta, pronto para pegar qualquer alma que pudesse, sua fome passava para a lâmina da minha espada, que agora estava lambuzada pelo liquido rubro do homem.

Cuspindo o que tivesse de sangue na boca para o lado, olharia bem para o campo de batalha, a vantagem numérica não era de grande ajuda num local pequeno e irregular, como minha velocidade era melhor explorada, iria focar nessa estratégia para pegar os inimigos de guarda baixa. Flexionando o joelho levemente, quase como um corredor profissional, partia em disparada usando minha aceleração para me aproximar do sujeito que usava o bastão. Ainda segurando a espada na mão direita, esperaria primeiro por um ataque vindo dele, pelo seu alcance ser maior, ele não iria esperar um combate a média distância, por isso, ficaria com total atenção do homem.

Como já havia visto sua movimentação, usaria essa vantagem para calcular a velocidade e força que ele colocaria no ataque, para quando sentisse uma movimentação ofensiva, usasse minha esquiva para sair rapidamente da frente do golpe, isso valeira apenas para estocada, como havia sido seu ultimo ataque. Por isso, se o sujeito desse uma estocada tentando atingir meu rosto ou meu peito/barriga, giraria meu corpo rapidamente, dando um passo para o lado e girando o quadril, de modo que conseguisse sair da frente do bastão e uma brecha fosse aberta em sua defesa, nesse momento, efetuaria um corte descendente visando acertar seu ombro, qualquer dos ombros que fosse possível, como o bastão é uma arma de duas mãos, um machucado ali, seria mais do que suficiente.

Se o golpe viesse horizontalmente, qualquer que seja o lado, usaria minha acrobacia para tentar saltar rapidamente, recolhendo as duas pernas para não serem atingidas pelo golpe, dando certo, já esticaria o braço e tentaria um corte vertical no ombro do sujeito, pegando de cima para baixo, enquanto pousava sereno no convés. Nos dois casos, se fosse atingido por algum golpe do bastão que não seja critico, em local que me impeça de continuar, faria de tudo para não ter a investida quebrada, avançaria com sangue e dor até conseguir meu objetivo, que era o corte no ombro do sujeito.

Dando certo de algum modo em acertar o ombro do homem, pararia rapidamente para observar como estava o campo de batalha, vendo que o sujeito do boxe ainda estava próximo a mim, fincaria a espada no convés, deixando minhas mãos livres, nisso já seguraria o sujeito do bastão com as duas mãos, usando minha força para levanta-lo alguns centímetros do chão – Morram – forçando os músculos e franzindo o rosto numa careta, não deixaria as dores tomar conta de mim, por isso, arremessaria um contra o outro, soltando um urro de raiva no momento em que soltasse o sujeito no ar para que a colisão ocorresse, a ideia era jogar ambos para fora do barco e deixar o mar suga-los até as profundezas e Davy Jones os recrutasse para sua tripulação.

Se durante esse movimento de agarrar, o boxeador tente algum golpe, usaria minha perna para afasta-lo com pontapés simples, que eram mais empurrar, do que para ferir. De outro modo, se o rapaz do bastão ficasse relutante e tente lutar para se soltar, lembraria dos meus tempos em Praven para usar golpes de rinha, atingindo-o com a testa, seguraria firme com os dois braços e daria uma cabeçada bem no nariz, e assim, jogaria contra o seu aliado ao lado, derrubando dois morcegos com um tiro.

Conseguindo jogar um contra o outro, pegaria a espada novamente, se por acaso eles não tivessem caído do barco, caminharia para cima dos dois, onde fincaria a espada no peito de cada um, olhando para King, com o rosto franzido e a boca retorcida, usaria minha intimação e minhas ações deixarem falar por si, aquela cena não precisava de palavras, o terror e o sentimento do ultimo combate iriam tocar nos nervos do mink, não sairia desse barco enquanto não o visse morto aos meus pés, não fugiria em hipótese alguma, o escolhido continha forças sobrenaturais ao seu lado, Susano’o erguia sua espada e seu escudo, colocando-o a minha frente, era hora de enfrentar o Capitão.



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptyQui 20 Jun 2019, 15:46


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Kay
Pego de surpresa pelos golpes, acabou encarando seus adversários, precisava se livrar dos dois antes de enfrentar King Kong e por isso pensava em atacar o homem do bastão primeiro. Ao contrário da lógica de sempre acabar com a presa mais fácil primeiro, Kay sentia que aquele adversário de longa distância era o ideal para o caso.

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Tocando na própria mandíbula antes de partir para o ataque, não conseguiu saber se estava quebrada ou não, mas o mero toque foi o suficiente para seu corpo reclamar de dor. Cuspiu no convés, seu sangue era limpo tão rápido pela chuva, que ao se agachar para começar a correr não era possível vê-lo mais no convés.

Enquanto começava a correr, seu barco passava rente ao barco inimigo e simplesmente ignorava a situação por lá. Talvez seus aliados tivessem percebido que Kay não voltaria sem terminar a luta, talvez outra coisa tivesse ocorrido, independente disso, agora não era possível mais desistir daquela luta, não que o rapaz tentasse fazer isso de qualquer forma.

Durante a sua corrida na direção do homem de bastão, reparou que o mesmo colocava o bastão de forma a proteger seu companheiro, graça a isso, o golpe que veio em sua direção era horizontal, vindo da direita de Kay para a sua esquerda. Mesmo com a chuva e as subidas e descidas naturais do navio, Blaze conseguiu executar o pulo e viu o bastão passando por baixo de suas pernas. Já preparado para executar o golpe no ombro do adversário, acabou-se sendo surpreendido mais uma vez, agora pelo boxeador. Este não o acertara ou qualquer coisa do tipo, mas entrara na frente do golpe já se jogando com tudo na direção de Kay.

Acabou se vendo acertado numa trombada pelo boxeador que caia no chão logo em frente sangrando também pelo corte que Kay realizara. Ainda no chão, via King Kong segurando seu aliado e o virando, deixando a barriga para cima. O homem cuspia muito sangue. Via o macaco ficando nervoso enquanto olhava aquilo.

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Apesar de não saber para onde estavam indo, percebia que o barco de King Kong não realizava mais curvas, simplesmente seguindo seu próprio barco.

- Você é corajoso. - O tom de voz daquele gorila era bem diferenciado, a frase podia soar como um elogio, mas a raiva era tão presente que parecia um insulto. Enquanto o mink começava a se aproximar mais de Kay, todos no navio sentiram um gigantesco solavanco realizado por uma mudança brusca no nível de água graças a tempestade. Blaze sentiu-se saindo do chão por alguns segundos e King Kong segurou firme seu colega para que este não fosse levado, levado pelo quê? Por uma enorme onda que claramente varreria o convés, de sua esquerda para sua direita, e que Kay observava vindo na direção do navio enquanto ainda estava no ar.


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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptySab 22 Jun 2019, 13:03

Blaze IV: O Voo da Águia


A coragem do sujeito em se jogar na frente poderia ser considerada louvável para alguns, para mim era uma atitude idiota, dos inimigos a minha frente, apenas dois estavam em condições de combate e tudo estava seguindo conforme planejado. Passando a mão pelo meu rosto, tirando a água que caia sobre meus olhos, tocando no sangue que escorria pela bochecha, que rapidamente era limpa pela chuva que forte que caia em nossas cabeças. Focava no gorila que se aproximava com sua imponência, suas palavras eram ditas num tom mesclado de elogio e ameaça, para mim não significava nada – Palavras de um homem morto – pensava enquanto firmava os pés no convés, erguendo novamente meu tronco, ficando numa postura ofensiva, sempre olhando com desprezo para os dois que me fitavam.


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... a boca levemente aberta deixavam claro minha expressão de surpresa

Peguei-me olhando para a minha escuna, que agora navegava ao lado de forma imponente, o símbolo dos Piratas Blaze aparecia vermelho e belo a cada relâmpago. Esse breve momento de admiração foi quebrado por um solavanco forte que atingia o barco, tentava equilibrar do melhor modo, quando ao virar para o lado esquerdo, via uma onda enorme vindo em nossa direção – Merda – sussurrava assustado pela força e tamanho da onda, os olhos arregalados e a boca levemente aberta deixavam claro minha expressão de surpresa.


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... mesclando olhares para ambos os lados

O instinto de sobrevivência rapidamente me trazia para o mundo novamente, o coração batia acelerado e um frio passava pela espinha, precisava rapidamente buscar algo para me agarrar, foi quando girando para todo lado, conseguia avistar um mastro atrás de mim – Tome cuidado Drake – pensava enquanto corria rapidamente para a  direção do mastro secundário, mesclando olhares para ambos os lados, entre meu barco e a onda. Embainhando minha espada, quando estivesse próximo do mastro, abraçaria com força o mesmo, se meus braços conseguissem dar a volta, seguraria uma mão na outra, daria uma ultima olhadela para a onda, onde veria Susano’o colocando sua mão em minha volta, sua égide pronta para o impacto, assim, fecharia meus olhos e deixaria o impacto acontecer.

Quando a onde batesse no barco, fecharia os olhos e seguraria firme, deixaria Susano’o me proteger e confiaria no demônio que tudo daria certo. Se por acaso, não tivesse força suficiente para segurar e fosse arrastado pelo convés, sacaria minha espada e cravaria na madeira para não ser jogado para fora e afogar na tempestade. Doravante, se a onda passasse pelo convés e ainda estivesse inteiro, olharia primeiro para meu barco, tentando ver se todos estavam ali, conseguindo ou não ver, confiaria que tudo estaria certo, agora tinha que terminar com problemas maiores.

Primeiramente, soltaria o mastro e já sacaria minha espada, olharia para meus inimigos, verificando como estavam e se algo favorável tinha acontecido, como algum deles ter caído mar, seria algo que ajudaria. Por isso, não deixaria essa oportunidade acontecer, atacaria aquele que estivesse na frente. Correndo na velocidade máxima, saltaria e começaria a girar, com a ponta da espada apontada para meu alvo – Demonic Turbine – A técnica era perfeita, poderia acertar um dos inimigos e joga-los contra os outros, abrindo uma brecha na formação defensiva. Se o alvo mais perto fosse Kong, saltaria mirando no seu joelho direito, ou seja, aquele que estava melhor. Se fosse o sujeito do bastão, miraria em seu peito, queria cortar até seus ossos se possível, não deixaria ninguém vivo naquela maldita tripulação.

Doravante, qualquer que seja o alvo, ao terminar o giro, pousaria já saltando para trás, dando distancia do inimigo que poderia me acertar num contra-ataque, como havia sido na primeira luta contra Kong, por isso, saltaria virando dois mortais para trás, colocando a mão no chão para acelerar a movimentação e sair do raio de ataque. Pousando com sucesso em uma distancia segura, veria como havia ficado o campo, não iria atacar cegamente outra vez, não podia sofrer outro ferimento grave, sabe-se lá quando chegaríamos na próxima ilha, confiava em minha velocidade e na minha força para derrotar todos que ousassem me enfrentar.

Se a técnica acertasse o rapaz do bastão, de modo que ele fosse cortado, não deixaria uma oportunidade dessa passar, assim, avançaria pela segunda vez usando minha aceleração para atingir o pico de velocidade rapidamente, saltando o mais alto possível visando cair próximo do sujeito, seguraria a espada com as duas mãos para dar mais impacto no golpe, assim, num movimento de meia-lua, desceria com força um corte de cima para baixo, miraria no seu ombro, para que o golpe passasse rasgando do ombro até o quadril, colocaria toda a força nesse golpe, para terminar de uma vez com o sujeito. Contudo, se a técnica anterior fosse Kong o alvo, não iria atacar pelo ar, onde teria desvantagem, iria avançar com minha aceleração, mas miraria novamente na perna que estivesse usando de apoio, onde tentaria usar minha segunda técnica – Bloody Demon – seguraria firme no cabo da espada, para que a mesma não solte da minha mão durante o golpe.

Se fosse atacado em algum desses momentos, cessaria o avanço e recuaria do melhor modo possível, tentando usar minha esquiva e acrobacia para saltar para longe do adversário e formular uma nova estratégia de combate, visando sempre ataques rápidos e mesclados, não levaria a luta para um embate de força, usaria sempre minha velocidade para dominar o terreno e os inimigos.

Bloody Demon:
 
Demonic Turbine:
 



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptySeg 24 Jun 2019, 06:06


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Kay
Não havia o que pensar naquela situação além de se segurar e sobreviver. Virando seu corpo viu o mastro e logo foi em sua direção ao sentir seu corpo no chão novamente. Abraçou o mastro desejando que seus companheiros fossem cuidadosos. A onda era gigantesca e Kay estava para sentir a força absurda dela.

E quando sentiu percebeu que estava longe de ser forte o suficiente para segurar-se o suficiente, sentiu não só a onda levando, como sentiu o barco inclinando de maneira brusca por causa dela também. Sendo arrastado do mastro a força retirou sua espada e fincou ela na madeira do convés com tudo o que podia para segurar-se a força. Sentiu os músculos de seu braço reclamando tamanha a força que fez para fincar a espada na madeira contra a água que o levava e mesmo assim sentia que não era o suficiente. Sua espada ia cortando o convés e podia imaginar o tanto que sua espada piorava só com aquilo, poderia até mesmo jurar que acabaria no mar. Mas sentiu-se em pé. Seus pés encontraram a beirada do navio, o navio havia virado quase que noventa graus e sentia-se em pé por isso. Pelo menos desta forma conseguiu juntar forças o suficiente para manter-se no navio.

Quando a onda passou viu que simplesmente todos foram arrastados como ele. King Kong e o homem do bastão estavam na beirada igual Kay, o boxeador e outros homens do navio haviam simplesmente desaparecido. Mas o navio continuava a toda velocidade, agora desgovernado. Não foram todos os homens que foram levados, mas o navegador havia desaparecido. Em uma rápida olhada para seu próprio navio não conseguiu determinar se algo havia acontecido ou não com eles. Simplesmente impossível de se saber graças a tempestade.

Não tinha o que pensar e rapidamente retirando a espada do convés correu na direção de seus inimigos que ainda se recuperavam e rodou no ar executando sua tão amada técnica no homem do bastão que estava logo a sua frente. Este não teve chance alguma de se defender e assim Kay sentiu a carne de seu adversário sendo cortada pela sua espada. Não querendo dar chance para King Kong que estava próximo, logo recuou.

Blaze já havia sentido quando enfiou a espada no convés, mas com a técnica teve certeza. A espada havia perdido um pouco, ou muito, de seu fio e agora não estava tão boa quanto antes para matar aqueles inimigos. Talvez por isso que ele não se importou muito e acabou indo com tudo que podia na direção do inimigo com o bastão. Esse ainda estava sangrando e não teve nem chance enquanto foi acertado por quase toda a extensão de seu corpo, indo do ombro ao quadril deste.

Ao finalizar o golpe Kay não teve a chance de se esquivar da mão de King Kong. Seu inimigo não o socou, ele agarrou a perna do jovem amaldiçoado e o arremessou com toda a força que possuía na direção do mastro que Blaze havia segurado anteriormente. Sentindo-se como uma boneca de pano pela tremenda força de seu inimigo, sentiu suas costas acertando o mastro com a maior força que já sentira em toda a sua vida. Teria quebrado algum osso de sua coluna? Talvez, provavelmente, com quase toda a certeza, pois o impacto fora tamanho, que enquanto caía no chão ouvia o barulho do mastro secundário caindo. Invadindo assim a área que ficava no outro piso, perto do timão.

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O navio enquanto isso seguia desgovernado. O homem aleatório que antes seguia as ordens do timoneiro se aproximava aos poucos de King Kong. Um novo inimigo, pois precisavam eliminar Kay se quisessem arrumar a situação por completo ali. Será que só havia estes inimigos no navio ainda e o resto havia sido levado? A situação era complicada.



Novos machucados só quando a luta acabar, golpes levados: Bochecha esquerda - bastão, cabeçada - testa contra testa, impacto fodido em suas costas com o mastro secundário.

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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia - Página 5 EmptySeg 24 Jun 2019, 23:36

Blaze IV: O Voo da Águia


Quando abri meus olhos, via estrelas brilhando como vagalumes, minha cabeça girava e sentia uma forte dor nas minhas costas, era como estar carregando um barco em meus ombros e a vontade de ficar deitado e esperar tudo passar crescia dentro de mim – NÃO – lutava internamente, me negando a aceitar aquilo como definitivo, um golpe não seria o bastante para derrotar o escolhido, jamais fugiria de um combate, jamais recuaria um passo, eu precisava provar meu valor ali e agora, minha tripulação me via, Susano’o me observava, não iria ser derrotado, eu mostraria minha verdadeira força para aquele gorila, ele veria o inferno antes do amanhecer, eu já havia dito para ele, e iria provar que um Blaze sempre cumpre suas promessas.

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...Me levantando em meio a lascas de madeira e chuva

Me levantando em meio a lascas de madeira e chuva, abria meus olhos lentamente, deixando os pingos caírem sobre meu rosto para sentir que ainda estava vivo, havia tomado um golpe forte, o barulho do mastro caindo demonstrava que o impacto fora forte – Maldito Kong – procuraria minha espada, pegaria em seu cabo e entre relâmpagos e pouca iluminação, torcia para estar errado – Outra espada não – era visível os dentes e pequenas fendas no fio da espada, sua vida útil estava quase no fim, logo seria apenas um monte de metal temperado – Por que minhas espadas vivem quebrando? – era um questionamento interno, será que minha técnica era falha? Ou as espadas eram fracas demais para minha força? Qualquer que seja a resposta, uma ideia brotava em minha cabeça, se quer algo bem feito, faça você mesmo, assim que chegasse em Dino Club, iria procurar por algum ferreiro.

Molhado e dolorido, me levantaria orgulhoso e com um sorriso de deboche no rosto ao ver o sujeito do bastão lutando para respirar, o demônio logo coletaria sua alma e minha divida ficaria paga, assim, poderia usar toda minha força para castigar meus inimigos – Mais um pouco – Erguia meu olhar para Susano’o, que agora já estava um pouco menor que antes, mas ainda sorria e os olhos amarelos brilhavam – Sua tripulação esta fadada a morrer King Kong – embainharia novamente a espada, ficando com as mãos livres – Seu barco ira afundar e seu nome ira sumir junto com você – falaria honestamente, mas agora mudaria um pouco o tom da voz – Se renda, pouparei a vida dos que ainda estão vivos, mas você vira comigo – Estaria com o cenho franzido e a postura imponentes, usando minha intimidação para passar a ideia daquela promessa, eu iria mata-lo de qualquer modo, mas queria ver como ele reagiria nesse encruzilhada.

Esperaria a resposta do Macaco, sendo negativa, transferiria meu olhar para o sujeito mais afastado – Vê? Ele não liga para vocês, estão lutando pelo homem errado, jurem me servir e acolherei vocês sobre minha bandeira e meu nome – falaria alto, para que qualquer sujeito que estivesse no barco consiga escutar, se fosse preciso jogar sujo, jogaria, tudo pela vitória. Contudo, se o macaco aceitasse a proposta, esperaria para ver como seria sua ação, se ele erguesse os braços em sinal de rendição, falaria firme – Fique parado, mande alguém pegar no timão e seguir meu barco, logo estaremos chegando em Dino Club – então iria acompanhar a movimentação dos que ainda estavam no barco e torcer para que alguém saiba como pilotar essa banheira de madeira.

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...com a presença do demônio a minha volta

Doravante, se a ideia de jogar um contra o outro não desse certa, o jeito seria ir pra boa e velha trocação de golpes – Que seja, eu já avisei King – sacaria novamente a espada – Sua cabeça chegara amarrada na carranca do meu barco, queimarei sua bandeira e irei enforcar todos os seus homens – não estava brincando, tentaria usar o fator psicológico ao meu favor, usando minha intimidação para tentar tirar a coragem dos afortunados, com a presença do demônio a minha volta, com minha maldição ativa, o sangue escorrendo do meu olho vermelho que brilhava naquela escuridão. Primeiramente, usaria o mastro caído de apoio para subir no mesmo e me posicionar no piso superior, onde me daria uma leve vantagem sobre King, ignoraria o quase morto sujeito do bastão, não poderia gastar minha lâmina cega contra um corpo sem vida, guardaria o que sobrava dela para o Pirata Gorila.

Uma vez no piso superior, onde ficava o timão do barco, vasculharia a área rapidamente procurando por algum inimigo, afinal, a onde pode não ter varrido todos, se encontrasse algum, o pegaria pelo pescoço e jogaria no mar, se ele resistisse, socaria seu rosto até ele desmaiar. Assim sendo, numa altura que me dessa a vantagem, esperaria pela movimentação do Gorila, não iria tomar a dianteira do ataque desta vez – Dê o seu melhor, e mesmo assim o fatiarei em dois – gritaria para o Gorila, não me sentia a vontade em ficar falando durante o combate, mas precisava traze-lo para o campo de combate, não o contrário, por isso, insulta-lo seria a melhor forma disso acontecer.

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Quando o macaco viesse em minha direção, esperaria que a minha altura, estivesse mais ou menos próxima ao seu rosto, uma rápida olhada, podia prever que aquele mink media cerca de 3 metros, atacar de cima seria vantajoso e usaria isso. Quando sentisse que poderia acertar o inimigo, agacharia levemente, flexionando os joelhos – Me de forças Susano’o – após sentir a força do demônio em minha lâmina, saltaria o mais alto possível, numa parábola que seu fim fosse próximo do gorila. Ao saltar, jogaria meu tronco para frente, girando como um pião, meu braço (esquerdo) segurando a espada firme para não solta-la, enquanto girava, não fecharia os olhos, mantendo-os abertos para saber quando atacar.

Quando estivesse próxima do rosto do inimigo, esticaria meu braço, deixando a lâmina lamber o rosto do macaco, a ideia era acertar seu outro olho, aquela ao qual não havia ferido antes, ajeitaria meu corpo, deixando o ombro mais maleável para aguentar o impacto e não retroceder sofrendo uma luxação.  Se Kong usasse a mão para tentar bloquear, daria o corte em seus dedos, se a mão estivesse fechada, tentaria cortar onde fosse possível, de preferencia os nós dos dedos, de toda forma, usaria o giro e a gravidade para deixar o golpe mais danoso, se a minha espada estava com o corte ruim, teria que usar mais força que o normal, por isso, arriscaria muito nesse movimento.

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... fecharia o punho e lembraria do treinamento na prisão

Acertando o rosto, ou mão, seguraria ainda no cabo da espada, mas se estivesse presa na carne/ossos do alvo, ou se sentisse um golpe vindo pelas laterais, soltaria a espada sem pestanejar, caindo próximo as pernas no gorila com os joelhos e pernas absorvendo o impacto com o convés, para assim como uma mola, usar a força para me impulsionar num soco com toda a força que fosse possível no joelho esquerdo, para isso, usaria minha mão direita, fecharia o punho e lembraria do treinamento na prisão, deixaria o impacto acertar e então o ombro empurraria o local, para levar assim, o sujeito ao chão. Se um soco não conseguisse o derrubar, daria outro com a mão esquerda, de todo modo, daria dois socos e já saltaria para longe do sujeito, usaria a tática bater e afastar.

Procuraria me afastar para o lado que me desse mais liberdade, seja para os lados ou para trás, se precisasse, deixaria a espada pelo caminho, seu aço já não ajudava tanto quanto antes, teria que terminar o combate de outro modo, caso, os golpes não fossem suficientes para derrubar aquela massa de músculos.



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