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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Blaze IV: O Voo da Águia

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia EmptyTer 21 Maio 2019, 16:16

Blaze IV: O Voo da Águia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Kaleb Blaze. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia EmptyQua 22 Maio 2019, 01:49

Blaze IV: O Voo da Águia


A fuga tinha sido um sucesso, pelo menos era o que parecia de meditado, não havia visto nenhum guarda ou sinal deles, mas por outro lado sentia como um coelho na selva cercado por lobos, o que de fato era verdade. Seguiria com os caçadores como fora proposto, precisava ficar forte novamente e deixar os dias da prisão no passado, então, caminharia para o local indicado onde aceitaria, ainda que desconfiado, o tratamento dos ferimentos, claro, atento a minha volta para pelo menos entender quantos e se algum daqueles rostos me eram familiar, não falaria nenhum palavra, mas manteria um semblante serio com as sobrancelhas arqueadas o maxilar rígido tão qual meus punhos, sedentos pelo cabo das minhas espadas, mas não era uma boa ideia sacar as armas naquele local, pelo menos não agora.

Tentaria não demonstrar o qual receoso estava, podia sentir o suor escorrendo pela minha lombar como uma gota de chuva escorre pela relva – Onde eu vim parar? – Não acreditaria que o destino havia me tirado de um buraco, para me jogar em outro, o escolhido já havia provado seu valor aos meus demônios, aos olhos de todos eles eu me mantive ativo em frente as dificuldades e o sangue de Liam ainda encobriam a lâmina das minhas espadas.

Quando o tratamento fosse finalizado, checaria rapidamente o trabalho feito, mesmo não sendo medico entendia um pouco sobre o corpo humano e naquele momento, precisava ingerir algo para repor minhas forças, por isso, me levantaria, caso fosse possível e buscaria por algo para me alimentar próximo a mim, não encontrando, então avaliaria onde eu estava, numa casa na cidade, na floresta, qualquer pista que me fosse possível, seria de bom grado.

Mesmo com o cansaço, não iria deitar agora, já havia dormido demais na prisão, o que precisava era de ação e mais imediato, de um barco. Levantando, caminharia até onde os velhos conversavam, não importaria de interromper a conversa deles, mas não iria escutar algo nas sombras – Onde estou? – perguntaria sem indicar para quem, uma pergunta jogada que precisava de respostas, obtendo-a, relaxaria um pouco mais os ombros, mas descansaria um dos braços no cabo da chokuto que estava pendurada em minha lombar – Eu não quero incomodar, quero apenas um barco e alguém que saiba navegar, vou montar meu próprio esquadrão – aquela palavra não saia como eu esperava, talvez ... – Meu bando – falaria enquanto passava a mão pelo meu cabelo, tentando arruma-lo, ou deixa-lo menos bagunçado.

Por hora, não conseguia dizer quem era meu inimigo naquele curto espaço de tempo, mas pra ser sincero, pouco me importava, queria ir embora daquela cidade o quanto antes. Se algum deles me explicassem onde e o que estavam fazendo, atentaria a Touha – Tem algo para comer? Eu perdi sangue demais – colocaria a mão na barriga, como um sinal extra da minha condição. Obtendo alimento, de qualquer gosto, comeria sem rodeios, olharia para verificar se havia uma cadeira por perto, achando-a, descansaria meu peso nela.

Ouviria tudo que tinham para me dizer, caso houvesse algo, comeria até me sentir satisfeito ou a comida acabar, limparia quaisquer migalhas em minha roupa ou no canto da boca, levantando, ajeitaria minha camisa e minhas espadas – Tem algum outro plano Touha? – ignoraria o estranho, se ele fosse relevante, provavelmente iria falar algo, do jeito que estava, qualquer ato que eu sentisse repressão, colocaria a mão na espada e fitaria aquela pessoa, não ameaçaria com palavras, para um bom entendedor, um movimento simples basta. Mas sendo bem tratado e obtendo as respostas, iria ate uma cama, sofá, ou qualquer lugar que pudesse descansar até o dia raiar e colocar meu plano em ação.



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia EmptyQua 22 Maio 2019, 22:34


Narração
Está para cair uma tempestade
Localização: Floresta de Lvneel
Tarde/Noite

Kay
O local que Kay estava era estranhamente confortável. Uma cabana de madeira muito bem feita e muito bem escondida na floresta. Era grande e meio enterrada ao chão o que de alguma forma deixava aquele local com a temperatura agradável, mesmo com o barulho de chuva do lado de fora. Após a retirada da mochila de Kay para Simon segurar enquanto o pirata ia sendo tratado. Sentiu o caçador retirando as balas de seu corpo. Eram muitas. - E então, porque estamos tratando um fugitivo com a cabeça dele em prêmio? - Perguntou o caçador logo em sua frente, claramente eles pretendiam que ele ouvisse aquilo. A cabana possuía mais cômodos, talvez essa era a forma de deixar o mesmo sem informações de fora daquele em específico, que era logo ao lado esquerdo do hall de entrada. - Eu e meu neto teremos que fugir também. - Informou o velho a sua frente, nem o médico e nem o caçador pareceram surpresos com a informação. - Quantas vezes avisei que não era para arranjar briga com o chefe da prisão? Estávamos com a vida ganha. - O tom dele deixava meio claro o que o homem ali ansiava, que era ir com eles. - Não tem porque estragar a sua vida indo com a gente. - Falou Simon intrometendo-se na conversa de seu avô e do velho amigo. Naquele momento Kay sentiu uma injeção e parou de sentir dor, algum anestésico. - Sim, nós vamos usar esse aí para fugir e depois daremos um jeito de ir para a Grand Line. Lá Hiromu não conseguirá nos seguir. - O médico começou a enfaixar diversas partes do corpo de Kay, isso para não falar o corpo inteiro. - Esta mochila dele está cheia de dinheiro. - Falou Simon apontando para a mochila de Kay. - Vamos nos aproveitar disso, comprar um navio e partir para a Grand Line. - Touha suspirou com a situação. - Eu queria que você continuasse como guarda.

Com esta fala do velho, Kay viu o médico indicando que havia terminado e começou a se afastar. O jovem percebeu que o trabalho foi o mais bem feito possível para o tempo, ou o anestésico enganava um pouco. Era meio difícil de saber, mas não chegava a estar dopado. Fazendo a pergunta, viu que sua voz saiu meio engraçada, ou resultado da anestesia, ou do queixo enfaixado já que havia trincado o mesmo. - Está na cabana principal dos caçadores e é só isso que precisa saber. - Informou. - Por que não pegam o dinheiro dele, prendem ele e ficam com tudo? - Perguntou o outro caçador, mas os dois já iam balançando a cabeça. - Assim não seríamos melhor do que ele mesmo. Sempre doava o dinheiro que estava com piratas e ficava somente com a recompensa. - Foi quando Kay tentou falar o que pretendia. - Bom, você pode encontrar um bando na grand line, por enquanto nós vamos com você. - Falou o ex-guarda não muito feliz com a situação. - E se você souber pilotar um barco podemos comprar um e partir direto, caso contrário teremos que achar alguém. - Falou o velho já pensando no futuro distante.

O clima do lado de dentro estava ficando calmo, contrastando com a chuva do lado de fora que só ia piorando. Ouvindo o barulho da chuva, e pensando no que podia fazer naquela situação, o jovem perguntou se possuíam comida ali. - Até devem ter, mas vamos comer no porto. Se você já está bom o bastante para comer, está bom o bastante para ir até lá. Precisamos de um barco. - Falou o velho se levantando e indicando que deveriam partir. O tom dele era de pressa, qual a probabilidade de todos os caçadores serem iguais esses que já haviam até mesmo tratado Kay? O jovem sentia que estava com o corpo meio fraco, a anestesia ajudava bastante. O plano era simples. Bastava ir até o porto, começar a procurar por um barco e navegador, e poderia sair daquela ilha maldita.


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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia EmptyQui 23 Maio 2019, 00:19

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- Eu não sei pilotar um barco – falaria enquanto observava a movimentação do velho, sua pressa era algo que me agradava, quanto antes saíssemos dessa casa, mais aliviado me sentiria, um pirata num covil de caçadores, uma cena realmente cômica. Faria como Touha, me levantaria e pegaria as minhas coisas, caso elas não estivessem comigo, minhas espadas e minha mochila, conferindo se meu dinheiro estava ali. Enquanto caminhava ainda sentia meu corpo fraco pela anestesia, não conhecia muito, mas sabia que a dor viria em dobro, mas ate lá pensaria em algo, provavelmente.

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... vestiria a mesma e colocaria o capuz sobre minha cabeça

Com tudo certo, ajeitaria mais uma vez as faixas para não ficarem frouxas, puxaria folego para meus pulmões e seguiria a dupla – Espera – pararia no local onde estava – Acho melhor eu arrumar uma capa, com certeza vai ter guardas pela cidade, além daqueles cavaleiros, sou procurado pelos dois – Matar dois irmãos, um de cada lado das facções ajudava bastante, não faria isso por covardia, só não era hora de perder tempo com vermes. Se me arrumassem uma capa, vestiria a mesma e colocaria o capuz sobre minha cabeça, encobrindo meu rosto, se precisasse até pagaria um valor razoável pela vestimenta, mas caso não tenha nenhuma por ali, daria de ombros e seguira a dupla rumo ao porto de Lvneel.

Manteria no encalço de um deles, atento a cada passada para não tropeçar pela floresta, tentaria manter um ritmo confortável para não forçar demais e os machucados abrirem. Com uma das mãos sempre no cabo da Chokuto, seguiria fielmente até que chegássemos na cidade, ou em algum local mais habitado, com casas, lojas, ruas de pedras, etc. Nessa fase da caminhada, manteria a cabeça baixa e tentando sempre andar pelas sombras das edificações, usando o corpo dos dois para tentar encobrir o meu, caso esteja com a capa, andaria de forma mais calma, com passos ritmos e atento pelo percurso.

Não sabia onde estávamos, mas já lembrava que o barco da marinha que havíamos roubado ainda estava ancorado nele – O que será que aconteceu com o resto? – Talvez um dia os reencontre na Grand Line, ou leia seus nomes no jornal. Mas agora o foco era outro, usando minha visão aguçada, caso notasse uma movimentação estranha, seguraria um dos dois pelo ombro e apontaria sem dizer nenhuma palavra, mas esperava que o sinal seja claro o bastante. Tendo que acelerar um pouco mais para não sermos visto, aceleraria sempre com cautela.

Assim que chegássemos no porto, varreria o local procurando pelo antigo barco, não o vendo não esboçaria nenhuma reação – Onde fica o estaleiro? – sussurraria para Touha, mas olharia para Simon também, aguardando alguma resposta; Obtendo-a, respiraria fundo – Então vamos até lá – ajeitando minhas espadas, ou minha capa, caso esteja usando, seguiria até o local, e ao chegar, antes de entrar verificaria o porto para ter certeza de que não estávamos sendo seguidos.

Caso tenha algum vendedor, ou pescador, qualquer pessoa ali que Touha indicasse, tomaria a frente e olharia para o sujeito, segurando firme no cabo da espada – Quero comprar um barco – olharia nos olhos da pobre alma – Um barco que consiga me levar ate a Grand Line – esperaria pela resposta, se mencionasse dinheiro, ergueria um pouco o tom – Eu tenho cara de quem quer negociar? Me fale o preço – pegaria a bolsa e pagaria o montante desejado – Consegue preparar para ... – Verificaria um horário com Touha – Quando o sol nascer? – Obtendo uma resposta positiva, não deixaria um sorriso aparecer no meu rosto, em vez disso, pediria algo – Coloque comida o bastante para uma viagem, e outra coisa, quero que pinte as velas de preta e faça um desenho – procuraria por algo para mostrar o símbolo desejado, não encontrando, pediria para a pessoa – Tem algo para que eu lhe mostre o desenho? – Assim que obtivesse, faria da melhor forma possível aquilo que queria.

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...Faria o símbolo que via frequentemente nos rituais ao qual participava em Praven

Faria o símbolo que via frequentemente nos rituais ao qual participava em Praven – Essa parte de vermelho e a de baixo pinte de branco, na vela maior, na vela menor, escreva “Blaze” em vermelho – soltaria o lápis, ou qualquer objeto que tenha sido usado para desenhar – Se precisar de mais dinheiro para tal, eu lhe pago quando ver o resultado – Se o sujeito retrucasse quanto ao pagamento, fecharia o semblante no mesmo momento – Eu pagarei quando ver – falaria mais pausadamente para dar mais ênfase na intimidação.

Caso tenha dado tudo certo, antes de sair ainda precisávamos de algo – Conhecem alguém que saiba navegar? – Talvez fosse a parte mais difícil, o que podia ser resolvido com berries, era fácil conseguir, agora encontrar alguém que queria subir a Reverse e se tornar um Pirata, seria o mais complicado – Um bando sem um navegador não durara muito, preciso começar minha equipe de algum modo – Esperaria por alguma dica da dupla que morava em Lvneel, e assim pudéssemos decidir o que fazer.



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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia EmptyQui 23 Maio 2019, 14:37


Narração
Chovendo
Localização: Floresta de Lvneel
Noite

Kay
O jovem gostou de saber que não ficaria naquela cabana por muito tempo, afinal, não era como se ele pudesse se dar ao luxo de esperar eles mudarem de ideia quanto a ele. - Só temos uma bem acabada e vão reconhecer Simon de qualquer forma. - Falou o caçador. O que era uma verdade, todos ali eram procurados agora. - Mas já que você quer tanto assim. - O homem cobrou algo tão irrisório que demonstrou que era meramente para falar que não deu a capa. Mas também... que capa. Kay sentia que a mesma rasgaria com os pingos de chuva se chocando contra ela.

Independente disso, começaram a andar e a chuva foi ficando mais e mais densa enquanto iam andando. Era impossível ter a certeza via som que estavam sendo seguidos ou não. Graças a isso ninguém ali conseguia relaxar realmente na caminhada. Eles iam andando devagar por culpa da chuva. Lama ia se acumulando em seus pés e as pisadas eram difíceis. A caminhada foi longa, mas finalmente chegaram na cidade.

Via algumas luzes acessas, nada muito chamativo, não havia quase ninguém na rua graças a chuva densa que caía. Com fome e cansado, noventa e nove ponto nove porcento da população pensaria em arranjar um abrigo e comida. Porém Kay era o escolhido e sua única preocupação real era a de achar um navio. Foi andando na direção do porto com a direção dada por Touha. Tanto o velho como Simon ficaram quietos por todo o tempo, provavelmente refletindo sobre a situação que haviam se metido.

No porto, viu que o navio roubado não estava lá, mas isso não importava realmente, no máximo se perguntaria sobre Thorfinn? A chuva densa fazia o porto estar basicamente vazio. Mas as construções dele em si estavam com as luzes acesas. Assim o trio foi andando na direção de um carpinteiro que havia no porto. Bateram na porta e depois de uns minutos um senhor abriu a porta.- Sim? - Perguntou e Kay assumiu a liderança respondendo o que desejava. - Agora? - Perguntou o velho olhando a chuva do lado de fora e indicando para que entrassem. A marcenaria estava totalmente fechada. - Se você quer ir para a Grand Line, precisará de uma escuna pelo menos. Mas elas não são baratas. - Falou o velho se distanciando da porta, permitindo que Kay visse um barco que estava basicamente pronto sendo feito. - Se você está disposto a pagar então tudo bem... são três milhões de berries. - Informou o mesmo para Kay. Que retirou da mochila a quantia, a sorte lhe sorriu quando o tritão roubou berries e deixou em sua mochila. Seria algo que poderia agradecer num futuro se o visse de novo. - De manhã? Nessa não. Mas se for na próxima eu consigo. - Informou o velho. - Se quer comida terá que pagar por ela também. - Kay jogou mais dinheiro para o velho. E o carpinteiro então mostrou onde ele poderia mostrar o desenho.

Com tudo combinado, poderiam passar para o próximo dever que tinha e perguntando para o carpinteiro ele sorriu. - Quem eu conheço que sabe navegar, está navegando.


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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia EmptyQui 23 Maio 2019, 16:32

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Tudo organizado e no fim minha bolsa estava bem mais leve, mas dinheiro não era problema, nunca precisei disso para viver, e não viraria escravo desse sistema agora. Confiara na palavra do sujeito, esperar apenas um dia a mais não faria problema – Então estarei aqui no combinado – daria outra olhada para a Escuna que logo me pertenceria – Outra coisa, se puder guardar segredo quanto meu destino, para não termos problemas posterior – Quanto menos soubessem sobre o destino da embarcação, mais fácil seria a partida, desconhecia sobre os acontecimentos posteriores a fuga, quem sabe minha cabeça esteja valendo mais, precisava comprar um jornal depois.

Engolindo seco, sentia a barriga vazia e o corpo pesado, queria resolver isso logo e já podia riscar essa tarefa da lista, agora precisava de uma boa bebida e um prato de carne – Por acaso tem o Jornal de hoje? – Sendo respondido positivamente – Posso ficar com ele? – Perguntaria já pegando o papel e colocando dentro da minha camisa, para que ficasse seca e não molhasse pela chuva, mas se a resposta fosse negativa, daria de ombros, não tinha necessidade de estressar por tal fato.

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... ajeitaria a capa para não molhar minhas roupas

- Vou procurar algo para beber, se quiserem me acompanhar pode ficar a vontade, ou se tiverem coisas para fazer, não tem problema – Colocaria novamente o capuz e ajeitaria a capa para não molhar minhas roupas. Dando uma ultima olhada no carpinteiro, acenaria com a cabeça e sairia da sua loja, olharia para fora vendo se havia algo de diferente no porto, mas a chuva deve ter espantado o resto do pessoal, afinal já era de noite.

Se a dupla estivesse comigo, perguntaria para eles – Alguma dica de um bar? O único que eu conheço ... bem, digamos que não sou bem vindo – Dias atrás quando chegávamos de Wars depois de ficar alguns dias a deriva, com fome, e quase mortos, entramos num bar na madrugada e ali ocorreu uma bagunça, só me lembrava do Baphomet matando o barman e a luta insana com o Cavaleiro Real – Um bom combate de fato – Daria um sorriso irônico escondido pela sombra do capuz em meu rosto.


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Se eles soubessem um lugar para beber e comer, os seguiria novamente, logo já conheceria toda a maldita cidade de tanto andar pela mesma. Com a chuva e a capa, andaria mais tranquilo, os músculos relaxados pela injeção que havia ganhado; Seguiria caminhando calmamente, e caso visse algum marinheiro, ou guarda, abaixaria a cabeça e cobriria o rosto com o capuz, se possível, ficaria longe de locais onde havia muita iluminação, tentando caminhar pelas sombras da cidade.

Quando encontrasse uma taberna, bar, restaurante, qualquer lugar que oferecesse comida e estivesse aberto, entraria no mesmo sem pestanejar, antes de tirar a capa e o capuz, olharia para o interior, vendo que não seria um bar de marinheiros ou de guarda, tiraria o capuz e procuraria um lugar para sentar, de preferencia uma mesa no canto longe da porta, e de modo que ao sentar, tivesse uma visão inteira do local.

Uma vez dentro do local, se alguém viesse me atender, olharia para o sujeito tentando ver seu rosto – Uma caneca de cerveja e um pedaço de carne frito – enquanto fazia o pedido, já tiraria o jornal de dentro da camisa (caso o carpinteiro tenha me dado) e começaria a ler as notícias do mundo, quem sabe teria algo sobre os Shichibukais, Henry havia atiçado minha mente com aquelas malditas palavras. Vez ou outra olharia para quem estivesse no local, vendo se estavam encarando demais, ou se conhecia alguém ali. Quando a bebida e comida chegasse, dobraria o jornal e colocaria na mesa, assim, comeria e beberia saboreando cara mordida – Bem melhor que comida da prisão – Nunca mais queria experimentar aquela gororoba.




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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia EmptyQui 23 Maio 2019, 19:34


Narração
Chovendo
Localização: Lvneel
Noite

Kay
Com o trato feito, o jovem perguntou se o marceneiro possuía o jornal mais recente por ali. O velho indicou com a mão onde o item estava, deixando claro que Kay poderia levar. Após pegar o jornal, guardou o mesmo da melhor forma que pôde em suas roupas, querendo garantir que não acabaria molhando o mesmo sem querer. - Sim, precisamos comer e procurar algum lugar para passar a noite. - Falou o jovem guarda olhando para o seu avô. - E procurar um navegador também. Muitas coisas a se fazer. Mas comer com certeza está no topo. Conheço um lugar que não vai perguntar porque estamos todos juntos. - Falou indicando que podiam sair.

A chuva estava densa e graças a noite era difícil ver muita coisa além das luzes das casas. Foram andando no melhor ritmo que podiam, as roupas ficando mais pesadas a cada segundo. Chegaram em um bar/restaurante bem acabado, com um nome bem estranho: Capiemus. Entrando, viu que o bar não era muito grande, mas estava quente e seco, o que já era muito bem vindo naquela situação. Havia umas seis mesas, a maioria vazia. Porém, uma situação chamou a atenção do bar como um todo. Viu um homem brigando com outro homem. - Olha só... - Falou Simon, mas ignorando a situação foi pedir algo para comer. O homem de dentes afiados acabou caindo no chão desmaiado. Uma mulher se aproximou e falou para o homem que venceu a batalha. - Vamos logo, antes que causemos mais problemas.

E nessa situação, Kay aproximou-se do homem e pediu por comida. Foi quando o homem que havia vencido a batalha virou-se em sua direção e o encarou. - Você é um dos filhos da puta. - Ele encarava Kay e por algum motivo o jovem amaldiçoado sentia seu corpo ficando mais pesado. Já não bastando a fome e toda a situação, sentia que agora a dor estava voltando, a anestesia tinha passado. Blaze não sabia quem era esse jovem que estava encarando-o, mas percebia que iriam lutar. - Olha só quem está com ele ainda. Agora tudo faz mais sentido. - Falou ele olhando Simon e Touha, mas os dois ignoraram ele após a fala do ex-guarda. - Cara, relaxa aí. - Mas não pareceu ser muito eficiente, pois ele continuava olhando para o trio com raiva.


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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia EmptySex 24 Maio 2019, 01:41

Blaze IV: O Voo da Águia


Quando consegui ver o bar “Capiemus” no meio daquela chuva, confesso que senti um alivio interno e já começava a sentir o gosto de uma boa carne ou de uma cerveja na minha boca. Quando entramos já podia notar que era um local grande, com varias mesas vazias, nada estranho, afinal, o horário e o tempo não convidativos a sair do seu aconchego para fazer coisa alguma. Quando dei por mim, uma cena incomum – Olha só, uma luta – Dois sujeitos se desentendiam, um deles tinha uma aparência estranha, dentes afiados e um cabelo branco, o outro parecia um adolescente perdido dos pais.

Simon simplesmente ignorou a situação – Acho que devo fazer o mesmo, melhor não arrumar confusão até partimos – ignorando quando um deles caiu ao solo, segui meu rumo indo até o atendente pedir por algo, mas uma voz feminina chamou minha atenção – Devem ter brigado por ciúmes – avaliava balançando a cabeça negativamente, nunca iria entender esse tipo de desafeto, brigar por poder, dinheiro, fama, era algo compreensível, mas arriscar a vida por causa de uma mulher, era algo inimaginável.


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...Respirava fundo com os olhos fechados

Quando me aproximava para efetuar meu pedido, escutei algo vindo do sujeito, seus olhos cravados em mim – Não é possível – Respirava fundo com os olhos fechados, ao ouvir os xingamentos proferidos por aquela criatura indigna, uma breve olhada para Simon e outra para Touha – Calma, sem problemas até partir – Enquanto tentava me acalmar avaliava os prós e contras de matar o rapaz e sua amiga, mas sentia um cansaço repentino, tinha certeza que ou era a fome, ou o efeito da injeção estava passando. O garoto tinha bolas, pois após me insultar sua atenção se virou para Simon, que como um covarde pedia para o fedelho relaxar, naquele momento eu já sentia meu sangue fervendo e automaticamente a mão direita pousava no cabo da chokuto.


... Dê play quando ler isso "Vou te mostrar um pouco de desespero"

- Foda-se – Sussurraria me levantando, ignoraria qualquer apelo por parte da dupla que estava comigo, eu não aceitaria ninguém me desrespeitar daquele maneira – Você mexeu com a pessoa errada – Diria enquanto sacava uma das minhas espadas, seguraria firme no cabo até os nós da mão ficarem brancos, até aquele momento, meu corpo estava cansado, mas nada que me inibisse a movimentação – Vou te mostrar um pouco de desespero – Flexionando levemente meus joelhos, os olhos cravados no meu alvo, como um gavião a procura de sua presa, então usando minha aceleração, saltaria para frente e daria passos largos com a ponta da espada raspando no solo do estabelecimento e quando chegasse próximo do garoto, usaria minha mão livre e arrancaria a capa molhada e jogaria sobre o garoto, a intenção era cobrir sua visão e pega-lo de surpresa, assim sendo, saltaria sobre o sujeito, aproveitando sua visão encoberta – Vou acertar seu ponto fraco primeiro – O alvo seria sua acompanhante.

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... fitando-a como o diabo olha para os pecadores

Com o salto a ideia era pousar próximo da menina com os joelhos semi flexionados, os dois braços esticados paralelamente ao meu ombro – Surpresa –Falaria com um sorriso no canto da boca, olhando para os olhos da menina, fitando-a como o diabo olha para os pecadores antes efetuar um corte em X de cima para baixo no corpo da ruivinha, logo após o corte, acertando ou não, recuaria meu braço direito e giraria meu corpo em 180 graus, e abriria mais a base das minhas pernas, de modo que meu braço esquerdo ficasse apontando para o garoto e virasse minhas costas para o lado contrario do rapaz, enquanto isso, com meu cotovelo em V, pronto para dar o bote certeiro, efetuaria um golpe rápido, como um tiro a curta distancia daria uma estocada com toda a força fornecida pelo meu corpo na barriga da garota, faria todo o possível para toda a extensão da lamina passasse por dentro e saísse em suas costas.

Após atacar a garota, matando-a ou não, imaginaria que o seu colega teria que vir para cima, usando o braço esquerdo para me dar uma amplitude maior, bloquearia possíveis socos, pelo pouco que vi da sua luta com o outro sujeito, imaginaria que seu forte seria luta corporal, mas usaria minha visão aguçada para procurar por adagas ou espadas em sua cintura e costas. O garoto tentando alguns socos, tentaria bloquear com a ponta da minha espada, focando na minha velocidade e no meu acerto, ou seja, a cada soco eu faria uma defesa enquanto tentava atacar, onde o punho fosse passar eu colocaria a ponta ou pelo menos o fio da lamina na frente, para que ao bloquear, causasse dano no inimigo.

Enquanto tentava bloquear, retiraria a lâmina da garota, caso tenha acertado a estocada e daria alguns passos para o lado esquerdo, para longe da menina, se por acaso, ela tenha conseguido esquivar de ambos os golpes, tentaria uma esquiva mais rápida e menos planejada, saltando sobre as mesas e cadeiras usando minha acrobacia para equilibrar e a noção exata de tempo para pisar no lugar e não cair no chão. Enquanto me afastava para o lado, usaria minha visão periférica para não esbarrar em mesas e cadeiras, ou até mesmo no rapaz que estava no chão.

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... a presença do demônio começava a sair pelas minhas costas, uma áurea roxa me envolvia

Doravante, se a ruiva estivesse ferida no mínimo, imaginaria pelo pouco que havia visto que o rapaz lutava corpo-a-corpo, por isso ao esquivar para o lado, já buscaria tomar uma distancia maior da sua posição, sempre atento aos movimentos dele, quando ficasse numa distancia razoável, brotaria um sorriso diabólico em meu rosto, a presença do demônio começava a sair pelas minhas costas, uma áurea roxa me envolvia – Demonic Turbine – Avançaria com tudo, não importaria agora em derrubar mesa, cadeira, ou qualquer coisa que estivesse na frente, o alvo era o sujeitinho da boca suja, quando atingisse a velocidade desejada saltaria girando o corpo com os braços esticados, dando a ilusão das espadas se fundindo numa só.

Quando cessasse o giro, rapidamente ficaria com as espadas erguidas prontas para defender, e olharia para o local, avaliando o estrago que a técnica havia causado, e o mais importante, se havia acertado o garoto. Rapidamente também verificaria Touha e Simon, não queria acerta-los no giro, mas era impossível ver o caminho que tomaria com certeza, so podia torcer que eles tenham ficado de fora do caminho.

Demonic Turbine:
 



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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia EmptySex 24 Maio 2019, 23:38


Narração
Chovendo
Localização: Lvneel
Noite

Kay
A situação já não era muito boa. Aquele dia foi agitado. O jovem havia levado uma saraivada de tiros enquanto fugia; foi tratado numa cabana na floresta por um médico que sabe-se lá se era bom ou não; sentia dor em seu corpo, graças aos tiros e o término da anestesia; com o cansaço de quem não só não dormira na noite anterior, como também lutara e realizara muitas coisas naquele mesmo dia; e, por último, com a fome de quem andara uma maratona.

Talvez a luta pudesse ser evitada com diplomacia? Talvez, apesar do jovem não demonstrar essa intenção. Mas Kay não era do tipo que faria isso. Ele nem quis saber o motivo da raiva do jovem. Não quis saber quem ele era ou qualquer coisa do tipo. Só queria matá-lo e seguir em frente. Sendo que matar alguém ali com certeza não seria bom para sua futura estadia de um dia na cidade. Mesmo cansado e com fome, mesmo com Simon não querendo lutar, o jovem só pensava que iria lutar.

Kay retirou sua espada e começou a avançar, enquanto raspava a espada no chão. - MEU CHÃO SEU FILHO DA PUTA! - Ouviu o dono do local gritando com ele. E realizou movimentos que jurava serem rápidos e inesperados. E realmente eram, seu salto para a mesa não foi tão bom quanto queria, sentindo suas pernas que já haviam trabalho muito no dia reclamarem. Pousou na mesa e falou surpresa. Talvez foi o momento que falou, talvez havia subestimado a menina, mas ela já começava a se mover e o único corte na diagonal que fazia cortava o colar dela, a roupa dela e a região entre os peitos. Deixando-a não só com raiva, como com um semblante de dor bem incomum, como se tivesse realmente machucado mais que o normal.

Apesar da primeira boa tentativa, o movimento seguinte do rapaz foi bem exibicionista, virando seu corpo para olhar o que o jovem fazia, percebia que ele retirava a capa de cima dele sem muita preocupação real com o que estaria acontecendo. Não parecia nem que ele se importaria se fosse acertado por Kay. Assim o jovem amaldiçoado podia realizar a estocada na menina que conseguia esquivar com sucesso para trás, pois ela já estava tomando distância desde antes, não parecia querer ficar perto de forma alguma. A jovem acabou pisando no homem de dentes pontiagudos que havia desmaiado. Mas a jovem não se importava e continuava em pé em cima dele.

Apesar de não poder acertar mais ela, não havia perdido a espada e agora via o menino indo em sua direção, ele parecia calmo e encarava Kay com pena. E o jovem amaldiçoado sentia seu corpo ficando mais pesado ainda com aquilo. - Parabéns, eu acho... nunca consigo acertá-la quando estou contra ela. - Falou o jovem se aproximando. E assim tentava acertar Kay com um soco mais ou menos na altura do joelho. Mas o jovem Blaze foi rápido e conseguia acertar o soco inimigo com sua própria espada. No entanto o corte realizado basicamente não machucou o inimigo. Ele não reclamou de dor ou qualquer coisa, apesar de estar sangrando um pouco de nada onde a lâmina acertou.

O jovem Kay viu-se obrigado a ir se afastando do lado que a menina estava, sendo precavido que a mesma estava mais longe. Mas isso não importava, na verdade, era o que ela desejava. Ela retirou, de algum local de suas costas, uma pistola e assim acertou um tiro em Kay no braço direito. Logo em sequência via o menino se aproximando e encarando-o por um mísero momento sentia seu corpo ainda mais pesado e um soco o acertou com tudo na barriga. Mas aquele soco foi tão forte que o jovem Blaze vomitou o que não tinha. Caindo no chão naquele movimento claro de vômito, mas sem ter o que realmente vomitar.

- Não está valendo nem a pena bater em um cara tão acabado. Não combina comigo... - Falou o jovem se acalmando. - Mari, vamos embora logo. - Falou ele para a menina e ela só concordou. - Precisamos te tratar antes de irmos para a Grand Line. - Falou o jovem vendo a tal Mari pagando a conta. Kay sentia seu corpo pesado, mas o que assustava era o tanto que aquele único golpe do jovem havia sido forte. Sentia que em suas melhores condições poderia morrer se fosse acertado umas poucas vezes, tamanha era a força do menino.

Os dois foram embora e Simon e Touha simplesmente começaram a comer. - Interessante aqueles dois serem aliados. - Falou o velho. Kay sentia seu corpo ficando mais leve com o tempo. - Foi ela que o prendeu, isso é no mínimo muito interessante. - Falou o neto comendo uma colherada. - Vai comer não? - Perguntou o velho para Kay, o jovem sentia que seu corpo estava ficando mais leve e voltando para o estado que estava antes de entrar na luta com o jovem, não era um bom estado, mas era um estado menos cansado, menos pesado. E naquele momento, todos os quatro homens ali ouviram. - CARALHO! EU VOU MATAR AQUELES DESGRAÇADOS! - Uma coisa interessante, é que agora com o corpo menos pesado e com a calma chegando, o jovem percebia que o tiro que havia levado doía muito menos que o soco que havia levado. Que força descomunal era essa?


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MensagemAssunto: Re: Blaze IV: O Voo da Águia   Blaze IV: O Voo da Águia EmptyDom 26 Maio 2019, 01:27

Blaze IV: O Voo da Águia


Uma dor intensa era sentida em minha barriga – Que força é essa? – Pensava enquanto tentava voltar a si, minhas vistas embaçavam e sentia meu corpo tremendo pelo impacto recebido, um misero soco e havia sido jogado para o outro lado do bar, como aquele pirralho aparentemente inútil conseguiu me acertar dessa maneira? Isso eu não conseguia responder, não ainda. A bile vinha na garganta, mas não tinha nada para vomitar, ainda bem que estava com o estomago vazio, ou teria gorfado tudo para fora, o que seria ainda mais humilhante.

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... colocaria a mão onde havia tomado o golpe

Não pelo impacto do soco, mas todo meu corpo parecia dolorido, como se sendo surrado por dias, quando abri meus olhos e via o teto do estabelecimento, sabia que estava estatelado no chão – Arrrh – Tentava levantar meu corpo, apoiando nos meus cotovelos – Maldito! – Procurava pela dupla, como um predador procura pela presa, mas tudo que encontrava era a dupla que estava comigo comendo como se tudo estivesse tranquilo, mas não sabia explicar, durante a luta meu corpo parecia mais pesado, agora mesmo dolorido, não se comparava a instantes anterior; Via-se também o sujeito antes desmaiado, agora estava furioso – Onde eles foram? – Perguntava para Touha enquanto me colocava de pé, sentindo cada músculo dolorido, colocaria a mão onde havia tomado o golpe, sentindo o local quente.

Embainhando novamente as espadas, ajeitaria minha roupa e procurava um lugar para sentar, de preferência próximo de Simon Blaze IV: O Voo da Águia 344152600, quando ouvi o grito de que iria matar os dois, ignoraria o sujeito, mas alertaria sobre algo – Eu irei mata-los, aqui ou na Grand Line – Não queria ninguém se metendo nos meus negócios, além do mais, ir atrás deles agora não adiantaria muita coisa, já deviam estar longe, por isso pegaria algo para comer, caso estivesse na mesa/balcão – Seus nomes serão os primeiros que irei riscar da minha lista – colocaria a comida na boca, finalmente mastigando algo e sentindo um prazer que sabia muito bem, o de saciar a fome.


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... " Isso não é problema meu"

Mas antes que o sujeito saísse, precisava saber algo – Qual o nome deles? – Perguntaria arqueando uma das sobrancelhas, tentando não parecer ansioso pela respostas, se o estranho não soubesse, viraria para Simon – Você os prendeu, deve se lembrar – Continuaria a comer enquanto fazia as perguntas, se em algum momento o dono da loja viesse encher minha paciência sobre o chão, olharia bem para o homem, usaria minha postura e falaria olhando nos olhos do sujeito, usando minha intimidação para encerrar o assunto – Isso não é problema meu – Estava pouco importando com isso, tudo que queria era comer enquanto ouvia sobre aquele sujeitinho.

Enquanto saboreava o que fora dado, por fim notaria o tiro no braço – Que merda é essa? – De imediato já colocaria a mão sobre o buraco – Tem um pano? – Se tivesse, pegaria e amarraria sobre o ferimento, caso não tenha, apenas deixaria o braço imóvel e comeria usando o esquerdo. Quando descobrisse o nome do patife e da sua amiga, lembrava que tinha algo que na lista que de coisas que havia feito mentalmente – Deve vir todo tipo de pessoa aqui, conhece algum navegador que queria ir para a Grand Line? – Perguntaria para o dono do bar, não importando de estar com a boca cheia de comida, meus modos nunca foram bons, e provavelmente nunca seriam.

Escutaria sobre o assunto, se soubessem de algum navegador, amanha ao nascer do sol procuraria pelo sujeito, caso contrário, iria ter que arrumar um plano B para subir o que falavam ser uma difícil correnteza. Quando terminasse de comer, deixaria o dinheiro necessário ali no balcão, enquanto me virara para Touha – Precisamos de um local para passar a noite – Enquanto isso, pegava minha capa do chão, balançaria a mesma para tirar possíveis sujeiras, depois a vestiria ali dentro mesmo, ajeitaria as espadas, verificaria minha bolsa, que agora estava atrelada ao meu cinto na parte de trás do meu corpo.

Com tudo organizado, seguiria até o local estipulado, cabisbaixo e quieto, pensando no pequeno embate no bar, os punhos fechados e o rosto sereno, o futuro prometia grandes coisas, e o destino do escolhido era grandioso, grandioso demais.



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