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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!

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MensagemAssunto: [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!   [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte! EmptyQua 15 Maio 2019, 10:31

Nome: Roevs Goldwell
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Desvantagens: Curioso
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MensagemAssunto: Re: [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!   [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte! EmptyQua 15 Maio 2019, 16:04

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador (Ivinha#4206 no discord), minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.


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MensagemAssunto: Re: [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!   [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte! EmptyQui 16 Maio 2019, 10:29


~ LEMBRANÇAS / PESADELO / SONHO ~

Talvez, um dos momentos mais calmos da vida viesse durante as noites. Era quase como uma linguagem universal de mansidão e descanso. Mesmo em pontos completamente distintos do mundo, todos sempre compartilhavam o sono sob a luz da lua. No entanto, algumas noites são bem menos silenciosas do que as outras.
Uma grande batalha acontecia, tiros de canhões eram disparados, espadas reluziam diante do luar da densa noite com grandes cortinas de fumaça e fogo saindo das embarcações, gritos de dor eram ouvidos de todos os lados. E lá estava eu. Inúmeras pessoas à minha frente e cada uma delas iam caindo uma a uma. Uma imensa vontade de parar aquela luta interminável e a cada corte era uma lágrima! Em meio a todos, aparecia o meu pior inimigo do qual eu já enfrentei até hoje: O meu passado.
Um jovem garoto de 15 anos com um cabelo carmesim se destacava onde passava, naquele momento tudo que havia em sua volta eram barris fechados, caixotes de madeira com frutas e inúmeras garrafas do que parecia ser de rum velho. O garoto deu alguns passos calmos e cautelosos, procurando avistar algo que lhe era familiar. No final do pequeno cômodo onde estava havia uma porta surrada de madeira. Quem quer que seja que o colocou ali poderia ter trancado a porta, mas sem pestanejar o garoto foi abri-la.
A porta rangeu baixo ao se abrir, não estar trancada era um alívio de fato, mas imprudência de quem o fez. Uma casa, é o que o garoto deu de cara ao sair do cômodo. Uma casa velha e provavelmente inabitada, parecia até mesmo a velha cabana que o mesmo residia em Dawn Island com os seus pais.
Antes de dar sequer um passo, os olhos do jovem analisavam cada detalhe da casa. Estava na sala, uma porta à sua esquerda, escadas ao fundo para o segundo andar, velas há muito apagadas, e ali.... ainda fresco, dois corpos estirados ao chão coberto de sangue que reluzia diante da luz que adentrava pelas vidraças da janela. Os corpos ali estirados já sem vida, era nada mais, nada menos, que os corpos de seus pais.

~ REALIDADE ~

Os pesadelos se infligiam todas as noites em meu profundo adormecer, mesmo que ingerisse rum o bastante para não recordar o meu nome, mesmo que viesse a repousar no lugar mais tranquilo existente neste vasto mundo. Os pesadelos sempre iriam me encontrar.
Era bastante corriqueiro me despertar em algum beco ou taverna de uma cidade desconhecida. Minha curiosidade sempre me levava a mesma rotina monótona. ~acordava em um estado deprimente jogado sem nenhuma dignidade ou tostão nos bolsos.~ Mas, aquele dia poderia ser diferente, quem sabe, né?
Quando minhas pálpebras se abrissem e minhas pupilas se acostumasse com a luz ou a falta de luz do local onde eu estivesse daquela vez, como um primeiro movimento, já comum ao acordar, analisaria cada detalhe do lugar onde havia despertado e adquirindo informações suficientes para conseguir pelo menos supor onde me encontrava. Em um segundo movimento, esse um tanto quanto fútil, apalparia o meu corpo da cabeça aos pés na busca de qualquer sinal de berries ou até mesmo feridas que possa ter em meu corpo. Se conseguisse encontrar até a mínima quantia de berrie já era um sinal que aquele dia realmente poderia ser diferente a todos os outros. Se por ventura e azar eu acabar me encontrando acorrentado ou amarrado e impossibilitado de mover meus braços ou pernas, simplesmente iria ignorar esse fútil pensamento de buscar algo pelo meu corpo e buscaria um meio de me libertar do que estivesse me prendendo.
Após ter verificado a situação e me situado onde estava, era hora de buscar informações mais específicas, essa parte em questão, podia ser considerado chata por muitas pessoas, por conta de provavelmente você ser obrigado a conversar com indivíduos totalmente aleatórios e desconhecidos, mas, para mim que contava com uma curiosidade grande pelas coisas, essa parte, como podemos dizer, ela era magnificentíssima. Mas, tudo na vida também tem o lado ruim, e esse lado ruim era que essa curiosidade havia me colocado em situações um tanto quanto ruim ao decorrer de minha vida, então, consideraria isso mais uma desvantagem do que uma vantagem em si. Em contrapartida o meu temperamento calmo conseguia muitas vezes me livrar dessas situações.
Se o mundo estivesse ao meu favor e eu me encontrasse próximo a uma rua ou próximo a um local onde conseguisse ouvir vozes que seja compreensíveis, caminharia em direção à rua mais próxima ou as vozes que fosse possível ser ouvidas. “Com licença, desculpe lhe incomodar, você sabe me informar como consigo chegar até a marinha dessa cidade?” Perguntaria de forma educada à primeira pessoa que aparentasse estar entre seus 50-60 anos e de preferência do sexo masculino, por conta de achar que tais pessoas com essas especificações seria a mais certa de conhecer e saber o caminho até a marinha da cidade. Se por ventura eu ter o azar de não conseguir a informação com a primeira pessoa que eu questionar, ou não conseguir encontrar qualquer pessoa ali próximo, continuaria a andar por onde estivesse, sempre alerta e observando o meu redor, em busca de qualquer pessoa, placa de sinalização, posters, prédios ou qualquer outro meio que venha me ajudar a descobrir o caminho até a marinha da cidade.
Se pelo caminho ocorrer de eu avistar uma taverna, acabaria mudando a minha rota por conta de minha curiosidade e por causa de umas saibas palavras que me foram ditas. ~Independente da cidade que você vá meu jovem, pode ter certeza que a taverna da cidade vai ser o lugar onde você mais irá escutar coisas interessantes.~ Essas palavras ditas por um velho senhor no meu passado sempre me acompanharam, e sempre ao avistar uma taverna eu não consigo me conter a não adentrar nela e tomar um pouco de rum sob o balcão, enquanto escuto as histórias e conversas das pessoas presentes na taverna.
Contudo, se eu conseguir ir até a marinha e por sorte não avistar nenhuma taverna no caminho eu iria conferir a entrada do lugar e buscar por qualquer sinal de um marinheiro, seria até algo fácil, era só procurar por pessoas que estivesse com as vestimentas padrão e comum da marinha, que consiste em uma camisa de manga curta branca estampada com o emblema da Marinha, um lenço azul, calças azuis escuras e um boné de beisebol com ‘MARINA’ na frente. “Com licença, desculpa por estar atrapalhando, talvez seja rude perguntar, mas sabe me informar onde consigo me alistar na marinha?”. Perguntaria ao primeiro marinheiro que avistasse próximo a estrutura da marinha. Se conseguir tal informação, seguiria elas firmemente. Se por acaso não conseguir avistar nenhum marinheiro ali próximo, buscaria então por alguma entrada e se a mesma estivesse aberta eu adentraria com bastante cautela e sempre alerta a qualquer movimento, não queria que acabasse sendo considerado um invasor em um local que era governado pela marinha. Como o mundo podia ser muito engraçado as vezes, caso ocorra de eu ser visado como um invasor. “Desculpa ter entrado sem permissão, só quero me alistar na marinha, mas não tinha encontrado ninguém na entrada.” Gritaria para a pessoa que viesse a me considerar um invasor, a todo momento ficaria com os braços levantados.

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MensagemAssunto: Re: [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!   [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte! EmptySex 17 Maio 2019, 01:17


Ao acordar, Goldwell encontrava junto a si cerca de cinquenta mil berries, e pouco depois, deixava sua casa. Era pouco mais tarde que sete da manhã quando o fez, e as ruas da cidade se enchiam gradualmente de comerciantes, trabalhadores comuns e servidores públicos. O barulho da cidade em seu início de dia útil mascarava e poluía as vozes amontoadas dos cidadãos, tornando difícil compreender o que era dito.

Em seu caminho, avistara, sim, tavernas; entretanto, dado o horário, pouco público. Alguns civis comuns tomavam seu café da manhã, quebrando o jejum. Nada demais; prosseguira. Sua busca era, inicialmente, por oficiais da Marinha, mas sem necessidade de interagir com nenhum dos que patrulhavam o centro, pôde encontrar o imponente QG da cidade, que se erguia como um bloco alvo e cerúleo, com o letreiro e o símbolo famoso.

Seguiu até ele, e no portão, encontrara os homens responsáveis pela portaria. Vestiam-se uniformemente e seus rostos não pareciam nada memoráveis; pessoas comuns. — Siga em frente, vai ver a recepção, fale com a Srta. Nunnyes, ela irá te ajudar no processo de alistamento. Seja bem vindo, jovem. — Um deles disse, e no fim, ambos sorriram amigavelmente.

O setor recepcionista ficava bem próximo à entrada, num saguão com mais de quatro portas, que levavam mais ao interior do pavilhão, ao pátio de treino, ao arsenal e à prisão. Na recepção, que antecedia as quatro portas, sentava-se uma mulher grisalha, na faixa de seus cinquenta ou sessenta anos, de semblante alegre e receptivo. Na bancada que interpunha-se entre o jovem aspirante e a senhora, copos e garrafas de suco de guaraná e água, ele poderia se servir, se quisesse.
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MensagemAssunto: Re: [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!   [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte! EmptySex 17 Maio 2019, 09:42

~ REALIDADE ~

Cinquenta mil berries, essa era a tal quantia que portava comigo. Uma expressão de surpresa veio acompanhada com um leve sorriso e sentimento de ansiedade passando por todo o meu corpo. ~Cinquenta mil berries... Acordei dentro de casa e não em um beco ou taverna como de costume...~ pensava comigo mesmo. ~Estou curioso e ansioso para ver o que mais de diferente irá acontecer.~ um grande sorriso fica estampado em meu rosto a ponto que leves gargalhadas passe entre os dentes.
Meu esforço na tentativa de compreender as vozes ao redor se tornou inútil por conta de todo aquele barulho aglomerado, acho que poderia ser até ensurdecedor se eu focalizasse bastante nele. Certamente havia muitos cidadãos ali próximos, mas nenhum que aparentasse ter as especificações que eu desejava, portanto, decido ir caminhando aleatoriamente até encontrar aquilo que desejava, mas, ao mesmo tempo não desejava. ~Uma taverna, não sei dizer se é um teste do destino ou uma benção.~ penso comigo mesmo ao me deparar com uma taverna em meu caminho. Entretanto, por conta do horário, havia pouco público presente ali, por conta disso, aquele horário não seria o melhor momento para ficar em uma taverna.
Aquela caminhada tornou-se desnecessário me comunicar com qualquer pessoa, por logo conseguir avistar o admirável QG daquela cidade bastante movimentada, ele se erguia como um bloco tingido por um azul igual ao céu em uma manhã sem nuvens. “Incrível, estou fascinado, não importe o quanto eu olhe, aquele símbolo da marinha me deixa arrepiado.” digo em um tom de voz baixo o bastante para só ser compreendido por quem estivesse bem próximo a mim.
Depois de caminhar até aquele belo QG, venho a encontro com dois homens vestidos uniformemente na portaria que me recepciona e direciona até o local onde eu poderia me alistar. “Obrigado, fico muito agradecido pela ajuda." retribuo com um leve sorriso antes de ir até a direção que me foi informada. ~Srta. Nunnyes...~ digo algumas vezes em meus pensamentos pelo caminho até a tal recepção.
Um saguão se tornava o palco em meus olhos e o mesmo era acompanhado de várias portas, poderia afirmar que mais de quatro. ~O que será que tem após essas portas?~ perguntava a mim mesmo enquanto era atiçado por minha curiosidade que logo era esmagada pela presença e vista de uma mulher grisalha e alegre do outro lado da bancada que me separava dela. Sob aquela bancada, consigo identificar alguns copos, garrafas que aparentemente estavam cheias com suco e água, parecendo até um sinal para quem viesse poderia se servir.
“Seu cabelo é lindo” diria meio bobo após me aproximar a bancada. “Mil perdões, fui desrespeitoso...Srta. Nunnyes?” dispararia logo em seguida e ao mesmo tempo que pronunciasse o nome dela eu buscaria algo que confirmaria que realmente era a Srta. Nunnyes.
“Prazer, me chamo Roevs Goldwell, gostaria de me alistar e desculpa por antes.” diria se conseguisse confirmar que ela realmente era a senhorita que procurava. Caso ocorra de ela não ser a tal senhorita, mas ela possa vir a me ajudar no alistamento eu usaria as mesmas palavras para me dirigir a ela. Enquanto estivesse no aguardo de uma resposta eu decidiria me servir com um pouco do suco que havia sob a bancada, como uma tentativa de esquecer o que eu havia dito anteriormente. Se ocorrer de eu ser impedido de me servir eu me desculparia novamente e só ficaria no aguardo de uma resposta.
“Obrigado” diria caso consiga detalhes do que deve ser feito para me alistar, também os seguiria firmemente. Se depender de preencher algum formulário antes de dar continuidade no alistamento eu pegaria o formulário e começaria a ler calmamente, prestando atenção a todos os pontos do formulário, de forma que não venha a cometer erros enquanto respondesse as perguntas que tivesse no formulário. Caso o alistamento seja ir até uma das portas que havia no saguão eu agradeceria de forma educada e diria adeus enquanto caminhava até a porta que tivesse sido designada. Se o destino não estiver ao meu favor e acabar descobrindo que a marinha não estava aceitando alistamento no momento eu perguntaria qual seria o dia que os alistamento voltariam.


Legenda:
 

OFF:
 

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Emissary Of  The End
Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades, lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível.


LEGENDA:
 
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MensagemAssunto: Re: [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!   [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte! EmptyTer 21 Maio 2019, 00:56


Ao ser elogiada, a recepcionista ofereceu ao jovem Goldwell um caloroso sorriso. — Obrigada, meu jovem. Não se preocupe, não foi nenhuma falta de respeito. — Ela já se adiantou com alguns papéis; jovens entram no QG por dois motivos, são presos ou querem se alistar. — Sim, sou a Sra. Nunnyes, já estou cuidando do seu alistamento, não se preocupe.

O jovem se serviu, e enquanto bebia, ela colocou sobre o balcão alguns papéis, em seguida, uma caneta. — Assine, por favor. — Quando terminasse, Nunnyes o indicaria o pátio de treinamento, que podia ser vislumbrado através de uma das portas. Lá, um oficial e alguns jovens treinavam lutas em pares.

JOVEM! — Exclamou o oficial simplesmente ao vê-lo. — Ande, ande! Temos horário pra cumprir, vamos te arranjar um parceiro de treino agora mesmo. Como se chama? — Era um coroa simpático também, algumas cicatrizes no rosto exibiam sua experiência de batalha. Em sua cintura, um sabre com empunhadura azul. — Eu sou o Sargento Olav, seja bem vindo. — Em pouco segundos, Olav apontou um outro recruta, sentado no banco de reservas. Com um assobio do oficial, o jovem se levantou e se juntou aos dois.

Esse é o Julinhos, chegou há pouco mais de meia hora. Ele será seu parceiro de treinos. — Julinhos estendeu a mão num cumprimento. Roevs podia ver armas de madeira de todos os estilos de combate, prontas para serem utilizadas, ele poderia escolher a sua se quisesse; Julinhos tinha um bastão com quase dois metros de extensão. — Então, que arma você usa? — Haviam os chamados "dummies de treino" bem próximo deles, Roevs poderia usá-los para praticar enquanto se aprontava para prosseguir.

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!   [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte! EmptyTer 21 Maio 2019, 09:25


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~ REALIDADE ~

O sorriso caloroso daquela bela mulher a minha frente conseguiu alegrar o meu dia e demonstrar que realmente aquele dia seria diferente de todos os outros dias sofridos que passei em Dawn Island. “Os fortes são respeitados, enquanto os fracos são desprezados.” essas palavras ditas por meu pai invadiam a minha mente enquanto estava a assinar os papeis que haviam sido entregues pela Sra. Nunnyes. Tentava a enganar a mim mesmo de que tais palavras e lembranças não viriam a acabar com o dia espetacular que estava apreciando. Após assinar toda a papelada, Sra. Nunnyes indica o próximo passo, que aparentemente era através de uma das portas que dispunha no saguão. Caminho até a porta indicada e sinto a ansiedade e curiosidade invadir todo o meu corpo. “O que será que me espera depois dessa porta?” penso comigo mesmo ao me aproximar da porta.
Depois de abrir a porta e adentrar no mundo que havia após ela eu vislumbro um grande pátio com alguns possíveis jovens marinheiros sendo treinados por um possível oficial. Logo deduzo que aquele pátio não era nada mais, nada menos que o pátio de treinamento daquele grande QG. O senhor que deduzi como um oficial brada em minha direção quando havia pisado no pátio. Quando menos esperava eu já estava prestes a começar o treinamento que os outros executavam a minha volta. “É... me chamo Roevs Goldwell.” digo meio lerdo ainda sem conseguir acompanhar toda aquela animação e pressa do coroa a minha frente. Ainda um pouco perdido e distraído eu só consigo notar as cicatrizes que o Sargento Olav - já apresentado - trazia consigo em seu rosto e a bonita empunhadura azul que esbanjava do sabre em sua cintura. Já acostumado com o ambiente, mas, ainda não acostumado com a velocidade do sargento em suas decisões e ordens, ele agora aponta e assobia para um garoto que até o momento estava sentado em um banco, pouco segundo depois já estava junto a mim e o sargento. “Meu parceiro de treino?” indago a mim mesmo depois responder ao cumprimento do garoto e ter sido designado como parceiro de treino do Julinhos, o jovem que anteriormente aguardava no banco. “Que arma eu uso?” digo ao ser questionado, enquanto meu oponente me aguardava segurando um grande bastão aproximando os dois metros de extensão. Ao ser questionado eu consigo ver uma variedade de armas de madeira para todos os estilos de combates existentes e concluo que foi mais uma ordem do que uma simples pergunta. Não tinha o que pensar e nem o porquê demorar a escolher uma arma, caminharia até as armas e com meus olhos buscaria por uma katana de madeira, encontrando a mesma eu a pegaria firmemente em seu cabo com minha mão esquerda e neste mesmo momento lembranças viriam a invadir a minha mente.

~ LEMBRANÇAS / PESADELO / SONHO ~

Era uma manhã acolhedora, e aquela grande estrela amarela já havia aparecido para nós agraciar com seus fortes raios solares. Mas, mesmo na mais bela manhã de todas, eu não conseguiria fugir do que estava prestes a acontecer. “Goldwell, venha!” gritava o meu pai que estava parado abaixo do batente da porta de nossa casa. Sempre que meu pai me chamava eu deveria parar o que estivesse fazendo e ir até ele, caso contrário coisas ruins viriam a acontecer. Conhecendo essas regras que foram feitas pelo meu pai eu não ousaria desobedecê-las. Todas as manhãs o meu pai me obrigava a treinar minha esgrima com ele, caso eu não chegasse na hora, se reclamasse ou discutisse, no fim do treinamento eu ficaria sem o café da manhã e o almoço. “Se você não conhecer o inferno agora, quando o mundo lhe for apresentado você irá sofrer.” essas eram as palavras que meu pai dizia todos os dias nos finais de treino e as levo até hoje.

~ REALIDADE ~

Quando aquele breve momento de devaneio viesse a finalizar eu firmemente segurando o cabo da katana com minha mão esquerda faria leves cortes formando um X no ar. Como um meio de esquecer tudo que tinha recordado. Antes de partir para o combate eu precisava me acostumar com a katana de madeira e aquele pátio de treinamento era preparado para todas ocasiões. Os dummies de treino próximo a nós eram perfeitos para exercitar antes de um combate, pensando dessa forma me dirigiria ao dummie mais próximo e disponível. Quando estivesse próximo do mesmo eu ficaria em posição, colocando minha perna direita a frente e a perna esquerda atrás e dando uma leve abaixada, o possível para deixar minhas duas pernas meio curvadas. Quando estivesse em posição eu posicionaria a lâmina da espada de madeira em diagonal de forma que sua ponta viesse a ficar apontada para o céu. Segurando firme o seu cabo com minha mão esquerda efetuaria um corte na horizontal em direção a lateral do meio do dummie a minha frente. Ao sentir todo o impacto da espada de madeira com o dummie efetuaria um segundo movimento jogando a lâmina para o alto, deixando ela verticalmente a mim, agora colocaria minha mão direita sob a mão esquerda segurando o cabo de forma mais firme e seguidamente efetuaria um grande ataque na parte superior do dummie, de cima para baixo. Depois desses dois contínuos ataques eu voltaria a segurar a katana só com minha mão esquerda. “Bom, essa arma irá servir”  diria ao me virar para o Julinho e o Sargento Olav.

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MensagemAssunto: Re: [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!   [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte! EmptySex 24 Maio 2019, 20:44


Ora, temos um exímio espadachim aqui. — Olav se interessou pela breve prática de Roevs com a katana. Convencido do potencial de Goldwell, tratou logo de separar os pares de recrutas para um treino de combate.

Julinhos e Roevs foram a quinta dupla a ser formada, e Olav ficou por conta dos dois ele mesmo. — Olha, garotos. Vocês dois me parecem bem obstinados e eu realmente acredito que chegarão longe na Marinha. Entretanto, isso aqui também não é parque de diversões. Só aceitamos os melhores. — A postura amigável e animada se fez esquecida, dando lugar a um semblante sério e imparcial. Sorriu, do nada, pra quebrar o gelo. — Sem golpes na cabeça e nos ovos, COMECEM! — Se afastou alguns passos, cerca de dois metros dos dois.

Julinhos montou sua postura com o grande bastão, segurando-o entre o braço direito e as costelas, além de empunhá-lo com a mão destra, visivelmente firme. — Não vou perder! — Sorriu, singela e determinadamente.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!   [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte! EmptySex 24 Maio 2019, 22:26


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Estava claro e nítido como uma manhã ensolarada, ali diante os meus olhos, me aguardando confiante, portando um grande bastão. “Estou tremendo? Não... entendo... estou animado” penso comigo mesmo, ao mesmo tempo retribuindo o leve sorriso de meu oponente.
Antes de desesperadamente ir em direção a meu oponente, fixaria meus olhos em seus olhos e por entre meus lábios puxaria todo o ar para o meu pulmão e expiraria para fora. Obter total controle da situação e me acalmar antes de executar qualquer movimento era essencial em qualquer batalha.
Depois de me acalmar, eu colocaria mais firmeza em minha mão esquerda que estava a segurar o cabo da Katana de madeira. Agora, viria a parte de arrumar a minha postura, sob essa questão, eu posicionaria a minha perna direita para frente, de forma que ela ficasse meio curvada em 90 graus, enquanto jogaria minha perna esquerda para trás, deixando-a de forma horizontal, acompanhando o meu tronco, que incondicionalmente seria jogado um pouco para frente. A Katana ficaria com a ponta de sua Lâmina em direção ao chão, de forma que meu braço esquerdo ficaria próximo ao lado esquerdo de meu corpo, acompanhando minha perna esquerda. Conseguiria sentir a adrenalina e a animação consumir meu corpo quando estivesse em posição, de forma que não conseguiria segurar o sorriso que viria a esbanjar entre meus lábios.

~ COMBATE ~

Buscaria não permitir que meu oponente efetuasse o primeiro avanço, desta forma, caso ocorra de ele interferir minha preparação, me atacando, enquanto estava me posicionando eu descartaria me preparar e iria de encontro a ele.
Se meu oponente ter respeito e aguardar eu ficar em posição, aproveitaria para partir em sua direção em seguida, por todo o caminho permaneceria com meu braço e katana próximo ao lado esquerdo de meu corpo e meu tronco levemente em diagonal. Observaria atentamente a todos movimentos de Julinhos enquanto executaria minha investida, buscaria observar mais atentamente os movimentos de sua mão direita que estava a segurar o grande bastão. Caso ele só mova o seu bastão para direita ou para esquerda, mas, continue me aguardando no mesmo lugar, eu continuaria a investida. Quando estivesse a uns 8 metros de distância dele, eu jogaria toda a força de meu corpo para minha perna direita, e utilizaria ela para travar minha investida, mas, no mesmo instante,  aproveitando que a Katana estaria na diagonal, eu tentaria efetuar um ataque circular de lado, jogando toda a lâmina para trás e ao mesmo tempo voltando com total força, buscando acertar o lado direito de meu oponente. Caso meu ataque obtivesse um resultado, esbanjaria um leve sorriso em meu rosto, enquanto recuaria com saltos para trás. Se Julinhos utilizar o bastão como uma forma de defesa, e minha lâmina vier a encontro com seu bastão, eu firmaria mais ainda minha mão esquerda que estaria segurando o cabo da Katana e tentaria resistir ao impacto que ocorreria. “Opa” diria se nossas armas viessem a se colidir. Se ocorrer de não suportar o impacto e soltar minha Katana, eu buscaria recuar com saltos para trás, buscando saltar em direção onde minha Katana foi jogada, tentaria assim, voltar a pegá-la e voltar com meus ataques. Caso eu consiga resistir ao impacto e ainda estiver segurando minha Katana, eu buscaria recuar a lâmina e efetuar uma nova investida. Dessa vez buscaria acertá-lo no centro de seu tórax, executando uma estacada com a Katana, nesse movimento eu colocaria toda a força de meu corpo em minha perna de apoio, que provavelmente seria a perna direita, de forma que a estacada viesse a conseguir jogá-lo para trás. “Estou impressionado” comentaria se conseguisse empurrá-lo para trás e o mesmo se mantivesse em pé. “Forte” diria caso ocorra dele suportar o ataque e se manter de pé no mesmo local.
Como uma forma de defesa para ataques que poderiam vir de Julinhos em meio ao meu primeiro ataque, eu jogaria meu tronco para trás, como se estivesse prestes a executar uma ponte com meu corpo. Provavelmente esse movimento viria a me dar certo desiquilíbrio, se viesse a ocorrer isso eu buscaria colocar o joelho de minha perna direita no chão de forma que voltasse meu equilíbrio, e continuaria meus movimentos. Se em meio a minha segunda investida Julhinhos conseguisse se defender com o bastão antes de conseguir executar a estacada, eu buscaria recuar a Katana e dar um salto para trás, mas, quando encostasse por completo meus pés ao chão eu voltaria a ir para cima dele, no entanto, dessa vez eu daria um leve salto e tentaria efetuar um ataque de cima para baixo com minha Katana, de forma que ele a lâmina chegaria até a minha cabeça enquanto estivesse no ar, em seguida cortaria o ar em 90 graus, buscando acertá-lo na parte superior de sua cabeça. Nesse movimento eu utilizaria as duas mãos, colocando a mão direita sob a esquerda para obter mais força e firmeza em segurar o cabo da Katana.
Sempre buscando me manter atento a todos movimentos de ataques de meu oponente, usaria o meu braço direito que estaria livre a todo momento, como uma forma de me proteger e defender de possíveis ataques que viesse a acontecer em meio as minhas investidas. Quando necessitasse utilizar o meu braço direito para defender um ataque do grande bastão do Julinhos eu buscaria controlar minha força e jogar ela toda para o meu braço direito, de forma que viesse a suportar o impacto, ou pelo menos me manter em pé. “Droga!” resmungaria caso ocorra de sofrer algum dano ao utilizar meu braço direito para me defender, mas, não recuaria a seu ataque, buscaria aguentar a dor, mesmo que fosse necessário morder meus lábios. Utilizaria desse momento para tentar executar um ataque, sempre buscando acertá-lo de seu lado direito na altura de sua cintura.  Independente dos resultados de meus ataques e das defesas de meu oponente, eu recuaria para uma distância de no mínimo 10 metros, ao fim de meus movimentos.
“Fazia tempo que não me sentia tão animado assim!” diria de forma que me escutassem claramente e esbanjaria um grande sorriso em meu rosto.  Nesse meio tempo, caso a batalha não tenha tido um fim, eu buscaria informações sobre o meu campo de batalha, como a distância que tinha dummies, do que era feito o chão que pisávamos e se o local onde estávamos era coberto ou aberto.

Legenda:
 

OFF:
 

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Emissary Of  The End
Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades, lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível.


LEGENDA:
 
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MensagemAssunto: Re: [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte!   [MINI - Roevs ] A Lâmina da Morte! EmptySeg 27 Maio 2019, 00:31


Após se aquecer, Roevs logo se aprontou para o combate-treino; Julinhos não parecia interessado em investir contra seu colega, então, se limitou a manter sua postura e o provocou com um aceno de mão; "chega mais".

Goldwell não pensou duas vezes e avançou; antes que pudesse chegar ao alcance de sua espada, Julinhos o interceptou com um movimento ascendente do bastão, isto é, uma subida brusca que acertou — em cheio — o espadachim, forçando-o a cambalear para trás, zonzo.

Cê tá bem, Roevs?! Não queria te acertar com tanta força, foi mal. — Goldwell, por fim, entenderia sua desvantagem: o bastão é uma arma de médio alcance, enquanto sua espada é de curto alcance. Roevs estava sujeito ao bastão enquanto tentasse atacar, embora Julinhos apenas precisasse se preocupar em mantê-lo dentro do alcance do bastão.

Seu adversário adotou novamente a mesma postura de antes, indicando que estava pronto para continuar.

Spoiler:
 

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