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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptySab 11 Maio 2019, 02:07

Relembrando a primeira mensagem :

Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptySeg 08 Jul 2019, 20:53

Batalha Chega Ao Fim?! Quem São Os Encapuzados?!

Naquela hora, parecia que tudo se passava diante de meus olhos em câmera lenta, talvez até como se o tempo parasse por alguns segundos, enquanto eu via o sangue se aproximando, juntamente de meu corpo indo na direção do dobrador de sangue e com aquele escudo vindo até mim. Eu já estava toda ferida e exausta, mas por sorte, se tinha algo que eu tinha facilidade era em tomar decisões rápidas, então, graças ao meu intelecto, poderia ter a chance de sair daquela situação sem ser atingida pelo homem.

Vendo o escudo se aproximar, como uma verdadeira acrobata, o que não passava nem um pouco distante de minha realidade, prepararia meu braço rapidamente e o rotacionaria de forma que a lâmina da foice que eu segurava batesse no escudo e o defletisse na direção do sangue, enquanto utilizaria de minha cauda ao acertar o chão com ela para retomar o controle de meu corpo, fazendo com que eu fosse arremessada para trás com a própria força dele ao realizar um salto com a cauda para trás ou simplesmente me distanciaria como conseguisse, sempre tentando resistir se levasse algum dano.

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- Chega disso! -

Conseguindo de alguma forma tomar alguma distância dele, deixaria que uma aura avermelhada começasse a tomar meu corpo aos poucos e então começaria a correr, mas não em sua direção, correria ao redor do homem, de forma que logo em seguida, começaria a utilizar de mortais, piruetas, giros, cambalhotas, estrelinhas e todo tipo de movimento acrobático, o que faria com que um rastro de aura fosse deixado para trás conforme eu me movimentasse.

Depois de completar duas voltas ao redor do individuo, pararia de andar em circulos e iria em sua direção com tudo ainda fazendo todo tipo de acrobacia, tomando cuidado para que nenhum de meu aliados ficasse nem em minha frente e nem atrás, pois assim que o alcançasse, desferiria um corte vertical com toda minha força, enquanto ao mesmo tempo o tocaria com alguma das partes do ciborgue que tivesse, enfraquecendo sua akuma no mi e permitindo que o atingisse com meu ataque ao gritar furiosa.

- SHINIGAMIS... - E assim que o efeito do corte começasse a ecoar, tanto no corpo de meu inimigo, se o acertasse, quanto no ambiente, se a técnica fosse utilizada, já que possui um alcance de trinta metros, completaria ainda brava. - HUNTRESS! -


Se conseguisse finalmente o derrotar, guardaria minha foice e me viraria de costas para ele, ainda mantendo minha transformação na forma híbrida e disfarçando a fraqueza e enorme cansaço que sentia após o uso daquela técnica ao forçar meu corpo, com um semblante sério, mais sério do que em qualquer momento, desde a primeira vez que havia colocado os pés naquele sobrado. Então, ignorando completamente se ele ainda estava vivo, se havia morrido ou se estava a beira da morte, começaria a falar com a voz baixa, como se ele pudesse escutar normalmente, mesmo que não escutasse.

- Você lutou bem... Não esperava que fosse me dar tanto trabalho, seja lá quem você for... - Esperaria alguns breves momentos para ver se ele me responderia de alguma forma e continuaria da mesma forma. - Se fosse qualquer outra pessoa, você provavelmente teria ganhado, mas acabou cruzando meu caminho... - Viraria meu corpo o olhando e tentando escutar para ver se aquele maldito me responderia, para então continuar.

- De qualquer jeito, eu já me decidi, é perigoso demais deixar essa organização dos encapuzados a solta por aí. Ainda mais porque vocês sequestraram o Urso. Até logo. - Começaria a andar na direção de Sabrina e o Ciborgue.

Assim que me aproximasse, me ajoelharia em frente ao seu corpo se estivesse deitada e colocaria as mãos em seu braço ao perguntar para quem quer que estivesse por perto, demonstrando alguma preocupação, ainda mais porque ela era minha amiga. - Como ela está? Ela está bem? Ela já sofreu demais, desde aqueles marinheiros desgraçados... - Confirmando se ela estava bem, começaria a pensar a respeito do Urso ao colocar a mão direita segurando o queixo.

"Mas e o Urso... Onde será que ele está?"

Se Sabrina acordasse, a perguntaria, por mais que fosse difícil para ela de falar. - Sabrina, eu sei que você passou por muita coisa, mas sabe me dizer o que aconteceu com o Urso? - Para logo depois olhar para Boujin determinada e o falar ainda mais determinada que em meu olhar. - Pegue um deles e interrogue, vamos precisar descobrir onde o resto deles se esconde, a não ser que você saiba de algo ciborgue... - Finalizaria olhando diretamente nos olhos do ciborgue com um semblante fechado.

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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptySex 12 Jul 2019, 03:27



Chapeuzinho vermelho? É... Quase isso

Sai lagarto
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O fim enfim chegava, dando inicio a uma batalha pela sobrevivência pós-traumática. O último golpe não havia sido executado ainda, mas o vitorioso daquela luta estava claramente decidido pelos deuses há alguns minutos atrás.

Equilibrando-se no ar com plena suaves e habilidade, redirecionou o escudo evitando o golpe e repousando sobre o chão sem mais problemas para a perseguir. A ruiva só podia agora ouvir o loiro suspirar enquanto arfava com a coluna arqueada. O sangue tampava a visão em partes vez ou outra, até que ele respirou fundo e a poça caiu próxima de si. Tentou levantá-la, mas antes que pudesse fazer como outrora, o líquido ia ao chão sem fazer qualquer movimento brusco. Enquanto isso o vermelho predominante na cabeça daquela mulher circulava o akumado, fazendo-o perceber a situação óbvia que se encontrava. Ele agora era a presa.

E pareceu aceitar de bom grado, sem saber bem o que mais fazer senão isso. O barulho da lâmina guinchou e deslizou por toda a sala descascando o mármore e cerrando as celas. Nenhum arranhão aparentava afetar o inimigo que perdurava ali, mas aos poucos, concreto começava a ceder desmoronando nas extremidades do local caindo ao chão e levantando poeira. Alguns homens eram soterrados, outros, não tinham esse azar. O pincel do artista ilustrou o quadro de vermelho, emitindo o fluído de sua boca desenhando o solo. Ele tossiu, vômitou e se ajoelhou. E esperou. - Seu caminho é? - Arfou com dificuldade, quase que dando sua vida pela fala. Ria mal se aguentava de pé após destruir com o estabelecimento, o esforço era absurdo fora as dores que já sentia no corpo. Caminhando até Sabrina, só pode ouvir um murmúrio perambulando sua cabeça repentinamente - Aceitem meu presente antes de partir - Um esguicho fora ouvido e ele parecia tomar conta de todas as direções daquele local, até que parou. A ruiva caiu, deitando-se de costas para cima só podendo encarar o teto sem forças.

Qualquer ferimento evidente já havia parado de sangrar, tanto nela quanto em todas as outras pessoas naquela sala. O homem havia dado de fato um presente, feito uma boa ação antes de partir? Heh. - Aí, não vai forçar a barra além disso. Já fez o bastante. - Sorriu Boujin carregando-a até um piso mais confortável, deixando um cobertor por baixo de onde havia colocado-a para se deitar, ao lado de Sabrina. Ele parou para acordar Yue, enquanto isso a ruiva tentava dialogar com o que restava daquele Cyborg - É, imagino que o tratamento para uma pirata como ela não tenha sido cinco estrelas. - A irônia era presente no comentário, mas não havia ânimo algum no tom. - Ela não acorda, e parece que não vai acordar tão cedo. Acho que tem algo a ver com aquela seringa que ele injetou, vamos precisar dos médicos. Mas os dois... - Olhou ao redor percebendo o macaco Shero inconsciente no chão e Yue a récem despertando.

Havia certa melancolia enquanto tinha Sabrina em seus braços - Acho que cabe a você decidir quem vai receber tratamento primeiro, capitã. O tempo não para de escorrer, nem o sangue. - Yue encarou seu ombro incrédula que o ferimento havia parado de sangrar ficando boquiaberta por segundos. Após isso, não tardou para pegar sua bolsa e sair correndo na direção da capitã deitada. Seus olhos estavam visivelmente vermelhos, enquanto isso, colocava vez a mão na testa com uma expressão fingida - Seus olhos... De novo. Ria, você não tem limite? Seu corpo está... - Ela pegou outra seringa de novo e viu que restavam apenas duas ali, sendo que essa iria injetar em sua capitã para aliviar os sintomas de novo. - Deixe-me ver onde tu se cortou, não sei se tem mais bandagens aqui. Boujin! - Clamou pelo auxílio do espadachim e ele prontamente ajudava, procurando por recursos aqui e ali. Mas seria meio improvável de encontrar bandagens no local, era o esperado que não houvessem. Sabrina, Shero e todo o restante permanecia inerte de olhos fechados com exceção daqueles quatro. Yue começava a tossir enquanto tratava sua capitã, até que cerrava os olhos por um segundo prestes a desabar sem terminar de suturar o ombro da ruiva.



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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptySeg 15 Jul 2019, 21:10

Urso?! Urso?!

Não é todo dia que você lê a história daquela que se tornará a Rainha dos Piratas, mas saiba que até ela ou no caso, eu, tenho que tomar decisões difíceis que vão contra os próprios princípios humanos, onde a minha própria vida é colocada em risco pelo bem de meus companheiros. Mas não poderia ser diferente, quer dizer, como eu poderia chegar onde vou chegar sem fazer o que é necessário, do contrário, não teria graça, não é mesmo.

“O que esse cara do sangue fez? Um presente? Esse doente nem me disse o próprio nome... Que sem graça...”

Rapidamente, com o pouco de forças que ainda me restava seguraria a mão de Yue e após tossir um pouco de sangue. – Cof... Cof... – Diria ofegante, quase sem conseguir falar ao manter um longo contato visual, o que tornava a fala ainda mais dramática e séria, tentando convencer Yue a seguir minhas orientações. – Yue... Anfp... Anfp... Cuide primeiro de Yue e Shiro, eu estou bem! Ajude eles, rápido!  - Falaria da forma mais firme possível, tentando demonstrar que sabia do que estava falando e impor a ela que ela realmente precisava cuidar dos outros antes de mim.

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Voltaria meu rosto para cima mais uma vez e colocaria a mão na testa enquanto olharia de forma vaga para o teto do lugar e começaria a resmungar comigo mesma. – E agora, onde será que o Urso está? Provavelmente ele deve estar sendo inocente por aí... – Naquele momento eu perceberia que não seria tão fácil assim de achar meu companheiro, era quase como se eu sentisse que ele não estava por perto, o que só me deixava mais irritada, me levando a bater de leve com a mão fechada no chão ao falar mais uma vez comigo mesma. – Droga! –

“Não tem jeito, eu sei que ele ainda está vivo, precisamos fazer com que Sabrina acorde e nos conte o que sabe, além de interrogar algum desses encapuzados.”

Direcionaria minha atenção para Boujin já que ele era o que parecia melhor entre todos os outros e começaria a falar com convicção, crente de que ele poderia fazer o que fosse mandado. – Boujin, veja se algum desses encapuzados está vivo, vamos precisar interrogar algum deles, do contrário vamos estar com problemas para prosseguir com o resgate do Urso... Precisamos descobrir o que aconteceu com ele! –

Tentaria descansar um pouco até que Yue conseguisse finalmente me tratar, de forma que assim que ela terminasse, abriria um sorriso e a agradeceria ao me levantar vagarosamente. Quando ficasse em pé, começaria a revirar os corpos dos encapuzados para ver se encontrava algo de valor ou alguma pista que me levasse ao Urso, começando pelo homem que usava do sangue como arma para nos atacar, enquanto não pensaria em outra coisa, senão em como eu era mais forte.

“Tanto poder mal utilizado... Quer dizer, esse cara conseguia controlar sangue... Controlar sangue! E tudo que fazia era juntar mais sangue e ficar me encarando? Mas que coisa estranha, nem ferrando que esse é o líder deles!”

Completaria o pensamento ao falar em voz alta e rir de minha própria fala sem parar de vasculhar os corpos. – Se esse cara usava um fluído tipo sangue, tenho até medo do fluído que o próximo vai usar... RIAAAHAHAHAHA. –

Enquanto procurasse por pistas e objetos de valor, tentaria pegar o máximo de máscaras dos encapuzados que conseguisse, além de suas capas com capuzes de forma que distribuiria para os outros, já que provavelmente precisaríamos nos disfarçar entre eles em um futuro próximo considerando que aqueles que estavam no porão não eram todos os que existiam na ilha. Se eu estava determinada de que faria alguma coisa, seria de acabar com aquela organização que havia feito tanto mal para meus companheiros, mesmo sem nem sequer saber quem era o líder deles ainda.

Assim que acabasse de revistar os corpos e pegar o que queria, distribuindo máscaras e capuzes para todos, sendo que se tivéssemos que sair de lá com pressa por alguma razão, me esforçaria para pegar ao menos algumas máscaras, olharia para os outros e falaria tentando manter a calma naquele lugar, por mais desconfortável que fosse estarmos no meio do território inimigo cercados de corpos, isso considerando que havia descoberto alguma pista sobre onde o resto deles estava escondido, seja em algum lugar daquela casa ou na cidade ao pensar no bem estar de meus companheiros.

- Por hora, vamos descansar em algum lugar, vamos voltar amanhã para acabar com tudo! Vocês devem saber de algum hotel ou algo parecido para passarmos a noite, não é Ciborgue? Acho que você precisa repor algumas peças... RIAAHAHA – Finalizaria olhando para o ciborgue e fazendo uma piada ao apontar para o meu próprio braço.

Acompanharia Shiro e o Ciborgue onde quer que eles me levassem, escutando tudo que qualquer um tivesse para me dizer e descansando se conseguíssemos algum lugar para dormir e nos preparar para a próxima investida contra os encapuzados, onde quer que eles estivessem já que não poderia parar, não depois de terem sequestrado um de meus companheiros enquanto eu não estava.

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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptyTer 16 Jul 2019, 23:23



Chapeuzinho vermelho? É... Quase isso

Sai lagarto
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Segurou com o que lhe restava tudo que ainda podia se agarrar. Yue cessava a queda e permanecia inerte por alguns segundos, os olhos fechados. Balançando a cabeça levemente até ganhar equilíbrio, ela então voltou a si. - Não posso, eu tenho que pelo menos aliviar os sintomas ou isso vai ficar pior - Ela apanhou a injeção firme de novo, algo que tinha deixado cair momentos atrás e injetou na sua capitã - Se você morrer também eu... Eu não sei como vou sair daqui - Virou a cabeça recusando-se a encarar o que estava dizendo. Havia fugido das palavras que realmente queria dizer, era o que mais parecia.

Ela pegou a última seringa e alfinetou seu pulso, grunhindo levemente. Aos poucos, as dores em Ria foram diminuindo por conta do remédio ter sido injetado de forma tão direta. Boujin estava inquieto rasgando roupas alheias e fazendo o que podia para ajudar seus companheiros, ele trazia rasgos e pedaços para Yue e ela começava a tratar Shero enquanto dava ordens para pressionar o sangramento de Ria. - Olhos vermelhos, cabeças queimando como fogo. - Shero e alguns outros soldados e macacos ainda vivos não paravam de tossir fortemente - E tosses. - Suspirou Yue depois de suturar o grande corte que havia no símio. Após isso, com delicadeza, ela parecia abrir a boca do macaco e puxar sua língua retirando saliva com alguma ferramenta de extração que Ria não conseguia identificar bem. Fosse a distância, ou o fato de não ter visto algo do tipo antes. Boujin chutava um dos encapuzados que gemeu, e chutou de novo. Nada aconteceu além do homem receber o impacto. - Que MERDA! - Bravejou - Os que estão vivos não acordam. Cyborg? Sabe algo? E como encontrou esse lugar antes da gente? - A raiva era expressiva e em contraposição, vergonha e um rosto rubro se declarava vindo do homem sem braço - Ah err... Bem eu... Instinto eu acho hehehe. Vi um cara e aí ele me trouxe até aqui, dai eu arrebentei com ele mas eram muitos, e o de vermelho arrancou meu braço. - Coçou a nuca e olhou para baixo com os olhos arregalados, como se estivesse escondendo algo. - Eu falaria se soubesse. - Declarou.

[...]

Segundos, minutos. Esses momentos passaram como uma eternidade, e depois de ter o ombro suturado ela enfim sentiu-se disposta a andar. Não que não pudesse antes, mas suas pernas tremiam muito ainda agora. Era difícil e desastroso, e Yue ajudava-a na caminhada. Além da adaga, havia também um relógio dourado de pulso com o loiro. Talvez seu terno preto custasse mais que qualquer ouro, no entanto, estava todo ensanguentado e rasgado. Não era mais um item de valor. Capuzes aqui, máscaras ali, muitos corpos eram profanados. Não eram todas as roupas e disfarces ainda inteiros, mas havia o bastante. Cerca de 5 capuchas e 7 máscaras havia nas mãos daquele grupo agora. Jonathan já havia se levantado carregando Sabrina no ombro que ainda tinha, indo em direção à porta. - Não vai esperar a gente? - Perguntou Boujin, e o homem respondeu apenas estagnando seu corpo ali perto. - O remédio que eu dei só dá um pouco de energia e alivia os sintomas. Não sei bem ainda o que esse cara fez, mas acho que tem a ver com o sangue. Shero e Sabrina estão inconscientes, não vai fazer diferença pra eles a injeção agora. - Silver arfou e poderia jurar que ele cruzou os braços, se houvesse algum outro ali. No meio dos corpos, cerca de vinte e dois milhões acrescentaram no bolso, e Yue acrescentou um pouco de sangue em uma seringa. - Eu sei um local. Mas me digam, como vamos fazer isso carregando duas cinderelas e uma cadeirante por um quarteirão? -

Se é que poderiam chamar de sorte depois de tudo o que passaram, haviam conseguido se esgueirar pelas ruas com certa dificuldade. Os capuzes que usavam permitiam alguns soldados fazerem vista grossa e outros, até acabavam oferecendo ajuda. Jonathan negava todos. No fim, chegaram num prédio mal iluminado numa região completamente abandonada da ilha. Era uma rua suja e maltrapilha. Com a placa posterior torta e se arrebentando, as luzes piscavam "Toca do Seu Zé". A porta fora aberta e um sino tocou, e um velho baixinho e frágil ajeitou seu óculos saltando o último fio da sua careca num susto. - Jonathan? Seu braço e essa é... Sabrina? O quê? Por que estão aqui? Entrem logo. - Ele cedia o espaço sem exigir muito senão que tirassem os sapatos e mantessem o piso limpo. Por fora, uma desgraça, por dentro, era um local mal iluminado qual reinava o laranja, mas o piso de madeira estava brilhando de tão imaculado e o sofá marrom parecia bastante limpo e confortável. Os enfeites de animais empalhados variavam de leões a gatos, e o homem trancou a porta. - Desçam e fiquem o quanto precisarem. Exceto você, pequeno Jon, precisa me explicar isso. - O Cyborg suspirava e assentia. Ele largou Sabrina no sofá com delicadeza e envolveu-a num cobertor.

Ria ainda poderia perguntar algo se achasse necessário ou mesmo tentar alguma coisa, mas no fim, acabaria descendo e descansando como bem queria. Uma cama confortável aguardava cada um deles, e Yue comemorava baixinho enquanto Boujin apenas se atirava. O quarto era humilde, sem muitas decorações apenas o chão de madeira e uma janela pequena no canto. Sem iluminação alguma, mas os cobertores vermelhos denunciavam as camas.

[...]

Mesmo deitada o frio dominava seu corpo. Não sentia seus dedos e após acordar, dor era o que lhe esperava pacientemente. Uma dor imensurável, a mesma de outrora que impedira seu corpo de se mover, mas dessa vez, concentrada na cabeça. Ria tossia e sentia sua garganta rasgar e queimar como mil infernos. Num dos seus últimos engasgos, sentiu um líquido sair pela garganta e era sangue. O lençol estava manchado, e Yue olhava para a capitã com melancolia segurando sua mão. O ombro dela ainda estava machucado, doendo e talvez até, infeccionado. O local fedia e doía. A sutura permanecia ali, mantendo o ferimento fechado na medida do possível, mas dava pra ver um amarelo assombroso e um vermelho pálido da carne. - Já fazem dois dias e o vírus perdurou. - Ela olhou para trás, onde Boujin sentava na cama próximo ao macaco inconsciente. Sua expressão era tão deplorável quanto os dois acamados. A porta se abriu.

Dela saiu o velho num semblante triste, ele carregava um envelope na mão esquerda. - Jonathan e Sabrina não estão mais aqui, e não pretendem voltar. Mas... Ele deixou isso, disse que era pra vocês. - Ele entregou o envelope e o volume deixava claro que havia algo ali. Uma carta, e além disso, algumas plantas. Yue derrubou a carta em pânico e saiu correndo com as plantas na mão, subindo as escadas às pressas e passando pela porta já aberta. Boujin surpreso, se levantou e pegou o envelope, ficando levemente espantado. - Ele encontrou. - Murmurou para si e Ria pode ouvir e ver o sorriso que surgia na sua cara.




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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptyQua 17 Jul 2019, 22:26

Doença! Salva Pelos Laços!

As coisas nem sempre saem como queremos, mas o que faz com que onde quer que cheguemos seja importante para nós, é o caminho que traçamos, mesmo com várias quedas. O importante é sempre se levantar a cada queda, por mais que algo dê errado e se você por acaso chegar onde queria, no fim, vai ser maravilhoso. Esse era o meu estilo de pensamento desde que tinha decidido sair para o mar e assumir o meu destino de obter fama, riqueza e poder além dos maiores sonhos de qualquer um, por isso, não pararia tão facilmente assim.

Chegando na casa do velho, me sentiria a vontade para fazer o que entendesse, por mais que fosse inconveniente para ele, não me importava com o que pensasse, então falaria tranquilamente ao ignorar qualquer reação que ele tivesse. – Vou tomar um banho e comer alguma coisa antes de descansar... Obrigada por nos receber! – Iria até o quarto dele, onde pegaria algumas roupas que me servissem e não ficassem muito estranhas caso encontrasse, do contrário manteria as minhas, então iria até o banheiro onde tomaria um banho e me vestiria, deixando as roupas sujas jogadas no chão do banheiro dele.

Após isso, iria até a cozinha onde comeria o que encontrasse de bom o quanto conseguisse, mesmo que esvaziasse completamente a geladeira ou os mantimentos do homem. Finalizaria indo no banheiro escovar os dentes com a escova que tinha na mochila e me deitando logo em seguida, isso tudo supondo que tivesse um banheiro e uma cozinha na casa dele, senão apenas me deitaria, sempre deixando meus pertences ao lado da cama onde quer que fosse.

“Eu acho que só preciso descansar um pouco mesmo... Acho que vou manter essa forma híbrida, me sinto mais forte nela.”

Até então, nunca tinha ficado doente, em nenhum momento de minha vida, nem sequer uma gripe, não sabia o que eram tais banalidades, mas por alguma razão, parecia que aos poucos estava piorando. De alguma forma, aparentemente eu havia sido envenenada ou coisa parecida, o único problema é que existem vários venenos que poderiam causar esse tipo de coisa, então mesmo conhecendo sobre todos eles, não seria tão fácil de identificar. Mas ao acordar, tossir sangue e escutar a fala de Yue, gritaria sem entender nada.

- O QUÊ? EU DORMI POR 2 DIAS? COF... COF... – tossindo ao final da fala.

“2 dias? Como assim? Eu nem vi o tempo passar, só me deitei aqui e agora isso?”

Ouvindo a porta, institivamente olharia com tudo para ela ao fechar levemente o semblante, ainda mais porque estava levemente desorientada e ouvindo as palavras do velho, a reação de Yue e a fala de Boujin, ficava pensativa, levando em conta o tempo que havia se passado. Não tinha a menor possibilidade de uma pessoa comum perceber o que estava acontecendo, mas como era eu, não tinha como não entender.

“Aquele ciborgue... Eu desmaiei por dois dias e ele foi atrás de algum ingrediente necessário para fazer o antídoto? Algum tipo de planta?”

Me levantaria mesmo que com dificuldade e andaria na direção da carta, quando a alcançasse, me sentaria com as pernas cruzadas no chão e a leria tentando entender exatamente o que estava acontecendo e se realmente, era o que eu havia imaginado, além de se havia alguma informação sobre o bem estar de Sabrina, do Urso e em relação aos encapuzados. Após ler, me deitaria na cama novamente com um leve sorriso no rosto ao falar comigo mesma, mesmo que os outros escutassem.

- Entendi, então foi isso que aconteceu... –

“Mas agora tenho que ir atrás do Urso, não importa como, é claro que também não posso deixar aqueles encapuzados para lá... Eu sei que eu não morreria com algo tão simplório, mas estou preocupada...” Olharia para o macaco e perguntaria preocupada para Boujin.

- Como o Macaco está? Ele está muito pior que eu? -

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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptySab 20 Jul 2019, 19:21



Chapeuzinho vermelho? É... Quase isso

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Boujin esboçava um sorriso sútil e quase imperceptível ao ouvir sua capitã falar finalmente. Não era fácil dizer se isso se devia as palavras ou o simples fato dela ter acordado, mas ele não permitia que ela se levantasse dando-lhe a carta prontamente. - Descanse. Não vou ter nenhuma dívida para pagar se você desmaiar por aí e morrer pra uns caras de capuz. - Então a carta seria aberta e o que nela tinha, revelado.


Carta escreveu:
Foi difícil encontrar essa porcaria, levei um dia de busca e algumas horas. Mas depois de conesguir alguns contatos e mostrar a amostra de sangue que você me deu eu encontrei os lugares certos, até que de fato achei.

Já tomei a iniciativa de diluir o remédio e dar para Sabrina, tem algumas horas já que ela finalmente abriu os olhos. Bem, ao menos isso, já que nem sequer consegue andar. ainda Ela queria agradecer à vocês e blá blá blá, um monte de baboseiras que eu tô cansado de ouvir, enfim, decidi levá-la comigo para algum local seguro e longe dessa merda toda.

- Dobrando a outra metade, encontraria o restante -

Enquanto estava procurando uma forma de parar esse vírus, encontrei várias coisas interessantes sobre esses encapuzados aqui e ali. Começando pela doença, ela tinha certo envolvimento com a akuma no mi daquele homem, ele havia comido o fruto do diabo das DSTs ou alguma merda assim. A real é que o que ele passou para vocês é uma doença progressiva que entra no sangue e toma a imunidade, degenerando a capacidade das células e portanto a regeneração. Alguns danos, mesmo depois do remédio ativar as defesas do organismo, são irreversíveis deixando sequelas pro resto da vida. Não vou me aprofundar, não entendo tanto sobre isso, mas existe algo importante que devo dizer fora isso;

Há um fluxo bastante suspeito de encapuzados e outras pessoas no lixão de Utopia, não cheguei a procurar muito por lá, mas a maioria das pistas que encontrei dizem que os sequestros podem ter a ver com esse local. Há uns negócios e mercadorias bem estranhas por lá, talvez queiram dar uma olhada já que podem descobrir sobre seu amigo peludo.

Boa sorte, nos vemos por aí.

J. Silver



- Então, o que tem aí na outra metade? Só queria saber como a Yue leu isso tão rápido HAHAHA - Suspirou por fim aguardando uma resposta, sendo que antes disso já dava a sua - Na verdade ele não acordou desde aquele dia. Não sei se vai sobreviver, depende da Yue. - O velho permanecia ali como uma estatua sem fazer nada além de ouvir e observar, e a porta rangeu de novo. Desceu então Yue com uma tigela na mão, e um líquido verde manchando sutilmente o canto dos seus lábios. Não disse nada, só se aproximou violentamente socando a tigela guelha a baixo em Ria. - Não há tempo para explicações, só tome! - O gosto era terrível, talvez a pior coisa que já tivesse tomado, mas Yue dava uns tapinhas nas costas da ruiva que depois de tossir e se engasgar, arrotava.

- Logo vai ficar bem. - Um sorriso sincero tomou conta do seu rosto e uma lágrima tímida escorreu do olho direito, onde ela enxugava e disfarçava correndo para Shero. O macaco querendo ou não acabaria bebendo só pelo fato de já estar inconsciente. - Agora que está tudo resolvido, vou deixar vocês ficarem só por mais um dia aqui. ZHEHEHEHE, depois disso terão que pagar se ficarem. -

O rabo do macaco abanava, mas quando Ria olhasse para o lado de novo, não encontraria o velho, apenas a porta se fechando lentamente e uma imagem que tocava seu coração severamente não muitos passos a sua frente. Era o mordomo, e com os braços cruzados ele deixava escapar um sorriso encarando a ruiva - Olá de novo, Ria. Sentiu minha falta? - Estava lá, em carne e osso. Era realmente a mesma pessoa, a mesma altura, a mesma voz. Bem, talvez não estivesse nem em carne e nem em osso. Na verdade, Boujin repararia nas suas expressões e passaria sem entender nada, logo se virando ao ouvir o macaco acordando. - HHHUHHHHHHH POR QUE BOTARAM MERDA NA MINHA BOCA? - Gemeu o macaco.


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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptyDom 21 Jul 2019, 14:13

Mordomo! A Estranha Volta De Um Antigo Aliado!

Naquele tempo, quando o Mordomo apareceu para mim, não mais como uma voz ou sons, eu não estava entendendo bem o que estava acontecendo, mas sabia que não havia mais volta e que aquele era o linear para uma nova fase de minha vida, uma fase onde eu poderia terminar em um hospício ou em um manicômio qualquer. A questão é que esse não é o relato de como vou parar em um lugar desses, mas de como vou conquistar a Grand Line e me tornar a maior pirata que já existiu.

Estaria com a mão na garganta tentando cuspir o que já havia sido engolido, aquele remédio estranho para me curar, por mais que não conseguisse pela forma que Yue havia jogado em minha garganta, quando veria ele em minha frente, o que faria com que eu me afastasse ao máximo na direção contrária da cama, estando em choque, totalmente surpresa pela sua presença. Não estaria entendendo nada do que estava acontecendo naquele lugar ao dizer espantada.

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- Mor... Mor... MORDOMO!? – Gritando seu apelido em voz alta ao final de minha fala, mantendo meus olhos arregalados sem entender nada e logo depois posicionando minha cauda em frente a minha boca, enquanto apontaria para ele.

“O que aconteceu? Eu já tinha ouvido a voz dele... Achei que fosse coisa da minha cabeça, mas agora... Ele? Ele? Realmente está aqui?”

Lágrimas começariam a escorrer sem parar de meus olhos e sem entender nada, começaria a falar desesperada. - Vocês estão vendo ele? Não me digam que sou só eu! Vocês estão vendo o Mordomo também? – Olharia para cada um de meus companheiros a cada pergunta, primeiramente para Boujin, depois Yue e por fim para o Macaco, isso pouco antes de voltar incrédula meu olhar para o Mordomo.

Ainda não conseguia me mexer muito bem por causa de toda aquela doença a qual havia sido submetida, mas não tinha jeito, não conseguiria me segurar diante daquele acontecimento. Em um súbito disparo de adrenalina, pularia na direção dele ao desferir alguns mortais e tentaria o abraçar com bastante força, já que para realmente acreditar em sua existência, precisaria ao menos tocar em seu corpo, por mais que não soubesse exatamente o que aconteceria. Indo até ele da forma que conseguisse, caso meu corpo não permitisse que eu fizesse uma aproximação tão brusca, ainda mais porque se os outros não estivessem vendo-o, provavelmente achariam que eu estava delirando.

Independentemente do que ocorresse, comigo o sentindo fisicamente ou não, não poderia acreditar no que estava acontecendo, quer dizer, eu mesma tinha visto ele sendo decapitado em minha frente por aquele capitão da marinha, não teria a menor possibilidade de ele estar vivo. Por mais que meus olhos e meus ouvidos me dissessem uma coisa, a razão e meus conhecimentos como cientista me diziam outra completamente diferente.

“Isso só pode ser um sonho, não tem como... Simplesmente não faz sentido ele estar vivo!”

Colocaria a mão na testa ignorando o Mordomo se ele falasse alguma coisa, isso no caso de ninguém mais estar vendo-o e diria. – Acho que estou com dor de cabeça... Vou dormir um pouco. Boa noite. – Me deitaria de lado e tentaria descansar um pouco, mesmo ainda chorando e com um sorriso no rosto, esperando conseguir me recuperar dos ferimentos causados por aqueles encapuzados.

Depois de uma boa noite de sono, com o descanso completo, me levantaria já me espreguiçando, ainda com os olhos fechados, então abriria primeiramente o olho direito e depois o esquerdo. Com isso, vagarosamente olharia ao meu redor para ver se o Mordomo ainda estaria por lá ou se realmente tinha sido apenas um sonho ou coisa parecida por causa de todas as doenças que havia pegado anteriormente.

Feito isso, tentando esvaziar minha cabeça, ignorando a presença do Mordomo se estivesse o vendo e o escutando, diria calmamente para Yue ou Boujin, ou ainda, quem quer que estivesse por perto. – Preciso relaxar um pouco, acho que vou ir forjar algumas armas que tinha pensado em fazer antes. Isso vai nos ajudar na investida contra o lixão de Utopia. Só preciso encontrar algum ferreiro por aqui. – Se o Macaco estivesse por lá, completaria sorrindo com uma pequena piada. – Macaco, você não conhece nenhum, não é? Talvez eu compre algumas bananas para você em troca. Riahaaha. –

“Antes de sair, deixa eu ver como estão aqueles machucados...” Começaria a analisar cada região de meu corpo para ver como estavam os ferimentos, se é que eu ainda tinha algum, me surpreendendo se estranhamente tudo estivesse curado. “Ué, mas já voltou ao normal? Isso não faz sentido... Normalmente eu demoraria alguns dias para me curar de tantos machucados profundos. E nem tem cicatriz? Seria a Akuma no Mi? Interessante.”

Tomaria mais um banho para me limpar, me vestiria trocando de roupas mais uma vez e sairia pela rua, indo na direção que me fosse indicada pelo Macaco ou procurando por algum cidadão que pudesse me indicar o lugar. Nesse meio tempo, se o Mordomo aparecesse e dissesse alguma coisa, não o responderia, esperaria para ver se aquela alucinação desapareceria ao agir normalmente, por mais irritante que ele fosse ao querer falar comigo.

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Última edição por Fanalis B. Ria em Ter 23 Jul 2019, 23:31, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptyTer 23 Jul 2019, 01:25



Chapeuzinho vermelho? É... Quase isso

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- Yue, cê sabe se aquelas plantas tinham alguma propriedade alucinógena ou coisa assim? Er... - Murmurou Boujin segundos após Ria lançar suas perguntas sobre o mordomo. A loira respondia sem fazer uso de palavras, revelando mãos trêmulas firmes na coberta enquanto sentada e um rosto evitante. Pingava. Mas não chovia. - Acho que não... - Sussurrou de volta. - Só os responsáveis pela minha morte podem me ver. Thee - Escapou-se um risinho com o comentário irônico. Sem entender, a ruiva decidia voltar a dormir e com facilidade isso acontecia.

A exaustão fortemente presente e as dores ajudavam no adormecer. Alguns momentos o breu tomava conta e como um piscar de olhos, a luz retornava. Instintivamente ela abria os olhos um por um e uma luz pálida pairava sutilmente naquele porão escondido, vindo lá de cima duma pequena janela. Seus ferimentos estavam curados, o fedor da infecção não mais estava ali e as dores haviam sumido, no entanto, algo permanecia. - O quê? Achou que ia se livrar fácil assim de mim? - Disse sentado numa poltrona velha lendo o que parecia ser um jornal de décadas atrás com seu óculos reluzindo. O macaco perdurava na cama e ainda dormia, enquanto Yue e Boujin pareciam conversar casualmente, cada um em uma borda de cama diferente.

Não sorriam, o clima permanecia tenso e até meio depressivo. Era deplorável a situação em que se encontravam, Yue tinha o ombro enfaixado e o macaco permanecia em repouso com o grande corte no peito sendo tratado. Boujin limitava-se somente a ter olheiras, talvez não tivesse dormido nos últimos dias a denunciar por elas.

- Acordou é? - Falou com certa doçura na voz, parecia estar menos preocupada do que anteriormente. - Finalmente. Agora farão três dias, quando vamos sair daqui? - Perguntou sorrindo - Já deve ter percebido que essa cura no seu corpo não é normal. Isso não fui eu, nem a planta. - Levantou as duas mãos declarando inocência. O macaco continuava dormindo. - Olha, algo me diz que ele não pode te ajudar - Colocou a palma rente os lábios e soprou, disfarçando o riso - Pff, mas eu sim. Você não tinha feito umas armas assim que chegou aqui? O ferreiro não é tão longe assim. Só tente se lembrar. - E momentos depois lá estava ela em frente aquela forja após seu banho. A mesma de outrora, o mesmo preço de meio milhão era cobrado pelo uso.


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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptyQua 24 Jul 2019, 01:23

Armamento! A Garota E O Seu Mordomo!

Quando vi que meus ferimentos estavam se curando rapidamente e que o Mordomo não parava de me seguir, percebi que as coisas estavam diferentes e que provavelmente nunca mais seriam as mesmas, aquele que antes era meu aliado ia continuar me atazanando com essas loucuras criadas pela minha própria mente ou talvez advindas de algum tipo de paranormalidade onde fantasmas existiam, mas que não era normal, isso não era. Quanto mais eu me aventurava pela Grand Line, mais malucas as coisas iam ficando e pelo jeito levaria muito tempo para resolver toda a teia de acontecimentos que vem ocorrendo e se entrelaçando desde a partida de Loguetown onde conheci Savage, até a chegada em Utopia, onde procuro o Urso que fora sequestrado pelos encapuzados.

Eu já tinha a ideia de criar alguns projetos a algum tempo, algo que me auxiliasse em lutas futuras, ainda mais considerando o novo corpo que tinha obtido ao comer da famosa Akuma no Mi. Agradeceria feliz da vida com um leve sorriso no rosto ao proprietário por me dar aquela chance ao dizer. – Obrigada! Hora do trabalho! – E pegar as ferramentas necessárias, começando a esculpir aqueles projetos de armas que utilizaria dali em diante, até que me tornasse finalmente a Rainha dos Piratas.

Começaria forjando as Infinity Gauntlets Scythes, duas manoplas com lâminas retráteis horizontais, perfeitas tanto para o dia-a-dia, quanto para difíceis lutas onde eu tenha que dar tudo que tenho, fazendo com que a arma tomasse forma pouco a pouco, até que se adequasse perfeitamente às minhas mãos, mas sem descuidar de cada um de seus detalhes, afinal, a aparência após o acabamento e a finalização é uma das principais coisas quando se quer forjar uma arma imponente.

“Nossa, como eu amo forjar armas, a sensação é simplesmente magnifica!”


Acabando de forjar as luvas, guardaria na mochila as que estava usando e vestiria as novas, dando um sorriso malicioso e as encarando com um certo olhar de felicidade, depois dando uma rápida espiada para o Mordomo se ele estivesse no lugar, quase pensando em mostrar as manoplas para ele, mas ainda com uma certa pulga atrás da orelha, desejando que ele sumisse para não ficar me relembrando de sua trágica morte. Com isso, finalizaria construindo ao fundir, conformar, desbastar e dar acabamento de mais dois projetos que tinha em mente, a Crescent Rose e a Crescent Scythe-Umbrella. Elas eram duas armas que eu queria fazer a tempo, mas só consegui coletar recursos dos corpos dos encapuzados agora.

Assim que finalizasse, testaria os mecanismos primeiramente da Crescent Rose ao pressionar sua alavanca e posteriormente seu botão, movimentando a arma ao a rotacionar em torno dela mesma e fazer com que se moldasse em uma foice longa, para logo depois pressionar mais uma vez e rotacionar de novo, mas dessa vez com o objetivo de fazer com que ela voltasse à sua forma mais básica, utilizada para transporte. Com isso feito, a guardaria nas costas, deixando fácil para que pudesse a pegar depois.

Então, faria um chicote, o deixando o mais elástico e resistente possível para que pudesse o utilizar de forma mais versátil de acordo com as necessidades, por mais que não fosse o meu foco, o enrolando e guardando preso ao lado de minha calça no cinto. Assim que terminasse, pegaria a Crescent Scythe Umbrella e desferiria uma estocada na direção do Mordomo, mas não para o atingir, almejaria acertar o ar ao lado de sua cabeça para ver que tipo de reação que ele teria, mas fazendo isso, o observaria por alguns breves instantes, pressionaria o botão da arma permitindo que ela abrisse e apoiaria seu cabo com ela aberta sobre meu ombro.


Feito isso, daria as costas para um lugar e me dirigiria ao dono do estabelecimento, pagando pelos materiais e por poder usar o local. Assim que estivesse tudo acertado, estando aliviada, renovada e completamente desestressada por ter passado um bom tempo forjando as armas, agradeceria por tudo. – Obrigada mesmo por me deixar usar aqui de novo, se não fosse você, eu nem sabia o que faria, velhote... Depois eu volto aqui para encher o saco de novo. RIAAAHAHA. – Finalizaria com uma piada e uma gargalhada sem me aguentar, enquanto daria alguns leves tapas no topo da cabeça do homem ao brincar com ele de forma invasiva, mesmo que não percebesse o quão inconveniente estaria sendo, para então finalmente sair indo rumo à casa do velho onde estávamos hospedados.

No caminho de volta, ainda mantendo minha arma apoiada no ombro, a utilizando exatamente como um guarda-chuva para fazer sombra em meus longos e belos cabelos ruivos, pararia por um segundo de andar, abaixando a cabeça levemente, dando um sorriso e esperando que o Mordomo também parasse para conversar, isso se ele estivesse me acompanhando. Então de forma tímida, começaria a falar, isso pouco antes de virar as costas e voltar a andar mais uma vez na direção dos outros.

- Escuta... Mordomo, se você vai ficar me seguindo e me assombrando por aí agora, eu só tenho um pedido. – Olharia para ele com um grande sorriso, enquanto uma lágrima escorreria pelo meu olho direito, isso sem falar em minhas pálpebras que não parariam de tremer com um olhar penetrante de meus lindos olhos cor de ruby. – Nunca mais vá embora! - Votando a caminhar, completaria confiante. - Agora que fiz essas armas, vamos nos juntar aos outros e ir para aquele lixão. -

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Última edição por Fanalis B. Ria em Seg 29 Jul 2019, 19:06, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptySex 26 Jul 2019, 22:15



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Ela estava em seu habitat natural novamente. As forjas pareciam ser o lar de Calangos Nervosos, e no lar a ruiva fazia suas armas. O ferreiro franzia a testa e rosnava de raiva com as piadas e os toques da pirata inconveniente. - Espero que sua próxima visita demore... Bastante. - Comentou. - Eu acho que perdi minha cabeça duas vezes só hoje. - Disse o mordomo frustrado com a outra brincadeira. Ele havia saltado para trás no mesmo instante com uma cara de medo expressivo e sentindo o vento passar, se arrepiou. Ainda que não houvesse carne nenhuma.

No caminho eles conversavam como se nada de estranho tivesse acontecido, como se ninguém tivesse morrido ou andasse por aí em forma de espectro na cabeça de uma só pessoa. - Tem virado um habito muito grande ficar fazer tantas armas, e por quê? Não consegue se contentar com só uma? - Disse durante o caminho e fora interrompido. - Tudo bem, eu não irei. Mas não fuja novamente. - Ele abriu um sorriso sútil com os olhos ainda fechados, e completou - Nunca mais. - Yue e Boujin chegavam correndo, enquanto o macaco com o peitoral todo enfaixado mancava lá atrás. Todos eles sorriam - Ria! Tem algo estranho que eu preciso te contar, o macaco também. - Lá atrás o macaco gritava em tom cômico - EU CONSIGO SENTIR UM DANÇARINO A UMA RUA DAQUI! ELE TÁ DANÇANDO MOONWALK EU JURO! - Gritava - Eu acho que ele ta falando a verdade - Completou Boujin rindo da situação - É, olha. Eu fiquei com uma sensação estranha até a condição de vocês estabilizar. Deve ser parecido, talvez um efeito colateral do remédio... Mas agora que estão todos bem, me sinto completamente normal. - Os dois terminavam rindo do macaco pulando enquanto ele mesmo comentava sobre outros dançarinos por perto. - CARA, POR QUE TEM TANTO DANÇARINO NESSA CIDADE? TEM OUTRO A UNS QUINZE METROS DAQUI E EU CONSIGO SENTIR CADA PASSO DELE, PORRA! -


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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! - Página 4 EmptySab 27 Jul 2019, 18:50

Finalmentes! Indo Para a Próxima!

Colocava as mãos na cintura, com as sobrancelhas levemente franzidas para cima, esboçando um leve sorriso e mantendo a minha arma habilmente apoiada com meu braço e ombro direito. Enquanto isso, olhava para aquele Macaco biruta incrédula, sem entender exatamente o que ele estava fazendo e falando, se ele já era estranho antes, agora tinha mais um pequeno agravante, o simples fato de ele estar louco de pedra. Sem desviar o olhar do Macaco, comentaria em tom debochado.

- Esse Macaco está totalmente fora de si, ele parece estar simplesmente maluco! – Sorriria ao desviar o rosto para meu amigo que havia retornado, mesmo que em minha mente e completaria com os olhos agora fechados. – Não é mesmo, Mordomo? – Direcionaria mais uma vez o olhar para o Macaco, já me tocando no que havia dito, mas fingindo que nada tinha acontecido ao pensar naquilo.

“Eu não posso ficar falando abertamente com ele por aí, já que os outros não conseguem ver ou escutar o Mordomo, vão achar é que eu estou maluca. A Yue acabou até de me comparar com esse Macaco doente, credo.” Foi nesse momento que eu percebi que ia conviver com o Mordomo por um bom tempo e que teria que aprender a conviver com ele e essa nova personalidade mais despojada, onde parece viver não para me servir como antes, mas para me atormentar.

- Eu estava só brincando... – Disfarçaria a maluquice que tinha acabado de falar sobre o Mordomo e diria ao desviar o assunto ao máximo possível. - Escutem, vou passar para vocês o que vamos fazer agora. – Começaria fechando a arma que já estava em mãos e pegando a Crescent Rose com a mão esquerda, mantendo a Crescent Scythe-Umbrella, sendo que faria com que ambas se expandissem ao pressionar seus respectivos botões, finalizando ao pressionar os botões das manoplas que havia forjado, permitindo que suas lâminas ficassem expostas para concluir com uma fala confiante e empolgada.

- Eu finalmente consegui recursos para fazer as armas que queria! Deem boas vindas à Crescent Rose, essa magnífica foice-rifle, à Crescent Scythe Umbrella, uma foice de oito lâminas com vários detalhes e às Infinity Gauntlets Scythe, duas manoplas projetadas para terem lâminas expansíveis.  – Então rotacionaria as armas algumas vezes com seus botões pressionados para que voltassem para suas formas base e as guardaria em seus devidos lugares, para enfim completar animada. – Incrivelmente falando, eu senti que tive alguma dificuldade para derrotar aquele cara do sangue... – Franziria as sobrancelhas e diria irritada. – Quem diabos era aquele cara? Eu perguntei pra ele umas dez vezes e ele não me disse. QUE DESGRAÇADO. RIAAHAHAHA. NÃO ME DEU NEM ESSA SATISFAÇÃO. – Riria do maldito e aguardaria para ver se teria alguma resposta, sendo que tendo ou não, continuaria. – Bem... Por isso projetei essas armas, sem falar que eu já queria fazer elas... Agora sim podemos ir com força total para salvar o Urso, onde quer que ele esteja! –

Apontaria com o Umbrella para uma direção qualquer da rua onde estávamos e continuaria, ainda animada. – Acho que já podemos ir, é só esse Macaco aleijado ficar um pouco para trás e acho que não vai ter problema. RIAAHAHAHA. – Daria uma gargalhada ao ver a condição do macaco que tanto se achava, enquanto eu estava tranquila em questão de ferimentos, para enfim finalizar. – É só a gente ir para o lixão e ver o que acha por lá, não é isso? Acho que não tem por que continuar nessa forma, isso só vai chamar a atenção deles, vamos usar dos capuzes e das máscaras que conseguimos! Mas só coloquem as máscaras quando chegarmos lá. – Voltaria a minha forma base, deixando que minhas brânquias externas e minhas caudas voltassem para meu corpo, me transformando em uma simples, bela, magnifica e poderosa ruiva.


Me aproximaria do Macaco ao me abaixar para ficar na altura dele, se é que ele estava mais baixo por estar todo machucado, de forma que com isso, estenderia a mão direita para ele, completando ao fechar os olhos levemente e dar um grande sorriso, para então o perguntar com a minha doce, bela e suave voz. – Escuta, Macaco, ainda não era oficial, mas... Você quer entrar para a minha tripulação? – Aguardaria sua resposta, de forma que com ele aceitando ou não, já o considerava parte da tripulação, então basicamente, ignoraria sua resposta ao gritar.

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- CERTO, VAMOS AGORA PARA O LIXÃO SALVAR O URSO ENTÃO! – Sem perder a pose, olharia para trás e completaria ainda confiante, por mais que devesse estar desmotivada e desanimada com a próxima fala. – Eu não sei onde é, alguém sabe? Hahahaha. – Olharia ao redor para ver se percebia alguma indicação ou algo que me levasse até lá, do contrário, me aproximaria da primeira pessoa que visse e a perguntaria sobre. – Oi, sabe me informar onde fica o lixão? – Partindo para a próxima, até que descobrisse, mas sempre agradecendo as respostas, sendo elas negativas ou positivas. – Obrigada! – Assim que descobrisse algum rumo, iria com os outros até o lugar para ver o que encontraria, procurando por vestígios dos encapuzados e colocando a máscara e apontando para ela de forma que servisse como sinal para que os outros fizessem o mesmo, caso avistasse qualquer um deles.

No caminho, olharia para o Mordomo tentando me comunicar com ele, quer dizer, se eu não poderia falar com ele normalmente, talvez conseguisse de alguma forma que os outros não achassem que eu era uma maluca. Então colocaria a primeira e única ideia que me veio à cabeça em mente em prática, quer dizer, querendo ou não, ele muito provavelmente era algo criado por minha cabeça, partindo da pressuposição de que fantasmas não existem e ele mesmo já tinha confirmado isso, então tentaria me comunicar por pensamentos.

“Mordomo, Mordomo... Eu vou falar por aqui com você quando não estivermos sozinhos, pode ser? Acho que você é coisa da minha cabeça...” Tentava em minha própria mente pensar nele enquanto falava, mas só consegui pensar uma coisa quando escutei “Faz o que você quiser, você que ainda tem uma cabeça, não é?” Quando a imagem dele começou a se formar na minha mente como se ambos estivessem no mesmo ambiente, um lugar inteiramente branco, como se fosse infinito, onde nossos corpos e vestes eram as únicas coisas no lugar e lá estava ele, sempre com seu smoking de mordomo, sem falar no rabo de cavalo, um rosto sério e uma gravata borboleta avermelhada, me levando a dizer não mais que algumas poucas palavras “E não é que deu certo?” Foi quando o Mordomo, juntamente comigo, deu um leve sorriso.

E foi assim, esse foi mais um dos pequenos marcos na história daquela que se tornou a Rainha dos Piratas, a forma que eu adquiri uma loucura, uma loucura que tento a todo custo guardar para mim, por mais que hora ou outra não tenha como e acabe revelando para os outros que eu não bato nem um pouco bem da cabeça. Mas se quer saber, essa maluquice de ver o Mordomo me fez mais bem do que mal. Querendo ou não, esse ponto é o importante, mas ainda estamos no início dessa longa história.

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