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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Partindo pra briga! A primeira caçada!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 6 EmptyQua 08 Maio 2019, 13:07

Relembrando a primeira mensagem :

Partindo pra briga! A primeira caçada!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Kirihara Tetsuya. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Raiden Fuji
Narrador
Narrador


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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 6 EmptyQui 04 Jul 2019, 13:03










Partindo pra briga! A primeira caçada

Pontos de Vista e Partida?
Ambos



Após o médico da Marinha ter saído da enfermaria e deixando tanto Akira quanto Kirihara sozinhos, um silêncio curto permaneceu, onde cada um parecia ponderar sobre o que ocorrera na batalha contra Kaio, Akira estava levemente inseguro com a presença de seu companheiro no mesmo quarto, isso devido ao fato de não saber com exatidão o que ocorrera consigo enquanto era transferido da vila onde desmaiara até o navio onde estavam ambos no momento. Por sorte o tempo de descanso que ambos tiveram, apesar de não ter sido longo foi o suficiente para que aplacasse uma pequena parte de seu cansaço, de forma que ainda pudessem realizar algumas atividades sem problemas, mas não fora o suficiente para aplacar totalmente o sono de Suzuki, que sequer pregara os olhos antes da batalha decisiva contra o pirata, até mesmo Tetsuya que tivera a oportunidade de dormir ainda se sentia levemente sonolento. - ...Sim, na verdade tenho algo pra te dizer sim. Quando lutamos contra Kaio, você estava se esforçando demais pra atrair a atenção do pirata. Por mais que eu entenda o que você queria fazer, eu não sou fraco. Posso não ser grande que nem você, mas eu sei me defender e me virar, não precisava ter feito aquilo. – Começou dizendo Akira, explicando ao mink uma parte de seu desconforto. - O que eu quero dizer é... Você estava ferido e debilitado, e eu não. Ver você atraindo Kaio, sabendo dos golpes dele que quebravam árvores, não foi uma cena legal. Você podia ter morrido ali. Da próxima vez, confie um pouco mais em mim, tudo bem? – Pediu o ninja.

Durante todo o discurso de seu companheiro, Kirihara ponderava, mentalmente, cada palavra dita pelo mesmo, afinal sua atitude também fora-lhe uma surpresa, afinal não agiria assim normalmente. - Está enganado! – Rosnou o mink quando encontrou as palavras para se expressar. - Quando eu me dei conta que não conseguiríamos sozinhos, eu precisei pensar rápido em uma estratégia, porque se eu tivesse recuado e deixado você no mano a mano com ele enquanto eu me recuperava, quando eu voltasse pra briga, você poderia estar debilitado, e eu não estaria em minhas condições perfeitas. – As palavras de Tetsuya, de fato, continham uma verdade inegável, embora o mesmo não parece estar totalmente satisfeito de ter de confiar em um humano, afinal esta raça causou muitos problemas para o Mink, mesmo antes deste nascer. - E foi justamente por confiar em você que eu fiz aquilo. De nós dois eu era o único que não estava em condições de lutar e eu precisava fazer alguma coisa! Eu poderia ter morrido mesmo, porque não tive condições de me defender, então não me pergunte porque eu também não sei o "por que" eu fiz aquilo, eu só decidi confiar que você não me deixaria morrer! – Terminou de dizer o albino, suas palavras, talvez, fizessem com que o azulado pensasse bastante, e dirigindo-se para a saída, Tetsuya disse ao mesmo. - Descanse, seu fracote.



Kirihara



Após ter saído da enfermaria, o mink viu-se em uma curva entre dois corredores, que formavam um L, poderia seguir à esquerda ou em frente, entretanto havia uma escada a noroeste, e fora este caminho que o albino seguira. Após terminar de subir os dois lances de escada, por volta de 40 degraus, Kirihara, levemente ofegante, viu-se no convés do navio da Marinha, o espaço era enorme, tinha uma área aproximada de 500 m², e estava apinhado de marinheiros andando por toda sua extensão, subindo e descendo escadas, entrando e saindo dos mais diversos cômodos. Embora estivesse um pouco confuso pela cacofonia de sons e pelos mais diversos cheiros, Tetsuya pôde ver ao longe o Capitão Isao, ele estava quase que sozinho em uma parte elevada do Convés, haviam mais 3 marinheiros junto deste, dois homens e uma mulher, que carregavam um olhar sério e expressões duras, embora parecessem estar descontraídos, tendo em vista seu objetivo, o albino andou na direção do Capitão, tendo que passar por diversos marinheiros durante o caminho.

Depois de passar pelos marinheiros, o espadachim subiu um pequeno lance de escadas e se viu à esquerda de Isao e dos outros marinheiros e chamou a atenção destes enquanto andava em sua direção. - Ninguém te ensinou que tem que ser mais educado não, garoto? – Perguntou um dos homens estranhos à Kirihara. - Não precisa se irritar, fulano. – Disse Isao, de forma tranquila. - Pois, não rapaz. O que quer? – Perguntou ao mink. - Você não me disse quanto valia aquele pirata. Eu quero a minha recompensa! Mas como eu tive ajuda, pode dar metade do dinheiro ao carinha que vocês quase mataram agora pouco. – Depois de ter dito isso, Tetsuya foi observado pelos três outros homens que estavam com Isao, eram os Tenentes do mesmo, uma informação que o mink não sabia. - Então é você o Caçador que conseguiu derrotar o Kaio. – Falou a única mulher ali. - Não me parece isso tudo. – Disse a mesma, olhando o mink de cima abaixo, que pareceu não se importar com a presença da mulher e continuou a falar com Isao. - E aproveitando a situação, quero saber se você poderia me levar nesse navio até a próxima ilha, que eu esqueci o nome... Não tenho mais nada pra fazer nessa ilha onde judas perdeu as botas e tenho quase certeza que tem algum meliante que eu possa chutar a bunda nessa ilha. – Fora um dos estranhos, o outro e Isao olhavam para a mulher, que parecia irritada. - Está querendo me ignorar seu pivete de merda? – Esbravejou a mulher. - Você realmente parece ser alguma coisa, garoto. Não se intimidar na frente de um Capitão e três Tenentes da Marinha é alguma coisa. – Disse o único que até então não tinha se pronunciado. - Bom... – Começou a dizer Isao, que ainda olhava para a Tenente meio receoso. - Eu posso sim te levar até Baterilla, mas preciso do consentimento do outro garoto também. Vocês tem 10 minutos para me darem a resposta, esse é o tempo que falta para o navio ficar pronto para zarpar. – Disse o capitão, cruzando os braços. - Ah, e eu já ia me esquecendo… Tome! – Chamou Kirihara de volta. - Aqui está o dinheiro, tem 10 milhões de Berries, o valor pela captura de Kaio, você pode dividir da maneira que quiser com seu companheiro. – Disse Isao, entregando uma maleta marrom para o espadachim, que agora tinha o dinheiro em suas mãos, e precisava que Akira somente consentisse em ir para Baterilla juntamente de si.



Akira



Já com Akira, que não parecia disposto a querer ficar parado na enfermaria, deitado por um ferimento que com toda certeza não o limitaria, levantou-se da maca devagar pouco depois de ver seu companheiro deixar o cômodo, querendo ver a extensão de seus ferimentos, o azulado mexeu e girou algumas vezes seu ombro ferido, de forma lenta, a fim de testar os limites e o quão dolorido estava o mesmo. O ninja ali percebeu algo que de fato era-lhe bom, a pomada que fora utilizada em seu curativo diminuiu-lhe imensamente a dor do ferimento, entretanto mesmo com menos dor, os movimentos feitos com o braço ferido tinham de ser feitos lentamente e com uma amplitude mais baixa. Apesar dos pesares, o andrógeno não tinha algo que lhe faria depender de outra pessoa, portanto logo pôde deixar o aposento que se encontrava, assim como o mink anteriormente, Suzuki se encontrou na curva entre dois corredores, que formavam um L, mas diferente de seu companheiro, o mesmo não subiu as escadas, e sim virou-se para a esquerda, onde o maior corredor se localizava.

Enquanto caminhava pelo extenso corredor, Akira notou diversas portas, que ficavam de ambos os lados do corredor e que detinham placas com o símbolo da Marinha na parte superior, e os outros detalhes ficavam mais abaixo, como que tipo de sala que era, e se houvesse, quem a utilizava, como por exemplo, os aposentos do Capitão, que eram de utilidade de Isao, e somente este, afinal para os marinheiros de patente superior, como o Capitão e os Tenentes, haviam quartos individuais, o ninja passou, além do Capitão, pelo quarto dos três Tenentes presentes no navio, também haviam quatro quartos destinados aos soldados rasos, apenas naquela parte do navio, afinal o enorme navio não era composto por somente quartos e a enfermaria.

Ao fim do corredor, havia uma porta dupla, que Akira empurrou dificultosamente com o braço bom, mas valeu a pena fazê-lo, afinal assim que terminou de empurrar a porta, um pouco cabisbaixo para recuperar o fôlego, um forte aroma de café adentrou em seu nariz. Levantando-se logo em seguida, o ninja viu-se na entrada de um refeitório bastante movimentado, haviam ao menos quatro das cinco grandes mesas completamente lotadas, o refeitório era do estilo de self-service, e era possível a Suzuki ver diversos tipos de alimentos em uma mesa, onde os marinheiros pegavam aquilo que queriam comer. Mas antes mesmo de se mover em direção a algum lugar, um marinheiro foi até Akira. - Ah, você é o Caçador de Recompensas que estava junto do rapaz-cão, não é mesmo? Bom te ver, se eu fosse você comeria logo, afinal em breve o navio vai zarpar, imagino que vá conosco até a próxima ilha, não? – Perguntou-lhe o mesmo.

Legenda:
 

Ferimentos:
 

Histórico:
 
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Ceji
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Ceji

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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 6 EmptySex 05 Jul 2019, 12:11

Hero Of The Day - Parte III

As palavras de Tetsu ecoavam em pensamentos enquanto ele saia da sala. Quando havia "criticado" sua atuação no combate eu esperava fazer ele refletir um pouco, mas a situação se reverteu de forma tão rápida que até fiquei sem reação graças a surpresa. O que meu aliado falava fazia sentido, era um outro ângulo interessante de se ver a situação, uma vez que, de fato, de Kaio houvesse conseguido me debilitar assim como fez com Tetsu nossas chances teriam caído drasticamente. Eu ainda me incomodava com ele ter corrido tantos riscos, mas agora também me incomodava que eu não havia percebido esses detalhes mesmo me considerando uma pessoa rasoavelmente analítica. Felizmente, independente da tática usada, ambos agora estávamos bem e Kaio derrotado, então ficar me revirando em pensamentos sobre o que já havia passado não seria lá tão produtivo. Uma coisa, porém, era certa: Seguir viajem com Tetsu talvez nao fosse uma ideia tão ruim. Ele podia ser rude e deselegante, mas depois de tudo o que havíamos passado na ilha, não podia negar que ele era um cara confiável, e em certo nível até bacana. Talvez fosse o destino ter naufragado e o encontrado ali? Eu não sabia, mas o que eu sabia era que ter me deparado com Kaio em meio aos blues havia servido pra me provar que as viagens só seriam mais difíceis dali em diante, e que sozinho eu não iria muito longe. Eu precisava de aliados definitivos, e a presença de Tetsu era uma chance de ouro que estava na minha frente; só esperava que ele não me chamasse de 'fracote' denovo, senão teria que o lembrar qual de nós havia sido feito de saco de pancadas por Kaio.

Com Tetsu em outro lugar e ferimento tratado, obviamente não me mantive na enfermaria por muito mais tempo. Meu estado não justificava ocupar um leito, então acabei preferido dar uma olhada no navio à continuar em um repouso desnecessário. Eu não sabia bem o que procurava, ou se procurava algo, mas não tardou a que eu encontrasse algo que me chamava a atenção, o refeitório. Os aromas vindos da comida atravessavam o salão e inundavam meus sentidos enquanto meu estômago roncava como se afirmasse redundantemente que estava com fome. Eu não havia tido uma refeição decente desde o meu naufrágio naquela ilha inóspita, em que havia me alimentado basicamente de frutas, então todos aqueles alimentos pareciam quase refeições gourmet, tão atrativos que eu não conseguia resistir ao impulso de salivar e os secar com meu olhar quase brilhante. Se aquela comida milagrosa já não fosse o suficiente, o cheiro de café me atingia como um vislumbre do paraíso após sair do inferno, me pondo em um transe quase hipnótico enquanto eu olhava para o nada com uma expressão abobalhada, paralisado enquanto meu olfato se drogava com o ar daquele ambiente. Meu trase foi quebrado apenas quando um dos marinheiros se dirigiu a mim, proferindo palavras que eu não duvidaria que poderia ouvir em meus sonhos - E-eu p-p-posso mesmo? - Perguntava, receoso, com os olhos brilhando tanto quanto os de uma criança recebendo um presente. Naquele momento eu sentia a mais pura felicidade de viver, e provavelmente meu estômago também, uma vez que roncaria mais uma vez assim que houvesse uma reposta positiva - D-desculpe, obrigado! - Me curvaria em agradecimento sem o olhar nos olhos depois do ronco, e não tardei em avançar contra o balcão para pegar um prato.

Mesmo eufórico, eu ainda me sentia um tanto intimidado por ser o único não-marinheiro ali ainda pegando comida, e esse retraimento me impedia de avançar contra a comida com a voracidade que desejava. Aquele marinheiro havia dito para eu comer, mas... E se eu não pudesse? E se eu estivesse fazendo algo que eu não devia? Talvez ele fosse um novato e só houvesse falado o que tivesse vindo a mente... A insegurança me envolvia, mas logo balançei a cabeça para a afastar - "Não, Akira! Você não vai deixar essa chance passar, não no estado em que está! No pior dos casos eu posso pagar pela refeição ou ajudar a lavar pratos na cozinha, mas eu deveria confiar um pouco mais nele e deixar essa insegurança de lado!" - E assim, resistindo aos meus impulsos de largar aquilo ali e me afastar, decidi por confrontar o receio e pegar um pouco de comida de uma vez. Por mais que meu olho gordo naquele momento quisesse entupir meu prato com tudo, eu sabia que isso chamaria atenção, e chamar atenção era a última coisa que eu queria. Assim, acabei decidindo por não encher muito o prato, mas sim por pegar comidas mais pesadas, pra que eu pudesse me encher e satisfazer sem precisar pegar muita comida. Claro, pegaria um pouquinho de outras coisas também, mas mais pra agradar meu paladar do que para matar minha fome. Quanto a bebida, obviamente, me guiaria pelo cheiro de café até o mesmo, e pegaria um pouco com um sorriso no rosto por finalmente poder beber café, em vez de ter que me contentar com os grãos. Manteria sempre o olho atento ao meu redor e as marinheiros pegando comida pra saber o que eles estavam fazendo. Após pegar o prato mais humilde que minha fome permitia e o que mais tivesse que fazer, me sentaria na mesa mais vazia, o mais isolado que conseguisse, e começaria a comer.

Mesmo tentando me segurar, a voracidade gerada pela fome era evidente a qualquer um que me observasse por algum tempo, mas naquele momento eu sequer perceberia. Comeria o prato todo até que enfim enfim estivesse satisfeito, quando então, mais relaxado, minha mente mais uma vez voltaria ao seu ritmo normal. Eu nunca me dei muito bem com marinheiros, mas não podia negar que a presença deles dessa vez estava sendo bem agradável. Mesmo com o problema do tiro, os marinheiros estavam nos ajudando muito, o que estava chegando ate mesmo a me fazer repensar meus preconceitos, afinal, nem todo marinheiro é igual. O próprio navio também chamava minha atenção, uma vez que parecia tão imponente do lado de fora, mas por dentro chegava a ser... Normal. Eu não sabia o que espera, mas aquele lugar chegava até mesmo a ser um pouco acolhedor - "Que estranho me sentir protegido e confortável junto de marinheiros depois daquilo... Talvez eu tivesse julgado eles mal todos esses anos?" - Suspiraria - "No fundo eu espero que sim..." - E então levaria o prato e talheres para onde quer que tivesse que levar, assim como faria o que quer que precisasse fazer ali, como se exigissem que eu pagasse, por, bom, não ser marinheiro. Esse detalhe havia me incomodado desde o início, e talvez pagar fosse me deixar menos retraído.

Após resolver as questões pendentes ali, deixaria o refeitório em busca de Tetsu, com uma das palavras do marinheiro de antes ecoando em minha mente. "Homem-cão" ele havia dito, e essas palavras ainda estavam presentes em meus pensamentos. Eu havia estranhado aquelas características dele desde a primeira vez que o vi, mas, por mais que houvesse percebido que pareciam características animais, não havia percebido que pareciam com as de um animal em específico. Fazia até algum sentido, e isso servia ainda mais pra me deixar curioso sobre o que ele era; talvez devesse perguntar mais tarde? Talvez, mas naquele momento não queria o importunar com isso. Quando o achasse, daria uma olhada para ver se estava ocupado, e, se sim, esperaria com que terminasse de falar com quem quer que estivesse interagindo. Estando sozinho, me aproximaria - Tetsu, estão com café da manhã no refeitório, talvez queria ir lá comer algo. Eu não cheguei a te ver comendo lá na ilha, então talvez queria dar uma passada lá - Dizia, uma vez que não queria deixar ele passando fome. Após lhe dar o aviso, repetindo caso ele não houvesse me ouvido, respiraria fundo. Por um instante reuniria toda a coragem no meu corpo para tocar no assunto que havia pensado antes. Mesmo tendo feito uma proposta parecida na ilha, lá a conversa estava fluindo e não foi tão difícil, mas eu sabia que quanto mais esperasse, mais teria receio. Assim, logo que juntasse coragem, o chamaria - Tetsu, tem outra coisa que queria falar contigo - E, caso ele não houvesse me ouvido, repetiria - ...Tetsu? TETSU! - E, assim que tivesse sua atenção, falaria, com uma mão na nuca e outra no bolso - O-olha, eu estive pensando sobre antes, e... Não teria problema se seguiremos viajem juntos, né? Você, além de Kaio, claro, me fez perceber que seguir sozinho seria um tanto complicado... Se não estivéssemos lutando juntos, provavelmente teríamos acabado mortos, e eu não acho que correr mais desse risco seja uma boa ideia. Não é como se eu tivesse outro lugar pra ir, afinal, então... - Parei por alguns segundos, sem saber como continuar, muito menos como continuar sem ruborizar ou gaguejar - ...Por você ok? Já que falou antes que nós dois eramos caçadores...

Eu não achava que Tetsu fosse recusar, já que ele mesmo havia deixado claro antes como trabalho em equipe era precioso, então, após ter minha resposta, logo deixaria ele em paz, me desculpando em caso de resposta negativa - D-desculpe te incomodar então... - Diria nesse caso, cabisbaixo, enquanto me afastava. Após falar com Tetsu, não sabia exatamente o que fazer naquele local, especialmente por saber que provavelmente ficaríamos um bom tempo naquele navio. Enquanto tentava pensar em como ocupar meu tempo, logo me recordei de como havia tentado conseguir algo sobre Pilotagem para ler com Travis na ilha, mas que havia acabado por ser uma tentativa falha - "Eu estou em um navio, que vai zarpar em breve ainda por cima. Quer jeito melhor de aprender pilotagem do que com o próprio condutor? Não posso deixar essa chance passar" - E assim partiria em busca de uma cabine do condutor ou onde quer que este ou os instrumentos de condução estava. Uma vez no local, tentaria ver se o responsável estava lá, fosse entreolhando ou olhando por uma janela ou escotilha, quando então, em caso positivo, bateria na porta ou em uma madeira lateral pra anunciar minha presença e entraria no cômodo - C-com licença, você é o condutor do navio? Eu q-queria aprender um pouco sobre Pilotagem. Se não for muito incomodo, você poderia...? - Diria, mais uma vez reunindo coragem para me intrometer - Mas, bom, se não q-quiser gastar seu tempo comigo, já fico satisfeito de poder observar seu trabalho. Tudo bem pra você? - E após, caso não fosse expulso, faria exatamente o que havia dito. Se ele concordasse em me ensinar, prestaria atenção total nele, assim como não veria problemas em o ajudar um pouco para algum treinamento prático. Caso ele me permitisse apenas observar, porem, me manteria ainda mais atento, prestando atenção em cada mínimo movimento dele e gravando padrões, além de estar atento para as reações de cada uma de suas ações nos controles para saber o que cada um fazia e quando deveriam ser usados.
Histórico do Ceji:
 

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Última edição por Ceji em Sab 06 Jul 2019, 12:00, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 6 EmptySex 05 Jul 2019, 23:24


Depois de ter batido um papo com Akira após ele acordar eu esperava obter um tipo de resposta, mas acabei sendo forçado a pensar sobre uma coisa que me deixou bem pensativo. Eu nunca fui fã de nenhum humano, exceto a minha falecida mãe, mas por alguma razão que ainda não entrava em minha cabeça, eu tive algum tipo de elo com aquela criatura insegura. Talvez o fato de eu ter ficado em uma situação de vida ou morte me fez perceber que não seria muito prudente de minha parte sair por ai caçando sozinho. - " Talvez esteja na hora de eu fazer alguns amigos... " - pensei enquanto caminhava de forma aleatória pelo navio, claramente perdido. Eu não andei pouco, fiquei pelo menos caminhando uns cinco minutos e não encontrava aquele cidadão e foi só depois de subir aqueles 40 degraus que eu me dei conta do quão grande era o navio. - " Maldição... Porque essa merda tinha que ser tão grande!? " - continuei perdido em meus pensamentos enquanto continuava buscando pelo capitão. Finalmente depois de muito suor derramedo eu cheguei no convés e logo em seguida encontrei Isao, este que estava com outros três marinheiros que tinham uma cara de poucos amigos, não que eu me importasse, sequer os olhei nos olhos. O meu único objetivo ali era resolver minha situação com o capitão e apenas ele importava pra mim naquele momento.

Uma coisa eu tenho que admitir, esse cara era diferente, não só por conta da sua patente, mas pela sua calma e altruísmo. Eu não sou uma pessoa tão educada assim e muitas pessoas costumam se aborrecer comigo por isso, não que eu me importe também, mas só pra registrar. Mas esse capitão da marinha era um tanto calmo e não se importava com minha educação, o que pra mim estava ótimo porque esse era o meu jeito de ser, e não é porque havia um marinheiro de alta patente na minha frente que eu iria por o rabo entre as pernas, mas só pela sua atitude eu já o vi com outros olhos, talvez um pouco mais de respeito. Eu ignorei completamente a existência dos outros três marinheiros que estavam próximos, e se falaram comigo, sindo muito por eles, pois eu não dei a menor bola. Depois de receber a maleta do capitão, confesso que um certo brilho brotou em meus olhos e eu finalmente consegui sorrir. Sem dizer uma palavra sequer, eu peguei a maleta e sai andando enquanto a encarava, parecia uma criança que acabou de receber um doce, mas agora que eu não estava mais tão focado no capitão, pude notar um pouco melhor o que acontecia a minha volta, e foi nesse momento que eu notei uma mulher que me encarava de um jeito estranho. - " Mas que mulher feia. Porque ela está me encarando?! Eu hein... " - pensei enquanto a encarei por um momento com uma das sombrancelhas arqueada e logo desviei o olhar para a maleta com um pequeno sorriso.

Depois que enfim eu consegui o pagamento e a "passagem" para Baterilla, só me restava ir atrás de Akira para dar-lhe sua parte, porque ele foi de grande ajuda e seria o correto dar a sua parte. Depois de caminhar mais um pouco por aquele navio que na minha opinião era grande até demais sem necessidade, eu procurei sentir o cheiro dele e quando sentisse, fui ao seu encontro. Quando finalmente me encontrei com Akira, ele já chegou me avisando onde havia comida, o que era muito do meu interesse. - Ótimo, eu não como nada tem algum tempo! - disse um pouco mais animado e determinado e quase esqueci o que eu iria fazer, mas Akira não me deixava falar. Ele começou falando do que passamos e terminou querendo saber se podia vir comigo, eu odeio admitir, mas fiquei de certa forma feliz em ouvir aquilo. Eu não sou burro e já havia visto que seguir sozinho nessa vida seria muito difícil e encontrar alguém que eu pudesse confiar era algo mais difícil ainda. A minha vontade inicial era sorrir e aceitar, mas eu obviamente não ia dar esse gostinho a ele e por isso eu fiquei um pouco pensativo em silêncio enquanto o observava. Depois de alguns segundos desviei o olhar um pouco constrangido, aquele tipo de situação não me deixava a vontade. - Hum, pode fazer o que quiser, só não me atrapalhe. - disse de maneira um pouco rude e imatura, mas no fundo eu estava feliz, só não queria demonstrar. Em seguida eu entreguei a maleta a ele, claro que eu já tinha tirado a minha parte e guardado enquanto caminhava pelo navio. - Essa é a sua parte. Agora que somos sócios, acho justo que fique com metade dos ganhos... - após dizer isso eu dei as costas e sai andando, e foi nesse momento que eu dei um pequeno sorriso discreto e confiante enquanto Akira não conseguia ver meu rosto. - Apropósito, nossa próxima parada será Baterilla, então aproveite pra descansar, fracote. - disse de forma debochada e descontraída enquanto em retirei.

Eu tinha como próximo objetivo ir até o refeitório, mas não tinha a menor intenção de ficar lá, eu só queria pegar qualquer coisa para comer. Uma vez que tivesse encontrado o local, adentraria e olharia em volta um pouco pensativo. Se houvesse outras pessoas ali, eu procuraria não falar com ninguém, apenas seguiria até uma barra de pão grande ou umas frutas e pegaria, logo em seguida sairia da cozinha sem dizer nada, como um bom mal educado, mas se por acaso algum dos marinheiros reclamasse, agora que eu tinha grana eu apenas responderia. - Bota na minha conta! - e sairia do local sem mais delongas. Eu iria comendo seja lá o que tivesse pego enquanto olhava em volta. - " Eu bem que poderia passar esse tempo me ocupando um pouco, talvez lendo alguma coisa... " - refleti enquanto caminhava e então decidi o meu novo objetivo, eu ia procurar algum tipo de sala onde housse alguns livros, um navio grande daqueles provavelmente teria um lugar para isso. Uma vez que eu tivesse encontrado tal sala, eu adentraria, e se tivesse alguém la dentro, perguntaria. - Ei! Sabe se aqui tem algum tipo de livro que fale sobre toxicologia em geral? - perguntaria a quem estivesse ali, mas caso estivesse sozinho, iria eu mesmo buscar o que procurava.







Histórico:
 

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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 6 EmptyDom 07 Jul 2019, 21:44










Partindo pra briga! A primeira caçada

Akira



Akira assim que entrou no refeitório se viu surpreso com o ambiente, a comida era farta e o aroma delicioso que as mesmas exalavam faziam seu estômago roncar, afinal mal conseguira se alimentar de forma decente desde que naufragara em Torino Kingdom, além disso, o cheiro divino do café quase que inebriava seus sentidos, tanto que pareceu meio surpreso e abobado quando um marinheiro deu-lhe a permissão de comer no local, tanto que quis uma confirmação de que realmente poderia comer o que pudesse ali, o azulado foi recebido por um riso e um aceno de confirmação do marinheiro, que em seguida virou-se para sair do refeitório, deixando Akira pronto para comer. Entretanto, o fato de ser o único ali que não era um marinheiro deixava-o inseguro, tanto que mesmo tendo a confirmação do marinheiro de antes, hesitou bastante em tomar a decisão de ir até o balcão onde as comidas estavam postas.

Não querendo chamar atenção para si, Suzuki pegou alimentos mais pesados, que o alimentariam e não deixaria seu prato muito cheio, o que era bastante normal entre os marinheiros, afinal não tinham muito tempo para ficarem comendo, portanto sempre comiam muito quando podiam, o prato do ninja continha pão, frios e um pedaço de bolo que parecia estar muito bom, e para beber o bom e velho café, um grande copo da bebida fora o suficiente para o andrógeno se deleitar com a cafeína presente na bebida. Se sentindo um pouco deslocado no local, Akira sentou-se em uma das mesas mais vazias, e bem ao canto, onde ninguém estava sentado, alguns marinheiros olhavam-no ocasionalmente, afinal não era muito comum para eles compartilharem espaço com uma pessoa de fora da marinha, mas logo voltavam o olhar para seus pratos, pois não podiam demorar-se comendo, tinham tarefas, das mais diversas, para fazer. Após terminar de comer, o ninja continuou em silêncio por um tempo refletindo sobre algumas coisas, e entre elas, o estanho sentimento de segurança trazido pelos marinheiros ao seu redor, o que de fato era estranho, afinal nunca se sentira assim perto dos mesmos, em seguida levou os pratos para uma espécie de janela, onde diversos pratos e talheres foram empilhados. Em seguida o mesmo se dirigiu à saída do refeitório.



Kirihara



Pouco antes de receber a maleta que continha o dinheiro da recompensa por ter, junto de Akira, derrotado Kaio, Kirihara havia tido um novo olhar para o Capitão Isao, afinal este mesmo era muito mais calmo do que outras pessoas, e não fez muito caso em relação à ignorância do albino, o que de fato facilitava a interação entre ambos. Já com a maleta recheada de dinheiro, Tetsuya virou-se para sair do palanque onde estava, e ao fazê-lo se deparou com a Tenente Haruka olhando-o de maneira feia por tê-la ignorado, de imediato uma de suas sobrancelhas se levantou e o mesmo encarou a mulher por um tempo, antes de voltar seu olhar para a maleta em sua mão e sorrir como uma criança que recebera um presente espetacular. Agora já tendo resolvido seus problemas mais urgentes, que eram garantir que iria para uma nova ilha após uma temporada não muito agradável na ilha inóspita de Torino Kingdom, o mink fez o caminho contrário do que fizera anteriormente, e entrara direto na enfermaria, apenas para ver que no local não havia uma alma penada sequer, o albino teve de sair da enfermaria para se reencontrar com Akira, que tinha visto-o de longe, pouco depois de deixar o refeitório.



Ambos



Assim que se reencontraram, Suzuki avisou o espadachim sobre o café da manhã que estava sendo oferecido no refeitório, e também que não o tinha visto comer nada na ilha, o mink respondeu-o que seria bom, já que não comia nada a tempos, mas o mesmo não pôde ir diretamente ao cômodo, já que Akira continuara a falar consigo. - O-olha, eu estive pensando sobre antes, e... Não teria problema se seguiremos viajem juntos, né? Você, além de Kaio, claro, me fez perceber que seguir sozinho seria um tanto complicado... Se não estivéssemos lutando juntos, provavelmente teríamos acabado mortos, e eu não acho que correr mais desse risco seja uma boa ideia. Não é como se eu tivesse outro lugar pra ir, afinal, então... – Mas para variar, o ninja recebeu uma resposta não das mais agradáveis por parte de seu companheiro. - Hum, pode fazer o que quiser, só não me atrapalhe. – Embora as palavras fossem rudes, Kirihara estava feliz com as palavras do andrógeno, mas não queria perder sua pose de durão no momento.

Antes de sair em busca de algo para comer, Tetsuya entregou a maleta à Akira, dizendo-lhe. - Essa é a sua parte. Agora que somos sócios, acho justo que fique com metade dos ganhos... – Como já havia separado sua parte, o mink começou a caminhar em direção ao refeitório, mas parou poucos passos depois. - A propósito, nossa próxima parada será Baterilla, então aproveite pra descansar, fracote. – Disse para o ninja em um tom claramente debochado.



Kirihara



Depois de dar o último aviso, o mink albino seguiu o corredor extenso até o refeitório, onde sem hesitação alguma pegou uma pequena quantidade de frutas, como maçãs, bananas e laranjas, que estavam disponíveis e alguns sanduíches que estavam prontos, de pão com queijo, em seguida deixou o refeitório, sem parar para comer. O comportamento estranho e meio mal-educado fez com que os marinheiros do cômodo olhassem fixamente para Tetsuya, que não deu-lhes atenção, afinal queria ter alguma distração para fazer no navio, afinal a vigem até Baterilla não era tão curta, sendo assim subiu as escadas até o convés, e de lá procurou por alguma coisa que se assemelhasse a uma biblioteca.

À extrema esquerda do convés, havia uma pequena construção, que tomava boa parte do navio, da mesma forma que na direita, entretanto deste lado havia uma menor circulação de pessoas, sendo assim fora do lado esquerdo que Kirihara se dirigira. Ao adentrar o aposento desconhecido, viu-se novamente em um corredor, à esquerda haviam escadas que desciam para um ou dois andares abaixo, mas o mink seguiu em frente, passando por dois banheiros antes de chegar em uma porta dupla com uma placa indicando ser uma biblioteca. Ao adentrar viu um homem com um penteado bastante desgranhado, seu cabelo era de um loiro muito claro, vestia uma calça amarela e uma camiseta preta, e por cima uma capa da marinha branca, sua expressão demonstrava o claro tédio que sentia em estar na biblioteca, o albino foi até o mesmo e perguntou-lhe. - Ei! Sabe se aqui tem algum tipo de livro que fale sobre toxicologia em geral? – E ali o mesmo teria uma provação a passar. - Eu lá tenho cara de capacho, você que procure, folgado. – Respondeu-lhe o marinheiro, parecendo meio irritado. Vendo que ali não arrumaria nada, Tetsuya procurou sozinho por um livro do assunto que lhe interessava, e de fato achou após um pouco de procura, o livro se chamava Fundamentos da Toxicologia.

Pouco depois de pegar o livro, que almejara ler e reter o conhecimento enquanto seguia viajem, o albino escutou os apitos da embarcação e o solavanco que lhe indicavam que o navio da Marinha partira, e agora se dirigira ao próximo destino do caçador. Após o navio se estabilizar, Kirihara encontrou uma poltrona bastante confortável para se sentar enquanto lia o conteúdo do livro que escolhera, e fora uma ideia excelente, afinal o conteúdo passado no livro era extenso de forma que mesmo com sua alta inteligência o mesmo teve de reler algumas partes e prestar bastante atenção, e aproveitando da comida que trouxera consigo, a comera durante o longo período de 5 horas que fora necessário para que o albino absorvesse todo o conhecimento contido no livro que tinha em mãos. E agora depois de ter feito algo importante para si, o que mais Tetsuya faria até encerrar sua viagem.



Akira



Vendo seu companheiro animal ir comer, Akira seguiu para o convés, que era o único caminho que tinha para seguir, chegou ao convés um pouco ofegante devido a não ter tido o descanso ideal ainda, mas por sorte o café de antes lhe dera uma injeção de ânimo, e o mesmo sequer pensava em dormir no momento, afinal tinha um conhecimento importante que gostaria de obter, que era sobre pilotagem, e que melhor oportunidade para aprender do que em um navio prestes a partir? Sendo assim, o andrógeno seguiu em direção ao elevado onde Kirihara havia ido para conversas com Isao e os outros tenentes, entretanto, estes não mais estavam lá, somente um homem que estava de frente ao leme, provavelmente fazendo os últimos ajustes, o mesmo tinha cabelos bem longos e albinos, vestia-se elegantemente e tinha feições caninas, até mesmo uma orelha que era igual à de um animal, uma raposa ou até mesmo um cachorro, como Tetsuya, e tinha olhos vermelhos.

- C-com licença, você é o condutor do navio? Eu q-queria aprender um pouco sobre Pilotagem. Se não for muito incomodo, você poderia...? – Perguntou timidamente Akira para o homem que encontrara, que parecia finalmente ter notado a existência do ninja perto de si, mas este continuou a falar antes que tivesse a chance de respondê-lo. - Mas, bom, se não q-quiser gastar seu tempo comigo, já fico satisfeito de poder observar seu trabalho. Tudo bem pra você? – O marinheiro deu uma pequena risada antes de responder. - Você é muito afobado garoto. – Disse olhando fixamente para Akira, dando-lhe a sensação que o tal homem poderia descobrir todos os seus segredos. - Venha cá, posso lhe ajudar sim. – Disse o navegador de forma simples.

Em seguida o navegador iniciou o aprendizado de Suzuki à pilotagem, explicando-lhes alguns conceitos básicos, de como manejar o leme, como deveria segurá-lo, se era firme ou com menos rigidez, a diferença entre manejar diversos tipos de embarcações e mais alguns conceitos teóricos que era necessário e extremamente importante para alguém interessado no conhecimento saber, e depois disso o homem deixou-lhe ocasionalmente pilotar o navio da Marinha, com ajudas e muitas instruções, até que com o passar do tempo o ninja foi se sentindo mais à vontade e seguro do que fazer. - Meus parabéns, pegou o conhecimento certinho, esperava que fosse demorar mais um tempo, mas estava enganado, você está pronto. – Disse o homem com um sorriso enigmático. Após terminar com a tarefa que desejava aprender, Akira conseguiu em um vislumbre verificar um relógio que estava pendurado no navio, e indicava as 11 horas da manhã.

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 6 EmptyQua 10 Jul 2019, 23:16


Depois de ter batido aquele papo cabeça com o Akira, eu precisava comer alguma coisa, e com isso em mente fui em direção ao refeitório, por o navio ser enorme eu já tinha me perdido no mínimo umas duas vezes, mas agora seria diferente porque com o meu faro avantajado não foi nem um pouco difícil sentir o cheirinho da comida fresca. - " Hmm, enfim um cheiro agradável aqui dentro. " - pensei enquanto sentia aquele aroma delicioso. Eu fui seguindo o cheiro e passando pelos corredores do navio lentamente enquanto, claro, observava tudo em minha volta para gravar o por onde passava e parasse de me perder sempre que tivesse procurando algo que eu não pudesse sentir o cheiro. Quando enfim cheguei no refeitório, tudo o que eu vi foi a comida, existia a possibilidade de haver outras pessoas ali comendo, mas como eu não estava nem um pouco interessado em "gente" naquele momento, eu simplesmete não vi ninguém. E assim peguei tudo que tive contade e sai sem dizer uma palavra. - " Acho que isso deve dar para distrair as vermes. " - refleti novamente enquanto mordia uma das frutas e saía caminhando feliz da vida.

Eu fui andando pelos corredores tranquilamente enquanto comia pouco a pouco tudo o que peguei, e enquanto devorava tudo, fiquei caminhando pelos corredores em busca de algum tipo de biblioteca, ou pelo menos algo parecido. - " Esses marinheiros são idiotas, mas tenho quase certeza que sabem ler, é impossível não ter um local de livros nesse navio gigante " - e no momento em que finalizei minha linha de raciocínio, encontrei a bendida biblioteca. Ao adentrar no local, por estar com preguiça acabei indo perguntar para aquele cidadão com roupa ridícula, mas o mesmo me respondeu de maneira hostil, e acabou não me sendo útil para nada. Em uma situação normal eu refutaria, mas naquele momento estava bem concentrado no meu aprendizado, por isso não me importei muito com o que ele disse e apenas passei direto sem dizer uma palavra a ele, o ignorando completamente enquanto buscava com meus olhos pela sessão. - " Acho que pode ser com a letra "T", hummm.... " - refleti enquanto fui caminhando. Demorei alguns minutos para encontrar, mas o importante é que encontrei.

No momento em que achei a sessão que queria, peguei todos os livros possíveis e me sentei no chão mesmo. Apesar de estar um pouco cansado por não ter dormido bem, não era algo que iria atrapalhar meus estudos. Na medida que as horas ia passando, eu ia ficando cada vez mais sonolento, mas ao mesmo tempo estava assimilando tudo o que era lido, talvez aquela coisa do cérebro trabalhar melhor quando está cansado fosse verdadeiro, tanto faz. Quando eu  terminei de ler tudo o que eu queria e assimilar tudo, guardei os livros nos seus devidos locais e logo me retirei da biblioteca. Como estava um pouco cansado, me dirigi até o convés e busquei com os olhos algum local isolado e silencioso, uma vez que achasse o local perfeito, me sentaria com as pernas cruzadas e abraçando minha katana e encostaria em um local confortável. Por viver sozinho e muitas vezes na floresta, eu nunca tive dificultade em dormir no chão ou em qualquer lugar "desconfortável", afinal foram anos me acostumando desse jeito, então não importava onde fosse, o que importava era a paz onde eu pudesse me encostar e cochilar um pouco escondido.







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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 6 EmptySex 12 Jul 2019, 20:50

Hero Of The Day - Parte Final

Decidido a aprender um pouco sobre pilotagem, eu havia ido em busca da cabine de controle do navio e deu seu comandante. Já que haviam me dito que a embarcação estava prestes a zarpar, eu esperava encontrar o responsável la; só não esperava, porém, que ele fosse como Tetsu. Assim como meu aliado, o marinheiro tinha cabelos brancos, uma cauda e duas orelhas diferenciadas no topo da cabeça, fazendo com que ele se destacasse em comparação com os outros marinheiros que eu havia visto até ali. Claro, eu já presumia que aquelas características pertencessem a alguma raça diferente, embora eu só houvesse visto humanos a minha vida toda, mas ver outro deles em um espaço tão curto de tempo era uma surpresa e tanto. Isso me fazia pensar se eles eram tão incomuns como eu pensava, ou se eu que era alienado por passar minha vida toda sem saber de sia existência. Felizmente, por já ter tido minha cota de surpresas com a aparecia de Tetsu, consegui resistir ao impulso de encarar as peculiaridades dele, o que talvez houvesse me garantido uma reação mais agradável, o que foi um baita alívio pra mim. Mais calmo, pude finalmente soltar a respiração presa pelo nervosismo.

Algumas horas se passaram enquanto ele me ensinava o que eu precisava saber sobre pilotagem, e eu devia dizer, não esperava tanto esforço por parte de alguém que basicamemte estava me ensinando de boa vontade e sem exigir nada em troca. Eu havia ido ali esperando encontrar uma pessoa mais rígida, estava até preparado pra tentar barganhar um mínimo de participação por minha parte, mas o condutor era tão gente boa que até fazia parecer estranho ele ser como Tetsu. Quer dizer, parando pra pensar nós humanos também eramos muito diferentes entre nós, coisa que especialmente eu já havia presenciado bem, então não era nada mais natural eles serem bem diferentes, mas seria mentira dizer que não havia me surpreendido. Isso só não me surpreendeu mais, porém, que o fato dele até mesmo me deixar experimentar conduzir um pouco o navio da marinha. Na hora eu sequer soube como reagir, uma vez que estudar os conceitos e pular direto para a atuação real parecia um salto grande demais para alguém que estava estudando o assunto a tão pouco tempo, mas acabou que não foi tão ruim quanto pensei. Felizmente não afundei o navio graças ao braços trêmulos de nervosismo, grande parte por causa das instruções do "professor". Ao final, talvez tenha até sido bom eu ficar tão nervoso, já que afastou o sono que estava voltando depois de dormir pouco, comer e passar o tempo estudando.

Após o final da lição, indicado pelas palavras do próprio condutor, não tardei a agradecer - O-obrigado! - Diria, me curvando levemente, para ser o mais educado possível com ele que havia me ajudado tanto. Enquanto via ele retornar ao trabalho costumeiro, mais uma vez vinha à minha mente a vontade de o questionar sobre as orelhas e cauda, mas acabei decidindo por não o fazer. Eu havia conhecido ele a poucas horas, e não sabia como reagiria a uma pergunta dessas; não queria ser ofensivo com alguém que havia me ajudado de no grado. Claro que meu nervosismo e vergonha contribuíram na decisão, mas isso não vinha ao caso. Se fosse para questionar alguém, seria Tetsu, uma vez que tudo o que havíamos passado juntos me deixava mais confortável junto dele, ao menos mais do que junto de um marinheiro que mantinha uma expressão tão enigmática no rosto. Olhando rapidamente para um relógio, logo percebi o quanto de tempo que havia passado, especialmente quanto de tempo havia passado sem que eu dormisse recentemente, e agora, sem um foco para me manter acordado, o sono mais uma vez ia voltando.

Mais uma vez andando pelos corredores do navio, estragava meus olhos para não deixar os mesmos se cerrarem. Eu não queria acabar ficando com olheiras por falta de sono, então pretendia dormir mais um pouco, o problema era aonde. Eu não tinha coragem de simplesmente voltar para a enfermaria depois de ter saido, até porque meu ferimento não era lá grande coisa pra que eu ocupasse espaço, mas também não queria simplesmente me deitar em uma área movimentada do navio. Assim, ficaria algum tempo buscando um local bom e com pouca movimentação, onde o mínimo possível de pessoas fosse me ver e se incomodar com minha presença, e lá me recostaria para um cochilo. Claro, antes eu tentaria garantir o máximo possível que não era um local perigoso, como caso houvesse chances de eu cair do navio, nem que fosse no meio de algum caminho nem nada do gênero, para eu mesmo não ter problemas nem causar problemas para os outros. Caso em meio ao cochilo fosse acordado, lentamente abriria os olhos e buscaria com eles quem havia me despertado - ...Quem é? ...Que foi? - Perguntaria, logo antes de dar um bocejo.
OFF:
 

Histórico do Ceji:
 

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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 6 EmptySab 13 Jul 2019, 00:29










Partindo pra briga! A primeira caçada

O Fim!
Depois de terem aprendido algo que tinham interesse, o sono tinha tomado conta tanto de Kirihara quanto de Akira, que mal haviam descansado desde que capturaram um dos subordinados de Kaio, embora o espadachim tivesse dormido um pouco, não fora o suficiente para que este descansasse, sendo assim ambos estavam bastante sonolentos no momento. Após sair da biblioteca, Tetsuya voltou ao corredor pouco movimentado que dava no convés, naquele momento o único lugar onde poderia seguir e que sabia que havia pouca movimentação era a escada que descia um andar ao menos, ficava mais à esquerda, a sua direita no caso. Descendo as escadas, o mink viu-se dessa vez em um espaço amplo, em vez de um corredor, que se assemelhava a um dojo, embora não houvesse tatame e nem um espaço para lutar, mas em um canto haviam alguns aparelhos de musculação, mas como estavam no início da viagem, os marinheiros não tinham muito espaço para irem até o local, fazendo deste o lugar perfeito para tirar um cochilo temporário.

Akira da mesma forma que seu companheiro precisava dormir, e para isso seguiria em um caminho onde houvesse pouca movimentação, e sendo assim, o azulado acabou indo para no mesmo local que seu companheiro albino. Algumas horas se passaram desde que os dois caçadores de recompensa dormiram sentados em uma sala no navio da Marinha, quando os dois acordaram subitamente quando o navio deu um solavanco na hora de ancorar. Depois de terem acordado, um marinheiro surgiu no cômodo onde estavam. - O capitão Isao disse para avisá-los que chegamos à Baterilla. – O mesmo se curvou levemente e deixou o local. Como ambos tinham chego em seu destino, caminharam para fora da embarcação, com Tetsuya seguindo à frente, afinal este já sabia o caminho que deveria seguir para deixar o navio.

Quando ambos desembarcaram, o céu já havia escurecido, então pouco da ilha era visível, e antes de porem os pés no solo de Baterilla, Isao parou-os por um instante. - Aqui estamos, Baterilla. Isso significa que estão entregues, fiquem à vontade para fazerem o que quiserem. – E com isso o capitão da marinha deixou o local, deixando Kirihara e Akira livres para seguirem como preferirem.

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Raizen

Perdas:
● 50.000 Berries Ok.

Ganhos:
● Katana lvl 1 Ok.
● Perícia Botânica Ok.
● B$ 5.000.000 (Metade da Recompensa de Kaio, O Anarquista) Alterado para B$ 4.000.000 (Explicação no feedback)
● Grupo: Caçador de Recompensa Ok.
● Perícia Toxicologia Ok.

Relação de personagens:
● Ele faz Ok.

Exp: 9 xp.
EdC: 9 xp.

Localização: Baterilla - South Blue Ok.

Ceji

Perdas:
● 30.000 Berries Ok.

Ganhos:
● 8 Grãos de Café Ok.
● Perícia Navegação Ok.
● Pack de Shurikens Ok.
● Grupo: Caçador de Recompensa Ok.
● B$ 5.000.000 (Metade da Recompensa de Kaio, O Anarquista) Alterado para B$ 4.000.000 (Explicação no feedback)
● Perícia Pilotagem Ok.

Relação de personagens:
● Ele faz Ok.

Exp: 6 xp.
EdC: 6 xp.

Localização: Baterilla - South Blue Ok.

Narradores

Quantidade de posts do(s) Narrador(es): Paulo Bruno XVIII - 14 Posts Ok. 2 Créditos.
Raiden Fuji - 6 Posts Ok. Sem Créditos.

Feedback:
 

Legenda:
 

Ferimentos:
 

Histórico:
 


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