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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Partindo pra briga! A primeira caçada!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptyQua 08 Maio 2019, 13:07

Relembrando a primeira mensagem :

Partindo pra briga! A primeira caçada!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Kirihara Tetsuya. A qual não possui narrador definido.


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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptySex 31 Maio 2019, 11:57

In The Belly Of The Beast - Parte III

Sinceramente, eu já estava ficando um pouco desgostoso com aquela irmã do Asuma. Tudo bem que o Tetsu havia salvo ela anteriormente, o que significava que tinha grande gratidão por ele, o era normal nesse tipo de situação, mas aquilo já chegava a parecer uma paixonite dela. Eu não ligava muito de ela ter agradecido apenas ao Tetsu antes, mas eu não havia me dado ao trabalho de perseguir o pirata ali a pouco para ela dizer que o Tetsu havia dado cabo nele. Por mais que eu não tivesse sido quem nocauteou, qualquer um que houvesse visto saberia que o Tetsu só havia conseguido o alcançar e atingir graças ao meu ataque, nada mais justo me dar algum crédito também! Sem contar, claro, o fato de eu ter arriscado minha vida para ajudar Asuma, enquanto até onde eu sabia Tetsu havia apenas chegado pra limpar a sujeira restante que sobrou depois da minha ação. Sorte dela que Asuma era consciente e não ignorou minha existência, porque senão eu pensaria em parar com as caridades.

Falando em Asuma e sua irmã, arqueólogos? Eu sinceramente não sei o que eu esperava, mas estranhamente não havia cogitado nisso. Kaio havia falando tanto sobre mapa, localização, que eu já estava pensando mais que eles possuíam algum tesouro enterrado na ilha ao qual queria roubar ou algo do gênero. Quer dizer, tinha de fato um tesouro envolvido, mas pelo que eles falaram era mais como uma ruína antiga do que um bau enterrado - "Então Kaio queria a localização ou colaboração deles para arrebatar esse tesouro? Típico pirata, querendo tudo pra si, até o que não precisa" - Suspiraria após refletir. Se aqueles criminosos estavam se esforçando tanto pra fazer Asuma falar, isso significava que eles não faziam ideia da localização do suposto tesouro, então ao menos não corria o risco de eles arrebataram aquilo sem ninguém perceber, ao menos eu achava que não - Existe alguma chance de eles acharem o lugar por acaso? Seria problemático se alguém como Kaio botasse as mãos em um "tesouro perdido", se eu entendi corretamente - Diria, após me reaproximar de Asuma e sua irmã - Eu não sei ao certo do que se trata esse tesouro ou qual a importância dele, mas só o fato de estarem se opondo àquela escória dos mares já mostra que estão do lado certo. Ou ao menos do menos errado - Minha cabeça se virava, olhando de lado para o pirata caído - Seja o que precisarem, podem entrar em contato comigo. Eu vim ao mar viver aventuras mesmo, então não custa nada ajudar exploradores - Terminava, com um pequeno sorriso, que conseguia escapar graças ao meu olhar que não mais encarava ambos nós olhos.

Virando agora todo meu corpo em direção ao pirata, encerraria - Agora se me dão licença, temos um probleminha pra cuidar aqui - Diria, já um pouco mais confortável perto deles. Talvez o fato de eu ter salvado Asuma e de eles parecerem boas pessoas tenha ajudado a me relaxar, mas agora não era hora de pensar nisso, era hora de me ficar no nosso "prisioneiro". Aquele pirata era definitivamente estranho, ele tinha uma aparecia bem típica de pirata, claramente era apenas um capanga, mas aqueles seus movimentos pareciam até mesmo não-naturais. Olhando de perto ele parecia até um pouco fraco, o que deixava ainda mais surpreendente aquela agilidade e reflexos que ele havia demonstrado anteriormente, que haviam o permitido até mesmo desviar de shurikens estando de costas. Certamente só o excesso de cafeína não era o suficiente para proporcionar aquilo, era uma capacidade de reação treinada, o que era bem estranho para piratas, que normalmente ligavam mais para destruir e matar. Mesmo estranhando, era inegável que essa agilidade seria um problema, uma vez que não havia condições de vencer uma dezena de piratas que não conseguimos atacar com facilidade. Asuma havia falado sobre os fazer falar, mas aquilo soava idiota, uma vez que o que parecia era que eles apenas baixavam a guarda com facilidade quando se focavam em mais de uma coisa ao mesmo tempo. Fazer eles falarem não era O METODO, era apenas uma tática fácil de explorar essa fraqueza, mas que provavelmente não seria tão útil caso fossemos enfrentar vários de uma vez. De um jeito ou de outro, precisaríamos pensar em um outro jeito de explorar aquela fraquesa.

Finalmente vendo o pirata capturado acordar, logo parava de divagar e me focava na realidade. Não fazia sentido continuar analisando a situação sozinho se eu podia questionar o pirata diretamente. Lentamente me aproximando do pirata, dava uma boa olhada nele; por mais que eu estivesse um tanto nervoso pra ter que fazer um interrogatório mesmo não estando sozinho, eu sabia que aquele pirata estava em uma situação bem pior, ele não teria tempo pra ficar prestando atenção em mim ou coisa parecida, então respirei fundo e me acalmei - Ah, parece que finalmente acordou - Chamava sua atenção com minha voz. Pelo pouco que conhecia de Tetsu, ele parecia uma pessoa um tanto direta e inconsequente, então eu já esperava que ele agisse de forma agressiva com o pirata, nem que fosse apenas pra meter medo nele. Por causa disso, mesmo com a vontade de enfiar shurikens nos seus ombros por me chamar de "ninja medíocre", acabei decidindo ter uma abordagem um pouco mais suave com o pirata - Você ta em uma situação bem ruim, né? Mas sabe, não precisa ser ruim - Diria, tentando deixar ele mais calmo - Eu não sei meu amigo aqui, mas eu acho que podíamos fazer isso ser rápido e benéfico para nós dois, não? - Prosseguiria, tentando amaciar ele - Sabe, nós já sabemos o objetivo de vocês, então não é como se você fosse comprometer a ação do seu bando. Nós só queremos saber algumas coisas simples, você não precisa tornar isso difícil pra defender coisas tão simples, não é? - Caso ele estivesse colaborando minimamente, faria a primeira pergunta - Quem exatamente é Kaio? - E, caso ele seguisse colaborando, prosseguiria as perguntas - Quantos de vocês tem nessa ilha? - Depois - O que vocês levam no navio? - E por último - Vocês tem algum outro esconderijo além da praia?

É claro que eu não esperava que ele colaborasse com uma abordagem dessas, e era pra essas horas que eu esperava que Tetsu agisse. Ele inspirava muito mais medo que eu, e, se fosse inteligente, já saberia que abordagem eu estava tomando vendo minhas ações. Assim que o pirata começasse a ficar agressivo, se recusar a responder, dar respostas inválidas ou inconclusivas, esperaria Tetsu liberar uma onda de agressividade física ou verbal, fosse um ataque em alguma árvore ao redor, naquela mesma próximo ao pirata, ameaças violentas ou simular um ataque contra ele; esse último ao qual eu ergueria minha mão para "parar meu companheiro. Após isso, voltaria a falar com o pirata - Senhor, meu companheiro não está com um humor muito bom, e ele não costuma ter uma paciência muito grande. Eu estou me esforçando pra deixar ele sob controle, mas você precisa colaborar também, entende? - Diria, suave, tentando fazer ele se retrair e ficar mais receptivo à mim - Eu sou seu amigo aqui, estou tentando evitar que algo ruim aconteça contigo, mas eu não posso segurar meu amigo pra sempre. Então que tal voltemos às perguntas, são simples, sei que você consegue responder sem problemas - E voltaria as perguntas. Caso ainda assim ele se recusasse a colaborar, especialmente se Tetsu começasse a rosnar, alisar sua espada ou outras ações especialmente ameaçadoras em reposta a ele, mais uma vez chamaria sua atenção - Senhor, meu amigo não está gostando desse seu comportamento. Eu disse, a paciência dele é baixa, e eu não posso garantia sua segurança se ela acabar. Eu preciso que você me ajude para eu te ajudar. Espero que esse não acabe sendo o último aviso - Caso as perguntas fossem todas respondidas decentemente, porém, chamaria Tetsu para longe com um sinal de mão - Tá, e agora, o que fazemos com ele? Desmaiamos denovo e deixamos amarrado em algum canto? Podemos precisar denovo dele depois.
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptySex 31 Maio 2019, 20:59


Para a minha sorte eu tive uma boa desculpa para sair daquela situação constrangedora onde Elizabeth me abraçou, mas eu não poderia dizer o mesmo daquele piratinha que estava no lugar errado e na hora errada. Por ser o único a ter percebido, eu não hesitei em apontar o dedo pra ele para que Akira soubesse a direção e logo em seguida fui pra cima com tudo. Pra ser sincero eu não achei que ele tivesse um tempo de reação tão alto, porque só começou a fugir depois que eu fui pra cima, mas não fazia tanta diferença porque eu já havia aprendido a não subestimar mais aqueles caras. Akira foi o primeiro a atacar e forçou uma esquiva do pirata, que logo em seguida fez pouco do ataque, e eu como não deixo passar nada, no momento da voadora exclamei. - Então hoje é o meu dia, idiota! - e logo em seguida acertei minha voadora torta no meliante. Depois que havia terminado, o botei para dormir e o arrastei de volta a tribo onde Akira o amarrou em uma árvore. Por alguma razão Elizabeth estava me colocando em um tipo de pedestal, eu não entendia o motivo, mas sempre que ela me olhava, eu desviava o rosto de forma infantil e olhava para o lado oposto. Foi quando naquele momento Asuma tentou pagar de útil, quando eu vi ele falando de forma como se tivesse sido útil, eu o olhei feio e me aproximei inconformado.

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- Não diga bobagens, você é tão útil quanto esse piratinha deve ser pro bando dele. - disse de forma infantil enquanto o encarava com desgosto, mas que cara folgado. Por incrível que pareça até que ele tinha alguma razão, porque depois que eu parei pra pensar bem fazia um pouco de sentido, porque a primeira vez depois de esquivar do meu golpe, o pirata caiu facilmente em seguida para aquele zumbie, e agora foi uma situação parecida. Enfim, depois que aquilo passou, eu e Akira ficamos para interrogar o pirata que até aquele momento estava desacordado. Eu não sou um exemplo de pessoa paciente e por isso não começaria falando, o Akira parecia ter mais cabeça para fazer essas coisas e por isso eu cruzei os meus braços e fiquei apenas encarando o homem até que ele ecordasse. Eu ficaria apenas observando Akira lidar com o pirata, mas caso o mesmo não estivesse colaborando eu ia começar a me irritar aos poucos. Dependendo das respostas que ele desse, eu ia começar a rosnar levemente enquanto continuaria a encara-lo com raiva e a cara bem fechada, quanto mais ele se recusasse ou fizesse piadas, mais alto eu rosnaria sem nunca desviar o olhar dele, como se fosse mata-lo a qualquer momento. E claro que eu sempre tentaria me segurar o máximo possível para ver se Akira conseguia arrancar algo, em um certo momento se o pirata não colaborasse, eu ia dar um grande rage. - AHHHHHH mas que palhaçada!! Deixa eu matar esse animal, ele é um inútil! - diria de forma bastante hostil enquanto sacaria minha espada e passaria em uma árvore com toda a minha força. Isso seria apenas para dar um susto nele, mas também serviria para aliviar a minha tensão, porque eu com certeza faria alguma burrada. Se eu notasse que Akira não estava tendo sucesso, faria as coisas do meu jeito. - Sai da frente, se ele não vai falar por bem, vai falar por mal! - iria empurrar Akira para o lado, mas sem muita força, apenas para que ele andasse para o lado no momento e logo em seguida a minha primeira ação seria sacar minha espada e cravar a lâmina no pé do pirata enquanto levaria as minhas duas mãos até suas bochechas, cravando minhas garras e puxando com maldade.

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- Agora você é todo meu! - diria enquanto apertava o rosto dele com força até sair sangue, ainda deixando a espada cravada no pé dele. Se ele gritasse, para faze-lo calar a boca eu pegaria um punhado de terra do chão e colocaria dentro da boca dele. - Cala essa boca, seu imbecil! - e logo em seguida começaria a encher ele de socos com muita força, todos direcionados no rosto, e sempre que ele gritasse, colocaria mais terra na boca dele. - Quando você estiver disposto a falar, fique a vontade, até lá eu não me importo de você morrer sangrando e sentindo dor. - diria nos intervalos dos meus socos. Ok, talvez eu fosse um pouco violento, mas eu tinha as minhas razões. Se ele começasse a falar e dar as informações, eu iria parar de soca-lo, mas deixaria minha lâmina ainda no pé dele e só tiraria se ele falasse tudo o que sabia. Se ele insistisse em não falar nada, não tinha mais o que fazer, eu tiraria a espada do pé dele e usaria o cabo para faze-lo desmaiar. Apesar de ser violento, eu não iria mata-lo assim a sangue frio. Eu fiz o que fiz porque eu precisava fazer, precisava tentar. Independente de como terminasse, quando Akira me perguntasse o que fazer com ele, eu viraria o rosto com raiva de ter passado aquela situação e responderia. - Deixa esse porco ai sangrando, aquele médico disse que logo vai chegar a marinha. -. Durante todo o interrogatório eu sempre estaria com a minha guarda bem fechada e sempre buscando ouvir onde estavam os piratas e principalmente sentir o cheiro deles. Se por um momento eu notasse que estávamos sendo atacados, a minha primeira reação seria empunhar minha espada para bloquear qualquer ataque que viesse contra mim ou contra Akira, e em seguida me afastaria um pouco para analisar a situação.







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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptyDom 02 Jun 2019, 14:24


Partindo pra briga! A primeira caçada!



O pirata levemente desnorteado não entendia muito bem o que estava acontecendo, logo após acordar o indivíduo era diretamente contatado por Akira que estava bem na sua frente. – Por favor, não me machuquem. – Ele dizia demonstrando temer a morte. Akira propõem então que ambos saíssem lucrando com a situação, a única exigência do almejante a caçador era que o pirata respondesse a tudo que lhe fosse questionado, afinal, ele não teria muita opção caso quisesse sair dali. – Eu respondo, mas não me machuquem mais... – O pirata de forma tremula quase começando a chorar, falava para Akira. O jovem então começava seu questionário acerca de quem é Kaio. – Ele é meu capitão e atualmente é um dos piratas com maior recompensa pela sua cabeça nesse blue, ele é mestre na arte do boxe e na esquiva. – O pirata do Kaio respondia olhando diretamente ao Akira demonstrando estar com medo de apanhar.

Talvez não fosse esperado que a reposta acerca do que buscavam fosse vir tão fácil assim, mas um homem com medo dificilmente consegue mentir, a não ser que tenha sido treinado para isso. Agora a pergunta era de quantos deles haviam na ilha. – Estamos em 10 com o capitão. – O pirata falava para eles sendo que ao menos Tetsu sabia que era mentira, a questão agora era de se ele estava mentido com convicção ou se ele realmente não sabia a quantidade de piratas, por ser um bando grande e conforme Akira havia presenciado antes, eles não pareciam ser dos mais inteligentes já que nem escrever palavras simplórias eles conseguiam. – No nosso navio ficam as camas, tudo nosso mantimentos estão descarregados na praia. – O pirata já mais aliviado falava para os futuros caçadores logo após ser perguntado do o que carregavam no barco. – A gente não conhece a ilha, somente os historiadores Asuma e Elizabeth que dizem ter um tesouro nessa ilha. – Ele respondia sua última pergunta direta não aparentando estar mentindo.

– Vão fazer o que comigo agora? – Agora cabia a Akira e Tetsuya de decidirem o que era verdade ou não, ele não hesitou em responder nenhuma pergunta feita por eles, pontos como o medo dele no início do questionário que conforme o tempo iam sumindo deveriam ser levados à tona para tirarem sua conclusão. Ele cooperou em responder, mas não tinha deixado claro se estava mentindo ou não, por esse fato não houve a necessidade de Tetsu usar do seu método de tortura para resolver a situação, agora bastava eles decidirem o que fariam com ele; Tetsu havia decidido que era melhor deixa-lo sangrando já que mais tarde viriam marinheiros até a ilha buscar o médico, era então que poderiam entrega-lo para as autoridades. – Ei rapazes, já está quase de noite, o que acham de dormirem aqui hoje? Confesso que as camas não são das melhores, mas creio que aqui seja seguro para ficarem hoje. – Travis que havia saído exatamente no momento em que falava fazia a proposta a os “garotos” tentando ajuda-los. Para evitar confrontar Kaio, talvez essa fosse a melhor escolha, ou então eles poderiam continuar a interrogar o rapaz ou até ir atrás do Kaio, era necessário um consenso por parte dos rapazes. – Vão me deixar na noite aqui? Não façam isso, por favor! – O pirata complementava lembrando-os de sua existencia.





Falas:
 

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptySeg 03 Jun 2019, 11:09

In The Belly Of The Beast - Parte IV

Uma coisa eu tinha que admitir, ver aquele pirata naquele estado deplorável, chorando e implorando pela própria vida e integridade, quase me fazia ficar com pena dele. Só quase. Aquele criminoso se derramava em prantos apenas por ter sido capturado; nos não tínhamos instrumentos e nem motivos para lhe proporcionar uma tortura cruel, porque então ele se desesperava tanto? Infelizmente eu sabia a resposta, falta de honra. Aqueles bastardos se uniam apenas para fazer crimes, eles não possuíam um companheirismo real, se traiam ao menor sinal de benefício próprio, assim eram os piratas. Mesmo sabendo que tinha que manter aquela atuação de bobzinho, no fundo eu queria cravar minhas lâminas nele, fazer ele parar de chorar diante do risco de ser torturado sendo que a pouco tempo ele e seu capitão estavam fazendo o mesmo com Asuma. Foi um pouco triste ver ele colaborando tão rapidamente, uma vez que acabou que nem eu nem Tetsu tivemos a oportunidade de tentar arrancar as informações dele, mas ao final nosso foco eram apenas as informações mesmo, então não faria sentido reclamar de barriga cheia.

Informações que, aliás, acabaram se mostrando bem decepcionantes. Eu esperava que eles fossem um pouco mais precavidos, mas tudo aquilo era justamente o que eu já suspeitava, tão direto que chegava a ser decepcionante. Havia uma o informação, porém, que me chamava a atenção, mas infelizmente de uma forma bem negativa: Os caixotes na praia eram todos os suprimentos deles. Se aquilo eram todos os suprimentos e o caixote de café já estava vazio, isso significava que eu não teria outro meio de conseguir café naquela ilha - "Eu tô ferrado" - Pensava, ao me tocar da enrascada em que eu estava. Tudo bem, achar esses piratas com grãos de café na ilha já era um milagre, mas não adiantaria de nada se eles durassem tão pouco! Se antes eu já estava com certo desespero pra sair daquela lugar, agora então eu já estava com vontade de tentar sair nadando daquele fim de mundo. Meu costume de ingerir cafeína nunca antes havia se mostrado tão prejudicial; eu sabia que se os grãos acabassem eu acabaria sofrendo pela falta da substância que meu organismo já estava acostumado a ter, eu iria ficar letárgico e indisposto, e se isso acontecesse aí sim eu teria problemas de sair daquela ilha. Eu precisava resolver meus problemas antes dos 11 grãos acabassem.

Enquanto me desesperava pensando nos meus próprios problemas, uma enorme lâmpada metafórica se ascendeu em cima da minha cabeça. Uma ideia havia surgido; não, não uma ideia, uma revelação, algo tão óbvio que eu não sabia como não havia me tocado antes. Antes eu temia ter que enfrentar piratas com números cinco vezes maiores que os nossos, mas uma variável de peso indescritível havia se revelado na minha cabeça - "Mas espera... Eles não tem o mesmo problema que eu?" - ...ELES TINHAM O MESMO PROBLEMA QUE EU! Eu achava que o café acabado era um problema, mas antes de se tornar um ele seria meu aliado, uma vez que os piratas não só também tinham aquele vício em café, como o deles parecia ainda ser pior do que o meu! Mais do que perceber aquele ponto fraco, essa simples relação começou me fazer conseguir enxergar o cenário geral, como se fosse um quebra cabeça em que eu finalmente houvesse conseguido as peças que faltavam. As palavras do pirata, de Tetsu e de Asuma sobre os contatos que eles tiveram com o bando ressoavam em minha mente como ecos enquanto meu cérebro frenético ligava todos os pontos.

Eles possuíam aquele vício em café que os motivava a lutar provavelmente graças à aceleração do metabolismo pela cafeína, mas se o café era tão importante pra eles, porque o suprimento havia acabado tão rapidamente? Só havia uma explicação: Não era pra acabar! O pirata havia dito que eles não conheciam a ilha, apenas conheciam Asuma e que ele buscava um tesouro, o que só podia significar que eles não planejavam desembarcar nessa ilha isolada, mas acabaram o fazendo ao identificar Asuma, graças a sua fome por tesouros. Eles possivelmente planejavam ir pra alguma ilha civilizada pra reabastecer seu estoque de café, que provavelmente já estava acabando durante as viagens, mas acabaram chegando nessa tal Torino e preferindo seguir as pistas de Asuma na esperança se enriquecerem com aquele tesouro, mas a situação acabou se estendendo mais do que esperavam, e por isso os estoques deles estavam prestes a acabar. Isso explicaria não só o desespero e raiva deles ao torturar Asuma daquele jeito para conseguirem logo o "mapa", como também o caixote de café vazio e o fato de eles carregarem apenas poucos grãos cada um. Eles estavam em um beco sem saída, com o café acabando, mas ainda com esperanças de por as mãos no tesouro e desesperados para o fazerem e saírem da ilha antes que o café acabasse oficialmente. E o melhor? Esse evento provavelmente estava prestes a acontecer. Tetsu havia dito que pegou 10 grãos de um pirata mais cedo, e aquele ali possuia apenas um grão, mas se eles tivessem dividido igualmente para cada um racionar seus próprios grãos, isso significava que para os outros estava acabando também, que eles consumiam mais do que eu. Em pouquíssimo tempo eles começariam a sofrer pela falta do café enquanto eu ainda teria grãos, e essa seria a hora perfeita de atacar.

Com minha mente a mil conectando todos os pontos e informações, eu mal prestava atenção nos outros a minha volta, algo que não costumava acontecer. Meus olhos arregalados e distantes indicavam que eu havia me perdido em algum pensamento chocante, e logo me virava em direção à Tetsu, segurando seu ombro com um misto de animação e ansiedade - TETSU! EU DESCOBRI UM JEITO DE DERROTARMOS KAIO - Minha animação estava tão grande que, junto do meu tom alto, havia feito minha voz falhar na hora de falar "Kaio", ficando mais aguda que o normal. Um silêncio constrangedor partiria de mim enquanto eu ruborizava, largando Tetsu e perdendo os outros a minha volta, que me faziam perceber que havia saído da realidade com força. Tentando rapidamente impedir alguém de comentar sobre aquilo, logo me adiantei, falando após limpar a garganta - D-desculpem, eu estava muito animado. Travis, foi mal te interromper, eu acho que viajei muito agora a pouco. Eu gostaria s-sim de um lugar pra dormir que não me fizesse dormir no m-meio do mato, mas podemos falar disso daqui a pouco? Preciso falar algo urgente com Tetsu - Responderia, antes de indicar com minha cabeça ao rapaz para nós afastamos dali, especificamente do pirata capturado. Por mais que não fosse como se ele pudesse divulgar nossos planos à Kaio, eu ainda preferia evitar correr riscos e não deixar ele saber de nada que nos sabíamos ou que eu havia percebido.

Uma vez que nós nos afastassemos, eu respiraria fundo para não gaguejar de vergonha dessa vez, e logo começaria a falar - Tetsu, o Asuma havia dito que os piratas de Kaio ingeriam café para se manterem motivados e ativos, certo? Se for parecido com meu vício... - Eu ficava com um pouco de vergonha de chamar aquilo de vício, mas lá dentro eu sabia que era, e não tinha tempo agora pra gastar palavras falando de outra maneira - ...Isso quer dizer que eles vão ficar letárgico e cansados caso quando não conegurem mais manter a cafeína no organismo. O caixote deles com o suprimento de café estava vazio, o que significa que o estoque deles está prestes a acabar, e quando isso acontecer, vai ser a chance perfeita pra atacar - Eu chegava logo no ponto, antes de explicar a linha de raciocínio - Eles estavam carregando café consigo, assim como você achou dez grãos com um mais cedo e eu achei um grão com esse daí. Sabe o que isso significa? Eles devem ter separado os grãos entre cada tripulante pra cada um racionar os próprios, e impedir que eles fossem comendo mais do estoque escondidos. Eles devem ter separado igualmente, porque, tendo em vista o egoísmo que esse daí apresentou após ser capturado, certamente entrariam em conflito interno caso uns tivessem mais do que outros. Agora pensa comigo, se eles tinham mais ou menos a mesma quantidade, o de cedo tinha dez e esse tinha um, isso só pode significar que o café deles está prestes a acabar! - Depois de falar tanto, tomava um instante para respirar, me virando de lado e começando a andar de um lado para o outro - Mas, claro, só o café acabar não significa muita coisa. A cafeína vai se manter no organismo deles por mais algum tempo, e o capitão deles certamente deve ter mais do que os subordinados, então Kaio provavelmente ainda deve ter uma boa quantidade sobrando graças a autoridade dele lá. Se minha linha de raciocínio não estiver errada, eles devem estar desesperados para conseguir o tesouro antes que o efeito da cafeína acabe, e existe uma forte chance de eles usarem os últimos grãos pra ficarem acordados durante a noite para procurarem por Asuma. Isso significaria que pela manhã eles possivelmente vão estar cansados e sofrendo de abstinência, ao menos os subordinados, e sua força vai ter caído consideravelmente. É a chance perfeita pra atacarmos - Terminaria a linha de raciocínio, animado, esperando que ele houvesse seguido e concordado.

Caso ele não desmerecesse nem discorsasse o que eu havia dito, saberíamos que precisávamos atacar pela manhã, mas ainda precisávamos decidir o que faríamos ali, e simplesmente ir dormir não parecia uma boa opção - Sobre agora a noite, acho melhor nos fazermos turnos de vigia, o que acha? Se os piratas estiverem buscando desesperados por Asuma, existe a chance de eles acharem e invadirem essa vila. Sermos atacado de surpresa em uma situação dessas seria morte certa. Fora que podemos ficar de olho no pirata amarrado ao mesmo tempo, pra não deixarmos ele ser atacado por algum animal sem precisar tirar ele dali, o que implicaria de ter que o soltar. Eu posso fazer o primeiro turno se preferir, não tô em muita condição de dormir no momento - E, caso ele não fosse contra, faria meus preparativos para fazer a minha vigia. Primeiro iria avisar Travis sobre nossa decisão, e, também com ele, ver se tinha algum livro sobre Pilotagem. Caso o próprio livro de navegação também falasse sobre isso, o que faria sentido, eu nem me daria ao trabalho de me estender muito, mas se não, não teria outro jeito a não ser o pedir mais esse favor. Caso Tetsu pedisse uns grãos de café também para não cochilar no turno dele, eu relutaria muito em o dar. Lhe dar grãos significava perder meu já pequeno estoque, e significaria que precisaríamos sair daquele lugar com ainda mais urgência, mas negar me deixaria com uma má impressão. Suspirando, lhe daria dois grãos - Desculpa, eu também preciso racionar, mas essa quantidade deve ser o bastante se o objetivo for não cochilar - E depois me arrumaria.

Começando meu turno de vigia, primeiramente falaria com o pirata - Não vamos correr o risco de te tirar daí por enquanto, mas relaxa, eu vou fazer vigia, então não corre risco de ser atacado por nenhuma animal selvagem - E logo me sentaria com o livro na mão. Pegaria três dos grãos de café para comer, teria que ser daquele jeito já que duvidava que aquele lugar tivesse utensílios para fazer a bebida, e, aliviado pela cafeína no meu corpo me suprindo e retirando qualquer vestígio de sono que pudesse acontecer naquele período inicial, me botaria a ler. Pra sairmos dali não precisávamos só de um navio, precisávamos de quem pudesse o conduzir, e por isso me punha a aprender sobre as técnicas de pilotagem. Me manteria lendo até terminar a parte do livro que falava sobre isso, olhando pro pirata e para os arredores de tempos em tempos para garantir que não estávamos sendo vigiados e atacados. Durante a leitura me manteria atento ao número de páginas que havia lido, pois, tendo antes verificado quanto tempo eu demorava pra ler uma página em um ritmo decente, as usaria pra verificar quanto tempo havia passado de vigia. Após ter se passado metade do tempo de vigia, com o sono provavelmente já me atingido, iria até Tetsu o acordar suavemente, o bancando - É seu turno de vigia, já estou capotando - Sussurraria para ele, sem nem ligar pra caso ele fosse agressivo ou me xingasse por ter o acordado, e tomaria seu lugar, indo dormir.
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptySeg 03 Jun 2019, 23:44


Eu havia entendido exatamente o que Akira queria fazer, ele pagaria de bonzinho e eu seria o vilão, o que de fato era mais a minha cara já que eu não levo jeito pra ser legal. Eu estava pronto para começar a tocar o terror pra cima daquele pirata, porém ele estava tão apavorado que o Akira mal teve trabalho, ele basicamente perguntava e a resposta vinha de imediato. Olhando aquela cena ridícula, apenas uma coisa se passava na minha cabeça naquele momento. - " Mas que decepção, a força de vontade desses caras é uma piada! " - fiquei refletindo sobre enquanto observava aquela cena um pouco mais atrás. Por eu estar bem interessado no que ele tinha a dizer, ouvi atentamente tudo o que foi dito com a cara fechada e em silêncio porque tudo o que ele estava falando eram coisas que eu já desconfiava, e agora tinha a certeza. Quando Akira terminou de falar com o pirata, eu dei um passo a frente com a expressão bem séria e fiquei bem na frente do pirata o encarando enquanto sentia bem o cheiro dele, depois de alguns segundos o encarando de forma hostil, eu resolvi tirar uma dúvida pessoal. - Ei! Sempre que eu chego perto daquele tal de Kaio eu sinto um cheiro horrível de podridão que não consigo explicar. Isso aconteceu quando eu fui até o acampamento de vocês e quando eu fui ajudar aquela mulher. Porque ele exala um cheiro tão podre?! - disse tudo aquilo sem nem piscar os olhos e também mantendo o contato visual a todo momento, e antes de ele abrir a boca para responder, eu completei. - Pense bem na resposta que você vai me dar, porque se eu sequer sonhar que você mentiu, vou quebrar todos os ossos do seu corpo. - finalizei de forma agressiva ainda mantendo o contato visual.

Falei daquela forma hostil porque já sabia que ele era um covarde, e se eu forçasse, ele iria me dizer a verdade. Quando Akira pegasse no meu ombro para falar, eu olharia pra ele e escutaria atentamente, principalmente quando ele desafinou por um breve momento, naquela hora eu arqueei uma de minhas sobrancelhas. - " Tem alguma coisa errada com esse cara... " - pensei por um breve momento enquanto continuava a encarar. Quando estavamos a sós, ele me contou tudo o que achava, e de fato fazia sentido, eu fiquei ouvindo atentamente até ele terminar de explicar sua teoria. A princípio eu fiquei bem pensativo o encarando sem desviar o olhar, apesar de estar olhando pra ele, minha mente estava longe, foi então que depois de pensar, já sabia o que dizer. - É uma possibilidade, mas eu não vou contar 100% com isso. Claro que já serve como uma base e juntanto os fatos, a possibilidade é grande, mas não certa. Então é melhor não entrar na luta com essa mentalidade, vá com tudo! - disse de maneira séria, são poucas as vezes que eu não ajo de forma infantil, só quando a situação me interessa muito, mas depois que eu terminei de falar, desviei o olhar levemente. - " Viciados... " - refleti por um breve momento antes de finalizarmos a conversa. Quando Travis ofecereu abrigo para passar a noite, até que não veio  em hora ruim, estava escurecendo e eu confesso que estava um pouco cansado. Quando Akira sugeriu que eu e ele deviamos revezar a guarda enquanto o outro descansava e queria ficar de guarda primeiro, eu não tive objeção, afinal pra mim tanto faz. - Tanto faz, pode ser. - disse de forma um pouco rude e indiferente enquanto fui me retirando, mas depois de dar alguns passos eu parei por um breve momento. - Até que você não é tão inútil assim... - disse de forma rápida e sem olhar para ele, logo em seguida segui o meu caminho até o local onde Travis me deixaria. Eu geralmente sou bem agressivo, principalmente com pessoas que não conheço, mas até que esse carinha estranho não era dos piores, dizer aquilo foi a coisa mais próxima de um "bom trabalho" que eu pude dizer.

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Uma vez que Travis me deixasse em algum lugar para descansar, antes dele sair do local eu iria pedir mais uma coisa. - Ei! Antes de você ir dormir me deixa um livro sobre toxicologia. Aprendi o bastante sobre plantas e queria saber mais sobre os venenos. - eu poderia ter sido mais educado ou sutil, mas esse era o meu jeito de ser. Em seguida me deitaria na cama de lado com minha espada exatamente ao meu lado enquanto apoiava minha cabeça com a mão. A principio as minhas orelhas ficavam balançando levemente pelo fato de mesmo tentanto descansar, eu ainda estava atento a tudo em minha volta. Mas logo depois de ficar alguns minutos ali deitado em paz, eu iria pegar no sono e descansar. Quando chegasse a minha vez de ficar de guarda, abriria meus olhos e me esticaria levemente para espreguiçar e logo em seguida sairia da cama para ir de encontro a Akira e trocar o turno, mas diferente dele, eu não ia ficar próximo do pirata, por estar escuro, eu ficaria deitado em cima de uma árvore, assim se algo acontecesse, não seria notado e ainda por cima teria o fator surpresa. Eu procuraria um galho onde a luz da lua iluminasse o suficiente para eu conseguir ler o livro que Travis me deixou. E então passaria o tempo da guarda estudando sobre toxicologia. Se em algum momento sentisse um cheiro estranho ou escutasse alguma coisa diferente, imediatamente seguiria até o local de forma furtiva para analisar o que estava acontecendo.







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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptyQui 06 Jun 2019, 15:12


Partindo pra briga! A primeira caçada!



Já estava quase na hora de todos irem dormir, uma baixa luminosidade tomava o ambiente já que o sol estava quase se pondo. Os futuros caçadores de recompensam a princípio iriam aceitar a proposta de Travis, passariam então a noite sobre proteção da pequena vila possivelmente minimizando os problemas que viriam a ocorrer; mas antes mesmo de aceitarem a proposta do médico, Tetsuya queria sanar uma dúvida com o pirata amarrado que estava mexendo com ele até então, era uma pergunta acerca do cheiro similar a petrificação que era expelido aparentemente do pirata Kaio, o capitão do mesmo. – Meu capitão não é só forte, ele é poderoso! Ele não dorme, não vai ao banheiro e treina muito, quase 10 horas por dia, homens fortes não precisam de banho, hahaha. – Era dito pelo meliante terminando rindo, era uma gargalhada que de certa forma, certificava o orgulho do pirata em ter o Kaio como o capitão de seu barco embora tivesse cedido informações sobre o mesmo de forma tão fácil.

Akira, enquanto Tetsu e o pirata conversavam, começava a recolher todas as informações que tinha e juntar para criar uma dedução, e aparentemente ele havia tido sucesso. Com um grito que chamava a atenção de todos no local seguido de um momento de silencio não só realizado por ele, Tetsuya estava pronto para dar atenção a “ele” escutando sua teoria. Como um “quebra-gelo”, Akira aceitava então a proposta de Travis oficialmente, ele iria passar a noite na vila, em contra ponto Tetsuya não falava nada acerca de se iria ou não passar a noite lá também, mas pelo que aparentava, iria. Agora os “garotos” se afastavam do pirata amarrado e da vila para poderem conversar sobre a ideia de Akira, Tetsuya mesmo que não aparentasse credibilidade na dedução de Akira, escutava atentamente o que lhe era dito. – Ei, não me esqueçam aqui, falei tudo que me pediram... Agora está na hora de me soltar. – O pirata amarrado mesmo que não tivesse atenção de ninguém, falava de fundo para os futuros caçadores de recompensa que estavam a conversar em particular.

Por fim, a preocupação era de como iriam passar a noite, Akira dava a ideia de revezarem entre um dormir e outro vigiar, Tetsuya aceitava e dizia não ligar para o “jovem” começar cuidando deles, e assim seria feito. Antes que escurece totalmente, como forma de passa tempo para os turnos acordados, tanto Tetsuya quanto Akira iam atrás de Travis pedindo acerca de alguma leitura sobre assuntos específicos que eles queriam aprender. – Pilotagem? Eu não tenho nenhuma obra sobre exatamente esse assunto, se você quer aprender como conduzir um barco em alto-mar, eu posso ensina-lo, mas só pela manhã. Já toxicologia creio que a Elizabeth tenha algum livro sobre isso ou possa te ensinar o que sabe, ela entende muito sobre esse assunto se não estou enganado. – Travis dizia como resposta a Akira e Tetsuya que haviam o buscado em busca do conhecimentos que queriam.

Tetsuya ia então dormir, Akira sentava-se próximo ao pirata enquanto isso. Já avisava o mesmo que iria ficar ali para cuidar caso algum animal selvagem ou outra coisa aparecesse pelo local que pudesse pega-lo. – Por que não me solta e conversamos mais livremente? – O pirata dizia meio cagando para o Akira havia falado. Após um tempo, todos da vila já estavam dormindo, os únicos acordados lá eram Akira e o pirata amarrado. – O que acha de nós jogar um jogo? – O pirata dizia para Akira de forma sutil. – Vai ser divertido. – Era complementado pelo mesmo enquanto encarava diretamente Akira. – Conta comigo até Cinco... Um... Dois... Três... Quatro... Cin... – Antes mesmo de ouvir o termino da frase dele de forma completa, um soco diretamente realizado contra a lateral direita da mandíbula de Akira era realizado, havia sido em cheio e de imediato, desnorteado o “jovem”. – Olha o que achei aqui HAHAHAHA. – Em tom de voz alto, uma voz já conhecida falava terminando em gargalhadas altíssimas, era Kaio, o Anarquista, que falava logo atrás do homem que havia realizado o soco. – Capitão! – O homem amarrado dizia com brilho nos olhos para Kaio.

O soco recebido por Akira não havia sido forte o suficiente para desmaia-lo, quebrar um osso ou até deslocar a mandíbula, porém havia de certa forma causado uma certa dor de cabeça em Akira. – Posso saber por que um dos meus homens está amarrado?! Desamarrem ele imediatamente! – O capitão pirata falava dando a ordem para que seus outros capangas fossem solta-lo da arvore. – Finalmente, preciso urgente de café. – O pirata que estava sendo usado como refém dizia enquanto era desamarrado. Devido aos gritos realizado pelos piratas, todos que estavam a dormir ali eram facilmente acordados, ainda não era madrugada mas já estava bem escuro a ilha que não possuía iluminação além de uma fogueira no centro da vila. – O que pensa que está fazendo?! – Era Travis quem gritava enquanto junto de seus dois subordinados corriam em direção ao Kaio portando cada um uma katana.

De maneira sincronizada, os três pulavam contra Kaio e erguiam suas espadas buscando um ataque em conjunto contra Kaio na vertical, entretanto, antes que pudesse fazer qualquer coisa, Kaio com um único soco na horizontal acertava um deles fazendo uma espécie de dominó com os homens, os três eram jogados ao mesmo tempo para o lado acertando em cheio uma arvore qualquer e desmaiando devido ao choque com absurda força, a arvore que recebeu o contato chegou a entortar um pouco. A força desse homem era absurda, ao menos o golpe realizado pelas suas enormes mãos haviam tirado três pessoas de uma só vez do combate, era quase que surreal. Akira ainda no chão, devido ao soco que recebeu, havia visto tudo que aconteceu, seu corpo já estava voltando ao normal embora tivesse dor, ele poderia tentar correr e aproveitar o breu da noite para se esconder ou preparar um ataque contra o Kaio, haviam exatos quatro piratas contando com Kaio, o que estava desamarrado a ingerir um punhado de grãos de café e mais dois que haviam chegado junto do seu capitão. Todos estavam trajando luvas de box vermelhas e já haviam provado ser fortes.

O cheiro era a primeira cosia que Tetsuya havia sentido, era repugnante e o suficiente para acordá-lo, Elizabeth e Asuma estavam na mesma oca que ele junto a um casal de nativos. – Eu sabia que ele iria encontrar a gente... Nós vamos todos morrer. – Asuma sussurrava para o humanoide e Elizabeth. Os irmãos estavam trêmulos devido a situação já que as vidas deles estavam e jogo, Elizabeth estava com os olhos cheios de lagrimas mas mesmo assim não chorava, Tetusya poderia agora se levantar e ir até lá fora ver o que estava acontecendo mesmo que de forma impulsiva, já que devido ao cheiro facilmente reconhecível e ao timbre da voz, ele sabia de quem se tratava. Ou então ele poderia conduzir os inocentes que estavam naquela oca por uma única janela na posição contraria donde provinha o cheiro e as vozes. Ambos os garotos estavam em uma situação critica.



Falas:
 

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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptySex 07 Jun 2019, 23:59


Eu particularmente estava bastante curioso para saber o que era aquele cheiro repugnante que eu sempre sentia quando me aproximava daquele bando, principalmente Kaio e ao ouvir a aquela resposta despresível, o encarei de forma séria. - Ah, entendi... Deve ser por isso que você não cheira tão mal assim, isso explica porque você é um fracote. - respondi ele de forma infantil com o tom de caçoo enquanto me virei de costas e fui me retirando. Quando finalmente estava em uma cama depois de alguns dias, antes de dormir eu pedi a Travis para me deixar um livro que eu pudesse estudar e aprender mais sobre toxicologia no meu turno da guarda, porém a resposta não foi exatamente a que eu queria. - " Como diabos um médico não tem um livro de toxicologia?! E se ele tiver um paciente envenenado?! " - fiquei pensando enquanto o encarava de cara feia, até que ele sugeriu que eu fosse pedir a Elizabeth, que provavelmente poderia me ajudar. Naquele momento eu sequer respondi, apenas virei o rosto e me deitei para dormir.

Não sei exatamente quanto tempo se passou, mas o meu sono foi interrompido por um cheiro forte e infelizmente conhecido. Ao sentir o odor de Kaio eu abri os olhos rapidamente e me levantei da cama com um pulo. - " Será possivel?! " - pensei rapidamente enquanto olhava em volta tentando sentir o cheiro pra ter certeza. - " Não, meu nariz não me engana... É ele! Mas que droga! " - infelizmente as minhas suspeitas se confirmaram quando eu ouvi a voz do pirata com minha audição aguçada, e naquele mesmo momento em que eu tive certeza de quem era, comecei a rosnar com uma intensidade baixa, estava levemente nervoso com a situação. - " O que eu faço? Ele não está sozinho, consigo ouvir e sentir o cheiro de mais pessoas com ele... " - continuei refletindo enquanto rosnava na mesma intensidade, desviando o olhar para Elizabeth e Asuma junto com um casal de nativos. - " Pra piorar a situação aqui tem muitos civis... O Akira estava de guarda, provavelmente aconteceu alguma coisa com ele, eu preciso agir! " - não tinha mais tempo para pensar, eu precisava fazer alguma coisa e foi aí que eu olhei em volta e notei que havia uma janela na posição contrária de onde sentia o cheiro, nesse momento eu olhei para Asuma. - Você! Ainda tem a arma que eu te dei?! Pegue-a e tire todos daqui, leve-os para um local seguro e se escondam, use a arma para se defender se for preciso! Você me disse que sabe usar isso, né?! Ta aí a sua prova! Saiam! - disse de forma até que rude enquanto pontava o dedo para a janela, eu estava bastante preocupado e por isso não me preocupei em ser gentil, até porque eu não sou.

Logo em seguida eu sairia pela janela de forma furtiva e iria correndo até as árvores para ocultar minha presença. Uma vez que eu tivesse no breu das árvores, a minha visão não seria tão útil assim e por isso mais do que nunca eu confiei nos meus outros sentidos para me guiarem. Eu me locomoveria pelas árvores de forma furtiva até conseguir um ângulo bom para observar a situação. Se eu tivesse visto quantos estavam ali contra Akira ( 4 piratas ) iria notar uma pequena coisa. - " Kaio e mais três? Antes eles eram mais... No mínimo 10. Eu cheguei a nocautear 2, então está faltando pelo menos uns 3 ou 4 piratas... " - fiquei pensando enquanto observava a situação. Nesse momento eu tive outro foco, como eu tinha certeza que faltavam mais piratas, a minha primeira dedução é que eles estariam próximos e escondidos esperando para fazer alguma emboscada ou algo do gênero, então com o meu faro aguçado eu tentei sentir o cheiro de outras pessoas que não fossem os que eu já tinha farejado ao mesmo tempo que tentaria escutar alguma coisa, qualquer coisa. Se eu notasse que haviam piratas escondidos, ainda usando minha furtividade eu iria me locomover entre árvores e arbustos até o local onde estariam os piratas. Se eu fosse encontrando um de cada cada vez, sacaria minha katana e chegaria por trás de cada um deles e os fatiaria com força e finalizaria com um golpe poderoso com o cabo em suas cabeças, eu faria isso um por um. Se por acaso estivesse todos juntos no mesmo lugar, eu não poderia simplesmente aparecer por trás, pois assim que eu derrubasse um ou dois, os outros viriam pra cima de mim, então nesse caso eu subiria em uma árvore e iria passando de galho em galho de forma furtiva e me aproveitando do barulho do ambiente para me locomover sem chamar atenção, uma vez que eu tivesse bem em cima deles, como eu sabia que se eles tivessem concentrados, teriam tempo de reação para se defenderem por causa dessa droga de café, eu iria usar a mesma estratégia que eu usei com o pirata que roubei a arma, eu desamarraria a bainha da minha espada e jogaria um pouco para o lado afim de fazer um barulho e chamar a atenção deles e logo em seguida saltaria de onde eu estivesse e parando no meio deles com minha katana em mãos, daria um giro em 360º cortando todos ao mesmo tempo e usando minha aceleração me aproximaria de um por vez aplicando poderosos golpes nas cabeças para desacorda-los, e depois claro iria pegar a bainha de volta.

Se eu tivesse conseguido eliminar todos outros membros da tripulação de Kaio ou até mesmo se ao sentir o cheiro deles, notasse que estavam longe, eu daria total atenção a situação que estaria Akira. Eu sabia que por causa desse café que mais parecia um tipo de droga, fazer um ataque surpresa não seria o bastante, porque não importa o quão bom seja o meu movimento, nunca vai dar certo, eu precisaria de uma oportunidade perfeita. Eu ficaria no mato observando atentamente a situação e se por acaso Akira conseguisse distrair eles de alguma forma, eu aproveitaria as brechas e me aproximaria de forma rápida e furtiva por trás e teria como principal alvo os capangas que estivessem mais distraídos, seja falando alguma coisa ou algo do gênero, no momento em que eu conseguisse me aproximar por trás, eu passaria a minha espada com força para corta-lo profundamente e impedi-lo de lutar e no momento em que eu o cortasse, daria um poderoso chute no pirata machucado pra cima de outro que estivesse mais próximo e em seguida acompanharia para finalizar o outro pirata que provavelmente estaria distraído com o "corpo" indo em sua direção. Como era uma situação crítica, os meus golpes seriam sérios e ferozes. Claro que eu sempre ficaria atento a ataques a todo momento, e com minha alta perícia em bloqueio eu tentaria bloquear os golpes vindo em minha direção e aproveitaria para contra atacar, como eram todos boxeadores, precisariam estar bem perto de mim para me machucar, e uma vez que eu conseguisse bloquear um ataque, usando a minha outra mão livre eu contra-atacaria com minhas garras, juntando todos os meus dedos para perfurar a barriga do agressor. Como eu já tive uma péssima experiência em combate com esses piratas, eu já esperava que de alguma forma milagrosa eles poderiam se esquivar ou bloquear algum de meus ataques e assim contra-atacar, com isso em mente, sempre que eles se esquivassem para me contra-atacar, eu iria tentar resistir ao impacto do golpe, e mesmo sentindo dor eu seguraria o braço ou a perna do agressor e usando as minhas presas eu fincaria no membro que eu tivesse segurado, e assim poderia gerar uma brecha para mim mesmo, me aproveitando daquele momento de dor do oponente para corta-lo com minha espada usando toda a minha habilidade ou até mesmo o cortar com as minhas garras. Se em algum momento as minhas investidas dessem errado, eu tentaria usar minhas habilidades em bloqueio para aparar todos os golpes vindo em minha direção ao mesmo tempo que daria saltos para trás até uma moita ou árvore, onde poderia ocultar minha presença e pensar em uma forma melhor de abordagem.







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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptySab 08 Jun 2019, 21:19

In The Belly Of The Beast - Parte V

Eu havia sido ingênuo, ingênuo até demais. Eu havia proposto aquele sistema de turnos quase que contando com o fato de que Kaio não nos acharia tão cedo, contando que ele ficaria ocupado vasculhando o resto da ilha antes, e sequer me dei ao trabalho de me manter escondido! Eu sinceramente não sei o que se passou na minha cabeça pra ficar tão exposto, tão perto do pirata capturado, quase como se fosse um um alvo cintilante. Talvez eu não tivesse pensado na possibilidade de ser visto por causa da falta de café que estava a algum tempo? Talvez, mas naquele momento isso não me importava. O fato de eu não ter percebido o fedor de Kaio, por outro lado, me preocupava. Eu sei que meu olfato não era tão bom quanto o Tetsu, mas aquele pirata asqueroso exalava o misto de suor, fezes, sujeira e banana podre, pelo que o seu capanga havia descrito, e não ter percebido uma abominação dessas de perto era façanha e tanto, que mostrava ainda mais o quão desatento e despreocupado eu infelizmente estava. Até porque, sinceramente, aquele pirata ter me perturbado pra jogar algo com ele não era o suficiente para de forma isolada me distrair daquele jeito.

Lentamente meus sentidos iam retornando à normalidade conforme me recuperava daquele soco monstruoso do pirata. Eu esperava que ele desse socos fortes, mas uma simples olhada pelo ambiente me mostrava que aquilo era muito mais do que eu esperava, aquilo beirava ao insano - "Mas que diabos...?!" - Pensava comigo mesmo, incrédulo, tanto pela força como por eu ainda estar aparentemente inteiro. Tateando o local do golpe, a dor me inundava em pontadas, relevando que aquilo havia sido bem mais severo que um simples soco convencional de briga de rua. Por mais que eu tivesse tido sorte de não ter o maxilar deslocado ou quebrado por aquele impacto, não seria supresa nenhuma um hematoma ou inchaço na area, ainda mais sabendo que aquele havia sido o mesmo soco que também havia derrubado três pessoas e entortado uma árvore. Não havia chances de enfrentar um monstro daqueles, nem auto-intitulados oficiais da marinha haviam tido chances, quem diria um novato como eu? Se fosse apenas Kaio, nos poderíamos tentar ainda fazer algo, mas com os subordinados junto nossa chance era baixíssima.

Claro, quatro inimigos ainda eram melhor que dez, mas a quantidade não fazia muita diferença se todos tivessem aquela agilidade toda a ponto de nossos ataques não fazerem diferença. Mesmo com aquele poder absurdo, nos ainda teríamos chances de os derrubar com relativa facilidade se tivesse ido dado certo e atacássemos eles com abstinência, mas infelizmente não foi preciso nem de um minuto pra me mostrar que nem isso teria a remota chance de dar certo. Porque? Simples, porque Kaio deu um pouco de café para o pirata que havíamos capturado. Eu já esperava que ele tivesse um pouco mais, mas se ele havia dado um pouco de bom grado ao cara, isso só podia significar que ele ainda possuía uma quantidade significativa consigo. Não adiantaria esperar o café acabar contando com a quantidade dos outros se Kaio ainda tinha café pra dar e distribuir. Mais uma vez eu havia falhado, mesmo que fosse apenas com a suposição, fazendo a esperança se afastar cada vez mais do meu olhar.

"...Não, não, eu não posso me dar por vencido assim tão fácil, apenas por ter me descuidado!" - Eu dizia a mim mesmo, me fazendo me levantar. A batalha não estava acabada apenas pela força e emboscada do inimigo. Sim, minhas especulações e planos haviam dado errado, mas e dai? Isso não era motivo para desistir, até porque isso não daria resultado nenhum. Mesmo que eu tentasse fugir, Kaio ainda me perseguiria por antes, e isso apenas poria em risco o pessoal daquela aldeia, poria em risco Asuma e Elizabeth. Mesmo eu sendo mais fraco, fugir não era uma opção, especialmente porque ainda não havíamos tentado tudo. Sim, Kaio havia me achado; sim, Kaio havia me acertado; sim, Kaio havia tirado Travis e outros dois combatentes de combate, mas havia ainda uma pessoa que não havia dado as caras: Tetsu. O rapaz já havia se mostrado tendo ótimos sentidos, então era possível que houvesse acordado e percebido a presença do odor pútrido do criminoso, ao menos eu podia torcer que houvesse. Se eu tentasse o procurar e reagrupar, eu acabaria relevando sua posição a Kaio, o que tiraria a vantagem dele; naquele momento eu só podia confiar nele, assim como confiei na hora do interrogatório. Dessa vez, porém, seria bem mais que a veracidade uma encenação em risco.

Tentar enfrentar os piratas frente à frente não adiantaria de nada, mas isso não significava que eu não pudesse os enrolar, especialmente caso Tetsu houvesse começado a agir também. Asuma havia dito que eles ficavam distraídos quando começavam a falar, e pelo jeito que o interrogado de antes havia se vangloriado pelo poder do seu capitão, claramente havia um tópico de maior interesse entre eles, o que significava que mesmo sem saber quase nada sobre os mesmos, havia um jeito de os por pra falar. Claro, dialogar com um "monstro" hostil que havia acabado de entortar uma árvore não era fácil, e meu nervosismo ficava ainda maior sabendo que ele antes havia tentado me matar com sangue nos olhos, mas não havia outro jeito. Revisando o que falaria mentalmente pra evitar ao máximo gaguejar na hora, me levantaria, me apoiando em algo caso ainda estivesse um pouco tonto, e Dária um passo em direção a Kaio, erguendo minha voz - Maldito, de onde v-veio essa força toda?! Seu subordinado havia d-dito sobre dez horas de treino diárias, mas não tem ser humano normal que f-faça algo desse nivel apenas com isso!! - Diria, ainda gaguejando um pouco pelo nervosismo, esperando que ele achasse que fosse por medo. Por mais que meu questionamento fosse mais pra o fazer ele falar, se gabando tanto quanto seu subordinado havia o feito antes, ainda havia um fundo de verdade naquilo, uma vez que eu nunca havia visto alguém entortar uma árvore com um golpe, ainda mais um indireto.

Poucas pessoas deixariam de se vangloriar diante desse tipo de questionamento, mas o que mais me garantia era o fato de ele parecer bem convencido e faladeiro, pelo que haviam me dito dele. Se ele fosse minimamente parecido com seus subordinados, provavelmente ficaria ali por algum tempo fazendo um monólogo sobre como ele era O KAIO, enquanto os subordinados prestariam atenção no mesmo, mas eu sabia que isso não deixaria eles distraídos para sempre. Uma vez que ele terminasse de falar, independente do quanto ele falasse, tentaria rapidamente fazê-lo voltar a falar - Hunf, e o que diabos alguém como você está fazendo nessa ilha de fim de mundo?! Com essa força já deveria estar fazendo fama da Grand Line - Diria, mais uma vez me aproveitando de sua força como impulsionador de conversa. Mesmo eles sendo meio idiotas, sabia que insistir mais do que isso iria ficar um bocado suspeito, então nem tentaria trazer mais à tona o assunto, e ficaria apenas na esperança de o tempo que consegui ter sido o suficiente. Mesmo enquanto eles falavam, antes ou depois disso, eu ficaria sempre preparado para me esquivar de golpes desferidos contra mim com minha boa velocidade, tentando me jogar para o lado antes de dar uma cambalhota para me afastar.

Caso algum golpe desferido contra mim fosse mais rápido e/ou alto, tentaria curvar minha coluna para traz enquanto dobraria os joelhos, me curvando para o golpe passar por cima de mim, quanto então, ponto as mãos no chão em uma postura semelhante à de "ponte", jogaria os pés para cima e daria uma cambalhota para traz impulsionada com as mãos, para me afastar. Caso fosse alvo de múltiplos ataques, especialmente de mais de um pirata, me abaixaria em um movimento muito rápido e então daria um rolamento através de alguma abertura que tivesse. Caso eu percebesse alguma hora que me abaixar não adiantaria para a esquiva, dobraria os joelhos rapidamente para acumular energia potencial e então saltaria com toda a força, jogando também a parte de baixo do copo para cima, visando me deslocar para a área acima do ataque, antes de, se possível, usar alguma estrutura próxima como plataforma para outro salto, para me afastar dos piratas. Eu não pretendia atacar de imediato, mas se alguma hora percebesse que estava realmente sozinho ou visse uma oportunidade imperdível após uma esquiva, usaria minha técnica Silver Springs pra lançar shurikens contra Kaio e uma área ao seu redor, visando dificultar a esquiva, mas preparado pra jogar shurikens nas possíveis porém improváveis rotas de fuga, para garantir que ele seria atingido.
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptyQui 13 Jun 2019, 21:27


Partindo pra briga! A primeira caçada!



– C-certo... Elizabeth, vocês, venham comigo – Asuma de forma tremula enquanto acendia um cigarro entre seus dentes falava com certo medo de que algo acontecesse a eles, a arma que Tetsuya havia cedido mais cedo a ele estava no mesmo ambiente apoiado na parede da oca próximo a cama dele; todos os inocentes juntos pulavam a janela em uma fila indiana sendo puxada pelo Asuma, que ajudava as mulheres que estavam lá a pular tento assim minimizar o barulho provocado pelo contato com o chão. O mink logo após eles também pulava a janela seguindo em uma direção oposta a deles, enquanto Asuma e os outros seguiam direto para o norte, Tetsuya contornava a oca em meio a penumbra que tomava a floresta em que ele estava, seu objetivo era se posicionar em um lugar que pudesse ver melhor a situação e procurar outros piratas que estivessem pela floresta escondidos usando de seu olfato avantajado.

Enquanto isso, Akira que estava no campo de batalha levantando-se deduzindo tudo que conseguia com as informações que tinha acerca de seus oponentes. – O fracote já foi levada a nocaute?! O primeiro round apenas começou. – Inicialmente gritando, Kaio dizia tentando provocar Akira, havia sido um golpe forte e direto, porém comparado a força exercida contra Travis anteriormente, o golpe de Kaio não tinha sido o seu mais forte possível. Era então que Akira se recompunha do soco do pirata e começava a falar mesmo que de forma gaguejada. “Ele” havia pensado em um plano no momento em que se levantou, fazer eles falarem. – Essa força vem do meu treinamento como boxeador, todos meus amigos são tão fortes quanto eu. – Era dito pelo enorme Kaio enquanto colocava sua mão esquerda com sua enorme luva vermelha no ombro do pirata que estava antes amarrado. Todos os quatros começavam a sorrir demonstrando orgulho de fazerem parte daquele bando.

– Mas isso não interessa agora! Eu sei que foi você quem jogou aquela droga daquela banana em mim na praia! Você é um homem morto. – Se aproximando de Akira que estava a aproximados 6 metros de distância de Kaio após o soco e se distanciando do seu bando, lentamente o capitão pirata caminhava já com seus punhos fechados, quando de repente Akira começava agora a enaltecer o pirata. – O que está falando? Grand Line? Eu sei que sou forte mas precisamos de dinhe... – O pirata utilizando de um tom de voz diferente do seu habitual falava para Akira cortando sua frase no meio. – Não lhe interessa o que vamos fazer seu macaco inútil, você é um homem morto! – Retornando com seu tom ameaçador, Kaio dizia para o “jovem” enquanto retornava a caminhar em sua direção visando acabar com ele pelo que havia feito mais cedo na praia.

– Eu aposto 3 cafés que esse moleque morre com menos de 3 socos. – Um dos piratas dizia para o outro. – Você não confia mais no capitão?! Eu aposto 10 cafés que ele derrota esse me... – O outro respondia com tom de ignorância para seu companheiro tendo sua frase interrompida pelo Tetsuya que o cortava diretamente nas suas costas que estavam expostas devido à falta de roupa. O mink havia chegado exatamente na hora, a brecha que ele estava procurando havia sido encontrada; logo após ele contornar a oca e percorrer a mata em busca de outros piratas que estivessem escondido usando de seus sentidos aguçados, ele não havia tido sucesso já que não havia ninguém naquele ambiente além de corujas e morcegos nas arvores, ele havia então se posicionado próximo ao local para assistir e encontrar uma brecha para agir, e lá estava. Asuma havia toda razão, eles estavam drogados com o café que ingerem, seus sentidos ficavam quase inumanos e ataques diretos serão sempre evitados. Era como se o café fortalecesse sua atenção em uma única coisa, realizar mais de uma ação para eles é algo impossível, ou eles falavam ou eles ficam alertas.

Tetsuya então logo após seu ataque bem sucedido em seguida realizava a espécie de um chute contra o pirata acertado, o corte havia sido realizado nas costas dele provocando enorme estrago jorrando sague contra o rosto do mink e ensanguentando sua catana na área que havia entrado dentro dele. O chute tinha o intuito de jogar o ferido contra o outro para conseguir casar outro ataque em sua ação, que no caso também dava certo; o outro pirata tendo seu companheiro jogado contra ele tentava o segurar deixando seu peito exposto para o humanoide que aproveitando da situação, realizava um corte na horizontal pegando o início do braço esquerdo dele e terminado um pouco antes do começo do outro braço fazendo com que ele tentasse recuar para trás e caísse direto ao chão junto de seu companheiro sem pode fazer nada devido ao ferimento, devido a situação o ulimo golpe de Tetsu não havia sido muito profundo, mas junto ao impacto do corpo do pirata jogado contra ele era quase impossível que ele levantasse e continuasse lutando.

– Desgraçado! – O pirata que mais cedo havia sido amarrado pelos futuros caçadores dizia enquanto corria na direção de Tetsuya que estava com sua lamina agora toda ensanguentada junto a partes dos seus pelos. – Que diabos é você?! – Kaio dizia alegando nãos saber quem era o mink que havia derrotado dois de seus piratas. Era então que Akira também encontrava sua brecha, Kaio estava com seu pescoço virado para trás e seu tórax definido meio torcido, era então que a garota disfarçada aproveitava para usas sua técnica contra o enorme pirata que estava pouco menos de 2 metros de distância dele. Como ele era o único oponente que o jovem teria que enfrentar aparentemente, suas 6 laminas eram jogadas então contra o enorme lutador tendo sucesso em todas devido à proximidade com ele e o enorme espaço que Akira tinha a sua disposição. – Aah! Seu inseto! – Retornando sua atenção agora ao “garoto”, Kaio se esvaindo em sangue embora nenhuma das laminas houvesse perfurado muito tendo algumas devido a rigidez do corpo do pirata apenas machucando e não cortando, realizava um soco direto contra Akira, que era facilmente esquivado com um salto para trás que colocava agora a 3 metros e meio de distância do pirata.

Enquanto Akira realizava seu golpe bem sucedido contra o enorme o anarquista, Tetsuya estava confrontando o outro pirata. O homem de nome desconhecido realizava um soco direto como se fosse uma estocada na região do peito do mink, que não demonstrava dificuldade em defender com sua espada. Era então que o Tetsuya aproveitava de sua mão esquerda que estava livre para executar uma perfuração no abdômen do pirata com quem lutava que com um salto para trás se esquivava da perfuração. De imediato, o mesmo seguia em direção ao humanoide novamente visando um soco direto na mandíbula, tendo sucesso no golpe que havia sido permitido pelo mink. Aparentemente aquela luva não era apenas de espuma, ao contrário da do Kaio que Akira havia sentido, a do campanga parecia apresentar algum metal dentro para fortificar o soco, fazendo com que o Tetsu tivesse seu rosto ferido arremessado para a direita. Tentando ao máximo resistir, o mink respondia o golpe agarrando o braço do pirata com sua mão direita e então a mordendo com suas presas afiadas, o agarrão havia sido realizado não muito depois do soco, na brecha perfeita.

Agora bastava Tetsuya finalizar o homem com um corte. – Mas que desgraça... – Novamente tinha sua frase cortada (literalmente) pelo mink que havia o soltado depois de morder e executado um corte na horizontal na barriga dele demonstrando estar fortemente ferido. Não só o sangue do pirata que ele havia mordido escorria de suas presas, mas também o seu sangue que escorria do golpe realizado contra ele pelo pirata, Tetsuya se encontra meio tonto devido ao soco, talvez fosse melhor ele se afastar no momento e se recompor do ataque, havia sido um impacto direto com um pedaço de metal rígido que de certa forma era duvidoso de como ele havia resistido aquilo, talvez aquele não fosse o mais forte pirata do bando, mas foi o que feriu mais ele. Enquanto isso a exatos 12 metros de distância estava Kaio e Akira combatendo. Akira aparentava facilidade em evitar o primeiro soco do Kaio, porém o boxeador agora ia com tudo para cima dele em uma velocidade sureal, acertando um jogo de corpo o arremessando contra os corpos de Travis e seus companheiros. Os corpos de certa forma atordoaram o impacto, Akira não sentiu dor alguma, apenas um empurrão que o colocou em uma posição melhor de certa forma. Agora era a hora de Akira e Tetsuya acabarem com Kaio que estavam meio machucado devido ao ataque de Akira.



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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptyDom 16 Jun 2019, 20:36


A pior coisa que poderia acontecer, aconteceu. Todos foram pegos de surpresa quando Kaio apareceu na tribo pela noite e começou um tipo de ataque, apesar de eu não ter acordado no momento, o cheiro insuportável daquele homem interrompeu o meu sono e isso me deixou nervoso em muitos sentidos, mas o principal era a sensação de ser pego desprevinido, aquilo não era do meu feitio, mas aconteceu. Claramente alterado eu mandei Asuma levar todos que podia pra longe dali e logo em seguida resolvi agir, pois Akira estava sozinho lidado com a situação. - " Aguente firma, Akira! Estou a caminho! " - foi a única coisa que passou pela minha cabeça naquele momento. Uma vez que eu havia ocultado a minha presença, cuidadosamente me locomovi pelo breu nas moitas procurando algum ângulo favoravel para me situar, mas claro, a minha prioridade havia sido procurar por outros inimigos, o que por sorte ou azar, estavam distantes. Quando eu finalmente encontrei uma posição favorável, fiquei ali apenas observando atenciosamente.

- " São apenas eles quatro, mas eu não posso simplesmente entrar sem uma estratégia. Independente de eu chegar agora ou não, o fato é que ainda estaríamos em desvantagem... Preciso agir de maneira inteligente... " - fiquei refletindo enquanto observava aqueles idiotas falando um monte de merda, mas para a minha sorte a oportunidade bateu na minha porta e no momento que eu tive a chance não hesitei em sair do mato e de forma furtiva e mortal consegui derrubar dois dos três piratas que estavam com a guarda baixa. - Idiotas! Nem pra vilões vocês prestam! - disse de forma confiante beirando a arrogância enquanto pisei no corpo de um deles, mas eu não podia relaxar porque ainda faltava um. O fato de eu ter derrubado os dois primeiros com certa facilidade foi porque infelizmente o inutil do Asuma tinha razão na sua teoria, mas esse último não seria tão fácil porque estava totalmente focado em mim. - Cai dentro, filhote de cruz-credo! - disse de maneira confiante e provocativa enquanto manti minha minha postura ofensiva e fui para o confronto, chegando a trocar alguns golpes com ele. - " Esse maldito é rápido! " - pensei enquanto tentei uma perfuração, mas logo em seguida ele desviou e me contra-atacou com um poderoso soco que eu senti de verdade, chegando gemer de dor. - MALDITO! - gritei enquanto agarrei o seu braço. Naquele momento eu nem podia descrever a dor que senti, parecia que ele estava usando alguma coisa dentro daquela luva, eu não sabia o que era, mas aquilo doeu. De alguma forma que eu não entendi, consegui resistir aquela dor quase insuportável e num momento único eu o mordi e contra-ataquei com minha lâmina, conseguindo enfim o derrubar. No momento em que eu ganhei o confronto, senti meu corpo bastante pesado e era como se eu fosse cair a qualquer momento e isso me forçou a fincar a lâmina da minha espada no chão para usar como apoio por um breve momento, levando minha mão até a cabeça. - " Mas que droga... Mal estou conseguindo ficar de pé... " - pensei enquanto tentava me manter de pé e claro, tentava observar Kaio, o vendo um pouco "borrado" por estar tonto.

Eu não estava em condições ir pra cima naquele momento e também seria bem provável que se ele viesse até mim, não teria chance de me defender, naquele breve momento eu dependia única e exclusivamente do Akira. Mas infelizmente a vida não é um mar de rosas e eu sou uma criatura teimosa, admito. Mesmo sem condições alguma de lutar, eu não podia simplesmente me esconder e deixar Kaio contra Akira, eu sabia que aquele pirata era forte e por isso fiz o inimaginável: escolhi confiar em Akira. - Ei fedorento! - disse com o tom de voz alto e claro para chamar a atenção de Kaio. - Eu espero que você seja mais forte que esses seus amiguinhos, porque sinceramente... Estou decepcionado! Como são fracos e ridículos! - disse com um sorrisinho sínico no rosto enquanto tentava manter a pose, e principalmente me manter de pé. Eu não estava louco, eu sabia que eles eram fortes, mas o meu plano naquele momento era irrita-lo, mesmo que isso me custasse muito sangue. - Você não me parece ser muito forte, cabeça redonda. Acho que esses inúteis aqui no chão são mais fortes que você, mas tem uma coisa que você ganha deles... Meu amigo, como você fede! Vem cá, sua mãe te dava banho com fezes?! Porque eu vou te contar... QUE CHEIRO HORRÍVEL! - o sangue que escorria de minha boca estava começando a acumular e eu o cuspi no corpo do pirata que estava ao meu lado. - Porque você não deixa esse menino indefeso ai e vem pegar alguém do seu tamanho? Pela sua cara parece que ta com medo, afinal eu já derrubei três... Patético! - naquele momento eu já imaginava que ele poderia ficar bem irritado e vir pra cima de mim, e mesmo sabendo que minhas chances de defesa eram mínimas, eu tentaria colocar minha katana na frente para aparar o golpe dele. A minha intenção não seria lutar contra ele, e sim abrir uma brecha para Akira. Eu priorizaria o meu bloqueio, e principalmente protegeria a minha cabeça para não levar nenhum tipo de dano mais sério e claro, me manter acordado. Eu tentaria ficar acordado o máximo possível usando toda a minha força de vontade, o que não era pouca. Se em algum momento eu percebesse que Akira o atacaria e visse uma brecha para combar, eu não hesitaria em faze-lo. Usando toda a minha concentração eu tentaria focar no lado oposto que meu aliado estaria atacando, e isso forçaria Kaio a se defender pelos dois lados, eu priorizaria cortes horizontais e diagonais pelo centro do corpo do oponente.

Se Kaio notasse que eu não estava em condições de lutar e por isso me ignorasse, eu tentaria me recuperar o máximo possivel, fechando os olhos e me concentrando, os abrindo de tempos em tempos para ver se não estava mais tonto, e se em algum momento eu notasse alguma melhora que me permitisse lutar, eu avançaria de forma furtiva sempre procurando estar atrás de Kaio e tentaria surpreende-lo com cortes fortes e precisos em suas costas, sempre buscando atacar do lado oposto onde estaria Akira.







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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 4 EmptySeg 17 Jun 2019, 12:39

Anarchy For Sale - Parte I

Eu não era uma pessoa que me deixava levar muito, mas, sinceramente, não tinha como não abrir um enorme sorriso ao ver Tatsu surgindo da floresta, pronto para dar cabo nos piratas. Não que aquilo fosse um resgate ou algo do gênero, claro, nem ele conseguiria cuidar da situação estando sozinho, mas como era eu que estava em perigo imediato ali, eu relevava. Antes de qualquer coisa, porém, não podia deixar de me admirar com a proficiência com que Tetsu derrubava aqueles piratas. Eu não havia tido boas chances de medir as habilidades dele antes, mas o fato de ele conseguir derrotar em um instante três daqueles piratas que haviam me parecido fortes me dava uma boa noção. Eu não sabia se eu conseguiria fazer algo daquele gênero, mas sabia que com aquelas Shurikens era difícil graças ao tamanho diminuto das lâminas, o que me fazia pensar se não teria sido mais sábio ter comprado uma arma corpo a corpo também com aquele vendedor - "Acho que preciso juntar dinheiro pra comprar alguma arma mais imponente..." - Infelizmente não adiantava chorar pelo leite derramado, e eu teria que me virar com aquelas shurikens. Por mais que armas como a katana do meu aliado fossem mais destrutivas, eu ainda tinha a vantagem de conseguir atacar Kaio de uma distância segura, longe daqueles punhos, e disso eu não deveria reclama. Aquela demonstração de força por parte de Tetsu, por mais que tenha sido desnorteado ao final, era tambem mais um ponto a favor: Ele era forte e podia cuidar da ofensiva prioritária, e minhas shurikens eram ótimas para manter Kaio sob controle em meio às suas esquiva, abrindo brechas ao rapaz. Mas, claro, isso ainda não superava a vantagem da distância. Mais do que me permitir evitar aqueles punhos, na verdade, poder atacar a distância me permitia evitar o corpo dele. Pelo que seu capanga havia dito, Kaio era o cúmulo da nojeira, e ter um contato maior com ele não seria uma experiência nem um pouco agradável. Se algo assim acontecesse eu praticamente seria obrigado a tomar um banho o quando antes, e isso eu preferia evitar a todo custo.

Ideias e raciocínios como esses circulavam minha cabeça em uma grande velocidade conforme meus olhos iam de um lado para o outro analisando o combate, mas ainda havia um problema: Não adiantava nada se o pirata terminasse de me eliminar antes que Tetsu se recuperasse, ou desse cabo dele aproveitando que ele estava com problemas pelo golpe na cabeça. Kaio já havia mostrado ter uma força avassaladora com seus socos, por mais que aquele último não houvesse machucado muito, talvez graças ao fato de eu ter rapidamente me deslocado pra trás pra aumentar o tempo de choque do soco, mas subestimar aqueles golpes não seria uma boa ideia. Se ele pegasse um golpe direto e com tudo contra um de nós, especialmente contra meu aliado parcialmente indefeso, nossas chances de vitória cairiam consideravelmente, e perder ali não era uma opção, onde no melhor dos casos teríamos problemas quanto a nossa integridade física. Aquela era a hora de agir, para impedir que a situação piorasse. Conforme me levantava, ouvia os insultos proferidos por Tetsu, que me faziam perceber que não era difícil saber o que meu aliado planejava. Ele obviamente não estava em condições de trocar golpes naquele momento, e eu me recusava a acreditar que alguém inteligente como ele, por mais que fosse teimoso, insistiria em lutar desnorteado; isso só podia significar que ele estava tentando abrir uma brecha pra mim, assim como eu fiz antes ao manter ao atenção dos piratas em mim. Mesmo um bocado incomodado com ter sido chamado de "indefeso" por alguém naquele estado, me manteria atento ao pirata pra agir conforme o que ele decidisse fazer.

Caso Kaio se mantivesse ainda assim investindo contra mim, me manteria na frente da árvore preparado esperando ele se aproximar enquanto pegaria algumas shurikens, pronto para me esquivar ao final saltando pra cima e usando a árvore como apoio para um segundo salto, para trás dele. Fora o fato de que ele provavelmente acertaria a madeira rígida com seu ataque, eu também aproveitaria esse momento para lançar as shurikens da minha mão esquerda nele, esperando o acertar ou o fazer perder tempo. Após o salto, correria tangenciando o ponto onde Tetsu estava, esperando ele vir atrás para que eu pudesse lhe atacar novamente enquanto investisse contra mim. Eu lançaria uma shuriken contra seu lado direto, que ele facilmente poderia esquivar para a esquerda, mas lançando uma pela sua esquerda com um milissegundo de intervalo, para o acertar no meio da esquiva que eu estava induzindo ele a fazer. Caso ele derrubasse a arvore e eu não tivesse velocidade para fugir dela pela frente, correria em diagonal pra sair da sua zona de queda. Acertando ou não os ataques, me manteria correndo para que ele perdesse tempo me perseguindo enquanto Tetsu se recuperasse, preparado para me esquivar jogando o corpo pelos lados ou novamente com saltos usando estruturas como apoio.

Caso ele fosse contra Tetsu graças aos insultos, seria um passe livre pra atacar. Sacaria shurikens com ambas as mãos e aproveitaria sua distração para correr contra ele. Em vez de simplesmente arremessar as lâminas, eu correria abaixado para dar uma voadora contra ele, visando suas costas mas correndo em uma linha que fisesse ele não ficar entre mim e Tetsu, contando com o aparente foco único do pirata. Caso desse certo, meu pé atingiria suas costas com bastanfe força, enquanto eu aproveitaria o momento para dobrar levemente meu joelho, como um amortecedor. Tendo atingido suas costas, ele provavelmente estaria desestabilizado pelo impacto e eu estaria em seu ponto cego, então em seguida aproveitaria para tentar usar suas costas como plataforma para um salto pra trás, me impulsionando e fazendo meu movimento o acertar como um forte empurrão enquanto eu saltava. Dessa vez sim eu arremessaria shurikens nele enquanto eu estivesse no ar e ele possivelmente caindo. Caso ele se esquivasse da voadora, porém, eu estaria preparado pra tomar vantagem desse movimento também. Nesse caso, eu dispararia minhas shurikens de cada mão para minhas laterais em um movimento de arco horizontal mirando um pouco pata traz, com o objetivo de fazer as shurikens fossem contra meu movimento e atingissem Kaio independente de pra qual lado ele houvesse se esquivando. Caso ele houvesse saltado, porém eu tentaria aproveitar o tempo de queda dele para, assim que meu pé tocasse o chão, dobrar os joelhos para fazer minha perna funcionar como um amortecedor e me estabilizar rápido, quando então sacaria mais shurikens para jogar contra ele. Após isso, ficaria entre ele e Tetsu preparado para jogar mais shurikens enquanto Tetsu terminava de se recuperar - E ai, está melhor? Perguntaria a ele, rapidamente me virando para trás caso Kaio "permitisse" a brecha - Eu não acho que consigo segurar ele sozinho por muito mais tempo - Constataria, esperando ansioso pela sua recuperação.

Caso Kaio conseguisse se aproximar de mim sem que eu esperasse, ou caso percebesse que não teria tempo de fazer a esquiva que pretendia, rapidamente agaixaria me aproveitando da força da gravidade para me abaixar rápido e evitar o provável soco, quando então tentaria dar um rolamento para o lado e rapidamente me levantar para me impulsionar pra longe do pirata. Caso houvesse a oportunidade, porém, tentaria aproveitar a chance pra acertar seu cotovelo esticado com um soco ou chute, tentando ferir a junta de seu braço e tornar pra ele mais difícil dar aqueles socos absurdos, e após isso faria o rolamento. Caso eu fosse atingido em qualquer momento por um ataque de Kaio tentaria impulsionar meu corpo em uma direção à favor do golpe, possivelmente para trás contra um soco frontal, para fazer o momento do impacto ser o mais longo possível, para fazer a força de dispersar graças ao momentum e servir mais pra me projetar em uma direção do que me causar ferimentos sérios. Tendo sucesso, tentaria aterrissar de forma segura para não acabar como Travis, e então voltar à defensiva.
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