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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 II - Armas Químicas & Poemas

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MensagemAssunto: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptyQua 08 Maio 2019, 13:07

Relembrando a primeira mensagem :

II - Armas Químicas & Poemas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Natasha Romanov Natreyeva. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptyQui 25 Jul 2019, 09:05


#02


A Agente em Treinamento não havia gostado nenhum um pouco de ser remanejada para uma nova missão, missão essa que a mulher acreditava ser muitas vezes inferior em comparação a anterior, no entanto, mesmo que em seu íntimo a insatisfação amaldiçoasse os quatro ventos, por fora manteve a postura, assim como esperado de um Agente do Governo Mundial. As coisas pareciam se encaminhar com pressa, não haviam tempo a perder, ainda mais quando um representante de uma família nobre ficava no encalço de todos para que realizassem o serviço a seu gosto. Linda tomou conta da traseira da carroça, Shishio a frente, enquanto Senku e Yuzuhira cuidavam de uma lateral cada. Por todo o percurso os ali presentes chamavam a atenção, até porque os cidadãos de Micqueot não sabiam exatamente do que se tratava, apenas de que algo fora do comum estava acontecendo e por esse motivo - e o fato do carroceiro e o representante gritarem a todo instante -, abria-se passagem para que o grupo avançasse até o porto.

Linda esteve sempre muito atenta a movimentos estranhos no caminho, se apegou a cada detalhe, cada olhar estranho, mas tudo parecia calmo como deveria ser. Quando o representante lançou um olhar temerário sobre o ruivo e a pequena garota eles souberam exatamente o que fazer, num impulso se encaminharam para trás da carroça a imediatamente começaram a descarregar os incontáveis litros de vinho. Senku ao passar por Linda lhe lançou uma piscadela, talvez tentando encanta-la e ser um exímio galanteador — Pode deixar que eu carrego as caixas por você, milady — proferiu o garoto tomando a frente de Linda no serviço. Ao longe podia ver Shishio e o nobre trocarem palavras entre si, o semblante da dupla era um tanto quanto fúnebre, como se uma notícia ruim acabasse de chegar. Logo separaram-se e cada qual seguiu seu caminho, o nobre subiu no navio aos gritos contra o pobres serviçais e Shishio aproximou-se para auxiliar na descarga. Manteve silêncio e nem mesmo trocou olhares com seus subordinados.

Demorou cerca de 35 de minutos até que todas as garrafas do derivado da uva estivessem devidamente alocados no convés da embarcação. — Vamos embarcar, não baixem a guarda em nenhum momento — avisou o líder da operação. O transporte não demorou a chegar em alto mar, aos poucos o Micqueot ia se distanciando mais e mais, detalhes esses que eles não tinham tempo para observar. — Shishio-san, quais são as ordens? —  perguntou de forma quase inaudível a menina que até então não tinha dito uma palavra sequer —  A partir daqui estamos oficialmente em missão. Como já sabem, nosso dever é escoltar a carga em segurança até Lvneel, a partir de lá os próprios seguranças do nobre tomarão conta de seu transporte, porém é nosso dever capturar qualquer pirata que se colocar no caminho. Tomem posições e relatem qualquer coisa entranha.

Cada qual correu para um canto, exceto pelo garoto de cabelos alaranjados que ainda parecia interessado em Linda — Você deve estar nervosa de participar de uma missão como essa, mas não precisa se preocupar com exatamente nada, eu vou te proteger de qualquer pirata grotesco que aparecer — Soltou um grande sorriso branco, mal sabia ele com quem estava mexendo — Qualquer coisa grite por mim, Senku, tudo bem?

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptyDom 28 Jul 2019, 17:40

O transporte do vinho foi tranquilo, se houver algum ataque ele talvez ocorra no mar, o que deixa as coisas um pouco mais complicadas, lutar em alto mar sempre me pareceu algo mais complicado. Chegando no local de desembarque o representando olhou para os outros 2 agentes que começaram a descarregar as coisas para o navio, como não houve um sinal para mim, eu me mantive protegendo a carroça, o comentário do ruivo só me me fez ficar mais indiferente quanto a ele então simplesmente o ignorei. “Cara chato…” Minha ronda no local se resumiu ficar andando pelo local sempre me mantendo a uns 10 metros da carroça, olhava tudo que havia, armazéns, pessoas o mar sempre de olho em quem quer que estivesse com segundas intenções ali.

Uma coisa me chamou a atenção, Shishiu e o representante do nobre pareceram ficar conversando, e o semblante deles foi mudando para algo que parecia ser um problema. “Não to gostando disso…” segui minha ronda enquanto Shishiu começou a ajudar a descarregar a carroça. Após o vinho estar descarregado todos foram pro navio e Shishiu passou as ordens. “Achei que a missão já havia começado na cidade…” Pensava comigo mesmo enquanto ouvia as ordens e então começava a andar pelo deck sempre de olho nos navios que estivessem à nossa volta. Novamente o ruivo veio me encher o saco “CARA CHATO… ele acha que eu sou fraca porque?” - Vai trabalha cara, não enche meu saco… - Virava e ignorava o que mais ele falasse e seguia minha ronda.

MInha ronda pelo deck constava em dar 2 voltas parando por um momento olhando o que estava acontecendo na minha volta tanto no mar quando no deck do navio, observaria como quem estava ali trabalhando estava agindo, pois podia haver alguém infiltrado,iria parar umas 5 vezes por volta. Após dar estas voltas entraria dentro do navio e observaria tudo que estava acontecendo, evitaria entrar em aposentos onde os funcionários durmam caso eles fossem separados, mas passaria pelas portas para mostrar que estou de olho em tudo que estiver acontecendo. Após a ronda pela parte interna do navio voltaria para o deck e assim ficaria revezando entre uma ronda do lado de fora e uma do lado de dentro do navio até chegarmos ao nosso objetivo.
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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptyQui 01 Ago 2019, 15:29


#03


Parecia tudo tranquilo. O vento soprava forte e empurrava o barco que cortava a água salina do mar em alta velocidade. No convés estava tudo certo, nada de incomum ou que chamasse a atenção, se as coisas continuassem naquele ritmo, a equipe do Governo não teria mais trabalho além de aturar a personalidade irritadiça do representante. No entanto, a calmaria não enganava Linda, a mulher não baixava a guarda um único segundo, a todo instante colocava-se em movimento e seus olhos afiados não deixavam passar nenhum movimento suspeito e essa sua ação até mesmo deixava alguns dos presentes incomodados. O empenho da Paumgartten não era compartilhado pelo restante do time, Senku, o pervertido, parecia estar mais interessado em jogar conversa fora com os homens em serviço, Yuzuhira parecia um pouco perdida como se não soubesse onde colocar as mãos, não seria de todo errado deduzir que aquela era sua primeira missão, ou pelo menos, sua grande primeira missão.

Shishio mantinha-se sério, não esboçava nem um sorriso em seus lábios sempre selados numa seriedade sem fim.  O nobre de cartola estava impaciente, roia as unhas da destra e caminhava de uma ponta a outra com a cabeça cabisbaixa, ao mesmo tempo em que resmungava alguma coisa que ninguém conseguia entender. Todos pareciam ocupados - alguns nem tanto - e assim acabaram por deixar passar um grande detalhe: uma embarcação de longe os perseguia, ainda estava distante mas ainda sim, não era algo a ser ignorado.

Linda, de primeira momento, pareceu ser a única pessoa a olhar com estranheza para aquilo e os demais se o tiverem visto, com certeza o ignoraram.  — Você parece estar levando bem a sério nossa missão, fico feliz por mais alguém ter notado além de mim  — disse Shishio ao se aproximar sorrateiramente da garota — Quero ouvir sua opinião? O que faria se estivesse no posto de liderança?

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptyTer 06 Ago 2019, 20:29

A viagem estava totalmente tranquila e para, mas como não era uma viagem de passeio eu continuei preparada como se a qualquer momento algo fosse acontecer, tirando Shishiu o resto parecia estar tirando férias. O cara que não saia da minha volta parece que entendeu o recado e não me incomodou mais, mas não entendeu que não estamos em uma brincadeira. Mas mesmo com a maior parte das pessoas nesse clima de férias num cruzeiro de luxo, o clima entre os líderes parecia diferente, o representando do nobre não parou por um minuto, e isso somente me preocupou mais ainda, depois de aprender sobre psicologia e testemunhar o que testemunhei, a única coisa que passava pela minha cabeça é que era certo que algum problema iria acontecer durante essa viagem, a questão era quando isso irá acontecer? “Odeio ficar no escuro assim, ainda mais com essa gente achando que ta de férias, do ponto de vista estratégico isso aqui é um prato cheio pra gente ser dizimado por qualquer um com o mínimo de noção estratégica.”

Shishiu se aproximou de mim e comentou sobre o navio que estava se aproximando, aparentemente somente nós dois havíamos notado sua aproximação estranha, afinal o resto estava de “férias” ali. Sua indagação me deixou curiosa, ele era pra ser o lider e tomar a decisão ali, mas aquilo também podia ser um teste, então com uma expressão de curiosa e pensativa eu comecei a matutar o que que podíamos fazer com as informações que eu tinha. - Humm. - Olhava em volta de braços cruzados, analisando o que tinhamos de pessoas que poderiam lutar caso a minha suspeita de que o navio provavelmente era um navio pirata se concretizasse. Primeiro eles precisam estar preparados, mas um alarde naquele momento talvez fosse ruim, algo mais sorrateiro talvez fosse algo a se pensar, se os agentes começarem às agir de forma mais agitada sem passar informação alguma, talvez o resto da tripulação fique curiosa ou preocupada, e de certa forma fique mais alerta. Os agente precisam entender que não podem relaxar durante uma missão, então talvez Shishiu devesse dar um puxão de orelha neles e os deixa preocupados, acredito que talvez essa seja a melhor ideia, se nada acontecer Shishiu depois pode dizer que foi um aprendizado para eles, que da próxima vez eles devem prestar mais atenção durante uma missão para não serem enganados tão facilmente.

- Bem… analisando o que eu sei, o que exclui aquela conversa que você e o nobre tiveram e que pareceu deixar voces alarmados, primeiro eu acho que todo mundo no navio devia ficar um pouco mais alerta, mas sem causar algum alarde. - Dava uma breve pausa olhando em volta. - A tripulação não precisa ser incentivada por nós, eles naturalmente vão ficar mais alertas se todos agentes começarem a agir da mesma forma, estando mais alerta e tal, ae caso esse navio que se aproxima realmente for um problema eles não vão estar minimamente preparados, mas não podemos fazer alarde, se não pode vira um pânico entre alguns e isso não seria algo a nosso favor. - Mais uma breve pausa e olhava para os meus 2 colegas agentes. - Esses 2 precisam entender que quando eles estão em missão não pode relaxar, então eles podem ficar alarmados, eu diria que no caso deles, você deve dizer que o navio é inimigo e o ataque é iminente, mas não é para eles se apavorarem ou falar com o resto da tripulação, só começaram a patrulhar o navio de forma séria, até para tentar enganar nosso possível inimigo, e ele achar não temos suspeita nenhuma. E caso no final não de nada, só diz que foi uma lição pra eles aprenderem a ficar mais alerta durante uma missão e não serem enganados tão facilmente. - Cruzava os braços e pensava por mais uns segundos e falava. - Bom, estamos num navio deve ter uma luneta para observar aquele navio a longa distância, o capitão ou o navegador devem saber responder sobre isso, com ela conseguimos uma boa informação sobre aquela embarcação, se não conseguirmos por causa da distância, é só seguir observando, mas acho que seria importante os outros 2 agentes ficarem mais focados e menos relaxados. Eu acredito que esta seria a melhor decisão a se tomar senhor!. - Terminava minha longa fala olhando, para Shishiu e esperando sua resposta, estaria pronta para quaquer ordem que ele me passe.
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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptyQui 08 Ago 2019, 18:22


#04


Por mais que a aproximação daquele navio fosse estranha nada poderia afirmar com certeza de que se tratava do grupo de piratas, no entanto, quando se lida com pessoas importantes como nobres - e seus representantes - todo cuidado era pouco. Shishio escutou atentamente a perspectiva que Linda tinha da situação, parecia acompanhar o raciocínio e entendê-lo, no entanto não comentou nada acerca das palavras que recebeu. A única reação que permitiu escapar foi um delineado sorriso se estender entre os lábios, ainda sim, de maneira muito tímida — Entendo, não é um mau plano — a destra estendeu-se até o rosto e com o dedo médio ajeitou os óculos que lhes escorregaram à face — Felizmente já estamos chegando em Lvneel e nada disso será necessário, vamos preparar a descarga do vinho, mas mantenha-se focada, vamos precisar dessa sua habilidade  — dando as costas para a mulher, o líder de toda a operação voltou sua atenção para os demais subordinados - o inconveniente Shishio e a inexperiente Yuzuriha - suas palavras ríspidas soaram as ordens de despejo do vinho e ao horizonte já era possível ver o porto de Lvneel.

Mesmo daquela distância era notável uma comoção acontecendo a beira da ilha próxima, não poderia-se determinar o que estava causando, entretanto com o fluxo de pessoas ali dificultaria o descarregar dos vinhos — Senhor, há algo acontecendo no porto. O que devemos fazer? — questionou Yuzuriha demonstrando grande preocupação e nervosismo, o representando nobre colocava-se a frente de todos e, de forma primitiva, atentava-se em infernizar até os pobres serviçais que apenas trabalhavam na embarcação — Vamos logo seus incompetentes, farei questão de relatar o quanto vocês não prestam para lamber o chão por onde piso, vermes, tsc — claramente irritadiço o homem balbuciava ofensas a qualquer um que cruzasse seu caminho, sem mais nem menos.

O barco finalmente atracou, as pessoas ali presentes pareciam estar acuadas, com medo; O motivo disso estava por trás daquele denso acúmulo de indivíduos que em sua totalidade se tratavam de mercadores locais, peixeiros e pescadores. Uma voz rouca soou através dos corpos, seguiu-se um risada ressonante e com um tanto de dificuldade em proferir com clareza as palavras — Eu estava esperando por vocês, — um enorme corpo emergiu, sua pele bronzeada era contornada por pelos, a mão tomava para si um enorme taco de madeira, envolto por seus dedos ossudos - uma arma atípica e também rustica - sua face era igualmente bruta, uma barba rala a se fazer, um dos olhos era maior que o outro e em cima de sua cabeça careca, repousava um chapéuzinho rubro — Serei breve: podem me entregar o vinho e o nobre,  — apontou o longo indicador para o homem — e permitirei que vocês vivam. Se não, serei obrigado a terminar com a vida de vocês aqui e agora.  — Riu vagarosamente como se encontrasse diversão em tudo aqui  — Em todo caso permitirei saber meu nome, uma honra à vocês, é verdade. Contemplem o grande Joubu. 


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[Joubu] Pirata ~ #F66E58[/spoiler]

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptyTer 17 Set 2019, 20:47

De forma decepcionante o navio chegou a Lvneel e no final tudo que eu havia pensado foi irrelevante, ou pelo menos quase tudo, Shishiu ainda assim deu um esporro nos outros 2 agentes inúteis. “Então tá né, apesar de uma missão calma ser algo bom foi meio sem graça, ainda mais com esse representante de nobre enchendo o saco.” Neste momento algo me chamou a atenção, aparentemente no porto algo estava acontecendo e talvez isso fosse nos causar problemas, mas era para isso que estávamos ali, para resolver esses problemas. O representante do nobre mais uma vez deixava seu ego vazar mais do que devia, afinal ele era somente um representante e não um nobre de verdade. “Que vontade de da umas porrada nesse cara.”

Quando o navio atracou a comoção se revelou para nós, um pirata qualquer estava querendo o vinho e nobre. “Nós não temos um nobre nesse navio, ele é burro ou mal informado será?”, era isso que eu ia falar para o cara que me parecia mais um brutamontes sem cérebro com ego grande tipo o representante do nobre. Tomaria a iniciativa e avançando para próximo ao homem, mantendo uma distância segura obviamente, não queria ter uma surpresa com aquele bastão. - Então, não tem nenhum nobre aqui, só um representante com um ego gigante. - Uma breve pausa para um sorrisinho, meu mau humor ja era bem comum e a presença daquele representante já estava me irritando demais, então continuaria. - Acho que tu ta procurando o navio errado, talvez seja um que a gente viu no caminho, ele era grande e tinha umas velas bem bonitas, mas era meio lento, devia ta pesado de tanto vinho que tinha nele, quem sabe tu espera eles chegarem talvez consiga teu nobre e teu vinho… - E era isso eu estava mau humorada e não estava com saco pra lidar com pirata falante, "Onde caralhos ta a marinha que deixa um pirata fica fazendo coisa assim no porto da ilha?"

Se isso não resolver meu problema partiria para a porrada mesmo, uma boa briga as vezes me ajudou a melhorar o meu humor. Assim que perceber que o cara não foi receptivo a minha tentativa de me livrar do problema sem cansar partiria para cima dele usando toda minha velocidade com o intuito de desferir um chute com o peito do meu pé na lateral do seu joelho esquerdo, obviamente estaria preparada para caso ele resolva usar aquele bastão me esquivaria me abaixando caso seja um golpe algo e seguiria para dar o chute no joelho, caso seja um golpe baixo me esquivaria com um pequeno salto para trás e voltaria com um contra golpe chutando o queixo do homem.

Depois de dar o primeiro golpe, seguiria a sequência de golpes a fim de derrubar o homem rapidamente, após o primeiro chute daria um pequeno salto para o lado do homem, e com a sola do pé daria um pisão na parte de trás do joelho dele, depois disso daria uma joelhada na cabeça do homem. Qualquer tentativa de golpe dele eu iria tentar me esquivar, sempre me afastando dele com um pequeno salto para trás no caso de golpes que não seja possível me abaixar para esquivar, sendo possivel me abaixar me esquivaria me abaixando, e voltaria com um gancho no seu queixo.
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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptySex 20 Set 2019, 20:20



Être blanc comme neige




Qualquer vestígio de claridade era insuportável neste ponto, Grimm não sabia se os raios de luz realmente se faziam presentes ou se sua mente pregava truques contra o próprio dono, e, para ser sincero, não fazia a mínima ideia de que horas eram. A única certeza que o jovem tinha no momento é que parecia que os sinos de uma igreja haviam soado dentro de sua cabeça, e ele sabia muito bem como o som infernal, ou melhor, sacro, era desagradável. De toda a forma, a situação, apesar de repulsiva, não era nenhuma novidade para Meursault, conhecia essa sensação como conhecia a palma da própria mão, alguns homens, mais sábios e mais velhos, chamariam a situação de ressaca, mas para ele era apenas mais um dia comum. - Eu me odeio. - Diria, em tom melancólico, antes de se levantar do local em que se encontrava, após isso, refletiria por alguns momentos e corrigiria seus pensamentos em voz alta. - Na verdade eu sou incrível, todo o resto que não presta. - Com um mindset muito mais saudável, Grimm finalmente se levantaria e tentaria se localizar.

Na hipótese de se encontrar em um ambiente familiar, o jovem tentaria focar em sua respiração por alguns instantes, imprimindo um ritmo mais suave e profundo com o objetivo de trazer claridade para a sua mente. Caso raios de luz realmente penetrassem o ambiente em que se encontrava, resmungaria para si mesmo. - Eu preciso de um óculos escuro urgentemente. - Nem um pouco contente, o jovem abandonaria o lugar em que se encontrava e rumaria pelas ruas de Micqueot que, modéstia à parte, acreditava conhecer bem. O humor de Meursault não estava no melhor estado possível, mas isso não era motivo de preocupação, ele conhecia três coisas que levantavam o espírito de qualquer homem: álcool, cigarros e mulheres. Infelizmente, apenas uma dessas três coisas não dava dor de cabeça no dia seguinte, assim sendo, Grimm faria disto o seu objetivo. Ele vasculharia em sua mente por algum lugar onde acreditasse que poderia encontrar um maço de cigarros e um isqueiro, em seguida, se dirigiria até lá. Chegando ao local desejado, se fosse atendido por um homem ou uma mulher que não despertasse seu libido, não faria nenhuma questão de ser simpático. - Maço de cigarros e um isqueiro. - Após ser seco como uma caixa de areia de gatos, ele simplesmente jogaria o valor pedido no balcão e iria embora. Se, por outro lado, fosse atingido pela flecha do cupido, colocaria um sorriso no rosto e diria, sem nenhuma vergonha. - Você me parece ser uma mulher interessante, mas seu trabalho é um lugar ruim para conversar, você tem cama? Você é linda, mas deve ficar mais bonita ainda mordendo um travesseiro. - O jovem ficaria atento para se esquivar de um possível tapa no rosto, não seria nem a primeira nem a última tentativa.

Por outro lado, se despertasse em um ambiente desconhecido, Meursault primeiramente verificaria se estava vestido e, se estivesse, sairia de onde quer que se encontrasse com urgência e rapidez, afinal de contas, sabia bem como a manhã que dava continuidade a uma noite sem lembranças podia ser perigosa. Independentemente de qual fosse seu início, Grimm tinha um objetivo um tanto quanto turvo em sua mente nos últimos dias e aproveitaria a ocasião para tentar colocar em prática os seus planos. O jovem buscaria recordar o caminho que levava até o Quartel-General da ilha, se tivesse dificuldade em se lembrar, pediria ajuda a algum transeunte, sem fazer nenhuma questão de ser educado. - Onde fica o Quartel-General? - Caso a pessoa abordada não soubesse explicar, sussurraria. - Patético. - Antes de partir à mercê da própria sorte. Conseguindo alcançar o destino almejado, ele adentraria no edifício e procuraria uma recepcionista, ou algo similar, assim que encontrasse diria. - Gostaria de me alistar no Governo Mundial. - Se Meursault percebesse que teria de passar por algum processo burocrático, tentaria economizar seu tempo, que honestamente não era tão precioso assim. - Eu sou um homem extremamente ocupado, não tem como pular isso e me dar logo um terno? Você deve saber como é, uma mão lava a outra, ficaria em dívida com você. - Entretanto, caso a dama da sorte resolvesse sorrir para Grimm e colocar uma bela mulher em seu caminho, usaria de todo o seu carisma para proceder da seguinte forma. - Meu nome é Grimm, é um tremendo prazer conhecê-la, gostaria de me alistar para fazer parte dos homens bonitos de terno e aproveitar para deixar meu nome na lista de espera do seu coração. - Apesar da irreverência, ele tentaria levar a situação a sério e seguiria as instruções que recebesse.

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptySab 21 Set 2019, 18:30



NARRAÇÃO



Cena: Linda

O comitê de boas vindas em Lvneel não aparentava ser dos melhores, ou pelo menos não naquele momento. Joubu anunciava abertamente as suas vontades de levar o vinho e o “nobre” algo que obviamente não fazia sentido, como o mesmo sabia que aquela embarcação possuía vinhos se os mesmos sequer tiveram tempo de serem descarregados, como sabia se teria ou não um nobre ali, tudo aquilo soava estranho para Linda. Tomando iniciativa a ruiva ficou na frente do grupo pronunciando suas palavras que nada agradavam o pirata, o mesmo franzia o seu cenho demonstrando estar perdendo sua paciência e a compostura que antes ele esboçava. - Não venha com piadinhas para cima de mim, garota! Entregue-me o vinho e o nobre ou morram aqui. - Falou enquanto gesticulava de forma brusca, os homens que acompanhavam o pirata já pareciam se posicionar enfileirados um ao lado do outro impedindo que os agentes e seus protegidos saíssem do porto com alguma facilidade.

Os inimigos se totalizavam em seis contando com Joubu, Shishio suspirava diante daquilo parecendo decepcionado que uma missão que até então parecia ser tranquila acabar daquela forma, a tarde aos poucos chegavam ao fim, o sol logo começaria se pôr em breve e os comerciantes no fim do porto já começavam a se mover como se já soubesse o que estava prestes acontecer. Apesar do clima ter ficado um pouco mais pesado ali nenhum dos lados pareceu iniciar o conflito deixando assim algum espaço para negociações. - Aiin, por que essa demora, por que não descarregaram a mercadoria ainda!? Esses vinhos não vão se vender sozinhos, seus idiotas! - O representante apareceu por cima da amurada da embarcação desfazendo qualquer esforço feito por Linda para enganar o brutamontes. - Ei agentes por que estão atrasando o meu trabalho? Eu irei escrever para o Governo sobre isso! - Gritou o representante para os agentes sem entender a situação em que ele se encontrava, os olhos dos pirata e do representante se encontravam e imediatamente o “nobre” pareceu entender o que estava acontecendo.

-Espera ele falou “agentes”? - Comentou um dos piratas atrás do Joubu, Linda aproveitou da distração do aparente capitão para iniciar sua investida acertando um chute no joelho do tal Joubu. - Tsc.. Vadia! - Começando a se desequilibrar com o golpe tomado o pirata tentava aproveitar da proximidade da agente para balançar o seu bastão em um ataque na diagonal mirando em Linda, pelo desequilíbrio gerado na movimentação anterior o golpe resultando sendo um tanto desajeitado e por isso a ruiva não teve problemas em desviar do mesmo, a porrada do bastão acertou o assoalho de madeira no porto causando algumas rachaduras onde o mesmo acertou.

-Senku venha comigo prestar apoio a Linda, Yuzuhira proteja o navio!- Comandou o líder da operação enquanto avançava até onde Linda e Joubu começavam a trocar seus golpes. -Não se preocupe milady eu estou a caminho!- Vociferou Senku como se fosse um cavalheiro prestes a resgatar uma donzela. O combate teria se iniciado agora, os piratas que antes se alinhavam na doca começavam a sacar suas armas, espadas, pistolas e até mesmo pedaços de madeira, aqueles com arma de fogo miravam nos inimigos mais longe ou que se aproximavam como Shishio e Senku que por enquanto evitavam os disparos se posicionando atrás de caixotes e barris que já estavam ali pelo porto.

Joubu estava com um dos joelhos no chão, na tentativa de afastar Linda de si ele balançou mais uma vez seu bastão contra a ruiva em um movimento horizontal impedindo-a de continuar com o seu combo fazendo a mesma se afastar para evitar demais danos.

Mapinha:
 


Cena: Grimm

Grimm acordava encarando um teto que ele já conhecia muito bem, estava na estalagem conhecida como “A casa de Eva - O lar dos pecadores” para ser mais específico ele estava em um dos quartos, não em um quarto chique mas sim um quarto bem simples e humilde que pertencia ao proprietário do local, o mesmo deixava o quarto separado para as pessoas que desmaiavam de bêbadas ou aquelas que não tinham condições de voltaram para casa de madrugada de tão chapadas que se encontravam. Resmungando enquanto acordava o homem de cabelos já grisalhos se levantava sofrendo com próprio odor, saindo de tal quarto que ficava nos fundos da estalagem ele passava pelo corredor onde os quartos disponíveis para os clientes se encontravam, Meursault conhecia bem aquela estalagem que também funcionava como taverna e quando o mesmo chegava no salão ele podia ver que a rotina de bebedeiras já tinha começado.

Olhando para o tempo ele poderia ver que já passavam das 16hrs, o proprietário do lugar ficava na cozinha preparando cada refeição enquanto as garçonetes servem e a esposa do proprietário fica no caixa, o lugar não costumava encher muito então no fim todos podiam comer e beber em paz, as garçonetes conseguiam trabalhar sem sofrer muito com assédio já que muitos clientes são trabalhadores cansados que aproveitavam da refeição e bebida ou viajantes que não ficavam muito tempo na ilha. De alguma forma o perfil dos clientes era sempre o mesmo mas naquele momento tinha uma figura que se destacava ali além de Grimm, este era Anael, um celestial apresentado a Grimm por Samira, uma antiga conhecida.

Anael e Grimm era como água e óleo, yin e yang, bem e o mal. - Sabia que estaria aqui... - Falou o anjo assim que os olhos se encontraram com os de Grimm, o mesmo caminhou até o humano quando sentiu o péssimo cheiro que Grimm exalava naquele momento. - Oh my… Vo- você esta bem? - Perguntou o celestial tentando evitar uma careta e forçando um sorriso gentil e educado. Anael acompanhava Meursault caminhando pela rua, enquanto ele apresentava seu típico mau humor Anael exibia um certo ânimo junto com um pequeno sorriso no rosto, Samira apresentou o celestial para Grimm anos atrás quando ela teve que atender um nobre, o celestial para o mundo é apenas um negociante de livros raros mas a verdade é que o mesmo trabalha como um agente, Grimm na época protegia Samira e Anael fazia a escolta do nobre.

- Então, você vai mesmo se alistar para o Governo? Sabe eu não queria dizer nada mas posso tentar puxar algumas cordinhas para aliviar a sua entrada sabe? - O anjo iniciava aquela conversa um pouco empolgado com a ideia como se estivesse prestes a fazer um amiguinho a se juntar ao seu grupo. - Ah você vai adorar, o plano de saúde é ótimo, você vai ter chances de fazer maravilhas para o mundo... - Tagarelava ele enquanto andavam pelas ruas de Micqueot. O entardecer da cidade era um tanto belo, a brisa gélida soprava enquanto o sol ia se pondo no horizonte, as luzes da cidade começavam a se acender sendo nos postes de iluminação ou nas construções e barracas próximas, não demoraram para chegar em uma loja de conveniências onde Grimm poderia comprar de seu cigarro. - 30.000B$. - Falou o vendedor de forma mais gentil que o cliente. - Eu não entendo porque você faz isso com o seu corpo, tão jovem, vai acabar se matando com essas… coisas. - Terminava ele depois de um tempo tentando pensar em um termo apropriado mas ao mesmo tempo não chulo para se referir ao cigarro.

Depois de pagar e receber seu troco Grimm continuou seu caminho com Anael o seguindo e continuando com a conversa. - Você vai ter oportunidade de ver o mundo! Ah você vai adorar, não vou mentir nós temos sim altos e baixos e existem momentos que temos que tomar uma decisão mais severa mas tudo é em prol da justiça, harmonia e paz… Oh my, já estamos quase lá. - O quartel general era um bom conhecido por todos já se encontrava ao lado da loja de vinhos mais popular da ilha. A primeira figura que Grimm encontrava na recepção era um marinheiro, Meursault declarava sua vontade de se alistar como agente, tal marinheiro olhou para Grimm que estava com a sua expressão estóica e rabugenta e depois olhou para Anael que estava com sua expressão risonha e gentil, o agente celestial acenou com a cabeça fazendo o marinheiro sair balbuciando algo que nenhum dos dois ali conseguiu ouvir.

Depois de alguns minutos uma figura caminhou até a dupla parecendo analisar Grimm dos pés à cabeça, quando o mesmo viu Anael a tal figura pareceu revirar os olhos mas era difícil saber por causa dos óculos. - Boa tarde, então é você que deseja se alistar… Um pouco tarde não acha? - A misteriosa figura arqueou uma de suas sobrancelhas após tal questão ser levantada mas Anael respondia rapidamente quebrando um pouco clima de tensão que o encontro de duas figuras orgulhosas causava. - Ah Rafael não precisa se preocupar com esses detalhes, veja o Sr. Meursault é um conhecido e uma recomendação minha, não precisa ser tão formal... - / - De qualquer forma ele vai precisar fazer o teste, os avaliadores já terminaram seu turno então serei eu mesmo aquele que vai analisar o desempenho do seu colega, venha comigo. - Falou Rafael adentrando o quartel general esperando que fosse seguido por Grimm, ao perceber que Anael também parecia desejar seguir o grupo o mesmo parou e se virou. - Anael eu acho que a Agt. Louise estava te procurando, algo sobre Lvneel. - Falou Rafael coçando a cabeça, tal nome imediatamente chamou a atenção de Anael como se o mesmo sentisse um imediato senso de urgência. - Oh my… Louise precisa de mim? Grimm eu tenho que ir, boa sorte no seu exame! - Falou ele forçando um último sorriso antes de assumir um semblante sério e preocupado com tal assunto.

Meursault e Rafael caminharam até chegar nos fundos do QG “Lavanderia” Rafael abriu a porta para tal sala e imediatamente Grimm se viu cercado por tanques, pias, cestos e muitas roupas sujas, no canto da lavanderia tinha umas máquinas de lavar roupas mas a mesmas estavam quebradas para a infelicidade de Meursault. Lave essas roupas sujas e depois as pendure no varal que se encontra no quintal ao fim desse corredor... Falou o agente apontando a direção, o varal não era muito longe ele facilmente poderia levar as roupas até lá em um dos cestos com rodinhas que tinha ali no canto da lavanderia. - Quando terminar de lavar todas essas roupas me encontre na administração. - E assim o agente Rafael deixava Grimm ali naquele ambiente que não condizia com os gostos de Meursault, as roupas se encontravam em três cestos reservados para roupas sujas, por ser fim de tarde os mesmos estavam cheios de uniformes suados e sujos devido a um dia de muito trabalho e treino dos marinheiros que trabalhavam na ilha.

Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptySab 21 Set 2019, 22:23



Donner un coup de main




Apesar de não despertar no casebre que alugava, Grimm não podia dizer que não se encontrava no seu lar, afinal de contas, provavelmente havia acordado mais vezes nesse quarto durante o último mês do que em seu próprio. Conhecia Eva tão bem como conhecia as curvas do corpo de algumas mulheres que trabalhavam neste nobilíssimo estabelecimento e não seria exagero dizer que o local era onde Meursault se sentia mais à vontade, para o bem ou para o mal. O jovem se sentia como uma cobra explorando o Jardim do Éden pela centésima vez e tudo ocorria perfeitamente bem até seus olhos carmesins encontrarem a desprezível criatura alada. Se fosse honesto consigo mesmo, Grimm assumiria que, no fundo nutre certo afeto por Anael e aprecia sua companhia irritante, mas obviamente preferiria morrer do que admitir isso.

Assim que escutasse a voz do celestial, o humano não hesitaria em responder com doses de sarcasmo e mau humor palpável em sua voz. - Eu me pergunto o que você não sabe, Anael. Me sinto ótimo, como quando vim ao mundo, confuso, sentindo dor e com vontade de chorar, ao menos não estou coberto de sangue, bem, eu acho. - Quando Anael indagasse sobre o Governo Mundial, Meursault responderia com uma ironia a qual o anjo já deveria estar acostumado. - Eu estava cogitando nos últimos dias, mas me lembrei que trabalha lá e agora subitamente sinto um desejo revolucionário pulsar dentro de minhas veias. - Por fim, esboçaria um simples sorriso e acompanharia o agente pelas ruas de Micqueot, ignorando todas as tagarelices sobre os benefícios de ser um agente pelo bem da sua sanidade mental enquanto torcia para que o frio trazido pelos ventos fosse capaz de congelar as suas orelhas. Assim que comprasse o maço cigarro, bateria no mesmo e levaria uma unidade até a boca, em seguida, acenderia o isqueiro, protegendo o fogo gerado do vento com a outra mão, levaria o fogo até o cigarro e deixaria o calor entrar em seus pulmões, contrastando com a temperatura típica de Micqueot. Ao escutar a repreensão de Anael, não conseguiria evitar que uma risada escapasse. - Sabe o motivo de batermos no maço de cigarro antes de fumarmos, Anael? - Grimm não faria questão de esperar uma resposta. - Para acordar o câncer. O tempo está matando nós dois, eu só faço com que ele seja mais eficiente pra mim. - Ele não acreditava de fato no que havia acabado de dizer, apenas não gostaria de perder uma oportunidade de irritar o agente.

Após percorrer o caminho, que pareceu bem mais longo pela companhia de Anael, e chegar ao Quartel General, Grimm sentiu como se realmente tivesse tomado a decisão certa e, lembrando da oferta de ajuda do celestial, viraria sua atenção para o mesmo. - Você falou sobre mexer uns pauzinhos, mas, na verdade tem outra coisa em que poderia me ajudar, ainda tem aquela livraria? - Na hipótese da resposta ser negativa, simplesmente deixaria o assunto morrer, entretanto, se fosse positiva, prosseguiria. - Já que eu vou entrar no Governo, acho melhor levar isso a sério, acho que não faria nenhum mal me tornar um pouco mais qualificado, será que você podia me conseguir uns livros sobre interrogatório, rastreio e sedução? - Independentemente da resposta, Meursault agradeceria o anjo. - Obrigado por isso. - Assim que notasse a figura do outro agente, Grimm jogaria o cigarro no chão e pisaria no mesmo para apagá-lo. A pergunta feita pelo recém-chegado era um tanto quanto descortês e o jovem estava pronto para retribuir na mesma moeda, mas felizmente Anael havia intercedido. Assim que soube que Rafael seria o responsável por sua avaliação, deixaria escapar um pensamento em forma de sussurro. - Que maravilha. - De toda forma, não era hora de se lamenta, assim sendo, ele se despediria do celestial com um aceno de cabeça e seguiria Rafael até o seu destino.

Meursault não esperava encontrar um self service sem balança, as expectativas não eram altas para um processo de alistamento, mas a lavanderia conseguia decepcionar o jovem mesmo assim, de toda forma, não se deixaria abater e tentaria cumprir a função que lhe foi dada. - Pode deixar. - Entretanto, apesar de resignado, não significava que não existia ressentimento. Assim que Rafael desse as costas e saísse de seu campo de audição diria. - Mimimi, mimi mimi mimimi mi. - Enquanto tentava imitar os trejeitos do agente que havia lhe guiado até o local. Após descontar um pouco da sua frustração, carregaria os três cestos de roupa até uma posição em que ficassem próximos do tanque, em seguida, encheria os tanques de água e procuraria pelo produto de limpeza apropriado. Encontrando os produtos, jogaria os mesmos na água para logo após despejar as roupas sem nenhum cuidado. Grimm não fazia a mínima ideia de como se lavava uma roupa, bem, ao menos não seguindo o procedimento correto, o mais próximo disso que o jovem sabia fazer era desferir socos, então essa seria a sua abordagem. Já que não podia recorrer para a técnica correta, usaria a força do ódio, Meursault desferiria uma sequência implacável de socos com ambas as mãos, o mais rápido possível, mirando nas roupas encharcadas enquanto gritava pra se motivar. - Ora ora ora ora ora ora ora ora ora ora ora ora ora ora ora! - Assim que acabasse com a primeira muda de roupas, faria o mesmo com as outras até acabar, em seguida, levaria todas elas amassadas até o varal, onde penduraria as mesmas.

Com seu dever cumprido, ou o mais próximo disso possível, Grimm procuraria por Rafael, encontrando o mesmo, diria. - Foi mais fácil que tirar doce de criança, qual é a próxima etapa? - Esperaria as instruções do agente e seguiria as mesmas desde que fossem razoáveis.  

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptyDom 22 Set 2019, 18:43

O pirata realmente não acreditou em mim, afinal piratas são burros assim mesmo, logo ele já começou com ameaças e tudo mais que é padrão de um pirata novato com ego gigante. “Lá vamos nós cumprir nosso dever como agente do governo… proteger vinho…” Seguindo o costume o projeto de nobre queria enviar uma carta para o governo reclamando da gente. “Esse cara é idiota, não tá vendo que a gente tá trabalhando aqui?” Eu queria responder para o projeto de nobre incompetente e agora também posso incluir o fato de ele ser cego, já que não percebeu o óbvio, mas a oportunidade me chamava e assim eu partia para cima do pirata aproveitando para dar o primeiro golpe antes que ele consiga reagir ou falar mais merda.

Minha reação rápida para atacar o pirata se pagou, com isso consegui pegá-lo de surpresa e desferir um chute, mas ele não era um merda completo, todo animal tem seu instinto e ele conseguia usar isso a seu favor para me atacar, mas eu ainda era mais rápida que ele. - Vadia é a tua mãe, otário!! - Respondia depois de ser xingada pelo pirata, nesse momento percebia que Shishiu e Senku vinham me auxiliar, como haviam mais 5 piratas além do grandão, lidar com aquilo sozinha talvez fosse um problema, era necessário terminar logo com aquilo. “Preciso usa a raiva e o medo deles a meu favor… já sei… com o que eu aprendi em psicologia eu acho que consigo provocar o grandão pra ele foca em mim e tenta deixar os outros piratas com medo facilitando o trabalho dos outros.” Partia para cima do grandão novamente mas ele conseguia me afastar usando seu bastão me impedindo de seguir minha sequência de golpes.

- Pois é mesmo, a gente é do governo, seria bom vocês correrem ou podem ficar e apanha junto com o líder gorila acéfalo de vocês. - Falava para os piratas com a intenção de provocá-los, me mantendo a uma distância do Joubu que eu pode-se facilmente reagir a alguma tentativa de golpe dele me esquivando com um salto para trás ou para a esquerda dele. Caso seja necessário me esquivar para trás voltaria tentando um pisão bem no meio da barriga do homem, caso consiga me esquivar para o lado dele daria uma joelhada nas costas um pouco acima da cintura dele.

Usaria minha velocidade para tentar desferir vários golpes me movimentando em torno do grandão sempre me esquivando abaixando o corpo, saltando para trás, inclinando meu tronco para que o bastão passe direto sem me acertar. Não manteria uma movimentação padrão, por exemplo, não ficaria sempre rodando no sentido horário em volta do grandão, às vezes iria para a esquerda, outras vezes para a direita o objetivo era o deixar atordoado e confuso com a minha rapida movimentação. Meus golpes sempre seriam chutes focados nas pernas e costelas do homem e socos focados no queixo e pescoço dele. Se ele falar algo para mim ficar parada eu responderia. - O macaquinho ta confuso tá?

Confiava que Shishiu e Senku fossem capaz de lidar com os capangas e que não precisaria me preocupar com eles, mas era melhor prevenir do que remediar, então eu se nescessário me esquivaria dos golpes de algum capamga que apareça tentando manter o Joubu entre eu e este capanga, para dificultar o capanga de me alcançar e tentar causar um acidente, afinal Joubu era grandão e essa gente precisa de espaço para se mexer e balançar seu bastão.
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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 2 EmptySeg 23 Set 2019, 17:41



NARRAÇÃO



Cena: Linda

Com o sol ainda se pondo aquela batalha teve um rápido início, os agentes estavam claramente em desvantagem numérica mas Linda não deixava isso abalar sua confiança, a ruiva aproveitou do momento para provocar mais seus oponentes tentando disseminar o medo naqueles na retaguarda. - Vamos ver quem vai sair daqui acéfalo! - Gritou o pirata manejando mais uma vez o seu bastão, comparado a Linda o pirata era lento, forte mas lento. Dessa vez o golpe vinha na vertical de cima para baixo mirando na ruiva mas como mencionado antes ela era mais veloz, mais uma vez o assoalho no porto era danificado mas nada disso dizia respeito a Linda que após se movimentar para a esquerda conseguiu acertar uma joelhada não exatamente nas costas mas sim um pouco abaixo do quadril de Joubu devido a altura do mesmo.

- Maldita cadela, o que estão esperando!? Peguem eles! - Gritou o capitão para seus subordinados que começaram avançar, eles tinham ouvido as ameaças de Linda mas não teriam motivos para recuar diante de uma vantagem númerica. - OOOOOH!/ Peguem eles!/ Morte aos cães do governo!/ Acabe com ela capitão! - Os gritos dos piratas eram escutados ao longe, diversos palavrões e obscenidades eram pronunciados por aquelas figuras que se encontravam ali no prestando suporte a Joubu. - Joubu você está cercado! - Uma voz nova surgia do nada surpreendendo todos no local, era a marinha, homens e mulheres uniformizados surgiam se posicionando atrás dos piratas enquanto na frente do grupo estava o homem que se pronunciava.

- Merda é a marinha!/ Capitão o que vamos fazer!?/ Joubu-sama o que faremos agora!?/ Merda eu não quero voltar para a prisão. - Os piratas iam ficando nervosos assim como o seu capitão ia ficando mais e mais irritado. - Rendam-se, larguem suas armas e ponham as mãos onde podemos ver! - O marinheiro que liderava aquele grupo dava passos a frente com sua espada já em mãos mas Joubu não parecia ter intenção de se render. - Seus merdas, não pensem que me darei por vencido! Malditos cães! - O pirata começou a girar com o seu bastão como se fosse um pião mirando acertar Linda e qualquer outro que estivesse em seu alcance, tal “técnica” pegava a ruiva de surpresa pois a mesma demonstrou uma velocidade que antes o homem não possuía, sendo acertada no tronco a ruiva foi jogada para trás mas imediatamente foi pega por ninguém mais e ninguém menos que Senku. - Não se preocupe mademoiselle está segura agora. - Dize o agente usando todo o seu Sexy appel ali.

Shishio por outro lado saltou por cima dos caixotes empilhados na doca, Joubu terminou seu giro mas imediatamente viu o agente responsável por aquela escolta descer um soco contra ele, o pirata deu alguns passos para trás cambaleando e se segurando para não cair ali. - Vamos acabar com isso de uma vez... - Terminou Shishio se posicionando ao lado de seus colegas, agora eram eles com a vantagem numérica mas o pirata não parecia querer desistir ali. Os marinheiros por outro lado já começavam o seu combate, o líder daquele grupo manejava sua espada contra um e outro ali enquanto os dois que lhe acompanhavam tentavam prestar suporte enfrentando os piratas adjacentes, os atiradores trocam disparos com os outros mas a vitória daqueles que lutavam pela justiça já estava evidente a esse ponto.

- Temos que sair daqui!/ Merda estamos cercados, como faremos isso?/ Capitão o que faremos? - Claramente desesperados os piratas não sabiam mais o que fazer, de um lado estava os agentes e do outro a marinha, no fim eles confiavam a decisão para o seu capitão. - Derrubem eles, matem todos! Até parece que cheguei aqui para desistir! - Se recuperando o pirata mais uma vez parecia pronto para avançar contra o trio de agentes. Linda estava bem, o golpe tinha tinha sido doloroso no momento mas nada que gerasse sequelas durante o combate além de alguns hematomas, em cada lado da ruiva estava um companheiro pronto para uma investida final contra Joubu.

Se olhasse melhor para o cenário ela poderia identificar que as barracas que antes estavam funcionando ali agora estavam fechadas, não tinha uma alma viva na redondeza se não por aquelas que lutavam no porto, os piratas já estavam desesperados e começando a ficar severamente feridos, a luta contra os marinheiros tinha apenas começado mas alguns criminosos já começavam a se machucar, Joubu estava com a respiração pesada e com o corpo moderadamente surrado devido a sua luta com Linda e o golpe de Shishio.

Mapinha 2:
 


Cena: Grimm

Era estranho mas tal dupla mesmo com suas extremas diferenças parecia funcionar com uma certa harmonia, como yin e yang, Meursault e Anael tinha suas interações com o anjo apenas demonstrando preocupação, às vezes nervosismo e outrora vergonha. “- Pff não diga bobagens... -“ Teria respondido uma hora. “- Você pode falar isso mas no fim você nasceu para a profissão, é quase como se fosse o seu papel no plano divino. -“ Teria respondido em outra. “- Oh, Lord… Perdoe senhor, ele não sabe o que diz. -“ Falou fazendo o gesto da cruz em uma rápida prece quando Grimm comentou sobre o motivo em cada batida no maço de cigarro. A fé de Anael não surpreendia Meursault, o anjo sempre teria se mostrado uma figura religiosa e temente a Deus.

Grimm lembrava de um detalhe importante sobre o seu querido colega, a vasta coleção de livros que o celestial costumava ter. - Oh… Sim eu ainda tenho a minha coleção. - Respondeu um pouco surpreso pelo tópico repentino mas não incomodado pelo assunto, ao ouvir os motivos da pergunta de Meursault o anjo não conseguiu evitar o largo sorriso que quase iluminava a faceta de Grimm - Oh céus, fico feliz em ver você levando isso a sério! - Não era difícil para tal risada angelical despertar sérias dores de cabeça em Grimm mas o anjo não parecia se incomodar, a felicidade e o sorriso são coisas que não devem ser interrompidas nesta vida. - Eu irei providência-los para você assim que tivermos tempo, mas devo dizer hein… Sedução? Está com problemas no “paraíso”? - Brincou o anjo com um semblante mais travesso.

Com a promessa de se encontrarem depois os dois amigos foram separados para resolver seus respectivos assuntos, Meursault com a sua glamurosa tarefa de lavar roupas, talvez existissem outras opções mas Rafael não pareceu interessado em oferecer elas. Sozinho na lavanderia o candidato a agente descontava sua raiva naquelas pobres roupas indefesas, urrando a cada golpe o lutador produzia mais e mais espuma enquanto literalmente batia aquela roupa suja, era quase fascinante o quão efetivo era aquele método para aliviar o estresse acumulado e ao mesmo tempo para lavar roupas. Por ser uma quantidade grande de roupas sujas Grimm levou um pouco mais de quarenta minutos para lavar todas, gastando mais um pouco de tempo para pendurar todas o lutador já estava um pouco cansado, os braços doíam pelo movimento repetitivo mas nada que um pouco de repouso ou um alongamento não resolvesse.

Não foi difícil encontrar Rafael, lembrando que o mesmo havia informado onde estaria tudo que Grimm precisou fazer era caminhar seguindo a sinalização local e perguntar uma vez sobre seu destino para um marinheiro transeunte no QG, a administração não era uma sala grande, quatro mesas de escritório com suas respectivas papeladas, alguns gaveteiros de aço em um canto e prateleiras e armários no outro, o lugar não tinha janelas então toda iluminação ali era artificial, graças a ventilação via dutos de ar o lugar não era quente mas o fato de ser apertado e de certa forma tumultuado poderia despertar um senso de claustrofobia para aqueles que não estavam acostumados. Rafael estava ali sozinho sentado em uma das cadeiras frente a uma das quatro mesas parecendo analisar uma papelada que para Grimm era aleatória. - Ótimo, vamos então para a segunda etapa. - Falou ele se levantando e caminhando até a porta. - Me siga. - Continuou sem parar ou sem fazer contato visual com Meursault.

A figura de Rafael era tão orgulhosa e talvez tão teimosa quanto Meursault, era quase como se o agente quisesse deixar claro que era ele quem mandava ali. Seguindo-o Meursault se veria seguindo o mesmo caminho de antes para a lavanderia, indo além eles saiam da construção principal e iam até onde estava o varal de roupas, depois do varal tinha uma pista de corrida que circulava em volta de uma academia a céu aberto, a academia em si era uma mistura de gta e praça de exercício para idoso, uma maravilha. - Agora vem o exame físico, o circuito é um tanto simples cinco voltas na pista, três séries de trinta repetições de flexões, agachamentos e abdominais, no fim quero ver você fazendo aquela barra ali pelo menos umas dez vezes. - Terminou ele apontando para a barra fixa na academia no centro da pista.

Talvez aquilo fosse uma bateria de exercícios bem pesada mas o agente não pareceu se importar com o pedido, se aquilo era possível ou não ele não se importava apenas mandava e esperava ver até onde Meursault iria chegar, Rafael se sentou em um banco que tinha ali na proximidade da pista de corrida e ficou ali dando a entender que iria avaliar de perto esta etapa.

Legendas:
 

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