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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: I - A morte segue   I - A morte segue EmptyQui Maio 02, 2019 2:56 am

I - A morte segue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Slade Tanato. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - A morte segue   I - A morte segue EmptyQui Maio 02, 2019 8:31 pm


INICIANDO A JORNADA



Slade olhava para cima encantado. Era uma cena ao mesmo tempo incrivelmente linda de se ver e, para ele, absolutamente assustadora. Uma entidade de luz enfrentava uma de sombra pela sobrevivência do rapaz. Cada vez que elas se impactavam, pulsos de uma mistura de claridade e escuridão emanavam em esferas crescendo para fora deles. Como passos de dança coreografados, a luz tentava aumentar a distância da escuridão de Slade, enquanto a escuridão queria se aproximar cada vez mais. Naquele momento ainda havia muita distância entre aquele combate e o jovem, mas ele sentia que aquela distância estava diminuindo de alguma forma e aquela sombra ganhava habilidades e experiência. Apertava intensamente o colar em seu pescoço, o qual ele imaginava ter alguma relação com aquela entidade alva o protegendo. Slade não podia simplesmente ver aquilo e não fazer nada a respeito.

Sabia que precisava ficar mais forte. Mais habilidoso. Precisava de mais conhecimento. Precisava ver onde sua cabeça, seus pés e seus punhos podiam levar. Whatever it takes. Não sabia muito bem qual caminho seguir, então faria um reconhecimento geral de suas possibilidades em Las Camp e depois faria uma decisão mais calculada do que faria de fato. Sabia as principais possibilidades que lhe levariam a mais poder rápido e sua curiosidade não deixaria que ele deixasse pedras não viradas. Passaria a mão pelos bolsos em suas roupas, para verificar suas posses e seguraria a pedra de sua corrente firmemente em sua mão direita.

“Será que devo só espancar a primeira pessoa que ver pela frente e ir arrumando briga até não tem ninguém mais pra brigar? Se é a morte que não consegue chegar até mim, talvez nesse momento, nessa cidade, nesse Blue eu seja incapaz de morrer. Alguma força maior não vai me deixar morrer aqui. Ou é melhor seguir algum outro caminho? Marinheiro.. Caçador de recompensas.. Pirata?.. Procurar a universidade..”

Se lembraria da primeira vez que tinha visto aquela sombra que o seguia e pensaria sobre a foice que o tinha visto portar. Não acreditava que aquilo podia ser simplesmente fruto de sua imaginação fértil. Se lembrava da voz daquela coisa branca dizendo palavras a ele. Ainda tinha a memória fresca de sua mãe também olhando para o vazio atenta e com expressão de inquietação. Talvez esse tempo todo ele tenha visto isso também. Talvez os símbolos esculpidos na foice fossem informações cruciais e devesse ir até a universidade primeiro buscar informações.

“Um navegador arqueólogo não é nada mal para um currículo, ein?”

Sentiu que buscar trampo primeiro seria mais útil e certamente mais barato então decidiu ir para o QG da marinha primeiro... Mesmo tendo vivido em Las Camp por toda sua vida, Slade era muito distraído e tinha tendência a se focar pouco quando estava indo a lugares. Tentou buscar em sua mente se sabia chegar no QG da marinha de onde estava. Imaginava que lá seria o primeiro lugar que talvez matasse dois coelhos. Poderia perguntar o que teria que fazer para ingressar a marinha e talvez pudesse descobrir alguma database de indivíduos procurados para iniciar sua vida como caçador de recompensas. Se não lembrasse o caminho, colocaria suas mãos nos bolsos e andaria pela cidade, assoviando Binks sake, buscando informações através das pessoas que encontrasse. Diria:

- Olá! Meu nome é Slade, você é daqui também? Escuta.. Você sabe me indicar onde é o QG da marinha por aqui? Aaah! Em tempo.. Voce sabe dizer também onde é a universidade?

Se conseguisse alguma resposta positiva ou se já se lembrasse como chegar a esses lugares, caminharia até o QG primeiro. Faria um esforço descomunal pra não se perder, nem virar numa rua estranha, ou se distrair observando alguma borboleta ou algum rabo de saia no caminho. Tentaria não prestar atenção em pessoas vendendo coisas no caminho para não deixar sua curiosidade tomar o melhor dele e o fazer perder um tempo precioso olhando alguma coisa completamente aleatória que o levaria para um caminho não óbvio que ele não estivesse necessariamente procurando. Maaas.. essas coisas acontecem e as vezes são inevitáveis. Sua curiosidade distraída já o tinha levado a lugares estranhos antes.

"Sabia que devia ter mantido amizades por aqui... Alguém poderia estar me levando para esses lugares.." pensou Slade. Aparentemente seu tempo trabalhando como navegador pelas ilhas de West Blue o tenham impedido de fazer amizades sinceras e duradouras na cidade, que ultimamente estava mais morta e fria do que ele se lembrava. Mas talvez também isso somente seja fruto de envelhecer.

Se conseguisse chegar até o QG, procuraria algum tipo de cabine ou estande que pudesse lhe fornecer informações básicas. Se houvesse alguém presente para lhe responder, chegaria confiantemente:

- Oi, meu nome é Slade. Eu queria saber como faço pra me inscrever na Marinha. Eu tenho muito a oferecer, sabe? Sei pilotar navios, desenhar mapas, até sei me defender um pouco – diria, fazendo uns movimentinhos toscos com de luta com as mãos – Você pode me informar? Tem pessoas procuradas soltas pela cidade? Talvez eu possa provar meu valor de alguma forma!

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MensagemAssunto: Re: I - A morte segue   I - A morte segue EmptySeg Maio 06, 2019 5:00 pm



Narração - Post 01


Tratáva-se de uma bela iluminação diurna naquela manhã bem ensolarada, poucos pássaros eram vistos àquela cidade, talvez não houvessem muitos ninhos para estes por perto, mas não se sabia ao certo. Slade encontráva-se à frente da exímia Universidade Las Camp. Parecia ser alguma espécie de lugar bem visitado, pois parecia parecia estar repleto de jovens em seu interior. O boxeador não sabia bem o que fazer, estava bastante confuso e aflito devido ao belo espécime de luta que havia visto recentemente, uma espécie de confronto entre o bem e o mal, mas quem seria o verdadeiro vencedor? Todavia, análises a parte, o jovem em questão apenas analisava bem e refletia no que seriam, verdadeiramente, aquelas coisas o qual havia visto, ainda era algo desconhecido, mas na mente do garoto poderia ser alguma espécie de sinal.

- "Olha quantas pessoas entrando e saindo desse lugar. Já pensou em como seria abater tanta carne fresca?!"

Uma espécie de voz mais grave parecia ecoar na mente de Tanato. Sim, era confuso, mas este já deveria estar acostumado com coisas do tipo. Ideologias a parte, navegador ou arqueólogo seriam uma espécie de bom planejamento curricular para um civil determinado, o mesmop não demorava muito refletindo em tal situação, era, verdadeiramente, um gênio.

Outra analogia a parte logo o refizera pensar bem e buscar um emprego em primeiríssimo lugar, talvez fosse realmente a melhor opção. Seguindo pela mesma rua a qual se situava logo decidira pegar o sentido contrário, afinal, era para lá onde se encontrava o QG. O púbere sabia andar bem pela cidade o qual morava desde que nasceu. Poucos minutos se passavam e Slade já se encontrava de frente com aquele pequeno Quartel General, sim, era humilde, não tão grande como se imaginava, mas também nem tão pequeno, afinal, haviam vários homens servindo em tal contingente. Mas, estranhamente, a entrada estava bem aberta, realmente pareciam não ter medo dentro daquela ilha de civis problemáticos e causadores de problemas. Parecia uma cidade bem respeitada. Sem muito pestanejar, Tanatos adentrou àquele âmbito. Parecia estar havendo alguma espécie de discurso ou conversa em alto tom dentro do tal QG.

- ... É por esse motivo que precisamos pensar no crescimento desta cidade! Juntos somos mais fortes a cada dia! -

Era uma voz não tão grave quanto à que pudera ouvir recentemente, mas era bem imponente. Um homem grande e gordo se aproximou de Slade, deveria ser algum marinheiro, afinal, estava fardado para tal. Ele começava a falar algumas palavras para o boxeador, mas este sequer conseguia tirar os olhos da boca do suposto indivíduo, este deveria ter alguma espécie de paralisia em sua boca ou desvio, algo fora do comum nela, enquanto falava, não parava de babar, algo realmente bem estranho e nojento.

- ...então, o que acha? Me responde, garoto. -

O tal gordo apenas esperava alguma resposta, todavia, o boxeador logo respondeu com uma espécie de discurso e proposta para entrar na marinha. Mesmo sequer sendo alguma função to tal grandão.

- Puff... - Uma gota de baba voava até a bochecha do moreno. - Alí ó, fala com aquela mulher lá - Mais uma gota de saliva do homem foi lançada para a mesma bochecha antes atingida, o lado direito, para ser exato.

O tal gordo havia apontado para uma mulher loira sentada próxima à entrada, parecia estar preenchendo algum estranho folheto. Devia ser parte do trabalho dela, nada demais. O tal alto gordo de antes logo saiu de perto, ficou isolado por ali, apenas prestando atenção no discurso de alguém importante.

- Por acaso deseja entrar na grande lista de marinheiros daqui da cidade? Olha, precisaremos avaliar algumas coisas, já temos muitas pessoas aqui dentro... Acho que... -

Rapidamente um homem se aproximou de ambos e logo se dispôs a falar:

- Por que motivo não deixa ele tentar? Não vê que estamos precisando de mais pessoas por aqui para garantir a segurança da cidade? Sei que as coisas ficaram abaladas quando o mentor do capitão foi assassinado. Precisamos de mais força e abrir espaço para que os jovens cresçam! O que você sabe fazer, garoto? Algo de especial? Podemos fazer alguns testes para qualificá-lo, ou não, dentro da marinha.

O homem que antes fazia o discurso parecia estar bem comprometido com o controle e a paz da cidade, o homem tinha madeixas negras, e um olhar sereno logo acima de seu esbelto bigode. O que Slade faria ou responderia em tal situação? Na sequência o homem logo caminharia para fora esperando que o boxeador o acompanhasse, talvez houvesse algo por ali, o qual ele ainda não sabia.

Histórico Slade:
 

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MensagemAssunto: Re: I - A morte segue   I - A morte segue EmptySeg Maio 06, 2019 8:17 pm


Slade se pegava obsessivamente passando as costas de sua mão esquerda no lado direito do rosto para limpar aquela baba grossa que chegou a escorrer levemente em direção a seu pescoço. Depois passando a palma da mão direita na mão esquerda para espalhar aquela meleca. Sua cabeça ainda dizia que aquilo podia ser tido como algo grosseiro e desrespeitoso, mas simplesmente não conseguia evitar de fazê-lo. Lançava um olhar levemente assassino para aquele gordo, talvez até influenciado pela voz que tinha ouvido mais cedo. Sem mesmo saber se queria, rapidamente acompanhou aquele homem de cabelos negros para fora do QG, para ficar longe do babão o mais rápido possível.

Que nojo, velho! Preciso tomar um banho.. vai ficar fedendo isso.. O que foi que ele falou mesmo? Qual o nome desse cara que eu to seguindo? Ele falou? Por que as pessoas não falam o nome quando se apresentam?

Pensou rapidamente ao seguir o homem para fora, ainda olhando para sua mão esquerda. Ao subir o olhar para o nível padrão, do lado de fora do QG da marinha, levou um susto que quase o jogou para o chão. As duas entidades estavam uma em pé ao lado da outra, atentamente olhando aquele homem de olhar sereno e esbelto bigode. Como se o estivessem medindo. Tanato pode prestar um pouco mais de atenção no rosto da entidade de luz. A feição era idêntica à memória que ele tinha de sua mãe. Desde o amendoado dos olhos, até a pinta acima da sobrancelha direita. Suas asas eram muito grandes e belas e a envolviam, meio que como proteção ao redor de seu corpo. A entidade de escuridão, se mantinha envolta em sombras. Seu rosto, se é que tinha um, não estava visível por conta do capuz.

- Você acha que ele deveria fazer isso?
- Acho que deveria se arriscar, sim heheheh....

E de súbito, a entidade preta tenta partir para cima de Slade e é lançada para cima pela entidade branca. O jovem esperto boxeador ainda pensou em nomeá-las Luzia e Trevoso para futuras referências. Sem saber quanto tempo tinha perdido naquele devaneio todo, o rapaz se pôs a responder as perguntas que lhe tinham sido feitas.

- Eeer... eu.. – titubeou, ainda baqueado pelas imagens que tinha acabado de ver. Respirou fundo para se acalmar e continuou – Eu sei lutar um pouco. Se a cidade está precisando de ajuda na segurança, eu posso ajudar. E eu sei bem pilotar um navio, mas acho que isso não serve pra ajudar na cidade, né? O que tem acontecido aqui? Eu as vezes não presto muita atenção nos arredores, sabe? Você precisa de ajuda em algum lugar? Quem morreu? Eu to falando demais?.. Eu sinto como se estivesse tagarelando.

Slade tinha decidido acompanhar aquele marinheiro. Não sabia muito bem o que estava acontecendo na cidade ou o que tinha ouvido no quartel da marinha. Mas naquele momento sua curiosidade não permitia que ele fosse para outros rumos. Queria saber mais sobre aquele assassinato, como ajudar, quem teria assassinou, que morreu. Las Camp já não era mais a ilha que ele se lembrava como criança, mas não sabia que tinha ido para um estado tão diferente assim. Ele ouviria atentamente ao que o bigodudo tinha para dizer. Não sabia muito bem se também estaria comprometido com a paz e controle da cidade, mas não custava ouvir o que ele tinha para dizer e fornecer suporte naquele momento. Imaginava que teria várias outras possibilidades de mudar de idéia sobre qual rumo seguir e aquele parecia um bom para começar.

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MensagemAssunto: Re: I - A morte segue   I - A morte segue EmptyTer Maio 07, 2019 4:03 pm



Narração - Post 02


Slade mantinha-se nem um pouco satisfeito com o que aquele indivíduo babão havia feito, talvez acidentalmente, quem sabe? Mas mesmo assim, criou um certo ódio na mente do jovem boxeador que apenas almejava sair de perto daquela medíocre bolota que cospe baba. Convenhamos, fora do estabelecimento, o púbere apenas tentava entender as palavras do tal "superior" que sequer ainda havia se apresentado, de qualquer forma, ela continuava a o levar até um certo espaço onde já haviam certos indivíduos, talvez fossem, inclusive, mais recrutas à espera de entrar na marinha. Pelo visto, era um grupo bem almejado na ilha, afinal, os dois únicos grandes pontos da mesma eram estudar, seguindo o ramo da Universidade, ou aprender a crescer em combates para defender a justiça na Marinha. Visualmente estes eram os únicos pontos plausíveis na ilha, mas será que haviam outros? Todavia, voltemos para onde paramos.

O moreno explanava sobre ter um certo conhecimento em combate, algo que era, deveras, interessante. - Hmm... Então gostaria de avaliá-lo junto aos novos recrutas. É bem interessante vem homens tentando fazer parte do nosso grupo, o grupo que defende a paz a ajuda os civis indefesos... - Uma certa silhueta de tristeza parecia ecoar na mente do tal superior, talvez lembranças, recentes ou não, mas algo que havia acontecido na ilha e que, de fato a havia deixado naquele tom triste e devastado. Enquanto caminhavam normalmente até um certo grupo de homens, uns mais altos, outros mais baixos - haviam cinco no total - mas nada que influenciasse em muita coisa.

Mas tentando mudar o clima abalado, o tal bigodudo, ergueu seu semblante e logo se dispôs a falar: - Então, homens! Finalmente cheguei para dar início à nossa breve avaliação. Aqui tenho mais um que também quer participar, ou seja, temos seis no total! Eu vou querer apenas uma demonstração de luta de vocês, vou querê-la em duplas, onde eu melhor poderei avaliar o potencial de cada um, afinal, tem pessoas que, se querem ajudar na cidade, deveriam focar em crescer dentro dos estudos, e não aqui... Convenhamos. Eu vou separar as duplas. Você e você. - Apontou para dois ao lado, os maiores para ser exato. - Você vai lutar com ele. - Apontou para o moreno, indicando que o seu antagonista tratava-se nada menos do que um homem loiro mas coberto de músculos, algo talvez até intimidasse, mas quem sabe? E, por último - mas não menos importantes - apontou para os dois menores do grupo. Talvez fosse uma maneira efetiva de avaliar o combate entre alturas e pesos mais semelhantes.

O adversário de Tanato não demonstrava muita coisa, não se sabia ao certo que estilo de combate o mesmo alvejaria, talvez também boxe, ou chutes, ou quem sabe ambos. Não dava para imaginar ou descrever como seria o estilo de luta de alguém, apenas na prática. Todavia, um circulo logo se formava entre os participantes e o tal "recrutador" o qual mantinha-se sério avaliando as formas de luta pelo qual se via. Os dois maiores eram um homem muito gordo, mas também alto e grande, fisicamente falando, enquanto o outro era um branquelo de madeixas negras até o ombro, até a cintura, mas que era alto e tinha uma bela forma corporal, talvez também estivesse acostumado a malhar muito.

O devido embate iniciava, o tal barrigudo encarava fielmente o tal musculoso, por outro lado, o homem de cabeços longos parecia menosprezar, talvez por imaginar ser uma luta fácil. O barrigudo iniciava com um forte impulso corporal, o seu oponente apenas dava um passo lara a esquerda, fazendo o barrigudo passar direto. De fato parecia uma luta forte, ambos eram altos, mas o musculoso parecia ser bem mais ágil. Sem muito demorar, a luta tinha que iniciar, e, no momento em que o gordo passou direto, o musculoso fez uma espécie de som provocativo como quem sequer da bola para o inimigo ou a luta.
Puff... Ai ai.

O gordo se virava, estava realmente enfurecido, queria de qualquer jeito vencer o provocador, mas seria ele capaz? Agora o cabeludo iniciava uma corrida acelerada na direção do gordo, de fato, parecia estar disposto a encerrar a luta com um único golpe, e assim o tentara. O choque inclusive fazia um forte som, depois do impacto contra o abdome do pançudo, a blusa do mesmo até rasgava momentaneamente, deixando à mostra uma grande porção de banha que parecia, inclusive, amenizar o impacto do ataque, mas não por completo, claro, o barrigudo gofava uma boa quantidade de sangue, mas nada demais. Depois de desferir o soco, o "egocêntrico" parecia ficar impressionado pelo seu inimigo ainda estar de pé, mas nada demais, ainda mantinha-se bem insatisfeito, mas saltava para trás na esperança de evitar algum contra-ataque, mas, por sua vez, o pançudo mais uma vez avançava. Seu inimigo parecia já ter se acostumado com o movimento do gordo, fava um passo para a lateral esperando se sair mesmo que por pouca coisa, mas dessa vez o barrigudo segurou um dos braços do musculoso, e o puxou para a frente de todo aquele impacto de barriga.

- Parem! Gostei desta luta. Vamos para a próxima! Farei uma avaliação de todos os embates ao fim das lutas. -

Agora seria a vez de Slade, talvez ficasse ansioso, talvez não, quem sabe? Mas seu inimigo mantinha-se bem animado, até com um sorriso no rosto. Ele logo caminhava para a arena, em que todos mantinham-se ao redor para observar, e ficava em posição de luta esperando o boxeador. Será que Tanato havia aprendido alguma coisa com a primeira luta? Como agiria na sua própria? Eis uma pergunta que apenas o próprio moreno poderia responder.
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MensagemAssunto: Re: I - A morte segue   I - A morte segue EmptySex Maio 10, 2019 1:02 am


Slade se via pronto para lutar com um loirinho saltitante de kimono. Por algum motivo achava que a luta seria mais interessante se fosse contra um cara de cabelos castanhos com uma faixa vermelha na cabela ou um careca de tapa olho lutador de muay thai. Mesmo assim se via preparado, entrando em posição para combate.

- A gente só vai lutar sem luvas ou proteção de algum tipo mesmo, é? Por mim tudo bem - faria a pergunta retoricamente por não ter visto alguém usar no primeiro combate.

Não era do seu feitio ficar ansioso para lutar, não era - ainda - uma de suas coisas preferidas no mundo para fazer. Não tinha nenhuma habilidade fantástica, não tinha a capacidade de soltar energia através da palma de suas mãos ou dar algum tipo de gancho com salto para lançar o inimigo longe. Pensou rapidamente e chegou a conclusão de que o melhor a se fazer ali seria usar suas habilidades natas, junto com um feijão com arroz básico para acertar um golpe ou dois.

- Oi, eu sou o Slade! Boa luta! - esticaria os braços, mostrando os punhos como uma forma de cumprimento, que lhe haviam dito que era a forma educada de iniciar um conflito. Slade pôde perceber que as entidades que se combatiam pela vida dele haviam feito uma pausa e, nesse momento, se encontravam em lados opostos do "ringue" improvisado. Luzia estava atrás do jovem boxeador enquanto Trevoso estava assistindo de trás do rapaz loiro.

"ROUND 1! READY! FIGHT!"

Slade entraria na base, nesse momento, com o pé esquerdo para frente e o direito para trás. Os dois punhos protegendo o queixo, com os cotovelos fazendo a maior quantidade que conseguisse de proteção para as costelas, fazendo uma movimentação em balanço, típica de boxeadores. Sabia que tinha mais habilidades em esquiva do que bom bloqueio ou grande resistência, então tentaria aproveitar isso. Se aproximaria um pouco de seu adversário e lançaria dois jabs com a mão esquerda, em direção ao nariz de seu adversário. Sua intenção inicial era ver algum tipo de vantagem ou desvantagem de alcance em relação a seu adversário de madeixas louras.

Procuraria manter uma movimentação procurando encontrar aberturas no posicionamento, tentando se esquivar dos golpes que viessem de forma mais óbvias. Sairia para o lado contrário dos socos de com cada mão, procurando ter alguma distância das ofensivas de seu oponente.

Prestaria atenção em manias de combate óbvios, se abaixava muito a guarda na hora de desferir um algum soco; se jogava o peso do corpo para alguma perna antes de dar um chute; se a base do adversário era muito fechada, dando caminho para desequilíbrios. Se percebesse algum defeito claro nas escolhas de combate de seu adversário, procuraria seguir com uma combinação simples de jab com a mão esquerda na cabeça, cruzado com a direita no tronco, jab com a esquerda novamente na cabeça.

Sua defesa consistiria em, fazendo uma análise do tempo dos golpes de seu adversário, buscar a esquiva, seguida de um distanciamento do oponente.

- Isso é um teste ou já é parte do treinamento para a marinha? - perguntaria em voz alta durante a luta?

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MensagemAssunto: Re: I - A morte segue   I - A morte segue EmptySeg Maio 13, 2019 8:37 pm



Narração - Post 03


Antes mesmo da peleja começar, o boxeador se questionou se realmente lutariam sem luvas ou equipamentos de proteção mesmo, algo, sem dúvidas, inadequado. - Fique tranquilo, garoto, não vai haver nada demais. Eu encerrarei o confronto antes de qualquer coisa. Apenas estou aqui para observar alguns detalhes. - Falou a voz grave daquele homem. O tal loiro observava bem aquela cena e logo se dispunha e rir um pouco antes de vociferar alguns tons: - Fica tranquilo, Slade. Não fica com medo, eu vou pegar leve. - Falou, com tom ousado já tentando provocá-lo, no mesmo instante em que também posicionou os punhos à frente do corpo, sempre o encarando.

Seguindo fielmente uma análise tática de início, pôde concluir que ambos tinham basicamente um alcance bem parecido, afinal, o recrutador os havia separado numa maneira assim para evitar vantagens e desvantagens referentes à altura. Tanato parecia bem móvel com um jogo de quadril supostamente mais flexível, afinal, mexia bastante de um lado para o outro. O tal loiro parecia até rir um pouco ao ver tal movimentação de corpo do boxeador, talvez realmente estivesse subestimando? Quem sabe.

O primeiro movimento da luta era de seu antagonista, ele parecia não tirar o sorriso do rosto, talvez a sede de briga o fizesse gostar de tudo aquilo, algo estranho ou até mesmo bom, tudo depende do ponto de vista. - "Tira o sorriso desse bunda mole. Hihihi" - Falava uma voz antes nunca escutada, parecia fina, mas de um homem. O loiro desferia alguns jabs, enquanto tentava esquivar dos ataques similares de Slade, parecia uma luta bem parelha, realmente estavam se igualando nas movimentações, mas até então nenhum sequer havia levado algum ataque. Mas o movimento ousado foi o de Tanato, ele tentou se aproximar em um movimento arriscado, avançando e diminuindo toda a segurança de uma luta inicial de corpo a corpo, recebendo diretamente um jab na lateral direita de sua bochecha, mas parecia não querer se sair por baixo, logo revidando com um soco que alvejava o nariz de seu oponente mas que, devido ao ataque recebido, acabou atingindo a também lateral direita da bochecha do homem.

Tal iniciativa para visualizar vantagens ou desvantagens ainda não resultava em nada, mas agora o loiro parecia avançar, nesse momento Slade sequer pensou em alguma coisa, tentou esquivar mas recebeu uma forte joelhada frontal em seu abdome, algo que momentaneamente o deixava sem ar. E seu inimigo logo tentava desferir um soco com o punho direito no peitoral, mas um simples passo para a direção contrária logo fazia o boxeador se sair do ataque, por outro lado, o inimigo executava mais um soco, mas agora com o punho esquerdo. Nesse ponto, Slade conseguiu parcialmente bloquear o golpe, mas ainda pôde sentir um forte impacto no seu antebraço, por outro lado tentou contra-atacar com um chute, mas parecia um chute sem direção, e, que por sorte acabou indo para o lado em que o mesmo havia se saído na esquiva, atingindo levemente a lateral da cintura direita do seu oponente. - Isso é tudo que você tem? Puff... Hahaha! -

O avaliador permanecia bem curioso para esse embate. - Isso é apenas um teste. - Ele ainda não o interrompera em momento algum, mas queria ver bem o resultado deste confronto, mas agora quais seriam os próximos passos de Slade?

Dica:
 

Ferimentos:
 
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MensagemAssunto: Re: I - A morte segue   I - A morte segue EmptyTer Maio 14, 2019 12:32 pm


Slade tomou com um pouco de sal a dor abdominal do golpe sofrido por conta do chute frustrado. Primeiro porque como boxeador, havia sido um golpe incalculado, o qual ele nunca tinha tentado antes e tinha prática nula para aquele movimento. Segundo porque não conseguia explicar para si próprio de onde tinha saído aquela tentativa. Olhava a sombra atrás de seu adversário fazendo um movimento de ombro, parecendo estar rindo daquela situação. Era hora de partir para uma nova investida que, com sorte, seria mais efetiva que a primeira

"ROUND 2! READY! FIGHT!"

Slade voltaria para sua base com o pé direito para trás, mantendo como golpes mais fortes aqueles vindos de seu lado direito. Continuaria sua movimentação, típica de lutadores de boxe, protegendo seu queixo com os punhos e a maior parte de seu tronco com seus braços. Aquela poderia ser considerada uma luta em desvantagem para nosso herói, uma vez que seu adversário era versado em um estilo de combate que o permitia uma maior diversidade de golpes mas Slade não se deixaria abalar com uma coisa pequena como essa. Exceto se seu adversário fosse capaz de desferir golpes de energia através de seus punhos, essa luta era completamente vencível.

"Eu vou tirar esse sorriso da cara desse safado, sim. Para de ficar falando ai dentro"

A nova ofensiva de Slade consistiria em tentar desferir golpes cruzados com a mão direita na parte esquerda de seu adversário insistentemente. O golpe completo seria aproximação rápida em um passo para frente liderado pela perna esquerda, seguido pelo cruzado com a mão direita e uma rápida saída para trás, buscando distância suficiente para que o adversário não consiga chutá-lo. Essa sequência também deveria contar com velocidade suficiente para que seu rival não conseguisse segurá-lo em algum tipo de clinch. Se defender de joelhadas em clinch poderia se provar perigoso para um boxeador que não saberia usar os joelhos de volta.

Essa tentativa seria repetida algumas vezes. Quantas fossem necessárias para que o loiro se sinta seguro do golpe de seu adversário e lance sua proteção naquele sentido, protegendo a parte esquerda de seu queixo. Quando (e se) isso acontecesse, Slade tentaria uma rápida troca de base da perna esquerda a frente para a perna direita a frente, tentando desferir o mesmo golpe que estava tentando com a mão direita do outro lado. Dessa forma, o jovem boxeador tentaria desferir um soco cruzado com a mão esquerda na parte direita do queixo de seu adversário. Com velocidade e violência, usando bem o giro das costas tentaria, assim, finalizar a luta num nocaute.

Suas defesas consistiriam em tentar usar de sua velocidade e capacidade de previsão de golpes para se esquivar de socos e sair do caminho de chutes e joelhadas. Dessa forma, quando estivesse próximo de seu adversário, tentaria estar tão próximo que chutes fossem ineficientes, sendo úteis somente golpes com as mãos ou joelhadas. Tão próximo também, que jabs e socos diretos não alcançariam velocidade suficiente. Slade tentaria se esquivar para baixo no caso de socos cruzados, tanto pela direita, quanto pela esquerda. No caso de seu adversário tentar ganchos ou joelhadas, a intenção do boxeador era fazer um movimento rápido para trás, associado a tentativa de empurrar seu adversário na direção contrária.

Torcendo para um resultado positivo, Slade olharia para o Trevoso o observando atrás de seu inimigo momentâneo, depois para Luzia assistindo de trás dele.

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: I - A morte segue   I - A morte segue EmptyQua Maio 15, 2019 10:39 pm



Narração - Post 04


- Hahaha! Que é que houve, garoto, ta tudo bem por aí? - Esse loiro realmente tinha um aspecto meio metido, talvez fosse alguém rico que estava ali apenas por diversão, ou quem sabe apenas fosse confiante demais e usava o jogo de conversa para prejudicar ainda mais a mente de seu adversário. Não se sabia ao certo, mas, sim, era bem chato ouvir tais frases. Slade logo mantinha sua postura ereta em um posicionamento típico de um boxeador, colocando sua perna esquerda a frente em sua base. Onde inicialmente avançava para tentar desferir um belo cruzado de direita, o loiro parecia já esperar por um ataque direto, então logo acabava por cruzar seus braços à frente do rosto, todavia, o ataque almejado pelo boxeador acabava por não sendo um ataque direto, tratava de um golpe horizontal, afinal para mesclar um cruzado de direita, o ataque vem lateralmente, algo que acabou atingindo diretamente a bochecha de seu antagonista. Como um contra-ataque o loiro logo tentou envolver um ataque com o seu punho direito, mas, em um rápido movimento, Tanato tomava distância e se esquivava.

O golpe era bem preciso, acabava por fazer escorrer um pouco de sangue pelo queixo do receptor. Algo que, inclusive deixava o loirinho com muita raiva, e era possível ouvir seus dentes serrilhando a raiva em sua boca. Sua fúria era bem visível em seu olhar, mas quando ele pensava em avançar e continuar com o embate, ouviu-se um som: - Basta! Descansem e observem a próxima e última luta. - Essa voz grave era amplamente bem imponente e inclusive dava vontade de obedecer, não sabía-se ao certo o que esse homem bigodudo tinha em sua voz, mas era um som bem astucioso e determinado. Porém, ainda escutou um mero sussurro vindo do loiro:
Ainda te pego...


Novamente o círculo era formado e em seu meio haviam dois homens, pra falar a verdade, um deles parecia ser bem jovem, um garoto, aí talvez o motivo de sua altura baixa. O outro adversário parecia a de um homem mais velho, suas vestes eram bem maltratadas, meio rasgadas, parecia mais ser um mendigo do que qualquer outra coisa. Quem sabe não era um mendigo tentando mudar sua vida? Enfim, voltemos para o combate. Slade ainda podia sentir uma leve dor no abdome, mas que com descanso parecia estar perto de melhorar. O garoto mantinha uma postura ereta e nada falava, por outro lado, o tal velho parecia até mesmo embriagado. Um fator realmente fora do comum, o que veríamos? Uma luta idiota entre um velho bêbado e uma criança? Que coisa ridícula.

A luta começava e o tal velho pegava por uma pequena garrafinha arredondada e dava mais alguns goles, parecia realmente disposto a continuar lutando bêbado. Porém, o tal homem da bela voz não falava nada, apenas continuava a fitar toda aquela situação. O mais novo avançava em um tom sério, ele parecia manter-se sempre em um estilo de luta com os pés, a luta iniciava com um carrinho dele, porém, o baixinho bêbado saltava junto à sua espetacular garrafinha. - ...Opa, moleque. Cuidado com... - Soluçava - Minha biritinha. Gagaga! - O velho agora tentava contra atacar com uma voadora, mas era um golpe rapidamente bloqueado com outra pernada. Eram diversas trocas de ataques em que nenhum acertava o outro, mas era um belo espetáculo de luta, mas em um mero deslize, o velho tropeçou, caiu e desmaiou. Isso tudo antes mesmo do taekwondoca acertá-lo.

- Pois bem, gostei da luta de todos, e, se quiserem, podem sim se juntar à marinha. Como todos sabem, temos requisitos e certa postura rigorosa para aceitar quem trabalha em nosso grupo. Com apenas uma exceção, o Chuck. - Apontou para o bêbado apagado no chão. - E olha como ele fede... - Ressaltou o oponente de Slade. E o homem logo os encaminhava até outra sala que parecia mais como um armário de extensão considerável. Ao longe, enquanto caminhavam até o devido âmbito, podia-se ver o tal bêbado sendo acordado por dois marinheiros e sendo expulso do Quartel General. Triste fim para Chuck, mas ninguém pode querer tentar se alistar na marinha estando totalmente alcoolizado e, inclusive, ter um - vulgo PT - coma alcoólico no meio da luta.

O tal armário que direcionados foram continham uma boa quantidade de roupas, talvez fardamentos. - Sejam, muito bem vindos à marinha, meus novos soldados! Eu me chamo Fran Frank, mas podem me chamar só de Frank mesmo. Podem pegar seus fardamentos e vão até o vestiário, fora daqui é a primeira a direita, tomar um banho que logo os irei orientar melhor. - Falou a tal voz grave que até dava uma contínua vontade de seguir e respeitá-la. Mas e agora, quais seriam os passos de Tanato?



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