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Cap. 1: Desconcerto  XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1: Desconcerto

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MensagemAssunto: Cap. 1: Desconcerto    Cap. 1: Desconcerto  EmptySab 16 Mar 2019 - 11:45

Cap. 1: Desconcerto

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Lunafreya Lovegood . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Desconcerto    Cap. 1: Desconcerto  EmptyDom 17 Mar 2019 - 15:42

Venho tendo muitos pesadelos desde aquele dia, portanto, acho que devo me apressar e dar cabo dos dois desgraçados responsáveis por esse infortúnio. Embora não estivesse presente no dia do "acidente", boatos circularam por toda a ilha a respeito dos rostos deles, por isso, até que eu consiga varrê-los da face da Terra, vou acreditar nas baboseiras que o povo de Briss anda espalhando e priorizar coisas mais... necessárias.

O que eu tenho que fazer mesmo? — murmuraria e, logo em seguida, prosseguiria com o questionamento — Papai sempre gostou de dançar, então... — finalizaria, enfim, a sessão de perguntas que estava fazendo para mim mesma. Outrossim, daria uma olhada rápida nos arredores a fim de me situar.

Assim que tivesse feito tudo que julgava importante, sairia à procura de alguém que soubesse dançar e, claro, estivesse disposto a me ensinar. Nunca levei jeito pra isso, mas a pressa é a inimiga da perfeição, né?

Determinada a expulsar a preguiça que pouco a pouco apossa-se do meu corpo, sairia atrás do profissional em questão, evitando perguntar pra qualquer idiota que visse pelo caminho pois a primeira impressão é a que fica e eu com certeza não quero arruinar a reputação que tento construir há um bom, bom tempo.

Caso encontrasse, porventura, a galinha dos ovos de ouro, não tardaria em chegar para perto dela (ou dele, já que nada impede que seja um galo) e, quase que instantaneamente, entoaria um canto horrível na intenção de roubar toda a atenção para mim:

Ei, ei! Que tal me ensinar a dançar? Não custa nada, néé~éé...? — ao terminar de perguntar, largaria mão da ideia de cantar enquanto falava, concluindo que conseguiria fazê-lo em apenas uma palavra. Dada a minha falta de talento para a música, esperaria ansiosa a resposta que, na verdade, deveria vir como um tiro de pistola e, sinceramente, seria melhor se saísse pela culatra.

Lógico, existia a possibilidade de eu não convencer quem quer fosse atuando tão mal, por conseguinte levando-me ao que sempre chamei de "Determinação Idiota da Maka Idiota". O que é isso? Bom, costumo chamar de insistência exagerada e desnecessária, só que poderia vir a calhar numa situação como essa.

É isso, então? — diria, soando meio decepcionada, apesar de que não desistiria tão cedo. Em vista disso, sujeitaria-me a repetir o mesmo processo incontáveis vezes, convicta de que teria sucesso nessa busca.



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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Desconcerto    Cap. 1: Desconcerto  EmptySex 22 Mar 2019 - 2:02

Lunafreya Lovegood



Aquele era mais um dia ensolarado em Briss Kingdom, o sol estava no meio do céu indicando o início da tarde na ilha. As pessoas caminhavam tranquilamente pelas ruas, em meio a estes estava a jovem Lunafreya que parecia perdida em seus pensamentos se perguntando até mesmo o que teria de fazer. Havia ficado sozinha no mundo depois da morte de seus progenitores, assim teve de crescer nas ruas da cidade para poder sobreviver e algum dia conseguir se vingar daqueles que lhe trouxeram os seus momentos de tristeza.

Tratou logo de se situar, estava próxima a uma área residencial, assim gastou poucos segundos para voltar até a realidade e procurar o que queria no momento. Aprenderia dança, era do que seu pai gostava e aparentemente queria seguir os gostos de seu parente, bastava apenas buscar por algum profissional da área que estivesse disposto a ensina-la sobre o assunto. Desta forma, passou a vagar sem saber por onde começar a procurar o que a fez perder mais tempo do que o necessário para fazer isto.

Acabou encontrando uma praça, onde um grupo circense se apresentava com grande estilo e habilidade o que encantava as pessoas que passavam por perto. Uma grande área com diversos bancos espalhados juntamente de árvores em locais estratégicos com o gramado semelhante a um tapete, no meio o que trazia mais charme para aquele local um belo chafariz com anjos de cerâmica. Em frente havia um restaurante familiar com um letreiro chamativo onde estava escrito “Joseph's" na cor vermelha, um bom local para o grupo que estava ali chamar a atenção.

Observando bem, a jovem via que havia uma dançarina em meio aos circenses que fazia passos de dança complexos de uma forma que parecia ser externamente fácil. A sua “galinha dos ovos de ouro" estava ali, com isso a jovem se aproximou numa tentativa frustrada de chamar a atenção da mulher com uma pergunta cantada, uma terrível ideia - Está tentando me provocar uma dor de ouvido com essa voz? perguntou de forma sarcástica sem antes responder o questionamento de Luna - E o que eu ganho com isso? Talvez se me der algo interessante eu posso ajudá-la sorriu de forma gananciosa. Ela possuía cabelos longos negros e utilizava um vestido verde com algumas listras em amarelos, o que combinava com as roupas dos outros que estavam ali.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Desconcerto    Cap. 1: Desconcerto  EmptySab 23 Mar 2019 - 20:31




Cap. 1: Desconcerto


Sempre gostei de admirar o céu, sabe? Ele está acima de tudo e todos, mas não esfrega isso na cara de ninguém. O sol, por outro lado, é um exibido: anuncia o começo do dia e o fim da tarde reluzindo lá no alto e ofuscando a visão de quem quer ouse encará-lo.

Em contra-partida, o mundo como conhecemos está repleto de pessoas ruins. Talvez eu deva varrê-las da face da Terra quando tiver poder o bastante, mas não antes de descobrir o que foi que motivou o assassinato de Papai e Mamãe. Com certeza não dá pra alcançar o topo sem abrir mão de alguma coisa e, sinceramente, eu acredito já ter pago o preço.

Só que não dá pra lamentar pra sempre, então é melhor que eu aceite a realidade como ela é e continuará a ser caso não queira sofrer ainda mais. Munida de muita determinação meus sonhos, sem sombra de dúvidas, se realizarão.

Recobro, portanto, a consciência: a busca pela galinha dos ovos de ouro tava se mostrando bem, bem difícil, entretanto aquela insistência outrora irritante provou-se valorosa diante de um desafio tão... "difícil". A dança é uma das artes mais bonitas e eu respeito os que sabem revelar a verdadeira essência dessa obra-prima: o improviso.

Pode parecer meio desnecessário e arriscado, mas improvisar é a melhor maneira de ganhar uns pontos no amor. Mesmo que eu tenha dispensado todos os garotos que, porventura, tentaram me conquistar, ver dois pombinhos se derretendo de paixão um pelo outro não tem preço.

Apesar disso, ao encontrar o que pensava ser uma mina de ouro, a abordagem adotada por mim deve ter soado rude e extremamente indelicada visto que canto muitíssimo mal, então o motivo por trás da fria resposta dada pela moça que se apresentava no meio de um lugar, cá entre nós, estonteante de tão belo, não podia ser diferente: "Não, blá blá blá...".

Quando estava prestes a voltar à estaca zero e reiniciar a maldita caça ao tesouro chamado dança a autora de um dos capítulos de Os Desapontamentos de Luna presenteava-me com a oportunidade de aprender o que tanto desejava sob uma única condição: convencê-la de que seria suficientemente apta a dominar vários passos e estilos.

Pensaria em algumas propostas que, claro, não seriam levadas adiante: julgava-as indecentes. Por quê? Eu acabaria por falhar no momento em que cogitasse a ideia de seduzi-la ou coisa do gênero. Viriam-me à cabeça sugestões tão depravadas quanto as anteriores que logo seriam, obviamente, descartadas.

Que tal decidirmos isso num duelo de dança? — Sairiam da minha bocas palavras inconsequentes sendo, por si só, impensadas. Haveria a possibilidade de eu levar um fora diferente daqueles que se leva quando não correspondem o seu amor: um fracasso que não importa como veja, jamais deixará de ser um fracasso.

Esperaria, em vista disso, a resposta que inevitavelmente viria, uma hora outra. Fitaria-a de vez em quando, com receio de falhar novamente, fechando a cara logo em seguida. A medida que demorasse para dar seu veredito sobre o assunto, minha ansiedade seria trazida à público representada por pulinhos intercalados e incessantes, evidenciando a falta de uma virtude bastante importante em mim: a paciência.

Trabalharia, também, a hipótese de que poderia ser friamente ignorada, então não hesitaria em tomar a iniciativa: chegaria para perto da dançarina de meia tigela e, subitamente, passaria a dançar. Seria terrível, mas teria de ser terrível a ponto de fazê-la sentir-se compelida a competir.

Vamos lá, sua impostora! — Em tom de brincadeira, provocaria-a na intenção de conseguir o que venho desejando há anos. — É hora de mostrar pra você como se dança de verdade! — Não pouparia palavras a fim de instigar o orgulho que ela deve ter como uma profissional amante de bons passos a me considerar, pelo menos, hábil a pôr esse anseio em prática.
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Última edição por Bravheseer em Dom 7 Abr 2019 - 22:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Desconcerto    Cap. 1: Desconcerto  EmptyTer 26 Mar 2019 - 16:53

Lunafreya Lovegood



Luna recebia uma chance para conseguir o queria, bastava apenas convencer a mulher com algo que poderia se vantajoso as duas. Em sua mente passava a pensar na proposta que faria a dançarina, mas a esmagadora maioria era obviamente descarta por serem coisas indecentes. A demora fez com que a circense passasse a ficar impaciente, não tinha tempo para ficar desperdiçando - Tá difícil aí? Precisa de alguma ajuda? ela questionou de uma forma cínica formando em seus lábios um sorriso - Acho melhor pensar em algo logo permaneceu com a expressão em seu rosto, enquanto que a jovem parecia ter chego em uma solução para o seu problema.

A jovem parecia não estar raciocinando direito e desafiou a mulher para um duelo de dança, uma atitude totalmente impensada - Como é? Isso é uma brincadeira certo? de forma praticamente descontrolada, a mulher começava a gargalhar julgando aquilo como uma piada feita por Luna. Demorou um bom tempo até que ela conseguisse parar de rir sem voltar a ter uma crise de riso logo em seguida - Você é boa contando piadas, tem certeza que quer aprender a dançar? disse de forma um pouco mais controlada para que não acabasse rindo novamente, a final a chicoteadora parecia um pouco nervosa e ansiosa para ouvir sua resposta que com essa fala já havia sido praticamente solucionada, mas a esperança naquele momento seria a última a morrer.

Vendo que a resposta de sua pergunta não havia sido respondida e ignorada pela mulher que apenas rira, Lunafreya tomava a iniciativa da situação passando a dançar, provocando-a no processo. Aquilo não adiantará de nada, afinal somente intensificava a risada da mulher que se divertia com o quão engraçado a situação estava sendo - Chega de piadas, por favor continuou rindo. Mesmo que a chicoteadora tentasse instigar o orgulho da mulher só conseguia passar um pouco de [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] - Você até que me divertiu, mas agora precisamos falar sério ela disse ao se acalmar novamente - Resolvi te ajudar só por causa disso, mas espero não me arrepender soltou um suspiro ao dizer a parte final - Só espera um instante, está bem? ela foi na direção de seus companheiros - Só não me faça perder tempo, vamos fez um sinal para que ela a seguisse para um lugar mais afastado na praça.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Desconcerto    Cap. 1: Desconcerto  EmptySab 30 Mar 2019 - 19:50




Cap. 1: Desconcerto



Nunca me deparei com alguém tão exigente quanto ela. Meus pensamentos estavam todos bagunçados, o que fazia com que eu não conseguisse raciocinar direito. Assim que as ideias chegavam, julgava-as fúteis diante do tamanho da ignorância da mocinha do circo, perdendo ainda mais tempo.

E não parava por aí: ela, em vez de tentar suavizar a situação, pressionava-me até o ponto em que simplesmente não dava pra bolar um jeito de convencê-la. Munida de muita coragem e determinação, começava a dançar, claro, como um bêbado que mal sabe o próprio nome após virar a noite acompanhado de muito, muito saquê.

Por outro lado, a dançarina caía na gargalhada. Não sabia se era um bom sinal, mas continuava a mandar passos desengonçados, na esperança de que aquilo a fizesse mudar de ideia.

Passado um tempo desde o início da tortura espectada pela encarnação do mal que a plateia por algum motivo chamava de "artista", acho que o mundo tava ficando com pena de mim, então resolveu me presentear com uma oportunidade reluzente feito ouro. Em contra-partida, as risadas descontroladas daquela mulher ainda ecoavam em minha mente.

Contudo, não jogaria tempo fora, agradecendo-a devidamente pela chance de poder aprender a dançar:

Isso aí! Obrigado, de verdade! — Na sequência, perguntaria o porquê de ter me aceitado mesmo depois de todo aquele estardalhaço, esboçando um sorriso para disfarçar a vergonha que sentia. — Por que você me aceitou mesmo depois de tudo isso?

Mesmo que não tivesse a resposta que tanto desejava, seguiria-a para onde quer que fosse sem pestanejar. Durante o percurso bombardearia a dançarina com uma série de questionamentos nada pertinentes dadas as circunstâncias:

Ei, pode dançar um pouco pra mim? Há quanto tempo trabalha no circo? Ei, eu vou aprender a dançar mesmo? — Meu entusiasmo seria visível e minha impaciência também, chegando a um nível em que teria que extravasá-los de algum jeito; e seria saltitando.

Não esperaria muitas respostas com base no que conhecia da minha mais nova professora, que transparecia uma personalidade fria e que com certeza não deveria ser provocada por ninguém menos que eu, sua mais nova aluna!

Ei, você deve gostar de alguém lá do circo! Quem é, hein? — Manteria meus olhos fixos nela, só que meio receosa de que talvez pudesse ser ignorada novamente. Desse modo, tiraria toda a atenção anteriormente posta sobre o caminho que percorríamos, voltando-a inteiramente para a professora.

No momento em que alcançássemos o lugar pro qual ela tava indo, passaria os olhos pelo ambiente — em suma, uma olhada rápida — e tornaria a encará-la. A aula poderia ter início a qualquer instante, então não mediria esforços para me preparar tanto mental quanto fisicamente: pensaria somente em coisas boas como coelhinhos fofinhos pulando incansavelmente por um campo florido.

Tendo mentalizado o necessário para ficar tranquila e evitar cometer erros bobos, deixaria todo o resto de lado para dedicar minhas forças única e exclusivamente ao aprendizado da dança. Sendo assim, dispondo de, acredito eu, uma boa professora, faria tudo que precisasse para aperfeiçoar e, posteriormente, dominar essa arte.

Não deixaria, lógico, de parar às vezes para absorver ainda mais informações a respeito do que estava sendo ensinado a mim. Caso tivesse dificuldade em aprender algo, pediria para que ela voltasse a mostrar como era, repetindo o processo até que conseguisse masterizar minha tão amada dança:

Dá pra fazer de novo? Não prestei atenção... — Soaria ligeiramente preocupada, afinal de contas eu certamente terei que dançar em cima dos cadáveres dos desgraçados que mataram papai e mamãe. Se ela demorasse pra responder, continuaria a perguntar, mesmo que isso viesse a irritá-la.

Esperaria até que finalizássemos a aula para agradecer da maneira como deveria, abrindo um sorriso que se estendia de um canto a outro.

Isso, isso, isso! — Pausaria a fala e imediatamente correria na direção da mestra para abraçá-la. — Obrigado, hã... Qual que é o seu nome mesmo?

Havia a possibilidade de ela recusar o abraço, mas tudo bem. Não se pode ganhar o coração do mundo inteiro, então trataria apenas de perguntar coisas que achava que viriam a ser de alguma ajuda:

Ei, será que eu posso me apresentar como você agora? Ah, por sinal, onde consigo um chicote? — Soaria estranho perguntar onde é que poderia conseguir um chicote, só que sanar essas dúvidas seria de vital importância pro meu crescimento como ARTISTA! Sim, como artista, já que, diferente do que pensei, talvez dê pra ganhar o coração do mundo inteiro sendo uma artista.

Mesmo que tivesse (ou não) as respostas que queria, permaneceria com a mestra até quando quisesse. Não seria justo cair fora logo quando tinha me apegado a ela, portanto bombardearia-a, novamente, com uma série de perguntas:

Mestra, o que você acha do mar? Você já saiu pra se aventurar? — A curiosidade contida em mim seria liberada assim que perguntasse isso. Não me moveria nem um milímetro, esperando uma resposta dela, e não daria a mínima para o tempo; eu dispunha de todo o tempo do mundo, afinal.

Poderia estar ou ficar cansada durante o tempo que possivelmente esperaria, por isso acomodaria-me ao lado dela, determinada a trazê-la para o meu lado nas aventuras que desejava ter desde criança.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Desconcerto    Cap. 1: Desconcerto  EmptyQui 4 Abr 2019 - 23:18

Lunafreya Lovegood



A situação era um pouco confusa para Luna, a mulher havia lhe feito passar vergonha e depois decidira ajuda-la com a dança. Ela agradeceu a dançarina, mas em seguida resolveu questionar o motivo dela ter a aceitado - Você parece uma boa pessoa, mesmo sendo desse jeito atrapalhada e fez com que eu me divertisse ela disse de forma direta - Talvez, não seja uma total perda de tempo te ajudar finalizou seu momento de fala.

Luna estava realmente entusiasmada com aquela oportunidade e saltitava numa forma de extravasar suas emoções, ao mesmo tempo que enchia a mulher com questionamentos - Eu trabalho a minha vida toda respondeu apenas a segunda pergunta, já que julgará que as outras duas seriam respondidas no aprendizado. Mesmo com um pouco de desinteresse por parte de sua professora a jovem insistia naquela conversa - Você é bem irritante quando quer hein? soltou um suspiro e riu em seguida da situação, talvez ficar irritada não adiantasse nada.

Foram pouco menos de 5 minutos de caminhada, para jovem poderia ter sido aparentemente mais, porém não passará disso - Pronto, estamos a uma boa distância ela espalhou alguns equipamentos que seriam necessários para a aprendizagem. Luna rapidamente passou seus olhos pelo espaço onde estavam e logo se preparou para que pudessem iniciar a aula - Espero que esteja pronta ela soltou um sorriso. A partir daí a dupla passou várias horas treinando tanto a parte teórica quanto a prática, a cada final de explicação ou demonstração a mulher se preocupava em ajudar a chicoteadora em tudo que ela apresentasse dificuldade com uma paciência moderada.

Ao fim de tudo, a jovem já havia adquirido todo o conhecimento necessário e estava cansada mentalmente, também fisicamente - Se cansou já? perguntou com um sorriso cínico, afinal ela também estava um tanto exausta. As duas voltaram até o lugar de antes, procuraram se acomodar sobre o chão para poderem recuperar as suas energias - Eu sou Elisa e o seu nome? ela perguntou. Por fim, a mais nova perguntava se podia se apresentar com os que estavam ali e também sobre um lugar onde se vendia um chicote - Bom, você não nos atrapalhando pode agregar muito disse tranquilamente - Eu sei de um local comentou de forma pensativa. Mesmo assim, Luna permaneceu ali com sua mestra - Não gosto do mar disse olhando para um outro local, demonstrando desinteresse naquele assunto.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Desconcerto    Cap. 1: Desconcerto  EmptyDom 7 Abr 2019 - 22:35




Cap. 1: Desconcerto


Não importa como eu veja, a mestra é uma pessoa fechada. Não sei pelo que ela passou, só que isso me incomoda um pouco. Talvez ela tenha crescido assim, então não a culpo, mas ainda não tô satisfeita com a forma como ela me trata. Fora isso eu tinha, provavelmente, desenterrado memórias que não devia ter desenterrado.

Não que eu me sinta desconfortável perto da mestra. Tive um tempo para conhecê-la melhor, portanto posso afirmar que ela jamais faria algo ruim. Mas chega! Chega de pensar sobre baboseiras que não me ajudarão em nada que já deu a hora de eu tomar uma atitude ou outra a respeito da minha vida.

Mestra, chega de falar disso! — Abriria um sorriso radiante feito o sol e apoiaria uma das minhas mãos nas costas dela na intenção de confortá-la. — Pra onde é a loja? Juro que vou te trazer um monte de coisas legais do mar!

Seria uma declaração definitivamente ousada. Não sabia ao certo se era mesmo capaz de enfrentar os perigos do mar uma vez que nem o conheço direito, logo meu nervosismo se tornaria visível. Eu admiro e anseio os segredos mais nebulosos que cada oceano do  mundo esconde, então devo me empenhar para desvendá-los e assim conquistar tudo que puder ao longo da minha duradoura estadia na Terra.

Caso recebesse uma resposta negativa por parte da mestra, largaria mão da ideia de consultá-la para conseguir o que queria e sairia de cena conforme me despediria daquela que me ensinou uma das artes mais belas de todas: a dança!

Eu ainda vou voltar pra te convencer a vir comigo, então até lá! — Lançaria alguns olhares nada discretos para ela e, em seguida, saltitaria sem rumo pela cidade. Me negaria a pedir ajuda a terceiros, e meu objetivo seria bem claro: encontrar uma loja de armas. Mesmo sem a mestra pra me ajudar, seria uma tarefa... fácil, eu acho?

Além disso, também trabalharia a possibilidade de receber uma resposta positiva: assim sendo, gravaria cada sílaba do que ela diria, e imediatamente partiria rumo ao local indicado. Logo que alcançasse a loja em questão, pouparia-me de cerimônias e entraria para comprar o meu amado chicote. De fato, fazia um tempo desde que não usava um, portanto estaria ansiosa a ponto de parecer que explodiria a qualquer momento.

Ei, você! — Reviraria os olhos pelo estabelecimento até encontrar o dono. — Me venda um chicote! — Chegaria para perto dele e fisgaria algum dinheiro do bolso do sobretudo, dispondo-o sobre o que quer que tivesse à minha frente.

Insistiria até que o preço coubesse no orçamento, já que estourá-lo não seria uma boa ideia. Não daria a mínima para os arredores e destinaria toda a minha atenção para a compra do chicote. Uma vez que o comprasse voltaria pelo mesmo caminho que usei pra entrar e ponderaria, já do lado de fora, por alguns minutos.

Pra falar a verdade, o que é que eu posso fazer agora? — Na sequência equiparia o chicote como forma de prevenção a quaisquer ameaças em potencial. Honestamente, eu nunca havia pensado sobre isso. Bom, de todo jeito, acataria o que me agradasse mais e lutaria intensamente por isso: dançar! Mas não me limitaria a somente dançar, pois meu desejo sempre foi fazê-lo com mais duas pessoas — em resumo, um trio.

E assim se iniciaria a caça aos talentos da grande Luna: primeiro, iria atrás de um lugar com muita, muita gente pra chamar ao menos um pouco de atenção, e em seguida começaria a mentalizar passos ensinados pela mestra e os moldaria conforme a minha vontade. Arrastaria o pé esquerdo por alguns centímetros e colocaria-o junto do direito; depois, jogaria ambos os braços para frente e apoiaria, terminando o movimento, um deles na cintura; assim que chegasse a esse ponto, passaria a remexer os membros inferiores feito louca enquanto repetiria movimentos semelhantes ao ato de estalar os dedos com as mãos, de um lado para o outro, sem parar em momento algum.

Minha única intenção seria reunir pouco mais de duas pessoas para dançar comigo e, talvez, ganhar algum dinheiro, portanto trataria de manter um sorriso na cara mesmo que forçadamente. Ademais, permaneceria dançando até que ao menos um idiota se juntasse a mim, e quando me cansasse procuraria repôr as energias perto do lugar da apresentação para não perder o ritmo.

Dancem comigo, bando de preguiçosos! — Endereçaria essa mensagem disfarçada de insulto para todos que estivessem próximos, convidando-os a extravasar um pouco do estresse acumulado no dia-a-dia. Claro, não daria bola caso não surtisse efeito em ninguém, e se pensassem em me agredir não daria mole e imediatamente correria para longe. Dessa forma, repetiria o processo várias e várias vezes.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Desconcerto    Cap. 1: Desconcerto  EmptyQui 11 Abr 2019 - 16:08

Lunafreya Lovegood



Após um curto momento reflexivo a respeito de sua “mestra” ser uma pessoa reservada, Luna sorria para a mulher e colocava a sua mão nas costas dela questionando a respeito da direção da loja de armas - Siga reto e depois dobre a esquerda, não é muito distante daqui ela fez alguns gestos com as mãos para que a mais jovem entendesse melhor a sua explicação. Com a informação dada, Luna não perdeu mais tempo por ali e saiu saltitando de alegria na direção que Elisa havia dito - Quanta pressa soltou um suspiro ao dizer a última palavra.

A caminhada não fora nada longa, o local era realmente muito perto da praça e com as indicações de Elisa, a chicoteadora não tardou a chegar na loja de armas. O local era de aparência simples, não demonstrando sinais de luxuosidade muito menos de mau estado, ou melhor estava incrivelmente intacta visto que a loja estava funcionando a muitos anos na ilha. Logo, Luna adentrou o lugar que era de um espaço amplo com diversas variedades de armas á venda, um homem de avançada idade estava detrás do balcão - Olá criança proferiu o homem com um sorriso simples.  Ao ouvir o que a jovem tinha a dizer, o senhor soltou um suspiro - Essas crianças de hoje em dia estão muito mal educadas com cuidado ele se abaixou para pegar o chicote - São 30.000 Berries ele estendeu a mão na direção da jovem.

Depois de pagar o velho, a chicoteadora saiu da loja e do lado de fora do local ponderou por alguns minutos sobre qual seria o seu próximo passo, assim chegou a conclusão que lutaria pelo o que mais a agradasse, formaria um trio de dança. Com isso, a jovem iniciaria uma busca por “talentos" que pudessem a ajudar a atingir seu objetivo naquele momento e desta forma ela procurou se dirigir até um local onde haviam muitas pessoas para conseguir chamar a atenção de alguma pessoa. Quando viu uma grande multidão, a chicoteadora pôs seu plano em prática e se preocupou em começar a dançar como Elisa havia lhe ensinado, mas moldou a sua própria forma para criar seu estilo de dança.

Luna não estava muito distante de onde sairá, enquanto dançava não pode chamar a atenção de ninguém seu brilho era ofuscado por uma dupla que atraía toda a multidão. De forma magnífica eles realizavam seus passos de dança como verdadeiros profissionais - Vamos nessa Scott! um desses dois era uma jovem que parecia estar no comando da coreografia. Após 10 minutos de um verdadeiro show o rapaz estendia o que parecia ser um chapéu para que as pessoas pudessem colocar algum dinheiro - Muito Obrigado a todos! a menina sorriu de forma intensa na direção do público, que nesse momento os aplaudia pelo espetáculo - Agora, iremos fazer nosso próximo número há alguém que queira participar!? o rapaz tomou a vez da fala, também estava sorrindo.

Velho:
 

Dançarinos:
 

Offzão:
 

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