One Piece RPG
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» I - A Whole New World
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor ADM.Tidus Hoje à(s) 14:37

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor Furry Hoje à(s) 12:39

» [ficha] Arthur D.
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor arthurbrag Hoje à(s) 12:25

» Enuma Elish
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor GM.Alipheese Hoje à(s) 11:22

» [Mini-Aventura] A volta para casa
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor Fiest Hoje à(s) 10:51

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor Fukai Hoje à(s) 10:10

» [MINI-ARTHURBRAG] COMEÇANDO UMA AVENTURA
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor arthurbrag Hoje à(s) 10:07

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor PepePepi Hoje à(s) 07:50

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor Thomas Kenway Hoje à(s) 06:02

» Hey Ya!
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor GM.Mirutsu Hoje à(s) 02:56

» [E.M] - Gostosuras e Travessuras
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 02:08

» [Ficha] Raveny Moonstar
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:38

» Raveny Moonstar
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:36

» ブルーベリーパイ ~ Blueberry Pie
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor CaraxDD Hoje à(s) 01:11

» Escuridão total sem estrelas
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor CaraxDD Hoje à(s) 00:39

» Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor Kiomaro Hoje à(s) 00:27

» Arco 5: Uma boa morte!
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor Kenshin Himura Ontem à(s) 23:58

» A inconsistência do Mágico
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor CaraxDD Ontem à(s) 23:45

» Seasons: Road to New World
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor Volker Ontem à(s) 22:44

» Ain't No Rest For The Wicked
Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Emptypor Hoyu Ontem à(s) 21:55



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Ato III: O Miasma da Quimera

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptyDom 10 Mar 2019, 22:20

Relembrando a primeira mensagem :

Ato III: O Miasma da Quimera

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Edmure de Rivia . A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Wing
Pirata
Pirata


Data de inscrição : 31/05/2013

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptySeg 29 Abr 2019, 20:07



O Miasma da Quimera
Edmure de Rivia

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Sentei o sebo nas canelas e vi caos tornar-se num borrão. Homens e sangue, aço e espadas, sonhos também. Tudo esmagado, tornado em cinzas ou nestes borrões fazendo comichão ao canto da minha vista. Tinha a gládio em mente e nada além me importava; talvez o mundo estivesse a desmoronar. Mas cedo como os dedos encontram a espada, a confiança volta para ti. E assim fora comigo também, graças ao nanico atrofiado e sua cortesia, para que só então me situasse novamente. Ainda que o intento fosse de avançar e estripar o draconideo ao meio, e me frustrasse à conta do seu reboliço e das cortinas de fumaça ascendendo no cenário, eu trouxe parte da maré de volta ao meu favor. Tê-la comigo era o bastante. Antes inerte e pouco orientado em meio a bruma, como o voo alçado pela criatura havia me deixado, que exposto à boca maculada em carne e tripas, e sujeitado ao flagelo da sua brasa de dragão.

Se escamagris me esmaltava ao rosto em branco, e dava à pele suas tantas rachaduras, qualquer que tenha sido a desgraça a afligir o pequenino também deu-lhe suas marcas. Teve de mim a atenção que era devida, e os dizeres pareceram ter lá seu valor, mas sua carranca era o que atraía. Seus olhos mistos em coloração, a fenda em que a napa havia se tornado, e os cabelos louros como um tostão de ouro. Tudo à parte da estatura de nanico. ~ "De onde é que saiu esta alegoria? Ele arredou seu pé do circo com Tobias e os saltimbancos?" ~ E talvez essa fosse a forma como os homens me enxergavam, quando o semblante alvinegro e estaladiço destacava-se num mar de outras caras vãs. Mas nos meus olhos não havia o desprezo que lhes era corriqueiro. Eu entendia o flagelo do anão. E quando prestes a pô-lo ao encalço de Ciri e Tobias, ouvi o urro do dragão tornar-lhe a goela num corno de guerra, e senti os ombros trespassados pela força de outrem. Olhos estreitos e munidos no desprezo com que homens como aquele balofo abordariam ao anão. Ele deixou de me faltar.

Pois bem. — Sucederia, torcendo o canto do lábio e rangendo os molares em revolta. Unindo o cabo da espada e a alça de riste do escudo em uma mão, só por agora, avançaria a destra para abocanhar ao frasco entregue pelo anão. — E que diabo é que há aqui? Tu és um mago ou alguma porra desta? — Questionaria, quase retoricamente, fungando a abertura do vidro no que seguiria por guardá-lo, bolso esquerdo do casaco adentro, voltando a empunhar a gládio na direita. Eu não gostava de rodeios, mas o mistério cativava, e àquela altura não havia tempo com que delongar. — Se dane isto, eu saberei à minha própria conta. Não há mais tempo para ti, nanico. É um costume passar chatos de galocha pela espada. — Com o soslaio de um dos olhos, eu buscaria a silhueta gorda do cafajeste de há pouco, sem dar-me ao luxo de perder o seu vislumbre.

Tu que te vá até os meus rapazes, e diga ser o meu novo recruta. Uma garota de vestido negro, com uma rosa rubra atada ao cabelo, e um palhaço com âncoras na gola e meio metro de cabelo sobre a testa. — Eu rolaria os olhos pelo calabouço até que encontrasse Cirilla e o saltimbanco, ou mesmo a luz da lamparina que havia lhes entregue, seguindo por apontá-lo a dupla nonde quer que estivessem. Se a fumaça dissesse o contrário, o anão teria de achá-los por si só; é para isso que havia os descrito. — Sai vivo desta e a Quimera fará um bom uso da tua beleza, grandalhão. — Traria um tom trocista nas palavras, mas era alívio e não amargura. Amarga era a sombra dos olhos, com que agora eu encararia as costas do redondo.

E avançaria canto direito adiante, ainda que às cegas e por hora a passos acuados, para tomar meu posto na extremidade oposta donde havia vindo a baforada de dragão. Sempre encarando ao gordo que de certo se destacaria, bem como ao azarado que chamava por irmão. Os desgraçados pareciam cortar seu caminho direto ao ninho da fera, e eu seguiria no que vi como uma deixa cheia de astúcia. Realizei que não havia um porquê em calçar as botas de herói nesta história. O que importava-me era o fim, e não os meios. O que importava era o poder e a conquista. Os olhos cairiam sobre o colarinho, se esgueirando ao bolso do sobretudo nonde aninhava a bandeira, tudo para que eu me desse conta: minha Quimera traz no corpo de leão uma cabeça de serpente. Era devido que hora ou outra eu tomasse essa faceta. 

Já aliado da aceleração com que o físico abençoava às pernas, dispararia sobre os meus calcanhares uma vez que o intervalo entre eles e as costas do glutão fosse de dez ou menos metros — e cobriria terreno com o avanço, se ainda não tivesse chego lá. Em simultâneo aos pés batendo terra, soergueria o escudo na canhota, o alinhando ao respectivo ombro de forma a encouraçar todo meu tronco. Olhos pintados no negro azeviche como a boca e os lábios; não por enfermidade, agora, e sim por ódio. Tanto que eu o tornaria material. ~ "Até a Morte." ~ Matutaria dentro da cabeça, sem que as palavras me escapassem pelo beiço, pois saltaria ao cangote do obeso como se vestindo sombras. Poria na espada toda a fúria que há pouco eu dera, de bom grado, à couraça do dragão, sabendo que este alvo aqui não partilhava dela. E toda essa mesma fúria invadindo as tripas do maldito, numa estocada descendente contra seu pescoço azedo e recheado em tecido gorduroso, alvejando a jugular. Eu nunca fora um fã de toicinhos; peru e mirtilo era o meu prato favorito. Talvez gostasse mais das carnes magras.

O que viria doravante, era em acordo à posição do dito irmão do barrigudo: se o felizardo estivesse à sua esquerda, já alinhado ao alcance da canhota, avançaria, ainda durante o salto, numa porrada retilínea do escudo contra sua nuca. Eu teceria o movimento quase que como uma cotovelada, já que deitava o antebraço detrás da alça da égide, para que eu a envolvesse em um punho. Mas ao invés do cotovelo, era a superfície externa do escudo que acabaria por lhe alvejar as costas da cabeça; um golpe com que eu muniria em tanta força quanto o possível, engrandecido também pelo choque que avançar num salto, em paralelo com até a morte, providenciaria. Um feito para quebrar ossos e nocautear. 

Se, do contrário, o irmão cobrisse-lhe ao flanco direito, esperaria até que os pés voltassem a tocar o chão, depois do salto feito para ceifar vida. E seguiria, retirando gládio das entranhas adiposas do porco ensanguentado e a recuando à lateral dos meus quadris. Um golpe célere, ainda que brutal, feito em trajeto retilíneo e alvejando a espinha dorsal do irmão, se estivesse a facejar-lhe às costas, ou a barriga como ponto equivalente, se o coitado encarasse seu algoz. Não importava se insistisse num bloqueio ou se esgueirasse para além do meu alcance, pois seguiria em uma porrada circular com o escudo, da linha do meu ombro esquerdo ao direito, contra a têmpora do oponente. Só então re-avançaria, lhe estocando o bucho na altura da artéria aorta e auferindo outro último suspiro em aço e sangue.

O pouco de que partilhava com o gordo era o fato de não termos pele de dragão. É bem por isso que eu trataria de manter a guarda em pé, especialmente em desfavor do irmão, cujo primeiro golpe não alvejaria. Os homens geralmente brandem suas espadas em vingança. Na minha canhota, o escudo previamente alinhado com o ombro, e moveria o seu eixo de forma a transpor ataques advindos da esquerda. Quanto à direção oposta, eu deixaria gládio a postos, do ponto em que estocasse até a morte adiante. Os olhos já se centrariam à direita, se houvessem homens neste flanco, e com o gume da espada avançando em sentido vertical/horizontal, como me fosse mais conveniente, daria cabo de qualquer afronta no bloqueio. Se persistissem e disputássemos força, não deixaria a do canalha imperar: repetiria a porrada circular feita através do escudo, lhe alvejando um safanão contra a cabeça e seguindo com o avanço retilíneo da espada a romper-lhe o abdome.  

Na esperança de que o toicinho estivesse agora a engasgar em sangue, iria avante. Avante ao extremo norte, se as pelejas no caminho não me impedissem; avante até as cavernas nonde julgasse estar toda a pilhagem e o dito logpose. Talvez o lobo branco batesse suas botas no processo, se o destino permitisse que eu lhe ultrapassasse. Vê-lo morrer não era o ideal, mas a vitória e o poder vindouro dela me importavam mais. Que se danasse. Éramos eu e a espada novamente, como havia sido ao início da jornada. E do contrário, em um cenário nonde o gordo ou qualquer outro se tornasse em entrave? Azar o dele.
Nós valsaríamos batalha, e lhe daria uma morte ainda pior.




Técnica:
 

Objetivos, Ficha, NPC & Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptySab 04 Maio 2019, 00:21

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

FAROL - 15



A situação estava caótica, labaredas saiam da boca da fera iluminando o teto da caverna, mostrando que continha estalactites por todo o teto, os gritos de homens sendo queimados até a morte nem era mais tão horroroso, parecia parte do cenário. O nanico escutava com atenção as ordens de Ed, o loirinho corria saltitando de modo engraçado, mas não era intencional, seu corpo defeituoso era seu ponto fraco, mas ele parecia ter outras vantagens, havia deixado um frasco vermelho com o espadachim, que agora tinha que se mover, ou ficaria perdido no meio da bagunça.

Edmure avançava ao lado contrario ao gritos e uivos, vendo uma brecha que já havia sido usada pelo obeso e seu irmão magrelo. Como um bom pirata famoso pirata raiz, tudo que importava era o lucro, e tinha muita coisa em jogo. Correndo entre a fumaça negra do fogo e a fumaça branca do calor, o pirata já começava a sentir os efeitos que aquele local causava, seu corpo inteiro suava, e faltava levemente oxigênio em seus pulmões, a fumaça se espalhava pelo ar e entrava pelas suas narinas e sua boca a cada respirava, como um fumante, so que dessa vez a situação era pior.

Conforme se dissipava da aglomeração e avançava pela caverna, Edmure conseguia ver a silhueta dos dois a frente, pareciam conversar algo, mas o barulho dos urros do dragão impedia escutar com clareza, isso também era um fator favorável, pois a dupla não conseguia escutar o avanço do capitão da quimera. Então na surdina o espadachim avançava entre a fumaça e saltava para efetuar uma estocada na jugular do gordão, mas seus olhos o traíram.

Com a fumaça atrapalhando, sua estocada acertou no ombro e a lamina desceu ate o músculo rasgando superficialmente a pele, um grito ecoou e o homem pulou para frente, segurando seu braço ferido – Tem um rato aqui irmão, ele me picou – a voz era do gordo, agora próximos, podiam notar o inimigo a frente, portava um escudo e uma gladio pingando sangue, sua pele era rachada pálida, por sua vez, a frente de Ed tinha dois homens, um deles era obeso e vestia uma roupa surrada de coura, usava uma touca antiga e tinha vários apetrechos no seu cinto. Ao seu lado, seu irmão tinha uma aparência magrela, vestia uma camiseta verde e uma calça vermelha, ambos não pareciam ser muita coisa.

Antes que palavras pudessem ser ditas, Edmure saltou com seu escudo empunhado e tentou uma investida contra o Magrelo que simplesmente colocava seus braços a frente e tentava bloquear o golpe – Scroby! – exclamava o gordo ao ver seu irmão ser jogado ao chão, de seu nariz agora escorria um fio de sangue – Ahhhh! – o obeso dava um soco com sua mão direita, mas o soco acertou o escudo de Ed, que bloqueou perfeitamente, no contra-ataque tentou uma estocada, mas foi esquivada pelo homem – Cuidado Barrolimo, ele não é fraco – falava o sujeito limpando a poeira do seu corpo e levantando.

Nesse momento do meio da fumaça saia um sujeito de cabelo branco e longo que lhe caia nas costas,  seus olhos eram negros como a morte, seus lábios secos e rachados, empunhava uma espada longa – Mê deem o Log Pose – falava o sujeito com uma voz rouca – Ele será nosso esquisitão – agora quem falava era Barrolimo, que ajudava seu irmão a levantar. De um lado estava os irmãos esquisitos, do outro Edmure e o Homem esquisito que parecia não ser aliado a ninguém ali, Ed já havia visto o sujeito tentando um corte no dragão antes e podia ter uma noção da força do sujeito.



Caverna:
 

Dicas e Observações:
 


Cabelo Branco:
 
Scroby:
 
Barrolimo:
 
Robb "O Lobo Branco:
 
Tobias:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wing
Pirata
Pirata
Wing

Créditos : 18
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 31/05/2013
Idade : 21

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptyDom 05 Maio 2019, 02:20



O Miasma da Quimera
Edmure de Rivia

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]



O aço retine anunciando uma peleja, quando o esperado era cortar caminho direto à vitória. Mas no meu rosto, os desgraçados não veriam frustração. Já esperava que alçassem suas vontades oscilantes contra a de quem vos fala, ainda que o meu calibre seja um maior. Talvez a dupla de aborígenes soubesse disso; talvez tivessem perdido a sanidade e posto o bom senso de parte. Não importava o porquê deles, afinal. A morte sempre atrai os tolos, como estava escrito na história de todos os párias que passei pela espada até então. E tu te enganas se crê que o tenha visto como inconveniente. Eu e a lâmina éramos carne e sangue, e é nela que canalizava minha amostra suserana de poder. Eu não temia ou me angustiava à custa de brandi-la; me aprazerava por fazê-lo. À minha vista, a mesma ideia parecia ter valia ao dito espadachim da cara alva, dentre o frenesi com que vi avançar sem alvo aparente. Ele era fúria feito carne, e o que julguei lhe importar era a gana cega pelo logpose. Que então fizesse a sua dança. Enquanto o poder dos seus golpes me fosse conveniente, eu trataria de ser seu titeriteiro.

Poria os pés a trabalharem, num salto ou outro, às minhas costas, com que cobrisse distância em relação ao núcleo da batalha. — O rato agora te questiona, ô mamute. — Daria voz, de olhos estreitos, boca entreaberta e curvada num meio sorriso, e de aspecto arquejante. O calabouço se tornou num caldeirão, e já sentia o calor se impregnar sobre o casaco feito a couro fervido; estava de pulmões capengas. Quem sabe o tempo ganho pelo falatório me rendesse algum vigor a mais, e ao balofo havia muito a se dizer. — Que é que queres com o logpose? — Indagaria enquanto oscilasse gládio contra o vento, fazendo escorrer o sangue de toicinho com que havia a maculado. — Se não te mato aqui e agora, cais logo morto e infartado antes que faça teu caminho de volta à entrada. — Escárnio em voz bem como no semblante, pois deixaria a cara se estampar com um sorriso quase que lascivo. — É teu irmão, que nutre alguma esperança em proteger? — A cada sílaba os beiços se expandindo, até que tornasse a risota em um arreganho vil, traçado de orelha a orelha, e os olhos transbordassem em veneno. — Eu tirarei o fardo das tuas costas. — Gládio girando pela empunhadura, da palma às costas da mão, em um floreio feito para instigar ódio e temor; à custa de trazer Cirilla à minha cola, eu conhecia a sensação. Era a manobra do soldado, ainda no embate do cais, que me serviu como um norte ao empirismo.

E através de um avanço explosivo irromperia adiante, cortando os ares à forma da minha silhueta quase que como num salto. O alvo com que alinharia meu avance era Scroby. ~ "E que porra de nome é este?" ~ Matutaria, enquanto projetasse o corpo à frente. O nome lhe era condizente ao porte: estava claro ser raquítico e despreparado, vez que bloqueara o escudo de mãos nuas e pagou pelo nariz. Eu não nutria complacência pelos fracos; os manejava como se a peões, ou desprezava-os, se se tornassem em barreira ao que eu era devoto. Mas a maior utilidade de Scroby era ser fardo ao irmão, como havia pressentido nos instintos protetores do gorducho. É bem por isto que a espada, soerguida à linha dos quadris, avançaria contra o irmão fracote em um corte diagonal e ascendente, executado da minha anca direita ao abdome do rapaz, e lacerando-lhe do bucho até findar no ombro esquerdo. E muniria o golpe em força o bastante para que, através dele, eu acabasse repelindo afrontas feitas a esmo, viessem estas do toicinho ou mesmo do espadachim.

Dado o bote, recuaria gládio sem delongas, para que a bicha retornasse ao flanco da cintura. É nesta altura que eu disporia as peças pretendidas sobre o tabuleiro: antecedendo um avanço do balofo, vez que visse o seu caçula em apuros — bem como havia feito antes, eu seguiria manejando espada e escudo simultaneamente. Enquanto encouraçasse o alvo do ataque com a égide, por alinhar seu eixo com o dele, avançaria gládio à surdina, numa estocada ascendente alvejando a axila do braço com que o gordo tivesse arremetido. O que buscava era a defesa, feita através da canhota, e um contra-ataque instantâneo, emaranhando a espada de uma extremidade à outra no sovaco exposto do glutão. Não haveriam, desta forma, forças com que ele avançasse em desfavor do meu bloqueio. Não sem perder todo o braço, pois se insistisse em fazê-lo, eu trataria de rotacionar o punho de forma a torcer o gume ainda ferida adentro, lhe alastrando as vísceras com mais retalhos, e dando o trago de uma dor sem precedentes.

Numa hipótese onde Scroby reagisse, enquanto bloqueava ao irmão balofo, eu semi-flexionaria os joelhos ainda por detrás do escudo e persistindo na defesa. Tendo o impulso projetado através da posição prévia das pernas, eu saltaria às minhas costas, abrindo mão de lhe travar o ataque e deixando que o findasse contra o vento, pois já estaria aquém da linha de alcance. A mão da égide, agora livre a outro bloqueio, avançaria, lateral e circularmente, contra o suposto golpe ainda durante o salto, tencionando repeli-lo com o choque produzido pela força e a propulsão em que o escudo colidiria com a afronta; fosse vindoura de uma arma, ou mesmo dos seus punhos nus, em outra amostra de tolice.

Gládio seria meu último recurso, pois hora ou outra tudo acaba no fio da espada. Se, porventura, o ângulo de uma ou outra afronta estorvasse um bloqueio com o escudo, como ataques alvejando ao ombro da destra, faria logo uso desta: o ombro elevado e alinhando a bichana contra o eixo do ataque, para que ela o refreasse através da chapa plana do seu gume — ou com o próprio fio, em conjunturas nonde o golpe fosse físico e feito em carne nua; desta forma eu talharia o membro ofensor. Que o maldito não ousasse estremecer, se partilhássemos um encontro de forças, pois seguiria avançando a gládio contra o golpe até que tornasse o bloqueio num ataque, quebrando a guarda do oponente e lhe alvejando ao pescoço em um corte horizontal ou diagonal, que angularia em conformidade ao bloqueio prévio.

Espadachins marcados por mediocridade brandem a sua espada e conhecem só a ela; os bons entendem uma lâmina no ato do vislumbre. Em obstância, havia visto a espada longa, quase que como um montante, por manejar-se sob as mãos carniceiras do terceiro indivíduo. Os seus ataques pareciam derivar de ódio e determinação, mas uma cega e inconsequente. Sabia que o longo alcance da espada, se combinada aos golpes feitos em cadeia, teria lá os seus perigos; tanto aos irmãos quanto a mim. É com a prudência em mente que, mesmo entre ataque e defesa, eu tencionava manter o desconhecido no canto da minha vista, de malas prontas a usar sua insânia ao meu favor, por deslizar os meus pés à distância quando o soslaio dos olhos visse-o numa afronta.

Não intentava esquivar, e sim criar certa distância enquanto o escudo ascendesse no bloqueio pretendido, apaziguando a força do espadachim de forma a bloquear-lhe a ponta da lâmina, e não o centro ou a base do gume, nonde o peso certamente era maior. Vez que o fizesse, deslizaria a superfície externa do escudo através do gume, deixando o aço tilintar e o desviando à lateral, enquanto seguisse cobrindo a distância, até que estivesse ao flanco de um dos irmãos. Quando no ombro a ombro com Scroby, ou mesmo com o lambe-pratos — que era o alvo preferível, pela estrutura avantajada de glutão, eu giraria em torno dos meus calcanhares, tencionando projetar meu próprio corpo do ombro às costas do coitado, no que se segue de um avanço dos meus ombros contra as omoplatas dele, para que o empurrasse adiante e lhe deixasse à deriva dos ataques advindos do espadachim.

E se de fato chegássemos nesta altura da baderna, aninharia gládio à sombra do braço esquerdo, já soerguido junto do escudo, para adotar a postura respectiva a outro golpe que me vinha sendo corriqueiro. ~ "Meia-Lua." ~ Segredaria o seu nome à cabeça, num brado alto o bastante para que tornasse crível a ideia de que ensurdeceria as dezenas à minha volta, se eu ousasse retumbá-lo em voz alta. Qualquer que fosse o irmão alvejado, teria de lidar com o peito aberto às afrontas do homem da cara alva, graças ao empurrão prescrito, e com o avanço circular de gládio, às suas costas, no corte misto em porrada com que lhe alvejaria a base da coluna vertebral. Eu tornaria o dito-cujo num escudo ainda mais eficiente do que o que trazia em mãos, e quiçá ele encontraria a morte no processo. Sutilidade é matar mais de um coelho em uma só cajadada.  




Técnica:
 

Objetivos, Ficha, NPC & Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptyQua 08 Maio 2019, 11:21

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

FAROL - 16



A fumaça branca saia dos vãos do solo duro daquela montanha, embaixo passava um rio de lava que iluminava levemente o local, a fumaça impedia uma visão além de 1 metro a sua frente, outra consequência era no quesito físico, ingerir demais aquela fumaça poderia ter causas drásticas no corpo de um ser humano. Os quatros homens agora se entreolhavam, enquanto que urros e barulhos de homens gritando davam a sintonia do local. As blusas de todos ali estavam coladas em seus peitos, o suor ia sugando a vitalidade de cada homem e mulher, Barrolimo era o que parecia estar sofrendo mais com o cansaço, sua respiração era pesada e lenta, e seu rosto estava vermelho e molhado pelo suor que escorria pelo mesmo.

Edmure trocava algumas palavras com os homens a frente, o cabeludo não falava nada, simplesmente empunhava sua espada longa e ficava pronto para o combate. O primeiro avanço foi de Ed que focava naquele que parecia ser o mais fraco, saltando para frente, com sua gladio em mãos tentava um corte diagonal ascendente visando acertar o abdome de Scrobby, contudo, o magrelo esquivou facilmente do ataque, com um simples passo para o lado contrario ao golpe, ficando a esquerda do corpo de Edmure, que tinha esse lado protegido pelo escudo.

Do outro lado, Barrolimo enfiava a mão em um dos seus muitos bolsos e sacava uma pistola, mirando no cabeludo que reagia rapidamente – BOOM! – um tiro foi executado, a fumaça se dispersava próximo ao balofo, que ao abrir os olhos para ver se havia acertado seu alvo. Como uma serpente, o espadachim agachava e dava um corte horizontal curvado para frente, visando acertar as pernas de Barro, que prevendo esse golpe, rapidamente apertou algum botão em sua bota – Ejetar – então a sola da bota se abria e “ejetava” o sujeito, doravante, a altura parecia ter sido calculada errada, pois o homem bateu as costas no teto da caverna, fazendo um barulho alto o suficiente para ser escutado por toda a caverna, e depois caia no chão em meio a fumaça.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Scrobby recuava seu braço magrelo, enquanto que o capitão da quimera saltava para trás e levantava seu escudo para bloquear o golpe. O soco veio de cima para baixo, acertou o escudo com tudo, o bloqueio foi efetivo, mas a força do golpe fez Ed se ajoelhar ao solo, o homem havia sido pego de surpresa pela força do magrelo, ao que parece Scrobby havia escondido sua força para entender quem estava enfrentando, subestimar um inimigo na Grand Line era o primeiro passo para a fossa, e Edmure DeRivia iria aprender isso na pratica.

De Joelhos, Scrobby via uma chance, saltando para frente de modo que ao cair daria um poderoso chute no escudo do seu alvo, e assim salto com sua perna esticada – BAM! – o chute acertou o escudo, que amassou profundamente no local do impacto, mas Ed não estava apenas defendendo, com sua mão direita dava um corte visando acertar a perna do magrelo, que não conseguiria recuar a tempo.

O sangue agora cobria a lamina da gladio, o golpe acertava em cheio na canela do homem, que recuava a perna pisando num pé só, do local já escorria o sangue que manchava sua bela calça – Caramba – se agachando subia a barra da sua calça revelando um corte profundo, era possível ver algo branco, para quem entendia um pouco do corpo humano dava claramente para ver a fratura exposta, um pedaço do osso estava para fora da pele, causando o rasgo na pele branca do homem, que rangia seus dentes para segurar a dor.

Frente a frente os dois, Ed versus Scrobby, o magro pulando numa perna só (a direita), enquanto Edmure sentia uma dor no braço que segurava o escudo, se olhasse veria o inchaço no seu braço, o escudo amassado prensava seu musculo, causando uma fratura interna que caso forçasse muito aquele braço, sentiria um incomodo.

Em outro lugar da caverna

O Dragão Negro rugia e soltava fogo pelas ventas, queimando tudo que conseguia, lutava agora contra vários sujeitos de lanças, a fera batia suas asas para afastar os demais e queimar o máximo de pessoas que conseguia, era um animal belo se não fosse naquelas condições. Enquanto lutava, um barulho irrompeu por toda a caverna, chamado a atenção de todos, inclusive do Dragão, que rugia alto o bastante para que os humanos cobrissem os ouvidos, abrindo suas asas, num salto e numa mudança repentina o animal voava para o local do barulho, enquanto voava para o local, via um garoto correndo, feliz da vida por ter conseguido passar pelo dragão, tinha um cabeça proeminente e grande, e corria de forma engraçada, bem, a fera não perdoa, uma rajada acertou em cheio esse rapaz, que caia enegrecido pelos chamas, sem roupa e sem cabelo.




Caverna:
 

Dicas e Observações:
 


Cabelo Branco:
 
Scroby:
 
Barrolimo:
 
Robb "O Lobo Branco:
 
Tobias:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wing
Pirata
Pirata
Wing

Créditos : 18
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 31/05/2013
Idade : 21

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptyQua 08 Maio 2019, 15:58



O Miasma da Quimera
Edmure de Rivia

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Joelhos por se esfolarem com a terra, o braço contorcido sob aço dobrado como papel, e o escudo agindo à imagem de um último pilar numa muralha prestes a beijar o chão. Dor afligia à carcaça estaladiça e enfraquecida por escamagris aqui e acolá, trazendo consigo escoriações e nódoas negras. Não dei-me ao luxo de encarar as contusões, ou pôr os olhos, já transtornados e tomados por desprezo, sobre o que me restou da égide. O que doía mais era o talho ao orgulho; este aqui havia sido macetado e posto à sola duma bota. Ego esmagado, como uma placa de peito a deformar-se pelo choque da cabeça de um martelo. Senti o estômago num revertério, cabeça nauseada e fogo no peito, como se pudesse escarrá-lo num grito de guerra e tornar Scroby em cinzas, recobrando toda a força que este aqui havia me tomado. Recobrando todo poder. Mas antes que o desse conta, o corpo já havia feito por si só; quando eu dei-me por mim mesmo, vi que a espada lhe tomava aos calcanhares e outra vez me obstinei. Havia prostrado o corpo e isto pouco importava, pois a vontade ainda estava em pé, e agora montaria em um corcel de ira. Esqueceria Ciri, de momento; também Tobias, de Félin, o Lobo Branco e mesmo a porra do dragão. O que importava era a conquista, e estes dois vermes já haviam postergado-a o bastante. Me ergueria vestindo batalha, de espada em punho e égide na mão.

Tornar-me-ia um com a face côncava do escudo, o suspendendo defronte do peito, com uso pouco consciente da canhota estropiada pelo aço amassado, no que eu seguiria por precipitar uma cadeia de passos adiante. Passadas lentas e pesadas, com os calcanhares tomando certa distância em relação ao chão a cada uma, como se em pequenos saltos; como os passos que precedem a debandada de um auroque. Até não mais sê-lo. — Vinde. — Pronunciaria entre os dentes, tão rápido e passageiro quanto um estalo, mas venenoso à imagem de uma cobra cuspindo sua peçonha. Quando o calcanhar vigente nas passadas encontrasse com o chão, eu tornaria o trote até então feito num avanço: os joelhos se semi-flexionariam, criando tensão sobre as coxas e as panturrilhas, para que eu pisasse forte sobre o terreno e fizesse uso delas, afim de propulsionar-me num avance, projetando todo o corpo à frente num só salto longo e que equivaleria a três ou mais das passadas que havia feito até então. E manejando a força e energia conjuradas pelo ímpeto do salto ao meu favor, recuaria, ao início dele, minha canhota à linha lateral do abdome.

Quando ao alcance do raquítico Scroby, faria uso de todo o vigor remanescente na musculatura do braço prensado em aço, vertendo-a dos ombros ao antebraço e deixando que escapasse através de um soco circular em que o escudo contorcido agiria como se uma manopla, lhe alvejando do tronco à testa, e tencionando moer seus ossos nasais. Talvez sentisse o braço ganir em dor e os nervos por se contorcerem sob carne e sangue; talvez tivesse de estreitar os meus molares, ranger todo o negro dos dentes e engolir um trago seco da dor que me trespassasse, graças ao uso desmedido de um braço espancado. Que se danasse — é o mantra que adotaria, se eu me visse por lacrimejar em fúria e agonia. O ódio sobrepõe a dor, e a vontade de poder também o faz.

Mas já te disse não ser tolo. Havia visto o truque sujo de Scroby, se utilizando de um bloqueio pobre como uma cortina, até que fosse-lhe conveniente, e detrás dela revelando sua verdadeira arma: ginga e esquiva, com as quais este cafajeste havia escapado do golpe feito a priori no avanço anterior. E se esquivasse novamente, mesmo a par da sua canela fraturada e dos ossos por se exporem ao toque da luz? Que o fizesse. Já esperava; eu almejava-o. Quando findasse o meu ataque, que talvez não atingiria nada além dos ventos, homem algum veria Edmure de Rivia por arregalar aos olhos e praguejar desespero. Não. Nos olhos bordejados pelo negro de escamagris, o ódio daria a vez para a gana, e sorriria uma risota ardente de vitória enquanto a vista acompanhasse o movimento de Scroby.

Qualquer que fosse a lateral à que este cãozinho pífio se esgueirasse, eu seguiria à sua cola, girando cento e oitenta graus em torno do meu próprio eixo ao sentido em que estivesse, e sem delongas outros cento e oitenta para que eu voltasse a facejá-lo cara-a-cara, depois de realocada minha posição. O que traria de lembrança ao rapazola nestes últimos 180°, seria em acordo ao ponto à que tivesse esquivado: se o fizesse em sentido ao meu ombro esquerdo, levando os punhos de pedra a rotacionarem nesta direção, é a gládio que lhe alcançaria ao fim da rotação, pois brandiria a espada ainda dentre este giro para que, no ato de encarar Scroby, eu convergisse o gume à altura do seu peito num avanço circular e horizontal, lhe aterrando a lâmina entre as costelas e o engasgando em sangue e morte. E do contrário, se fosse ao meu flanco direito à que julgasse sábio esquivar? Garantiria que nada de assertivo havia nisto. A mesma rotação prescrita se sucederia, desta vez nessa direção, mas é a egide que avançaria, ao invés da espada, se eu tivesse de brandir minha sentença à direita: já sobrepondo qualquer um dos seus ataques, pois trataria de alinhá-lo das maçãs do rosto ao peito, o escudo varreria os ares com o balanço do giro, para que alvejasse Scroby em uma outra porrada circular, desta vez feita através das costas da mão, com que o escudo — detrás dela, lhe partiria a cara ao meio e deixaria os pulmões desamparados, quando sentisse o peso da porrada e o ar lhe escapasse goela afora.

Em outra amostra de empirismo, havia me embebido em sabedoria e posto à mesa a ideia de que Scroby era apto a esquivar. Se, porventura, o pária não voltasse a mostrar-se digno do meu estratagema e fosse atingido em cheio pelo avanço inicial, ainda detrás do escudo, ou mesmo recuasse às costas ao invés das laterais, eu seguiria avançando. Tronco arqueado, ombros estreitos detrás do amasso da égide e a pegada firme sobre a sua alça de riste. Engataria uma debandada noutra, seguindo como um trem desgovernado cujos trilhos se dariam em acordo à posição de Scroby, tencionando atingi-lo novamente e empurrá-lo com o escudo, enquanto a gládio avançasse pela destra em estocadas limpas e bem sorrateiras contra a barriga do rapaz, à altura da sua artéria aorta. Era uma morte imediata, se frustrado em esquivar da debandada inicial, e do contrário engataria as rotações supracitadas, engrandecidas também pelo ataque que as sucederia.

Então dividiríamos o mesmo espaço, e levaria o negro dos meus olhos a engolir os dele, com a carranca estampada em pedra tesa, escanhoada e sombria, de certas linhas, nas maçãs do rosto e maxilas, ainda por se tencionarem, num relicário do furor que há pouco eu sentia. Mas de ódio era o bastante. Eu levaria a Quimera a alçar seu voo, e o vento proveniente do bater das suas asas tomaria Scroby no processo.

O escudo, ou o que restasse dele, a postos na minha canhota, por se alinhar a todo o flanco esquerdo, e eu de malas prontas para manejá-lo ao encontro das afrontas que o rapaz desferisse, até que não restasse mesmo nada. Seguindo o desgraçado no intento de manter-me a não mais que um ou dois palmos dele, para que inviabilizasse os seus chutes e o trouxesse ao curto alcance da gládio, daria vida ao primeiro golpe entre a enxurrada ainda por vir: a espada cortaria os ares numa estocada circular, feito em torno do escudo, nos moldes do golpe com que havia atingido sua canela de antemão; mas este aqui lhe alvejaria a lateral direita do abdome, emaranhando a espada em carne e músculo antes que eu voltasse a recuá-la. — E agora, hã? — Indagaria na retórica, em um tom quase que libidinoso, independentemente de tê-lo acertado ou não. — HÃ?! — Sucederia, ainda aos berros, outro ataque, lhe estocando gládio desta vez contra a coxa direita, e retornando-a ao meu quadril tão cedo quanto o possível. — Diz-me. — Voz trovejante e gutural, se alevantando entre suspiros de cansaço enquanto eu intercalasse ataque e defesa. — Fale. — Não cessaria; não enquanto o fio da espada ainda estivesse ao seu alcance. — Te torna em homem e acresce o tom. — Tanto os passos a seguirem seu cangote, quanto a canhota se alinhando a qualquer golpe que lhe escapasse, e as estocadas que reprisaria, por se alternarem entre o pescoço, o abdome e a coxa alvejada de antemão; todos à direita do homem. — Não ouço mais a tua voz. — Primeiros três ataques adiante, lhe aplicaria uma rasteira em desfavor da perna sobre a qual mancasse, num pontapé da bota contra calcanhares, no que eu seguiria avançando com a espada como dantes.  




Observações — Importante:
 


Objetivos, Ficha, NPC & Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptyQui 09 Maio 2019, 21:09

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

FAROL - 17



O sangue saia pelo ferimento de Scroby manchava sua calça e pingava no solo da caverna, o cheiro subia pelas narinas dos presentes evaporando pelo calor que rio de lava que passava por baixo do local. O impacto inicial foi melhor para o espadachim, seu corpo estava inteiro, sem sangramentos, mas seu inimigo perdia aquilo que lhe era mais importante, a mobilidade, mas não se via um rosto de derrotado, o magrelo olhava furioso para o seu alvo, com as sobrancelhas arqueadas e seus punhos na altura do queixo, sua base estava na perna esquerda enquanto mantinha a ferida no ar.

A fumaça encobria a outra luta que acontecia ao lado, escutando apenas barulhos de movimentos e golpes, respirações e tudo mais. Edmure sentia que precisava se concentrar para não ser pego desprevenido novamente, flexionando levemente seus joelhos o espadachim avançava contra o magrelo que levantava seus punhos cobrindo seu rosto. O capitão da quimera fazia algo inusitado e inesperado, pisando firme girava seu corpo rapidamente e usava seu escudo para abalroar o corpo de Scroby, este vendo o golpe que viria, recuava seu braço esquerdo e quando o escudo estava próximo de acerta-lo, desceu com toda a força, causando uma impacto que afastou a fumaça, abrindo uma bolha, o barulho do impacto foi parecido com o anterior, de algo se chocando no teto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Scroby recuava o braço e seu corpo era jogado para trás, por pouco não caia de costas, sua mão sangrava pelo golpe, vendo o escudo sabia o motivo, o soco afundou o metal a ponto do aço retorcido cortar os dedos do rapaz, mas o pior tinha ficado para Ed, seu braço preso foi cortado profundamente pelo aço que entrou na sua pele, rasgando pele e musculo e por pouco não acertava seu osso. O sangue escorria internamente pela manga do Pirata, que já sentia a dor do ferimento, no escudo agora havia o buraco do tamanho de um punho.

O espadachim sentia o golpe e vendo que seu alvo ainda estava a sua frente, não mudava seu estilo, com o escudo cobrindo sua frente, deixava sua gladio na mão recuada e novamente viria outro impacto. Como um trem desgovernado Ed se aproximava de Scroby que ficava na mesma posição, punho direito levantado pronto para o impacto – Vem tourinho – E então quando o teria o impacto o magrelo mudou rapidamente de postular agarrando o escudo com as duas mãos, e então *crack* o sujeito movimentou o escudo para a direita fazendo com que o aço entrasse ainda mais na pele a ponto de chegar ate o osso do braço, e não so isso, o aço partiu o osso, quebrando o braço do pirata.

Mas Scroby não esperava por algo que lhe acertava na barriga – Ahn? – um olhar de surpresa aparecia no rosto pela primeira vez e então a gladia saia pintada de vermelho, dali um fio de sangue era esguichado e a força do corpo do sujeito evaporava, assim como sua vida, na frente de Ed caia o corpo sem vida de um dos irmãos. Do outro lado o combate também estava fervendo, Barrolimo estava bastante machucado, mas ainda vivo, o sujeito usava vários apetrechos para combater, mas seu inimigo era devera experiente e num momento de fraqueza, a longsword irrompeu seu coração, empalando o barrigudo que assim como seu irmão, caia sem vida no solo quente da Reverse.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Os dois espadachins não sabiam onde estavam, um silencio tomou conta do local, mas aquele ditado e verdadeiro, a calmaria precede a tempestade, pois dos céus o demônio negro pousava com todo seu glamour – UHOOOOOOOOOOAAAA!! – um rugido alto e imponente, suas asas cortavam o vento e espalhava a fumaça mostrando finalmente todo o local, era um lugar circular, Ed e o cabeludo conseguiam se ver, e bem a frente, cerca de 8-10 metros estava o Dragão, o animal parecia treinado a proteger o tesouro, não a matar, pois havia deixado outros homens para correr atrás de apenas dois.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Os olhos amarelos da morte fitavam os dois, parecia que estava julgando a alma de cada um, qual devo matar primeiro? Seria esse o pensamento do dragão? Não era possível saber, mas de dentro da fumaça, vindo do fundo, uma figura chamuscada passava correndo com o corpo enegrecido, uma cabeça enorme e careca – AHHHHHHHH, UM DRAGAO TA VINDO PRA CÁ – o sujeito corria desgovernadamente entrando em uma das três entradas que havia, essas entradas estavam a dois metros das costas de Ed, ele poderia escolher fugir ou enfrentar a fera a sua frente.



Caverna:
 

Dicas e Observações:
 


Cabelo Branco:
 
Robb "O Lobo Branco:
 
Tobias:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wing
Pirata
Pirata
Wing

Créditos : 18
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 31/05/2013
Idade : 21

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptySex 10 Maio 2019, 15:12



O Miasma da Quimera
Edmure de Rivia

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Nós dedilhamos os acordes de uma dança de morte, eu e Scroby, numa peleja que havia se tornado, à minha vista, pessoal. Sentia o braço por moer-se a cada santo balanço do escudo, os dentes se deteriorando e perdendo seu esmalte à conta de tanto roer-lhes, e a esclera dos meus olhos contrastando em vermelho com o negro de ambas íris, dado o suor que me escorria das pestanas e a dor manifestando-se através de lacrimejos. Engano a ti e a mim mesmo, se declarasse ter se tornado melhor quando o aço o encontrou, lançando-o logo pelos ares. Não houve tempo de júbilo. Só engolir a agonia e auferir minha vitória, enquanto ferro dobradiço me arranhava às entranhas e esbugalhava os olhos como louco. Mas quando agarrou às bordas da minha égide e vi brecha na sua defesa, dando ao gládio um banho efervescente no jorrar da sua artéria, foi que o todo se desvaneceu. Mesmo à parte da ossada da canhota por partir-se ao meio, do escudo tornado em nada e de todo outro flagelo com que a batalha marcou-me, por um instante — um muito breve e passageiro, vi os sentidos se entorpecerem, varrendo toda dor além. O que me medicava era o prazer; sentir o sangue do canalha a escorrer do gume à empunhadura, e abaixo entre os nós dos meus dedos. Sentir que havia sobreposto outra barreira, e que na destra o que empunhava era bem mais que uma espada. Era também o meu poder.

Não houve tempo, entretanto, em que mergulhar na torpe. Prazer há de ser passageiro, e intervalado em vias pedregosas, quando refere-te aos que vão além do que é mundano; dos comes e bebes e dos carnais. Falo da morte por tocar-lhe a mão, e do poder correndo pelas veias; destes aqui o draconídeo escreveu o fim, quando voltou a avançar trazendo-nos a tempestade e me obrigando a voltar a si. Eu tomei nota da estranha criatura chamuscada por cruzar o calabouço às nossas laterais, e só então vi as bifurcações às nossas costas, já cônscio de que certamente escondiam o maldito logpose e qualquer coisa mais. Olhos correndo à procura do espadachim, e ver que havia dado cabo do balofo foi a sentença final na certeza de que me era aliado. — Tu fizeste um trabalho e tanto, hã? Diria que levou o porco da engorda ao abate. — Afirmaria enquanto o dragão rugisse por batalha. A vista por se concentrar no rombo feito ao peito do glutão, e um riso negro estampando os lábios no esmero de quebrar minha tensão para com o da cara pálida. ~ "Primeiro o anão, e agora esta coisa." ~ Vinha encontrando uma verdadeira trupe de homens inusitados desde que pisei aqui. Mas que podia dizer eu? Também tinha minhas estranhezas; o que nos discernia era a devoção. A minha era de um maior calibre, e é por isto que faria esses homens sujeitarem-se a ela.  

Os olhos por rolarem até a couraça do dragão, já por firmar os dedos em torno da espada e na mentalidade vã de envolver a alça de riste com que sustentava o escudo. — Vamos à... —  Mas perderia as palavras quando recobrasse a nota de que o escudo e o antebraço eram só um. Talvez a dor voltasse a me trespassar, tão forte como nunca antes, agora que o sangue se esfriava e a batalha não agia mais como um entorpecente. E era bom que o fizesse; recobraria o juízo e traçaria uma linha entre a gana e a tolice. Se mal havia de pôr as mãos sobre a fera com o uso de dois braços, que haveria de fazer com um? ~ "Não." ~ Eu ralharia a mim mesmo em segredo. Não precisava; não por agora. O que queria estava às nossas costas, e havia vindo por tesouro, não pela coisa que lhe resguardava os portões.

Então a memória do nanico e de seu frasco tomar-me-iam a cabeça. Sabia que ainda o tinha entre os bolsos do sobretudo, e com a esperança de replicar as ações do anão em mente, já estava por traçar a escapada ainda por vir. Mas, antes de arredar o pé destes infernos, eu trataria do que era meu. — Segue comigo, cara pálida. — Traria a sugestão à mesa através de um urro grave e de tom oco, à imagem de um corno de guerra por soar-se dentre a ventania que trouxera o dragão. Seriedade a bordejar os olhos e uma cova negra ao canto do lábio, por retorcer-lhe a cada vez que a dor vindoura da canhota me afligisse. — Não te prometo coisa alguma, mas a conquista me esvoaça às costas e tudo isto aqui há de ser meu. — Afirmaria, agora um tanto elusivo e hasteando a destra aos ares, para cortar o horizonte com o balanço da espada. — Se tu desejas a vitória, há de seguir com quem a tem. — Sabia que se o fizesse, os papéis seriam outros; que o peão seria ele e não eu, e que a vitória era minha. Mas ordens costumam descer com mais doçura pela goela, quando adoçadas pela ilusão. O espadachim da cara alva não precisava saber. — Terei meus meios de lidar com o dragão na porta de saída, e te darei passagem como cortesia pela morte do glutão. — Não o seria só por mera cortesia.  

De olhos ardis rasgando a fera de canto, daria as costas ao dourado-negro da couraça e dos olhos, por alterar meu eixo às costas e cair a vista sobre a penumbra que de certo haveria na bifurcação ao meio, nonde o careca pintado em carvão e brasa havia imergido. Encararia, de soslaio, a silhueta do espadachim, por estreitar meus olhos numa curva côncava e deslacrar os lábios em um arreganho negro, de dentes cor de piche por lhe rechearem como se escuridão em um abismo. E esperava que a cara me tivesse serventia, lhe atraindo a imergir comigo, quando eu balançasse o queixo em sentido à ruptura nas paredes da masmorra. Pouco havia de heroico em dar as costas à batalha e cortar caminho à recompensa. Mas que heroísmo é que há de haver em mim? Eu trocaria os holofotes de uma morte vã pela sombra de uma conquista, sem mesmo pestanejar. Avançaria fresta do meio adentro, de espada ao coldre e procurando os sentidos da canhota para que, talvez, seus dedos voltassem a envolver a alça do escudo, lhe impedindo de pender à gravidade e agravar ao rasgo do braço. Já enxergava o clarão do ouro, o tilintar dos seus tostões, o logpose à que viemos a priori e os baús por destrancarem-se no ato da chegada. Poria as mãos sobre a pilhagem, e embriagaria os olhos em qualquer que fosse o espólio presente ali. Tudo enquanto o draconídeo resguardasse a rota que os demais falharam em cruzar.

A morte a eles e o deleite a mim.




Objetivos, Ficha, NPC & Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptySeg 13 Maio 2019, 08:54

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

FAROL - 18



O Dragão pousava em toda a sua imponência, pronto para matar aqueles que ousassem tocar nos tesouros do seu mestre, e seus alvos eram Edmure e o espadachim branco, estes trocavam algumas palavras, principalmente Ed que elogiava o desconhecido por ter dado cabo de Barrolimo, o rapaz apenas cumprimentava com a cabeça – Temos problemas maiores que dois retardados – a espada apontada para a fera que fitava os dois a porta das entradas que levariam a algum lugar.

O sangue do ferimento de Ed escorria por dentro da sua vestimenta, a dor era grande, mas suportável, quer dizer, quando o metal raspava no osso, era como uma facada na barriga, e o capitão sabia muito bem dessa dor, no dia anterior tinha sofrido um dano desse. O Dragão rugia para assustar suas presas, o capitão convocava o cara pálida a acompanha-lo, mas esse retrucava de volta – Me chamo Darwin, eu tenho interesses próprios – falava o espadachim ignorando as demais palavras de Edmure, mas uma coisa chamou atenção – Tu cuidas dessa fera? A morte já nos alcança, so tenho pesar de não ser levado pelo Deus Afogado – as palavras de Darwin eram em tom de zombaria, como um simples homem poderia domar uma besta do inferno.

Ao fundo, o restante dos corajosos avançavam, nunca haviam chegado tão longe assim, no meio da multidão não se via sinal dos aliados de Ed, apenas a ganancia do homem e seus pecados, todos querendo um destino diferente da morte, mas a própria morte estava a frente em forma bestial com asas, ao ver os demais, o Dragão soprava o bafo da morte, queimando várias pessoas, o cheiro de carne chamuscada era sentido novamente, fazendo o estomago dos mais jovens embrulharem.

Essa era a deixa que a dupla desejava – Eu so quero dinheiro, não ligo para Log Pose, sou um pirata e navegador, não um aventureiro – falava o espadachim correndo pelo corredor do meio, alinhado por Ed. Das três entradas, a dupla havia ingressado na do meio, igual a do sujeito que tinha corrido sem roupa, o cheiro de pele queimada era sentido ali, na escuridão sem fim, uma luz surgia do lado de Ed, o homem tinha um isqueiro, era pouco mas já ajudava, a luz do fogo iluminava sua pele pálida, seus olhos negros e seu cabelo branco, era uma figura sem beleza alguma, comparada até mesmo com Edmure DeRivia.

Era um corredor sem fim aparentemente, já haviam caminhado por cerca de 10 minutos e nada, o avanço era lento realmente, podia haver armadilhas, tirando que poderia ter um rapaz pelado por ali, mas o ditado e verdadeiro, o destino premia os ousados, no fundo do túnel, uma luz surgia de um vão no teto da caverna, iluminando um baú, era como uma luz divina, e ao pé do baú o corpo do sujeito, chamuscado e enegrecido, ainda saia fumaça do corpo, que parecia sem vida.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

A dupla então se aproximava do baú, abrindo-o – Boa pilhagem – comentada Darwin, colocando a mão em moedas de ouro, havia outros objetos no baú, sendo esses: 1 Log Pose, 1 Corno de Guerra (PP escolha do player), um casaco (escolha do player), um chapéu de pirata (escolha do player), além de um saco de moedas de ouro (valor de 5kk), havia outras coisas, mas eram objetos simples, livros de contos, e roupas comuns que estavam tão velhas quanto as de Ed ou de Darwin.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Iluminando o Log, podia notar que havia algo de errado – Porque o ponteiro está girando loucamente? – comentava o espadachim, tirando a atenção do ouro rapidamente olhando para o Log, que de fato, girava para todos os lados. Agora cabia a dupla sair dali, onde o desafio seria maior, um dragão enfurecido, guerreiros na porta e um caminho tortuoso a ser percorrido, tarefa estava apenas na metade, e agora era a parte mais difícil, ainda mais que no meio da escuridão, um par de olhos azuis apareceram, sua respiração era quase inexistente, seu corpo negro e queimado, incrivelmente aquela pessoa ainda estava viva e olhava friamente para Ed com a boca aberta.



Caverna:
 

Ferimentos:
 

Dicas e Observações:
 


Cabelo Branco:
 
Robb "O Lobo Branco:
 
Tobias:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wing
Pirata
Pirata
Wing

Créditos : 18
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 31/05/2013
Idade : 21

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptyQua 15 Maio 2019, 14:16



O Miasma da Quimera
Edmure de Rivia

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Seguimos pelos ermos da masmorra, de botas desbravando o terreno com mais eficiência que as chamas com que o cara pálida parecia improvisar, e numa busca quase que devota ao clarão do ouro e ao vislumbre doutras preciosidades, como um cão por farejar a carne fresca. Dragões e gente; fogo e sangue; o braço e a égide tornados numa coisa só, e as paciências por se esgotarem. Já havia tanto pelejado desde que o Lobo Branco nos propôs a vinda até esses infernos, e a cada passo dado ruptura adiante, mais esforço a se perder. ~ Não cesso até que o destino seja-me cortês; e que se dane ele se não for. ~ Eu segredei, cortando a penumbra avante e de olhos petulantes por ansiarem vestígio do tesouro que era meu. E não tardou até que os deleitasse nisso. Vi o dourado da manhã por escapar teto abaixo, como se atraído por qualquer que fosse a recompensa que estava prestes a angariar, e o semblante antes carrancudo se amansou, agora estampado por intriga enquanto perscrutava o espólio e me precipitava adiante, calçando grevas de ganância sob os calcanhares. 

Quando tratamos de abrir a arca, foi que senti o ânimo por se reverberar. Eu pus os olhos sobre os tostões de ouro, já mergulhado no vislumbre de como o converteria em influência e poder. Por sucumbir, luxúria me subiu às veias, enquanto passava o toque dos dedos de pedra sob o couro do casaco que me substituiria aos farrapos que vestia, como se um regalo ali disposto especialmente a mim. Mas o deslumbre veio mesmo foi na forma de um berrante. — Tu vê?! — Sem dar-me conta, a sentença já escapava entre os dentes, e eu ralhando os dedos com a superfície encrustada em runas do corno de guerra. — Te disse que esta porra toda haveria de ser minha. — Os lábios por se arquearem num sorriso curvo, à imagem duma meia-lua negra. — O ouro e toda esta desgraça. É o preço por todo o infortúnio com que este cafundó me acometeu. — Lambia os beiços como se um glutão defronte dum banquete recheado em peru e mirtilo; ainda que pouco se equiparasse à sensação de apoderamento, os prazeres de uma pilhagem eram os habituais. — Já temos tudo que há de bom por cá. Porei o sebo nas canelas e voltarei ao farol, tu trata do concerto dessa bugiganga lá. — E já traçava uma partida, enquanto o espadachim se transtornava acerca do que quer que fosse o problema com o logpose. Não entendia de que diabos a bugiganga servia, tampouco como trataríamos de lhe reajustar.

O que eu soube, quando o canto de um dos olhos fisgou a alegoria pintada pelo carvão, é que o destino nos pregava outra peça. — Mas que porra é esta. — Os dedos, até então por se engraçarem com o espólio como se nos seios de uma meretriz, eu renderia para que o ouro voltasse a tilintar em seu contato com o baú. Meu rosto antes moldado em deleite, agora tornaria numa verdadeira sepultura: sombras por se formarem sob o estreitar dos olhos, o beiço rígido nos moldes de uma linha reta, e as maxilas por se destacarem, tesas, sob cada uma das frestas de escamagris. Uma expressão que estampava incredulidade, mas também enfezada o bastante para tecer ameaça; se era antes um cão e sua carne fresca, agora um terceiro vinha assaltá-la, e os caninos se mostravam em sinal de discordância. Sentia a dor voltando ao braço canhoto, como se um lembrete de que era mortal. O que diabos era aquela desgraça e por que é que perdurava mais que o dragão? E importava? Havia finalmente posto as mãos sobre a pilhagem; nem mesmo os deuses tomariam-na de mim. — Que é que tu queres, coisa feia? — Questionaria, lhe encarando os olhos cor de gelo enquanto eu surrupiasse o saco de ouro e o logpose, guardando-os bolsa adentro. Na destra, tomaria o chapéu, trazendo-o pelo cone à cabeça e alinhando sua aba de maneira a não transpor meu campo de visão. O resto haveria de esperar. 

Eu puxaria pela espada, por retrucar a criatura com o retinir do aço, se é que ela tivesse dito algo até então. Estudaria suas feições, embebedando a geleira dos seus olhos com a gana que havia nos meus, como se ansiasse logo pelo fim destes rodeios e nós fossemos à luta, ou afastasse a sua vista peçonhenta dos frutos da minha conquista. — Saca tua espada, cara pálida. Não acho que isto seja desse mundo. — Lhe advertiria, enquanto lutasse para que minha canhota respondesse ao comando e se enlaçasse em torno da alça do escudo; talvez a esquerda replicasse com inércia e dor, e grunhiria em desprezo se o fizesse. Mas para que o escudo não se agitasse em demasia, voltando a se emaranhar nas minhas entranhas, julgava que valia a tentativa. — Eu te darei cinco segundos para que arrede o teu pé daqui. — Era o ultimato com que lhe sentenciaria. — Cinco. — A vista ainda perene sobre ele, de malas prontas a interceptar qualquer esboço de afronta. — Quatro. — De cá adiante, eu seguiria rodeando a desgraça em um arco ao lado oposto à que o da cara alva estivesse. Batalha era meu ofício, mas pouco havia de tolo em mim. Sabia que naquele estado a maré estava ao meu desfavor, com vasos por coagularem-se nas veias do braço ferido, e a ameaça de uma gangrena em si. Isto e a falta do escudo em riste. Evitaria a batalha, se o destino permitisse; mas sem que abrisse mão de mesmo uma peça de ouro. — Três. — Se nós chegássemos a este ponto sem conversa, eu julgaria que era luta o que queria.

E então tomaria a vanguarda: o pé direito por servir como uma base para o corpo, estreito e alinhado ao terreno da ponta ao calcanhar, e a musculatura dessa mesma perna já por se avolumar sob a pele estaladiça, pronta para me amparar na ação em conseguinte. Soergueria a perna esquerda, com o joelho a priori flexionado, no que eu seguiria por lhe estender e acometer contra o peito do tirano em um verdadeiro chute espartano; sola da bota lhe esmagando as costelas, ou ao menos o afastando, aos tropeções, para que sentisse na pele a força nua e crua de com quem lidava. Não havia mais tempo para complacência. — Vá-te pro quinto dos infernos donde veio. — Praguejaria enquanto preparasse outro movimento, voltando a firmar ambos os pés no chão. Se porventura o visse escapar às laterais, eu lhe daria uma dose do licor amargo que servi a Scroby; o corpo por girar em torno dos calcanhares, afim de rotacionar meu eixo ao encontro do dele, e lhe trazendo, ao fim do movimento de esquiva, um encontrão da minha espada em seu avanço circular e lacerante, pois era o gume que lhe alvejaria ao pescoço.

Sem o escudo manejado na canhota, teria de adotar outros estratagemas; a gládio era uma meia espada, e o escudo me cobria nos avanços de alcance apequenado, quase que a corpo-a-corpo. Se minha defesa estava despeçada, eu trataria de quebrar o seu ataque, para que o balanço se estabilizasse. E em diante veríamos quem perdura. Soergueria a espada à altura do ombro esquerdo, para que a despencasse como um relâmpago, lateral e diagonalmente, buscando rasgar toda a extensão do tronco do infeliz através da ponta da lâmina. Quando o movimento diagonal chegasse ao seu fim, não cessaria; com o pulso firme e os dedos quase que por esmagarem a empunhadura, avançaria outra estocada retilínea contra o centro do seu bucho, para alvejar-lhe a artéria ali presente. Tivesse a espada lacerado suas visceras ou não, recuaria-a sem rodeios à linha da minha cintura, seguindo noutra estocada, agora ascendente e circular, em desfavor da região inferior do queixo, para que dali alastrasse a espada até as entranhas da sua cabeça de leproso. A cada um entre o trio de ataques, eu trataria de intercalar passadas longas para recobrar alcance numa hipótese onde a coisa encontrasse brechas para escapar; e ainda que o fizesse, ou mesmo retrucasse em seus próprios golpes, minha sequência haveria de continuar. O que intentava era fazer uma cadeia ininterruptível de ataques, priorizando a celeridade, ainda que a alvejar pontos vitais, e alternando entre um alvo e outro afim de obrigá-lo a investir os seus esforços na defesa.

Nem bem sabia se o coisa-ruim trazia armas no cangote; o vislumbre que ele nos dera foi dos olhos por nos devorarem, e nada além. Mas era coisa de outro mundo, e talvez carregasse alguma carta em sua manga. Eu manteria o olhar alinhado às suas mãos, e se o visse avançar por meio delas, mesmo à parte da cadeia de ataques predisposta a lhe atordoar, avançaria a espada como um entrave em desfavor do seu instrumento de ataque, para que o bloqueasse com a lateral da lâmina. Se insistisse no encontro de forças, daria cabo da sua vitalidade para garantir que a minha iria imperar: avançaria a perna esquerda, às sombras do holofote da troca de golpes, para que lhe alvejasse aos culhões com uma joelhada. Fosse este aqui humano ou não, o ponto fraco de um homem ainda é o mesmo. E com aguarda agora exposta, pelo saco se remoendo a latejar, eu teria o caminho aberto a desferir um contra-ataque circular da lâmina, trespassada à altura da sua garganta.

E seguiria, em qualquer que fosse o cenário, por arquear aos ombros e à coluna descendentemente, apenas para avançar de volta acima, executando uma espécie de encontrão dos ombros contra a boca do estômago da coisa, à imagem de um navio corcoveando violentamente sobre as ondas. Contornaria sua silhueta com a destra, lhe alvejando, à curta distância, o lado direito do abdome através de uma estocada circular; tudo enquanto as pernas projetassem força contra o chão, para que eu seguisse avante, aos empurrões, e o mantivesse atordoado e sem brechas com que pudesse avançar, pois teria o peso do corpo doutro em cima de si. Se os esbarrões ou qualquer outra das afrontas já não o tivessem feito, eu levaria logo o desgraçado ao chão: engataria o calcanhar direito atrás do dele, para que perdesse a pisada, no que daria vida a um último empurrão. Que tropicasse às próprias costas e beijasse terra, comigo recaindo acima dele e pondo o peso da bota esquerda sobre o pulso com que ela estivesse rente; joelho destro agora pressionando o seu peito — ou mesmo as costas, se eu não estivesse a facejá-lo. — Tu não devia ter desperdiçado a chance. — E beberia o próprio sangue enquanto navalhasse-lhe a goela, ou a nuca — se fossem as costas que encarasse, com um corte limpo e horizontal da espada.




Objetivos, Ficha, NPC & Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptySab 18 Maio 2019, 21:42

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

FAROL - 19



O barulho das moedas se chocando uma nas outras era o som que trazia homens e mulheres para o mar, era o que movia tudo em que tocava, como Midas levado a loucura pela sua maldição, o pirata Edmure agora sentia o prazo em suas mãos, a sorte sempre agracia os corajosos e agora não era diferente, pegando tudo que podia e colocando em seus bolsos, notava que Darwin parecia encucado com o Log girando, esquecendo por completo o que acontecia a sua volta, e foi so quando Ed perguntava algo para a escuridão que o homem saia do seu transe e se punha a olhar para algo que tinha os olhos azuis, olhos da morte.

Darwin então virava o isqueiro para a escuridão revelando um sujeito pelado, com seu membro chamuscado e encolhido, assim como o resto do seu corpo, era possível sentir o calor que ainda emanava da criatura que parecia ter forma humana, o cheiro de carne queimando inundava o nariz de ambos, era uma cena horrível. O cabeludo já apontava sua espada para o desconhecido, olhos fixos na movimentação, e quem tomava a dianteira era Edmure, que questionava com autoridade de onde o bicho viera, esse pôs a sorrir, mostrando os dentes brancos e a lingue vermelha, mas parecia que sua voz não saia como queria, talvez seus o fogo tenha corroído seu corpo por dentro.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
... Sou um Pirata Dançarino

Uma contagem começava por parte daquele que tinha pele de pedra, tudo que o sujeito tinha que fazer era dar as costas e sair pelo corredor, mas estes levantava ambas – Meu ... nome ... é ... Borsalino – falava o homem com dificuldade, suas pernas tremiam – Sou um dançarino pirata – desta vez saia mais firme, como se tivesse orgulho daquilo que era, um Pirata e um Dançarino, e quando a contagem chegou a três, Edmure perdia a paciência e avançava como de costume, cego por poder.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Então dando um passo largo a frente, firme como uma ancora, usava sua perna esquerda para acertar um chute poderoso no peito de Borsalino, o chute acertava em cheio o fraco corpo do homem, o pé de Ed atravessava o corpo trespassando para o outro lado – Obrigado – era a ultima palavra que sairia daquela pessoa, que se desfazia em pó e cinzas bem a frente da dupla, o cheiro de queimado ainda continuava, assim como a fumaça que emanava das cinzas, não se sabe como aquela pessoa havia sobrevivido ao ataque do Dragão, mas sua alma era mais forte que qualquer coisa, e agora jazia no céu do grande senhor, se houver algum.

DO LADO DE FORA DA CAVERNA

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

- FUSHHHHHHHHHHHH – O Dragão lutava bravamente contra os insetos a sua frente, agora havia pouco mais de 15 sobreviventes querendo passar para chegar no tesouro, mas a fera era o obstáculo. Um pouco atrás estava Cirilla com seu novo amigo de tamanho e andar engraçado que bebia um liquido vermelho do seu coldre, ambos olhavam algo no solo, um corpo quase morto, o sangue escorria pela bota negra de Ciri que olhava para a cena incrédula, sua mão cobria sua boca, talvez pelo choque, talvez pelo odor, o suor escorria pela testa da mulher que já havia aberto 4 botões da sua camisa, deixando seu pescoço e uma parte do seu peito a mostra, o calor era infernal.

A fumaça branca do rio de lava, se misturava com a fumaça negra da criatura, que agora parecia mais furiosa que anteriormente, as paredes da caverna tremiam e o eco do seu rugido ecoava por todos os cantos, os estalactites tremiam e pareciam que iria ceder a qualquer momento, preocupando Ciri que não tirava os olhos das presas de poderiam cair em sua cabeça e na de todos os outros.



Caverna:
 

Situação encontrada ao sair:
 

Ferimentos:
 

Dicas e Observações:
 


Cabelo Branco:
 
Robb "O Lobo Branco:
 
Tobias:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wing
Pirata
Pirata
Wing

Créditos : 18
Warn : Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 31/05/2013
Idade : 21

Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 EmptySeg 20 Maio 2019, 14:28



O Miasma da Quimera
Edmure de Rivia

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


~ "Mas que bulhufas de obstinação é essa?!" ~ Era o que me vinha à mente enquanto investia avante, em um chute com que poria o peito de outro pária sob os calcanhares. Mas este aqui não era um qualquer. Havia visto homens com todo calibre de inspiração: alguns encrustavam nas almas o anseio por riqueza, outros queriam a soberania sobre os mares; eu ansiava pela espada amolada e um trago miscigenado no prazer e no poder. Aspirações nos mantinham nos trilhos, e o desgraçado arruinado em pele murcha e cartilagem dizia aspirar a dança? Tratei de responder-lhe na sola da bota, ciente de que uns tabefes eram língua universal. Ao menos não era outro urubu, grasnando pelos meus tesouros como havia antecipado. Que recobrasse as suas forças e varresse o pé daqui à própria conta. Havia há pouco conseguido a gládio; o aço novo eu não hei de macular no sangue de um covarde dançarino. E não houve carência disso. — Puta que o pariu. — Com uma risota debochada de incredulidade no canto do beiço, dei voz ao praguejo, vez que a perna trespassou-lhe e vi a coisa convertida em cinzas. Não cria ter tanto poder a esta altura; se assim o fosse, minha cruzada por ele seria vã. Só me restava crer que a coisa havia sido tomada por misticismo, como se a morte em si lhe desse um beijo quente, e não fosse de todo meu o feito que eu contemplava.

É, Darwin. — Já por tornar à arca do tesouro, reclamaria o tom grave competente à voz. — Te disse que este capiroto era coisa de outro mundo. — E no riso há pouco sem dentes, agora estamparia a zombaria, deslacrando o toque dos lábios enquanto a cabeça agitasse em sacudidelas com que eu mencionava negação. Resguardaria minhas posses nos alforjes; do logpose às moedas de ouro, e mesmo o casaco à deriva no baú. Com o chapéu já por servir-me como adorno fidedigno à cabeça, sobre a lambança dos cabelos molhados em água e sal, embainharia a espada para que trouxesse o meu novo berrante à destra. — Talvez em outra vida ele renasça com uma espada na mão, ao invés de ginga nos pés. — Gracejaria entre uma meia gargalhada e outra, de olhos por se cintilarem no fervor de uma conquista, e amansado pela história pitoresca e hilariante, escrita nas linhas da criatura. — De volta ao campo, cara pálida. O draconideo nos espera. — Com o peso do corno num dos ombros, e o da bolsa recheada em espólios noutro, emergiria de volta à ruptura pela qual nós adentramos, por arquejar a cada passo e vendo o riso minguar; eram as dores e a fadiga a lhe tomarem o espaço.

Quando tornasse a ouvir os urros de titã do draconideo, e visse o inferno a se ascender sobre a caverna à forma de fumaça e fogo, engoliria em seco como se tragasse, junto da saliva negra, uma dose de realidade. O que nós tínhamos não era mais que uma meia-vitória. — Se há deuses neste mundo, Darwin... — A voz roufenha pleitearia a atenção do espadachim, mas minha vista pertencia ao horizonte. — Eu acredito que os patifes nos odeiam. — Assentaria o berrante sobre a terra no que sacaria o punhal, para que trespassasse a lâmina através de toda manga esquerda do meu sobretudo, do ombro à linha do pulso. Descosturando a área emaranhada no aço do escudo, teria malas prontas para desvestir o casaco, deixando que esvoaçasse às costas e além. De adaga posta ao coldre novamente, desataria os três botões superiores do tecido vagabundo que vestia sob o couro, ansiando o toque do vento por me salpicar na pele e a desatar os nós que sentia à garganta e aos pulmões. Uma vez que varresse o suor da testa e as mechas de cabelo aguado à nuca, retomaria o corno de guerra, de olhos estudando a masmorra agora na esperança de estar afligido por menos calor. O que buscava, através dos quatro cantos, era uma solução, àquela altura descrente em forjá-la através da esgrima e do brandir de espadas. O que faltava não era vontade, mas o vigor.

E me daria conta de que a resposta residia acima, no que eu visse o tremelique das paredes em resposta aos ganidos e à dança do dragão. Só os tolos não antecediam a sentença prestes a ser-nos brandida; sua espada de carrasco eram as estalactites. — Te disse que a saída era por minha conta. — Com os dedos acariciando o bocal metálico na ponta do berrante quase que obscenamente, eu seguiria em tom devasso. — É agora que eu trato disso. — Teria estampado na carranca o mais depravado dos semblantes, como se visse a morte ao cangote do dragão e de cada um destes cafajestes no que pretendia, e nisto também o prazer; mas um dedal de hesitação recobraria a sanidade: Cirilla ainda estava lá. Desde que a arrastei do vinhedo, ainda à altura de Ilusia Kingdom, estava sob minha tutela; era também um fardo meu. — Hmph. —  Com o pesar me esmaltando aos olhos e o sorriso sepultado uma outra vez, eu trataria da garota antes de pôr minha loucura em campo. — CIRILLA! —  E seguiria, esbravejando o seu nome tão alto quanto o possível, mas não era devido que o fizesse de modos simplistas: voz gutural e enrouquecida, por arranhar-me às paredes da goela e alongando a pronúncia de cada uma das sílabas até o meu limiar; até que sentisse os pulmões resfolegando e a garganta ardendo à imagem de quem cospe chamas de dragão.  — SENTA O SEBO NAS TUAS CANELAS E DEIXA A MASMORRA AGORA! — Alvejaria o horizonte com o trejeito de dois dedos, ambos indicador e médio, como se setas a cortarem vento em sentido à saída, no que elucidariam minha ordem. O resto estava ao encargo da meninota.

Ascenderia o berrante, rente ao peito, pela destra. — Recua às costas e volta à ruptura. — Ordenaria em tom de capitania. — O draconideo saberá que também consigo rugir, e quem sabe esta porra toda desmorone de uma vez e vire em nada. — E desta vez não haveria sarro me adornando à voz. Traria as costas da canhota vacilante ao manejar seu ombro, ao invés do braço em si, para o centro do berrante, enquanto a mão direita o envolvesse pela base. Que se danasse a dor dali adiante; estava habituado a senti-la. Mas perder meus lacaios e tornar essa meia-vitória numa derrota total? Por isto não hei de passar. Aspiraria os ares até que a beira de explodir: o olhar estreito como uma navalha sob a viseira do chapéu; suor descendo aos filetes, no que me agitasse, e tomando como uma via cada fresta pedregosa de escamagris, até caírem sobre os ombros que elevaria em paralelo ao peito, avolumado à custa dos pulmões enchidos como se gaitas de fole. Com o coração se esgoelando detrás das costelas, batendo forte como julgo serem as asas da Quimera, daria ao bocal do corno o melhor beijo negro que encontrasse em meu acervo. E adiante só a morte cessaria o sopro com que eu traria  tempestade.


FFFUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUMMMMMM!!!

Talvez o corno e seu berro descomunal agissem por si só, tornando as estalactites numa guilhotina. Talvez atraísse o dragão e suas ações fizessem-no por mim. Não importava, e em qualquer uma dessas conjunturas voltaria à proteção do teto sobre a ruptura, para além do alcance da fera. O que queria era vê-la empalada; ela e todos desgraçados em sua rabeta, para que nos servissem como um tapete na escapada.




Considerações:
 

Objetivos, Ficha, NPC & Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Ato III: O Miasma da Quimera   Ato III: O Miasma da Quimera - Página 4 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Ato III: O Miasma da Quimera
Voltar ao Topo 
Página 4 de 6Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Grand Line - Paradise (Paradaisu) :: Farol-
Ir para: