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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

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AutorMensagem
Raizen
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Raizen

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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptySab 02 Mar 2019, 22:45

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere e Garfield Henryford. A qual não possui narrador definido.


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Wesker
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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptyTer 14 Maio 2019, 22:05


Todo aquele papo sobre a beleza da orquestra me dava sono, mas eu precisava manter o personagem. Aquelas músicas me irritavam desde quando comecei a me rebelar contra meu pai. Em minha opinião, não passava de algo usado para inflar o ego de riquinhos hipócritas que se achavam melhor que todo o resto só por escutarem uma musiquinha mais chique. Assim que tivesse a oportunidade tentaria mostrar isso para Garfield, e quem sabe apresentar-lhe alguns estilos que sejam mais… Divertidos. Mas deixando o desabafo de lado, vamos ao que estava ocorrendo.

Era um corredor longo, muito longo. Tão longo que até mesmo a música deixava de nos alcançar ali, para meu alívio. Entrávamos no cômodo mais ao fundo que revelava-se como uma enorme biblioteca. A lareira e todos os móveis davam um ar bastante confortável ao local, mas o que mais chamava a atenção era aquele cheiro… tão… tão doce… E aquela sensação… tão… tão… “MAS O QUE É QUE TÁ ACONTECENDO AQUI EMBAIXO?” Me assutava ao sentir algo que não deveria estar acontecendo em minhas calças “Afrodisíaco?” Me questionava preocupado com a situação, e era então que meu olhar encontrava a figura de Garfield

NÃO MESMO, NÃO CURTO SER EMPALADO!” Pensava aquilo e logo me sentava em um dos sofás, menos preocupado com a situação nas calças e mais preocupado em esconder meus glúteos antes que fosse tarde demais. Bebidas eram ordenados ao garçom, e naquele momento Lucius parecia bem disposto a começar alguma coisa, por sorte as bebidas chegavam bem rápido e me davam tempo para pensar em alguma saída daquela situação.

- Pois bem - Dizia pegando a taça de vinho - Sabem o que seria interessante? Se aproveitassemos esse vinho para um jogo. “Eu nunca”, ou “Verdade e consequência”, já conhecem algum deles? Podem escolher. Esses jogos são… Interessantes... - Dizia aquilo e logo depois fingia apreciar o cheiro do vinho, como esses ricaços fazem. A verdade é que pouco me importava a safra de que ele vinha, só me importava que fosse delicioso - Seria legal chamarmos também umas garotas. Fiz isso algumas vezes em Dawn Island. Essa diversidade me… Anima. - Diria olhando de modo provocativo para Lucius. Esperava convencê-lo a levar mulheres até ali com essa proposta, mas a cada segundo que passava me perguntava mais e mais sobre em que Terrence e Graven estavam pensando.
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Kenshin Himura
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Kenshin Himura

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptySab 25 Maio 2019, 01:26



Apesar de finalmente encontrar algo divertido para fazer desde que a missão tinha dado inicio, tinha de deixar as perguntas para Lenora, tanto por não ser apta a cuidar desse assunto quanto precisava estar de olho em nossa volta a qualquer momento aquela rua estaria cheia de cachorrinhos do governo para nos atrapalhar. “Seria interessante, esmagar a cabeça de alguns por ai!” Pensava enquanto terminava os primeiros socorros em minha barriga, o suficiente para conseguir fugir dali para que a bela médica pudesse fazer os devidos tratamentos.

Quando olhei de relance via que Lenora conseguia convencer o idiota a falar, um pequeno sorriso podia ser visto em meu rosto, a médica confiante e sombria que tinha conhecido algumas noites atrás finalmente estava de volta, mas a mesma tinha que ser rápida, escutava uma movimentação vindo em nossa direção, as coisas estavam para ficar bem animadas.

Olhava na direção de onde estava vindo os possíveis inimigos, quando escutava um nome que pensara não escutar tão cedo, aquilo fazia meu corpo tremer inteiro, por um segundo ficava desestabilizada, procurava a parede para poder escorar minha mão para que eu não caísse. “Como e possível? Como eles podem estar aqui? Deveriam estar no novo mundo!” Meu ombro esquerdo começava a doer, mais do que a bala que estava alojada em minha barriga.

- Vermillyons… Soltava da minha boca automaticamente, o súbito medo que tinha sentido naquele momento se transformava em raiva, ainda estava incrédula que eles poderiam estar naquela ilha, mas se estavam, era algo para se preocupar, aquela ilha provavelmente já estava com seus dias contados, e para salvá-la tinha de erradicar eles o quanto antes possível.

Tirava minha mão da parede a abaixando enquanto fechava meu punho, andava em direção dos dois. - Temos que ir, esse verme não sabe de nada, apenas um pau mandado daqueles que devem ser extintos do mundo! Meu tom de voz estava diferente, estava centrada, sabia que tinha algo errado com aquela cidade, e com a presença desses demônios a coisa ficaria cada vez pior. Lenora dava uma coronhada desacordando o homem, mas não era o suficiente, a raiva crescia rapidamente dentro do meu corpo e tinha de estravar de alguma forma.

Me aproximaria do corpo do homem desacordado, arqueando a perna para trás, desferiria um chute em sua cabeça o mais forte que poderia, para que pudesse extravasar a raiva que estava enchendo meu peito. Em seguida seguiria fugindo do local para que não fosse encontrada pelos marinheiros ou agentes, já que se tratava de um bairro de nobres.

Após um tempo correndo em meio as vielas da grande cidade, Lenora estava meio relutante de retornar ao ponto de encontro, as pontadas na barriga faziam com que transparecesse um pouco de dor em meu rosto, logo Lenora falava sobre um possível médico que poderia se especialista coma mente. Fazia sentido com a informação que o cachorrinho tinha nos dado. “Temo que não seja simples se eles estiverem reunidos!” Pensava colocando a mão sobre a minha ferida.

- Temos que retornar ao Bar e nos encontrar com M-4, se aquele idiota falou a verdade e trabalha para aquelas pessoas Duncan e Garfield podem estar em perigo, na minha atual situação não poderei ajuda-los! Falaria olhando para a ferida que tinha feito na batalha. - Lá é o lugar mais seguro para que possamos retomar folego e ir ajudar nossos amigos e concluir essa missão, talvez M-4 tenha mais informações e saiba a encontrar esse médico que tu esteja suspeitando! Assim falaria seguindo em direção ao bar.

Esperava que Lenora seguisse oque eu tinha dito eu não estava bem, era muita informação para um dia só, oque era para ser uma simples missão de achar os desaparecidos me levou em direção a queles que me mantiveram em cativeiro por muito tempo, e não ia permitir que acontecesse o mesmo com mais alguém.

Caso chegássemos ao bar, me encostaria em um dos bancos mais distantes do balcão, não estava a fim de deixar a Guin me ver daquela forma. - Por favor Lenora retire a bala e faça o devido curativo! Pediria para a médica, tinha que voltar ao jogo o quanto antes, já tinha ficado afastada por muito tempo, e não estava a fim de que isso se repetisse.

Enquanto Lenora cuidasse da minha ferida, esperaria que M-4 voltasse para o bar para que pudéssemos reportar tudo que tinha acontecido até então, e lhe informar que os inimigos são mais perigosos que esperávamos.
Historico:
 

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Sagashi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptySab 25 Maio 2019, 21:23


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Era realmente estranho ver como as coisas fluíam bem e mal ao mesmo tempo. Meu corpo ficava etéreo por alguma razão, talvez essa razão fosse o cheiro que eu estivesse sentindo. Sentia meu sangue ferver, olhava tonto para os lados na esperança de ver alguém que pudesse me explicar o que verdadeiramente estava acontecendo. O cheiro não era tão agradável, mas meu corpo achava. Sentia minhas veias dilatarem cada vez mais, à medida em que eu ia respirando. Talvez, as velas acendidas tenham sido o estopim do meu pau muito duro? Não se sabe. Talvez o Sol garantiria-me a bênção da virilidade, diferente de muitos homens com os quais já haveria encontrado no meu caminho — muitas mulheres, também, não menosprezemos. Veria Duncan se sentando e logo deduziria que ele estivesse cansado. Porém, nossa, Duncan, que homem. A Lua é assim mesmo, tão bela? Mas não, não poderia fazer aquilo.

À minha esquerda havia uma porta na qual ouvia gemidos. Não reconhecia muito bem o tipo de gemido, mas imaginava que fossem de dor. Eu, Garfield Henryford, jamais permitiria que qualquer ser vivo se rendesse à dor, não um digno de não sofrê-la. Se estava em olhos bons como os de Lucius, não cabia a mim, infelizmente, interromper o ato, portanto, só caminharia em direção à porta e bateria duas vezes nela, seguido de um grito: — NUNCA HAVERÁ VIOLÊNCIA ENQUANTO GARFIELD HENRYFORD PISAR NA TERRA!. Tempos depois, ouviria as palavras de Duncan, que por sinal também pareceria estranho por causa do vento da atmosfera. —Sabem o que seria interessante? Se aproveitassemos esse vinho para um jogo. “Eu nunca”, ou “Verdade e consequência”, já conhecem algum deles? Podem escolher. Esses jogos são… Interessantes...

Respondendo educadamente, diria: — Brilhantíssima ideia. Eu nunca joguei esse jogo, porém sei como o faz. Continuemos, por favor? — Sentaria então no lugar mais próximo, deveras excitado. Pentearia meu cabelo às vezes. Caso eu fosse o primeiro a participar da brincadeira, começaria dizendo: — Eu nunca fiquei embebedado com quatro garrafas de cerveja. — Piscaria para a quarta parede e riria. Logo após, procuraria pela minha taça com os olhos, e logo recusaria a oferta. — Ah, sinto muito, não sou muito chegado em bebida. Francamente, prefiro um suco de laranja. — Logo em seguida, prosseguiria a jogar normalmente, sem violar as regras. Ficaria atento a qualquer tentativa de golpe surpresa usando minha audição aguçada.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

OFF: Desculpa, tô bêbado.

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PepePepi
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PepePepi

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptyDom 26 Maio 2019, 20:45


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Tarde

Duncan & Garfield
Apesar de ambos notarem que a situação estava diferenciada, cada um possuía seus próprios pensamentos da situação, até porque possuíam informações diferentes. O pernas longa ouvia alguns gemidos graças a sua ótima audição. Garfield foi em direção a porta a esquerda acreditando que os gemidos eram de dor, o que contrataria muito com a situação em que ele mesmo estava. Batendo na porta gritou para que todos ali ouvissem que não era para haver violência. Duncan viu os olhos de todos os outros homens do cômodo arregalando. De dentro do quarto um grito feminino foi solto, claramente um grito que não era de dor, e uma forte movimentação começou a a ocorrer.

Duncan, talvez para despistar o que havia acontecido, sugeriu que jogassem um jogo. - Ótima sugestão. - Falou Terrence sentando-se em uma das poltronas. Ele iria continuar a falar, mas Garfield pareceu animado com a ideia e começou a falar algo que nunca havia feito, além de citar que não bebia álcool. - Bom... se você não bebe álcool, imagino que teremos que jogar verdade ou consequência então. - Os outros homens já haviam sentado também. Duncan, querendo mudar um pouco o rumo que aquele local estava indo, sugeriu que trouxessem mulheres. E por uma leve coincidência do destino, a porta que Garfield havia aberto acabou se abrindo. A primeira pessoa a sair era uma mulher loira, ela estava meio vermelha e observou bem a cena que estava a sua frente antes de continuar a andar. O cheiro que impregnou a sala naquele momento era muito adocicado. Saindo em sequência uma segunda mulher. Os homens lá dentro já eram seis naturalmente, com as duas já contavam oito, mas ainda houve ainda outras três pessoas que saíram daquele cômodo. O primeiro sorriu para todos ao entrar ali e foi se acomodando na cadeira livre mais longe da porta que saiu. Logo em seguida saiu outra mulher, mas ela não parecia muito animada com o que quer que fosse acontecer ali. Sentando-se com força em um dos bancos vazios. Por último, fechando a porta detrás de si, apareceu um homem que ainda estava vestindo sua camisa. Ele não parecia muito feliz com ter sido interrompido.

- Todos vocês vão participar? - Perguntou Lucius para o último homem que entrou, que concordou com a cabeça, apesar de provavelmente nem saber o que era que participaria. - Bom, deixe-me apresentar então todos vocês. - Falou Lucius. - Em ordem de chegada. As belas damas são Melissa, Joana e Kátia. O primeiro homem que entrou se chama Jorge. Todos são... amigos de meu irmão. Luke Vermillyon. - Apresentou, mas o mesmo não se importou em apresentar Duncan e Garfield para eles, virando encargo de outro. - Estes são Duncan e Garfield. - Informou Terrence, que agora não estava mais tão sorridente quanto antes. - Duncan pediu por mulheres e elas simplesmente surgiram. Sua sorte é realmente algo interessante.

Duncan ficou com um espaço a seu lado vazio.

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- Já que vocês estragaram minha diversão, eu vou começar. - Falou o homem sentando-se. - Que jogo vamos jogar? - O tom dele não era amigável ou qualquer coisa do tipo. - Verdade ou Desafio. - Informou o irmão ainda sorridente, na verdade, mais sorridente ainda, como se estragar o prazer do irmão fosse algo bom. - Esses jogos infantis... - Reclamou Luke sentindo certo nojo daquela situação. - EI GÊMEAS! - Gritou com força o homem.

Por um tempo ninguém falou nada, até que a porta que todos eles saíram abrisse novamente. Duas meninas pequenas saíram de lá e curvando-se perguntaram ao mesmo tempo e sim, elas estão usando estas roupas. - O que deseja mestre? - - Tragam meu chicote! - Ordenou ele sem nem olhar para elas, o mesmo focou-se no Duncan e depois em Garfield. - Se você pediu por mulheres, provavelmente foi você que interrompeu minha brincadeira. - Falou olhando fixamente e de forma bem doentia para o pernas longas. - Verdade ou desafio? - Perguntou.

Para o desafio. - Eu te desafio a beijar Melissa por um minuto, enquanto leva chicotadas em suas costas. - Falaria o mesmo sorrindo. - Não se preocupe, que elas não vão doer não.

Para a verdade. - É verdade que os pernas longas possuem longas pernas para compensar o tamanho da terceira perna?


Azura
A situação estava bem "tranquila" para as duas, conseguiram informação importante, mas informações que despertavam fúria em Azura pelo simples falar do nome Vermillyon. Saindo daquele local após um bom chute, que ou matou, ou desmaiou o inimigo, acabaram se afastando o mais rápido possível. Azura se perguntava sobre que situação era essa que haviam se metido, mas mais importante, queria voltar para o bar logo, conversar com M-4 e partir para a ação, quebrar, matar, ou outra coisa que pudesse fazer contra os Vermillyon's.

Sua colega queria sair a procura de algum médico que trabalhasse com a mente, mas visualizou porque era importante ir até o bar e tratar Azura. Assim acabaram fazendo todo o caminho de volta, entraram no bar e foram para um canto mais afastado, onde começou a retirar a bala com Guin se aproximando. - Geralmente não gosto de pessoas sangrando no meu bar. - Falou ela meio triste ao ver a situação de Azura. - No que vocês se meteram? - Perguntou a jovem, mas antes que Azura pudesse responder, a mesma foi respondida por outra pessoa. - Nada não querida, mas poderia me trazer um suco? - O tom de voz de M-4 deixava claro que era para ela se afastar e deixar as três conversarem. - Aqueles dois imbecis entraram em uma mansão após entregarem suas armas. - Falou a criança sentando-se na mesa quando Guin saiu para buscar o suco, a dona do local lembrava que a fedelha era amiga de Azura e decidiu não se intrometer mais no assunto.


off:
 

Ferimentos:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

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Sagashi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptyTer 28 Maio 2019, 21:20


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Parecia que eu havia atrapalhado alguma coisa, talvez, a pessoa que estivesse fazendo o mal dentro daquele quarto houvesse pulado pela janela ou fugido por algum compartimento no qual eu não tinha visão. Problema não tinha, já que pelo menos meu papel de herói filantropo foi cumprido, mais uma vitória para Garfield Henryford, na qual dedica-se ao Sol. Sentado, ao ver os reféns do cruel ato saírem pela porta — frisa: pobres damas, exploradas, e pobres homens, possivelmente estavam defendendo seus parceiros —, estufaria meu peito, sentaria na posição mais ereta possível e ergueria meu queixo de maneira esnobe. "Hah. E mais uma vez, o Sol brilhará." — Pensaria, e logo em seguida, ao ver as damas se sentarem, diria: — Radiantes damas! — Esperaria que uma delas passasse por mim. Caso passassem por perto, beijaria suas mãos, senão, apenas piscaria com um olho só. Piscando com um olho só, viraria o rosto para Duncan e daria um sorriso, seguido de um sinal de positivo. Sussurraria: — Assim que se faz, não é? É claro que é. — E logo relaxaria minha postura.

Era notável que um dos homens que saía daquele lugar estava deveras enfurecido. Com certeza, esse foi o homem que teve sua esposa adulterada pelo sujeito criminoso que praticava violência no quarto, foi o mais traumatizado da situação. Não conseguia sentir nada por ele senão pena. Ele proferia: - Já que vocês estragaram minha diversão, eu vou começar. — Logo ao término dessa fala, olharia para ele com olhos de pena, triste pela sua condição. — Sinto muito pelo o que o criminoso fez com sua mademoiselle. Deve ter sido doloroso para o casal. — Prestaria condolências com a cabeça. — Aquele malfeitor jamais entrara lá novamente para causar o mal. E, veja só: um homem sem chifres é um homem indefeso. — Sorriria, na esperança de que ele se animasse um pouco mais com a situação. Logo em seguida, ouviria as instruções que ele tivesse a dizer.

- Se você pediu por mulheres, provavelmente foi você que interrompeu minha brincadeira. — Minha ficha caía ali. Deduzia que, na verdade, ele havia lutado bravamente contra o criminoso, não havia se acovardado de maneira alguma. Aquele chicote provava tudo: este homem é um bom guerreiro! Ainda assim, Garfield é um guerreiro ainda maior e há de provar ali mesmo. — Brincadeira...? — Diria. Logo, riria alto. — Homem com homem, uma batalha de esforços incessante! A minha arma certamente ainda é muuito maior, mesmo assim, és um guerreiro. Consegue se sentar, mesmo depois de tantos esforços? — Diria, fingindo estar impressionado, que, é claro, não seria uma expressão tão perfeita, já que nunca fui bom ator. Tempos depois, ouviria: - Verdade ou desafio?

Riria alto. Bateria forte o suficiente para fazer muito barulho no lugar sólido mais próximo, mas não tão forte para quebrá-lo, pois reconheço minha força sobre-humana. — A mim, o CAMPEÃO DO SOL??! Que piada! Eu escolho desafio. Traga o seu melhor, guerreiro ativo! Não seja o passivo desta vez. — E ouviria o que ele teria a dizer. - Eu te desafio a beijar Melissa por um minuto, enquanto leva chicotadas em suas costas. — Faria um breve esforço para me lembrar quem é Melissa. Logo, fitaria a moça loira e me recordaria finalmente dela. — Oh. — Encararia-a por alguns segundos. Uma dama de cabelos louros, dourados, pele reluzente, impecável, e aqueles lábios vermelhos que pareciam ser muito macios: a cria imaculada do Sol. "Ó, Sol, se esta for a escolhida, por favor me dê um sinal." Pensaria. O cheiro do lugar parecia me deixar muito excitado, e meu corpo fervia, como se gritasse "Beije-a! Beije-a!". Diria ao desafiante: — Resisti à monstros terríveis, a tiranos ditadores em vidas passadas, lutei contra deuses, mares, céus, terra, e com certeza não serão chicotadas que me abalarão! Faça cócegas, ao menos!

Caminharia em direção à moça. Tiraria minha camisa, roupão e as colocaria na cadeira em que anteriormente estivera sentado. Mostraria minha musculatura, passaria as mãos no cabelo como quem quisesse seduzir — e espero que tenha conseguido, embora não seja muito bom nisso —, me aproximaria da moça e diria suavemente: — Prepare-se para conhecer o calor do Sol. — E a beijaria. Colocaria minha língua sobre a dela, não me preocupando em ser invasivo, colocaria minha mão direita sobre o canto esquerdo de seu rosto e acariciaria seu queixo, tirando a boca algumas vezes para dar beijos de lábios. Esperaria sentir as chicotadas. No caso de realmente não serem fortes e eu puder resistir a qualquer dano real daquilo, soltaria a boca de Melissa algumas vezes e diria: — Patético! — E logo voltaria a beija-la.

No caso de serem fortes, muito fortes, resistiria. Minhas costas se contrairiam a cada chicotada e meu sangue ferveria de nervos. A cada chicotada dada, despertava uma pequena raiva interna, que se tornava cada vez mais externa. Soltaria ares fortes pelo nariz e boca a cada chicotada e grunhiria, na esperança de mostrar que eu era o superior, o mais forte, o que mais aguenta. De pouco em pouco, culminaria a raiva, até o momento que a linha tênue entre a dor e o prazer se romperia, me levando a soltar a boca da moça por um instante.

Trilha sonora do momento:
 

EU SOU GARFIELD HENRYFORD, RELÉS MORTAL!

Gritaria, alto o suficiente para abalar as paredes e o teto. Em um momento de ira, mas sem deixar a racionalidade, afinal, eu precisaria dela para me provar o vencedor, seguraria a cabeça da mulher com as duas mãos e puxaria-a ferozmente, beijando-a com força e raiva. Toda dor que sentiria seria descontada na força que o beijo teria sido aplicado. Minhas mãos escorregariam para seus ombros e os apertaria forte, até o momento em que eu erguesse a mulher para o alto usando apenas meu atletismo e a beijaria no ar, como se fosse apenas uma boneca inflável. Soltaria sua boca por um instante para gritar: — CURVEM-SE PERANTE A SEU DEUS! — E a beijaria cada vez mais forte em seguida, sem me preocupar realmente com saliva ou com a posição da minha língua em sua boca. Ainda a beijando, mexeria minhas costas como um animal selvagem, balançando-as para evitar que as chicotadas fossem no mesmo lugar, distribuindo o dano pelas minhas costas a fim de evitar futuras cicatrizes. Retiraria a língua da boca da moça. — URYAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! — E a seguraria mais forte, ainda erguida no ar, a beijando novamente. Não me importaria com seu ar, apenas me importaria com a sua vida, pois, claro, não a mataria por causa de um mero desafio. Seria assim durante um minuto, até que completasse o desafio e enfim eu a largasse em pé, ali. Daria tapas leves na suas costas após me acalmar um pouco, como pedido de desculpas. Caso o homem não cessasse as chicotadas, tentaria segurar o pulso da mão que o homem segura o chicote e o apertaria até que ameaçasse quebrar, na esperança de que ele soltasse aquilo. Em momento nenhum manteria minha guarda baixa pra quem quisesse atacar a mim ou a Duncan.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptyTer 28 Maio 2019, 23:04


Logo conseguíamos entrar em consenso, tínhamos de voltar ao bar, tratar de minha ferida e nos reagrupar, a final essa missão estava para ficar cada vez mais interessante, e com interessante queria dizer mais complicada. “Será que a senhorita Kate sabia que eles estariam nesse mar, por isso me enviou para ele?” Essa duvida pairava em minha mente enquanto retornávamos ao bar. Passávamos algum tempo andando pelas vielas da cidade, a dor em meu abdômen incomodava um pouco, apesar de ter feito os primeiros socorros.

“Preciso me preparar, se a casa desses vermillyon for igual à casa do Alucard a primeira guarda e sempre de atiradores!” Pensava olhando ligeiramente para baixo tinha de arranjar um meio de conseguir bloquear todas aquelas balas para assim poder usar o poder do meu corpo em cem por cento.

Por já sabermos o caminho de volta para o bar, não era difícil voltar ao local, a rua aparentemente continuava tranquila como antes, sem cerimonias adentrávamos ao bar a procura de um lugar um pouco mais isolado. Sentando em uma mesa mais ao fundo do bar, Lenora retirava os retalhos que eu tinha colocado para estancar o sangramento. - Arrg! Soltava involuntariamente quando ela terminava de tirar os retalhos e começava a pequena operação em minha barriga. Olhando para o Lado via Guin se aproximando, não gostaria de causar problemas a mesma e logo então ela nos informava que não gostava de pessoas sangrando em seu estabelecimento e em seguida nos questionava sobre oque tínhamos feito.

A pesar da mesma ser contra a marinha e suas ramificações não podíamos informar ela assuntos de nosso trabalho, a final a mesma poderia ficar em perigo também. “Se bem que ela sozinha jogou um cara a metros de distância, e conseguiu me segurar com uma força tremenda...” Mas antes que eu pudesse falar algo, uma voz vinha logo por trás dela, e rapidamente a reconhecia era M-4, despachando a dona do bar para que não escutasse sobre a missão. Ficava feliz em ver a pequena a garota, esse tempo separados certamente ela deve ter conseguido juntar bastante informação que possa complementar com as nossas.

Assim a mesma nos informava a situação do outro grupo, e não era nada favorável visto que antes eles não sabíamos com quem estávamos lidando, sabia que ambos eram idiotas, mas ao ponto de entregarem suas armas… “Isso que da depender de “brinquedos” para se defender!” Pensava quando Lenora enfim terminava de cuidar de meu ferimento, me recostava direito no assento para poder me concentrar melhor na conversa.

- Encontramos duas crianças, mas infelizmente não era com as características que estávamos procurando. Dava uma pequena pausa soltando um breve suspiro então logo voltava a falar. - Mas elas nos informava que suas amigas desapareceram que nos leva a crer que poderia ser as meninas caolhas. Olharia para Lenora e esperaria que a mesma complementasse com suas informações a final ela saberia melhor informar oque o homem estava falando e por fim com um tom de voz um pouco mais pesado olhando para M-4 começava a falar. - Nossos inimigos podem ser mais perigosos do que esperamos! Se trata de uma família de nobres chamada Vermillyon membros do alto escalão da marinha e do governo… dava uma pequena pausa para tomar folego, minha mão apertava minha coxa direita tentando controlar minha raiva. - Já lidei com eles a muito tempo atrás, e provavelmente estão escravizando pessoas isso se não estão as torturando ao seu bel prazer, temos que eliminá-los para que em fim essa ilha se veja livre. Esperava que M-4 entendesse que essas pessoas não eram nobres comuns.

“Causarei a eles a mesma dor que eles me causaram anos atrás!” Estava convicta de exterminar eles e mostrar que o erro deles foi me deixar viva como escrava em vez de me matar junto com minha mãe.

- Não deixarei que mais ninguém seja vítima dessa família, peço que traga reforços dos revolucionários da ilha, e preciso de algo para que eu possa usar para defesa, até onde lembro boa parte de seus seguranças usava armas de fogo, mesmo que meu corpo nasceu para a batalha ainda não sou forte o bastante para segurar armas de fogo! Se poder me arranjar um pequeno escudo e alguém que me possa ensinar a usá-lo ficarei grata e mostrarei que esse recurso não sera jogado fora!

Aprendizado de pericia Escudista

Assim esperava a resposta de M-4, esperava que a mesma atendesse meu pedido, eu queria estar na linha de frente contra aqueles vermes idiotas, mas tinha de estar preparada, pois não adiantaria nada eu ser mais um peso morto na frente de todos. Caso a mesma atendesse meu pedido iria até aonde fosse indicado, e caso fosse me apresentado algum livro ou um professor para aprender sobre a arte do escudo prestaria atenção e faria oque fosse pedido. Em seguida pediria meu escudo para que eu pudesse enfim poder ir em frente na missão esperando as ordens da superior M-4.
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Última edição por Kenshin Himura em Sex 31 Maio 2019, 00:25, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptyQua 29 Maio 2019, 02:20


O que...” As ações de Garfield eram mais do que suficientes para me fazer entrar em choque por alguns instantes. Como é que ele teve coragem de… Bom, é de Garfield que estamos falando, ele provavelmente era inocente demais para se tocar do que realmente estava acontecendo ali. Chegar à essa conclusão era o suficiente para transformar meu estado de choque em um sorriso descontraído para meu companheiro, eu realmente gostava muito daquele cara.

Logo o jogo era proposto por mim, também para tirar o grupo do forte choque causado por mais uma das ações inusitadas do pernas-longas. A ideia de um jogo de verdade ou consequência parecia ser abraçada por todos, sendo que quem mais me surpreendia era Terrence, que parecia de fato animado para aquilo “Será que esse cara realmente tá querendo...” me questionava sobre as ações e desejos daquele homem até agora, sem saber realmente a razão do interesse repentino deste no jogo.

Como se atendendo aos meus desejos mais profundos, a porta em que Garfield havia gritado se abria, e diversas mulheres saiam de dentro do local. Muitas mesmo, e todas muito belas, diga-se de passagem “He…. Algumas coisas nunca mudam, não importa de onde sejam os ricaços”, lembrava-me com certa nostalgia dos meus tempos em Dawn Island com festas desse tipo, quantas vezes havia participado de… Eventos semelhantes aos que se passavam naquele quarto. Ver o modo engraçado com que Garfield as cumprimentava me divertia um pouco mais, fazendo com que eu simplesmente sorrisse sem graça ao receber a próxima pergunta de meu companheiro, que era na realidade mais como uma afirmação.

Lucius cuidava das apresentações dos recém chegados, cuidava de gravar principalmente os nomes das garotas, mas minha atenção era por fim tomada pelo último nome. Luke Vermillyon, irmão de Lucius. Não poderia ser coincidência o fato de que este era o único a possuir um sobrenome digno de ser mencionado dentre todas aquelas pessoas. Se eu tivesse que dar um palpite, diria que era o dono da festa, ou que no mínimo estava envolvido até os dentes com seja lá o que for que estivesse acontecendo ali.

Quem nos apresentava era Terrence, e a menção de meu nome era seguida por um breve e alegre aceno para todo o grupo. Era estranho notar a falta daquele sorriso tão recente no rosto de Terrence, mas não sabia dizer se era por não estarmos mais “a sós” ou por que ele não gostava daquelas pessoas, ou não as queria ali. De qualquer forma, seu próximo comentário servia para me levantar ainda mais dúvidas sobre isso, fazendo com que eu chegasse a responder - Espere só até me ver fazendo negócios, você ainda não viu nada - Respondia a ele de forma descontraída, mas tentando lembrar-lhe do real objetivo de estarmos ali, afinal, era realmente estranho que houvessem nos levado a uma festa no lugar de simplesmente tentarem prender o pernas longas de uma vez.

Luke parecia bastante estressado com o fato de sua festinha ter sido interrompida, podia-se notar isto facilmente pelo tom irritante de sua voz. Por fim, minha atenção era voltada para a porta da qual aquelas pessoas haviam saído, após um grito do estressadinho que chamava duas pessoas… “Seus… Seus desgraçados” Pensava sendo tomado por uma repentina fúria. Eram apenas crianças, como poderiam haver crianças em um quarto que estavam acontecendo coisas como aquelas? No melhor dos casos elas estavam no mínimo ouvindo tudo, e no pior… Apertava minha mão na coxa em uma tentativa de extravasar a raiva, não poderia sucumbir aquilo naquele momento, o jeito desdenhoso com o qual ele falava com as meninas também não ajudava, era de fato o tipo de nobre mais desprezível que existia. Por sorte, uma característica das meninas finalmente me puxava a atenção e fazia com que eu perdesse um pouco do foco na fúria crescente em mim.

Um olho cada...” Lembrava-me das informações que havia obtido para a missão ao reparar bem naquelas gêmeas. Naquele momento eu soube que estava de fato no lugar certo. Eu não poderia ceder a fúria ali, ou seria preso em vão e quem sabe quantas outras crianças sofreriam nas mãos de pessoas como aquelas. Não, eu precisava me concentrar o máximo que podia, e manter o meu papel naquele teatro.

Seu desafio ia para Garfield que, de forma que não mais me surpreendia, aceitava prontamente. O simples fato de ouvir o que era pedido me fazia sentir um rancor enorme daquele homem, e mesmo vendo meu amigo beijando uma bela mulher, eu não conseguia evitar se sentir minha fúria aumentar mais e mais a cada golpe do chicote. A cada golpe a força que eu empregava ao apertar minha perna para extravasar era maior, assim como a dificuldade para tal.

Me perdia em devaneios para evitar que a fúria tomasse meu corpo, e por isso dava o meu máximo para ignorar tudo o que era dito durante toda aquela seção de chicotadas… Sem dúvidas eu daria aquele homem o que ele merece, isso eu podia jurar diante de… do Sol! Garfield, único como era, parecia estar totalmente focado e entretido com aquilo, e apenas por esta razão eu conseguia respirar um pouco, concluindo que só me levantaria da cadeira para lutar agora se ele se rebelasse e começasse a atacar os vilões que estavam presentes ali. Tentava ainda focar um pouco de minha atenção nas mulheres que haviam entrado com aqueles homens, apenas tentando reparar rapidamente em detalhes que pudessem me indicar se eram ou não livres.

Por fim, notando uma deixa, me levantaria de meu lugar, para tomar a fala - Bom, minha vez! - Me levantava da cadeira e dizia em alto e bom tom para que todos pudessem ouvir. Meu objetivo naquela rodada seria descobrir mais sobre as intenções de Terrence e se poderia… Usá-lo a meu favor, caso fosse necessário - Terrence - Diria agora voltando meu olhar para ele, com um sorriso desafiador - Verdade ou Desafio? - Perguntava.

Na primeira possibilidade, caso fosse escolhida a verdade, eu questionaria - De todos nós aqui, quem você mais gostaria de beijar nesse momento? - Como consequência, não muito diferente disso, eu desafiaria - Escolha alguém para beijar da forma que quiser e pelo tempo que quiser. Mas escolha bem, a pessoa que mais te atrai. - Desafiaria, e estaria pronto para caso uma de minhas suspeitas se confirmasse e ele viesse em minha direção. Eu retribuiria o beijo, me encaixando da melhor forma possível e sem me afastar. Não era o que eu mais gostava, mas também não vou mentir e dizer que nunca havia feito aquilo. Ao fim, daria um sorriso para o homem e me sentaria novamente ainda que não fosse necessário beijar ninguém.









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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptyQua 29 Maio 2019, 05:40


Narração
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Tarde

Duncan & Garfield
A inocência de Garfield era tamanha que mesmo após a situação estar clara para todos, o mesmo imaginava uma situação impossível em sua mente, beijava as mãos das moças, encorajava Luke e entretinha todos, principalmente Duncan. Não bastando acabar com a diversão do homem, ainda zombava da cara dele, mesmo que de forma inocente. Aquilo realmente não ajudaria a situação como um todo, Luke ia ficando mais e mais raivoso e acabou desafiando Garfield.

Só que estamos falando de um homem que nunca fugiria de um desafio, então o pernas-longa não pensou duas vezes em aceitar o desafio. E o desafio era realmente diferenciado. A parte do beijo era quase como um prêmio de consolação para as chicotadas. As duas gêmeas trouxeram o chicote e com uma carranca o mesmo ordenou. - Contem o tempo. - E o desafio começou. Garfield se levantou e se aproximou da loira com facilidade, retirando suas roupas para não rasgarem com as chicotadas, e o beijo começou calmo e foi aumentando. O pernas-longa claramente aproveitava daquilo. Até o chicote atingir pela primeira vez. A dor foi até alta, não tanto quanto imaginava. Duncan viu gotas no ar que saíram do contato do chicote com a pele do pernas-longa, não era sangue, talvez suor. As chicotadas continuavam junto do beijo.

O tempo parecia passar em câmera lenta mesmo com as meninas contando em voz alta cada segundo. As chicotadas iam acontecendo, ficava difícil para Garfield entender se era sua resistência, ou sua pura paixão, mas as chicotadas não pareciam doer mais tanto quanto no começo. Na verdade, o pernas-longa sentia-se cada vez mais e mais excitado com aquela situação como um todo.

Talvez por isso, mas quando o tempo acabou, ele não falou nada, só parecia querer continuar a beijar Melissa. Luke até mesmo deixou, não parecia realmente se importar. Mas Duncan percebeu que a brincadeira não iria para frente, talvez pior ainda, as duas crianças ali veriam uma cena que não deveriam ver se deixasse Garfield e Melissa seguirem com aquilo. E assim interrompendo a situação falou que era a vez dele. Era difícil para Duncan determinar se elas eram livres ou não, elas não pareciam prisioneiras.

Todos olharam para Duncan indagando se aquilo seria normal, Luke deu de ombros e assim Lucius teve a palavra final. - Ok. Assim, quando você for desafiado, quem desafiará depois será Garfield. - Era uma situação justa, meio que uma troca de turnos. E Duncan decidiu então desafiar Terrence. Uma pena, o jovem que ia tão bem, acabou caindo no pior dos truques. O homem aceitou o desafio e bebeu uma bela taça de vinho já levantando-se antes mesmo de ouvir as palavras de Duncan. - E então, qual o desafio? - Falou sorridente e sorriu ainda mais quando ouviu o desafio. Ele nem precisou responder quem era, só se aproximou de Duncan e o beijou. O revolucionário havia sido esperto antes não bebendo o líquido da taça, mas agora sentia aquele líquido na própria boca de Terrence, não estava perdendo os sentidos ou qualquer coisa do tipo por causa disso, mas estava ficando a cada segundo mais e mais excitado, sentia que não custaria muito para perder a noção naquele ritmo. Foi difícil até mesmo afirmar o tempo que o beijo durou.

Terrence voltou para seu assento e então propôs para Katia, a jovem respondeu verdade. Onde a pergunta. - Qual seu maior desejo? - Foi respondida com uma frase inusitada. - Comer um belo bolo de chocolate. Sem ter que me preocupar com ser culpada ou sofrer com isso. - Já a jovem propôs para Graven, que aceitou o desafio e teve que retirar seu terno e ficar somente de cuecas ali. Nada parecia realmente sério, era só um ambiente que eles abusavam da sensualidade das pessoas como podiam. Graven desafiou Joana. A jovem também pediu verdade. - Qual sua música favorita? - Perguntou o mesmo não demonstrando muito um real interesse na situação. - Eu não lembro o nome dela... mas era uma música sobre uma pessoa que havia se perdido... e não conseguia voltar para casa. - Respondeu ela calma e sorridente.

Mesmo com o tempo passando, nem Duncan e nem Garfield sentiam que a excitação diminuía, na verdade, parecia que o cheiro já havia impregnado os dois. E agora já sentiam que só queriam era voltar para a sensação de beijos novamente. Joana então virou-se para Duncan. - Verdade ou Desafio? - E Lucius logo foi lembrando. - E depois que ele cumprir o desafio, quem irá fazer o próximo será Garfield.

Para o caso de verdade. - O que você mais quer agora? - Perguntou, repetindo a pergunta que o próprio Terrence havia feito antes.

Para o caso de desafio. - Desafio você a virar sua taça de vinho.


Azura
Com tanta coisa acontecendo, Azura sentia-se num misto confuso de sentimentos acerca daquilo. Precisavam agir com velocidade, mas não podiam fazer burrada. O plano precisava ser minimamente arquitetado e para isso precisavam comentar as informações que haviam conseguido. Assim, após contar das duas crianças, deixou a cargo de Lenora falar do interrogatório. - A gente interrogou um homem que matou um cara que fugiu daquele lugar. Igual o que fugiu mais cedo. - A mulher parecia apreensiva com a ideia. - Além de um nome, ele citou algo sobre eles se divertirem com as mentes das pessoas. - Ela não parecia gostar muito da ideia. - Não sei se seria um hipnotizador. Um homem que simplesmente entende desse assunto o suficiente para ir controlando eles aos poucos. - Começou a soltar as opções que imaginava. - Pode ser por tortura. - Opinou a criança líder ali e a médica concordava com a cabeça. - São muitas opções. Mas acho que da um indicativo de como teremos que tratar essas pessoas depois. Talvez elas nem percebam que estão caindo aos poucos no controle deles.

Com o término da fala da médica, voltou ao turno de Azura, mas agora era informação que só ela tinha e por motivos que preferiu não mencionar. Ela mencionou a opção de tortura de novo, o que era um bom indicativo de que provavelmente isso estaria ocorrendo realmente. - Esses nobres sempre me surpreendem. - Falou a pequena meio cabisbaixa, da mesma forma que Azura falava dos Vermillyon. - Parece que não existe um único nobre que seja bom nesse mundo. - Citou ainda a líder ali. Com o incentivo principalmente de sua chefe, sentia que era hora de partirem para cima quando pudessem. - Vou providenciar isso tudo. Acho melhor até voltarmos para o navio na verdade. - Já falou a menina levantando-se e ajeitando a cadeira. - Temos que chamar os revolucionários de volta e também precisamos ficar de olho se Duncan e Garfield vão sair daquela mansão alguma hora. - Informou em tom até meio cansado, a ideia de nobres fazendo aquilo tudo pareceu abalar um pouco a pequena. - Se você me indicar onde fica a mansão, posso ficar de vigia. - E M-4 concordou com a cabeça sem falar nada naquele momento. As três saíram do bar, após uma despedida ou não, de Azura com Guin.

Passaram pela mansão e Lenora ficou em um ponto onde podia vigiar a entrada e ao mesmo tempo não levantar suspeitas. E seguiram em direção ao navio revolucionário. Azura teve que esperar um tempo até que surgisse o instrutor, esse tempo poderia ser empregado da forma que quisesse. O instrutor era um homem alto e corpulento, ele foi ensinando Azura com paciência e no tempo e passo que podiam. Não falava muito, suas frases eram curtas e objetivas, mas passavam a mensagem. E após o treino, ainda a presenteou com um escudo de madeira. M-4 estava encarregada de chamar os revolucionários que pudesse.

Quando deu o tempo, Azura e este mesmo homem, chamado Creg iam até uma "sala redonda", onde várias cadeiras foram colocadas em círculo para que algo fosse debatido ali. M-4 já estava lá, Creg sentou-se também. Havia ainda outro rapaz por ali. - Bem, vamos começar então? - Perguntou a menina. - Primeiro deixe Azura explicar. - Interrompeu o homem com calma ainda. - O que você sabe dessa família em estratégia militar? - Perguntou para Azura. - O que sabemos da mansão? - Perguntou para M-4. - O que temos de evidências? - Perguntou para o rapaz. A primeira que tinha que responder era a própria Azura, que sentia que não só teria que falar mais de suas batalhas, como até mesmo falar algum tipo de plano de batalha para aquela situação maluca.


Mapa:
 

Ferimentos:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptyQua 29 Maio 2019, 11:05


Me surpreendia o fato de ver que as chicotadas que atingiam o pernas-longas não faziam tanto estrago quanto eu imaginava. Talvez por essa razão minha fúria emergente fosse sendo contida aos poucos, talvez todo aquele afrodisíaco no ar também tivesse alguma coisa a ver com isso. Ainda assim não era uma cena que me agradava assistir, principalmente a partir do momento que Garfield parecia estar… Gostando. Tinha medo do que viria a seguir, medo por que por mais que desejasse que meu companheiro se desse bem, eu não permitiria que aquilo acontecesse na frente de crianças.

Por esta mesmo razão me levantava e chamava a atenção de todo o grupo, que estranhava que eu tomasse a vez daquele modo mas ainda assim acabavam simplesmente aceitando. Meu desafio ia para Terrence, dependendo dos resultados eu poderia até mesmo usá-lo depois em meus planos. Sua resposta vinha rápida e sem hesitação,  o homem não demorava para se aproximar de mim e me dar um caloroso beijo. Confesso que naquele momento eu até esquecia da missão, era como se as únicas pessoas ali fossem eu, Terrence, aquele gosto de vinho e o Jhonny. Quem é Jhonny? Não se preocupe, não é nenhum personagem novo, Jhonny é na verdade o nome que eu dou pro meu… Ah, esse beijo está muito bom, não é? Apertava um pouco mais, reduzindo a distância entre nossos corpos, até que nos afastavamos com o fim daquilo, e eu presenteava Terrence com um sorriso.

Todos nos sentávamos de novo, eu não conseguia olhar para Garfield naquele momento, não queria que ele visse aquilo e principalmente que acabasse me entendendo errado, mas teria que pensar nisso depois. Ao prestar atenção em Terrence, ouvia bem a pergunta que ele fazia para a garota e, por consequência, minha atenção era voltada para sua resposta. Era uma resposta bem fofa, por assim dizer. Até muito mais fofa do que o espero de alguém que acabou de sair de uma orgia com tantas pessoas. E ela era uma mulher tão… tão… Meu olhar se perdia por algum tempo, não sabia dizer ao certo quanto, entre o rosto, os seios e as curvas da garota. Por fim, me perdia em pensamentos, pensamentos que seria melhor não dizer aqui.

Só era puxado novamente para a realidade quando ouvia Joana voltar sua voz para mim, questionando qual seria a minha escolha para a próxima rodada. Passava alguns segundos olhando para a cara dela, demorando para processar a informação, até que piscava algumas vezes e sorria, sem graça, antes de responder - Verdade - Dizia. A pergunta não demorava a vir, e me fazia olhar meus arredores em busca de uma resposta, até que meus olhos novamente se focavam naquela garota, Kátia - Quero dividir com ela o maior bolo de chocolate que pudermos comer. - Por fim sorria para a garota de cabelos longos e completava - Ninguém deveria sofrer por querer fazer o que gosta - Completava. Não faria nenhuma pergunta para ninguém depois disso, apenas tentaria reparar na reação da garota de quem havia falado, tentando dar-lhe um olhar sedutor caso notasse uma deixa para tal. Por fim, passaria a fala para Garfield, como havia sido combinado.

Meu planejamento poderia ser interrompido ao perceber que o pernas longas ainda estava meio atônito, imóvel, talvez por causa do beijo ou talvez por causa do que havia me visto fazer. Aquilo não importava, não agora, naquele momento a única coisa que importava é que era minha chance - Booooooom... Eu acho que o Garfield ali não volta pra Terra tão cedo. Tudo bem se eu pegar a vez dele para mim de novo? - Diria sem realmente esperar por uma resposta daquelas pessoas. Naquele momento me virava na direção de Luke, e disparava - Verdade ou desafio? - Indagava com um sorriso desafiador em meu rosto ao olhar para ele. Fato é que naquele momento o efeito de seja lá o que for que estava naquele vinho fala muito mais alto que qualquer outra coisa... E eu estava adorando tudo aquilo!

Esperava agora a resposta de Luke, já tendo em mente as duas ramificações das possibilidades de resposta que ele poderia apresentar. Em caso de ela optar por verdade, eu indagaria - Me diga, Luke, qual seu segredo para estar naquele quarto com tantas garotas tão belas? - Questionava. Talvez com aquilo conseguisse a prova que queria, indicando se elas eram ou não escravas daquele homem, quem sabe com alguma sorte conseguiria descobrir até sobre as garotinhas. Agora na possibilidade de ele pedir por desafio, eu o faria sem pestanejar - Te desafio a virar essa taça de vinho - Dizia erguendo minha taça, ainda cheia, em sua direção.
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Última edição por Wesker em Sex 31 Maio 2019, 14:55, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptySex 31 Maio 2019, 05:08


Enfim estávamos no bar, apesar de ainda ser cedo para o horário de encontro com o resto do grupo, M-4 aparecia no recinto, então dávamos inicio a uma pequenina reunião sobre oque tinha acontecido até ali, oque me deixava intrigada, como M-4 estava surpresa com oque os nobres eram capazes de fazer. “O mundo e uma constante roda enquanto alguém esta por cima, obviamente alguém vai estar por baixo sendo esmagado por aqueles que detêm o poder” Pensava lembrando do que os irmãos do Alucard faziam comigo.

- Concordo que existem muitos nobres podres no mundo que só enxergam o próprio umbigo, mas mesmo em lugares horríveis nascem belas flores e já tive o prazer de conhecer uma dessas flores! Falava colocando minha mão sobre minha tatuagem que estava escondida dentro das minhas vestes.

M-4 então entendia a necessidade de nos preparar com mais calma para o restante da missão, ao mesmo tempo tinha de estar de olho no grupo em atividade, Lenora se prontificava em ficar de vigia, como uma exima atiradora fazia sentido a mesma ficar com essa tarefa. - Boa sorte Lenora, e cuidado, já basta aqueles dois nas mãos deles! Falaria assim soltando um pequeno sorriso para a médica.

Em seguida me levantava da cadeira, meu abdômen anteriormente ferido já não estava incomodando, como esperava, Lenora era a melhor médica da região e estava feliz que ela esteja com a gente nessa missão. Olhando pelo bar via Guin ao longe, soltava um breve sorriso para ela e em seguida falaria. - Voltarei mais tarde para que a gente possa se divertir! Piscava com o olho direito, avisando que não tinha esquecido dos nossos planos, mas tinha coisas mais importantes para se preocupar.

Saiamos do bar acompanhando a M-4, aparentemente de volta para a parte aonde os nobres moravam, e sem demoras estávamos de frente a mansão, meu corpo por um instante formigava por um todo, fechava minha mão direita formando um punho, ali estavam as pessoas que um dia já haviam feito mal a mim. Talvez não exatamente os mesmos, mas pessoas próximas com ligações com eles. “Hoje darei inicio a destruição dessa família!” Pensava enquanto deixávamos Lenora em um local seguro aonde a mesma poderia vigiar sem chamar a atenção.

Em seguida, seguia M-4 de volta para o barco, tinha que aproveitar o máximo de tempo que tenhamos para enfim darmos inicio a investida contra a casa dos vermillyons. Ficava na proa olhando para a cidade esperando pelo instrutor, o mesmo demorava um pouco, até que enfim aparecia, um homem alto e corpulento com os cabelos rubros cor de sangue, me chamava um pouco a atenção, até agora não tinha visto muitos homens interessantes naquele mar. Assim dávamos inicio ao meu treinamento com o escudo, o mesmo tinha um jeito mais calado falando apenas o necessário, até que enfim terminávamos o meu treinamento, o mesmo se aproximava de mim entregando um escudo de madeira, talvez não fosse o material mais resistente mas certamente seria o suficiente para me fazer me aproximar dos meus inimigos sem levar um tiro.

- Obrigada por me ensinar a usar, quanto mais meios de me defender melhor! Agradecia pela aula, mas assim como chegava o homem saia quieto e frio, oque fazia eu ficar um tanto curiosa sobre ele, esperava que o mesmo fosse tão forte quanto misterioso, pois iriamos precisar.

Assim colocaria o escudo em meu braço direito, e seguia o homem até aonde estaria o restante dos revolucionários que M-4 reuniria, sem muita demora chegávamos em uma sala do navio que tinha um formato oval. Além de M-4 e o instrutor havia outro rapaz ali na sala, esse um tanto mais franzino. Aparentemente estávamos sem muito tempo para apresentações, assim como o restante do grupo, tomava a posição em uma das cadeiras a mesa, a jovem então dava inicio a pequena reunião, mas antes mesmo que pudesse falar mais algo ela era interrompida pelo jovem rapaz franzino pedindo para que eu começasse a falar.

Não fazia a mínima ideia de quem se tratava aquele rapaz, mas se M-4 tinha o trago ate ali era porque o mesmo tinha sua importância, mesmo sendo um tanto arrogante. De início dava uma pequena travada ao começar a falar, a final era uma parte meio sombria sobre minha vida. “Contarei apenas o necessário, não precisam ficar sabendo de tudo!” pensava olhando as pessoas a minha volta.

- Bom se tratam de uma família de nobres bastante influentes na marinha e no governo, até aonde sabia eles estavam no novo mundo, mas pelo que parece são como ratos, se espelhando por ai. Dava uma pequena pausa olhando para os mesmos. - São escravocratas, logo oque fortifica a ideia que os desaparecimentos na ilha sejam eles juntando suas “mercadorias”, e sim são o pior tipo de gente que poderíamos encontrar como a maioria dos nobres, acreditam que o dinheiro pode comprar tudo! Falava em um tom sério, para que entendam que a situação era bastante intensa. - Por serem uma família muito ligada ao governo, atacá-la seria o ideal para consolidar mais nossas forças, e se libertar as pessoas que eles fizeram em cativeiro certamente os uniria a nossa causa aumentando nossa influência. Estava convicta de destruí-los e libertar as pessoas que estavam sendo feridas por eles.

- Até onde eu lembro boa parte dos seus seguranças ao menos no novo mundo, eram compostos por atiradores, dos mais bem treinados, quanto essa pequena ramificação deles nessa ilha não tenho muito oque falar sobre, não sei qual deles está aqui, se e um dos três filhos ou algum parente distante! Terminava de falar esperando que M-4 ou alguém mais tinha mais coisas para acrescentar, acreditava que se fosse algum dos filhos daquele monstro certamente não teria o envolvimento de Alucard, o mesmo era bondoso demais para torturar pessoas ou escravizá-las. “A final se estou aqui hoje e porque o mesmo me ajudou!” Pensava no jovem nobre que muitas vezes salvara minha vida durante a infância.

Assim que o restante terminasse de falar, me levantaria rapidamente logo voltando a falar. - Sei que provavelmente não sou a pessoa de maior patente em nosso meio nesse momento, mas peço que deixe o ataque sob o meu comando! Tenho motivos para aniquilar aquela família e eu não vou deixar vocês na mão, enquanto um deles estiver respirando, enquanto tiver pessoas acorrentadas por eles, e eu estiver de pé, não irei parar! As chamas da vingança podiam ser vistas em meus olhos, estava convicta em por um fim neles com minhas próprias mãos.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 6 EmptySex 31 Maio 2019, 22:38


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Tarde

Duncan & Garfield
Duncan não pensou muito antes de responder Verdade para o desafio proposto e com isso continuar a linha de pensamento de Katia. Desta forma ele conseguiu pela primeira vez retirar uma reação diferente da normal de alguém ali. Katia sorriu, mas logo depois o sorriso foi mudando para uma expressão meio que de medo, durou pouco tempo e logo em seguida ela voltou para a mesma face que mostrava antes de tudo aquilo. Duncan só percebeu isso por já estar vigiando a moça, não conseguiu chegar a tentar seduzi-lá, mas viu algo que era no mínimo curioso.

- Bom, é a vez de Garfield. - Falou Lucius olhando animado para o pernas longas. Com o tempo todos foram olhando e simplesmente este não falava nada. Duncan então se pronunciou querendo o turno de volta já que seu amigo estava aparentemente atônito ainda por causa do beijo. - Se não aguenta nem um beijo não será muito útil para divertir todos aqui. - Reclamou Luke sinalizando com a mão depois para Duncan continuar a brincadeira. Talvez pelo próprio fato de Luke ter dito aquilo, mas o desafio foi dirigido a ele. - Ah, eu sou especial. - Respondeu o homem sorrindo. - Eu vou responder a sua verdade e cumprir o seu desafio, mostrar como vocês são frouxos. - Falou se levantando. - Pois este jogo está demorando tempo demais. - Ele olhava para cada um dos participantes ali e depois parava encarando Duncan. - Qual verdade você quer saber? - A voz dele era até traiçoeira, provocando o revolucionário, que acabou perguntando sobre as moças ali presentes.

O homem começou a rir antes de responder e sinalizou para todas elas se aproximarem dele, e todas, incluindo as duas gêmeas, aproximaram realmente dele. As três mulheres adultas com mais sensualidade grudaram os corpos delas no dele, enquanto as gêmeas pararam uns dois passos atrás, uma de cada lado dele. - Tudo que eu quero eu acabo pegando para mim, ninguém resiste a um pouco de... lábia. - Dispensando as meninas, ele foi se aproximando de Duncan. - Você aos poucos vai se aproximando das pessoas e conquistando seus corações. - Ele já estava a uns dois metros de Duncan quando começou a andar mais devagar. - E quando a pessoa já para de pensar direito no que estava fazendo, se perdendo mais no prazer, ela acaba aceitando que estar comigo para sempre é a melhor coisa. - Falou enquanto terminava de se aproximar, parando a uns trinta centímetros do rosto de Duncan. - E então, qual é o desafio? - E quando Duncan respondeu, Luke pegou a taça da mão deste e bebeu tudo com gosto. - Nós não dopamos ninguém aqui seu bobo. - Falou rindo e indicando para as gêmeas encherem a taça que ele havia acabado de virar. - Mas já que o senhor está com tanto medo. Tudo aqui é afrodisíaco? Sim, mas nada irá te desmaiar. Curta a festa, afinal, é uma festa. - E virando-se para voltar a seu banco. Apontou para seu próprio irmão. - Você que queria jogar e ainda não jogou. Verdade ou Desafio? - O irmão bateu algumas palmas animado. - Claro que desafio. - Falou o irmão animado. Luke então olhou para Garfield, para Duncan e sorriu. - Eu quero ver vocês três em um beijo triplo. - Falou o homem com um sorriso. - Este pernas longas não pode ficar atônito com um simples beijo ou o jogo ficará sem graça em pouco tempo.


Azura
A jovem começava a responder a pergunta de Greg e suas informações eram muito importantes para aquela invasão. Todos ali escutavam absorvendo o máximo que podiam. - Se tudo que esta bela moça falou for verdade. Eles são inimigos maiores do que imaginávamos. - E M-4 respondeu por ela. - Não existe porque ser mentira. Porém, com a informação deles serem aliados tão presentes na marinha e no governo... - Terminava a frase sem concluir a ideia, pensando no que fariam. - Temos que impedir que eles incomodem durante a missão ou acabaremos num jogo de três contra um. - Falou seu instrutor, esta frase foi a mais longa que Azura ouvira ele falar até então.

M-4 respirou fundo. - Bem, a mansão é mais afastada do centro. Então temos um tempo bom até a marinha e o governo aparecerem por lá se alarmes soarem. - Começou a falar a pequena ali, lembrando da pergunta que Greg havia feito anteriormente. - Podemos tentar bloquear as ruas para impedir uma possível intervenção deles, ou preparar rotas de fuga antes da invasão para conseguirmos fugir de uma briga desfavorável rapidamente. - Continuava falando tomando uma nota mental de algo, era visível que ela estava pensando em alguma coisa, mas não comentou, voltando para o assunto principal. - A mansão além da entrada principal na frente possuí mais duas entradas, uma nos fundos e uma lateral. Se tiver outro é por túnel, então não saberíamos até invadir. - A criança ia "desenhando" o mapa da mansão no ar para que eles entendessem o cenário. - A segurança é forte, não permitem nenhuma pessoa com armas, tanto que meus dois subordinados preferiram... por algum motivo... entregar as armas e entrar. - Explicava ela quase rindo da situação idiota em que eles haviam se metido. - Eu vi pelo menos oito guardas, mas Lenora no tempo que ficou lá me informou que já viu pelo menos treze. Então está meio difícil de estimar a força bélica real deles. - Finalizando a parte dela, M-4 passou a vez para o rapaz que faltava.

- Minha parte será mais curta que a das duas infelizmente. - Informou ele com um sorriso meio bobo. - Os Vermillyon da cidade são médicos. Então são bastantes respeitados e vivem dando festas. - Informou. - Ao contrário do que o homem respondeu para as donzelas, eles são especializados em venenos, nada mental... - - Isso não impede que eles possam fazer controle mental. - Falou Greg interrompendo o rapaz. - Não impede, mas você pediu provas. E isso não existe. - Respondeu e depois voltou a linha de raciocínio anterior. - Pessoas realmente somem. Mas elas não estão relacionadas as festas pelo que eu descobri até agora. Então não existe como relacionar qualquer desaparecimento aos Vermillyon's da cidade por enquanto. - Terminou de falar e passou a voz para Greg.

- Alguém conseguiu pensar em algum plano? - Naquele momento Azura levantou-se e pediu para ser a líder da investida. Greg a olhava de cima a baixo. - Acho melhor não. - Respondeu de forma bem seca. - Você claramente está muito envolvida. - Ele deu uma pausa. - Fica difícil acreditar que tomará as melhores decisões. - Percebendo que a história não estava andando tanto quanto queria, M-4 que se pronunciou. - Somos quatro pessoas aqui e existem três entradas, além de uma possível distração para a marinha e o governo. Podemos nos dividir e cada um invadir de um lado. - E o rapaz levantou a mão. - Eu me ofereço como distração. - Greg não parecia muito animado da forma que as coisas andaram. - Bem, ainda temos algumas coisas a discutir. - Falou ele querendo ter uma palavra final ali. - Que horas invadiremos o local? Faremos ao mesmo tempo? Cada grupo será especializado em uma coisa? Quais suas preferências? - Indagou todos ali novamente.


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