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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

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Raizen
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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptySab 02 Mar 2019, 22:45

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere e Garfield Henryford. A qual não possui narrador definido.


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Wesker
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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptyQua 03 Abr 2019, 00:47


- Ah, não é você? - Dizia fingindo uma decepção debochada para Graven, após este subitamente começar a falar mais e nos revelar que nos apresentaria outra pessoa. O lugar ao qual havíamos sido levados era uma grande mansão, nada surpreendente para mim, de fato, mas era um tanto quanto nostálgico ir até uma festa em um lugar como aquele… Talvez se eu não estivesse em missão poderia aproveitar melhor e mostrar a Garfield tudo o que sei sobre as mulheres da nobreza, mas aquele talvez não fosse o momento ideal.

Começavamos a adentrar o local enquanto eu examinava os arredores da construção. De fato, era uma bela mansão. Minha preocupação retornava quando um dos seguranças na porta pedia para que entregássemos nossas armas antes de entrar, aquilo definitivamente não era algo bom, mas naquele momento nós não teríamos mais escolha “Droga. Talvez se houverem muitas pessoas lá dentro nós tenhamos alguma segurança, ou se nos enturmarmos com alguns nobres” Pensava tentando prever o que aconteceria ao adentrarmos aquele local. Fato é que naquele momento não haviam muitas alternativas.

- Pois bem, cuide bem dos meus bebês - Puxava um sorriso receptivo em meu rosto, entregando as duas lanças para os seguranças “Ao menos posso dar uns socos na cara de alguém caso a situação saia de controle muito rápido” Pensava como forma de me manter confiante. Olhava para Garfield esperando que ele fizesse o mesmo, e então olhava sorridente para nossos guias, esperando que nos levassem para dentro do local.

Me chamava atenção que mais pessoas chegavam aquele local, talvez fosse realmente uma festa, mas havia ainda em minha mente possibilidades de que se tratasse de algo bem pior, como um leilão… Um leilão de pessoas. De qualquer forma, tentava me prender a possibilidade mais positiva, e com isso em mente eu olhava para as pessoas que também estavam chegando na festa, buscando pelas damas mais belas entre as convidadas, focando naquelas que parecessem ser solteiras para tentar começar um flerte com uma troca de olhares. Não me julgue, seria bom ter um momento para relaar em meio a uma missão tensa como aquela.
Historico:
 
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptyQua 03 Abr 2019, 16:29


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Tarde

Duncan e garfield
Duncan brincou com a fala de Graven, que não mostrou nenhuma reação surpreendente, só um sorrisinho fraco. Talvez ele até tivesse ficado interessado ou meio perdido com até onde era tudo uma brincadeira para convencer o pernas-longa que ele estava seguro. Independente disso, seguiram caminho até chegar a mansão que estava tendo uma festa. Onde, ou melhor, como exatamente eles planejavam prender Garfield como escravo? Nada naquilo fazia sentido ainda. Talvez por isso que o jovem aceitou entregar as armas que possuía e adentrar. Seu amigo pernas-longas acabou entregando também a arma, não que precisasse delas enquanto fosse protegido pelo sol.

Havia bastante gente por ali, alguma música clássica que riquinhos ouvem para se sentirem superiores tocava no fundo. - Bom, deixe-me apresentar quem estávamos falando que se daria bem com vocês. - Falou Terrence e assim começou a andar em uma direção específica esperando ser seguido. Porém, Duncan se preocupava mais em analisar se havia mulheres solteiras por ali. Havia uma ali, uma lá, elas pareciam filhas de pessoas importantes que estavam ali meio que por obrigação, talvez procurar um casamento arranjado.

Percebendo que Duncan e Garfield não haviam o seguido, Terrence voltou acompanhado de dois homens. - Olá, eu sou Lucius Vermillyon. - Falou o primeiro deles. O segundo ficou quieto de uma forma estranha. - Não se preocupem com o jovem Tayson aqui. Infelizmente ele é mudo. - O segundo concordou com a cabeça meio assustado. - Então senhores, o que trouxe pessoas tão bonitas para Loguetown? - Perguntou Lucius para os dois que ali estavam. Graven havia sumido quando saiu junto de Terrence a procura dos Vermillyon.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptyQua 03 Abr 2019, 21:31


Conhecia bem aquele tipo de lugar. Decoração chique, muitos convidados e todos eles pertencentes às classes mais ricas da sociedade. A música, os falsos sorrisos e mesmo as mulheres, geralmente filhas de ricaços que foram levadas ou arrastadas até ali para irem em busca de um “bom partido”, como gostavam de chamar. Ah, quantas vezes eu já havia fingido ser um desses bons partidos, um bom homem apenas em busca de uma bela esposa… Tudo como uma desculpa para dar uma boa… Bom, não importa. Confesso que sentia falta destes momentos, mas estava ali em missão naquele momento. Além disso, talvez meus companheiros revolucionários reprovassem minhas antigas atitudes.

Terrence até falava alguma coisa sobre seguí-lo, mas tenho que confessar que havia perdido um pouco de minha concentração por alguns instantes. Estar novamente em um lugar como aquele, cercado de mulheres que se interessam por homens me despertava um certo misto de desejo e nostalgia. Perguntava-me se não conseguiria voltar até este local após o fim da missão, talvez para conversar com aquela bonitinha loira, ou com a morena, talvez pudesse até mesmo deixar uma ruiva para Garfield, ele devia apreciar uma dama com madeixas da cor do Sol.

Meus pensamentos eram abruptamente interrompidos pela apresentação de um dos dois homens que voltavam com Terrence, eram provavelmente as pessoas que eles gostariam que conhecêssemos ali. O homem parecia simpático, nos apresentando também o seu amigo mudo. Demonstrava certo interesse em sua fala mas, infelizmente para ele, eu não estava interessado em homens… Ao menos não com tanta mulher solteira por perto. Para o bem da missão, entretanto, eu talvez devesse fingir algum interesse.

- Oh, não merecemos tanta lisonja! - Dizia demonstrando um falso formalismo para o homem, mas com um tom de voz bem receptivo - Sou Duncan Edmund, e este aqui é meu bom amigo Garfield Henryford - Dizia de forma cortês - Saímos de nossa terra natal, Dawn Island, para conhecer mais o mundo, e principalmente as pessoas nele. Tanto as pessoas divertidas, quanto as belas - Finalizava a frase olhando de forma maliciosa para ele - Foi então que conhecemos Terrence, e ele nos disse que poderíamos encontrar pessoas que são essas duas coisas e muito mais neste lugar! - Sorria agora olhando brevemente para Terrence, e então terminaria dizendo - Pelo que pude perceber até agora, ele não mentiu!
Historico:
 

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Em homenagem aos que se foram::
 
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Sagashi
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Sagashi

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptyQui 04 Abr 2019, 19:17


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Largava as minhas armas, ainda com o pé atrás de perdê-las, já que havia colocado tanto sentimento naquilo que me dava até uma certa sensação de luto ao solta-las e simplesmente as entregar a um alguém qualquer. Entretanto, tal luto não se intensificava à níveis alarmantes, já que a sensação de estar com um terno novo, belo e crucialmente estético, cobria qualquer negatividade que poderia abranger meu ser a longo prazo. Era como se eu flutuasse, os céus encerrassem o peso do meu corpo e o Sol me controlava por teias de calor, me permitindo alguns pequenos saltos de tempos em tempos, por conta do exacerbar de felicidade dominante. De peito cheio e me colocando atrás de Duncan para protegê-lo de possíveis ataques — que naquele caso eram bem improváveis, já que adentrávamos uma suposta festa prestigiosa — prosseguia para o ingresso do local, meu mais novo território auto-clamado silenciosamente.

Entrava e não pude deixar de sentir a massagem melódica nos meus ouvidos: ah, como era bom ouvir música erudita! Não fazia ideia de como as notas musicais funcionavam, embora me eram de grande curiosidade. Mesmo não sabendo, ainda fechava os olhos momentaneamente e deixava meu coração guiar minhas mãos, que simulavam um reger orquestral, como se o rumo da música fosse decidido por mim. Seria o paraíso um produto de música e mulheres? Pois certamente que não — cabarés são assim, música alta e mulheres tortas, o verdadeiro inferno. Seria, então, pacífico, musical e luxurioso? Sim, nesse caso, é o oposto do inferno. O que lhe traz paz é o que te tira do inferno. O amor traz paz, o ódio traz a paz de descontar sua ira nos que merecem, os justos alinham suas emoções e os equilibram às vivências do cotidiano.

Notava que Terrance pedia para que seguíssemos usando sua linguagem corporal, que claramente gritava por isso. Entretanto, estava eu ali, tão atordoado pela cria da perfeição da elite do Sol que mal sentia vontade de acompanhá-lo. Por onde andava eu esse tempo todo para não ouvir tamanha maravilha? Com um leve sorriso no rosto e meus músculos faciais relaxados, quase que levando meus olhos ao revirar, pensaria: "Quando eu tiver a minha igreja, músicas como essa serão tocadas no seu mais alto volume; mulheres serão nossa sobremesa luxuriosa; o Sol será louvado a cada badalar do sino, que badalará de hora em hora. Faremos caridade aos necessitados e castigaremos severamente os injustos. Tudo será perfeito e o mundo sairá de sua entropia, finalmente!" — Me dirigiria à pessoa mais próxima de mim e a puxaria pelo pano de sua roupa, levemente, a fim de chamar sua atenção de maneira suave. — Pardon me, ser humano, grande pilha de charmes e segredos: poderias tu, por ob... obsés... absescio... por favor, sabe o nome de quem compôs a música? — Diminuiria meu tom de voz ao errar a palavra "obséquio", a fim de não mostrar minha nítida fraqueza com palavras. Seres humanos não merecem saber as fraquezas que apenas nós semideuses temos.

Independente da resposta, notaria que Terrance traria à mim e Duncan pessoas novas. Não ia com a cara do primeiro, soava esnobe demais para um relés mortal, e já o segundo parecia ser totalmente passivo. Esse segundo era o que mais me chamava atenção por se manter calado, afinal, quem se manteria calado perto de uma divindade como eu? Melhor: como nós? Não havia problema, claro que não, só era um pouco estranho de vê-lo. O primeiro, esnobe, se apresentava como Lucius Vermillyon. Dava todo seu "showzinho" que passava-me por um ouvido e saía pelo outro em forma de lixo reciclável. Ouvia primeiro as palavras de Duncan, que me chocavam por um momento. — Oh, não merecemos tanta lisonja! — Nunca fui muito bom em atuar, porém, faria um leve esforço, sorrindo como quem estivesse realmente com a presença do homem, mas sem conseguir mudar os olhos de um incomodado. — Haha, não ligue para o meu irmão! Merecemos, sim. Muito. — Tentaria fazer com que a risada inicial fosse genuína, mas, se não conseguisse, não teria problema. — Sou Duncan Edmund, e este aqui é meu bom amigo Garfield Henryford. — Ao ouvir meu nome, complementaria rapidamente, tornando a frase difícil de se entender por conta da velocidade de fala encaixada no curto intervalo de tempo entre a sentença dita por Duncan e a próxima que diria. — O campeão do Sol, sim. — Colocaria uma expressão nobre e esnobe no rosto, olhando para um ponto fixo no além e evidenciando a linha do meu queixo. — Saímos de nossa terra natal, Dawn Island, para conhecer mais o mundo, e principalmente as pessoas nele. Tanto as pessoas divertidas, quanto as belas. — Complementaria, novamente, entre os intervalos de fala. — Como nós! — Encaixaria minhas costas com as de Duncan e colocaria minha mão esquerda em frente ao meu rosto, revelando apenas meus olhos e ocultando minha boca, em uma pose totalmente máscula e dominante. — Foi então que conhecemos Terrence, e ele nos disse que poderíamos encontrar pessoas que são essas duas coisas e muito mais neste lugar! — Piscaria duas vezes e lembraria que a música ainda estaria tocando, fazendo meu coração bater um pouco mais forte. — Eu amo música erudita! — Deixaria que esse meu forte pensamento vazasse. — Pelo que pude perceber até agora, ele não mentiu! — A animação se esvairia lentamente. — É, bem... — Optaria por não dizer nada e deixar apenas a expressão falar por si só.

Me aproximaria do nosso novo colega mudo e colocaria as duas mãos sobre seus ombros, olhando fixamente em seus olhos. — Não fala, não é? Não se preocupe. — Sorriria. — Ações valem mais do que mil palavras. Ações não mentem, ações não enganam. Você é aceito pelo Sol! — Bateria duas vezes no seu ombro esquerdo com minha mão direita que antes o segurava e o soltaria de uma vez, me virando para Duncan e fazendo sinal de positivo com a cabeça, apoiando seu diálogo. Caso Lucius nos guiasse para algum outro lugar, sem que diga como é esse lugar ou sua funcionalidade, diria, interrompendo sua caminhada: — Epa, espere! Eu não largo essa música nem por ouro. Certo, Duncan? — Esperaria que concordasse. Se Lucius insistisse e levasse Duncan com ele, eu iria junto aos dois, um pouco aflito por estar saindo dos vícios da massagem musical. No entanto, se parássemos ali, caminharia para perto de Duncan e diria, sorrateiramente: — Devemos nos aproveitar das donzelas? Adoraria dançar uma boa valsa com uma delas. — Piscaria de um olho só, assim como ele havia piscado para mim no bar anteriormente. Caso Terrance e Lucius insistissem em nos levar, ao mesmo tempo, eu concordaria sem me importar muito, já que ainda estaria com minha sensação de segurança em alta. A todo momento, usaria da minha audição aguçada para identificar possíveis movimentações hostis ou comentários ao nosso respeito.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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Meu amor:
 
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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptyDom 07 Abr 2019, 18:42


Após um tempo andado sem encontrar nada de interessante, dar uma de babá para umas garotas que estavam querendo bancar a investigadora, finalmente encontrávamos algo diferente naquele bairro chato, não so pelo fato do mesmo ser um tanto diferente do resto das pessoas do bairro, mas parecia que o mesmo não existia a final todos ali o ignoravam de uma forma bastante assustadora, isso era no mínimo suspeito e digno de nossa atenção. Rapidamente nos posicionávamos e íamos em direção ao homem isolado.

Se aproximando do mesmo tentava ser a mais amigável possível, oferecia um pouco do meu vinho para poder amolecer o mesmo, mas aparentemente ele não estava a fim. “Amem ofereci apenas por educação, mais para mim!” Pensava enquanto guardava a garrafa, já que Lenora analisava o homem que aparentemente estava ferido, e logo informava que era recente, não entendia muito bem de diagnósticos o máximo que conseguia fazer era os primeiros socorros, mas prestava atenção em tudo que a medica estava falando.

“Marca estranha, casos de escravidão na cidade...” Por um momento meu ombro doía, colocava a mão por cima, talvez as suspeitas eram reais, e aquilo no rapaz nada mais era que um novo escravo fugitivo. Lenora se virava para mim prestes a falar algo, mas antes que a mesma pudesse concluir sua linha de raciocínio, o indigente soltava algumas frases soltas.

“Parece que tem algum nobre brincando de Deus!” Pensava analisando as frases soltas pelo homem, estava feliz que finalmente encontramos alguém o qual poderíamos pegar mais informações para solucionar esse caso. Estendia minha mão para poder ajudar o mesmo se levantar para tira-lo dali e levá-lo em segurança para o bar. Quando um barulho alto ecoava logo atrás da gente  e quando percebia que o mesmo estava prestes a falar mais alguma coisa um borrão de sangue atingia a parede que estava atrás do mesmo e em seguida ele caia duro no chão, não precisava ser um medico para saber o estado atual do mesmo.

Mais uma vida sendo jogada fora, sem mais nem menos, meu sangue começava a esquentar, meu punho direito fechava de raiva rapidamente segurava o mesmo com a minha mão esquerda tentando conter minha raiva, quando escutava alguém falando logo atrás da gente. Uma voz masculina um tanto convencida, parecia achar aquilo normal. Ao me virar, via um homem de terno estava apontando uma arma para nós, tentava manter um semblante bastante serio, mas em meus olhos qualquer um que estivesse passando por ali poderia perceber a fúria contida neles.

Logo o cuzão pedia para que o acompanhasse ou levaríamos um tiro. – Desculpa, mas da onde eu venho as garotas ganham dinheiro e não bala! Falava  me posicionando na frente da Lenora, não só pelo fato que estava ansiosa para um pouco de ação desde que minha perna tinha melhorado , mas tinha prometido que oque tinha acontecido na ultima missão não voltaria a acontecer. – Pelo visto terei de pedir um sapato novo! Falaria em um tom cômico batendo a ponta do pé direito no chão enquanto olhava para o cara de terno.

- Você vai me falar tudo que está acontecendo aqui, nem que para isso eu tenha que enfiar meus dois braços em teu cu e bater palmas! O auto controle sobre minha raiva era bastante frágil, e de pensar que o mesmo fez mal ao indigente e ainda nos ameaçar o cu dele não seria perdoado.

Aproveitando da minha aceleração como meio de surpreende-lo partiria em zig zag em direção ao desgraçado, afim de tentar esquivar de qualquer disparo feito pelo mesmo, tinha de tentar conter minha raiva e apenas desacorda-lo a final muitas questões foram levantadas naquele curto período de tempo. Com isso em mente assim que tivesse em uma distância mínima entre nós dois me abaixaria tentando esquivar de algum golpe ou disparo que o mesmo poderia fazer, em seguida tentaria dar uma rasteira esticando minha perna e movimentando ela da esquerda para a direita, para tentar desequilibrá-lo. Assim que conseguisse rapidamente levantaria enquanto o mesmo estivesse caindo, e arqueando minha perna direita visava desferir um golpe com meu calcanhar de cima para baixo no peito do mesmo com intuito de deixa-lo sem ar.

Caso o mesmo desviasse do ataque ou ele tentasse desferir algum golpe mano a mano tentaria bloquear utilizando o meu anti-braço direito para bloquear o golpe do mesmo, mas xaso o mesmo desferisse algum tiro ou utilizasse alguma lamina, rapidamente daria algumas cambalhotas para trás afim de ficar em uma distancia segura, sempre tomando cuidado para não tropeçar em algum obstáculo. Após voltaria ao meu ataque correndo em zig zag para me aproximar, assim que tivesse em uma distância boa me abaixaria novamente provavelmente o mesmo pensaria que iria tentar mais uma rasteira, mas pelo contrário com minha perna esquerda como base apoiando no chão junto com meu braço direito, assim executaria um chute de baixo para cima em direção a cabeça do homem. Mas caso ele tentasse me atacar no processo tentaria dar algumas cambalhotas para o lado contrario afim de evitar o golpe e assim me posicionar novamente para poder voltar a lutar.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptySeg 08 Abr 2019, 01:58


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Tarde

Duncan & Garfield
Cada um dos integrantes se perdeu no que desejava saber. Garfield perguntou a uma pessoa qualquer qual música que estava tocando. - Se não me engano... - Começou a responder a menina, imagine ela com um vestido clássico de festa normal ao invés desta roupa, com o guarda chuva fechado e pendurado em seu braço - Esta que acabou agora é a Four Seasons de Vivaldi. - Então, com o começo da nova música, ela sorriu e falou. - Já esta é com certeza Allegro de Mozart. - E virando um pouco a cabeça em direção de onde estava a orquestra. - Geralmente não misturam músicas desta forma, me pergunto o que está ocorrendo. - Falou a jovem, mas a conversa parou por ali pela chegada dos outros.

Aos poucos foram se apresentando. Duncan e Garfield iam falando, o pernas-longa sempre complementando as palavras de seu amigo, o que tornava aquele papo de casal realmente convincente. Ao mesmo tempo que iria contrário ao plano de Duncan de fingir vender o amigo como escravo. Algo que os outros dois homens de terno ainda não haviam tentado em momento algum, não poderiam falar que eles agiam de forma precipitada. No final da conversa, quando Garfield falou "fim", todos ali ouviram a voz da menina que ainda estava por perto. - Bethoven agora? - Enquanto ela ia falando uma nova música já ia se desenrolando. O tom dela de que não acreditava naquilo era absurdo. - Essa orquestra definitivamente não sabe o que está fazendo. - Falou irritada para ninguém em específico, porém em um tom que muitos ali ouviram, e começou a se distanciar em direção da orquestra.

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- Concordo com a loirinha baixinha. - Falou o homem. - O que me dizem de conversarmos em um local mais privado? - Sugeriu Lucius. - Onde esta orquestra que não sabe o que está fazendo não nos atrapalhe? - E Garfield, que já estava conversando para animar o mudo foi meio contrário, por querer ficar próximo a música. - Eu concordo que a música em si é boa, mas este grupo está simplesmente tocando músicas aleatoriamente. - Argumentou Lucius. - Uma boa orquestra tem que saber a ordem das músicas a serem tocadas. - Falou ele se deleitando com a própria imaginação, pensando em qual música deveria vir primeiro e qual depois. - Assim é muito melhor para todos, você vai se envolvendo com cada música e chega até mesmo a um ponto de não pensar em mais nada. Só aproveitar a música em seus sonhos. - Completou, apaixonado com a própria visão que teve sobre o que deveria ocorrer ali com a orquestra, porém que não ocorre. - Então, vamos andando? - Indagou Lucius. - Tenho certeza que vocês dois aproveitaram e muito a conversa. Principalmente você Duncan, só tem a ganhar.


Azura
Com a nova informação, a jovem viu o homem a sua frente morrendo instantaneamente para o tiro que havia levado. O povo na rua começou a correr desesperada ao ouvir o som do disparo. A jovem acabou por soltar palavras pesadas para o homem a sua frente. - Tão bonita, mas aparentemente sem nenhuma educação. - Falou o mesmo já mirando na direção de Azura. - Não tem problema. Vamos te ensinar direitinho... ou talvez a sua amiga aí. - Falou se referindo a Lenora, que já estava pegando sua arma.

Azura então começou a correr na direção do homem, após dois movimentos claros de zigue zague. O mesmo atirou duas vezes em sequência onde seria teoricamente o meio deste zigue zague. Algo bem padrão. O primeiro tiro Azura viu passando de raspão logo antes dela chegar e por isso, sentiu o segundo acertando sua barriga, próxima ao umbigo, no lado esquerdo. Seu sangue quente começou a escorrer do buraco, mas era tão pouco que era longe de ser o suficiente para a jovem parar o movimento dela. Ao chegar perto o suficiente, a mesma se abaixou rapidamente, o que fez com que desviasse do terceiro tiro dele, mas não foi o suficiente para acertar. O homem pulou para trás ao mesmo tempo em que Azura dava a rasteira. Lenora, aproveitando a situação atirou no homem no ombro dele, fazendo-o soltar a arma sem querer.

Azura então se erguendo começou a correr na direção do homem novamente, que agora, distraído com a dor no ombro e sem sua arma só viu-se caindo no golpe da jovem que acertou um chute vertical ascendente, que acertando no queixo dele fez o mesmo cair com tudo no chão tonto. - Temos que ser rápidas, existe marinha por toda a ilha. Vamos procurar algum lugar pra interrogá-lo ou vamos tentar algo aqui mesmo rápido? - Perguntou Lenora já se aproximando e tateando a barriga de Azura para ver se era algo mais sério ou se poderia se preocupar com aquilo depois, aparentemente ficou para depois.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptySeg 15 Abr 2019, 12:19


Vestidão, guarda chuva, garotinha… M-4, ou você se disfarça muito bem, ou pode ter uma irmã perdida por aí!” Achava graça ao ver por breves instantes a garota que respondia a pergunta de Garfield. A conversa ia bem e, de certa forma, era perceptível que o modo como o Pernas-Longas completava minha frase alimentava nossa mentira. Para meu estranhamento e diversão, Garfield parecia gostar daquele tipo de música. Fato é que eu não suportava mais nada daquele tipo de música, toda aquela baboseira clássica me dava nos nervos, talvez por causa dos diversos anos de minha vida que havia passado ouvindo simplesmente aquilo em meio a um bando de nobres hipócritas.

No fim da conversa, apesar de uma reação engraçada, a garotinha tinha razão em julgar estranho o modo como aquela orquestra tocava. Já havia ido em festas como aquela o suficiente em Dawn Island para entender a razão de seu estranhamento, talvez fossem novatos tocando ali… Mas que tipo de nobre chamaria amadores para tocar em sua festa de gala? Essas pessoas adoravam se exibir para os outros, e um descuido desses era no mínimo estranho. Meus pensamentos eram interrompidos por Lucius que argumentava com Garfield, dando razões para que saíssemos daquele local. Seria agora o momento do ataque?

- Lucius tem razão, Garfield. Você se surpreenderia com o que uma boa orquestra causa a uma pessoa que sabe admirar boa música - Dizia com um sorriso formal “Causa um sono irrefreável” Completava em pensamento, infelizmente não podendo dizer aquilo em voz alta - Tocadas dessa forma aleatória, acredite em mim, estas músicas simplesmente não são dignas dos ouvidos do campeão do Sol. Prometo te levar para apreciar uma orquestra de verdade algum dia - Completava aquele convite de forma cordial, era essencial que conseguisse levar Garfield para onde quer que aqueles homens quisessem nos guiar agora, para o sucesso do plano.

Dito aquilo, seguiria nossos guias aonde quer que nos levassem, prestando bastante atenção ao caminho. Era uma pena, tantas garotas riquinhas e iludidas por ali, mas nenhum coração poderia ser partido naquela noite. Talvez eu voltasse para lá mais tarde, se me livrasse de todos aqueles homens - Já imagino a sua resposta, mas o que houve com aquela orquestra? Eram novatos? - Perguntava como forma de puxar assunto enquanto caminhávamos. Ainda assim, em momento algum deixaria de prestar atenção aos arredores e ao caminho que tomávamos, caso precisasse sair dali por alguma razão.
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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptyQua 17 Abr 2019, 02:14


As coisas tinham começado a ficar interessantes, apesar da morte do desconhecido, estava esperando alguma coisa empolgante acontecer, e certamente não ia deixar a morte do moribundo sair livre assim. “Esse idiota vai pagar pelo que fez” Pensava olhando fixamente para o mesmo, ele falava algo sobre ensinar bons modos, naquele momento não dava bola para oque o mesmo estava dizendo, tudo que se passava na minha cabeça eram as maneiras como poderia enfiar minha bota em seu cu.

Sem pensar duas vezes partia em sua direção, naquele momento duas coisas passavam em minha cabeça conflitando com oque estava prestes a fazer, tinha que acabar com ele, mas ainda tinha de deixá-lo vivo para conseguir informações sobre oque estava se passando naquela ilha. “Como posso deixar alguém como ele vivo?” Passava pela minha cabeça quando me aproximava do mesmo, percebia que um tiro passava perto de mim, aquela confusão em deixar aquele cuzão vivo ou não me fizera perder o foco, quando dava por mim sentia uma dor provinda de meu abdômen, não tinha tempo para parar, logo me abaixava me esquivando de seu terceiro tiro e tentava aproveitar para desequilibrar o mesmo, mas ele desviava rapidamente. “Foco Azura, Foco.” Já estava começando a ficar irritada, a dor em meu abdômen começava a me incomodar.

- Droga… Soltava em um tom que só eu pudesse escutar, olhava fixamente para o cara de terno, tinha que acabar com ele naquele momento, não podia estender aquela luta, aquele bairro logo logo estaria lotado de marinheiros, ou pior cãezinhos do governo. Me reposicionando percebia que Lenora tinha feito um disparo com sua arma e acertado o cara, aquele momento me fazia lembrar que não era mais uma garota sozinha, tinha companheiros para me ajudar em qualquer tipo de dificuldade. Um sorriso confiante podia ser visto em meu rosto, a pesar da dor causada pela bala alojada em meu abdômen estava feliz por estar junto a Lenora naquele lugar.

Assim seguia dando mais uma investida na direção do homem, aproveitava que o mesmo estava distraído com o ataque que Lenora tinha causado, e logo desferia um golpe a qual faria ele ficar desnorteado assim deixando ele apto para ser interrogado por Lenora. Assim que o mesmo caia no chão meu sorriso sádico poderia ser visto de longe, já estava pronta para continuar chutando o mesmo ate a morte, fazendo o sentir o máximo de dor possível, mas assim que arqueava meu punho para desferir um soco no rosto do idiota Lenora alertava sobre sermos rápidas para interrogá-lo a final já já estaríamos cercados.

-Certo! Dizia tomando minha postura me distanciando um pouco do corpo do mesmo. - Seu dia de sorte, minha amiga quer falar com você! Falaria em um to sarcástico. - Se o papo fosse comigo tenha certeza que no final você ia estar pedindo para morrer! Me viraria indo em direção a Lenora se aproximando do ouvido da mesma para que somente ela pudesse escutar. - Não sou boa com essas coisas da inteligencia, tente tirar o máximo possível dele para que possamos trabalhar, tentarei fazer os primeiros socorros em mim para que você possa me tratar assim que possível! Assim iria para uma distancia aonde poderia escutar os mesmos conversando e ficar de olho para ver se amarinha ou aqueles cãezinhos de terno estivessem vindo em nossa direção.

Enquanto isso rasgaria uma parte mais maleável do tecido da minha roupa o suficiente para poder amarrar em minha cintura para estancar o sangue, pois a dor já estava me incomodando, e precisava amenizar aquilo até o momento o qual a Lenora poderia fazer o devido tratamento. Faria os primeiros socorros tentando prestar atenção na rua para não sermos surpreendidas por inimigos, assim que terminasse tentava fazer meu foco ficar na rua e no interrogatório da Lenora, caso tivesse algum marinheiro ou agente vindo em nossa direção correria ate Lenora, agarrando a mesma pelo braço e falando. - Vamos nosso tempo acabou! Apesar da dor no abdômen aquilo ainda era suportável logo conseguiria correr dos marinheiros, já prevendo uma situação como essa não tinha sido atoa que tinha escolhido andar ate ali pelos bairros mais afastados vielas e ruas alternativas, já tinha noção de onde andar para despistar a marinham e voltar para o bairro aonde estava o bar. Tinhamos que relatar para M-4 tudo que tinhamos descoberto ate agora, e ver como estava indo o outro grupo da missão.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptyQua 17 Abr 2019, 21:00


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Via que uma garota vinha me explicar quais eram as músicas e comentar que aquela orquestra estava tocando músicas deveras aleatórias, na questão do clima da platéia, talvez. A mim, de fato, não importava a ordem das músicas, todas soavam muito bem nos meus ouvidos. Claro, não é por isso que me sentiria ofendido, apenas respeitaria o ponto de vista da moça e sorriria educadamente, mesmo que meus olhos não suportassem o peso do sorriso e logo se amortecessem a ela. Como quem releva o que acabou de ouvir, e, claro, sem menosprezar a orquestra, com pequenos pulos imperceptíveis caminharia em direção a Duncan, colocando minhas mãos nas suas costas e peito, como se o estivesse segurando. Com algumas balançadas leves para não machuca-lo com a minha força impecável concedida pelo senhor Sol, diria a ele, animado: — Ouves a música? O que você sente? Eu me sinto ao lado do nosso pai, o senhor Sol! — Me emocionava um pouco e o largava logo em seguida.

Após solta-lo, me recordaria do rosto da garota que antes viera falar comigo. Ela não me era estranha, francamente, algo nela me fazia querer conversar mais, talvez eu já a conheça de algum lugar, talvez eu apenas tenha sido atraído pela sua beleza solar, ou talvez tenha sido pelo seu vestido branco. Branco é a minha cor favorita, portanto não é surpresa me sentir atraído por uma donzela amarela. Claro, depois do meu amarelo maravilhoso, que eram seus cabelos. A moça era maravilhosa por si só, sim! Mas não vinha ao acaso da situação, agora que Lucius nos convidou para um local mais silencioso. Que raios faríamos em um lugar mais silencioso? Oras, eu quero ouvir a esta orquestra! Um pouco ofendido, iria encaminhar a voz para Lucius, porém Duncan pareceu tomar a iniciativa. — Tocadas dessa forma aleatória, acredite em mim, estas músicas simplesmente não são dignas dos ouvidos do campeão do Sol. Prometo te levar para apreciar uma orquestra de verdade algum dia.

Ao ouvir isso, freava meus comentários. Se Duncan estava de acordo que eu fosse com ele, o "escravinho" de Lucius e ele próprio, então eu iria. Deixaria o flerte mental na garota de cabelos loiros de lado e voltaria a me comunicar com os meus atuais colegas. — Certo. — Cruzaria os braços e viraria a cara. Decidiria caminhar com eles para onde decidirem ir, mas antes, me atentaria ao meu redor e veria os tipos de comida oferecidos lá e se haviam bandejas, panos de mesa, candelabros, qualquer coisa que me chamasse atenção e que fosse de prata. Prata era o meu minério favorito, o prateado reluzente que reflete a luz imaculada do Sol diretamente nos meus olhos, que as vezes até me ofusca. Perde somente para o ouro, ó, dourado, liso, impecável ouro: nossas igrejas serão construídas à ouro, e eu usarei minhas folhas de louro douradas como sinal de honra. Momentos depois, ouviria Duncan: — Já imagino a sua resposta, mas o que houve com aquela orquestra? Eram novatos?

Pararia instantaneamente de caminhar. — Mas estava bela! — Continuaria a andar logo em seguida, como se a parada fosse apenas para chamar a atenção para o nítido fato de que a orquestra estava linda, por mais que suas músicas talvez não combinassem umas com as outras. Haverão de ser tocadas apenas músicas eruditas na minha igreja! Em todo momento me alertaria para reagir caso fosse atacado de surpresa, já que no lugar em que eu estava não tinha luz direta do Sol no meu corpo, o que me fazia ficar com o pé atrás em tomar minhas atitudes, por mais que eu sempre soubesse que minhas atitudes sempre são as melhores. Ao chegar na "sala silenciosa", me manteria atrás de Duncan, como quem o protege de possíveis ataques usando o próprio corpo para tal.

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Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptyQui 18 Abr 2019, 03:54


Narração
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Duncan & Garfield
Garfield desejava flertar com a pequena loira que havia respondido as perguntas dele, claramente o escolhido do sol possuía algum distúrbio para ver uma criança e querer flertar com a mesma. Talvez para impedir que tal atrocidade fosse cometida que a situação se desenrolou com o mesmo falando que seguiria com Duncan e os outros homens. Afinal, um homem de trinta e dois anos com uma menina que lembrou Duncan até mesmo de M-4, que claramente tinha entre doze e treze anos fisicamente, não era algo que seria normal.

Independente daquilo tudo, estavam finalmente na situação que eles queriam desde o começo, demorou, mas finalmente estavam lá. Os dois ali estavam preparados para qualquer movimento de ataque e atentos a tudo a sua volta. Garfield via garçons levando diversas taças com bebidas alcoólicas por vários locais, as bandejas infelizmente não eram de prata. Enquanto ia pensando nisso, Duncan falava da orquestra e assim o pernas-longa discordou da fala de seu colega. Lucius riu enquanto continuava a andar e ia falando. - Bela estava mesmo. Mas beleza crua é algo. - Falou o mesmo. Ficava claro que eles iam na direção da porta ao norte do salão. - Quando esta beleza é colocada na sequência de músicas correta, a beleza fica exponencialmente maior. - Falou o homem.

Após passarem pela porta dupla que ali havia, se viram num corredor com alguns quadros bonitos ao lado direito. Havia algumas portas para a esquerda, mas ignoraram todas e foram andando até o final do corretor. A música ia realmente aos poucos abaixando até sumir para todos, até mesmo Garfield. Ao chegarem na última, o homem mudo abriu a porta e todos eles passaram.

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Era uma linda biblioteca com uma lareira logo do outro lado. Várias poltronas haviam ali e um cheiro peculiar, meio adocicado e que deixava os dois ali com aquela sensação de calor aumentando aos poucos. Lucius indicou que eles sentassem em qualquer poltrona que eles quisessem, elas faziam um círculo, provavelmente um clube de leitura rolava por ali. O homem indicou para que um garçom que ali havia pegasse a melhor bebida que tivessem. O garçom foi para a porta do lado da lareira e sumiu lá dentro. - Bom, senhores. Como será a nossa diversão? - Perguntou ele, mas antes que o mesmo fizesse qualquer sugestão, o garçom voltou com as seis taças de vidro preenchidas com um líquido que claramente era algum vinho. Claramente já estavam preparadas as taças. Lucius pegou o vinho dele, o mudo pegou o dele e agora era a hora de Duncan pegar a taça dele. Pois Terrence e Graven estavam olhando livros na estante e provavelmente pegariam o vinho depois. Enquanto Duncan precisava responder se queria o vinho ou não, Garfield ouvia gemidos vindos da porta que havia a esquerda.


Azura
A jovem Azura logo concordou com Lenora apesar de querer simplesmente bater mais naquele ser humano na sua frente. Retirou-se do local enquanto Lenora falava com o homem. - E então senhor, você será gentil e irá falar com a gente, não é mesmo? - Falou ela pressionando o ponto onde o homem levou o tiro dela. - Não seria.... - Começou a falar, mas a jovem apertou onde ela havia atirado e ele quase reclamando da dor parou por um tempo para suportar e manter algo próximo de orgulho. -... tão fácil assim. - Ela então colocou a pistola apontada para a perna dele. - Não preciso que seja fácil, você que precisa que seja. - Falou ela. O tom era tão frio, que era difícil acreditar que Lenora falara aquilo. Ver aquele homem morrer bem na sua frente talvez não tenha sido a melhor das visões para alguém já transtornada com a morte de um colega a pouco tempo. - Ok... - Começou ele a falar, naquele momento Azura já havia estancado o ferimento amarrando com sua própria roupa a região. A jovem começava a ouvir mais passos na direção, com certeza havia várias pessoas indo para o local. - Eu trabalho para a família Vermillyon. - Informou o homem. O tom não parecia de mentira. Aquele nome tão conhecido por Azura acabava por aparecer em sua vida novamente. Apesar de em situações tão diferentes, precisavam perguntar mais, só o nome já era uma boa informação, mas não era o suficiente. No entanto, os passos iam ficando mais próximos, avisando Lenora que precisavam ir, viu a mesma concordando, mas a médica queria mais. - O que vocês dão para aquelas pessoas? Claramente estão envenenadas. - O homem começou a rir da fala. - Não... nenhum deles foi envenenado. Só sabem se divertir mesmo. - Falou ele sorrindo. - Sabem se divertir com a mente das pessoas. - Lenora com raiva da situação deu uma coronhada no homem que desmaiou e indicou que as duas podiam fugir.

O plano de Azura era ir direto para o bar, mas a médica estava relutante. Enquanto saiam se esgueirando pelos becos do bairro acabou por falar. - Será que não existe algum médico que é especializado nisso na cidade? - Ela disse "nisso", mas com o dedo indicador batia na própria cabeça, mostrando do que ela estava falando.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 5 EmptyTer 14 Maio 2019, 22:05


Todo aquele papo sobre a beleza da orquestra me dava sono, mas eu precisava manter o personagem. Aquelas músicas me irritavam desde quando comecei a me rebelar contra meu pai. Em minha opinião, não passava de algo usado para inflar o ego de riquinhos hipócritas que se achavam melhor que todo o resto só por escutarem uma musiquinha mais chique. Assim que tivesse a oportunidade tentaria mostrar isso para Garfield, e quem sabe apresentar-lhe alguns estilos que sejam mais… Divertidos. Mas deixando o desabafo de lado, vamos ao que estava ocorrendo.

Era um corredor longo, muito longo. Tão longo que até mesmo a música deixava de nos alcançar ali, para meu alívio. Entrávamos no cômodo mais ao fundo que revelava-se como uma enorme biblioteca. A lareira e todos os móveis davam um ar bastante confortável ao local, mas o que mais chamava a atenção era aquele cheiro… tão… tão doce… E aquela sensação… tão… tão… “MAS O QUE É QUE TÁ ACONTECENDO AQUI EMBAIXO?” Me assutava ao sentir algo que não deveria estar acontecendo em minhas calças “Afrodisíaco?” Me questionava preocupado com a situação, e era então que meu olhar encontrava a figura de Garfield

NÃO MESMO, NÃO CURTO SER EMPALADO!” Pensava aquilo e logo me sentava em um dos sofás, menos preocupado com a situação nas calças e mais preocupado em esconder meus glúteos antes que fosse tarde demais. Bebidas eram ordenados ao garçom, e naquele momento Lucius parecia bem disposto a começar alguma coisa, por sorte as bebidas chegavam bem rápido e me davam tempo para pensar em alguma saída daquela situação.

- Pois bem - Dizia pegando a taça de vinho - Sabem o que seria interessante? Se aproveitassemos esse vinho para um jogo. “Eu nunca”, ou “Verdade e consequência”, já conhecem algum deles? Podem escolher. Esses jogos são… Interessantes... - Dizia aquilo e logo depois fingia apreciar o cheiro do vinho, como esses ricaços fazem. A verdade é que pouco me importava a safra de que ele vinha, só me importava que fosse delicioso - Seria legal chamarmos também umas garotas. Fiz isso algumas vezes em Dawn Island. Essa diversidade me… Anima. - Diria olhando de modo provocativo para Lucius. Esperava convencê-lo a levar mulheres até ali com essa proposta, mas a cada segundo que passava me perguntava mais e mais sobre em que Terrence e Graven estavam pensando.
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