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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

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AutorMensagem
Raizen
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Raizen

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MensagemAssunto: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptySab 02 Mar 2019, 22:45

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere e Garfield Henryford. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Sagashi
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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptySex 22 Mar 2019, 23:44


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Não era uma construção tão bela, tão chamativa quanto esperava que fosse. Na verdade, ao meu ver, poderia beirar até a ausência do luxo, como se fosse um mero brechó. Mas claro, não se julga um livro pela capa, e sim pelo seu conteúdo, que por sinal parecia ser de qualidade, embora, infelizmente, eu não pudesse enxergar meu terno ali, o que deveria ser o meu terno, no caso. Dava uma boa passada de olhos na vitrine, na esperança de encontrar algo amarelo, mas aparentemente nem isso tinham. Estava mais para uma loja de vender ternos, e não uma alfaiataria real, e era por isso que minha vontade antes irrefreável de entrar já não se fazia tão sólida. Me sentia pelo menos aliviado de saber que não era uma enganação, que realmente havia uma alfaiataria e que usaríamos nossos ternos, o que para mim já era uma premiação da missão, me fazendo até esquecer dela por um momento.

Ao chegarmos próximos ao alfaiate, descobrimos que seu nome era Carlos. Bom, na verdade, fomos apenas eu e Duncan, já que nossos dois acompanhantes pareciam já conhecê-los, de alguma forma, provavelmente por já terem ido ou até por frequentarem aquela loja. "Por que frequentam a loja, se já têm esses ternos chiques? Eles levam todos que chamam para cá? Se fui chamado pela minha grandeza, então apenas outros grandes foram chamados? Esses homens tem ternos, então foram chamados por outro alguém?" — Pensaria comigo mesmo, pensamento avulso que não atrapalharia minha tomada de decisões, já que eu não sentia tanto perigo naquela situação. — Por que você não vai lá trás tirar as medidas enquanto olhamos um terno para o seu amigo por aqui? — Afirmaria com a cabeça. Estava muito próximo de ter meu terno novo, era maravilhoso pensar em como ele serviria bem em mim. Em leves pulos de felicidade, seguiria por uns instantes o tal do Carlos, até que algo me faria parar.

— Aqui não tem nada para um pernas-longa. Mas para você com certeza tem. Tem alguma coisa aqui que te agrada? — Ouviria, com a minha audição aguçada. Seu tom não era nem um pouco agradável, como se estivesse menosprezando Duncan e o pressionando a escolher qualquer roupa, o que para mim era uma falta de respeito, uma heresia com os semideuses! Pararia a caminhada e voltaria, à passos largos, andando em direção ao homem que o disse. — Sabe, o pernas-longa usa roupas de máxima qualidade, fornecidas apenas pelo gracioso Sol. Se não há roupas para ele, não há roupas de máxima qualidade por aqui. — Diria, em um ar esnobe. — Ofereça à ele o melhor traje que você puder. Estarei observando cada análise e recomendação sua, observarei cada experimento que ele fizer, e no fim, usarei o mesmo terno que ele, mas com um tamanho maior, assim te poupo do trabalho de fazer dois, já que claramente não quer quebrar a cabeça com isso. — Me aproximaria de Duncan e colocaria minha mão esquerda em seu ombro. — E se ainda for muito trabalhoso, pode me dar exatamente o mesmo que o dele. Também sou um alfaiate: dê-me seda e corante, que farei um terno estilizado da melhor maneira. — Bateria no peito e ergueria meu tom de voz. — É uma gentileza que tenham me levado para cá, mas são vocês quem precisam de mim. Eu sou GARFIELD HENRYFORD, campeão do Sol, e sou o melhor no que eu faço.

Dito isso, caso Carlos venha a intervir, me puxando pelo braço ou até insistindo para que eu o acompanhasse, diria: — O motivo inicial de eu não ter ido com vocês para fora do bar foi o motivo de não abandonar meu irmão. Não quero ter um terno que me dê destaque maior ao dele, nem um tratamento diferenciado. Portanto, sequer usarei provadores diferentes. A nós, tratem como se fôssemos um só! — Olharia confiante para todos os presentes, esperando que não me expulsassem da loja, por eu estar certo. Naquele momento, sentiria um ar de hostilidade vindo deles, portanto ficaria atento e usaria minha audição para perceber possíveis tentativas de avanço por parte de qualquer um que fosse vir a aparecer. Estaria com meu escudo equipado, como sempre deixo, pronto para bloquear qualquer tentativa de ataque, seja a distância ou a corpo-a-corpo.

Caso não me expulsassem, e, na verdade, entendessem meu ponto de vista e guiasse a mim e a Duncan ao mesmo provador — talvez não ao mesmo tempo — e nos tratasse melhor dessa vez, ficaria de olho no meu colega, ao mesmo tempo soltando comentários como — Qual a sua cor favorita? Que tal se a gente colocasse uma gravata que combinasse com a camisa por baixo? — Voltando à minha ansiedade inicial, de forma que me livrasse daquela atmosfera pesada na qual estaria inserido momentos atrás. É claro que, posteriormente, eu daria um jeito de personalizar esses ternos com minha própria costura, com certeza gravando o Sol nas minhas costas e o Eclipse nas costas de Duncan. Sim, ficaria perfeito! Seriamos os mais estilosos de todas as terras e mares. Para que Azura não sentisse inveja ou exclusão, mais tarde daria um jeito de colocá-la em um terno com alguma entidade divina. "Onde a Azura se encaixa... será que ela se encaixa? Onde encaixar... — Pensaria.

No entanto, se fôssemos chutados de lá às pressas pelo discurso, sairia com meu colega, e me viraria para gritar: — O Sol há de queimar vocês! Ele é justo, e observa suas injustiças! Se arrependerão no dia do juízo final! — E me viraria para os homens de terno que estivessem nos acompanhando. — Temos que pular a parte do terno, aparentemente. Ou então, vocês podem me pagar seda e corante. Coloquem na conta do Sol, que ele os pagará pela boa ação! — E esperaria que respondessem algo que me agradasse. A todo momento, lembraria da imagem de M-4 e lembraria que ela poderia estar nos observando, nas surdinas dos lugares mais estreitos, então caso alguma discussão mais séria tomasse conta do cenário, ela poderia intervir.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.
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Wesker
Major
Major
Wesker

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptySab 23 Mar 2019, 03:23


Os gritos de Garfield ou talvez a simples percepção de que havíamos notado nossos perseguidores fazia com que ninguém aparecesse. Isso era bom, me perguntava se não seria M-4 que havia acidentalmente sido percebida pelos homens. Como deveria prosseguir nesse caso? Bom, era melhor não pensar naquilo e apenas continuar me focando na missão que tinha em mãos.

Ao chegarmos ao alfaiate eu não encontrava nada diferente do esperado. De fato, aquele lugar em minha opinião não se parecia em nada com uma prisão de escravos, então provavelmente ainda seríamos levados para algum outro local após sairmos dali. Sem perder muito tempo, os homens nos apresentavam à Carlos, o alfaiate, a quem não demoravam para pedir que acompanhasse Garfield até os fundos “Querem nos separar” Pensava aflito mas sem poder fazer muita coisa quanto aquilo além de dar um sorriso para o pernas longas enquanto este saía do cômodo. Não poderia ir atrás dele e acabar estragando meu disfarce, mas havia desenvolvido uma grande preocupação desde que percebi que também seria preso junto dele, ficando portanto sem poder ajudá-lo imediatamente. Como poderia ter colocado um companheiro nessa enrascada? Deveria ter planejado melhor, mas agora precisaria remediar aquilo pensando o mais rápido possível.

Naquele momento meu pensamento era interrompido pela fala de Graven que, com desdém, propunha que eu também arranjasse um terno - Vejamos... - Dizia sem dar muita atenção. Olhava em volta do local, fingindo procurar um terno bonito. Na verdade procurava detalhes, não só na loja como também nos homens que nos acompanhavam. Alianças, algum item pessoal, qualquer coisa que pudesse me dizer um pouco sobre eles para que eu pudesse bolar alguma coisa rapidamente. Para minha surpresa, Garfield voltava a nossa sala e não parecia muito feliz, aquilo poderia mudar o rumo das coisas.

Tinha que admitir, o grandão sabia bem como quebrar um momento tenso e transformar-lhe em um cenário cômico - Não se preocupe grandão, vou escolher um terno bem legal para nós, digno dos Guardiões do Sol! - Respondia-lhe de forma animada como de costume. Desta vez, entretanto, olharia para Terrence e Kraven e tentaria usar de minha atuação para expressar com os olhos uma mensagem de “não tem o que fazer” tentando convencer-lhes de que eu não concordava com aquilo, e que o melhor a se fazer seria simplesmente escutar o que Garfield tinha a dizer.

Deixava com que Garfield fizesse todas as suas exigências enquanto eu simplesmente mantinha um sorriso falso em meu rosto, visando realmente mostrar para os homens que eu não compactuava com a situação mas estava impotente quanto a tudo aquilo - Um só! Afinal, o Sol nos uniu por uma razão! - Concordaria com Garfield ao final de seu pedido sobre usarmos até mesmo o mesmo provador. Eu não tinha como dizer se ele havia percebido o que estava acontecendo e planejava a mesma coisa que eu, mas tinha certeza de que independente do que se passava na cabeça do pernas longas, aquela situação havia ficado melhor para que pudéssemos nos defender caso fosse necessário. Apesar de tudo, caso ainda percebesse a hostilidade no ar, estaria preparado para sacar a alabarda e usar o seu ferro para bloquear qualquer ataque, caso isso fosse necessário.

Caso atendessem aos pedidos do grandão e de fato fossemos enviados a um provador, eu buscaria pelos ternos mais bonitos da loja, buscando tons de azul escuro ou preto, necessariamente nessa ordem, pela loja. Deixaria as lanças sempre ao meu lado no provador e, enquanto experimentaria as roupas, ouviria as perguntas de meu aliado, e as responderia sem muitas pretensões - Minha cor favorita sem dúvidas é o azul, azul escuro para ser exato, como meus cabelo. Não se preocupe quanto a gravata, acharei algo bom para nós! - Respondia a ele enquanto vestia as roupas. Buscaria por um terno não tão apertado, para que meus movimentos não fossem debilitados, também buscaria neles um certo padrão de cores, com um paletó da mesma cor que o colete - O que achou? - Perguntaria para Garfield ao sair do provador. Era uma pergunta retórica, conhecia meu bom gosto o suficiente para saber que havia ficado ótimo, mal podia esperar para atormentar M-4 estando novamente tão bem vestido, gostava de imaginar por quanto tempo ela se manteria naquela postura.

Caso, entretanto, fôssemos atacados a qualquer momento enquanto as roupas eram experimentadas, eu pegaria a alabarda e iria para o lado de fora do provador, buscando usar a lâmina de minha arma para bloquear qualquer ataque que pudesse vir - O que está acontecendo? - Diria tentando me fazer de desentendido, ainda tentando entender se estavam atrás apenas de Henryford ou se também me vizavam, assim como eu vinha imaginando.


Historico:
 

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Kenshin Himura
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Kenshin Himura

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptyDom 24 Mar 2019, 03:19


Pegávamos uma dupla de garotas seguindo o grupo principal da missão, minha cabeça na hora forçava eu ir ao encontro delas, não só pela possibilidade das mesmas atrapalharam a missão, mas que talvez elas pudessem nos levar aquelas que tanto procuravam. “Não são elas” pensava quando conseguia agarra uma pelos braços quando Garfild esbravejava aos ventos.

De inicio pareciam garotas inocentes, mas se tem uma coisa que aprendi na minha vida, nem tudo é oque aparenta ser, ainda mais se tratando de nobres, crianças mimadas que acham que são donos do mundo. Logo as mesmas falavam que estavam procurando as amigas delas duas garotas, coincidência? Talvez, mas não podia tirar nenhuma conclusão a final elas poderiam ser realmente vitimas.

- Já pararam para pensar que se vocês se metessem com essas pessoas acabariam atrapalhando ainda mais suas amigas do que ajudando, pois talvez não seriam apenas duas garotas desaparecidas e sim quatro! Tentava falar de uma forma bastante seria, para que as mesmas entendessem que aquilo era serio e que as mesmas poderiam perder suas vidas, isso é se elas também não fossem iscas para aquilo tudo.

“Sem falhas Azura, não caia em lorotas!” Fazia um lembrete mental, para que pudesse me manter esperta, as garotas estavam bastante assustadas e convictas de retornar para suas casas com suas amigas, mas não poderia deixar elas se meter em perigo. – Desculpa garotas, mesmo que aqueles homens tenham levado suas amigas, isso não e coisa para vocês se meterem... dava uma pequena pausa tentando conforta-las dando um breve abraço nelas. – levarei vocês de volta para casa deixe as autoridades competentes cuidar do caso de suas amigas! Assim me posicionando atrás das garoas empurraria as costas das mesmas levemente para que elas pudessem começar a andar.

Andávamos em rumo contrario do grupo principal da missão, as garotas meio que relutantes nos levava ate as suas residências, Lenora cochichava algumas coisas aos meus ouvidos, apenas acenava positivamente com a cabeça, apenas para poder não ter esse tipo de conversa perto de pessoas estranhas. Mas tinha algo diferente passando pela minha cabeça, as mesmas poderiam sim ter sido sequestradas, e as caolhas serem pessoas totalmente diferentes, ou essas amigas poderiam ser essas garotas caolhas e fazerem parte de todo esse esquema, e as amigas não sabem, só o tempo poderia nos dizer.

Após um tempo caminhando juntas, percebia que seguíamos pelo que parecia o fim do bairro. Talvez os pais fossem nobres que recém chegaram onde estão ou os menos importantes da região, pois se tem uma coisa que aprendi na época que vivia com aqueles capetas, era que localização não era apenas uma referencia, mas sim status.

Quando íamos chegando cada vez mais perto da casa, via as garotas pedindo para que não falássemos nada com seus pais, oque era que eu já ia fazer, não gostava de nobres, apenas do dinheiro deles, só tinha que deixar as garotas lá para que pudéssemos voltar a busca dos nosso alvos, ainda mais com informação nova de possíveis sequestradas, ou possíveis nomes das garotas caolhas. Assim que chegássemos me viraria para a dupla de garotas falando.  – Não se preocupem, não vou meter vocês em confusão só quero tira-las do perigo! Com um sorriso meigo terminava de falar, mas sem seguida deixava meu rosto com uma expressão bastante seria. – Mas se velas novamente atrás desses homens ou se metendo em lugares perigosos, trarei vocês novamente para casa e contarei tudo para seus pais, e ainda recomendarei  um castigo bastante cruel! Deixava minha voz firme para que entendessem que estava falando serio.

Em seguida iria ate a porta da casa das garotas, bater na mesma ou tacar a campainha, esperaria que alguém atendesse, se fosse um dos empregados pediria para que chamassem os pais das garotas ou o responsável, assim que algum desses aparecesse começaria a falar. – Boa tarde, desculpa atrapalhar, mas suas garotas estavam perdidas e pareciam bastante aflitas! Dava uma pequena pausa olhando na cara das pessoas, esperava que acreditassem a final não queria alertar os nobres ou as pessoas envolvidas com os desaparecimentos. – Assim trouxemos elas de volta para cá, espero ter ajudado! Terminava de falar com um sorriso bastante simpático, esperaria para escutar oque os mesmos tinha para falar, caso o assunto desse por encerrado me despediria com um breve aceno amigável para todos eles, e viraria de costas e voltaria a andar para o centro do bairro, não estava afim de ficar muito tempo por ali, nobres fediam.
Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptyDom 24 Mar 2019, 16:48


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Tarde

Duncan & Garfield
A situação era clara, queriam separar os dois. Ou pelo menos foi o que deu a entender. Duncan já estava preocupado, não sabia como faria para não ser separado de seu amigo, mas aquilo foi contornado de forma magistral. Terrence e Graven pararam por um tempo ouvindo tudo aquilo que ele tinha a dizer e quando ele terminou o primeiro homem, o que haviam conhecido no bar abriu a boca surpreso. - Agora eu entendi! - Falou ele colocando a mão em sua cara como um sinal de vergonha. - Desculpe por não ter notado antes. - Falou ele mostrando as duas palmas da mão para cima e erguendo os ombros. - Vocês dois caíram num bar lésbico e não fazem nada separado. - Falou ele. - Desculpe, mas eu não chamei vocês por ser gay. Eu entendo que vocês possam ter pensado assim, mas realmente essa ideia não havia passado pela minha cabeça. - Terrence colocou a mão na cabeça se lamentando. - Mas agora tudo faz mais sentido. Essa fixação por roupas de qualidade e cores extravagantes, terem caído num bar lésbico enquanto procuravam um bar, terem vindo somente os dois mesmo antes você tendo dito que não iria sem aquela sua amiga... - Terrence começou a rir. - Olha, podem ir experimentar suas roupas juntos sim, só não sei se vale a pena irmos para a mesma festa mais. - Falou ainda simpático o mesmo e em seguida olhou para Graven. - Sabe algum local que seria mais apropriado para os dois? - O homem que tinha que responder parou por um tempo e ficou pensando.

Enquanto isso Carlos ia tirando as medidas de Garfield ali mesmo. E com a ponta do dedo ele bateu na testa do pernas-longa. - Minhas roupas são de primeira qualidade. Mas não existe motivo para eu ter estoque para um público que quase não existe nesta ilha. - O tom dele não era amigável, claramente não gostou dos comentários de Garfield sobre as roupas ali não terem qualidade por não terem roupas para ele. - Bom, eu realmente não sei de um bar para os dois... - Falou Graven com a mão no queixo. - Mas... - Ele parecia pensar mais do que o normal. Foi quando pela primeira vez viram ele sorrindo. - Porque não, não é mesmo? - Falou dando de ombros. - Acho que sei o local ideal para o gosto dos dois. Não é tão longe daqui para falar a verdade, é mais perto que a festa que iríamos. - Disse o mesmo. - Os gostos lá são bem mais apropriados para pessoas que amam ternos e aqueles longos vestidos de festa que algumas mulheres usam. - Falou ele tentando imaginar o cenário, com a mão fez sinal para imaginar que estivessem em um salão cumprido e um grande lustre estaria no teto. Com vários casais, homens de terno, mulheres de vestido. - Mesmo que não achem alguém com quem se interessariam... no mínimo achariam pessoas que são tão interessadas em terno quanto ele. - Terrence parou por um tempo pensando no que o seu amigo havia dito e começou a rir. - Acho que sei de qual local você está falando. Realmente, levar Garfield para lá combina muito mais com ele do que para onde levaríamos. - Falou e continuou quase aplaudindo o amigo. - Podem ir experimentar, vamos esperar vocês lá fora, não se preocupem com a conta. Carlos já sabe quem cobrar depois. - E falando isso ele foi se encaminhando para a porta.

Os dois puderam experimentar as roupas que queriam e se vestiram como desejaram. Saindo do local um tempo depois, viram Graven e Terrence esperando logo ao lado. Graven estava fumando, talvez por isso que haviam esperado do lado de fora. - Bom, finalmente acabaram. Vamos indo então? - Falou ele sinalizando para que o seguissem novamente.


Azura
A mesma estava séria quanto aquilo tudo. Era difícil determinar o que poderia ser pior e aquelas palavras de Azura não tranquilizava as meninas, até porque falar que elas poderiam acabar sendo sequestradas não teria esse efeito nunca. Tendo o efeito desejado pela revolucionária. Aos poucos conseguiu convencer as duas meninas a guiarem ela.

Ao se afastar bastante da parte da cidade que estava Azura deduzia que a família das duas não era tão rica, pois o local no bairro também seria de importância vital para os ricos. E ela acertou. A casa, era luxuosa, sem sombra de dúvidas, mas longe de ser aquelas mansões que era possível de se avistar mais ao centro do bairro.

Lenora dava um toque sobre o que imaginava ao ouvir a história das meninas e Azura começava a pensar no que poderia ser tudo isso. E a resposta poderia chegar ao verem os pais das duas saindo da casa preocupados e abraçando as filhas. Beijos nas bochechas delas eram dados e abraços bem apertados. - Muito obrigado. - Falou o pai para Azura e Lenora. - Estávamos tão preocupados com essas duas. - Falou ele sorrindo para as adultas e depois tentando ser mais sério, mas não conseguindo pela felicidade extrema, olhou para as filhas. - E onde vocês duas estavam? Nós mandamos vocês ficarem aqui! - O final foi um tom bem mais forte e real, quase de desespero. - Filhas, nós já falamos que estamos partindo. Não podemos arriscar ficar por aqui. - Falou a mãe percebendo que o pai ia perder a calma lembrando do que havia falado para elas. - Não é simples assim. - Falou ele levantando meio nervoso ainda e com o dedo apontou para que elas entrassem na casa. - Vá também querida, eu converso com elas. - Falou ele deixando claro que iria conversar com Azura e Lenora.

Assim, quando as três entraram na casa, foi visível os ombros dele descendo, como se todo o stress de suas filhas terem desaparecido houvesse ido embora e drenado suas forças. - Muito obrigado de novo. - Falou ele num tom bem mais cansado. - Desde que as amigas das duas desapareceu que elas estão com a ideia maluca de procurar pelos sequestradores. - Falou ele colocando a mão na cabeça pensando claramente em quão idiota era aquela ideia. - Quando Caroline e Justine sumiram nós não tínhamos dúvida quanto a irmos embora, aqui não é seguro mais. - Falou ele e olhando para as duas moças sorriu um pouco. - Antes somente... pessoas diferentes de nós sumiam. - Falou tentando disfarçar que somente não ricos sumiam claramente. - Mas quando aquelas duas sumiram nós perdemos todas as dúvidas quanto a ficar por aqui. - Continuou ele e batendo as duas mãos. - Como posso agradecer?


off:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptyTer 26 Mar 2019, 19:55


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Ó, infortuna flor da ignorância, por que existe, por que me maltrata tanto, o que eu fiz pra você? O Sol já não te banha, não te esclarece o suficiente? Você nunca muda? Péssima hora para se aparecer, assim como em todas as horas que apareceu. Por alguma razão, Graven nos associava com um casal homossexual, eu e Duncan, o Sol e o Eclipse. Está certo que a razão da existência do Eclipse se dá pelo Sol e pela lua, mas isso não quer dizer que existe uma relação amorosa ali no meio, só significa que os dois praticam o mutualismo. Minha sobrancelha arquearia por um momento, não acreditando no que o de terno havia dito, demorando um pouco para que as palavras internalizassem meu ser e poluísse minha animação em desapontamento. "O campeão sofre. O campeão leva sempre palmadas bem fortes da vida, mas não se trata do quanto ele bata, se trata do quando ele consegue apanhar e continuar em pé." — Pensaria, contanto até dez mentalmente com os olhos fechados, descarregando sentimentos ruins para fora do corpo.

— Acho que sei de qual local você está falando. Realmente, levar Garfield para lá combina muito mais com ele do que para onde levaríamos. — Levaria a mão ao queixo. Que lugar seria digno de minha ilustre presença? Um lugar de nobres chiques, cheirosos, bem vestidos e com conduta impecável? Pobres mortais, sempre lutando para terem a melhor máscara, mal sabem que seu campeão, Garfield Henryford, tem a péKawabanga mais brilhante dentre todas as pérolas que compõem suas essências. Sorriria sem os dentes à mostra, me ponderando sobre a estrutura do local e o tipo de pessoa que estaríamos abordando, eu e Duncan. — Sim, leve-me para lá! Apenas os grandiosos, muito grandiosos, se atreverão a pisar nessas terras. — Ajeitaria minhas roupas esfarrapadas com as mãos, tomando cuidado para não demonstrar insegurança no ato.

Um dos de terno, talvez Terrance — falha-me a memória, o Sol esquece dos ignorantes — parecia feliz. — Podem ir experimentar, vamos esperar vocês lá fora, não se preocupem com a conta. Carlos já sabe quem cobrar depois. — Após ouvi-lo, caminharia para dentro do provador mais próximo, sinalizando para que Duncan viesse comigo. Iria com a postura de um homem ativo, um verdadeiro alpha, um verdadeiro soberano, que sucumbe e submete seus oponentes, que vai por cima em qualquer situação. O verdadeiro ativo, o verdadeiro aplicante das punições, da grossa clava da justiça. — Gente estranha. — Diria, entrando no provador. Usaria da minha audição aguçada para ouvir possíveis passos ou ruídos de pessoas próximas do provador que quisessem observar a cena mais de perto ou até ouvi-la. Era incômodo tentar me vestir com alguma coisa estando perto de pessoas que não conheço.

Por questões de privacidade, olharia aos arredores e veria se não haviam instrumentos que pudessem vazar nossos sons de dentro do provador ou que pudessem bisbilhotar-nos. Depois, olharia cada brecha do provador, e se não existissem essas, me viraria à Duncan, sussurrando: — Irmão, o que você tá achando dessa situação toda? — Diria. Nesse momento, uma luz me viria à mente. "A LUA!" — Pensaria. "Azura. A...u...a... Z... r... A Lua Zcarlate!" — Concluiria. Azura era a Lua, por isso andava conosco o tempo todo! Ora pois, se não é uma sorte dentro de uma enxurrada tão grande de estrume! Estávamos em saldo positivo por enquanto, só por esse pensamento, digno de um campeão do Sol. Glória! Ouviria todos os restantes comentários de Duncan e aceitaria suas próximas instruções. Caso não houvessem estas, vestiria minhas roupas sociais, me encarando no espelho por minutos e ajeitando minha trança no percurso. Se houvessem instruções, decidiria vestir o terno e me preocupar em observá-lo mais a fundo posteriormente.

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Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptyQua 27 Mar 2019, 02:03


Não sabia ao certo se nos taxar de homossexuais era de fato uma confusão ou mais algum plano elaborado por aqueles homens, tentando de alguma forma desafiar nossa sexualidade para nos afetar ou qualquer coisa do tipo. Bom, eles eram a piada ali, eu estava bem confortável com minha sexualidade para me deixar levar por uma bobeira dessas. Se este seria um bom disfarce, usaria sem pensar duas vezes para que tal ato nos levasse a ter sucesso na missão.

- Uma surpresa, é? Não sabe o quanto estamos ansiosos... - Diria para aqueles homens depois que estes concluissem que nos levariam para uma outra festa. Feito isso, pegava alguns ternos para experimentar e entrava no provador com Garfield. Afinal, por que diabos ele estava tentando parecer viril num momento como aquele? Talvez o maluco fosse menos inocente do que eu pensava. Apenas aceitando aquilo, eu entrava no provador carregando as roupas e lá dentro dizia ao pernas longas - Segure a minha lança, Garfield. Bem firme. - O que foi? Não venha me julgar. Ele tendo feito aquilo de propósito ou não, eu não poderia deixar passar batido.

Dito isso, percebia o pernas longas procurando por algo nos arredores, e percebia que seria de fato uma boa oportunidade para que eu revistasse o local também. Com isso, olharia em volta buscando por possíveis escutas ou qualquer outra coisa que permitisse a alguém ouvir nossa conversa e nos observar. Caso encontrasse, apenas colocaria muitas das roupas por cima visando abafar o som que entraria ali. Devia aproveitar o máximo possível daquele momento para atualizar o pernas longas da situação pela qual passávamos agora.

- Sabe, as vezes a escuridão é ardilosa e tenta se interpor entre o Sol e seus aliados, para separá-los e impedir que a luz flua pelo mundo - Dizia após sua última fala - Para iluminar o mundo, o eclipse certa vez decidiu fingir entregar o Sol nas mãos da escuridão. Mas traído pelas trevas ardilosas, o eclipse acabou sendo perseguido também. - Ainda não conhecia o suficiente da religião de Garfield, mas esperava que aquelas metáforas fossem claras. Não poderia falar em uma linguagem comum, era muito arriscado que houvesse alguém escutando nossa conversa ali - O Sol e o eclipse, porém, não se renderam. Espertos e corajosos, como são, fingiram acreditar nas mentiras do breu até descobrirem seus planos, para que pudessem iluminá-lo. - Obviamente, meu tom de voz em todo aquele monólogo não era tão alto quanto foi durante a brincadeira que fiz ao entrar no provador.

Confesso que nem eu mesmo estava entendendo o que era dito algumas vezes, mas torcia do fundo do coração que tudo aquilo fizesse sentido na cabeça de Garfield, tão acostumado com esse tipo de coisa. Agora realmente começava a experimentar os ternos até encontrar um que me agradasse. Mesmo com toda aquela situação não poderia deixar de me apreciar em frente ao espelho, era um crime um ser tão belo como eu não ter recebido atenção naquele bar, mas meu orgulho seria resposto quando fosse festejar após o fim da missão, agora tinha mais coisas para me preocupar - Senhores, podemos ir? - Diria ao sair do provador, trazendo Garfield comigo. Seguiria agora a dupla até onde quer que nos levassem, olhando bem os arredores e tentando gravar o caminho e principalmente perceber possíveis seguidores. Estaria preparado também para usar a alabarda em bloqueios básicos, colocando sua lâmina a frente do golpe caso fosse atacado repentinamente.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptyQui 28 Mar 2019, 03:35

Enfim encontrávamos a casa das crianças, como esperava eram os mais pobres dentre os nobres, a casa era bonita luxuosa, não tenho duvidas que tenham bastante dinheiro ou que dentro de sua propriedade tenham itens e joias maravilhosas, mas tinha coisas mais importantes a fazer do que me aproveitar daquele povo. As garotas estavam apreensivas, preocupadas talvez, mas não confiava em tudo aquilo, minha vida era prova que não deveria confiar em nobres.

Enfim os pais das garotas apareciam, realmente estavam preocupados com elas, ao menos eram oque queriam que a gente pensasse, discutiam com as garotas do quão estavam aliviados ao vê-las, assim notavam nossa presença eu dava um pequeno sorriso amistoso, não estava afim de ficar ali mais do que necessário, o tempo estava correndo, tinha que ficar esperta, tanto para encontra as meninas caolhas, quanto para retornar ao bar para podermos reunir informações conseguidas por todos. Oque não era muito já que ate agora única coisa nova era que aparentemente até os nobres estavam sumindo.

Quando o pai das crianças citava que enquanto eram os outros a sumir e não as pessoas da classe dele estavam tudo bem, isso me irritava, era o mesmo comportamento que as crianças que eu tinha convivido durante boa parte da minha infância tinha. E eu estava certa e raro achar um nobre que preste, são todos iguais, ligam apenas para si mesmo. – Trouxe as garotas porque esse mundo e perigoso senhor, principalmente em uma cidade grande, mas coisas ruins acontecem com qualquer um! Minha mão fechava para controlar minha irritação, não queria perder o controle, mesmo achando que nobres mereciam uma surra para entenderem que sangram vermelho como qualquer um.

Poderia muito bem pedir dinheiro pela “segurança” das garotas, mas – Para nos agradecer e bem simples senhor, somos andarilhas, e esses sumiços chamaram nossa atenção, nos fale sobre oque aconteceu com as garotas, ao menos aonde foram vistas pela ultima vez! Dava uma pausa meu semblante permanecia serio, queria mostrar segurança para ele para que se sentisse confortável em falar com a gente. – E garanta que suas filhas fiquem seguras, como falei coisas ruins acontecem com qualquer um!

Apenas ficaria ali escutando oque o homem teria a dizer, precisava de mais pistas, reduzir a área de procura, para que pudéssemos ser eficientes no nosso trabalho. O tempo corria, já já daria o horário que deveríamos retornar ao bar, não somente M-4 estava esperado por nós, mas Guim também estava me esperando. Assim que o mesmo terminasse de falar olhando de maneira descontraída para o mesmo falara – já que é só isso obrigado, tomem cuidado ao sair da cidade como desejam, o mundo pode ser mais cruel que vocês esperam. Assim me viraria colocando minha mão direita no braço de Lenora. – Vamos temos mais oque fazer! Já tinha ficado tempo suficiente ali não queria ficar mais do que necessário.

Afastando-me da casa seguindo para o lugar aonde as garotas teriam desaparecido, mas caso as informações focem vagas demais voltaria para a parte central do bairro, a final quando mais no centro mais ricos, quanto mais ricos mais doidos. – Não to gostando muito dessa historia, nada está encaixando! Falaria para Lenora, certamente estava deixando algo passar, mas coisas de investigação e logica não eram meus fortes, me mande surrar alguém e isso sei fazer, agora agir como membro da inteligência não era comigo.

Quando chegasse ao lugar analisaria tudo que conseguiria ver, rotina, quem estivesse muito destoado no local, sempre com a guarda alta não queria ninguém nos bisbilhotando nem mesmo crianças. Voltar ao centro principal era necessário, achar as garotas caolhas e os responsáveis pelos desaparecimentos naquela cidade, assim que tivesse visto alguém suspeito ajeitaria minha roupa e caminharia sutilmente em direção da pessoa e começaria a falar. – Então parado por aqui, interessado em se divertir um pouco? Dava uma pequena pausa e analisaria a pessoa, esperava perceber alguma coisa estranha, mas caso não fosse nada continuaria andando com Lenora até o horário de voltar ao bar.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptyQui 28 Mar 2019, 05:49


Narração
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Tarde

Duncan & Garfield
Com a situação daquela forma e com a atuação inicial de Duncan, Garfield foi até o provador mostrando que ele era o ativo da relação e não o passivo, o que tornou a situação meio diferente do que Terrence e Graven esperavam. Talvez nem para o lado bom, o disfarce de vendedor de escravos estaria vivo ainda se eles acreditassem que eram um casal? Bom, se estava, ao entrarem no provador e checarem tudo que podiam, acabaram descobrindo buracos no provador. Eram pequenos, passariam meramente uma bala, não pareciam ter escutas lá dentro, talvez um defeito de construção? Difícil determinar, pois não conseguiam ver o fim do buraco. De qualquer forma, Duncan se precaveu e tampou tais buracos com roupas enquanto falava com Garfield.

E que falas. Era um bom enigma? Bom, só o pernas-longa para saber se ele havia ou não entendido realmente o colega. E assim seguiram, provando as roupas novas e saindo foram até onde estavam Terrence e Graven. Enquanto andavam não sentiam nenhuma aura de que estavam sendo seguidos. Quem quer que fosse havia atormentado um pouco a mente dos dois homens de ternos e agora pareciam mais relaxados. Graven inclusive estava mais falante. - Bom, já que vocês são um casal com relação aberta, eu acho que sei de uma pessoa que irá se interessar por fazer parte deste grupo. - A dedução dele parecia bem lógica, já que apesar de serem um casal haviam ido para um bar a procura de mais pessoas. - E bem, espero que gostem dele, pois chegamos. - Falou e assim, Garfield e Duncan viram o local para o qual haviam sido levados.

Era uma mansão, mas não era uma mansão qualquer, afinal, de mansão qualquer já haviam visto várias pelas ruas que andaram naquele bairro. Aquela ali era maior. E realmente havia uma comoção ocorrendo ali. Era difícil para Duncan saber, mas Garfield ouvia com facilidade o povo festejando, pessoas bebendo e comendo. - Bom, vamos entrando. - Falou o outro indo até o portão. Era um portão bem grande, com pelo menos uns quatro ou cinco metros. Pilastras de pedras em ambos os lados e depois grades circulavam a mansão, estas com pelo menos mais meio metro de altura em comparação com o portão. O portão estava bem guardado, havia três seguranças. E o primeiro deles falou imediatamente ao ver Duncan e Garfield. - Armas não são permitidas. - Realmente, Terrence e Graven não pareciam portar armas. Os guardas estavam com pistolas sobre a cintura, guardadas, não pareciam interessados em usá-las, só queriam manter a paz ali.

Não conseguiam ver o que acontecia dentro da mansão, mesmo se circulassem provavelmente não veriam e o barulho claramente vinha de dentro dela. Graven já tinha entrado e Terrance estava do lado dos guardas olhando para os dois. - Vamos? - Perguntou o mesmo esperando que os dois homens ali entregassem as armas. - Elas nem combinam com a elegância dos ternos mesmo. Depois vocês pegam elas de volta. - E os dois viam que mais pessoas estavam chegando, estava realmente rolando uma festa no local?


Azura
Sentindo um pouco de nojo e lutando para se controlar, Azura perguntou para os pais daquelas meninas onde as duas meninas que foram sequestradas foram vistas por último. - Bem, é meio difícil de falar onde exatamente. Diria que por gente conhecida seria a casa delas. - Informou ele coçando um pouco a cabeça.. - Elas iam visitar a gente para brincar com minhas filhas. - Continuou explicando o homem. - Os pais delas vieram até a minha casa porque as filhas saíram e nunca mais voltaram. - Explicou por fim o homem. - Só evitarem essa nossa rua. - Falou ele apontando para a própria rua na direção que entrava mais para o bairro e não para a que saía. - Eles moram lá para o fim da rua, essa rua não é mais segura, outro motivo pelo qual queremos fugir. - Só que a rua estava longe de ser pequena. Na verdade Azura nem via o final da rua. Azura conseguiu agradecer pela informação e assim se despediram. - Bom, muito obrigado por tudo. - Falou o homem e assim voltou-se para dentro da própria casa já gritando. - Querida! As malas já estão prontas!? Vamos partir o mais cedo possível!

Sendo assim, Azura e Lenora começaram a andar na direção do final da rua. Após um tempo andando, a médica acabou falando. - Sabe... só pensei nisso agora. Mas as duas meninas sabiam que aqueles homens com Garfield e Duncan eram suspeitos... - E olhando para trás continuou falando. - Elas provavelmente sabiam mais do sequestro que o pai delas. - Falou a mesma imaginando se aquela família já teria partido, mas pelo tempo que estavam andando naquela rua principal, provavelmente teriam.

A rua era bem normal para o padrão que poderia realmente chamar a atenção no nível de "estamos sequestrando crianças aqui". E ninguém ali parecia se destacar. Era nobreza enjoativa para todos os lados. Ou assim parecia, até que Azura viu uma figura se destacando entre as demais. Não pela nobreza, mas pela falta dela. Era um homem que estava encolhido sentado numa rua que cortava a que estava andando. Ele olhava para frente claramente preocupado com algo. Chegando mais perto então Azura viu algo mais interessante ainda. O olho esquerdo dele, estava lá, mas havia marcas, casquinhas de sangue, tanto acima quando abaixo do olho.


off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptyDom 31 Mar 2019, 03:06


Entregávamos as garotas com sucesso para aqueles almofadinhas, tudo que queria retirar deles naquele momento, era sobre aonde poderíamos procurar as garotas desaparecidas, talvez isso nos levasse a algum lugar, pois até então tudo tinha sido um trabalho de babá. “Eles não sabem muito, mas o pouco que falam já me adianta alguma coisa!” Pensava olhando para o pai das crianças, o mesmo estava com bastante pressa para sair dali, ainda mais deixando a informação que a rua não era tão segura.

- Parece que o governo vira as costas até mesmo para aqueles que os ajuda a enriquecer! Falaria em um tom que apenas eu pudesse escutar. E oque me restava naquele momento era voltar a andar pelo bairro de bundas moles com Lenora, principalmente com essas pequenas informações, procurar as caolhas, e procurar as meninas desaparecidas, que poderiam muito bem ser as mesmas pessoas.

Enquanto andávamos em direção ao final da rua, Lenora me chamava à atenção sobre oque as garotas poderiam saber ou não, em partes concordava com ela, poderia muito bem usar oque as mesmas sabiam, mas estava decidida a não envolver elas nisso, não queria tirar a inocência delas, caso as mesmas tivesse m alguma. - Até passou pela minha mente usar as informações que as mesmas poderiam ter, mas por experiência própria, quanto menos elas se envolverem nisso melhor! Não queria que mais nenhuma criança independente da classe passasse pelo que já passei, levava minha mão até meu ombro onde ficava a marca que aqueles demônios fizeram em mim.

- Espero que entenda meu posicionamento, mesmo sendo a maneira mais difícil, não quero crianças se intrometendo nesses assuntos! Falava dando um sorriso leve para Lenora, não estava a fim de contraia-la, mas tinha meus motivos para não envolver crianças.

Enfim chegávamos no lugar indicado pelo pai das garotas, nada mais era do que mais uma rua cheia de almofadinhas andando para cima e para baixo. “Esse lugar já esta me dando urticaria!” Coçaria meu ombro esquerdo enquanto caminharia procurando por pessoas suspeitas, oque estava sendo ligeiramente complicado, já que todos não passavam de pessoas pomposas, poderia ser qualquer um deles.

“Seria muito mais fácil se eu saísse chutando o cu de todo mundo, podem até não ser responsáveis pelos sequestros, mas tenho certeza de que cada um deles tem um crime contra a humanidade” Pensava caminhando olhando o rosto de cada nobre que passava por mim, estava ligeiramente perdida naquele momento. –Vamos lá! Apareça alguém esquisito para mim! Tentava ver nos mínimos detalhes da rua quando finalmente alguém diferente aparecia. – Aleluia! Soltava involuntariamente e em seguida fazia sinal com a cabeça para que Lenora visse a mesma coisa que eu. Um rapaz com vestes mais comuns estava sentado em uma das ligações que cortavam as ruas, uma visão incomum em meio tanto luxo, não poderia chama-lo de suspeito, pois isso seria mais do que preconceito, e eu não seria melhor do que o restante dos almofadinhas que ali se encontravam.

- Talvez ele saiba de alguma coisa! Falaria para Lenora, indicando que iria ao encontro do rapaz, caminharia em calmamente para não espanta-lo, tinha de mostrar um semblante bastante amigável, já que não sabia oque me esperava. Posicionando-me em frente o mesmo com as mãos na cintura olharia para ele com um sorriso e começaria a falar.

- Aconteceu alguma coisa amigo? Parece um pouco triste e perdido nessa parte da cidade! Tirando a garrafa de vinha de meus pertences analisaria a garrafa vendo a quantidade, dando alguns goles na mesma para mostrar que o vinho não era adulterado e oferecia o mesmo. – Quer um gole? Para alguém que estava tão solitário a presença de suas garotas e uma garrafa de vinho poderia fazer um homem falar.

Escutaria com atenção tudo que o mesmo tinha a me falar, mesmo que já estivesse entediada de apenas escutar, escutar, escutar, até agora nenhuma ação, talvez se tivesse ido com os outros com os homens de terno a essa altura do campeonato eu já teria chutado alguns cus por ai. Caso o mesmo citasse algo sobre os sequestros pediria para que o mesmo desse mais ênfase no assunto, e caso o mesmo tivesse assustado com alguma coisa estenderia minha mão direita até o ombro do homem falando. – Não se preocupe cuidaremos  de tudo, não permitiremos que  isso continue! Assim agradeceria pelo que o mesmo tinha falado e viraria as costas indo para aonde o mesmo tivesse indicado algo, ou apenas voltaria a andar pelas ruas até o horário de retornar ao bar, já não aguentava mais ficar andando e andando sem encontrar nada.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptyDom 31 Mar 2019, 13:37


Narração
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Azura
Explicando a razão para não ter perguntado nada para as meninas, viu Lenora ponderando quão certo era aquilo apesar de entender o lado de Azura. Era certo não envolver mais crianças sendo que não se sabiam quantas crianças haviam sido sequestradas para começo de conversa? Uma dúvida muito boa, mas que não importava mais no momento já que elas já haviam partido. Já na rua, cansada da falta de ação, finalmente encontrou algo promissor. Informando Lenora, a médica seguiu com ela na direção do homem que ali se encontrava.

Bebendo um pouco do líquido da garrafa ofereceu para o homem, planejando que ele percebesse que o mesmo não era venenoso. Mas ele não queria beber da mesma forma, negando com a cabeça de forma bem devagar. Lenora observou os machucados que cercavam o olho dele. - Isso aqui é recente. - Falou ela em um tom médio, o suficiente para que Azura escutasse, mas que o povo da rua que haviam vindo não ouvissem. - Ele não parece ter passado por nenhum problema físico... - Falou ela observando o estado do homem. Realmente, ele parecia assustado, com medo de alguém aparecer, mas não parecia machucado além da marca estranha perto do olho. - Precisaria de um local mais isolado para ver mesmo o estado dele. - Falou Lenora, ela virou sua cabeça na direção de Azura para continuar a falar, mas não falou, porque o próprio homem falou. - Mansão... porão... - Mas quando ele ia falar mais alguma coisa uma bala acertou a cabeça dele lateralmente e o homem morreu na hora.

Um homem de terno apontava a arma para as duas mulheres. - Que infelicidade. - Falou o homem. - Que tal virem comigo? Assim eu não precisaria atirar em vocês.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 4 EmptyQua 03 Abr 2019, 00:47


- Ah, não é você? - Dizia fingindo uma decepção debochada para Graven, após este subitamente começar a falar mais e nos revelar que nos apresentaria outra pessoa. O lugar ao qual havíamos sido levados era uma grande mansão, nada surpreendente para mim, de fato, mas era um tanto quanto nostálgico ir até uma festa em um lugar como aquele… Talvez se eu não estivesse em missão poderia aproveitar melhor e mostrar a Garfield tudo o que sei sobre as mulheres da nobreza, mas aquele talvez não fosse o momento ideal.

Começavamos a adentrar o local enquanto eu examinava os arredores da construção. De fato, era uma bela mansão. Minha preocupação retornava quando um dos seguranças na porta pedia para que entregássemos nossas armas antes de entrar, aquilo definitivamente não era algo bom, mas naquele momento nós não teríamos mais escolha “Droga. Talvez se houverem muitas pessoas lá dentro nós tenhamos alguma segurança, ou se nos enturmarmos com alguns nobres” Pensava tentando prever o que aconteceria ao adentrarmos aquele local. Fato é que naquele momento não haviam muitas alternativas.

- Pois bem, cuide bem dos meus bebês - Puxava um sorriso receptivo em meu rosto, entregando as duas lanças para os seguranças “Ao menos posso dar uns socos na cara de alguém caso a situação saia de controle muito rápido” Pensava como forma de me manter confiante. Olhava para Garfield esperando que ele fizesse o mesmo, e então olhava sorridente para nossos guias, esperando que nos levassem para dentro do local.

Me chamava atenção que mais pessoas chegavam aquele local, talvez fosse realmente uma festa, mas havia ainda em minha mente possibilidades de que se tratasse de algo bem pior, como um leilão… Um leilão de pessoas. De qualquer forma, tentava me prender a possibilidade mais positiva, e com isso em mente eu olhava para as pessoas que também estavam chegando na festa, buscando pelas damas mais belas entre as convidadas, focando naquelas que parecessem ser solteiras para tentar começar um flerte com uma troca de olhares. Não me julgue, seria bom ter um momento para relaar em meio a uma missão tensa como aquela.
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