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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

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Raizen
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Raizen

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MensagemAssunto: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptySab 02 Mar 2019, 22:45

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere e Garfield Henryford. A qual não possui narrador definido.


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Sagashi
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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptyQui 14 Mar 2019, 21:11


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Estávamos então reunidos novamente, discutindo sobre os detalhes da missão e jogando ideias uns aos outros, para que assim pudéssemos ter um estratagema bom o suficiente para descobrir o paradeiro daqueles homens de terno cobertos de estilo e formas de dominá-los em meio de uma ilha tão lotada de marinheiros e pessoas que se denominam boas, justiceiros sociais. Ao que parece, o bar era um lugar seguro para que conversássemos sobre os assuntos em geral, então temo que, caso continuemos frequentando-o, eu consequentemente acabe chamando-o de "base". Ouvindo a conversa, reparava que M-4 era contradita por Lenora, que por sua vez tinha dito algo que me prendia a atenção, por ser verdade. Mesmo assim, a recém-promovida major preferia que eu fosse para a linha de frente, tomar os riscos, claro, provavelmente por achar que o que eu estivesse enfrentando não apresentaria perigo para mim. Meu ego novamente era promovido e minha animação para ingressar na nova missão se mostrava pertinente.

Antes disso tudo acontecer, durante nossa conversa, Duncan decidia me acompanhar. Agora ficava bem claro o que ele quis dizer anteriormente sobre "o Sol trabalhar com o Eclipse": ele sabia que esse momento chegaria e que deveria me acompanhar na missão de expurgar os hereges que maltratam esse mundo. — E então, o que acham? — Nesse caso, confirmaria com a cabeça, mas sem levantar a voz na situação. Logo, então, me viraria para Azura, ouvindo o que ela tinha a dizer. — Gostaria de pedir um baby den den mushi para me comunicarmos caso de merda em alguma das partes! — Me surpreendia um pouco. Não tinha visto muitas vezes den den mushis na minha vida, na verdade, só quando meu pai assinava papéis de encomenda, anotando números de registros e valores de compra com um papel e uma caneta-pena. Não tinha muita ideia de como funcionava, mas não poderia deixar meus colegas saberem que eu não sabia disso, para não questionarem minha eminente grandeza. Portanto, concordaria novamente com a cabeça, reconhecendo a ideia de Azura como válida, juntamente com a de Duncan. Cabia à M-4 aprovar, agora.

— Pois bem, é melhor que eu vá conversar com aqueles homens sozinho primeiro, para parecer que fui fazer uma negociação pelas costas de Garfield. Você grandão, e quem mais for conosco, vão esperar em alguma loja na esquina, fingindo estarem entretidos com alguma coisa ali. — Parava para raciocinar por alguns segundos, e logo começava a imaginar a cena sucessiva a esta. Com o que eu me entreteria, afinal? Haveria algo divertido para se fazer por lá? Pessoas para conversar? Não sei, mas não me importo, também, na verdade. O Sol iria me iluminar a sabedoria no momento, então não tinha com o que me preocupar. Duncan prosseguia. — Por fim, feitas as negociações, irei buscá-lo e nesse momento vai ser muito importante que você finja concordar e acreditar em tudo o que falo, sem questionar, por mais que seja uma mentira. Também preciso que finja que continua acreditando no que os homens dizem, e que vamos pra algum tipo de festa onde você ganhará um terno. Só assim nos levarão até o esconderijo deles para que possamos salvar todos os prisioneiros. — Travava naquele momento. Era exatamente aquele plano que eu gostaria que fosse aplicado, pela recompensa ser estrondosa! Minha grandeza seria exaltada pelo terno, que contrastaria com meu rosto e cabelos! Haveria melhor "suborno" do que esse? Terras e mares se agitariam ao saber que o Sol me deu um presente tão qualificado. Sol seja louvado! — Eu topo! — Deixaria escapar pela boca meus pensamentos ansiosos. Aquele era o melhor plano!

Aceitava e esperava que M-4 aceitasse também. Se todos estivessem de acordo, me levantaria da cadeira e, com pequenos saltos imperceptíveis, caminharia, feliz por estar prestes a ganhar um terno. No caminho, iria pensando na cor da camisa que usaria por baixo; se a gravata do terno seria do corte de Conomi Island ou do corte exclusivo de Loguetown; se fosse uma gravata borboleta ou alongada; se o traje precisasse de alguns ajustes; se eu bordasse, talvez, um Sol bem grande nas costas? Sim, tudo isso era perfeito para a ocasião. Me perderia em meio de pensamentos enquanto notasse que não estivéssemos no local.

Ao chegar no local indicado, me separaria de Duncan como planejado, e iria para qualquer loja de esquina ou qualquer outro lugar que me fizesse estar misturado com a população ou com a infraestrutura. Caminharia a passos largos, em círculos, entraria em algumas lojas para ver o que elas teriam a me vender, perguntaria os preços para os vendedores, enfim, qualquer coisa que me mantivesse distraído. Me forçaria a não olhar para os homens de terno, brilhantíssimos, belos e elegantes, olharia apenas mercadorias e situações. Olharia ao meu redor e usaria da minha audição aguçada para perceber possíveis comentários acerca de mim ou de injustiças, para que eu pudesse intervir na injustiça, me ocupando de forma saudável.

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Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.
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PepePepi
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PepePepi

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptySex 15 Mar 2019, 07:27


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Dia ~ almoço/tarde

Todos
Duncan finalmente se tocara que havia sido promovido, talvez pelo estranho fato de até Azura ter parabenizado o mesmo. E com novas informações, ele, Azura e Garfield pensavam no que precisavam fazer. Já tinham aceitado que era perigoso. Perigoso a ponto de Lenora voltar ao normal finalmente. Porém com isso aceito, era só questão de tempo e esforço conseguirem tudo. Azura pediu por um baby den den mushi, mas M-4 deu um sinal para que ela esperasse que formulassem um plano antes. Foi então que após alguns instantes, Duncan e a própria Azura deram início a tudo, contando cada um deles seus planos. Duncan falava de ir com Garfield até os homens e negociar como se fosse pelas costas do mesmo. Enquanto Azura aceitava que não tinha o perfil para esse tipo de tarefa meio secreta e assim falava que procuraria pelas tal meninas caolhas. M-4 parou por um tempo pensando na situação. - Não posso passar um baby den den mushi para Duncan. - Falou a superior em comando e antes que pudesse ouvir alguma reclamação explicou. - Acho que eles iriam estranhar demais se você tentasse se comunicar com alguém que eles não conseguem ver numa situação tão delicada quanta escravos. Principalmente em uma ilha cheia de marinheiros. - Dito isso, a mesma olhou para Azura, que havia pedido o baby den den mushi. - Eu até te passaria um, mas não estou com nenhum aqui e quero começar isso logo. - A vontade da loira em começar a trabalhar era palpável por todos ali. - Acho que consigo seguir os dois sem ser vista mais fácil se estiver sozinha. - Falou, apesar de ser estranho imaginar uma mulher loira e baixinha com roupas extravagantes e um guarda chuva não chamar a atenção. - Lenora, fique com Azura. Me encontrem aqui na hora da janta, espero que tenhamos descoberto onde eles moram até essa hora. - Com aquela infortuna notícia, o grupo havia se decidido, iriam se separar naquele momento.


Duncan & Garfield
Duncan, Garfield e M-4 saíram e foram caminhando aos poucos na direção do quartel general. Não era exatamente difícil de chegar nele, a construção alta e imponente no meio da cidade era algo bem visível e reconhecido por todos. Ao chegarem, não foi nada difícil de achar a praça. Pois ela era logo em frente ao quartel. E assim, Duncan se dirigiu para lá, enquanto Garfield ia em outra direção para ficar em um local visível. Já M-4 havia simplesmente desaparecido. Duncan no entanto percebeu que não localizava os homens de terno, até que eles simplesmente surgiram de uma esquina e começaram a andar na direção dele. As palavras haviam sido claras "te avistaremos". O homem que ia na frente era o mesmo de antes, somente mais um estava com ele no entanto. E este um não estava antes no bar. - Que bom que vieram rápido. - Falou o homem com aquele mesmo sorriso de antes. Apesar da distância, Garfield conseguia ouvir tudo por causa de sua audição divina, nada que não fosse o esperado. Foi nesse momento que Duncan começou seu movimento.

- Oh! - Falou o homem esbanjando um puro sorriso sincero. - Claro que já ouvi falar. - E com essa afirmativa, o lindo homem começava a contar seus planos para o homem de terno, que simplesmente tinha o sorriso aumentado a cada palavra que Duncan dizia. - Que situação conveniente. - Falou o segundo homem que até então havia ficado calado, apesar dele falar isso como se ele quisesse o tal pernas-longa que nem conhecia, o mesmo não retirava os olhos de Duncan por nada. E com aquele comentário o primeiro homem sorria ainda mais, concordando com a cabeça e verbalmente. - Com certeza. - E depois olhando para Garfield a distância falou. - Trato feito. Seu amigo era tudo que precisávamos agora. - Garfield apesar de ouvir tudo, não conseguia deixar de apreciar o terno de ambos os homens. - E então, vamos indo?


Azura
Vendo os três partindo, a jovem peituda Azura se aproximou e espremeu o que havia de melhor ali no balcão chamando claramente a atenção de Guin. A ruiva ao olhar gostou do provocamento e ouviu a pergunta da mesma. - Bem, que tipo de estranho? Se for igual o homem que você viu mais cedo, está ocorrendo pela cidade toda, então não tem nenhum lugar que eu possa indicar. - Falou a mesma, mas não querendo desapontar aquele ser na sua frente que com certeza voltaria. - Mas recomendo que você vá para o bairro dos riquinhos. Eles todos são estranhos. - Falou a mesma sorrindo. E o sorriso aumentou, pois quando Azura apoiou-se mais no balcão para dar um selinho na mesma, a revolucionária não imaginava quão forte ou rápida poderia ser aquela mulher. E segurando a Pendragon, o que era para ser um simples selinho virou algo bem mais cinematográfico.

Saindo do bar com Lenora sendo puxada por ela, Azura seguiu sem um rumo real por não saber onde que seria o tal "bairro dos riquinhos". Não sentia que estava sendo seguida, talvez ainda estivesse no mundo da lua por causa do beijo. No entanto, percebera que ao contrário do bar, que possuía muitas características que faziam ela ir naturalmente para lá, como confusão, bebidas e mulheres, o bairro dos riquinhos nada tinha de atraente para seu instinto. Ela teria que perguntar, ou pensar em algum meio de chegar lá.



Legenda:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptySeg 18 Mar 2019, 00:36


- Ela é boa nisso - Dizia para mim mesmo após notar o repentino sumiço de M-4. Devo confessar aqui que não esperava que alguém que se vestisse de forma tão extravagante como ela soubesse desaparecer daquela forma, saber daquela capacidade da garota me gerava mais respeito quanto a ela, como companheira e superior. Dito isso, o show deveria continuar e eu não deixava transparecer nenhuma daquelas emoções enquanto me separava de Garfield e ia até a praça.

Sem sucesso em encontrar os homens, chegava a questionar-me sobre estar realmente no lugar certo, mas logo percebia que dois deles surgiam ao longe e vinham em minha direção. Eu estava sendo observado, era fácil deduzir, a questão ali era saber desde quando isso vinha acontecendo, informação esta que poderia colocar todo o plano em risco. Seguindo o roteiro, começava a conversar com os homens de forma amigável, pouco antes de apresentar a eles minhas reais intenções de trair meu camarada.

A verdade é que aqueles homens pareciam bem mais receptivos e descuidados do que eu imaginava, principalmente se tratando de pessoas que trabalhavam para a nobreza, o tipo de gente ardilosa com quem tive contato durante toda a minha vida. O segundo homem me chamava atenção outra vez, agora pelo fato de ser perceptível a fixação de seus olhos em mim, algo que eu estava acostumado devido a minha beleza, ainda que se trate de um homem, mas ao mesmo tempo a mínima possibilidade de aquele olhar significar outra coisa me incomodava.

- Claro, vou chamá-lo - Respondia ao homem de terno que parecia ser o líder daquela dupla quando este propunha que começássemos a agir - Ele acabou de tomar um fora de duas moças naquele bar, então está bem disposto a procurar um lugar onde seja apreciado - Dizia aquilo terminando a frase de forma irônica - Pobre coitado - Terminava aquilo de forma debochada, antes de voltar a falar agora em tom de quem dá um conselho - Lembrem-se, estamos indo para uma festa ou algo assim, e ajudaria também se vocês nos dessem seus nomes ou inventassem alguns, para dar força a história - Por fim dava as costas aqueles dois sem esperar uma ultima resposta e ia chamar Garfield.

No caminho até o gigante era inevitável pensar no modo estranho como aqueles homens agiam. Meu receio era grande, principalmente por me lembrar que acabei tendo que me apresentar como Duncan, e ainda que tivesse dado um sobrenome, talvez aqueles homens fossem espertos o suficiente para julgar que aquilo poderia ser uma mentira, ainda mais depois de eu ter me apresentado como um ex-funcionário dos Dellumiere. Como havíamos dito a Lenora, haviam alguns riscos que precisaríamos correr se quiséssemos ter sucesso naquela missão, mas ainda assim eu não conseguia parar de tentar levar tudo em conta para que pudesse prezar por mim e meus companheiros. Talvez se pudesse fazer planos melhores, estratégias melhores…

- Garfield, aqueles caras do terno estão aqui! - Chegando mais perto da loja onde o pernas longas estava eu gritava e acenava para chamar-lhe a atenção e induzir neste o tom de animação que esperaria que tivesse naquele momento. Quando o bárbaro chegasse perto de mim, levaria-lhe até os homens e então faria as devidas apresentações - Você se lembra do Sr.Terno, não é? Aquele ali é o amigo dele, o Sr.Gravata - Apresentava ambos com nomes irônicos, por estes ainda não terem se apresentado para nós. Por fim, manteria as feições que a situação pedisse, fingindo que tentava enganar Garfield. Seguiria aqueles homens aonde quer que fossem, me atentando ao caminho e tentando perceber se não estávamos sendo seguidos. Dito isso, prestaria atenção também ao entrar em algum lugar fechado ou algum beco, tentando perceber o movimento no local.






Historico:
 

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Sagashi
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Sagashi

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptySeg 18 Mar 2019, 17:42


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Então, dávamos início à uma caminhada, que por sinal não foi tão longa quanto eu achei que seria. O Sol estava lá, no céu, me protegendo com seu calor, então não havia o que temer, e aliás, o eclipse havia se voluntariado a contar as mentiras para os homens engravatados, então minha honra não tinha risco de nenhum de ser manchada. Claro que eu não queria que a de Duncan fosse e claro que lutaria por ela, na verdade, pela nossa, portanto estaria com meu tesouro na cintura, para que a qualquer momento pudesse removê-lo e aplicar sua severa punição nos que ousarem discordar de nossa autoridade perante aos céus. Confiava tanto nele quanto em Azura, que desta vez não estava conosco, mas que estava em boas mãos — mãos médicas, habilidosas e prontas para atirar quando fosse preciso. A única coisa que me preocupava um pouco era M-4, que parecia estar indo sozinha para... qualquer lugar que queira ir.

Nos separamos, eu e Duncan. A passos largos me encaminhei à uma loja que ao mesmo tempo que me deixasse deveras sorrateiro, me dava visibilidade da situação, assim impedia que as coisas corressem para fora de controle. Fingindo — mesmo que de forma pífia — estar comprando coisas e olhando produtos, minha audição captava perfeitamente o diálogo. "Louvado seja o Sol por me dar tamanha oportunidade!" — Pensava, enquanto continuava com minha "exímia" atuação, na qual queria estar otimista de que convenceria a todos que estivessem olhando. Ora pois, sou Garfield Henryford, o campeão do Sol, como seria possível que algo que eu pudesse fazer fosse ser falha? Humanos, pobres humanos aprisionados em suas raízes mortais, esses sim tem tempo escasso e são falhos, cheios de segredos e dúvidas quanto a si mesmos. Não eu, o bendito escolhido.

— Claro, vou chamá-lo. — Ouvia, em meio aos meus pensamentos, que eram interrompidos antes que se intensificassem. Um sentimento estranho de ansiedade, de estar prestes a um clímax acontecia. Minha vontade de participar dessa missão e de descobrir o que estava por trás desses belos ternos borbulhava, me fazendo apertar os lábios por uns segundos antes que fosse chamado. — Ele acabou de tomar um fora de duas moças naquele bar, então está bem disposto a procurar um lugar onde seja apreciado. — Acariciava meu queixo. Na verdade, eu não havia sido rejeitado, só não tive tempo o suficiente para conseguir o que eu queria. E, aliás, quem era a segunda? Ao que me lembro, só havia flertado com Lenora, e por sinal não tinha sido nada sério, fora apenas um experimento para que Duncan me ensinasse a viver, como assim queira chamar. Dava de ombros para isso, já que tinha ciência de ser uma mentira. — Pobre coitado. — Sentiria o tom de deboche, o que me levaria a acreditar por um momento que aquilo fosse pessoal. Eu, um coitado? Nem enroscado em mentiras!

Fechava minha cara e cruzava os braços, estressado com o comentário. É certo de que ele estava apenas mentindo, mas ainda não conseguia suportar tamanha humilhação vinda de um irmão imortal de sangue dos deuses. Ainda conversaria com ele sobre isso mais tarde, pois semi-deuses precisam sempre buscar pela diplomacia antes da violência, para que assim a paz do Sol reinasse pelo amor, antes da dor. A dor está sujeita apenas aos hereges, criaturas enfadonhas da escuridão. A conversa de Duncan com os de terno me acionava algum mecanismo interno, algum sentimento estranho que nem o Sol, incrível e poderosíssimo Sol, poderia explicar. Era como se eu não quisesse que ele conversasse com eles, que adorasse apenas à mim e aos seus costumes. — Garfield, aqueles caras do terno estão aqui! — Eu já sabia que estavam. Não estavam errados em estar lá. Mas o eclipse estava errado em falar com eles daquela forma tão amigável. Notava que ele acenava e gritava para que eu chegasse mais perto, e chegaria perto dele com os braços cruzados, notando a presença dos homens logo em seguida.

— Estão sim, pelo visto. — Diria. De pouco a pouco, perderia aquele sentimento infortúnio de posse, e logo me abriria um pouco mais novamente. Não gostava que os homens de terno, só por estarem de terno, pudessem tomar a minha cena, a cena de Garfield. — Você se lembra do Sr.Terno, não é? Aquele ali é o amigo dele, o Sr.Gravata. — Dizia ele. Tentaria segurar a minha risada por alguns segundos, mas logo deixaria-a escapar, rindo de forma saudável. — Sr. Terno e Sr. Gravata? Vossas santíssimas mães sabiam que vocês cresceriam para usar roupas de grife, pelo visto. — Colocaria minha trança para trás e bateria poeira de minhas vestes. — Temo não ter me apresentado de forma devida. Meu nome é GARFIELD HENRYFORD, o campeão do Sol, o emissário da luz, o dono brilhante de terras e mares, o aliado da justiça, o terror das sombras e a salvação dos assombrados! Louvemos o Sol, imortais e mortais, ó seres cheios de pecado. — Curvaria as mãos e os dedos, colocando um grande sorriso convencido no rosto, emergido pelo meu olhar determinado.

Dadas as apresentações e ouvindo o que eles poderiam dizer, colocaria minha audição aguçada para notar se haveriam mais passos além dos nossos atrás de nós. A todo momento, andaria com a minha postura imponente, como um leão em sua zona de conforto que chama-se mundo. Sabia que nada aconteceria comigo enquanto meus aliados mais fortes estivessem me observando, e, claro, estivessem dependentes de meus olhares. A situação era perfeita e faltava pouco para que eu arranjasse um terno novo, junto com o descobrimento do caso da escravidão e ascensão de cargo no meu posto revolucionário. Nada de ruim poderia acontecer por ali. Em todo momento seguiria Duncan, mas estaria atrás dele, para evitar que fossemos atacados ou guiados à um lugar ruim, já que ele estaria seguindo os homens de terno.

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptySeg 18 Mar 2019, 23:18


As ideias lançadas e assim dadas inicio, infelizmente M-4 me negava o único equipamento que tinha pedido para a missão, mas tudo bem já que a mesma queria que déssemos inicio o quanto antes visto que estávamos lidando com vida de pessoas. Pouco a pouco via cada um deles saindo primeiramente M-4 e claro, e em seguida o resto deixando apenas eu e Lenora no bar, única pista que tínhamos eram as garotas que faltavam um olho. “Temos que tomar cuidado, não estou a fim de ser jogada para longe como aquele cara.” Pensando em que não podia chegar do nada nas pessoas e começar a perguntar sobre garotas que estariam faltando um olho.

- Vamos Lenora temos muito oque fazer! Falando isso me levantava da cadeira e assim que firmava o pé no chão ficava feliz, olhava para meu pé que não pisava em falso além de não estar sentindo nada de dor, finalmente estava de volta pronta para lidar com qualquer ameaça.

Assim ia em direção ao balcão, como não era da cidade tinha que saber primeiro por onde começar, assim tentava usar de minhas “armas” para poder fazer a Guin falar alguma coisa para dar uma luz no nosso caminho, obviamente meus seios fartos conseguiam chamar a atenção da mesma. Mas infelizmente de informação não se tinha muito, apenas uma pequena chama, que talvez não levasse a nada mas que iria investigar.

Assim para agradecer dava um selinho na dona do bar, que com uma força surpreendente conseguia me segurar desferindo um beijo bem molhado, fazia meu corpo arrepiar, não beijava assim desde minha saída de Grand Line. A garota me soltava sentia um calor dentro do meu corpo certamente tínhamos algum tipo de química, saia dali pegando Lenora pelo braço com o meu rosto corado de excitação.

“Que ousada, e gente que força e aquela, isso explica como aquele homem saiu voando de dentro do bar!” Pensava saindo do bar, a pesar de saber para onde ir, não sabia como chegar lá. – Droga aquele beijo me deixou um tanto desconcertada, nem perguntei como chegar na parte dos nobres! Indagava-me, mas não estava a fim de voltar no bar, tínhamos que andar rápido, já era de tarde e tínhamos de voltar com informações ao menos na hora da janta.

 Com experiências com nobres era um tanto simples achar aonde os mesmo se escondiam, bairros geralmente limpos de casas bonitas e gigantescas. – Provavelmente perto dos marinheiros... Soltava uma pequena linha de pensamento, era um lugar para se iniciar a procura, como o prédio da marinha era gigantesco tentaria me guiar seguindo em direção ao mesmo, mas tentaria de tudo ir por caminhos alternativos entrando em lugares aonde acharia interessantes onde pessoas estariam escondidas ou ate mesmo aliciando alguém.

Andaria sempre prestando atenção a minha volta, odiava ser seguida, ou observada, além de que precisaria ficar de olho no rosto de qualquer mulher, sempre procurando a falta de algum dos olhos nelas. Assim que visse alguém com uma característica que batesse com oque procurávamos, pararia lenora e sutilmente apontaria para a pessoa, e assim tentaria observar de uma distancia segura, e assim tentaria seguir a pessoa. Mas caso não encontrasse apenas continuaria seguindo para o centro da cidade a procura do bairro nobre da ilha.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptyTer 19 Mar 2019, 03:40


Narração
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Dia ~ tarde

Duncan & Garfield
Com o trato feito, Duncan deu algumas informações falsas, que não animaram Garfield que ouvia tudo graças a sua audição acima do normal. O bonitão estava achando aqueles homens bem mais descuidados do que pensara que seriam, apesar de ainda não estar totalmente descuidado quanto a eles. Ainda no papel, o mesmo informou os dois homens de terno sobre qual seria a melhor mentira para contar para o pernas-longa, nisso viu o primeiro homem de terno fazendo sinais com a mão para ele relaxar. A confiança começava a transbordar dele e quando ouviu a fala de inventar nomes de Duncan, fez um sinal com a mão de que aquilo não importava.

Enquanto se aproximavam de Garfield, cada um dos dois tinha um pensamento em sua própria mente, o pernas-longa estava mais perdido em seus pensamentos. Porém isso não foi o suficiente para que os dois estranhassem nada que riram com a apresentação de Sr.Terno e Sr.Gravata e principalmente com a reação do pernas-longa depois. - Pode me chamar de Terrence. - Falou o primeiro homem, que haviam conhecido no bar. - Já foi erro meu não ter me apresentado no bar. - E o segundo homem, sem dar bola para os risos e para toda a apresentação do pernas-longa só falou num tom bem controlado. - Eu sou Graven. - Ele ainda não tirava os olhos de Duncan, só que naquele momento o olhar dele havia mudado um pouco. Como se ele pensasse e muito em alguma coisa.

- Bom. Garfield. - Falou Terrence olhando animado para o pernas-longa. - Claramente o senhor é único, mas como eu não pude deixar de notar, você não está vestido apropriadamente. - Continuou e se o pernas-longa deixasse, iria tocá-lo com ambas as mãos em seus ombros enquanto olharia as roupas do pernas-longa. - Precisamos comprar uma roupa que faça jus a sua pessoa. - E após isso apontou para uma das várias ruas que iam para a praça central. - Naquela direção vamos encontrar o que você precisa. Já imaginou que terno que você quer? - E falando isso Terrence começou a andar querendo que Garfield seguisse ao lado dele, porém, percebendo que o pernas-longa ficaria sempre andando atrás de Duncan, não aguentou e comentou. - Você não parecia tão tímido assim antes. - E com um olhar mais maldoso. - Por isso que você foi rejeitado por duas mulheres. Você precisa andar mais confiante. - E com um sorriso continuou a andar sem dizer mais nada. A direção que iam andando era a sudoeste da construção da marinha.

Foram andando sem falar muito, já que Terrence claramente ficou chateado com a mudança de Garfield. Enquanto andavam, o pernas-longa ia ouvindo passos variados por todos os lados e em algum momento sentiu que estavam sendo seguidos. Mas isso não foi sentido somente por ele, os dois homens de terno claramente sentiam isso também. Ao ponto de Graven virar para os dois e falar. - Acho que estamos sendo seguidos. - E depois olhando a sua volta continuou. - Não creio que estamos em perigo por estarmos em quatro... mas é bom ficarem de olhos abertos até chegarmos no alfaiate. - E olhando novamente para frente. - Não estamos tão longe assim para falar a verdade.


Azura
Ficando por um tempo abobada com o beijo que havia ocorrido, Azura se viu perdida por um tempo. Mas enfim relaxou e finalmente pôde voltar para o que importava ali. A missão. Já conhecia nobres, não deveria ser tão difícil de conseguir encontrá-los por aí. Primeiro então se dirigiria até a praça central dos marinheiros. Não era um caminho difícil de se fazer. Até porquê o prédio central da marinha podia ser visto quase de toda a cidade. Assim, depois de alguns minutos chegou na mesma. Dali, olhou a sua volta para ver onde seguiria, onde era o caminho mais provável para levar ao bairro dos riquinhos? E bem, essa pergunta foi respondida de forma fácil. Um casal, com certeza ricos, andavam numa direção específica. Valia a pena checar se era e assim, andando a sudoeste da construção principal da marinha começou a adentrar na cidade. E começou a ver a mudança aos poucos da cidade.

O bairro que havia entrado era claramente mais glamouroso que o bairro onde estava o bar de Guin. Andando em uma das ruas apertadas, Azura viu Duncan e Garfield andando junto de dois homens de ternos. Qual era a chance disso ocorrer. E eles ainda pareciam preocupados com alguma coisa, como se soubessem que estavam sendo seguidos. Talvez estivessem ouvindo até mesmo os passos da própria Azura. Mas descobriu que não, ao ver duas meninas pequenas seguindo vários metros depois os homens. Elas pareciam inofensivas e ao mesmo tempo seguiam aquele grupo tentando se esconder sempre que possível.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptyQui 21 Mar 2019, 01:21


Graven, este era seu nome, ou ao menos a forma como se apresentava. O olhar daquele homem continuava a me incomodar, e aquela altura eu começava a conseguir diferenciá-lo dos olhares que recebia ultimamente. Não me parecia ser desejo, ao menos não o tipo de desejo com o qual eu estava habituado. De fato, aquilo tudo estava fácil demais… Ele sabe, deveria saber, o fato de ter precisado dar meu nome verdadeiro no bar provavelmente havia dificultado toda a mentira… Talvez devesse ter escolhido o nome de alguma das famílias com quem meu pai tinha contato? Não podia arriscar, e se eles as conhecessem?

Espero que esteja de olho M-4” Pensava. Naquele momento, minha cabeça já se preparava para o pior cenário possível, onde acabaria preso junto de Garfield, e talvez até fosse entregue aos agentes do governo. Por mais que a vontade de livrar-me daqueles homens e salvar a nós dois fosse grande, eu não poderia fazer isso e arruinar toda a missão por uma causa tão egoísta, e também não poderia contar nada daquilo a Gargield, não àquela altura. Só poderia torcer que tudo desse certo o suficiente para que M-4 encontrasse a base do inimigo, e eventualmente nos libertasse. A menos é claro que minha mentira tivesse funcionado e eles fosse mesmo muito ingênuos… Mas eu duvidava muito disso.

Terence, como havia se apresentado, continuava com seu teatro, tentando ganhar Garfield com palavras, enquanto isso eu apenas sorria para Graven como resposta ao seu olhar. Logo começavamos a caminhar, eu temia que a estranha timidez de Garfield pudesse acabar estragando o plano, mas teria que confiar em meu companheiro naquilo. Sabendo das intenções daqueles homens, não me surpreendia ouvi-lo provocar o pernas-longas com aquilo que eu havia lhe contado mais cedo. Um golpe baixo, claramente visando afastá-lo de mim - Mais confiante que esse cara aqui? - Dizia colocando a mão no ombro de Garfield - Não precisa se preocupar, isso não é um problema. Vocês também devem ter percebido que aquele era um bar de lésbicas - Dizia aquilo com uma voz animada - Não importa para quem seja, o Sol não mudaria a orientação sexual de alguém, mudaria? Seria injusto! - Perguntava aquilo olhando agora para Garfield, e por fim voltava a dizer - Tenho certeza que quando estivermos bem vestido e em um lugar no qual os homens tenham chances iguais, o grandão aqui vai nos mostrar do que realmente é capaz. Não é Henry? - Perguntava aquilo em um tom amistoso para meu companheiro, finalizando a frase com uma piscadela.

Por fim, nossa caminhada era interrompida por Graven, que anunciava que nosso grupo estava sendo seguido por alguém. Por reflexo, levava rapidamente a mão direita ao cabo da alabarda enquanto olhava os arredores, preocupado. A emboscada viria tão cedo? Logo ouvia as palavras do homem para acalmar o grupo, e com isso, sem baixar a guarda, eu finalmente tirava a mão de minha arma e voltava a caminhar - Droga, confesso que cheguei a torcer pra algum ladrão metido a besta aparecer, mas vocês tem razão - Brincava por fim justificando a guarda alta. Feito isso, voltaria a seguir o grupo, sabia que cedo ou tarde a emboscada aconteceria, e minhas respostas provavelmente seriam dadas.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptyQui 21 Mar 2019, 02:24


Não era difícil chegar ao centro da cidade, a final o prédio da marinha fica bem no meio, e praticamente poderia ser visto de quase qualquer lugar da ilha, o seguia como ponto de referencia em todas as vielas que entrava. “Ao menos para alguma coisa esse prédio serve!” Pensava olhando diretamente para o gigantesco prédio em meio a cidade, olhava em minha volta percebia que as ruas ali eram bastante movimentadas, diferente do bairro aonde se encontrava o bar que tinha sua movimentação, mas o tipo de civis que o frequentava era nitidamente diferentes.

- Uma cidade que se da para ver as varias camadas da sociedade! Falava para mim mesmo enquanto caminhava procurando tanto pelos nobres quanto pelas garotas que faltava um dos olhos.

Mais a frente via um casal, pelo meu bom gosto para dinheiro e coisas caras percebia que suas vestes eram de grife, certamente nobres ou ao menos os filhos burguesinhos deles. Me restava começar a seguir já que percebia que os mesmos estavam seguindo uma rota que os levava para fora do centro. “Talvez estão indo para casa!” Pensava analisando o casal, via que seria interessante segui-los provavelmente me levariam para onde gostaria de ir.

Assim seguindo o casal a dentro na cidade, percebia que as construções começavam a mudar novamente, o extremo oposto do bairro aonde se encontrava o bar, a nítida desigualdade era bastante frustrante, aonde poucos tinham muito, e muitos tinham bem pouco. Todo aquele luxo me fazia lembrar daquela ilha, a ilha que muitos poderiam chamar de casa, mas para mim era uma prisão, apertava minha mão afim de suprir minha raiva a final meus algozes não estavam aqui, e isso tudo um dia iria mudar a roda da sociedade seria quebrada e eu estarei lá para ver.

Seguíamos pela viela tão glamorosas quanto ate mesmo uma rua principal de uma cidade, percebia que amis a frente se encontrava o outro grupo da missão junto com os homens de terno, lia os sinais dos corpos dos mesmo e pareciam estar tensos. “Espero que não ponham tudo a perder!” Mas ao olhar com mais atenção via que os mesmos estavam sendo seguidos, pode duas crianças, exatamente garotas, minha atenção dobrava poderiam ser meus alvos.

Analisando o rosto das garotas percebia que não era quem eu estava procurando pareciam garotas normais, mas não podia deixa-las continuar a seguir os rapazes poderiam acabar atrapalhando a missão. Com isso em mente apertaria meus passos em direção as garotas como elas estavam sempre a uma distancia do grupo de homens assim que desse usando de minha aceleração seguraria as mesmas pelos braços falando. – Garotinhas a mamãe não ensinou a vocês que é errado ficar seguindo as pessoas?  Daria um sorriso simpático para as mesmas. Caso elas gritassem puxaria ambas para um canto aonde ninguém mais poderia nos ver, e assim que as acamasse olharia de relance para ver se os homens que estavam com Duncan e Garfield já estavam longe. – Aonde vocês moram? Posso levar vocês até em casa! Falaria sorrindo, se fossem nobres que era oque pareciam seria uma boa desculpa para andar mais tranquilamente pelo bairro até mesmo investigar a casa delas. Queria estar o amis longe possível do outro núcleo da missão, não porque não queria ajudar, mas sim que se eu me metesse certamente as coisas sairiam do controle, e precisávamos de mais informações antes de agir.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptyQui 21 Mar 2019, 19:49


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Terrance e Graven eram os seus nomes. Nunca antes havia ouvido falar em nenhum dos dois, então logicamente não eram pessoas tão importantes, só tinham um bom destaque aos meus olhos pelo bom gosto de usarem um terno. Normalmente as pessoas costumam falar seus nomes antes de começarem uma conversa com alguém, por questões básicas de etiqueta, mas não era como se isso fosse mudar alguma coisa sobre as pessoas que eles poderiam ser. Seriam aliados? Inimigos? Não podia descobrir isso, precisavam provar sua lealdade para que eu vos garantisse total confiança. Enquanto ainda me eram conhecidos de corpo e estranhos de alma, não abaixava minha guarda, mantendo meu escudo empunhado, sempre preparado para bloquear algum ataque que poderia vir de qualquer lugar, principalmente nos lugares escuros, que é onde costumam ficar os habitantes das sombras, tolos coitados, hereges. A cada passo dado, memórias quanto à Azura perduravam na minha mente, estava realmente preocupado com o que pudesse estar acontecendo com ela a essas horas, mas bastava alguns segundos lembrando de Lenora que já perdia a preocupação, já que ela poderia proteger o pé ferido da ruiva com suas balas... de borracha.

Durante a caminhada, não pude deixar de perceber o comentário de um dos homens. — Naquela direção vamos encontrar o que você precisa. Já imaginou que terno que você quer? — Eram palavras que penetravam meu coração e me levavam ao êxtase. Um terno, senhor, um terno! Minha perfeição seria complementada com a joia sagrada impetuosa que chamam de terno. Novamente: que tipo de terno seria o ideal? "Sempre gostei muito de gravatas-borboleta." — Pensaria. Em momentos, memórias de Duncan de terno viriam à tona. Meu terno ideal era o terno que ele havia usado em Conomi Island! Mas como eu poderia explicar como era esse terno pros homens ali? Talvez fossem iguais aos de meu amigo Edmund, já que eu havia gostado tanto do dele quanto dos homens. — Uma gravata normal, preta, uma camisa social amarela por baixo, um paletó preto com um brasão do Sol bordado nas costas! Também gostaria de sapatos e calças sociais! — Diria, me empolgando um pouco. Nesse momento, novamente me perderia em pensamentos, nos quais se baseariam em modelos e cores das mais variadas. O paletó precisava mesmo ser preto? Por que não poderia ser amarelo, vermelho, laranja, as cores do fogo do Sol? Os sapatos também precisavam? Em meio de tantas dúvidas, me retificaria. — Na verdade, eu quero tudo amarelo! Com listras laran... amarelo-escu... vermel... preto! Pretas, quero dizer! Seria ótimo! O Sol me adoraria mais do que já agora! Eu seria o guardião perfeito! Quero alguns encrustes de ouro nas costas, nos ombros, no cinto, sim, no cinto! — Continuaria balbuciando coisas para os homens e para mim mesmo, até que ouvisse o próximo comentário.

— Por isso que você foi rejeitado por duas mulheres. Você precisa andar mais confiante. — Cortaria minhas empolgações, era como se ele tivesse dito que meu modo de agir não fosse o suficiente para conquistar os deleites da luxúria. Ora pois, santo arrogante! Quando, ofendido, estivesse próximo de responder, seria interrompido por Duncan. — Mais confiante que esse cara aqui? — Ele colocaria a mão no meu ombro. Nesse momento, empinaria o queixo e desviaria o olhar deles, visto que a resposta fora quase a igual a que eu teria dito. Não esperava menos do eclipse! — Não precisa se preocupar, isso não é um problema. Vocês também devem ter percebido que aquele era um bar de lésbicas. — Ergueria as sobrancelhas e apontaria para Duncan, afirmando com a cabeça e olhando para os homens em seguida. — Verdade. Se não olharam para mim ou meu irmão, não eram mulheres de verdade! Diga à eles, eclipse! — Continuaria afirmando com a cabeça a cada parágrafo dito por Duncan. — Não importa para quem seja, o Sol não mudaria a orientação sexual de alguém, mudaria? Seria injusto! — Meus olhos brilhariam. Um espontâneo e impulsivo "SIM!" sairia de minha boca rapidamente, e logo continuaria. — O Sol é belo, justo e moral! — Faria um sinal de positivo para Duncan e para os homens. Era inacreditável como poderia haver um homem na terra tão sensato quanto meu colega: o mais prudente da situação, dentre todos. — Tenho certeza que quando estivermos bem vestido e em um lugar no qual os homens tenham chances iguais, o grandão aqui vai nos mostrar do que realmente é capaz. Não é Henry? — Abriria os braços, ocupando bastante espaço, com um sorriso no rosto. Era a chave de ouro para todos os seus brilhantíssimos argumentos, muito bem estruturados. Homem mais sábio que Duncan, não havia. — Sou o campeão do Sol e o colírio das mulheres! Veja só, veja só, olhe bem: no dia em que eu abrir uma igreja, mulheres e ternos serão nosso santo graal! Isso é uma promessa. — Meu coração batia mais forte. Sabia que o Sol gostava tanto das mulheres que havia feito quanto eu mesmo gostava, portanto, nada mais justo louva-las.

Logo, o grupo todo estagnava-se, indagando se estávamos todos sendo seguidos. No momento, meu ego estava muito mais presente do que das outras vezes, acabava de ter sido revigorado com uma bela melodia argumentativa de Duncan, portanto, naquele momento, não havia perigo nenhum a mim. Ego alto significa proteção do Sol, é a alma vestindo a aura que o Sol transmite, então, isso significava que estávamos seguros enquanto eu estivesse por perto. Após notar a mão de Duncan na alabarda e as suspeitas de Graven, abriria meus braços, com meu escudo equipado em uma das mãos, e tomaria a dianteira, aos vozeirões. — Apareça, verme! Nenhum perigo existe enquanto eu, o campeão do Sol, estiver presente. Não dê as caras, caso não quiser ser esmagado como o inseto inútil que você é! Hahahah! — Riria alto, ainda me importando com possíveis ataques. Caso um ataque a longa distância viesse a acontecer, e por milagre do Sol eu notasse o projétil, seja com meus olhos ou com minha audição divina, usaria meu escudo para bloqueá-lo, e logo sacaria minha clava, fervoroso para o início de uma possível batalha. Se esse ataque fosse um ataque corpo-a-corpo, ouviria por qual direção o vento do ataque estivesse alto e logo usaria meu escudo não para bloquear a arma, mas sim para acertar com força a mão que segurasse a arma, a fim de quebrá-la, para ter um bom início de combate. Entretanto, se nada acontecesse após vanglórias, apenas abaixaria minha guarda e novamente voltaria a seguir meus companheiros até o ponto indicado, novamente voltando para trás de Duncan e prestando atenção aos meus arredores. — Estamos protegidos, não se preocupem. Mortal nenhum há de injuriar este corpo! — Fecharia meu rosto com uma expressão arrogante.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptySex 22 Mar 2019, 02:29


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Dia ~ tarde

Duncan & Garfield
Sentindo que os homens não eram simplesmente bobos e que a situação não estava simplesmente "fácil demais", Duncan ouvia a resposta de Garfield sobre o terno ideal. O pernas-longa estava tão empolgado que não conseguia se decidir simplesmente. E após um longo monólogo sobre quais os tipos de terno que Garfield queria, Duncan já percebia sinais do tal Terrence tentar separar os dois minimamente. Talvez fosse mais simples se não se apoiassem. Mas com seu pensamento rápido o jovem conseguiu conversar de forma bem natural e Garfield de forma tão natural quanto concordou com ele.

Talvez por isso, ou talvez por outro motivo, mas ambos viram Graven mudando o assunto pouco depois. Falando sobre serem seguidos. Por um breve momento todos poderiam estar tensos, menos o pernas-longa, que gritou com quem quer que estivesse seguindo os dois. Quem quer que tenha sido, ficou para trás, provavelmente por causa do grito, ou por outro, era difícil saber a verdade. O ponto é que puderam seguir calmamente na direção do alfaiate que não demorou a aparecer.

Era uma construção simples e ao mesmo tempo digna de uma loja de ternos, não precisava ser extravagante. Ternos expostos na vitrine e ao entrar viram vários ternos, blazers, calças, sapatos, cada um em seu próprio local, a maioria esmagadora eram ternos escuros, e os coloridos infelizmente não possuíam a cor citada por Garfield. Mas isso não seria nem ao menos visto pelos dois homens, um deles já gritava. - Carlos! - E um homem careca, velho e com óculos grandes aparecia. - Este belíssimo homem aqui precisa de um terno feito sob medida. - Falou se aproximando dos pernas-longa e batendo com os nós dos dedos indicador e do meio no peito dele. - Por que você não vai lá trás tirar as medidas enquanto olhamos um terno para o seu amigo por aqui? - Graven virou-se para Duncan ao mesmo tempo que Carlos concordava com a cabeça e fazia sinal para que Garfield o seguisse. - Aqui não tem nada para um pernas-longa. Mas para você com certeza tem. Tem alguma coisa aqui que te agrada? - O tom dele era bem desinteressado naquilo. Parecia desejar que Duncan simplesmente escolhesse um logo qualquer.


Azura
Azura não podia deixar aquelas duas meninas acabarem com os planos de seus colegas, não só isso, ela poderia usar aquilo para seu próprio ganho. Se aproximando aos poucos das duas, ouviu uma voz conhecida gritando lá longe. — Apareça, verme! Nenhum perigo existe enquanto eu, o campeão do Sol, estiver presente. Não dê as caras, caso não quiser ser esmagado como o inseto inútil que você é! Hahahah! - As duas meninas claramente estremeceram e até pensaram em correr, porém Azura chegou antes e segurou no braço de uma delas. Perguntando sobre o que a mãe das duas haviam ensinado, viu lágrimas enchendo os olhos de cada uma delas. - Mas... mas... mas... - Começou a tentar falar a menina de óculos. - Temos que salvar Justine e Caroline! - Berrou a outra e logo em seguida colocou ambas as mãos em sua boca triste de ter falado o que havia falado. A menina de óculos olhou para a outra descrente de que sua irmã havia aberto a boca e falado tão rápido.

Azura perguntou onde as duas moravam, o desejo dela era simples, levá-las para casa e assim descobrir mais informação. Mas ambas pareciam relutantes quanto a isso. - Quem são Justine e Caroline? - Perguntou Lenora, tentando se aproximar das duas um pouco e assim conseguir o objetivo de Azura aos poucos. Uma olhou para a outra e ambas pareciam debater mentalmente sobre confiar ou não naquelas duas mulheres que acabaram de aparecer em suas vidas. - São amigas nossas. - Falou uma delas. - Elas sumiram! - Falou a outra soltando a informação antes do que a irmã desejava novamente. - E a gente acha que aqueles homens levaram elas. - Falou a primeira tentando justificar que não seguiam pessoas aleatórias só porque desejavam. Mas ao falar aquilo, as duas respiraram fundo, admitiram que estavam seguindo pessoas. Não havia muito ali o que fazer e começaram a mostrar o caminho para a casa delas. Pareciam já aceitar a bronca que levariam de seus pais. Lenora no meio do caminho cochichou para Azura. - Se essas meninas foram sequestradas, elas não podem torturar os presos... - A voz dela não deixava tom de dúvida quanto a isso.

As quatro foram andando em outra direção que Duncan e Garfield andavam, mas não chegaram a sair do bairro mais nobre da cidade. Era uma das últimas casas com certeza, não sendo tão vislumbrante quanto a casa mais ao centro. As duas meninas pareciam apreensivas. - Por favor, não conte aos nossos pais. - Falou uma delas enquanto parava na frente da casa delas. - Nós só queremos ajudar nossas amigas. - Falou a outra já enchendo os olhos de lágrimas de novo.


off:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 3 EmptySex 22 Mar 2019, 23:44


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Não era uma construção tão bela, tão chamativa quanto esperava que fosse. Na verdade, ao meu ver, poderia beirar até a ausência do luxo, como se fosse um mero brechó. Mas claro, não se julga um livro pela capa, e sim pelo seu conteúdo, que por sinal parecia ser de qualidade, embora, infelizmente, eu não pudesse enxergar meu terno ali, o que deveria ser o meu terno, no caso. Dava uma boa passada de olhos na vitrine, na esperança de encontrar algo amarelo, mas aparentemente nem isso tinham. Estava mais para uma loja de vender ternos, e não uma alfaiataria real, e era por isso que minha vontade antes irrefreável de entrar já não se fazia tão sólida. Me sentia pelo menos aliviado de saber que não era uma enganação, que realmente havia uma alfaiataria e que usaríamos nossos ternos, o que para mim já era uma premiação da missão, me fazendo até esquecer dela por um momento.

Ao chegarmos próximos ao alfaiate, descobrimos que seu nome era Carlos. Bom, na verdade, fomos apenas eu e Duncan, já que nossos dois acompanhantes pareciam já conhecê-los, de alguma forma, provavelmente por já terem ido ou até por frequentarem aquela loja. "Por que frequentam a loja, se já têm esses ternos chiques? Eles levam todos que chamam para cá? Se fui chamado pela minha grandeza, então apenas outros grandes foram chamados? Esses homens tem ternos, então foram chamados por outro alguém?" — Pensaria comigo mesmo, pensamento avulso que não atrapalharia minha tomada de decisões, já que eu não sentia tanto perigo naquela situação. — Por que você não vai lá trás tirar as medidas enquanto olhamos um terno para o seu amigo por aqui? — Afirmaria com a cabeça. Estava muito próximo de ter meu terno novo, era maravilhoso pensar em como ele serviria bem em mim. Em leves pulos de felicidade, seguiria por uns instantes o tal do Carlos, até que algo me faria parar.

— Aqui não tem nada para um pernas-longa. Mas para você com certeza tem. Tem alguma coisa aqui que te agrada? — Ouviria, com a minha audição aguçada. Seu tom não era nem um pouco agradável, como se estivesse menosprezando Duncan e o pressionando a escolher qualquer roupa, o que para mim era uma falta de respeito, uma heresia com os semideuses! Pararia a caminhada e voltaria, à passos largos, andando em direção ao homem que o disse. — Sabe, o pernas-longa usa roupas de máxima qualidade, fornecidas apenas pelo gracioso Sol. Se não há roupas para ele, não há roupas de máxima qualidade por aqui. — Diria, em um ar esnobe. — Ofereça à ele o melhor traje que você puder. Estarei observando cada análise e recomendação sua, observarei cada experimento que ele fizer, e no fim, usarei o mesmo terno que ele, mas com um tamanho maior, assim te poupo do trabalho de fazer dois, já que claramente não quer quebrar a cabeça com isso. — Me aproximaria de Duncan e colocaria minha mão esquerda em seu ombro. — E se ainda for muito trabalhoso, pode me dar exatamente o mesmo que o dele. Também sou um alfaiate: dê-me seda e corante, que farei um terno estilizado da melhor maneira. — Bateria no peito e ergueria meu tom de voz. — É uma gentileza que tenham me levado para cá, mas são vocês quem precisam de mim. Eu sou GARFIELD HENRYFORD, campeão do Sol, e sou o melhor no que eu faço.

Dito isso, caso Carlos venha a intervir, me puxando pelo braço ou até insistindo para que eu o acompanhasse, diria: — O motivo inicial de eu não ter ido com vocês para fora do bar foi o motivo de não abandonar meu irmão. Não quero ter um terno que me dê destaque maior ao dele, nem um tratamento diferenciado. Portanto, sequer usarei provadores diferentes. A nós, tratem como se fôssemos um só! — Olharia confiante para todos os presentes, esperando que não me expulsassem da loja, por eu estar certo. Naquele momento, sentiria um ar de hostilidade vindo deles, portanto ficaria atento e usaria minha audição para perceber possíveis tentativas de avanço por parte de qualquer um que fosse vir a aparecer. Estaria com meu escudo equipado, como sempre deixo, pronto para bloquear qualquer tentativa de ataque, seja a distância ou a corpo-a-corpo.

Caso não me expulsassem, e, na verdade, entendessem meu ponto de vista e guiasse a mim e a Duncan ao mesmo provador — talvez não ao mesmo tempo — e nos tratasse melhor dessa vez, ficaria de olho no meu colega, ao mesmo tempo soltando comentários como — Qual a sua cor favorita? Que tal se a gente colocasse uma gravata que combinasse com a camisa por baixo? — Voltando à minha ansiedade inicial, de forma que me livrasse daquela atmosfera pesada na qual estaria inserido momentos atrás. É claro que, posteriormente, eu daria um jeito de personalizar esses ternos com minha própria costura, com certeza gravando o Sol nas minhas costas e o Eclipse nas costas de Duncan. Sim, ficaria perfeito! Seriamos os mais estilosos de todas as terras e mares. Para que Azura não sentisse inveja ou exclusão, mais tarde daria um jeito de colocá-la em um terno com alguma entidade divina. "Onde a Azura se encaixa... será que ela se encaixa? Onde encaixar... — Pensaria.

No entanto, se fôssemos chutados de lá às pressas pelo discurso, sairia com meu colega, e me viraria para gritar: — O Sol há de queimar vocês! Ele é justo, e observa suas injustiças! Se arrependerão no dia do juízo final! — E me viraria para os homens de terno que estivessem nos acompanhando. — Temos que pular a parte do terno, aparentemente. Ou então, vocês podem me pagar seda e corante. Coloquem na conta do Sol, que ele os pagará pela boa ação! — E esperaria que respondessem algo que me agradasse. A todo momento, lembraria da imagem de M-4 e lembraria que ela poderia estar nos observando, nas surdinas dos lugares mais estreitos, então caso alguma discussão mais séria tomasse conta do cenário, ela poderia intervir.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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