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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

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Raizen
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MensagemAssunto: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 14 EmptySab 02 Mar 2019, 22:45

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere e Garfield Henryford. A qual não possui narrador definido.


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Kenshin Himura
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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 14 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 14 EmptySab 14 Dez 2019, 12:05


O êxtase de tudo que tinha acontecido, começava a se dissipar, estava voltando a mim e pronta para continuar com a missão. Olhava para M-4 que estava esperando acabar com o vermillyon, assim perguntava para aonde iriamos naquele momento, aparentemente nenhum dos outros tinham retornado ainda. “Espero que não se metam em mais problemas por causa dessas armas!” Pensava quando M-4 respondia apontando para uma das portas da sala e, seguida ia andando. Uma coisa que me incomodava na sala era a quantidade de portas, o arquiteto que tinha feito aquele quarto deve que tava muito chapado tacou porta e corredor para tudo que e lado.

M-4 abria a porta na qual o Vermillyon tinha apontado e surpresa, mais um corredor, mas esse era bem diferente, tinha quadros por toda parte e a iluminação era bem melhor, a pequena líder seguia rumo ao corredor. Logo então também começava a caminhar para não ficar para trás, no momento que seguia caminho senti uma fisgada em meu pé, fazendo me lembrar do pequeno corte que havia levado, até então não era nada sério mas estava incomodando um pouco.

“Terminando isso, tenho de pedir Lenora para dar uma olhada!” Pensava adentrando no corredor, olhava em minha volta e via oque parece um hall da fama dos filhos da puta, conseguia reconhecer o rosto de muita gente naquelas paredes, o trio de patetas que se achavam os melhores do mundo, e seu pai. Ver eles ali não me trazia sentimentos conflitantes, pensar que já estava dando inicio a caçada e que eles só eram mais alguns nomes na minha gigantesca lista me fazia dar um largo sorriso.

Parava por um segundo na frente do quadro do Kenshin, olhava diretamente nos olhos do mesmo. - Mostrarei ao mundo o lixo que você é! Sussurrava para que somente eu conseguiria ouvir, a final era algo bem pessoal. Em seguida seguia até a foto do Alucard que me fazia lembrar dos únicos momentos bons que tinha naquele lugar, espero que ele esteja bem. “Logo logo vamos nos encontrar!” Pensava assim seguindo meu caminho com M-4.

No final do corredor via um quadro tentando mostrar todo poderio daquela família, via muitos rostos familiares, daqueles que fizeram parte da cruzada do Kenshin ao barco da minha mãe, e outros que nunca tinha visto, única pessoa que não via ali era Alucard, mas não era de se espantar ele nunca fora igual a esses outros. Mas não importava todos naquele quadro estavam jurados de morte, era uma questão de tempo eles entrarem em meu caminho, para que assim eu possa pisar na cabeça deles com força.

M-4 parecia não gostar do rumo que estávamos tomando, assim que ela abria a porta no final do corredor, parecia que havíamos chegado ao fim da linha, mais um quarto a nossa frente. Parecia uma sala de espera de algum consultório, várias outras portas, M-4 e os outros abriam as portas e viam vários consultórios, mas não de médicos, via Lenora olhando alguns utensílios, e claramente eram feitos para tortura. - Parece que achamos o quarto de brinquedo deles! Olhava em volta, era bem nojento tudo aquilo, mas não surpresa a final esse tipo de gente se acham os donos do mundo.

E assim M-4 dava as ordens, já que a garota provavelmente não estaria mais por ali, tínhamos de procurar registros do que estava acontecendo ali. - Mais trabalho chato! Soltava quando começaria a vasculhar gavetas e armários, qualquer coisa que encontrasse analisaria, papéis principalmente, e se encontrasse algo de interessante entregaria para M-4, em seguida continuaria a procurar, não era das melhores rastreadoras, mas começava a procurar coisas atrás de quadros ou estantes, tentaria achar frestas nas paredes para possíveis locais de fuga ou quartos de pânico caso encontrar algo gritaria para que todos viessem ao meu encontro, e como não era a líder da missão esperaria as ordens da M-4 para saber oque faríamos.
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 14 EmptyDom 15 Dez 2019, 05:44


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Noite

Duncan & Garfield
Duncan logo informava M-2 sobre quem não poderiam confiar, apesar de deixar todas as outras em aberto. Não só isso, o revolucionário também já explicava para seu colega como atuaria para simplificar as coisas para o pernas-longa. O real era que era difícil entender o que Garfield faria.

Independente disso, o plano era realmente simples, correriam até eles, pegariam armas no meio do caminho se houvesse alguma e lutariam contra os caras que estavam com as possíveis escravas. Era de se imaginar que no começo da correria Garfield aos poucos iria se distanciando dos outros por possuir pernas avantajadas, mas na verdade o drogado do Duncan que se destacava e acelerava muito mais rápido do que os outros e em pouco tempo já havia cruzado um pedaço de terreno bem maior que os demais.

O pernas-longa contou para M-2 que tipo de arma usava e a pequena demonstrara que poderia deixar com ela aquilo. E Garfield ouviu duas coisas basicamente ao mesmo tempo. Ela se abaixando para pegar uma clava e o grito de seu colega que estava a frente, Duncan berrava algo sobre querer receber um pagamento. Depois viu o companheiro gritando para os homens que lutaria contra. Entre isso tudo o próprio pernas-longa acabava gritando algo que não ajudava em nada a situação.

E com isso tudo, algo óbvio acabou acontecendo. Melissa ao ouvir tudo aquilo acabou se virando e quase como que por pura reação apontou para os dois que corriam. Todos os homens ali, com exceção de dois, acabaram por virar já preparados para a batalha, outros pareciam até mesmo surgir do além, na verdade estes voltaram ao ouvir o que quer que Melissa havia dito, talvez algum tipo de sinal deles. Eles provavelmente estavam indo na frente para uma proteção mais forte. Com isso Duncan e Garfield viam que existiam pelo menos quatro homens ali contra eles, além de Melissa e outros dois que guiavam o resto das meninas. Pelo modo que estavam andando ficava claro para todos ali que só Melissa era do lado dos Vermillyon.

Para a sorte de Dellumiere, pouco antes de chegar a área onde os homens estavam viu uma lança no chão e a pegou. Garfield sentia a clava tocando nele e a pegava com sua boa mão. Os dois estavam armados e era uma luta de quatro contra três e isso para depois salvarem as meninas. A sorte não estava do lado deles.

Qualquer possibilidade de surpresa já não existia ali e por isso a estocada que Duncan havia planejado acabava por falhar por pouco, chegando a cortar o peito do homem que esquivou. Já Garfield acertava em cheio o golpe no queixo em um dos homens, este caíra no chão meio bambo. Foi quando um outro homem, o terceiro ali daquele grupo acertava o pernas-longa com um bastão. O golpe era lateral e acertava o braço esquerdo do pernas-longa o empurrando um pouco para o lado com o impacto, porém mais importante que isso, parecia que seus sentidos para dor haviam voltado. Lembrava até mais um pouco da luta totalmente injusta que estava tendo pelado contra o Vermillyon que possuía espadas. Seu corpo basicamente não fora tratado e estava ali lutando de novo, o único motivo para isso ser possível era porque é um fórum baseado em mangá shonen por ser o grande escolhido do deus sol.

Apesar do seu primeiro golpe não ter sido como queria, Duncan conseguia em seguida bloquear o golpe da espada de seu adversário e assim acabou realizando o combo que desejava, acertando não só a face do adversário como realizando uma estocada que acabava por pelo menos tirar aquele homem do combate próximo. Neste momento o quarto homem atacara Duncan, que por puro reflexo conseguira também bloquear este golpe, este adversário também usava uma espada, só que desta vez algo infeliz acabava acontecendo com Dellumiere. A sua lança simplesmente partia com aquela espada. Aquela lança era infinitamente inferior a sua própria lança e assim se vira novamente desarmado contra aquele novo inimigo, o que não fora realmente um problema já que M-2 entrara na luta chutando o homem na barriga, empurrando-o alguns metros para trás.

Garfield sentiu algo parecido com o que Duncan sentiu, pois ao acertar seu segundo inimigo viu sua clava literalmente quebrando no impacto com seu adversário, deixando o adversário um pouco tonto, mas sua clava totalmente inutilizável. Sem suas armas e com três adversários ainda, aos poucos os revolucionários começaram a se verem pressionados. Era um três contra três sendo que não possuíam armas. E apesar da luta ser boa, com ambos realizando os movimentos que conseguiam naquela situação, quando a luta acabou, se viram no chão igual seus adversários.

Garfield se via no chão por causa mais dos cortes em seu corpo que cobravam descanso mas não tiveram. Enquanto Duncan não sabia nem mesmo a causa de estar no chão, ainda não sentia nada, mas seu corpo não o obedecia. E com aquilo tudo daquele jeito, viam mais e mais marinheiros chegando e a situação era basicamente dada como perdida. - Acho que teremos que resgatar aquelas jovens depois. - Ouviu M-2 falando.

Ferimentos escreveu:
Garfield - após tratamento completo de todos os cortes que tiver pelo corpo serão 5 posts sentido o corpo mais fraco - como o escolhido do sol se sente fraco só deus sabe literalmente

Duncan - após tratamento completo ficará com dores pelo corpo, principalmente na região da cabeça, por 6 posts para o resto do corpo e 8 para a cabeça - esta ultima pode ir descendo, como se a dor de cabeça fosse passando aos poucos.


Azura
Azura poderia imaginar que acabaria encontrando os outros escravos, mas acabou que o homem, mesmo sofrendo tortura acabou por enganar todos ali e assim ela e seus companheiros estavam em uma sala médica estranha.

As novas ordens eram simples, revistar o local e achar qualquer tipo de informação que pudesse ser útil, ou seja, tudo que Azura não gostava de fazer. Porém a jovem não ignoraria as ordens e por isso começou a procurar por qualquer tipo de pista que poderia existir por ali sobre alguma coisa relacionada aos escravos.a

Meio desinteressada com aquilo tudo, Azura começou a mexer em tudo que havia por ali até que acabou por encontrar uma caixa. Ao abrir a caixa a revolucionária notou algo diferente de qualquer outro instrumento de tortura que havia por ali, haviam simples anéis dentro daquela caixa. Para ser mais exato, existiam sete anéis dentro daquela caixa. Seis seguiam um padrão, e um sétimo estava fora do padrão mas fora colocado no lugar do provável anel original. O anel fora do padrão possuía asas e era laranja no meio. Enquanto isso, os outros seis anéis seguiam o mesmo padrão de possuir algum tipo de símbolo no meio o anel escrito vongola, o principal é o faltante. Notava que os símbolos possuíam a mesma temática, uma gota, nuvens, o sol e assim indo. Só que qualquer coisa que ela pudesse estar pensando disso acabou sendo cortada quando todos ouviram a voz de Lenora.

- Gente, achei algo importante. - Falou ela e então já continuou a falar. - Parece algo como um diário... - Ela colocou a mão na boca para impedir ela de ler em voz alta o que quer que ela houvesse lido, e então falou um pedaço em voz mais alta. - ... se tudo der certo a próxima leva para Nirvana será um sucesso. - E a primeira a comentar foi M-4. - Nirvana é uma ilha da Grand Line. - Ao ouvir isso Lenora continuou lendo em segredo e acabou resumindo a informação. - Então eles vendiam os escravos para Nirvana. - Informou. - Será que os que fugiram agora estão a caminho de lá? - Indagou, demonstrando que este tipo de informação não estava por ali e a primeira a comentar qualquer coisa foi M-3 desta vez. - Duvido, Nirvana não é uma ilha tão fácil de um barco chegar. Ela é uma das últimas ilhas da Grand Line. - M-4 parecia concordar com a cabeça. - Vamos continuar procurando, talvez encontremos qual ilha é a intermediária. - Falou.

Porém, infelizmente, mesmo depois de procurarem mais, não acharam nada. Ficando assim uma simples ordem de cascar fora daquele local antes que perdessem mais tempo de forma inútil. Quando saíram pelo portão principal, Azura não só via seus subordinados, que já estavam meio mortos, como também via Duncan, Garfield e M-2 no chão. Mais e mais marinheiros pareciam chegar, só precisavam correr, era óbvio que era impossível vencer qualquer tipo de luta ali.


off:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 14 EmptyQua 18 Dez 2019, 00:46


Ah, grandão!” Pensava desacreditado após as palavras de Garfield, enquanto via a loira apontar em nossa direção.  Não era culpa dele, sabia que havia feito o que achava certo e confesso que em outra situação acharia aquilo hilário. Naquele momento, entretanto, aquele mal planejamento custava o que poderia ser a nossa ultima chance de resgatar aquelas pessoas das mãos dos Vermyllion. Por breves instantes, olhando para cada uma das pessoas ali, conseguia perceber que a tal Melissa era de fato a única inimiga dentre aquelas mulheres. Me lembrando da imagem de Joana e de como havia sentido pena da pobre garota, saber disso servia para acalmar um pouco o meu coração.

Naquele momento, entretanto, não tinha mais tempo para nada disso. Graças ao sinal de Melissa diversos homens vinham em nossa direção prontos para lutar e eu sabia bem que naquele momento nenhuma atuação que eu fizesse seria capaz de me salvar. O alívio gerado por ter finalmente encontrado uma lança momentos atrás não era o suficiente para me manter na zona de conforto naquele momento, sendo a desvantagem numérica a minha maior preocupação em meio a todo aquele caos.

A urgência da situação fazia com que fossem necessários apenas golpes definitivos naquela luta. Após errar meu primeiro golpe, via Garfield derrubar o primeiro dos adversários e logo me enchia de determinação para voltar ao combate. Em um combo bem executado, mandava o segundo dos adversários ao chão. Infelizmente, entretanto, bloquear o ataque da espada do terceiro adversário fazia com que minha lança se quebrasse e com que eu ficasse normalmente desarmado “Mas que...” Com o desagrado evidente em minha face eu mal tinha tempo de praguejar pela perda da arma antes de ver M-2 acertar o terceiro inimigo.

- Nada mal baixinha! - Elogiava minha companheira em meio a toda aquela luta frenética. Aquilo na verdade era mais uma forma de tentar me por pra frente do que para incentivar M-2 em si, ver a perda de minha arma e agora também da arma de Garfield tornava a situação cada vez mais desanimadora - Senhores, não vamos parar antes de derrubar mais alguns! - Naquele momento ver o modo como estávamos sendo pressionados estranhamente me tirava um sorriso, talvez já estivesse enlouquecendo com toda aquela situação, isso sem contar com o efeito das drogas. Fato é que a luta continuava e, por sorte ou não, a morfina fazia com que eu não sentisse a dor dos golpes que ia recebendo. Aos poucos, era quase como se eu começasse a lutar em modo automático contra todas aquelas pessoas, algo realmente poético.

Fato é que nem só de poesia vive a revolução, e antes que eu pudesse perceber já estava caído no chão. Um sorriso surgia em meu rosto, aqueles homens eram idiotas se pensavam que iam me parar com golpes tão fracos assim. Para a minha infelicidade, a dura realidade mostrava que o idiota ali era eu, drogado demais para perceber que meus membros já não tinham força o suficiente para responder aos meus comandos - Merda... - Dizia frustrado enquanto tentava esticar meu braço na última direção em que havia visto Melissa fugir com aquelas pessoas. No fim, terminava socando o chão como forma de tentar extravasar toda a raiva, mas não tinha muito sucesso nisso.

As palavras de M-2, por mais que me causassem desconforto, eram também suficientes para me fazer pensar mesmo em meio a toda aquela frustração. Sim, resgataríamos aquelas pessoas outro dia, eu não descansaria até que isso acontecesse. Para isso, entretanto, tínhamos que sobreviver aquela luta de alguma forma. Minha maior esperança era ganhar tempo o suficiente para que algum companheiro nos resgatasse ou para que ao menos a marinha chegasse a intervir ali. Diferente daqueles diretamente na folha de pagamentos dos Vermyllion, os marinheiros faziam prisioneiros e isso já era melhor do que morrer naquele lugar. Um breve sorriso surgia em meu rosto ao pensar na minha próxima ação.

Vendo a aproximação de cada vez mais adversários eu levava minha mão direita para dentro do casaco de meu terno, pouco antes de começar a gritar - Para trás, todos vocês! - Bradava de modo ameaçador, exibindo em meu rosto o sorriso mais sinistro que possuía - EU NÃO VOU SER DERROTADO ASSIM! SE FOR PARA PERDER, VOU EXPLODIR ESSA MERDA TODA E LEVAR TODOS VOCÊS PARA O INFERNO COMIGO! VOU MANDAR ESSA MANSÃO INTEIRO PRO CARALHO! - Gritar tanto em toda aquela situação talez exigisse de meus órgãos internos um pouco mais do que eles estavam dispostos a ceder, mas por sorte a morfina não me deixava sentir esta cobrança.

A ameaça era clara, havia uma bomba, ou talvez até mais de uma bem embaixo de meu paletó. Eu bradava isso aos sete ventos para que todos pudessem escutar e ao menos hesitar de se aproximar de um homem que não tinha mais nada a perder - Vocês são medrosos e patéticos, todos vocês. Nem chegam aos meus pés. Eu sou DUNCAN, o Eclipse que irá ofuscar o brilho do bem! - Isto soou bem? Espero que a morfina não esteja afetando o meu julgamento e a minha escolha de palavras - EU MANIPULEI CADA PEÇA PARA CAUSAR A RUÍNA DESTA FAMÍLIA DE DESGRAÇADOS, E AGORA EU MARCAREI MEU NOME NA HISTÓRIA PARA SEMPRE! - As risadas psicóticas voltavam, realmente esperava que eles comprassem a ideia do louco sem nada a perder, nem que fosse por alguns instantes.

Torcia para que todos escutassem naquele campo de batalha. Quanto mais pessoas com medo, mais chances de alguém intervir e impedir que os inimigos se aproximassem mais. Fato é que agora tudo o que eu poderia fazer seria continuar gargalhando, esperando que algum milagre acontecesse já que infelizmente eu não conseguia fazer nada além de alguns movimentos simples com os braços. Naquele momento até mesmo a minha fúria animalesca estava adormecida por causa das drogas e das diversas lesões, as alternativas de escapatória eram realmente escassas. Nos instantes seguintes a morfina assumiria novamente o controle de meu corpo, dificilmente eu conseguiria perceber o meu resgate, prisão ou morte.

Acordava em um outro lugar, não sabia onde e muito menos quando, mas sabia que estava acordado. Por um breve momento suspirava aliviado por ainda estar vivo, isso pouco antes de todo o meu corpo e principalmente minha cabeça serem tomados por dores agoniantes. Não haviam dúvidas de que o efeito da morfina havia passado. Olhava em volta tentando reconhecer o lugar onde estava, mesmo sabendo que provavelmente não teria sucesso nisso. Aquela altura, esperava ao menos poder notar algo que me chamasse a atenção ou pudesse indicar minha localização em sabe-se lá onde eu estou, além do horário. Caso encontrasse alguém, simplesmente diria - Queria que essa dor de cabeça fosse do porre da noite passada. Por quanto tempo eu dormi? - Mencionar a noite passada, infelizmente, fazia com que alguns flashbacks me viessem à cabeça.

Me lembrava, naquele momento, do belo rosto de Joana. As palavras da garota que só queria reencontrar-se com seus pais serviam como gatilho para fazer com que eu me desligasse do resto do mundo enquanto olhava reflexivo para o teto do local. Via agora o momento em que havia posto os olhos nela pela última vez, quando a maldita Melissa a estava levando para sabe-se lá aonde. Naquele momento a frustração tomava conta de meu coração junto a uma incômoda sensação de fracasso. Meus punhos, instintivamente, eram cerrados enquanto eu levava meu braço direito para frente dos olhos, visando tapar a luz que os alcançava e também ocultar o meu olhar frustrado de quem pudesse estar vendo aquela cena.

Não havia conseguido salvá-la, por mais que estivesse determinado a fazê-lo. Havia falhado com ela assim como havia falhado com Garfield e, por minha causa, sabe-se lá os destinos que ambos tiveram. Ao menos podia esperar que o pernas longas ainda estivesse vivo, já que eu mesmo estava, mas sentia um arrepio percorrer meu corpo só de imaginar o que poderia estar acontecendo naquele momento com Joana e também com Kátia, a outra garota com quem Melissa havia escapado.

Respirava fundo e erguia meu punho para os céus. Naquele momento, jurava para mim mesmo que eu salvaria aquelas garotas. Com isso, alguma determinação voltava a surgir em meu coração, tomando parte do espaço que antes era ocupado unicamente pelo remorso. Tentava me levantar da cama e logo sentia que as dores seriam minhas piores inimigas naquela recuperação, mas sabia que ocupar minha mente com algo seria mais útil do que ficar ali me lamentando. Talvez pudesse até mesmo aprender algo novo que se provasse útil mais pra frente.

Aprendizado Astronomia

Em meu corpo via diversas atadura e curativos, por breves instantes dava graças aos céus por ter uma médica tão competente quanto Lenora em nosso grupo. Fazendo esforço para resistir às dores, me punha de pé e ia até a janela. O céu noturno era belo e estrelado, e aquilo me despertava uma ideia. Lembrava-me nostalgicamente de noites em que passava observando as estrelas junto de minha mãe, e com essa lembrança vinha o desejo de aprender um pouco mais sobre elas. Eu sei, não é um desejo muito fundamentado, mas pensar nas estrelas me fazia perceber que conseguir me orientar através delas provavelmente poderia ser útil em algum momento, e era exatamente o tipo de aprendizado que eu precisava para ocupar minha mente durante a recuperação.

Procuraria então por alguém que pudesse me ensinar sobre astronomia. Caminhava pela casa me apoiando nas paredes como um modo de me sustentar de pé mesmo em meio a todos aqueles ferimentos. Quando encontrasse uma pessoa, questionaria - Você sabe quem pode me ensinar um pouco sobre as estrelas? Preciso tirar a cabeça da dor excruciante - Sendo apontada a direção de um mestre, iria até o local indicado e cumprimentaria qualquer amigo que visse no caminho. Chegando até meu tutor, me apresentaria (ainda sem falar meu sobrenome) e então pediria para que este guiasse meu aprendizado. Me colocaria então a disposição de quem fosse me ensinar, seguiria suas ordens e ouviria atentamente a seus ensinamentos e instruções. Esperava que ao fim de tudo aquilo adquirisse um novo conhecimento que poderia ser bem útil e com isso, quem sabe, ainda matar algum tempo da recuperação

Fim do Aprendizado

Agora eu simplesmente olhava pela janela admirando as estrelas que haviam sido o foco de meu aprendizado naquela noite. Com a brisa noturna que tocava meu rosto, me lembrava de tudo o que havia acontecido naquele dia e de todos os questionamentos que possuía. Percebia por fim que não poderia simplesmente preencher meu tempo com aprendizados como o de astronomia, precisava agora aprender um pouco sobre mim mesmo, responder a alguns questionamentos que haviam surgido em minha mente e também conhecer mais sobre meus companheiros. Suspirava, sabia que teria um dia e tanto pela frente.

Historico:
 

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 14 EmptyQua 18 Dez 2019, 18:37


As ordens eram simples, nos separar e procurar pistas dentro dos cômodos, começava a olhar gavetas papeis, mas nada, absolutamente nada de útil estava ali, além de sermos enganadas estávamos perdendo nosso tempo ali. - Podíamos tá surrando marinheiros la fora! Soltava quando me direcionava a uma caixa que estava mais afastada no comodo, no que parecia ser uma estante. Logo pegava a caixa esperava encontrar papéis importantes ou até mesmo os brinquedos de tortura daqueles idiotas, assim que abria sentia um frio subindo pela minha espinha.

Meu corpo paralisava por completo não acreditava naquilo que estava vendo, na minha frente estava os sete anéis da antiga tripulação de minha mãe, incluindo o anel da mesma o anel vermelho com o símbolo de raio no meio. “Não acredito, como isso pode estar aqui? Era para estarem no fundo do mar a essa altura!” Pensava quando olhava para os anéis e do nada me via novamente pequena no convés do navio.

Inicio de flashback



Era como se eu sentisse a maresia novamente, o balançar do navio, começava a andar ao longo dele, via diversas companheiras de minha mãe andando pelo navio, incluindo as comandantes do navio utilizando os mesmos anéis que tinha encontrado na caixa. Via uma delas vindo em minha direção rapidamente reconhecia a mesma, era Mirian a “cavaleira do sol” em sua mão direita podia se ver o anel amarelo que estava na caixa, a mesma sorria ao se aproximar de mim falando. - Azura você está deixando sua mãe doida, ela está te procurando por todo navio! Ela dava uma pausa colocando a mão em minha cabeça bagunçando meus cabelos, aquilo era completamente reconfortante. - Venha vou te levar até ela, mas sem gracinhas dessa vez! Assim a mesma começava a me guiar pelo navio, todos aqueles rostos familiares era como se eu finalmente tivesse voltado para casa.

Logo descendo as escadas daquele grande navio, andávamos por um longo corredor que levava ao quarto principal aonde estaria a capitã do navio. Sem mais delongas adentrávamos nos aposentos da capitã e sem que eu pudesse evitar via minha mãe pulando em cima de mim dando um soco em minha cabeça de cima para baixo a dor era intensa. - Garota fugindo de suas obrigações novamente!? Escutava a voz calorosa de minha mãe. - É assim que você quer ser uma grande pirata algum dia? A represália era forte naquele momento mas não ligava estava escutando a voz de minha mãe novamente. - Calma Eleanor, ela ainda e uma criança! Ela vai aprender a ter responsabilidades no momento cero! A voz vinha do fundo da sala, uma voz calma e acolhedora, era Minerva a capitã do barco uma linda mulher de cabelos negros como a noite e longos.

- Você mima muito ela, assim ela nunca será a líder das Niji! Minha mãe parecia estar bastante furiosa, não conseguia me recordar oque estava fazendo para deixá-la assim. Minerva se aproximava de mim podia ver em sua mão direita o anel de cor alaranjada com as duas asas do lado, a mesma agachava perto falando. - Você ainda e uma pequenina flor, um dia vai entender porque sua mãe é tão dura com você! Ela olhava dando um sorriso confortante para mim logo beijando minha bochecha esquerda. - Acho que você não sabe oque é ser a líder das Niji, somos as guerreiras da liberdade, as protetoras dela, e a portadora do anel do Céu e sua lider! Ela mostrava o anel para mim que tinha um tom alaranjado forte com as duas asas. - Essas asas significam a liberdade e que eu devo morrer tentando preservá-la, um dia esse anel será seu, e você vai levar o legado das Niji com a sua geração de amazonas! Naquele momento tudo ficava preto minha mãe e Minerva desapareciam em minha frente.

Por um segundo me via novamente parada naquele dia de chuva, no qual nosso navio fora encurralado pela marinha estava paralisada, não conseguia andar e nem mesmo falar apenas escutar os gritos das companheiras de minha mãe morrendo e, por fim, voltava ao cômodo aonde estava escondida tendo a vista do homem que tinha causado toda aquela dor.

Fim do flashback

- Para!!!! Gritava nervosa deixando cair a caixa com os anéis, minhas mãos tremendo, oque poderia ter sido aquilo? Um sonho? Uma ilusão? Não sabia estava totalmente nervosa com tudo que tinha visto. Não sabia quanto tempo tinha passado, poderia ter passado segundos minutos horas, minha boca parecia que tinha colocado um balde de areia estava extremamente seca, naquele momento pegava minha garrafa de vinho e dava altos goles no que restava dela assim jogando a garrafa para longe.

Minha respiração estava ofegante, mas graças a minha bebida começava a me acalmar novamente, conseguia voltar a mim mesma, não sabia se alguém tinha escutado ou visto oque acabara de acontecer. Me agacha para pegar os anéis e os guardar. “Quem tenha roubado isso vai sofrer em minha mão” Pensava enquanto escutava a voz de Lenora nos alertando que tinha encontrado algo de importante, a mesma tinha encontrado dados sobre a venda de escravos, indo para uma ilha chamada nirvana, nunca tinha escutado um lugar com esse nome, logo M-3 e M-4 informavam a posição de tal lugar e que provavelmente teria uma ilha que serviria como ponto de apoio para o tal navio que estaria levando os escravos.

Assim o grupo retomava as buscas de encontrar mais alguma pista, naquele momento já não estava muito com cabeça para aquela perda de tempo, pensava quem poderia ser a pessoa que tinha pego os anéis do bando da minha mãe e se o mesmo estava vivo, já que Garfild parecia ter enfrentado alguém naquele lugar. O pensamento era cortado quando M-4 percebia que não encontraria mais nada ali, logo então seguíamos rumo a saída da casa.

“Assim que me vingar da pessoa que tenha roubado esses anéis revitalizarei a Niji, mostrando que todos merecem a liberdade!” Pensava caminhando junto com o grupo para fora do prédio, quando me deparava com um cenário de guerra via os revolucionários que foram designados a mim, caídos no chão, não sentia tanto remorso, havia acabado de conhecê-los, e morreram em prol da revolução.  “Agora podem descansar guerreiros!” Pensava quando via os corpos de Duncan, Garfild, e M-2 no chão, não fazia ideia do que tinha acabado de acontecer ali, não havia muito tempo que estávamos juntos. - Droga, oque esses idiotas tentaram fazer!? Falava enquanto correria na direção do mesmo, olhava a minha volta e percebia que reforços da marinha estavam para chegar, eram muitas pessoas e muitos feridos, minha vontade era de lutar contra eles para que todos pudesse fugir, mas não era uma situação propensa para isso.

- M-4 Pegue sua irmã, alguém pega o grandalhão eu cuido do almofadinha, temos que sair daqui o mais rápido possível! Gritaria para todos que estivessem ali, assim tentaria pegar Duncan pelo braço e apoiá-lo em meu ombro para que eu pudesse carregá-lo, tentaria usar toda minha força, e assim com eles em meus braços e com todos assegurados para fugir começaria a correr, ignorando completamente a dor da pequena ferida em meu pé. Correria em direção do local mais próximo ou o barco da onde tinha saído os reforços revolucionários ou o bar da Guim, pelo que me lembrava de mais cedo não era um lugar que a marinha costumava ir. Tentaria correr despistando a marinha indo pelas vielas nunca em linha reta para confundi-los.

Assim que tivesse em um dos dois lugares seguro tentaria colocar Duncan em algum lugar encostado para que ele pudesse levar os tratamentos adequados, em seguida sairia de perto, precisava distrair a mente de tudo que tinha visto agora a pouco. Me sentava no canto mais distante do local, retirando o anel laranja e o anel vermelho da caixa olhando ambos. - Mostrarei a vocês duas que estou pronta para proteger a liberdade, e encontrarei pessoas a altura para serem meus guardiões, principalmente o da tempestade! Colocava o anel laranja em meu dedo anelar direito e ficaria olhando até que M-4 me chamasse e assim que chamasse iria até a mesma.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 14 EmptyQua 18 Dez 2019, 19:56


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Acertava o queixo do primeiro com força e o via cair, o que para mim era completamente satisfatório, me dando ares de vitória antes mesmo de ver os demais caindo. Dois deles, além deste, eram praticamente anulados da batalha — um por ter tido a clava quebrada em sua cabeça, fato infortúnio porém válido, e outro por ter sofrido do combo do Eclipse. Entretanto, estávamos cada vez mais encurralados e perdendo em quantidade numérica. O que ainda não entrava na minha cabeça era como a loira percebia que eu não era um nobre, afinal, a minha atuação havia sido perfeita, eu estava inconfundível com um nobre de verdade.

Um tempo passava, e eu não conseguia mais me pôr em pé, por causa dos ferimentos. Meu corpo estava fraco, e por alguma razão meus membros não respondiam à movimentos. Talvez fosse porque o Sol não quisesse que nós resgatássemos aqueles reféns, talvez fossem pecadores, ou talvez fossem tão escuros quanto aqueles que nos atingiam. — Minha... bênção... ugh... — Diria, ao entender que estava fraco pela falta de bênção que o Sol me trazia. Com os braços no chão e de joelhos bambos, além de um dos olhos fechados, forçava minha vista para tentar enxergar o que havia no cenário, e logo via Duncan sorrindo por alguma razão. — Irmão...? — Dizia, vendo ele colocar uma das mãos para dentro do terno.

— Para trás, todos vocês! — Ouvia, sem muitos esforços. Eram ameaças vazias ao meu ver, mas logo se esclareciam. —  EU NÃO VOU SER DERROTADO ASSIM! SE FOR PARA PERDER, VOU EXPLODIR ESSA MERDA TODA E LEVAR TODOS VOCÊS PARA O INFERNO COMIGO! VOU MANDAR ESSA MANSÃO INTEIRO PRO CARALHO! — Me assustava logo em seguida, ao ver o comportamento excêntrico do homem, que normalmente lidava de forma calma com as situações. Entendia então que ele teria uma suposta bomba dentro de seu terno, e sorria também. — SIM! DETONE-OS! FAÇA COM QUE CONHEÇAM O CALOR DE GARFIELD HENRYFORD, O CAMPEÃO DO SOL, E DUNCAN EDMUND, O ECLIPSE! — Gritaria, com as minhas últimas forças. Não acreditava que eu seria explodido, apenas que as demais pessoas seriam, pois o fogo é quem constitui o Sol, e portanto, ele não pode ferir seu campeão.

— Vocês são medrosos e patéticos, todos vocês. Nem chegam aos meus pés. Eu sou DUNCAN, o Eclipse que irá ofuscar o brilho do bem! — Já não conseguia mais responder, e uma sensação de sono tomava meu corpo quase que por completo, caía com o tronco no chão, mas ainda tinha a audácia de erguer o pescoço para continuar assistindo ao espetáculo, orgulhoso. — EU MANIPULEI CADA PEÇA PARA CAUSAR A RUÍNA DESTA FAMÍLIA DE DESGRAÇADOS, E AGORA EU MARCAREI MEU NOME NA HISTÓRIA PARA SEMPRE! — Ouvia, ainda não entendendo muito o que a família dele tinha a ver com a situação. Para qualquer indivíduo que ousasse chegar perto de mim, enquanto eu estivesse no chão, seguraria seu membro mais próximo com força e tentaria puxar ele para mim, mordendo esse membro com as forças que me restariam.

Via Duncan rindo psicoticamente, e me preocupava um pouco com sua saúde mental. Minha vista ficava cada vez mais turva e as bordas de seu alcance ficavam escuras. Conseguia enxergar e ouvir meus batimentos cardíacos, porque a cada vez que um era aplicado, minha vista ficava mais clara. Com aqueles poucos segundos que me restavam, virava de costas e via Azura dialogando com M-4. — M-4 Pegue sua irmã, alguém pega o grandalhão eu cuido do almofadinha, temos que sair daqui o mais rápido possível! — Sorria, olhando para o céu e vendo somente a lua, brilhando nos céus e impedindo que fossem completamente escurecidos. — Veio me salvar... não é mesmo... — Dizia, ainda olhando para a Lua. —... Lua? — No fim, não via realmente quem veio a me resgatar. Meus batimentos cardíacos desaceleravam, e logo mais eu via completa penumbra. Conseguia ouvir apenas o som dos meus batimentos lentos, e os sons da guerra, do choro, do sangue jorrado, dos brandos de ira que vinham temperados de medos e incertezas. Ó, humanos, tão emotivos.

Enxergava uma luz. Dentro dessa luz, um homem vestido de branco me estendia a mão. Eu logo a segurava, e ele me puxava para o ápice da clareza. Nesse momento, acordava, e me encontrava em meio de um local que por ora não conseguia identificar, só conseguia ponderar sobre o objeto mais próximo de mim ser uma janela. Com certo esforço, erguia meu tronco o suficiente para me apoiar em uma superfície vertical sólida, para que assim pudesse olhar para a janela com clareza. Ali estariam a Lua e as suas estrelas. — O brilho maior e pequenos brilhos. — Diria, percebendo então minha voz rouca por conta dos gritos anteriores. — Uma grande líder, não é mesmo? — Sorriria brevemente, com uma expressão de alívio tanto por estar vivo quanto por estar de frente ao célebre monumento celestial. — O Sol é mesmo misericordioso. — Diria, logo depois lembrando de Duncan. O que havia acontecido com o Eclipse? E quanto a Azura, ela conseguiu resgatar quantas pessoas? O que havia acontecido depois da grande penumbra? Eram muitas questões a serem pensadas em poucos momentos, e minha cabeça precisava descansar.

Me levantaria de onde quer que eu estivesse, olharia ao redor e perceberia a presença de Duncan. — Oh, aí está. — Diria quase que sussurrando. Me apoiaria na janela e observaria o encantador brilho da Lua. — Onde você acha que Azura pode estar? — Diria à Duncan, sem olhar para o seu rosto e sem esperar por uma resposta. Ali então ficaria apreciando a Lua, até que alguém que parasse e solicitasse que eu voltasse a deitar.
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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 14 EmptySeg 23 Dez 2019, 03:14


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Noite

Duncan & Garfield
Derrotados, porém não vencidos, ou o contrário, tanto faz na real, fez com que Duncan pensasse em um plano no mínimo maluco e no máximo super divertido para quem sabia que não era possível aquilo tudo que ele falava. Gritos de se explodir ecoaram e Garfield entrou na brincadeira, o que tornou tudo ainda mais verossímil. Este segundo por sua vez não entendia porque o grande poderoso Deus Sol havia parado de dar auxílio, talvez a força de tal entidade diminuía mais do que imaginava a noite e assim a benção enfraquecera tanto que Garfield não conseguia mais se mexer. Era difícil determinar, porém, era fato que os gritos malucos surtiam efeito, talvez uma última benção era aplicada naquele lugar.


Azura
Aqueles anéis pesavam na mente de Azura que relembrava seu passado com incrível intensidade. Pensar naquilo a irritava e parecia que tudo ali era uma mera perda de tempo. Para sua felicidade, acabou que M-4 parecia até concordar com o ponto dela, pois após arranjarem só algumas informações partiam daquele lugar antes que fosse tarde demais.


Todos
E foi com os anéis em sua mente que Azura entrava nesse cenário maluco, onde diversos marinheiros pareciam correr do ponto em que Duncan e Garfield estavam, tudo isso porque seus amigos falavam que iam se explodir por completo caso alguém se aproximasse. Via também seus subordinados meio mortos, e simplesmente desistia deles falando que seus sacrifícios foram incríveis, uma decisão meio acalorada, ou esperta, pois com certeza Duncan, Garfield e M-2 seriam mais perseguidos do que os outros.

Assim, ao se aproximar de seus aliados uma fuga pouquíssimo frenética começara, onde a marinha não se esforçou tanto assim por causa do medo de bombas, como ao mesmo tempo ainda precisavam lidar com toda aquela situação absurda que existia na mansão. Com isso, a fuga foi bem tranquila e os revolucionários conseguiram se distanciar bastante daquele local, voltando para a base revolucionária que possuíam.


Azura e Garfield
Já na base, Duncan estava completamente desmaiado e começava a ser tratado, Garfield também recebia tratamentos, já Azura simplesmente se afastava para pensar no que havia acontecido e refletir sobre aqueles anéis que havia conseguido.

Essa situação se manteve por um tempo, até que Azura recebeu um chamado de M-4, a jovem revolucionária se levantou e partiu na direção mandada, que fora a própria enfermaria. M-4 estava do lado de Garfield que já estava acordado, enquanto isso Duncan estava dormindo após o tratamento. - Aqui está seu pagamento pela missão. - Falou a jovem dando dinheiro para Azura, não era muito, quase nada em quantidade, porém era o primeiro pagamento que recebia por possuir um cargo acima do básico, o que tornava-o um pouco maior do que realmente era. - Já você grandão, agora pode ser promovido também, mas vamos tratar disso mais tarde. Só queria agradecer pelos esforços de ambos e comentar sobre a situação. - Ela dava uma pausa. - Apesar de termos feito muitas coisas boas hoje, como uma equipe, como um grupo revolucionário, nós perdemos muito. MUITO. - Ela repetiu a palavra dando um enfase bem maior do que o comum, qualquer um, com exceção de Duncan, acordaria com aquilo sendo dito. - Vários de nossos soldados foram presos, incluindo o grupo inteiro que você liderava. - Falou com Azura em específico nessa parte. - Como diversas armas foram apreendidas. - Ela dava uma pausa. - Eu queria partir para a Grand Line atrás das meninas desaparecidas, mas não tem como fazermos isso com a nossa força atual. Então eu quero saber de vocês primeiro. O que devemos fazer? Tentar roubar armas para nos armarmos de novo? Tentar resgatar os prisioneiros? - A jovem parecia perdida ali naquele instante.

Azura em especial percebia que os outros líderes que havia mais cedo não mostraram a cara em lugar algum, será que todos haviam sido presos ou mortos? Talvez só estivessem dormindo também, estava bem tarde. Até mesmo as irmãs de M-4 haviam desaparecido, talvez fossem se encontrar mais tarde quando elas mesmas tivessem feito a contagem de baixas delas.


Duncan
Quando abriu os olhos sentiu uma dor absurda, era difícil determinar quanto tempo havia dormido, mas percebia que não fora pouco. Seu corpo mesmo assim estava longe de estar recuperado. Não sabia onde estava, mas era um quarto até que arrumado. Não via seus amigos por perto e por isso aos poucos ia tentando entender onde estava. Claramente não era uma prisão, o que já era bom, até mesmo lembrava um pouco de Azura tê-lo carregado para fugirem.

Levantando-se, percebia com facilidade que todo seu corpo doía, mas pelo menos agora conseguia mexê-lo de novo. Do lado da cama havia uma pequena carta de M-4 parabenizando pelo bom trabalho feito e quarenta mil berries o esperando, provavelmente o pagamento pela missão? Interessante já que antes não recebia nada. Aos poucos foi saindo do quarto procurando por alguém. Estava determinado a encontrar um professor. Sua mente, por mais dolorida que estivesse, estava focada. Ele tinha um objetivo, salvar Joanna e as outras e por isso precisava ficar mais forte e mais útil num geral. Foi com esse pensamento que Duncan esbarrou com M-3 pouco depois de sair da enfermaria. Um pouco estranho talvez por talvez estar em uma base revolucionária, mas ao mesmo tempo normal por saber que era a irmã de M-4.

Com a voz rouca percebeu que dormiu por muito tempo e se surpreendeu quando ouviu a resposta de M-3. - Ah, umas trinta horas ou mais eu acho. - E com aquela resposta o sensor de urgência apitava ainda mais alto, fazendo ele indagar sobre alguém saber sobre as estrelas. Um sorriso aparecia nos lábios de M-3, que respondia bem feliz aquilo. - Eu adoro as estrelas. - E numa conversa longa na janela mais próxima, Duncan ouviu tudo que podia sobre astronomia até o raiar do sol.


off:
 

Ferimentos:
 

Legenda:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Avaliação - KENSHIN HIMURA, SAGASHI, WESKER

Kenshin Himura - Azura V. Pendragon

Perdas:

● B$ 10.000 - Bebidas OK! Separei a informação

Ganhos:

● Patente Cabo OK!
● Garrafa de vinho (4/10 usos) Alterado do valor submetido, pois a Azura consumiu a carga 7 no post 25; a carga 6 no post 26; a carga 5 no post 28.
● Perícia Escudista - Negado. Mais informações à parte no feedback.
● Escudo de madeira - OK! Apesar da perícia ter sido negada, a cena rolou, você só não a aprendeu como deveria.
● Conjunto de anéis (Sete anéis, com símbolos do vento, sol, água…) OK!
● Uma missão: ajudar superior OK! Basta formalizar
● B$ 40.000 - Missão OK!
● Aumento de recompensa: B$ 8.201.400 OK!

Relação de personagens:

● Player faz OK!

Exp: 30 posts - 15 exp.
EdC: 30 posts - 15 exp.

Localização: Loguetown - Eastblue Alterado. Localização: Polestar Island.

Sagashi - Garfield Henryford

Perdas:

● B$ 2.000 - Bebidas OK!
● Clava OK!  OK! Não coloquei que perdeu o escudo, pois não é uma arma e não teria sido cobrado pelos seguranças

Ganhos:

● Terno - OK! Foi perdido, mas recuperado posteriormente
● Uma missão feita: ajudar superior OK! Basta formalizar
● Aumento de recompensa: 4.501.600 OK!

Relação de personagens:

● Ele faz OK!

Exp: 18 posts - 9 exp
EdC: 18 posts - 9 exp

Localização: Loguetown - East Blue Alterado. Localização: Polestar Island.

Wesker - Duncan Dellumiere

Perdas:

● Lanças OK!

Ganhos:

● Patente Cabo OK!
● Terno OK! Perdeu, mas recuperou posteriormente
● Perícia Astronomia OK! Deixe amarradinho e dê tempo o suficiente para o jogador complementar o aprendizado
● Uma missão feita: ajudar superior OK!
● B$ 40.000 - Missão  OK!
● Aumento de recompensa: a definir.

Relação de personagens:

● Ele faz OK!

Exp: 40 posts - 18 exp.
EdC: 40 posts - 18 exp.

Localização: Loguetown - East Blue Alterado. Localização: Polestar Island.


Quantidade de posts do(s) Narrador(es): 46 - PepePipi. OK! 10 créditos, sendo 8 créditos pelos 40 posts e 2 créditos pelos players extras na aventura.

Feedback:
 

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