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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

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Raizen
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MensagemAssunto: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptySab 2 Mar 2019 - 22:45

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere e Garfield Henryford. A qual não possui narrador definido.


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Wesker
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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptyTer 3 Dez 2019 - 21:24


Surpreendentemente as drogas pareciam deixar até mesmo Azura mais receptiva. Não sabia se era um delírio ou não, mas naquele momento eu podia jurar que havia escutado a garota falando que estava feliz por eu estar bem. Dá pra acreditar? - Complicações? - Dizia fingindo estar confuso - Fala desses inchaços e escoriações? - Continuava apontando para qualquer ferimento em meu corpo, com cara de espanto - Meh, foi só pra dar um ar dramático pra história! - Respondia fingindo desdém, mas com um sorriso claramente amigável e brincalhão em meu rosto.

A pergunta que a garota fazia a seguir, entretanto, servia para devolver a tensão a situação e trazer de volta aquele sentimento de culpa que as drogas vinham ajudando a esconder. A imagem de um Garfield ensanguentado me vinha à cabeça, junto do remorso de ter deixado tudo aquilo acontecer com o pernas longas. Não demorava para que ele próprio chegasse até o local. Ainda estava seminu, e a vida que antes existia em seus olhos confiantes não estava mais ali.

- Ele está vivo, mas... - Dizia triste olhando para o grandalhão, sem saber muito o que dizer. A verdade é que naquele momento tinha esperança que de alguma forma fosse ver o brilho voltando à seus olhos, pouco antes de ouví-lo bradar algo como “Eu sou GARFIELD HENRYFORD! O iluminado CAMPEÃO DO SOL, o único de seu nome, o primeiro de centenas de gerações. Um veneno fraco como aquele não faz nem cócegas em minha pele!” Infelizmente, entretanto, duvidava muito que isto fosse acontecer. Esse pensamento melancólico fazia com que eu sentisse em meu peito um forte aperto, talvez estivesse chorando por isto se a ocasião fosse outra.

Respirava fundo, por sorte a morfina fazia com que esse mero ato não trouxesse uma dor excruciante como vinha acontecendo antes. Naquele momento, precisava me concentrar na missão e salvar todas aquelas pessoas para que o que havia acontecido com meu bom amigo não tivesse sido em vão. Neste momento, algo inesperado acontecia. A boca de Garfield se movia pela primeira vez em algum tempo e dela saíam… Palavras! - Sim, ele perdeu um belo terno! - Respondia abrindo um sorriso enorme em meu rosto. Provavelmente um arrepio percorria todo o meu corpo naquele momento, era uma pena que eu não podia sentí-lo. A verdade, entretanto, é que ainda estava sem saber se tudo aquilo estava realmente acontecendo ou era apenas um efeito colateral da morfina.

Olhava agora para Lenora, buscava entender nos olhos da médica o que estava acontecendo pois ela mesma havia examinado o pernas-longas e também me dado a injeção da droga. Não era um simples delírio, era? Com a confirmação da médica, voltava a acompanhar o grandalhão com os olhos. Era tão bom ver que estava bem, tão bom ver que os meus erros não o haviam levado à ruína. Era óbvio para mim agora, homens como aqueles não poderiam derrotar o campeão do sol. Algumas lágrimas talvez tivessem escapado de meus olhos naquele momento, molhando meu rosto em meio ao sorriso de alegria. Mesmo sem poder sentí-las para ter certeza de que estavam ali, levava a manga do terno até o rosto para enxugá-las.

A cena a seguir me dava novamente o gostinho de ver toda a equipe reunida, com Garfield indo abraçar Azura e, como sempre, levando um belo golpe por isso. Talvez não fosse o ideal a garota bater em alguém ferido, mas simplesmente sabia que ele podia aguentar aquilo. O sorriso em meu rosto poderia ser visto a quilômetros de distância, assim como a expressão clara de alívio - Bem vindo de volta ao mundo dos vivos grandão! - Dizia finalmente, falando agora com um Garfield que eu sabia que não era uma mera ilusão.

Não sabia se ele sequer havia percebido o que aconteceu ali, mas sabia que não queria falar sobre isso com ele naquele momento, talvez nunca falasse se não fosse precisar me desculpar com ele em algum momento. Era o momento de me focar em alguma coisa antes que me perdesse em minhas emoções de novo. Por isso, começava a olhar os arredores e a escutar o que os outros tinham a dizer como forma de dispersar minha atenção do retorno inesperado de Garfield.

Havia percebido que os homens restantes dos Vermillyon haviam sido aparentemente derrotados. Lucius e Graven também haviam tido o que mereciam e tinham acabado de ser jogados bem perto do cadáver de Luke, juntamente do corpo do velho e de Jorge. Ver aquela cena, confesso, não me dava tanto prazer quanto eu esperava, mas também me trazia um sentimento bom de realização. Fato é que eu precisaria de algum tempo comigo mesmo para que pudesse entender todos os sentimentos que tive naquele dia.

M-2 então voltava a falar pela primeira vez desde que a revi. Parecia realmente a líder, mantendo aquele tom mesmo com sua outra irmã no local. Na verdade, agora que eu estava reparando, era a primeira vez que via as três irmãs juntas e era de fato chocante o quanto elas se pareciam - Ownt, vocês três ficam tão fofinhas juntas! Parecem três bonequinhas! - Brincava com as irmãs em uma tentativa de me aproveitar daquilo para tirar os questionamentos e dúvidas de minha cabeça. Todas elas pareciam pensar no que fazer naquela situação, concordando em interrogar Lucius. Era M-4, entretanto, quem vinha com as primeiras ordens.

- Você quem manda, chefe! - Respondia a ordem dada juntamente com uma piscadela para a garota. Olhava em seguida para M-2, pronto para levá-la até a entrada onde havia dado minhas lanças aos seguranças da festa. Antes disso, entretanto, as próximas ordens de M-4, dadas à Azura, me chamavam a atenção. Ela estava pedindo para que a garota fizesse um interrogatório com Lucius, e eu conhecia bem a revolucionária para saber que ela não era do tipo de fazer perguntas. Talvez fosse bom dar uma ajuda.

- É Lucius, você não deu sorte. Mas talvez você acabe melhor que seu irmão ou o seu papai ali... - Dizia de forma irônica movendo o queixo na direção do corpo derrotado de Joseph, como se apontasse para ele. Em seguida, me voltaria para Azura lembrando de um dos desafios que aquele homem havia feito para mim durante o jogo. Diria - Olha, esse daí gosta de tomar umas chicotadas. Não estou querendo insinuar nada, mas acho que você deveria saber... - Logo depois dessa insinuação, acenava com a cabeça para M-4 e iria até a porta onde havia deixado minhas armas. Esperava que com aquilo tivesse ajudado a apavorar Lucius de alguma forma, ou ao menos lhe abalar. Isso facilitaria o trabalho de Azura - Ah! - Exclamava me lembrando de alguma coisa e naquele momento me voltava para Garfield - O Lucius aqui tinha sido mandado para buscar o seu terno, estava no quarto ali onde você tirou. Talvez ele saiba dizer o que aconteceu com ele! - Finalizava antes de sair com M-2.

- Viu só? Eu falei que podia confiar em mim - Diria para M-2 assim que nos separássemos do resto do grupo - Mas me diz, qual é a de vocês? Também são do nosso… Grupo? - Estava curioso e talvez a bombardeasse com perguntas demais - Vocês nem se cumprimentaram nem nada. Tem de relaxar mais, sabiam? Mas tem o coração no lugar certo - Não, eu não havia dado tempo para resposta entre uma pergunta e outra. Se ela quisesse me falar alguma coisa ou dar uma bronca, a hora seria agora.

Ao finalmente chegar ao destino, procuraria pelas lanças e as pegaria. Se necessário, perguntaria a M-2 o que ela e seus homens haviam feito com os seguranças - Ahh, meus bebês! Como senti saudades de vocês! - Diria abraçando as armas com cuidado pouco antes de colocá-las novamente presas às minhas costas. Em seguida, observaria com atenção o que estava acontecendo do lado de fora. Esperaria também que M-2 dissesse alguma coisa sobre a situação, saberia avaliar melhor que eu se deveríamos ajudar ou recuar. Seja o que for que ela decidisse, seguiria as ordens e reportaria a situação de volta para M-4 se fosse o caso.
Historico:
 


Última edição por Wesker em Qua 4 Dez 2019 - 14:54, editado 1 vez(es)
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Sagashi
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Sagashi

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptyTer 3 Dez 2019 - 22:26


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Subia as escadas para o local onde estavam meus companheiros, ainda um pouco tonto. Sentia fome, embora há pouco houvesse saído do que se entenderia por um banquete — aliás, nunca mais confio em uma proposta de banquete sem ter completa aprovação do Sol, já que esse tipo de situação poderia vir a acontecer com todos nós um dia novamente. A vontade de vomitar por conta das dores anteriores e o efeito da droga impediam que eu tivesse vontade de colocar algum alimento na boca, embora meu estômago roncasse alto. Com a visão meio turva, ainda que pudesse ver como um alcoólatra, caminharia em direção a minha equipe, deveras perdido acerca dos objetivos atuais, por ter priorizado uma batalha acima dos trabalhos mentais. Ó, trabalho... se não fosse de agrado ao Sol, não andaria de mãos dadas contigo, nem por todas as peças de ouro do mundo.

Antes de mais nada, meu foco seria Duncan, o eclipse, por ter sido o primeiro a se pronunciar na minha chegada e olhar para meu rosto. —Ele está vivo, mas... — Minha visão turva me fazia atrasar alguns instantes para olha-lo nos olhos do jeito que me olhara, mas com um pouco de esforço, conseguia. Em meio de cortes e supostas dores, ao soar dos sinos da calmaria após a tempestade, os belos sons da vitória e os espólios dos vencedores, diria, batendo poeira dos ombros. — ... sim, irmão elipse: mas estou sem o meu belo terno. — Não era brincadeira. Realmente estava sem meu terno. Não diria que aquela mera camisa caberia mal em mim, pelo contrário, qualquer vestimenta no meu belo iluminado corpo serviria como a luva do deus Sol serve à sua mão. Antes que o procurasse com os olhos, concluiria. — Heróis como nós devem sempre andar estilosos. Devemos mostrar boa aparência ao rei Sol! — Sorriria, mesmo que por pequenos instantes, já que não sentia direito os músculos do rosto, e sentia ligeira fraqueza por conta da fome.

Em seguida, procuraria pelas minhas roupas no chão, especificamente pelo belo terno, que posteriormente mandarei que o tinjam de amarelo, com listras negras, para representar os maus bocados de confiar em relés mortais como o falecido Luke e vangloriar a quem todos devessem. Aos encontrar, isto é, caso as encontrasse as recolheria do chão e as vestiria ali mesmo, sem preocupações em mostrar meu corpo perfeitamente esculpidos por feixes calorosos — na verdade, faria questão de flexionar os músculos ao me trocar, para mostrar minha soberania corporal para os demais presentes. Ao me vestir apropriadamente, caminharia em direção à Azura. — Você, ruiva, esquentada. — Poria a mão em seu ombro. — Eu derrotaria aquele fracote em poucos sopapos, só estava brincando com ele. Sabe disso. — Faria uma expressão facial de orgulho, jogando a trança para trás. Logo após, me recuperando aos poucos do efeito, sorriria para a garota, sem mostrar os dentes. — ... mas lutar do seu lado foi uma experiência maravilhosa! — Os dentes do sorriso seriam revelados. Um abraço caloroso e repentino na ruiva seria dado, apoiando minha bochecha no trapézio do pescoço da ruiva e entrelaçando os braços por trás de suas costas. — Obrigado. — Diria, em um tom de voz baixo, ainda que desse para os outros ouvirem. Raramente agradecia alguém por algo, então era um momento de se recordar.
A largaria do abraço, e logo atiraria o olhar para M-4, ignorando os restantes dos membros da cena. — Qual é o plano agora? Estou com fome. Eu sou GARFIELD HENRYFORD, e fico estressado quando fico com fome. — A segunda frase seria dita segundos depois, a fim de estar muito bem clara para a mulher. Nunca fiquei de bom humor quando estava com fome, então estaria preparado para quebrar tudo caso a resposta de M-4 não tenha relação com comida. Quer dizer, não que eu fosse quebrar tudo, só estaria preparado mesmo. Depois de ouvir a resposta de M-4, esperaria que meus colegas de equipe tomassem uma atitude, pois era da vontade do Sol que eu os ajudasse no que quer que queiram fazer.

Para não ter problemas com dinheiro humano no futuro, procuraria por meus pertences: meu martelo presenteado pelo meu deus, minha clava e meu escudo, conseguido da última vez que terminei uma missão dada por esse exército que se diz revolucionário. A revolução virá após a chegada do anjo do calor, que pairá sobre os pecadores e filtrará seus pecados, os purificando para a verdadeira ascensão espiritual transcedental. Não deixaria de procurar até que encontrasse, e perguntaria educadamente para os membros de equipe onde poderiam estar meus pertences, revelando meu lado humilde, o mais humilde dentre todos os meros humanos, o humilde dentre os humildes, o absoluto.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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Kenshin Himura
Cabo
Cabo
Kenshin Himura

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptyQua 4 Dez 2019 - 10:38


A situação do quarto estava totalmente sobe controle, e aparentemente todos os nossos aliados voltavam a aparecer. Parecia que parte da minha missão tinha sido concluída com sucesso, sem perder o controle. Após uma breve conversa com Duncan minha principal pergunta era respondida, via Garfield subindo as escadas, não da maneira que eu gostaria de ver, mas no entanto não me surpreendia, mas o importante é que o mesmo estava bem. - Definitivamente não era algo que eu gostaria de ter visto hoje! Soltaria involuntariamente com uma cara de nojo; em seguida via que o mesmo estava bastante acabado, por um segundo diria que sem vida, mas, de repente, o mesmo voltava a indagar sobre o suposto Deus dele, soltava um pequeno riso para o mesmo. - Oque vocês andaram arrumando por aqui em? Algum tipo de suruba!? Soltava olhando para os outros.

Garfield se aproximava de mim, colocando sua mão em meu ombro, olhava de relance para a mão do pernas longas, enquanto o mesmo continuava a falar, soltando baboseiras que derrotaria os inimigos com um golpe mas que era uma honra lutar ao meu lado. “Meu Deus oque fizeram com ele, esta delirando mais do que o normal!” Pensava quando arregalava meus olhos percebendo o corpo do grandalhão se inclinando em minha direção, rapidamente tentaria me agachar e impulsionaria tentando dar uma cabeçada em seu peito, a última coisa que queria naquela hora e ser abraçada por alguém semi-nu.

-Se tá ficando doido? Se nem quando tava vestido queria um abraço seu, tu seminu eu vou querer!? Vai pra puta do sol que te pariu! Falaria me afastando do mesmo, irritada, mas, ao mesmo tempo, feliz de que o mesmo estava bem. Então soltaria algo que só o mesmo pudesse escutar. - Que bom que esteja bem!

Com Duncan e Garfield reunidos, a missão de apoio estava completa, restava saber se todas as possíveis vítimas e socar forte no rabo dos inimigos restantes, mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa escutava a voz da M-2 falando para interrogarmos os sobreviventes, e em seguida olhava em minha direção soltando algumas palavras um tanto debochadas. Com um olhar de escarnio para a garota falaria. - Para mim ele tá ótimo assim, na minha terra deixar alguém vivo pode acarretar em uma ordem de eventos infelizes! Soltava ignorando qualquer coisa que a mesma pudesse falar.

Em seguida escutava M-4 concordando com sua suposta irmã, não tinha muito oque eu podia fazer a não ser escutar as delegações de função. Andava ate a parede mais próxima e escorava minhas costas colocando o pé direito na parede e assim escutava oque a pequena tinha para falar. Assim a mesma dava ordens para Duncan e sua irmã, recuperar suas armas, talvez por isso o mauricinho estava todo acabado, quando alguém se apoia em uma arma acaba acontecendo isso. “Por isso minha mãe me ensinou a confiar em meu próprio corpo!” Pensava enquanto ela terminava de falar com Duncan.

Assim logo a mesma olhava para mim, e começava a delegar oque faria, por um instante pensei que tinha escutado errado, eu interrogar alguém? Era mais fácil pedir para eu bater em qualquer coisa que se mexesse, mas interrogar? Não sabia nem como começar aquilo. - Ta confiando uma tarefa dessas para alguém um tanto inexperiente! Mas ok posso fazer. Desencostava da parede indo mais para perto do homem, olhando diretamente para o mesmo, minha cara de nojo para com nobres era nítida.

Quando me aproximava escutava Duncan pronunciar o nome do Homem, Lucius, Duncan parecia conhecer bem todos eles, bem até demais, mas o mais interessante não era o nome, e nem a “Intimidade” que o garoto tinha com o inimigo, mas sim a informação que vinha a seguir. - Irmão e pai… soltava olhando fixamente para o tal Lucius, fechava meu punho direito tentando controlar qualquer gatilho de fúria que poderia ter.

- Interessante, temos mais um na minha frente e não sabia! Dava uma pequena pausa estralando meus dedos e voltava a falar. - M-4 farei o possível para poder tirar alguma informação, mas eu não garanto que ele sairá com vida! Olhava com relance para a M-2, em seguida iria em direção ao tal Luke, retiraria a espada do cranio do mesmo, e com um sorriso sádico em meu rosto seguiria andando calmamente na direção do Lucius. - Temos de conversar garoto, espero que dure mais do que seu irmãozinho, pois odeio quando não deixam uma garota terminar o serviço! Lambia os lábios me posicionando na frente do mesmo.

- Vamos garoto, iniciando pelo básico, quantos de vocês estão nessa casa? Perguntaria passando a lâmina da espada ainda com sangue perto do rosto do garoto, me segurava para não descera a lâmina com força em seu crânio, caso o mesmo se recusasse a fala posicionaria a ponta da espada na perna direita do mesmo, e com um sorriso no rosto enfiaria com bastante força a lâmina no lugar. - Garotinho você está brincando com a pessoa errada, acho melhor começar a falar, pois te garanto que posso fazer isso o dia todo! Em seguida retiraria a lâmina. - Vamos, qual e o plano da sua família nessa cidade! Antes mesmo dele responder enfiaria meu dedo indicador direito com tudo no buraco da lâmina e mexeria na ferida tentando infligir o máximo de dor no garoto e enfim retiraria para que o mesmo pudesse falar.

- Qual a rota que vocês usam para fugir daqui? E quais famílias de ratos como vocês estão envolvidos em seus esquemas? Falaria colocando a ponta da espada no seu ombro direito olhando fixamente nos olhos do rapaz, caso o mesmo relutasse em falar iria pressionando o ombro lentamente e girando a espada e via se o mesmo respondesse, caso o mesmo relutasse com todas as perguntas iria cortando a superfície do abdômen dele até falar.

- Acho que esse e o máximo que consigo fazer! Falaria para M-4 caso estivesse na sala. - Acho que esse idiota não tem mais nada para falar! Dava um pequeno sorriso com um olhar sádico e um tanto demoníaco vidrado no garoto. - Posso brincar com oque sobrou dele? Assim esperava a resposta da pequena chefe junto das instruções do que iriamos fazer em seguida.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptyQua 4 Dez 2019 - 17:43


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Noite

Todos
A situação parecia caminhar de forma normal para todos naquele local. Até que um ser único voltou a possuir consciência. Garfield possuía relances de sua memória que pipocavam em sua mente. Tinha que ir em outro cômodo e trocar de roupa com a mulher, mas no instante que entraram naquele quarto foi drogado e quando acordou estava nu em uma cela. Não se lembra de ter feito qualquer coisa naquela cela. Sua primeira memória após estar preso era Luke aparecendo querendo matá-lo. O motivo para matar um escravo passava batido. Porém, o emissário do sol não aceitaria tal pena tão fácil e acabou lutando de forma selvagem com o rico. Isso explicava os ferimentos que possuía apesar de não lembrar da luta em si. Agora estava seminu subindo a escada e aos poucos sua consciência ia voltando. A droga, seja lá qual foi, havia passado e o pernas longa estava de volta a ativa.

A situação andou tranquilamente. Como Lucius e Luke haviam sido ordenados de pegar a roupa do Garfield, não foi necessariamente difícil de encontrá-las e em pouco tempo o pernas longa estava vestido novamente. A reunião de todos eles era algo simples e bonito, mas que não poderia ser o centro das atenções por muito tempo. Duncan se emocionava com a percepção de que seu amigo não havia "morrido" internamente, estava meramente drogado ou algo do tipo. Azura feliz de ver que todos estavam "bem", no que era possível de se utilizar a palavra, acabava por entrar na brincadeira e assim todos se viam num clima quase igual ao que existia do lado de fora. Na verdade, até melhor, já que Azura e Duncan haviam melhorado minimamente a situação entre eles.

Com a situação tão tranquila, Duncan acabou fazendo uma piada com M-4, M-3 e M-2. Quando terminou de falar a palavra "bonequinhas", viu que todas olharam para ele com um olhar mortífero. A temperatura do ambiente desceu vários graus Celsius. - Duncan, sei que não foi sua intenção nos irritar. Mas nunca mais brinque desse jeito com a gente. - Falou M-4 para ele num tom tão sério que faria até mesmo o morfinado sentir um arrepio na espinha. Com o clima de alívio morto, a parte estratégica começou aos poucos a funcionar novamente. Ordens eram dadas, apesar de soarem estranhas, pois Azura ficava com o interrogatório. Claramente M-4 percebeu que a jovem revolucionária abusaria do homem e por isso ordenou que ela o fizesse. Graças a isso, acabaram sendo separados.

Duncan e Garfield foram com M-2 para recuperarem suas armas, enquanto Azura e M-4 ficavam com Lucius para o interrogatório.


Duncan & Garfield
Com o clima mais morto pela "brincadeira" de Duncan, o papo acabou não fluindo muito. Por isso, o próprio perguntava para M-2 sobre serem do mesmo grupo que eles. - Não somos revolucionários. - Falou a jovem. - Somos contra a escravidão, por isso podemos trabalhar juntos com vocês em casos como esses. - Ela deu uma pausa. - Mas não acreditamos que os revolucionários são perfeitos também. - Ela abriu a boca para continuar falando, mas parou. - Se você não sabe do passado de M-4, é melhor eu parar. - Foi então que Duncan indagou porque nem mesmo se cumprimentaram. - Não é uma situação alegre para se cumprimentar e sorrir só por sermos "irmãs". - Ouvia a resposta dela de forma bem automática. - Na verdade, só tem uma coisa que faria todos se reunirem e sorrirem juntas. - Só que M-2 não chegou a comentar o que seria essa coisa.

Até porque acabaram por chegar na porta principal da mansão. Uma luta ocorria do lado de fora. Eram revolucionários e amigos de M-2 e M-3 contra a marinha e seguranças dos Vermillyon. A confusão era absurda. E foi então que Duncan percebeu, ele havia entregado as armas para os seguranças no portão, mas não sabe para onde elas foram levadas. Eles provavelmente estavam lutando ali fora, poderia ser uma forma de achar suas armas. Porém, M-2 opinava mesmo sem ser questionada. - Não parece que achar as armas será algo tão simples quanto pensamos. - A informação era óbvia, mas a continuação era meio triste. - Esqueçam as armas, vamos voltar e salvar todos. - Se obedeceriam a pequena ou não ficava a cargo dos dois homens que estavam sem suas armas por um bom tempo já.


Azura
O sangue de Azura voltava a ferver. Apesar de curiosa para entender o que havia acontecido entre seus colegas e aquelas pessoas, a vontade de matar um Vermillyon era muito maior. Saber que ela podia fazer o que quisesse para retirar a informação do homem parecia um presente perfeito. Lucius já estava bem retraído ao ver Azura se aproximar, medo dela ele já possuía.

Ao ouvir a primeira pergunta, a resposta automática fora. - Só nós três somos Vermillyon. Minha mãe morreu no parto. - Falou ele assustado, mas ao presenciar a raiva de Azura quanto a seu irmão ficara claro o ódio que a jovem possuía por sua família. - Nós só nos divertíamos. - Informou ele ainda assustado. - Eles quebrarem é sempre divertido. - Soltou sem querer já se arrependendo do que poderia ocorrer com ele por responder.

Até então ele respondera tudo, estava claramente se cagando de medo até Azura perguntar sobre quem mais estava envolvido nisso tudo. O medo dele parecia sumir magicamente. - É mesmo... o meu tio. Kenshin Himura. - Falou ele confiante. - Mesmo que você me mate. Eu tenho certeza que o Kenshin vai matar você... - Ele riu. - Não... matar seria muito pouco. Você... na verdade! TODOS VOCÊS! Todos vocês vão virar escravos dele depois. - Ele começava a sorrir com a confiança que ganhara. - Quer saber a rota de fuga? É simples. Temos vários e vários barcos. Pegamos um e vamos para alguma ilha paradisíaca da grand line curtir a vida. - Não soava como mentira, mas também não respondia a pergunta em si. Qual era o caminho ou qualquer coisa do tipo, explicava o que fariam pós fuga. Por isso a espada acabava entrando no ombro do homem e ia caminhando em direção do abdome dele. O homem não chegou a falar nada, mas acabou olhando para a porta da direita para quem estava vindo do quarto.

Com aquela insinuação no olhar, Azura indagava sobre poder fazer o que quisesse com o homem, e M-4 simplesmente deu de ombros respondendo. - Donos de escravos merecem tudo que ocorrer com eles. - O tom dela era sombrio ainda, parecido com o tom utilizado ao dar sermão em Duncan.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptySex 6 Dez 2019 - 1:05


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Não sabia o que exatamente Duncan havia dito para ofender as três que mais pareciam bonequinhas juntas ao meu ver, mas não era do meu interesse saber, então relevava a visível bronca dada pela garota e reservava o assunto somente aos dois, tomando esse tempo para colocar as mãos pelas mangas do terno, fechá-lo até o começo do peito e fazer leves e ligeiros alongamentos, a fim de me encaixar melhor no par de roupas recuperado. Ouvia as ordens e logo olhava para Azura, que estava indo com M-4 para outro cômodo, pelo visto para extrair informações do homem. Já não me sentia mais tonto, estava recuperado, entretanto restavam poucas memórias do que acontecera durante o efeito: por um lado, até seria uma bênção, se, é claro, informações importantes não tivessem se perdido nas memórias — a recuperação dessas seria muito difícil, nesse caso.

Ficando agora com Duncan, perdendo a ruiva de vista, ouvia o que a pequena tinha a dizer, e mesmo sem ter o contexto do que estava sendo dito justamente por ter acabado de sair de um efeito de droga pesado, ainda conseguia entender coisas acerca do alinhamento dela. Algo sobre seu passado com nossa chefe parecia a perturbar, mas novamente, não era de meu interesse saber. Olhando para fora, quando chegamos na porta principal, meu instinto de luta novamente se erguera ao ver a marinha brigando com o que pareciam ser revolucionários. Instantâneamente segurava no batente da porta e me preparava para tomar impulso para o campo de batalha, pensando sobretudo nas minhas armas, e visando o objetivo de apoiar meus camaradas revolucionários no combate, só que fui interrompido.

A bonequinha havia dito para ignorarmos o confronto e salvarmos os demais escravos. Por um segundo achei loucura, porém pensando melhor, seria de melhor agrado ao Sol iluminar os atormentados do que punir os da escuridão, que por sua vez jamais terão vontade de se aliar à luz, ou pelo menos, não se aliarão pela violência, pelo contrário, o enxergariam como um tirano, que de fato, seria uma injustiça para com o glorioso. Portanto, tendo minha resposta definitiva, meu objetivo atual era remover os condenados do local e entregá-los à M-2 ou até mesmo M-4, quando esta voltasse. Ainda sim, não tinha em mente qual seria a decisão de Duncan.

— Irmão! — Diria alto, e rápido, típico de uma tomada de decisão. — Lutará e recuperará nossas armas ou virá comigo resgatar os reféns? — Olharia para M-2, como se a confrontasse momentaneamente. — Pelo menos um de nós precisará guiar os atormentados! — Diria, deixando minha filosofia solar de lado por alguns instantes, reconhecendo a necessidade do recuperar das armas para o concluir de missões futuras. A partir daí, Duncan inevitavelmente conduziria o desenrolar da missão. Se ele decidisse lutar e recuperar as armas, apoiaria a mão no seu ombro, bateria nas suas costas e diria: — Mostre a eles do que você é capaz! — E seguiria para M-2. Se ele decidisse vir conosco, faria sinal de positivo com a mão e me encaminharia em direção aos reféns, onde quer que estivessem.

A eles me encontraria, se possível. E ao encontrá-los, diria em voz baixa: — Vejam, está tudo bem. Nós salvaremos vocês, pela graça do deus Sol! — E pediria para que fizessem uma fila indiana, a fim de facilitar uma condução para fora do local. Me viraria para M-2 e perguntaria a ela onde seria o melhor caminho para guiá-los, me baseando a rota em sua resposta. Caso ela não esteja comigo ou não haja resposta, usaria minha audição aguçada para ouvir os lugares nos quais houvessem conflito, e evitaria as rotas para esses lugares, tomando um caminho mais pacífico e seguro para todos. Se Duncan viesse comigo, optaria pela rota mais curta, tendo conflito nela ou não, pois juntos poderíamos derrubar titãs, então quanto mais rápido a liberação dos reféns, melhor.
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Objetivos escreveu:

-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptySex 6 Dez 2019 - 1:22


o Clima no caminho até a porta com M-2 e Garfield era tenso, na verdade, estava assim desde o momento em que eu havia falhado em fazer aquela piada sobre as três irmãs estarem juntas. Perguntava-me o que havia acontecido enquanto em minha cabeça passava um flashback da situação, me lembrava do olhar mortífero das três irmãs para mim e das palavras duras de M-4.

Tudo bem, eu não esperava que elas fossem rir daquilo. Era mais uma forma de voltar a irritar a loira como eu gostava de fazer, mas aquela reação havia sido no mínimo… Inesperada. O último momento que eu a tinha visto tão séria assim havia sido quando aquele subordinado ordenou aos escravos que se levantassem. Com toda aquela situação e aquelas perguntas sem muitas respostas, era como se minha cabeça começasse a dar um nó, e era por isso mesmo que eu resolvia tentar puxar assunto e fazer algumas perguntas para M-2.

O papo ali, entretanto, também não era muito frutífero. Era tão difícil descobrir as coisas sobre aquelas irmãs que eu quase tinha saudades dos Vermillyons, tão fáceis de se decifrar. É claro que estar regado a morfina também não ajudava muito o meu raciocínio sobre aquelas três. O mais frustrante de tudo aquilo, entretanto, era saber que aquela altura eu ainda não sabia absolutamente nada sobre M-4. Na verdade, eu não sabia nada sobre Azura também, nem Lenora, nem mesmo Garfield. E da mesma forma, eles não sabiam nada sobre mim. Que tipo de equipe éramos?

Vamos lá Duncan, tente ligar alguns pontos” Pensava comigo mesmo, tentando me lembrar de tudo o que havia reunido sobre as irmãs naquele dia. “São três! Não...” Me sentia um idiota “São quatro. Eme-Quatro… Dã… M-2 chegou a me dizer algo sobre “Em M-1 nós confiamos, deve ser a líder” Era um bom começo, sabia disso. Precisava continuar estabelecendo mais fatos conhecidos sobre elas durante o resto da caminhada.

Antes disso, entretanto, perguntava ainda por que não haviam se cumprimentado e o que ela dizia parecia realmente algo que a própria M-4 diria “Todas elas foram criadas da mesma forma, isso é óbvio” Concluía - Ainda assim, vocês... - Minha fala, entretanto, era interrompida quando finalmente chegávamos ao nosso destino. Uma luta ocorria do lado de fora, várias delas na verdade. Os números pareciam iguais, mas sabia que era questão de tempo até mais reforços daqueles marinheiros chegarem.

Para a minha tristeza, entretanto, minhas armas estavam em outro castelo não estavam mais ali. Era uma grande decepção, de fato. Acreditava que os homens de M-2 tivessem rendido todos os seguranças no momento em que tomaram a mansão, mas logo percebia que não havia sido isso que aconteceu. Minhas lanças agora provavelmente estavam nas mãos de algum aliado ou inimigo em meio a toda aquela confusão. No fim das contas, não poderia recuperá-las.

- Droga! - Exclamava após as ordens de M-2, decepcionado com o fato de não ter achado minhas lanças mas já conformado com suas perdas. Naquele momento a voz de Garfield voltava a ecoar e este já parecia ter tomado a sua decisão sobre o que fazer - Bom, a missão não pode parar, entramos nisso juntos e venceremos isso juntos grandão! - Dizia me pondo a caminho do local onde M-4 e Azura estavam. No caminho, entretanto, puxava assunto mais uma vez - Se depois disso tudo seus homens acabarem com duas lanças que não tinham antes, provavelmente são minhas - Dizia - Será que você poderia dizer para eles “ei, vamos guardar isso e devolver para o amigo bonitinho da minha irmã quando o virmos de novo”? - Dizia sorridente, tentando tirar alguma emoção daquela garota. No mínimo, esperava que o retorno de Garfield pudesse me ajudar a amenizar a situação tensa.

- Mas falando sério agora - Minha expressão desta vez mudava totalmente - Qual o plano para tirarmos todos aqueles homens dali? Não podemos sacrificá-los - Esta era uma preocupação que de fato me vinha à cabeça naquele momento. Com todos aqueles homens lutando e uma chegada iminente de mais marinheiros, como faríamos para tirar todas aquelas pessoas dali? Sabe-se lá o que poderiam fazer com nossos aliados capturados ao saber que acabamos com toda uma família de nobres, ainda mais uma tão importante em Loguetown como os Vermillyon.

Ao retornar reportaria a M-4 tudo o que havíamos visto lá fora. Não faria muitas brincadeiras desta vez, mas direcionaria a ela a mesma pergunta que havia feito a M-2 sobre o que fazer quando aos aliados do lado de fora. Afinal, éramos de dois grupos diferentes. O interrogatório de Lucius não me parecia ter sido dos mais pacíficos, esperava isso de Azura mas o fato de M-4 ter permitido tal coisa ainda me intrigava. De qualquer forma, tentava tirar minha mente disso e focar-me na missão. Estaria pronto para seguir quaisquer que fossem as ordens de ação a partir daqui. Antes disso, apenas diria a Azura - É, nada das nossas armas. Parece que você vai ter que chutar umas bundas a mais hoje, não se importa né?

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptySex 6 Dez 2019 - 7:07


Voltávamos a nos separar para darmos continuidade aos nossos trabalhos, sentia meu corpo entrando em chamas com a oportunidade de mutilar a carne daquele desgraçado. Assim pegava a espada do seu então irmão morto, seria poético ser torturado pela lâmina de seu próprio irmão. Ao modo que ia me aproximando do rapaz percebia que o mesmo ia se retraindo, aquilo me deixava com um sorriso bastante sádico no rosto. “O medo dele está me deixando excitada, vou fatiá-lo por inteiro quando isso acabar!” Pensava enquanto me posicionava em frente ao mesmo.

Talvez pelo medo que o rapaz estava sentindo sob minha presença ele respondia minhas perguntas sem relutância falava dos familiares que estavam na ilha. Na minha mão já fora um, na minha frente estava o outro, só restava saber aonde podia encontrar o progenitor, assim Loguetown estaria livre daqueles vermes. Em seguida o mesmo falava que eles só se divertiam a custa da vida dos civis, típicos nobres que acham que são os donos do mundo, naquele momento apertava o cabo da espada me segurando pára não enfiar a espada em sua garganta. “Você é só mais um igual aqueles três, me pergunto como Alucard pode ter o mesmo sangue que eles.” Indagava escutando tudo que o garoto tinha a dizer.

Assim seguia para as próximas perguntas, tínhamos de saber quem mais estavam envolvidos nas atrocidades que eles estavam fazendo, naquele instante percebia que a postura daquele merdinha mudava, e finalmente escutava um nome que não escutava já a algum tempo, meu corpo arrepiava por completo, mas não por medo, mas por excitação. Minha vingança tinha se dado inicio, e já escutava o nome daquele velho, o engraçado que o garoto se vangloriava como se aquilo me amedrontasse, era tão cômico que começava a dar gargalhadas na frente do garoto e da M-4, fazendo não escutar direito sobre os tais planos de fuga.

- Se você acha que eu tenho medo do velhote, etá mais do que enganado! Continuava gargalhando inclinava o corpo para frente, em seguida concertava minha postura tentando conter os risos, com minha mão esquerda retirava o cabelo que estivesse na frente do meu rosto. - Talvez não tenha prestado atenção em mim esse tempo todo, depois que cuidei do seu irmão! Mostrava meu ombro esquerdo com a marca do dragão da família Vermillyon. - Sou um erro que sua família cometeu a anos, que está fadada a exterminar todos vocês, então se seu tio souber que estou viva e vir a meu encontro, apenas vai facilitar o meu trabalho! Um sorriso sádico no rosto.

Com aquilo estava no meu limite em me segurar, todos os nervos do meu corpo assinalavam para que eu enfiasse a espada na barriga daquele idiota e desse um fim no mesmo. Olhava para M-4 pedindo para acabar com o garoto, e assim com palavras as palavras que eu mais conhecia dava o aval para que pudesse fazer oque quisesse. - Sua sorte acabou, a única coisa que estava me segurando de não te matar era essa garotinha, e parece que ela já se cansou de você! O sorriso sádico estampado em meu rosto ficava maior, uma fúria demoníaca podia ser vista dentro dos meus olhos, então me posicionava na frente do mesmo.

- Não se preocupe, quando terminar com você, irei atrás de todos os seus outros parentes, não ficará sozinho no inferno! Com essas palavras posicionava a espada no abdome do garoto com a lâmina virada para cima, e lentamente começaria enfiar a espada, olhando fixamente para o rosto do garoto, querendo ver seu sofrimento e escutar seus gritos, e em seguida começaria a subir verticalmente e lentamente querendo aproveitar o máximo do sofrimento do garoto ate a garganta do mesmo, a sensação estava fazendo meu corpo entrar em êxtase, parecia que estava tendo um milhão de orgasmos ao mesmo tempo, se com dois meros sobrinhos estavam me causando aquilo, imagina quando encontrasse o Kenshin e aqueles demônios que ele chama de filhos os matasse. Assim que chegasse no lugar desejado deixaria a lâmina cravada em sua jugular.

Assim com menos um Vermillyon para me preocupar, me viraria para M-4 com um sorriso de quem tinha acabado de ter uma noite louca de sexo desenfreado. - Terminei por aqui, podemos seguir, quais suas ordens garotinha! Assim voltaria a pegar minha garrafa de vinho e dando alguns goles para poder saciar uma pequena sede pós orgasmo, estava totalmente em êxtase, não sabia quem mais estava no comodo, só queria continuar e terminar oque tinha para fazer naquela casa.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptySeg 9 Dez 2019 - 2:07


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Noite

Duncan & Garfield
Os dois foram andando esperançosos de encontrar alguma coisa e acabaram encontrando só várias lutas aleatórias ocorrendo. Era meio óbvio que não seria fácil encontrar as armas. Entraram e entregaram para os seguranças no portão, não sabiam nem mesmo o local que as armas haviam sido guardadas.

Com essa situação decadente, acabaram se vendo em manifestação clara de duvida sobre seguir o que M-2 havia dito ou ficar e lutar a procura de suas armas. E o primeiro a se manifestar, quase que como sempre, era Garfield. O homem sabia o que queria. Por mais que lutar fosse algo que o deus do sol soubesse fazer perfeitamente, o enviado possuía uma missão diferente e mais urgente, resgatar e mostrar a luz para os escravos. Já Duncan seguia a lógica de seu companheiro. Por mais que desejasse suas armas com todas as forças principalmente off-game, acabava aceitando que a missão era mais importante e por isso fazia uma piada com M-2 sobre encontrarem lanças.

Porém ela ignorara a piada, enquanto isso Duncan indagava sobre algo sério. E a própria M-2 não só ia concordando com a cabeça, como ainda falava algo mais sério. - Eu vi aquela menina antes do lado dos nobres... - Falou olhando para a direita da porta em que estavam. Ela olhava para o lado de fora da mansão, mas dentro do lote ainda, só não passando pelos portões. Ali estava um rosto muito conhecido pelos dois.

Melissa estava ali, não só ela, Joana, Kátia, as gêmeas e outros homens com ternos estavam também. Estavam evitando as lutas e tentando passar desapercebidos. - Não podemos sacrificá-los realmente. - Ouviu M-2 respondendo enquanto ela parecia se preparar para correr. - Por isso precisamos fazer algo agora. Não podemos deixar elas irem embora ou toda essa luta será em vão.

Duncan e Garfield sabiam que Melissa era aliada deles, o pernas longas em especial, que ao ver a jovem lembrava dela o drogando, fazendo-o desmaiar. O primeiro ainda lembrava das falavas de querer ver o pai que Joana havia soltado. - Peguem qualquer arma de corpo no chão ou de alguém que está impossibilitado. Temos que para-las antes da marinha mandar mais reforços ou vamos acabar perdendo por completo.

A luta do lado de fora era caótica. Os números eram parecidos. A marinha lutava com vários homens, só não batia justamente em homens com terno, afinal, estes eram os aliados pela lógica. Já os outros lutavam como podiam, mas a falta de coordenação entre os revolucionários e o grupo de M-2 e M-3 aos poucos ia mostrando seus resultados. Ou, talvez, a simples verdade que mais e mais marinheiros iam chegando e por isso a tendência era a marinha vencer e pronto. Loguetown é uma cidade da marinha, normalmente isso nem deveria durar tanto.

A noite era bonita e ia ficando escuro a cada segundo, se demorassem para irem atrás das jovens poderiam simplesmente perde-las por completo.


Azura
As amarras foram retiradas e Azura poderia matar aquele homem com toda a vontade que quisesse. No meio do interrogatório havia sido "ameaçada", se é que pode chamar aquilo de ameaça. Por este motivo a jovem acabou mostrando sua marca para Lucius para demonstrar o "erro" que ela era. Claro que M-4 acabara vendo a marca também. A pequena loira não comentara nada sobre isso, mas era algo que poderiam conversar no futuro.

A cena a seguir poderia causar estranhamento, e causou, para a maioria ali, menos para Azura e aparentemente M-4, que como havia "aceitado" a morte dele, preferiu por manter-se neutra naquela situação. Já a jovem revolucionária assassina estava totalmente em êxtase com o que fazia, após o assassinato bebia de seu vinho para comemorar. Ficava claro que era para comemorar e não por ter cometido algo tão ruim ou qualquer coisa do tipo, por sorte só alguns poucos aliados revolucionários viam essa faceta da jovem.

Ainda em êxtase a jovem indagava para sua líder sobre o que fariam. - Bem, pelo que entendi, a fuga deles ocorre por essa porta. - Falou ela já indo para a porta a direita de quem vinha do quarto. Ela abriu a porta e viram outro corredor. Esse corredor estava bem iluminado e possuía diversos retratos de ambos os lados. M-4 e todos os outros seguiram corredor a dentro.

Para a "felicidade" de Azura, ela reconhecia alguns rostos nos quadros que existiam na parede. Não só Kenshin estava por ali, como até mesmo Chad, Hibari, Ciel e até mesmo Alucard. Não só eles, como vários outros que ela simplesmente não conhecia. A família Vermillyon era grande e poderosa e ela sabia disso. Quando chegou ao final do corredor viu um quadro emblemático da família toda, bem, provavelmente toda, Alucard não estava, mas via vários rostos conhecidos, inclusive dos dois homens que acabara de matar e dos que já conhecia de seu passado, além de outros que simplesmente nunca ouvira falar. - Não estou gostando disso... - Falou a jovem loira abrindo a porta que havia no final deste corredor.

Quando a loira abriu a porta, Azura e todos os outros viram algo que provavelmente não esperavam. Era como uma sala de espera de médico, havia ali outras portas, mas quando todos abriram cada porta viram somente salas que pareciam exatamente de um escritório médico. No entanto, os instrumentos que ali estavam não lembravam em nada um médico. Lenora em especial olhava para as bugigangas e sentia até nojo de imaginar o que poderiam ter feito. Os objetos claramente eram de tortura.

Um silêncio reinava no local, até M-3 quebrar o clima. - Aparentemente fomos enganadas. - Falou com a voz bem triste, mas ao mesmo tempo interessada em tudo aquilo que viam. - Sim, estamos nos escritórios que eles utilizavam para manipular seus pacientes... Podem existir registros de o que faziam, ou de quem são seus parceiros que existem nas fotos... - Falava a líder ali pensando em o que mais poderiam fazer. - Vamos revistar as salas. Provavelmente aquela menina já fugiu agora.


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptyQua 11 Dez 2019 - 20:07


Quando já estávamos a ponto de desistir de nossas armas e voltarmos para dentro da mansão, a visão de M-2 captava uma imagem que imediatamente despertava um gatilho em minha mente - É a Melissa - Dizia - Essas garotas são as escravas que estamos buscando - Completava dando uma informação que M-2 provavelmente ainda não possuía. Naquele momento, minha mente entrava em um turbilhão de pensamentos, onde todas as possibilidades eram cuidadosamente avaliadas.

- A loira é uma inimiga, mas alguma das outras garotas, ou mesmo todas, podem ser também. Não ataquem nenhuma além da loira, mas não baixem a guarda para as outras também! - Não sabia ao certo quais daquelas pessoas eram realmente escravas, então trabalhava com o pior dos casos, apesar de torcer para que ao menos Joana realmente precisasse ser salva. Naquele momento, minha mente captava mais uma ideia - M-2, eles não sabem que não somos aliados. Tente se esconder atrás de Garfield enquanto corremos, podemos enganá-los para chegarmos mais perto sem que eles percebam nossas intenções antes de ser tarde demais

Naquele momento eu também já me preparava para correr, apenas dava uma última olhada para Garfield, enquanto dizia - Grandão, talvez eu precise falar com você como se fosse um dos caras maus enquanto corremos. É só da boca pra fora, eu estou muito feliz por estar lutando tudo isso ao seu lado - Algo me dizia que eu precisava falar aquilo com o pernas-longas antes de voltar a atuação. Depois de tudo o que havia feito ele passar, simplesmente não me sentia mais confortável com isso naquele momento. Fato é que eu jamais permitiria que eles encostassem a mão em meu amigo novamente, não importando as consequências disso para minha atuação.

Logo me punha a correr na direção dos inimigos, a única coisa que faria com que eu diminuísse meu ritmo naquele momento era se eu encontrasse uma lança no chão. Caso isso acontecesse, sem alterar minha rota, eu me abaixaria rapidamente até que minha mão alcançasse a arma e a pegaria, para que logo a seguir voltasse a correr o mais rápido possível.

- Vamos seu grandalhão, corra! Eu ainda não recebi meu pagamento! - Gritava para Garfield evidenciando certo desprezo em minha voz. Isso seria feito, é claro, quando estivesse perto o suficiente para que nossos alvos pudessem escutar o que eu dizia - Ei, vocês! Nós também vamos embora! - Gritava chamando a atenção daquelas pessoas. Esperava que com isso eles ao menos diminuíssem o ritmo de seus passos por alguns instantes, apesar de o cenário ideal ser um onde eles parassem para me esperar ou ao menos para ver do que se tratava.

Quando me aproximasse do grupo, abriria um sorriso enigmático em meu rosto e diria - Graças ao Sol! - Isso seria pouco antes de desferir um golpe contra o primeiro dos homens de terno que acompanhava o grupo. Este, por sua vez, iria variar desde uma estocada no peito, caso estivesse com uma lança, até um soco contra a face do adversário caso estivesse desarmado. Esperava que nesse momento meus aliados também começassem seus ataques, usando do elemento surpresa para a realização de golpes mais efetivos.

- Todos vocês vão voltar para casa - Dizia sorridente olhando especificamente para Joana. Neste momento, entretanto, tentaria não baixar a guarda e estaria pronto para me defender do que fosse necessário. Caso estivesse desarmado, tentaria usar a palma de minhas mãos para desviar para longe de meu corpo quaisquer golpes, sejam de lâminas (mirando em partes não cortantes da arma) ou corporais. Conseguindo realizar com sucesso o bloqueio, emendaria o ataque com um chute mirando as partes baixas dos adversários e então tentaria finalizar com um forte gancho mirando o queixo do adversário. Caso estivesse armado, entretanto, usaria a lâmina da lança para bloquear o ataque inimigo colocando-a na frente do golpe, em seguida giraria meu corpo juntamente da arma tentando sair da rota do ataque bloqueado do adversário e, principalmente, aproximar o cabo da lança do corpo do oponente, cabo este que usaria em seguida para desferir um ataque contra a face do adversário. Tendo feito isso, tentaria finalizar com uma estocada na região do peito do inimigo.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 13 EmptySex 13 Dez 2019 - 1:01


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O campo de batalha contrastava com a bela noite: por um lado, discórdia, guerras e o aguardo dos espólios aos vencedores; por outro, o iluminar do Sol naquela noite que era para ser a mais escura das escuras. Já preparado para correr em direção ao local onde eu estava durante minhas alucinações, fui placado por alguns dizeres e avistares. Meu objetivo agora não era ir para aquela sala, afinal, na verdade, não era lá que estavam os escravos — que descuido meu! Mas tudo bem, agora era hora de planejar novamente a rota. Pelo Sol, que complicação!

Estava pronto para ir para cima dos escravos que pareciam sair pela multidão, mas fui parado pela voz de Duncan, que vinha com uma ideia deveras plausível. — M-2, eles não sabem que não somos aliados. Tente se esconder atrás de Garfield enquanto corremos, podemos enganá-los para chegarmos mais perto sem que eles percebam nossas intenções antes de ser tarde demais. — Entenderia o plano dado de maneira clara e objetiva, tendo em mente que os marinheiros não pareciam atacar os que estavam de terno. Então, receberia com prazer M-2 por trás de mim. Seria um cansaço e tanto, mas estava disposto a encarar.

Começando a corrida e estando perto da porta, ouviria Duncan. — Grandão, talvez eu precise falar com você como se fosse um dos caras maus enquanto corremos. É só da boca pra fora, eu estou muito feliz por estar lutando tudo isso ao seu lado — Por um momento meu corpo congelava, mas logo entendia a minha necessidade de atuar. Nunca precisei atuar para saber que sou perfeito nisso, é claro, sou Garfield Henryford e absolutamente nada é superior às habilidades que domino. Então, tomei a iniciativa, e esperava que M-2 estivesse nas minhas costas. Diria a ela, enquanto iámos para nosso objetivo: — Se você ver uma clava, pegue-a do chão e dê a mim! Se eu me abaixar, posso te revelar, então faça isso por mim. — E esperaria que M-2 conseguisse encontrar minha arma, com a fé no Sol.

Partiria então, com olhares feios para os abatidos no chão. "Fracotes!" pensaria, estando camuflado de inocente em meio a briga. Ouviria Duncan: — Vamos seu grandalhão, corra! Eu ainda não recebi meu pagamento! — E em um ato de desespero por falta de reações, sabendo que deveria me passar por nobre, responderia, gritando: — Eu sou burro e muito rico! — Continuaria correndo, convicto de que minha exímia atuação tivesse convencido a todos de que eu de fato seria da alta classe.

Quando notasse que Duncan saira do disfarce, logo sairia do meu também. Gritaria: — PELO SOL! — E avançaria em direção ao segundo homem de terno, visto que meu companheiro teria atacado o primeiro. Se M-2 tiver me entregado a arma, sacaria minha clava com a mão predominante, e, em um golpe vindo de baixo para cima, levemente inclinado para a diagonal, acertaria com força o queixo do homem de terno com a cabeça da clava. Se não fosse possível que eu acertasse seu queixo por estar de costas ou algo do tipo, o movimento seria de cima para baixo, e acertaria a nuca do homem, ou a cabeça, dependendo da distância entre nós. Logo após, caso conseguisse realizar esta última ação, usaria minha mão livre para segurar outro dos homens mais próximos pela roupa, e atingir novamente a clava na região que mais estivesse vulnerável para mim. Assim, golpes e golpes seriam desferidos de forma aleatória entre os alvos, como quem acertasse cegamente a todos eles. — INSETOS! Tenho dinheiro, mas não sou burro! — Não me preocuparia em defender golpes corpo-a-corpo dos alvos, apenas contra-atacaria com um golpe mais forte ainda, armado.

Se eu não estivesse armado, o primeiro golpe a ser desferido seria uma investida corporal, acertando meu ombro contra o homem para que ele caísse, devido ao meu tamanho e peso. Se não caísse, jogaria meu peso em cima dele, dessa forma, inevitavelmente cairíamos nós dois. Com ele caído, montaria os dois joelhos espaçados entre seu peito e acertaria vários socos de mão fechada no seu rosto, um atrás o outro, sem me preocupar com manchar minhas roupas de sangue. Caso haja um segundo membro comprando minha briga, me levantaria o mais rápido que eu pudesse e pisaria com força no rosto daquele que estivesse no chão, a fim de nocautea-lo e enfim ter oportunidade de me concentrar a defender os próximos golpes inimigos. A todo momento, manteria minha guarda alta para possíveis ataques armados ou desarmados, contanto com meus braços para bloquear os golpes e minha resistência corporal para resistir a eles. Ajudaria meu companheiro a acertar outros alvos caso consiga limpar os meus a tempo.
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Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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O êxtase de tudo que tinha acontecido, começava a se dissipar, estava voltando a mim e pronta para continuar com a missão. Olhava para M-4 que estava esperando acabar com o vermillyon, assim perguntava para aonde iriamos naquele momento, aparentemente nenhum dos outros tinham retornado ainda. “Espero que não se metam em mais problemas por causa dessas armas!” Pensava quando M-4 respondia apontando para uma das portas da sala e, seguida ia andando. Uma coisa que me incomodava na sala era a quantidade de portas, o arquiteto que tinha feito aquele quarto deve que tava muito chapado tacou porta e corredor para tudo que e lado.

M-4 abria a porta na qual o Vermillyon tinha apontado e surpresa, mais um corredor, mas esse era bem diferente, tinha quadros por toda parte e a iluminação era bem melhor, a pequena líder seguia rumo ao corredor. Logo então também começava a caminhar para não ficar para trás, no momento que seguia caminho senti uma fisgada em meu pé, fazendo me lembrar do pequeno corte que havia levado, até então não era nada sério mas estava incomodando um pouco.

“Terminando isso, tenho de pedir Lenora para dar uma olhada!” Pensava adentrando no corredor, olhava em minha volta e via oque parece um hall da fama dos filhos da puta, conseguia reconhecer o rosto de muita gente naquelas paredes, o trio de patetas que se achavam os melhores do mundo, e seu pai. Ver eles ali não me trazia sentimentos conflitantes, pensar que já estava dando inicio a caçada e que eles só eram mais alguns nomes na minha gigantesca lista me fazia dar um largo sorriso.

Parava por um segundo na frente do quadro do Kenshin, olhava diretamente nos olhos do mesmo. - Mostrarei ao mundo o lixo que você é! Sussurrava para que somente eu conseguiria ouvir, a final era algo bem pessoal. Em seguida seguia até a foto do Alucard que me fazia lembrar dos únicos momentos bons que tinha naquele lugar, espero que ele esteja bem. “Logo logo vamos nos encontrar!” Pensava assim seguindo meu caminho com M-4.

No final do corredor via um quadro tentando mostrar todo poderio daquela família, via muitos rostos familiares, daqueles que fizeram parte da cruzada do Kenshin ao barco da minha mãe, e outros que nunca tinha visto, única pessoa que não via ali era Alucard, mas não era de se espantar ele nunca fora igual a esses outros. Mas não importava todos naquele quadro estavam jurados de morte, era uma questão de tempo eles entrarem em meu caminho, para que assim eu possa pisar na cabeça deles com força.

M-4 parecia não gostar do rumo que estávamos tomando, assim que ela abria a porta no final do corredor, parecia que havíamos chegado ao fim da linha, mais um quarto a nossa frente. Parecia uma sala de espera de algum consultório, várias outras portas, M-4 e os outros abriam as portas e viam vários consultórios, mas não de médicos, via Lenora olhando alguns utensílios, e claramente eram feitos para tortura. - Parece que achamos o quarto de brinquedo deles! Olhava em volta, era bem nojento tudo aquilo, mas não surpresa a final esse tipo de gente se acham os donos do mundo.

E assim M-4 dava as ordens, já que a garota provavelmente não estaria mais por ali, tínhamos de procurar registros do que estava acontecendo ali. - Mais trabalho chato! Soltava quando começaria a vasculhar gavetas e armários, qualquer coisa que encontrasse analisaria, papéis principalmente, e se encontrasse algo de interessante entregaria para M-4, em seguida continuaria a procurar, não era das melhores rastreadoras, mas começava a procurar coisas atrás de quadros ou estantes, tentaria achar frestas nas paredes para possíveis locais de fuga ou quartos de pânico caso encontrar algo gritaria para que todos viessem ao meu encontro, e como não era a líder da missão esperaria as ordens da M-4 para saber oque faríamos.
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