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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptySab 12 Out 2019 - 20:42


A situação do quarto aparentemente estava sob-controle, era o mínimo a ser esperado naquele momento, a final eram apenas dois idiotas. Agora tínhamos de conseguir informações, achar Duncan e Garfild e principalmente encontrar as pessoas escravizadas e por fim acabar com essa escoria. Estava pronta para dar uma finalização ao espadachim, assim desferia o golpe com meu escudo. “Mas que mer...” Pensava ao ver que o espadachim conseguia bloquear meu golpe com sua espada, aparentemente estava o subestimando, meus olhos fixavam em suas mãos segurando a espada para que meu escudo não avançasse.

Não era hora de ficar surpresa com os inimigos, tinha que botar mais força para poder nocautear, assim impulsionava meu braço direito botando mais peso em cima do espadachim, o mesmo não parecia nem um pouco preocupado quando percebia um sorriso em seu rosto proferindo algumas palavras. “Não poder ser, estavam de baixo do meu nariz!” Naquele momento meu braço esquerdo formigava, e meu ombro começava a doer, talvez não uma dor real, mas sim a dor da lembrança do que pessoas como ele tinham feito a mim no passado.

E em passe de segundos a porta que a mulher tinha fugido se abria com um estrondo, reforços inimigos adentravam no quarto devidamente armados, a situação começava a ficar mais interessante. Um sentimento ruim voltava a crescer dentro de mim, o mesmo sentimento que tinha me dominado em Conomi, não podia perder o controle naquele momento, mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa o espadachim se despedia sarcasticamente, e com um rápido movimento fazia com que eu caísse na cama enquanto ele conseguia se reunir com o resto.

“Acorda AZURA, eles estão na sua frente, acabe com eles destrua todos eles!” Naquele momento com as mãos em cima do colchão da cama apertava os lençóis, a raiva estava tomando meu corpo, ainda estava lucida, não sabia até quando. Assim que escutava um dos capangas falando para eles fugirem começaria me levantar e falar. - Vocês não vão a lugar algum! Olhando diretamente para o espadachim, a fúria crescente podia ser vista em meus olhos. - Uma vez vocês me tiraram tudo que eu tinha, eu não permitirei que isso aconteça com mais ninguém. Escoria como vocês merecem enfrentar a chama da vingança, e eu sou aquela que trará destruição da família Vermillyon e de tudo que ela representa! Com uma pequena pausa olhando para cada um. - E Vocês serão apenas o começo!

Ainda estava raciocinando, apesar de estar de minha fúria latente crescendo cada vez mais por estar de frente com uma das pessoas que eu tinha jurado vingança, erradicar essa família e fazer com que todos os povos sejam livres eram minha prioridade máxima, isso era tudo que Alucard e a senhora Katherine tinham em ensinado. Ainda não podia ir para cima com tudo, daria uma cambalhota para me aproximar de meus aliados e ter uma visão melhor da situação. -Vocês todos vão sucumbir nas chamas da minha vingança, e o ultimo nome que irão se lembrar vai ser o meu Azura!

Terminava de falar focando o espadachim, assim faria força com as pernas contra o chão para tomar impulso e correr o mais rápido que eu conseguia, em direção do homem, tomando cuidado com qualquer obstaculo que estivesse em meu caminho, assim que tivesse em uma distância mínima entre nós dois tomaria cuidado, pois caso o mesmo tentasse desferir um golpe arquearia meu braço direito tentando bloquear o golpe com meu escudo e em seguida tentaria empurrar o mesmo utilizando meu peso contra ele, a fim de desestabilizá-lo, logo em seguida me abaixaria e tentando aproveitar o desequilíbrio que meu empurrão causaria tentaria dar uma rasteira esticando minha perna e movimentando ela da esquerda para a direita.

Caso o mesmo desviasse do ataque ou alguma outra pessoa tentasse me acertar eu rapidamente tentaria bloquear o golpe instintivamente colocando meu braço direito com o escudo na direção golpe. Assim voltaria ao meu ataque focando o Espadachim novamente, impulsionando em sua direção e assim que tivesse numa distância boa saltaria para cima do mesmo, arqueando minha pena direita, tentaria focalizar toda minha força na minha perna direita, e assim que tivesse caindo em direção ao garoto tentaria desferir um chute com o calcanhar de cima para baixo na cabeça dele, afim de desacorda-lo.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptyQua 16 Out 2019 - 12:39


Narração
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Tarde~noite

Duncan Dellumiere
Duncan queria continuar ali, queria continuar lutando, continuar sendo útil, mas a realidade era muito mais dolorosa do que essa. Ele não fora forte o suficiente, ele não agiu de forma perfeita e agora não só ele como Garfield haviam pagado o preço. Seu corpo estava acabado, havia levado tantas pancadas em sua cabeça que era incrível ele estar acordado. Informando sua vontade viu M-4 olhando a sua volta, os escravos sendo liberados e lembrando da confusão que ocorria do lado de fora. - Talvez seja melhor nós levarmos eles e pronto. - Falou para Lenora. - A marinha já está lutando, não sabemos se vamos vencer. E vão chegar mais reforços. - Falou a baixinha para a médica que já concordava com a cabeça. - E todos eles vão precisar de ajuda para ir embora. - Falava a médica, não só preocupada com seus dois colegas que ali estavam, como com todos os outros escravos que por ali ficaram.

Pela primeira vez Duncan conseguia olhar melhor os dois homens e as duas mulheres que eram escravas. A primeira mulher usava um vestido, era magra e parecia que poderia quebrar com facilidade se alguém a apertasse com força. Estava encolhida num canto sem se levantar mesmo quando a cela já estava aberta e sendo chamada. A segunda estava com a cara fechada, numa incrível habilidade para um jogador de pôquer, tão incrível que quando o velho revolucionário se aproximava para chamá-la, a segurou para levantar-se e ela não esbanjou qualquer reação, só aceitou a ação e levantou-se sem problema. O primeiro homem mantinha um capuz tentando tampar a parte esquerda de seu corpo, tirando isso qualquer outra reação possível parecia não existir. O segundo parecia ser o mais tranquilo ali no meio, mesmo assim, não estava nada bem, sua jaqueta preta estava um pouco caída e era visível sangue em seu ombro em sua camisa branca que ficava por baixo.

Todos estavam "bem" fisicamente, ou pelo menos isso que aparentava, o problema era mais psicológico ali. Afinal, todos estavam sem esbanjar qualquer tipo de reação e mesmo quando estavam "livres" acabaram por ficar quietos. Não só isso, uma espécie de tatuagem era vista em todos eles, o mais recente sendo o segundo o menino.

- Vai ser mais difícil do que imaginava.  - Falou a médica ao ver a reação de cada um. - Eles estão "bem"... teoricamente. - A voz deixava clara que eles não andavam rápido ou qualquer coisa do tipo porque simplesmente não queriam, ou não podiam. Foi quando o velho teve uma "ótima" ideia e todos ali ouviram um tom mais autoritário vindo dele. - Todo de pé. Estamos partindo agora. - A voz deixava clara que era uma ordem. - Nós matamos seus donos, agora vocês são nossos, rápido, levantem. - E por mais estranho que aquilo poderia ser, funcionou, todos levantaram.

Viu M-4 se aproximando e dando um baita tapa com toda a força no rosto deste homem. - NUNCA FAÇA ISSO! - Ouviu sua companheira gritando. Ver alguém daquele tamanho batendo no rosto de um velho parecia errado de certa maneira, uma neta batendo em seu avô. Só que o tom de M-4 nunca soou tão autoritário quanto agora. Quem era aquele velho dando ordens perto do aviso da loirinha para ele.


Azura V. Pendragon
Com a nova descoberta Azura não só sentia-se incomodada em seu ombro, como principalmente a incomodava ter demorado para descobrir que este homem com quem lutava era um deles. Era difícil dizer que ela sentia sua fúria aumentando, aos poucos a raiva ia assumindo, ficava difícil determinar quando ela perderia a razão e sairia batendo naqueles malditos.

Uma luta interna ocorria, não queria perder a razão ali por mais que seu corpo e sua mente desejassem simplesmente espancar aquele maldito até a morte. Não podia dar tudo a perder em outra missão. Precisava se manter mentalmente sã até pelo menos acabar aquilo ali. E com isso em mente, não só gritava para os homens a sua frente, como já planejava seu próximo golpe no verme a sua frente.

A sala era quadrada, com porta no centro de cada parede e uma cama no centro, agora não tão mais no centro após o empurrão que Azura havia realizado. Os homens que precisava vencer estavam próximos da porta que aquela mulher passara, enquanto seus aliados já assumiam o maior espaço da sala como um todo. Avançando no espadachim que queria vencer agora a qualquer custo, via ele rindo. - Não sabia que você já me conhecia. - Falava ele sorrindo enquanto ela se aproximava, o homem mesmo sorrindo claramente estava concentrado. - Está explicado porque fomos para cama tão rápido. - Falou ele sem se importar com a situação que tudo havia acontecido.

Enquanto Azura se aproximava ouvia que seus novos colegas também começavam a avançar. Ele atacou primeiro, mas a jovem estava esperando este movimento e com facilidade bloqueou o golpe com seu escudo. O empurrou e viu o Vermillyon mais próximo da porta que a tal Melissa havia passado. A revolucionária não ficaria só com isso e logo se abaixou para fazer uma rasteira, mas foi quando ele conseguiu pular e se esquivar do golpe com perfeição, a primeira esquiva que ele acertava perfeitamente naquela luta.

Só que Pendragon já estava preparada para aquilo e ao ver que o homem havia desviado logo deu um impulso e pulando jogou sua perna direita na direção do mesmo, agora não havia espaço de tempo para ele desviar. O tempo que ele demoraria para ir para o lado era maior que para pular para cima. E sabendo que seria acertado ele usava sua espada para bloquear o ataque. Bota e espada se chocavam e Azura sentia sua pele sendo cortada um pouco na região próxima do calcanhar, mas o golpe havia sido efetivo e via-se acertando a testa dele.

Ele ia para trás com o impacto do golpe e cairia no chão, mas acabou chocando-se com a porta e abrindo a porta. Logo Azura viu o local que era novo para ela. Um corredor com uma porta de cada lado e uma escadaria indo para baixo logo a frente. Para onde a tal Melissa havia ido era difícil determinar. O Vermillyon ainda estava acordado, mas havia sangue saindo de sua testa, como ele não havia conseguido bloquear o golpe perfeitamente, a própria espada cortara a pele dele.

Neste novo lugar ouvia um grito vindo do lugar claramente que ficava lá embaixo. A voz era de uma velha conhecida, era a voz da baixinha M-4. - NUNCA FAÇA ISSO! - Como ela havia chegado lá embaixo ou com quem falava era desconhecido para Azura. Poderia não se importar com eles e partir para ver o que M-4 estava fazendo. Só que ainda havia não só inimigos atrás dela, como o verme Vermillyon estava caído em sua frente acordado.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptyDom 20 Out 2019 - 19:17


Aquela altura as duas mulheres conversavam como se eu sequer estivesse ali. Não poderia julgá-las, até mesmo eu estava surpreso de ainda estar acordado após todos aqueles golpes e perda de sangue. Para evitar sujar todos naquela sala com o meu DNA, decidia apenas ficar calado enquanto via as coisas acontecerem ao meu redor. As duas pareciam querer recuar e aquela não era uma ideia que me agradava, mas minha consciência tentava falar mais alto naquele momento.

Botando o orgulho de lado, eu sabia que precisava ser realista. Eu não seria muito útil em uma luta, e elas estavam certas em dizer que a marinha provavelmente mandaria mais reforços para o local em breve. Além disso, com o velho derrotado o cérebro por trás de toda aquela operação havia sido derrotado, e seus dois filhos provavelmente teriam algum trabalho em se recuperar deste golpe. Era sem dúvidas uma vitória, ainda mais ao considerar que graças a nossos esforços aquelas pessoas estavam livres.

Me contentando com a ideia de recuar, eu olhava em volta enquanto via os escravos serem libertos e era nesse momento que uma sensação agoniante tomava conta de meu coração. Aquelas pessoas estavam realmente vivas? Mesmo vendo seus algozes sendo derrotados diante de seus olhos, seus espíritos haviam sido quebrados de tal forma que mal eram capazes de se mexer. Na verdade, sequer era possível perceber quaisquer emoções vindas de seus rostos. Aquelas pessoas de fato haviam passado pelo inferno.

Uma sensação ainda maior de puro desprezo àqueles nobres começava a surgir em meu peito, mas após alguns instantes acabava sendo ofuscada pela preocupação com aquelas pessoas. O que poderíamos fazer para tirá-las dali rapidamente? Logo uma resposta surgia quando o homem mais velho falava de forma autoritária com aquelas pessoas, dando-lhes uma ordem para que se mexessem. Por alguns instantes sentia um certo alívio, havíamos finalmente descoberto um modo de lidar com aquilo e agora poderíamos tirar aquelas pessoas dali sem problemas… Não é?

Neste instante, todas as minhas certezas eram quebradas pelo tapa que M-4 dava em seu subordinado. A verdade é que eu nunca a havia visto daquele jeito e sua atitude era mais que o suficiente para fazer com que meu coração voltasse a acelerar enquanto eu começava a questionar minha própria índole. Que idiota eu era. Como poderia achar que aquilo era aceitável? Nosso objetivo era justamente liberar aquelas pessoas de toda a opressão que sofriam, se para isso precisássemos agir como seus “donos”, era porque de fato não éramos diferentes deles. Eu não era diferente deles.

Cerrava os punhos enquanto, ainda no chão, sentia um forte impulso de socar o meu próprio rosto. Talvez a única coisa que havia me impedido de fazer aquilo naquele momento fosse o fato de que estava debilitado demais para tomar uma atitude dessas. Naquele momento, em meio a toda a culpa, alguns flashbacks me vinham a cabeça. Me lembrava do jogo de verdade ou consequência, e das pessoas que estavam lá. Me lembrava dos rostos dos participantes e da resposta daquela garota que só queria ver os pais… Droga, haviam mais escravos, sem dúvidas haviam. Se os que estavam nesta sala ainda estavam presos a grades psicológicas, haviam outros em algum lugar na mansão que sequer haviam se livrado das grades físicas. Nesse momento um segundo flashback me ocorria, de quando mandavam Graven vigiar os outros participantes do jogo em algum lugar. Eu não podia deixar aquelas pessoas ali.

- Tem mais prisioneiros - Me esforçava para dizer aquelas palavras enquanto tentava ao menos me sentar escorando-me em alguma superfície próxima - Estão com um homem chamado Graven... - Contaria então sobre a direção para qual haviam se dirigido da última vez que os vi na sala do andar de cima - Suas irmãs também estão aqui, M-4, e... - Àquela altura, falar tanto assim era um grande desafio por causa da dor excruciante - Talvez possam ajudar - Concluía - Não posso falhar com mais ninguém... - Olhava naquele momento na direção de Garfield.

Voltava a concentrar-me na respiração para tentar superar um pouco de toda aquela dor. Apesar da minha vontade de continuar, sabia das minhas condições e não iria me opor caso a líder quisesse continuar com o plano de recuar. Em um conflito interno, não conseguia decidir-me entre continuar lutando até meu último suspiro ou viver para lutar outro dia e ter uma nova chance de salvar aquelas pessoas.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptyQua 23 Out 2019 - 2:44


Narração
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Duncan Dellumiere
Duncan se sentiu envergonhado com tudo que aconteceu. Não que ele tivesse falado alguma coisa ou feito alguma coisa. O simples ato de pensar já fazia o homem se condenar mentalmente, sua consciência estava pesada, sentia-se culpado por tudo que acontecera mesmo que, por enquanto, tudo estivesse indo "bem". E isso provavelmente continuaria até que uma imagem veio a sua mente.

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Joana falara claramente "Na casa dos meus pais." - Aquilo trouxe o jovem revolucionário de volta a realidade. A sua situação era péssima, era precária, não conseguia fazer mais nada sozinho, mas isso de pouco importava. Ainda existiam pessoas naquela mansão que precisavam de ajuda, estavam presas de uma forma ou de outra. Claramente lavagem cerebral era o forte daquela família.

E assim, Duncan começava a falar com a chefe ali, aos poucos sua mensagem ficou clara para M-4. A baixinha ficou ali parada por um instante pensando em suas opções, a mensagem de que suas irmãs estavam ali pareceu nem mesmo importar. - Não podemos sair daqui sem resgatar todos. - Ouviu a voz da loirinha, a voz soou firme, deixando claro que realmente sair não era mais uma opção. - Me desculpe Duncan, mas você vai ter que trabalhar mais. Lenora, tem algo para colocar ele pra cima? - Ouviu a pequena perguntando.

Quem sabe, em outra situação, "Lenora" e "colocar para cima" poderia servir como piada de diversas formas, mas naquele momento, nada além da situação deplorável que Duncan se encontrava era a prioridade. A médica olhou para ele por um tempo e falou bem desanimada com a situação. - Posso injetar morfina, ele não vai sentir dor e assim vai conseguir se mover e tals... mas também quando terminar de lutar vai voltar a sentir tudo. - E dando uma pequena pausa a médica comentou algo talvez mais preocupante. - E claro, ele não vai saber quando parar de lutar estando totalmente imerso no paraíso da morfina. - Independente disso tudo, M-4 se aproximou de Duncan e simplesmente esperou a resposta, não era necessário fazer realmente a pergunta.

Se ele aceitasse já estava até mesmo claro que M-4 queria que ele tomasse as rédeas e mostrasse para onde precisavam ir para encontrar os outros escravos, ele conhecia, teoricamente, aquele local melhor do que ela.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptyDom 3 Nov 2019 - 0:36


Sorria da melhor forma que conseguia, orgulhoso, ao ver a determinação que M-4 tinha para continuar naquela missão e salvar até o último dos prisioneiros naquela mansão. Naquela momento, ignorando brevemente meus arredores, eu percebia que estava do lado das pessoas certas e que o destino havia me dado bons companheiros. Apenas o fato de saber daquilo servia para aquecer meu coração e restaurar a determinação que vinha enfraquecendo neste.

A médica parecia preocupada com o que iria fazer. Só podia imaginar que não era muito recomendável aplicar morfina para que um paciente tão ferido quanto eu possa simplesmente continuar lutando. Via a aproximação de M-4 e, apesar do que as duas pudessem pensar, eu não tinha nenhuma dúvida sobre o que deveria fazer naquele momento. Esticava o braço na direção de Lenora com a determinação estampada em meu olhar. Se para salvar aquelas pessoas eu tivesse que perder cada gota de sangue no meu corpo, que assim fosse.

- Manda ver! - Dizia sem sequer pensar em alguma piada naquele momento. Esperaria então para que Lenora aplicasse a morfina em meu corpo. Era uma sensação estranha, diferente de estar bêbado, mas podia sentir algumas semelhanças que me faziam gostar daquele estado. Talvez muito desse apreço tivesse a ver com o fato de que, num passe de mágica, toda aquela dor excruciante havia deixado o meu corpo.

- Tenho que agradecer ao Grambos por ter me dado parceiras tão incríveis - Talvez toda aquela situação houvesse me deixado um pouco emotivo, talvez fosse um dos efeitos da morfina, fato é que eu jamais saberia ao certo. Agora, voltava minha atenção para os prisioneiros que havíamos libertado das grades e questionava - É melhor eles não virem com a gente né? Sabe-se lá o que ver aqueles canalhas pode fazer com eles. Qual o plano? E os prisioneiros? - Questionava M-4 para que pudéssemos resolver aquela pendência antes de sairmos dali.

Com estes problemas resolvidos, eu agora me viraria na direção que havia chegado naquele porão. Lembrava-me claramente daquelas duas portas pelas quais havia passado direto. Se M-4 e Lenora haviam vindo pela outra entrada, aquelas eram as duas únicas possibilidades restantes - Uma lança! - Como em uma epifania me lembrava que provavelmente precisaria lutar, e de fato sentia falta de usar uma arma com a qual estivesse habituado. Procuraria nos arredores, olhando também qualquer porta que estivesse fechada em busca de um possível arsenal ou qualquer lugar onde uma lança pudesse estar guardada. Caso encontrasse a arma, a pegaria.

Tendo encontrado ou não uma lança, agora sim eu começaria a subir as escadas que havia descido anteriormente. Explicaria no caminho que haveriam duas portas, e que provavelmente precisaríamos nos dividir em grupos para ganhar tempo. A divisão, entretanto, deixaria para M-4. Falaria agora um pouco sobre a aparência dos prisioneiros, e também de Graven - Não confiem na loira - Completava sobre a mulher que havia levado Garfield e com quem o velhote tanto se importava. Seguiria então as ordens de divisão dadas por M-4, e entraria na porta que me fosse indicada.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptyDom 3 Nov 2019 - 18:41


O fluxo da batalha com o espadachim havia mudado, agora tinha de eliminá-lo a qualquer custo, assim voltava a avançar contra o homem, em uma sequência de golpes o mesmo conseguia bloquear meu chute com a espada, sentia a lâmina entrando em minha bota. “Droga, novamente!” uma pequena dor vinha do meu calcanhar, a lâmina conseguia me acertar mesmo que pouco, mas conseguia acertar o idiota o fazendo cair em direção a porta a abrindo.

“Um corredor… Para onde aquela puta foi?” Pensava olhando para o grande corredor, em seguida olhava para baixo vendo o espadachim caído no chão, um pequeno sorriso de canto de boca podia ser visto em meu rosto, via o sangue saindo da cabeça do mesmo e para completar ele ainda estava acordado.

- Parece que o destino me colocou em seu caminho garoto, tá na hora de pagar pelos pecados da sua família! As chamas podiam ser vistas em meus olhos. Por um instante meu foco voltava para o corredor pois conseguia escutar uma voz conhecida vinda de la, “M-4… então ela está bem e conseguiu entrar!” Pensava apoiando o pé lentamente.

Me viraria para as garotas de guarda-chuva falando. - Acho que a irmã de vocês está la em baixo, acho que podemos ir! Falaria para o grupo, mas antes de seguir caminho me voltava para o Vermillyon caído no chão. Aquela vista me deixava bastante satisfeita, me aproximaria do mesmo, mas com a guarda alta, a final poderia esperar qualquer coisa deles.

- E triste morrer sem saber para quem sua vida está se esvaindo não e mesmo? Abaixaria e pegaria a espada do mesmo com a mão esquerda, caso o mesmo tentasse impedir, arquearia minha perna direita para trás em seguida em um movimento reto chutaria a lateral do seu corpo, assim faria o mesmo ficar sem ar para que eu pudesse pegar a espada. Com a espada na mão levaria minha mão direita e levantaria parte da roupa que cobria a minha tatuagem e deixaria a mostra para que o Vermillyon.

- Eu sou o maior erro que a sua família cometeu, deveriam ter me matado junto de minha mãe no lugar de ter me feito de escrava! Dava uma pequena pausa olhando para a lamina do homem em seguida voltava a falar. - Ironicamente você vai morrer por causa daquilo que amam fazer e pela sua própria arma! Soltava um sorriso então finalizava. - Sou Azura Vermillyon Pendragon aquela que trará a desgraça para toda sua família e esse sistema falho! Após essas palavras enfiaria a espada no cranio assim dando fim ao primeiro de uma longa lista.

Largaria a espada cravada na cabeça do mesmo assim viraria para o restante do grupo falando. - Podemos ir, vamos encontrar M-4 e os outros! Toda aquela situação tinha me deixado com a boca bastante seca, olhava para minhas mãos e percebia que estavam tremendo. Tremendo por enfim dar inicio a minha vingança ou por que fazia tempo que tomava um bom gole do meu vinho, bom tanto faz, após tudo aquilo só queria dar alguns goles na minha garrafa. Assim pegava a garrafa de vinho dando alguns goles e por fim limpando a boca com as costas da mão direita enquanto seguiria junto com o restante do grupo para encontrar o pessoal..
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptyQua 13 Nov 2019 - 3:05


Narração
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Duncan Dellumiere
Duncan não possuía dúvidas do que faria naquele momento. Pegou toda sua determinação e respondeu com facilidade a questão que sua colega parecia querer evitar. Lenora abriu sua mochila e de lá retirou a injeção. A sensação que o revolucionário sentiu era realmente diferente de qualquer outra que já havia sentido, até porque havia basicamente parado de sentir qualquer coisa. Não só a dor sumira, como ele poderia falar que sentia-se melhor do que estava até mesmo antes de lutar. O interessante é que agora Dellumiere percebia as coisas com mais clareza, com sua mente mais leve por não ter tanta dor envolvida. A primeira coisa que notava é que sua amiga não havia injetado toda a morfina nele, talvez até mesmo para não matá-lo com excesso daquele analgésico absurdamente potente.

Elas o observavam, esperando ele falar alguma coisa, e assim, as primeiras palavras que vieram da boca de Duncan tranquilizou elas completamente. Ele parecia o mesmo galanteador de sempre. Pronto para mais uma rodada absurda de lutas que o levariam a um possível coma daqui a pouco. Com o primeiro passo dado, agora precisavam agilizar, com a mente mais leve, ideias já começavam a surgir na mente do revolucionário que logo começava a perceber como seria ruim andar por aí com os ex-escravos. Mas sinceramente, que opção teriam? Não eram tantos assim naquele lugar específico. - Não é o ideal, concordo com você, mas não temos opção agora. Eles vão com a gente, até porque... não acho que eles vão danificar a mercadoria deles... - A última frase já foi dita num tom mais baixo e doloroso. Bem, Garfield estava sendo torturado a pouco, mas talvez aquilo fosse uma mera mentira da baixinha para ela mesma se tranquilizar. - Nós vamos subir e achar os outros prisioneiros, salvá-los e dar no pé. Luta não é necessária. - Falou a loira ainda para complementar a ideia que ela tinha. - Lutar agora é um risco desnecessário, estamos lutando contra o tempo já. - Ela indicava para subirem logo pela escada.

Duncan antes queria uma lança, mas a realidade não era tão simples assim, não havia lança por ali, o jovem estava fadado a não ter arma tão facilmente, nunca liberar sua arma pesara tanto em sua vida.


Azura V. Pendragon
A vitória era clara. Azura havia vencido e ainda assim buscava tempo para falar com as outras loiras baixinhas que haviam por ali. Ela não respondeu, estava envolvida com os outros ainda em outras lutas, mas parecia que estas também já estavam para serem finalizadas, seus novos colegas estavam vencendo. Uma vitória completa para o lado bonzinho, nada como um bom final de conto de fadas para aquela situação absurda que existia ali.

Pendragon começava a falar um monólogo, a verdade é que ela estava se deleitando com a ideia do que iria fazer. Pegava a espada do homem que estava caído no chão. Explicava quem ela mesmo era, aparentemente não havia medo algum em seu tom de voz de talvez M-4 ouvi-lá, sendo que a própria Azura havia escutado sua amiga a pouco tempo. Para a sorte da revolucionária, o povo abaixo das escadas estava, naquele instante, ocupado com outras coisas, e por isso esse monólogo não era ouvido.

E o monólogo teve o efeito que Azura desejava. Quando o homem caído no chão viu a tatuagem seus olhos esbugalharam como nunca haviam feito. A espada parecia ficar mais leve a cada instante enquanto preparava a ação que iria fazer. A resistência do crânio foi maior do que imaginava, mas a jovem sabia manejar uma espada bem o suficiente para não ser realmente um problema.


Ambos
A primeira visão do grupo de Duncan ao subir a escada foi a mão de Azura descendo uma espada na cabeça de um homem que o revolucionário conhecera muito bem por causa de um certo jogo.  Pelo menos fazer aquele ato por si só não parecia algo tão simples para a revolucionária, as mãos dela tremiam. E ela, igual vários outros que não gostam de enfrentar seus medos, acabava retirando uma garrafa de vinho da ** ** mochila que possuía e bebeu uns goles.

Havia duas portas, uma para esquerda, uma para direita, claro que o lado dependeria de você vir da escada ou do quarto que estava a cama e que Azura estava a pouco. O que eles fariam dependeria bem mais deles. As outras lutas menores que ocorriam no cômodo da cama também acabavam e M-4 parecia querer falar algo ao ver M-3, mas ela segurou. - Para onde vamos? - Ouviram ela perguntando, tanto faz quem respondesse ali, Duncan, Azura, M-3. - Onde estão os outros prisioneiros? - Perguntou mais uma vez.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptySex 15 Nov 2019 - 21:54


As palavras de M-4 pareciam mais tranquilizantes do que lógicas. Ela dizia que aqueles homens não danificariam sua mercadoria, mas eu já havia convivido o suficiente com todos eles para saber que pouco se importavam com o que aconteceria aquelas pessoas desde que eles mesmos saíssem ganhando. Na verdade, algo me dizia que a loira também sabia de tudo isso, e era exatamente esse instinto que me fazia não dizer nada naquele momento, deixando apenas que ela se acalmasse e pudesse pensar bem.

Tentando deixar aquilo de lado, a major tentava voltar novamente sua cabeça para a ação e começava a traçar alguns planos - Sem luta? - Dizia de forma irônica - Você me decepciona, eu estava ansioso por mais uma rodada absurda de lutas que me levariam a um possível coma daqui a pouco - Dizia ainda com a mesma ironia, era quase como se eu já tivesse ouvido essa frase em algum lugar, e estivesse ansioso para usá-la. O efeito da morfina em meu corpo fazia maravilhas e servia para me relaxar bastante, me perguntava o que Lenora acharia de eu pedir um pouco para uso próprio depois que toda aquela loucura acabasse.

Decepcionado em não achar uma lança, eu agora começava a seguir o grupo pela escada curioso com o que estava acontecendo no andar de cima, e preocupado com o grupo de escravos que estavam com Graven. Ao subir a escada, entretanto, o que me aguardava era uma vista inesperada e um tanto chocante. Parava imediatamente ao avistar Azura desferindo o que seria o golpe final contra a cabeça de Luke. Não sentia nenhuma pena daquele homem, principalmente depois do que fez com Garfield. Se quer saber, este nobre teve o que merecia. A minha preocupação ali, era com Azura. Assim como eu, ela teria sucumbido aquela fúria animalesca novamente?

Talvez fosse a morfina ajudando minha percepção de detalhes, mas naquele momento era acalmado ao ver que as mãos da garota tremiam. Ela inclusive ia imediatamente beber de seu vinho após o golpe final. Azura não havia cedido - É Luke, parece que nem todas as garotas você pode conseguir - Dizia de forma irônica enquanto me aproximava da revolucionária. Não tínhamos o melhor dos relacionamentos, é verdade, mas estar tão afundado em entorpecentes fazia com que eu não sentisse tanta raiva dela, então era o momento ideal para tentar uma reaproximação - Ei, fez um bom trabalho aqui - Era simples e direto em minhas palavras, sabia que não tínhamos muito tempo para isso - Que bom que também está aqui - Sorria ao dizer aquelas palavras. Em seguida estendia minha mão direita na direção dela. Era como uma oferta de paz.

Logo minha atenção era novamente tomada pela voz de M-4, sentia a urgência em seu timbre então logo me punha a raciocinar - Essas duas portas devem ser os dois únicos pontos inexplorados da casa, tem que estar atrás de uma delas - Dizia impondo minha voz - Será mais rápido se nos dividirmos em dois grupos. Nos reunimos novamente do lado de fora, e aí podemos ter uma bela reunião de família. O que acham? - Terminava de dizer aquilo perguntando a opinião de meus companheiros sobre o plano. Caso minha ideia fosse ao menos parcialmente aceita, me colocaria no grupo a que fosse designado e seguiria por uma das portas, tentando observar tudo nos arredores em busca de alguma pista.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptySex 22 Nov 2019 - 17:54


Meu corpo formigava da cabeça aos pés, mas não de preocupação, mas de felicidade, todos os nervos do meu corpo sabiam que finalmente tinha dado inicio a vingança a família que tinha tirado tudo de mim. Via a possa de sangue escorrendo pelo local que a lamina tinha perfurado um sorriso podia ser visto em meu rosto, meus cabelos tampavam parte da minha face pois olhava para baixo para o corpo do homem que a cada segundo. Me reerguia pegando minha garrafa de vinho dando alguns goles aquilo tinha sido excitante demais.

“levou tempo, mas finalmente comecei mãe!” Pensava quando olhava em direção a porta e via Duncan, o mesmo parecia um tanto acabado, parece que deixá-lo com esses vermes não foi uma boa ideia, mas o importante aonde estava Garfield? Arrumava meu cabelo me endireitando enquanto Duncan proferia algumas palavras ao cadáver, talvez tenha sido torturado por ele ou algo do tipo, mas não importava mais, ele estava morto, e Duncan seguro.

Percebia que Duncan se aproximava de mim, aquele exato momento controlava minha excitação segurando meu braço esquerdo com minha mão direita, endireitava minha postura quando escutava o mesmo me elogiar, o sorriso em meu rosto não sumia a nenhum estante. - Obrigada, mas estava fazendo apenas o meu trabalho né! Dava uma pequena pausa largando meu braço. - Parece que você teve algumas complicações né, por incrível que pareça estou feliz que esteja bem! Falava olhando ao redor a procura do grandalhão lunático.

- OK, parece que estamos quase terminando por aqui né? Mas aonde está Garfield? Questionava o grupo que havia acabado de chegar, percebia que M-4 estava incomodada com alguma coisa, logo a mesma questionava sobre os prisioneiros e para onde deveríamos ir.

Não sabia ao certo oque fazer, mas sabia que tínhamos de encontrar o restante das pessoas capturadas pelos nobres e voltar para o lado de fora e me reunir com o grupo que estava sob o meu comando, a final eles estavam segurando o inimigo do lado de fora para que eu pudesse seguir com a missão.

- Não sei qual e a situação daqui, de quantas pessoas foram salvas e quantas faltam ser salvas e nem sei aonde está um dos meus companheiros, mas temos que acabar com os inimigos logo e recuar com as vítimas o quanto antes a segurança do povo e fundamental! Falaria em um tom calmo e sereno para que todos pudessem ouvir. - Me fala em quem eu tenho que bater que eu esculacho! Me viraria falando dando um largo sorriso para M-4 que era a superior naquele momento a espera de suas ordens.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptyTer 26 Nov 2019 - 0:50


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Ambos
A situação naquele cômodo estava resolvida. Duncan, num sinal claro de estar totalmente tomado pelas drogas, pareceu solidário com a situação de Azura. Não só isso, o jovem fazia uma piada com o homem morto, ninguém ali realmente entendia o que ele queria falar com aquilo, ninguém vivenciou o que ele havia vivenciado. Já Azura, apesar de feliz com tudo, tentava voltar a manter a compostura com a situação. Havia dado seu primeiro importante passo para a dizimação de tal família.

Com o cenário mais controlado em que estavam, Azura indagava sobre o pernas longas, que logo aparecia seminu subindo as escadas. Os outros derrotados pelos companheiros de M-2 eram jogados ao lado do cadáver que havia ali. O olhar de Lucius demonstrava bastante o tanto que aquilo o machucava. Mas o povo ali não parecia se importar com isso. Duncan já falava sobre se separarem, Pendragon falava sobre bater em quem fosse necessário.

Nesse momento a voz que soou mais forte ali foi a voz de M-2. - Por que não simplesmente interrogamos eles? - Perguntou a pequena loira, com todos aqueles derrotados no chão. - Deixar quem você derrota vivo é sempre uma boa fonte de informação. - Falou a baixinha direcionando sua fala diretamente para Azura.

M-4 olhou para a irmã e depois olhou para o homem que haviam jogado ali. - Bem pensado. Podemos agir de forma bem mais coordenada se soubermos onde está cada coisa. - Falou a loirinha conhecida. - Duncan, vá com minha irmã pegar sua arma de volta, não sei onde ela está, mas você deve saber. Aproveite e olhe como está a situação do lado de fora. A marinha deve estar chegando de forma massiva a essa hora. - Informou M-4, mostrando que o plano de dividir de Dellumiere estava sendo levado em conta no fim de tudo. E essa não era a única "estratégia" que estava sendo seguida ali. A baixinha ali olhou para Azura e falou de forma bem seca. - Precisamos que ele fale tudo. Acha que consegue fazer isso? - Ela deu uma pausa. - E não estou falando só dessa casa, quero saber de todo o esquema deles. Vamos levar eles como prisioneiros para interrogar se for necessário. - Falou ela com a voz firme. - Só que agora, necessariamente agora, precisamos saber do que estavam planejando e da rota de fuga deles e de como podemos achar os outros escravos. - A ordem era bem clara e basicamente o que a própria Azura pedira para fazer.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 12 EmptyTer 3 Dez 2019 - 21:24


Surpreendentemente as drogas pareciam deixar até mesmo Azura mais receptiva. Não sabia se era um delírio ou não, mas naquele momento eu podia jurar que havia escutado a garota falando que estava feliz por eu estar bem. Dá pra acreditar? - Complicações? - Dizia fingindo estar confuso - Fala desses inchaços e escoriações? - Continuava apontando para qualquer ferimento em meu corpo, com cara de espanto - Meh, foi só pra dar um ar dramático pra história! - Respondia fingindo desdém, mas com um sorriso claramente amigável e brincalhão em meu rosto.

A pergunta que a garota fazia a seguir, entretanto, servia para devolver a tensão a situação e trazer de volta aquele sentimento de culpa que as drogas vinham ajudando a esconder. A imagem de um Garfield ensanguentado me vinha à cabeça, junto do remorso de ter deixado tudo aquilo acontecer com o pernas longas. Não demorava para que ele próprio chegasse até o local. Ainda estava seminu, e a vida que antes existia em seus olhos confiantes não estava mais ali.

- Ele está vivo, mas... - Dizia triste olhando para o grandalhão, sem saber muito o que dizer. A verdade é que naquele momento tinha esperança que de alguma forma fosse ver o brilho voltando à seus olhos, pouco antes de ouví-lo bradar algo como “Eu sou GARFIELD HENRYFORD! O iluminado CAMPEÃO DO SOL, o único de seu nome, o primeiro de centenas de gerações. Um veneno fraco como aquele não faz nem cócegas em minha pele!” Infelizmente, entretanto, duvidava muito que isto fosse acontecer. Esse pensamento melancólico fazia com que eu sentisse em meu peito um forte aperto, talvez estivesse chorando por isto se a ocasião fosse outra.

Respirava fundo, por sorte a morfina fazia com que esse mero ato não trouxesse uma dor excruciante como vinha acontecendo antes. Naquele momento, precisava me concentrar na missão e salvar todas aquelas pessoas para que o que havia acontecido com meu bom amigo não tivesse sido em vão. Neste momento, algo inesperado acontecia. A boca de Garfield se movia pela primeira vez em algum tempo e dela saíam… Palavras! - Sim, ele perdeu um belo terno! - Respondia abrindo um sorriso enorme em meu rosto. Provavelmente um arrepio percorria todo o meu corpo naquele momento, era uma pena que eu não podia sentí-lo. A verdade, entretanto, é que ainda estava sem saber se tudo aquilo estava realmente acontecendo ou era apenas um efeito colateral da morfina.

Olhava agora para Lenora, buscava entender nos olhos da médica o que estava acontecendo pois ela mesma havia examinado o pernas-longas e também me dado a injeção da droga. Não era um simples delírio, era? Com a confirmação da médica, voltava a acompanhar o grandalhão com os olhos. Era tão bom ver que estava bem, tão bom ver que os meus erros não o haviam levado à ruína. Era óbvio para mim agora, homens como aqueles não poderiam derrotar o campeão do sol. Algumas lágrimas talvez tivessem escapado de meus olhos naquele momento, molhando meu rosto em meio ao sorriso de alegria. Mesmo sem poder sentí-las para ter certeza de que estavam ali, levava a manga do terno até o rosto para enxugá-las.

A cena a seguir me dava novamente o gostinho de ver toda a equipe reunida, com Garfield indo abraçar Azura e, como sempre, levando um belo golpe por isso. Talvez não fosse o ideal a garota bater em alguém ferido, mas simplesmente sabia que ele podia aguentar aquilo. O sorriso em meu rosto poderia ser visto a quilômetros de distância, assim como a expressão clara de alívio - Bem vindo de volta ao mundo dos vivos grandão! - Dizia finalmente, falando agora com um Garfield que eu sabia que não era uma mera ilusão.

Não sabia se ele sequer havia percebido o que aconteceu ali, mas sabia que não queria falar sobre isso com ele naquele momento, talvez nunca falasse se não fosse precisar me desculpar com ele em algum momento. Era o momento de me focar em alguma coisa antes que me perdesse em minhas emoções de novo. Por isso, começava a olhar os arredores e a escutar o que os outros tinham a dizer como forma de dispersar minha atenção do retorno inesperado de Garfield.

Havia percebido que os homens restantes dos Vermillyon haviam sido aparentemente derrotados. Lucius e Graven também haviam tido o que mereciam e tinham acabado de ser jogados bem perto do cadáver de Luke, juntamente do corpo do velho e de Jorge. Ver aquela cena, confesso, não me dava tanto prazer quanto eu esperava, mas também me trazia um sentimento bom de realização. Fato é que eu precisaria de algum tempo comigo mesmo para que pudesse entender todos os sentimentos que tive naquele dia.

M-2 então voltava a falar pela primeira vez desde que a revi. Parecia realmente a líder, mantendo aquele tom mesmo com sua outra irmã no local. Na verdade, agora que eu estava reparando, era a primeira vez que via as três irmãs juntas e era de fato chocante o quanto elas se pareciam - Ownt, vocês três ficam tão fofinhas juntas! Parecem três bonequinhas! - Brincava com as irmãs em uma tentativa de me aproveitar daquilo para tirar os questionamentos e dúvidas de minha cabeça. Todas elas pareciam pensar no que fazer naquela situação, concordando em interrogar Lucius. Era M-4, entretanto, quem vinha com as primeiras ordens.

- Você quem manda, chefe! - Respondia a ordem dada juntamente com uma piscadela para a garota. Olhava em seguida para M-2, pronto para levá-la até a entrada onde havia dado minhas lanças aos seguranças da festa. Antes disso, entretanto, as próximas ordens de M-4, dadas à Azura, me chamavam a atenção. Ela estava pedindo para que a garota fizesse um interrogatório com Lucius, e eu conhecia bem a revolucionária para saber que ela não era do tipo de fazer perguntas. Talvez fosse bom dar uma ajuda.

- É Lucius, você não deu sorte. Mas talvez você acabe melhor que seu irmão ou o seu papai ali... - Dizia de forma irônica movendo o queixo na direção do corpo derrotado de Joseph, como se apontasse para ele. Em seguida, me voltaria para Azura lembrando de um dos desafios que aquele homem havia feito para mim durante o jogo. Diria - Olha, esse daí gosta de tomar umas chicotadas. Não estou querendo insinuar nada, mas acho que você deveria saber... - Logo depois dessa insinuação, acenava com a cabeça para M-4 e iria até a porta onde havia deixado minhas armas. Esperava que com aquilo tivesse ajudado a apavorar Lucius de alguma forma, ou ao menos lhe abalar. Isso facilitaria o trabalho de Azura - Ah! - Exclamava me lembrando de alguma coisa e naquele momento me voltava para Garfield - O Lucius aqui tinha sido mandado para buscar o seu terno, estava no quarto ali onde você tirou. Talvez ele saiba dizer o que aconteceu com ele! - Finalizava antes de sair com M-2.

- Viu só? Eu falei que podia confiar em mim - Diria para M-2 assim que nos separássemos do resto do grupo - Mas me diz, qual é a de vocês? Também são do nosso… Grupo? - Estava curioso e talvez a bombardeasse com perguntas demais - Vocês nem se cumprimentaram nem nada. Tem de relaxar mais, sabiam? Mas tem o coração no lugar certo - Não, eu não havia dado tempo para resposta entre uma pergunta e outra. Se ela quisesse me falar alguma coisa ou dar uma bronca, a hora seria agora.

Ao finalmente chegar ao destino, procuraria pelas lanças e as pegaria. Se necessário, perguntaria a M-2 o que ela e seus homens haviam feito com os seguranças - Ahh, meus bebês! Como senti saudades de vocês! - Diria abraçando as armas com cuidado pouco antes de colocá-las novamente presas às minhas costas. Em seguida, observaria com atenção o que estava acontecendo do lado de fora. Esperaria também que M-2 dissesse alguma coisa sobre a situação, saberia avaliar melhor que eu se deveríamos ajudar ou recuar. Seja o que for que ela decidisse, seguiria as ordens e reportaria a situação de volta para M-4 se fosse o caso.
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