One Piece RPG
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» A inconsistência do Mágico
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Jean Fraga Hoje à(s) 16:34

» Mep-Ruriel
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Ruriel o Ruivo Hoje à(s) 16:28

» [Mini-Ruriel]
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Ruriel o Ruivo Hoje à(s) 16:24

» O Regresso do Anjo Torto
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor DanJo Hoje à(s) 15:18

» Meu nome é Mike Brigss
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Shiro Hoje à(s) 14:38

» [E.M] - Gostosuras e Travessuras
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Thomas Kenway Hoje à(s) 14:05

» [MINI - Gates] O Pantera Negra
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Ryoma Hoje à(s) 13:46

» Xeque - Mate - Parte 1
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor TheJoker Hoje à(s) 13:31

» Art. 4 - Rejected by the heavens
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Kenshin Himura Hoje à(s) 12:50

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Furry Hoje à(s) 11:20

» [M.E.P] Joe Blow
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Joe Blow Hoje à(s) 09:56

» [Mini-Aventura] Joe Blow
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Joe Blow Hoje à(s) 09:55

» Livro Um - Atitudes que dão poder
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor gmasterX Hoje à(s) 09:54

» [M.E.P] Veruir
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Veruir Hoje à(s) 08:16

» [Mini-Aventura] Veruir
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Veruir Hoje à(s) 08:14

» Mise en place
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor arthurbrag Hoje à(s) 07:24

» I - A Whole New World
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Makei Hoje à(s) 07:01

» ブルーベリーパイ ~ Blueberry Pie
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Skÿller Hoje à(s) 04:45

» Sidney Thompson
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Zed Hoje à(s) 01:19

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Emptypor Fukai Hoje à(s) 00:49



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3 ... 8 ... 14  Seguinte
AutorMensagem
Raizen
Administrador
Administrador
Raizen

Créditos : 60
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 18/04/2011
Localização : Grand Line – 6ª Rota – Alabasta

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptySab 02 Mar 2019, 22:45

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere e Garfield Henryford. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] l [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | Mudanças Importantes | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Sagashi
Revolucionário
Revolucionário


Data de inscrição : 17/01/2014

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptyDom 10 Mar 2019, 16:24


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Descia do lugar onde havia subido, decepcionado mas não surpreso por ninguém se manifestar e começar a gritar meu nome, exceto por Duncan, que tentou apoiar a situação, mas que acabou se juntando a mim no grande vácuo de dentro da taverna. Foi melhor assim, já que no dia do juízo final todos eles que não fizeram as honras iriam se ajoelhar perante ao campeão do Sol e pediriam pela glória de seus milagres. A salvação será justa, e a justiça nem sempre beneficia os malfeitores. Duncan, momentos depois, alegava que me ensinaria a viver, o que me fazia entender que ele mostraria sua visão de mundo para mim, me deixando curioso novamente sobre como ele pensaria a respeito das coisas. — O que acha amigão, alguma dessas beldades te interessa? — Ele dizia. Dava-me a entender que era algo relacionado às mulheres que se encontravam nos confins do bar, algumas pedindo coisas para a bartender, que por sua vez, ao meu ver, parecia bem ocupada. Não iria incomodá-la, mas vendo que boa parte das moças não estava prestando atenção em Duncan, era o meu papel arrastar a situação para tal ruiva. Ao lembrar de ruiva, notava que Azura se mantinha perto de Lenora, reparando também que Lenora não havia urrado a meu favor durante meu discurso. "Parece que alguém aqui perdeu a noção do bom e do belo, não é?" — Daria uns segundos para que eu pudesse pensar em uma resposta plausível e funcional, e logo viraria o rosto para o eclipse, sorrindo: — Sim, me interessa... — Viraria o rosto para Lenora. Azura normalmente não seria do tipo que se contentaria com esse tipo de flerte, então meu alvo no momento era a médica. "Pobre Lenora." — Logo então, apontaria o dedo indicador para a garota, gritando: — Aquela beldade ali é por quem me interesso! — E caminharia em direção a ela, depois de fazer um sinal de mão para que meu companheiro viesse a me acompanhar. Chegaria perto do local onde Lenora estava e apoiaria meu braço esquerdo na mesa, o mais próximo possível dela, mas de forma que não fosse invasivo. Não poderia mostrar para meus parceiros a minha fraqueza em flertar, precisava oculta-la com uma camada grossa de confiança. — O que uma princesa como você faz fora de um caste---

Algo me interrompia. O mesmo homem que eu havia deixado para descansar subitamente caía na porta do bar. A primeira vista, imaginava que aquele homem havia bebido muito mais do que deveria, e que a vida estava dando uma lição de moral nele fazendo-o cambalear, então não me esforçava para prestar socorros. Virava meu rosto para Lenora novamente, prestes a abrir a boca para cantá-la novamente, até que outro evento me interrompia. Um homem de roupas formais — belíssimo, por sinal — aparecia na porta, e parecia bem amigável. — Senhor Henryford, não é? — Ao ouvir a palavra "senhor", meu coração palpitava um pouco. Era nítido que o homem reconhecia minha grandeza ao me tratar como um senhor, me colocando no mesmo patamar que o Sol. — O senhor realmente parece alguém iluminado. Mas o povo aqui só se importa com aquela ruiva ali. — Viraria meu olhar para a ruiva, depois para Lenora. Colocaria minha mão sobre a dela momentaneamente, falando baixo e próximo ao seu ouvido: — Espere um pouco. Cuida da Azura. — Logo então, me desapoiaria da mesa e me ergueria para frente do homem de terno, caminhando a passos lentos. — Com licença, o senhor fala com o iluminado CAMPEÃO DO SOL, GARFIELD HENRYFORD, o único de seu nome, o primeiro de centenas de gerações. — Tiraria minha trança da frente do meu corpo, acariciaria-a por uns segundos e depois a colocaria atrás das costas. Logo depois, colocaria a mão direita na junção entre o queixo e o pescoço do homem, escorregando meus dedos para sua nuca, como se segurasse algo sagrado em minhas mãos. — Você está certo. Eu confio em você. Esse seu terno cabe muito bem em você, aliás. Em todos vocês... — Olharia para os demais formais. Após esse comentário, notaria que, se ele entrou no bar dizendo meu nome, é porque meu discurso ecoou pelas ruas, o que me deixava contente, já que todos que passaram pelo local agora reconhecem minha soberania sobre terras e mares.

— Venha comigo que você conhecerá pessoas que apreciaram a sua pessoa como ela realmente deveria ser apreciada. — Dizia o homem. Meus olhos enchiam de lágrimas e meu coração batia forte, e, na tentativa de esconder minhas lágrimas com as mãos, encharcava-as e umedecia-as. Com a voz um pouco trêmula, diria: — Eu posso ter um terno que nem o de vocês, se eu for? — Esperaria pela resposta. Caso fosse positiva, seguraria o homem pelo colarinho e depois daria a ele um abraço bem apertado. Se fosse negativa, daria de ombros, mas teria a vontade de ir da mesma forma. Em seguida, independente dos casos, caminharia de volta para o balcão e me apoiaria com as costas nele, colocando os dois cotovelos como apoio para o corpo. — Tentadora a oferta. Entretanto, estou acompanhado desse rapaz: — Apontaria para Duncan. — E dessas duas rainhas, colírios para o Sol e desejos dos cegos: — Apontaria para Lenora e Azura. — Então, se quiserem que eu vá, vão ter que aceitar a companhia dos meus parceiros, também. Ah, e me dar um terno, também... e entenderem que o Sol é bravo, bravíssimo... — A partir do primeiro ponto, já não estava mais falando com eles, era um monólogo interno que vazava para a realidade.

Caso a resposta fosse afirmativa, pagaria minha conta e a conta de Duncan, esperaria que Azura pagasse a de Lenora e por fim esperaria que todos me acompanhassem, onde quer que os homens de terno fossem. Porém, se a resposta fosse negativa, suspiraria e viraria de costas. — Uma pena. Não vou abandonar meus colegas. Fechem a porta quando forem sair, assim não entram mais pessoas como o bebum ali... — Nesse momento, repararia que o corpo jogado haveria sido limpado. Ignoraria tal fato e voltaria a cantar Lenora. Voltando ao caso de ser afirmativo, me animaria com meus colegas ao meu redor, daria meu braço para caso Azura quisesse o segurar, e dessa vez faria o comentário: — Forte, né? Foi o Sol quem fez... — Referindo-me ao meu braço. Em todos os casos, usaria da minha audição aguçada para ouvir o que qualquer pessoa naquele bar viesse a cochichar, assim eu poderia ter uma noção do que fazer posteriormente, com base na coleta massiva de informações.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kenshin Himura
Comandante Revolucionário
Comandante Revolucionário
Kenshin Himura

Créditos : Zero
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 24

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptyDom 10 Mar 2019, 19:17



Finalmente um lugar interessante desde que tinha chegado ao East Blue, o bar estava em um estado não muito agradável, mas quem ligava para isso, um homem tinha acabado de ser jogado para fora do lugar, tem entretenimento mais interessante que esse? Se existia eu desconhecia. Além de que o calor local poderia ser um fator interessante para as pessoas ficarem estressadas por ali, ignorava o homem caído no chão e me apoiando em Lenora seguíamos em direção ao Bar, estava bastante empolgada com aquela situação.

“Estou me sentindo em casa, até parece que vou encontrar a Senhora Kate sentada em cima de algum homem desmaiado que tentou arranjar briga com ela, e tomando aquele bom vinho direto da garrafa!” Minha mente era tomada por uma nostalgia momentânea, a final já tinha muito tempo desde que tinha deixado a ilha aonde tinha sido treinada para seguir na revolução .

Assim que entrava no bar, respirava fundo, o cheiro de bebida no ar, e obviamente confusão deixava bastante excitada, fazia até esquecer a dor no pé que naquela altura já estava ficando cada vez mais suportável, como se misticamente fosse curando com o passar das horas. Por falar em horas, percebia que a pesar do lugar ser bem arejado o calor aumentava, talvez por conta do horário de almoço estar se aproximando.

“Parece que tem uma clientela bastante... Interessante!” Olhava diretamente para o balcão aonde poderia ver diversas mulheres escoradas no mesmo, uma tão bonita quanto a outra, não era bem oque esperava no local, visto que alguém tinha acabado de ser jogado para longe porta a fora. Olharia rapidamente para trás e via Garfild olhando para o bêbado, em seguida voltava a minha atenção ao balcão além da mulherada tinha mais uma coisa que me chamava a atenção ali. – Eles tem uma adega e tanto! Soltava olhando a parede que se encontrava diversas garrafas de bebida.

Caminhando ainda me apoiando em Lenora centralizava meu olhar no centro do balcão, tinha uma vista deveras muito bela, se assim posso dizer. Uma bela ruiva atrás do balcão olhava em nossa direção, a beleza da garota era estonteante, e claramente dava para perceber um olhar a mais vindo dela, não sabia se era para mim, ou para Lenora, mas que isso iria se resultar em algo interessante isso iria.

Assim que me aproximava do balcão olhava em direção a uma das janelas do lugar escutava barulhos de sino tocando, provavelmente de alguma igreja por perto, isso me lembrava que provavelmente isso faria o maluco do sol começar a berrar os seus delírios. “La vamos nós de novo!” Tentava ignorar a ladainha de Garfild enquanto fazia meu pedido para a adorável ruiva, rapidamente a mesma nos trazia as bebidas e se apresentava, um nome bastante exótico se assim pode dizer.

- Um nome tão delicioso quanto a pessoa que o tem! Um sorriso malicioso poderia ser visto em meu rosto, a garota certamente fazia meu tipo, e ainda mais tinha um tempo para curtir enquanto M-4 não chegasse para nos dizer a onde deveríamos ir. – Meu nome e Azura,  ou você pode me chamar de amor da sua cama rsrs! Estenderia minha mão direita em direção a bela mulher agarraria sua mão e daria um pequeno selinho nas costas da mão da garota.

- Não somos da cidade, chegamos ainda pouco, somos andarilhos, viajantes sem rumo, vamos aonde a brisa nos mandar! Falaria soltando uma pequena risada, a final era tudo que a mesma precisava saber. O barulho no bar rapidamente começava culminar, principalmente pelas ladainhas do sol de Garfild, não me interessava, já estava cansada de tanto escutar mais do mesmo sobre tudo aquilo. – Então Guin, me conte, as coisas parecem bem interessante por aqui, um homem sendo arremessado, oque aconteceu? Mostraria minha fascinação por violência e escutaria oque a mesma teria a falar.

Olhando para o rosto da senhorita Guin, percebia que por um súbito momento ela ficava com uma expressão um tanto seria, provavelmente algo normal para a dona de um estabelecimento, me viraria no banco em direção aonde a mesma estava olhando e via alguns homens de terno conversando com Garfild. “Agentes? Hmm meio precipitado concluir isso agora, estamos na cidade grande talvez apenas pessoas importantes.” – Ou malucos que queiram entrar nessa religião doida do sol. Falava para mim mesmo ainda segurando o copo de vinho, percebia que o grandalhão me citava em sua conversa pedindo permissão dos rapazes para que eu pudesse o acompanhar.

- Eu não sei vocês mas eu estou muito bem aonde estou! Se quiser sair andando pela ilha não se preocupe comigo ficarei bem, se é que vocês me entendem! Daria uma olhada de relance para a senhorita Guin e seguida voltaria a olhar para o grupo para ver o desfecho desse encontro um tanto estranho.

Assim que se resolvessem e saíssem do estabelecimento, com Garfild ou não, me voltaria a olhar para a belíssima Guin falando. – Então, quem eram aqueles almofadinhas? Como sou nova na cidade, poderia me falar como funciona essa ilha? Daria um sorriso bebendo mais um pouco de minha bebida, apesar de não querer sair do bar por vários motivos, ainda tinha um motivo central M-4 iria nos encontrar ali mais tarde, e não seria prudente sair andando por ai, e nada melhor para aprender sobre a cidade se não com a dona de um bar. E assim que ela terminasse de falar falaria. – Então, percebi que tem algo rolando entre nós, quando você termina o expediente para eu poder agradecer pelas aulinhas sobre a cidade hehe? Fazia tempo que não tinha uma diversão um pouco mais carnal e nada melhor do que aproveitar com uma mulher que claramente era bastante experiente.
Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sempre estarão comigo:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
https://www.onepiecerpg.com/t33737-cla-shadows-league
Wesker
Major
Major
Wesker

Créditos : 14
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 29/04/2012
Idade : 22

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptyDom 10 Mar 2019, 20:11


- Que cara estranho! - Comentava baixo com Garfield depois de ele ter ajudado o bêbado que havia sido jogado para fora e este ter falado alguma coisa estranha sobre olhos. Provavelmente estava muito bêbado, nada com o que devesse me preocupar, o foco naquele momento era totalmente na diversão e nas belas garotas que eu encontraria dentro daquele bar. Ao entrar junto com Garfield era surpreendido por uma estranha falta de olhares, bem diferente do que vinha acontecendo no resto da ilha. Aquilo me intrigava, principalmente por que todas as mulheres estavam sentadas no balcão e pareciam estar sempre olhando para a ruiva que atendia Azura naquele momento. Por sinal, que ruiva!

O atendimento no local não parecia ser muito melhor que a atenção que recebiamos das mulheres. A ruiva quase não nos dava ouvidos, e provavelmente não havia feito nada quanto à bebida de Garfield que nos era entregue por um assistente algum tempo após o pedido. Agora sentado numa mesa com o pernas longas, sentia-me realmente confuso de que o fato de que nenhuma mulher parecia sequer me dar bola, os outros homens ali sequer pareciam estar fazendo tentativas, e isso também me surpeendia muito, fazendo com que uma possibilidade nada animadora acabasse surgindo em minha cabeça durante o discurso de Garfield que viria a seguir.

Do lado de fora, durante o discurso, minha atenção era desviada das garotas e levada para aquele mesmo homem que havia sido arremessado. Ele vinha sendo seguido por alguns homens de terno e parecia assustado, assustado demais mesmo para alguém alcoolizado que havia acabado de ser escorraçado dali. Erguia minha sobrancelha direita enquanto observava sua movimentação estranha, até que por fim era surpreendido por sua queda bem na entrada do estabelecimento… Havia desmaiado por conta do álcool?

Era tudo muito estranho e essa situação fazia com que eu não tirasse os olhos da porta enquanto falava com Garfield sobre as garotas. Apesar disso, aquela altura já tinha montado uma teoria em minha cabeça sobre o bar, teoria essa que me recusava a acreditar devido a achar improvável alguém ter tanto azar. Distraído, mal percebia quando meu companheiro apontava para ninguém menos que Lenora ao ser questionado por uma garota de seu interesse - Essa nã… Bom, ao menos vai ser engraçado - Dava de ombros percebendo que não conseguiria deter Garfield naquele momento e o seguia para que pudesse ver a cara que Azura faria. No mínimo aquela seria uma interação bem divertida.

- Que… - Sorridente, me esforçava para segurar uma risada ao ver o modo como Garfield abordava a garota, era exatamente o que eu esperava vindo de alguém como ele e com isso eu teria muito trabalho pela frente. Infelizmente minha diversão era interrompida por um daqueles homens de terno, aqueles mesmos que haviam perseguido o pobre infeliz na entrada e que haviam mostrado uma estranha animação ao terminar de ouvir o discurso de Garfield, animação essa que eu esperava que fosse devido simplesmente ao jeito de ser de meu companheiro.

Aqueles homens começavam a falar com Henry, fazendo com que meu sorriso fosse instantâneamente trocado por uma feição mais séria. Com certeza não pareciam o tipo de pessoa confiável, e eu queria dizer isso ao meu camarada, mas já o conhecia bem o suficiente para saber que aquele homem o havia abordado do jeito certo, e que agora seria difícil tirar-lhe de sua lábia. O melhor a fazer naquela situação seria simplesmente seguir o script, e fingir que eu não havia percebido nada de errado ali. Seguido aquilo vinha um convite para que Garfield os acompanhasse para sabe-se lá aonde, e me sentia aliviado ao ver que o pernas longas fazia questão de me incluir em seu convite.. Apesar de também acabar convidando Azura para tal.

- Sou Edmund - Usava minhas habilidades de atuação para, sorridente, contar aquela mentira. Não confiava naqueles homens o suficiente para dizer a verdade, mas também não queria desafiar-lhes ali num momento em que haviam civis inocentes nos arredores, que Azura poderia novamente se entregar a fúria sem nem poder andar e principalmente que haviam ganho a confiança de Garfield. Por falar em Garfield, só agora me lembrava que o grandão talvez fosse inocente demais para cooperar com uma mentira como aquela - Duncan Edmund, na verdade! E vocês são... - Dizia de forma calorosa e alegre, fingindo também estar mais alegre do que o comum devido ao álcool ingerido.

Antes que pudesse obter uma resposta eu já ouvia uma recusa vinda de Azura sobre nos seguir. Não vou negar que não ter a companhia da garota me dava um certo alívio, mas o fato de em tão pouco tempo já ter deixado Lenora de lado e estar dando em cima da dona do bar era algo que me dava certa preguiça. Essa daí não sabe focar seus esforços, definitivamente não merecia Lenora mais do que eu ou o próprio Garfield… Quero dizer, ao menos eu vinha me dando ao trabalho de esperar ser totalmente rejeitado antes de partir para o próximo flerte.

Estaria disposto a seguir aqueles homens caso respondessem positivamente ao pedido de Garfield sobre eu acompanhar aquele grupo. Pouco antes de sairmos entretanto eu me aproximaria das duas garotas e diria em voz baixa para que apenas elas pudessem ouvir - Lenora merece se divertir um pouco, então eu cuido disso - Dizia contente, mas então me voltaria apenas para Lenora e, galante, diria - Se quiser se juntar a nós e deixar essas duas a sós… - Dizia seguido de uma breve piscada para a garota, a verdade é que ainda não havia abandonado os meus desejos pela médica mas também estava disposto a deixá-la ter seu momento com Garfield caso essa de fato acabasse dando bola para ele - Mas devo lhe avisar, não sei se não teremos problemas - Completava sério desta vez. Por fim, dando as costas para quem fosse ficar no bar, completaria - Darei notícias. - Dito isso, seguiria o grupo olhando o caminho e os arredores para tentar ter alguma noção de para que tipo de lugar estaríamos indo.
Historico:
 

____________________________________________________

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 >

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Em homenagem aos que se foram::
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
PepePepi
Membro
Membro
PepePepi

Créditos : 140
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 10010
Data de inscrição : 15/03/2013
Localização : Utopia - 7ª rota

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptySeg 11 Mar 2019, 03:26


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Dia ~ almoço

Todos
Várias mulheres por ali, mas Garfield queria cantar justamente Lenora. Bem, realmente era a mulher que ele mais teria chances ali, já que as outras mulheres pareciam se importar só com a ruiva. Esta que encantou não só Azura, como Duncan. Este infelizmente percebeu que havia algo estranho naquele bar. As mulheres não olhavam para ele e os homens não tentavam nada com as mulheres. Qual era a chance disso ser algo normal? Garfield tentava algumas frases com Lenora, que não reagia muito, era até estranho. Não batia muito com a personalidade forte dela estar tão neutra assim. Enquanto isso, Azura falava abertamente algumas coisas impróprias para menores com Guin. Ouvindo a pergunta da jovem revolucionária, a ruiva respondeu com facilidade. - Aquele maluco entrou falando algo sobre duas meninas, cada uma sem um olho. Estava assustando minha clientela. - Falou a mesma indicando as mulheres no balcão. Estas inclusive mostravam para Azura a clara intenção de não deixarem que a mesma levasse Guin sozinha tão facilmente. - Fui obrigada a retirar ele do bar. - Porém a conversa parou por ali por causa dos homens que entraram no bar e tentavam chamar Garfield para ir com eles. Henryford ia concordando com ir com eles, estava encantado com a imagem deles. Até chegou a perguntar sobre o terno e o homem respondeu com um sorriso e falando. - Claro que podemos arranjar um para você. - Porém o pernas-longa não queria deixar seus amigos e pedia para que Azura, Lenora e Duncan fossem com eles. Este último já havia sacado que algo ali não estava normal.

Azura negava ir com eles no mesmo instante. Duncan feliz com a ideia de deixar ela para trás já foi se apresentando também, apesar de ter mudado um pouco o plano dele falando um nome falso e depois o transformando em sobrenome por não acreditar que seu amigo entenderia o propósito de tal mentira contada. Apesar do homem querer sair e ver o que exatamente ia ocorrer se fossem com os homens de terno, que não era fácil falar se eram agentes ou não, infelizmente Garfield só queria ir com a presença de todos seus amigos e assim recusava a oferta tentadora. Até mesmo um terno de graça não era o suficiente?  - Bom. Se vocês não podem ir agora. Vão mais tarde. - Disse o homem se dirigindo a porta. O tom ainda era confiante e até mesmo bem convidativo, alguns dos homens que estavam mais ao fundo, só ouvindo aquela confusão toda se sentiram tentados a ir só para descobrirem o que aquele homem tinha a oferecer. - Estaremos perto da praça logo em frente ao quartel general, se você passar por lá te avistaremos.

Enquanto os homens de ternos saiam, Azura perguntava para Guin sobre os homens que entraram. A moça se aproximou da revolucionária e falou bem baixo no ouvido dela. - São serventes de nobres. Geralmente não lutam com você, mas acabam falindo seu negócio indiretamente se não gostarem de você. - Lenora parecia ainda mais para baixo com a situação, ela ouvia também a informação por estar muito próxima de Azura e de Guin. Mas a atenção de todos foi tomada então por outra coisa, um ser bem chamativo por causa de suas roupas entrava. - Oh! Vocês já estão aqui. - Ouviram. M-4 estava entrando no estabelecimento. - Vocês chegaram muito mais cedo que o previsto. - Falou a mesma, apesar do mesmo se aplicar a ela. O tom dela era até mesmo animado. Afinal, todos ali, mais cedo do que o previsto, só poderia significar que provavelmente iriam começar a trabalhar.

Ela se aproximou da mesa redonda mais ao canto longe do balcão e dos homens, porém, a arrastou um pouco, para ficar ainda mais longe dos homens e mais próxima da quina da construção. Ficando assim próxima a uma janela aberta, que aproveitou para olhar a rua. Esperou que todos se aproximassem. - Vamos começar do básico. Azura e Duncan agora vocês foram promovidos para cabos e eu para major. - Ela parecia feliz com aquele fato, o trabalho duro parecia valer a pena. - Mas isso não importa porque temos um trabalho a fazer. Esse bar não entra nenhum marinheiro ou agente, então aqui estamos a salvo, mas não podemos dar mole ainda porque a cidade está infestada deles por todos os lados. - Falou ela e continuando. - Até queria dar um jeito nisso, mas temos outra coisa mais importante para resolver... - Ela parecia indecisa por querer fazer mais de um trabalho ao mesmo tempo. - Estão acontecendo relatos de pessoas malucas por toda a cidade. É de forma bem esporádica. Um a uma semana atrás, outro a mais de duas ou três semanas. - Ela deu uma pausa, aquilo era importante, mas não era o principal do que ela queria dizer. - Um dos nossos conseguiu interceptar um desses anteontem antes do pobre coitado morrer e aparentemente a pessoa estava sendo mantida como prisioneira. - Foi então que ela respirou fundo, meio triste. - Se existem escravos por aí, precisamos libertá-los, mas não sei nem por onde começar.


Legenda:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wesker
Major
Major
Wesker

Créditos : 14
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 29/04/2012
Idade : 22

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptySeg 11 Mar 2019, 23:25


Me surpreendendo e entediando bastante, Garfield havia recusado a oferta de seguir os homens de ternos para que não deixasse Azura e Lenora para trás. Bom, talvez fosse pelo melhor, aqueles caras eram com certeza suspeitos e por mais que a presença de Azura não me agradasse, poderia ser melhor do que me meter numa enrascada ao seguí-los com o pernas longas. Ainda atento e sem ter recebido de volta nenhuma apresentação daqueles sujeitos, acompanhava-os até a saída com meu olhar, e era só aí que dava falta do corpo do homem que havia caído na entrada a algum tempo atrás.

?” Aquilo fazia com que um ponto de interrogação surgisse na minha cabeça, enquanto eu me perguntava sobre que fim havia tido seu corpo caído. Será que aqueles homens de terno o haviam levado? De fato haviam chegado em um número maior, apesar de apenas um deles ter chamado nossa atenção e vindo nos abordar. Curioso, andaria até a entrada para que pudesse olhar aos arredores do bar em busca daquele bêbado peculiar, podendo ou não confirmar minhas suspeitas.

Ficando perigosamente perto de Azura e Lenora pouco após sair da entrada à fim de falar com o grupo sobre toda aquela estranha situação eu era surpreendido pela chegada de uma figura inconfundível ao local. Era M-4, e eu sabia bem o que toda aquela felicidade significava para a garota… Mais trabalho vinha aí. Proativa, a garota tomava a liberdade de empurrar uma mesa com alguns bancos até perto da janela, onde seria mais difícil das pessoas dentro do bar ouvirem nossa conversa, e então convidava a todos para que pudéssemos nos sentar ali com ela.

- Sorridente assim… Não vai dizer que descobriu um jeito de se livrar de mim, não é? - Dizia de forma brincalhona para a garota enquanto me sentava, buscando simplesmente ver a sua reação. Contente com a presença da loira, começava a ouvir o que a garota tinha a dizer e logo era surpreendido por uma merecida boa notícia - Há! - Exclamava de forma alegre, mas isso era tudo que tinha tempo de dizer antes de ser cortado pela garota que, como sempre, parecia focada demais em seu trabalho.

Suas informações sobre o bar eram preciosas, é claro que ela poderia ter citado isso antes junto com o fato de que todas as mulheres aqui jogam no meu time, mas infelizmente a vida é uma caixinha de surpresas, e eu teria que lidar com isso ao menos até encontrar um bar de verdade naquela cidade. Como sempre, apegada ao trabalho, suas falas e sua confusão entre o que fazer me tiravam algumas risadinhas, mas por fim chegávamos ao que realmente importava naquele momento, o nosso verdadeiro trabalho naquele dia. Suas informações, preciosas, me faziam lembrar de tudo o que havia acontecido naquele dia e rapidamente eu conseguia algumas respostas sobre tudo o que estava acontecendo naquela cidade. Inclinando-me para frente a fim de chamar a atenção na mesa para mim, diria para o grupo:

- Pois eu sei! Na praça logo em frente ao quartel general. - Dizia aquilo olhando para os rostos de um por um, vendo se havia tido sucesso em chamar sua atenção. Agora voltaria meu olhar totalmente para M-4, que estava menos a par dos acontecimentos daquele dia - Um pouco antes de você chegar Garfield tinha sido convidado por um grupo de homens de terno que queriam levá-lo para sabe-se lá aonde. Eles tinham um comportamento muito estranho e se recusaram a se apresentar, mas isso não é a parte mais estranha. - Após uma breve pausa, voltaria a falar - Consegui vê-los pela janela quando estavam chegando aqui, estavam perseguindo um homem que caiu bem ali na entrada de um jeito muito estranho, achei que poderia ser apenas um bêbado comum. Após verem e ouvirem Garfield, vieram aqui fazer o convite. - Mais uma pausa para respirar e permitir que toda a informação fosse absorvida - Mais cedo, quando chegamos no bar, havíamos visto esse mesmo bêbado ser arremessado daqui e o acudimos, pelo que pude ver ele parecia meio assustado, Garfield foi quem chegou mais perto… Me pareceu assustado também enquanto parecia ser perseguido pelos homens antes de cair no chão. Quando olhei de novo na direção do corpo, já tinha sumido. Quase como se alguém o tivesse carregado dali, o que me parece difícil de acontecer sem comoção numa cidade tão comandada pela marinha. - Completava aquilo e agora movia meu corpo para trás, encostando minhas costas na cadeira novamente e olhando agora para Henryford, como se lhe desse uma deixa para completar minha história.

Historico:
 

____________________________________________________

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 >

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Em homenagem aos que se foram::
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kenshin Himura
Comandante Revolucionário
Comandante Revolucionário
Kenshin Himura

Créditos : Zero
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 24

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptyTer 12 Mar 2019, 16:48



O bar estava bastante movimentado, e isso me deixava bastante alegre, mulherada uma mais linda que a outra. Tudo estava indo tranquilo e bem divertido, única coisa que destoava da situação era um grupo de homens de terno estranhos que abordavam o maluco beleza. Voltava a me concentrar em Guin a qual me explicava o porquê o homem tinha sido jogado para longe, confesso que tinha ficado um pouco desapontada que não era uma briga de bêbados, mas ao mesmo tempo impressionada com a força da dona do estabelecimento.

“Mulheres com olhos faltando... Cidade grande né só tem doido e coisa estranha acontecendo!” Pensava olhando para a garota, mas aquilo tudo não me importava, isso não era a meu respeito até então, tudo que tinha de fazer era esperar M-4 com novas instruções.

Enquanto isso Garfield continuava a conversar com o grupo de engomados que tinham o abordado, a pesar de não ligar se o perna longa iria acompanhar eles ou não, tinha de saber de quem se tratavam, a final o grandalhão ainda era um aliado e tinha de cuidar do mesmo. Assim Guin me explicava quem eram os homens, nada mais nada menos que cachorrinhos sujos de nobres. Não me surpreendia por eles falirem negócios, ou abordarem os outros assim, a final nobres ficam mais ricos em cima de civis honestos e ingênuos. – Então nada mais do que cadelinhas de algum nobre! Não me surpreende, essa cidade parece ser bem podre para esse lado! Terminava de falar pegando a garrafa que tinha comprado e guardando.

Coincidentemente mais alguém adentrava ao estabelecimento, na hora reconhecia a voz, oque fazia com que me virasse em sua direção, a mesma estava surpresa por que tínhamos achado o local, eu dava uma risada para mesma logo falando. – Nunca subestime meu poder de rastrear bebidas garota hahahaha! Me levantava do lugar onde estava sentada, ao fixar o pé no chão percebia que a dor que sentia era quase nula, algo bastante suave e bem suportável. “Parece que estou de volta” A felicidade era grande, já que não iria depender dos outros para poder me locomover.

Me viraria por um Instante na direção da linda Guin com um sorriso bem safado no rosto voltaria a falar com a mesma. – Depois continuaremos nossa conversinha rs! E assim saia em direção a M-4 que pegava uma mesa um pouco mais afastada dos outros no bar. Caminhava tranquilamente quase sem mancar, e isso me deixava muito mais confiante, a casa poderia vir a baixo que eu conseguiria me proteger e os meus aliados.

Me sentava colocando as pernas cruzadas em cima da mesa me apoiando nas costas da cadeira, pronta para escutar oque M-4 tinha a dizer. E sem demoras a mesma iniciava, e já começava com noticias boas, meu peito enchia de orgulho com a noticia que tinha sido promovida, um sorriso confiante estava estampado em meu rosto. “Parece que fui notada por conta da defesa do porto! Senhorita Kate jaja chego aonde você está!” Pensava feliz por começar a subir na revolução, apesar das diferenças causadas pela batalha na segunda missão, não negava que Dunca foi um aliado valoroso na mesma, e merecia ser promovido. – Parabéns para nós almofadinha, apesar das nossas diferenças você e um bom aliado! Tinha que reconhecer isso no garoto. – E obrigada pela boa Noticia M-4! Com um sorriso de orelha a orelha, deixava que que a jovem garota continuasse a conduzir a pequena reunião.

Seguia as informações que deveriam ser passadas para nós, ficava mais tranquila ao saber que vira-latas do governo não pisavam naquele bar, oque fazia eu respeitar mais ainda a dona dele. No momento que M-4 falava finalmente do problema que iriamos enfrentar, retirava os pés da mesa, e endireitando minha postura na cadeira, a final missões tem de ser levadas a serio. Conforme a mesma ia falando, ia lembrando-se da Guin falando sobre o rapaz insano que tinha sido arremessado do bar, como era algo que estava atingindo mais de uma pessoa, em meio as palavras da M-4 soltava. – Talvez algo na água. Um pequeno lapso de pensamento fugia pela minha boca com base nos meus conhecimentos em toxicóloga.

Mas no momento que a garota falava sobre a possibilidade de pessoas estarem sendo mantidas em cativeiro, e pior escravos... meu ombro direito ardia, colocava a mão em cima de onde se encontrava a marca que me prendia anos com aquela família. “Relaxa Azura você treinou anos para isso, chegou a hora de ajudar aqueles que estiveram na mesma situação que você!” Meu semblante estava bastante focado na garota assim que a mesma terminava de falar me pronunciava. – Não irei deixar ninguém para trás, e se houver escravos, quebrarei suas correntes e destroçarei seus algozes! Estava decidida aquela missão era para mim, estava na hora de começar a pagar a divida que tinha com a senhorita Kate.

Em seguida Duncan dava um pequeno relatório do que tinha ocorrido no bar até aquele momento, escutava para poder fazer a linha de raciocínio para informar a pequena, e assim que o mesmo terminasse começaria a falar. - Os homens referidos pelo almofadinha são servos de nobres, oque reforça a ideia de estarem prendendo pessoas ou as escravizando, visto que convidaram o Garfield, claramente um forasteiro! Dava uma pequena pausa colocando a minha mão direita no queixo. – O homem jogado para fora do bar, relatos de que ele estava doido falando sobre duas garotas faltando um dos olhos, na hora pensei que poderia ser apenas um doido aleatório. Mas tem algo para ser investigado nisso! Cruzando as pernas, sentada com uma postura correta colocaria as mãos no joelho. – Talvez como muita gente esta tendo esse surto de loucura, possa ser algum tipo de toxina, ou tipo de trauma por tortura e etc! Não sou boa em investigação visto nossa ultima missão, mas oque eu puder ajudar estarei pronta. Assim prestaria atenção nas instruções da M-4 para que fossemos bastante eficazes na missão.
Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sempre estarão comigo:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
https://www.onepiecerpg.com/t33737-cla-shadows-league
Sagashi
Revolucionário
Revolucionário
Sagashi

Créditos : 3
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 3010
Masculino Data de inscrição : 17/01/2014
Idade : 18

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptyTer 12 Mar 2019, 19:24


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Retiravam-se no bar, alegando estarem perto da praça logo em frente ao quartel general e que nos avistariam por lá caso passássemos. Em um breve aceno de mão me despediria deles, homens elegantes que pareciam ser aliados da justiça, cientes de sua missão e sem tempo a perder naquele bar. Respeitáveis eram, de fato, não só respeitáveis como também sábios por reconhecer a luz que transborda da energia de meu ser, como transborda aço derretido de um molde bem-feito de um grande martelo. A oportunidade de segui-los e de me tornar ainda mais elegante existia, mas é claro que não iria abandonar meus colegas por motivos egoístas — pelo menos, não eu, o campeão do Sol. Satisfeito por cumprir minha própria conduta, me desencostaria das bordas da mesa e pagaria minha conta, perguntando antes, é claro, minhas dívidas para com uma tal de Guin, bela ruiva de corpo bem estruturado, que infelizmente não me chamava tanto a atenção, mas que seria uma exemplar e elegante primeira-dama nos reinos do céu.

Me virava para Duncan, prestes a perguntar sobre seu sobrenome novamente, ou melhor, prestes a pedir que confirmasse-me, pois havia ouvido algo como "Edmund" anteriormente, e para mim, francamente, aquele nome não me era mal. Não soava mal, não tinha sucessão a erros, não haviam comentários ruins a respeito daquela família que já tenha passado pelos meus ouvidos, sequer haviam comentários desta. Não me iluminava a ideia do porquê ele iria preferir esconder seu sobrenome ou pelo menos deixar de dizê-lo. Enquanto formulava melhor uma sentença para que Duncan não se sentisse ofendido com uma má pronúncia de seu nome por minha parte ou qualquer coisa do tipo, alguém entrava pela porta, encerrando minhas atividades vocais por ora. Uma loira que me era familiar de relance, que ao olha-la por completo de baixo à cima, notava que era nossa oficial revolucionária superior — que na verdade não era superior, já que era uma simples mortal. Mas como a chamavam assim dentro de uma célula, não havia o porquê de contestá-lo.
— Ora, você por aqui, de novo! Que surpresa! — Me aproximaria de M-4 e tomaria a liberdade de apertar sua mão com minhas duas mãos, seguido de um abraço breve e um beijo em cada bochecha, como um familiar distante cumprimentaria normalmente. Tal cumprimento me remeteria às memórias do passado, quando via meu pai cumprimentando clientes fiéis ao estabelecimento metalúrgico, me lembrando seus rostos contentes após serem bem recebidos. Concluía desde aquela data que todos gostam de um cumprimento, desde os bons até os maus, bastava apenas que se soubesse cumprimentar.

Terminando os pensamentos, notaria que Duncan estaria puxando cadeiras para que se sentasse, e que Azura ouvia o que ela teria a dizer. M-4 não poupava suas palavras: — Vamos começar do básico. Azura e Duncan agora vocês foram promovidos para cabos e eu para major. — Dizia. Ao ouvir isso, fechava os punhos e os erguia para cima, comemorando por gesticulações. Sorria e olhava para meus demais companheiros para notar a felicidade em seus rostos. Era deleitoso de se assistir, como se uma peça teatral acabasse tendo um final bom, ou como se a afiação de uma espada fosse perfeitamente aplicada.

Sabia que, se meus colegas de equipe haviam recebido boas notícias e haviam sido colocados na mesma categoria e na mesma frase, é porque eu ainda seria citado, e dessa vez, em uma categoria talvez até maior. Aguardava ansiosamente e esfregava as mãos após a pausa em sua fala, esperando que ela dissesse a respeito da minha ascensão dentro da célula. —  Mas isso não importa porque temos um trabalho a fazer. — Afirmaria positivamente com a cabeça, como se eu quisesse apressa-la a dizer logo a minha nova patente. Sorriria, ansioso. — Esse bar não entra nenhum marinheiro ou agente [...] — Minha mente era ofuscada pela confusão. — Ei, você esqueceu... — Dizia baixo, de forma talvez inaudível, já que era apenas um vazamento de pensamento devido à ansiedade em receber a notícia boa. — [...] então aqui estamos a salvo [...] — Havia um conflito entre razão e emoção naquele momento, porque queria interrompê-la para alertá-la do esquecimento, mas ao mesmo tempo sabia que isso seria rude. — ... a minha patente... — Os pensamentos ainda vazavam, como um balde d'água furado. — [...] mas não podemos dar mole ainda porque a cidade está infestada deles por todos os lados. — Meu rosto se alongaria. Olhos tristes e a boca deveras trêmula seriam notáveis no meu semblante. — ... puxa vida, M-4... — Como poderia a nossa teórica líder esquecer de me dar a maior patente? Decepção marcava meu coração, momentos depois até a semente da inveja ser plantada. As folhas e flores dessa semente nasciam conforme M-4 continuava a falar.

Nesse momento, voltaria aos meus sensos, com uma boa iluminação na cabeça: ela não havia esquecido, na realidade. Finalmente, fora-me concedida a bênção do entendimento. Era bem óbvio, na verdade, o tempo todo estava ali, bem claro! Minha patente era tão alta, mas tão alta, que meus colegas de equipe se sentiriam menosprezados por ela! M-4 sabia que me contentaria com esse tipo de notícia, mas também sabia que eu me contento com a alegria de meus parceiros, e, para que não estragasse o momento, havia decidido não contar sobre a patente. Minha atuação no campo de batalha de minha jornada em Conomi Island havia sido tão avassaladora e marcante que até mesmo nobres, não, reis! Não, deuses! Até mesmo os deuses haviam se surpreendido com tamanha feracidade do campeão do Sol! E era por isso que minha patente deveria ser mantida em segredo, e nenhuma medalha ou uniforme especial poderia por ventura expressar tamanha magnificência da minha parte. Como é bom ser imortal! Nesse ponto, meu rosto já esbanjava da confiança novamente, e a alegria de meus colegas novamente tornava-se o motivo da minha.

Durante meus pensamentos, notava que M-4 explicava sobre a situação naquela ilha e que não era hora de olhar para os céus — ou melhor, para o teto do bar. Pessoas loucas? Não entendia muito bem o que ela queria dizer com "loucas", até que me lembrava do velho no qual resgatei heroicamente e o entreguei para os cuidados do Sol. Para que dissesse coisas sem sentido, só poderia estar ofuscado pelo demônio da escuridão, que jogava cada vez mais imagens horríveis em frente aos seus olhos, como... outros olhos, de acordo com ele. Após ouvir o testamento de Duncan, notava que ele passava a vez de fala para mim, entretanto, Azura decidiu tomar a iniciativa para raciocinar. Respeitava a iniciativa, já que ela foi quem mais conversou com a ruiva do balcão, então deveria ter informações valiosas para a equipe. Após ouvir o testemunho de Azura, que na verdade faltava citar o demônio da escuridão nele, prosseguiria com o meu. — Estão certos, ambos os dois! — Afirmaria com a cabeça. — Um homem foi arremessado para fora do bar, como já dito, e eu fui ajudá-lo. O tom dele era de descrença, como se ele tivesse visto algo totalmente irreal acontecendo a pouco tempo. O homem não estava bem, os olhos agitados iam para todos os lados. A princípio, imaginei que tivesse tomado mais bebida do que poderia pagar e por isso foi chutado, porém, não senti cheiro nenhum de álcool vindo de sua boca. — Comentava. — Meu olfato é incrível! Minha audição é mais, claro. — Precisava esclarecer, para que ninguém duvidasse de meu testemunho. — Se o que diz for verdade, é uma tirania o que está acontecendo por essas terras. Injustiças com pessoas inocentes, que só queriam viver a vida delas em paz, sendo torturadas por visões insanas... — Serraria os dentes e apertaria o punho direito. — ... não é uma simples droga, major M-4. Pessoas ruins usam drogas, e aqueles olhos não eram de uma pessoa ruim. — Diria. Logo após, concluiria: — Foi um dos deuses menores das sombras, senhora M-4. Ele tomou forma sólida na terra, decidiu tornar-se mortal, apenas para torturar inocentes. Precisamos achá-lo e aplicar a justiça nele. Ele precisa pagar todos esses anos de tortura com obras para nós! Ele se tornará nosso peão, nosso submisso! Você concorda com isso, certo? — Diria, aproximando meu rosto, com um semblante sério de olhos determinados. Ouviria o que ela tinha a dizer, e logo em seguida esperaria pelas suas instruções posteriores, que certamente se tornariam uma nova missão.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Meu amor:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
PepePepi
Membro
Membro
PepePepi

Créditos : 140
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 10010
Data de inscrição : 15/03/2013
Localização : Utopia - 7ª rota

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptyQua 13 Mar 2019, 02:19


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Dia ~ almoço

Todos
Cada um deles havia adquirido informação de sua própria maneira e cada um deles reagia a entrada da loira de sua própria forma. Azura se despedia da ruiva que piscava de maneira bem provocativa. Duncan fazia uma piada provocativa para a superior e Garfield não se segurava e abraçava e beijava as bochechas de M-4, que não esperando por aquilo acabou sendo pega de surpresa. Independente daquilo, todos acabaram indo para a mesa que ela empurrou para o canto e assim cada um deles foi contando tudo que haviam descoberto. A loira parecia sinceramente surpresa com as informações de cada um deles. - Vocês descobriram muitas coisas no pouco tempo que nos separamos. No entanto, acho que se fosse a água teríamos mais pessoas loucas e a marinha não poderia ignorar o problema simplesmente. - O tom dela deu uma boa animada apesar da temática ruim que existia ali. A missão que antes parecia realmente complicada, havia acabado de se tornar bem mais acessível e possível de se fazer se as informações fossem realmente relevantes para aquele caso. - Temos algumas opções do que fazer. Mas o melhor seria pensar em exatamente tudo que vocês falaram. - Ela parou por um tempo. - Temos que prestar atenção em quaisquer meninas com olhos faltantes, elas podem ser as responsáveis por torturar os presos. - Falou a mesma pensando no que o homem havia contado pouco antes de sumir. - Podemos ir também até a praça, mas isso poderia colocar Garfield em peri... - Começou a falar, porém foi interrompida por uma pessoa que havia ficado quieta desde o primeiro momento que havia pisado naquela ilha. - Não acho que essa é a melhor opção. - Falou Lenora, interrompendo a chefe. E não dando tempo para que alguém perguntasse porque, ela continuou. - Se aquele homens realmente são responsáveis... temos que acreditar que eles conseguem envenenar alguém a ponto dela morrer sem ninguém ver nada estranho. Garfield interagiu com ele e não viu nada. Guin interagiu com ele e não viu nada. - A médica mais madura havia voltado. O que quer que havia feito a mesma ficar calada até então parecia ter sumido, ou ela por preocupação com o colega acabou falando esquecendo o que a preocupava até então. - Nós temos que correr riscos para salvar pessoas. - Falou a líder ali, a empolgação pelo trabalho era alta, mas ela também não estava de toda errada. Lenora parecia engolir em seco por pensar em outro aliado em perigo, a perda de um companheiro em Conomi poderia ainda bater em sua mente sem a mesma saber. Ambas pararam por um tempo.

M-4 respirou fundo. - Dito isso, não é como se pudesse ordenar você a passar perigo. - Falou a mesma olhando para Garfield. - Você seria uma isca. Não sabemos até onde poderemos te seguir se você for com esses homens. - Falou, explicando o que era o plano mais óbvio até então. - Você estaria por conta própria até nós, que estaremos do lado de fora, acharmos uma forma de invadir... ou algum de vocês quer tentar ir junto dele? - Perguntou ela para os outros três. Era claro pelo tom que M-4, por mais que quisesse trabalhar, não iria servir de isca ali. - Podemos é claro, simplesmente bater neles e pedir pelas informações. Mas isso nessa ilha é extremamente arriscado, principalmente com tanta marinha para todo lado. - Ela parou de falar por ali, era claro que ela queria mais opções, ou pelo menos já queria continuar com a execução de algum plano.


Off:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wesker
Major
Major
Wesker

Créditos : 14
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 29/04/2012
Idade : 22

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptyQua 13 Mar 2019, 22:52


-Oi!? - A verdade é que minha cabeça não era capaz de processar direito a informação de que Azura havia acabado de me parabenizar pela promoção. Sem conseguir conter, olhava para a garota claramente surpreso e confuso com aquilo que havia acabado de ouvir. Na verdade eu chegava até mesmo a cutucar um dos ouvidos com o dedo mindinho para garantir que não havia alguma cera acumulada atrapalhando minha audição - Você também... - Respondia ainda meio sem jeito e sem entender, e agora me voltava novamente para M-4, tentando rapidamente fugir daquela situação constrangedora.

Após contar tudo o que sabia, meu olhar que até então havia se focado em Garfield, passando a fala para este, agora voltava-se para Azura que era quem realmente assumia a fala naquela conversa. Ela parecia ter alguma coisa a mais que os outros contra a escravidão, mas era a informação que dava que me afetava diretamente “Nobres… Será que meu pai já esteve envolvido com algumas dessas coisas? Eles não podem sair prendendo e escravizando pessoas por aí, eu não permitirei que isso aconteça diante dos meus olhos de novo!” Tentando ocultar a frustração de meu rosto, apenas me mantinha mais sério e focado enquanto ouvia o que a garota ainda tinha a relatar.

Seguido de Azura, desta vez Garfield realmente punha-se a frente da conversa e seus relatos serviam para nos dar mais certeza de tudo aquilo que ambos haviam dito até então. Agora, por fim, era a vez de M-4 voltar a falar e ela parecia surpresa e empolgada com as informações que trazíamos. Lenora pela primeira vez em algum tempo também punha-se a falar, parecendo novamente a mulher forte que já era de costume. Apesar de gostar de vê-la assim, era claro para mim que esta ainda tinha algum ressentimento pela perda de Marus na última missão, e eu tinha que concordar com a loira quando ela dizia que riscos tinham que ser tomados se quiséssemos realmente mudar o mundo. No fim, o risco naquele momento cabia a Garfield, mais do que a qualquer outro, e a decisão também seria dele.

-Acho que consigo me juntar aqueles homens se usar as palavras certas... - Dizia antes que Garfield tomasse uma decisão - Com isso, eu poderia ir com o grandão e ele não estaria sozinho. - Virava-me agora para a médica apenas para dizer a próxima frase - Talvez assim você até fique mais confortável com a ideia, Lenora. Um poderá proteger o outro de qualquer perigo - Novamente agora olhando para a major, após dar um tempo para que as informações fossem absorvidas, eu diria - Posso fingir que percebi o esquema deles e que pretendo vender-lhes o Garfield. Com isso, com sorte ganharei a confiança daqueles homens. Claro que ainda precisarei que vocês nos sigam de longe, se tiverem habilidades para isso. Precisaremos descobrir onde fica o esconderijo para libertar todos os prisioneiros. Combinamos um sinal, e quando eu o enviar, invadimos. - Terminava aquilo olhando para os rostos de todos na mesa, antes de indagar - E então, o que acham?

Esperaria pelas respostas de todos e pelo que mais pudessem dizer, feito isso, caso meu plano tivesse sido aceito eu diria aos que ainda estivessem na mesa - Pois bem, é melhor que eu vá conversar com aqueles homens sozinho primeiro, para parecer que fui fazer uma negociação pelas costas de Garfield. Você grandão, e quem mais for conosco, vão esperar em alguma loja na esquina, fingindo estarem entretidos com alguma coisa ali. - Diria aquilo para todos os presentes na mesa, e então começaria a me levantar da cadeira - Por fim, feitas as negociações, irei buscá-lo e nesse momento vai ser muito importante que você finja concordar e acreditar em tudo o que falo, sem questionar, por mais que seja uma mentira. Também preciso que finja que continua acreditando no que os homens dizem, e que vamos pra algum tipo de festa onde você ganhará um terno. Só assim nos levarão até o esconderijo deles para que possamos salvar todos os prisioneiros. - Dizia aquilo olhando diretamente para Garfield, e então me voltaria novamente para o grupo inteiro - Não vou mentir, talvez eles tentem me enganar e me prender também, mas precisamos tentar.

Dito tudo isso, eu sairia do bar sendo seguido por quem quer que fosse me acompanhar e então iria em direção a onde tinha visto aquele grande QG da marinha, não deveria ser difícil achar uma praça após chegar lá. Estando no lugar correto, iria procurar pelos homens de terno e após encontrá-los, iria até o grupo para conversar com aquele mesmo homem que havia nos abordado no bar - Já ouviram falar na família Dellumiere, de Dawn Island? - Seria direto ao perguntar, mas faria aquilo num tom que apenas o homem e seus aliados que estivessem próximos pudessem ouvir. Era de fato difícil para mim falar aquele nome, sentia meu coração acelerar no segundo em que sua pronúncia saía de minha boca, e um forte remorso me acompanhava, seguido de uma faísca maligna de uma chama que tentava acender em meu coração. Eu deveria resistir, aquilo deveria ser usado em nome da missão.

Esperaria pela resposta daqueles homens. Se tratando de agentes de nobres, imaginava que no mínimo já tivessem escutado falar do nome de minha família em algum momento de suas vidas - Estava a serviço deles antes do patriarca morrer - Mais uma vez aquele mesmo remorso me tomava, mas buscava não deixar esse sentimento transparecer em minha atuação, evitando ao máximo que aquelas imagens viessem a minha cabeça enquanto falava - Por isso, sei o que querem com meu companheiro, assim como com aquele homem na entrada do bar... - Diria afastando-me em um leve tom de ameaça - Por sorte, juntar-me a vocês me parece uma carreira melhor do que me tornar um reles caçador de recompensas junto do grandão - Mostrava agora um sorriso maldoso no rosto - O que me dizem? Se deixarem que eu me junte a vocês e volte a minha antiga linha de trabalho, eu lhes vendo o grandalhão - Propunha aquilo usando de toda a minha lábia e atuação, mas ainda teria algo para dizer caso notasse hesitação em seus rostos quanto a negociação - Lembrem-se, não é todo dia que se acha um pernas longas por aí, e ele não virá sem mim.
Historico:
 

____________________________________________________

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 >

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Em homenagem aos que se foram::
 


Última edição por Wesker em Qui 14 Mar 2019, 10:32, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kenshin Himura
Comandante Revolucionário
Comandante Revolucionário
Kenshin Himura

Créditos : Zero
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 24

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptyQui 14 Mar 2019, 02:21


As informações foram jogadas a “mesa”, apesar de estar em um ambiente agradável, estava na hora de sair da zona de conforto e seguir para quilo que tínhamos sido enviados. “Vamos salvar vidas!” Estava focada com tudo aquilo, a possibilidade de ter escravos na ilha e de que eles precisavam de ajuda fazia com que cada parte do meu corpo ficasse arrepiada, estava na hora de pagar minha divida.

Logo escutava M-4 falando que tínhamos descoberto bastante coisa em pouco tempo, dava uma pequena risada logo falando. – Não tem lugar melhor que um bar para se circular noticias, a chave para a língua da pessoa começa com uma garrafa! Apontava ligeiramente com o indicador para a estante de bebida que estava um pouco distante da gente.

E assim a conversa continuava, se não fosse a agua que estava fazendo as pessoas ficarem doidas, certamente eram vitimas dos possíveis torturadores. E a única chave que tínhamos eram as tais mulheres caolhas, assim que escutava M-4 falar sobre ficar de olho se encontrássemos alguma, levantava minha mão logo falando. – Como não sou boa nessas paradas de infiltração, atuação corre o risco de eu botar a gente em risco como da ultima vez. Dava uma pequena pausa abaixando minha mão novamente. – Enquanto vocês vão atrás desses caras, sugiro que eu vá atrás das mulheres caolhas assim abrangeremos uma área bem maior. Esperava que todos concordassem com a ideia, não era que eu não queria estar com eles, mas nessa primeira fase da missão não poderia estragar o disfarce.

- E assim no final do dia poderíamos voltar para cá reportar tudo que aconteceu, digamos que além da missão tenho assuntos inacabados por aqui rs! Dava uma pequena pausa com um sorriso um tanto safado voltando a falar. – Gostaria de pedir um baby den den mushi para me comunicarmos caso de merda em alguma das partes! Era o único equipamento que pedia para a missão, esperava que a mesma fosse atendida para que pudéssemos resolver isso o quanto antes, não só porque queria me divertir, mas por enquanto estávamos ali conversando, pessoas estavam sendo maltratadas, torturadas e tendo suas vidas tiradas delas sem poder ir e vir e isso me deixava irritada.

“A cavalaria está chegando pessoal, aguentem mais um pouco!” Apertava minha mão direita para controlar minha raiva, escravidão era o pior ato que os nobres podiam fazer para mim. Assim a conversa seguia sobre oque deveríamos fazer, logo escutava que Lenora estava preocupada com a ideia de Garfield ser levado assim, logo M-4 a respondia da maneira que eu mesmo faria. – Relaxa Lenora, todos aqui sabiam os perigos ao nos alistarmos, somos a espada e o escudo dos indefesos, e como já falei antes apesar das nossas diferenças não deixarei nada de mal acontecer com a gente! Estendia minha mão ao ombro da garota a fim de conforta-la.

- Talvez bater seja eficiente, e se tem uma coisa que sei fazer é surrar as pessoas, mas e melhor seguirmos a primeira opção! Dava uma pequena pausa olhando para o restante do grupo voltando a falar. – Como já temos um grupo pronto, Lenora poderia me acompanhar a procura das garotas caolhas! M-4 tem como arranjar oque tinha pedido? Esperava que a mesma me desse o pedido, mas caso a mesma não pudesse me dar, apenas esperaria que o grupo saísse do bar e assim me levantaria voltando para o balcão.

Apertando meus peitos no balcão esperava que isso chamasse a atenção da Guin, tinha que começar a procura por algum lugar, infelizmente o bar não era esse lugar, mas certamente Guin saberia me indicar a região mais esquisita da ilha. Assim que tivesse chamado à atenção da mesma começaria a falar. – Então, parece que tenho de procurar pessoas esquisitas pela ilha, se me ajudar pode ter certeza que recompensarei você! Falaria lambendo meus lábios suavemente. – Aonde posso encontrar os eventos mais estranhos da ilha? Tirando o bar e claro que pelo que parece e frequentado por uma clientela bem caricata rs! Esperava que a mesma tivesse algo a me dizer, caso a mesma falasse escutaria com atenção e em seguida agradeceria me apoiando no balcão e desferindo um pequeno selinho na mesma.

Assim caso Lenora tivesse comigo puxaria a mesma e sairia do bar andando pelas ruas da gigantesca cidade, sempre olhando em volta para ver se estávamos sendo seguidas ou não, e iria ate o local aonde a dona do bar nos indicasse. Caso Lenora não estivesse comigo apenas sairia e iria andando pelas ruas, sempre olhando em volta para tentar achar algo interessante ou ver se tinha alguém me seguindo.
Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sempre estarão comigo:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
https://www.onepiecerpg.com/t33737-cla-shadows-league
Sagashi
Revolucionário
Revolucionário
Sagashi

Créditos : 3
Warn : Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 3010
Masculino Data de inscrição : 17/01/2014
Idade : 18

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 EmptyQui 14 Mar 2019, 21:11


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Estávamos então reunidos novamente, discutindo sobre os detalhes da missão e jogando ideias uns aos outros, para que assim pudéssemos ter um estratagema bom o suficiente para descobrir o paradeiro daqueles homens de terno cobertos de estilo e formas de dominá-los em meio de uma ilha tão lotada de marinheiros e pessoas que se denominam boas, justiceiros sociais. Ao que parece, o bar era um lugar seguro para que conversássemos sobre os assuntos em geral, então temo que, caso continuemos frequentando-o, eu consequentemente acabe chamando-o de "base". Ouvindo a conversa, reparava que M-4 era contradita por Lenora, que por sua vez tinha dito algo que me prendia a atenção, por ser verdade. Mesmo assim, a recém-promovida major preferia que eu fosse para a linha de frente, tomar os riscos, claro, provavelmente por achar que o que eu estivesse enfrentando não apresentaria perigo para mim. Meu ego novamente era promovido e minha animação para ingressar na nova missão se mostrava pertinente.

Antes disso tudo acontecer, durante nossa conversa, Duncan decidia me acompanhar. Agora ficava bem claro o que ele quis dizer anteriormente sobre "o Sol trabalhar com o Eclipse": ele sabia que esse momento chegaria e que deveria me acompanhar na missão de expurgar os hereges que maltratam esse mundo. — E então, o que acham? — Nesse caso, confirmaria com a cabeça, mas sem levantar a voz na situação. Logo, então, me viraria para Azura, ouvindo o que ela tinha a dizer. — Gostaria de pedir um baby den den mushi para me comunicarmos caso de merda em alguma das partes! — Me surpreendia um pouco. Não tinha visto muitas vezes den den mushis na minha vida, na verdade, só quando meu pai assinava papéis de encomenda, anotando números de registros e valores de compra com um papel e uma caneta-pena. Não tinha muita ideia de como funcionava, mas não poderia deixar meus colegas saberem que eu não sabia disso, para não questionarem minha eminente grandeza. Portanto, concordaria novamente com a cabeça, reconhecendo a ideia de Azura como válida, juntamente com a de Duncan. Cabia à M-4 aprovar, agora.

— Pois bem, é melhor que eu vá conversar com aqueles homens sozinho primeiro, para parecer que fui fazer uma negociação pelas costas de Garfield. Você grandão, e quem mais for conosco, vão esperar em alguma loja na esquina, fingindo estarem entretidos com alguma coisa ali. — Parava para raciocinar por alguns segundos, e logo começava a imaginar a cena sucessiva a esta. Com o que eu me entreteria, afinal? Haveria algo divertido para se fazer por lá? Pessoas para conversar? Não sei, mas não me importo, também, na verdade. O Sol iria me iluminar a sabedoria no momento, então não tinha com o que me preocupar. Duncan prosseguia. — Por fim, feitas as negociações, irei buscá-lo e nesse momento vai ser muito importante que você finja concordar e acreditar em tudo o que falo, sem questionar, por mais que seja uma mentira. Também preciso que finja que continua acreditando no que os homens dizem, e que vamos pra algum tipo de festa onde você ganhará um terno. Só assim nos levarão até o esconderijo deles para que possamos salvar todos os prisioneiros. — Travava naquele momento. Era exatamente aquele plano que eu gostaria que fosse aplicado, pela recompensa ser estrondosa! Minha grandeza seria exaltada pelo terno, que contrastaria com meu rosto e cabelos! Haveria melhor "suborno" do que esse? Terras e mares se agitariam ao saber que o Sol me deu um presente tão qualificado. Sol seja louvado! — Eu topo! — Deixaria escapar pela boca meus pensamentos ansiosos. Aquele era o melhor plano!

Aceitava e esperava que M-4 aceitasse também. Se todos estivessem de acordo, me levantaria da cadeira e, com pequenos saltos imperceptíveis, caminharia, feliz por estar prestes a ganhar um terno. No caminho, iria pensando na cor da camisa que usaria por baixo; se a gravata do terno seria do corte de Conomi Island ou do corte exclusivo de Loguetown; se fosse uma gravata borboleta ou alongada; se o traje precisasse de alguns ajustes; se eu bordasse, talvez, um Sol bem grande nas costas? Sim, tudo isso era perfeito para a ocasião. Me perderia em meio de pensamentos enquanto notasse que não estivéssemos no local.

Ao chegar no local indicado, me separaria de Duncan como planejado, e iria para qualquer loja de esquina ou qualquer outro lugar que me fizesse estar misturado com a população ou com a infraestrutura. Caminharia a passos largos, em círculos, entraria em algumas lojas para ver o que elas teriam a me vender, perguntaria os preços para os vendedores, enfim, qualquer coisa que me mantivesse distraído. Me forçaria a não olhar para os homens de terno, brilhantíssimos, belos e elegantes, olharia apenas mercadorias e situações. Olharia ao meu redor e usaria da minha audição aguçada para perceber possíveis comentários acerca de mim ou de injustiças, para que eu pudesse intervir na injustiça, me ocupando de forma saudável.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Meu amor:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! - Página 2 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!
Voltar ao Topo 
Página 2 de 14Ir à página : Anterior  1, 2, 3 ... 8 ... 14  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Polestar Islands-
Ir para: