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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 LUCK'S WAVE, I

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: LUCK'S WAVE, I   LUCK'S WAVE, I EmptyDom 24 Fev 2019, 18:51

LUCK'S WAVE, I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ventura Boa-Vienna. A qual não possui narrador definido.


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mello
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mello

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MensagemAssunto: Re: LUCK'S WAVE, I   LUCK'S WAVE, I EmptyDom 24 Fev 2019, 20:51

LUCK'S WAVE
I.
E assim, se passou um mês. A família Boa-Vienna meio que virou um nome perdido para o tempo, ninguém sabe quem eles são e ninguém quer saber. Não tinha má fama, a menina Ventura - como poderia, se ninguém sabe quem ela é? Não, ela é bastante sortuda. É uma segunda chance na vida. Os pais eram piratas, mas ela poderia ser o que quiser. Talvez seria uma boa se juntar a Marinha. Mudar o sistema de dentro, sabe? Como nos filmes que não existem ainda nesse mundo, ou qualquer coisa do tipo assim. Não, não. Ficaria enojada. Não conseguiria viver consigo mesma.

Não, ela quer ver tudo aquilo em chamas. Tem um ódio eterno para a Marinha, e prometeu-se para si mesma que ia destruir tudo aquilo com suas próprias mãos. Uma coisa a motivava: ódio. Ódio pelas pessoas que mataram sua família. Ódio pelas pessoas que arruinaram o nome dos Boa-Viennas. Ódio para todos e todo cidadão dessa cidade, que se importa mais com paz do que a vida dos pais mortos dela. Egoísta? Talvez. Não se importava muito com isso. Só gostaria de ver todos caídos aos seus pés, e esse mau humor dela mostrava mesmo no rosto dela. Teria uma careta bastante feia, parecendo pronta pra briga.

Porém, não estava. Tinha coisas pra fazer, primeiro. Não tinha nada. A antiga espada dela - nome de ‘Karma’ - estava perdida, o barco antigo dela já era totalmente. A Marinha meio que explodiu aquilo ali, então não tem jeito. Teria que comprar outra. Tinha, no mínimo, um pouquinho de dinheiro para sobreviver. Vai ter que ser desse jeito, mesmo. Não conhecia muito bem a cidade, porém. Era meio nova em Shells Town, já que vieram aqui pela primeira vez só algum tempinho atrás, e ela nunca foi do tipo de procurar perigo assim do nada. Agora, a história é outra.

A história é outra porque um mês para mastigar o trauma talvez fosse o suficiente, e agora ela estava prontinha para começar a vida de novo. OK. É só ir para uma loja de armas. Sabia disso. Provavelmente teriam espadas lá, aí é só pegar uma para … bem, para depois encontrar um barco novo, ou … sei lá. Não tinha um plano ainda. Procuraria por um eventualmente, mas não agora. Agora é hora de uma arma nova, e só isso mesmo.

Então, deu um passo à frente. Depois, dois passos. Três, quatro… estava perdida. Tinha duas opções pelo o que poderia ocorrer aqui, e isso que era faria em ambas:

Opção A - Ela acha uma loja de armas. Se achar, aí beleza. Entraria na loja com os braços cruzados, bandagem no olho direito meio que fazendo sua expressão ser difícil de se ler. Era um pouquinho de um enigma, essa Ventura. Olharia a variedade do local, e caso achasse uma katana ou uma espada ou qualquer coisa do tipo, diria para o dono:

— Quero essa. — Apontaria para a lâmina, e só. Poucas palavras. O olhar dela é como uma faca em si só, difícil de ficar perto dela por muito tempo. Ela estava tentando intimidar o próprio dono da loja, porque simplesmente não gostava de ninguém em Shells Town. Odiava todos.

Aí, o que acontece acontece.

Ou, opção B - ela não acha nenhuma loja de armas. Se não achar, aí é um problema. Não queria falar com ninguém, então procuraria um mapa do local em … algum lugar. Iria diretamente para os cantos da cidade, tentando procurar algum guia ou coisa do tipo, qualquer coisa que desse para lhe dizer onde tinha que ir. Caso achasse, já iria diretamente para loja de armas, onde a opção A aconteceria de uma vez de novo.

Mas caso alguém decidisse parar ela, porque, sei lá, ela é meio que uma guria perdida no meio do nada e ela meio que parece meio, tipo assim, totalmente perdida - ela olharia para eles com seu olho esquerdo, olhar afiado como sempre, mas parada em seu lugar. Não tinha nada de bom nessa menina.

— O que foi?

Nome: Ventura Boa-Vienna
Nível: 1
EXP: 10/25
B$: 50.000
Post: 1



OFF:
 

Histórico:
 

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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: LUCK'S WAVE, I   LUCK'S WAVE, I EmptySab 02 Mar 2019, 15:26

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A manhã calma trazia consigo o fatídico brilho solar, como noutras manhãs de verão, a brisa fraca carregava o cheiro distante de águas do mar a costa, mas o frescor de longe era um fator determinante, a umidade presente sutil diminuía a ambientação seca mais presente no centro da ilha, mas aquele fervor só fazia sentir-se como dentro de uma panela fervendo, nado em água escaldante - embora não fosse para tanto. O sol rotineiro das dez era impiedoso, título arraigado há muito tempo, tanto é que moradores locais, rotineiros comerciantes e turistas de ponto caminhavam por debaixo de algum turbante, guarda-sol ou boné; aqueles que tendiam a permanecer por mais tempo à luz da manhã buscavam por algum teto para por sob a cabeça, tendas e barracas arquitetaram uma longa avenida mais no centro, coberta pelas lonas azuladas e listras em branco.

Seguindo por ruelas brandas à beira-mar, o chão era feito a partir de pequenos tijolos avermelhados dispostos sem nenhum padrão pelo caminho, as casas por lá eram como muitas outras pela ilhota, formadas a partir de pedras, cimento e madeira de carvalho enegrecida. De tempos em tempos, em meio às andanças sem rumo, simplórios pesqueiros cruzavam o caminho da garota, estes eram homens sem muito contraste, enegrecidos pela sombra de comerciantes locais de maior sucesso, as roupagens denotavam a posição humilde de cada qual, botas de couro gastas, outras até com furos na frente ou dos lados próximo a sola; roupas de linho rasgadas ou sujas de areia, barro ou até mesmo pedaços de minhoca; e além do característico chapéu costeiro, usavam shorts simples de um tecido mais resistente, não era couro, mas brilhava como um visto de longe. Eram gordos, magros, altos e baixos; homens barbados todos, diferenciando-os na abundância de pelos cobrindo o maxilar.

Noutra ocasião, topou com um casal que andava por ali, enamorados, seguiram de mãos dadas e vestidos com o simples, mas as combinações coloridas, vibrantes, davam destaque para um estilo mais tropical e bonito, destacando-se em meio a tamanha coloração neutra acinzentada provinda nos sobrados e chalés ao redor. A busca por um local para a venda de armas poderia ser mais intensiva, mas não existia em si uma dificuldade para encontrar algo, era supérfluo tamanhos casos e considerações para um início calmo de aventura. Da fachada d’uma loja nobre, embora fosse ainda feita com os mesmo materiais simples das outras casas ao redor, se destacavam pela vitrine que deixava exposto uma coleção de artefatos antigos, preços altíssimos para relíquias amareladas, itens de colecionador e até armas negras estavam dispostas em harmonia dentro do salão em meio a prateleiras de aço ou ferro fundido.

Atrás do balcão pousava um senhor, de cabelos já grisalhos mesmo que não em sua totalidade, usava um corte pompadour e a barba de lenhador - assim como as vestimentas, podia se notar ser alguém que levava a vida do próprio produto, tinha roupa xadrez vermelha e listras azuladas, calça jeans azul escuro que ficavam largas na altura do joelho para baixo; ele tinha um olhar sério, ostentava uma enorme cicatriz no olho esquerdo que ia do ponto alto da sobrancelha até a maçã do rosto, o bigode estilo mustache, e também colecionava algumas outras cicatrizes pelo corpo, apesar de ser bastante coberto por pelos. Seu semblante austero postou desde a entrada dela ali, mesmo percebendo a chegada de uma cliente não tão amistosa ao ver, muitos outros já haviam passado por ali, outros até bem mais estranhos por sinal, mas com muitos anos de carreira aprender a não julgar alguém pelo que parece, e com sua vivência em uma loja rodeada por armas, bem, aprendeu a não temer mais quem entrasse ali.

Sem muita discussão a respeito, ela apenas caminhou por entre as prateleiras, passando por sabres, cimitarras, chicotes e outros instrumentos, seguindo para um lance de prateleiras com lâminas maiores, algumas do tamanho até mesmo de Ventura, pesados cutelos e Claymore’s postavam sobre uma bancada de ferro fundido, armas pesadas requerem um cuidado mais especial e uma exposição mais adequada. Em meio a algumas espadas mais simples e katanas com bainhas de diversas cores, apontou para a primeira que viu, uma espada, o cabo era feito de marfim revestido por couro, a lâmina era feito de aço damasco, um material enegrecido como fumo, com presença de ondulações por ter sido dobrado várias e várias vezes sobre si, era bastante afiada, seu gume se diferenciava das outras feitas no aço comum, era fino e leve como o de uma Katana, mas possuía o tamanho e uma espada normal.

Assim que apontou a arma, o vendedor sorriu pela bela escolha, uma arma de tamanha qualidade feita pelas próprias mãos acabava de ser vendida, seu orgulho era grande o bastante para fazer os olhos grandes lacrimejarem empunhando a arma empoderada. Ele colocou sob o balcão, buscou por um pano de seda para tirar o pó e ilustrar o metal, puxou a bainha e a colocou ao lado da arma para ilustrar também, depois dos preparativos e mimos para com a arma, sacou uma pedra de amolar para dar alguns arranjos finais no produto antes de vender - São Trinta mil berries - Disse ele ainda olhando para a obra e fazendo os arranjos finais, só entregando a arma assim que recebesse o pagamento.



Legenda:
 

Dicas:
 



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