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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A primeira paródia

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MensagemAssunto: A primeira paródia   A primeira paródia EmptyDom 24 Fev 2019, 18:51

A primeira paródia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Yagami Silver. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia EmptyTer 26 Fev 2019, 18:10



Sem Horas e Sem Dores.


A vida sempre vai lher pregar peças, mas mostre a ela que a temporada de circo acabou e que o palhaço que tinha em você não existe mais.

Os olhos dourados de Silver mostrava-se animado, hoje iniciaria sua jornada em busca de grana, de preferência de maneira fácil como sempre mantendo um espirito de positividade. “Hoje vai da tudo certo.” Seu objetivo era se alistar no exército revolucionário, talvez conseguisse levantar uma grana e quem sabe mudar o mundo, fazendo o mesmo ser um mundo repleto de sorrisos. Só que antes sentia falta de uma coisa muito importante, colocaria as mãos no bolso, olharia bem, procuraria. “Meuuuuuuuu Deussssss estou sem doces.” Colocaria sua mão direita no chapéu, se arrumava, fazia questão de observar se não estava esquecendo nada, tendo certeza que não sairia de casa e caminharia até uma doceria, ou algum estabelecimento que possa comprar doces. “- É espero um dia voltar.” Seus passos seriam até que calmo enquanto olharia um pouco as coisas ao seu redor, caso não encontrar, perguntaria a pessoas no caminho. “- Olá!!! Como vai? Pode me dizer onde posso comprar doces?” Ouviria atentamente e seguiria o caminho indicado, caso não soubesse seguiria perguntando sempre, confiante e animado.

Durante o caminho algo me chamasse atenção, não deixaria minha curiosidade de lado. “Para o bonde que Isabel caiu.” Então logo iria observar de perto, se pudesse perguntaria. “- Mas o que é isso, do que é feito? É de comer?” Silver iria querer saber tudo sobre aquilo, se mostrando cada vez mais interessado. Mas caso nada aparecesse apenas seguiria até a loja onde eu possa comprar doces, então entraria animado, meus olhos logo brilhavam. “- Uhullllllll Doces !!! Doces !!! Eu quero docesssssssss” Então me aproximaria do balcão e falaria com o atendente. “- Me vê um pacote de doce, se possível misturar tipos diferentes!!!” Aguardaria e logo na sequencia colocaria a mão no bolso retiraria o dinheiro e pagaria a quantia necessária. Guardaria como se fosse um tesouro, estando certo que estava bem guardado e assim que eu pegasse o pacote de doces da mão do balconista eu logo falaria. “ - É meu, preciooooooso!!!” Com isso me retiraria da loja e partiria em busca do meu segundo objetivo que era o alistamento nos Revolucionários.

Caminharia até a base do exército, estaria bem animado pensava comigo mesmo será que era realmente possível ganhar algum dinheiro com isso de revolução. “Bom sou um cara que aprendeu tudo num circo, é, deve servir.” Assim que chegasse na base dos soldados então me apresentaria animadamente, para fazer meu alistamento, minha voz seria num tom alto a ponto de realmente chamar a atenção “- Sem horas e sem dores.” Tiraria meu chapéu me abaixando e me curvando, logo colocando de volta em minha cabeça e me levantando com um sorriso no rosto então continuaria a falar. “- Respeitável público pagão, a partir de sempre, toda cura pertence a nós; toda resposta e dúvida.” Andaria um pouco enquanto continuaria com toda positividade do mundo. “- Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser; todo verbo é livre para ser direto ou indireto; nenhum predicado será prejudicado; nem tampouco a frase, nem a crase nem a vírgula e ponto final! Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas e estar entre vírgulas é aposto e eu aposto o oposto que vou cativar a todos, sendo apenas um sujeito simples, um sujeito e sua oração, sua pressa e sua prece, para mudar o mundo, o deixando mais feliz.” Fazia uma pausa dramática bem rápida e logo gesticulava com a mão enquanto voltava a falar sem dar tempo para reação. “- Que a regência da paz sirva a todos nós... cegos ou não; que enxerguemos o fato de termos acessórios para nossa oração separados ou adjuntos, nominais ou não; façamos parte do contexto da crônica e de todas as capas de edição especial; sejamos também o anúncio da contra-capa.”

Olharia para todas as pessoas que ali se encontrava e não dava a mínima para o que eles achavam da minha pessoa então finalizaria minha apresentação. “- Sem horas e sem dores; Que nesse encontro que acontece agora; cada um possa se encontrar no outro; até porque... Tem horas que a gente se pergunta... por que é que não se junta, tudo numa coisa só? E muda esse mundo, trazendo felicidade a todos.” Meu intuito é mostrar o quão livre eu era e o quanto eu acreditava na liberdade que um simples palhaço poderia andar por aí e fazer a piada que quisesse porque essa era a beleza do mundo, mas para isso coisas precisavam mudar o mundo tinha que mudar. Perguntaria quem era o líder e onde eu poderia fazer meu alistamento no exército. “- Sem horas e sem dores, venho humildemente, procurar alistamento nos Revolucionários, o mundo precisa ser mais animado, pessoas devem ser livre, para fazerem o que quiser ... esse mundo precisa de mudança... por isso onde posso me alistar?” Aguardaria respostas, sem medo que os outros não me aceitassem, me julgassem ou qualquer coisa do tipo.

Objetivos:
 

Ao narrador:
 

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia EmptySex 01 Mar 2019, 23:51

O Sol brilhava bem forte em Conomi Island e em meio ao silêncio matutino em uma das poucas ruas asfaltadas da ilha o humano de madeixas brancas caminhava. Aos poucos surgia som e vagarosamente o jovem conseguia identificá-lo como proveniente de carroças repletas de mercadorias, de sua maioria laranjas. Um rapaz o mink acenando com seu chapéu de palha falava. – Dia senhor! A carroça passava indo mais dentro da cidade.

Era manhã e as pessoas estavam acabando de acordar, algumas andando pelas vielas da cidade rumo aos seus trabalhos, alguns mercadores passando como aquele bondoso velho, a final era domingo - dia de feira na cidade - o dia em que o simples povo de Conomi poderia fazer alguns trocados.

Não tardava para que encontrasse uma loja de doces e de maneira fácil ele conseguia comprar o que queria.

Obs:
 

Antes que saísse, o vendedor lhe diria.

Ford - Também acho minhas mercadorias preciooooosas! Volte quando quiser! Sou Ford!, e reconhecendo ser o mesmo rapaz que vira anteriormente na carroça, Yagami saía da loja.

Ford:
 

A ilha era comandada praticamente pelos revolucionários e não era difícil encontrar pequenas bases em que a população poderia se alistar. Dessa maneira, quando o rapaz se aproximava de uma cabana, avistava cerca de cinco encapuzadaos, estando um deles sentado atrás de uma mesa e com um livro de registro em mãos.

No término de sua apresentação, um deles deixava a caneca que tinha em mãos cair. O que anotava, interagia.

Carok- Pelas barbas de Mérlin! Que diabos é isso? Um verdadeiro maluco.. aqui nós fazemos coisas sérias, rapaz! Vai lá chupar seu pirulito e quando tiver barba na cara  você volta! Deve ser um sinal... você não é o primeiro de hoje...., e assim o encapuzado fechava a porta, mas antes de fazê-lo, Silver poderia ver em suas vestes o nome Carok.

Vendo tal situação de longe, um estranho resolvia se aproximar e logo começava a falar.

Brix - Prazer, me chamo Brix! Você parece ser interessante! Qual seu nome? Pode me contar mais sobre você? Sou um milionário falido! Tinha uma plantação de laranja aqui, mas a praga acabou com tudo... na mesma época meu fiel serviçal, Pinto, faleceu! Mas descobri minha missão! E também quero me tornar um revolucionário! Grandes poderes exigem grandes responsabilidades! Foi o que meu tio Bento uma vez me disse! Mas e você? De onde veio? Também é filho de milionários?, e assim o homem aguardaria respostas.

Brix:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia EmptySex 08 Mar 2019, 08:06



Liberdade.


Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.

Não gostava muito do sol, mas não havia o que reclamar eu havia conseguido em partes o que eu queria meu precioso pacote de doces. Tudo tinha sido tão engraçado, na cabeça de Silver e o mesmo colocava um sorriso no rosto, Yagami achava completamente hilário ser chamado de maluco. Enquanto um homem se aproximava de mim, se apresentava como Brix, enquanto ele falava um pouco com meu olho escondido sobre minha mecha do cabelo eu o olhava da cabeças aos pés. Isso chamava a atenção de Silver era no mínimo curioso, um ex-milionario próximo aos Revolucionários. “HaHaHaHaHa e eu achando que estava mal.” Um pouco animado Silver se apresentaria ao mesmo, enquanto carregava um singelo sorriso. “ - Meu pai, trabalhava para o Governo servindo nobres achando que um dia iria ficar rico, mas, nunca conseguiu nenhum cents, isso deixou ele insano. HahaHahaHa.” Faria uma pausa dramática e minha expressão ficaria séria. “- Eu odeio meu pai, odeio o Governo Mundial a quem trouxe a loucura para ele.” Após a pausa eu voltaria a sorrir e completaria. “- Ele me enterrava vivo, só para me mostrar que a vida não vale mais do que a terra que me cobria, minha mãe fugiu, escafedeu-se, desapareceu, como um truque de mágica.” Gesticularia com as mãos como se estivesse fazendo uma mágica enquanto falava da minha mãe e no final da frase faria um sopro, como se fosse o fim do truque.

“- Fui criado num circo, tudo que sei aprendi lá, Luta de Rua, Acrobacia, até entender que eu deveria ser a verdadeira face da sociedade, entendi que a vida é uma parodia.” Daria uma risada um tanto sarcástica, faria uma pausa e logo na sequencia completava. “- Todos eles estão mortos, num local chamado pântano da matança, tive sorte fui socorrido e trazido para cá.” Daria um estralo com os dedos em meio a um sorriso e finalizaria dizendo. " - Engraçado não?" Ainda não diria que também tinha uma pequena ambição por ganhar dinheiro, não me sentia confiável o suficiente para isso, mas eu ainda não havia desistido do alistamento, tinha o pensamento positivo que tudo daria certo. Apesar de não confiar totalmente no homem, adorava conversar então tentaria passar meu espirito positivo para ele. “— Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto, hoje é o dia certo para se alistar, acreditar, fazer e principalmente viver.” Diria a um tom bem empolgado, enquanto arrumava minhas vestes, meu manto e não custava nada tentar de novo. “Caramba esses são os Revolucionários? Amigo do povo? Interessante.” Antes ainda falaria com o rapaz ou sozinho em voz alta caso ele não me ouça.

“— Não precisamos desses preconceituosos, esses são os Revolucionários, amigo do povo, aqueles que ajudam e recebem os fracos, indefesos, oprimidos, sem julgamento, que tem vontade própria de mudar o mundo ... mas o que vejamos aqui são pessoas que estão julgando .... então vou lhe apresentar algo que eu chamo de liberdade. Mesmo que o “dono do circo” crie as regras, depende de você como você faz seu espetáculo. O mesmo se aplica à vida. Afie suas próprias armas! Viva suas próprias regras! Faça a realidade aceitar suas regras! Se você pode fazer isso, a felicidade é sua!” Queria mostrar meu lado da vida, um lado sem regras, ou melhor viver na melhor maneira possível, livre, procurando fazer qualquer coisa que lhe faça bem, queria abrir a mente de todas as pessoas do mundo, que elas podem sim alcançar seus sonhos e não importa o quão longe ele esteja, tudo é uma questão de batalhar e correr atrás, nem que para isso elas tenham que mudar o mundo, mas antes mudar seu próprio mundo e pensamento, então continuaria falando. “— As regras não estão lá para nós, elas estão lá para a “pessoa que as criou” talvez o Governo Mundial, os Nobres ou quem sabe os marinheiros a felicidade, o futuro que estão vinculados por essas mentiras, impedem que elas atinjam todo o seu potencial. Então, se houver um futuro que deseja, lute por isso! Lute por isso e mantenha sua própria felicidade. Mude o mundo, nem que para isso tenha que derrubar todo o Governo.” Ao final colocaria um sorriso malicioso, poderia até ser uma piada, mas enfim, era uma ótima piada, convencedora para alguns.

Caminharia firmemente até o homem a qual obtinha o caderno e com muita firmeza na voz então diria. “— Quero me alistar no exército revolucionário ... Lutar pela minha própria liberdade, fazer com que o mundo e todos aceitem ela.” Com isso aguardaria a resposta do mesmo, enquanto pensaria comigo mesmo. “Eu devia ganhar uma moeda por essa apresentação. Magnifico!!!! Nem o Pagliacci o palhaço faria melhor.” Caso a resposta fosse positiva, eu agradeceria e ouviria as instruções como novo recruta dos mocinhos, enquanto estaria bem contente por ter conseguido ingressar. “É agora que começa de verdade, quem será que é o líder dessa bodega aqui, afinal eu nem sei o que eles fazem de verdade.” Mas caso a resposta fosse negativa sobre meu alistamento, independente do motivo que ele falasse não perderia a felicidade ou pelo menos não demonstraria. “— O mendigo aproxima-se de uma senhora e pede uma esmola. E ela logo fala: - Em vez de ficar pedindo, por que não vai trabalhar? O mendigo olha a senhora dos pés a cabeça e responde: - Dona, estou pedindo esmola, não conselhos!!” E daria uma boa risada, alta, enquanto colocaria as mãos na barriga. “De fato, não quero conselhos, só quero me alistar.”


Citação :
Ponho o historico no próximo post

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia EmptySex 08 Mar 2019, 08:29

O rapaz aos poucos começava a contar sua história para Brix, e quando citava ter um pai a serviço do governo ele percebia que o homem arqueava as sobrancelhas e em seguida retomava seu semblante de ouvinte.

Brix- Criado em um circo e pais assassinados! Parece com a história do meu amigo falecido, Pinto!

Gostei de você, jovem! A partir de hoje você é o B-4! Se tivesse falado mal dos revolucionários agora que foi recusado você nunca seria aceito! Pertenço ao grupo do Grambos e também realizo alistamento! Meu sentido tubarão me diz que você vai ser grande! Venha! Vamos ao bar! Se der sorte um dia ainda irá conhecer o nosso líder!

Só um detalhe.. só realizo missões à noite! Então se espera por aventura, vai com calma, garoto!
, e dizendo isso ele pararia do lado de fora da cabana e diria, Yagami Silver, hmmm 1,70m, 71 kg... humano.. revolucionário, por enquanto!, assim ele rumava para o bar e esperava que o jovem o acompanhasse.

Quando chegassem, o veriam cheio, e em um dos cantos estariam presentes três encapuzados, e todos com a carta de um Joker em mãos. Brix se aproximaria e diria.

Brix- Trouxe um recruta! Grambos passou algo para nós? B-1, B-2, B-3, esse aqui será o B-4!

E quando o dizia, ambos abaixavam a cabeça para cumprimentá-lo e retiravam os capuz, revelando seus rostos.

B1 - Prazer, gosto de tirar fotos!

B2 - Gosto de cozinhar!

B3 - Gosto de brigar!
, e com simples apresentações eles aguardavam interação de Silver.

B1:
 

B2:
 

B3:
 
Ford:
 

Brix:
 

Legenda:
 

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Legenda

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia EmptySeg 11 Mar 2019, 09:17



Palhaço.


Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer agente do governo mundial.

Aquele estranho homem parecia finalmente me aceitar no exército revolucionário, mas parecia deixar seus sentimentos se envolver, pois já é a segunda vez que ele fala de seu amigo falecido como se estivesse me comparando com ele. “- É meus pêsames!!!! Ao Grande Pinto!!!”  Usaria um tom triste e sincero pela perda, pois nunca é fácil e eu sabia bem como era isso.  Enquanto eu seguia o mesmo então soltava uma de minhas piadas. “- Grande Grambos, não sei quem é, mas um dia!!! Eu tomarei seu lugar!!! Será uma honra” Faria uma pausa e daria uma boa risada. “-HaHaHaHaHa brincadeira !!!” Enquanto faria uma outra pausa e mediante a um sorriso malicioso completaria. “-Será uma honra servi-lo em Revolução.” Enquanto em minha mente, apesar de eu odiar o governo mundial e até que gostar disso tudo eu ainda queria ficar rico. “Espero conseguir dinheiro com isso.” Por mais humano que eu seja, ainda tinha essa ambição comigo até por que eu não seguia nenhuma regra a não ser as minhas próprias. “O mundo precisa mudar, eu preciso mudar o meu mundo, assim tudo se encaixa de uma maneira perfeita.” Por mais ingênuo que pareça, era o que eu acreditava. “Caramba três encapuzados!!!! Porra, será que vou ser assaltado eu o segui, mas em nenhum momento eu me preocupei com isso!!! OMG!!!!”  

Tinha minha preocupação por alguns instantes ao mesmo tempo uma enorme curiosidade, até o momento que vinha as apresentações e eu não sabia se ria ou se me segurava. “Curioso são três palhaços com habilidades diferentes? Será que eu deveria me maquiar também!!! Ha Ha Ha Ha ” Com isso eu colocaria um enorme sorriso no rosto e então responderia ao que seriam meus companheiros. “- Muito prazer eu sou o B4 e sou um acrobata e gosto de contar piadas.” Faria uma pequena pausa, bem rápida e não deixando ninguém falar nada eu completava. “-Fui no circo com a namorada, foi um grande desastre, pois o palhaço me acusou de ter copiado a roupa dele.” Colocaria minha mão na barriga enquanto eu caia na risada. “- Ha Ha Ha Ha Ha Ha Ha ha ha ha ha ha.” Achava muito engraçado. “Caramba essa foi ótima!!!! Adorei!!!” Limpava um pouco meus olhos para ver se não tinha nenhuma lágrima de tanto rir e na sequência, mudaria minha expressão, ficando um pouco mais sério, queria tirar um pouco da minha curiosidade sobre aqueles homens, pois tudo estava muito misterioso.

“- Ei B1, me diga uma coisa... Pelo número, é meio que certo que você foi o primeiro, o que o torna o mais velho entre nós 4 certo?” daria uma pausa enquanto minha mente se perguntava se isso tinha algum sentido. “Se eu cheguei agora sou o B4, então ele foi o primeiro ou é o mais importante entre nós quatro, ou o que mais se destaca, bom ele gosta de fotografar, mais que tipo de foto?” Logo após a resposta do mesmo continuaria com minhas perguntas, mesmo que sem sentido, seria bom e ótimo para mim matar toda minha curiosidade. “-O que levou você a gostar de fotos? Qual é seu tipo de fotografia preferida?” Então faria uma pausa enquanto o observava, teria uma atenção em suas palavras, não era nenhum detetive, mas queria ouvir com atenção. Então completaria nossa conversa com um simples pedido. “- Pode tirar uma foto minha?” Ele dizendo que sim eu faria uma pose um tanto engraçada, para que ele quem saiba possa saber o que eu acreditava na vida. “Se estiver feliz, sorria, se estiver triste também, sorria também!! É de graça e faz bem!!” Eu sabia que muitas vezes eu escondia a tristeza que estava dentro de mim, mas foi assim que eu escolhi viver.

“- B2 você gosta de cozinhar!! Isso é fantástico não vou passar fome, enquanto estivermos juntos!!!” Colocaria um sorriso animado, enquanto diria um pouco da comida que eu gosto. “- Bom eu gosto de doce, com carne e de doce muito doce, seja qualquer tipo.” Faria um sinal de positivo para o mesmo, enquanto eu o reparava um pouco melhor. Andava um pouco de um lado para outro, enquanto levaria uma das minhas mãos à cabeça, então perguntaria ao mesmo. “- Por que decidiu ser um cozinheiro o que o motiva para isso?” Eu não me importava com a possibilidade de as pessoas serem ignorantes comigo, eu tinha que perguntar. “- Qual é seu prato de comida favorito? Ou melhor o que mais gosta de preparar? Provavelmente é um prato que lhe traz boas lembranças.” Pelo menos era o que eu acreditava, as pessoas escolhem as coisas que lhe faz memorias boas voltarem, em algum momento da vida, aquilo foi algo muito importante, foi um momento feliz. “Eu mesmo gosto de lembrar do tempo em que eu estava no circo, era um tempo muito bom, pois eu era feliz como um acrobata, aprendi muitas coisas com eles, sem contar que superava todos os momentos ruim da minha infância.” Pensava enquanto ouvia a resposta do nosso cozinheiro. Em contraparte o B3 não me chamava muita atenção, ele gostava de brigar, não que eu o julgava, pois ele poderia ser o mais perigoso e um mentiroso escondendo alguma habilidade. “Alguém que olha para trás e julga seu passado, é alguém fraco.” Então eu não o julgaria apenas deixaria o tempo me mostrar quem ele é.

“Mas e agora? Eu faço parte dos mocinhos? O que tenho que fazer agora?” Quando me alistei não pensei muito, só numa possibilidade de fazer o que quero e ganhar dinheiro. “- Bom o que faremos agora?” Ficaria com toda atenção para o que o tal líder tinha a dizer e tentaria seguir suas instruções à risca. “Agora eu sou Yagami Silver e eu trabalho para o Exercito Revolucionário.”

Yagami Silver:
 

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia EmptyDom 17 Mar 2019, 23:39



A Primeira Paródia

Post largado no trajeto do moonwalk.
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O tempo passava lentamente dentro daquele estabelecimento. Depois de dar de cara com seus mais novos companheiros, o diálogo acabara por ser um pouco extenso, já que ambos os lados estavam dispostos a se conhecer naquela ocasião. - Muito prazer eu sou o B4 e sou um acrobata e gosto de contar piadas. Fui no circo com a namorada, foi um grande desastre, pois o palhaço me acusou de ter copiado a roupa dele - B1 virava o rosto repentinamente depois da piada, baixando sua câmera e olhando com um olhar sério e frio. - Então você é bom em mais de uma coisa, HAHAHA - Quebrou seu semblante sério e riu desgraçosamente com a piada, que, por mais que parecesse não ser das melhores se escrita, era apresentada de forma um tanto quanto cômica pela atuação presencial do mais novo revolucionário.

Ele tinha talento.

B1 Estava atento agora a tudo que Silver dizia. Ele olhava diretamente nos olhos do rapaz, parecia até hipnótico, mas talvez fosse só o modo do palhaço de reagir às coisas desse tipo. - Sim e não. Eu fui o primeiro, mas meu irmão venho junto no pacote, não é B2? - Sorriu o homem que foi respondido positivamente com um "joinha". - E depois chegou o B3, alguns anos mais tarde. Estamos aqui há mais de 3 anos. - Ele respondeu às últimas perguntas com um sorriso sútil no rosto. - O que move todos nós!? A Arte! Sou um amante dela. Quando olhos brilham e sorrisos se sobressaem, essas são as melhores fotos! - Quando perguntado sobre tirar a foto, ele respondeu direto e neutro. - Eu posso, mas não agora. Precisamos esperar um momento espontâneo e belo para isso. - Já B2 parecia responder de forma mais seca e curta, talvez não soubesse interagir com gente nova, apesar de demonstrar um sorriso sincero no rosto com a presença de yagami. - Uma variedade de temperos e cores, tudo ao seu dispor para manipular. Cheiros e gostos... É como uma arte, diferente da do meu irmão. Mas você sabe... - B3 Entreolhava os dois e depois Yagami, parecia esperar algo. Deu de ombros com um sorriso envergonhado e falou - E... Não vai me perguntar nada também? - Coçou a cabeça e sentou-se na cadeira.

Assim sendo Brix tomou as rédeas e ajeitou seu paletó, cruzando os braços com uma expressão um pouco mais séria agora. - A situação atual é preocupante. Informações do exército roubadas, soldados sumindo. - Sentou-se também em uma cadeira de madeira no meio da sala, com uma mesa do mesmo material. Era onde B3 também estava, e haveria mais duas cadeiras se quisesse. - Estamos todos trabalhando para recuperar os documentos, e foi nesse meio tempo que perdemos alguns agentes, que misteriosamente sumiram. - Cruzou as pernas e deu uma breve inspirada - Não sabemos ainda quem foi o responsável, mas temos algumas pistas. - E por fim abriu um sorriso, voltando ao seu semblante padrão. - E é para lá que você vai. Com o B3 que vai te supervisionar nessa primeira missão. - B3 Abriu os braços, convidativo. - Existe um segundo armázem revolucionário, era nossa antiga base antes de ser invadida e pegarem os arquivos. Alguns soldados morreram lá, e existem folhas e sangue por todo canto. Procurem por lá. -

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia EmptyTer 19 Mar 2019, 17:51



Missão.


Missão dada é missão cumprida.

Gostava de ver as pessoas darem risada, me sentia bem com isso os membros se mostravam até que interessante ao meu ver. Pois cada um tinha gostos únicos e apreciavam de maneiras diferentes. “- Ok me deve essa foto hein!!” Responderia ao B1, parecia ser algo até que divertido apreciar as imagens, pois cada uma talvez seria um momento único na vida. “Poder registrar cada momento único ... sem sombras de duvidas isso é algo incrível.” Faria uma pausa enquanto olharia para o B3, pois não sabia o que perguntar para ele, coçaria minha cabeça. “- Porque ama tanto lutas?” olharia para o mesmo e tentaria focar em seus olhos caso ele me responda. Todo mundo tem uma razão para fazer aquilo que gosta, um passado, uma história que algumas vezes são tristes ou não. “Bom meu pai amava o dinheiro e morreu sem nenhum centavo, mas eu pretendo pelo menos conseguir alguma moeda.” Bom as coisas pareciam estar indo muito bem, pelo menos na minha cabeça.

Prestava atenção no que o homem de terno falava. Primeiro levaria minha mão as cabeças mostrando uma enorme preocupação. “- Ai caramba!!!! Soldados Sumidos!!!” Continuaria ouvindo atentamente, já tentando bolar um jeito mais fácil de resolver o problema, enquanto prestaria atenção em cada palavra. “Hmmm se os agentes que estavam trabalhando no caso sumiram!! Eu poderia me deixar ser sequestrado e resgatá-los, assim me pouparia trabalho.” Enquanto bolava tudo para não ter que trabalhar muito, já era mandado para supervisionar o local, mas na minha cabeça minha ideia ainda poderia dá certo. “Bom, mas parece que mataram os Revolucionário!!!! Ai caramba, vou ter que trabalhar.” Então parece que minha primeira missão estava traçada. “- Bom é melhor eles tomarem cuidado por que vão dançar na batida do meu taco.” Colocaria um sorriso confiante, enquanto me levantaria. “Parece que eu e o B3 vamos ser parceiros!!! Que Piada !!! HAHAHAHAHAHHAH” mas uma coisa eu tinha em mente, precisava comprar um par de botas no caminho. “- Vamos nessa o parceiro!!! Você sabe o caminho né.” Aguardaria a resposta do mesmo. “- A proposito antes preciso comprar um par de botas na loja de armas.” Colocaria um sinal de joinha, indicando positividade.

Se o B3 soubesse onde era a loja de armas da cidade então pediria para o mesmo me levar, chegando ao local iria direto ao vendedor para não perder tempo e pediria um par de botas. “-Ei amigo!!! Gostaria de um par de botas, simples!!” Pois só tinha a disponibilidade para pagar 30.000B$, já que eu havia comprado doces para sustentar meu vício. Assim que me entregasse pagaria o valor e o agradeceria. “- Ai sim em, agora dá para chutar umas bundas fedorentas!!” Agora o objetivo era seguir para o local de investigação então no caminho faria algumas perguntas para B3, já que estava curioso sobre muitas coisas. “- Bom não acha um pouco estranho?” Diria em um tom animado, assim continuaria. “- Você é um cara que gosta de lutar ... mas no caso por que nosso inimigo matou ou capturou os companheiros e deixou vestígio de sangue?” Faria uma pausa meio dramática ao mesmo tempo em que ouviria o que o meu parceiro teria a dizer, então daria uma boa risada e concluiria. “- Acho que nosso inimigo quer ser encontrado!!! Para entra em combate.” Então daria uma risada maior um pouco descontrolada, meio irônica então completaria. “- É nessa parte que você entra.” Daria um sorriso confiante, passando toda confiança no combate do meu aliado.  

Enquanto andava iria olhando as coisas ao meu redor e prestando atenção no caminho, tentando grava algumas coisas na minha mente. Assim que chegasse no local então diria para o palhaço. “- Bom tudo que temos que fazer agora é procurar.” Como nunca tinha estado em uma missão não sabia muito como se portar em uma, então andaria pelo local com muito cuidado enquanto olharia as coisas. Prestaria atenção em tudo na minha volta, olharia os objetos, se possível veria se não tinha nada embaixo deles, procuraria vestígios de sangue, ou qualquer coisa que me chamasse a atenção. Em caso de eu ouvir algum barulho eu procuraria algum lugar para me esconder rapidamente, faria o maximo de silencio e tentaria ouvir as coisas. Caso eu encontre algo então chamaria o B3 em um tom baixo para dar uma olhada no que encontrei, ou de preferência apenas faria gesto com as mãos.

Yagami Silver:
 

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia EmptyQui 21 Mar 2019, 03:12



A Primeira Paródia

Post largado no trajeto do moonwalk.
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O palhaço parecia se animar com a pergunta sobre o porquê de lutar, mudando seu semblante levemente desapontado e virando-se com um olhar fixo para o rapaz - Bem, eu não sei! HAHAHA - Diferente dos outros dois, esse parecia ser um pouco mais superficial. Mas cada um é cada um. Ambos seguiam seus passos, guiados pelo palhaço que já conhecia bem a cidade e o levava até a loja. Ele era bastante calado, só respondendo a perguntas diretas. Assim sendo, saíam de lá de dentro com as botas e rumavam para sua missão. - É, talvez... Quer dizer, não deve ser difícil de lavar sangue também? - Trocou de raciocínio por um instante, parecia ser um homem de intelecto meio lerdo. Talvez seu lugar fosse nos campos de batalha mesmo.

A cada momento iam se distanciando mais e mais da civilização, era um local bastante discreto. Todo passo que era dado individualmente, contribuia para formar uma sinfonia misteriosa, que poucos saberiam dizer seu verdadeiro significado. Isso era concluído no momento em que a porta daquele armazém, e a visão dos dois era abraçada pelo caos.

O que outrora foi um depósito de armas e informações dos revolucionários, completamente devastado. Folhas por todo o lado, em cima de uma mesa bem ao fundo e por todo o resto do chão, a maioria, manchada de sangue. O local era extenso, e possuía dois armários de metal um em cada canto, no qual provavelmente ficavam as armas. À alguns metros em frente a entrada havia um corpo no chão, o sangue parecia ter escorrido de sua garganta um dia ou dois atrás, se chutasse. Pois estava claro que havia um buraco bem ali, e a mão próxima ao pescoço indicava que havia se engasgado com o próprio sangue. Naquele quebra-cabeça, o corpo estava virado de costas para a entrada e de frente para a mesa no fundo no momento em que caíra ao chão. - Cruel... Não acha? - Falou o palhaço.

Seguindo pelo local, ia em direção à mesa e encontrava mais um corpo. Desta vez, percebia que atrás daquela mesa de madeira haviam também outras duas cadeiras de madeira, e na mais próxima da parede, um corpo. Mais uma vez um golpe na garganta, se houvesse mais um corpo, se tornaria um padrão. Só que não parecia ter sido perfurada, e sim rasgada. Talvez um corte? O sangue manchava a parede, e o corpo parecia estar olhando para o seu lado esquerdo, indicando a cadeira ao lado com certa surpresa no rosto. Silver ouviu um ruído, e logo agiu procurando um esconderijo - Olha eu não recomendo olhar muito essas coisas e ah, os outros soldados que já estão aqui procurando há horas olharam e não encontraram na- Antes dele terminar, Yagami já havia se escondido num dos armários no momento em que escutou um dos soldados bisbilhotando as folhas e reclamando. Era um tanto quanto... Estranho, e inconveniente, pra dizer a verdade. Talvez ficasse alguns segundos ali até se deparar que se tratava só de um aliado, mas quando saísse, iria sentir uma solidão, e um vento sinistro arrepiando sua espinha.

Ele estava sozinho.

Todos os três que estavam ali, haviam desaparecido sem deixar qualquer vestígio. B3, e os outros dois com quem não tivera sequer a chance de ver o rosto. Tudo isso em uma fração de segundo, e só restava agora um bilhete em seus pés. Se o abrisse, encontraria escrito em vermelho "E se você tivesse a chance de desaparecer hoje, sem deixar qualquer vestígio?" Mechas de cabelo vermelho dentro do bilhete, e também uma foto. Se tratava de uma cadeira de madeira numa sala quase totalmente escura, não fosse por uma luz focada vindo de cima, como se fosse em um palco. A luz focava somente a cadeira, destoando-a do escuro e dando destaque. E nada mais. Não poderia perceber nada mais...

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia EmptySab 23 Mar 2019, 00:51



Escuridão.


Nossa existência não é mais que um curto circuito de luz entre duas eternidades de escuridão..

Acharia um pouco estranho o quão silencioso era aquele palhaço, parecia estar no local errado ou melhor pintado errado, mas também não o julgaria. “HAHAH Que cara doido, ironicamente eu também sou.” Enquanto caminharia rumo a missão batia uma sensação estranha, quanto mais eu me afastava, mas eu sentiria que estava no caminho errado. Enquanto sentia meu coração bater um pouco mais rápido a cada passo, tentaria não demonstrar isso de jeito nenhum, sempre colocaria um sorriso no rosto, passando sempre um ar de confiança. Então ao olhar todo aquele caos as únicas palavras que saiam da minha boca era. “- É meu amigo, o trabalho é sagrado, então não toque!!!” Mesmo com uma imensa vontade de ir embora tinha que ficar, o que me deixava um pouco frustrado, mas não demonstraria isso de jeito nenhum. Enquanto também olharia todo aquele cenário um enorme caos. “- Meu Deus protegei-me de meus amigos! Dos meus inimigos eu me encarregarei.” Falaria ao tom de uma piada, escondendo um pouco o meu real sentimento naquele momento.

“- Ah sim a morte é sempre cruel, mas ao mesmo tempo curiosa não acha?” Aquele corpo caído no chão, aquelas vestígio de sangue tudo chamaria minha atenção. Enquanto iria analisando a cena do crime, me sentia em um jogo contra uma espécie de Serial Killer. “Mais um corte na garganta, hora, hora, será que temos um Jack Estripador por aqui, ainda bem que não sou meretriz.” Bom me escondia com o barulho, mas aparentemente era apenas o B3 então a primeira coisa que vinha na minha cabeça dentro daquele armário era. “Vai assustar a senhora sua mãe.” Ao me sentir sozinho, meu coração acelerava um pouco, todos haviam sumido, parecia até uma brincadeira de pic esconde. “- Ei estou aqui !!!” Sentia o gosto amargo da solidão, coçaria um pouco a cabeça e olharia para ambos os lados. Então leria atenciosamente o bilhete que haviam deixado próximo a mim. “- Se eu tivesse a chance de desaparece??? Tipo um truque de mágica???” Aquilo tudo estava muito estranho na minha cabeça. Havia mechas de cabelo, eu pensaria comigo mesmo. “Caramba isso tudo é muito estranho.” Aquele pequeno feixe de luz sobre uma única cadeira.

“- Bom eu gosto do escuro!!! Combina com minhas roupas haha” Diria para mim mesmo, sinceramente eu não sabia como me portar em uma missão, então eu olharia para aquela cadeira, e jogaria na sequência aquelas mechas de cabelo em cima dela. “- Bom talvez aí seja o seu lugar.” Apesar da situação em que me encontrava tinha o pensamento positivo e pensaria comigo mesmo. “Vai da tudo certo, tirando a parte do dinheiro pelo visto.” Andaria um pouco em círculos em volta da cadeira, não muito, no máximo duas voltas e com passos bem lentos. “O que eu devo fazer?” Ainda nos passos que estaria dando, manteria meus olhos o mais atento possível, para não ser pego de surpresa. “Bom é melhor eu ficar esperto, pois alguém parecia estar escondendo alguma coisa. É mais tem que ser assim né, senão iria perder toda a graça.” Colocaria um sorriso enquanto pararia de andar e tentaria ligar um pouco as coisas. “Bom ele olhava para a esquerda, para a outra cadeira. Ambos tiveram suas gargantas rasgadas. É proteger meu pescoço ou cairá ao fundo do poço.” Colocaria levemente minha mão a parte em que ambos haviam sido golpeados. “Bom com o alistamento simples do jeito que foi, é bem fácil para qualquer um se infiltrar no exército.” Mas o que me incomodaria não era isso, era o porquê. “Estou lidando com um espião ou simplesmente um assassino que mata por prazer.”

Pararia um pouco e sorria, pensaria que era hora de arriscar, apostar na sorte. Então com um sorriso confiante eu sentaria na cadeira enquanto manteria minha cabeça firme para frente. Movimentaria apenas meus olhos de um lado para outro. Tinha definido que se o inimigo estivesse ali não teria nenhum remorso. “-Ei amigo da garganta cortada me diga uma coisa, doeu muito? Foi? Hahahhahahah” Estaria pronto para me esquivar em caso de necessidade, pulando da cadeira de forma rápida e me mantendo em posição de combate. Mas enquanto estivesse sentando ali então falaria algumas coisas. “- O que motiva a morte, matar!!!” Falaria em um tom animado. “- Bom vai me matar também? Hahahahaha Só pode ser piada.” No caso de eu ouvir passos vindo na minha direção pelas costas então faria uma cambalhota para frente e me levantaria, ficando de frente para onde os passos estavam vindo. “-Tarammmmm!!!” Diria como se tivesse feito algum truque. Estaria atento a qualquer barulho.

Yagami Silver:
 

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