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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: [Mini-*yalP*] *Era uma vez...*   [Mini-*yalP*] *Era uma vez...* EmptyDom 24 Fev 2019, 02:02

Nome: Tamara
Idade: 18
Sexo: Feminino
Raça: Sirena
Citação :
Nome do Animal: Lula
Descrição: Oito tentáculos de cor roxa escura, com bolinhas em tom lilás, que também aparecem nos ombros e cotovelos

Tamanho:  Normal
Estilo de Combate: Lanceiro
Localização: Toroa Island
Grupo: Civil
Vantagens: Ambidestra
Desvantagens: Distraída

Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: [Mini-*yalP*] *Era uma vez...*   [Mini-*yalP*] *Era uma vez...* EmptyDom 24 Fev 2019, 02:16

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

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MensagemAssunto: Re: [Mini-*yalP*] *Era uma vez...*   [Mini-*yalP*] *Era uma vez...* EmptyDom 24 Fev 2019, 02:31

As flores pareciam mais belas hoje, ou talvez fosse impressão minha, mas pareciam resplandecer diante da luz do sol. Não queria sair do banco que estava sentada, mas sabia que ficar observando flores o dia inteiro não me levaria a lugar algum.

Pensando nos meus objetivos cheguei à conclusão que a vida naquela ilha não servia mais. Queria conhecer novos lugares, conhecer novas pessoas, queria voltar para minha cidade natal na Ilha dos Tritões, que aliás eu nunca deveria ter saído. Andar entre humanos com essa saia gigantesca nunca foi legal, os olhares estranhos pelo tamanho da roupa e pela forma de me movimentar sempre me entristeceram. Na Ilha dos Tritões não existiria isso. Mas não posso culpar meu pai, ele certamente pensou que me trazendo para superfície eu ficaria bem. Se ao menos ele não tivesse morrido quando eu era tão jovem...

Sorte a minha que fui adotada pelas minhas tias, Bianca e Anastasia, duas mulheres de muita fibra e gênio forte que nunca deixaram que me faltasse nada, nem que me tratassem mal. Mas por mais que eu gostasse delas, eu precisava sair de casa, precisava andar pelo mundo, precisava me conhecer.

E aí hoje me encontrava nessa ilha, observando as flores, não tendo certeza do que realmente gostaria de fazer. Minhas tias me treinaram no uso da lança e eu poderia usá-la para não somente me defender, como buscar algum tipo de trabalho. Com tantos piratas por aí provavelmente não seria difícil de achar algum com uma recompensa pela cabeça. Mas eu realmente estava preparada para algo assim?

Dúvidas me preenchiam enquanto me levantava, arrumava minha saia e decidia para onde ir.

Uma taverna! É claro, o lugar ideal para conseguir informações em qualquer lugar. Poderia buscar no QG da Marinha, mas eu não era uma caçadora e para falar bem a verdade, nunca gostei da Marinha, provavelmente herança de meu pai. Preferia não tratar com eles diretamente, então me restava procurar trabalho por conta própria.

Minhas economias estavam acabando e ou eu arranjava um trabalho comum, o que não estava nos meus planos, ou voltava para casa de minhas tias, o que não estava nos meus planos ou iria atrás de um pirata, o que agora parecia estar nos meus planos. Não era uma caçadora, não pretendia ser, mas precisava de dinheiro de alguma forma.

Assim sairia em busca de uma taverna, de preferência uma grande com bastante movimentação, onde provavelmente muitos piratas procurados teriam passado. Embora já estar na ilha a algum tempo, nunca procurei uma lugar assim, então não sabia ao certo se existia, mas quem sabe não encontraria até algum outro tipo de trabalho que me rendesse uma grana legal, só antes precisava me mover.


Última edição por yalP em Dom 24 Fev 2019, 02:39, editado 1 vez(es) (Razão : Justificar o texto)
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MensagemAssunto: Re: [Mini-*yalP*] *Era uma vez...*   [Mini-*yalP*] *Era uma vez...* EmptySeg 25 Fev 2019, 04:08



Mini-Aventura

[Mini-*yalP*] *Era uma vez...* Caa143b1433ce2233a3bcb8175975b5d



Era fim de tarde em Toroa Island. O sol já se encontrava recôndito sob as nuvens, realçando a abóbada celeste com um estonteante tom que entremeava o alaranjado e o carmesim. No ponto oposto do astro, a lua começava a dar as caras, embora ainda aerófana no céu do crepúsculo. O zéfiro pré-notívago trazia uma fresca algidez, carregando ora ou outra algumas pétalas dos tapetes florais à lufadas, guarnecendo o ar local com o doce bálsamo do mais belo componente vegetal.

Próximo ao centro da cidade, os tropéis dos turistas cantavam cada vez mais alto com a chegada da noite, uma vez que Toroa Island guarda as mais variadas atrações aos visitantes no horário nobre. Os bulícios dos grupos e casais perdiam-se ao serem subjugados pela incessante queda d'água no chafariz na sede da praça, cujas gotículas que se soltavam da catadupa arejavam a atmosfera extremamente aprazível, desaparecendo ao abalroar nos mais diversos obstáculos. Um desses obstáculos foi a pulcra saia de Tamara, responsável por esconder a maior parte de seus traços sirenos, agora comutados em duas pernas tipicamente humanas, ainda que não trouxessem a melhor essência de seu andar. Ela procurava por uma taverna, local em que acreditava haver chances de obtenção de um emprego efêmero, ao menos para revitalizar sua economia.

Foram necessários poucos minutos pelo rossio para que avistasse uma taverna que, aliás, existe aos montes pela cidade. Algumas eram mais movimentadas, provavelmente por serem mais famosas, outras nem tanto. A que a sirena preferiu entrar trata-se de um empório de dois andares, em que o debaixo é fechado, exceto por duas janelas de madeira nos flancos, ao passo que o piso superior é completamente visível, guarnecido por uma espécie de varanda inteiramente de vidro. De longe, ela poderia notar que aqueles no pavimento de cima eram, em sua maioria, homens de terno rodeados por mulheres bem vestidas e ornadas com joias e peças luxuosas, indicando ser uma área reservada para indivíduos de maior poder aquisitivo.

Logo que abriu a porta do estabelecimento, seus ouvidos seriam rechaçados com uma música alta, tocada ao vivo por uma banda próxima ao balcão, assim como pela vozearia das conversas paralelas dos grupos distribuídos em mesas redondas de madeira, as quais estavam dispostas espaçadamente por todo o recinto. Nelas, havia os mais diversos tipos de indivíduos, a maior parte homens sem camisa, de tórax peludo e com uma caneca repleta de rum na mão, porém cada qual com suas idiossincrasias características, particularidades estas não observadas no pavimento superior.

Sua caminhada até o balcão seria repleta de desconforto, uma vez que a maior parte dos homens pararam suas atividades para fixar os olhos encantados em Tamara, seguindo seus passos com as íris enfeitiçadas em forma de coração. Em alguns, inclusive, do queixo combalido vertia um fio de saliva ou bebida. A cena era relativamente intrigante, pois os tritões e sirenas parecem ser vistas de modo diferentes. Enquanto aqueles são geralmente denegados preconceituosamente, estas tendem a ser vistas como um raro espólio.

Detrás do balcão amadeirado, havia um homem baixo e magro de óculos. Seu cabelo laranja parecia ter sido penteado delicadamente com creme, uma vez que uma madeixa manava estoicamente num arco em sua testa. Ele trajava uma camisa social branca com uma dupla de suspensórios negros, os quais estavam atados à calça também social e preta. No momento que Tamara apropinquou, ele limpava o interior de um copo de vidro com um lenço branco paulatinamente, denotando uma enorme fleuma e zelo em seu serviço. Quando a notou, voluteou apenas os olhos sob as hialinas lentes rotundas, indagando-a:

– Olá... O que gostaria de beber? – Os pequenos lábios moviam-se detidamente e em volume, de modo que sua voz cava exauria com intensa clareza. Sua expressão era apática, muito ao contrário dos outros homens que ainda a observavam naquele momento.

Dicas e Instruções:
 


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MensagemAssunto: Re: [Mini-*yalP*] *Era uma vez...*   [Mini-*yalP*] *Era uma vez...* EmptySeg 25 Fev 2019, 21:34

Não demorou muito para que eu encontrasse uma taverna do tipo que eu queria: movimentada. Aparentemente existiam várias assim pela ilha, mas somente se acha algo quando se procura, não é mesmo? E até então eu não tivera interesse em tais estabelecimentos. Agora era diferente, precisava não somente do dinheiro tão importante, quanto do conhecimento que um lugar assim teria.

A taverna em questão não parecia tão diferente de outras que já havia visitado, com exceção do segundo andar, onde um grupo mais refinado de pessoas se encontrava. Não era com eles que eu precisava tratar. O grupo na qual meu interesse estava focado era o ali de baixo: naqueles homens sem camisa e de tórax peludo. Por um momento minha atenção se perdeu naquele emaranhado de masculinidade. Havia corado, não somente pelos olhares, mas também pela atmosfera masculina que aquele lugar exalava. Por um momento fiquei incerta se realmente deveria estar ali.

Mas eu tinha um objetivo, e apesar de toda distração que aqueles homens causavam, precisava procurar informações relevantes ao tal objetivo. Com esforço me dirigi ao barman, que ao contrário dos demais não parecia ter tanto interesse em mim quanto seus “companheiros”. Aquilo me chamou a atenção de uma forma que talvez não chamasse a outras pessoas.

Encarando-o por alguns segundos milhares de pensamentos me vieram a cabeça. Será que ele já estivera na ilha dos tritões? Será que já convivera tanto com outras sirenas que mais uma na sua frente não representava nada? Ou será que apenas ele não se importava com outras raças? Será que havia percebido que eu era diferente? Ele não parecia ser um homem viajado, ao menos foi o que me passou na cabeça naquele momento. Por que ele não demonstrava nenhum sentimento ao me ver?

Por um momento quase fiquei indignada. Por outro entristecida. Chateada, surpresa, com raiva. Um mix de emoções. Sabia muito bem que ser uma sirena no meio dos humanos causava um estupor, mas naquele momento me encontrava como mais uma qualquer. Isso era bom ou ruim?


"– Olá... O que gostaria de beber?"

Talvez tivesse ficado mais tempo do que deveria divagando, ainda mais porque precisava procurar informações, mas incontáveis vezes minha distração tomava conta e acabava sendo levada longe pelas ideias.

- Hã? Beber, claro...

Passei a verificar os bolsos a procura de dinheiro.

- Uma caneca de rum!

Não costumava beber, mas não poderia entrar numa taverna para procurar informações sobre um trabalho sem no mínimo gastar um pouco para agradar o barman.

Esperaria o homem trazer a caneca antes de começar o interrogatório, caso ele não trouxesse por algum motivo significaria que ele tampouco iria responder minhas perguntas sem maior incentivo, ao menos era o que imaginava, então precisaria partir para o plano B., porém preferiria que o A desse certo.


- Eu sou nova por aqui e...

Por um momento pensei em tentar seduzi-lo, mas aquele homem que já não demonstrara interesse não iria cair tão fácil, ou iria? Decidi não arriscar, poderia pegar mal.

- ... estou à procura de trabalho. Algo lucrativo, bem lucrativo. Não me importo de sujar as mãos se for necessário e...

Agora olhando para ele de uma forma séria para que entendesse que não estava brincando.

- ... sei muito bem me defender e lutar com quem for preciso.

Esperaria a resposta do homem, já preparada para partir para o plano B: tentar enganá-lo com uma historinha clichê, mas que pudesse sensibilizá-lo.

Se tudo desse certo, sairia dali com alguma informação útil. Pagaria pela caneca de rum e seguiria em frente. Caso contrário teria que improvisar.


- Olha senhor, meu pai foi um caçador de recompensas, ele me ensinou tudo que eu preciso saber para caçar piratas. Eu cresci nesse meio, eu cresci em um navio e quero seguir seus passos. Eu preciso muito de alguma informação, e por favor, não me mande para o Quartel da Marinha, eles não nos merecem. Eu só quero honrar a memória de meu pai e ser alguém que ele poderia ter orgulho.

Falaria tudo isso o mais baixo e suplicante possível, afinal o objetivo era mobilizá-lo e ao mesmo tempo não chamar atenção desnecessária de possíveis procurados ali dentro. Não era a melhor das atrizes, longe disso, mas esperava ser convincente o suficiente para conseguir alguma informação sequer, afinal barmans escutam os lamentos dos mais variados tipos de pessoas, aquele não poderia ser diferente, ou poderia?
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MensagemAssunto: Re: [Mini-*yalP*] *Era uma vez...*   [Mini-*yalP*] *Era uma vez...* EmptyTer 26 Fev 2019, 01:02



Mini-Aventura

[Mini-*yalP*] *Era uma vez...* Beer-amagi-brilliant-park-02



Tamara estava intrigada com a recepção indiferente do balconista, como se ela fosse uma qualquer no local. O fato curioso trouxe uma amálgama de sensações em seu consciente, fazendo-a refletir se deveria sentir-se bem ou mal com esse acolhimento, afinal, ao contrário dos fixos olhares de assédio dos demais homens do recinto, aquele havia tratado ela como uma comum. Talvez tenha convivido tanto tempo com a impertinência dos humanos que uma anuência digna se tornou uma rara atitude mirífica.

Sua mão passeou pelos poucos bolsos de sua vestes, encontrando, somente no último, algumas moedas remanescentes através do bulício metálico característico. O choque das peças contra o balcão de madeira provocou um baque agudo uníssono, sucedido por um ruído de arraste. O balconista, mais uma vez, moveu apenas as íris, continuando a limpeza de seu copo serenamente. Os tostões estavam às mínguas, mas certamente eram suficientes para adquirir um rum barato.

Logo depois de deixar o copo devidamente limpo sobre uma bandeja, o homem carreou os vinténs com uma mão até a oposta que os recebeu em forma de concha sob o balcão, finalmente jogando-os numa caixa de papelão junto aos demais. Não demorou mais que trinta segundos para preencher uma caneca de madeira com o rum, levando-a até Tamara por conseguinte. O topo do utensílio estava coberto de espuma, quase ao ponto de transbordar, ao passo que o notável eflúvio de álcool exauria, penetrando as narinas da sirena ligeiramente.

– Bem, acredite moça. Você não é a prime- – Tamara poderia perceber a face do balconista sendo coberta pela penumbra, resultado da luz ofuscada pela presença de um homem atrás da sirena.

Mesmo se fosse incapaz de notar sua apropinquação, certamente não passaria desapercebido, uma vez que Tamara sentiu um repentino arrepio na espinha junto ao álgido toque de uma mão sobre a lateral de seu quadril. O outrora único bálsamo etanoico agora era, também, acompanhado de um fétido hircismo. O quente alento que exalava ruim, então, tocou a base de sua nuca, eventualmente provocando uma sensação horrenda para a sirena.

– Ei, queridinha... Iic... Vi você entrando e você nem olhou para mim... Iic... – A entonação, ainda que claramente embriagada, repassava certa altivez por parte do locutor, um homem alto, com quase um metro e noventa, de camisa havaiana abotoada somente até a boca da estômago, realçando o busto hirsuto que parecia se misturar com a barba em felpo. Tinha uma face de bochechas rechonchudas e com poucos cabelos, limitados a fiapos franzinos no topo do crânio. – Sabe... Iic... Que tal ser minha mulher essa noite? – As palavras intermitentes eram quase sempre interrompidas por soluços descontrolados, alguns que, inclusive, deixavam escapar gotículas de saliva entre os lábios cobertos pelo castanho bigode híspido.

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MensagemAssunto: Re: [Mini-*yalP*] *Era uma vez...*   [Mini-*yalP*] *Era uma vez...* EmptyTer 26 Fev 2019, 17:56

Quando o barman começou a falar, senti na hora que sua resposta seria negativa, afinal eu parecia não ter conseguido chamar suficiente sua atenção. Mas antes que qualquer coisa pudesse acontecer, um “gigante” se aproximou de nós dois e calou o homenzinho na mesma hora.

A mão do sujeito tocou meu quadril e logo senti o bafo no meu pescoço. Me deixou indignada, mas ao menos tempo aquela mão tão forte, aquele ar alcoólico, aquele “cheiro de homem” que chegavam às minhas narinas despertou um arrepio na minha espinha que em um primeiro momento foi terrível, mas em um segundo foi também prazeroso.

Aquele não havia sido o primeiro humano impertinente a tentar algo desse tipo, e certamente não seria o último, e talvez por estar acostumada a esse tipo de audácia, ela também me atiçava. Gostava desse tipo de homem másculo, forte, ursídeo, com corpo, cheiro e forma de homem verdadeiro, algo que muitos dali, pelo breve momento que havia percebido, tinham.

Não sabia de onde esse gosto um tanto exótico havia surgido, talvez por navegar um tempo com meu pai. Os homens de sua tripulação eram em geral grandes e fortes, e ainda que obviamente nenhum deles tivesse jamais tentado algo comigo, o biótipo deles despertava sentimentos que nem mesmo eu sabia explicar. O bafo alcoólico, axilas fétidas, corpo peludo, barba malfeita, aparência grotesca, havia algo nisso que simplesmente me excitava.

Contudo não gostava de ser dominada, mas sim possuída. Gostava de sentir mãos fortes em mim, mas comigo as guiando. Gostava de estar no topo. Assim não poderia deixar aquele homem, por mais másculo que fosse, me subjugar. Se ele queria algo, como afirmava, seria nos meus termos. E quem sabe não somente onde a noite iria acabar, como também poderia conseguir valiosas informações se jogasse as cartas certas.

Dou um tapinha em sua mão, não forte para machucar, mas sim dengoso, o suficiente para apenas permitir me virar e encarar meu “captor”, colocando o dedo indicador em seu peito cabeludo. E agora, diferente do barman anteriormente, falaria com empáfia, para mostrar que não me submeteria como ele queria. O desprezo do balconista havia instigado um sentimento de querer ser seduzida, mas da minha forma.


- Que tal VOCÊ ser MEU homem esta noite?

Se eu visse que seria possível, tentaria derrubá-lo com um golpe simples colocando uma das minhas “pernas” no meio das dele, puxando uma das duas para frente, desequilibrando-o, enquanto fazia força em cima para derrubá-lo. Pelo seu estado de embriaguez provavelmente não encontraria tanta resistência, ao menos era o que esperava. Subiria em cima dele logo em cima, ficando ajoelhada em cima de sua pélvis.

- Se você me quer, eu fico por cima, queridinho.

Não faria mais nada, propositalmente. Queria ver até que ponto aquele “ogro” iria, se aceitaria meus termos, ou se iria querer manter os seus.

Caso derrubá-lo não fosse possível, tentaria me desvencilhar de seu toque e sentaria num pulo em cima do balcão logo nas minhas costas. Iria bancar a difícil, ainda que meu coração batesse mais forte por ser cobiçada por um homem daqueles. Beleza não me importava tanto, mas sim sua masculinidade.


- Você me quer essa noite sem nem mesmo me pagar uma bebida?

Falaria num tom charmoso, dando uma piscadela junto a fala para reforçar a sedução. Anos sendo desejada pelos mais diversos homens deveria servir para algo.

OFF:
 
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MensagemAssunto: Re: [Mini-*yalP*] *Era uma vez...*   [Mini-*yalP*] *Era uma vez...* EmptyQua 27 Fev 2019, 04:07



Mini-Aventura

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O bêbado soltou um soluço acanhado ao sentir a sirena acatando com o seu pedido. Os zigomáticos ruborizados aliados ao queixo combalido e olhos em piscadela revelavam certo desnorteamento. A verdade é que ele não imaginava que teria sua abordagem assentida e, por isso, postou-se inerte, limitando-se a fitar a moça enquanto ela revelava suas verdadeiras intenções com o indicador em seu tórax. Destarte, o corpo alquebrado aliado ao psicológico débil em decorrência do álcool não resistiu à mulher, sendo levado ao chão junto a um tremendo baque surdo dado o seu peso. A banda parou a sua melodia imediatamente e, tal como os demais clientes sentados nos arredores, observaram a cena atônitos.

Tamara sentiu seu joelho contrapor num membro rígido, ao passo que o homenzarrão revirava os olhos em meio a ulos escapados entre os dentes. Agora as maçãs ruborizadas estavam acompanhadas de uma feição libidinosa, expressando, mais do que com clareza, o deleite em satisfação pelo fálus pressionando pela sirena. Aquele latagão havia sido dominado como um mero animal doméstico, caindo nas garras da tentação da sedutora cidadã marinha.

– Oh... Claro... Claro... Para onde iremos... Oh... Essa noite? – Ao contrário de outrora, agora as palavras eram intervaladas em gemidos. Ele sequer conseguia fixar as íris na sirena, constatando o mais completo êxtase com a posição erótica da mulher.

– Psiu... C-Chefe...? Não... Não é melhor sairmos? – Um homem magro ornado com diversos colares de prata sobre o pescoço comentou sentado de uma mesa próxima.

– Oh... C-Calado, idiotaa-ooh! – Talvez tivesse a intenção de esbravejar, mas sua voz saiu em tom agudo, concomitante a outro ulo lascivo. O homem de antes, provavelmente um subalterno do bando, retraiu o pescoço e voluteou os olhos nos arredores, encarando os outros tripulantes, até sobressaltar o lábio inferior e dar de ombros, como quem deixasse a situação de lado.

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MensagemAssunto: Re: [Mini-*yalP*] *Era uma vez...*   [Mini-*yalP*] *Era uma vez...* EmptyQua 27 Fev 2019, 18:49


Derrubar o grandão havia sido surpreendentemente fácil, mas julgando pelo seu estado de embriaguez, não deveria ter sido surpresa. Havia notado que ele estava tão excitado quanto eu naquela situação e o sentimento de poder que isso transmitia, de eu ser a responsável por tal estado havia me subido a cabeça. Com um sorriso quase maléfico no rosto comecei a fazer pequenos círculos com o indicador no peito peludo de meu affair para estimulá-lo um pouco mais.

- Por que ter pressa para o prato principal se podemos desfrutar de uma bela entrada primeiro?

Falei isso me abaixando, me aproximando lentamente de seu corpo, aspirando ainda mais aquele cheiro tão rústico, quase tocando meus lábios nos dele e no último momento desviando o rosto, ficando a pouquíssimos centímetros de tocar em sua pele e chegando até a orelha, onde assopraria levemente para atiça-lo.

- Eu sou uma garota que gosta de aventura, que gosta de emoção, de adrenalina. Por que... – e agora acariciava lentamente o peitoral dele por debaixo da camisa - ... nós não saímos daqui e cometemos uma loucura? Nada me excita mais... – aos poucos baixando minha mão, indo dos músculos do peito, passando pelas costelas, o abdômen, a região da cintura, enquanto que com a outra desabotoava a camisa havaiana dele mais lentamente ainda até que estivesse aberta, liberando o espaço para eu dar logo abaixo da cintura uma bela apertada –...do que uma noite selvagem. Com um som logo em seguida parecido com um ronronar, uso o peitoral dele para me levantar e molho os lábios sem pressa com a língua num tom erótico.

- Que tal sairmos daqui para uma noite que você jamais vai esquecer na sua vida?

Um pequeno sorriso se forma no canto da minha boca. Tentar manipular os outros assim era divertido. Era totalmente excitante, e não era somente por causa daquele corpanzil embaixo de mim. Não nego que minha vontade de sair dali e ir para um quarto era grande, mas seria muito fácil, muito simples, sem a graça da conquista.

- E eu não aceito não como resposta.

Atiro-me em cima dele, pressionando meus lábios nos dele para demonstrar que minhas palavras eram verdadeiras. O ar nauseante da bebida apenas intensificava a veracidade e intensidade das minhas ações.

- Alguma sugestão de como poderíamos colocar essa cidade de pernas para o ar?

Segui-lo-ia caso desse uma resposta positiva, dando uma olhada de soslaio para o barman, mostrando para ele que eu era sim interessante, e que alguém se daria bem essa noite, se demonstrasse um pouco mais de paixão. Caso meu ogro ficasse boquiaberto com minha franqueza, me levantaria e seguiria para a porta chamando-o com o dedo indicador como se chamasse um cachorrinho. Eu queria,  não, eu precisava de emoção, não havia saído de casa à toa, era a vida que eu desejava, a vida que eu conquistaria. E meu alvo era claro: os bem-apessoados do andar de cima. Iria destruir a varanda em que estavam, só precisava analisar como. Mas de um jeito ou de outro o barman iria me notar, a se iria.
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MensagemAssunto: Re: [Mini-*yalP*] *Era uma vez...*   [Mini-*yalP*] *Era uma vez...* EmptyQui 28 Fev 2019, 03:13



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Tamara levava cada vez mais aquele voluptuoso homem à loucura, quer seja com seus comentários concupiscentes, quer seja com suas atitudes salazes. Todos já estavam começando a ver toda aquela cena com olhares de estranheza, afinal os gemidos do homenzarrão eram clamados cada vez mais altos, dotados de extremo feitio obsceno junto à feição depravada. Quando teve a camisa desabotoada e percebeu a apropinquação dos lábios da sirena, faltou botar a língua para fora como um cão, buscando desesperadamente alcançar os beiços da mulher em debalde.

– N-Não... Volte aqui... – Suplicou em tom langoroso e semblante desalentado ao notar que a amada não prosseguiu com o beijo. Bêbado e entregue aos prazeres carnais, desejava, mais do que tudo, uma boa noite quente com aquela mulher dos mares.

Talvez Tamara tenha aquiescido ao seu pedido, ou apenas queria deixá-lo aos seus pés antes de entregá-lo seu presente. De qualquer forma, o homem, enfim, sentiu os lábios salgados da sirena, entrelaçando sua língua junto a da mulher. Era capaz de captar as sensações que remetiam ao oceano, como o saibo e bálsamo pélagos. Assim que cessou o intenso beijo para retomar o fôlego, atentou a sua frase como nunca antes fizera, como se tivesse sido despertado naquele instante. Então, ergueu-se e estufou o peito, engrandecendo as feições pervertidas com um riso utopista.

– M-Mas é claro, minha querida! – Fungou ao limpar o nariz com o dorso da mão, voluteando o corpo e caminhando até a mesa onde estava anteriormente com seus lacaios. – Preparam-se, homens! V-Vamos fazer um enorme feito esta noite! – Comentou de face ruborizada, o que entregava o seu pertinente estado de embriaguez, ainda que às mínguas. Já havia compreendido o objetivo da sirena ao ver sua marcha até a porta que dava acesso ao piso superior e, ao que parece, seus companheiros também, uma vez que ergueram os punhos e brandaram em uníssono, superando a hesitação dantes.

O primeiro obstáculo, todavia, não tardou a aparecer, pois o acesso ao pavimento superior aparentava ser restrito. Um homem estava de braços cruzados a frente da porta. Ele tinha traços negroides, era tão alto e de corpo tão taludo quanto o ogro. Vestia um paletó e calça sociais, ambos na cor preta, e uma camisa branca sob o blazer. Seu semblante e postura eram inertes, quase como se não estivesse vivo, fazendo jus a sua profissão.

– Pra lá. – Ordenou a voz rouca entre os beiços carnudos aliada a palma da mão aberta negando a passagem da sirena e o capitão libidinoso, junto ao seu bando de três homens.

Ele não esboçou nenhuma reação de ataque, como quem quisesse resolver aquele imbróglio apenas com um diálogo intimidador. Enquanto isso, o quarteto estava posicionado atrás de sirena, a mais próxima do segurança, esperando que ela lidasse com o empecilho. Para seu azar, provavelmente aquele homenzarrão não seria entregue à volúpia tal como o bêbado fora. Se notasse nos arredores, lobrigaria que o tripulante à esquerda de seu capacho sexual carregava uma lança em suas mãos, construída à base de madeira, com cerca de dois metros, e com uma lâmina afiada na extremidade. Nada muito especial, porém certamente poderia vir a ser útil se Tamara optasse pelo caminho do combate.

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