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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Road To Tartarus

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MensagemAssunto: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptySex 22 Fev 2019, 21:09

Relembrando a primeira mensagem :

Road To Tartarus

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Gran Magnus. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptyDom 16 Jun 2019, 19:40


O rato observava fixamente as ações de Magnus expressando todas as suas dúvidas com um único olhar, ele esperava até o término do show para começar a rir –“Me desculpe, você mente muito mal, porém não posso ignorar seu esforço em me enganar”- ele proclamava antes de disparar na direção de Gran. O marinheiro já preparado se concentrava tentando prever a localização de Alastor, com uma pequena ajuda de seus olhos que ardiam junto do som da madeira que denunciava completamente o rato o tenente desferia sua técnica.

O ataque acetava em cheio ambos os pés do pirata e como consequência seu oponente ia ao chão –“Parabéns, você me enganou”- falava o pirata enquanto tentava se levantar sem obter sucesso, Luna estava perto das escadas e começava a comemorar alegremente após ver a cena -Boa tenente!!- Gran começava sua falatória enquanto ia na direção do pirata –“eu não zombei de você... Não o suficiente”- o mink interrompia o discurso de Gran enquanto jogava as duas shurikens na direção do marinheiro, os projéteis praticamente acariciavam Magnus, mas a distração dava tempo o suficiente para que o rato levantasse eficientemente.

Alastor se mantinha de pé com ajuda da espada –“Você me surpreendeu, depois que te derrotar vou me certificar que seu corpo seja encontrado em três ilhas diferentes”- bradava o rato enquanto tentava levantar sua espada sem cair, por um momento o pirata cambaleava até se fixar completamente no convés, em seguida o humanoide corria na direção de Magnus e realizava um ataque simples tentando acertar o rosto de Gran.

O marinheiro não vacilava e se preparava para defender o golpe com facilidade sendo surpreendido assim que agarrava a espada, o mink soltava sua espada em pleno ar e desferia um chute na barriga do tenente –“É assim que se engana alguém, entendeu garoto?”- dizia o rato enquanto dava um passo para trás se mantendo de pé e em seguida se colocando em postura esperando o tenente -você está bem?!- questionava a marinheiro ao ver o ocorrido.


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptyDom 23 Jun 2019, 20:22

Rat trap III



Aquele chute no estomago trouxe Magnus de volta a realidade. Era como se aquela pancada tivesse o livrado do espírito maligno que o possuía previamente. Talvez a visão do homem rato naquele estado deplorável, cambaleando, se tremendo no mesmo local e se mantendo de pé apenas por pura força de vontade, tivesse acalmado a fúria. Agora acordado, a visão de seu oponente naquele estado fizeram seus olhos brilharem.

– Ah... Do que você está falando... Você só me deu a vitória! – Ele embainharia sua Deneb e agarraria a espada do homem rato pela empunhadura sorrindo. – Não tenho mais motivos pra continuar esse conflito, você está gravemente ferido e desarmado, mas... Se quiser continuar lutando por sua honra, é só falar. – Ele observaria o homem rato e aguardaria sua resposta. Se ele aceitasse a proposta, o tenente arremessaria a espada de seu oponente de forma inofensiva e repousaria sua mão direita sobre o cabo de Deneb. Caso contrario, ele largaria a espada do rato e ficaria de pé ali, por alguns segundos.

Em seguida, ele empilharia o máximo de shurikens que pudesse em sua mão esquerda e prenderia quatro entre os dedos da mão esquerda. Ele contrairia os músculos da área do seu ombro, peitoral, costas e braço, balançando-o em seguida para arremessar as quatro primeiras shurikens com o máximo de velocidade. Depois, ele posicionaria seu dedo indicador sobre as shurikens e executaria um movimento horizontal levando a sua mão de trás para frente, num arremesso que focaria mais a velocidade e do que força e precisão e repetiria o processo até que todas as shurikens em sua mão tivessem sido lançadas. Ele lentamente se moveria ao redor do rato, se posicionando de forma que Luna ficasse bem atrás dele. Se o rato ainda estivesse longe de Magnus, ele repetiria o processo até que o mesmo fosse incapacitado ou se o rato tentasse se aproximar. Se ele viesse para cima, Magnus agarraria as shurikens que sobraram e as arremessaria, pondo a sua mão sobre a empunhadura da espada. Se o rato tentasse atacar de forma previsível, Magnus apenas dobraria seus joelhos e se inclinaria como se estivesse prestes a sacar a espada, mas hesitaria por alguns segundos, tentando forçar alguma reação de seu oponente. Se esse fosse o caso e o rato revelasse o verdadeiro ataque, Magnus responderia executando um corte contra a parte usada para atacar, no caso do rato usar a espada, Magnus novamente colocaria sua mão esquerda no caminho par executar um bloqueio e golpearia os dedos do rato, com um corte veloz contra a empunhadura.

Se rato conseguisse tempo e espaço para atacar Magnus usando o corpo ou alguma arma escondida, o tenente se afastaria um pouco e usaria sua perna direita para interceptar possíveis ataques abaixo da cintura, e sua katana para ataques acima da cintura. Se o contra-ataque funcionasse, mas não fosse o bastante para derrubar o homem rato, Magnus desferiria uma sequencia de cortes rápidos, sendo eles na horizontal (altura da barriga), vertical e diagonal (Mirando o olho bom do rato).

Se em algum momento ele caísse ou não conseguisse mais atacar, Magnus interromperia o que estivesse fazendo, embainhando sua espada se necessário, e se aproximaria de seu oponente, estralando os dedos de ambas as mãos. Ao se aproximar o bastante, Magnus o encararia de cima para baixo, com desprezo e prosseguiria sentindo cada fibra de seu corpo se contrair para aquele ultimo ataque. Ele inspiraria bem fundo e assim que o seu pulmão chegasse ao limite, ele prenderia o ar e aproveitaria aquele momento para surrar o homem rato o máximo que pudesse.

música para acompanhar a cena:
 

Ele executaria um turbilhão de socos, mirando o corpo superior do oponente, focando principalmente o rosto do rato. Assim que ele não agüentasse mais prender a respiração, ele expiraria e chutaria o homem rato para o alto, retomando a sequencia de socos que havia começado. Magnus interromperia o ataque se, E APENAS SE, ocorresse uma manifestação divina de classe 3, 4 ou 5¹, se uma força absoluta surgisse ou se aquela sequencia de golpes tivesse passado da duração de 5 minutos.

Assim que terminasse, ele encararia o roedor caído. – Lars, levanta logo daí. Ele mal conseguiu machucar minha perna, eu duvido que ele teria te matado em um golpe. – Se Lars respondesse, ele se aproximaria do loiro. – Fica de olho nele, eu vou cuidar da Luna trazer o pessoal até aqui. Cuidado.

Por fim, Magnus carregaria o gigante William em suas costas e Luna em seus braços até o navio. Ele caminharia, esperando que nenhum outro obstáculo surgisse.

¹As classes de interferência divina servem para medir o nivel de intenção por trás do ato. Eles são medidos a partir do quão evidente é a interferência divina. Por exemplo, no menor nivel, o 1, podem se encontrar uma brisa que passa uma sensação incomum ou até mesmo um raio de luz entrando por uma fresta, e no caso do maior nível, o 5, a própria divindade se manifesta e executa o ato de fronte ao alvo

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptyQui 27 Jun 2019, 16:01


Vendo seu oponente em péssimo estado Gran resolvia perdoa-lo e terminar o conflito com palavras -"Vai me perdoar?... eu acho que prefiro morrer..."- o rato falava ofegante com sua perna tremendo -"Não deveria ter soltado minha espada"- entrando em postura de combate o pirata analisava Magnus fervorosamente -"Venha logo!!!"- os gritos do meliante eram semelhantes ao de uma fera desesperada, vendo as shurikens indo em sua direção Alastor permanecia em pé e era atingido uma a uma e mesmo assim o humanóide permanecia em pé.

-"Vou te levar pro inferno..."- o mink começava a falar subitamente e terminava seu discurso de forma tão efêmera quanto, o rato começava a andar na direção de Lars e levantava a  espada que estava por perto -"vamos terminar com isso..."- o pirata disparava na direção do tenente que já esperava pelo ataque. o rato começava a realizar um corte horizontal da esquerda para direita, mas antes que a lâmina fosse bloqueada por Deneb o humanóide mudava de postura, ficando com sua mão direita na região do peito esquerdo com a ponta da espada na direção do marinheiro -"Rat Bytes"- Alastor realizava três golpes seguidos com grande velocidade, acertando a perna direita, a barriga e o ombro direito de Gran.

Após seu ataque desesperado Alastor encontrava o chão, suas pernas tremiam constantemente e o sangue do rato formava uma poça vermelha e apenas observava Magnus se aproximar, após 5 minutos Gran parava de atacar e chamava a atenção de Lars -"Já vou"- o cozinheiro respondia se levantando para ir na direção do mink que não parecia estar consciente, quase se aproximando  da morte.

Com dificuldades Gran levava Willian e Luna para o barco -"Obrigada..."- a marinheira dizia observando o campo de batalha que não era apenas um monte de sangue e de piratas mortos ou inconscientes -"Só falta o Artur certo? Está pronto Gran?"- exclamava o Sparkbolt observando seus companheiros no barco. -"Isso mesmo! Parabéns por derrotarem meus homens"-Artur finalmente aparecia enquanto subia as escadas -"Não acho bom lutarmos aqui podemos escorregar no sangue- proclamava o pirata analisando o terreno -"Venham até o depósito, lá poderemos nos divertir melhor!"- Por fim o pirata começava a correr como um covarde e desaparecia após descer as escadas.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptyDom 07 Jul 2019, 23:57

Pyromania



O céu parecia se abrir para Magnus. O peso de seus dever e suas responsabilidades que parecia deformar sua alma havia se tornado mais leve e o semblante sério que tomara conta da face de Magnus se dissipara. Só com a culpa, todo aquele peso se transferia para as tripas do rapaz, o que lhe dava uma extrema ânsia de vomito. Então a primeira coisa que faria após ter salvado os seus companheiros seria se debruçar pra fora do navio e vomitar. –UUUUUHGG! Não tem de que..! – Responderia a Luna. Podia soar apenas como uma forma educada de responder a garota, mas Magnus realmente acredita que aquilo não era mais do que a sua obrigação como herói da marinha, afinal de contas, o trabalho de um guardião é de proteger.

Enquanto vomitava, a fala do capitão pirata ecoava pela cabeça do tenente, o que o fez ficar encarando a água por longos minutos. – Ele escolheu o local... Com certeza é uma armadilha... Mas então o que eu faço...? – Ele olhou para as próprias mãos até notar a mascara improvisada que Luna havia feito, o que o levou a ter um flashback de momentos antes do inicio do conflito. – É isso.. – Ele correria pra dentro e procuraria algo na cozinha para acender uma chama, seja um isqueiro ou fósforos, pegaria um balde e o encheria de água e o largaria bem em frente a Lars. – Pode fazer mais daquela névoa? Vou precisar que você encha aquele negócio esquisito que tu me deu com ela. Também vou precisar que encha uma garrafinha de vidro com essa cachaça, só por precaução. – Se necessário, ele ajudaria Lars com o que havia pedido.

Com o seu artefato carregado e a garrafa em mãos , Magnus suspiraria e olharia a sua volta. – Escutem, senhores! Todos aqueles que ainda conseguem lutar, por favor... – Ele abaixaria sua cabeça, pensativo. Ele queria toda ajuda possivel, mas sentia que tinha exigido demais dos seus companheiros. – Fiquem aqui e tomem conta dos feridos. Se preparem para zarpar e se eu demorar, partam sem mim. – Ele buscaria por Mayu e se aproximaria da garota. – Não esquenta a cabeça com isso, eu provavelmente vou ficar bem, então não precisa vir comigo. – Ele acariciaria a cabeça da moça e lhe daria o seu clássico sorriso leve de olhos fechados.

Determinado, Magnus olharia na direção das escadas e começaria a caminhar de encontro a seu oponente. Porém, antes de entrar no covil do dragão, Magnus observaria o deck e se possível, agarraria um dos piratas derrotados e o arremessaria escada abaixo, para dentro do dito local da batalha, para se certificar que o pirata não havia preparado armadilhas em seu caminho. Aos se aproximar do local, Magnus se manteria atento ao arredores, pairando sua mão direita sobre a empunhadura de Deneb.

Ao encontrar o capitão, ele o encararia com um olhar sério, extremamente irritado pela falta de sono e por toda a “palhaçada” que os piratas estavam fazendo. – Escuta, arturzinho... Só falta você pra nós terminarmos essa missão e irmos pra casa. Essa história de ficar enfrentando vilãozinho aqui e vilãozinho ali já tá chato pra ####. O teu subordinado junto o que restava de força nele só pra me aporrinhar por mais uns minutos e eu to cheio de ferido naquele barco. Eu já to careca de ficar pedindo para vocês se renderem e facilitar a #### do processo, mas mesmo assim eu vou te dar mais uma chance. Esquece essa historia de ficar lutando pela honra e vem comigo numa boa, reconhece que a #### da culpa é toda sua por ter acordado e decidido sequestrar esse bando de nobres que eu ficaria grato pra um ####. Juro pra ti, nada me faria mais feliz nesse momento. – Ele cruzaria os braços, mantendo sua mão direita sobre a empunhadura da espada.

Se o homem dissesse qualquer coisa além do que o tenente queria ouvir no momento, Magnus respiraria fundo, recordando toda frustração que havia sentido até aquele momento e canalizando sua raiva num único ponto, se entregando, pela primeira vez, a sua fúria. Rangendo os dentes e com extremo desdém em seu olhar, Magnus franziria extremamente sua testa e encararia Artur, cegado pela raiva. Para começar o combate, ele seguiria a mesma estratégia da luta anterior de empilhar shurikens em sua mão esquerda e arremessar-las em um movimento rápido com a mão direita, porém, dessa vez ele juntaria bem menos e aproveitaria esse ataque para esconder a flavor dial no fim da pilha. Se o capitão pirata se aproximasse, Magnus liberaria a névoa guardada dentro de sua bugiganga contra o rosto do oponente. - Te peguei! Bleeeee! - Ele exclamaria, mostrando a língua de forma zombeteira  Se tivesse sucesso, Magnus cegaria temporariamente o homem, e aproveitando a oportunidade, ele chutaria com força, usando o bico do pé, o queixo de Artur, visando atordoá-lo. Em seguida, ele guardaria a dial, puxaria a garrafa com a bebida, viraria a garrafa em sua boca armazenando o máximo que pudesse em sua cavidade bucal, e quebraria a garrafa com o que havia sobrado no homem. Por fim, se tivesse sucesso, ele pegaria criaria uma chama usando o isqueiro ou o fósforo, mantendo uma distancia segura. – Não acredito que vou fazer isso... – Ele incendiaria o homem coberto com o álcool, que por conseqüência incendiaria o resto do quarto que estava completamente dominado pela névoa inflamável.  Sabendo que ele poderia ser pego no fogo cruzado, Magnus correria sem demora para longe daquele local, tomando cuidado para não ingerir o liquido que tinha em sua boca. Com local em chamas, Magnus arrancaria tanto a mascara quanto sua camisa, as enrolaria na lamina de sua espada e as embebedaria com o que havia sobrado do álcool.

Se por acaso Artur não se aproximasse, Magnus seguiria o mesmo plano, mas mantendo apenas a parte de criar a névoa e incendiar o quarto. Se Artur se aproximasse, Magnus se afastaria dando breves saltos para trás, se mantendo sempre perto da porta. Se necessário Magnus sacaria sua Deneb e executaria cortes simples, porém rápidos, contra o seu oponente, para que ele ficasse na defensiva e diminuísse seu ritmo.

Se tudo desse certo, Magnus analisaria a situação para ter certeza que havia causado dano o suficiente em seu oponente.


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptyQua 10 Jul 2019, 22:44


Magnus não se sentindo muito bem perdia seu almoço e mesmo assim se mantinha pensativo sobre o que fazer para enfrentar Artur, seus pensamentos foram direcionados para acontecimentos mais antigos e como um lampejo o marinheiro tinha uma ideia sobre o que fazer decidindo ir até a cozinha para encontrar os utensílios necessários, rapidamente o tenente encontrava uma pequena caixa de fósforos e um balde, o qual foi preenchido com água para outros fins.

-“Certo, me de alguns minutos”- Lars não titubeava em começar a produção de sua poderosa cachaça e após 10 minutos ele a finalizava –“Tá aqui Gê”- o sparkbolt entregava tudo que havia sido pedido deixando para que Magnus continuasse com seu plano que necessitava de um anúncio para poder ser iniciado, logo Gran proclamava que confrontaria o capitão inimigo e precisava do apoio de todos, nesse instante alguns soldados respiravam com mais tranquilidade por não terem que enfrentar o capitão inimigo.

Finalmente o tenente ia à direção do inimigo descendo as escadas e passando pelos corredores e cozinha até finalmente chegar à região do quarto a qual tinha uma pequena escadaria para poder descer ao depósito, Magnus encontrava o corpo de um pirata morto e o jogava pelas escadas e nenhuma armadilha acabava sendo ativada, portanto deveria ser seguro passar por elas.

-“Bla bla bla, me render, arcar com as consequências, no fim todos vocês falam a mesma coisa”- Artur respondia enquanto se apoiava a alguns barris lacrados –“Sabe vocês cagaram tudo, metade da minha tripulação foi derrotada antes de colocarem as armadilhas”- o pirata se assegurava que suas manoplas estavam bem equipadas e entrava em posição de combate –“E agora todos foram derrotados, me forçando a ter que utilizar esse plano, resumindo... se prepare para morrer”-.

Artur começava o confronto transformando seus braços em asas e se esquivando das shurikens chegando cada vez mais perto de Gran até ser surpreendido pela névoa alcoólica e levando um chute, o tempo que o marinheiro levava para abrir a garrafa e armazenar o conteúdo era o suficiente para que o estrategista conseguisse abrir seus olhos e tenta-se desviar da garrafada, porém mesmo assim sua asa esquerda era acertada e como consequência um misto de sangue e álcool caia de suas penas, ao mesmo tempo o homem-pássaro acertava a perna de Gran com um chute preciso fazendo com que a ferida feita anteriormente por Alastor se abrisse eficazmente.

Com o isqueiro Magnus iniciava o fogo nas asas do homem, um grito de dor extrema ecoava pelo depósito e Artur voava desesperadamente saindo do quarto no mesmo tempo que Magnus –“Parece que tivemos a mesma ideia”- o pirata retornava a sua forma normal e tirava sua roupa para utiliza-la como um abafador de chamas extinguindo-as de seu braço sem pele –“Isso ao menos vai ser mais fácil do que pensei”- suas palavras eram dadas enquanto uma grande explosão era gerada, tremendo as estruturas do navio.

-Por que não verifica a intensidade das chamas?- Artur dizia enquanto avançava e golpeava a barriga de Gran tentando joga-lo escadas abaixo, mas não obtendo sucesso absoluto apenas conseguindo que o marinheiro desse alguns passos para trás –“Tsch. Bem que você poderia morrer logo”- o incêndio começava a tomar contas da escadas e Artur temendo outra explosão se afastava das escadas dando uma brecha para que Magnus decidisse o que fazer.


legenda:
 

ferimentos:
 

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Última edição por Flame Spearrow em Seg 22 Jul 2019, 22:22, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptySex 12 Jul 2019, 16:53

Explosive encounter




Com um sorriso no rosto e um ferimento na perna, Magnus encarou Artur tendo em mente que a situação que se desenrolava era temível pra ele. O plano acabou saindo pela culatra, mas o desenrolar daquela cena agradava Magnus, pois aquele cenário parecia o desenrolar de uma batalha épica entre dois titãs. O mero pensamento fez os olhos de Magnus brilharem em distração conforme Artur papeava. O que não durou muito, já que o oponente do rapaz o golpeou na barriga, interrompendo-o da forma mais rude que conseguira. Magnus franziu sua testa de forma determinada, essa foi à única resposta que ele conseguiu tirar do chapéu já que qualquer resposta verbal apropriada não era possível no momento, visto que sua boca estava cheia com o álcool.

Mesmo animado, Magnus sabia que não podia ficar enrolando ali. Por sorte ele não caiu dentro do fogo e com ciência disso, Magnus sabia que não deveria enrolar mais. Ele começaria enfiando sua mão direita em sua bolsa de shurikens e segurando quatro shurikens entre seus dedos. Já em sua mão esquerda, ele seguraria os fósforos, preparado para mais uma rodada de chamas. Magnus iniciaria seu avanço com uma corrida tentando distribuir seu peso para diminuir o esforço da perna esquerda, e sem demora, ele arremessaria duas shurikens contra a face de Artur e outras duas contra as pernas dele. O plano é distrair Artur com o ataque inicial para ganhar tempo, mas, tempo para que? A resposta é bem simples: Assim que ele defendesse, Magnus se aproximaria mais um pouco, riscaria mais um fósforo e cuspiria um pouco do liquido em sua boca na direção dele passando pela chama do palito, na teoria isso criaria uma bola de fogo. É um ataque bem chamativo, mas esse também não é o principal, já que enquanto ele estivesse distraído com a chama avançando em sua direção, Magnus atiraria o fósforo, ainda aceso, contra a perna dele. Ele havia coberto seu braço, mas coincidentemente a bebida escorreu por sua perna. Por fim, Magnus sacaria sua deneb e executaria diversos cortes da esquerda para direita, já que o braço esquerdo de Artur havia sido queimado, enquanto tentaria se manter relativamente próximo dele para que ele se preocupasse mais em se defende do que contra- atacar.

Se em algum momento Artur ficasse parado bem a frente de Magnus, o tenente cuspiria um pouco da cachaça contra os olhos dele, tentaria atingir-lo com uma cabeçada usando cada fibra dos seus músculos, pisaria em seu pé com força, lhe desferiria uma joelhada contra sua virilha e tentaria arremessar-lo na direção das escadas. Se o tenente conseguisse distrair-lo mais do que esperava, ele aproveitaria para se concentrar e transformar sua perna esquerda em tesoura, visto que com a transformação, Artur não poderia mais abusar daquele ferimento e nem tentar diminuir ainda mais a mobilidade de Magnus. Se Artur tentasse atingir a sua outra perna, Magnus colocaria a que já estava ferida na frente para tentar bloquear. Se seu oponente o golpeasse novamente, Magnus largaria o que estivesse segurando e o agarraria, cuspindo mais álcool sobre ele para, no fim, tentar atingir-lo com uma rasteira. Se desse certo e Artur se encontrasse no chão, Magnus usaria sua perna, se estivesse transformada, para pinçar o seu pescoço, fincando a ponta da tesoura no chão para travar-lo. Se a perna não estivesse transformada, ele apenas pisaria sobre o braço direito de Artur, se ajoelhando sobre seu peito, e puxaria Ichinose (o machado) pressionando-o contra seu pescoço. Por fim, se ele conseguisse render-lo, Magnus o ajudaria a levantar e o carregaria de volta para o seu navio.

Visto que a situação poderia piorar muito, Magnus se manteria atento, e se as chamas começassem a avançar escada acima, ele interromperia o que estava fazendo e correria para longe.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptySeg 15 Jul 2019, 21:52


Magnus planejando acabar com o confronto o mais rápido possível agarrando suas shurikens e alguns fósforos, porém antes de conseguir iniciar sua investida as chamas do depósito aumentavam consideravelmente forçando Gran a subir as escadas, o marinheiro subia facilmente, mas tinha uma pequena surpresa, Artur recepcionava o tenente com um belo chute na cara fazendo-o perder o equilíbrio e se ajoelhar.

-“Acho que isso acabou”- dizia o homem levantando sua perna para continuar a golpear, isso até ser interrompido por uma explosão do depósito que ameaçava abalar a estrutura do navio, o impacto forçava o capitão a colocar as duas pernas no chão e interromper o ataque dando tempo para que Gran recobrasse o equilíbrio e se levantasse com certa dificuldade –“Parece que você teve sorte”- Artur falava com um esboço de sorriso em sua cara Já esperando um contra-ataque do marinheiro.

O marinheiro se preparava novamente e iniciava seus movimentos disparando 4 projéteis na direção do pirata, as shurikens eram facilmente desviadas pelo homem-pássaro com um simples pulo para o lado direito, Magnus se aproximava assim que Artur colocava os pés no chão e soltava a bola de fogo junta do fósforo,  Artur acabava tomando uma decisão ousada colocando seu braço esquerdo a frente da bola de fogo e usando sua mão direita para afastar o fósforo.

Assim que a esfera de chamas acertava as roupas de Artur uma grande quantia de fogo tomava conta de seu braço, ao mesmo tempo o tenente atacava com diversos cortes da esquerda para direita os quais eram feitos ao mesmo local e como resultado o braço incendiado de Artur era separado de seu corpo, um grito praticamente desumano de Artur enchia o corredor e algumas lágrimas caiam de seus olhos em fúria centrados em Gê.

Magnus ainda continuava jogando a bebida nos olhos do oponente e se aproveitando da brecha para manda-lo ao chão, em seguida sua perna se metamorfoseava  em duas lâminas, logo o tenente ia na direção do capitão, o tempo de locomoção era relativamente lento, visto que o marinheiro mal havia conseguido seus poderes então como ele conseguiria se mover com ele tão bem?

Finalmente perto Magnus planejava finalizar seu oponente até ter uma pequena surpresa, o meliante abria seus olhos e realizava uma rasteira enquanto gritava algo incompreensível, o homem-pássaro ainda conseguia se levantar e antes que Gran pudesse pensar em algo ele recebia um chute extremamente preciso em suas costelas, sendo que uma delas criava uma dor extrema. Por fim Artur colocava seu pé acima do peitoral de Gê fazendo com que o tenente bolasse algo antes do próximo ataque. 


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Última edição por Flame Spearrow em Seg 22 Jul 2019, 22:22, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptySex 19 Jul 2019, 22:16

Blazing




Magnus teve sorte novamente e aquilo o incomodava mais que nunca, visto que sua imprudência o levou a ter sido salvo pela deusa mais uma vez. – Vou ficar te devendo mais essa... – Ele pensou. – E também mais essa. – Magnus separaria as lâminas da tesoura que substituía sua perna esquerda e tentaria fincar uma delas bem nas costas de Artur, cravando o mais fundo o possível em sua carne. Aquilo provavelmente não seria o suficiente para mover-lo, então Magnus largaria Deneb, puxaria Lazarus (sua Gladius), agarraria com força o tornozelo e apunhalaria a perna que estava sobre seu peito duas vezes, girando o punhal antes de puxar-lo para agravar o ferimento. Em seguida, ele puxaria sua perna esquerda para baixo, arrancando a sua perna-tesoura das costas de Artur. Se tivesse sucesso e ainda estivesse preso sob Artur, Magnus agarraria seu pé com as duas mãos e tentaria arremessar-lo para longe. Se Artur levantasse o pé, saísse de cima ou perdesse o equilíbrio com aquela movimentação, Magnus agarraria Deneb e Gladius e rolaria para longe de Artur. Se não tivesse sucesso em seus ataques, Magnus abraçaria a perna de Artur e tentaria apunhalar-lo mais ainda.

Já de pé, Magnus guardaria Lazarus em sua respectiva bainha e seguraria Deneb com as duas mãos, tomando a postura de Kendo (De pé com a coluna ereta, pés relativamente juntos e com as mãos mais o menos na altura da cintura.). Essa normalmente é a abordagem usada por Magnus quando o tenente quer recorrer a um combate mais sério e focado, deixando os planos ousados de lado. Só que dessa vez isso tudo era bem diferente, já que o plano que o rapaz tinha em mente era bem mais ousado que o comum. No fundo ele sabia que teria que recorrer a algo desse nível e que ninguém de seu grupo atual concordaria ou permitiria que ele o fizesse. O rapaz olharia bem fundo nos olhos de Artur e se aproximaria lentamente dele, visto que sua nova perna não era a melhor em termos de locomoção e que seu novo ferimento é extremamente incomodo. Ao chegar perto o bastante, Magnus usaria um movimento que fez parte de sua transição e que teve um grande papel em sua evolução. Um movimento que ele repetiu tantas vezes que cada fibra de seu corpo se recorda até hoje. Sendo bem breve, ele ergueria sua deneb deixando a sua empunhadura alinhada ao seu cocuruto, nem mais nem menos, movendo sua mão esquerda para frente e a direita para trás, o que levaria a lâmina da espada a se deitar, aproximando-se do cume do crânio do tenente. Em seguida, no mesmo ritmo, Magnus faria o movimento inverso com as mãos aplicando um efeito gangorra sobre ela e puxando-a para baixo ao mesmo tempo. Essa era a técnica que Havaí estudado por tanto tempo para aplicar um bom e veloz corte, juntando força usando bastante técnica e poucos movimentos. Magnus repetiria esse movimento mais uma vez, se possível e por fim, o golpearia na diagonal pela esquerda, mirando em sua perna.

Isso soa simples demais e nada ousado, certo? Então vocês devem estar se perguntando que parte de bater nele com uma espada não é nada recomendado para crianças (A resposta é todas as partes, mas essa é uma pergunta retórica) e eu te digo que toda essa descrição e todos esses ataques elaborados não passam de distração. E qual seria o real plano dele? Ora bolas, é bem simples! Magnus jogaria na defensiva, usando os citados ataques apenas em casos de contra ataque ou para forçar Artur a se manter no combate a curta distancia. No fundo, o que ele queria mesmo, era que seu oponente o pressionasse e o fizesse recuar em direção ao fogo. A essa altura do campeonato, vocês devem estar pensando “Caramba, o tenente Magnus surtou! Alguém pare esse homem! Por que diabos ele iria querer se jogar no fogo? Isso faz parte do plano ousado? Ele perdeu a vontade de lutar e quer morrer?” O que eu respondo com um não... Ele não quer se matar. Muito pelo contrário, nesse exato momento o seu coração estava em chamas. Seu foco seria tentar aparar os golpes enquanto recua em direção ao fogo. Magnus tentaria manter uma expressão de preocupação enquanto se aproxima mais e mais das labaredas. Já que claramente era o foco dele desde o inicio, Magnus permitiria que ele o atingisse com o golpe que o jogaria dentro daquele inferno, bloqueando-o com seu corpo, mas deixando o impacto jogar-lo para trás. Magnus então fecharia seus olhos com força e rangeria seus dentes para suportar as queimaduras.

Magnus ergueria Deneb sobre sua cabeça e a giraria o mais rápido que pudesse, como se sua espada fosse uma hélice. Ele havia treinado a execução dessa técnica antes, mas ainda não estava muito confiante nos resultados. A idéia daquele movimento era criar uma ventania que o rodearia, puxando as chamas ao seu redor pra dentro, formando um tufão de chamas. As que não fossem puxadas provavelmente seriam afastadas pelo vento forte. Se os ataques iniciais tivessem dado certo, a mobilidade de Artur provavelmente estaria comprometida, visto que agora ele não conseguira voar pra longe. Com isso em mente, Magnus interromperia o giro com a espada sobre sua cabeça da mesma forma que havia feito antes, e saltaria para cima dele, só que dessa vez era diferente. Aquele golpe era pra liberar toda aquela energia em um pequeno tornado, um tornado que arrebentaria a estrutura do navio acima deles e que mandaria Artur voando pelos ares. –CANÇÃO DO FOGO!! PRELÚDIO!! – Ele gritaria em meio à execução de sua técnica. Ele sabe que isso seria bem clichê de sua parte, mas ele sempre fora um fã dos clichês.

A essa altura Magnus provavelmente estaria extremamente ofegante, mas ele tinha uma missão a cumprir e nada o pararia. Indo o mais rápido que pudesse, Magnus se aproximaria do tornado, embainharia sua espada, dobraria os joelhos e afastaria os pés. Em seguida ele puxaria sua Deneb, executando sua técnica Seijaku na vertical, para atingir Artur enquanto ele estivesse vulnerável. –AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!!!!!!! – Ele gritaria a plenos pulmões.

Agora vamos para as contra medidas! Caso Artur decidisse se afastar ou se negasse a contra atacar, Magnus giraria seu torso, balançando os braços com um sorriso zombeteiro em uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], repetindo “covarde” até que ele engajasse novamente. Se Magnus fosse derrubado antes de saltar dentro das chamas, ele apenas se levantaria, mantendo sua postura defensiva.

Se terminasse o combate, Magnus juntaria o que lhe restava de força para sair do navio e retornar ao seu barco.

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Técnicas possivelmente utilizadas:
 

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptySeg 22 Jul 2019, 22:26


Mesmo abaixo dos pés de Artur o tenente continuava a lutar utilizando sua perna-tesoura para realizar um ataque, um tanto quanto covarde, nas costas de seu oponente. Em seguida Magnus puxava Lazarus para tentar apunhalar o pirata, o que fora um esforço inútil visto que o pirata ao perceber a Gladius pulava usando o corpo do marinheiro como apoio caindo a alguns metros de Gran.

Por alguns segundo o combate acabava sendo resumindo em duas pessoas se levantando com dificuldade. Finalmente de pé Magnus se aproximava lentamente enquanto Artur observava isso até que o tenente começou a preparar seu ataque, o qual forçou Artur se afastar, mas não por muito tempo, já que ao ouvir as provocações de Gran o pirata atacava com um preciso soco que fora bloqueado pela espada de Gran.

O golpe do homem-pássaro não era forte o suficiente para jogar Gran muito longe, porém essa não seria uma preocupação, pelo simples fato das chamas das escadas aumentarem constantemente, além de também se espalhar pelas paredes e pelo chão, com mais dois chutes o pirata acabava jogando Magnus no mar de fogo –“Vá para o inferno”- as palavras do fora da lei eram as últimas coisas que Magnus ouviu antes de entrar.

Assim que entrou Magnus sentiu grande parte de seu corpo arder, principalmente suas costas. Com seu plano quase bem sucedido o espadachim iniciava sua técnica girando sua espada e criando uma espécie de tufão de fogo e, com muita dificuldade, o marinheiro lançava seu ataque praticamente jogando Artur no teto. Mesmo com isso o jovem não desistia e tentava finalizar seu oponente, sem sucesso, pois, no momento em que o tenente tentou se aproximar do tornado seu corpo não conseguiu acompanhar seus pensamentos e no fim Artur apenas caia no chão depois que o tornado se desfazia.

O pirata simplesmente não se levantava, não falava nada, talvez já tivesse aceitado sua própria morte, ou quem sabe já estivesse morto. De qualquer maneira o marinheiro não tinha tempo a perder e era forçado a sair do barco o mais rápido possível e, com muita dificuldade ele saia completamente exausto, com dores em seu corpo inteiro, porém vitorioso. Alguns dos marinheiros já pareciam estar preparados para sair, esses mesmos marinheiros ajudavam Magnus a entrar no barco e eram recepcionados por um novato não muito chamativo de cabelos brancos –“bem, deixem ele comigo, vou ver o que posso fazer sobre os seus ferimentos”-.

Magnus em seguida acabava sendo levado para a enfermaria, um cômodo completamente branco, com várias camas já sendo utilizadas por alguns marinheiros, dentre eles Lars, Luna e Willian. Gran era colocado em uma das camas e recebia auxílio médico, ao fim o garoto de cabelos brancos falava com o tenente –“Senhor, fiz o meu melhor e consegui dar um jeito na sua perna e em sua costela, mas... não consegui dar um jeito em suas queimaduras, então me desculpe”-.


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptyDom 11 Ago 2019, 18:00

Blazing



Após sua justa contra o infame pirata Artur, Magnus se viu extremamente exausto. A dor irradiante das queimaduras fazia com que seu corpo cedesse cada vez mais ao cansaço, como uma forma de evitar o sofrimento. Cambaleando pra fora do navio, ele se sentiu satisfeito por ter defendido seus companheiros com sucesso, mas arrependido de ir contra o que acreditava. Seus arrependimentos, suas duvidas, suas preocupações e até mesmo medo surgiam mais fortes que nunca. Ele ainda acreditava que Artur e seus companheiros não mereciam aquele destino, mas viu que os mesmo não hesitavam em exercer sua vilania. Ele também não enxergava como ajudar apenas um grupo seleto ajudaria a população em geral, visto que a Grand line possui problemas muito mais alarmantes, mas ao mesmo tempo, as missões de resgate e erradicar o mal nos mares são coisas que fazem parte de seu dever como marinheiro e aspirante a herói.

Havia muitas perspectivas, diversas questões e nada parecia ser certo naquele momento. Cada passo que ele dava em direção ao navio levantava mais duvidas e desconfiança, até que ele sentiu os braços de seus companheiros envolverem-lo, ajudando-o a se manter de pé. Um sorriso lentamente se formou em sua face, pois ele finalmente se lembrou de algo. – Ah... Isso mesmo... – Ele olhou para a face nova em sua frente e sorriu, sem se perguntar de onde aquele rapaz havia surgido. Ele ergueu o punho e sussurrou. – Missão cumprida. – Abaixando o braço e acompanhando o rapaz de cabelo branco até a enfermaria que até o momento, não tinha notado. Lá ele se deitou, extremamente contente, já que finalmente, depois de tanto tempo e tanto esforço, ele poderia descansar suas veredas e volta à programação normal. Interrompendo o seu transe, o jovem doutor começou a cutucar-lo, tratando suas feridas. Era algo incomodo, mas nada comparado a ardência que irradiava todo seu corpo. Após certo tempo, o jovem médico terminava os seus cuidados e lamentava por não poder fazer nada sobre as queimaduras. Já sorrindo, Magnus se sentou com o pouco de força que o restava e encarou o rapaz. –Não se preocupe doutor. Comum pouco de pomada, bandagens e bastante descanso, vou ficar bom rapidinho. – Ele se deitou novamente, de lado, já que suas costas estavam em um estado lastimável. – Ah... E foi mal por te dar tanto trabalho... Se me permite, eu vou dormir um pouco, e recomendo que descanse também. – O tenente finalmente fecharia seus olhos, tentando cair no sono.


-Inicio do sonho-



Em uma noite chuvosa, estava Magnus. Num beco sujo e escuro de uma grande metrópole que parecia abandonada por deus. O tenente encarou seus arredores e se viu extremamente confuso. – Um sonho diferente...? Eu não tenho um desses a um bom tempo... – Ele observou que estava usando um Brixton Wesley fedora marrom que combinava com o seu sobretudo. Por baixo do sobretudo, vestia uma camisa social branca de mangas curtas e calças do mesmo tipo da cor preta. Além disso, tanto seu corpo quanto suas vestes estavam totalmente encharcadas, o que indicava que ele estava ali a certo tempo. Seu corpo exalava um cheiro de álcool e cigarro que levou Magnus a acreditar que aquelas vestes pertenciam à outra pessoa.

De onde ele estava, era possível enxergar luminosos prédios e holofotes de todas as cores no horizonte, mas as proximidades eram escuras e sem vida. De repente, sons de passos acelerados e exaltação surgiam ao longe, seguidos de três disparos de um revolver bem potente. Aquela perseguição e a escuridão deixavam bem claro o quão hostil era o local que ele se encontrava, e isso o fez questionar ainda mais o motivo de estar ali, naquele buraco que parecia mais o fim do mundo.

O atirador e seja lá quem estivesse com ele lentamente se afastaram do local, permitindo que o silencio tomasse conta novamente, mas ao invés de silencio, sons de madeira se chocando contra o solo e o respingar da água parada no solo surgiram junto de uma silhueta de alguém segurando um guarda-chuva na ponta esquerda do beco. Por conta da escuridão, era difícil ter certeza do gênero ou até mesmo aparência da pessoa que se aproximava, mas Magnus suspeitava que fosse uma dama, visto que o som da madeira era semelhante ao de sapatilhas e saltos agulha, mas ele não se prendeu tanto a detalhes, já que sua identidade seria revelada em breve. Após se aproximar o bastante, a pessoa finalmente saiu das sombras, confirmando as suspeitas de Magnus.

Spoiler:
 

A imagem da ruiva balançou levianamente o coração do tenente, fazendo-o involuntariamente engolir a seco e encarar aquela visão com um brilho no olhar, o que não durou muito, já que o tenente notou o quão surreal e suspeito aquilo parecia. Todavia, a presença da mulher tornava a idéia de se render a tentação ser bem sedutora: O seu perfume, bem presente mas nada agressivo, tinha uma essência doce de alguma flor excêntrica; O seu vestido, extremamente curto e colado, parecia ter sido feito especificamente para causar luxuria em todos os espectadores; Seu colar, seu simples colar, servia extremamente bem a sua função de chamar a atenção dos observadores para o seu busto; Seu 1,55m de altura lhe garantia uma aparência inofensiva e amigável. Para muitos ela parecia mais uma deusa, mas para Magnus, aquilo lhe parecia mais com uma succubus.

Após alguns segundos de pé, perto o bastante para proteger o tenente da chuva, a ruiva se pronunciou. – Boa noite, Mr.Magnus. – A dama claramente o conhecia. Aquilo fez que o rapaz relaxasse um pouco, mas sem abaixar sua guarda, visto que aquilo poderia ser simplesmente o uso de algum truque. O tenente se levantou, retirou seu chapéu e se inclinou, visto que a dama segurava seu guarda-chuva muito abaixo, provavelmente para manter-lo na mesma linha de visão. – Boa noite, senhorita. O que lhe traz até esse lugar? – Ele a respondeu, com um sorriso cordial. – Você está muito tenso, mister... Não se preocupe... Tudo que desejo é uma conversa. – Ela retribuiu o sorriso e esticou sua mão, oferecendo o guarda-chuva. – Vamos? – Magnus pegou o guarda-chuva de prontidão, visto que ele estava extremamente desconfortável com as costas arqueadas daquela forma, e encarou a encarou um pouco mais confuso que antes.

Ela começou a caminhar lentamente para fora do beco, da mesma direção que tinha surgido, e o segui acompanhando-a, extremamente concentrado para se manter no mesmo ritmo. A razão de tanta concentração era o fato de que o guarda-chuva era relativamente pequeno, o que forçava o rapaz a ficar extremamente próximo e cautelosamente longe ao mesmo tempo. Após alguns segundos a encarando, Gran limpou a garganta, para quebrar o silencio. – Perdoe-me pela indelicadeza, mas... Não está com frio? – A pergunta a fez interromper a caminhada, que por sua vez fez o tenente se desequilibrar um pouco. Ela se virou e o encarou. – Muito gentil de sua parte, mas não... Teremos tempo bastante para nos aquecer. – Ela resumiu a caminhada com o tenente seguindo logo atrás. Pouco a frente havia uma carroça preta estacionada. Sem muita demora, os dois subiram no veiculo, um sentado de frente ao outro. O cavaleiro estalou as rédeas, dando a ordem de partida.

– Então... Quem exatamente é você? – Ele a olhou com um semblante mais sério. – Ah... Sabia que tinha algo de errado. – A ruiva cruzou os braços e inclinou a cabeça, empinando o nariz enquanto sorria. – Eu sou a sua deusa. – Magnus respondeu encarando-a com um semblante incrédulo, em silencio. – Escuta, eu sei bem quem é a minha deusa e você nem é parecida com ela. – A moça abaixou a cabeça e encarou Magnus, claramente frustrada por conta de sua descrença. – E se eu te contar algo que só você sabe? – A questão trouxe duvida a mente do rapaz, visto que se aquilo fosse verdade, o fato dela ser uma deusa seria confirmado. – Bom...  Você pode tentar.– Ele respondeu se inclinando e apoiando os cotovelos sobre as coxas. A dama se inclinou, aproximando-se da orelha direita do marinheiro, pairando sua mão sobre a bochecha esquerda do rapaz. Ao sentir a respiração dela sobre sua orelha, o rapaz se sentiu desconfortável e ansioso pela resposta que ela parecia segurar de propósito.

– Eu sei que você está apaixonado.

Ela finalmente responde, o que fez o rapaz corar e virar o rosto, evitando contato visual. – Tá bom! Eu acredito! – Exclamou o rapaz, cruzando os braços. Ele ainda estava bem cético quanto à veracidade daqueles fatos, mas não queria continuar duvidando por temer ficar mais envergonhado em frente a moça. – Já faz bastante tempo. – Ele a cumprimentou com um sorriso mais singelo. – Sentiu saudades? – Ela se sentou e cruzou as pernas. – Nem um pouco. Sempre soube que você estava por perto, tomando conta de mim. – Ele a olhou nos olhos ainda sorrindo, pensando em como ele poderia demonstrar toda sua gratidão. –Ah! Ótimo! Bom, agora que a nossa pequena reunião já terminou, eu gostaria de ir direto ao ponto. – Magnus ainda estava bem confuso sobre aquilo tudo, mas sua curiosidade se sobressaiu. – Pode falar. – Ele se inclinou, observando a dama com os olhos vidrados para não perder nenhum pedaço do que estava por vir. – Bom.... – De repente, PÀ! A moça o atingiu com uma tapa bem dado em sua bochecha esquerda. Parte da mão atingiu o olho do rapaz, o que fez tudo daquele lado ficar preto. Após segundos de dormência, a dor irradiou e uma marca fora revelada. – Hm? – Escapou da boca do rapaz um som que indicava o quão confuso ele estava no momento. Uma tapa sem precedentes, ainda mais depois de toda aquela cerimônia para os dois se encontrarem, era uma das possibilidades que passaram voando sobre a cabeça do jovem tenente. – MAS QUE MERDA CÊ TAVA FAZENDO LÁ TRÁS!?!?!?!?! – Ela saltou da cadeira com os punhos fechados e os braços colados ao corpo, tremendo com tamanha fúria. – Han? – Ele retrucou, ainda tentando juntar os pontos. – “Han?” é o cacete! – A moça ergueu o braço direito e começou a estapear Magnus, tentando extravasar a raiva, porém o jovem marinheiro já estava ciente do possível ataque e se encolheu. – Você pulou no meio do fogo! Você tá maluco?!?! Eu me dou o trabalho de salvar o seu coro inúmeras vezes e você tenta se matar dessa forma?!?! Que tipo de herói é você?!? – Ela seguiu, surrando o rapaz, como se os solavancos da carroça não fossem nada. Magnus começou a gargalhar por conta de algo que tinha percebido, mas permitiu que a moça prosseguisse com sua agressão. – O que é tão engraçado?! – Ela berrou, dando uma pausa nos socos e chutes. – Nada... É que você se deu todo o trabalho de me trazer até aqui para me dar um sermão, só que tá bem na cara que você estava preocupada comigo esse tempo todo, mas não quer falar isso pra mim. – Ele abaixou a guarda, sorrindo de orelha a orelha.  Ela, já extremamente frustrada, rangeu os dentes e franziu a testa o máximo que pode. Por fim, ela apenas suspirou e o encarou com um olhar desinteressado. – Bom trabalho... Nessa ultima missão.

Magnus coçou a nuca, lisonjeado com o repentino elogio. – Obrigado... Você também foi demais naquela luta.-Ela cruzou os braços, desviou o olhar e soltou um único e sincero “Hmph”. Após uns breves minutos no silencio, Adana se pronunciou mais uma vez. – Ah... Parece que essa é sua parada. – Aquela fala gerou mais confusão, mas antes que ele pudesse entender. A dama girou e o atingiu com um chute potente, da esquerda para direita, bem em seu peito. Aquilo o mandou voando em direção a porta da carroça, que abriu no mesmo momento, permitindo que Magnus caísse para fora. Já fora da carroça, Magnus pode notar o quão rápido o veiculo estava se movendo e antes que pudesse pensar no quanto o impacto contra o solo iria doer, o rapaz atingiu o solo.


- Fim do sonho. –


Em pura sincronia com o sonho, Magnus saltaria da cama, se sentando depois de um sonho atordoante. Após coçar sua nuca em desconforto, Magnus se levantaria e caminharia até a cozinha. Ao chegar lá, ele buscaria por algo que não precisasse de preparo para consumir, já que ele não consegue nem fazer gelo sozinho.

Com a barriga cheia, o tenente buscaria por  sua companheira Mayu, tomando passos contidos e tímidos por conta dos seus ferimentos. Se a busca se prolongasse muito, ele perguntaria a alguém que estivesse próximo. Ao encontrar-la, ele se sentaria perto da moça, seja no chão ou qualquer superfície próxima a ela. – Ei, Mayu... Você tá legal? – Iniciando uma conversa para passar o tempo.


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 7 EmptyQua 14 Ago 2019, 18:52

-“Bem, bons sonhos então”- respondia o médico indo à direção de uma grande prateleira com diversos medicamentos, deixando o tenente descansar em paz. Não demorava muito para que o marinheiro adormecesse, tendo um sonho interessante, e possivelmente ajudaria o marinheiro a pensar melhor sobre seus atos, mas ao fim o espadachim acabava tendo que acordar.

Magnus finalmente acordava um tanto quanto espantado, surpreendendo ao garoto de cabelos brancos que estava dormindo em uma cadeira perto da prateleira. –“Vejo que acordou senhor”- comentava o garoto separando algumas ataduras –“Antes de qualquer coisa precisamos trocar as bandagens de seus ferimentos”-. Levava algum tempo até que o jovem médico terminasse todos os procedimentos.

-“Tenente, seus ferimentos só precisam de tempo para cicatrizar, no estado atual já pode andar pelo navio sem preocupação. Se sentir algo de errado pode vir falar comigo”- o garoto terminava sua fala quase adormecendo na cadeira e, por fim, Gran se retirava da enfermaria. Do lado de fora o marinheiro se via sob a luz do luar, essa sendo refletida no mar. Sem muita demora Magnus ia para a cozinha rapidamente.

Procurando o marinheiro encontrava alguns sanduíches e um pouco de água, ao terminar de consumir os alimentos o espadachim saia da cozinha e procurava pela navegadora, não encontrando nada a primeira instancia. Magnus procurava pelo convés e encontrava alguns marinheiros que vigiavam o barco e um pouco mais além ele via Mayu.

-“Eu estou, e você?”- indagava a marinheira enquanto se sentava ao lado de Magnus -“Sabe que fez algo bem arriscado né? Poderia ter pedido ajuda”- ela continuava a falar sem esperar a resposta do tenente - “Mesmo assim, parabéns por derrotar aquele caras.”- um sorriso se estampava em sua cara enquanto ela indagava o marinheiro -“O que pretende fazer enquanto não chegamos?”-.

Os outros marinheiros que deveriam estar de vigia começavam a se aproximar, mas paravam no meio do caminho e começavam a murmurar sobre como abordar o tenente–“Talvez um parabéns, ou perguntamos como está?”- um dos tais vigias acabava falando alto o suficiente para que Magnus escutasse.


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