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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Road To Tartarus

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MensagemAssunto: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptySex 22 Fev 2019, 21:09

Relembrando a primeira mensagem :

Road To Tartarus

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Gran Magnus. A qual não possui narrador definido.


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Flame Spearrow
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptyTer 07 Maio 2019, 22:14


Lars se encontrava na cozinha comendo alguns bombos quando finalmente deu sua primeira ordem a respeito do quer fazer – ”Sim senhor”- o navegador saia às pressas para parar o barco – ”Verei o que posso fazer” – logo a marinheira começava a instruir os outros marinheiros sobre o que fazer e rapidamente a movimentação no convés aumentava.

O Sparkbolt finalmente chegava ao quarto de Gê o qual já estava preparado para sair, durante alguns minutos os dois se desculpavam e definiam todos os detalhes para o plano. Em seguida os tenentes saiam do quarto e iam ao convés para passar as informações da missão –“Certo, deixe comigo”- Rin logo ia na direção do mastro para controlar o navio, todo o resto do pessoal se dividiu, uma parte pegava a água para Lars e a outra preparava os canhões.

Com a ajuda de um marinheiro de cabelos castanhos Lars aquecia a água e começava a transforma-la em álcool –”Senhor.... O que acha de usar aquilo?”- Luna apontava para as roupas de freira costuradas –”Acho que não vamos mais usar...... Posso corta-las e distribuir o pano”- em seguida Luna começava a recortar as roupas e dar os retalhos para cada pessoa do barco.

Com o término das preparações a névoa alcoólica finalmente foi iniciada, mas Lars precisaria perguntar algo a Willian antes de iniciar a missão –“Claro!!!!! Aqui está senhor!!!!!!”- O berrante entregava animado um de seus escudos –“Boa sorte!!!!!!!”-  Willian observava o grupo seleto de marinheiros entrando no bote, por fim o cozinheiro carregava seu Flavor Dial.

Já no bote a única opção de Lars era remar no tempo da névoa, o vento soprava a nuvem de álcool em uma velocidade mediana não permitindo que ele fosse muito rápido mais que também não fosse muito lento.  Antes que Lars chegasse Rin começava a movimentar o navio e os soldados disparavam balas de canhões, grande parte das balas erravam o alvo e caiam na água dificultando ainda mais o trabalho do Sparkbolt.

De todas as balas disparadas apenas uma acertou um mastro, embora mais dois ainda estivessem de pé, era óbvio que ainda continuariam a disparar, porém uma figura distante chamava a atenção de todos, era um homem com asas no lugar do braço que estava no ar, não seria necessário usar lunetas ou utensílios assim, todos podiam saber que aquele era Artur, quando ele finalmente desceu Willian voltava a perguntar –“Devemos continuar atirando Senhor??!!!!!!”-.

Levou-se muito tempo até que o bote chegou ao navio junto da névoa, Lars não conseguia identificar o que ocorria no navio, mas vários gritos chamavam a atenção mesmo sendo impossíveis de serem identificados, por fim um grito calava a todos –“Atenção!! O grupo A irá para a área R, Os outros grupos deverão ficar aqui se preparando para o ataque, e alguém vá encontrar o Alastor!!!!”- os gritos impossíveis de serem entendidos se tornavam um “Sim capitão”.

Lars podia criar uma pequena passagem para o navio e entraria num local com várias caixas e bem mal iluminado, sendo apenas possível identificar uma escada e a luz que vinha dela, ninguém estava por perto, ao final da escada duas placas indicavam dois locais “Cabine do Capitão” e “Quartos e cozinha”. As escolhas dos tenentes poderiam mudar o rumo do confronto tudo dependeria deles.


legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptyQua 08 Maio 2019, 13:41

No Ninho Da Águia - Parte I

Finalmente era hora da ação, de efetivamente atacar o navio pirata, e eu estaria mentindo de não admitisse que estava um pouco nervoso. Nós estávamos invadindo um navio pirata, cinco pessoas no meio do território inimigo, no meio de sabe-se lá quantos criminosos, querendo ou não era algo arriscado. A tensão no local era clara, não só por nossa parte, mas por parte dos piratas também, que se agitavam ao comando do capitão para reagirem com eficiência. Ouvindo ele tão perto, uma parte de mim queria avançar contra ele ali no ato, mas eu sabia muito bem que estagiária tudo se o fizesse; ele com certeza não estava sozinho, e, por mais que sua morte desestruturada o restante do bando, nosso foco ali ainda era coletar informações sobre o navio e a localização dos reféns.

Abrindo um buraco no casco ao transformar um pedaço em algodão doce com minha akuma no mi, já que este dissolveria na água e suméria com o rastro, daria a prioridade de passagem para Luna - Pelo que você disse, tem um conhecimento melhor no quesito de fugacidade, então você irá comandar nossos movimentos. Não esquece que nossa prioridade é achar os reféns, não entrar em conflito com os piratas. Ao menos não ainda - Sussurraria a ela, antes de me virar para o resto - Sigam exatamente os mesmos passos que Luna, a não ser que seja dito o contrário, entenderam? - informaria, como ordem final antes de adentrarmos no território inimigo. Deixaria os sargentos passarem, enquanto transformaria um pequeno pedaço do casco em chiclete, para deixar o bote grudado e não deixar ele vagar e se perder no mar, e aí então entraria, no final da "formação".

Uma vez do lado de dentro, não teríamos tempo para conversar muito, precisaríamos deixar olhos e ouvidos bem abertos para podermos reagir a um ataque antes de sequer sermos encontrados, o que seria bem complicado. Complicado especialmente para mim, inclusive, já que eu nunca tive lá uma concentração invejável, e sabia bem que nesse ponto eu não seria de grande utilidade. Graças a isso, deixaria a percepção por parte dos meus companheiros, e me concentraria em ajudar de outra forma: marcar nosso caminho para sabermos por onde já havíamos passado. A cada cinco ou dez metros que percorressemos, eu faria um pequeno corte na parede mais próxima, a cerca de um metro do chão, para transformar uma diminuta área em carne. Essas marcas seriam bem pequenas e se camuflariam com a cor da madeira, e, felizmente, graças a baixa qualidade dos alimentos criados pelo meu poder, teria um cheiro bem fraco, o que dificultaria ser encontrada pelo odor. Para nós, entretanto, como eu sabia que as marcas estavam lá, seria mais fácil identificar elas, seja buscando ativamente com o olhar ou pelo próprio tato, uma vez que a consistência seria claramente da madeira diferente. Caso retornaremos por um caminho marcado, eu sussurraria à pessoa a minha frente, para Luna ouvir - Nós já passamos por aqui, vamos buscar em outro local - para que pudéssemos evitar andar em círculos.

Caso encontraremos algum pirata vigilante que não fosse possível avançar sem o eliminar, me viraria ao grupo - Precisamos o eliminar rápido, antes que ele tenha tempo de chamar os outros. Eu sou rápido e ágil, vou tentar arrancar até ele é golpear seu pescoço - Sussurraria a eles, antes de me virar para o ex-palhaço - Caso eu não consiga o eliminar com um golpe, você assume e tenta acertar o pescoço dele também, ok? - E então entraria em posição. Usando meus conhecimentos de Corrida e minha Aceleração natural, eu entraria em postura de corrida de curta distância, a corrida mais rápida mas também mais cansativa, para arrancar contra o pirata. Com a mão de bainha, quando o alcançasse eu rapidamente sacaria minha lâmina, mandando-a diretamente em direção ao seu pescoço, enquanto saltava ao redor da empunhadura, me mantendo a segurando, para ir pra trás dele ainda pressionando a espada. Caso o primeiro ataque falhasse, eu estaria atrás do mesmo, deixando o caminho livre para o tal Boh avançar também, mas nem por isso eu ficaria parado. Nesse caso, eu puxaria a espada para o lado, visando a retirar do pirada e trazer até a minha frente novamente, quando então giraria para tentar o acertar pelo lado oposto, mais uma vez mirando em seu pescoço, mas dessa vez mirando mais na nuca, para evitar me chocar ou atrapalhar o ataque de Boh. Caso conseguiremos o eliminar, limparia minha lâmina em sua roupa e a embainharia novamente.

Caso fossemos encontrados por um pirata em ronda, teríamos que agir ainda mais rápido, já que não teríamos o fator surpresa. Sacaria meu tridente para aproveitar o alcance adicional, e então saltaria usando a parede pra me impulsionar em sua direção, graças a minhas habilidades Acrobáticas. Assim que ele entrasse em meu alcance, esticaria o braço e a haste para impalar seu pescoço da maior distância possível, e aproveitando que atacaria por cima para não ser atrapalhado ou atrapalhar o movimento de outros dos meus companheiros. Caso não fosse o suficiente para o derrubar, mas o golpe houvesse acertado minimamente, eu empurraria a lança pra baixo e meu corpo pra cima, simulando o movimento de salto com vara, para projetar meu corpo exatamente por cima dele pra acertar uma cotovelada no centro de seu rosto usando a força gravitacional como auxiliar, para afundar seu nariz graças a estrutura mais frágil. Caso ele fosse eliminado, limparia o sangue do tridente em suas roupas e o guardaria.

Caso finalmente encontraremos onde os reféns estavam, chamaria a atenção do navegador - Hey, tem alguma noção de que parte do navio é essa? - E em seguida sussurraria aos outros - Então, nós achamos o local, mas seria um belo avanço se conseguíssemos já os tirar daqui, mas tem um problema: Esse lugar definitivamente tem boas vigias, eles não deixariam os reféns sem supervisão, ainda mais para o caso de gente como nós entrar. Eu poderia lançar a névoa de álcool para eneblinar o local e os atacamos um a um, mas pra isso precisaríamos memorizar onde exatamente cada um está, e por isso talvez não seja uma ideia tão boa. Também poderia lançar a neblina e esperar eles ficarem bêbados, mas seria demorado. Sem proteção, demoraria uns 20 minutos, e isso considerando que não tem ninguém ali com alta resistência a álcool, ou que viria aqui verificar assim que a neblina começasse. Então... Alguém tem alguma ideia? - Perguntaria, sem tantas esperanças. Eu sabia que no final tínhamos apenas duas opções: Atacar ali ou recuar só com a posição deles, e essa última não seria lá o que eu chamaria de vitória...
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptyQui 09 Maio 2019, 00:51

Clash I



Magnus estava super excitado para o que vinha acontecer. Com o pedaço de pano cobrindo seu rosto, tudo que ele conseguia fazer naquele momento era sorrir. Os tiros ensurdecedores dos canhões faziam com que seus olhos se arregalassem durante o aguarde do resultado. O resultado acabou se mostrando consideravelmente decepcionante, mas um mastro já era algo. Magnus inflou suas bochechas e franziu sua testa enquanto fazia um biquinho que era ocultado pelo pano, vestindo sua decepção em sua face. Só que assim que notou que era observado, disfarçou com um olhar animado. – Bom trabalho pessoal!! Agora mesmo que eles tentem fugir, nós conseguiremos alcançar-los. – Magnus levou suas mãos a sua cintura e observou a tripulação trabalhando. De repente, o som dos canhões pararam. Magnus se virou e observou aquele que parecia ser o capitão dos piratas. O tenente por sua vez, cruzou seus braços e sorriu com aquela vista, já que o embate estava próximo.

Em meio à encarada entre os dois, William questionou se deveriam continuar com a sua salva de tiros, o que fez Magnus apenas sorrir ainda mais. – Já é o suficiente, meu caro amigo William. – Ele viraria para Rin e soltaria um berro. – Em frente! A toda velocidade! – E se sentaria no convés, com um brilho nos olhos.

Magnus sabia que tinha que traçar um plano de batalha, já que não podiam simplesmente pular no barco dos piratas e lutar de forma desordenada. – William! Assim que chegarmos lá, você vai entrar com toda sua masculinidade e beleza e vai abrir o caminho. Quero que pule bem no meio da multidão, no caso de haver uma, e não precisa se preocupar, eu irei me juntar a ti nessa tarefa. Rin! Eu quero que você fique de olho no cara com asinhas de pássaro, por favor. Se ele der mole, você vai até lá e amassa ele! Boh! Você... – Ele seguraria seu queixo, pensando um pouco. – Eu quero que você siga o mesmo plano... Porém! Não precisa ficar esperando lá no alto. Só auxilie a Rin e foque em esmagar o capitão deles. Libty e os agentes cuidarão da defesa, quero que surrem qualquer espertalhão oportunista que tentar nos atacar pelas costas. O restante eu quero fiquem aqui e garantam a segurança da nossa embarcação. – Por fim, ele se levantaria e encararia todos os presentes. – Senhores! Se não se sentirem confiantes, podem ter certeza que eu confio em vocês, e espero que confiem em mim, pois só assim nós alcançaremos a vitória... VAMOS NESSA! – Após o seu discurso motivacional, Magnus apenas aguardaria a embarcação se aproximar dos piratas.

Assim que estivesse perto o bastante para que suas falas fossem audíveis, Magnus envolveria sua boca com as duas mãos, para amplificar o som de seus berros. – Artuuuuuuuuuuuuuuuuuuuur~~~! Vou te dar uma chance pra se rendeeeer~~! Liberta os reféns e vem comigo ou eu vou ter que ir até ai pra brincaaaaar~~! – Ele aguardaria com as mãos na cintura e o seu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] estampado em sua face. Se o homem não aceitasse, Magnus responderia. – Tem certeza!? Pois minha missão aqui é derrotar os piratas, não levar-los vivos de volta pro QG! Se eu tiver que ir ai, a sua tripulação vai se machucar. – E aguardaria a sua resposta. Se ele negasse mais uma vez, Magnus apenas balançaria sua cabeça em negação. –Decepcionante... Bom, vocês ouviram o cara. – Se Artur não o respondesse, Magnus se viraria para a tripulação. – Isso me parece um não. Então vamos nessa! – Por fim, se ele tentasse negociar ou mudar o rumo da conversa, Magnus franziria sua testa. – Não to aqui pra negociar. Você teve a sua oportunidade, agora ela já era. - Magnus se recordou do comentario de lars sobre como a névoa poderia deixar todos bebados, e por isso resolveu ganhar tempo para enfrentar um gruo enfraquecido de inimigos.

No fim, assim que estivessem perto o suficiente para iniciar o ataque, ele pularia nas costas de William, que com seu porte e tamanho com certeza conseguiria carregar-lo, e gritaria. – Acaba com eles, grandalhão! – Esperando o escudeiro agir como combinado e pular no navio pirata.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptySex 10 Maio 2019, 11:51


Sem perder tempo Magnus continuava a dar ordens e todos começavam a se preparar para o iminente combate, o navio ia rapidamente à direção dos inimigos e o tenente não perdia tempo para explicar as funções de cada um, grande parte dos marinheiros apenas respondiam com um ‘sim senhor’ ou ‘ok’ já Willian respondia com toda a sua animação –“Certo!!!!!!!!!!! Pode contar comigo!!!!!!”- ao fim o espadachim ainda aumentava a moral de seus companheiros os quais começavam a pegar suas armas e se concentravam.

-“Ok... Vou fazer o meu melhor”- o grupo de infiltração já começava a se mover pelo navio, o primeiro local que iam eram os quartos, por um bom tempo  Luna abria os quartos e não encontravam nada, nem mesmo um inimigo, até que chegavam mais perto da cozinha lá um pirata estava por perto e esse por sua vez era eliminado por um único corte de Lars em seu pescoço.

Adentrando na cozinha o grupo encontrava cerca de cinco pessoas –“O que? Estamos sendo atacados por um barco da marinha? Eles têm algum dinheiro que eu possa roubar no mínimo?”- quem dizia era uma mulher com uma máscara de gás e um único chicote em sua mão, um dos piratas informava a mulher sobre as ordens de Artur –“O grupo A na área R, entendo, bem diga a ele que logo estarei indo para lá, irei comunicar o Alastor”-.

olívia:
 

Todos os piratas estavam saindo até a aparição de um mensageiro –“Olívia, encontramos Jonas morto, devem ter marinheiros infiltrados por aqui”- o pirata falava desesperado enquanto olhava a mulher –“Muito bem, segurem o folego”- a mulher permanecia parada por alguns segundos até que os barulhos de gases começavam a surgir e por fim o ar ganhava um cheiro extremamente desagradável, os panos ajudavam a ignorar o cheiro mesmo assim o navegador acabava falando –“Puta merda”- revelando a localização do grupo.

Os piratas ao notarem a presença dos infiltrados começavam a ir à direção deles, Olívia já segurava seu chicote e o usava para acertar o chão criando um barulho alto –“Quem vai sofrer um pouquinho?”- Três dos piratas retiravam espadas, dois colocavam manoplas e um segurava um martelo, o combate se iniciaria e Lars teria que decidir como se mover.

O barco chegava cada vez mais perto e Gran começava a berrar como Willian tentando chamar a atenção de Artur, mas ninguém respondia, portanto o combate seria iniciado Willian pulava no barco e começava a atacar pessoas com sua lança e seu escudo, cerca de dez marinheiros estavam pelo convés –“Em breve eles chegarão, apenas segurem”- grande parte deles portavam espadas, lanças, manoplas, apenas três estavam com pistolas.

Não era muito difícil derrotar os piratas, Willian conseguia facilmente derrotar dois que tentavam ataca-los, até que uma figura começava a ganhar presença no campo, um tritão aparecia ao lado de um barril olhando os dois marinheiros –“Eu vou acabar com eles”- ele dizia enquanto abria o barril e colocava sua mão dentro, em seguida sua mão saia com uma grande quantia de água.

tritão:
 

O tritão moldava a água com sua mão fazendo algo semelhante a uma bola de água e sem perder tempo ele a lançava em Willian, o berrante conseguia se defender com o escudo mesmo assim era empurrado por alguns centímetros –“Na próxima eu me livrarei de você”- o pirata apontava para Magnus enquanto já colocava sua mão no barril se preparando para atacar novamente.


legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptySab 11 Maio 2019, 17:40

No Ninho Da Águia - Parte II

Infelizmente deu merda. Eu não esperava que a invasão fosse cheia de flores, mas também não esperava que fossemos achados tão rápido. Eles terem nos localizado depois de um mísero pirata morto era uma puta façanha, e me fez perceber que eu fui idiota em sequer tentar esconder o cadáver. Mais idiota ainda no caso foi o sargento que reagiu verbalmente ao cheiro; se ele tivesse tossido eu até deixaria passar, mas aquela reação dele só podia vir de um belo de um débil mental. Graças a isso, agora tínhamos um grupo de piratas para enfrentar, que incluíam aquela tal Olívia com a máscara de gás, que o que tudo indicava seria uma oponente difícil.

Como agora nossa posição aproximada já havia sido revelada, não havia motivos de nos manter escondidos, eles não achariam hora ou outra, seria bem mais produtivo partir para a ofensiva. Me virando para Boh, indicaria com os dedos para ele atacar por cima da bancada enquanto eu iria pelo lado, assim como sinalizando aos outros que estivessem dispostos saíssem pelo lado oposto ao meu, e, assim que eles sinalizassem positivamente ou seu entendimento de alguma forma, iniciaria meu movimento. Rapidamente me ponto em posição de arrancada, eu usuária meus conhecimento de corrida e aceleração natural para disparar pela lateral em velocidade maxima, contornando a bancada e, sacando o tridente, avançar contra a pirata da máscara de gás. Eu iniciaria correndo o mais abaixado possível e tentando perfurar seu abdômen me aproveitando do momento acumulado pela corrida veloz - HYAA!! - Bradaria, tentando chamar sua atenção ao meu ataque e não ao de Boh, e por isso sabia que era bem possível de ela evitar meu golpe; nesse caso correria até uma parede ou bancada para, usando minhas habilidades acrobáticas, chutar a mesma e saltar devoluta em direção a ela, tentando mais uma vez a perfurar. Caso não achasse nenhuma superfície próxima, eu simplesmente pararia a corrida o quanto antes, girando minha arma ao meu redor caso houvessem piratas próximos, e partiria novamente para cima dela.

Errando ou acertando o primeiro ataque, eu precisava ter como prioridade aquele respiradouro, para impedir ela de ficar segura caso liberasse mais gases ali, o que seria bem perigoso para todos nós. Com o tridente empunhado, deferiria uma sequência de golpes diretos tentando acertar a máscara que ela usava, tentando fazer um buraco na mesma ou a arrancar, sempre tendo a opção de acertar a mesma com o ataque, já que uns danos dela não me desagradavam. Caso eu não conseguisse acertar o respiradouro, tentaria girar o tridente para acertar-lhe a boca do estômago com a parte sem ponta, visando causar dor e falta de fôlego, quando então tentaria arrancar o respiradouro mais uma vez, fosse com a mão ou com o tridente. Caso eu conseguisse o tirar, diria - Essa mascara parecia importante, uma pena - E prosseguiria em vez disso com uma investida contra seu pescoço ou ombros, tentando lhe eliminar ou ao menos causar danos, para deixar aquele combate o mais breve possível.

Mesmo focando na pirata, eu tentaria ao máximo ficar atento tanto nos piratas ao meu redor quanto aos movimentos dos meus aliados. Caso algum aliado meu tentasse atacar a moça da máscara, fosse Boh ou outro, eu me motivaria sutilmente para o lado, ainda prosseguindo meu ataque caso o estivesse fazendo, mas dando espaço para a outra investida também. Caso os piratas vissem para cima de mim enquanto eu estivesse em combate com a moça, usuária o grande alcance da haste do tridente para, movendo minha mão para o mais baixo possível no cabo que pudesse segurar sem perder estabilidade da arma, gira-lá ao meu redor, acertando os agressores de uma boa distância, antes de saltar para longe do ponto de foco aproveitando a parada no avanço deles que meu ataque possivelmente causaria -- Muito abusados, vocês, ein? - Caso em algum momento eu fosse atacado pelo chicote da mulher, eu sabia que seria perigoso tentar bloquear com o tridente, já que ela poderia o puxar caso o enrolasse, então rapidamente pegaria o escudo e o ergueria para ficar entre o ataque em mim.

O escudo era um alvo grande demais para ser segurado, além de funcionar como uma parede contra uma arma maleável como o chicote, então nesse caso eu aproveitaria a perda de força acusada pelo impacto para, antes que ela puxasse a arma de volta, acertar a mesma com o tridente. Não, não me refiro à moça, e sim a arma: aproveitando a vulnerabilidades da arma eu tentaria por sua ponta no espaço entre uma ponta e outra do tridente e o girar, para enrolar o chicote no tridente igual se enrola macarrão no garfo antes de o levar a boca. Na realidade, essa ação semelhante seria justamente o que eu usuária como catalizador para, junto da provável força inferior da mesma, transformar sua arma em um grosso e inofensivo macarrão: A transformação normalmente dura três segundos, tempo que a maioria dos inimigos tinha de sobra ao facilmente recuar a arma e impedir a transformação, mas nesse caso a arma estaria presa, caso eu tivesse sucesso na minha ação, e sendo puxada por mim também, então dificilmente ela teria tempo de recuar a mesma nesse período. Durante a transformação eu geriatria atento para bloquear outros ataques com o escudo em mãos, uma vez que o tridente estava segurando a arma dela, e, caso ela decidisse abandonar o chicote, eu rapidamente ergueria o tridente acima da minha cabeça para jogar o chicote para longe do combate, desarmando-a. Caso ela tivesse força para não só puxar o chicote de volta, como puxar meu tridente junto, eu sacaria minha espada, mais uma vez me pondo a postos para bloquear ataques ou continuar os meus, agora com estocadas da espada. Caso eu conseguisse a derrotar, partiria ao ataque dos outros marinheiros menores, possivelmente junto dos sargentos.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptyDom 12 Maio 2019, 16:49

Clash II



 Magnus se comportava como uma criança ao se carregado por William. Ele, que mal conhecia o bruta montes, já sentia que aquele era seu amigo de infância e vibrava junto do entusiasmo do homem. O rapaz se sentia um reles espectador enquanto William retaliava com facilidade a investida de dois piratas. – Boa grandalhão! Sabia que foi uma boa idéia escolher você como parceiro! – Magnus deu alguns tapinhas de congratulações nas costas do homem, despreocupado com os possíveis ataques, já que o homem conseguia bloquear tudo.

Em meio aos devaneios, um tritão surgiu e disparou água contra William. Pro tenente, isso parecia uma piada inicialmente, mas assim que viu a força e o baque do ataque ao contato, Magnus ficou um pouco mais sério. Ele começou a se incomodar com um sentimento de preocupação tanto pela sua integridade quanto pela integridade do grandão que o protegia com tanto afinco, mesmo vindo a conhecer o mesmo recentemente.

–William, você está bem? – Questionaria o rapaz. – Acha que agüenta mais uma? –Ele encararia o tritão por cima do ombro de William, mantendo contato visual. –Acho que estou tendo um deja vu... – Se William confirmasse a sua vontade de continuar, Magnus sorriria e acariciaria sua cabeça. – Certo, pois tenho um plano. Eu quero que vá com tudo pra cima dele, se aproxime o máximo que puder. – Assim que o sargento entendesse a mensagem, Magnus enfiaria sua mão direita em sua bolsa de shurikens, agarraria um punhado, sacaria sua Deneb e a colocaria em sua boca, discretamente, observando o homem peixe em sua frente.

Havia um momento que seria perfeito para arremessar-las, e esse momento seria assim que o homem começasse a juntar a água para atacar. Seria um ataque cronometrado, esperando o momento em que o tritão enfiasse a mão dentro do barril até o momento em que ele atirasse novamente. Assim que o momento chegasse, Magnus jogaria o punhado de projeteis sobre o ombro que havia pego na direção do seu oponente da vez. Assim que lançasse, ele se prepararia para o baque e no momento em que William começasse a ser empurrado para trás, ele avançaria na direção do tritão a toda velocidade com aquele mesmo sorriso, empunhando a sua recém forjada espada com toda sua vontade. Magnus se manteria atento a possíveis ataques do homem peixe e se necessário, ele bloquearia os projeteis com um único corte diagonal por ataque lançado.

Assim que chegasse perto o bastante, Magnus interromperia o avanço, bem em frente ao homem, e executaria sua técnica Seu desespero para correr ao seu redor em alta velocidade, com o objetivo de confundir-lo. Se o tritão se negasse a atacar, ele pararia bem atrás do seu oponente e avançaria rapidamente, juntando momentum para no fim, atingir-lo com uma voadora um pouco acima de sua lombar. Em seguida, ele desferiria mais dois golpes contra os dois calcanhares do homem, diminuindo sua mobilidade. Se o homem fosse derrubado com apenas aquilo, Magnus atingiria sua cabeça com a empunhadura de sua espada para apagar-lo. Se em meio a corrida de sua técnica, o tritão deixasse o barril com água exposto demais, Magnus tentaria derrubar-lo em meio a sua corrida.

No fim, Magnus correria pra até William novamente, buscando a proteção do grandalhão.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptyTer 14 Maio 2019, 22:13


No interior do navio o clima se intensificava –”Venha!” – a mulher se demonstrava impaciente enquanto esticava seu chicote, após algumas preparações Lars finalmente avançava em sua direção com o tridente em sua mão, como esperado pelo marinheiro a pirata conseguia se esquivar do golpe, porém Boh conseguia cortar o braço da mulher. Ao fim o tenente parava sua corrida e acertava dois piratas que caiam inconscientes após o ataque.

-“Filha da Puta!!!”- Olívia se demonstrava bem infeliz de ter recebido o golpe e atacava Boh prendendo o chicote na perna do sargento e em seguida puxando-o ao chão -“Na próxima vez eu irei te matar”- antes mesmo de terminar sua ameaça a pirata se voltava a Lars esperando seu próximo ataque, que por sua vez não era somente um, mas sim vários golpes seguidos, no começo ela conseguia se esquivar, mas quanto mais ataques mais lento era a esquiva dela e rapidamente sua máscara era retirada pelo tridente.

Olívia sequer respondia a provocação de Lars e atacava com seu chicote, um erro terrível da mesma, antes que conseguia pensar em puxar sua arma os poderes de Lars já estavam sobre efeito e o chicote acabava virando macarrão. –“Segurem eles!!”- a pirata começava a correr na direção de uma porta com uma placa a sua frente “Sala de jantar”. Os piratas tentavam invadir o avanço dos marinheiros, mas ao final todos estavam derrotados ou mortos, e apenas o navegador e Luna tinham ferimentos.

Uma pequena fresta da porta era aberta e era possível ver várias pessoas amarradas, sendo uma delas a nobre, e obviamente junto dos reféns estava Olívia desarmada, além de três piratas que apenas aparentavam estar sobre vigia –“Eu sei que vocês estão escutando marinheiros!! Deixem conosco 100 milhões de berries e saiam do navio, assim libertaremos os reféns!”- Uma tentativa desesperada de Olívia na qual Lars teria que decidir qual seria a melhor opção a se fazer.

-“Claro que estou bem!!! Vamos tentar novamente Senhor!!!!”- o sargento não parecia estar abalado após o golpe e começava a investir na direção do tritão novamente, o qual já estava com sua mão dentro do barril para fazer outro ataque, Magnus se concentrava por alguns segundos esperando o tempo exato para atacar, e a troca de golpes acontecia, Willian quase perdia o equilíbrio dessa vez, porém o braço do pirata havia sido acertado por duas shurikens.

Gran avançava rapidamente na direção do tritão e executava sua técnica circulando seu oponente a espera de um ataque, embora o tritão não demonstrasse intenção de atacar forçando o tenente a continuar sua técnica, os três golpes eram feitos facilmente, porém o tritão conseguia se manter de pé com muita dificuldade. O homem peixe não esboçava nada apenas colocava ambas as mãos dentro do barril.

Magnus corria na direção de seu aliado –”Acertarei um golpe”- ele chamava a atenção do marinheiro e arremessava dois montes de água seguidos, um deles era cortado por Magnus, porém o outro acertava em cheio, afinal o marinheiro não conseguia ser tão rápido para se defender de dois projéteis com cortes diagonais –”No próximo eu te matarei”- o golpe acertado pelo tritão não era muito forte, talvez a força estivesse sido dividida pelo número de projéteis.

-“Alguém vá chamar o Alastor!! Pelo que me lembro ele deveria estar na cabine do capitão!”- berrava um pirata que observava a luta do tenente e logo dois piratas iam até as escadas situadas atrás do tritão, talvez fosse viável segui-los ou seria melhor derrotar seu oponente?


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptyQua 15 Maio 2019, 13:09

No Ninho Da Águia - Parte III

Finalmente meu poder havia sido útil, e eu não podia deixar de ficar feliz com isso. Por mais que tivesse sido uma situação muito específica, já que eu só tive tempo de fazer a transformação graças a vulnerabilidade do chicote, transformar a arma da pirata em macarrão e ver sua cara depois foi impagável, e até me deu certa esperanças quanto aquele poder. No estado atual eu não conseguia fazer o mesmo contra inimigos mais rápidos, mas quem sabe com o tempo eu passasse a fazer as transformações mais rápidas e precisando de menos concentração? Seria lindo desarmar os caras transformando espadas em baguetes e pistolas em bananas, não só porque me permitiria desarmar inimigos de forma muito mais fácil, como também seria incrivelmente engraçado se todos tivessem a mesma reação que aquela pirata. Só vantagens.

Bom, retornando o foco da missão, se por um lado nós fomos encontrados e iniciamos um combate contra piratas, por outro eles mesmos haviam nos revelado a localização dos reféns. Eu me sentia muito agradecido por eles terem deliberadamente nos mostrado, evitando que nós gastassemos mais tempo procurando naquela espelunca, mas teria ficado ainda mais agradecido se tivessem nos mostrado antes de nos achar. Se tivéssemos ainda escondidos poderíamos tentar pegar eles de surpresa, mas agora? Eu não duvidaria se Olivia tivesse entrado lá só pra nós ameaçar de matar reféns, e isso nós não podíamos negligenciar - Fiquem a postos, eu vou tentar entrar lá. Se der certo, quando verem o "sinal" vocês entram e trazem minha armas. Saberão o que é - Sussurraria para os outros, antes de erguer minha voz para falar com a pirata - ENTÃO VOCÊS QUEREM UM CUSTO DE RESGATE ESTÃO? EU SOU O LIDER DO GRUPO, VOU DEIXAR MINHAS ARMAS AQUI E ENTRAR PARA FALAR COM VOCÊS, TUDO BEM? - Diria, tentando fazer eles não ficarem tão alertas. Normalmente a tal Oliva poderia ficar com receio de uma possível akuma no mi minha mesma que eu estivesse desarmado, mas ela mesma havia presenciado eu transformando sua arma em macarrão com meu tridente, então eu duvidava que ela achasse que eu pudesse fazer algo com a habilidade de transformar coisas em comida, ainda mais com a necessidade de utensílio para transformar.

De um jeito ou de outro, esperaria a resposta. Caso eles não fossem contra, cumpriria minha palavra e ficaria minha espada e tridente na Madeira da cozinha, torcendo para meus aliados os trazerem caso desse merda, e entraria de mãos erguidas, mas uma posição confortável o suficiente para que pudesse rapidamente puxar meu escudo caso houvesse algum atirador engraçadinho lá pronto pra me atacar assim que entrasse - Tudo bem, estou desarmado como prometi, mas sugiro não darem uma de engraçadinhos, ainda tenho subordinados atrás dessa porta. Então, digam o que querem, é apenas o dinheiro do resgate? - Iniciaria me dirigindo a Olivia. Eu sabia que nunca fui bem mentindo, então em vez de tentar mentir para eles, eu teria que manter meu discurso o mais simples e curto possível. Era mais fácil os distrair se eles falassem, estando ou não eu realmente disposto a negociar; fora que ouvi-los seria também uma ótima chance de prestar atenção deles, e eu aproveitaria esse tempo para gravar suas localizações na sala, caminhos não instruídos pelos reféns, alturas dos piratas e seus armamentos. Após os ouvir, caso não desse nada de errado, diria o nosso interesse ali - Nós viemos atrás de uma pessoa em especial, se soubermos que essa pessoa está bem talvez possamos entrar em um consenso. Um instante, vou pegar a foto - Diria, para não levantar suspeitas, e levaria minha mão lentamente ao bolso. Naquele momento eu agradecia aos céus por não ter comprado uma mochila ainda, pois isso significava que eu ainda guardava as coisas nos bolsos, o que incluía a foto e o flavor dial. Pondo a mão no bolso, buscaria ambos fingindo que buscava apenas a foto, e botaria a mesmo afrente do outro objeto. Quando eu retirasse eles, a superfície da foto cobriria a concha, que estaria sendo segurada pelo meu dedão, e eu mostraria a foto para eles. Seria um momento muito breve, pois assim que eles fixassem a concentração pra tentar identificar a pessoa da foro, eu largaria a mesma, mostrando apenas a concha atrás. Eu duvidava que eles conhecessem um dial, mas mesmo que soubessem do que se tratava, dificilmente teriam tempo de reagir conforme eu liberasse a névoa de álcool no ambiente, que rapidamente cobriria o local pela incrível força de dispersão imediata do artefato.

Caso eles não quisessem colaborar ou não deixassem eu entrar, não teria muito jeito, teríamos que invadir a sala a força. Com o escudo erguido e o dial em mãos, eu abriria a porta e, a partir de uma fresta na defesa, aproveitaria o instante para ver a posição dos piratas na sala e, após isso, apontaria a concha e liberaria a névoa, que cobriria o local em um instante graças a sua poderosa força de impulsão inicial. Independente do caso, uma vez que a sala fosse coberta pela névoa, a nuvem alcoólica [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], e nós nos aproveitarmos disso para atacar, especialmente porque ficaria arriscado demais para eles atacarem os reféns como retaliação, por risco de revelar suas posições e ficarem vulneráveis a ataques nossos. Claro que não era só isso que estava do nosso lado: Por mais que a névoa fosse de álcool, não seria o bastante pra os deixar bêbados, assim como nos que passamos pela mesma antes e não ficamos tanto tempo dentro para isso; só o altíssimo teor alcoólico da Moonshine evaporada para eles que estavam sem proteção no rosto seria como respirar álcool puro, um odor tão intenso que muito provavelmente os faria tossir, assim como os reféns, e tirar sua estabilidade momentaneamente. Com minhas armas devolvidas caso eu tivesse conseguido entrar lá, e contando com o fato dos reféns estarem amarrados no chão, ficaria com minha espada e escudo em mãos, e avançaria contra onde me lembrasse que os piratas estavam. Tentaria manter meu movimento com saltos e zigue-zague para impedir que fosse alvejado por ataques a distância ou trombada com reféns espalhados. Assim que chegasse em distância imediata de algum dos piratas, eu atacaria, mas já esperando que eles pudessem usar algum refém de escudo, daria primeiro uma trombada de escudo, tanto para os desequilibrar quando para verificar se do havia uma pessoa de pé ali, quanto então atacaria verticalmente com minha espada caso confirmasse. Se fosse realmente um pirata e ele ainda não tivesse caído, eu prosseguiria rápido com uma estocada em seu tórax, tentando perfurar o mais fundo possível para o matar, ainda com o escudo erguido para aparar ataques ou retaliações dele.

Eu certamente seria o primeiro marinheiro a atacar, por ser quem tomou a dianteira, mas depois do meu primeiro ataque os outros já poderiam ter derrubado outro pirata, o que deixava arriscado repetir a mesma abordagem. Assim, eu ergueria novamente meu flavor dial e o usaria para re-absorver uma parte da névoa, aproveitando que a sala fechada evitaria que muita da névoa se espalhadas. Absorvendo novamente um pedaço, rapidamente olharia denovo aquela área, procurando os inimigos novamente e vendo a situação, logo antes de liberar denovo no mesmo local, avançando contra qualquer pirata ainda de pé ou fujão que não há estivesse engajado, usando a mesma estratégia de antes. Caso todos já estivessem em combate, Eu avançaria contra o mais próximo pela lateral e tentaria o acertar com uma escudada ou com o cabo da espada assim que chegasse aproximo o suficiente para distinguir as silhuetas, já que havia visto antes qual dos sargentos estava ali, o que deixaria mais fácil. Após a escudada, proseguiria com uma estocada da espada.

Após o combate acabar, com todos os piratas derrotados, eu prosseguiria pela sala ainda com o escudo em mãos, re-absorvendo o máximo possível da névoa devolta para a concha do dial, para limpar a área e poder reaproveitar o máximo possível daquela névoa depois, já que a sala fechada provavelmente teria evitado que muita da névoa escapasse. Depois da limpeza, organizaria os sargentos para soltar os reféns - Vamos os soltar rápido. Não tô afim de que cheguem mais piratas enquanto ainda estamos ocupados aqui - E então começaria a cortar as cordas. Após todos libertos, organizaria nossa formação - Com isso tudo de gente não tem mais chances de sermos furtivos, vamos ter que ser rápidos e precisos. Eu vou com Mayu na frente, no meio vão os civis para serem protegidos, e atrás vão o resto, ok? Assim mantemos proteção na retaguarda e na dianteira. Alguma objeção - E assim, caso por um milagre tudo houvesse dado certo até ali, logo estaríamos correndo pelos corredores, evitando os que já tínhamos verificado como sendo movimentados, em busca de alguma saída, comigo sempre com escudo e lança em mãos.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptyQui 16 Maio 2019, 15:10

Clash III




  A adrenalina corria no sangue do jovem espadachim e ele era tomado pela empolgação. Aquilo trazia uma felicidade imensa, visto que ele clamava por aquela ação a final, e trazia uma expressão serena a sua face. Aquela era primeira vez depois de muito tempo que Magnus não estava completamente sério durante uma missão. Naquele estado, ele conseguia aproveitar melhor os combates que passavam, lhe distraindo de todo o peso na consciência de seu passado insatisfatório. Aquilo havia ficado bem claro quando sua dinâmica com William e seu primeiro avanço foram o suficiente para desgastar o seu oponente. No fim, Magnus ainda foi atingido, mas aquilo não era o suficiente pra acaba com o seu animo. Assim como a sequência de golpes e as shurikens não eram o bastante para desanimar o homem peixe, que mesmo ferido, estava determinado e confiante em suas habilidades.

Alguns piratas chamavam a atenção de Magnus para a localização do homem rato. Ele parecia ser uma grande força, já que todos que estavam ali buscavam desesperadamente pelo seu amparo. Magnus se distraiu por um instante, olhando a confusão.

Por fim, Magnus ainda tinha um oponente a enfrentar, e visto que a batalha já estava ganha e que ele podia simplesmente deixar o homem com os seus companheiros, ele se sentiu tentado a seguir os piratas, mas o homem peixe parecia ter uma fixação por Magnus. Uma fixação que, mesmo perdendo, fazia com que ele dedicasse suas forças a impedir o tenente. Magnus sabia que seria um insulto simplesmente virar as costas para o homem ou lhe poupar daquela forma, já que ele era um guerreiro, assim como o garoto. – Certo... Certo... Sem me segurar, então. – O rapaz embainharia sua Deneb, visto que sem sua lâmina o tenente não teria que se preocupar em conter sua força pra não picotar o seu oponente. Em seguida, ele olharia fixamente pro tritão e tomaria a instancia básica usada no kendo.

Magnus então se colocaria a correr novamente na direção do homem, segurando a sua espada com firmeza, executando movimentos evasivos e ziguezague para dificultar um pouco a mira do homem. Se por acaso ele jogasse uma bola de água contra Magnus e esta fosse mirada acima da cintura, Magnus moveria sua katana, de forma que ela cobrisse a área que estivesse pronta para ser atingida, enquanto enrijece seus braços para aguentar o possível empurrão. Se fosse mirada abaixo da cintura, ele chutaria, sem interromper a corrida, com o pé que estivesse mais recuado no momento, visando defletir o projétil e até mesmo devolver-lo ao atacante.

Ao conseguir se aproximar do homem, Magnus ergueria sua espada sobre sua cabeça, segurando a empunhadura com as duas mãos, contrairia os músculos das costas e dos braços, juntando todas as suas forças para em seguida, executar um golpe de cima para baixo contra a cabeça do homem. Além de força bruta, Magnus também usaria o truque mais velho no livro do Bushido. Um truque usado por guerreiros que manejam suas espadas com as duas mãos para extrair máxima eficácia em seus cortes. O truque é bem simples: Se trata de usar puxar a parte inferior da empunhadura, enquanto empurra a parte superior em meio ao movimento do corte, criando um efeito gangorra que junta mais força e velocidade no corte. Se executado direito, aquele golpe poderia ser devastador, e por isso Magnus evitava usar esse movimento, mas ele precisava terminar logo o combate. Se aquilo não fosse o suficiente para derrotar o homem, Magnus repetiria o movimento, mirando no mesmo local. Se o homem tentasse atacar-lo durante o movimento de seu ataque, Magnus ergueria sua perna esquerda, com o joelho dobrado, e tentaria bloquear o ataque, contra-atacando com um chute rápido contra as costelas ou a perna do homem, priorizando o que estivesse mais exposto no momento, dando um pisão bem firme com o pé esquerdo no chão, e finalizando com o golpe contra a cabeça do homem, usando sua espada.

Se o combate fosse finalizado ali, o garoto iria atrás dos piratas que foram buscar Alastor, tomando cuidado para não ser atacado durante a perseguição. Magnus analisaria o cenário para não ser pego em alguma armadilha, e se tudo estivesse okay, o rapaz começaria metralhar quaisquer alvos que encontrasse ali com as shurikens de sua bolsa. –Rendam-se ou preparem-se para lutar! Lutar! LUTAR! – Se Alastor ficasse na defensiva ou hesitasse em algum momento, Magnus avançaria a todo vapor, usando sua vantagem natural para encurtar a distancia entre eles, ainda lançando shurikens contra o rato. Assim que estivesse bem perto do procurado, Magnus saltaria e tentaria atingir-lo com uma voadora, se afastando assim que acertasse ou errasse o ataque. Se Alastor e os outros piratas se rendessem, o tenente cessaria os ataques, mas manteria suas shurikens em mãos. – Então soltem as armas e venham andando com calma. - Ele os guiaria até o navio, se mantendo afastado o suficiente para que eles não o surpreendessem em um ataque surpresa. Se algum deles tivesse uma arma de longa ou média distancia, o rapaz buscaria por cobertura e tacaria suas shurikens de forma esporádica e bem breve.

  No fim,  Magnus, analisaria sua situação, pensando em como eliminaria o homem pássaro.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptySab 18 Maio 2019, 12:03


-“Deixe conosco”- Luna respondia ao tenente que tomava a dianteira para livrar os reféns –“Muito bem, apenas você deve entrar!”- a pirata permitia a entrada de Lars facilmente –“Você entendeu a sua posição por acaso? Se nos ameaçar novamente eles explodem a cabeça de alguém aqui!!”- dois vigias retiravam pistolas e apontavam a cabeça de alguns dos civis, os quais apenas olhavam o marinheiro com um olhar de medo extremo, mas como estavam amordaçados nenhuma palavra era dita.

-“Queremos o dinheiro e vocês devem sair daqui o mais rápido que conseguirem, soltaremos eles por um bote!”- Olívia se distanciava cada vez mais de Lars tentando ficar a uma distancia razoável, os piratas começavam a olhar o tenente enquanto ele procurava a foto da pessoa especial –“Se ela é tão especial apenas a soltaremos após nos pagarem 500 milhões”-  a mulher continuava a tentar conseguir dinheiro até ser surpreendida pelo dial do marinheiro.

Assim que a névoa tomava conta do local os outros soldados entravam e entregavam as armas para Lars, o tenente avançava em um dos piratas com pistola e matava com um único ataque, ao absorver a névoa novamente o marinheiro via Olívia completamente desarmada e com uma simples escudada ele a derrotava e deixava a criminosa no chão. Alguns gritos eram ouvidos, mas rapidamente tudo se silenciava.

Lars finalmente retirava a névoa e libertava os reféns –“Muito obrigada senhor Cof Cof. Meu nome é Elizabeth Aurea Magnitia III”- a nobre continuava a tossir por alguns segundos. Por fim o marinheiro dava as novas ordens para retirar os civis do local e como seu plano não tinha nenhuma objeção eles começavam a executa-lo. Ao começar a andar pelos corredores uma figura aparecia, Alastor passava correndo por eles com outro pirata.

Magnus corria na direção de seu oponente para derrota-lo, pelo percurso o tenente bloqueava dois golpes do tritão, e ao chegar perto para finaliza-lo o homem peixe colocava seu braço esquerdo na direção de sua cabeça evitando o golpe fatal e abrindo uma brecha, o pirata socava a costela de Gran e logo após caia no chão com uma grande quantidade de sangue escorrendo dele.

-“Saruman!!”- alguns piratas começavam a avançar na direção de Gran –“Continue Senhor!!!! Eu irei para-los!!!!”- Willian permitia que o tenente procurasse os piratas junto de Alastor. Sem perder tempo Magnus começava a procurar os meliantes, encontrando apenas alguns que passavam pelo corredor no mesmo tempo que ele, por um bom tempo ele corria sem rumo, praticamente fazendo uma volta completa pelos corredores, até ver uma movimentação de piratas relevante.

Ele conseguia ver Alastor correndo na direção das escadas para subir, mas enquanto andava ele passava por uma porta aberta com a inscrição “Cabine do capitão”, observando o tenente conseguia ver alguns mapas jogados pelo chão e algumas anotações como área A, se ele quisesse poderia analisar e descobrir as localizações de cada área. Ainda procurando ele não encontrava nada relevante, ao menos até ver uma fruta diferenciada.

Além de tudo Magnus conseguia ver Lars aparecendo junto de Mayu e os outros soldados, com alguns civis.


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 5 EmptySab 18 Maio 2019, 16:13

No Ninho Da Águia - Parte IV

Por mais incrível que parecesse, tudo havia dado certo. Depois de todo aquele aviso dos gentes, eu imaginava que a tripulação que enfrentaríamos seria mais forte e inteligente, mas, por mais que minha tática houvesse sido bem babaca, lês sequer tiveram tempo de reagir. Tá, talvez não devesse manter esse pensamento na minha cabeça, ja que os maiores avisos haviam sido com relação ao capitão e ao reto, e eu sequer sabia quem era aquela Olívia, o que já tirava uma boa parcela de credibilidade da mesma. Talvez ela não fosse uma ralé, mas definitivamente não tinha nível o suficiente para ser uma adversária digna, coisa que eu esperava que ao menos os dois principais do bando fossem, pra cumprir as expectativas.

Mas é claro, quando se fala (ou nesse caso pensa) em alguém, o Diabo sempre aparece, me surpreendo com sua aparecia de roedor me encarando como se eu fosse um queijo premium ou algo do género. Quer dizer, eu não sabia se ele estava olhando pra mim ou pra trás de mim, já que havia um bocado de gente comigo, mas esses detalhes eram irrelevantes, já que eu preferia acreditar no queria mais engraçado. Infelizmente eu não podia só ficar tirando sarro mental dele, já que o fdp provavelmente iria nos atacar, então logo me contive pra não fazer piada em voz alta e chamei Mayu - Mayu, algo me diz que esse cara vai ser um problema, a estratégia de antes não vai funcionar nele. Eu vou o segurar aqui, e você vai até o Gê fazer ele se apressar - Sussurraria, estendendo o meu Flavor dial pra ela - Da isso pra ele, deve ajudar em algo - Entregaria, antes de erguer minha espada e escudo, pronto pro combate.

Meu foco ali não seria o derrotar, uma vez que eu sabia que abriria brechas caso eu partisse para a ofensiva, o que poderia por em cheque o pessoal atras de mim. Com o escudo erguido, eu esperaria a iniciativa do mini, sempre preparado para defender seus ataques com o escudo, impedindo-o de passar por mim. Sempre que defendesse um de seus ataques, eu tentaria jogar o peso do escudo para o lado para tentar abrir sua defesa e desferir um ataque, mas apenas quando soubesse que não teria como ele resistir ou se aproveitar do movimento. Caso ainda assim ele usasse o impulso para ir para o lado e avançar, usuária meus conhecimentos de Corrida e minha Aceleração natural pra avançar em velocidade máxima com uma estocada a sua frente, o impedindo de avançar, e em seguida movendo a espada em sua direção para o forçar a recuar. Me manteria na defensiva até que o reforço chegasse, nem que fosse apenas o Gê, quando então partiria para cima dele, tentando chamar sua atenção para abrir sua defesa, usando de um corte horizontal com a espada para isso, é dando uma brecha para Gê atacar junto.
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