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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Road To Tartarus

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptySex 22 Fev 2019, 21:09

Relembrando a primeira mensagem :

Road To Tartarus

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Gran Magnus. A qual não possui narrador definido.


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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptySab 27 Abr 2019, 21:14

Calmaria Antes Da Tempestade - Parte II

Eu realmente queria resolver meus problemas com aquele agente, fazer as pazes, pra ter uma missão salvável, mas era incrível como aquele filho da puta parecia implorar pra tomar um soco no meio da fuça. Desde antes de sairmos de Wonderful ele parecia ter alguma implicância comigo, mas eu estava tentando me controlar; eu sabia bem que as vezes eu super-reagia a coisas idiotas por causa do calor do momento, e não queria mais uma vez passar a impressão errada, mas a essa altura já estava claro que meu ódio não era apenas "o calor do momento". O tal Roy já estava me criticando e deslegitimando sem cabimento algum a um tempo, e eu já estava quase achando que os ataques súbitos de retardadiçe dele eram de propósito para fazer suas ofensas sobre minha "falta de intelecto" fossem ainda piores, por partirem dele. O cara parecia fazer de tudo para me emputecer, como se me ver irritado desse algum tipo de prazer pra ele; então, se ele queria me ver puto, porque não deixar ele me ver puto de uma vez? Antes que Roy conseguisse me apalpar na suposta "revista", eu seguraria sua mão, na área do punho para ele não conseguir libertar a mesma com facilidade, e olharia diretamente nos olhos dele, com clara fúria no olhar - Acho que você tá invertendo os papéis. Eu fui designado diretamente pelo vice-almirante para essa missão, depois de trabalhar para ele em Wonderful. Você? Até onde eu sei só apareceu pra subir no barco conosco. Se diz agente, mas sequer age como um - Diria, seco e cortante, sem dar tempo para ele reagir ou retrucar.

Claro que, depois de tudo, eu não me contentaria em só o criticar quando aquilo - Mas, sabe, esse nem é o pior. Um suposto "agente experiente" que nem você nunca ouviu falar do nome Sparkbolt, a ponto de usá-lo e ainda tentar me vistoriar depois de eu revelar meu sobrenome, como se houvesse alguma chance de um Sparkbolt ser um infiltrado, ou de algum impostor ter coragem de usar o sobrenome Sparkbolt correndo o risco de chamar atenção. Eu achava que agentes eram uma força de inteligência, com acesso fácil a informações, mas você só me prova o contrário. Então, tenha isso em mente: Essa não seria a primeira vez que eu lido com impostores traiçoeiros - Finalmente o largaria, após o "discurso" bem agressivo, onde eu usava ao maximo meus conhecimentos de intimidação para tentar o fazer recuar - Então, que tal você fazer o seu trabalho e eu fazer o meu, em vez de você ficar me parasitando? Isso é, se você tiver capacidade de fazer seu trabalho - Encerraria, jogando o mesmo jogo que ele, para que o desgraçado sentisse o gosto do próprio veneno. Sinceramente, eu não gostava de mencionar os Sparkbolts, muito menos o fato de que eu era um, já que não só eu não gostava da minha família num geral, como isso fazia as pessoas me encararem mais como "um Sparkbolt" do que como Lars. Nesse caso, entretanto, era inevitável. O babaca de terno conseguiu chegar a me dar mais raiva do que meus pais quando me obrigaram a entrar na marinha pela "honra e tradição da família", então eu não tive que pensar mais do que duas vezes sobre pela primeira vez usar meu sobrenome pra tentar botar moral. Quer dizer, o imbecil provavelmente era o primeiro que eu encontrava que sequer havia ouvido falar sobre os Sparkbolt, o que normalmente seria uma coisa boa pra mim, mas na situação só fazia correr o risco de ele cagar pra minha intimidação por pura ignorância.

Após extravasar meu ódio em cima do agente, era óbvio que eu não estava nem um pouco afim de papo com ele, mas infelizmente eu sabia que o cara ainda não tinha falado o que havia vindo falar, então não era como se eu tivesse muita escolha. Acabei tendo que me contentar em o ouvir enquanto treinava com a lança e a mão esquerda, fantasiando com o impalava com o tridente no meio dos movimentos, o que, não nego, foi um pouco satisfatório, embora fosse só imaginação. Graças ao meu súbito entusiasmo em "atacar o ar" com a lança, acabei não ouvindo decentemente toda a explicação, mas peguei o suficiente pra saber o que confrontar: Artur, um estrategista, e Alastor, um bicho que parecia um rato. Sem contar, é claro, os possíveis subordinados dos dois. Normalmente eu pensaría em simplesmente partir para cima deles, mas dessa vez havia um diferencial, nos precisávamos resgatar os civis, especialmente a garota nobre, e levar eles em segurança até Mawakun, então não dava pra simplesmente cair na porrada, ainda mais contra um inimigo conhecido por ser um ótimo estrategista.

Definitivamente não era uma situação que conseguiríamos resolver apenas na base da força, mas... Mesmo que fosse, eu acho que eu não iria. Desde meu surto enquanto eu voltava pra Wonderful Land, eu estive pensando sobre a Akuma no mi que eu havia comida, e percebi que... Talvez o problema não fosse só da Akuma no mi, fosse um pouco meu também. Por mais que nas últimas missões eu tivesse sido obrigado a liderar um grupo e formar algumas estratégias com eles, eu nunca fui uma pessoa que fizesse planos por iniciativa própria, e talvez esse fosse um dos problemas. Aquele poder que eu recebi era um poder que exigia preparação pra ser usado com eficiência, exigia táticas, exigia que eu soubesse exatamente o que eu estava fazendo no confronto. A capacidade de transformar coisas em comida não era um poder que me permitia partir pra cima do inimigo sem pensar nas consequências, era um poder que me permitia ter certo controle do campo de batalha, e talvez por isso eu tenha tido uma certa aversão a fruta em um primeiro momento. Infelizmente já era tarde demais para ter outro poder, mas não era tarde demais pra trocar meus métodos do combate. Claro, me acostumar a não ceder à impulsividade seria um trabalho mais a longo prazo, mas era importante eu já começar a planejar meus passos, mesmo que só um pouco. Felizmente eu já havia sido forçado a fazer isso nas últimas missões que participei, então não seria uma mudança tão repentina.

Ao menos quanto a uma coisa Roy estava certo, eu precisava ver com G nosso plano de ação logo. Após ouvir todas as explicações, não havia porque continuar lá treinando como se nada estivesse acontecendo, nos podíamos topar com os piratas a qualquer momento, então óbvio que fui em busca do meu companheiro. Após é encontrar e ouvir tudo o que ele tinha a falar, não havia outra reação possível sem ser encara-lo com uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] - Mano, você fumou merda? Lá tem vários civis, inclusive uma nobre que nos precisamos prioritariamente resgatar. Nos não tempo só missão de acabar com os piratas, mas também de levar os caras em segurança até a tal Mauacum. Fora que os piratas poderiam muito bem usar os caras de refém - Diria, tentando ser o mais didático possível, pra que ele se tocasse da merda que tinha acabado de falar - Fora que agir só com os músculos contra um cara conhecido por ser um estrategista é pedir pra tomar no cu. Nos podemos não fazer um plano melhor que o dele, mas podemos dificultar o trabalho pra ele, fazê-lo dividir as atenções e perder por velocidade de ação. Nos estamos indo até ele, não o contrário, então, diferente de nós, ele não tem noção de quem está enfrentando - Terminaria, esperando que ele ao menos tivesse acompanhado a linha de raciocínio. Considerando que ele teve uma ideia, eu esperava que sim. Eu permaneceria apenas olhando o que ele fazia, aparentemente fazendo questionamentos aos tripulantes, o que, independe do que ele queria fazer, seria uma boa se quiséssemos separar em grupos. Ao mesmo tempo que observava suas ações, buscaria Rin com os olhos; como ele havia chamado os tripulantes para se reunirem, ela provavelmente viria também, e eu não a via desde que embarcamos. Eu e Rin éramos bem próximos, então ela era a primeira pessoa que eu pensava em compartilhar minha angústia e ideia quanto a minha Akuma no mi.  
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptyDom 28 Abr 2019, 14:41


Roy olhava para Lars deprimido –“Não tem graça se você me irritar”- cochichava ele antes de desaparecer da vista do tenente, logo o Sparkbolt saia do quarto procurando seu companheiro, no fim eles se encontravam no convés após cinco minutos, uma conversa amigável era estabelecida por Gran, mas Lars não tinha outra opção além de criticar sua ‘estratégia’ para invadir o barco.

Magnus pensava por alguns minutos após o termino das falas de Lars, em seguida todos os marinheiros que passavam por perto escutavam um grito do tenente, durante dez minutos o silencio predominava o local, afinal todos os marinheiros esperavam seu superior começar a falar.

Enquanto os marinheiros ainda não chegavam o Sparkbolt procurava sua companheira, ele a achava perto de Mayu, porém seu visual estava alterado –“Oi Lars, o que estão fazendo?”- eram as primeiras falas da navegadora ao se aproximar de Lars, ela esperava por uma resposta até perceber que ele não a reconhecia –“Lars? Sou eu Rin, eu cortei meu cabelo e coloquei lentes de contato, mas não estou tão diferente assim! Eu nem posso vestir minhas roupas novas, por causa do uniforme!”-  a baixinha falava levemente irritada enquanto olhava para seu amigo.

Rin:
 

Todos os marinheiros presentes no barco já estavam em volta de Gran, seu grande discurso finalmente começava até ele escolher um marinheiro esguio, completamente careca que tinha um log pose em sua mão –“Só sei o básico com machados Senhor, o único hobby que tenho é navegar pelo mar”- ele dizia com um leve desânimo, vendo que já não tinha mais respostas ele observava novamente seu log pose que estava estranho, por algum motivo sua agulha girava sem parar.

Uma marinheira de cabelos escuros um pouco mais baixa do que Magnus se aproximou do mesmo –“Com licença senhor”- ela falava com certo nervosismo e durante alguns segundos ficava quieta como se estivesse pensando no que falaria –“Eu sou Luna, sei lutar com pistolas.... e..... sei me disfarçar e infiltrar nos locais”-. Um terceiro marinheiro se aproximava, esse segurava uma bola colorida e tinha cabelos avermelhados –“Na verdade ela queria ser uma agente do governo, mas não teve coragem de se alistar no final”- esse marinheiro falava como se estivesse brincando –“Hey, eu só não virei uma agente porque queria conseguir mais experiência como uma marinheira antes”- Luna falava irritada e saia de perto do homem da bola.

-“Meu nome é Boh, eu trabalhava como palhaço e trapezista em um circo, mas dai me cansei e entrei para marinha”- ele começava a apontar para Luna –“Luna é uma amiga de infância”- por um tempo ele parava enquanto procurava alguém –“Aquele cara ali, é outro amigo meu, seu nome é Libty, mas nós o chamamos de ferreiro maluco”- ele apontava para um marinheiro sujo de carvão com um balde em sua mão –“Esse cara praticamente anda com tudo que é preciso para se forjar qualquer coisa, possivelmente o quarto dele já deve estar com seus equipamentos”-.

-“Por fim temos o”- novamente ele parava suas falas procurando outra pessoa  -“Senhor!!! Me chamo Willian, sou um sargento, infelizmente não tenho nenhum Hobby ou coisa assim, a única coisa fora do comum é que gosto de lutar com escudos!!!!”- um homem musculoso com cerca de 2 metros berrava ao lado de Magnus e Boh –“Era dele mesmo que iria falar, bem eu sou um sargento da mesma forma que Luna e Libty, agora os outros marinheiros penso que ainda não conseguiram alguma promoção”- O palhaço se distanciava até resolver fazer uma pergunta novamente –“Se me permitir fazer a pergunta, porque nos chamou?”-.


legenda:
 

cartaz Artur:
 

cartaz Alastor:
 

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Última edição por Flame Spearrow em Sex 03 Maio 2019, 22:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptyDom 28 Abr 2019, 22:56

Calmaria Antes Da Tempestade - Parte III

Após ter descarregado todas as minhas irritações no tal Roy, eu acabei me pegando pensando... Porque eu não havia feito isso antes? O cara já estava me atormentando a um tempo, mas por algum motivo eu só ficava calado, o que me deixava preocupado com o quanto aquele sistema militarizado filho da puta da marinha estava me adestrando. Agora, o mais incrível, foi o resultado quase imediato quando eu decidi finalmente o confrontar; ele não só parecia ter recuado, como disse que não iria mais me sacanear! Tá bom, tá bom, não foi exatamente  isso que ele disse, estava mais pra um "assim você tira a graça" do que pra um "desculpa, não vou perturbar mais", mas ainda era um puta de um início. Se isso era algo que o incomodava, o confrontar digo, isso significava que eu só precisaria rebater todas as ofensas que ele mandasse que eu acabaria rindo por último! Era bom ter um plano pra fazer babacas saírem com o raio entre as pernas, só esperava que eu conseguisse seguir essa linha de raciocínio sem acabar pulando no pescoço dele antes.

Feliz ou infelizmente, naquele momento eu tinha algo mais importante para resolver, e esse era o que nos faríamos quando finalmente alcançassemos o navio. Eram muitas opções, mas poucas realmente viáveis, especialmente por estarmos enfrentando um criminoso aparentemente conhecido por ser sagaz. Eu até tinha algumas ideias, mas elas dependiam muito das capacidades do pessoal que havia vindo conosco, entao, naquele momento, não seriam tão relevantes, ao menos não antes de Gê fazer aquela suposta pequena entrevista com os caras. Eu estava perdido me pensamentos quando uma garota veio se aproximando de forma bem casual, me questionando e sabendo até meu nome. Por alguns segundos a encarei com os às sobrancelhas cerradas, tentando me lembrar se a conhecida de algum lugar, até que ela percebeu minha confusão - RIN, EU MAL TE RECONHECI! Caralho, você tá lind- COFF COFF COFF - Uma falsa tosse interrompia minha fala um tanto sincera e invasiva - Quero dizer, esse novo visual combinou com você. Err... Eu tô esperando pra ver o que o Gê vai conseguir, talvez seja alto proveitoso, sei lá -  Respondia a minha companheira, tentando mudar o assunto rapidamente para o que ela havia puxado inicialmente. Só esperava que desse certo.

Se teve uma coisa que eu percebi ao observar Gê fazer seu showzinho, era que no geral o nosso pessoal estava bem mal estruturado. Haviam só nos de tenentes, um bocado de sargentos, e muitos soldados, o que sinceramente não parecia o tipo de esquadrão que seria designado por um vice almirante pra resolver um problema como aquele. Normalmente eu cogitaria falta de pessoal no QG, especialmente depois daquela doença que havia sido lançada lá a um tempo, mas, porra, não era possível que só houvessem aquilo de sargentos é tenentes no QG, puta que pariu. Parecia que só tinha gente idiota, isso incluía o palhaço, estranha, o que também incluía o palhaço, e/ou que queria mesmo era ser agente do governo, o que também incluía a caralha daquele palhaço. Pelos mares do Norte, o que diabos a desgraça de um palhaço ex-trapezista com tesão pelo governo fazia na marinha, e pior, como sargento? Parecia que os requisitos pra ser promovido estavam cada dia mais baixos, o que me fazia questionar como meu tio Spaick ainda era Sargento, porque só a perna feridade não justificava ser comparado com aquele palhaço, uma vez que as habilidades com espada dele com certeza deveriam ser superiores a qualquer coisa que o nariz vermelho fosse fazer. Se não bastasse tudo isso, parecia que geral era amigo e os caralho a quatro, então não só estávamos lidando com um bando de malucos, mas com uma panelinha de malucos, o pior tipo de panelinha que poderia existir.

"Calma, Lars, lembre-se do que você havia prometido a si mesmo, você vai fazer um plano de ação, nem que tenha que tirar leite de pedra! Você vai conseguir organizar esse pessoal!" - Eu repetia mentalmente para mim mesmo, tentando ao máximo me dar motivações pra seguir naquela desgraça de navio sem surtar, já que não tinha muito o que fazer além disso. Mais do que questionar a sanidade daquele pessoal, eu já estava duvidando da sanidade do vice-almirante ou de quem quer que seja que houvesse reunido aquele pessoal, porque aquela quantidade de gente estranha reunida não podia ser coincidência. Infelizmente não tinha como eu fazer nada parecido com uma substituição de última hora, então o jeito seria jogar com as cartas da mesa. Após esperar Gê terminar o que quer que estivesse fazendo, pediria licença a Rin e iria até meu companheiro Tenente - Hey, já terminou? Tem um minuto? Queria falar contigo sobre nosso plano de ação - E, assim que ele me desse ouvidos, falaria para ele e apenas para ele - Então, acho que não preciso nem dizer que não podemos perder tempo quando formos agir, né? Nós vamos ser uma surpresa maior para eles do que eles para nós, já que nós que vamos os atacar. Se conseguirmos manter um ritmo frenético para os impedir de reagir ou retalhar a tudo, por mais que eles tenham um bom plano, significaria que a vitória estaria em nossas mãos, concorda? - Iniciaria com conceitos básicos, para que ele pudesse acompanhar minha linha de raciocínio com maior facilidade.

Tendo a confirmação de compreendimento dele, ou algo próximo a isso, prosseguiria. - Então, o que eu pensei seria uma abordagem levemente semelhante à da nossa missão: Duas equipes. Uma comigo, Mayu, Luna e o tal navegador, e a outra com você, Rin, e o resto do pessoal. Minha equipe visaria adentrar no navio e chegar até a sala de controle, onde eliminaríamos os perigos lá, faríamos o navio retornar seu rumo para Mawakun, e protegeríamos o local de contra-ataques; enquanto vocês tentaria, chamar o máximo possível a atenção inicial dos piratas, e talvez reduzir ao menos um pouco os números deles. Inicialmente eles provavelmente atacariam vocês, mas se meu time conseguir por o navio para voltar a se mover, isso significaria que meu nós viraríamos o alvo. Porém, se eles tentassem vir até nos, ficariam vulneráveis ao ataque do seu time. Uma vez que eles percebessem que somos duas equipes, já seria tarde demais, eles ficariam encurralados entre as duas frentes, e teriam que dividir suas forças também se não quisessem perder nem os reféns e nem a posição. A questão é, se eles dividirem suas forças, provavelmente será pela metade, para não correr o risco de ficar com pouco poder de um dos lados, mas nos não teremos uma divisão igualitária. Nesse caso, desde que meu time conseguisse segurar o avanço das forças piratas, seu lado conseguiria os derrotar é pressionar com maior facilidade até nos alcançar, e assim nos sufocaríamos eles. O que acha? Seu que é muita informação, mas eu precisava te contar antes que eu mesmo me perdesse no meio das minhas ideias - Encerraria, realmente esperando que ele tivesse entendido tudo, porque contar mais uma vez não seria muito amigável com minha garganta.

Depois do meu monólogo, deixaria Gê pensando um pouco no assunto, ele talvez soubesse jeitos de melhorar a tática, e iria resolver meu outro "problema". Fazia um tempo que eu andava percebendo que meu estilo de combate não estava lá muito satisfatório, especialmente quanto a parte defensiva; eu não era lá o tipo com reflexos tão grandes para conseguir me esquivar de ataques corpo a corpo, quanto mais de arma de fogo, mas bloquear com a arma era algo tão falho que eu me surpreendia que havia chegado até ali sem nenhuma cicatriz permanente. O ponto que eu quero chegar é, eu precisava de jeitos de reinventar meu estilo de luta, e tentar escudos pra mim parecia uma ótima ideia. Após o pessoal que Gê reuniu se dispersar, eu iria atras do cara que comentou do escudo, e chamaria sua atenção, levando o a um canto mais afastado para impedir dos seus gritos escandaloso chamarem a atenção de todo mundo em volta - Sendo bem direto, quero que você me ajude a aprender a lutar com escudos. Nessa missão que vamos certamente haverão reféns, e ter só uma pessoa capaz de defender o pessoal indefeso nem de longe é o suficiente. O que me diz? - Pela apresentação do mesmo antes, ele parecia ser o tipo que se animaria em ensinar os outros seus conhecimentos peculiares, mas, caso não estivesse tão disposto, eu não estaria com paciência para perder meu tempo ali - Olha, você tem duas opções: Encarar como treinamento para quando entrarmos em ação e me ajudar na moral, ou esperar eu te dar ordens como seu superior, e eu realmente não tô afim do segundo caso. Sério vez, o básico, eu não tô interessado "segredos milenares de uso do escudo" ou coisa do gênero - Diria, com um sutil toque de ameaça.

~Treino Perícia Escudista~

Após meu treino com o cara dos escudos, eu já me sentia um tanto mais confiante quanto minhas habilidades práticas, embora eu soubesse que só ganharia experiência real quando usasse os conhecimentos contra inimigos de verdade, mas, bom, era um começo. Após o treinamento, nem ferrando que eu voltaria ao treino com a lança, uma vez que já estava cansado, então era hora do treino mais detalhado: prosseguir meu treino com a mão esquerda. Eu buscaria pelo navio folhas de papel e um lápis, e as levaria a meu quarto apara treinar a escrita; caso não achasse, iria até Gê pedir as dele emprestado, pois da última vez que havia o visto matando tempo, ele estava com um bloquinho e lápis. Com os materiais e já no meu quarto, iniciaria tentando escrever meu nome com a mão esquerda, mas, por mais que eu soubesse que não seria uma tarefa fácil, tinha confiança de que essa primeira etapa não seria grande coisa. Depois disso, começaria a tentar escrever palavras diferentes, cada vez mais complexas e com letras diferentes, para ir treinando os reflexos da mão a se acostumar com aqueles movimentos.
Para o Avaliador:
 

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptySeg 29 Abr 2019, 22:15

Do inglês:Estrategy



O jovem tenente estava acabado. Logo depois dele juntar todas suas forças para continuar sorrindo e fazer aquela proposta maluca para Lars, o rapaz esperava que estivesse claro de sua parte o fato de aquilo não ser completamente sério. Magnus levou seu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e começou a chiar ouvindo o “sermão” de Lars.

– Eu tava só brincando! Não é a nossa primeira missão desse tipo, lembra? Eu sei bem com o que nós estamos lidando aqui... Só que... Já é a minha quarta missão seguida que tenho que proteger ou recuperar algo importante... – Ele cruzou seus braços e fechou os olhos. – No fim, parece que toda vez que a gente se livra de uma dessas, outra, bem mais difícil surge. Eu queria que ao menos uma vez nós não tivéssemos esse tipo de coisa atrapalhando.

Depois de discutir sobre o plano com Lars, Magnus finalmente pode conhecer a atual tripulação daquele barco. O rapaz ouvia atentamente a apresentação de cada membro enquanto segurava seu queixo e encarava o chão o convés com uma expressão mais séria e pensativa. Ao ouvir a apresentação da sargento Luna, um pequeno sorriso se manifestou no canto de sua boca. Algo de bom parecia estar cozinhando em sua cachola e Magnus estava gostando do “cheiro” daquela “receita”. Em seguida o palhaço trapezista se apresentou, fazendo o sorriso de Magnus se tornar ainda maior. Boh citou outro ferreiro no barco, e o tal ferreiro maluco atraiu os olhos do tenente, que se mostrava consideravelmente confiante. Por fim, William fez questão de se apresentar, o que fez os olhos de Magnus brilhar.

– Eu tenho um plano...

Ele tirou a mão de seu queixo e ficou ali parado, um bom tempo, sorrindo. De repente, Lars se aproximou para passar uma ideia sobre o plano. Magnus por sua vez mostrou seus dentes em um grande sorriso.

–É um ótimo plano de ação, mas tive uma outra ideia para a abordagem. Preste atenção. – Ele respondeu, ouvindo a pergunta de Boh ao fundo. – Veja bem, meu caro Boh. Vos chamastes até aqui pois nós temos um plano! – Ele exclamaria, apontando para Boh, de forma dramática. – Bom, acredito que saibam sobre o que se trata está missão, mas gostaria de repetir. – Ele levaria o punho até sua boca, cobrindo-a, e limparia sua garganta. – Nos temos uma situação envolvendo reféns aqui, então a minha proposta é... Nos disfarçarmos e infiltrarmos aquele barco. O segredo do plano está por trás do disfarce, mas só irei revelar quando estiver pronto, já que não pretendo estragar a surpresa. Inicialmente, Mayu, Rin e a nossa amiga agente ali formaram o grupo principal, enquanto Lars e o loirinho; eu e Luna; William e nosso querido navegador constituíram os grupos adjacentes. O nosso querido ferreiro maluco fica por aqui tomando conta do navio. – Ele daria uma pausa, e aguardaria o pessoal processar a informação, enquanto ostentaria um sorriso bobo em sua face. – Bom você deve estar se perguntando: “Mas e eu, tenente. O que eu vou fazer?” e a resposta é bem simples, meu caro Boh. Você será o nosso coringa! – Ele dispararia, mais uma vez apontando para Boh de forma dramática. – O plano é que os grupos se espalhem pelo navio com o objetivo de coletar informações, tendo em foco a localização dos reféns e a sala de controle. Enquanto isso, nosso amigo trapezista aqui terá que despistar os piratas do barco e usar suas capacidades acrobáticas para alcançar o ponto mais alto do barco e se ocultar por lá para ter uma visão ampla de todo o local e o elemento surpresa como vantagem. Você só deverá atacar se A: Alguém tentar sair voando e você puder atacar ou B: O nosso grupo acabar se estrepando no meio da invasão. Os outros detalhes eu irei passar para vocês assim que tiver ajustado algumas coisas para partirmos. – No fim, ele se viraria para Lars e ergueria seus dois dedões, mostrando um duplo “joinha” pro seu companheiro.  No fim, ele se viraria para Luna e se aproximaria da garota. – Luna, preciso que me ensine tudo que sabe sobre disfarces, pois hoje você será uma agente. – Se ela aceitasse, ele a levaria para um local em que pudessem praticar em paz e iniciaria o aprendizado.


Treino Perícia Disfarce


Assim que terminassem, ele partiria em busca do tal ferreiro maluco e ao encontrar-lo, Magnus o abordaria. – E ai, meu chapa! Gostaria de te pedir dois favores, pode ser? – Ele cruzaria seus braços e aguardaria a sua resposta. Se ele aceitasse, Magnus sorriria como sempre faz. – Certo, primeiro, poderia me emprestar suas ferramentas? Eu preciso de um equipamento melhor pro combate. – Ele se sentaria, e prosseguiria. – Além disso, você poderia juntar todo pano branco  dentro do barco e costurar hábitos de freira? Você sabe... As roupinhas... E não se segure se precisar usar uniformes extras jogados por ai. – Se ele fosse conivente com os pedidos, Magnus reuniria toda a tranqueira e forjaria uma Katana usando sua Aldebaran como base e acompanharia o progresso dos preparos.

NPC ACOMPANHANTE:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptyTer 30 Abr 2019, 23:10


Lars se afastava de sua amiga e ia em direção de Magnus abordando-o com uma estratégia, logo após Gran falava sobre sua ideia e contava qual seria a participação de cada membro, todos que tinham seus nomes mencionados acenavam ou falavam algo para sinalizar que estavam entendendo, durante a pequena pausa o loirinho demonstrava uma pequena aversão por ter que ficar no mesmo grupo que Lars.

Boh escutava atentamente seu papel na missão com um sorriso estampado em sua cara –“Só posso atacar nesses momentos? Muito bem, você é o chefe”- ele parecia bem desanimado, mas só parecia, afinal assim que se distanciou dos tenentes ele já começava a se aquecer subindo no mastro do navio, todos os outros membros da tripulação começavam a se distanciar pouco a pouco com exceção de Willian o qual ficava parado sem nenhum motivo aparente –“Estou esperando as próximas ordens senhor!!”-

Lars


O tenente se aproximava de Willian e o levava a borda do navio –“Eu ensinarei com vontade senhor!! Se essa é a sua ordem eu a farei de bom grado!!!!”- seus gritos ficavam mais altos a cada palavra –“Peço que o senhor me espere enquanto eu vou buscar um escudo reserva!!!!!”- bons minutos se passavam até que ele voltasse com dois escudos rústicos com somente um único adorno o símbolo da marinha, Lars e o sargento acabaram passando cerca de duas horas treinando tudo o que fosse possível, desde coisas simples como as formas básicas de se segurar um escudo até mesmo meios de se proteger junto de outra pessoa.  

-“Isso é tudo o que sei Senhor!!!!!!!! Se minha ajuda for necessária para mais algo basta me chamar!!!!!!!!!”- Willian estava gritando bem mais alto do que no começo dos seus ensinamentos, deveria ser sua excitação por poder estar ajudando um de seus superiores.  Agora o Sparkbolt tinha mais um objetivo, treinar sua mão esquerda e logo começava a buscar materiais para utiliza-los, nada que fosse tão difícil de serem encontrados, eles estavam literalmente jogados no caminho para cozinha, já em seu quarto Lars passava cerca de trinta minutos para se acostumar a escrever como um canhoto, embora ainda não fosse o suficiente para utilizar sua mão perfeitamente ainda era um grande passo, ele continuaria escrevendo outras palavras até um grito súbito na porta de seu quarto –“Tenente Lars!!!! Quer alguma coisa???!!!!!! Uma água??!!!! Um café????!!!!!!”-.

Gran


Enquanto Lars abordava Willian, Gran conversava com Luna –”Claro que.....  ensino  senhor Magnus”- o tenente não perdia tempo e já levava a marinheira para um local mais silencioso, mais especificamente para trás do navio, lá nenhuma pessoa passava e os gritos de Willian não os alcançavam. Durante duas horas o espadachim ouvia tudo o que Luna tinha a dizer, falando os principais conceitos para se disfarçar e contando suas experiências.

-”Até.... logo”- Luna se despedia rapidamente e observava Gran saindo do local, o tenente procurava pelo ferreiro, este estava na áreas dos quartos com um balde cheio de água preparado para entrar em seu quarto –“Pessoalmente não gosto de deixar as pessoas mexerem no meu equipamento sem minha supervisão, mas como você é meu superior pode usar”- o ferreiro dizia enquanto empurrava o balde d’água para Gran –“Roupas de freira? Vou fazer o meu melhor, se vir a Luna peça para que ela me ajude”- Libty saia começava a abrir todas as portas em busca de panos brancos até sair da vista de Magnus.

Em seu quarto Gran encontrava tudo organizado, um saco de carvão em um canto do quarto, a fornalha se posicionava do lado oposto, nas paredes vários martelos, pegadores, algumas brocas, entre muitos outros, e no chão algumas barras de metais cada uma com seu nome. Durante uma hora o marinheiro forjava uma espada muito parecida com Aldebaran, mas possivelmente melhor. O ferreiro maluco havia entrado no quarto cerca de vinte minutos antes de Gê terminar a espada –“eu e Luna estamos costurando no convés, depois se quiser ver como está basta ir lá”-.


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptyQua 01 Maio 2019, 17:20

Plano De Ação - Parte I

Meus dedos, entrelaçados no lápis, se movimento em meio ao papel, tentando cada vez com mais vontade e fúria escrever uma palavra minimamente reconhecível. Meu nome não foi um problema tão grande, uma vez que era curto e com letras bem articuladas, mas o resto? Urgh. Ok, não nego que o R e S tenham dado um pouco de dor de cabeça, mas depois de tentar umas dez vezes, seria uma vergonha se não conseguisse ao menos replicar o movimento certo das duas no meu nome. Se teve algo que eu percebi durante o treinamento de escrita, era que eu realmente não tinha costume de escrever; a prática nunca foi o meu forte, o que já deixava minha letra um pouco feia, tentar escrever nessa situação com a mão esquerda tornava um verdadeiro desafio tentar escrever sem fazer sem querer símbolos infernais de invocação. Pelo lado bom, uma vez que eu conseguisse fazer letras decentes coma mão esquerda, seria um sinal bem grande que eu estava tendo progresso, né? Eu só esperava que essa ligeira falta de agilidade nos dedos não acabasse dando algum problema pra mim na cozinha, o que eu duvidava, mas ainda dava um pouco de medo.

Se tinha uma coisa que me irritava mais do que a dificuldade que era escrever com a mão esquerda, porém, definitivamente eram os gritos de William, que infelizmente não me davam sossego nem quando eu não estava mais treinando com ele - Não quero não, valeu, eu tô ocupado - Dizia ao berrador, tentando ser o mais sucinto possível para evitar acabar me exaltando sem querer. Por mais que os gritos dele me irritassem, seria babaca da minha parte surtar com o cara depois de ele ter me ensinado e ajudado a manusear escudos, ainda mais considerando que ele estava apenas tentando ajudar. Mas... Não, por mais que eu talvez parecesse um pouco rude, preferia afastar ele assim, pois seria menos pior do que acabar explodindo ali. Ao menos aquela voluntariação de William mostrava o quanto ele estava disposto a ajudar, o que significava que ele provavelmente não se importaria de emprestar o escudo reserva dele na hora da ação, uma vez que eu estava sem condições de comprar um escudo pra mim no meio do mar, por motivos óbvios.

Se por um lado os berros de William me irritavam, ao menos algo de bom vinha do escândalo, que era me fazer esquecer do pronunciamento de Gê. Desde aquela hora as palavras dele ecoavam na minha cabeça, causando um misto de confusão e raiva. Disfarce? Quatro times? Eu e o Roy juntos? Gê havia claramente cagado para o que eu havia falado pra ele, e havia divulgado a própria ideia como se fosse o plano oficial, sem nenhuma discussão comigo! Eu havia dito minhas ideias para ele de forma privada justamente para discutirmos, porque nos dois éramos os tenentes responsáveis, eu queria colaborar com ele para que pudessem aprimorar o plano e vir com algo melhor, mas Gê parecia não ligar para aquelas coisas. Pior ainda, ele sequer havia dito o plano todo, nem pra mim nem para os subordinados, sem nos deixar saber,os se o plano eram bom ou não; o cara simplesmente mandou um "vamos seguir meu plano, nele vamos nos disfarçar" e saiu com isso no ar como se fosse só o que bastasse. Se quando eu era soldado eu já me emputecia quando tinha que seguir as ordens e planos de alguém sem saber o objetivo geral, imagina agora que o cara que fazia isso era justamente um igual, que deveria ter dialogado comigo?! Independente do plano ser bom ou não, eu me recusaria a simplesmente seguir a ideia que ele impôs, e faria Magnus ter bastante noção de que ele não estava sozinho no comando do navio.

Algum tempo depois, os pensamentos finalmente me consumiam, e eu desistia de continuar o treinamento com a mão esquerda, ao menos por enquanto. Guardaria as coisas e me levantaria, disposto a ir atras de Gê ter uma bela conversa com o rapaz, porque ele havia passado dos limites. O barco era grande eu não sabia exatamente por onde procurar, mas tinha duas pistas. Eu sabia que ele é Mayu eram bem próximos, e sabia que ele sabia forjar. Eu procuraria ele de forma geral pelo navio, mas caso, não o encontrasse, passaria a fazer uma busca mais detalhado; caso encontrasse Mayu, a questionaria - Mayu, você sabe onde o Gê está? Ou ao menos viu ele recentemente? - E seguiria para onde ela indicasse, se tivesse uma resposta positiva. Caso ela não soubesse, o lugar indicado não desse resultados ou se eu sequer a encontrasse, iria até minha última alternativa: Perguntaria a algum dos sargentos onde era o quarto o tal ferreiro, e verificaria lá. Uma vez que encontrasse Magnus, me dirigiria até ele, erguendo minha voz para ele me ouvir - Gê, nos temos que conversar. Agora.

Uma vez com a atenção de Gê, eu começaria a repreende-lo - Cara, que porra foi aquela no convés mais cedo?! Você tá achando que tá liderando essa missão sozinho?! Eu tinha te chamado para discutirmos nosso plano de ação, e você não só me ignorou, como decidiu que usaríamos o seu plano sem me consultar, e divulgou isso para os sargentos e soldados! - Esbravejava, com inignacao clara na minha voz - Eu vou ser bem direto quanto a essa discussão: Eu não vou colaborar com plano algum que não tenha sido um consenso entre nós dois, muito menos um que só foi divulgado pela metade, entendeu? Primeiramente que só disfarces nem fodendo vão ser o suficiente pra por essa galera roda dentro do navio pirata; eles são fucking piratas, nos estamos em um navio da marinha e o capitão deles é sagaz, mesmo que caiam no que quer que você esteja pensando, eles não deixariam entrar mais do que cinco pessoas, e muito menos deixariam vagar livres pelo navio - Começaria a listar, tentando ser o mais didático possível, e dando tempo para ele raciocinar - Segundo, não existe chance alguma de eu ir com o "loiro". Nos já discutimos feio, e já deixamos claro que odiamos a presença um do outro. Se ficássemos juntos, seria mais fácil acabarmos nos atacando do que colaborando - Deiraria ele mais uma vez digerir a informação, antes de prosseguir - E por último, nós ainda precisamos escoltar os reféns o resto do caminho para Mawakun, não se esqueça disso. Se nos fizermos toda a batalha aqui no mar, no navio parado deles, vamos perder muito tempo, vamos estar no território deles e na posição que querem - Encerraria, finalmente terminando de sintetizar todas as minhas frustrações em palavras.

Eu encararia Gê, tentando ver se ele havia compreendido tudo - Então, acho que ficou bem claro, ou nos discutirmos essa merda, eu você se vira com parte do pessoal e eu com a outra. E, sinceramente, nesse segundo caso nos teríamos ainda mais chances de perder. Então, desembucha - Esperaria ele então se pronunciar, ter seu momento de fala, ou o que caralhos fosse. Cado ele tivesse voltado a razão e estivesse sendo cooperativo, iniciaria minha discussão com ele - Nã tem como nos nos aproximarmos deles ou sequer pensarmos em os enganar nesse estado. Eles veriam de cara. Eu posso, com minha Akuma no mi e alguns ajudantes, juntar material pra fazer um nevoeiro, mas tem um porém. Além do tempo de preparação, o único que eu teria como fazer seria um nevoeiro de álcool, e isso significaria que, caso a missão durasse mais do que o esperado, uma galera começaria a ficar bêbada. Inalar álcool é bem mais lento que ingerir, mas ainda pode causar efeitos colaterais. Panos cobrindo o rosto e comida e água para ingerirmos conseguiria retardar e diminuir os efeitos da embriagues, mas teríamos que ver com cuidado, por mais que seja algo que afetaria os inimigos também - Sugeriria, esperando pra ver o que ele achava. Ao final, também retornaria a minha ideia inicial - E eu ainda acho melhor que eu, Luna, o navegador e Mayu invadíssemos de outro modo. Eu, com minha Akuma no mim, conseguiria facilmente abrir um buraco no casco para entrarmos de forma sorrateira, enquanto você faça sei lá o que quer. Teríamos acesso fácil as partes inferiores, especialmente se fizermos o nevoeiro, e poderíamos ir analisando a área e eliminando vigias dos piratas. Isso tudo sem o risco de eles quererem ficar no nosso pé - Insistiria no grupo que eu havia sugerido, porque ficar com o loiro ou fazer aquilo que Gê queria que eu fizesse não haviam chances.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptyQui 02 Maio 2019, 23:34

Do português:Estratégia



Com o calor da forja, vinha o suor, e Magnus acredita que suar é a melhor forma de colocar seus pensamentos em ordem. Ele sentia que precisava pensar um pouco, já que todo aquele trabalho acabava se tornando bem indigno e infrutífero. Mesmo depois de tudo que havia feito para combater os problemas e as injustiças pelo mundo, Magnus sentia que o que fazia naquela organização não mudava nada. Por outro lado, Magnus sentia que o governo mundial tinha prioridades diferentes das dele, e talvez esse fosse o motivo de se sentir insatisfeito. O tenente não sabia ao certo o que fazer já que não podia raciocinar sobre a origem de seus problemas. O rapaz ficou encarando a lamina incompleta de sua nova criação, ponderando sobre aquela questão, até que Libty o tirou de seu transe anunciando sobre o progresso de sua tarefa. Magnus se manteve silencioso e apenas ergueu sua mão direita no ar, sem se virar para o ferreiro, enquanto juntava seu dedo indicador e polegar formando um circulo. Magnus pôs a espada de volta à fornalha e depois de longos minutos lixando-a, ele finalmente teve o produto final e era grandioso. Seu brilho era de encantar e suas curvas eram um charme. – Deneb... – Magnus murmurou, sentado de pernas cruzadas, se inclinando e apoiando sua cabeça sobre sua mão. Ficar sem dormir por tanto tempo acabou drenando toda sua energia e animo.

De repente, Lars entrou no quarto e começou a berrar como sempre faz. Magnus respirou fundo, sem sair da posição, pois não estava com muita paciência pra isso. Ele ouviu atentamente, se concentrando como nunca havia feito antes, até que Lars ameaçou seguir a missão de forma independente. Magnus por sua vez pegou sua nova espada e a guardou em sua bainha e ainda em silencio, se virou para Lars. – Você entra aqui, me enfrenta com xingamentos e ironia como sempre faz, no fim me ameaça com teimosia e quer que eu abaixe a cabeça e bata palma? Então escuta bem. – Ele lentamente se aproximaria de Lars – Toda minha boa vontade se esgotou junto da missão do Arko, então se achar apropriado, pega a porra do teu grupo e vaza. Tu não sabe o favor que estaria me fazendo, mas se realmente quiser discutir sobre isso, então abaixa a bola, pois eu me nego a discutir qualquer coisa com você enquanto aturo a sua viadagem! – Magnus o agarraria pela gola da camisa e o encararia no fundo dos olhos, mostrando sua fúria e seriedade no momento. Não muito após, ele o largaria e voltaria para onde estava sentado. – Sempre tomei cuidado para não maltratar você ou qualquer outro, não aceito que faça o mesmo comigo. – Ele se sentaria na mesma posição de antes.

– Primeiro, eu não dei ordens e nem disse que meu plano era absoluto e imutável. Sei que há grandes falhas, mas eu não tenho experiência nenhuma como esse tipo de coisa. Você sugeriu um plano de ação e eu concordei que era uma boa ideia, mas aquele plano não incluía uma forma de nos aproximarmos sem chamar atenção e o único jeito que acredito que seja viável é esse, mas em nenhum momento dispensei sugestões. Fiz questão de anunciar o meu plano assim que pude, pois não temos tempo a perder. – Ele suspiraria. – Segundo, você aponta “falhas” no plano, mas tudo que ouço é o que poderia acontecer no pior cenário possível. Nem eu, nem você temos informações sólidas sobre o que diabos está nos esperando dentro daquele navio. Então assumir que os piratas vão ser inteligentes, fortes e implacáveis a todo instante e que eles verão através do disfarce num piscar de olhos é ingênuo demais de todas as partes. Eles são pessoas, e pessoas também comandam o governo mundial. E olha só, uma organização tão “superior” vive deixando itens, arquivos e pessoas importantes cair nas mãos de piratas. Além disso, eu também não espero a boa vontade deles. Se nos depararmos com problemas, eu tenho certeza que a nossa equipe conseguira lidar com eles. Até porque eu tenho fé neles e em mim. Qualquer outro resultado pode vir a acontecer por um numero N de razões, então o que importa é o quão bem nós reagiremos aos problemas encontrados.– Ele daria uma pausa e se viraria para o rapaz loiro. – E por ultimo, não acha que é realmente mesquinho de sua parte não querer trabalhar com aquele agente lá fora por simplesmente não ir com a cara dele? Eu anunciei estar apto a seguir o mesmo plano que me rendeu uma bala na perna durante a ultima missão, enquanto luto ao lado daquela mulher que eu não suporto e você sequer pode fazer esse sacrifício? – Ele suspiraria novamente. – Bom, tanto faz. Diz ai o teu plano. – Magnus cruzaria os braços.

Lars por sua vez parecia querer criar uma névoa com sua akuma no mi. Parecia um bom plano para Magnus, porém, algo ainda incomodava. – É uma boa idéia, mas o líder deles tem uma akuma no mi que o permite se transformar em uma ave. Só funcionaria efetivamente se criasse instantaneamente uma névoa densa que cobrisse tanto o nosso navio quanto o deles, já que se apenas cobrir nosso navio, nós chamaríamos a atenção deles, e se só cobríssemos o navio deles, seriamos descobertos quando o líder deles sobrevoasse a névoa. Também teríamos que agir bem rápido, pois o vento pode soprar a névoa pra longe, e daí o plano vai por água baixo.

Magnus, refletiu, refletiu e refletiu. Ele estava de cabeça quente naquele momento, e nesse estado ele costuma ser bem teimoso, mas ele sempre soube reconhecer esses momentos. O rapaz então se levantaria e sairia em busca de Luna e Libty. – Pessoal, me desculpe por fazer-los perder seu tempo, mas ocorreu uma mudança de plano. A partir de agora o Lars que vai passar o plano de invasão. - Ele então se aproximaria da dupla e se inclinaria. - Mas não se livrem das roupas, nós ainda podemos precisar delas. - Ele sussurraria.-  Se precisarem de mim, eu vou estar lá dentro dando uma cochilada. Divirtam-se. – O rapaz faria como havia dito e retornaria para o quarto onde havia discutido os detalhes da missão com a agente de cabelos negros. Ao chegar lá, ele descansaria seus olhos, deitado sobre a cama,  até que finalmente avistassem o navio e a missão começasse.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptySex 03 Maio 2019, 22:55


-”Certo!!!! Se precisar de algo basta me chamar!!!!!”- Willian respondia a Lars e o seus gritos iam ficando mais baixos. Um bom tempo se passava até que o Sparkbolt finalmente decidisse ir atrás de seu companheiro para resolver os assuntos pendentes. Gê não aparentava estar em nenhum lugar, forçando o cozinheiro a perguntar para dois tenentes que estavam por perto o ferreiro e Luna –“Fica por ali.....  é o terceiro quarto”- a marinheira o respondia enquanto costurava roupas de freira com seu companheiro.

Finalmente encontrando o quarto Lars entrava e avistava Magnus, uma discussão se iniciava rapidamente, cada tenente demonstrava suas intenções sobre o plano, nesse momento Libty entrava no quarto e ouvia um pouco da discussão –“Com licença, terminamos o que foi pedido Senhor Magnus”- dizia ele claramente desconfortável por ter visto a cena, ele rapidamente fechava a porta e permitia que a discussão continuasse.

No fim Magnus saia do quarto claramente irritado, ao ver os marinheiros Gran se aproximava deles para contar a mudança de planos –“Certo......... Bom cochilo”- Luna não aparentava entender a troca de planos, Libty por outro lado observava Gê desconfortavelmente, rapidamente Magnus encontrava o quarto para poder dormir por algum tempo.

Lars saindo do quarto já era abordado pelos dois sargentos –“Bem....... Como vai ser a missão agora?”- Luna já começava a questiona-lo demonstrando uma leve ansiedade, o ferreiro se mantinha inquieto e olhava para todas os lugares menos na direção de Lars –“Senhor!!!! Finalmente te achei!!!!! Iria perguntar se você quer Algo!!!!!!”-  Willian aparecia novamente mostrando estar preocupado com o tenente, três dos quatros sargentos estavam por lá, poderia ser momento perfeito para Lars comunica-los sobre como seria o novo plano.

Gritos súbitos acordavam Gê e chamavam a atenção de Lars –“Avistamos o barco!!!!!!!!”- todos os marinheiros estavam começavam a correr procurando alertar seus superiores –“Senhor.... Acho que chegou a hora...... precisamos do plano.....”- Todos os sargentos estavam preocupados –“Tenente Lars! O navio foi encontrado, está completamente parado, não acho que deva ter nos visto ainda! Devemos continuar ou paramos o barco agora?”- O confronto poderia começara a qualquer momento, os tenentes teriam algum plano e preparações prontos ?


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptySeg 06 Maio 2019, 17:18

Plano De Ação - Parte II

AQUELE MALDITO MISERÁVEL!!! Primeiro ele me ignorava e fazia um alvoroço pra divulgar seu próprio plano, e depois Ainda se fazia de inofente e vítima?! O filho da p*ta do Magnus naquele momento conseguia ser um arrombado tão grande quanto os maiores arrombados que já havia visto naquela desgraça de marinha, e isso estava sendo insuportável, especialmente por eu ter confiado nele. Em todas as missões que havíamos ido juntos, Gê sempre havia se mostrado alguém cooperativo e amigável, mas aquele que eu havia encontrado parecia até outra pessoa. Ele se ofendia até pelo menor dos palavrões, levava críticas ao plano como ofensas pessoais e retaliava com força, exatamente como o marinheiro mais odioso que eu já havia conhecido no meu tempo na marinha, Tenente Nolan de Wars Island. Não bastasse ele estar agindo quem nem o capeta do Nolan, o babaca Ainda teve a audácia de ir anunciar que eu faria o plano sozinho então, justo depois de eu falar que só participaria de um plano que fosse decidido por nos dois, quase como se ele achasse que eu apenas queria comandar geral naquela merda, mesmo eu tendo deixado claro que o problema não era esse. Daquele jeito estava insuportável colaborar com Magnus, e a situação definitivamente não ficaria daquele jeito.

Marchando furioso até o quarto do outro Tenente, após ele ter simplesmente decidido que tiraria um cochilo, logo me punha a pensar graças à distância do local; e se... Eu realmente tivesse sido ofensivo? Pensando bem, eu também havia me sentido ofendido e me irritei quando, em Wonderful, Kyo havia ofendido meu,plano e dito que não daria certo de jeito nenhum. Por mais que nesse caso eu houvesse efetivamente explicado o porque de eu pensar assim é descrito os problemas, seria ligeiramente hipocritamente da minha parte ficar TÃO puto com ele por causa disso. No final ele havia apenas ouvido eu fazer um monólogo de como o plano dele estava fadado ao fracasso, mas, por mais que eu estivesse certo, ainda assim foi algo um bocado duro, especialmente pelo jeito que eu falei. Além do mais, eu também estava sem muita paciência depois daqueles problemas rodos em Wonderful, o que, junto do meu mau humor constante, também havia causado meu surto, então eu meio que compreendia ao menos esse argumento dele, já que eu estava sofrendo do mesmo mal.

Depois de refletir, acabei percebendo que não seria uma boa ideia ir bater denovo na porta dele, ao menos não com a cabeça ainda quente daquele jeito, senão ia só acabar piorando a situação. Engolindo minha fúria, acabei decidindo esperar um pouco antes de ir falar com ele, e, na esperança de me acalmar, acabei me dirigindo mais uma vez a cozinha. Por mais que eu tivesse percebido que cozinhar fazia bem pros meus ânimos, eu também sabia que cozinhar ardendo de fúria não era uma boa ideia, e passar longe do fogão era essencial para não destruir aquele local. De fato, eu havia ido à cozinha mais pra comer alguma coisa, me concentrar em alguma atividade relaxante que me fizesse parar de pensar um pouco naquele problema com Gê, e como a primeira coisa que pensei foi me distrair com o paladar... Cá eu estava. Primeiramente beberia água, tanto pra me hidratar como para já começar a me distrair, quando eu então procuraria algo para beliscar na geladeira e estoque. Buscaria primariamente algo doce, mesmo que minimamente, mas sabia que era possível não ter nada, e nesse caso só procuraria algum biscoito básicão mesmo. 

Eu pretendia ficar lá algum tempo, mas logo minha distração foi distraída por uma comoção dos sargentos, se isso sequer fizer sentido. Indo rápido até eles, decidiria por tomar ao menos a iniciativa sozinho - Parem o barco o quanto antes! Temos que nos organizar antes de entrar em alcance de conflito, seria problemático se eles nos vissem e retaliassem antes mesmo de iniciarmos nossos movimentos! - Diria, e então me viraria para Luna - Tente reunir todos no convés, ou ao menos o máximo possível. Eu vou resolver uma questão com o Magnus, e precisarei de organização para quando eu voltar. Ah, após reunir quem conseguir, veja com eles para reunir todos os baldes do navio aqui, assim como cordas. O tal ferreiro deve ter algum, e eu duvido que não tenha um bocado guardado para que os recrutas usassem para limpar o convés. Vou querer que os soldados amarrem as cordas na alça dos baldes é coletam o máximo possivel de água do mar aqui, ok? Vou precisar quando voltar - E, então, faria exatamente o que eu disse que faria, me dirigiria ao quarto de Gê pra finalmente resolver as coisas - "Vamos lá, Lars, dessa vez esteja calmo. Não deixe a raiva estragar tudo denovo. Conte números primos" - Eu respirava fundo, enquanto contava - "Um, dois, três, cinco, sete, onze, treze, dezessete, dezenove, vinte e três..." - Reperis mentalmente, para ter certeza de que a raiva de antes não voltaria, e que eu pudesse falar com Gê na moral dessa vez.

Chegando no quarto dele, bateria na porta três vezes, e entraria caso não houvesse resposta ou caso a mesma estivesse aberta - Gê, você está aí? Olha, eu queria falar contigo - Me pronunciaria, dessa vez com um tom bem mais controlado, enquanto adentraria e buscaria a presença do outro Tenente, esperando ele prestar atenção em mim - Olha, eu não vou pedir desculpas por antes, porque eu ainda acho que eu não estava errado, mas... - Suspirava alto - Eu também acho que exagerei um pouco. Querendo ou não criticar usa ações, eu não precisava ter gritado daquele jeito - Me sentaria em algum local, nem que fosse no chão, antes de continuar - A questão é que... Antes de me juntará contigo, eu tive uns problemas muito pesados com alguns chefes meus, problemas que me marcaram muito negativamente. O jeito que você estava agindo, junto da falta de paciência que eu meio que também estava sofrendo, acabou me lembrando desses chefes que eu tive, e, bom, não trouxe à tona memórias muito agradáveis... - Ficaria um instante em silêncio - O que eu quero dizer é: Nos começamos essa conversa de forma muito ruim. Em nome do que nos já passamos juntos, seria possível tentar começar denovo? - Levantaria a sugestão no ar, na esperança de ele ter se acalmado depois do cochilo também. 

Com ele também mais tranquilo, mais uma vez retornaria a pauta de antes, mas dessa vez me militando para não me exaltar denovo - Olha, infiltrar um pessoal lá não é uma má ideia, mas nós precisamos dividir melhor as funções, entende? Não adianta mandar todo mundo, assim como não adianta tentar lutar só com quem consegue se infiltrar. Nós precisamos de um plano mais fechado, por isso é importante decidirmos isso juntos. Se eu olhar a situação por um ângulo e você por outro, podemos fazer um plano com o mínimo de falhas possível - Embora eu estivesse falando basicamemte o mesmo de antes, ou ao menos o que eu pretendia falar, meu tom agora era bem mais amigável - Fora que, nós precisamos olhar também pelo pior lado possível, pra sabermos como nos proteger dele, né? Eu não digo que seu plano não pode dar certo, mas sim que, se existe uma chance de falha, também deve existir um plano com ainda menos chances de falha, né? Nós temos que pensar juntos pra chegar nesse plano - Proseeguiria, me levantando - Se vamos tentar nos infiltrar, seria melhor que eles sequer soubessem que entramos, não? Não correria o risco de eles ficarem de olho em nós. Com minha akuma no mi eu consigo criar uma neblina de álcool para ocultar parcialmente o navio e qualquer bote que saísse daqui. Além disso, posso também conseguir por um grupo seleto lá dentro, ao abrir um buraco no casco e entrar por lá. O que acha? - Faria a sugestão, dessa veztendk certeza de perguntar a opinião dele, para que ele não achasse que eu não estava simplesmente fazendo um monólogo do que deveríamos fazer - Claro, seria bom se a atenção dos piratas estivesse em outra coisa, independente de qual abordagem de infiltração usemos, para não corrermos o risco de nos encontrarmos com muitos de vigia e acabaremos não conseguindo eliminar eles a tempo antes de avisarem os outros, mas essa é uma parte mais complicada. De qualquer modo enfrentariamos um problema com piratas fazendo guarda, o problema seria pensar em como não deixar eles terem contato com os outros. Alguma ideia? - Perguntaria, para saber se ele tinha alguma ideia.

Ao final, caso tivéssemos chegado em algum consenso, especialmente quando a eu por um grupo lá dentro pela parte inferior do navio, deixaria claro minhas preferências - Se eu pudesse escolher o pessoal que faria a invasão, tenho preferência por Luna, o navegador, Mayu e o ex-palhaço, nessa ordem de preferência. Mas se você quiser ficar junto da Mayu, já que se dão melhor, não vejo muito problema também, mas aí seria bom acharmos mais alguém decente pra vir junto. Sobre a névoa, eu precisaria de um esforço geral, e especialmente alguém pra coordenar os sargentos e soldados enquanto eu trabalhasse no efeito prático. Você já se pronunciou, deixou claro pra eles sobre sua posição, então seria ótimo se pudesse ajudar. Eu precisaria que eles ficassem catando constantemente uma boa quantidade de água do mar, tanto pra ser esquentada quanto pra eu transformar no alcool - Faria a explicação geral - Por você tá ok? - Caso ele não tivesse nada contra, faria mais um adendo - Ah, e seria bom que o máximo possível dos nossos tivessem algum pano trampando o rosto, pra retardar os efeitos do álcool do nosso lado. Acha que consegue resolver isso?

Caso tudo estivesse resolvido com Gê, hora de resolver a questão da névoa. Naquele ponto eu já esperava que houvessem ao menos arrumado as cordas e baldes, e me pronunciaria - Ok, nos precisamos de um meio de nos aproximarmos do inimigo sem nos tornarmos alvos fáceis. Eu vou criar um nevoeiro para nós, mas preciso de ajuda. Mantenham-se coletando o máximo possível de água do mar com os baldes. Se alguém aqui tiver o mínimo de conhecimento de cozinha, pegue uma parte dessa agua e ferva, para enfermos 70% da maior panela ou bacia que tiver nesse local. Entendidos? - E iria fiscalizar e ajudar a agrupar os baldes em algum lugar. Depôs de irem ferver a água, eu pegaria algum utensílio e começaria a misturar a água pra a transformar em álcool, especificamente em Moonshine, a bebida com 100% de teor alcoólico. Uma vez com a enorme bacia ou panela de água fervida trazida, mais uma vez me pronunciaria - Ok, seria bom arranjamos algo para cobrir o rosto - Esperando que Gê soubesse a como resolver isso, ou que algum deles pudesse resolver o problema. Após ao menos a maioria cobrir o rosto com panos, eu iniciaria. O que eu faria ali nada mais seria do que despejar os baldes de álcool um de cada vez na água fervida, antes de dar os baldes novamente para cometerem mais alguma, eu mais uma vez trabfirnstia em Moonshine e reiniciada o ciclo. A temperatura de ebulição do álcool normalmente já é bem menor do que a da água, e a água salgada precisa de maiores temperaturas para ferver e evaporar, o que significava que, o contato de ambos, o álcool entraria em contato com uma quantidade de calor bem mais alta que o necessário para evaporar. No processo de mudar de estado por ter sido aquecido por um líquido ao invés de só uma fonte de calor, o invés de virar um gás, ele tomaria uma forma mais densa e visível, a névoa, que se espalharia por um área maior do que o volume do líquido original, por ser um estado mais disperso. Me manteria nesse ciclo de transformar água em álcool, despejar pra virar névoa e devolver o balde pra ser enchido novamente ate que a névoa criada não só cobrisse nosso navio, como se expalhasse para as áreas ao redor, sendo levado pelo vento em direção ao navio inimigo, já que estávamos antes navegando em sua direção, e aproveitaria também para carregar meu Flavor Dial. Apos isso, com todos reunidos, mais uma vez me reuniria com Gê no convés - Então, atacamos agora?

Uma vez com tudo pronto, finalmente era hora de embarcarmos no bote. Juntaria minhas armas e equipamentos, e rapidamente iria até o cara dos berros - Uma última coisa, será que dava pra me emprestar um daqueles seus escudos reservas? Te devolvo no final missão - Pediria, já esperando que ele colaboraria mais uma vez aos berros, já que antes veio tantas vezes perguntar se eu queria algo. Após provavelmente pegar o escudo com ele, prenderia-o a parte traseira do cinto com as bainhas, próximo a espada e ao tridente, e seguiria em direção ao bote. Já esperaria me reunir com o pessoal lá, já que Gê se deu ao trabalho de falar com eles, então não tardaria a pegar os remos e baixar o mesmo, junto dos outros. Uma vez embarcados, dividiria os remos, e, é claro, eu também ficaria com um - Temos que seguir a névoa para nos mantermos ocultados, conforme o vento foi a levando em direção ao navio inimigo, então não poupem esforços na remagem. Se formos devagar ou rápido demais, podemos acabar saindo do nevoeiro. Seguiremos camuflados até o outro lado do navio, onde eu abrirei uma passagem com meu poder, ok? Lá dentro nos teremos que chamar o mínimo de atenção possível, nosso objetivo primário e aproveitar a distração que os outros causarão para achar os civis reféns e tirá-los da zona de perigo, assim como averiguar outros possíveis obstaculos, entendido? Resumindo, vamos nos infiltrar lá, e vocês foram chamados ou por terem perfil para esse tipo de aproximação, ou por terem conhecimentos que podem auxiliar com possíveis imprevistos. Tenho grandes expectativas, então evitem ao maximo me decepcionar - Encerraria, e então sinalizaria para começarmos a remar, finalmente nos aproximaríamos do navio, seguindo o nevoeiro. 
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptySeg 06 Maio 2019, 18:45

Blood lust



Aquele estava sendo um longo dia para Magnus. Sua cabeça pesava bastante com toda aquela reflexão e culpa. Ele sabia que estava errado desde o começo, por tentar tomar as rédeas e gritar com Lars daquele jeito, mas a frustração que sentia naquele momento por sentir que tudo que havia feito até aquele momento fora em vão acabou tomando conta, o deixando impaciente. Ele costuma guardar esses tipos de comentários para si, lentamente mitigando-as durante as batalhas, mas aquilo era o cumulo. O rapaz não costumava ficar tanto tempo sem dormir apropriadamente, e fazia um bom tempo que não mastigava algo para acalmar os ânimos. Estava difícil de dormir naquelas condições, já que aquilo tudo não saia da sua cabeça. Por isso ele simplesmente se sentou na beirada da cama e ficou encarando a brevemente exposta lamina de sua recém forjada katana. Ao ouvir os berros anunciando que chegava à hora de entrar em ação, ele fechou os olhos e suspirou bem fundo, devolvendo Deneb a sua bainha. Com sua vontade reunida, ele vestiria o boné encardido que havia recebido de Mayu, giraria sua espada em sua mão direita, a apoiaria em seu respectivo ombro, segurando a empunhadura de forma descontraída, e partiria para o lado de fora em ritmo acelerado, mas antes que tivesse a chance, Lars bateu a porta. Magnus ouviu com atenção o que ele tinha a dizer e já tinha suas palavras prontas. – Na verdade, eu que deveria estar me desculpando, então foi mal por ter gritado contigo antes... Eu meio que tava errado, mas a teimosia não me permitiu admitir... Eu também estive bem frustrado com outras coisas, mas você não tem culpa de nada disso então devo admitir que foi babaquice minha... Então prometo que sempre que estiver assim, eu vou tentar ser o mais aberto o possível. – Ele coçaria sua nuca com a mão esquerda, um pouco envergonhado por admitir assim os seus erros. – Então... Eu estava pensando em fingir um ataque ao navio deles enquanto vocês usam a névoa pra se aproximar com um bote. Daí nós avançamos juntos e criamos um ataque de duas frentes antes mesmo de alcançarmos o navio deles, como você havia sugerido. – Magnus aguardaria sua resposta, e se ele concordasse, ele sairia para anunciar para a tripulação.

– Certo senhores! Tá na hora da ação!Vamos ajudar com os baldes, galera. Luna, meu amigo carequinha e Mayu acompanharão Lars na invasão ao barco. Boh, William e meus amigos agentes ficarão aqui, se preparando pra batalha que nós vamos enfrentar daqui a pouco. Rin! Eu quero que você assuma o controle do navio, nós precisamos atrasar-los o bastante para que Lars consiga se infiltrar, então assim que a névoa for levantada, eu quero que você navegue para fora dela. – Ele cruzaria os braços e daria uma pausa, pensando. – O restante eu quero que preparem os canhões. Quero que mirem naqueles mastros como se sua vida dependesse disso e atirem o máximo que puder. Tomem cuidado para não atingir o navio diretamente, ainda não sabemos onde reféns estão e o nosso real objetivo é se aproximar para travar uma batalha. Além disso, para evitar futuras complicações, peço que cubram seus rostos com um pano. É um pouco difícil de explicar, mas confiem em mim. – Em seguida, ele se aproximaria de Mayu. –Boa sorte e tome cuidado. – Ele a afagaria com um sorriso e se afastaria. Em seguida, ele ajudaria o máximo que pudesse os outros marinheiros com as preparações. Se Lars tivesse outras idéias, Magnus apenas ajudaria com o que pudesse e daria o suporte necessário.

No fim, ele apenas se alongaria e respiraria bem fundo. O cheiro do conflito no horizonte fazia seu corpo tremer loucamente. Fazia um bom tempo que Magnus não tinha uma boa luta e ele sabia que o que estava por vir seria ótimo para ele liberar toda sua raiva.

Com esse pensamento em mente, ele se curvaria e deixaria uma aura azul lhe cobrir. Ele olharia a palma de suas mãos e deixaria um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escapar. Ao terminar as preparações, Lars o abordou novamente, questionando se o ataque já deveria começar. Magnus por sua vez, o olhou com aquele mesmo sorriso, mas tentando conter um pouco sua animação. – É... Mal posso esperar...

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 4 EmptyTer 07 Maio 2019, 22:14


Lars se encontrava na cozinha comendo alguns bombos quando finalmente deu sua primeira ordem a respeito do quer fazer – ”Sim senhor”- o navegador saia às pressas para parar o barco – ”Verei o que posso fazer” – logo a marinheira começava a instruir os outros marinheiros sobre o que fazer e rapidamente a movimentação no convés aumentava.

O Sparkbolt finalmente chegava ao quarto de Gê o qual já estava preparado para sair, durante alguns minutos os dois se desculpavam e definiam todos os detalhes para o plano. Em seguida os tenentes saiam do quarto e iam ao convés para passar as informações da missão –“Certo, deixe comigo”- Rin logo ia na direção do mastro para controlar o navio, todo o resto do pessoal se dividiu, uma parte pegava a água para Lars e a outra preparava os canhões.

Com a ajuda de um marinheiro de cabelos castanhos Lars aquecia a água e começava a transforma-la em álcool –”Senhor.... O que acha de usar aquilo?”- Luna apontava para as roupas de freira costuradas –”Acho que não vamos mais usar...... Posso corta-las e distribuir o pano”- em seguida Luna começava a recortar as roupas e dar os retalhos para cada pessoa do barco.

Com o término das preparações a névoa alcoólica finalmente foi iniciada, mas Lars precisaria perguntar algo a Willian antes de iniciar a missão –“Claro!!!!! Aqui está senhor!!!!!!”- O berrante entregava animado um de seus escudos –“Boa sorte!!!!!!!”-  Willian observava o grupo seleto de marinheiros entrando no bote, por fim o cozinheiro carregava seu Flavor Dial.

Já no bote a única opção de Lars era remar no tempo da névoa, o vento soprava a nuvem de álcool em uma velocidade mediana não permitindo que ele fosse muito rápido mais que também não fosse muito lento.  Antes que Lars chegasse Rin começava a movimentar o navio e os soldados disparavam balas de canhões, grande parte das balas erravam o alvo e caiam na água dificultando ainda mais o trabalho do Sparkbolt.

De todas as balas disparadas apenas uma acertou um mastro, embora mais dois ainda estivessem de pé, era óbvio que ainda continuariam a disparar, porém uma figura distante chamava a atenção de todos, era um homem com asas no lugar do braço que estava no ar, não seria necessário usar lunetas ou utensílios assim, todos podiam saber que aquele era Artur, quando ele finalmente desceu Willian voltava a perguntar –“Devemos continuar atirando Senhor??!!!!!!”-.

Levou-se muito tempo até que o bote chegou ao navio junto da névoa, Lars não conseguia identificar o que ocorria no navio, mas vários gritos chamavam a atenção mesmo sendo impossíveis de serem identificados, por fim um grito calava a todos –“Atenção!! O grupo A irá para a área R, Os outros grupos deverão ficar aqui se preparando para o ataque, e alguém vá encontrar o Alastor!!!!”- os gritos impossíveis de serem entendidos se tornavam um “Sim capitão”.

Lars podia criar uma pequena passagem para o navio e entraria num local com várias caixas e bem mal iluminado, sendo apenas possível identificar uma escada e a luz que vinha dela, ninguém estava por perto, ao final da escada duas placas indicavam dois locais “Cabine do Capitão” e “Quartos e cozinha”. As escolhas dos tenentes poderiam mudar o rumo do confronto tudo dependeria deles.


legenda:
 

cartaz Artur:
 

cartaz Alastor:
 

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