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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Road To Tartarus

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MensagemAssunto: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptySex 22 Fev 2019, 21:09

Relembrando a primeira mensagem :

Road To Tartarus

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Gran Magnus. A qual não possui narrador definido.


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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptySab 23 Mar 2019, 21:50

Ao Mar (De Novo) - Parte I

Mas é claro, NUNCA há uma desgraça de descanso na marinha. É sempre missão aqui, missão ali, missão acolá, nós trabalhávamos que nem escravos por uma merreca, merreca essa que eu sequer havia requisitado das últimas missões. Era óbvio que dessa vez não havia sido diferente, e mal havíamos voltado a ilha apenas para sermos abordados de novo, mas uma vez para a desgraça de uma missão pra ajudar civil que não consegue proteger a própria bunda sem babás da marinha. Eu sei, seu sei, eu realmente tinha dito que me sentia parado, mas não era esse tipo de parado que eu me referia, e sim a estar a algum tempo fazendo umas missões meio mixuruca; essa ironia do destino que mais parecia uma piada de mal gosto só servia para dar ainda mais aval para minha tese de que o universo gosta de ver eu me foder é interpreta minhas palavras errado de propósito, porque caralho... Por mais que aquela missão parecesse importante, parecesse o tipo de missão que eu esperava, eu já havia tido minha cota de missões que pareciam importantes e no final não mudavam porra nenhuma, o que parecia que esse caso acabaria sendo, pelas pequenas proporções do mesmo. Ao menos tinha uma nobre lá, o que já apimentava as coisas.

Bom, não é como se a missão fosse de todo mal como parecia no primeiro momento, em especial por causa de onde se passaria. Em mum navio tomado por piratas, igual ao que ficaram presos a pouco tempo, né? Errado. Quer dizer, parcialmente errado. Para fazer a missão, precisaríamos ir para uma tal ilha chamada Mawakun, ou melhor, interceptarmos o navio e o levarmos até lá em segurança. Isso significava que a missão era praticamente uma viajem grátis para fora de Wonderful Land, algo que eu queria a algum tempo. Era uma chance de eu e Rin sairmos daquela ilha de merda que nos lembrava do incidente com Max, o que seria um puta peso fora das nossas consciências, ao menos da minha ao menos, e finalmente seguirmos viajem em direção a uma ilha mais interessante. Eu havia evitado levantar o assunto sobre a saída ilha com minha companheira, e pela primeira vez fui recomendado por ser paciente, então dessa vez não tinha porque reclamar da missão. Ao menos não em voz alta, já que na hora que ela foi passada eu estava querendo relaxar, mas, bom, às vezes sacrifícios são necessários.

Mais estranha que a tarefa passada, entretanto, foi quem a passou. De primeiro momento eu mal havia percebido algo de diferente nele, mas não demorou nem alguns segundos para eu perceber seus bizarros braços de ferro. Não só os braços, mas seu tronco também parecia uma máquina, o que indicava que a maioria do seu corpo era daquele jeito. Eu sinceramente não sabia como reagir, especialmente por nunca ter visto máquinas muito complexas fora as de fábrica, quanto mais a desgraça de um maluco com corpo mecânico. Aquilo era realmente supreendentemente, e me fazia pensar o quão avançada a tecnologia estava na Grand Line em comparação com os Blue. Não só isso, mas por mais que eu não entendesse absolutamente nada de maquinário, não conseguia deixar de pensar em como aquelas máquinas funcionavam, e como lê continuava vivo com máquinas aparentemente substituindo seus órgãos. Quer dizer, ao menos esse pensamento era válido se ele realmente fosse uma pessoa com corpo substituído, porque ele ser um robô humanoide que falava normal e de forma até natural parecia uma ideia ainda mais bizarra para se pensar.

Independente do fascínio ao corpo alheio, entretanto, tínhamos de qualquer jeito uma missão, e ficar divagando ali não me levaria a lugar nenhum - Ah, tá, beleza, o barco já tá preparado para partirmos? Se teve tempo para reunir esses soldados, suponho que teve tempo de organizar outros para preparar o navio, né? Porque eu não tô afim de perder meu tempo indo até lá e já ser tarde demais - me pronunciava de prontidão, tentando tomar alguma iniciativa antes que eu perdesse voz para os agentes. Eu sabia que o cara disse que os dois iriam evitar interferir, mas eu realmente não gostava de ter "chefes" em uma missão, especialmente porque seguir ordens não era exatamente meu passatempo preferido. Quanto antes eu me impusesse, menos eram os riscos dos dois agentes acharem necessário tomar as rédeas, e consequentemente menos riscos de eu me frustrar com essa missão toda. Quanto aos outros dez marinheiros, bom, eles estavam lá mais para completar montante na batalha contra os piratas. Acreditava eu, e tão duvidava que eles tivessem patente maior que sargentos, o que significaria provavelmente não dariam muita dor de cabeça.

Caso o navio já estivesse preparado, eu responderia - Ótimo, já vou aprontando umas coisas - Porem, caso o navio ainda não estivesse preparado, diria - Caralho, quer então que a moleca lá continue em perigo? Vê uns soldados e sargentos pra preparar o navio para podermos embarcar o quanto antes. Eu vou resolver um assunto rápido antes da saída - Diria, esperando que ele fosse ao menos resolver isso para nós. Eu sinceramente não queria ter que me dar ao trabalho de carregar o navio, e esperava que pela "urgência"  aquilo já estivesse pronto. De um jeito ou de outro, eu tinha algo pra fazer antes da missão, então me viraria para Gê, Rin e Mayu - Eu já volto, me encontro com vocês no embarque ou um pouco antes - E sairia sozinho, em direção ao porto ou alguma praia que houvesse por lá. A bainha que recebi de Rin em Loguetown estranhamente possuía tanto um espaço para espada quanto um para adaga, sendo que esse segundo eu nunca tinha usado até agora. Aproveitando que ele estava sempre vazio, o pegaria e encheria de areia; eu tinha algumas ideias de usos para aquela areia que envolviam minha Akuma no mi, e havia pensando depois de perceber o quão complicado ficava a usar em navios. De qualquer modo, após pegar a areia e guardar um pouco, retornaria ao QG ver se ainda estavam lá. Se sim, pegaria meu kit de culinária e me juntaria a eles. Se não, pegaria meu kit do mesmo jeito é iria em direção ao porto, em busca deles. Uma vez que chegasse a hora do embarque, entraria sem fazer cerimônias e iria direto procurar um lugar para por meu kit de culinária.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptyDom 24 Mar 2019, 23:04

Here we go again



Naquele clima mais descontraído, Magnus estava bastante animado para o que estava prestes a acontecer. Já fazia um bom tempo que ele não tinha uma luta um contra um com um oponente que não fosse cair nos primeiros dois golpes. Mayu por sua vez, também parecia bem ansiosa pela batalha, mas ela parecia estar mais de olho no prêmio do que na batalha em si. Ela escolheu manter segredo sobre o seu desejo, o que arrancou uma expressão meio encabulada de Magnus.

– Isso é uma pena... Você me deixou bem curioso, mas eu não pretendo perder para descobrir. – Ele sorriu de forma maliciosa e montou sua guarda, assim como a dama havia lhe explicado. Aquele seria um ótimo teste drive para suas novas técnicas de combate, e seu estilo alternativo, algo que Magnus jurava estar precisando. De repente, Lars surge junto de Rin, questionando o que estava acontecendo ali.

– Estamos treinando. – Ele respondeu, e antes que a conversa prosseguisse, um homem com umas vestes bem diferenciadas se aproximou do grupo e começou a falar sobre o seqüestro de um nobre que estava indo para um lugar chamado Mawakun. Parecia bem importante, mas Magnus não conseguia se concentrar em sua fala, já que a figura a sua frente era bem peculiar. O homem parou e revelou a foto de uma moça de cabelo verde. Mesmo sem ter prestado atenção na explicação, ele pode concluir que era uma missão de resgate ou escolta. Após encarar a foto por um bom tempo, o superior prosseguiu explicando quem era aquela pessoa e do que aquilo tudo se tratava. Magnus, por sua vez, cruzou os braços, um pouco chateado.

–Mais uma missão sendo babás com babás... – Ele abaixou a cabeça, pensante.

– Não querendo ser rude, mas não me importa se sou eu ou qualquer outra pessoa liderando a missão, desde que eu possa fazer as coisas do meu jeito e que não precise tomar conta de outra pessoa além de mim. Então, eu vejo vocês no barco. – Respondeu o rapaz a ultima informação passada. Ele estava bem rabugento, pois mesmo que estivesse conformado com o fato de sua paz ter acabado, não gostava nem um pouco de ser enviado para uma missão como aquela mais uma vez. Aquilo claramente não ia ajudar à marinha e nem a ele mesmo a acabar com as injustiças desse mundo e estabelecer a paz. Ficar salvando gente que não consegue se cuidar e ficar saindo pra buscar itens para o Governo como um bom cachorro treinado era de longe o que ele imaginava que um herói faria. Parecia mais que toda a organização tava trabalhando pra lhe fazer de otário. Só que ele sabia que se abaixasse sua cabeça mais um pouco, seria consideravelmente livre pra poder ser o herói que tanto busca se tornar.

Após Lars decidir se separar do grupo, Magnus pensou que seria uma boa ideia estufar o seu estomago com a boa comida do QG, por isso, ele se despediria das duas garotas, caminharia até o refeitório e apanharia uma refeição completa e um bocado de lanches para a viagem. Logo em seguida, ele partiria para o almoxarifado, devolveria o Coiote e pegaria um  manto preto.

– Por mais que eu tenha gostado de lutar ao seu lado, não consigo evitar preferir o Aldebaran. – Ele pensaria, se virando e partindo, com um pesar em seu peito. O coiote poderia ser uma boa arma, mas ele cobria quase a mesma função do Aldebaran. Falando em aldebaran, Magnus pegaria a sua fiel katana e buscaria pela fornalha do Qg. Se a encontrasse, ele forjaria uma katana tradicional idêntica a ela, com uns 15 centímetros a mais em sua lâmina.

No fim, ele passaria em seu alojamento e faria questão de checar se não havia deixado nada para trás. Com tudo certo, ele partiria para o porto, indo de encontro com seus colegas.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptyQua 27 Mar 2019, 21:46


O silencio predominava o local enquanto o homem máquina observava a reação dos tenentes e ao ouvir as rudes palavras Gran ele apenas consentia com um simples balançar de cabeça, como se nem ligasse para as exigências do tenente. Antes que o silencio voltasse Lars erguia sua voz fazendo uma pergunta que espantava o “braço de ferro” - Entendo que dei muita informação, mas acho que devo ter deixado bem claro que o barco já está preparado para partir, talvez eu deva desenhar para você entender?  - o loiro que estava por trás do “homem lata” começava a olhar para o Sparkbolt com certo desanimo, quase como se o repugnasse.

LARS


Como se nem ouvisse as respostas Lars apenas se despedia de seus companheiros e se retirava do local com um objetivo em mente Ir até a praia. Foram alguns minutos de caminhada, já que a praia estava convenientemente por perto, tendo como objetivo melhorar o uso de sua akuma o tenente colocava a areia em um espaço vazio de sua bainha, não era uma grande quantidade que pode ser colocada, mesmo assim ainda poderia ser útil.

Mais alguns minutos se passarem, totalizando no mínimo 1 hora, até que o espadachim pode chegar ao QG, este estava pouco movimentado e nenhuns de seus companheiros estavam pelo local, logo Lars apenas pegou seu kit de cozinha e continuou andando, dessa vez indo na direção do porto, o qual se localizava perto, assim que chegasse lá o garoto veria três barcos, dois cargueiros e um da marinha demonstrando em qual deveria entrar. Alguns marinheiros acenavam para Lars indicando que logo o navio partiria e, portanto deveria embarcar.

Quando Lars entrasse no barco e fosse a procura de algum lugar para guardar seu kit, ele encontraria uma cozinha reluzente com duas bancadas, algumas panelas penduradas e vários armários onde os utensílios e condimentos estariam guardados. Antes que ele pudesse decidir se guardaria seus utensílios por lá, o agente loiro apareceria com um sorriso bem mais apresentável – “Olá Lars, meu nome é Roy.... Roy Sparkbolt, usarei seu sobrenome para evitar que descubram o meu. Bem eu estou com fome e ouvi por ai que você sabe cozinhar, poderia preparar algo para mim?”- Roy apenas o olhava como se estivesse analisando o tenente deixando ao cozinheiro decidir o que faria.

Gran


Aproveitando da saída de Lars, Magnus decidia se separar de suas parceiras para conseguir algo para comer indo até o QG que estava localizado a poucos minutos de caminhada. Assim que chegou viu que o local não estava com uma grande quantidade de marinheiros e foi direto para a cozinha procurando algo para comer. No refeitório apenas um cozinheiro estava presente e aparentava estar preparando uma refeição para várias pessoas, possivelmente para o QG inteiro.

- Você está com fome ou alguma coisa assim? Se quiser algo pode pegar um pedaço de carne com um pouco de arroz, mas não exagere, não contei você na hora que separei os ingredientes para cozinhar – pegando o que o cozinheiro permitia Gran ainda pode comer uma boa refeição, embora não tenha conseguido nenhum lanche para mais tarde.  Após isso, Magnus seguia na direção do almoxarifado e trocava o coiote por um manto preto, e decidido ia em direção da fornalha do QG, que tinha um aviso gigante na porta EM MANUTENÇÃO impedindo que o espadachim pudesse forjar outra espada.

Visto que não poderia completar um de seus objetivos Gran ia em direção de seu alojamento e procurava pelo local pertences que talvez tivesse esquecido, embora não encontrasse nenhum. Agora decidido em ir para o porto Magnus ia rapidamente até onde os barcos estavam tendo somente dois barcos um da marinha e um cargueiro. Assim que entrasse no barco o espadachim encontraria a agente de cabelos pretos, que o olhava criticamente – Podemos ir para algum lugar mais reservado? Tenho assuntos para tratar contigo - e logo ela arrastaria o tenente até algum quarto isolado, e nele havia apenas uma cama, - O que imagina que iremos fazer aqui? - o silencio tomava conta do local enquanto a agente esperava por alguma resposta.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptyQua 03 Abr 2019, 20:10

Lucky



O jovem tenente estava uma pilha de nervos. Ele já estava consideravelmente chateado com aquele homem que era seu “superior”. Foi então que ele ouviu o homem responder seu companheiro de forma bem rude, o que o fez parar e encarar o homem, com uma olhada furiosa por cima do ombro. Não é o feitio de Magnus expor a sua raiva daquela forma, mas aquela ilha se mostrava extremamente inconveniente. Ele nunca foi muito bom em lidar com frustração repetida. Ele sempre foi do tipo de engolir a raiva e abaixar a cabeça quando dava, mas após tantos problemas naquela ilha, ele começava a achar que todo mundo ali tinha algo contra ele. Com isso em mente, ele se lembrou da garota de poderes estranhos que estava hospitalizada e que era uma das poucas exceções a essa regra. Ele se arrependia do que tinha feito a ela durante a invasão ao QG, visto que se negou a machucar Mayu, mas não se conteve nem um pouco contra Max. Talvez estivesse com medo demais para raciocinar e processar aquilo tudo, mas não há desculpa que compense o ocorrido.

Ao chegar à cozinha, ele ficou ligeiramente contente, visto que poderia distrair sua mente mastigando uma bóia das boas. Ao conversar um pouco com o cozinheiro, Magnus foi alertado que não poderia comer até se satisfazer por uma falha da própria cozinha. Tentando deixar aquilo pra lá, ele só pegou o que podia, vestiu a sua cara mais limpa e partiu em busca de um lugar. Já sentado, ele comeu sua refeição de forma bem rápida, espraguejando entre os intervalos das colheradas. Após uns curtos minutos, ele se levantou, colocou a sua bandeja no ponto de coleta e saiu, com uma cara fechada.

Ao chegar o almoxarifado, ele pegou o manto preto que precisava para seu plano, agradeceu o responsável pela área de forma breve, ainda bem emburrado, e se pôs a andar novamente.

– Mas que belo dia... O que falta agora? Alguém me cumprimentar com um tiro no pé? – Ele pensou, enquanto chegava à frente da área com a fornalha. Ele parou, observando a entrada fechada e aquele grande aviso.

– Mas o que...? – Ele sussurrou, quase que involuntariamente. Ele olhou ao redor, para se certificar se tinha alguém escondido em algum canto do corredor, como se aquilo fosse alguma espécie de pegadinha.

–Ah cara... Essa ilha... – Ele se virou e começou a andar novamente, sorrindo como se aquilo fosse algum tipo de piada. Ele foi até seu alojamento, já esperando que tivessem roubado seus pertences, mas acabou tendo essa surpresa agradável. Ele aproveitou e caiu fora de lá o mais rápido o possível, antes que mais alguma coisa ruim acontecesse.

Magnus se sentou no convés, apoiando sua cabeça sobre sua mão, aguardando o resto dos marinheiros carregarem o navio e se organizarem. De repente, um dos dois agentes que acompanhavam o metidão com os braços robóticos se aproximou do rapaz. Ela o convocou a ir até um local isolado, para tratar de “assuntos”, o que o rapaz aceitou visto que não tinha outra escolha. Ela o levou a um quarto, o que automaticamente o levou a encarar a moça com um olhar desconfiado por um instante. Após pensar um pouco, ele apenas deu os ombros e se sentou na cama, de forma bem relaxada.

– Olha... Se for sobre o que rolou lá no Qg, eu sinto muito. Não gosto de ser rude, mas cansa–  – Ele disse, se desculpando antes de tudo, mas foi interrompido por uma pergunta bem peculiar.

– Se a senhorita está se referindo a missão... A-A gente vai lá chutar umas bundas e levar esse pessoal, junto dessa garota, de volta pra... “Wawakun”... “Rawakun”... Mawa... Mawakun... Acho que o nome é Mawakun. Enfim, se estiver se referindo a qualquer outra coisa a resposta é: Eu não faço idéia e adoraria que você me contasse. – Ele respondeu um pouco nervoso, pois aquele silencio antes de sua resposta deixou o rapaz bem desconfortável. Ele se endireitou, um pouco tenso, e ficou esfregando seu braço enquanto aguardava a moça entregar suas explicações, com a esperança de ter sido colocado em uma missão secreta dentro da missão.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptySab 06 Abr 2019, 12:50

Reinado Da Pimenta - Parte Única

Eu sempre fui uma pessoa que não vai com a cara dos outros em primeiro momento, e não era de hoje que isso me rendia umas primeira interações não muito agradáveis com os outros. Não esperar flores de desconhecidos era uma reação já costumeira da minha parte, o que por diversas vezes gerava uma imagem de uma pessoa ignorante ou desinteressada; não era exatamente de propósito, mas quando até seus pais te decepcionam, fica difícil achar que completos estranhos possam fazer melhor. Quando vi o marinheiro robozão, entretanto, eu havia ficado tão impressionado com sua aparência exótica que tentei até mesmo uma interessado mais amigável; não preciso nem dizer que foi um erro terrível. O Babaca de Ferro havia sido tão repulsivo que eu provavelmente tinha contorcido minha cara em desgosto, tanto ele quanto o agente atras do mesmo. Lembrando agora, talvez eu devesse ter falado algo, mas a única coisa que havia feito foi ir cuidar das minhas coisas para não passar nem mais um segundo dólares daqueles dois que quase me faziam sentir falta de Nolan, o tenente babaca que me perturbou em Wars Island.

Andando,pelos corredores no barco pelo qual partiríamos, mais uma vez eu revisava meus pertencentes para ter certeza de que não havia esquecido de nada, e me surpreendia ao notar qual poucas coisas eu possuía. Mudas de roupa, as armas, o kit de cozinha e mais umas coisas aleatorias não eram exatamente o que eu imaginava de alguém que já havia viajado entre várias ilhas. Tudo bem que muitas coisas o QG disponibilizava, e que normalmente só aquilo era o suficiente, mas não mudava o fato de que parecia o kit de viajem de um sem teto desnutrido que gastou todo o dinheiro em cachaça, com a diferença que ao menos minhas coisas estavam limpas. Por mais que não houvesse muito motivo para eu ter mais coisas, aquela visão era um tanto deprimente, a ponto de quase me fazer ficar com vontade de comprar mais coisas apenas para me sentir menos pobre, mesmo que dinheiro não fosse o que estava em falta. Em meio a essas reflexões, eu pensei, porque não uma mochila? Ver aquilo daquele jeito realmente fazia parecer pouca coisa, mas se eu tivesse uma mochila eu não só teria um local melhor pra guardar, como também teria mais uma cara de "coisas de aventureiro", e não "coisas de mendigo". Infelizmente íamos viajar agora, então eu teria que esperar até a próxima ilha, mas era bom já ter algo em mente do que fazer quando chegasse lá.

Como sempre na minha mente desarrumada, não era só meus pertences que ocupavam meus pensamentos. Desde meu desabafo sobre minha akuma no mi no navio que havia me trazido de volta à Wonderful, eu percebi que chorar por aquele poder ser ruim não me levaria a lugar nenhum. Eu precisava botar a cabeça para funcionar, precisava achar eu mesmo um jeito eficiente de usar aquilo, precisava dar o máximo possível de utilidade as comidas que transformava. Sim, eu havia comido uma akuma no mi que apenas me permitia transformar as coisas em comida, e agora isso era passado; não havia mais como mudar esse ocorrido. Eu tinha duas opções, me arrepender para sempre ou ser criativo, e eu simcermammte preferia a segunda opção. É claro, eu não esperava que as ideias vissem logo de cara, eu precisaria trabalhar mais nisso, mas aquela areia que eu havia coletado era um primeiro passo, um teste, por assim dizer. Se o que eu tinha em mente funcionasse, poderia não ser um poder maneiro como o de Angel Dust que presenciei no dia anterior, mas definitivamente teria seus usos. Caso não, bom, eu ainda tinha muito tempo pela frente, seria apenas uma questão de perseverança até achar uma utilidade. Eu só esperava que o destino me agraciasse e essa revelação viesse mais cedo do que tarde.

Em meio às minhas rondas em busca de um quarto onde pudesse por minhas coisas, acabei me deparando com a cozinha. Era até bom eu saber onde ela ficava para caso eu quisesse preparar algo, mas naquele momento eu estava mais preocupado em me acomodar. Além do mais, não queria correr o risco de pedirem minha ajuda em algo lá ou coisa parecida, pois eu não só tinha outras coisas para fazer, como ainda estava com raiva do babaca de lata e do agente, e não queria acabar sendo agressivo com a comida, se é que me entende. Infelizmente o destino adorava pregar peças em mim, e eu não achei ninguém mais ninguém menos que o agente cuzão lá, e eu aposto que não adivinhariam o que ele pediu - "Que tal você enfiar um pepino gigante no caralho do seu cu? Quem sabe seu intestino absorve os nutrientes e a fome some" - Eu pensei em falar, mas antes que eu surtasse com o filho da puta, uma ideia surgiu na minha cabeça. Ele queria algo para comer, então porque não dar algo para ele comer? Ele não havia especificado o que queria, então, para o azar dele, a escolha do que fazer e dos ingredientes era minha.

Por um instante o olhei com olhar curioso, quase analisando sua expressão, até finalmente responder - Hmm... Para sua sorte eu estava pensando em testar meu kit de cozinha novo. Só faça o favor de não ficar de birra com o prato, não tô afim de fazer nada elaborado agora - Diria, e então botaria a maleta na pia para começar. Primeiro de tudo, eu buscaria os ingredientes na dispensa e na geladeira: seis folhas de alface, um salame, dois pães ciabattas ou (ou de sal, caso não houvessem esses lá), maionese, molho de pimenta-do-reino (ou de malagueta, se esta não houvesse lá) e cogumelos champignon em conserva. O meu objetivo ali era claramente fazer dois sanduíches, mas que fossem sanduiches de bom tamanho e conteúdo o suficiente para servirem como refeição. Iniciaria cortando o salame em catorze fatias e guardando o resto; em seguida, pegando quatro colheres de sopa do champignon, cortaria cada fatia de cogumelo em quatro pedaços, para ficar mais consistentemente manipulável. Misturando os cogumelos cortados com seis colheres de sopa de maionese, faria uma espécie de pasta preparada para por nos pães. Uma vez estes cortados e abertos (com parte do miolo retirado caso não fosse ciabatta), passaria primeiro a pasta de maionese e cogumelos na face inferior, e acomodaria sete grandes fatias de salame em cada pão. Restariam o alface e a pimenta, mas é eram neles que estava o truque. Primeiro, eu lavaria o alface com água filtrada, mas em vez de os escorrer, apenas balançaria-os ali para tirar uma parte da água, o que os faria estarem ainda um pouco molhados quando os botasse no pão. Por último, pegaria uma faca e cataria um pouco do molho de pimenta com ela; passaria cerca de 70% do molho no primeiro sanduíche, em cima do alface, o que faria haver menos molho da faca quando passasse no segundo pão, mas o suficiente para a diferença, ao olhar para a faca, fosse super discreta. Na hora de passar o molho do segundo pão, para cobrir o resto do molho que estaria faltando, eu usuária minha Akuma no mi para, ao passar a faca, junto do molho normal, transformar a água restante em cima do alface em outro molho de pimenta. Dessa vez, não em pimenta-do-reino ou malagueta, mas sim molho de Carolina Reaper.

Carolina Reaper, também conhecida como A Ceifadora era uma imensa tão forte que era conhecida por degenerar a pele humana quando em estado puro, tão forte, que precisa ser diluída duas milhões de vezes em água para perder a ardência. Categorizada como uma das Pimentas Nucleares, a Carolina Reaper era consistentemente a pimenta mais ardida do mundo, e até mesmo pessoas acostumadas com as nucleares sofriam ao tentar comê-la. É claro, meu objetivo ali não era fazer ele passar mal, nesse lado era bom que o meu poder enfraquecesse um pouco a acidez da pimenta; fora estar em versão molho, o que não fazia ele correr risco de sofrer danos reais a boca, e ainda estava em pequena quantidade misturada com outra pimenta para se diluir. Mesmo com tudo isso, ainda seria um eufemismo compará-la com outras pimentas. Com ambos os sanduíches finalizados, eu rapidamente passaria uma água na faca usada para tirar os resquícios de pimenta e fecharia os sanduíches. Eu saberia quão sanduíche era o sem Carolina Reaper mesmo que ele trocasse os dois de posição (por mais que não houvesse muito motivo, uma vez que eu não havia feito nenhum movimento suspeito com os pães e ele quase certamente não sabia da natureza dos meus poderes, já que eram nem recentes e só meus aliados imediatos presenciaram) enquanto eu estivesse passando água na faca, graças a uma pequena irregularidade que faria no meu pão na hora corta-lo ao meio, e por isso rapidamente o pegaria, daria uma mordida e estenderia o outro para ele - Eu falei que ia ser simples, mas relaxa, fiz em porção e ingredientes que contam como refeição - Diria, após contrair os lábios de leve pela ardência do meu sanduíche. Claro, não era uma edênica pesada, era boa, mas eu mesmo eu talvez não pudesse afirmar para o sanduíche dele.

Caso ele comesse e , ao sentir a ardência, tivesse uma reação adversa, eu tentaria segurar o riso, ao qual escaparia um pouco pelo meu nariz - Caralho, eu achei que agentes experientes fossem treinados para resistir a condições adversas, não passar mal pra um apimentado - Diria, e em seguida daria mais uma mordida do meu sanduíche, quase que como ostentando o fato de comer o meu normalmente, mesmo ele tendo visto eu por a pimenta nele também e visto eu tendo uma leve reação a pimenta. Caso ele tentasse beber água para reduzir os efeitos, eu não controlaria mais a risada - HAUSHAUHSUAHAUSHA MANO, ÁGUA NÃO AJUDA COM ARDÊNCIA, VOCÊ TEM QUE BEBER LEITE! - Diria, após provavelmente ver ele desesperado pela sensação não diminuir, e talvez até piorar por espalhar a capsina na boca dele. Caso ele sequer tentasse aplacar a sensação e só ficasse sofrendo ali, continuaria com a risada comprimida e, com um pouco de pena, encheria um copo com água da torneira e balançaria o mesmo de leve; o que eu também faria caso ele procurar leite depois da água. Como que misturando o conteúdo do como com o giro, usaria meu poder e transformaria o mesmo em leite, quando então ofereceria a ele - Estou um pouco decepcionado contigo. Se não aguenta ardência, come bebendo leite, ele reduz a acidez e ardência -Caso ele me acusasse de fazer algo no sanduíche dele, eu responderia - Queee? Eu só pus molho de pimenta, cara. Esse sanduíche é apimentado mesmo - E então daria mais uma pequena mordida no meu.

Caso depois disso ele quisesse trocar o sanduíches para "comprovar", eu aceitaria - Se a sua paranoia exige... - E estenderia meu sanduíche para ele. Eu já esperava isso, mas infelizmente para ele não teria uma diferença: Ele ainda teria resquícios de Carolina Reaper na boca, e por mais que a capsina da pimenta do meu sanduíche fosse mais fraca, ela reativaria os resquícios da boca dele, e continuaria ardendo bastante, ao menos por mais algumas mordidas. Quanto ao meu sanduíche com Carolina Reaper, obviamente eu não comeria daquele jeito. Pegaria um pouco de queijo na geladeira, de preferência cheddar, prato ou mozarela, e cortaria um pouco para por no sanduíche. Caso ele me acusasse de por um derivado de leite para aliviar a ardência do sanduíche propositalmente, eu cortaria ele - Você sabe que o processo de pasteurização do queijo acontece justamente atacando a caseína, a substância que combate à ardência, né? Para de ser paranoico - Diria, embora eu soubesse que estava omitindo um fato. Sim, o processo era atacando a caseína, mas só uma parte dela era destruída, e a parte restante mais do que suficientemente fazia seu trabalho anulando a capsina das pimentas; fora o índice de gordura do mesmo que conseguia dissolver a capsina, diferente da água. Após por uma boa quantidade de queijo, iria comer tranquilamente o sanduíche.

Caso tudo desse errado e ele trocasse os sanduíches de algum modo que eu não conseguisse perceber pela marca no pão, por mais que fosse uma chance quase nula visto que ele me achava idiota por antes, eu tentaria combate o ardor o quanto antes, transformando a água da torneira em leite para beber. Após isso, notaria o queijo no sanduíche para reduzir a ardência. Após nos dois terminaremos os sanduíches, ou se ele não quisesse mais comer e decidisse sair, me dirigirá a ele uma última vez - Ah, antes que eu me esqueça, não seja de novo retardado a ponto de dizer que seu sobrenome é Sparkbolt. Por mais que eu adorasse ver a reação dos recrutas ouvindo isso, eu não tô afim de ver a repercução que isso poderia causar. Fora que você justamente não quer chamar atenção, né? Usa Roy Mustang, você tem cara de Mustang - E então sairia, em busca finalmente de um aposento. Deixando minhas coisas lá, iria para uma área mais aberta praticar um pouco com a lança nova, para tentar me acostumar com seu peso e forma. Além de treinar com a mesma, tentaria também tentar executar alguns movimentos com a mão esquerda, continuando o treinamento que havia iniciado na viajem a Wonderful Land, uma vez que conseguir usar as duas mãos seria uma bela vantagem em combate. Permaneceria ali treinando sem me preocupar se havia alguém olhando ou sei lá o que, e pararia apenas se alguém chegasse especificamente para falar comigo.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptyDom 07 Abr 2019, 20:16

LARS


Com um pequeno sorriso na cara Roy respondia Lars ainda olhando fixamente para o mesmo - “Acho que não tenho direito de achar o prato ruim, afinal fui eu quem pediu para que você cozinhasse” – após isso Roy encostava-se a uma parede e observava a preparação do garoto. O espadachim acabou encontrando todos os alimentos que procurava, porém apenas pequenas porções de cada ingrediente suficientes para fazer dez pratos no máximo, o que não deveria ser preocupante visto a variedade de ingredientes.

Como uma máquina o Sparkbolt montava os sanduiches, e o mesmo se aproveitou de uma distração de Roy para passar uma “surpresa ardente”, um plano perfeito, era o que qualquer um poderia ter dito se soubesse dos verdadeiros objetivos do garoto. –“Não precisava se preocupar tanto, eu só quero comer algo e não ter uma refeição completa” – Sem nenhuma desconfiança Roy dava uma grande mordida, ele passava cerca de 30 segundos saboreando sua delicia picante.

Quando ele finalmente engolia não era demonstrado nenhum sinal de dor, ou algo assim, ele apenas gargalhava alto, muito alto  –“ Interessante, você colocou a Carolina Reaper? Quando você fez isso? Talvez por alguma akuma?”-  ele dizia claramente intrigado com o tenente –“Uma pimentinhas dessa não me faria mal, sou treinado para controlar minhas feições nas situações mais adversas, mas não se engane, eu ainda consigo sentir o poder dela”- ele falava indo na direção da geladeira e pegando um pedaço de queijo, inserindo ele no pão e continuando sua degustação – “Talvez um ser como você não tenha entendido, mas eu sou um cozinheiro também”- Roy dizia num claro tom de desprezo, como se quisesse irritar Lars...

Logo após, o agente apenas saia da cozinha, dando a Lars uma brecha de sair do local, a qual ele aproveitava indo à procura dos quartos, o que não era difícil de encontrar, assim que Lars  entrava apenas via uma cama minimamente arrumada e uma janela, nada mais nada menos, talvez a marinha não quisesse gastar dinheiro com coisas banais? Mesmo  assim um ótimo espaço era disponibilizado, durante uma hora Lars praticava o uso de duas mãos com sua lança, não era tempo suficiente para ele se acostumar, talvez mais uma hora fosse o necessário, isso até que ele era interrompido por uma batida em sua porta, e se ele resolvesse abrir encontraria Roy com um sorriso na cara – “Sabe eu acabei esquecendo de te falar algo, tem haver com a missão” – O que o garoto faria?.

Gran


A agente ao ouvir a resposta de Magnus apenas ficava calada,  um minuto se passou enquanto ela pensava consigo mesmo de cabeça baixa, quando ela voltou a realidade se aproximou do garoto e começou a apalpa-lo por todo seu corpo, - "Acho que isso já deveria ser óbvio” – assim que ela terminava sua frase voltava a se afastar – “Estava me certificando que você não tivesse nada que pudesse transmitir informações para fora, peço perdão se minhas ações pareceram muito antiéticas”- calmamente ela se sentava na cama e começava a falar –“Como você sabe, não sabemos a localização do barco, lá vários civis estão sendo feitos de reféns, mas não é isso que importa”-.

Ela tirava dois papeis não se sabe de onde, e mostrava para Gran, eram dois cartazes de procurados, um continha um homem de cabelos brancos, o outro apenas um rato, o homem tinha 20 milhões pela sua cabeça, o rato por sua vez continha uma recompensa de 15 milhões. – “Conseguimos identificar o capitão dos piratas, é esse homem de cabelos brancos, seu nome é Artur Motoyasu, não temos muitas informações dele apenas sua alcunha: O estrategista dos céus tome bastante cuidado com ele, sua inteligência é seu maior forte, o ratinho não importa muito tem uma alcunha chamada: O carrasco e seu nome é Alastor Diastro, ele é apenas um serviçal ”-

Agora na direção da porta a agente observava Magnus pela ultima vez, e abria a porta –“Espero que você tenha prestado atenção, lembre-se que vocês tem dez marinheiros a disposição, elabore um plano com o seu amigo em um prazo de até cinco horas, e que fique claro, não subestime o bando de Artur” – agora ela saia deixando o espadachim sozinho, o que ele faria, iria atrás de seu parceiro? Ou teria outros planos?

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptySeg 08 Abr 2019, 22:42

Calmaria Antes Da Tempestade - Parte I

Eu sempre fui conhecido por ser um tanto pavio curto. Por mais que fosse algo que eu estivesse tentando me controlar mais desde que fui forçado a entrar na marinha, quase sempre era difícil não surtar quando alguém parecia implorar para tomar uma porrada no meio da cara. Graças a isso, não havia sido apenas uma vez que tive problemas com gente babaca, era infelizmente algo recorrente desde os blues. Aquele agente cuzão, entretanto, parecia estar determinado a tirar o cargo de babaca-mor do Tenente Nolan, feito que ninguém chegava próximo desde minha saída de Wars Island. Nolan havia sido um superior meu em Wars que havia, sem motivo nenhum, posto eu e Rin em uma missão suicida para enfrentarmos sem necessidade mercenários bem mais fortes que nós, então eu não exagero quando digo que chegar próximo de o superar era um feito e tanto, embora não fosse o tipo de feito que eu gostasse de presenciar. O tal agente Roy definitivamente tinha algo contra mim, e não haviam chances de eu ter ficado calado - "Um ser como eu"? Cara, você se diz cozinheiro mas pede pros outros cozinharem para você, usa o sobrenome dos outros pra ocultar p o próprio quando poderia falar apenas o seu nome, ou melhor, usar um codinome, embora pareça mais preocupado em esconder o sobrenome que o próprio nome - Levantaria meu tom de voz, para ele perceber o quão idiota aquilo soava - E no final, se dizendo cozinheiro ainda, põe um mísero pedaço de queijo no sanduíche, sendo que qualquer pessoa com conhecimento sobre Pimentas sabe que precisaria de bem mais que isso para neutralizar uma pimenta nuclear. Sério, para de tentar dar uma de fodão que está ficando feio pra você - Diria, agora com mais pena do que raiva, saindo do lugar.

Por mais que meu treino com a lança e a mão esquerda naquele momento fosse meu foco, não conseguia deixar de pensar no Roy, especialmente depois dele ter me decepcionado tanto com aquela reação merda à pimenta teoricamente super forte que havia posto para ele. Algo que me incomodava bastante era não as tais capacidades e intelecto avantajado que ele quase megalomaniacamente dizia ter, mas o fato de ele parecer querer se destacar tanto, seja com seus comentários vaidosos quanto com sua perseguição a mim. Eu imaginava que agentes fossem pessoas mais discretas, que agissem mais pelas sombras, mas o maluco parecia bem longe desse estereótipo, se vangloriando a cada cinco minutos sobre seu treinamento ou seu nível intelectual avantajado. A única coisa "de agente" mesmo que eu havia visto ele fazendo havia sido ocultar o próprio sobrenome, mas fez isso de uma forma tão porca, até mesmo anunciando que era falso, que fazia mais parecer que suas capacidades mentais eram inversamente proporcionais ao que ele acreditava ser. Naquele ponto eu nem sentia mais tanta raiva dele quanto senti no início, mas sinceramente não sabia se isso era uma coisa boa.

Se os problemas com os dois agentes fossem só no âmbito do conflito de personalidades estaria tudo bem, ou ao menos parcialmente tudo bem, mas eu sentia algum tipo de desconforto com os dois, e por mais que não soubesse descrever o sentimento, sabia de onde vinha. Os dois por algum motivo me lembravam de Arturo e sua companheira que viajaram comigo e com Gê para a Grand Line. O problema era que os dois eram na verdade criminosos que se passavam pelos verdadeiros marinheiros, então os agentes me lembrarem deles não era exatamente uma coisa muito boa. Por mais que Roy tivesse todos aqueles problemas, ele não parecia o tipo que se disfarçaria muito bem de agente caso tivesse segundas intenções, já que esse tipo de gente tentaria passar o mais despercebido possível. Claro, não era como se eu estivesse acusando os dois infundadamente, seria o cúmulo da coincidência isso acontecer em duas viagens seguintes, mas por mais que eu soubesse que era só uma impressão idiota é certamente errada, esses pensamentos e semelhança não deixavam de me deixar um pouco incomodado. De qualquer modo, eu teria que deixar essas paranoias de lado uma hora ou outra, só esperava que deixasse elas por real confiança nos dois.

Deixando de lado meu desconforto em múltiplos níveis com Roy, se teve uma coisa que aquele treinamento com a lança e a mão esquerda me mostrou, era que eu não estava preparado o suficiente. Talvez combinar os dois treinamentos não tivesse sido a melhor das ideias, mas eu era persistente o suficiente para um desafio como aquele me dar motivações para continuar tentando até acertar. Minha prática com lanças e tridentes não era tão boa quanto com espadas, então meus movimentos eram um tanto mais simples, e por mais que isso normalmente ajudasse ano treino da mão esquerda, os movimentos eram simples justamente porque eu não sabia usar tão bem, então não foi apenas uma vez que o tridente escapuliu das minhas mãos. Era um pouco frustrante, mas treinamentos eram assim mesmo, para podermos melhorar, e de qualquer modo não era tão frustrante quanto ouvir novamente a voz de Roy se intrometendo. Suspiraria - Pode falar, ué, não é como se eu pudesse costurar sua boca pra ficar de bico fechado ou coisa do género. Especialmente sendo coisa da missão - Diria, sem tanto interesse, com boa parte da minha concentração ainda no treino, mas um pouco mais lento agora para evitar acabar ignorando ele sem querer.

Em meio a giros do tridente passando de uma mão a outra, estocadas rápidas e pulos apoiados em seu cabo, tentaria ouvir Roy sobre o que quer que ele quisesse falar. Caso acabasse alguma hora não escutando o que ele falava por distração, pararia o treinamento e, me apoiando no tridente e arfando, me pronunciaria - Da pra repetir a última parte? Não estava prestando muita atenção - E pararia de treinar dali em diante para evitar que voltasse a acontecer. Nesse caso, procuraria algum objeto pequeno próximo que eu pudesse ficar movendo entre os dedos da mão esquerda, para treinar a agilidade deles não deixando o objeto cair enquanto eu ouvia o agente. Caso o objeto caísse, pegaria o mesmo denovo e continuaria. Caso Roy quisesse que eu o seguisse a algum lugar, também pararia o treino e buscaria um objeto pequeno para mover entre os dedos da mão esquerda, além de deixará a lança ali, mas o seguir levando minha espada embainhada.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptyQui 11 Abr 2019, 23:01

Wild ride



O clima pesado e o silencio assolavam Magnus. O som das batidas de seu coração parecia ecoar por todo aquele quartinho. O suspense levava embora sua respiração e deixar seus olhos mais e mais vidrados na dama a sua frente, até que... A moça o agarrou e o apalpou. A surpresa o fez instintivamente saltar da cama, para longe da senhorita. Ela começou a explicar o porquê daquilo tudo, o que pareceu bem estranho e suspeito para Magnus.

–Sabe, não sei de onde você vem, mas na minha terra a gente não faz tanta cerimônia pra revistar os outros.– Ele expressou, se ajeitando. De certa forma, Magnus se sentia violado. Foi algo tão de repente e sem nenhum consentimento que Magnus se sentiu envergonhado e chateado. Após isso tudo, ela começou a passar e explicar os detalhes chatos da missão, que o garoto ouviu, prestando o mínimo de atenção que poderia dar naquele momento. Ele viu como ela ressaltava que os oponentes da vez eram bem espertos e habilidosos e bla bla bla. Por fim, ela “requisitou” que Magnus se juntasse com Lars e bolasse um plano, porém, o rapaz não ficou muito contente em ouvir aquilo.

A dama começou a se retirar do quarto e deixar Magnus para trás. Com essa visão, o marinheiro se colocaria a correr atrás da moça e a agarraria pelo braço. Se ele conseguisse alcançar-la e parar-la, ele diria: - Escuta, eu não tenho as respostas para todos os problemas, ta legal? Sei que fui designado para lhe ajudar nessa missão, mas essa missão é mais sua do que minha. E também... Creio que há alguém mais capacitado nesse navio para tal tarefa. – O rapaz daria uma pausa, largando o braço da moça. – Agora... Se realmente precisa desse plano, faça por onde. Acabamos de nos conhecer e você soltou essa desculpa, mas quem me garante que você não está trabalhando para outra pessoa? Afinal, não me permitiu revistar-la da mesma forma que fez comigo. – Ele franziria sua testa, olhando nos olhos da agente. – Então... Peço sua colaboração e para que retorne pro quarto, já aparentemente preza tanto pela confidencialidade das informações, pois preciso de mais informações e sua opinião sobre as idéias. – Se a moça aceitasse, ele se moveria, abrindo caminho e esticando seu braço na direção da porta. – Damas primeiro. – Ele seguiria a agente, e já dispararia. – O que sabemos sobre os piratas? Quantos deles devemos esperar? Alguma característica? Alguma akuma no mi que devemos manter em mente? E sobre os reféns? O que sabemos sobre a tal nobre capturada? Temos registros de quem estava no barco com ela? Diga tudo que sabe.

Se ela se negasse a “gentil proposta” de Magnus, ele apenas daria os ombros e partiria em busca de Mayu. Se ela não estivesse ocupada, ele se aproximaria e diria. – Tá a fim de começar aquele sparring?

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptySab 13 Abr 2019, 18:02

LARS



Roy dava um longo suspiro e se aproximava de Lars, já perto o agente começava a apalpar o corpo do marinheiro e logo após se distanciava – “Muito bem, precisava ver se você tinha algum den den mushi escondido, talvez você fosse um espião, embora eu ache que um espião seria mais inteligente”- dizia Roy com o seu tom de deboche usual enquanto ele começava a passar a mão pelos seus bolsos possivelmente procurando algo importante –“Acho que devo ter perdido em algum lugar do barco, mas tenho quase certeza que tinha deixado no bolso da calça”- murmurava o agente como se não quisesse que Lars escutasse.

Lars continuava a treinar com seu tridente sem precisar se preocupar em escutar Roy afinal o mesmo ficou calado enquanto procurava ‘aquilo’, no fim após um bom tempo ele tira dois papéis completamente amassados, - "Bem vamos começar, os inimigos são dois procurados, um cara chamado.... eh.... Artur Motoyasu: O estrategista dos céus e o outro se chama Alastor ‘Diacho’... algo assim, sua alcunha é O carrasco" - se Lars observasse apenas um pouco seria possível perceber que seus cartazes além de amassados também estavam rasgados, demonstrando o cuidado que Roy tinha por eles.

-“Por fim, você e seu parceiro tem que bolar um plano, como iremos lidar com os piratas e quem salvara os civis? Decidam isso em até cinco horas, nada mais nada menos, se demorarem demais minha parceira vai ficar bem irritada com vocês”- Roy já saia do quarto até resolver dizer mais uma coisa – “Se for necessário podem me procurar, afinal eu acho que vocês não têm capacidade suficiente para criar um bom plano” - Roy ria por alguns segundos antes de sair do quarto e logo fechava a porta, o que o espadachim faria continuaria a treinar? Procuraria Magnus? Ou teria outra coisa para fazer?

Gran


Não muito feliz com as explicações da agente Magnus começou a correr atrás da mesma e rapidamente a agarrou, era fácil notar que ser tocada por ele não a agradava – “Senhor, por favor, me solte, não há motivos para termos contato físico” – suas palavras acabaram sendo interrompidas por Gran, ela só começou a falar novamente quando o garoto finalizou suas falas –“Se você apenas quer mais informações poderia ter simplesmente pedido, esse seu pequeno discurso acabou sendo apenas algo desnecessário, minha missão é me certificar que a filha do nobre esteja bem, simplesmente isso, outra coisa você e Lars são os responsáveis por dez marinheiros, acha realmente que existe alguém mais capacitado?”-.

A mulher apenas aceitava e entrava na sala com Gran, -“Céus, você ao menos poderia esperar um pouco? Não é como se eu fosse tentar fugir”- ela dizia calmamente enquanto se sentava na cama – “Eu já falei tudo que é relevante sobre os piratas, não tenho a mínima ideia de quantos piratas tem no barco, só sei que todos são da tripulação do Artur, akuma no mi? Pelo que eu me lembre, Artur adquiriu uma era uma Zoan que permite com que ele voe, não me recordo de seu nome.” – a agente parava de falar, ao que aparentava estava recuperando o ar, - “Todos os reféns são empregados da nobre ou comerciantes, penso que eram cerca de seis a sete reféns, a nobre capturada não precisa ser identificada para você terminar a missão, portanto vejo que falar dela é desnecessário” – era fácil perceber que ela dizia sua ultima frase em um tom ácido demonstrando sua infelicidade em ter que falar da nobre.

Logo a moça levantava e parava a frente de Magnus –“Muito bem, pode me revistar, toque onde quiser”- se Gran aceitasse ele encontraria apenas os cartazes de procurado e uma adaga localizada em sua perna direita, -“Relembrando você tem cinco horas, e que fique registrado, não sabemos onde o barco está”- essa seria a ultima coisa que ela diria antes de sair do quarto, Gran estaria satisfeito com as respostas e, portanto procuraria Lars? Ou ele teria outra coisa para fazer?

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 3 EmptyQui 18 Abr 2019, 13:39

Witty battle



Ao dominar a situação depois de ter seu frágil ego esmagado pela agente, um sorriso tomou conta do rosto do jovem rapaz. O jovem olhou para a agente de forma presunçosa, até que ouviu sobre as informações e ficou bem decepcionado, pois não descobriu nada de útil. Porém, suas orelhas se levantaram assim que ouviu uma frase bem peculiar vinda dos lábios da moça.

Magnus se levantou e fitou dentro dos olhos da agente, se aproximando lentamente, enquanto tentava impor sua imagem sobre a dama usando a breve, porém significativa, vantagem em altura que tinha. Ele chegou a quase colar o seu rosto contra o da agente e a agarrou pela cintura, de forma firme mais cuidadosa para não ferir-la. Ele lentamente deslizou suas mãos para cima, correndo com os seus dedões sobre a barriga da dama enquanto o resto da mão acariciava suas costas. O tenente parou os dedos bem próximos a altura do diafragma da fêmea, bem perto de tocar seu busto. Ainda mantendo o contato visual, o marinheiro sorriu. – Percebo que a senhorita gosta de utilizar frases inapropriadas em momentos inoportunos. – Ele voltou suas mãos completamente para as costas da agente, a envolvendo em seus braços, e lentamente escorregou seus dedos para baixo, mantendo o mesmo contato visual. Ao aproximar das nádegas, ele moveu suas mãos até as suas ancas. – Deveria manter em mente que ações e palavras têm reações e repercussões. – Ele lentamente se agachou, deslizou suas mãos para a coxa direita da dama e escorregou seu dedo em direção ao seu calcanhar, até esbarrar em uma adaga. –Hm... Perigosa... – Depois de seu sussurro, ele voltou a subir com a sua mão, envolvendo sua perna enquanto lentamente se aproximava da virilha da dama, e como quem ainda brincasse com o perigo, ele parou novamente, com sua mão bem próxima. – Isso me leva a crer que você está bem preparada para ser tocada. – Ele largou a coxa da moça e se pôs de pé novamente. O rapaz então voltou para a cama e se deitou novamente de forma descontraída como se nada de mais tivesse ocorrido.

– Eu estava brincando sobre revistar você, mas agradeço pela oportunidade. – Ele soltou uma risada, olhando para o teto do quarto. –Bom, falo com você assim que tiver algo em mente. Se divirta fazendo seja lá o que for fazer. – Ele se deitou de lado, como se ignorasse a moça por aquele momento. Após ela sair, o rapaz se virou com uma expressão bem preocupada, pensando no que faria.

– Nós temos um estrategista que sabe o que faz, um rato com um cartaz, um grupo que eu não conheço e poucos recursos... Bom... Pelo menos é o que eu acho. Acredito que eu deva consultar o Lars. – Ele se levantaria e partiria em busca do tenente Lars para matar essa duvida cruel. Magnus buscaria pelo navio inteiro se necessário, e ao encontrar-lo, ele demonstraria um sorriso bobo, de orelha a orelha, de forma meio sarcástica. – E então!? Ficou sabendo dos detalhes da missão? Parece que vamos ter mais uma dessas... Faz tanto tempo que nós não temos uma missão em que não precisamos nos preocupar com nada além de nossa integridade física que estou sem ideia para essa. – Ele levaria sua mão a sua testa ao final da fala e encararia o chão. – O que você acha se nós simplesmente entrássemos lá e atacássemos o navio deles como se todo esse papo de gente importante nunca tivesse existido? Quero dizer, o capitão deles é um estrategista e nós não somos estudados nessa arte. Talvez devêssemos nos poupar do trabalho de bolar um plano e ser diretos quanto a nossa investida. – Ele pensaria, pensaria, pensaria e pensaria, e depois de tanto pensar, o jovem se ajeitaria em meio a uma epifania. – Ou talvez...

Ao dizer aquilo, ele correria para o convés e pararia bem no meio, observando os homens que estavam ali. – Senhores! Convoco uma reunião! – Ele se sentaria e aguardaria os marinheiros no barco se reunirem. Se nada ocorresse, ele berraria, com mais alto que antes. – SENHORES! –. Assim que estivessem todos ou pelo menos a maioria em sua volta, Magnus cruzaria seus braços. – Sinto muito por ter que interromper-los, mas como sabem, nós fomos designados para derrotar um grupo pirata. Por isso eu preciso de informações para que possamos trabalhar o nosso plano de infiltração e coordenar melhor o combate. – Ele se levantaria e buscaria pelo marinheiro de aparência mais franzina. – Você! O que sabe? Comece por capacidades combativas, como estilo de luta, se possui uma Akuma no mi ou conhecimento especifico para o combate. Sinta-se a vontade para falar contar sobre qualquer outro tipo de conhecimento que tiver. Algum hobby peculiar, ou alguma ocupação prévia que lhe ensinou algo de valor. – Ele daria um leve sorriso de canto de boca, para que aquele marinheiro se sentisse despreocupado e útil para a situação, e daria espaço para o rapaz ou moça se expressar.

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Calmaria Antes Da Tempestade - Parte II

Eu realmente queria resolver meus problemas com aquele agente, fazer as pazes, pra ter uma missão salvável, mas era incrível como aquele filho da puta parecia implorar pra tomar um soco no meio da fuça. Desde antes de sairmos de Wonderful ele parecia ter alguma implicância comigo, mas eu estava tentando me controlar; eu sabia bem que as vezes eu super-reagia a coisas idiotas por causa do calor do momento, e não queria mais uma vez passar a impressão errada, mas a essa altura já estava claro que meu ódio não era apenas "o calor do momento". O tal Roy já estava me criticando e deslegitimando sem cabimento algum a um tempo, e eu já estava quase achando que os ataques súbitos de retardadiçe dele eram de propósito para fazer suas ofensas sobre minha "falta de intelecto" fossem ainda piores, por partirem dele. O cara parecia fazer de tudo para me emputecer, como se me ver irritado desse algum tipo de prazer pra ele; então, se ele queria me ver puto, porque não deixar ele me ver puto de uma vez? Antes que Roy conseguisse me apalpar na suposta "revista", eu seguraria sua mão, na área do punho para ele não conseguir libertar a mesma com facilidade, e olharia diretamente nos olhos dele, com clara fúria no olhar - Acho que você tá invertendo os papéis. Eu fui designado diretamente pelo vice-almirante para essa missão, depois de trabalhar para ele em Wonderful. Você? Até onde eu sei só apareceu pra subir no barco conosco. Se diz agente, mas sequer age como um - Diria, seco e cortante, sem dar tempo para ele reagir ou retrucar.

Claro que, depois de tudo, eu não me contentaria em só o criticar quando aquilo - Mas, sabe, esse nem é o pior. Um suposto "agente experiente" que nem você nunca ouviu falar do nome Sparkbolt, a ponto de usá-lo e ainda tentar me vistoriar depois de eu revelar meu sobrenome, como se houvesse alguma chance de um Sparkbolt ser um infiltrado, ou de algum impostor ter coragem de usar o sobrenome Sparkbolt correndo o risco de chamar atenção. Eu achava que agentes eram uma força de inteligência, com acesso fácil a informações, mas você só me prova o contrário. Então, tenha isso em mente: Essa não seria a primeira vez que eu lido com impostores traiçoeiros - Finalmente o largaria, após o "discurso" bem agressivo, onde eu usava ao maximo meus conhecimentos de intimidação para tentar o fazer recuar - Então, que tal você fazer o seu trabalho e eu fazer o meu, em vez de você ficar me parasitando? Isso é, se você tiver capacidade de fazer seu trabalho - Encerraria, jogando o mesmo jogo que ele, para que o desgraçado sentisse o gosto do próprio veneno. Sinceramente, eu não gostava de mencionar os Sparkbolts, muito menos o fato de que eu era um, já que não só eu não gostava da minha família num geral, como isso fazia as pessoas me encararem mais como "um Sparkbolt" do que como Lars. Nesse caso, entretanto, era inevitável. O babaca de terno conseguiu chegar a me dar mais raiva do que meus pais quando me obrigaram a entrar na marinha pela "honra e tradição da família", então eu não tive que pensar mais do que duas vezes sobre pela primeira vez usar meu sobrenome pra tentar botar moral. Quer dizer, o imbecil provavelmente era o primeiro que eu encontrava que sequer havia ouvido falar sobre os Sparkbolt, o que normalmente seria uma coisa boa pra mim, mas na situação só fazia correr o risco de ele cagar pra minha intimidação por pura ignorância.

Após extravasar meu ódio em cima do agente, era óbvio que eu não estava nem um pouco afim de papo com ele, mas infelizmente eu sabia que o cara ainda não tinha falado o que havia vindo falar, então não era como se eu tivesse muita escolha. Acabei tendo que me contentar em o ouvir enquanto treinava com a lança e a mão esquerda, fantasiando com o impalava com o tridente no meio dos movimentos, o que, não nego, foi um pouco satisfatório, embora fosse só imaginação. Graças ao meu súbito entusiasmo em "atacar o ar" com a lança, acabei não ouvindo decentemente toda a explicação, mas peguei o suficiente pra saber o que confrontar: Artur, um estrategista, e Alastor, um bicho que parecia um rato. Sem contar, é claro, os possíveis subordinados dos dois. Normalmente eu pensaría em simplesmente partir para cima deles, mas dessa vez havia um diferencial, nos precisávamos resgatar os civis, especialmente a garota nobre, e levar eles em segurança até Mawakun, então não dava pra simplesmente cair na porrada, ainda mais contra um inimigo conhecido por ser um ótimo estrategista.

Definitivamente não era uma situação que conseguiríamos resolver apenas na base da força, mas... Mesmo que fosse, eu acho que eu não iria. Desde meu surto enquanto eu voltava pra Wonderful Land, eu estive pensando sobre a Akuma no mi que eu havia comida, e percebi que... Talvez o problema não fosse só da Akuma no mi, fosse um pouco meu também. Por mais que nas últimas missões eu tivesse sido obrigado a liderar um grupo e formar algumas estratégias com eles, eu nunca fui uma pessoa que fizesse planos por iniciativa própria, e talvez esse fosse um dos problemas. Aquele poder que eu recebi era um poder que exigia preparação pra ser usado com eficiência, exigia táticas, exigia que eu soubesse exatamente o que eu estava fazendo no confronto. A capacidade de transformar coisas em comida não era um poder que me permitia partir pra cima do inimigo sem pensar nas consequências, era um poder que me permitia ter certo controle do campo de batalha, e talvez por isso eu tenha tido uma certa aversão a fruta em um primeiro momento. Infelizmente já era tarde demais para ter outro poder, mas não era tarde demais pra trocar meus métodos do combate. Claro, me acostumar a não ceder à impulsividade seria um trabalho mais a longo prazo, mas era importante eu já começar a planejar meus passos, mesmo que só um pouco. Felizmente eu já havia sido forçado a fazer isso nas últimas missões que participei, então não seria uma mudança tão repentina.

Ao menos quanto a uma coisa Roy estava certo, eu precisava ver com G nosso plano de ação logo. Após ouvir todas as explicações, não havia porque continuar lá treinando como se nada estivesse acontecendo, nos podíamos topar com os piratas a qualquer momento, então óbvio que fui em busca do meu companheiro. Após é encontrar e ouvir tudo o que ele tinha a falar, não havia outra reação possível sem ser encara-lo com uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] - Mano, você fumou merda? Lá tem vários civis, inclusive uma nobre que nos precisamos prioritariamente resgatar. Nos não tempo só missão de acabar com os piratas, mas também de levar os caras em segurança até a tal Mauacum. Fora que os piratas poderiam muito bem usar os caras de refém - Diria, tentando ser o mais didático possível, pra que ele se tocasse da merda que tinha acabado de falar - Fora que agir só com os músculos contra um cara conhecido por ser um estrategista é pedir pra tomar no cu. Nos podemos não fazer um plano melhor que o dele, mas podemos dificultar o trabalho pra ele, fazê-lo dividir as atenções e perder por velocidade de ação. Nos estamos indo até ele, não o contrário, então, diferente de nós, ele não tem noção de quem está enfrentando - Terminaria, esperando que ele ao menos tivesse acompanhado a linha de raciocínio. Considerando que ele teve uma ideia, eu esperava que sim. Eu permaneceria apenas olhando o que ele fazia, aparentemente fazendo questionamentos aos tripulantes, o que, independe do que ele queria fazer, seria uma boa se quiséssemos separar em grupos. Ao mesmo tempo que observava suas ações, buscaria Rin com os olhos; como ele havia chamado os tripulantes para se reunirem, ela provavelmente viria também, e eu não a via desde que embarcamos. Eu e Rin éramos bem próximos, então ela era a primeira pessoa que eu pensava em compartilhar minha angústia e ideia quanto a minha Akuma no mi.  
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