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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptySex 22 Fev 2019 - 21:09

Relembrando a primeira mensagem :

Road To Tartarus

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Gran Magnus. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptySeg 4 Mar 2019 - 21:36

As coisas estavam calmas, Lars tinha feito os sanduíches dos quais todos desfrutavam, ele comentava sobre a possibilidade de fazer mais, porém que preferia não abusar da hospitalidade. Ele começava um diálogo com Gran, que o perguntava sobre a origem daqueles pães. Não era bem uma questão tão difícil mas após presenciarem os poderes deles algum tempo atrás, era notável compreender aquilo. As garotas ouviam o que eles falavam mas nenhuma delas se intrometia, Rin deitava ali para dormir normalmente, ela apesar de feliz pelo resgate, agora se perdia em pensamentos. Ela aparentemente estava repassando a missão toda na mente.

Perdido em pensamentos o marinheiro apenas comia sem notar que seu sanduíche acabava e mordendo o próprio delo. O seu leve espasmo e “grito” faziam Mayu que já deitava, levantar de uma vez só e olhar para cima, ela estava alerta pois poderia ser um ataque ou qualquer coisa assim. Mas após as palavras do garoto ela entendia por cima o que havia acontecido e só deitava. Não tinha muito o que fazer naquela hora então Magnus pedia licença se retirando do lugar, ele caminhava um pouco a procura de um pano que era encontrado rapidamente.

Enquanto isso, finalmente Lars deitava com mais tranquilidade, ele demorava alguns instantes para conseguir dormir, mas logo ele adormecia. Magnus pegava as suas espadas e começava a limpar elas ele tirava todo o sangue e gordura excessiva que estavam sobre ambas as lâminas. Parecia gostar muito daquelas armas. Assim que totalmente prontas ele as olhava pro seu trabalho e as nomeava em pensamentos, chamando uma de Coiote e a outra de Lazarus.

O que ele não tinha notado era a moça que observava aquilo que ele estava fazendo. Era uma marinheira de olhar um pouco mal encarado, ela não dizia nada inicialmente mas seus olhos claramente estavam nas mãos de Gran. Como se esperasse que ele fizesse alguma coisa. Ela se aproximava mais, porem ainda o olhando apenas da lateral do barco. O vento lá fora estava forte e eles de longe já poderiam avistar a ilha, claro que não com plena nitidez, mas como um ponto no horizonte, em poucas horas estariam lá.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptyTer 5 Mar 2019 - 21:15

Ex Machina - Parte IV

Era bom finalmente conversar um pouco com Gê, especialmente depois de tanta confusão em sequência. Eu havia conhecido o cara durante a viajem de entrada na Grand Line, e desde lá havia criado uma amizade com ele, mas algo que eu percebi apenas recentemente foi que eu nunca tive realmente uma conversa prolongada com ele. Desde aquela época, nossa relação de construiu mais em confiança para fazer missões juntos, especialmente depois de eu ter que aturar tanto pé-rapado em Shells Town. Havia pouco que eu sabia dele, sendo uma dessas coisas que ele parecia ter algum receio com minha comida, quase como se não estivesse acostumado com aquele tipo de prato. Eu não preciso nem dizer que saber só isso dele nem de longe era suficiente, especialmente depois de perceber que confiava nele sem sequer saber de onde ele veio. Por causa disso, esses momentos de interação era muito bons para, bom, interagirmos, obviamente. Claro que ele não chegou a fazer monólogos sobre o passado dele, mas esses papos aleatório eram sempre ajudavam a entendermos um ao outro melhor. Sem falar que ele finalmente havia tido uma reação positiva a um prato meu, o que foi uma conquista e tanto.

Conforme conversávamos sobre minha Akuma no mi, cada vez mais eu percebia o quão idiota ela parecia. Transformar coisas em comida realmente não era nada intimidador, e realmente parecia um poder com efetividade super limitada. Ainda mais depois dos meus fracassos em a utilizar de forma efetivamente útil nas últimas missões, eu sabia que se quisesse a tornar minimamente rentável eu teria que pensar, e pensar muito em um meio de usar a mesma. Simplesmente a utilizar pra cozinhar não valia a pena, tanto por ser um desperdício da perda de capacidade de nadar, quanto pelo gosto fraco das coisas; como cozinheiro, eu me recusava a usar ingredientes ruins tendo bons à disposição, mesmo que me tomasse um pouco mais de tempo. Toda essa reflexão também me fez pensar como teria sido se um não cozinheiro acabasse comendo essa Akuma no mi. Se eu estava tendo dificuldades agonizantes em a usar, não conseguia nem cogitar o sufoco que alguém sem o mínimo de conhecimento de cozinha passaria no lugar. Seria um verdadeiro desperdício total se isso acontecesse, mas eu talvez até tivesse preferido se isso ocorresse, afinal não seria eu que acabaria com aquele poder bosta.

Durante a conversa, era claro como o dia que eu estava meio pra baixo, especialmente pelo fato de eu estar ofendendo meu próprio poder, ressentido por ter conseguido-o em vez de algo melhor. Quer dizer, eu não fiquei cabisbaixo pode toda a conversa, pois em certo ponto meu tom meio melancólico foi substituído por gargalhadas incontroláveis - HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA - Ria, mas não em uma risada normal por ter ouvido algo engraçado, mas por ter ouvido um absurdo - Gê, você tem ideia de quem ou sou? - Questionava-o, pagando de rir e assumindo um tom mais sério - Já ouviu falar dos Sparkbolt? Eles são uma família tradicional e de notoriedade na marinha, são como uma família de soldados a serviço da mesma, a maioria de elite - Eu suspirava, após dizer isso tudo em voz alta. Dois um pouco falar isso, pois só reforçava ainda mais meu sentimento de aprisionamento naquela instituição de merda - Prazer, Lars Sparkbolt, filho da Valquiria de Ferro. Eu fui obrigado a me alistar para manter a merda da honra dos Sparkbolt, minha cabeça cai se "simplesmente sair" - Terminava, irritado. Minha fúria não era com ele, mas com minha situação, com minha família horrível, com meu passado. Eu não queria mais falar, não queria mais discutir, queria apenas descansar a cabeça no travesseiro e dormir, e assim o fiz.

Para minha felicidade, mesmo que o sono houvesse se esvaído com meu pequeno surto, logo adormeci. Eu sinceramente não saberia o que fazer se acabasse deitado e alerta na cama, apenas sendo corroído pelos pensamentos, porque sabia que meu humor só iria piorar exponencialmente se isso acontecesse. Quer dizer, não que ele estivesse bem depois daquele desabafo. O sono que acabei tento, diferente de tantas outras noites, foi um sono sem sonhos, vazio. Eu já havia ouvido falar que um sono sem sonhos acontecia quando a pessoa estava ansiosa, tensa, entre outros adjetivos negativos, mas nunca acreditei, por ser uma pessoa constantemente irritada e sempre cheia de sonhos. Aquele sono vazio, entretanto, me fazia pensar se aquilo não seria realmente verdade. Nem mesmo quando eu tive que me alistar eu fui durmais com tanto mal humor quando nesse dia, talvez por finalmente falar em voz alta todos os meus problemas, o que acabava fazendo com que eu finalmente me tocasse o quão fudido eu era. Fazendo eu finalmente me tocar que minha própria família me pôs na merda.

Depois de algum tempo naquele sono vazio, abriria os olhos. Diferente de tantos outros despertares, eu não queria pular da cama de uma vez. Apenas deitado ali, com a cabeça mais fria, eu finalmente refletia sobre o que havia acontecido. Sem querer eu havia sido agressivo com Gê por um comentário tão inocente. Eu havia sido rude com aquela que não me rotulava pelo meu sobrenome, justamente por não saber ou se importar com o mesmo. Eu não esperava que Gê fosse ligar muito para aquilo, ao menos pelo pouco que sabia dele, mas não queria correr o risco de afastar por causa de um surto idiota a única pessoa que me tratava como um companheiro. Após alguns minutos ainda deitado e refletindo, finalmente me levantaria e iria em busca de Gê. Independe se ele estivesse no quarto ainda eu se eu tivesse que procurar por ele, o chamaria e, um pouco envergonhado, me desculparia - Ei, Gê...? Como eu falo isso... Olha, me desculpa por ter sido agressivo antes. Você não tem culpa nenhuma da minha situação, eu acho... Acho que fiquei um pouco estressado por finalmente falar tudo em voz alta. Só... Esquece o que eu falei, tudo bem? - Me retiraria em sequência, sem muito ânimo para ouvi-lo. Iria para o convés, para afronte do navio, onde eu ficaria tentando ver o quão próximos estávamos da ilha. Ficaria ali sem saber mais o que fazer, apenas observando o horizonte.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptyQua 6 Mar 2019 - 16:44

WEST VIRGINIA



A noite estava bem calma e os fortes ventos lembravam Magnus de uma época boa que lhe trazia saudades. Ele lembrava que a essa hora ele estaria abraçado com seu irmão após comer uma das gigantescas coxas de Jirog(Uma espécie de veado musculoso) que ambos furtaram dos grupos de caça dos anões. Após lustrar as armas, ele as guardou e fechou os olhos, enquanto lembrava-se dos bons tempos.


-Flashback-


Numa noite estrelada, três crianças se encontravam no meio da floresta de Organ. A maior velha era um garoto de cabelo desgrenhado e vestes de tom marrom, nariz sujo de terra e ranho, e um buraco no lugar de seu incisivo superior central. Junto dele estava uma menina loira de vestido branco com as pontas encardidas, olhos azuis e o rosto todo empoeirado. O menor do grupo seria aquele que hoje é conhecido como Tenente Magnus, em vestes tão encardidas quanto as do outro garoto e terra cobrindo as extremidades de seus membros.

–Se você se acha tão rápido assim, porque nós não vemos quem consegue pegar o Ogro? – Disse o menino sujinho, apontando de forma desafiadora para o menor deles. O jovem Gran balançou sua cabeça em negação.

– É perda de tempo. – Respondeu

– Vamos lá! Aposto que consigo pegar antes de vocês! – Disse a garota loira com um sorriso.

–Você é só um covardão... Tem medo de dar de cara com um daqueles anões feiosos, seu covarde!– Os dois prosseguiram discutindo, deixando a garota de fora, o que levou ela a assobiar em busca da atenção de ambos.

– Por que vocês ficam me deixando de fora dessas apostas? Vocês não acreditam no meu potencial?! – Ela disparou. Em resposta, ambos encararam a jovem com um olhar bem irônico, acompanhado de um sorriso zombeteiro, o que a fez ferver em fúria. – VOCÊS SÓ ACHAM ISSO POR EU SER MULHER! PODEM TER CERTEZA QUE ESSE SEU PENSAMENTO NÃO VAI LHE TRAZER NADA DE BOM! HÁ MULHERES BEM MAIS FORTES QUE VOCÊS LÁ FORA E-

– Nós sabemos... – Respondeu os dois garotos, em união. – A mamãe é bem forte e eu respeito isso nela, mas você... Não tem a mesma aura e nem... Aquela coisa, sabe?

–Não, eu não sei.

–Bom, quando você a conhecer, você vai entender. Além disso, você correu de um Harmund.

–E daí?

–E daí que Harmunds são tão inofensivos que eles se fingem de morto na presença de humanos. Isso significa que você é mais inofensiva que um Harmund. Você entende isso, Isabelle?

–Claro que não, eu só... Só fui pega de surpresa.

– Então prove e vá pegar o ogro... – A garota se encheu de alegria ao ouvir a frase. – Sem a nossa ajuda.

– O Que?!?!

–Foi assim que eu aprendi e ensinei ao G. Não seria justo lhe dar uma colher de chá.

– Isso é muito cruel, Hiroshi... – Ela cruzou os braços, chateada com a conclusão do mais alto. –Tá... – Ela se virou, claramente sem saber o que fazer. Antes de começar a vagar em busca do tal “ogro”, ela voltou com duvida estampada em sua face. – O que é um “Ogro”?

O menino mais velho suspirou um pouco incrédulo e meio impaciente. – Ogro é o maior coelho da montanha que já fora visto nessa ilha. Os anões o temem e Frest o respeita. Os boatos é que ele só surge para atrapalha os caçadores da ilha, visto que quem vem pra cá só vem pra caçar. – Ele disse, enquanto desenhava no chão a imagem meio caricata de um coelho bem gordo. – Dizem que a carne dele tem um sabor divino, mas não é pra isso que a gente capturar ele.

–Não?

– Não. As lendas dizem que tocar o Ogro é um símbolo de força e habilidade. Traz muita boa sorte pra quem realmente busca. – Ele a encarou enquanto terminava o desenho. O rosto de Isabelle se encheu de determinação e ela sorriu para Gran e Hiroshi antes de partir.

–Pode ter certeza que eu vou conseguir! – Ela disparou floresta adentro.

–Boa sorte...

–Garota boba... Como se fosse fácil capturar o Ogro...

– Eu acho que você acabou de condenar ela, irmão...

–Eu não acho, quer dizer, nada de ruim pode acontecer... Né?


O tempo passou, levando a noite, e com a chegada do dia chegou a preocupação. Os dois garotos aguardavam no mesmo local, sob uma grande arvore, junto de um enorme ovo. Hiroshi, o mais velho, parecia não ter dormido muito bem e Magnus o encarava como se estivesse o julgando por ter mandado Isabelle de forma tão imprudente.

–Vamos... Temos que avisar ao gorducho... E também temos que achar alguém pra cozinhar essa coisa. – Hiroshi se levantou, sem esperança, e de repente, um arbusto começou a se chacoalhar, o que fez os dois recuarem.

– Vamos ter carne no café?

– É o que eu espero.

–ESPEREM! – Gritou Isabelle, saltando do arbusto. Com o rosto, braços e vestido cobertos de lama.

–Isabelle! – Os dois gritaram em perfeita harmonia. Antes que pudesse se dar conta, Gran correu para dar um abraço na garota.

– E ae? Sua busca valeu a pena?

Ao ouvir isso, a garota se levantou, limpou a poeira de suas vestes e revelou, animada, uns tufos de pelo branco, sujos de lama.

– O que seria isso?

–Uma prova que eu toquei no “Ogro”.

–Mas é só pelo... Isso não confirma nada...

– Deixa isso pra lá. Ela teve coragem de ir atrás do Ogro, já valeu à pena.

Hiroshi suspirou e a encarou. Ela claramente estava ainda mais orgulhosa de seus esforços visto que Magnus apenas confirmou a grandiosidade de seu ato.

–Tá... Então a partir de agora, a gente não vai mais te chamar de fraca.

Ela começou a dar saltinhos de alegria enquanto Magnus batia palmas para ela.

– Então a partir de hoje, você vai na frente.

–Haaaaan?!?

–Vai por mim... É bem melhor que ir atrás.

Isabelle passou pelos dois um pouco receosa. Ao ver o nervosismo dela, os dois jovens começaram a rir.

– O que é tão engraçado?!


–Você não tem jeito. – Disse o pequeno, passando a frente da garota. Isabelle por sua vez apenas sorriu e depois disso tudo, todos os três carregaram o gigantesco ovo para a cidade, em busca de seu merecido café da manhã.


-Fim-


Enquanto Magnus finalmente começava a cair no sono usando suas boas memórias, ele ouve uma voz. Uma que ele conhecia, mas que não fazia parte de seu passado distante. Era Lars, e ele queria se desculpar pela sua explosão momentos antes. Magnus apenas sorriu, ainda de olhos fechados.

– Toda essa coisa de marinha por si só já é bem estressante, então eu te entendo. – Ele deu uma pausa. – Só não deixa isso subir a sua cabeça... Esse tipo de magoa pode fazer mal. – Ele disse, se levantando.

Visto que Lars não aparentava não querer mais papear, Magnus preferiu apenas explorar o navio. Então ele caminharia pelo interior da embarcação para ver se há algo de interessante ou diferente nela.

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Última edição por gmasterX em Sex 15 Mar 2019 - 22:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptyDom 10 Mar 2019 - 14:15

Inicialmente Magnus refletia sobre a vida, ele pensava em outras épocas, enquanto Lars, ainda estava naquele pensamento da sua akuma no mi. O pobre espadachim cansado voltava pra o quarto e quando finalmente estava quase dormindo, quase tirando aquele cochilinho sagrado tão precioso… Aquela voz linda e maravilhosa conhecida, o retirava de seus sonhos molhados e trazia ele de volta a realidade. Falando mais uma vez sobre esse assunto. Sendo cordial e não muito preocupado ele respondia sobre os assuntos.

Ele então dormia, após se expressar um pouco, mas Gê pobre homem, ele apenas saia dali e caminhava pelo barco vendo o modo como as coisas estavam, alguns marinheiros passavam por ele, e outras horas ele via apenas a madeira do barco que era bonita e bem cuidada. No entanto, Lars que acordava caminhava em busca dele, e não demorava pra achar ele na proa do barco. Ele pedia desculpas pelo que tinha dito mais cedo.

No entanto o que chamava mais atenção era o solavanco do barco que parava de repente, distraídos mal tinham notado mas estavam de volta na ilha. O homem que o salvara antes se aproximava. -Estamos de volta a Wondefull Land, podem seguir para o quartel após desembarcarem, o resto será cuidado por minha tripulação. Boa sorte rapazes.- falava ele com um sorriso leve no rosto, ele estava em uma situação muito boa.

Agora seu rosto e olhar pareciam mais descontraídos que da ultima vez. Rin e Mayu acordavam após o solavanco e se dirigiam até a proa já vendo também que estavam de volta na ilha. Tudo tinha terminado bem e eles poderiam logo logo partir na sua próxima missão e se envolverem no que diz respeito a tal coisa. Era complicado mas nada além disso parecia seguir-se a partir dali.

No porto era notável que tinham 8 marinheiros recebendo aqueles homens, a maioria deles eram sargentos, mas dava pra ver dois tenentes ali pelo meio que iam recebendo caixas e colocando elas em carroças, era de novo um bem vindos ao lar. Afinal eles tinham deixado a ilha a pouco e assim, era tudo calmo. As ações só dependia deles depois disso.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptySeg 11 Mar 2019 - 12:27

Ilha Das Maravilhas - Parte I

FINALMENTE! FINALMENTE, PORRA! Depois de tanto tempo surrando e sendo surrados, finalmente meus pés pisavam em solo firme novamente. A sensação de incrível estabilidade e dureza em cada passo que só a terra firme podia proporcionar era fantástica, e com certeza estava me fazendo sorrir de orelha a orelha - Finalmente livre do balanço do navio! - Eu dizia, esticando meus braços para cima e respirando fundo, feliz por aquilo tudo ter acabado. Durante nossa pequena "viajem", vários imprevistos havia acontecido, bons e ruins, mas finalmente estávamos de volta a ilha, inteiros, e com a missão cumprida, mesmo que tendo uma ajuda nos momentos finais. Era um pouco estranho o quão cansado eu havia ficado, especialmente sabendo que eu já havia feito viagens mais longas de navio, mas, acho eu, o problema dessa vez nem foi o tempo. Eu não me surpreenderia se o enorme cansaço mental houvesse nos quebrado ainda mais do que o ouro cansaço físico fez, mas eu não era exatamente um especialista no assunto para dar uma opinião relevante. De qualquer modo, não havia mais porque pensar naquilo, já que o sufoco e viajem haviam acabado, agora era só seguir a vida.

Por mais que eu quisesse simplesmente apagar aquilo da minha memória é simplesmente me afastar do barco como se eu nunca tivesse visto mais gordo, havia uma coisa que ainda martelava na minha cabeça sobre os eventos da missão, mais por curiosidade do que qualquer outra coisa. No navio pirata, quando as tritãs falaram pro monstro marinho começar a carregar o navio, elas não haviam dito para onde levar, o que me fazia pensar... Onde iríamos parar se os dois navios da marinha não nos salvassem? Pela calma das duas piratas, era óbvio que o mostro levava na direção que elas queriam, e não era difícil presumir que fosse uma espécie de covil do bando. Originalmente eu pensei que fosse apenas isso, um esconderijo deles, que as duas estavam apenas fugindo para que não chegassem mais marinheiros, mas, pensando mais um pouco, os marujos bundões tinham claramente falado antes que os comandantes do navio não estavam lá. Era possível que nos fossemos levados para um lugar ainda maior do que um simples esconderijo, e se fosse isso mesmo, significava que podia existir um enorme grupo de piratas reunidos em alguma ilha, grande o suficiente para ter roubado talvez até a força aquele artefato do governo. Felizmente, aquilo não era problema meu, e enquanto a merda não voltasse a espirrar em mim, eu podia só cagar e andar para aquilo.

Andando pelas calmas ruas de Wonderful em direção ao QG, assim como o marinheiro ajeitado com cara de comodoro ou vice-almirante havia dito para fazermos, logo fui tendo minha atenção atraída pelos prédios ao meu redor. Quando eu cheguei na ilha pela primeira vez, eu havia ficado surpreso com aquelas casas empilhadas uma em cima da outra, mas agora, depois de passar algum tempo ali, aquela arquitetura já havia me acostumado com aquilo, a ponto de ficar chato. Claro, eu estava muito feliz de ver aquela ilha denovo depois das merdas em alto mar, mas... Eu tinha a impressão de que aquele lugar já tinha dado o que tinha que dar, e pelas minhas experiências anteriores, a situação só piorava daquele ponto em diante. Claro, não era só isso que me "desmotivava" ao andar novamente por aquelas ruas, o fator principal era a lembrança do que havia acontecido com Max anteriormente. Claro, ela não havia morrido, mas teve ferimentos ruins o bastante para ter que passar por cirurgia e uns tratamentos pesados que eu nem sabia o que eram, e eu me sentia responsável por aquilo por ter sido o cara que pôs ela na missão. Permanecer naquela ilha, por mais que me aliviasse do cansaço do mar, me fazia lembrar do meu erro ali, e, sinceramente, depois de pensar um pouco, eu acho que preferia o primeiro.

Uma vez que chegasse no QG, iria de uma vez por todas encerar aquela missão, e isso quereria dizer passar o relatório para o Charles, vice-almirante que nos passou a missão, ou para o Bethoveen, o capitão do QG. Iria em busca de um dos dois, especialmente do vice almirante apelidado por mim de Carlos, perguntando por eles aos marinheiro de aparência importante por quem eu passava - Ei, o Vice Almirante Charles ainda esta no QG? Se sim, sabe onde ele estar? - Caso ele não estivesse mais por lá, perguntaria então sobre a segunda opção, o capitão que apelidei de Beto - E o Capitão Bethoveen, tá por aí? - Questionaria por aí, até achar Carlos ou o capitão do QG caso o vice almirante não estivesse por lá. Uma vez achando o superior responsável, iria até ele - Ow, tenho relatório da missão de recuperação do troço do governo, tá disponível ou volto mais tarde? - Perguntaria, apontando com o dedão para trás sinalizando uma opção de saída minha, como uma piadinha minha, mas que ele podia acabar levando a sério se estivesse realmente ocupado. Uma vez que a um resumo da missão é do que houve no navio, além do fato de termos sido trazidos por um outro marinheiro depois, fazendo uma breve descrição do cara para ele.

Após resolver a questão do relatório, fosse sozinho ou junto de algum dos outros que houvesse decidido fazer o mesmo, sairia novamente pelos corredores do QG, dessa vez em busca do arsenal. Eu havia conseguido uma espada foda de um dos piratas, uma espada que agora era minha, então não via porque ficar mantendo outras espadas vindas do arsenal da marinha. No local, deixaria a Claymore e a Falchion que havia pego anteriormente, assinando qualquer papelada que fosse necessária, caso houvesse, para devolver as armas. Lembrando da ação que rolou no navio, aproveitaria para pegar uma lança também, especialmente um tridente caso houvesse lá, já que seria bom outra arma com a qual poderia usar o poder de minha Akuma no mi. Eu não estava tão acostumado a usar armas de haste quanto estava com espadas, mas não era nada que um treinamentozinho não resolvesse. No mais a mais, não é como se eu nunca tivesse usado lanças, então dava pra me virar bem com uma. Claro, assinaria também a papelada para retirada da arma, caso houvesse, e depois iria em busca dos outros mais uma vez pelos corredores da instalação, para saber de suas situações e se tinham achado algo de interessante para fazer.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptySeg 11 Mar 2019 - 23:17

Well deserved rest



Aquela longa missão trouxe várias perguntas para Magnus. Mesmo que ele estivesse tentando evitar-las, ele sabia que tinha algo de bem errado sobre a situação das gêmeas pirata. Se a historia que ambas contaram era verdade, então havia algo de errado dentro da marinha. Como é possível que uma organização tão grande e poderosa não tivesse conhecimento do que estava acontecendo com elas? E se tinham conhecimento, por que não fizeram nada? No final, o pior de tudo era que ele ainda não podia contribuir de forma significativa. Mesmo já sendo um tenente, ele ainda era um pequeno grão dentro dessa corporação. Mesmo estando orgulhoso de seus feitos até ali, ele não se sentia tão poderoso quanto os honráveis vice-almirantes, nem os outros lutadores excepcionais com os poderes das frutas especiais. Faltava alguma coisa... Algo que poderia complementar o seu Bushido...

– Que tal aquele estilo com chutes e voadoras da Mayu...? Parece que ela se diverte bastante enquanto luta e eu não sentiria tanto receio em usar-lo quanto a espada. – Aquilo soava como uma ótima idéia na cabeça de Magnus, porém, ele não queria perturbar-la novamente para ensinar algo e mesmo que estivesse tentando bancar o machão, ele ainda estava um pouco incerto sobre o que ele sentia sobre a moça, e aquilo de alguma forma o assustava. Só que temer a sua companheira daquela forma o fazia se sentir bem fraco, então ele decidiu enfrentar seus “medo” irracional de ficar perto da Mayu.

Assim que ele chegasse ao Qg, ele partiria, ignorando tudo e todos, para o seu alojamento e agarraria suas coisas. Ele queria muito rever os seus “bebezinhos” e finalmente descansar um pouco, por isso, após uma sessão de abraços com Ichinose e Aldebaran, ele se jogaria em sua cama e tentaria ter seu merecido descanso. Com aqueles pensamentos o incomodando, ele provavelmente não conseguiria dormir, por isso ele apenas tentaria dar uma cochilada.

Após descansar seus olhos, ele se levantaria e seguiria em busca de Mayu. Ele se aproximaria e caso ela estivesse ocupada com algo, ele apenas deixaria aquilo pra lá e tentaria abordar-la outra hora. Se ela pudesse falar, ele juntaria todos os ensinamentos de Del Rosa e as horas de seu aprendizado de sedução para conversar com ela.

– Oi gata, você vem sempre aqui? – Ele diria, encostando-se a uma parede ou pilastra bem próxima, se fosse possível, enquanto tenta esconder um pouco de sua timidez. – O Qg tem andado bem chato desde que a gente voltou da ultima missão... Então, que tal se a gente se divertisse um pouco com uma pitada de “ação”? – Ele questionaria com um sorriso malicioso. Se ela negasse a proposta, ele responderia: – Tá bom, então me ensina a dar esses seus chutes estilosos. Prometo ser um bom aluno. – Caso ela caísse na pilha e pensasse em outra coisa ele responderia: – Então vem me ensinar a lutar que nem você. Deve ser ação o suficiente, não?

Em ambos os casos, ele a levaria para algum espaço amplo onde pudessem ter o tal treino. Antes de começar, ele se alongaria.

–Estou pronto quando você estiver... Professora.

Se por acaso ela não quisesse ou pudesse de jeito nenhum dar essa aula. Ele se retiraria e buscaria alguém, que pudesse lhe ensinar a dar aqueles pulos mortais e essas coisas, já que aquilo era o outro item na lista.

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Última edição por gmasterX em Sex 15 Mar 2019 - 22:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptyQua 13 Mar 2019 - 1:55


Depois de chegar na ilha, todos se dirigiam para o Quartel. Lars estava mais tranquilo e até mesmo alongava os braços, antes de tudo. Ele partia para procurar o Vice almirante que tinha dado as ordens anteriormente, o marinheiro levantava as sobrancelhas e pensava por uns segundos falando em seguida. -Eu lembro dele, ele saiu a pouco tempo, foi para algum tipo de missão de barco.- e depois disso, era o plano B dele, achar o bom e velho capitão, que naquele momento estava por ali. -Ele está na sala dele.- falava apontando o dedo para a direção.

Lars seguia até chegar no local, onde ele abria a porta, vendo o homem moreno de cabelos espetados que preenchia formulários. -Bem vindo de volta.- comentava ele virando o rosto para cima e esperando que o garoto falasse. Não demorava pra que ele explicasse o que vinha fazer ali. -Pode fazer o relatório estou ouvindo.- e assim o garoto levava uns bons tempos explicando as coisas que tinham acontecido por ali.

Enquanto isso o galante tímido Gran, falava com sua amiga, ele falava algumas coisas, que arrancaram um sorriso leve do rosto de Mayu, ela corava um pouco e falava um tanto empolgada. -É uma ótima ideia, acho que podemos fazer isso agora, certo!!- talvez o certo devesse ser uma pergunta, mas ela tratava com tom de afirmação, provavelmente por ter se perdido nas ideias. Gran o levava pra uma zona mais aberta, e então comentava o que queria dizer.

Ela ficava um pouco perdida de início, quando entendia que as coisas eram pra outro rumo, mas respirava e então começava a explicar. -Bom, o primeiro passo pra dar um bom chute, não depende apenas de movimentar o corpo, na verdade está na inércia, que é a de ter uma base firme, o posicionamento das suas pernas conta muito pra isso. Como você é um espadachim, suponho que entende de posturas Certo?- era uma pergunta quase que retórica mas ainda assim, ela dava um espaço de tempo enquanto girava em volta dele, como se fosse uma general, ou alguma coisa desse tipo, só faltava um chicotinho, pra ela parecer mais com uma dominatrix que uma professora.

Não que essa fosse a intenção dela, mas de certo modo era a impressão que poderia dar. -Eu quero que faça uma base firme igualmente, mas sem deixar as pernas entreabertas como normalmente deve fazer, quero que assuma uma posição onde seus pés fiquem firmes porém livres.- e dizendo isso ela demonstrava a posição onde parecia mais que ela estava pronta pra alternar entre os pés como se fosse dar uma passada, mas com os joelhos melhor flexionados. Ela passava algum tempo falando e depois disso demonstrava alguns chutes.

Ela esperava que com alguns minutos ele tivesse captado bem, já que ele nunca teve dificuldade pra lidar com nenhuma arma ou estilo anteriormente, já que ela o viu usando machados, espadas, e todo tipo de caralho que ele achou por ali. -Agora eu quero que me demonstre isso, faça uma boa base e tente me chutar, ou chutar a pilastra ou algo assim.- dizia ela com a mão no queixo aguardando que ele começasse a tentar.

Lars enquanto isso, ia até o arsenal onde ele entregava suas duas espadas antigas que tinham sido fornecidas pela marinha assinando alguns formulários. Quem atendia ele era um gordão de óculos que trazia uma papelada. -Assina aqui. Aqui também, aqui, e aqui… Agora vira a papelada, assina ali, faz uma rubrica naquela parte de cima, depois ali, agora deixa eu pegar o resto.- falava ele passando as folhas e mostrando onde o garoto tinha de assinar após cada coisa. Ele trazia mais uma tonelada de papéis e então seguia. -Agora nesse daqui. Esse outro ali também, pronto, agora aquele lá, depois mais esse...- E por quase 1 minuto isso se estendia. Depois disso Ele pegava um tridente e estava com a nova arma pronta. Ele voltava a andar pela instalação e então encontrava Rin, que estava comendo um crepe, vendo ele se aproximar ela oferecia -Quer um?- perguntava ela sorrindo.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptyQui 14 Mar 2019 - 0:29

Training



Magnus estava bem animado para seu aprendizado, mas ele se surpreendeu com a reação inicial da Mayu a sua proposta. Ele gosta de fazer-la feliz, mas aquilo lhe deu um extremo calafrio na espinha, como se tivesse acordado algum mal antigo por trás de milhares de selos em uma tumba isolada e esquecida. Deixando isso de lado, ele estava mais feliz ainda por poder dar o troco nela pelo o que ela havia feito na primeira missão da dupla, já que ela só entendeu do que se tratava aquela situação quando os dois chegaram à sala vazia. Antes de começarem os ensinamentos, Magnus refletia o quão bom era momentos como aquele, onde ele não havia que se preocupar com piratas tentando levar-lo a óbito.

Ela comentou sobre o segredo por trás de um bom chute, e para ele aquilo soou bem intuitivo. No fundo, parecia ser tão bobo que ele se perguntava como não havia aprendido aquilo bem antes, e enquanto pensava, a sua atenção rapidamente apontou para a dama que o rodeava como um tubarão prestes a abater seu almoço sangrento. Aquilo o deixou meio desconsertado, mas não o bastante para quebrar sua concentração.

Ela seguiu comentando sobre como a base devia ser firme mais livre, o que deixou um enorme ponto de interrogação estampado na face de Magnus. Aquilo soava como loucura, pois não achava possível se ter uma base tão firme quanto livre. De repente ela começou a demonstrar e mesmo com o que ela havia lhe explicado, ele não conseguia tirar um bom proveito daquilo.

–Confesso que você faz isso parecer bem fácil. – Ele disse, deixando escapar uma de suas reflexões. Após pensar um pouco, as observações que Mayu havia feito lhe lembravam de como havia aprendido a dar um bom soco em meio a suas viagens. Ele também aprendeu a chutar, mas de forma bem precária e inexperiente, o que o fez juntar os pontos: Como firmar a base, transferir a energia da sola do pé para os braços e como dar uma bela de uma bicuda. Com isso em mente, ele chegou à conclusão de que a forma mais eficiente de dar um chute é usar o máximo de músculos o possível.

Enquanto Gran raciocinava, Mayu o convidou a tentar, o que o deixou receoso, pois não tinha muita idéia sobre a postura adequada. Magnus se afastou, e engolindo a seco, se posicionou da forma que julgava ser parecida com a de Mayu. Ele sabia o que fazer: Dar um único passo para frente, girar o corpo e levando a perna de trás para frente, contrair os músculos do abdômen e de sua coxa, estirar os da panturrilha e por fim, enrijecer cada músculo no extremo de seus pés. Tudo isso consecutivamente lhe parecia o mais apropriado e efetivo para aquele tipo de chute. Ele não tiraria de letra nos primeiros chutes, mas era uma questão de repetição, então ele executaria esse chute, mantendo em mente o que Mayu havia dito sobre manter a base firme, porém livre.

Magnus repetiria, ouvindo as possíveis instruções de Mayu, até que ele conseguisse tirar aquele chute de letra.

– Eu tive uma ideia. – Ele exclamaria, assim que se sentisse confiante sobre a sua técnica. – Que tal se nós tivéssemos um sparring? E pra deixar mais interessante, o vencedor tem o direito a um desejo, enquanto o perdedor deve realizar o dito desejo. O que acha? – Ele questionaria, pois afinal, algum tempo atrás, Mayu confessou que gostava desses tipos de joguinhos, então nada melhor para deixar a sua aula mais dinâmica. Não havia um motivo claro para não aceitar tal proposta, mas se caso isso ocorresse, ele responderia: – Não precisa ter medo... E nem pegar leve comigo. Pode deixar que eu não irei ficar ressentido se me der uma surra.

Se ela aceitasse o pedido, ele complementaria dizendo: – Tá bom, só gostaria de avisar que eu preciso muito treinar as minhas habilidades com a minha mão esquerda, então se parecer que eu estou me contendo, não leve pro lado pessoal. – Ele expressaria, colocando seu lado esquerdo do meu corpo mais a frente.

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Última edição por gmasterX em Sex 15 Mar 2019 - 22:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptyQui 14 Mar 2019 - 19:40

Ilha Das Maravilhas - Parte II

Minha chegada no QG não havia sido... Bom, exatamente o que eu imaginava. Como Carlos havia dado aquela missão especialmente para nos, eu esperava que ele ao menos, com sua "honra" de vice-almirante, nos recepcionasse na volta. Quer dizer, ele até mesmo tinha dito que aquela missão era algum tipo de teste, e que caralhos de teste fica sem nota ou feedback no final? Aquilo me deixava um pouco desconfortável, pois fazia quase eu sentir como se houvesse feito aquilo tudo para nada. Sim, tudo bem que no final nos realmente recuperamos um artefato do governo e ajudamos a capturar aqueles piratas, mas eu realmente esperava que aquilo fosse dar em mais algo; era difícil esperar uma missão como quando ela era dada pessoalmente por um vice-almirante, né? Ver que ele havia simplesmente partido no primeiro chamado que recebeu sem dar satisfação nenhum para nos só mostrava o quão irrelevante nos éramos para ele, ou que ele já havia chegado na conclusão de que havíamos fracassado, e isso me deixava bem puto, especialmente depois daquele discursinho que fez para nos fazer aceitar a missão. Olhando pelo lado bom, ao menos eu havia conseguido aquela espada foda, então algum benefício aquilo tudo tinha.

Mas, claro, se o Carlos não estava lá, não havia muito o que eu podia fazer naquela situação além de reportar a missão para o Beto. Já que ele era o líder do QG, na falta do vice almirante que me passou a missão, ele era o de mais alto cargo ali, então a ordem natural das coisas seria que ele fosse informado. Se o Carlos ia apreciar eu ter deixado o capitão do QG de "locutor" era outra história, mas depois daquilo eu estava pouco me fodendo sobre o que o Carlos ia achar. Ele não estava aqui para fazer a parte dele, então que contentasse com as consequências e pegasse o relatório indiretamente. Minha vida e carreira não giravam ao redor dele, e simplesmente o esperar (até sei lá quando) não era nem uma opção. Quer dizer, por mais que isso tudo estivesse passando pela minha cabeça, só seria algo válido se o Beto estivesse aí pra pegar o relatório. Sim, isso mesmo, porque no meio do caminho eu me lembrei que O FILHO DA PUTA ESTAVA DE FOLGA! Caralho, eu estava tão concentrado em cagar pro Carlos que nem ele cagou para nos que eu esqueci que o Betinho também poderia não estar lá, e se ele não estivesse, não haveria a quem eu passar o relatório, até onde eu sabia. Olhando por outro lado, a doença que afetou o QG durante o ataque dos criminosos é que havia feito ele tirar a folga parecia já ter passado nos sargentos e soldados que também a pegaram, então, se ele fosse uma pessoa razoável, possivelmente já teria voltado. Felizmente ele estava lá, o que arrancou um suspiro meu, além, é claro, do relatório.

Ao menos a troca de armas no arsenal não teve nenhuma tensão ou supresa... Não que isso tenha sido exatamente uma boa coisa. Desde meu primeiro dia na marinha eu achava um completo absurdo a quantidade de papelada que tínhamos que assinar só pra conseguir a bosta de uma arma, quanto mais devolver. Eu antes achava que nos Blues isso era exagerado, mas desde que pisei na Grand Line pareceu até que o número de assinaturas necessárias cresceu de algum modo. Era quase como se os QGs daqui tivessem uma organização mais rigorosa ou algo do tipo, algo que eu realmente não entendia, já que até hoje nunca vi motivo para tanta burocracia. Sinceramente, qual seria o problema de assentar uma prancheta com os registros de retiradas e devoluções, que nem em uma biblioteca? Seria tão mas fácil, simples e funcional, mas infelizmente, como Tenente, eu não tinha condições de dar pitaco quanto a isso. Acabei simplesmente seguindo tudo claro e pegando meu Tridente, tentando imaginar que tipo de utilidade aquela quantidade toda de assinaturas teria. Não era como se piratas fossem entrar casualmente no QG e pegar as armas do arsenal como se fosse a situação mais normal do mundo. Quer dizer, a não ser que esse alguém tivesse um poder de transformação de algum modo, mas as chances eram tão baixas que era mais fácil considerar impossível.

- Aceito, valeu - Respondia a Rin, logo depois de a encontrar comendo crepe e me oferecer. Esperaria ela me dar um crepe caso ela estivesse com dois, ou dividir/me dar um pedaço do que estivesse em sua mão, caso só tivesse aquele, e começaria a comer. Sentando-me ao seu lado, me pronunciaria - Rin... - Pensei em perguntar pra ela se queria seguir viajem, se queria sair da ilha ou o que fosse, mas percebi que, naquele momento, não seria bom por tanto peso nela. O ideal era deixar as coisas seguirem com naturalidade, e torcer para que fossemos requisitamos para alguma missão que nos tirasse dali ou algo do tipo - Você tem percebendo que nos estamos meio... Parados? Antes de virmos para a Grand Line as coisas pareciam mais agitadas. Não sei se é coisa dessa ilha, mas, por mais que eu não goste de ser um cachorrinho da marinha, eu sinto que não estou sendo... Produtivo - Suspiro, e tento organizar os pensamentos na minha cabeça para saber como expressar o que sentia - Antes eu conseguia me fazer ser ouvido, por minha marca nas missões que fazia. Aqui parece que estamos só sendo chamados de um lado para o outro para fazer missões que qualquer um poderia fazer... - Paro por um momento, olhando para o nada, e apenas refletindo sobre tudo o que eu falava, percebendo que finalmente eu parecia um simples marinheiro dispensável.

Não demorou muito para eu perceber o melancólico eu soava, o que me surpreendeu, já que eu não costumava ser tão pessimista daquele jeito. Por mais que eles realmente me vissem como dispensável, porque eu deveria ligar? Eu nunca precisei provar nada para a marinha, e não pretendia mudar isso. Balançando a cabeça com força para me agitar, tentaria melhorar o tom de voz - Quer saber, deixa pra lá. Acho que eu tive um momento emo, energia negativa demais pra mim - Me levantando e pondo o último pedaço do crepe na boca, empurrando com os dedos, falaria então com a boca cheia - Vahus procuhar o Hê e ah Hayu - Dizia, com dificuldade de articular as palavras pela comida, antes de pausar para terminar de mastigar e engolir - Eles devem estar fazendo alguma coisa, sei lá, depois de tantas missões juntos nos precisamos socializar um pouco mais, não ficar em panelinhas separados - E, chamando ela com a mão, e ajudando a levantar se ainda estivesse sentada, sairia mais uma vez pelos corredores do QG, em busca da outra dupla de marinheiros que havia vindo conosco desde os Blues. Uma vez que os achasse, acenaria e ergueria a voz para eles - GÊ, MAYU, O QUE ESTÃO FAZENDO?
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptyDom 17 Mar 2019 - 18:51

Depois de tudo Lars falava com a Rin, ele aceitava o crepe e comia e começava a dizer diversas coisas, que ela ouvia enquanto mentalizava. -Sim, acho que faz algum tempo que não temos alguma missão, que seja grandiosa… No entanto, não é que tenham sido menos importantes, e sim que tínhamos uma expectativa diferente da grand line, uma coisa que quando chegamos aqui pouco mudou algo.- essa era a resposta dela para a indagação uma coisa válida, afinal, poderia ser que não fossem as missões o problema, mas a visão deles sobre como elas deveriam acontecer.

Enquanto eles falavam sobre isso Gran estava treinando com a Taekwondoca, e parecia notar a dificuldade dos chutes, ele então fazia uma proposta de uma “luta” entre eles para que pudessem fazer um treino melhor, e com direito a apostas. Ouvindo a ideia o rosto sério de Mayu se contorcia gerando um leve sorriso no rosto antes que ela falasse.-Um sparing em? E com um desejo… Gostei, mas podemos deixar então o desejo em segredo até após ele certo?- dizia ela já praticamente concordando com os termos, ela tinha foco em treinar ele, e talvez se ela dissesse seu objetivo, pudesse ao invés de incentivar a vitória, fazer o rapaz querer perder.

Lars depois daquilo chamava Rin, ela concordava e os dois caminhavam até onde estavam G e Mayu, eles podiam ver que a conversa dos dois estava pra se encerrar e então ele falava para com Magnus, que estava ainda entretido, mas antes que pudessem prosseguir tal conversa um homem vestindo um uniforme da marinha de coloração azul escuro, com um sobretudo branco por cima se aproximava deles. -Vocês dois são os Tenentes, Gran Magnus e Lars Sparkbolt? Se são vocês, preciso conversar.- diria ele em um tom de voz tranquilo. Ele respirava com um ar pesado, que parecia ser normal a ele, se prestassem atenção veriam que os dois braços dele eram metálicos.

Ele tinha um tubo, que parecia vir das costas para a região do braço, provável que algum tipo de arma de impulsão. Suas pernas estavam cobertas pelas calças, então não se saberia, mas o dorso, pela parte metálica que saia até a base do pescoço era de se imaginar que também fosse metal. Provavelmente era um tipo de cyborg. Seus olhos e cabeça no entanto pareciam bem humanos, mas era difícil dizer também, afinal, a pele podia ser sintética ou algo assim. Ele tinha uma voz normal no entanto. -Gostaria de lhes informar que estão sendo requisitados para uma importante missão, a alguns minutos atrás o Vice-Almirante entrou em contato conosco, ele disse que recebeu uma ligação desesperada por den den Mushi-falava ele parando um pouco e removendo um papel do bolso.

Ele ainda não mostrava o que era e seguia falando. -A pouco tempo, um navio que levava civis para Mawakun foi atacado, ao que se sabe malfeitores conseguiram tomar controle do navio.- ele então mostrava uma foto, era o papel que ele tinha removido do bolso, aparentemente uma moça bela de cabelos brancos vestida com roupas que não pareciam ser uma qualquer.

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Ele então deixava que os 4 ali olhassem com calma e cuidado para a imagem antes de continuar falando. -O Vice-almirante informou que nesse barco além do caso específico do transporte de importantes civis, havia uma moça chamada de Elizabeth Aurea Magnitia III, a filha de um nobre influente que possui relações boas com o governo.- ele então começava a pegar do bolso mais algumas coisas, elas eram um bloco de notas e uma caneta, onde ele passava duas folhas e então escrevia o nome da moça, para que eles depois pudessem ficar com tal papel e foto.

Então prosseguia com a história. -Disseram que eu devia procurar vocês, pois eram bons recrutas, a missão de vocês será algo simples, precisam ir em busca do navio perdido, que está na rota ainda para Mawakun, e assim que o encontrarem possuem duas missões cruciais. Eliminar a ameaça pirata completamente, e escoltar os civis em segurança até a ilha destinada. Sigam para o local e se reportem no QG do lugar. É necessário de forma essencial que vocês não deixem que nada aconteça também a filha do nobre e para isso terão dois agentes com vocês- e nisso quando ele falava um homem e uma mulher de terno se aproximava.

Era um cara loiro de um metro e oitenta, uma mulher menor, de um metro e setenta e de cabelos pretos, os dois tinham o que parecia um relógio ao pulso e não falavam nada por hora, enquanto o homem dos braços de ferro completava. -O barco está preparado para a partida no porto, com vocês 4 irão os dois agentes e mais 10 soldados, que ficarão sob as ordens de vocês, a liderança da missão no entanto é dos agentes, a palavra final é deles. No entanto eles apenas irão interferir em assuntos de necessidade, de resto a missão é de vocês.- falava ele dando um leve sorriso de canto, pois era muita informação chegando de uma única vez, ele sabia disso, e tinha noção que eles pouco deviam ter esperado aquilo.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus - Página 2 EmptySab 23 Mar 2019 - 21:50

Ao Mar (De Novo) - Parte I

Mas é claro, NUNCA há uma desgraça de descanso na marinha. É sempre missão aqui, missão ali, missão acolá, nós trabalhávamos que nem escravos por uma merreca, merreca essa que eu sequer havia requisitado das últimas missões. Era óbvio que dessa vez não havia sido diferente, e mal havíamos voltado a ilha apenas para sermos abordados de novo, mas uma vez para a desgraça de uma missão pra ajudar civil que não consegue proteger a própria bunda sem babás da marinha. Eu sei, seu sei, eu realmente tinha dito que me sentia parado, mas não era esse tipo de parado que eu me referia, e sim a estar a algum tempo fazendo umas missões meio mixuruca; essa ironia do destino que mais parecia uma piada de mal gosto só servia para dar ainda mais aval para minha tese de que o universo gosta de ver eu me foder é interpreta minhas palavras errado de propósito, porque caralho... Por mais que aquela missão parecesse importante, parecesse o tipo de missão que eu esperava, eu já havia tido minha cota de missões que pareciam importantes e no final não mudavam porra nenhuma, o que parecia que esse caso acabaria sendo, pelas pequenas proporções do mesmo. Ao menos tinha uma nobre lá, o que já apimentava as coisas.

Bom, não é como se a missão fosse de todo mal como parecia no primeiro momento, em especial por causa de onde se passaria. Em mum navio tomado por piratas, igual ao que ficaram presos a pouco tempo, né? Errado. Quer dizer, parcialmente errado. Para fazer a missão, precisaríamos ir para uma tal ilha chamada Mawakun, ou melhor, interceptarmos o navio e o levarmos até lá em segurança. Isso significava que a missão era praticamente uma viajem grátis para fora de Wonderful Land, algo que eu queria a algum tempo. Era uma chance de eu e Rin sairmos daquela ilha de merda que nos lembrava do incidente com Max, o que seria um puta peso fora das nossas consciências, ao menos da minha ao menos, e finalmente seguirmos viajem em direção a uma ilha mais interessante. Eu havia evitado levantar o assunto sobre a saída ilha com minha companheira, e pela primeira vez fui recomendado por ser paciente, então dessa vez não tinha porque reclamar da missão. Ao menos não em voz alta, já que na hora que ela foi passada eu estava querendo relaxar, mas, bom, às vezes sacrifícios são necessários.

Mais estranha que a tarefa passada, entretanto, foi quem a passou. De primeiro momento eu mal havia percebido algo de diferente nele, mas não demorou nem alguns segundos para eu perceber seus bizarros braços de ferro. Não só os braços, mas seu tronco também parecia uma máquina, o que indicava que a maioria do seu corpo era daquele jeito. Eu sinceramente não sabia como reagir, especialmente por nunca ter visto máquinas muito complexas fora as de fábrica, quanto mais a desgraça de um maluco com corpo mecânico. Aquilo era realmente supreendentemente, e me fazia pensar o quão avançada a tecnologia estava na Grand Line em comparação com os Blue. Não só isso, mas por mais que eu não entendesse absolutamente nada de maquinário, não conseguia deixar de pensar em como aquelas máquinas funcionavam, e como lê continuava vivo com máquinas aparentemente substituindo seus órgãos. Quer dizer, ao menos esse pensamento era válido se ele realmente fosse uma pessoa com corpo substituído, porque ele ser um robô humanoide que falava normal e de forma até natural parecia uma ideia ainda mais bizarra para se pensar.

Independente do fascínio ao corpo alheio, entretanto, tínhamos de qualquer jeito uma missão, e ficar divagando ali não me levaria a lugar nenhum - Ah, tá, beleza, o barco já tá preparado para partirmos? Se teve tempo para reunir esses soldados, suponho que teve tempo de organizar outros para preparar o navio, né? Porque eu não tô afim de perder meu tempo indo até lá e já ser tarde demais - me pronunciava de prontidão, tentando tomar alguma iniciativa antes que eu perdesse voz para os agentes. Eu sabia que o cara disse que os dois iriam evitar interferir, mas eu realmente não gostava de ter "chefes" em uma missão, especialmente porque seguir ordens não era exatamente meu passatempo preferido. Quanto antes eu me impusesse, menos eram os riscos dos dois agentes acharem necessário tomar as rédeas, e consequentemente menos riscos de eu me frustrar com essa missão toda. Quanto aos outros dez marinheiros, bom, eles estavam lá mais para completar montante na batalha contra os piratas. Acreditava eu, e tão duvidava que eles tivessem patente maior que sargentos, o que significaria provavelmente não dariam muita dor de cabeça.

Caso o navio já estivesse preparado, eu responderia - Ótimo, já vou aprontando umas coisas - Porem, caso o navio ainda não estivesse preparado, diria - Caralho, quer então que a moleca lá continue em perigo? Vê uns soldados e sargentos pra preparar o navio para podermos embarcar o quanto antes. Eu vou resolver um assunto rápido antes da saída - Diria, esperando que ele fosse ao menos resolver isso para nós. Eu sinceramente não queria ter que me dar ao trabalho de carregar o navio, e esperava que pela "urgência"  aquilo já estivesse pronto. De um jeito ou de outro, eu tinha algo pra fazer antes da missão, então me viraria para Gê, Rin e Mayu - Eu já volto, me encontro com vocês no embarque ou um pouco antes - E sairia sozinho, em direção ao porto ou alguma praia que houvesse por lá. A bainha que recebi de Rin em Loguetown estranhamente possuía tanto um espaço para espada quanto um para adaga, sendo que esse segundo eu nunca tinha usado até agora. Aproveitando que ele estava sempre vazio, o pegaria e encheria de areia; eu tinha algumas ideias de usos para aquela areia que envolviam minha Akuma no mi, e havia pensando depois de perceber o quão complicado ficava a usar em navios. De qualquer modo, após pegar a areia e guardar um pouco, retornaria ao QG ver se ainda estavam lá. Se sim, pegaria meu kit de culinária e me juntaria a eles. Se não, pegaria meu kit do mesmo jeito é iria em direção ao porto, em busca deles. Uma vez que chegasse a hora do embarque, entraria sem fazer cerimônias e iria direto procurar um lugar para por meu kit de culinária.
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