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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Road To Tartarus

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MensagemAssunto: Road To Tartarus   Road To Tartarus EmptySab 23 Fev 2019, 00:09

Road To Tartarus

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Gran Magnus. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus EmptySab 23 Fev 2019, 03:25

Country roads



Magnus estava acabado e desacreditado com o fim daquela situação. Jogado no convés, ele começou a pensar em todas as “confusões” e “trapalhadas” divertidas que possivelmente teria que experiênciar no novo calabouço que passaria a chamar de lar.

–E lá vamos nós... É a maldita missão de escolta uma outra vez... Melhor treinar a minha cara de coitado. – Ele pensou, se estirando no convés daquilo que ele passou a considerar seu “trenzinho da alegria”. Magnus aproveitou bem o tempo para contemplar a possibilidade de se sair bem dessa enquanto sentia a ferida no seu pé latejar. Ele encarou o céu como se fosse a última vez que fosse fazer-lo. Ele se sentou e abraçou seus joelhos, até que se lembrou de algo.

– Evangeline... Será que ela está bem? – Podia ser algo bem aleatório para alguém que podia jurar que estava prestes a morrer, mas lembrança do rosto da garota o lembrava de como ele havia falhado, pela primeira vez, como um marine e como um auto-proclamado herói.  O fato de que ele havia deixado aquilo acontecer o atormentava, e ele acreditava que deveria sofrer as conseqüências até o amargo fim.

– Bom! Ficar deprimido não vai nos levar a nada! – Ele disse em voz alta – Quantos piratas vocês acham que conseguem derrotar antes de sermos aprisionados? – Ele questionou logo em seguida, de forma meio irônica por estar cansado daquilo. Ele esperava uma resposta com um toque acido que só as tritoas capturadas poderiam dar, mas acabou ganhando algo que não esperava: Uma luz. Uma luz que veio em dobro, diga-se de passagem. O jovem sargento se encheu novamente de esperança. Esticando os braços pro alto, ele sorriu. Então, aproveitando a oportunidade, ele recolheria suas armas e daria um forte abraço em Mayu.

Após isso, só lhe restaria esperar pelo momento em que pudesse subir a bordo do barco da marinha para logo após, tentar encontrar uma cama para poder descansar sua carcaça acabada.

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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus EmptySab 23 Fev 2019, 19:49

Ex Machina - Parte I

Lá estava eu, jogado no chão, suado, cansado, ofegante. Já havia tentado de tudo à minha disposição para impedir aquele maldito kraken de prosseguir seu sequestro relâmpago, mas nem a minha recém conseguida Akuma no mi ajudava. Na verdade, fazia um tempo que eu percebia que aquela bosta de poder não me ajudava em desgraça nenhuma, nem quando eu achava que iria ajudar, o que me fazia novamente cogitar se comer aquela fruta com gosto de cu suado tinha sido uma boa decisão. Quer dizer, sejamos sinceros, transformar coisas em comida nunca foi um poder exatamente dos bons, ao menos não em comparação com o que já tinha presenciado, e ainda por cima eu precisava ficar meio século me concentrando pra fazer algo. De qualquer ângulo que eu olhasse, parecia um poder bem inútil, e nem para a comida criada ser gostosa a desgraça do poder servia.

Me levantando e afastando os pensamentos sobre a Akuma no mi, para impedir que eu me lembrasse do gosto de merda de quando a comi, resolvi dar olha olhada em volta e recapitular como acabamos naquela situação. Talvez assim eu tivesse alguma iluminação do que fazer, né? Na verdade eu duvidava, mas não custava tentar - Bom tudo começou quando o Carlos nos passou a missão - Pensava eu em voz alta. Sim, o vice almirante charles que havia nos pedido para invadir aquele navio pirata, porque eles tinham um artefato roubado do governo. Eu, Gê, Rin, Mayu, o tal Kyo havíamos sido designados para a missão, que foi liderada por mim e por Blossom, uma agente loli mink raposa. Separados em dois grupos, meu grupo invadiu o navio e começou uma confusão enquanto o grupo de Blossom entrou sorrateiramente atras do artefato. Após termos derrubado diversos piratas bundões e eu ter tomado um tiro no calcanhar, apareceram duas irmãs tritãs baixinhas e bem mais fortes, que enfrentamos separadamente. No meio da luta uma delas assobiou para um tão de Kraken e o navio começou a se mover, e continuo assim mesmo depois de derrubarmos elas.

Bom, depois disso não chegou a acontecer nada de realmente importante, tirando que o grupo de Blossom conseguiu pegar o artefato depois de derrubarem os poucos piratas que ainda estavam no interior mesmo com a comoção do lado de fora - Porra, rever a situação normalmente da certo nas histórias, porque quando eu tento não da em nada?! - Dizia, meio puto, ao perceber que havia revisão toda a situação e sem nenhum lapso ou dica de como sair dali ou parar o que quer que estivesse nos levando. Pensei em olhar em volta pela milionésima vez, mas sabia que veria o mesmo de todas as outras: um navio surrado e vários piratas amarrados. Naquele ponto eu já estava quase desistindo de tentar pensar em algo e indo dormir, para ao menos ver se chegávamos em algum lugar naquele expresso Kraken - Merda... Acho que é hora do monstra marinho decidir nossa próxima parada mesmo. Só espero que não seja o covil desses paspalhos - Falava em voz alta pra mim mesmo, olhando de canto de olho para as tritãs amarradas, quase tentando conferir de ainda estavam desacordadas ou não.

Decidi de uma vez por todas ir para o interior procurar algum local para descansar que não fosse madeira fria, e estava me dirigindo a porta quando os vi. Surgindo a nossa frente, dois navios que, mesmo com aquela bandeira ajudo nojenta que simulava uma gaivota malfeita, se erguiam majestosos sob o mar. Sem nem tentar esconder a alegria, dei um pulo - CARALHO, AÍ SIM!! GÊ, RIN, VENHAM VER ISSO!!! - Chamava-os para ver os dois navios da marinha que se aproximavam na direção contrária à nossa. Eu nunca gostei da marinha, fosse pelo seu sistema idiota de patente que só me dava problema, fosse por eu ter sido obrigado pela minha família a entrar na organização, mas pela primeira vez eu senti apenas alegria vendo aquele símbolo idiota, o que era algo realmente raro. Em meio a minha animação, quase acabei esquecendo que estávamos ilhados em um navio pirata, com bandeira e tudo, e me toquei da chance de eles acabarem nos confundindo e atacando - Puta que pariu, a bandeira! - Exclamava, dando um tapa na própria testa. O mais rápido que eu podia, correria até a borda do navio mais próxima de onde cruzaríamos com os navios, e, assim que estivessem em uma distância relativamente próxima, faria o que eu sabia fazer de melhor, gritar - SOMOS MARINHEIROS! NÓS TOMAMOS ESSE NAVIO DE PIRATAS! TEM UM CAPETA AQUÁTICO NOS PUXANDO! AJUDA AÍ, POR FAVOR! - Tentava me comunicar com as mãos em forma de concha ao redor da boca para aumentar e direcionar minha voz. Esperava que eles ouvissem e entendessem , mas repetiria caso fosse necessário até eles virem nos ajudar.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus EmptySex 01 Mar 2019, 01:21

A situação dos dois marinheiros era das piores, estavam a deriva, num barco pirata. Perdidos, e ainda por cima sem qualquer fio de esperança. Lars recapitulava mentalmente tudo que tinha acontecido, ao mesmo tempo que se reclamava por tudo que vinha acontecendo. Já Magnus estava largado a um lugar como quem já havia se entregado ao cansaço, até que claro… Viam sua salvação, navios da marinha, era isso. Estavam salvos, Lars acenava e falava alto, gritando em seguida por o barco, avisando que eram marinheiros. Já Gran levantava com agora uma pequena pitada de esperança e abraçava sua companheira Mayu, que estava tão cansada quanto ele.

Rin vendo tudo aquilo, saltava anto acenando para os navios em conjunto com o loiro, e não demorava para que os barcos se aproximassem deles. Os barcos paravam ao lado do que eles estavam tripulando e dele descia um homem de 2 metros bem vestido, tinha uma capa da marinha e um terno preto por baixo. -O que aconteceu aqui? Por que estão dentro de um barco pirata?- ele falava com uma certa desconfiança na voz esperando uma explicação por parte dos marinheiros. Assim que eles o fizessem, ele checaria todo o barco, procurando criminosos e os levando para um dos navios.

Assim que terminasse todo o trabalho de recolher os prisioneiros ele então diria. -Foi um bom trabalho por aqui. Entrem no barco, vamos voltar para Wonderfull Land, lá vocês se reportam formalmente.- completava dizendo em um tom de voz tranquilo. Quando adentrassem no barco poderiam ver o interior da simples escuna, que tinha uma zona com 4 a 5 quartos na parte interna da cabine, não ficando completamente a mostra. -Vocês 4 podem se alojar no quarto de numero 3, tem duas beliches lá, é suficiente, descansem até a chegada- após essa fala ele fazia um sinal para frente, e o navegador colocava o barco em movimento.

Após sentirem um leve solavanco ele começava a partir em direção a Wonderfull Land, numa velocidade agradável. O vento bateria sobre a pele deles naquele momento e poderiam ir descansar se assim desejassem ou qualquer outra coisa. Rin e Mayu estavam debilitadas e cansadas, assim como ambos também estavam, então devia ser a melhor opção por hora.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus EmptySex 01 Mar 2019, 17:07

Ex Machina - Parte II

Finalmente estávamos seguros naquele navio, cobertos de uma tranquilidade que só podia existir após o alívio de sair de uma situação tensa. Enquanto estávamos no navio pirata, minha esperança estava quase acabando, e eu realmente achava que, no melhor dos casos seríamos levados para o covil dos piratas para sermos usados de refém ou mortos. No pior dos casos? Provavelmente acabaríamos pegos por uma tempestade e mortos, ou vagaríamos pelo mar até a comida acabar e morreríamos de inanição, embora essa ultima talvez fosse menos provável, já que as tritãs acordariam hora ou outra. De qualquer modo, o ponto é que estávamos cansados, sem esperanças ou expectativa de melhora, e isso a menos de vinte minutos atras. Era incrível como em tão rapida e inesperadamente nossos problemas se resolveram, e agora tínhamos camas macias para descansarmos. Talvez o destino não me odiasse tanto quanto eu achava, afinal.

Me deitando na cama de cima do beliche direito, me aconcheguei no colchão tão macio e confortável, que se ajustava ao meu corpo e o abraçava. Claro, eu tinha plena noção de quero colchão não era tão macio assim, a lógica era a mesma da comida, que tecnicamente fica mais gostosa quando se está com fome, mas naquele momento isso não me importava. Meu corpo todo se relaxava depois de tanta tensão que havia passado, e a dor nas minhas juntas e pé logo iam de distanciando, como um sonho distante após se despertar. Fazia tempo que eu não me sentia tão bem, tão relaxado, mas sabia bem que aquilo só duraria enquanto eu me mantivesse imóvel sob a superfície macia da cama. Cinco minutos deitado nem de longe seriam suficientes para acabar com minhas dores, muito menos com cansaço físico e mental, mas diferentemente do que se espera quando se deita cansado, minha consciência não se apagou instantaneamente. Ao invés, ela simplesmente... Vagou.

Em meio aos meus devaneios, uma coisa que não pude deixar de pensar, porém, foi em Rin. Quando chamávamos os navios, ela tinha uma animação e brilho nos olhos que eu só via quando explorávamos ilhas novas. Quer dizer, não que ela se animar por ver nossa salvação fosse estranho, eu mesmo provavelmente nunca estive tão animado na minha vida; a questão que é isso me fez perceber o quanto ela urgia por um descanso. Em Wonderful era passou por poucas e boas, foi uma situação tão tensa que até eu, que havia me trancado no armário de vassouras pra chorar, tinha ido a consolar e ajudar. Por mais que houvéssemos passeado pela cidade para descontrair, logo em seguida tivemos que vir para essa missão de invadir o navio da marinha, mal havia tido tempo para que Rin pudesse realmente descansar a mente de todo aquele peso, e isso me deixava um pouco preocupado. Eu sabia que ela era uma garota forte, provavelmente a mais forte que já conheci, mas também sabia o quanto ela se cobrava, e aquele "erro" provavelmente deixaria ela afetada por algum tempo.

Por algum tempo pensei em ajudá-la, mas sabia que não havia mais muito que eu podia fazer. Já havia servido de ombro amigo a consolado antes, trazer o assunto à tona novamente não seria algo muito benéfico. A única coisa que poderia fazer naquele momento seria ficar ao seu lado, mostrá-la que não estava sozinha, e, felizmente, eu tinha uma ideia do que fazer. Sairia do beliche contra as súplicas do meu corpo de permanecer em repouso, e sairia pelo corredor da escuna em busca da cozinha daquele lugar, na esperança de não precisar rodar o lugar inteiro. Enquanto andava, via que, por mais que meu corpo ainda doesse, ao menos minha mente estava mais relaxada e menos carregada, o que era um bom sinal. Uma vez que achasse a cozinha, entraria - Posso usar a cozinha? É rápido e simples, juro - Perguntaria, caso houvesse alguém lá. Caso não houvesse ninguém ou me fosse dado permissão, entraria.

Na cozinha, procuraria ingredientes para fazer quatro sanduíches simples e leves. Sabia que depois daqui tudo, e pelo fato de todos querermos descansar, comer algo pesado não seria muito bom. Meu objetivo principal ali era fazer um sanduíche com frango desfiado misturado com maionese, junto de alface. Era um sanduíche que eu costumava fazer muito para mim mesmo pelas manhãs por ser leve e saboroso, ainda mais com o pão tostado, mas tinha plena consciência que, mesmo que quisesse o fazer, talvez não fosse possível. Caso não houvessem os ingredientes, tentaria procurar outros alimentos leves na dispensa para fazer os quatro sanduíches, evitando ao máximo combinações desastrosas, sendo o patê caseiro de atum com maionese um ótimo substituto para o frango desfiado com maionese. Caso não houvesse maionese, mas houvessem ovos, óleo vegetal, vinagre (ou limão) e sal, faria uma maionese caseira para usar, pondo um pouco de alho e uma pitada de pimenta-do-reino, caso achasse-os por lá, para temperar e melhorar seu sabor.

Após fazer os quatro sanduíches, arranjaria um prato ou algo parecido para levar ao quarto, e então me dirigiria ao mesmo. Teria cuidado com sanduíches para não acabar os derrubando caso o barco desse algum solavanco, e iria atento segurando o prato com as duas mãos até chegar a porta do quarto. Com um chute, abriria-a, e gritaria para qualquer dorminhoco - Aí, cambada de maltrapilhos, vocês estão parecendo um bando de panos sujos jogados nessas camas! - Apontaria, mesmo que eu mesmo quisesse estar que nem eles - Nós ficamos muito tempo sem comer, lutando, ainda por cima. Vocês devem estar com fome, então eu aproveitei e fiz uns lanches. Não se acanhem, eles não mordem, já vocês, eu espero que sim - Diria, estendendo a bandeja ou prato com os quatro sanduíches, esperando eles pegarem. Após cada um pegar um dos sanduíches, levaria o prato/bandeja com o último para minha cama, sentaria na mesma e começaria a comer o meu, esperando as reações, e, é claro, torcendo para gostarem.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus EmptySex 01 Mar 2019, 22:11

Take me home



A visão daquele navio se aproximando era de encher os olhos de Magnus de água. Ele não podia esperar pelo momento em que ele se enfiaria em seu alojamento e fingiria estar em coma para não ter que lidar com os seus superiores lhe passando missões.

Falando em missões, Magnus ainda não entendia muito bem o que Charles queria ao mandar ele e seus amigos naquela missão. Talvez ele estivesse problemas em casa e prefiriu descontar tudo nos três zé ruelas e suas companheiras, ou quem sabe aquilo fosse um hobby que ele desenvolveu depois de quebrar tanto a cara de marginais e vagabundos.

-Espero que tenha valido a pena.- Pensou o garoto, dando os ombros.

Antes que ele pudesse perceber, o barco estava cheio de marinheiros e uma grandalhão que parecia ser um vice-almirante parou junto ao grupo e começou a fazer perguntas para o grupo, e Magnus, emocionado, saltou e tentou abraçar-lo. Antes que aquilo ficasse mais esquisito, Magnus se afastou e apenad ajeitou o boné encardido que estava usando.

-Fomos mandados em uma missão de infiltração e recuperação, senhor. Só que não acabou muito certo. - Ele respondeu, após pigarrear.

 Após ouvir os elogios de seu superior e ser liberado, Magnus bateu continência com um grande sorriso no rosto. De repente, bateu um alivio, como se, mesmo depois de testemunha os navios chegando, a ficha não tivesse caído. Com isso, ele lembrou da garotinha a quem tinha prometido um salgado, no auge de seu desespero. Ele olharia em volta na esperança de encontrar-la, já um pouco decepcionado, pois tinha em mente a habilidade de se tornar invisível da garota e como ela já teria se manifestado naquela altura. Se Magnus a encontrasse ela a colocaria em suas costas, caso contrario, ele faria uma busca mais minuciosa no barco pirata.

Com ou sem a Xiomara, ele tentaria levantar a Mayu e a carregaria até o dito quarto 3. Por conta de sua aparência e a quantidade de oponentes enfrentada, o jovem tenente acreditava que ela estava bem mais exausta que ele. Além de que, mesmo que ele não gostasse de admitir, ele havia sido pego naquele romance que começou a se desenrolar assim que os dois chegaram a ilha. Ambos podem ser bem timidos para assumir e tomar a devida atitude, mas depois que eles trocaram seus itens mais importante s um com o outro, ficou implícito que aquilo era sério.

-Eu fiquei bem preocupado com vocês, mas parece que vocês conseguiram se virar muito bem.- Ele diria, com um sorriso de canto de boca, enquanto observava o caminho.

-O melhor de tudo é que dessa vez, fui eu quem acabou lhe ajudando, mas não precisa me agradecer, eu só estava fazendo meu trabalho. - Ele afirmaria, com um sorriso presunçoso em seu rosto.

-Mas eu adoraria que você pagasse o próximo jantar.- Ele concluiria.

Depois de ficar pulando de missão em missão, Magnus aprendeu a apreciar esses momentos de paz. Só que Magnus não conseguia evitar em pensar no fato de que a agente Blossom tinha o chamado de "fedido". Então, depois de deixar a Mayu na cama e antes de desmaiar por umas 8 eternidades, Magnus tentaria encontrar um chuveiro. Se ele o encontrasse e o mesmo estivesse desocupado, ele se despiria e tomaria um bom e longo banho, para cair na cama logo.

Finalmente na cama, Magnus apenas se deitaria, pois qualquer possivel sono que pudesse sentir no momento era atropelado pelas dores que sentia em seu corpo.

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Última edição por gmasterX em Sab 02 Mar 2019, 18:34, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus EmptySab 02 Mar 2019, 06:24

Depois de tudo aquilo eles finalmente estavam em um bom solo. Lars adentrava no barco e rumava pra o quarto que todos eles teriam de dividir. Magnus pegava Mayu nos braços e a levantando começava a adentrar para o local falando com ela. A garota sentia uma certa vergonha mas não demonstrava isso completamente apenas deixava que o momento a levasse. - Eu acho que você se preocupa demais. As missões são difíceis mas sempre nos viramos bem.- talvez uma frase estranha para uma moça que era centrada e correta como ela, mas de certo um pouco de confiança depois de tudo que passaram fosse o suficiente.

Chegando no quarto Lars pegava a beliche de cima e se deitava, mas ainda pensativo. Rin ficava na beliche de baixo mas do outro lado do quarto. Gran, se movia pelo navio atrás de um chuveiro ainda. Mayu ficava na beliche de cima de frente pra Lars. E assim as duas moças dormiam igualmente. O cansaço tinha tomado conta de cada um deles. Exceto do loiro, que pensava, pensava e no fim decida por seguir em frente. Ele partia para fazer alguma comida e não demorou a encontrar a cozinha pedindo para que pudesse usar ela.

O marinheiro que estava na porta apenas assentiu com a cabeça dizendo. - Sem problema pode adentrar.- e assim ele o fazia partindo para dentro do local. Era bonito, a madeira inteira era lustrada, e havia 6 fogões lá dentro, todos de 8 bocas. Havia uma grande quantidade de comida e ingredientes nos armários, e assim como temperos.. Ele começava a desfiar o frango tranquilamente, e preparava ali uma maionese caseira, fazendo um ótimo sanduíche de frango desfiado.

Magnus podia enquanto isso tomar seu banho tranquilo, ele se lavava numa boa, sem deixar cair o sabonete. Enquanto via o tempo passar. Quando finalmente estava limpo, ele deixava o local, se vestia e sentava na cama. Ele estava pronto pra dormir mas logo ouvia a voz do cozinheiro que acordava as meninas e ao mesmo tempo mostrava seus sanduíches. Elas levantavam, Rin parecia ainda cansada, mas menos preocupada, pois estava a salvo. Mayu tinha um olhar sério e mortal, pois ser acordada do nada não é a melhor sensação.

No entanto ambas podiam perdoar a atitude ao ver o sanduíche, e pegavam para comer. Assim que mordiam era notável ver suas expressões mudarem. De uma cara de sono xoxa, ele podia ver um rosto agora mais vivo, que mostrava o quanto a comida estava boa. Rin não deixava de comentar. - Está muito bom, eu sinto que a combinação foi perfeita.- falava ela continuando a comer. Mayu não dizia nada mas apenas seu olhar revelava o que sentia, e claro, o fato de ela comer em segundos.

Era o primeiro momento de descontração depois de tanto tempo então todos estavam bem, apenas precisavam se recuperar melhorar de um tempo difícil e cansativo. A comida era o primeiro passo para acelerar a recuperação que eles teriam dali pra frente.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus EmptySab 02 Mar 2019, 18:40

Ex Machina - Parte III

Finalmente era a hora da verdade, a hora deles experimentarem meus sanduíches. Eu não nego que estava um pouco ansioso pela reação deles, da última vez que havia cozinhando para o grupo eu havia feito um prato mais elaborado, o que acabava na situação me deixando um pouco incerto sobre os lanches simples que havia preparado. Quer dizer, não tão simples, afinal eu havia feito uma maionese caseira temperada especialmente para o sanduíche, além de fazer uma refeição condizente com o momento e que combinava bem, mas ainda assim... Era como compraram uma entrada ao prato principal, por mais bem feito que estivesse, continuaria sendo apenas um sanduíche. Percebendo que o pessimismo havia começando a tomar conta dos meus pensamentos, balançava a cabeça tentando os espantar. Eu sabia que até os piores ingredientes poderiam se tornar um prato fantástico nas mãos de um bom cozinheiro, e que até o mais simples prato poderia se tornar uma refeição fantástica, não havia motivos para temer se eu confiava nas minhas habilidades. Além do mais, aquele era uma versão melhorada de um sanduíche que eu sabia fazer muito bom, com certeza estaria uma delicia.

Se por um lado os sanduíches estavam com uma aparência fantástica, a expressão que Mayu fez para mim ao ser acordada pela minha algazarra não foi tão fantástica assim. Eu sabia que dar um susto neles para os acordar não era lá o que se considerava uma recepção agradável, mas não negava que achava engraçado todos pulando das suas camas ao ouvirem meu chute e grito. Esse tipo de brincadeira era uma das coisas que eu sentia falta de quando eu era soldado e sargento, com menos responsabilidades, especialmente as brincadeiras com Rin, mesmo que absolutamente todo mundo tentasse dar ordens em mim. Ela podia ser uma garota objetiva e com grande apreço pela marinha, diferentemente de mim, mas algo que me fazia gostar muito dela era como, ainda assim, conseguia descontrair e levar as coisas na brincadeira. Assim como quando ela me deu um soco para testar minha consciência quando eu achei que estava dormindo, ou quando ela ficou me desafiando a subir no mastro que posteriormente eu quebrei, eram esse tipo de momentos como os de agora que reforçavam laços, e que eu não trocaria por nada. Só esperava que ela não se vingasse depois me acordando com uma cotovelada no estômago, até porque, não é como se tivesse um outro meio tão efetivo de acordar todos os dorminhocos.

Como cozinheiro, não podia negar que aqueles olhares se abrindo com entusiasmo após o susto era algo que me agradava, especialmente por esperar que alguém fosse partir para cima antes de perceber os sanduíches que eu carregava. Mais animador ainda, entretanto, foram suas reações apor começar a comer. Se antes eu estava com medo dos sanduíches ficarem ordinários demais, esse medo agora não existia mais, pois suas expressões e voracidade para comer o mesmo apenas demonstravam o quanto gostaram, e também o quanto precisavam daquele sanduíche, mesmo sem precisarem falar. Quer dizer, Rin falou o quanto estava bom, o que me deixou bem feliz, mas o brilho em seus olhos já me diziam o suficiente - Eu até faria mais, mas não quero abusar da hospitalidade do pessoal - Dizia, ao subir novamente em minha cama para comer o meu sanduíche - Além do mais, é minha vez de descansar. Tô quebradaço - Completaria, me apoiando em algum lugar na cama e dando a primeira mordida. Gê, como da última vez, parecia o mais receoso a comer minha comida, ou talvez o menos animado, mas eu não podia forçar todo mundo a amar meus pratos. Ele parecia ter seu próprio gosto, eu só precisava achar a combinação que o faria implorar por mais.

Para minha surpresa, entretanto, logo Gê veio me questionar sobre a origem dos sanduiches, o que me deixou um tanto acuado, mesmo que ele estivesse completamente errado - Claro que não, tá me achando com cara de preguiçoso? Deixa pra lá, não precisa responder essa pergunta - Interrompia, sabendo onde esse tipo d eu pergunta retórica levava - Quem me dera eu ao menos poder fazer ingredientes assim. As comidas que crio tem gosto fraco... Não tão boas para preparo. Talvez para emergências, mas até la eu prefiro cozinhar da maneira clássica - Explicava, apenas para ser bombardeado por mais perguntas - Então, eu descobri só bem recentemente também. São umas tais Akumas no Mi, frutas especiais e raras que dão poderes a quem as consumir, são bastante conhecidas aqui na Grand Line, aparentemente. Foi o Vice-Almirante lá de Wonderful que me deu essa. Eu esperava algo mais, especialmente por elas roubarem para sempre a capacidade de nadar, além do gosto de merda que tem, mas acabou que veio essa bosta de poder de transformar objetos em comida - Suspirava, ao me lembrar da depleção que foi a descoberta do poder. Depois de ver como aquela usuária de antes conseguia manipular chamas degenerativas, eu esperava um pouco mais do meu poder, não isso.

Comendo meu sanduíche e deixando de lado aqueles pensamentos negativos sobre meu poder, meus músculos finalmente puderam descansar denovo, enquanto meu paladar agradecia por um bom estímulo após a fruta fedida que eu havia criado no navio pirata. Ir cozinhar mesmo tão cansado naquele momento podia não ter parecido uma boa ideia, mas se eu não tivesse o feito, nós dificilmente teríamos tido um momento de relaxamento como o que tivemos do devorar os lanches. Além do mais algo que eu acabei percebendo, foi como cozinhar parecia melhorar meu humor. Mesmo todo fodido pelo combate com a tritã que queria literalmente comer meu cu, eu mal percebi minha situação enquanto estava na cozinha. Eu sempre fui uma pessoa com um humor um tanto ruim e pavio curto, aspecto que havia se intensificado desde que eu fui forçado a entrar na marinha a força, mas desde que eu comecei a cozinhar mais, percebi uma ligeira melhora no meu humor horrível, mesmo que de forma temporária. Era como se eu estivesse em outra realidade enquanto cozinhava, o que me fazia esquecer de todos os meu problemas, e isso era definitivamente fantástico, considerando o quão fudido eu era.

Enquanto vagava em meus pensamentos, sequer percebi quando o sanduíche acabou, e fui puxado para fora das minhas reflexões, quando senti meu dedo sendo agredido por nada mais nada menos que meu dente, ainda em busca do pão - AÍ, PORRA!! - Exclamava graças a auto-agressão dentária, antes de esfregar a outra mão no dedo. Ao menos não havia chegado a ferir o mesmo, apenas dois - Não foi nada, me ignorem - Responderia, caso alguém questionasse o que havia acontecido. Como meu sanduíche finalmente havia terminado, finalmente teria outra oportunidade de me deitar e relaxar na cama, e assim o faria. Deixaria o colchão aconchegante me abraçar novamente enquanto fechava os olhos e esperava que, agora mais relaxado, conseguisse pegar no sono. Procuraria uma posição mais confortável e simplesmente deixaria minha consciência ir embora.
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus EmptySab 02 Mar 2019, 19:13

To the place i belong



Era o cenário perfeito. Magnus finalmente pudera se deitar, e enquanto deitado, estava despreocupado com o que poderia acontecer depois. Quer dizer... Estava perfeito demais... Tão perfeito que Magnus começou a se questionar o que poderia dar de errado no caminho até o QG. Era bem possível que eles não tomassem conta do Kraken ou até mesmo que as gêmeas conseguissem se soltar e atacar o grupo. O que mais o preocupava era o fato de ele não acreditar que poderia lidar com alguma ameaça naquele momento. Pensando naquilo, Magnus também notou que sentia o seu corpo mais leve desde que terminaram aquela missão, o que o fez se perguntar porquê não havia notado aquilo antes. Talvez toda a aquela correria o ajudou a criar músculos e perder peso, o que fez Magnus perceber que quanto mais missões ele completava, mais fácil era derrotar os inimigos mais “fracos”. Magnus finalmente estava percebendo que a busca por "poder" estava o levando a lugares, e isso o deixava um pouco mais animado.

– Então precisamos pegar mais uma missão o mais cedo o possível. Eu não vou me tornar uma figura importante na marinha se eu ficar só coçando a bunda...

Ele imaginava os oponentes e aliados com poderes interessantes que poderia encontra dali para frente e aquilo lhe dava calafrios. Ele lembravam de como o capitão que ele apelidou gentilmente de Bebeto o elogiou no QG. Considerando que há pessoas com habilidades e poderes incríveis na grand line, ser notado era algo que Magnus não esperava. Aquilo o fazia se sentir bem e ele desejava mais e mais daquilo. Aquela sensação o lembrou de como ele se sentiu após capturar o revolucionário pirado. Os gritos, as palmas, os rostos felizes e a sensação de gratificação que transbordava do coração de Magnus era o motivo de não desistir de se tornar um herói, mesmo com tantas adversidades.

Enquanto ele refletia, Lars entrou no quarto com sanduíches e os ofereceu para o grupo. Magnus estava meio relutante em se levantar para pegar um, mas no fim ele acabou se entregando a vontade de encher a barriga. Ele agarrou um, tirou uma mordida e mastigou por um bom tempo.

–Nada mal... – Ele disse, depois de engolir. – Você usou os seus poderes mágicos para fazer esses sanduíches? – Ele questionou e abocanhou mais um pedaço do sanduíche.

- Claro que não, tá me achando com cara de preguiçoso? Deixa pra lá, não precisa responder essa pergunta. - Lars retrucou de forma meio ríspida.

- Não não! É que se eu tivesse poderes assim, eu os usaria toda hora. É meio que meu sonho desde criança, sabe. Li muitos livros sobre seres com poderes paranormais em terras parecidas com estas quando era pequeno. - O tenente respondeu, sorrindo de olhos fechados.

- Quem me dera eu ao menos poder fazer ingredientes assim. As comidas que crio tem gosto fraco... Não tão boas para preparo. Talvez para emergências, mas até la eu prefiro cozinhar da maneira clássica -  Lars esclareceu.

- Eu não entendo muito de cozinha, mas se não dá para fazer sanduíches como estes usando os seus poderes mágicos, eu apoio 100% a sua decisão. - Ele esticou seu dedão, fazendo o sinal de positivo.

– Eu me toquei que você criava comida quando eu vi aquela coisa rosa que você criou que tinha um cheiro doce.  Depois, ficou bem claro quando você fez aquela coisa com o pilar e meus olhos ficaram extremamente irritados. – Ele esclareceu e enfiou o resto do sanduíche em sua boca, mastigando bem rápido. – A final, o que é essa coisa? Eu vejo um monte de pessoas com essas habilidades, mas ainda não sei nada sobre elas. – Ele perguntou, depois de engolir a seco o sanduíche.

- Então, eu descobri só bem recentemente também. São umas tais Akumas no Mi, frutas especiais e raras que dão poderes a quem as consumir, são bastante conhecidas aqui na Grand Line, aparentemente. Foi o Vice-Almirante lá de Wonderful que me deu essa. Eu esperava algo mais, especialmente por elas roubarem para sempre a capacidade de nadar, além do gosto de merda que tem, mas acabou que veio essa bosta de poder de transformar objetos em comida.- Lars explicou, um pouco cabisbaixo com sua habilidade.

- Não fica assim, mesmo que não seja lá a melhor habilidade de todas, já é alguma coisa, e visto que você só não pode mais nadar, eu acho que você saiu ganhando nessa. Além de que, você pode fazer que nem no conto da ilha de alcaçus e transformar tudo ao redor em algo comestível. Você vai se tornar o herói da criançada, e se você se cansar dessa coisa toda da marinha, você pode abrir um restaurante ou algo assim. - Ele especulou, enquanto segurava o queixo. Magnus tentava sempre ver o lado bom da coisa, principalmente quando um amigo estava meio cabisbaixo. - Tenho certeza que você vai conseguir pensar em algo legal para fazer com seus novos poderes. - Ele concluiu.

Enquanto conversava, Magnus lembrou que suas armas precisavam de cuidados, por isso ele se levantou. - Se me dão licença... - Ele disse, antes de se retirar. Caminhando pelo navio, Magnus procuraria pelo tecido menos abrasivo e o molharia, levando-o até o convés. Ao chegar lá, ele se sentaria no chão e limparia todo o suor, gordura e possivelmente sangue, das lâminas.

-É mesmo! Eu esqueci de dar nomes a vocês. O grandão vai se chamar Coiote, e o baixinho vai ser o Lazarus. - Ele prosseguiria limpando.
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Última edição por gmasterX em Ter 05 Mar 2019, 15:21, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Road To Tartarus   Road To Tartarus EmptyTer 05 Mar 2019, 00:36

As coisas estavam calmas, Lars tinha feito os sanduíches dos quais todos desfrutavam, ele comentava sobre a possibilidade de fazer mais, porém que preferia não abusar da hospitalidade. Ele começava um diálogo com Gran, que o perguntava sobre a origem daqueles pães. Não era bem uma questão tão difícil mas após presenciarem os poderes deles algum tempo atrás, era notável compreender aquilo. As garotas ouviam o que eles falavam mas nenhuma delas se intrometia, Rin deitava ali para dormir normalmente, ela apesar de feliz pelo resgate, agora se perdia em pensamentos. Ela aparentemente estava repassando a missão toda na mente.

Perdido em pensamentos o marinheiro apenas comia sem notar que seu sanduíche acabava e mordendo o próprio delo. O seu leve espasmo e “grito” faziam Mayu que já deitava, levantar de uma vez só e olhar para cima, ela estava alerta pois poderia ser um ataque ou qualquer coisa assim. Mas após as palavras do garoto ela entendia por cima o que havia acontecido e só deitava. Não tinha muito o que fazer naquela hora então Magnus pedia licença se retirando do lugar, ele caminhava um pouco a procura de um pano que era encontrado rapidamente.

Enquanto isso, finalmente Lars deitava com mais tranquilidade, ele demorava alguns instantes para conseguir dormir, mas logo ele adormecia. Magnus pegava as suas espadas e começava a limpar elas ele tirava todo o sangue e gordura excessiva que estavam sobre ambas as lâminas. Parecia gostar muito daquelas armas. Assim que totalmente prontas ele as olhava pro seu trabalho e as nomeava em pensamentos, chamando uma de Coiote e a outra de Lazarus.

O que ele não tinha notado era a moça que observava aquilo que ele estava fazendo. Era uma marinheira de olhar um pouco mal encarado, ela não dizia nada inicialmente mas seus olhos claramente estavam nas mãos de Gran. Como se esperasse que ele fizesse alguma coisa. Ela se aproximava mais, porem ainda o olhando apenas da lateral do barco. O vento lá fora estava forte e eles de longe já poderiam avistar a ilha, claro que não com plena nitidez, mas como um ponto no horizonte, em poucas horas estariam lá.
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