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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Confronto de Realidades

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MensagemAssunto: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptySab 16 Fev - 23:39

Relembrando a primeira mensagem :

Confronto de Realidades

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Shaanti Mochan. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptyQua 6 Mar - 8:00




Uma encantadora presença

20


A encantadora presença de Shaanti mais uma vez se mostrava benéfica a diplomacia, com diálogos bem pensados e elogios bem colocados ela logo via a sua frente um dono de navio bem disposto a cooperar…. Ou teria sido o contrário? Teria sido, um homem bem disposto e com habilidades inatas de ouvir o que não agrada, o que não é produtivo e transformar isso em uma verdadeira e produtiva conversa?

Shaanti achava ser a primeira opção, embora um sorriso puxasse o canto esquerdo do seu lábio para cima. Divertiu-se com a fala mansa do homem. Acenou com grande entusiasmo a cada vez que o sujeito repetia a descrição que ela havia passado acompanhando com entusiasmo de alguém que está cada vez mais certa sobre estar certo… O entusiasmo crescente fez apenas o tombo ser maior e havia sido por pouco que não pulou no pescoço do cidadão, por pouco e pelo tombo que quase caiu quando o mesmo negou não conhecer tal pessoa.

Ainda assim, pegou-se rindo um momento depois, sem jeito e por diversão, ambas em partes iguais. Coisa que em seu passado teria decorrido de maneira muito diferente, mas as alterações nela própria vinham e aconteciam sem o seu consentimento.

Há casos que pessoas se esforçam tanto para sustentar e manter uma mentira que aos poucos ela vai se tornando verdade, e embora um pouco diferente o caso da tritã era similar. Não tentava viver uma mentira, longe disso, afinal este era-lhe um conceito tão descabido quanto o bardo não ser baixinho o gordo. Não. Shaanti não vivia mentiras, mas por outro lado ela se esforçava para ser aquela tritã que Emily havia conseguido enxergar e pouco a pouco acostumava-se tanto a isso que até mesmo não lhe era mais preciso se esforçar.

Pegou-se nos últimos tempos sentindo-se tentada a ajudar os outros, não por receber algo em troca, mas apenas por empatia. AInda não havia se tornado consciente deste fato, mas ainda assim era a verdade. O pensamento de matar humanos também começava a se tornar menos recorrente. Trabalhado pouco a pouco seu coração livrava-se das amarras do ódio de seu passado, tendo cada grilhão tirado por um humano bom que cruzava o seu caminho. Emily, O velho, Rick e a Florista, Rin, cada um desses havia contribuído para ela ser quem estava destinada a ser, ainda que no momento atual a ruiva fosse negar com profunda veemência esse fato.


>><<

- Então? Que tal bebermos para finalizar o acordo? - Sorriu para o homem, afinal… Era assim que adultos faziam as coisas não era?

Recostou-se mais em seu assento, buscando uma posição mais confortável. - Os outros foram arrumar suas coisas… Quanto a mim, para minha sorte as minhas malas possuem pernas e devem chegar aqui mais tarde. - Shaanti se referia a Emily e Gutinho, aquelas seriam suas malas que felizmente podiam carregar as outras.

Se houvesse uma bebida em sua mão ela não tardaria a levar a boca apreciando o primeiro gole… Fazia realmente um longo tempo que não bebia algo mais forte.

- Há algo.. - inclinar-se-ia para frente em seu assento. - Que preciso fazer antes de partir. - algo que lhe era desconfortável admitir, pois feria o seu orgulho dizê-lo.

Shaanti já havia, em seu passado, navegado por aqueles mares e assim sendo não era nenhuma marinheira de primeira viagem, iludida e sonhadora. Shaanti sabia o que a esperava e somente por se tratar da segurança de Emily que era capaz de admitir.

- O clima lá é… - iria saborear mais um gole procurando a palavra. - Confuso? Caótico. Sim, essa parece ser uma boa descrição. - Sentou ainda mais na ponta de seu assento aumentando a intensidade do seu olhar sobre o quatro olhos.

- Temos alguém que sabe... Hnn.. Prever? O clima? - Shaanti já se referia a tripulação como sua, não considerando que isso seria alguma afronta. - Ou há alguém que conheça que possa me ensinar? Sei que consigo navegar por aqueles mares, mas faria melhor com isso. - eram palavras difíceis de dizer, uma verdade difícil de admitir, mas tratava-se da segurança de Emily. - De todos. - de todos os seus novos amigos e por isso teve de buscar humildade onde costumeiramente não havia. - Acredito que com isso estou pronta para partir. - permaneceria sentada na ponta da cadeira, revelando toda sua ansiedade e desconforto com o assunto.


Shaanti aguardava a resposta e se mostrava disposta a encontrar tal pessoa, acompanhando o quatro olhos para onde ele a levasse, mas também ficaria se houvessem mais assuntos a serem tratados. Então.. Engolindo em seco considerou algo que não lhe havia passado pela cabeça, pois havia assumido com absoluta certeza de que seria ela a navegar e comandar o navio em alto mar, qualquer outra situação…

- Hnn, isso… ou será .. hnn. - supor que não seria ela a direcionar o navio era-lhe ainda mais difícil do que admitir que não sabia de algo. - Outra pessoa a conduzir o navio?


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MensagemAssunto: Re: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptyQui 7 Mar - 3:43


~ Confronto de Realidades
Coisas a aprender, Shaanti vai a escola!





Quando a mulher tritão pronunciou as bebidas como forma de selar um novo pacto o músico quase gargalhou, Guester era um homem peculiar, costumava ter bebida em seu navio mas apenas para seus convidados, sorriu quando pegou de sua gaveta uma garrafa de cristal de licor de pêssego, serviu uma dose ou duas para Shaanti enquanto apenas mostrava-se disposto a compartilhar da bebida mas não bebê-la. Esperou o primeiro gole da moça apenas para ver se a mesma apreciava tal iguaria, mas não demorou para que pudesse falar, sua voz tranquila e de linguajar coloquial mostrou-se presente mais uma vez, só que dessa vez parecia mais interessado no questionamento que ela trazia, um questionamento sutil e importante:

— Horas, eu tenho bons navegadores a minha disposição Campeã Shaanti, mas vejo que existe um interesse de sua parte, que tal assim, eu te ajudo com isso e você me ajuda a atravessar aquela montanha pavorosa lá fora?. —
 .

Seu sorriso era como de um gato que estava prestes a comer um rato, Guester era conhecido por suas falas sútis e por ser um músico brilhante, mas acima de tudo Guester era conhecido por ser doutor em diversas áreas de conhecimento comum, como geografia, medicina e engenharia. Um homem podia ser forte em músculos ou em cérebro e aquele homem sentado na frente da tritã, bem, ele era forte em um deles evidentemente. Após escutar a resposta da tritã Guester se levantava animado, caminhando de um lado para o outro como se estivesse pensando e no fim olhando para Shaanti com um largo sorriso novamente respondia em tom calmo e acalentador mais uma vez::

— Acredito que precise aprender o básico primeiro, não é mesmo? — Caminhou até a estante e pegou alguns livros, analisou com calma quais de fato precisava e então após alguns minutos pegou um único livro empoeirado e colocou sobre a mesa — Aqui está, As Viagens de Norland, talvez nos ajude no seu aprendizado — Era de conhecimento de Shaanti as histórias do navegador e historiador Norland Bismoks, na verdade era de conhecimento prático para todos no North Blue, Norland Bismoks era o protagonista de uma história infantil famosa, ele viajou pelo mundo e catalogou ilhas por todo o globo, nessas ilhas enfrentou perigos, inimigos e climas adversos, mas Norland sempre os superou com astúcia, o livro não era de fato grandioso, pelo contrário era até mesmo diminuto, mas dentro de seu conteúdo ( aparentemente )  Guester acreditava ter tudo o que a tritão precisaria aprender — Existem duas etapas para fazer o que deseja Shaanti, uma delas é aprender o que os livros dizem, a outra é aprender na prática, você é boa em fazer coisas na prática, mas por que não me mostra quão boa é aprendendo? — E sorrindo para a tritã o músico então caminhava até a porta e complementava em um tom tranquilo — Tome o tempo que precisar, irei lá fora verificar as condições do návio, me encontre lá fora quando aprender o que precisa ai. —




O livro era a única companhia de Shaanti, ela teria de compreendê-lo assim como ela compreendia sobre o certo e o errado, bem, não era a melhor forma para ela de fato mas talvez fosse o desafio que ela precisasse para começar a aprender algo simples, a vida não nos ensina as coisas de maneira fácil.

Após seu momento de estudo Shaanti encontraria o homem lá fora se para lá fosse, encontraria o mesmo analisando os céus, analisando as nuvens e por fim, sentindo o vento em um dedo molhado que arqueado para cima parecia mais um pedido de silêncio para a tritã que estaria atrás do homem. E quando a mesma se pronuncia-se complementária.

— Acredito que aprendeu o que precisava não? Bem, acho que é a hora de começar um pouco da prática, vamos Shaanti, me leve até o outro lado do porto...sozinha.—
.




Citação :
O post foi mais curto pois vamos trabalhar a ideia de aprendizado, para termos maior trabalho e melhores chances de aprovação da perícia dividi ela em duas partes e com um homem que vai lhe ensinar mesmo que de maneira não convencional, sinta-se livre para fazer um belo material lúdico, pois agora tem liberdade total para inicio meio e fim do treino da perícia..

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MensagemAssunto: Re: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptyQui 7 Mar - 8:33




False

21


Era uma sensação confusa para a tritã, algo com o qual não era habituada a lidar. Um mundo que lhe era desconhecido e somente agora começava a presenciar. Era uma sensação que pode ser descrita ao despertar, no momento em que os fragmentos de um sonho bom começam a se perder por mais que você tente segurá-los. Sim, era possível descrever assim a sensação que ela sentia. Uma profunda frustração.

Havia sido honesta, mesmo que não delicada e agradável, era honesta até os ossos e por isso esperava, ou melhor, estava acostumada as outras pessoas também serem assim. Um mundo onde as coisas não são o que parece… Esse certamente não era o seu mundo, mas tolo é aquele que a toma por tola.

Como um quebra cabeça lógico as peças começavam a se encaixar, o sorriso que antes marcava seu rosto sincero ter-se-ia desfeito… Talvez essa ainda não fosse a verdade, talvez fosse tudo um mal entendido, mas neste momento ela havia chego a uma conclusão. Estava sendo tida por tola. Muito pior que isso, servindo de diversão para um humano.

Seu sangue ferveu, tal como seria de se esperar. Odiava ser dada por burra, ou tida como apenas músculos. Sim, em ocasiões preferia usar os músculos à cabeça, mas o fato de preferir um ao outro de maneira alguma a tornava inapta e tolo é aquele que nisso acredita. Podia se divertir com isso, suas discussões com Emily sobre o assunto sempre a divertiam, mas suas brincadeiras com a pirralha em muito divergiam disso.

Apertaria o copo em sua mão, não o suficiente para quebrá-lo.

- Norland é? - Assim como o livro que Emily lia para ela, um livro de aventuras, bom para passar o tempo, mas fantasioso demais para se crer em tudo. Sabia como a Grand Line era, sabia também que muito que estava no livro era verdade, mas acima de tudo sabia que o que desejava aprender não se encontrava ali.

- Um humano… A merda de um humano… Com quem ele pensa que tá falando? Hunn? - Moveu o braço com brusquidão arremessando o copo contra a parede da cabine.

- Dou...tor. - Cuspiu a palavra enquanto se levantava de seu assento.
O sorriso que teria surgido no rosto de Shaanti lembraria muito mais os seus velhos tempos do que os atuais. - Parece que você entendeu algo errado. - Mover-se-ia com brusquidão empurrando com força o homem para a parede a suas costas antes de mover-se de forma a agarrar ambos os punhos do homem, tentaria isso, justamente por não saber que outros tipos de falsidades e truques ele poderia ter. Se conseguisse prender as mãos do homem elevaria ambas acima da cabeça do mesmo onde as manteria, mas agora buscando segurar com apenas uma mão.

Ter-se-ia mantido atenta a lâminas, ou outras possíveis armas escondidas em suas mãos, se necessário teria primeiro defletido algum golpe que o mesmo já pudesse estar preparando golpeando o braço do mesmo com as costas de sua mão mais próxima. Mas esperava que após preso o homem fosse inteligente o bastante para se manter quieto, pois o jogo que jogariam agora seria diferente.

- Na realidade não estou acostumada com o seu tipo. - as palavras seriam ditas com evidente nojo. - Mas está bastante enganado a me ter por tola. - Forçaria sua mão a apertar os punhos do homem.

A verdade é que ele teria possivelmente enganado a tritã por muito mais tempo, se não fosse a paixão de Emily por livros e o fato da garota ler para Shaanti sempre que possível. Isto, e o fato do homem também ter agido como se Shaanti precisasse aprender tudo, desde o início como se fosse a mais completa incapaz.


- Vou repetir devagar e talvez assim você seja capaz de entender. - Shaanti estaria aproximando seu rosto do dele, a raiva fervilhando em seu peito apenas contida pela fé que Emily possuia nela. - Eu sei navegar, eu conheço a Grand Line e já estive lá. Passei com dificuldades por causa do clima e nada além. - Shaanti não estava tentando ameaçar o homem, ou fazê-lo respeitá-la pelo medo. A verdade era mais simples, não era boa em diálogos e a violência era basicamente a única forma de conversa que havia conhecido até então, mas acima de tudo ela apenas dizia a verdade. - Não sou uma marinheira de primeira viagem que vai se iludir com contos de um livro infantil. Mas o senhor parece ser. - Olhava-o bem nos olhos sem desviar seu olhar um segundo sequer. Eu posso lhe dar uma aula sobre tritões, agora mesmo se desejar, posso fazer cada um dos seus ossos aprender.

A vontade era de soca-lo até que os sentidos abandonassem o seu corpo. Até transforma-lo em uma massa irreconhecível de carne, mas sabia não poder e o homem provavelmente sabia disso também, por isso não tinha esperança em intimidá-lo. Assim a conversa se fazia necessária para explicitar com quem ele estava lidando evitando assim o desperdício de tempo de ambas as partes.

- Agora vou largá-lo e vamos parar de desperdiçar tempo um do outro. Você me aponta para onde posso ir aprender o que quero aprender e eu não te arremesso do alto da Red Line. Temos um acordo? - Mais uma vez cuspia as palavras.

No caso de uma resposta positiva ela se moveria de modo a jogar o homem para cima da mesa, tentando fazer com que o mesmo caísse sentado sobre ela. O sorriso amistoso jamais voltaria a tocar os lábios da tritã, pois o homem conseguiu reviver a chama do ódio por humanos que já havia se tornado apenas braza.



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MensagemAssunto: Re: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptySex 8 Mar - 13:51


~ Confronto de Realidades
O peixe irritado, o doutor esquivo, conversas sobre poder!





Um animal selvagem quando provocado costuma tomar duas atitudes claras, se defender-se e afastar o seu atacante, Shaanti não seria diferente de um animal extremamente irritado nesse momento, pois o que antes mais parecia uma conversa amistosa sobre como navegar e o clima, tornou-se um embate de inimigos que ofendem o intelecto um dos outros, mas na verdade a ingenuidade social da tritã acabou acarretando tal problema. Ao levantar-se homem de costas não atentava-se aos movimentos da tritã, na verdade sua atenção estava voltada para o movimento de outra coisa naquele momento, algo que não era perceptível para olhos desatentos.

Como uma corrente elétrica a irritação da tritã passou pelo seus olhos e percorreu até a sua mão segurando a caneca, a mesma fora arremessada como uma força ímpar e atingiu o casco interno do navio com força o suficiente para espatifaro cristal. O homem parou, era de se admirar que alguém tivesse tanta raiva em seu ser por ser provocado a desvendar mais de seus conhecimentos, mas ele já tinha lidado com seres ignorantes uma vez, Shaanti seria mais uma? Bem, não era algo que podia se afirmar com tanta certeza. A tritã avançava e segurava o homem, segurava com uma certa fora impar, suas palavras iniciais eram cuspidas no mesmo, de forma rude, intimidadora, de forma nada sociável, sim, ela era uma besta a sua maneira e como resposta inicial receberá apenas um olhar simpático e um sorriso ainda jocoso:

— Cristais de Endevor Try, não gosto de quebrá-los...eles são joias brutas refinadas, difíceis de se conseguir outros.... —
.

Uma metáfora? Uma ameaça? Uma conclusão? Era uma questão para outro momento, mas o homem manteve-se tranquilo, mais palavras vieram, mais ameaças e mais brusquidão, ela era um ser selvagem afinal e Guester parecia divertir-se com isso de alguma forma, pois em nenhum momento seu sorriso amistoso mostrou-se sumir do presente momento.Mas ao escutar a conclusão da tritã ele suspirou, seus olhos agora de perto podiam ser vistos claramente, um amarelo, outro azul e a cicatriz visivelmente fruto de um costurar mal feito por um médico mediano, seu halito de menta mostrou-se presente e então complementou:

—...Entendeu o que quis não é mesmo Shaanti? Tudo bem, eu que fui rude em não ser mais claro, me desculpe... — Sentiu o solavanco caiu na mesa, sentado ele passou as mãos pelos cabelos enquanto acomodava-se novamente após tão brusca aterrissagem, levantou-se e limpou suas roupas, olhou para a estante e observou os livros, passando a mão pelo vão que o livro que retirou deixou e então complementou em uma análise profundo — Livros de histórias contam contos irreais não acha? Eu não acho, Norland foi um homem real e em seus contos nos ensinou a navegar, prever o clima e observar as rotas, eu vejo como um grande livro de aprendizado, quando alguém dar-se ao trabalho de ensinar o que se tem nele.— Guester apróximou-se da tritã novamente e ao seu lado complementou de forma ainda mais clara e menos figurativa, tendo em vista que a mesma não conseguia ir além daquilo em sua capacidade de provocação intelectual: — Posso não ser forte, ágil e não ter nenhuma habilidade significativa, mas no fim, Shaanti tenho algo que poucas pessoas tem... — E ele então sentou-se com um sorriso gentil na face enquanto complementava as suas palavras —...Conhecimento, podemos tentar aprender algo juntos, ou podes tentar aprender mais demoradamente em outro lugar, no fim, a escolha é sua Campeã dos Guardas Reais, eu sou apenas um diplomata. — Sem nem mesmo um arranhão o homem estava, mesmo arremessado, apertado, e forçado, sua emoção mantinha-se a mesma, seu olhar mantinha-se o mesmo, o homem a qual Shaanti ameaçou ainda continuava querendo ajuda-la mesmo depois de tudo, mas a tritã gostaria de ser ajudada?.




Citação :
Alterado por fins de enredo.

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Última edição por Jacob Allan em Sab 9 Mar - 13:00, editado 1 vez(es) (Razão : Erro nos pontos abordados, seria uma quebra do enredo do jogador ao longo de todas as aventuras.)
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MensagemAssunto: Re: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptySab 9 Mar - 15:14




Dualidade

22


Poder-se-ia dizer que Shaanti possuía muito pouco do mar, embora possui-se uma grande ligação com o mesmo. Seus sentimentos eram todos a flor da pele, fosse qual fosse a origem. Medo, ansiedade, amor, ódio e fúria. Não importava a vertente, pois a intensidade seria sempre elevada, a intensidade seria sempre a de alguém dada para o momento e não para o futuro. Então nela havia mais do fogo do que do mar, o que pode parecer estranho, mas não deixa de ser verdade.

Era capaz de se inflamar fácil, fosse para o bem ou para o mau e poderia em um breve momento de descuido se alastrar causando destruição. Ainda assim isso não seria uma verdade absoluta já que diferente do fogo a ruiva é ainda capaz de raciocinar e se controlar, ainda que pra isso fosse necessário o tipo certo de intervenção.

A qual, por sorte parecia ser a área de atuação do músico.

Se Shaanti estivesse menos inflamada, ou talvez procurando esse tipo de coisa ela poderia ter notado a habilidade do homem, mas naquele momento esse não teria sido o caso e assim ela acabava por não notar o quão incólume seu zaven** havia saído.
Spoiler:
 

Assim como um experiente diplomata as palavras dele dissuadiram e convenceram a tritã, curvando-se para desviar e penetrar em sua raiva. A explicação do homem aos poucos fazia sentido deixando para Shaanti um sentimento de ter sido injusta e precipitada, mas iam mais além, havia lhe dado um sentimento franco de incapacidade, ou seria intolerância?

A chama que havia se inflado murchou rapidamente deixando para Shaanti o sentimento de ter sido tola em afirmar justamente o contrário. Seu corpo logo teria relaxado e seu rosto mostrado um ar cansado antes que ela tivesse qualquer chance de esconder o que sentia.

Sem ser capaz de se justificar e certamente não sendo capaz de se desculpar ela teria apenas erguido um dedo, informando por esse gesto que precisava de um minuto, feito isso teria se virado e saído da cabine sem mais nada a dizer e seguido para a parte traseira do barco, indo para a lateral mais próxima do mar. Ali se debruçava sobre a amurada dando-se o tempo que precisava.

É preciso entender que Shaanti estava sempre pronta para o confronto, não exatamente o físico, mas o confronto que ser tritã causava nas pessoas. Entenda que ela sempre esperava o pior tratamento, ser menosprezada ou odiada por sua aparência. Isso era o normal. Mas então havia um garoto pintado de azul, desejando fingir ser uma tritã. - Fingindo ser eu. - e haviam os outros que não viam nada além da sua cor azul, guelras e dentes.

Hipocrisia. Talvez seja essa a palavra que vocês estejam procurando agora. Não havia ela feito o mesmo em todos os momentos da sua jornada? Achara que Rin era fraca por ser uma recepcionista. Não… antes disso. Havia julgado a Marceneira por florista, a loja de Rick por velharias e o velho por um velho, mas todos haviam sido mais.

- Vim procurar um porco. - esse havia sido apenas o caso mais recente, onde mais uma vez havia se precipitada em seu julgamento de aparência, então… Como poderia julgar quando faziam o mesmo com ela? Além… Como poderia reclamar por dar razão a esses pensamentos com comportamentos iguais ao que havia tido?

- Sou pior que… - Eles? Todos? Não havia uma exata definição de como ela poderia se considerar naquele momento, mas ao menos havia chegado na compreensão e como é sabido:

A aceitação é a primeira etapa para a cura. Ou no caso de Shaanti, era o necessário para se tornar uma tritã melhor uma mais adequada ao caminho que Honra que desejava trilhar ao lado de Emily, ainda sim sua face estava torcida em uma máscara de raiva e irritação.

- Vai ser difícil perder isso. - como todo o resto no caminho que havia decidido trilhar. Seria difícil superar o preconceito e o julgamento precipitado que vinha de ambos os lados.

Ainda assim teria de ser um processo lento com um passo de cada vez. ela ainda não estaria pronta para se desculpar sendo que o máximo que conseguiria fazer era fingir que nada havia acontecido. Ninguém disse que seria justo.

>><<

Seu ânimo havia esfriado, porém ainda restava o gosto amargo que a situação havia deixado. Mas ela havia se disposto a fazer um esforço e acreditar que tudo não havia passado de um mal entendido e assim, com um semblante ainda tempestuoso, teria mais uma vez batido a porta do diplomata.


Então você não é um bardo gordo e baixinho e eu tenho a cabeça quente. - diria ao entrar na cabine.

Ela não admitiria nada na frente dele nenhuma das suas fraquezas ou remorsos, nenhuma de suas dúvidas, pois era orgulhosa demais para fazer isso. O sorriso também não iria voltar com facilidade ao seu rosto, não ao menos antes de poder sentar e por pra fora tudo que sentia, embora isso só fosse ser feito em privado com Emily.

- Ainda está disposto para ensinar? - e se fosse o caso ela se sentaria novamente tentando dessa vez ser mais compreensiva aos métodos que o homem quisesse utilizar.


Início do Aprendizado de meteorologia.

- Então… O livro… Infantil… - falava com bastante amargura. Se confirmado ela pegaria o mesmo a contragosto. - Vamos usar algum equipamento? Ou vai me fazer só olhar para as nuvens? - ainda se mantinha inicialmente cética, mas essa postura duraria apenas um pouco até que a deixa-se de lado com um sonoro.

- Está bem, façamos do seu jeito . - E com isso, assim como antes se dedicaria a prestar atenção e fazer perguntas sobre curiosidades ou dúvidas que pudessem surgir e também a permanecer ali o tempo que fosse necessário para sentir-se segura quanto ao que havia aprendido, ou tentado aprender.

Fim do Aprendizado

- Isto conclui? - seu ânimo havia terminado de se amainar, mas infelizmente não voltaria a casualidade inicial com aquele homem. Estaria se levantando se estivesse sentada, ou apenas permanecendo assim.

- Vou ir ver se os outros estão prontos. Quando podemos partir? …. - Entendo. - e sem outras cerimônias deixaria o homem. Já que cada um devia ter mais o que fazer do que tolerar um ao outro.

Do lado de fora olharia para o mar e na sequência para a posição do sol, calculando quanto tempo havia se passado. Haveria de tentar encontrar Emily e companhia, sabendo que precisava de um pouco da companhia da garota.

Na saída teria re-avido a armadura do local onde há houvesse largado. Suas opções seriam verificar se já estavam no navio, olhando em volta ou questionando alguém que enxergasse, seguida da segunda opção… Procurá-los na hospedaria.


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MensagemAssunto: Re: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptySeg 11 Mar - 8:20


~ Confronto de Realidades
O ensinar de uma profissão, um homem gentil!





As palavras de Guester eram como uma lâmina, cortavam Shaanti não por sua fora mais por sua destreza, as palavras daquele músico que mais parecia um doutor na verdade eram como um soco a qual Shaanti não sabia se defender e era tão efetivo quanto suas técnicas de luta, mas aquele homem também sabia disso e talvez por isso como única reação sobre tudo o que aconteceu deixar levar foi a única coisa que ele fez. A tritã precisou de um instante para digerir aquilo tudo, precisou apenas de um ou dois momentos para poder refletir e o maior questionamento que veio em sua mente é “ O que me difere dos homens que acho tão errados?” , o pré-conceito parecia exercer de ambos os lados, obviamente, os homens de pele macia eram infinitamente mais preconceituosos em suas ações, mas  que diferiria Shaanti se agisse da mesma forma?.

Com esse pensamento em mente, com essa postura a questionar Shaanti perceberá que julgará mal aquele homem e ao se centrar pensou que seria melhor ceder um pouco de seu tempo e confiabilidade ao que estava por vir, mesmo que isso ainda tenha ferido de alguma forma sutil o seu orgulho. O homem deixará posto sobre a mesa o livro, ao lado dele algumas anotações simples e sentado no outro lado da mesa ele parecia tranquilo como era, observando em suas mãos outro livro, também infántil a qual Shaanti não conhecia, demorou alguns poucos segundos para que ele percebe-se a presença da tritã novamente, e menos ainda para que pudesse responder ao “pedido de desculpas” dela de uma outra forma também gentil e didática:

— Você está equivocada Campeã Shaanti, você é firme como uma massa de ar eu eu mole como uma nuvem carregada, não entendeu? Sente que vou lhe ensinar sobre .... —
 .

Fim do treinamento

Aquele treinamento fora de longe a coisa mais esquisita que Shaanti já tivera o prazer de fazer, pois as palavras de Guester pareciam enigmas, porém, exerciam algum sentido em sua mente, sua resistência inicial ao que lhe era apresentado não foi nada que Guester não esperasse e talvez isso fosse um grande trunfo do Doutor dos Conhecimentos que era pois foi nesse momento de ceticismos sobre alguns dos pontos abordados pelo livro e por ele que ele resolveu demonstrar para a tritão e forma lógica e simples.

Pegou equipamentos simples de cozinha, um bule, uma tampa e água fervente, e citando frases como ” E Norland podia compreender sobre a chuva apenas pelo molhado do ar “ que mostrava conceitos simples de umidade do ar e como ela influencia no clima, ou até mesmo com uma demonstração simples na tampa de como as nuvens se “enchem” de água enquanto parafraseava o livro com os dizeres ” Norland nunca foi um homem de gostar da chuva, mas sabia que as nuvens sempre bebiam a água do mar e era bom esperarem elas cuspirem “, mas no fim era preciso a prática para aplicar tudo isso.

Já tinha se passado quase um dia inteiro quando eles fecharam o livro e Guester com um sorriso digno de um professor orgulhoso pronunciava-se para Shaanti que já tinha tido tantas perguntas respondidas que estava em dúvida se ela mesmo não era uma porção de água que alterava o clima. Por fim, após horas de aprendizado Shaanti e Guester sairam da cabine e o Doutor dos Conhecimentos resolveu falar  :

—...Entendeu tudo Campeã? Bem, agora é com você, ponha em prática e quem sabe assim você faça um melhor... — O homem então fez um sinal com as mãos para demonstrar que estava tudo certo a partir daquele momento e que Shaanti era a responsável pelos seus próprios conhecimentos agora.  


Inicio do treinamento



— Bem senhorita Shaanti, agora irei ficar em minha cabine, quando todos chegarem ou encontrar a todos, apenas me chame que voltarei aqui, vou exercitar agora meus conhecimentos.— E com um sorriso digno de nota Guester se recolheu enquanto Shaanti parecia determinada a encontrar seus aliados porém ela não precisou ir tão longe para conseguir tamanho feito.

Não muito distante do barco ela podia ver o desajeitado garoto carregando malas e mais malas ao lado de quatro pessoas que conhecia muito bem. Fofo levava uma grande quantidade de coisa enquanto Emily parecia segurar uma pesada sacola, Gutinho por sua vez tentava equilibrar em seus braços matusquelas umas malas e enquanto isso Rin e o condenado a qual ela havia enfrentado encontrava-se trazendo o restante das coisas.





Citação :
Sinta-se livre para interagir..

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Última edição por Jacob Allan em Seg 11 Mar - 8:24, editado 1 vez(es) (Razão : Code errado)
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MensagemAssunto: Re: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptySeg 11 Mar - 11:04




Em Busca da Montanha.

23


O aprendizado… O que a ruiva poderia dizer dele? Bem, certamente a primeira coisa séria reclamar da sua bunda que estava quadrada, não haveria qualquer dúvida sobre está questão. A segunda provavelmente seria reclamar da fome e talvez após isso ela fosse capaz de ceder admitindo que havia de fato aprendido algo naquele tempo.

Muitas horas haviam se passado, e o sol havia descido dando seu espaço para o anoitecer, momento no qual finalmente seus companheiros chegavam.

- Já não era sem tempo. - estaria de braços cruzados e batendo um dos pés no chão - O que trouxeram pra comer? - não sendo capaz de esconder o sorriso deixou que ele brotasse no rosto. - Eu poderia comer o pirralho… Se não fosse me fazer mal, hahahahahaha. - abaixou-se logo após o comentário, buscando ficar na mesma altura de Emily deixando que ela se aproximasse.

- Os problemas podem esperar. - ainda que pensasse isso sabia que a pequenina notaria, ou poderia notar algo no seu olhar dada a sua incapacidade de esconder seus sentimentos. - Depois. - diria antes que ela tivesse chance de se pronunciar, sabendo que Emily a conhecia o suficiente para entender aquele recado. - É quase uma família não é? - - Uma mãe peixe, uma filha, um primo estabanado, uma irmã mais velha, um gato de estimação. - ergue-se-ia rindo. - Tem até o tiozão, hahahahahaha. - provavelmente ninguém entenderia, mas era divertido para ela e olhando para baixo daria uma piscadela cúmplice para Emily. - Não é o final, mas começo a cumprir minha promessa.

Deixando Emily ao lado se dirigiu até Delgado. Mantinha o rosto mais sério nesse momento, já que seria o primeiro contato com ele com sua identidade revelada.

- Trouxe a cerveja? - seriam mesmo guardas reais? Provavelmente sim, afinal, que bom soldado não aprecia beber uma após o serviço? Ainda assim... Os olhos de Shaanti estariam atentas ao homem aguardando a reação do mesmo.

Já haviam lutado, Ross um procurado e Shaanti no papel de caçadora. Haviam passado de uma postura de subestimar um ao outro a respeitar-se. Chegará um momento que Shaanti teria até mesmo preferido parar de lutar para ir beber com o homem, mas havia o dever… Está seria uma outra grande mudança em sua vida que passaria a ter de se acostumar. Torceu pelo mesmo durante a luta na arena, desejando que ele conquistasse sua liberdade e pudesse pagar pelos seus erros de algum outro modo que não na prisão, afinal… Havia sido está a chance que Emily havia lhe dado. (Dado a Shaanti)

Mas não o conhecia profundamente, assim só era capaz de supor que ele era um homem que não se importaria pelo fato dela ser tritã. Foi com um pouco de insegurança que lhe estendeu a mão, está não tremia e seu rosto estaria erguido, mas um observador atento teria notado que no fundo ela temia. Esperaria pelo aperto e pela resposta sobre a cerveja.

- Hehe. - relaxaria se isso de fato ocorresse. - Beberemos quando cruzarmos a montanha. - anunciou.

Ou recolheria a mão com um olhar azedo no rosto. (No caso de Delgado não aperta-la.)

>><<

O compungente geral da situação ainda era um pouco enigmático para ela. Teria olhado ao redor, para dentro do navio, mas não havia ninguém. Seriam eles e o quatro olhos, mas a confusão duraria apenas um momento, pois ali sabia o que precisava ser feito. Como diriam: Aquelas eram águas conhecidas.

Largando a mão de Delgado ela daria um passo atrás, deixando que seu olhar passasse por cada um de seus companheiros.

Fofo e Gutinho eram médicos, Delgado um bêbado, Emily era uma rata de livros, ela navegadora. - Espero que você saiba cozinhar. - olhava para Rin com olhos brilhando em esperança. - Tomara que saiba. To morrendo de fome.

- Certo. - O tom mudaria de acordo com a resposta de Rim. Variando de um efusivo e animado até uma simples e triste lamúria. - Enfim, acomodem a bagagem lá em baixo, vejam seus lugares. Vou avisar o quatro olhos que todos chegaram e pegar alguns mapas. Devemos partir em algumas horas, então descansem. - Ela mesma precisava disso.

- Vá dá uma olhada no barco, hehehe, você queria um desses não?  - Shaanti queria poder conversar com a pequena, havia ainda dúvidas em seu coração e mesmo que não esperasse que Emily tivesse as respostas seria-lhe bom por-las para fora. - Mais tarde. - sua alma respirava fundo. - Vou arrumar o que falta. - dito isso liberaria inicialmente a pequena e os outros do grupo.

>><<

- Eles chegaram. - ter-se-ia encostado do lado de fora da porta do doutor fazendo uma espécie de relatório o que sem perceber lhe fazia parecer a imediata e não a capitã. Ainda assim, o pensamento logo lhe cruzou pela cabeça e a incomodou o que fez seu tom se alterar. - Partiremos em algumas horas….. Vou precisar das cartas. (Mapas) - conteve-se antes de explicar o motivo, para não ficar mais uma vez relatando e justificando suas decisões. - Pro inferno que vou deixar ele mandar. - Com os mapas, ou a informação de onde consegui-los sairia dali.


Haviam coisas que precisava fazer, checar se haviam pego tudo, Dinheiro, Bússola, Megafone, Lança, armas, livros, pesos… Essas coisas, além de guardar sua armadura nova.

- Quer me ajudar com os mapas? - perguntou para Emily e assim durante um tempo sentaria junto da pequena aproveitando da companhia da mesma enquanto olhavam para os mapas. Shaanti usaria o tempo para analisar a rota e a distância, calculando com alguma dificuldade que horas deveriam partir para alcançar a montanha por volta das 8 da manhã.


Se em algum momento disso fosse chamada para comer teria ido, levando a pequena consigo. - Acho que aprendi algo hoje. - diria em algum momento que só ela a escutasse e não se referia ao clima. - Eu julgo muito as pessoas? - estava preparada para a afirmativa e por isso não zangar-se-ia com Emily por dizer a verdade. - Achei que sim. - concordaria com ela no caso da afirmação.

Depois da refeição Shaanti também aproveitaria para descansar, havia sido um dia longo e precisaria de algumas horas para se recompor antes de realmente se sentir apta há guiar a embarcação.

- EIII PIRRALHO.   - chamaria por Gutinho . - Você fica acordado, hehehehe, quando for X Horas vá me acordar, ou você será o café da manhã. - trataria Gutinho com seu jeito amoroso de sempre, embora gostasse bastante dele.

Se visse Fofo. - Poderia? - seria a pergunta simples, mas com a intenção de saber se ele faria a ronda junto do pirralho. E assim, com isso arranjado Shaanti desceria para o Deck inferior, buscando um lugar onde pudesse dormir até a hora que precisassem Zarpar.



”objetivos”:
 
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MensagemAssunto: Re: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptyTer 12 Mar - 9:24


~ Confronto de Realidades
Um reencontro. Aliados, planos e sonhos a seguir!





Os estudos foram frutíferos, não se podia negar isso,Shaanti aprenderá de forma diferente más útil como funcionava a suas novas características de conhecimento e Guester parecia empenhado a ensiná-la as coisas que sabia, mas até mesmo ele sabia que doze horas de aprendizado faziam o cansaço tomar conta e após passar conceitos básicos que poderiam ser mais e mais aprimorados ele acabou com a aula. Talvez em outro momento Guester poderia ser tratado como um aliado a Shaanti, mas enfim, talvez esse não fosse o momento, enquanto a mulher triã se retirava o homem curiosamente peculiar mantinha-se apenas sorridente sentado olhando seus mapas, partituras e livros.

Do lado de fora Shaanti via a aproximação de seus aliados e com isso a chance de restabelecer por completo o seu humor, uma piada sobre Gutinho ser sua janta o que fez o garoto quase cair no chão enquanto assustado estava com todas aquelas malas, Emilly ria de seu companheiro igualmente jovem enquanto os outros apenas mexiam a cabeça em forma de vergonha alheia pelo medo constante do rapaz, mas toda aquela cena fazia talvez Shaanti perceber algo que nunca tinha notado no âmago da situação, era aquilo que ela destruía que sempre que a salvou de si mesma, foi a ideia de família que a tornou o que ela era hoje e foi no sorriso de Emily que seu questionamento sobre comida veio em sequência e foi com um largo sorriso que Emilly respondeu:


— Além de Gutinho nós trouxemos alguns suprimentos do mercado, não é muito mas acho que segundo Rin vai dar para mais uns dois dias ou três se Fofo não comer por dez. —
 .

A sutil brincadeira fez o nobre gato guerreiro olhar com olhos arregalados de incredulidade por ser chamado de comilão e também por surpresa pela jovem agir de forma tão similar á Shaanti na questão de “ piadas ácidas “, nesse momento todos riram, divertiram-se momentaneamente com as caretas e reações, naquele humilde momento Shaanti e os demais puderam experimentar aquilo que todos a sua forma perderam, uma família.


E foi assim que todos começaram a se organizar, Shaanti questionava a delgado sobre os entorpecentes lícitos e o mesmo apontou com a cabeça para os quatro barris atrás dele, o mesmo os segurava e dar a mão a Shaanti não seria possível pela posição, talvez a tritã compreendesse, bem, cada um levava e protegia o que era importante para si não é ? Delgado continuava a colocar aqui e ali as coisas trazidas, Rin verificava se nada estava faltando e até mesmo Fofo parecia manter-se o máximo focado possível para não adentrar em uma das grandes caixas que ali tinham, mas foi ao observar todos ali que Shaanti começou a delegar mentalmente as funções que precisava até concluir que Rin deveria saber cozinhar, mas foi uma resposta da voz grossa de Delgado que a surpreendeu:


-- Eu faço um belo ensopado hoje, temos carne seca e legumes nas caixas.


E isso talvez a surpreendesse, no fim o beberrão até mesmo sabia fazer algumas coisas, Rin por outro lado apenas voltou a se preocupar em arrumar as coisas e levar para os locais devidos, não era muita coisa, mas o importante era organizar tudo para a partida, quando Shaanti deixava Emilly solta a criança alegremente corria para vasculhar com Gutinho tudo que estava escondido por ai, enquanto isso Shaanti a sua maneira ia avisar a Guester dos presentes e como resposta podia ouvir o mesmo responder de sua cabine sem abrir a porta  :

— Partimos quando disser para partir Capitã, os mapas estão comigo. — O tom gentil de Guester soava com um convite a comandar, o homem parecia pouco se importar que comandaria tudo e sim com o bem estar coletivo e talvez isso fosse uma surpresa. Homens costumam estar no comando, costumam exibir poder e Guester apenas parecia abdicar de tudo isso.


Não demorou a conferir tudo que precisava, a titã habituada com a navegação parecia ter tudo sob controle enquanto a viagem de partida, mas foi ao aproximar-se do local onde Emilly estaria que deparou-se com uma cena peculiar. Guester mostrava a jovem um livro infantil, um livro com os dizeres na capa “ O Monstro Sem Nome “ uma velha história infantil sobre um monstro que não tinha nome, que dividiu-se em dois e vagou pelo mundo, devorando a tudo e a todos até encontrar um jovem com um nome peculiar, não o devorar e por fim devorar seu irmão apenas para manter-se com o jovem de nome peculiar, Guester sorria e Emilly como também, Shaanti chegou bem na hora que o músico estava falando:



— Johan, era o nome dele, ele também adorava ler, você é uma garota espécial Emilly....— E com sua mão gentil o homem acariciava a cabeça da criança enquanto observava suas reações, Emilly sorria e agradecia ao homem com um leve sorriso, enquanto ele levantava-se e de frente encontrava-se com Shaanti para qual sorriu e complementou — Bem, espero que possamos partir em breve, está tudo pronto esperando suas ordens.—
.





Citação :
Mais um post antes do descanso de fato e vamos depois para a Montain Reverse.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptyTer 12 Mar - 11:15




Interludio

24



Por quase um minuto completo a sobrancelha direita de Shaanti manteve-se suspensa, não havia sido uma, mas diversas surpresas consecutivas. Havia primeiro sido pega pelo humor de Emily.

Aquela era na verdade a primeira vez que a garota fazia uma piada com outros. Geralmente implicam mutuamente uma com a outra, envolviam-se em perseguições ou debates de quem era o cérebro e quem era os músculos, assim sendo, era descartável o comentário sobre como aquela havia sido uma surpresa agradável.

Tomada pela surpresa a ruiva havia perdido o timing de gargalhar, ainda assim um sincero sorriso brotou em seus lábios e não apenas felicidade, mas também de orgulho de si e da pequena. Sentia-se grata por Emily ficar tão à vontade no meio daquelas pessoas.

Ainda assim, mal havia conseguido relaxar sua sobrancelha quando fora novamente pega de surpresa. - O dia de hoje…. Te falar… Tá cada vez mais estranho. - olhava incrédula para Delgado. - Tenho mesmo que parar de julgar as pessoas. - Hehhhh. Ensopado? - teria feito uma piada, ou algum comentário mordaz, mas a verdade era que havia ficado sem palavras e tudo que conseguiu foi ficar o encarando com um olhar espantado.

Porém para ela as surpresas não haviam acabado. Mal havia passado um minuto quando se via reportando a Guester que todos haviam chegado, momento em que foi novamente pega de surpresa. - Capitã? - e embora pudesse querer desconfiar de alguma coisa foi incapaz de não se pegar sorrindo, afinal. - Adoro esse som.

Teria apenas entrado na cabine por tempo suficiente para sair com os mapas. (Recolocando a ação por anteriormente haver citado que esperaria pegar os mapas para sair dali)

Sentia ainda o estômago roncar e o que lhe fazia ficar ansiosa pela janta que Delgado preparava, porém deixaria isso para mais tarde. Havia já guardado e verificado o que precisava, com a Bússola e os mapas haveria então de se dirigir para onde Emily estava. Local onde uma nova surpresa a aguardava.

Não soube precisar como julgava essa surpresa. Por um lado lhe agradava o fato de Emily estar sendo bem tratada, ganhando mais um livro de histórias. Ver seu sorriso fazia seu coração igualmente sorrir. Por outro lado não sabia como reagir ao fato de ser Guester ali.

Poderia ter sido tudo um mal entendido, mas o fato era que havia uma sensação de desconforto. Se essa era culpa dele ou dela não importava, pois a mesma existia. Ela encarava a cena sem saber como entendê-la. Seria um pedido de desculpas pelo mal entendido? Uma forma de reparar e tentar aliviar a tensão que havia se formado? Era uma possibilidade. - Talvez a culpa seja só minha? - Havia algum pesar em sua cabeça.

- Você não faz ideia o quanto ela é. - diria como constatação ao elogio que Guester havia destinado a Emily.

A pirralha que era o mundo de Shaanti, sua maior fraqueza, sua mais exposta vulnerabilidade, mas também a maior força que a impulsionava para frente…. Era naquele momento que a ruiva percebia o quanto era frágil aquela situação.

- Eu vou … - engoliu em seco. - Ter forças para protegê-la? - essa era na verdade uma das poucas ocasiões que duvidou e se questionou de sua força, afinal essa era uma das maiores fontes de orgulho de Shaanti… Ainda assim, naquele momento lhe pareceu esmagadoramente insuficiente.

Ficar mais forte havia sido sempre um desejo da tritã, desde nova até durante os anos de pirata. Essa sempre havia sido uma certeza de que precisava constantemente evoluir e se fortalecer. Havia sido sempre feliz com o seu progresso, porém… - Assim não basta…

Liberou o ar, que sem notar havia preso em seu pulmão, deixaria os ombros relaxar e então responderia Guester.

- Em breve. - concordou sentindo novamente a chama crescer. - Depois que todos comerem. Não sei você. - teria olhado para Emily agora. - Mas tô faminta. - um sorriso cúmplice se alargará em seu rosto. - Vamos chamar o pirralho pra comer. - teria estendido apenas minimamente a mão para convidar Emily a ir consigo.

Shaanti ainda precisava dormir um pouco, mas sabia que após a partida poderia descansar. Precisaria apenas colocar o navio na direção correta e pedir para que alguém mantivesse o curso. Ai poderia roubar alguns momentos de descanso para si.

- Um monstro é? - inclinou a cabeça olhando para baixo. - Achei que gostava mais de história de heróis.

>><<

Ao achar a cozinha.

- Hehe, o ensopado é pra hoje? - anunciaria entrando na cozinha. - Onde por dia… Diabos… - limpou a garganta e recomeçou. - Onde aprendeu a cozinhar? - teria xingado, mas evitava isso na presença de Emily… Que tipo de mãe peixe ela seria se não fizesse isso?

Lembrava das circunstâncias que há haviam levado a conhecer Delgado e de como as coisas haviam corrido dali. - Você disse que tem um lugar que gostaria de ir não? - puxou papo, de fato ela não lembrava o nome e nem onde era, mas Delgado havia lhe contado durante a conversa que tiveram em seu confronto. Monte Ho. E embora Shaanti não soubesse o lugar ficava exatamente na ilha para onde tinham de ir.

Com um tanto de conversa fiada aguardava a refeição, um pouco falando e rindo com Delgado, outro pouco mostrando os mapas para Emily e falando o que sabia sobre a grande montanha vermelha… Embora fosse mais certo presumir que Emily deveria saber ainda mais que ela, o que talvez lhe fizesse ficar quieta ouvindo a garota falar. - Deixa eu adivinhar. - abriu um sorriso zombeteiro e brincalhão. - Você aprendeu tudo isso lendo? HEHEHEHE. - teria sido a brincadeira que faria caso Emily começasse a lhe dar uma aula.

>><<

Após a refeição a ruiva deixaria novamente Emily, com nada mais nada menos que um: - Agora seja uma boa menina e lave a louça. - diria sorrindo, não desperdiçando a oportunidade de pegar no pé da garota como só as mães eram capazes de fazer. - E faço o pirralho secar e guardar. - acenou deixando a cozinha.

>><<

Os momentos seguintes seriam de alguma agitação, andaria pelo barco verificando as cordas, velas e disposição geral dos mastros buscando entender mais a fundo suas funções. Gastaria algum tempo aprimorando seu conhecimento do barco, fazendo o possível para conhecê-lo assim como conhecia ser próprio corpo, despindo-o a frente dos seus olhos.

Depois disso dedicaria o mesmo empenho para com seus companheiros, explicando a quem fosse necessário a sua função. Fofo e Delgado seriam responsáveis pelos cordames da vela principal, eram grandes e provavelmente fortes o suficiente para conseguir controlar a abertura dela mesmo durante uma tempestade. Rin seria encarregada de cuidar do mastro auxiliar (se houvesse) e também de amarrar as cordas se fosse necessário o suporte para Fofo ou Delgado.

Não daria funções a Guester, ele até onde seu entendimento havia ido, era o passageiro que deveriam levar, assim parecia que devia fazer o que quisesse. Teria explicado as posições de vela e também os termos que usaria para pedir posições específicas. Isso é claro mediante a necessidade de se fazer tais coisas, aceitando de seus companheiros se eles lhe dissessem já estarem familiarizados com essas rotinas.

Enquanto ela? Bem, Shaanti seguiria para junto do timão, lá prenderia o mapa (possivelmente em uma mesa que deveria se encontrar próxima) e colocaria então as mãos sobre o timão, deslizando-as quase com ternura sobre a roda.

- Finalmente. - apreciou a sensação da madeira sob suas mãos.

Olhou a todos. Também para Emily e Gutinho se tivessem terminado a louça e estivessem agora por ali, ao seu lado ou na proa. Talvez aquele era um momento para um discurso inspirador, palavras impactantes onde ela descrevesse a imensa felicidade de estar com todos ali. Talvez fosse o momento para agradecer Rin e Fofo por terem ficado ao seu lado. Seriam muitas as palavras que poderia dizer, ainda assim… Shaanti Mochan não era feita de palavras e com isso apenas sorriu, deixando que seu sorriso se alargasse mais a cada vez que seus olhos encontrassem um rosto.

- VAMOS ZARPAR.   - seria esse seu único discurso, mas dito com um enorme sorriso no rosto.

Guiaria o navio para fora do porto, inicialmente ignorando a direção que deveria seguir, apenas buscando a melhor correnteza e vento para alcançar o alto mar. Por ser um porto confiava que não havia sido instalado próximo a barreira de corais, afinal não seriam idiotas e por isso apenas deixou-se guiar pelo melhor vento, enquanto instruirá Fofo e Delgado a melhor posição da vela.

Teria economizado na velocidade, mantendo o navio apenas em um avanço suave e constante, queria apreciar novamente aquela sensação.

- É ótimo não é? - diria com a voz carregada de nostalgia. Diria para qualquer um que estivesse ao seu lado, diria até mesmo para o vento, apenas tinha de o dizer.

Quando finalmente em alto mar gritaria novamente ordens para posicionar a vela, consultaria o mapa e viraria o navio na direção da montanha e a partir desse momento sabia que não poderia mais brincar, mas ainda precisava descansar.

- RIN. - chamaria a loira. - Assuma o leme, preciso dormir um pouco. - mostraria para a loira qual direção deveria manter pela bússola. Deitar-se-ia por ali mesmo, fechando os olhos e aproveitando o vento, sentia-se afinal em casa.


>><<

Por um tempo tentaria dormir, aguardando ser chamada a qualquer momento que fosse preciso. Precisava apenas de um momento de descanso. Esperava que Delgado e Fofo tivessem a decência de fazer o mesmo, usando daquele momento mais calmo de navegação para descansar, pois sabia que mais tarde iriam precisar daquela Energia.



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MensagemAssunto: Re: Confronto de Realidades   Confronto de Realidades - Página 5 EmptyQua 13 Mar - 12:06


~ Confronto de Realidades
Um ensopado para pensar, histórias de um homem!





Shaanti tiverá duas grandes descobertas naquela noite, uma era que ela mesmo ainda era um poço de informações a se explorar e a outra era que Delgado sabia fazer um belo ensopado, bem, coisas como essas não são descobertas todos os dias e talvez por isso aquele dia pudesse ser chamado de “Um dia mais que especial”. Ao “deparar-se” com Guester teve de lidar com outra agradável surpresa de estranha resolução, o mesmo a chamaou de Capitã, dando a ela o título de coordenadora e lider do navio que possui, seria mais um desafio intelectual do homem ou apenas reconhecimento? Bem, Shaanti não tinha certezas mas parecia confortável com a situação que encontrava-se e por isso apenas adentrou pegou os mapas e prosseguiu.

Mas um dia cheio de surpresas é feito para surpreender e não deixar todos a espera de algo, e mesmo com seu estomago roncando com todas as suas forças a tritã navegadora teve de lidar com um outro porém que a deixava feliz e preocupada ao mesmo tempo, deparando-se com Guester e Emilly no mesmo local podia ver a mesma empolgada ao ver o livro em suas mãos enquanto o homem apenas parecia o gentil ser que sempre pareceu. Ao vê-la apróximar-se Guester tratou de se retirar, apenas sendo cordial em prestar o comprimento e proferir palavras sutis, enquanto voltava a suas acomodações, já por outro lado enquanto caminhava com a tritã Emilly era questionada sobre seus gostos e respondia de forma gentilmente inocente :


— O Sr.Wolfgang disse que era um livro sobre como as pessoas mudam, eu me interessei em ler, e você adora quando leio, não seria bom mudarmos um pouco de gênero?. —
 .

O sorriso inocente de uma criança só não é uma arma pior que o choro desesperador de uma ao perder quem ama e em ambos os casos Shaanti já experimentou a sensação de impotência perante essas armas, mas ao menos uma delas trazia boas lembranças. E após ser chamada para comer algo a garota acompanhou a sua mãe peixe, pois naquele momento eles eram uma família..


Ao adentrar no refeitório do barco um delicioso cheiro saboroso tomou conta do ar, um misto de carnes e legumes parecia aquecer aquele lugar com a sensação de todos estarem morrendo de fome, o que de fato estavam, até mesmo Rin resignada e estóica parecia agir como um adolescente em busca de alimento rápido e prático.  Delgado mexia a panela com maestria, jogava uma pitada de sal e logo depois pegava dois panos para tirar o grande caldeirão do fogo, não foi um trabalho difícil para um homem daquele tamanho, mas com toda certeza foi um trabalho difícil para Fofo não pular dentro e comer tudo enquanto se banhava tamanha a sua fome e quando Shaanti e Emilly chegaram e a tritã questionou sobre o alimento a ser preparado e onde o grande homem aprenderá a cozinhar,  teve como resposta de Delgado um grandioso :


-- Quando se vive sozinho aqui e ali ou aprende-se a cozinhar ou devora-se seres diminutos como o garoto ali .


Nesse momento podia se ver Gutinho colocando uma colherada na boca e rapidamente fazendo uma cara de espanto enquanto todos na mesa começavam a rir e o rapaz logo ficou todo desconcertado, até mesmo Fofo ria de forma pândega enquanto servia-se e bebia , sim bebia o ensopado primeiro com algumas lambidinhas antes de dar-se conta que a colher seria mais útil e utilizá-la, todos ali pareciam animados, todos estavam ao redor de uma mesa e todos poderiam apreciar um pouco essa experiência única de paz após tantos conflitos.

Em meio a janta então enquanto uns conversavam sobre as aventuras que teriam, e outros apenas apreciavam o ensopado Shaanti mostrava-se um pouco mais curiosa sobre Delgado e então o questionava sobre seus desejos de navegação, um desejo que Delgado apenas assentiu com a cabeça, não falando o lugar, não por hora, ele precisava de tempo para pensar,  todos comiam e riam, todos divertiam-se e animavam-se, mas as horas passavam e eles precisavam descansar, após Shaanti mandar Emilly e Gutinho arrumarem a louça, Fofo e Rin despediam-se enquanto seguiam para seus lugares de descanso, Delgado se retirava com seu rosto emburrado, sem dar as chances das pessoas agradecerem a bela refeição feita pelo estóico homem, Shaanti fora descansar um pouco após tudo, mas não sem antes verificar tudo se o barco estava ok, o que de fato estava.




Uma música começará a adentrar seus ouvidos, um tom triste, um tom sem amor, era como se a música, mesmo sem palavra alguma conta-se uma história, o sono começava a adentrar a mente de Shaanti, manter-se de olhos abertos era difícil e quando deu por si, estava escorada próximo ao mastro, os olhos fecharam e a voz de Emilly começou a soar em seus ouvidos enquanto a música mostrava-se presente, :

— A muito tempo, existia um monstro sem nome.... — O tom gentil de e inocente de Emilly dava uma certa sobriedade ao conto a ser iniciado, Shaanti como muitas vezes fez, apenas ouvia enquanto a voz continuava — ...ele vagava pelo mundo buscando um nome, até que um dia percebeu que tinha de se dividir, um monstro foi para o leste e outro para o oeste.... — A voz mudava lentamente, mas ainda Shaanti tinha certeza que era Emilly ali, ela estava a contar a história, ela estava a mostrar aquele mundo para a tritã — ...então o monstro do leste vagou, até encontrar Otto o Ferreiro, ele o prometeu ser forte, se Otto lhe desse seu nome e deixa-se ele morar dentro de sua barriga, o ferreiro permitiu e lá o monstro iria de morar...— A voz de Emilly se perdia e logo então voltava novamente como a voz inocente de Gutinho que sem jeito continuava a contar a história — ...E então lá ele morou até cansar-se e devorar o ferreiro de dentro para fora, e assim foi com Hans o Arqueiro, Olaf o Carpinteiro, Bernard, o Artista até que ele chegou a um castelo....— A voz de Gutinho começava a se perder até que então a voz de Fofo tomava mais uma vez o lugar da voz que lhe contava histórias — ...Nesse castelo ele encontrou um príncipe, frágil e inocente ele prometeu ao príncipe doente força se ele lhe desse seu nome, o príncipe aceitou  e dentro dele ele morou...— A voz mais uma vez mudava até que então Shaanti se via ouvindo a própria voz — ...Mas o monstro ficou com fome e de tanta fome devorou todo o reino, ficando sozinho enquanto caminhava por ai buscando mais comida e não devorando o príncipe a qual se afeiçoou até que após tanto caminhar ele encontrou seu irmão, o monstro do oeste...  — E foi nesse momento que a voz tornou-se a voz jocosa e gentil de um homem de óculos e por fim ela pode ouvir Guester falar — ...O monstro do leste e o do oeste se enfrentam em busca de saber se ter um nome valia a pena ou não, e no fim o monstro do leste devorou seu irmão e se viu sozinho no mundo novamente, mas ele tinha um nome e Johan era um nome lindo... — Nesse momento a imagem de uma criança a chorar com os pais mortos surgia na mente de Shaanti que só podia ver, ouvir e não tocar, Emilly buscava vida nos corpos sem vida e chorava, chorava e implorava para que eles voltassem, mas a única coisa que recebia era o silêncio.


Em um súbito a tritã acordava se vendo ser acordada por Emilly que a olhava preocupada pois a mesma tinha cochilado próximo ao mastro, a música tinha acabado, nada estava a sua volta apenas Emilly e o livro que ela levava abaixo do braço e apenas isso:



— Você estava dormindo tão pesado, eu te acordei por que pensei que você iria querer ouvir a história do livro....— E o sorriso gentil da jovem criança mostrava-se inocente como sempre, não tendo a menor noção do que passava-se na cabeça da tritã que nesse momento poderia ter coisas a pensar, raciocínios a questionar, mas a criança sonolenta não parecia conseguir também manter-se muito mais tempo acordada o que acabaria levando impreterivelmente ao seu descanso em algum momento.

(Considere ação livre sobre como agir aqui pos esse sonho)


Naquele dia no convés encontrava-se todos a fazer algo para ajudar, até mesmo Gutinho estava dando alguns nós aqui e ali enquanto ajudava os outros, Shaanti conseguia ministrar com perfeição tudo que estava acontecendo, a movimentação mesmo apressada era mais que o necessário para fazer aquele barco partir e foi quando ele começou a zarpar aos gritos da tritã que ela pode sentir um misto de realização e frio na barriga, pois sua próxima parada seria a espinha do mundo. Emilly estava sentada na beirada conversando com um outro ser igualmente intelectualizado que parecia diverti-la com suas histórias sobre o mundo — E acredita, nesta ilha existem apenas homens mal cheirosos que falam sem usar a letra A no fim das frases!.— E com uma grande gargalhada tanto ele quanto a pequena humana parecia divertir-se, Shaanti parecia perceber, aquele homem, ele no fim era um bom homem para com todos ali, mesmo que Emilly fosse seu preferido indivíduo a conversar, talvez por ambos serem estudiosos a sua forma.
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Citação :
Desculpe a demora, agora vamos começar os posts de navegação para a montanha que o bixo vai pegar.

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Soul

25


-— O Sr.Wolfgang disse que era um livro sobre como as pessoas mudam, eu me interessei em ler, e você adora quando leio, não seria bom mudarmos um pouco de gênero?. —

- Hnn… - fez um ligeiro bico enquanto olhava para o alto, foi apenas um instante antes de voltar a sorrir bagunçando o cabelo de Emily com delicadeza. - O que você quiser.

>><<

Quase sem aviso o cansaço do dia há havia arrebatado, talvez por estar mais alegre e também satisfeita após a refeição que haviam tido. Talvez houvesse comido demais e por isso seu corpo teria ficado letárgico. Fosse o que fosse sabia que seu corpo precisava de descanso para se recuperar plenamente da luta que havia tido e por isso não lutou contra a repentina onda de sono que chegava com a triste melodia.

- Será o bardo… - pensou antes de relaxar e se acomodar onde estava. Todavia aquele não havia sido um cochilo como tantos outros. Havia sido transposta para um mundo de sonhos que lhe era pouco usual, um mundo que muito poderia ser confundido com a realidade.

Porém desconfortável. Teria gostado de Emily lhe ler uma história, mas pouco se sentia confortável com qualquer um dos outros fazendo o mesmo… E o que dizer sobre ela mesma se contar uma história? Ter-se-ia agitado em seu provável desconforto, resmungando e roncado com desprezo.

As cenas de passado, história e presente se misturavam e se confundiam em sua cabeça. - Emily.. - disse em um murmúrio durante seu sono, tentava...Lutava...Berrava… mas suas mãos não alcançavam a criança em seu sonho. - Emily.. - Gemeu novamente e por fim despertou.

Piscou e sentiu a umidade em seus olhos… Ao piscar novamente pode sentir a lágrima que escorreu por sua face. Via Emily a sua frente e isso ajudou a esmorecer a dor que havia se instalado em seu peito.

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Sorriu sem jeito, desconcertada e confusa. - Que merda foi isso? - Olhou para o livro que Emily carregava e sentiu-se incomodada. - Diabos. Só faltava essa…. Ter medo de um livro. - Ainda assim percebeu-se não desejando ouvir história alguma…. Piscou mais uma vez e por fim olhou melhor para Emily livrando-se do restante do estupor do sonho.

- Outra hora baixinha. - sentar-se-ia puxando a pequena para junto de si tomando-a com carinho nos braços. Teria sido um movimento lento e gentil com certo temor… Um medo irracional que Emily quebrasse se a tomasse com muito ímpeto.

Teria Emily provavelmente sido pega de surpresa também, já que Shaanti no geral era uma figura que se mantinha relutante a demonstrações abertas de carinho, mesmo que lhe fosse difícil esconder suas emoções.. Ainda assim, mesmo quando em privado ela era relutante a ceder, relutante em admitir que gostava de abraçar Emily e que sim, adoraria deitar-se em seu colo para ouvir uma história.

A fragilidade que o sonho lhe havia deixado… Fora por isso que naquele momento vencera essa relutância e movida pelo ímpeto puxou a garota para si. O sorriso estranho que havia se formado em seu rosto teria relaxado ao toque, aliviando-se e tornando-se sereno. Puxou mais.. Trouxe a garota para junto, colocando-a contra seu peito onde a manteria firme, mas delicadamente aninhada. - Porque não descansa. Eu cuido de você. - diria ao aninhar a garota em seu colo.

Ali teria ficado, com as costas apoiadas no mastro e a pequeninha aninhada em seu peito junto ao seu coração. Relaxou aproveitando o momento, onde não mais se importou em demonstrar o seu afeto.

>><<

Por fim a ruiva sentia a madeira do timão, o vento, o cheiro do sal e o balançar do navio. Havia tido tempo para se recompor e estava agora mais uma vez em sua forma habitual. Na verdade, sentia-se ótima.

- EII FOFO, COMO VAI AI? HAHAHAHA. - não se esqueceria jamais da preocupação do grande felino com a água que os cercavam. - APROVEITA BEM QUE LOGO NÃO VAI MAIS TER TERRA. - teria um sorriso largo no rosto.

Não muito depois começaria a experienciar um sentimento novo, um ao qual era pouco habituada, para não dizer que nunca havia sequer o considerado.

Inveja.

Sentia-a, mas demorou para compreender aquele sentimento. Havia surgido como um desconforto, uma sensação estranha sempre que olhava para Emily e Guester. Não o teria notado em outras circunstâncias, mas o sonho havia lhe deixado um pouco sensivel para essas coisas.

O que invejava não era a proximidade deles, nem por Guester a estar fazendo sorrir… O que invejava era não ter histórias alegres e curiosas para contar. Sua vida havia sido diferente e nada que pudesse dizer do seu passado seria agradável, divertido ou bonito. Seu passado servia apenas para ficar enterrado, servia apenas para formar a base que lhe permitiu chegar até ali, mas nada nele era prazeroso de partilhar.

Por fim, forçou-se a manter o foco, não bancaria a chata mandando Emily ir dormir ao algo assim. - É a primeira aventura em alto mar dela… - não seria ela a estragar a experiência.


>><<

Buscaria manter a velocidade constante, perscrutando o horizonte em busca de sinais de preocupação.

- Fofo, vê se acha uma lupa e fica de olho no horizonte. Procure nuvens escuras e esse tipo de coisa. - pediria ao grande gato, pois era de seu conhecimento que a visão noturna do felino era acima do normal.

Tentaria desviar de tempestades e situações desagradáveis tanto quanto fosse possível, mesmo que saíssem levemente da rota, buscando contornar tal alteração climática, mas eventualmente isso poderia se tornar impossível, nesse momento falaria com Emily.

- Pegue o pirralho e entrem, as coisas devem ficar agitadas daqui pra frente, hehe. - na verdade, gostaria bastante de um pouco de agitação.

>><<

Se entrassem em uma tempestade a tritã se poria a gritar ordens para regulagem da vela, mantendo-a mais fechada do que antes para compensar a força extra dos ventos, gritaria para que Rin verificasse as cordas a fim de garantir que todas estivessem muito bem amarradas. Também a alertaria de conferir a bagagem, pois se a mesma estivesse solta e deslizando no deck inferior poderia acabar desestabilizando o navio.


- SE DIVERTINDO FOFO? HAHAHAHA.

Estariam provavelmente ainda no início da tempestade quando ela gritasse isso.


”objetivos”:
 
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