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Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho

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MensagemAssunto: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho EmptySeg 11 Fev 2019, 21:22

Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Misael Luz. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho EmptySeg 11 Fev 2019, 22:52



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



Acordaria mais um dia, mas esse não seria só mais um dia. Hoje seria o começo da minha história e de incontáveis aventuras por vir. Cresci ouvindo histórias fantásticas, contadas por meu pai, sobre feitos heróicos de marinheiros lendários, lutando para proteger o povo de piratas maléficos e revolucionários terroristas. Ele era um marinheiro aposentado devido a um ataque de piratas no qual perdeu as pernas. Eu o admiro até hoje, assim como admiro os marinheiros incríveis cujas histórias eu cresci ouvindo, porém acho que esse futuro não é pra mim, prefiro ser um Agente do Governo Mundial, pois assim ainda poderei ajudar a proteger as pessoas e também satisfazer minha incansável curiosidade a respeito do mundo com as informações que eu coletar.

Mal podia esperar. Portanto, logo após o café da manhã me despediria de meus pais e me dirigiria ao Quartel da Marinha localizado na ilha. Durante o trajeto, prestaria atenção aos meus arredores, ao clima, ao caminho, as pessoas. Queria gravar tudo relacionado aquele dia na minha memória. Se houvesse alguma loja de armas e equipamentos no caminho eu pararia nela para comprar uma arma apropriada para meu estilo de combate. Diria ao responsável pela loja: - Olá, o que você tem pra vender para um Boxeador?  Se ele tivesse algum soco inglês eu o compraria e enquanto eu guardava minha nova posse lhe perguntaria: - O senhor sabe de algum acontecimento por aqui? Alguém contando histórias, algum acidente ou criminoso perigoso? Independente da resposta, agradeceria e partiria em direção ao QG pensando: É sempre bom ficar informado.

Quando chegasse no Quartel diria prontamente minhas intenções caso fosse barrado por algum soldado: - Bom dia, eu quero me alistar para trabalhar como Agente do Governo Mundial. Poderia me dizer com quem preciso falar? Caso isso não fosse necessário procuraria um marinheiro que parecesse importante ou um recepcionista caso houvesse.

Ao encontrar a pessoa responsável, um recepcionista ou um marinheiro de patente alta, dependendo da situação, diria: Bom dia, eu vim me alistar para ser Agente do Governo Mundial. Desde pequeno tenho vontade de ajudar os outros e defender os inocentes, por isso vim aqui hoje, pois acho que o melhor modo de eu fazer isso será assim. Então, o que eu preciso fazer? Diria com um olhar esperançoso e um sorriso jovial no rosto. Caso me dessem logo minhas tarefas, partiria imediatamente para cumpri-las.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho EmptyQui 14 Fev 2019, 23:20





NARRAÇÃO MISAEL LUZ



MICQUEOT / POST 01






Senso de justiça e um curioso ávido por informação. Misael mal conseguia conter sua euforia (se é que de fato estaria fazendo algum esforço para tal) e vira seu café goela abaixo fazendo alguns respingos mancharem um pouco suas vestes que, por sorte eram esverdeadas e não seriam muito bem notados no dia de seu alistamento.

- Devagaaaaaar garoto! - pedia seu pai ao ver seu filho afobadamente engolindo o café que, para sua sorte, não iria queimar a língua por estar morno - Eu sei que está empolgado e você é meu orgulho... - dizia seu pai dobrando o jornal para dentro que lia com as pernas cruzadas sentado à sua frente e fazendo com que seu rosto pudesse ser visto conforme encarava Misael - Mas não vamos colocar a carroça na frente dos bois, ok?

- Seu pai está certo Mi... - sua mãe completava cruzando uma mão sobre a outra no meio de suas coxas - Trabalhar para o Governo Mundial pode ser muito perigoso... - desviava o olhar com a voz trêmula, claramente preocupada.

- Ei! Não foi bem isso o que eu quis diz... - a empolgação do menino de cabelo alaranjado era tão grande que ele nem escutou direito o diálogo de seus pais e só saiu de casa em busca do alistamento. Só não queria mais perder um segundo que fosse. - Bah... e ele ainda me esquece o cachecol!

Entretanto, para comprar uma soqueira para iniciar seus treinamentos de combate, para isso valia a pena interromper seu percurso um pouco! Para a sorte do rapaz uma loja com luvas e botas de combate ficava bem no caminho para o QG da Marinha... sua fachada era bem trabalhada em madeira e lembrava um saloon com porta de entrada estilo bangue-bangue e um mostruário com peças etiquetadas em altos valores protegidos por uma espessa camada de vidro.

- Você viu menina como estas uvas estão cheirosas!? Ai ai ai... - uma voz feminina em êxtase podia ser ouvida atrás de Misael e pertencia à uma garota loira com uma bandana vermelha na cabeça carregando uma cesta de vime repleta de uvas roxas - Hummmmm - apenas respondia com uma interjeição lambendo os beiços uma outra garota ao seu lado, que também carregava uma cesta repleta de uvas e provavelmente deixariam o rapaz curioso em saber do que elas estavam conversando, já que não podia sentir cheiro algum - O sommelier do senhor Muller disse que esta é a melhor safra de uvas roxas que já tivemos! - a mulher estava tão empolgada que começa a saltitar - Mal posso esperar!

O filho dos Luz entra na loja e vê um velho careca e com um cavanhaque branco passando um espanador em uma das botas que estava na vitrine - Olá, o que você tem pra vender para um Boxeador? - e o vendedor, muito antipático por sinal, apenas aponta para alguns soco inglês que estavam em exibição. Dos que Misael podia comprar, apenas um que marcava B$30.000 estava acessível, mas daria para o gasto. - O senhor sabe de algum acontecimento por aqui? Alguém contando histórias, algum acidente ou criminoso perigoso? - o homem bocejava demonstrando um claro sinal de noite mal dormida, mas tentando ser um pouco mais simpático dessa vez com a clientela - Ih rapaz... só mais do mesmo... - ele apertava a mão de Misael e a chacoalhava com um sorriso amarelo, como que se quisesse que ele deixasse sua loja o mais rápido possível - Espero que aproveite suas soqueiras!

Agora, armado para seu início de treino, Misael via diversos marinheiros jovens e sonhadores, uniformizados da mesma forma com um que seu pai havia lhe mostrado outrora em seus tempos de garoto, passarem aos arredores do QG. Um recepcionista sentava em uma cadeira e mesa de plástico pintado de amarelo, claramente improvisados, logo na porta de entrada do QG e ele tinha à sua frente uma caneta tinteiro e um calhamaço de papel, algo tipo uma lista de chamada.

- Bom dia, eu quero me alistar para trabalhar como Agente do Governo Mundial. Poderia me dizer com quem preciso falar? - o marinheiro ajeitava seu boné do uniforme na cabeça e respondia apontando com o indicador para um homem loiro com rabo-de-cavalo, terno e óculos escuros que passava ali logo ao lado - É ele quem você procura... o Agente F - um sorriso de canto de boca cínico do marinheiro indicavam que o feliz dia de Misael não seria tão maravilhoso como ele planejava - Boa sorte... você irá precisar!

O jovem de cabelos alaranjados vai de encontro com o tal "Agente F" que seguia para uma portinha de madeira na lateral do QG, um tanto quanto reservada - Bom dia, eu vim me alistar para ser Agente do Governo Mund... - mal poderia começar demonstrar sua empolgação, que seriamente e preconceituosamente a voz grave do agente preencheria os ouvidos de Misael fazendo seu corpo estremecer com a imponência que ele emanava - Nunca será. - e ele bate a porta na cara do aspirante à agente, sem nem mesmo encará-lo (ou já o teria feito antes?)




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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho EmptySex 15 Fev 2019, 08:44



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



Misael ficou ali parado por uns bons três segundos sem reação, aquilo não fazia sentido. Será que eu falei com o cara errado?

Meu primeiro impulso seria tentar abrir a porta e confrontar o Agente. Se a porta não estivesse trancada, eu entraria e diria: O que o senhor quis dizer com "Nunca será" ? - imitando a feição dele enquanto repetia suas palavras - Me teste, me coloque em algum tipo de prova e eu lhe mostrarei do que sou capaz.

Caso eu não obtivesse sucesso em abrir a porta eu voltaria ao recepcionista e perguntaria: Ei, o que é que há com aquele cara? Caso o recepcionista me desse algum conselho de como contornar a ignorância do Agente eu o colocaria em prática, caso não eu ouviria a resposta mesmo assim e voltaria a olhar para a porta de madeira. Eu vou mostrar pra ele que eu vou ser um Agente. Me voltaria novamente ao recepcionista e diria: Tive uma idéia, me dá uns cartazes de procurado, você sabe de alguém que anda causando confusão por essas bandas? Eu vou capturar algum desses bandidos e trazer aqui, aí ele vai ter que me aceitar, erh... qual é o seu nome mesmo?

Após receber os cartazes e informações do recepcionista, eu partiria em direção à cidade para recolher informações sobre possíveis criminosos e seus paradeiros. Mas antes disso, daria uma volta no quartel só para checar se não havia alguma janela na salinha que o Agente F se enfiou, se eu identificasse algo assim, eu tentaria entrar e se obtivesse sucesso, diria à ele o que tinha planejado dizer no início. Caso não achasse ou não conseguisse entrar voltaria ao plano original.

Ao chegar na cidade, entraria de loja em loja perguntando se alguém tinha visto algum dos criminosos dos cartazes ou presenciado alguma coisa suspeita recentemente.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho EmptySab 16 Fev 2019, 02:24





NARRAÇÃO MISAEL LUZ



MICQUEOT / POST 02






A surpresa no rosto de Misael era notável. Seu semblante deixava claro para todos ali ao redor que ele não esperava um tratamento tão arrogante como aquele desprezando sua pessoa. Inclusive era possível ouvir alguns marinheiros ao redor rindo baixinho como se pressionassem suas mãos em conchinha contra a boca para conter uma gargalhada.

Porém o garoto de cabelo alaranjado não estava embaraçado com a situação mas um tanto quanto confuso se tinha falado de fato com o verdadeiro "Agente F". Sem nem ao menos bater, corajosamente e repleto de brio, Misael empurra a maçaneta da porta de madeira que abre de sopetão batendo com tudo na parede e fazendo um grande barulho audível não só pelo agente que estava do lado de dentro, mas como dos marinheiros que estavam do lado de fora.

- O que o senhor quis dizer com "Nunca será" ? Me teste, me coloque em algum tipo de prova e eu lhe mostrarei do que sou capaz. - dizia o rapaz, exigindo que uma chance lhe fosse concedida e, para sua surpresa, o tratamento estava para ser completamente o avesso do que do lado de fora - Ora, ora! Isso sim que é um aspirante com um psicológico bom e uma força de vontade louvável! - o homem de rabo-de-cavalo batia palmas sentado em uma cadeira giratória atrás de uma mesa de madeira coberta por um pano verde musgo - Quer dizer que você quer uma prova? - indagava o homem de terno enquanto levantava brevemente os óculos escuros e abria uma das gavetas de sua mesa, olhando fixamente para ela enquanto revirava alguns papéis que lá haviam.

A sala daquele homem que deveria ser o Agente F não era luxuosa mas já era bem melhor do que a mesa do recepcionista que encontrara anteriormente que mais parecia uma mesa de boteco do que de um alistamento militar. Nas paredes haviam dois quadros, sendo à esquerda um estilo renascentista e na direita um quadro mais voltado para a arte abstrata. A decoração vintage alternava entre o mogno e tecidos esverdeados com detalhes em preto e dourado. Atrás do agente, um armário com diversas gavetas que provavelmente conteriam arquivos e papeladas estavam atrás dele.

- Sabe garoto...? - iniciava uma indagação enquanto colocava um palito de dente na boca e o mordia freneticamente, como se fosse algum tique nervoso - Apenas um em cada dezessete de vocês acaba abrindo a porta de novo quando eu bato na cara... - ele inclinava o pescoço para o lado e franzia a testa com um sorriso irônico enquanto batia a base algumas folhas que tinha pego na gaveta em cima da mesa para alinhá-las - ... bem pouco, você não acha?

O agente estende para Misael alguns papéis que mais pareciam uma ficha de inscrição e uma pena, que já parecia previamente úmida em um tinteiro - Preencha da forma que melhor convier... leve o tempo que for necessário - o homem loiro virava o rosto para o lado para tossir brevemente e se recostava em sua cadeira giratória, rodando ela atrás da mesa brincando com suas rodinhas enquanto apoiava suas mãos entrelaçadas atrás da cabeça - VALENDO!

A ficha parecia mais um tipo de prova de jardim de infância que dificilmente tinha algo a ver com ingressar no Governo Mundial. Nela, tinha os seguintes dizeres:

Prova:
 



Seria algum tipo de brincadeira? Ou seria algum teste psicotécnico ultra secreto do Governo para selecionar quem entrava e quem saia? O fato é que, pelo menos por enquanto, estava tudo muito nebuloso...




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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho EmptySab 16 Fev 2019, 12:28



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



Eu ficaria um pouco surpreso com a repentina mudança na situação, o Agente até que parecia levemente simpático, ou talvez fosse só impressão.

Ao receber a pena e os papéis, eu ficaria um pouco confuso, isso seria realmente um teste? Ou será que ele simplesmente se confundiu e me entregou os papéis errados? Levantaria o olhar levemente para olhar para ele. Pelo "teste" anterior já pude ver que ele é do tipo que gosta de analisar o comportamento dos outros, ele deve estar achando isso muito divertido. Talvez ele queira que eu seja capaz de determinar se alguém errou ou não, independente de sua posição. Ou talvez ele queira que eu seja capaz de fazer o que for pedido sem questionar. Não posso fazer os dois ao mesmo tempo, então tenho que me decidir. Talvez eu esteja analizando demais, talvez esse seja o verdadeiro teste, vou apenas resolver essa droga.

Olharia as questões por alguns segundos, e determinaria como procederia para responder a prova. Ao terminar, esticaria o braço com o papel tendo a reposta virada para baixo, quando ele pegasse a folha eu a seguraria por um instante e perguntaria: - O senhor tem certeza que me entregou o papel correto? Enquanto lhe olharia bem nos olhos com a expressão mais séria que conseguisse. Se ele dissesse que sim eu deixaria ele pegar o papel, se ele dissesse que não eu o puxaria de volta e pediria o teste correto.

Resposta da Prova:
 

Se ele pegasse a prova, eu o encararia enquanto ele olhava o papel. Se ele pedisse uma explicação eu diria: - Não sou um deus, logo não posso fazer um homem. Assim só poderia descrever meu dia usando cinco linhas, não vi necessidade em desperdiçar o tempo do senhor com palavras inúteis, então resumi tudo em cinco linhas formando uma porta e uma maçaneta, igual a que o senhor fechou na minha cara e eu abri, mas também pode ser uma metáfora para a nova fase da minha vida que vai começar agora.

E então? O senhor vai fechar essa porta na minha cara também ou vai parar com os joguinhos e me deixar virar Agente?


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho EmptyDom 17 Fev 2019, 02:16





NARRAÇÃO MISAEL LUZ



MICQUEOT / POST 03






A dúvida da real personalidade por detrás dos óculos escuros daquele agente deixava Misael confuso. Talvez o homem que o recebia do outro lado da porta de madeira fosse outro, um gêmeo talvez, ou o cara tinha múltiplas personalidades, ou só era doidão mesmo... as possibilidades eram infinitas...

Enquanto o garoto de cabelo alaranjado refletia sobre a prova analisando as diversas possibilidades de resolução que ele encontrava em sua mente, o tal do Agente F parecia realmente estar se divertindo com a situação já que continuava girando em sua cadeira apoiando sua mão na mesa e fazendo força para ganhar impulso e continuar rodando talvez brincando para passar o tempo enquanto Misael resolvia o bizarro teste que tinha à sua frente...

- O senhor tem certeza que me entregou o papel correto? - indagava Misael logo após terminar a sua prova, a virando com a resposta para baixo - Sua pergunta já me diz que reprovou... - repentinamente ele para de girar a sua cadeira e bate com as duas palmas da mão na mesa de mogno fazendo o barulho ecoar por toda a sala e, com toda a certeza assustar Misael com um olhar fixo que não deixava escapar sentimentos por estarem ocultos pela lente negra - TENHO CARA DE QUE ESTOU BRINCANDO MOLEQUE!?

O agente inspira e expira profundamente fazendo seu peito encher e puxa a prova a observando. Cinco segundos são suficientes para que um enorme sorriso de orelha à orelha aparecessem estampados em sua face - Me surpreendeu... - seu beiço inferior saltava para a frente, de modo que ele estaria surpreso positivamente - ... sinceramente eu mesmo não poderia fazer melhor!

F se levanta de sua cadeira com a prova em mãos e cola uma etiqueta que retira de dentro de uma das gavetas de sua mesa. Ele vira-se de costas para o aspirante à agente e guarda em uma gaveta aleatória a prova do armário que estava encostado na parede (ou será que seu espaço já estava reservado?)

- Lhe digo que passou com louvor em seus dois primeiros testes! - F voltava a projetar seu beiço inferior para frente enquanto batia palmas ritmadas. Sua frase demonstrava que a cena de bater a porta na cara foi um de seus testes, como poderia ter sido qualquer outra coisa que viesse em sua cabeça da qual Misael ainda não tinha se ligado que aconteceu por debaixo dos panos - Imagino que esteja pronto para o mais difícil... seu psicotécnico e lógico estão muito apurados... é hora do testeeeeee... - ele ergue o dedo indicador para cima, afinando ligeiramente a voz - Físico!

Inesperadamente, o agente que conduzia o alistamento de Misael puxa uma das gavetas do armário que acaba levando junto consigo diversas outras gavetas adjacentes, o suficiente para revelarem uma passagem por detrás do armário - Me acompanhe... por favor... - F faz um sinal com a mão pedindo que Misael o acompanhe pelo corredor revelado que era pintado por paredes brancas e tinha um piso como o de um hospital.

Adentrando pela passagem secreta, eles passariam por algumas portas no caminho e um silêncio estarrecedor possuía todo o corredor pelo qual transitavam. Antes mesmo de chegar ao fim dele, o agente empurra uma porta dupla à direita e diz - Entre na sala e aguarde instruções... eu o estarei monitorando

A sala era completamente escura de modo que nada poderia ser visto além da umbra que tomava conta do local. Caso Misael entrasse na sala as portas duplas bateriam e um foco único de luz apontaria para uma maleta que estava no centro da sala. Esta maleta parecia feita de metal com belos detalhes listrados e possuía códigos nas laterais provavelmente para que ela pudesse ser aberta...

- Pegue a maleta e não a deixe cair por nada! Você tem 15 minutos para ficar com ela! - uma voz chiada poderia ser ouvida como se estivesse sendo transmitida por um auto falante. Era até mesmo possível reconhecer semelhança com a voz do Agente F, o que poderia significar que ele já estaria monitorando Misael, como poderia ser qualquer outra pessoa...




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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho EmptyDom 17 Fev 2019, 10:07



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



Apesar de todo o esforço para parecer confiante durante a última prova eu fiquei bastante aliviado quando fui conduzido ao próximo teste, mas agora que estou aqui, estou mais preocupado do que qualquer um dos outros testes. A escuridão do quarto esconde tudo ao meu redor, até que uma luz surge realçando uma maleta. Ao invés de ir diretamente até ela eu ficaria próximo à porta de onde entrei.

- Pegue a maleta e não a deixe cair por nada! Você tem 15 minutos para ficar com ela!

A voz deveria ser do Agente F, mas devido ao chiado não poderia ter certeza, mas eu já estava farto dos joguinhos dele. Hmm, apenas um idiota tomaria qualquer ação em um ambiente totalmente desconhecido, talvez existam pessoas escondidas nas sombras ou portas por onde elas possam sair e tentar tirar a mala de mim. Ou talvez ela simplesmente seja muito pesada. Ou talvez os dois. Não posso subestimar esse cara, hora de investigar um pouquinho.

Repetiria os poucos passos que fiz ao entrar na sala para encontrar a porta, se à encontrasse ou à alguma parede, continuaria tateando-a para analisar a sala em que me encontrava. Daria também passos largos e bem apoiados para tentar detectar caso houvesse algo ou alguém escondido em meio as sombras. Manteria o tempo todo contato visual com a luz central e a maleta. Se encontrasse algum detalhe ou objeto guardaria na memória e me dirigiria até a maleta, caso encontrasse alguém tentaria atacá-lo primeiro com um soco no topo da cabeça caso estivessem agachados ou no rosto caso estivessem em outra posição e correria até a mala mantendo a guarda da mesma, mas se eu fosse atacado primeiro focaria em me recuperar e correr até a maleta para protegê-la. Caso não achasse nada e fosse só um quarto escuro talvez a resposta estivesse na maleta, iria analizá-la agora.

Se em algum momento a voz me repreendesse e dissesse para parar de fazer hora e pegar logo a maleta, ou algo do tipo, eu seria forçado a obedecer.

Quando pegasse a maleta, checaria o seu peso levantando-a primeiro com as duas mãos, caso isso não fosse problema seguraria só com uma e deixaria a outra livre em caso de emergências enquanto analiso o objeto. Daria uma leve chacoalhada para tentar determinar o seu conteúdo, e depois daria uma boa olhada ao redor dela e veria como ela seria aberta, se era com códigos ou chaves. Checaria se não havia alguma pista ao redor dela. Mas ficaria atento para possíveis desafios que pudessem saltar da escuridão para tirá-la de mim.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho EmptyDom 17 Fev 2019, 23:17





NARRAÇÃO MISAEL LUZ



MICQUEOT / POST 04








Misael tinha um pressentimento de que este próximo teste seria realmente difícil se comparado com os anteriores. Pois bem... ele estava certíssimo. O terceiro e último teste, o chamado "Teste Físico" pelo Agente F iria decidir se o garoto seria merecedor ou não de portar o distintivo e as vestes do Governo Mundial.

A incerteza e o mistério invadem a sala em que ele estava em comunhão com a escuridão. Apenas um foco de luz iluminava a tal "maleta" que o Agente F tinha citado para que Misael não a deixasse tocar no chão. Porém, ainda era impossível distinguir o que estaria disfarçado em meio à umbra dispersa em volta do quarto... e foi com base nisso que o rapaz de cabelo laranja decidiu agir.

Misael não botava muita fé na metodologia apresentada pelo agente loiro de rabo-de-cavalo. Seus testes eram para lá de esquisitos e esse teste da maleta não fugia nem um pouco dessa regra... o filho do marinheiro Luz planejava retornar pela porta dupla da qual entrou para tatear o ambiente e localizar sua dimensão. Porém levou pouquíssimos segundos para uma claridão o ofuscar violentamente ligando todas as luzes da sala de uma vez em uma frequência fortíssima... o garoto mal podia enxergar.

Com a vista turva por conta da claridade inesperada, um homem trajando o mesmo uniforme do Agente F segurava um bastão com as mãos e o girava como uma hélice de helicóptero em sentido horário enquanto caminhava na direção de Misael em passos tranquilos e vagarosos, apesar de serem pesados devido ao homem que media pelo menos 2,20m de altura.

Ele tinha a cabeça raspada e com um sorriso de canto de boca pronunciava as mesmas palavras que o Agente F do lado de fora do QG - Nunca será... - e ele aperta o passo na ponta dos pés em linha reta na direção de Misael que, apesar de temer um inimigo que pudesse atacá-lo dentro daquela sala, não teve tempo de planejar estratégias rápidas para evitar uma investida.

O homem nem era tão rápido assim. Mas o garoto imóvel via em câmera lenta o homem correndo em sua direção e apenas recebe um golpe lateral em suas bochechas fazendo com que elas inchassem instantaneamente e ficassem roxas, arremessando assim o garoto ao chão. Ele tenta resistir ao golpe e correr diretamente para pegar a maleta de metal que jazia no centro da sala tentando se levantar de quatro mas imediatamente recebe um novo golpe forte do bastão nas costas que o fazia ir deitar novamente ao chão - Ei F! Já disse para não trazer fedelhos para cá! - o agente de cabeça raspada menosprezava claramente Misael olhando para um dos Den Den Mushis auto falantes que tinha nas extremidades da sala enquanto gargalhava sem nem um pingo de remorso.

- Tsc Tsc... não me decepciona garoto! A contagem só começa quando você tirar a maleta do chão... - um silêncio estarrecedor era cortado como uma faca novamente pela voz do Agente F após alguns segundos, desta vez soando sem nenhum chiado - Ou vai amarelar?

O gosto de sangue preenchia a boca de Misael pois talvez ele tivesse cortado os lábios ou quebrado dentes e seu óculos tinha voado pelo menos três metros de distância por conta do impacto do primeiro golpe e talvez estivesse com as lentes trincadas... o certo é que ele estava em uma posição deveras humilhante, ferido e não tinha conseguido demonstrar nem um lapso de seu potencial...




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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho EmptySeg 18 Fev 2019, 18:39



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



Tsk, esse cara me assustou pra valer, não esperava por essa. Me levantaria, cuspiria o sangue no chão e passaria a mão sobre a boca para limpar o resto. Encararia-o enquanto levanto os punhos à frente do rosto e dou um passo com a perna esquerda para a frente, adquirindo uma pose de boxeador, e falaria: - Vocês agentes não são nada discretos não é mesmo? Não vai ser fácil derrubar esse cara, mas com certeza vai ser mais fácil de ficar com a maleta caso ele esteja inconsciente.

Caso ele não me desse tempo para isso e me atacasse antes de me levantar e recuperar, eu tentaria rolar para o lado para desviar dos ataques, se ele continuasse a atacar não me dando tempo nem espaço para me levantar eu aproveitaria que estou no chão e tentaria dar uma rasteira nele apoiando os braços no chão e chutar rapidamente com um movimento bem amplo a parte de trás dos pés dele continuando a empurrar a perna do ataque após o primeiro impacto até ele cair aproveitando do resultado para tentar me levantar. Caso ele não caísse tentaria acertar um soco no joelho do inimigo.

Se conseguisse me levantar avançaria então na direção dele me preparando para lidar com os ataques dele.

Caso ele jogasse o bastão na minha direção tentando me surpreender eu desviaria para o lado e avançaria contra ele, me aproveitando de minha velocidade para surpreendê-lo e tentar desferir um soco no estômago. Caso ele tentasse algum tipo de estocada eu impulsionaria meu corpo para o lado esquerdo, e com a mão direita tentaria prender o bastão enquanto lançaria um cruzado com a esquerda mirando no fígado logo abaixo da costela direita do oponente. Caso ele tentasse atingir minhas pernas eu pularia, mas dando impulso para a frente em vez de só para cima, me lançando contra o oponente tentando pousar com meu punho bem no seu estômago, desferindo um soco com toda a aceleração de meu braço e meu salto. Caso tentasse deferir um golpe na diagonal ou horizontal me aproveitaria da diferença de altura para me abaixar evitando o ataque e assim que o bastão passasse por mim, saltaria como uma mola lançando meu punho com toda a força que conseguisse na direção de seu estômago.

Aproveitaria alguma oportunidade que surgisse para capturar o bastão com um braço e atacar com o outro ou tentar remover o bastão do inimigo.

Continuaria tentando me esquivar dos ataques dele e contra-atacar até que percebesse que ele está com a guarda aberta, ou cansado ou surja a oportunidade de dar a volta nele para desferir um soco no fígado.


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