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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!

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Serina
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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptyTer 26 Mar 2019, 02:12



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Agente | Localização: Louguetown


O grupo de agentes foi facilmente identificado, me aproximei e pelo semblante, a maioria parecia bem... apagada. Bem, eu não deveria ter grande primeira impressão também, então tanto faz tanto fez.

Me mantive quieta no canto, enquanto o único com alguma presença falava, Kira era o líder do grupo, bem, me sentia mais confiante ter alguém liderando inicialmente, menos erros de minha parte. O outro homem era Yamamoto, e por fim a moça se chamava Yuri, era bom saber que não seria a única mulher do grupo, menos pressão psicologicamente. Era minha vez, suponho...
— Elizabeth, prazer. — Dizia um tanto atônica, até o momento as pessoas que havia encontrado passavam uma boa presença, e por algum motivo eu havia confiado nelas, não mais. Ninguém do grupo me soava amigável, nem mesmo o líder me parecia tão confiável, me manteria mais distante, analisaria melhor antes de baixar a guarda para eles, a emoção e excitação haviam tomado conta de mim, devia voltar a meus sensos normais, caso contrário poderia me decepcionar rapidamente.

Nossa missão era simples, e honestamente não era nada demais, porém um papel necessário para o governo possuir fundos, e assim eu me empenharia para o sucesso dela, independente da situação que se encontrassem — Se estão vivos, é graças ao governo, então paguem.

O homem mencionava que não era bom usarmos nossos próprios nomes, saquei do meu bolso a chave da minha porta e olhei para o chaveiro
— 395. — Falaria em bom e alto som, após ele terminar de explicar o que faríamos, deixando o chaveiro em evidência para que entendessem o de onde havia retirado o "codinome", por mim tanto faz o que escolhessem, não iria me esforçar agora escolhendo algo, porém isso me levantou um problema que nunca tinha cogitado, precisaria de um codinome... algo... fofo!

O homem parecia impaciente, deveríamos visitar quatro lojas, se demorássemos, considerando o tempo que eu dormi, provavelmente elas fechariam, algo me dizia que ele era de um nível acima dos outros, não só por ser líder, sua postura passava algo diferente, talvez fosse simplesmente impressão, deixei o pensamento de lado, ao menos por hora, seguiria o grupo — Ou o líder, caso eles demorassem a se mover — E iria até a primeira loja, antes de adentrar, provavelmente ele anunciava algo como "é ali", e caso fizesse, fitaria o ambiente a volta, não só a loja propriamente dita, como as duas vizinhas a ela, caso houvessem, pensaria em frases boas para usar lá dentro, caso minha palavra fosse solicitada, manteria postura séria, ombros retos e peito estufado.


"Minha primeira missão... isso!"

Podia não querer deixar transparecer, porém era gratificante ver o quanto eu estava avançando em pouco tempo, meu corpo dolorido era um lembrete constante de que eu deveria ainda almejar muito mais, e ao mesmo tempo, apreciar o que conquistei.




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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptyTer 26 Mar 2019, 04:44


Narração
Sensação térmica agradável de dia
Localização: Loguetown
5 da tarde

Elizabeth Serina
Não havia muito o que fazer na verdade, Elizabeth se apresentou e indicou um codenome para ela mesma. Os outros, apesar de terem ouvido que não era algo realmente necessário preferiram entrar no jogo e então começaram a falar. - Podem me chamar de Light. - Ouvindo o codenome do chefe, os outros logo pensaram em seus próprios codenomes. - Podem me chamar de Ocean. - Falou Yamamoto e assim sobrou para Yuri ser a última e após um tempo ela finalmente decidiu. - Podem me chamar de Dast. - Falou ela, palavra que não remetia para os dois homens, mas só aceitavam.

Assim, todos eles saíram com Kira guiando. Não demorou tanto assim para chegarem no local, era no porto. Um restaurante. Por ser no porto, a maioria das construções em volta eram o que se esperava. Uma taverna, um local para manutenção de barcos, uma loja de pesca, nada que chamasse realmente a atenção. - 395 e Ocean, vocês vão cobrar nessa primeira loja. Não quero saber de desculpas, ele TEM que pagar. Entendidos? - Falou Light logo antes de entrarem. Ao entrar, era perceptível o tanto que o local estava bem vazio e parecia bem acabado. O dono que olhou esperançoso para quem havia acabado de entrar logo mudou o semblante para uma expressão mais desesperada. - Não por favor. Eu vou pagar, só preciso de mais tempo.



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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptyQua 27 Mar 2019, 02:40



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Agente | Localização: Louguetown


O dia estava ainda agradável, sol brilhava fraco no céu indo lentamente em direção ao horizonte, ameaçando dar espaço a noite, porém mantendo seu ar da graça por mais algum tempo, duas? Três horas? Era algo por volta disso o tempo que dormi. Chegamos a primeira loja, olhando envolta era próxima do caís, poderia ser o hotel que a vice-capitã me indicou? Não parecia, o movimento na região deveria ser bom, todo viajante passa por aqui, como ele não tinha dinheiro para pagar?

Fui selecionada, e acordei de meus devaneios, iria em conjunto de Yamamoto para o estabelecimento cobrar a pessoa, eramos instruídos para trazer o dinheiro, sem desculpas, e assim pretendia o fazer.
— Vamos lá.— Pronunciaria, abrindo liderança pela primeira vez caso Yamamoto demorasse alguns segundos para agir.

No momento que adentrávamos o recinto, o rosto esperançoso do  senhor se desmanchava ao compreender sua situação, e rapidamente iniciava com as desculpas de que logo iria pagar, olhei envolta, passaria o dedo sobre uma das mesas possivelmente empoeiradas, agora poderia compreender o porque o local estava falido, gerenciamento fraco de um homem sem determinação.

Me aproximaria do balcão em calmos passos, mantendo o rosto indiferente, quando a frente do mesmo que suplicava por mais tempo, simplesmente apoiaria o cotovelo sobre a possível bancada, caso não houvesse, levaria a mão até atrás do pescoço.


— Sabe como é, estabelecimento perto do mar, são os primeiros a receber visitas indesejadas, piratas costumam custar bastante dinheiro... ainda mais quando não se tem ninguém protegendo vocês, cidadãos de bem. — Diria lentamente, gesticulando um pouco no processo com a mão esquerda, então finalmente abaixaria a mão diria de trás do pescoço, não era a melhor nesse tipo de trabalho, porém meu desprezo por piratas auxiliava a por crença por trás das palavras, deixando-as mais críveis do que meramente discursos ao vento.— Seria uma pena, realmente, se soubéssemos que algo está a acontecer, porém não tivéssemos o recurso para lhe ajudar. Talvez seus próximos, uh uhm... clientes? Possam lhe ajudar, mortos não costumam precisar pagar as contas.

Esperava que meu blefe funcionasse, induzindo medo no comerciante comum e forçando-o a dar qualquer trocado que tivesse, cobrindo suas dividas com o governo, porém caso não funcionasse, daria de ombros, nem todos são persuadidos pela verdade.

— Ya-Ocean, quer dizer algo? Ou prefere ir pro caminho mais direto? — Outro blefe? Talvez. Diria sem intenção de induzir meu parceiro a forçar o homem a nos entregar o dinheiro, ou pega-lo a força, porém caso ele decidisse por esse caminho, não me negaria, o governo precisa de fundos, este homem só possui um comércio porque nós o defendemos, caso contrário já teria sido saqueado e morto por piratas. A população não compreende, sacrifícios devem ser feitos em prol da paz.

Caso ele caísse em um dos dois blefes, ou Yamamoto, pelo codinome Ocean conseguisse induzir o homem a nos entregar o dinheiro pacificamente, melhor, caso contrário, indicaria a meu parceiro para segurar o comerciante, enquanto eu xeretaria entre seu caixa, abaixo dele, em gavetas e locais possíveis de encontrar o dinheiro escondido, até mesmo seus bolsos poderiam abrigar uma carteira com algum trocado.

Com sorte, terminaríamos aqui, ele não seria tolo de se opor a quatro agentes... seria? Mesmo que fosse, facilmente poderíamos o imobilizar, e então eu continuaria minha busca pelo dinheiro, todavia sempre é possível que o dinheiro faltasse, e fosse necessário buscar embaixo do colchão, de preferência perambularia pela loja, buscando rapidamente algum lugar que ocultasse suas economias, caso não encontrasse, teria que tentar extrair a força onde ele guardava o dinheiro.


— Light, ainda falta o valor estipulado, devemos forçar ele a nos entregar algo, ou fica por assim? — Buscaria instruções do líder, não desejava ser bruta demais no primeiro dia, seguiria suas palavras, irrelevante de qual fosse o veredito. Ignoraria as súplicas do homem também, qualquer historieta para boi dormir não me afetava, todos possuem algo triste para contar, nem todos estavam dispostos a ouvir. Caso pusesse as mãos no dinheiro, o entregaria ao líder, para então finalmente podermos seguir para a próxima loja, esperava que tivesse realizado meu trabalho de modo satisfatório, enquanto mordiscava o canto do lábio, não entregando meu tique pensando em como poderia ter sido melhor em minha abordagem.

— É melhor o senhor já ir economizando para a próxima, evitar o desconforto, sabe? Bom trabalho cidadão. — Diria antes de sair da loja, me despedindo do dono de maneira um tanto sarcástica, sem evidenciar no tom, e sim nas palavras ditas, não esboçaria sorriso ou nada, não sentia prazer em zombar ou "roubar" um homem de bem, porém o necessário era necessário, e se isso fosse o necessário para eliminar piratas, que seja.

Off:
 




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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptyQui 28 Mar 2019, 04:57


Narração
Sensação térmica agradável de dia
Localização: Loguetown
17:30

Elizabeth Serina
A jovem não pareceu se importar muito com a situação do comerciante, na verdade até culpava o mesmo por ter chegado naquela situação. Imaginando que ele não fazia por merecer clientes e assim acabou devendo até mesmo o governo. Talvez por isso, talvez por outro motivo mais próprio dela, talvez por seu colega ser muito inútil, acabou que ela tomou as rédeas da situação e foi falando coisas simples e verdadeiras naquele mundo tão cruel que viviam. Quem diria que alguém tão pequena seria tão simplesmente convincente, o homem pareceu olhar para ela aterrorizado por um tempo. Mas acabou concordando com a cabeça sem falar nada. E assim Serina pôde ir até o caixa e começou a pegar dinheiro... porém ela não sabia exatamente quanto o homem devia para o governo. Kira não havia informado e Elizabeth não se preocupara com isso. - Bom trabalho. - Falou Light se aproximando dela. - Já pegamos o suficiente. Podemos seguir para o próximo. - Falou ele olhando para a quantia que ela havia pegado. Ela nem chegou a reparar no valor exato, mas como o líder havia dito que estava bom, não havia porque discutir. Reparou que sobrou menos de quinhentos berries no caixa. Valor tão baixo que provavelmente não pagaria nem mesmo um único copo de bebida daquela pocilga. Era entendível porque ele não queria pagar. Elizabeth citara que ele seria roubado sem a existência do governo, mas com o governo ele provavelmente não conseguiria comer também. Qual situação seria pior?

Enquanto saíam da loja, Kira virou-se para os três. - Bom, claramente só 395 aqui fez o trabalho. Ele caiu mais fácil do que eu imaginava também... - Explicou o líder ali, deixando claro que Serina não deveria se gabar do homem cair tão fácil nesse tipo de tarefa. - Não acho que o próximo irá ceder tão fácil. Ocean e Dast, vocês são os responsáveis pela próxima loja já que Ocean não fez nada nesta. - Falou Kira. Como líder do grupo ele tinha que instruir o grupo e ter certeza que estavam realmente aprendendo tudo.

Recomeçaram a andar. - Olha, essa próxima já deve três meses. E se eles duraram os últimos três meses é porque possuem dinheiro. Eles já devem algo próximo dos duzentos mil berries. Então não quero saber de serem bonzinhos se eles recusarem. - Informou o mesmo.

A loja era grande e de roupas de luxo. Claramente possuiriam dinheiro para pagar. Entraram e Yamamoto tentou tomar as rédeas para compensar que 395 havia dominado a situação anteriormente. - Ééé. Paguem o que devem! - Falou ele meio desengonçado. Elizabeth viu Kira colocando a mão no rosto desacreditado com o que estava ouvindo.

face palm 2

Os dois proprietários da loja, um casal de pessoas mais velhos, começaram a olhar para os agentes que haviam entrado, pensando se aquilo era realmente sério ou meramente alguém tentando roubá-los. Possuíam até mesmo uma criança no grupo, não era possível que aquele fosse realmente o governo. - O que o meu colega aqui queria falar é, nos paguem ou o governo infelizmente terá que confiscar a propriedade de vocês. - Falou Dast tentando arrumar o que o parceiro havia feito. A loja estava com um cliente e isso não era bom para os negócios, talvez aquilo se espalhasse pela ilha e assim a loja, claramente para ricos, acabaria falindo. As peças estavam expostas e a mulher que conversava com o cliente foi interrompida quando Ocean havia começado a falar. Agora a situação toda parecia meio estranha, Dast até havia tentando arrumar da melhor forma que pôde, porém a mera presença de Elizabeth ali parecia piorar um pouco a situação. Os dois donos pareciam olhar um para o outro pensando em como contornariam a situação rápido. Yuri, apesar de falar rápido e até falar bem quando comparada com Yamamoto, não havia feito mais nada. Já Kira parecia simplesmente observar tudo e até se divertir um pouco com a situação.


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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptyQui 28 Mar 2019, 17:19



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Agente | Localização: Louguetown


Após pegar uma boa bolada de dinheiro do caixa, saia satisfeita que consegui cumprir minha tarefa designada, entregava o dinheiro ao Kira, sem me importar muito com o quanto havia sobrado para o comerciante, caso necessitasse, poderia sempre vender o seu comércio para comer, porém se piratas algum dia invadissem a ilha, não teria chance independente do dinheiro no bolso.

Mesmo sem querer demonstrar, Kira parecia estar satisfeito com meu desempenho, e queria por Yamamoto a teste, deixando-o ter mais uma chance, isso me deixava aliviada, possivelmente eu havia passado nessa missão, fora da zona de risco.

Chegamos a uma área mais chique, e ao adentrar se tratava de roupas, apenas um cliente dentro, contudo olharia rapidamente por entre o preço das peças, pelo naipe do lugar e o possível preço alto de cada vestimenta, não precisavam de alta clientela para se manter, e deviam realmente estar com um bom dinheiro, segundo o líder do grupo, eles deviam uma alta bolada.

Infelizmente, Ocean se apresentou como um bandido usando terno, a reação de Kira me dizia que possivelmente não o veria mais por aqui se continuasse assim, apenas fechei os olhos por alguns segundos, olhando baixo para a esquerda, envergonhada, tentando não demonstrar a decepção pelos atos dele.

Deixaria minhas mãos para trás, unidas, estufando o peito e tentando impor algum respeito e autoridade, infelizmente não parecia funcionar, já que os olhares do casal que administrava a loja duvidavam ao parar em mim, como se fosse uma simples criança de fantasia.


"Esnobes de merda, não sou eu que estou afundada em dívidas."

Tentava me manter neutra, porém era evidente em meu olhar o desprezo pela subestimação que me lançavam, manteria contato visual fixo enquanto me encaravam, ignorando a cliente na loja, Yuri tentava contornar a situação que foi criada, se eu tivesse uma parceira que fosse ela, ao menos não agia de maneira inconsequente como um gangster.

Mordia o canto do lábio, pensando em como eu teria feito aquilo, diversas ideias surgiam em minha cabeça, enquanto o silêncio começava a dominar o recinto, nada era dito, olharia de canto para Kira, que parecia aproveitar a cena, talvez para ele importasse mais o desempenho de cada um do que propriamente dito o dinheiro? Intervir seria arriscado, já havia feito minha boa impressão, caso obtivesse sucesso, simplesmente manteria ela, porém se falhasse, mostraria que talvez tenha sido um mero golpe de sorte mesmo, acima de tudo, eu não fui ordenada a coletar o dinheiro, e sim eles.

Caso a cena continuasse assim por alguns segundos, ou eles perdessem o meado e estivessem indo muito mau, e por último, mas principal, se continuasse me encarando como uma criança, e me usando como descrença para nossa presença lá, eu daria um passo para o lado, virando levemente o rosto enquanto na ponta dos pés direcionava a palavra para Kira.


— Posso intervir ou deixe que eles cuidem de tudo mesmo? — Indagaria ao homem, então voltando a minha postura normal e posição, esperando sua resposta, caso negativa, simplesmente continuaria parada até o desfecho da cena, finale.

Todavia, caso ele me permitisse interagir, retiraria as mãos de trás e começaria a andar lentamente entre Dast e Ocean, colocaria a mão delicadamente no braço do homem de terno e fazendo com a cabeça o gesto para ele ir para trás, suavemente guiando seu braço para sair de lá e me dar o espaço que ocupava.

Fitaria o casal, e rapidamente passaria o olho na cliente, agora possivelmente atenta a cena
— Desculpem o meu colega, como podem perceber somos novos na rota de cobranças, porém creio que já estejam familiarizados, certo? Mensalmente coletamos taxas para o Governo, o processo de rotina é um bom local para novatos. E pelo local aqui, é evidente que tudo está sobre os conformes, uma loja de alto nível não iria se rebaixar a ficar devendo, muito menos para nós que usamos as finanças para proteção dos cidadãos, temos sorte que vocês contribuem regularmente para manter a paz de Loguetown. Recebendo o dinheiro, já nos retiramos e pararemos de importunar seu comércio.

Um sorriso malicioso se estenderia em minha face após ditas palavras, enquanto em meio ao discurso eu levava a mão ao peito, falando a respeito de como nós protegíamos a ilha, era evidente meu jogo aqui para eles, caso negassem a pagar, entregariam que estão atolados em dívidas, e pelo discurso que escolhi, os clientes sentiriam que a loja não auxiliava a defender a ilha, simplesmente sugando seu dinheiro sem contribuir como todos, negar taxas para o governo? Muitos não ligariam, é um boato que poderia sumir com alguma promoção. Agora refraseando para "Negar dinheiro em prol da defesa de seus clientes?"

Caso mesmo assim se negassem a pagar, compraria o jogo deles, me aproximava de Yuri, fingindo que ela falava algo, e então levava a mão ao rosto, soltando uma leve risada falsa
— Oh desculpem, confundi a loja, vocês são os que devem três meses, certo? Bem, já passou do limite de espera, terão que pagar hoje ou fecharemos a loja e tomaremos tudo dentro dela para custear a dívida. — Repetiria o que Dast falou, basicamente, contudo dessa vez deixando explícita a situação deles e as condições, para terceiros — A cliente — Entenderem, pondo em risco a dignidade da loja e dos comerciantes, além do mais, haviam algumas peças bonitinhas ali, poderia pegar com desconto do governo se tornássemos nossa.








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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptySex 29 Mar 2019, 15:16


Narração
Sensação térmica agradável de dia
Localização: Loguetown
17:45 ~ 18:15 fim do post

Elizabeth Serina
Na loja de roupas a situação estava diferente do que imaginavam que ocorreria e apesar de Dast ter feito o melhor para tentar melhorar a situação ainda não era totalmente favorável. Mas os dois pareciam não entender que não havia nada ali para se ter medo realmente e poderiam ameaçar as pessoas sem problemas. A visão que o cliente teria ou não teria por causa disso não importava. Serina parecia entender isso rápido e perguntou para Kira se ela poderia falar algo, mas o líder fez sinal para que ela esperasse mais um pouco.

- É... vamos pagando gente. - Falou Ocean novamente num tom bem fraco e pouco intimidador. Não era difícil de imaginar, aquele processo seletivo não tinha nada que prestasse que realmente indicasse se a pessoa serviria para o serviço de agente do governo ou não, ele poderia ser muito forte e ainda assim ser daquele jeito. Ou simplesmente ter passado no passo a passo direitinho. Era difícil de imaginar qualquer pessoa falhando naqueles testes de qualquer forma. Light, percebendo que a situação não ia para frente fez um sinal para 395 ir lá falar. O homem só observava enquanto a pequena começava a falar.

E como falou, enquanto falava colocou a mão no peito, sendo até difícil de saber se era algum gesto maior que ela queria expressar ou simplesmente falta de ar por falar tanto sem nenhuma pausa. Mas o discurso de Elizabeth infelizmente não teve o efeito que ela desejava. Os donos ainda estavam quietos e quando finalmente falaram, soltaram um simples. - Vocês não estão nos protegendo. - Era a voz do dono. - Vocês coletam os impostos e pronto. Os piratas continuam atacando normalmente. - Informou. - É por isso mesmo que o povo está cada dia com maior dificuldade de pagar os impostos. - Elizabeth então ao ouvir a fala dele acabou por se aproximar de Yuri e fingindo que ouviu algo dela falou mais algumas coisas. - Isso não importa! - Falou a mulher com raiva. Ela pegou algumas peças de roupa e jogou na direção deles. - Ninguém vai conseguir pagar por essas roupas para valerem algo. A cidade fica mais pobre a cada dia e vocês só se preocupam com o próprio umbigo. - Kira, sem se importar com o que a mulher gritou, pegou as roupas e analisou se eram de boa qualidade. Ponderou por alguns segundos e sinalizou para que Yamamoto pegasse mais algumas peças.

Assim, saíram em direção a terceira loja. - Ocean, nós somos o poder. Não tem porque você gaguejar ou ficar com dúvida de algo. - Informou em um tom bem autoritário o mesmo. - Você tem que exigir o pagamento e pronto. Não tem porque florear tanto quanto 395 fez também. - Falou o mesmo. - Eu vou cobrar essa terceira loja e vocês ficam a cargo da quarta para vermos como irão. - Falou o mesmo e não tardou para chegarem na loja. Era uma loja mais decadente que a anterior porém em melhor estado que o restaurante. Entraram e havia só uma velha no balcão. A loja vendia diversos materiais do dia a dia.

- Senhora, estamos aqui para recebermos o pagamento que você está devendo ao governo. - Informou Light, o tom dele era simples e claro, aquilo era uma afirmação, ele não sairia dali sem o pagamento, ela poderia implorar, poderia chorar, ele só sairia dali com o dinheiro. A confiança nas palavras dele arrepiaram os pelos tanto de Yuri quando de Yamamoto. A mulher até chegou a abrir a boca, mas o olhar do agente informava muito por si só e ela desistiu antes de falar qualquer coisa. Fechando a boca e abrindo o caixa. Ela pegou o dinheiro que havia no caixa, foi até um canto e mostrou que havia dinheiro escondido em uma fresta da casa e pegou mais dinheiro e tremendo a cada passo foi até Kira e entregou o dinheiro. - Obrigado pelo pagamento. - Falou ele e assim mostrou que deveriam sair.

E voltando a andar começaram a andar para a quarta loja, uma mercearia. Os preços estavam até normais, com exceção do arroz, que estava absurdamente caro. - Vocês escolhem como vão cobrar. Eu vou só observar. - O dono da loja era um senhor próximo dos seus quarenta anos, já havia avistado os agentes, mas não tinha vacilado por isso, parecia inclusive se preparar para argumentar e bater boca com eles.


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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptySex 29 Mar 2019, 23:54



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Agente | Localização: Louguetown


Minha abordagem havia falhado, não havia pensado que usariam a lábia ao contrário, considerando o posto de autoridade, seria fácil desvalidar a mesma e continuar com a posição de correta, porém antes mesmo disso Kira interviu, demonstrando como agiria naquela situação, um simples ato de mostrar quem manda, não havia pedidos, desculpas ou rodeios, era uma ordem, e uma que deveria ser acatada, as consequências não ditas pairavam em seu olhar, deixando os comerciantes em medo, acabando por ceder suas vestes como método de pagamento, supus que não seria o suficiente, contudo o líder julgou o contrário, pegando mais algumas, saímos de lá.

O sol finalmente estava se dando por vencido, o tempo passava enquanto visitávamos cada loja sem eu perceber, Light decidiu demonstrar como era pra ser feito, chegou e usando a autoridade, pôs um fim a qualquer
rebate da senhora, a lojinha simplória parecia a única infeliz em todo esse acaso, preços justos, boa apresentação e esforço.


"De todos até agora, a senhora é a única que merece meu desejo de boa sorte."

Talvez fosse piedade de uma mulher? Ou realmente julgava que ela era a única a se esforçar, até mesmo o fato de quem ter lhe cobrado fosse o líder, não dando nenhuma esperança antes do bote, algo havia me feito desejar-lhe boa sorte, porém minha compaixão cessava ai, compreendia que era necessário arrecadarmos o valor.

O método que Kira falou me deixou... inspirada. Compreendi o como possuímos autoridade, e que podíamos abusar dela, aquela sensação de estar no controle, mesmo que no controle de uma engrenagem, e não do maquinário, era uma sensação... prazerosa. Alguém estava me girando, todavia eu girava diversos outros, e isso era novo.

Fazíamos a rota para a última loja, nela deveríamos cobrar como desejássemos, contudo era óbvio o como ele esperava que fosse feito. Sem demorar, começaria a rumar em direção ao balcão, deixando o time para trás caso tardassem a se mover, manteria uma pose confiante e quando próxima o suficiente para falar com o homem, seria sucinta, objetiva e confiante.


— Boa tarde, viemos coletar a sua tarifa atrasada, coopere e será breve, enrole e confiscaremos sua loja, comece a abrir a boca para reclamar e seremos obrigados e lhe apreender por sonegação.

Era simples, após meu dito, esperaria brevemente que ele entregasse o dinheiro, a situação que se encontravam era beirando o ilegal, e protestar contra as autoridades resultaria em um crime, seja por desordem ou sonegação, obedecia ou perecia.

"Hm... esse é um bom lema, gostei. Obedeça ou pereça."

Deixaria um sorriso de canto escapar de meu rosto pelo meu pensamento, estava satisfeita com minha interação e tinha total confiança que funcionaria, porém existe pessoas burras o suficiente de não compreender que três é maior que um, e lei é maior que criminoso. Faria um sinal para que Yamamoto se aproximasse, seria bom usar dele, sendo meio bobo me obedeceria provavelmente, e assim me daria uma certa autonomia, passando liderança. — Ocean, fique com o senhor para que ele não atrapalhe, caso necessário pode usar de força bruta para o imobilizar. Dast, confisque o dinheiro que achar, e qualquer objeto de valor relevante. Faria uma pausa, esperando que eles seguissem com o teatro enquanto eu me viraria para encarar o senhor, daria alguns segundos para que ele absorvesse o que acontecia — Se isso não suprir suas dívidas, fechamos isso e revendemos a alguém que pague em dia.

Deixaria claro que, se ele possuísse dinheiro escondido, era melhor o entregar agora, ou seria desempregado em questão de horas.

Óbvio, existia a opção de que eles não acatassem com o que eu disse, por exemplo, isso provavelmente ocorreria por algum ciumes de eu ter agido inicialmente e como líder, qualquer sinal de tal "insubordinação", eu falaria rapidamente para contornar o caso
— Light está esperando que desempenhamos isso em equipe, não acho que seja bom desapontar o líder.

Além de com essa fala, tentar deixar um objetivo maior em mente deles, lembraria-os que eu não era a líder, e que não havia necessidade de se preocupar com tal, ao menos no momento deveria servir para que em conjunto conseguíssemos o valor, de um jeito ou de outro.





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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptySab 30 Mar 2019, 01:10


Narração
Sensação térmica agradável de dia
Localização: Loguetown
18:15

Elizabeth Serina
A jovem nem se importou em planejar algo com os colegas. Do que importava que Yamamoto que estava com o filme queimado? Ela queria se mostrar ali ou simplesmente estava muito animada com a forma que Light havia cuidado da situação pela última vez. E apesar do dono claramente não ter se intimidado com a presença deles ali, Elizabeth foi e exigiu o dinheiro. O homem ergueu levemente uma das sobrancelhas. - Olha pirralha. - Começou a falar com um tom bem agressivo. - Você pode defecar isso pela boca a vontade. Mas não vou pagar nada enquanto os piratas ladrões de arroz não forem presos. - Ele apontou para a placa do preso de arroz absurdamente cara. - Esse preço absurdo é justamente porque vocês não conseguem proteger ninguém. - Afirmou o mesmo.

Nesse momento a menina esqueceu que eles eram um grupo e deu ordens ao Ocean. Foi quando se virou para encarar o dono da loja que só viu a mão dele indo até o rosto dela e um bom tapa ocorreu. Sentiu a bochecha esquentando e um pouco de dor. Claro, nada próximo de uma dor que já sentira em sua vida. Mas algo a ser comentado. - Você pode se passar por retardada a vontade. - Falou o mesmo ainda mais agressivo. - Arroz é o principal alimento do povo, sendo assim a minha maior fonte de renda. É impossível qualquer local sobreviver nessas condições e vocês ficam aí cobrando sem fazer merda nenhuma. - Falou ainda mais agressivo, quase gritando, mas se contendo de alguma forma para não chamar muito a atenção das pessoas na rua. - Senhor isso não foi legal. - Falou Yamamoto ficando em posição de luta. Provavelmente a primeira vez que ele falava algo sem gaguejar para alguém que não fosse um colega agente. - Podem revistar essa porcaria seus fi**** da ****. - Falou o mesmo agarrando uma chave e jogando com força na Serina, o mesmo começou a andar para sair da loja. Mas Dast ficou na frente. - O quê? Sua ordem é pegar o dinheiro e não me bater ou prender. - Falou o mesmo. - Exato, mas não podemos deixar esse desacato passar batido. - Informou Kira interrompendo a confusão. - Você pode vir por bem ou por mal com a gente. - O homem, apesar de furioso deu de ombros e aceitou. Simplesmente sentando-se no chão e esperando que procurassem pelo dinheiro ali. - Bom... vocês três. Procurem pelo dinheiro e veremos o que da para fazer.

E assim começou uma busca por algum resquício de grana naquela loja e aparentemente não existia mesmo. Nenhum cliente entrou durante todo o tempo que ficaram na mesma, mesmo o preço de tudo estando normal, com exceção do arroz. Bem, a hora não ajudava tanto e a maioria do estoque já não estava tão cheio. - Bem, vamos trancar isso aqui e levá-lo preso. Depois vocês passem na sala do Lucius para receberem seu pagamento. - Informou o líder fazendo sinal para o dono da loja se levantar.


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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptySab 30 Mar 2019, 03:14



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Agente | Localização: Louguetown


Um discurso referente aos piratas que saqueavam arroz, reclamações e mais reclamações descabidas, não conseguia compreender, eles por acaso estavam saqueando a sua loja? Pilhando a cidade? Queimando seu quintal? Esperavam o quê? Presença onipotente sem pagar a porra do dinheiro?!

No momento em que voltei o rosto a ele, tendo feito pedido aos meus colegas, num tom talvez de ordem, fui recebida por uma bofetada, o tapa não se comparava em nada ao que havia recebido mais cedo, olhei para o homem com um sorriso no rosto, ele havia acabado de cavar sua própria cova, vencer por ter apanhado era ridiculamente irônico.


— Eu ia dizer que você bate igual uma garota, mas acho que faço um trabalho melhor. — Provocaria, levando a mão ao rosto onde fui atingida, Yamamoto pela primeira vez se empunha na situação, talvez não fosse muito diplomático, todavia era confiável.

A situação se desenrolou rapidamente, meu coração acelerou e no momento que o homem arremessou a chave em minha direção, mexia meu braço com agilidade para a pegar antes que me batesse, deixei ele passar sem fazer nada, sua punição o aguardava ao não ter mais dinheiro para comer.


"Que pensamentos são esses...?"

Lidar com o poder era algo estranho, poder esmagar alguém que havia me incomodado, mesmo que indiretamente e de uma maneira dominó, não perceber as consequências de seus próprios atos, começava a me questionar referente ao que fazia, porém fui impedida de devanear, Light interrompeu o comerciante, forçando-o a arcar com seus crimes, sentou-se quieto aceitando a situação, enquanto buscávamos no local o dinheiro.

Uma busca rendia em nada, esforços em vão talvez? No mínimo havíamos adquirido o estabelecimento, maldito, deveria ter escondido o dinheiro em algum lugar, dei de ombros, Kira aceitou aquilo como vitória, instruindo-nos para fecharmos o local e o levarmos o homem de 40 anos até a prisão, posteriormente deveríamos ir até Lucius para reportar a missão.

Assim como instruída, realizaria os pedidos, ajudando Ocean e Dast a desligar qualquer luz ou equipamentos desnecessários de ficarem consumindo energia, e então puxaríamos a portinhola metálica para baixo, trancando o local — Ou puxaríamos lateralmente a grade, trancando o local, seja como for, após deixar inviável o acesso a terceiros, seguiríamos com o capturado, Kira guiaria o caminho provavelmente, como havia feito até agora.

Terminado isso, deixaria um sorriso bobo vendo o homem pagando por suas ações descuidadas, soltaria um longo suspiro, olhando para Ocean
— Obrigada pela ajuda lá atrás. — Diria em um tom baixo, apenas isso, não falaria nada para Kira caso o mesmo não percebesse meu diálogo com Ocean, pois demonstrar sentimentos assim poderia me deixar... exposta? Caso ele percebesse, porém, daria-lhe um comentário também. — Desculpe por causar confusão, Light.

Após os ditos, ao que tudo indicava, estávamos livres, porém nossos caminhos não se separariam ainda, todos os três novatos — Possivelmente até mesmo o líder, Kira — Deveriam realizar a mesma rota em direção ao Quartel, donde encontraríamos Lucius. Manteria o passo com o grupo, caso eles fossem imediatamente até lá, todavia tinha a possibilidade de realizarem outra tarefa antes, e desse modo traçaria meu caminho sozinha.

Manteria os olhos atentos na rua, as pessoas saindo do expediente, havia um grupo de piratas atrapalhando o comércio de Loguetown? Talvez Lucius soubesse algo, ou até mesmo aquele bar que a Vice-capitã mencionou poderia fornecer pistas, de algum modo talvez eu pudesse ajudar...


"Tira a cabeça das nuvens, idiota. Você é novata, mal sabe lutar, só cortou animais selvagens e olhe lá, isso quando você ainda tinha asas."

Levaria o dedo até a boca, mordendo ele, tentando me concentrar em como prosseguir, não custava tentar, né? Ao menos demonstrar interesse. Talvez até realmente pudesse ser de ajuda, quem sabe? Tanto tempo pensando, já deveria estar perto do Quartel, escutaria o papo raso, se houvesse algum do grupo, e responderia com algo genérico caso a palavra fosse direcinada a mim.

Finalmente no Quartel, quando chegássemos, iria até a sala de Lucius, bateria na porta e em instantes depois, abriria a mesma, adentrando, o protocolo até agora era o mesmo, e se nada mudasse na resposta dele, que geralmente era a ausência de respostas, teria o acesso livre.

Já dentro, abanaria de leve para ele, sentindo um pouco das dores em meu braço, andar pomposa era o máximo que eu conseguia sem sentir a tensão dos músculos, o tapa me fez bombear sangue, e por causa disso todo o corpo se esquentou e começou a doer.
— Olá... Capitão? Lucius, Elizabeth se apresentando. Referente a cobrança de impostos das 4 lojas destinadas ao grupo de Kira, conseguímos o valor de duas, bens materiais de uma e, infelizmente, apenas a apreensão do estabelecimento da última.

Isso é claro, seria dito se fosse necessário, Kira provavelmente faria a apresentação se caso estivesse ali, e não tentaria roubar o lugar de fala dele, a não ser que me fosse solicitado dar a falatória, talvez como teste final, quem sabe? Hesitava um pouco ao como chamar Lucius, na realidade eu sabia que ele era importante no quartel e prefeito da cidade graças ao capitão que me trouxe, contudo não sabia perfeitamente o cargo dele lá, só que ele mandava.

Deixaria ele responder, pegaria qualquer coisa que me fosse oferecida — Uma bebida, bala, dinheiro, papéis ou parabéns — E então sairia, em direção à onde? Meu quarto descansar?  O refeitório teria algo para comer de janta?

Ficava um tanto indecisa, decidia checar a área de alimentação, se houvesse algo disponível para ingerir, iria me servir, uma porção reduzida comparada ao almoço, não sentia muita fome, mesmo compreendendo que devia comer, em garfadas lentas limparia o prato, para então o por no lugar devido, se houvesse um, e me direcionar ao meu quarto — 395.

No caminho, lembraria de meu codenome, e como eu precisaria encontrar um melhor, e também o fato de ter esquecido de mencionar os piratas para Lucius, perguntar a respeito ou algo do gênero, amanhã talvez.

Abriria a porta do quarto, retiraria a saía e a jaqueta, ficando com a blusa branca de botões com listras vermelhas fracas e calcinha, deitaria na cama e deixaria parte da coberta sobre minhas pernas, com as mãos entrelaçadas atrás da cabeça, soltaria os cabelos e ficaria pensando em algum nome bom, observando o teto, mordiscando algo que encontrasse para deixar na boca por lá. A cama não era perfeita, nada na vida é.





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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptySab 30 Mar 2019, 04:12


Narração
Sensação térmica agradável de dia
Localização: Loguetown
18:20 ~ 19:50 ~ 04:00 fim do post

Elizabeth Serina
Ajudando seus companheiros na inútil tarefa e depois fechando olocal, Elizabeth se via pensativa enquanto voltava. Pensando em como poderia ajudar aquela ilha que aparentemente estava sendo focada por piratas. O que poderia parecer um pouco estranho já que todos pareciam viver suas vidas tranquilamente e ninguém parecia realmente preocupado com um ataque pirata.

Independente disso, viu que todos os cinco, contando com o homem, andavam na mesma direção. Nada muito surpreendente e que poderia fazer o clima ali ficar até meio chato já que ninguém comentou nada por todo o caminho. Cada um perdido em seu próprio pensamento. Quando chegaram no quartel general que finalmente ouviram algo de Kira. - Podem pegar o pagamento com Lucius que eu cuido desse aqui. - Falou indicando para os três seguirem para a sala do outro.

Ao entrar, Elizabeth que acabou tomando as rédeas novamente e falando a situação. - Eu sou um mero sargento. - Falou ele sorrindo e depois com a mão na própria nuca começou a falar. - Eu sei, bem patético eu ser sargento com a minha idade e o meu sobrinho Kattleback Cruzis já ser o prefeito e tenente. Mas a vida é como a vida é. Não posso fazer nada quanto a isso. - Informou ele. Realmente, Elizabeth nunca soube o nome do Cruzis que era prefeito, só havia deduzido erroneamente até então. - Bom, aqui está o pagamento de cada um de vocês.  - Falou entregando a quantia de trinta mil berries para cada um dos três. - Parabéns pela primeira missão de vocês ter sido um sucesso.

Talvez pelo choque de saber que havia se enganado sobre os Cruzis' até então, ou simplesmente por ter esquecido mesmo, Elizabeth acabou não citando dos piratas com Lucius. Foi até o refeitório num transe e comeu o que tinha por lá, que não se destacava mas não chegava a ser ruim. Sem se importar muito, foi até o próprio quarto pensando que precisava de um novo codenome para as próximas missões. E acabou dormindo, dormiu muito bem, até acordar as 4 da manhã, por afinal, ter dormido muito cedo.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 4 EmptySab 30 Mar 2019, 23:57



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Agente | Localização: Louguetown


Com o dinheiro da missão em mãos, fiquei surpresa com a revelação, na realidade aquele não era o "chefão", bem, fazia sentido considerado suas tarefas, porém me senti um tanto mal por seus comentários a si próprio, pensei em reiterar algo, contudo não era meu lugar de fala, mantive-me quieta até terminar a oratória, agradeci com um gesto de cabeça e me retirei, fiz tudo que planejava tranquilamente, a comida não era ótima e nem ruim, satisfeita subi os lances de escada, indo até meu quarto e ao chegar, consegui dormir tranquilamente.




O codinome não surgiu, e após tanto tempo peguei no sono, cuspindo o que quer que estivesse em minha boca para mastigar, possivelmente uma unha, quando acordei me moveria até a janela, puxaria a cortina e observando o céu escuro, levantaria o vidro — Ou o abriria, do modo que fosse possível pegar um ar — e apoiaria os cotovelos, observando o céu estrelado — Ou nublado.


— Até que é... tranquilo. Mas... quanto tempo eu vou ter que fazer isso até começar o que importa? Eu quero ficar forte logo... eu quero derrotar cada um deles logo...

Murmuraria para o céu da noite, como se ele estivesse a minha frente, fazendo companhia. Olharia para baixo, buscando qualquer pessoa viva no pátio, talvez alguém treinando incansavelmente, uma alma perambulando por insônia, qualquer coisa que tirasse minha cabeça desta ansiedade, foi um dia e eu já senti o que ter poder causava, eu não queria me tornar aquilo. Deixaria meus ombros relaxar, enquanto mexia no cabelo desatenta, talvez tinha sido tudo um impulso? Eu não estava pronta pra isso? Eu não sou capaz...  ou...

Mordia o interior de minha boca, fechando os olhos com força e balançando a cabeça, meu coração pesava em duvidas e desespero, precisava me concentrar.
— Deixe de ser boba, é apenas o primeiro dia. — Me reconfortaria, tentando por um fim a isso, ao menos por agora.


Me retiraria da janela, não antes sem puxar a cortina ao seu lugar, tampando a vista de curiosos, andaria pelo quarto sem muito sono, meu corpo não doía mais tanto, ainda que as pernas estivessem rígidas, sentei-me e pus as mãos sobre as coxas "Aproveite o que você pode agora, eu posso aprender a lutar aqui." Minha mente vagou rapidamente para a luta da manhã, já faziam quase vinte quatro horas, o sono excessivo que tive durante a tarde e agora compensavam o cansaço de ontem de uma noite mal dormida, me sentiria mais disposta certamente hoje, porém não era nisso que eu mantinha a atenção, os detalhes eram referente ao que Akira me disse durante o treino "Não use a mão esquerda enquanto não souber." Realmente, minha mão principal era a destra, a canhota pecava muito em precisão e um tanto em força, algo que eu já não havia o suficiente.

Dois é maior que um; Treino noturno de ambidestria!





— Yosh! Decidido então, vou treinar um pouco minha canhota. Me decidia assim, e começaria a buscar um meio de realizar tal treino, porém ter a ideia e executar eram dois passos diferentes, pensativa fiquei sentada cogitando como realizar, até que tive uma ideia um tanto banal, mas possivelmente funcional.

Vestiria minhas calças e abotoaria minha camiseta branca, sairia e iria de mansinho até o saguão principal, lá buscaria uma caneta e algumas folhas, provavelmente haveria alguém do turno noturno que poderia me ajudar, e assim que conseguisse o que desejava, voltaria ao meu comodo.

Caso não houvesse ninguém, e alguma caneta por cima da bancada, pegaria em conjunto com algumas folhetas brancas, se não, daria de ombros, buscando outro meio de começar meu treinamento.

Indo até meu quarto em caso de conseguir os objetos, iniciaria a treinar minha escrita, primeiro a grafia do "A" algumas vezes, chegando ao meio da folha, mudaria para "a", seguiria esse ritmo fazendo o "B" e "b", "C" e "c" sucessivamente, a ideia era clara, um ato repetitivo e chato que testaria minha coordenação motora.

Após isso, viraria a folha e nela começaria a desenhar palavras, "Elizabeth" seria a primeira, "Gatinhos" a segunda, "Quartel" a terceira, "Marinha" a quarta, "Agentes", seguiria escrevendo alguns nomes "Akira, Kira, Light, Yamamoto, Ocean, Yuri, Dast"

Os traços ficavam um tanto tortos, porém eu já devia ter começado a pegar o jeito de uma letra ou outra, com prática seria fácil conseguir começar a escrever direito, e isso me auxiliaria muito em dominar a coordenação motora da esquerda.

Terminaria usando as outras folhas para desenhos, primeiros traços retos, depois círculos, triângulos, quadrados e retângulos, formaria telhados dos triângulos e os retângulos receberiam quadrados menores dentro, um retângulo em pé formaria a porta e os círculos seriam o sol, uma bola, as linhas fechariam detalhes da casa e fariam o tronco de uma árvore, faria diversos contornos para criar nuvenzinhas e a folhagem da árvore, dando os detalhes finais para o desenho, tentaria fazer pequenos tracinhos no chão, formando a grama, um arbusto e um gatinho dormindo.

Meu braço começaria a doer depois de tanto esforço, mesmo escrever com a mão não dominante era uma tarefa árdua, que acabava cansando por movimentos repetidos não fluídos, talvez também por causa de meu treino físico e pancada no braço esquerdo agisse mais rápido esse cansaço, daria um tempo ao meu braço, quantos minutos já haviam se passado desde que comecei a desenhar? Olhando para a rua não parecia ter ficado claro ainda, porém a cortina podia me enganar, fiquei olhando para o teto, pensando em novas maneiras de continuar a evolução braçal.


"Hmm... arremessos. Força dos dedos. Ahmmm... controlar a força servindo algo..."

Diversas ideias simples surgiam que poderiam me auxiliar em pequenos detalhes para melhorar meu desenvolvimento, simples coordenação motora não era tudo, eu precisaria desenvolver força igual a mão direita para desempenhar no mesmo nível, e aprender a controlar a força para não por demais ou de menos usando ela, eram diversos aspectos que precisavam ser cobertos, e eu estava determinada a continuar a aprendizagem, pouco a pouco eu melhoraria, e sem demora conseguiria dominar ela como nunca!

Arremessar algo seria a melhor opção, agilidade do membro em geral, pegada, coordenação e força, contudo eu não havia nada para arremessar a minha disposição, então pularia para a próxima etapa que seria fortalecer meus dedos e a mão num geral, isso era algo que até mesmo nua eu conseguiria, apertando a mão envolta de meu joelho, cotovelo, braço ou até mesmo punho fechado, eu poderia ficar exercitando o aperto e fortalecendo os tendões.

Começaria estralando os dedos, abrindo e fechando o punho para aquecer, então deixaria meus joelhos encima da cama, para cima com os pés de apoio e usaria as duas mãos para apertar, aproveitando a oportunidade para melhorar até mesmo minha destra.

Os joelhos mesmo que funcionais, pareciam um pouco desregular para fazer, um pouco mais do que meu palmo, tentaria então pelo braço, mas notaria rapidamente após alguns minutos que me machucaria, então decidi focar na mão esquerda mesmo, fechando o punho da direita e enrolando-a com a esquerda, manteria apertos e solturas regulares, forçando os dedos a trabalhar e desenvolver mais força, o golpe que eu havia dado direto em Akira foi rebatido pela falta de grip.

Durante aquele exercício, percebia o como minha mão era macia, minha pele havia voltado a ficar radiante e feminina depois de ser tratada em Conomi, esquecia por muitas vezes o quão melhor eu estava do que antigamente, mesmo que meu desenvolvimento tivesse sido afetado por culpa da má nutrição... de relance, olhava para meu torso, fazendo um biquinho e torcendo o rosto para o lado.

Saltaria para frente, saindo da cama e parando aquela cessão de apertos após três realizações de 15 minutos, não é como se eu fosse desenvolver músculos nos dedos da noite pro dia, e excesso sempre causa males. Talvez eu pudesse ir até a área de treinamento? Se Akira deixou aberto, eu podia usar e arrumar para ele como favor...


Decidi tentar, uma garota que não arrisca não petisca. Coloquei a jaqueta e então fui em direção a sala, se minha memória não me falhasse eu devia encontrar com certa facilidade, segundo andar e tal. Quando chegasse lá, arriscaria bater de leve duas vezes e esperaria alguma resposta, caso nada grudaria o ouvido na porta, tentando ouvir se tinha alguém dentro, e ao mesmo tempo giraria lentamente a maçaneta, vendo se a porta abria, com sucesso abriria com grande sorriso ao poder treinar lá, facilitando e muito minha vida — Com ou sem ninguém.

Porém se vazio e trancado, deixaria um grunhido de decepção escapar, era bem possível essa alternativa de se realizar, ainda sim não significava imunidade a ficar cabisbaixa pela perda de tempo, o local a noite me deixava tensa, como uma gata arisca.

Caso não consiga acesso, voltaria ao meu quarto e realizaria esse treino no ar.Com acesso ao local, pediria licença para usar alguns equipamentos se houvesse alguém lá, iria até o punching ball realizar socos no objeto — Ar caso no quarto —, realizaria golpes intercalados com a esquerda e direita, porém deixaria o dobro de acertos com a esquerda antes de voltar para a direita, visando treinar mais a resistência daquele braço, dar-lhe um tempo de descanso e no tempo ocioso aproveitar para treinar o braço direito.  Se no meu quarto, focaria apenas no braço esquerdo, daria jabs no lugar de golpes rápidos no ar, mudando a postura dos pés para dar diretos de esquerda, resistência e precisão, eram o foco aqui.

Dado novo cansaço no meu braço, partiria rumo a meu objetivo mais difícil da madrugada — Ou manhã — Um objeto para usar de arremesso, treinando força, precisão e controle, havia pensado bastante em onde conseguir uma, caso na área de treinamento, buscaria pelo local algo que atendesse minhas expectativas, com sorte encontraria uma bola pequena para realizar o treinamento, porém se não... bem, improvisar era o jeito.

Iria até a cozinha, tentaria acessar ela sem fazer muito barulho, e em meio aos alimentos buscaria algo que desse pra arremessar para cima e pegar, não muito pesado e nem grande, que não estragasse caso a queda inevitável ocorresse, algo que atenderia bem minhas demandas era um pedaço de batata, porém qualquer substituto viável me viria a calhar, para evitar ainda mais que estragasse o alimento, iria de volta ao meu quarto, não escondendo a batata para evitar dar a ideia de que havia roubado ela, e treinaria com o braço acima da cama, assim a queda não seria fatal.

Se tudo desse certo, teria algo em minhas mãos que serviria para o treino, e assim começaria ele, arremessando o objeto para cima e então pegando-o na queda com a mão esquerda, a tarefa simplória envolvia muitos fatores, a força do arremesso mudava a altura, caso muito forte atingiria o teto, caso muito fraco cairia rápido demais. Durante o arremesso, se a mão subisse torta, o objeto voaria para longe, dificultando pegar e necessitando correr, além de que fechar os dedos na hora certa para que não resvalasse era um bônus que eu estava disposta a adicionar na equação, porém o simples ato de jogar e pegar depois de um tempo se tornaria banal, então eu começaria a adicionar alguns desafios.

O primeiro era para aumentar a velocidade, os arremessos deviam sempre chegar o mais alto possível, sem tocar no teto. O segundo era para precisão, donde eu precisaria bater palma uma vez antes de pegar, no próximo arremesso duas, e então três, quatro... assim em diante, necessitando sempre aumentar o ritmo das palmas e ir com precisão para o local da queda não deixando cair, sem possibilidade de ir ajustando conforme o objeto se movia. Por fim, reflexos, ao arremessar fecharia os olhos enquanto batia as palmas, usaria a parte mais próxima do pulso, assim evitando que as palmas causassem barulho e perturbassem os outros, após terminar deveria abrir os olhos, achar o objeto e me mover rapidamente para pegar com precisão, quanto mais arremessos em sequência com sucesso, mais difícil se tornaria o jogo, já que ao deixar cair, voltaria para uma palma.

Era um tanto divertido ficar naquilo, e sequer percebia o tempo passar, porém me sentia um pouco cansada, decidi que estava na hora de parar, logo mais eu deveria fazer algo, era melhor descansar um pouco antes de ser convocada para a próxima missão, me atirei na cama, o sol já devia ter nascido, seis horas talvez? Com sorte seria chamada às 7, com azar 6:30, algo assim, ao menos acreditava que teria algum tempo para descanso, deixava o objeto em um canto seguro, devolveria ele de onde peguei quando saísse do quarto.


Em conjunto da noite, o treino se acaba.



Ficaria jogada na cama, esperando minha convocação, caso nada ocorresse por algo em torno de uma hora em minha cabeça, me ergueria, pegando o objeto e indo até a cafeteria, talvez eu necessitasse tomar café da manhã e só depois seriamos convocados? Bem, fazia sentido, mas eu não estava acostumada com isso. De qualquer modo, iria até lá, devolvendo e explicando o porque peguei, pedindo desculpas por não ter solicitado permissão, e então me serviria com o que tivesse no local, portando já toda minha roupa completa, emblema no bolso e carteira também.







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