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Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 XwqZD3u
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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo 1.5: Uma nova tentativa

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptyQua 6 Fev - 14:32

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo 1.5: Uma nova tentativa

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Baltazar Vincent Encausse. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
yalP
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Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptyQua 10 Abr - 21:32


Conforme fazia meus avanços, a mulher parecia se entregar totalmente a mim, só não esperava o que aconteceria a seguir: mais três pessoas entraram no quarto, segurando cordas e armas! Aquela mulher era insana, mal havíamos nos encontrado e ela já queria uma orgia! Eu até topava as cordas, apimentaria um pouco as coisas, mas as armas podiam ser deixadas de lado, esse negócio de sexo com sangue não estava com nada. E aí minha garota exibiu suas verdadeiras intenções: ela queria me sequestrar! Danada.

- Eu sei, nós valemos uma grana, não é? É tão bom ser valorizada!

Apesar de ter entendido a situação, raras eram as vezes que perdia o temperamento, e manter tudo num tom de piada ajudava a tornar as coisas mais fáceis. Logo após, Jannet, agora sabia o nome dela, tinha a certeza que havia esquecido de algo quando nos encontramos, suspirou que nunca teve intenções de ir para cama comigo. Azar o dela.

- Você não sabe o que está perdendo, querida. Esses tentáculos fazem loucuras.

Agora ela queria me levar para a tripulação dela, e provavelmente depois me vender. Hum, quem sabe eu não pararia no colo de um príncipe rico e charmoso afim de uma sirena bonita e sensual. Não seria uma vida tão ruim. Ou quem sabe eu seria escrava sexual de algum velho tarado e com mais dinheiro do que poderia gastar. Não seria de todo ruim também. É claro, poderia parar em um tanque, com outras sirenas e tritões sendo observada dia e noite por turistas e curiosos. Isso seria um pouco ruim. As opções eram tantas que minha cabeça dava voltas. Só sabia que eu ainda estava afim de terminar o que comecei com Jannet a momentos atrás.

- Tamara, muito prazer – falaria enquanto tentava estender um tentáculo para ela, como se fosse um aperto de mão. – Eu até gosto quando as coisas são mais brutas e com audiência, mas eu ainda preferiria só nós duas – tentaria olhar para o homem e ver como ele era – mas podemos chamar seu amigo aqui. Eu te perdoo, não se preocupe, ainda te devo uma noite que jamais vai esquecer.

Não tentaria me soltar, provavelmente só gastaria energia à toa, Jannet parecia ser forte e experiente o bastante para dar no mínimo uma boa luta, sem contar seus capangas. “Seguiria com o barco” para ver onde me levariam. De fato, a noite estava mais excitante do que imaginava. Meu pai e minhas tias já haviam me dito que coisas assim aconteceriam, só demorou mais do que o esperado. Era tão empolgante imaginar todos os cenários dali em diante, que sairia com um sorriso no rosto. Mais do que medo, sentia curiosidade diante da situação.

Spoiler:
 
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2Miaus
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptyDom 14 Abr - 13:58







Kana Nobushi

Idade: 22 anos



Kana conseguia entender o pesar daquela senhora, viver com a dúvida, se seu neto poderia estar morto ou vivo, devia ser angustiante. E pelo jeito que ela falava Yuuto, ele deveria ser uma criança ou adolescente, pois ainda não tinha se alistado no exército e não tinha notícias durante 3 dias realmente algo ruim deveria ter acontecido. Mas não podia perder as esperanças sem nem ao menos tentar procura-lo.

- Não se preocupe, tentarei saber alguma coisa… assim que possível retornarei para falar com a senhora. Agora tente dormir e descansar um pouco, ok?

A jovem se despediu da velhinha com um aceno, ajeitou sua mochila nos ombros e caminhou pelos campos floridos. Ela viu algo brilhando no chão e percebeu que era a tesoura do seu tio, talvez na pressa de socorrer alguém ele deixou o instrumento cair no chão. Kana pegaria a tesoura e guardaria junto com a planta medicinal. E seguiria por aquele caminho.

Depois de caminhar alguns minutos chegou num prédio que parecia ser o hospital da ilha. Provável que seu tio estivesse nesse lugar. Kana entraria no prédio e procuraria a recepção ou alguém para lhe dar algumas informações.

- Olá, boa noite. Eu me chamo Kana e estou procurando pelo meu tio Takashi, ele é um curandeiro desta ilha.

Esperava ter notícias do seu tio, se fosse confirmado que ele estaria no prédio, pediria autorização para encontrá-lo, alegando que era uma aprendiz de curandeira.

- Ahh...E por acaso você tem algum registro sobre um garoto chamado Yuuto, ele está desaparecido há 3 dias e sua avó está bem preocupada.

Talvez alguém soubesse sobre o paradeiro do menino. E se caso seu tio não tivesse naquele lugar, iria para o QG da marinha.


- Fala
“Pensamento”

OFF
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Histórico
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Aventura:

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptyTer 23 Abr - 17:58

Narração

Baltazar Vincent Encausse

    Agora, dentro do esconderijo dos revolucionários, longe do perigo que Strauss antes representava, estando em um ambiente secreto e escondido, as coisas realmente pareciam estar melhorando para o jovem e bonito Baltazar. Aquilo, provavelmente, representava todo o lado desconhecido que não sabia sobre seu ex. Suas lutas, dinâmica, e até talvez o motivo dele ter parado de ser um revolucionário. Eram muitas perguntas e possibilidades para poucas respostas, naquele momento, tudo o que resolveu fazer foi se entregar nas mãos dos revolucionários e esperar que o destino sorrisse para ele novamente.
     Ao que parecia a Victória, o menino parecia estar bem mais feliz do que ela esperaria que estivesse. Ela não sabia da proximidade dele com sua organização, nem se ele gostava da fama da mesma, mas de certa forma podia entender o que estava se passando com ele. Soltando um sorriso gentil, a menina podia sentir no menino o alívio de se estar em um ambiente mais calmo do que em um interrogatório. Antes que saísse do quarto, posicionou a perna do rapaz gentilmente na cama, pegando um gel que tinha guardado  em um dos bolsos de sua cintura, aplicando um pouco no seu joelho. - Acho que isso deve bastar por enquanto, não é o ideal, mas preciso atender os mais graves primeiro. - disse a menina depois de cuidar rapidamente de Baltazar. Saindo do quarto, ela foi imediatamente para a sala do lugar para analisar a situação de Dórian e de Marco.
     Enquanto o garoto esperava, olhou calmamente por cada canto do cômodo, percebendo que haviam mais duas camas a sua frente. Uma deles estava bem arrumada, na verdade parecia que não era usada a mais de uma semana, enquanto a outra estava com os lençóis jogados e estirados. Não podia ser visto nada além das camas e de dois baús em suas pontas, que não estavam apoiadas nas paredes. Podendo ouvir um pouco do que estava acontecendo do lado de fora, Baltazar conseguiu ouvir um diálogo. - A coisa está bem séria, não sei como ele sobreviveu até aqui. - era a voz de Victória - Mas acho que agora tenho mais controle sobre a situação. - pausando, podia-se ouvir barulhos de tesouras e bandagens. - Você não devia ter se deixado levar pelo menino. - parecendo irritado, ou preocupado, Marco não parecia concordar com as decisões de Victória. - Não sei se você sabe, mas nós…. - e antes que Baltazar pudesse ouvir mais, as vozes se diminuíram mais e foram baixas demais para ele escutar.  
     Após algum tempo, a menina finalmente tinha retornado ao quarto em que estava o garoto, agora com alguns remédios e bandagens. - Pronto, acho que cuidei de seu amigo e Marco já está se sentindo melhor. Não podemos deixar de ver o que fizeram com você. - Enquanto calmamente segurava a perna do rapaz, tocou seu joelho e sentiu um pouco de inchaço, mas nenhum osso quebrado. - Desculpe.. - disse a garota, que percebeu que nem pediu permissão para tocar em seu machucado. - Acho que você está bem, só precisa usar a minha bandagem por um tempo que irá se sentir bem. - segurando a pomada com o curativo, ela aplicou o remédio na região e falou - Agora, por favor, tome esta pílula, vai aliviar um pouco os seus sintomas de dor. - e assim esperava que o rapaz colaborasse com o tratamento.

Kana Nobushi

           Abraçando o que o universo tinha dado a ela, a menina estava comprometida para resolver os problemas daquela senhora, além de encontrar seu tio. Sem muito tempo a perder, a garota se despediu da velhinha, que limpou com sua mão as lágrimas que escorriam e liberou o mais sincero sorriso que ela poderia ver naquela noite. O alívio de ter seus pedidos concretizados foi o suficiente para que ela pudesse tentar dormir bem naquele resto de noite, que não era muito. Seguindo pelos campos floridos, a garota tinha, por fim, encontrado alguma pista de que estava no caminho certo, a tesoura de seu tio. Guardando-a na sua pequena bolsa, que não parecia poder ter mais nada muito grande, ela seguiu seu caminho até um novo cenário.
     Nele, finalmente tinha chegado em um dos pequenos hospitais da ilha, na qual ela não esperou mais para adentrar. Com um boa intuição, a menina entrou no lugar, já que sentia que seu tio provavelmente poderia estar atendendo algum paciente naquele local. Andando até o balcão, onde não haviam muitas pessoas sentadas naquela hora da noite, ela podia perceber uma atendente, que estava falando com um senhor antes que ela interrompesse e perguntasse sobre seu tio. Não foi de maneira grosseira, já que ela estava somente conversando casualmente com o homem. - Olá, tudo bem? - e em uma pausa, ouvindo o nome do tio da menina, ela prosseguiu - Takashi?.... Takashi… esse nome não me é estranho, mas acho que não temos ninguém chamado assim por aqui agora. - e com uma cara de dúvida ela não parecia saber mais nada sobre o caso.
     Continuando a tentar saber de mais alguma coisa, e ainda seguindo a sua outra missão, que era resolver o caso da sua velhinha vizinha, a garota não deixou de perguntar sobre Yuuto. Desta vez, com um pouco mais de certeza, a moça olhou para a garota e disse - Ah, Yuuto, o esforçado marinheiro que é neto da senhora Kishimoto! Que gentil é este rapaz, sempre que pode vem aqui no hospital entregar a mim algumas flores! - apesar de não parecer estar com um sentimento de amor, a mulher se sentia muito querida quando falava sobre isso - Não o vejo a um tempinho, mas tenho certeza que poderá encontrá-lo fazendo alguma coisa dentro do QG da marinha! - Assim, não dava a impressão de saber mais nada. A mulher era loira e possuía olhos bonitos, que refletiam o prazer que ela tinha em ajudar os necessitados do hospital.
     Antes que fosse sair do lugar, o velho que estava do lado da enfermeira atendente, prosseguiu e falou - Estava olhando a janela do meu quarto antes de vir aqui. - com um suspiro, indagando seu enorme tédio em estar hospitalizado, ele parou por pouco tempo e prosseguiu - Pude somente enxergar um homem andando, ou melhor, correndo às pressas para o QG da marinha. Não sei se ele era o seu tio, mas o vi derrubar um objeto brilhante antes de chegar por aqui. - Apesar de ser idoso, sua visão parecia ser apurada, talvez a idade não o afetasse tanto quanto o tempo geralmente faz, pelo menos não em sua percepção visual. Saindo do local, a menina sabia exatamente para onde seguir, e não demorou muito para que chegasse no quartel general da marinha. Alguns soldados pareciam entrar e sair de lá, mas ainda havia pouca atividade pelo lugar, ao menos do lado de fora. Ao chegar no local, o sol já estava tentando se erguer no horizonte, para dar as flores seu banho de luz de cada dia.

Tamara

    O oceano é, em sua maioria, muito diferente da terra. As criaturas de lá poucas vezes são capazes de sobreviverem fora d’água por muito tempo, já que sufocam ou são devoradas por outros da superfície. Agora, em uma situação bem parecida, a sirena se encontrava nas garras dos perigos terrestres, com humanos querendo fazer uso de sua raridade. Infelizmente, a mulher que a levou a isso, Jannet, não parecia demonstrar mais intenções de se divertir com a moça. Muito pelo contrário, ela estava esperando o momento certo para que pudesse se aproveitar de alguém daquele bar, já que muitos tolos desavisados acabam caindo nos mais simples truques.
     Apesar de ter sido ingênua, a sereia não parecia demonstrar tanta preocupação com o seu estado atual. Na verdade, ela olhava o lado bom e empolgante das coisas, e a mulher podia ver isto. - Admirável. - dizia a espadachim - Mesmo estando sob controle, não podemos, de fato, controla-la. - seus olhos cerraram o corpo da menina enquanto ela segurava suas mãos. - Marujos, vamos levá-la a capitã, como uma nova oportunidade de ascender na pirataria! - confiante, a mulher parecia estar animada para mostrar o “peixe” que tinha fisgado. Apontando um de seus tentáculos, que permaneciam parcialmente soltos, Tamara finalmente se apresentava devidamente a mulher. De forma estranha, a garota apertou os pulsos da menina com uma das mãos, mais forte ainda do que antes, e cumprimentou com a outra, dando um toquinho no tentáculo. - Gostei de você, pena que será o meu ganha pão. - dizia a pirata. - E infelizmente, menina, a diversão por hoje acabou, você e eu vamos para outra aventura agora.
     Com um dos piratas abrindo a janela, Jannet ordenou de sua cabeça que um dos piratas se aproximasse, justamente aquele que Tamara tinha se referido. Pegando um pedaço de pano, o rapaz o colocou sobre seu rosto, pressionando levemente contra seu nariz e boca. Apagando na hora, a sirena estava com seu destino nas mãos daquelas pessoas, com o seu rumo lançado pelas suas decisões anteriores. Ainda que parecesse meio bruto, a menina parecia estar se jogando a quaisquer que fossem as correntes das águas que ela havia mergulhado.
     Não demorando muito para acordar, a garota passava a sentir sua consciência novamente, enquanto ainda estava a caminho da capitã de Jannet. Ela podia ver pouco, já que sua visão estava tampada por um saco de pano, assim como o resto de seu corpo. Ela poderia ouvir o barulho da água, enquanto os rangeres dos barcos ecoavam sobre seus ouvidos. Agora, sentindo que já estava dentro de algum lugar, a menina era descarregada na frente da mulher, que abria o tecido e a retirava lá de dentro. Ao seu arredor ela poderia ver uma outra mulher, desta vez mais séria e com um ar poderoso, encarando-a de volta, dizendo - Mas que merda é esta, Jannet?! Eu já não te disse para não fazer isso? - esperando uma explicação, a sirena poderia perceber que estava dentro do que parecia ser um barco, já que possuía algumas janelas nas laterais, uma mesa no fim do quarto e vários armários com papéis e mapas, provavelmente era o gabinete do capitão. Entretanto, estranhamente, ele também possuía algo diferente, vários objetos artísticos poderiam ser observados aos arredores, desde maquiagens, até roupas.






Falas:
#Baltazar
#Kana
#Tamara
#Victória
#Marco
#Dianne
#Tenente Strauss
#Dórian
#Kishimoto (idosa)
#Jannet
#Barbudo Revolucionário
#Enfermeira (amiga de Yuuto)
#NPCs Gerais

Pensamentos
#NPCs Gerais

Off:
 

Histórico:
 

Clima 24ºC | Céu limpo | Horário: Madrugada

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Fala / Pensamento

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptyQui 25 Abr - 12:11







Kana Nobushi

Idade: 22 anos



Sabe aquela sensação de que você fez uma boa ação e que o universo vai conspirar a seu favor? Era isso que Kana sentiu quando recebeu o sorriso da idosa, ela se importava com os outros e se pudesse fazer algo para ajudar, iria até o fim.

Quando chegou no hospital, viu que duas pessoas conversavam na recepção, atrapalhando o diálogo, Kana perguntou sobre Takashi e ficou um pouco desapontada por não encontrá-lo.

- Que pena, estou começando a ficar preocupada com meu tio.

Mas ao questionar sobre o paradeiro do menino, felizmente descobriu algo, Yuuto não era tão garoto quando ela imaginava, talvez teria de 15 a 20 anos? E pelo que a moça falava, deveria ser um rapaz gentil com uma paixão platônica. Kana sorri sutilmente com esse pensamento. Agradeceu pelas informações e já estava de saída, quando foi abordada pelo senhor.

- Muito obrigada, irei até o QG para ter mais informações. Boa noite.

Os primeiros raios sol começavam a aparecer quando ela chegou ao quartel general da Marinha. Kana nunca esteve naquele lugar antes e não sabia se era só permitido a circulação de marinheiros. Mas caminhou até alguns soldados para pedir informação.

- Olá, eu me chamo Kana, sou sobrinha do curandeiro Takashi. Ele está aqui? Ele esqueceu algo importante e eu gostaria de devolver.

Se negassem sua entrada, ela iria se despedir educadamente e se afastar um pouco do QG para avaliar a estrutura do prédio. Seria  cautelosa e furtiva como aprendeu nos treinamentos ninja em Las Camp. Tentaria achar uma janela ou porta de acesso lateral, para entrar no QG sem ser notada.


- Fala
“Pensamento”

OFF
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Histórico
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Aventura:

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Objetivo:

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptySex 3 Maio - 14:16

Baltazar Vincent Encausse
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A medida que o tempo passava naquele lugar, finalmente algumas questões importantes começavam a vir até Baltazar, que agora mais calmo, conseguia pensar com mais clareza no que viria em seguida. Numa análise mais profunda tentava entender o que representava a conexão de Dórian e os revolucionários e até entre os PirArts. Por mais que estivesse confortável naquele ambiente e ansioso para aprender mais sobre as raízes de seu ex, era inevitável não passar pela sua cabeça uma vez ou outra pensamentos como "o que eu vou precisar fazer para sair daqui"? Ou "será que essa ajuda vai ser cobrada de alguma forma"? Ele sabia que esse pensamento era errado, principalmente para alguém como ele que ansiava enxergar o melhor do mundo, mas algumas coisas simplesmente estão fora do nosso controle.

Tendo a perna ajeitada por Victoria, via o cuidado com o qual ela lhe tratava, tinha certeza de que ela era uma médica excepcional. Com a promessa de que cuidaria dos mais feridos, Baltazar se despedia com seu sorriso caloroso que já era sua marca registrada.

Analisando o quarto em que estava, percebia as outras camas, uma delas havia sido claramente usada recentemente, mas isso não o incomodava, afinal aquilo era uma base do exército revolucionário, era natural que as pessoas dormissem ali. Enquanto divagava sobre o que via, seus ouvidos captavam algumas falas de Victoria que eram difíceis de ignorar.

Ela está se referindo ao Dórian, ele que estava acabado desde que saímos de lá. O estado dele era crítico, eu que não sou médico posso dizer com clareza, se a senhorita Victoria tem controle sobre a situação, então meus palpites estavam certos, ela realmente é uma médica incrível... Obrigado, senhorita Victoria.

Ao mesmo ouvindo que Marco estava irritado por causa do "menino", não deixou de deduzir que falavam dele, riu sozinho da situação enquanto estava no quarto, se perguntando se aquela situação havia sido tão grande mesmo para o rapaz a ponto dele continuar com aquela atitude.

Não deixou de se sentir frustrado quando não conseguiu mais ouvir o que falavam no outro cômodo, parecia que a conversa ficaria mais interessante, mas ao mesmo tempo sabia que nada daquilo lhe interessava, então não tentaria bisbilhotar mais. Seu maior lema era: "se os outros tem algum problema comigo, o problema é deles e não meu" e isso não seria diferente naquela situação, isso não significa que ele gosta de ver os outros em um mau estado, mas quanto são intrigas sem sentido, sabia que a melhor coisa a se fazer era se abster.

Deitado e descansando, percebia o retorno de Victoria, mas não se mexia, ao sentir o toque na perna machucada deixava escapar um gemido e então olhava para a médica com tranquilidade.

Não precisa se preocupar, já passei por coisa pior, haha.

Novamente pensativo, ficava calado por algum tempo, observava os procedimentos da mulher com atenção e tomava a pílula sem reclamar, recostando a cabeça sobre o travesseiro em seguida.

Obrigado, senhorita Victoria, você é uma médica incrível, sabia? Então, é... Hum... Você se importaria se eu fosse um pouco mais atrevido e fizesse algumas perguntas?

Caso a mulher recusasse, entenderia seu lugar e apenas continuaria encarando o teto e descansando, caso a mulher concordasse, continuaria a falar, mas olhando nos olhos dela.

Você conheceu Willy? Eu sei que não mencionou o meu ex a toa. O quão aleatório exatamente foi o nosso encontro? Vocês vieram por mim ou pela ligação com os PirArts? Ou pelos dois? Ou tudo foi simplesmente acaso do destino? Peço desculpas por te bombardear com tantas perguntas, mas acho que esses questionamentos vão me atormentar por um tempo enquanto eu não tirar essas dúvidas. E também, se não for sair muito da linha, eu gostaria de saber, o que vem em seguida?

OFF:
 

Histórico:
 



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Objetivos escreveu:
Primários:
( ) Aprender ilusionismo.

Longo Prazo:
( ) Comprar botas.
( ) Conseguir uma recompensa.
( ) Conseguir uma Akuma no Mi.
( ) Adquirir Vantagem: Aparência Inofensiva.
( ) Adquirir Vantagem: Adaptador.
( ) Adquirir Vantagem: Liderança.
( ) Aprender o ofício "Gatuno".
( ) Aprender a usar os Haki's.
( ) Aprender um Rokushiki.



Aventuras:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptyTer 14 Maio - 13:55

Infelizmente Jannet parecia não querer mais “brincar”, e inclusive havia ordenado que um de seus homens se aproximasse. Como estava sendo restrita pelos demais, só entendi o que ele estava prestes a fazer quando já era tarde demais. Soltei um “HUM” antes de apagar.

...

Estava junto de meu pai em seu barco, não seu realmente, ele não era o capitão, mas tinha bastante prestígio na tripulação. Era o braço direito de Jonas “Punho Ardente” e por isso aceitaram uma pequena garota entre eles. Para falar a verdade eu considerava muitos ali quase que meus irmãos. Eram bárbaros, eram brutos, não tinham respeito quase que por ninguém, mas a mim nunca ninguém fez ou disse nada. Jackson era realmente respeitado ali.

Tinha nove anos na época e estava encantada com mais um saque que os piratas estavam fazendo. Era o terceiro que eu presenciava e mesmo assim aquilo parecia mágico. A emboscada, os disparos dos canhões, a invasão do navio inimigo, era tudo tão... vivo. E apesar de muitos chamarem meu pai de imprudente por permitir que eu presenciasse tudo aquilo, ninguém dizia nada por eu estar ali no convés logo após o saque ter começado.

O navio em questão era mercante, um navio médio pra grande, deveria ter algumas coisas de valor. Renderam-se sem muita luta, não estavam equipados para lidar com uma tripulação grande como a do Punho Ardente, o que na verdade era um pouco estranho, só depois eu vim descobri o porquê.

Meu pai estava avançando para o navio inimigo e obviamente eu o acompanhava quase que colada. Desengonçada, quase tropicando, mas alegre de ver aquele momento: o momento dos espólios. A tripulação já havia se rendido e estranhamente o estado do navio era pior que do esperava. Já havia estado em uma batalha antes. Inclusive havia muitas manchas de sangue no convés. Eram dos antigos tripulantes da embarcação, ela já havia sido saqueada por piratas, que tomaram o controle do navio e estavam avançando em direção a uma ilha para vender o que tinham conquistado. Por azar, se depararam conosco.

E ali finalmente estava prestes a ver o que tinha de tão interessante naquele navio que duas tripulações estavam atrás. A escotilha do convés se abriu e após os raios de sol invadirem o lugar pude ver claramente as silhuetas lá em baixo: duas mulheres acorrentadas.  Meu pai já havia me dito o quão minha espécie era valiosa, mas aquela havia sido a primeira vez que eu testemunhava isso. As mulheres ali eram duas sirenas e era a primeira vez que havia visto alguma além de mim. Testemunhava pela primeira vez a cobiça dos humanos em relação a minha raça.

...

Acordei em um lugar diferente agora. Estava meio zonza, mas sabia onde estava, senão em um barco, nas docas da ilha. Não demorou muito para que me “libertassem” e retirassem o capuz, ou seja lá o que fosse aquilo que tapava meus olhos. Demorei um pouco para me acostumar à luz, mas pude ver claramente que Jannet estava na minha frente, junta de outra mulher: sua capitã, ou imaginava que fosse.

Agora tinha certeza que estava em uma embarcação, ainda que houvesse vários apetrechos estranhos ali, principalmente relacionados à arte. Não era uma tripulação normal, deviam ter algum fetiche estranho. Mas mais importante do que os objetos era a mulher na minha frente. A analisaria bem, sua postura, condicionamento físico, sua aparência, seu armamento: não pretendia lutar nem nada, apenas queria saber exatamente com quem estava lidando.

- Ela foi uma garota muito travessa – responderia à frase da mulher, parecia que a ação de me sequestrar de Jannet era corriqueira e nem tão bem vista – acho que deveria me deixar puni-la por isso.

Tentaria falar com um tom descontraído, afinal não queria que achassem que estava sendo desrespeitosa ou algo do gênero, não sabia até que ponto elas eram perigosas.

- Eu tenho uma promessa a cumprir com sua subordinada – e falaria isso com certo temor, já que não sabia exatamente qual era a relação das duas – e pretendo cumpri-la com sua ajuda.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptyQui 30 Maio - 1:46




Kana

Todo objetivo deve ter motivos o suficiente para ser buscado. O que seria um objetivo sem todo aquele sentimento secreto, que está sempre por trás de tudo? Objetivos. Kana, ao tomar rumo ao Quartel General da Marinha da ilha de Toroa Island, tinha como objetivo encontrar seu tio. O curandeiro que estava ausente de sua presença poderia, talvez, se encontrar naquele local, o qual era buscado pela garota naquela manhã. A primavera se mostrava o clima perfeito para caminhadas matinais, favorecendo a garota de intromissões durante o trajeto até o estabelecimento do Governo Mundial, onde a mesma entrou, sucinta e cautelosa.

Ao adentrar no local, a garota viu uma recepção um tanto quanto organizada. Coisa normal para um Quartel. Havia um balcão principal, onde um atendente, forte, alto — mesmo sentado, ele se mostrava ter uma altura considerável — loiro, olhos verdes, barba feita, devidamente trajado, tinha como responsabilidade transmitir as informações necessárias para satisfazer as dúvidas de quem lhe abordava. — Olá garota! Logo cedo procurando o senhor Takashi? Deve ser uma sobrinha bem atenciosa. Infelizmente, eu tio saiu muito cedo em direção a floresta, mas acredito eu que logo ele estará chegando. Se sentir-se à vontade, pode esperar em nossa recepção! — afirmou, indicando com seu braço direito os sofás que haviam ali. Eram dois, formando um ângulo complementar. Uma pequena cômoda estava entre eles, com algumas revistas e o jornal oceânico.

Tamara

Sem ter a mínima noção de que horas seriam, a distraída sirena estava frente a frente para com a capitã. Tomando seu café, a mulher cuspia todo o líquido que tinha em sua boca, surpresa com a atitude de sua subordinada. — Não pense que pode falar o que quer, sirena! Repreendemos estas atitudes, mas não pense que pode falar o que quer e agir como quer aqui. Em relação a você... — séria, olhou para sua subordinada. Seu olhar facilmente poderia metralhar a atitude tomada pela mesma, principalmente pelo passado sombrio que o bando havia passado — Essas atitudes podiam acontecer no passado, mas comigo não acontecem mais, então sugiro que você mude seus conceitos, se não terei que muda-los eu mesma. Entendido? Dispensada! — afirmou a mulher, demonstrando sua liderança frente a, claramente, uma subordinada descontente.

Retornando a tomar seu café, em sua mesa, a mulher ignorava a presença de uma sirena a sua frente, voltando a considera-la apenas quando havia feito sua refeição. — O que estava fazendo por aqui? Sirenas são nativas da Grand Line e você — olhou pra mesma — Está em Toroa Island. Um pouco longe dos mares da Grande Linha. Em uma venda, você valeria muitas berries, muitas mesmas, mas não negociamos esse tipo de matéria prima. Eu penso realmente em te soltar, mas algo, talvez meu sexto sentido me impeça disso... — conversando com a protagonista, a mulher ergueu-se e caminhou até outro local da sala, uma prateleira com alguns livros. De lá, a mesma abriu uma pequena caixa, que estava mais para um porta joias e de lá tirou uma pistola. — Você me parece dividida em vingar-se, pelo que notei, mas não posso arriscar um tripulante meu, nem quero te machucar...

Limpando a pistola e verificando se haviam projéteis, a mulher retornava a mesa, onde em cima se encostava. Frente a frente com Tamara. — Então, que garantia você me dá para não te matar e esquecer tudo que aconteceu aqui? — questionando, apontou a arma para a sirena, a qual era vista como nunca pela moradora do fundo do mar. A resposta da mesma seria decisiva nesse momento.

Baltazar

Se recuperando, Baltazar tentava conseguir mais informações acerca do seu amante. A dúvida que havia sido instigada. Tantas perguntas deixavam a garota confusa, tanto que sentando em uma das poltronas. — Quantas perguntas... Irei responde-las, na verdade tem uma pessoa melhor para responder. Tenho que cuidar de alguns enfermos, porém, voltarei breve para leva-lo a pessoa que irá tirar suas dúvidas! — acenando ao curvar-se para o rapaz, a mulher saiu do local. O local onde o rapaz estava haviam alguns papeis interessantes de ler, caso quisesse. O jornal do mar, além de alguns livros literários escritos por revolucionários. Caso não optasse, Balta poderia optar por sair dali, já que a porta da “enfermaria” que estava permanecia aberta.

No lado exterior, o rapaz poderia optar por dois caminhos. A direita, ele seguiria um caminho mais calmo, sem a presença de revolucionários. Mais claramente, o rapaz chegaria a uma enfermaria maior. Onde a mulher que havia conversado com ele, a enfermeira, estava. A esquerda, o rapaz chegariam a uma sala, uma espécie de sala com uma mesa redonda no centro. Lá, estavam algumas pessoas. Um homem sentado em uma das cadeiras, lendo alguns relatórios, enquanto uma mulher, junto a um senhor, conversava vendo um mapa. Porém, permanecendo no quarto, a mulher chegaria junto a outra, mais séria. — Apresento a você a senhora Wanda Eastwood, nossa superior! — afirmou a enfermeira, apresentando a figurona que estava ao seu lado.

Aviso:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptyQui 6 Jun - 16:35

Baltazar Vincent Encausse
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Victória parecia confusa ao ser bombardeada com as perguntas do loiro, o que fazia com que instantaneamente ele se arrependesse de ter ido por aquele caminho. Se sentindo melhor, arrumava-se melhor na cama e encarava a revolucionária tentando transparecer pelo olhar que estava tudo bem o fato de ela não ter todas as respostas.

Tudo bem, nós teremos tempo para conversar depois, irei aguardar.

A moça saía da sala deixando Baltazar sozinho com seus pensamentos se perguntando quem seria a pessoa responsável pelas respostas que procurava e mais alguns indagamentos.

Willy, você realmente gostava de pessoas misteriosas, não gostava? Ainda me pergunto até hoje o que viu em mim. Espero que a conversa com essa pessoa seja sacie um pouco dessa angustia que eu comecei a sentir recentemente, mas... Eu já estou grato. Vim pra essa ilha apenas para aprender mais sobre mim e de presente acabei aprendendo mais sobre você. Como eu sou grato.

Passando o olho curioso por todos os cantos do quarto, notava alguns jornais e livros de revolucionários, os livros daquela organização não lhe interessavam, porém o jornal era algo que pegava com entusiasmo, lhe empolgava a possibilidade de ter notícias de sua família, mesmo de longe, devoraria as páginas rapidamente até achar o que queria.

Em seguida, olharia para a porta, ele já estava se sentindo melhor e aparentemente não era um prisioneiro, então, por que não se aventurar um pouco? Saindo da "enfermaria", tomava sem pestanejar o caminho da esquerda, que é onde acreditava estar Dórian. Ainda queria saber o estado atual do amigo, já que não encontrariam os PirArts novamente tão cedo, Baltazar sentia-se na obrigação de cuidar do rapaz até que pudesse "devolve-lo" para a sua tripulação.

Chegando na sala observava cada uma das personalidades que ali residia, não entendia exatamente quem eram aquelas pessoas ou o que estava acontecendo, também não via Dórian, o amigo de Victória ou o rapaz que havia lhe auxiliado na fuga contra os marinheiros. Com aquela apresentação da suposta superiora, achou melhor ficar calado na dele observando e procurando a melhor oportunidade ou de sair dali ou de procurar pelo companheiro.

Será que Wanda Eastwood era de quem Victória estava falando? Um superior deveria saber sobre Willy... Vamos esperar pra ver.

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Objetivos escreveu:
Primários:
( ) Aprender ilusionismo.

Longo Prazo:
( ) Comprar botas.
( ) Conseguir uma recompensa.
( ) Conseguir uma Akuma no Mi.
( ) Adquirir Vantagem: Aparência Inofensiva.
( ) Adquirir Vantagem: Adaptador.
( ) Adquirir Vantagem: Liderança.
( ) Aprender o ofício "Gatuno".
( ) Aprender a usar os Haki's.
( ) Aprender um Rokushiki.



Aventuras:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptySeg 10 Jun - 15:24







Kana Nobushi

Idade: 22 anos



A jovem é bem recepcionada pelo soldado e fica aliviada ao saber que o tio iria voltar a qualquer momento. Então achou mais prudente ela esperar o tio chegar no QG do que ela perambular pela floresta.

Kana se lembrou também da promessa que faz a vizinha idosa, fazia 3 dias que ela não tinha notícias do seu neto e estava muito triste por isso.

- Obrigada. Irei aguardar meu tio aqui. E por um acaso, você tem notícias de um menino chamado Yuuto, ele é neto da senhora Kishimoto. Nós somos quase vizinhos e ela está muito preocupada, pois o neto ainda não deu notícias.

A jovem iria esperar por mais informações, agradecer o oficial e sentar no sofá para reencontrar com o tio. Como ficou a madrugada toda acordada e andando pela ilha, capaz de Kana cochilar com aqueles minutos de descanso.

- Fala
“Pensamento”

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Histórico
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Ficha:

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Aventura:

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Objetivo:

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptySeg 24 Jun - 22:00




Ansiando por informações, o rapaz pegou o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com total interesse e no mesmo avistou as mais variadas notícias que giravam por todos os mares. Encontrando então a figurona, Baltazar teve um surto que resultou em uma atitude estática do mesmo. Estranhando aquele silêncio, a mulher tomou a dianteira do diálogo já que o rapaz permaneceu calado.  

— Muito bem. Não entendi o motivo do seu silêncio, mas está quase na hora do meu chá... — olhando para seu relógio — Me siga, caso tenha algo a conversar, caso contrário não me faça perder tempo com brincadeiras infantis. Entendido?

Dando meia volta, a mulher seguiu pela embarcação. A movimentação ali era pouca, mas haviam alguns homens sujos, trajando macacões de cor alaranjada, com odor forte de metal. Eles cruzavam caminho com Wanda. Não demorando muito, caso seguida, a mulher levaria o protagonista até sua sala, onde a mesma fecharia a posta após a entrada de todos.

— Agora estamos com maior privacidade. O que quer conversar? Acho que tem perguntas a fazer, correto?

Enquanto isso, em outro ponto da ilha, Kana esperava pelo seu tão aguardado tio. Algumas horas se passaram nesse processo. Quando o atendente do Quartel General tomou iniciativa a alertar que a garota fosse para casa, a tão ilustre presença os contemplou. O tão aguardado familiar chegava no local e, avistando sua sobrinha, uma reação de surpresa, com requintes de espanto, eram claros em seu semblante.

— O-O que está fazendo aqui? — segurando a garota pelo braço direito, ele olhou rapidamente para o atendente — Você não deveria ter vindo até aqui. Droga! Venha comigo!

Puxando a garota por seu braço a atitude do senhor estranhou o recepcionista, porém, não tanto para que o mesmo tomasse alguma atitude. Levando sua sobrinha para o lado de fora do QG, o homem tentou ao máximo afastar-se de presenças, quaisquer que fosse, para poder então conversar melhor com seu familiar.

— Por que está aqui? O que houve?

Informativo:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa - Página 4 EmptySeg 27 Jul - 20:05

Aval Baltazar (Padre)




Perdas:
● N/A

Ganhos:
• Fratura na perna esquerda (5/5 posts) - debilita movimentação na perna e precisa de tratamento médico. Com NPC, se recupera em 3 posts. (Negado - Por conta do tratamento recebido, não há necessidade de levar esse ferimento adiante)
• Dor forte no peito (3/3 posts) - causa um pouco de falta de ar, mas tem efeitos apenas narrativos, passa com o tempo, não precisa de tratamento. (Negado - O efeito já havia passado durante a aventura)

Relação de personagens:
● Ele faz

Exp: 5 exp

Localização: West Blue - Toroa Island (OK!)

Quantidade de posts do(s) Narrador(es):

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