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Capítulo 1.5: Uma nova tentativa XwqZD3u
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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo 1.5: Uma nova tentativa

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa EmptyQua 06 Fev 2019, 14:32

Capítulo 1.5: Uma nova tentativa

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Baltazar Vincent Encausse. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa EmptyQui 07 Fev 2019, 14:18

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Conhecer o grupo de piratas nomeados como "PirArts" era uma experiência estranha para o jovem e confuso Baltazar. Desde a morte de Willy era seguro dizer que o rapaz ainda não sabia qual rumo que queria seguir na sua vida e por mais que gostasse de manter uma visão positiva sobre as coisas, sabia nada de fato havia lhe trazido alegria até então. Gostar de estar com Dianne e sua trupe, ele gostava. Gostar de estar em um meio conhecido, de aprender, de se parecer mais com a sua família, ele também gostava, mas, saber o caminho que gostaria de trilhar com certeza, isso não sabia.

Gostava da liberdade, gostava de como Willy enxergava a vida e também carregava muito dos ideais de seus pais, mas então, qual caminho deveria seguir? Deveria ser um pirata? Um revolucionário? Um marinheiro? Ainda não sabia o futuro que lhe aguardava, a única certeza que poderia ter é que escolheria o caminho que mais representasse algo e trouxesse algum significado para a sua vida até então sem sentido.

O roubo da tripulação PirArt acontecia com um espetáculo visual fenomenal, talvez por isso Baltazar ainda não houvesse se tocado do que representava estar perto deles. Seguindo as instruções que lhe foram dadas, levava um copo de água para o ruivo que conduzia o show antes de todos desmaiarem, o rapaz ia para o próprio camarim deixando o garoto "admirar" o crime que cometiam.

Então eles são ladrões... Mas acho que já era esperado. Eu não tenho exatamente o que fazer, acho que vou seguir aquele cara até o camarim dele enquanto nada surge ou pelo menos até Dianne reaparecer.

Seguiria então rumo ao camarim, bateria na porta e caso o rapaz o atendesse, pediria para entrar e se sentaria em qualquer lugar livre para puxar papo.

Mais cedo você perguntou se eu era o seu side-kick, a resposta é não. Dianne apenas me convidou para ficar um tempo com vocês, mas ainda não sei o que fazer. Você é o vice-capitão da tripulação ou coisa do gênero?

Caso ninguém o atendesse, iria seguir pelo porto em busca de Dianne e assim se manteria ocupado até tudo voltar ao normal. A única coisa que o tiraria de sua "missão" seria se alguém o chamasse no meio do caminho, aí então pararia e daria atenção.



OFF:
 

Histórico:
 


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Objetivos escreveu:
Primários:
( ) Aprender ilusionismo.

Longo Prazo:
( ) Comprar botas.
( ) Conseguir uma recompensa.
( ) Conseguir uma Akuma no Mi.
( ) Adquirir Vantagem: Aparência Inofensiva.
( ) Adquirir Vantagem: Adaptador.
( ) Adquirir Vantagem: Liderança.
( ) Aprender o ofício "Gatuno".
( ) Aprender a usar os Haki's.
( ) Aprender um Rokushiki.



Aventuras:
 


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Pyke
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa EmptyTer 12 Fev 2019, 22:16



Narração;
Capítulo 1.5: Uma nova tentativa
     A arte se transmite, em muitas das vezes, como uma forma de expressar seus sentimentos, de fazer coisas terem maior significado, de entreter outras pessoas e fazer seus sorrisos, choros, raiva, angústia e vários outros sentimentos virem a tona. Por muitas vezes, inúmeros artistas ficaram muito famosos pela sua forma inusitada de realizar arte, seja por meio de uma pintura, escultura, música e até mesmo atuação. Entretanto, há aqueles que também a utilizam para meios mais sujos ou até rudes, dependendo de quem afirma. Este era o caso dos "PirArts", um bando que antes parecia inocente e cheio de maravilhas, mas agora se encontrava utilizando da beleza do teatro e o circo para roubar a própria platéia. Como em qualquer lugar, existem aqueles que os considerariam ladrões, bandidos e cafajestes, manchando o nome da arte como uma forma de se ganhar dinheiro injustamente. Contudo, o bonito e gênio lutador encarava a situação de forma mais aceitável, quase como se não estivesse percebendo o que de fato estava ocorrendo dentro daquele navio. Tanto as crianças quanto adultos, dos ricos aos pobres, todos sem exceção estavam sendo furtados e tendo seus bens retirados enquanto "assistiam" o show, no mais profundo sono.
     Depois de beber sua água, não estando tão gelada quanto gostaria, Dórian não podia deixar de expressar sua elegância. - Perfecto! Não é a das melhores, mas estou grato. - Dizia com um sotaque esnobe olhando para o rapaz, que parecia um tanto incerto sobre o que fazer naquela situação, um tanto incômoda para ele. - Não se acanhe, pivete! Se ficar esperando o destino te trazer uma oportunidade irá se arrepender! Como dizia o ditado, camarão que dorme a onda leva! - E assim, finalizou sua entrada e saída do show, se retirando por trás das cortinas do palco. Ao mesmo tempo, as luzes que iluminavam o cenário e faziam o espetáculo ser esplendoroso, junto com as inúmeras pétalas que caíram, estavam diminuindo a intensidade, passando a apenas clarear suavemente o local. De repente, um som estranho passava a ecoar no local, aliado de uma longa cortina que cercava a platéia do exterior, não permitindo que fosse visto o que se passava lá dentro ou lá fora. O apresentador misterioso, que possuía uma máscara, retornava à cena, andando suavemente para o centro do palco, onde se encontrava o microfone. Vestido agora um terno bonito com cauda longa e gravata borboleta, suas mãos leves sacaram um relógio redondo e prateado do bolso direito de seu paletó. Observando os arredores, recebeu o sinal dos seus companheiros que já tinham finalizado o trabalho e então começou a realizar uma espécie de hipnose profunda.
      Infelizmente, o indeciso Baltazar não esperou muito tempo para ficar assistindo, preferindo seguir Dórian para dentro das cavidades do navio, atrás de seu camarim. Não perdendo tempo para acompanhar o ruivo, adentrou nas cortinas vermelhas e se deparou com o mais não usual navio de todos. Como se estivesse dentro de um backstage improvisado, podia ver inúmeras cordas, fios e tecidos com roupas de todo o tipo, com várias pessoas passando por corredores pequenos e se preparando para um show que parecia que ainda iria acontecer.
- Vai, vai! Daqui a pouco ele vai terminar e vamos precisar estar prontos. Não se esqueçam do show rapazes! - dizia um dos humanos que estava dentro da parte interior do navio por detrás das cortinas. Maquiados e com roupas engraçadas, podia-se dizer que estavam preparando algo realmente artístico ainda por vir.
      Seguindo os corredores, mesmo que um pouco atrás de Dórian, Baltazar foi capaz de seguí-lo até seu camarim, buscando responder a pergunta feita pelo ruivo no início da apresentação. Estando de frente a uma porta decorada de flores rosas e pétalas, com ornamentações especiais para fazer alguns formatos diferentes, como se fossem galhos de uma árvore, o menino bateu na porta, que abriu lentamente.
     - Entre logo, meu sidekick! Deixe-me apresentar a você onde a arte é feita! - Assim, ao colocar seus pés dentro do quarto, o garoto se deparou com enormes frascos químicos, acompanhados por várias cores e diferentes formados. Seringas e também flores vivas podiam ser encontradas dentro do espaço, enquanto Carmesim mexia em uma outra solução que ficava em uma mesa ao lado de seu espelho gigante que usava para se preparar ao espetáculo. Mais precisamente, o lugar era dividido em duas partes, na esquerda de quem entraria estaria seus equipamentos científicos e a direita todo o resto que ele usava para se preparar, desde um armário com roupas elegantes quanto o espelho com mesa e cadeira.
      - Mais cedo você perguntou se eu era o seu side-kick, a resposta é não. Dianne apenas me convidou para ficar um tempo com vocês, mas ainda não sei o que fazer. Você é o vice-capitão da tripulação ou coisa do gênero? - Ingenuamente, o menino parecia se impressionar com toda a exuberância de Dórian, ou pelo menos seu estilo extrovertido de ser. Soltando um sorriso, olhando diretamente nos olhos do rapaz, como se estivesse impressionado com o ocorrido, o menino das sardas virou-se e disse:
      - EU, VICE-CAPITÃO?! AHAHAHAAHAHAHAH! - uma forte gargalhada era dada pelo artista, enquanto levantava sua cabeça e olhava para o teto. - Quem me dera ser forte assim, sou apenas o imediato, pivete! Sou eu que garanto que possamos dividir os lucros aqui no navio, e aquele que tenta arrecadar o máximo possível também.
      Enquanto os dois estavam dentro dos cômodos, alguns passos poderiam ser ouvidos vindo do corredor, parecia que alguém estava disparando para dentro do camarim. Com um estouro, a porta abriu com uma força enorme, com um macaco correndo às pressas para cima do ruivo. Imediatamente, ele se aproximou do homem, que parou as misturas que estavam fazendo, e cochichou em seu ouvido.
     - D-dianne… - suspirou o rapaz enquanto ouvia o primata falar. Imediatamente, ele pegou sua cartola com suas luvas e se direcionou a porta junto ao mensageiro. - Menino, sei que possa ter sido convidado pela capitã, mas não posso falar mais por agora, se quiser, siga-me, não tenho muito como te explicar tudo. Ou, se preferir, continue por aqui, a decisão é sua, mas preciso partir!
      Indo em direção a porta, várias oportunidades se abriram ao recém chegado menino que queria aprender mais com os “PirArts”! Poderia acompanhar o artista, ou ficar e explorar mais o navio, era uma decisão que poderia mudar o rumo de sua história. Ou será que deveria simplesmente sair de lá e explorar a cidade por mais um tempo e depois voltar? Era tudo uma questão que ele mesmo deveria agir, e assim se encontrava Baltazar, apoiado em uma das mesas do quarto.



Falas:
#Baltazar
#Dórian
#NPCs Gerais

Off:
 

Histórico:
 

Clima 28ºC | Por do sol

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Última edição por MoonFlower em Qui 14 Fev 2019, 14:06, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa EmptyQui 14 Fev 2019, 13:06

Baltazar Vincent Encausse
O Mestre dos Disfarces

Conforme os caminhos de Baltazar abriam, novas oportunidades também surgiam, se alguém o perguntasse, com certeza ele diria que o que estava acontecendo era diversão na certa, mas apenas diversão era o bastante? Quando começou o seu relacionamento com Willy, o rapaz experimentou coisas novas, adquiriu novas ideias sobre o mundo, conheceu mais a si mesmo, mas no fim ainda estava perdido.

Encontrar os "PirArts" era algo inusitado e que o instigava a agir, a pensar, a ser um novo Baltazar que o antigo ainda não conhecia e de certa forma era isso o que ele ansiava. Quem é o Baltazar sem a sua família? Quem é o Baltazar sem o seu amante? Quem é o Baltazar além de sua arte? Quem é o Baltazar e o que ele realmente quer?

Com um sorriso encabulado, Baltazar via a reação de Dórian em relação a água, o jeito esnobe daquele homem não lhe incomodava, apenas ficava levemente frustrado por não ter conseguido cumprir uma tarefa tão simples como aquela. Coçava a cabeça visivelmente encabulado enquanto concordava com a cabeça com tudo que o rapaz falava, era mais uma forma de evitar conversas extensas do que uma real concordância em si.

Que situação legal que eu fui me meter...

O show continuava pelo menos por um rápido momento cativando a atenção de Baltazar que intrigado perguntava-se como eles faziam metade daquelas coisas, era um espetáculo tão grandioso quanto o de seus pais. Com olhos atentos o loiro seguia o rapaz da máscara, deduzindo que em seguida aconteceria um grande número e louco pra ver os resultados da hipnose (já que era um dos atos que mais gostava em seu antigo circo), mas também estava curioso para tirar algumas dúvidas com Dórian, o que era uma pena.

Talvez futuramente eu consiga ver o ato completo. — Dizia com uma voz baixa e um gigantesco sorriso no rosto. Conforme adentrava o navio se surpreendia, aquilo não era o que ele imaginava que seria de um navio pirata, mas de certa forma estava contente, aquele tipo de customização e aquele tipo de pessoas era o que gostava de ver e ter por perto. Enquanto passava pelas pessoas e ouvia as conversas e a preparação sorria abobalhado, estar ali era como estar em casa.

Finalmente chegando até o camarim, batia na porta enquanto admirava a decoração feita ali, Baltazar imaginava que Dórian fosse uma pessoa bem egocêntrica, mas foi só uma impressão que passou rápido pela sua cabeça, logo estava dentro do quarto.

Você é um químico ou algo do gênero? — Adentrava lentamente o quarto enquanto observava tudo o que conseguia, aquilo era inusitado, mas também era uma informação interessante, pois, aparentemente era possível ser um pirata, artista e ainda nutrir outras paixões, aquilo Baltazar admirava.

Eu não entendo essas questões de hierarquia, hehe. Imediato significa que você é o... Terceiro em comando então? — Encabulado, dava um sorriso amarelado, mas descobria algo novo sobre aquelas pessoas, eles roubavam e tinham um sistema de distribuição, era mais organizados do que o esperado.

Naquela altura do campeonato a palavra "roubo" já havia perdido a força inicial, Baltazar já estava bem habituado o que era um sinal de preocupação. Vendo todo o espetáculo era fácil pra ele agir como se não soubesse o que estava acontecendo, mas, não sabia mesmo? Ele veio de uma boa família, com uma boa educação, com boas pessoas ao seu redor, recebeu boas instruções e sabia como devia se portar e o que era certo e errado, mas a vida lhe pregou peças que ele mesmo não esperava. Um momento o que deveria ser o certo, acabou sendo o seu algoz e o que era pra ser errado, foi onde encontrou pessoas legais que o ensinaram algumas coisas e agiam de boa fé com ele, então, talvez o rapaz precisasse reaprender todo o conceito que tinha em sua mente até então. Ele não tinha uma direção, um lugar ou alguém pra voltar e só tinha que seguir em frente e se engana quem pensa que ele não considerou todas as opções...

Viver uma vida ordinária? Não era pra ele, Baltazar não era o tipo de cara que se adaptaria a algo tão monótono assim. Marinha? Era um espirito livre e também dono de uma reputação que queimava o seu filme com eles, de um jeito ou de outro não estava disposto a ficar debaixo do comando de alguém dali, era um ser livre. Os revolucionários lhe pareciam uma boa opção, mas seu senso de que o mundo estava errado era mesmo tão forte assim? Sobravam os piores, os piratas, pensando uma segunda vez, talvez aquela fosse a pior opção de todas, mas, dada a situação em que se encontrava...

O encontro com Dórian logo era interrompido com um anúncio que parecia não ser tão bom, ao ouvir o nome proferido pela boca do rapaz, a atenção de Baltazar foi capturada instantaneamente, o convite feito pelo artista era prontamente aceito pelo loiro que assentiria com a cabeça e então seguiria Dórian para descobrir o que raios teria acontecido com Dianne.


OFF:
 


Histórico:
 



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Pyke
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa EmptySeg 18 Fev 2019, 16:58



Narração;
Capítulo 1.5: Uma nova tentativa
     Com um futuro incerto pela frente, o destino reservou vários encontros estranhos ao quase artista Baltazar, que a um tempo teve seu parceiro e amante morte e agora se encontrava em meio a uma tripulação de piratas, com a difícil decisão de seguir algum lado na guerra deste mundo. Ser marinheiro, revolucionário ou um rato do mar. Talvez, um pouco apressado, já estava se sentindo mais confortável com as maldades dos piratas, apesar de todos os bons costumes e modos que lhe foram ensinados quando criança pelos seus pais. Depois de observar de perto as ações daquele grupo e um pouco de seus valores, ele jazia dentro do camarim do homem ruivo, que já estava a sair pela porta. Apesar de ter uma série de perguntas para fazer ao homem, o menino não conseguiu fazê-las dentro do cômodo, devido aos acontecimentos com o macaco.

     Assentindo com a cabeça, Encausse já estava pronto para segui-lo. Retribuindo com um sorriso de felicidade e astúcia, aqueles que saem como se estivesse a agradecer, Dórian olhou-o nos olhos, dizendo - Não sei qual eram as intenções que Dianne tinha ou teria com você, mas agora só tenho a agradecer. Venha comigo! - E saindo pela porta e passando ao lado do macaco, que estava bastante ofegante e não conseguia acompanhá-los, os dois meninos correram para a porta que dava ao exterior do navio. Infelizmente, não haviam outras passagens que não fosse a que os deixavam de volta ao show. Podendo ver novamente o que se tratava, Baltazar poderia ver, de forma contraditória, um verdadeiro show acontecendo. - Pivete, por aqui! Não podemos atrapalhar o show, ele deve continuar! - E olhando para ele, o menino o seguiu pelas laterais do palco improvisado. Ao que parecia, as pessoas agora estavam acordadas, mas ao invés de estarem putas por terem sido roubadas, verdadeiros sorrisos eram expressados em seus rostos, enquanto observavam malabaristas, palhaços, animais e todo o tipo de apresentação. - Sei que pode parecer um pouco estranho, mas nós não deixamos de dar o nosso show, só fazemos questão de obtermos o máximo dele. C'est lá vie! - Dizia Carmesim enquanto saiam do navio de volta ao porto.

     Ao pisarem na madeira do cais, observando agora que mais alguns navios haviam chegado. A movimentação estava normal, como se mercadores e comerciantes estivessem depositando e tirando carga. Aparentemente, a carga orgânica não chegava ao local nessa hora da tarde, geralmente ela apareceria pela parte da manhã onde poderiam estar frescos e prontos para serem vendidos na melhor qualidade. Seguindo Dórian, alguns olhares estranhos podiam ser sentidos pelo menino, como se estivesse sendo observado de longe e de perto. Enquanto passavam para dentro da cidade, ainda no final do porto, o menino não pode deixar de perguntar - Você é um químico ou algo do gênero? - já que os objetos e ferramentas dentro de seu camarim não podiam indicar outra coisa.

     - A curiosidade matou o gato! - dizia enquanto se movimentava rápido - Mas, digamos que sim, sou um toxicologista experiente, se é que vai me entender. - Não queria revelar muito mais do que isso, mal conhecia o menino de qualquer forma. - Sabe, moleque, não costumo falar tanto sobre isso, até porque não te conheço bem ainda. Não tivemos boas companhias nos últimos tempos, estávamos até tentando dar um tempo do conflito por enquanto, mas… - parando por um momento e fechando seu rosto, olhando somente para o caminho a ser seguido, não parecia que ele iria falar de mais nada sobre isso por enquanto.

     Entretanto, tentando não deixar o clima ficar tão tenso ou quieto, Baltazar aproveitou o momento para trocar de assunto e se referir a outra dúvida, de forma que não perdesse tanto a intimidade que tinha com o ruivo. - Eu não entendo essas questões de hierarquia, hehe. Imediato significa que você é o... Terceiro em comando então? - falava o rapaz, que tinha um pouco de dificuldade de falar tanto enquanto seguia correndo levemente o pirata.

     - Eu sou quase um vice-capitão, mas menos importante. De certa forma também posso ser o responsável pelo navio na falta de Dianne, como se estivesse em terceiro lugar como você disse, mas também tenho outra tarefa na nossa tripulação. Assegurar que ninguém saia roubando os espólios sozinho. Aquele que o fizer terá punições severas, dependendo do caso até a morte. - Por um tempo um silêncio cruzou o rumo da conversa, com Carmesim parando por um instante e olhando para os céus. - Mas acredito que, mesmo com hierarquias, eu sou o dono do meu próprio destino. Você pode conhecer muitos de nós, com várias filosofias, estilos e costumes diferentes, mas se tem uma coisa que todos concordam é isso. Sabe, esse é o significado por trás de ser um pirata, pivete! - ou pelo menos era isso que ele acreditava ser. O ânimo e esplendor que Baltazar tinha uma vez presenciado no navio dos “PirArts” retornou, conforme Dórian dava um leve empurrão na sua bochecha.

     - Devemos continuar seguindo, pelo o que eu soube, Dianne está em um bar mais a frente. Ela saiu enquanto estávamos fazendo o show para pegar mais informações sobre nossas rotas e alguns objetivos pessoais, mas parece que as coisas não foram muito bem. - agora dentro da cidade, várias casas simples poderiam ser vistas, até mesmo algumas com complexos de apartamentos, com até 4 a 5 andares. As pessoas por alí viviam sua vida casual, alguns observando a beleza do pôr do sol, que se caía na direção do horizonte, no oceano, e outros conversando e se direcionando a suas casas.

     Enquanto seguiam pelos becos para cortar caminho, Dórian estava um pouco mais afastado e correndo na frente de Vincent. Com alguns passos, o pirata havia sumido de sua vista pelos labirintos dos becos e entradas. Olhando aos arredores não se podia ver nada além de sombras e luzes, não parecia haver ninguém por envolta, até que… De repente, um manto preto cobriu o rosto de Baltazar. Tentando se soltar, o rapaz se debatia, enquanto mãos firmes e fortes seguravam seu rosto contra o tecido. Apagando por causa de algum produto químico embutido nele, parecia que a aventura do rapaz estava prestes a ter uma reviravolta enorme.

     Acordando com alguns tapinhas no rosto e frases “Acorda, rapaz, acorda” o garoto abria os olhos enquanto uma luz branca e forte entrava nas suas pupilas vindo de cima do que parecia ser um cômodo vazio e sujo, fazendo-o despertar completamente. A sua frente, um homem robusto de cabelo curto e usando um boné, com a roupa da marinha, se posicionava com os braços atrás de seu corpo e pernas levemente abertas.

     - Boa noite, filho. Queria lhe pedir permissão para fazer umas perguntas. - dizia o homem, independente da resposta, que possuía mais dois companheiros atrás de seu corpo. - Soube que alguns piratas estavam aqui na cidade. - Com uma pausa ele olhou severamente para seu rosto, enquanto fitava as expressões que o menino poderia ter. - Deixa eu falar uma coisa pra você. Eu não quero machucar você. Eu não quero que você saia daqui machucado, você entendeu? - Enquanto estava de prontidão, um dos homens atrás retirava um saco plástico de dentro do bolso. - Cadê a Dianne? - Diria o capitão do esquadrão, se aproximando e passando um medo intimidador em cima de Baltazar, com olhos castanhos que refletiam a força de um marinheiro.

     Parecia que o rapaz tinha sido capturado por alguns marinheiros e se encontrava em local desconhecido. Quem diria, em um momento o indeciso rapaz, que estava se familiarizando com o estilo pirata de se viver, estaria agora vendo de perto como eram as interações com a marinha. Como ele deveria saber, nem sempre todos ou todas as coisas e formas são assim, isso depende muito de cada caso. Entretanto, às vezes existem conceitos e ideias que serão padrão para cada um dos lados que fosse escolher.


Falas:
#Baltazar
#Capitão(nome desconhecido)
#Dórian
#NPCs Gerais

Off:
 

Histórico:
 

Clima 24ºC | Horário: indeterminado

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Última edição por MoonFlower em Seg 18 Fev 2019, 23:51, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa EmptySeg 18 Fev 2019, 23:38

Baltazar Vincent Encausse
O Mestre dos Disfarces

Até que ponto é justo corromper a si mesmo afim de encontrar algum lugar em que se encaixe? Sem perceber Baltazar se enfiava cada vez mais de cabeça naquela realidade e a cereja do bolo era que ele estava gostando, só não entendia o porquê.

Ao receber o sorriso de Dórian, o jovem sentia-se bem, sentia-se feliz, sentia-se útil.

Ela foi muito boa pra mim em um momento de necessidade, é um prazer poder ajudar. — Respondia com um sorriso. Baltazar era o tipo de pessoa que preferia retribuir favores na mesma medida em que os recebia, ainda mais para alguém como Dianne que havia lhe dado uma saída numa cidade que parecia não ter muita a oferecer, era mais do que grato a ela, justamente por isso algo na fala de Dórian o preocupava.

O que ele quer dizer com tinha ou teria? Se for só em relação ao que tinha planejado comigo, tudo bem, mas será que a senhorita Dianne está bem?

Seguindo então Dórian passavam pelo macaco, Baltazar dava um tchauzinho e um sorriso para o bichano que logo ficava para trás, não demorou até que finalmente saíssem do navio. Hipnotizado pelo show observava com admiração o show que ali acontecia.

Queria ter acompanhado tudo...

Triste por mais uma interrupção, também não esquecia que não podia perder os olhos de seu objetivo, seguindo Dórian pelas laterais do palco, não deixava de reparar que as pessoas estavam acordadas e gostando do show, era incrível o que conseguiam fazer, para Baltazar, quando pensava no poder da arte daquele dia em diante, provavelmente era daquele dia que se lembraria.

Não parece estranho, fica tranquilo. Hoje mesmo vocês estão tendo um dia que parece ótimo, mas muitos ainda não sabem apreciar uma boa arte. Pra essas pessoas o mundo é branco e preto e elas fazem questão de que todos ao redor delas enxerguem assim também, talvez por essas pessoas eu diria que não há nada de errado em tirar proveito de uma situação como essa... — Com um tom mais sério Baltazar refletia e lembrava sobre as experiências que já havia vivido com a sua família, das vezes os trataram mal por bobeira ou por simplesmente o show não "estar a altura da platéia". Toda profissão tinha os seus prós, mas aquela tinham contras que desafiavam a dignidade humana em alguns momentos e por mais que recepção da família Encausse atingisse um score positivo na maioria das vezes, quando as coisas iam mal... As coisas iam mal! — Set lá vie!

Seguindo até o porto, percebia que alguns navios que não estavam ali antes haviam chegado, havia uma estranheza que passa desapercebida pelos olhos inocentes de Baltazar, que ao se sentir observado passava andar de uma maneira mais encabulada. Havia passado o tempo que gostava de ter atenção, desde a reputação que havia adquirido com a morte de Willy, sempre que se sentia um alvo, ficava extremamente desconfortável e agora não era diferente.

Acho que tem alguém observando a gente. — Comentava sem muita pretensão enquanto olhava ao redor, tentando mudar de assunto e quebrar o clima que havia construido em volta de si mesmo, perguntava sobre os objetos químicos de Dórian.

Toxicologista... Parece legal. — Ouvia o resto da resposta do rapaz e não forçava, viver como um pirata não deveria ser fácil, ser um pirata e um artista ainda, deveria ser pior. Então, pra não matar a conversa, seguia a conversa para o âmbito das patentes.

E você quase me enganou, disse que não era forte o suficiente para ser um vice, mas eu aposto que é forte sim, hehe. — Respondia imediatamente se arrependendo, era difícil administrar o ar enquanto corria, como a conversa já estava com um clima dark, preferiu não comentar sobre a questão das mortes e que bom que não o fez, porque as próximas palavras ditas por Dórian certamente tinham um impacto sobre o jovem Encausse.

Ser um pirata é ser dono do seu próprio destino? Eu gosto disso, acho que você também ia gostar, Willy... Mesmo sendo um revolucionário, você tinha uma linda ideia sobre liberdade. Eu não sei porque você escolheu aquele caminho, mas se estivesse aqui comigo agora, acharia esse um caminho digno?

Saia de seus pensamentos só quando recebia o empurrão na bochecha de Dórian, sorria para o rapaz, no final, pra ele a conversa havia sido perfeita.

Ao ouvir que Dianne estava bem respirou fundo, estar viva já era um grande ponto positivo, só esperava que o "as coisas deram errado" citadas pelo rapaz, não fossem sérias, já estava farto de conhecer pessoas e as perde-las. Passando pela cidade, enquanto observava a paisagem, demorou um pouco até Baltazar perceber que havia perdido um pouco da velocidade em relação a Dórian, passava pelos becos tentando alcança-lo, mas não demorou até que o perdesse.

Eita. — Fazia uma careta pensando na merda que havia feito. Ainda por cima não conhecia aquela cidade, não conhecia aquela ilha, estava perdido. Era um pouco desesperador, mas nada que o loiro não pudesse lidar. — É pra lá que eu vou...

Escolhia uma direção para seguir e começava o primeiro passo, sem que percebesse tudo já havia escurecido e o medo surgia novamente em seu coração, se debatendo sem sucesso, finalmente apagou sem sequer ter a chance de lutar, se sentiu patético.
Sentiu uns tapas no rosto, estava desnorteado e incomodado com aquela luz que castigava suas córneas.

Marinha? — Dizia em voz baixa tentando entender porque estava naquela situação, a gentileza do homem fazia com que inevitavelmente Baltazar risse. — Jeito engraçado de pedir permissão...

Acima de tudo, não era bobo, por mais que parecesse. Finalmente o marinheiro citava os piratas e Baltazar usaria suas habilidades para despista-lo, fazendo uma cara de dúvida que dissesse que não sabia do que ele falava, mas que também ao mesmo tempo não soasse forçada, pelo menos era o que ele tentaria.

Me machucar? Mas por quê você machucaria um civil qualquer como eu? Isso tem a ver com o meu antigo processo? Eu já fui inocentado... E que história é essa de piratas? Willy fazia parte sim do exército revolucionário, mas eu nunca me juntei, isso está tudo registrado. — Esforçava-se para usar um tom de dúvida que também não o entregasse, com uma pitada de indignação. — Quem é Dianne? Por deus... — O medo era real, mas não podia deixa-lo transparecer, não podia, sua vida dependia disso. — Eu não sei quem é Dianne, eu sou novo na cidade, tem pessoas que podem confirmar. Eu vim pra cá em busca de alguém que pudesse me ensinar coisas relacionadas a arte, quando encontrei essas pessoas elas se prontificaram a me ensinar e era isso que eu estava fazendo até agora. Agora posso ir?

O pior é que eu realmente não sei onde ela está, como eu vim parar nessa situação? Heeeelp.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa EmptySex 22 Fev 2019, 15:44



Narração;
Capítulo 1.5: Uma nova tentativa

     Baltazar se encontrava em uma situação um tanto tensa, já que a sala e atitude dos marinheiros não o aliviava ou aliviaria de nenhuma forma. O cômodo, que agora poderia ser analisado com mais calma pelo jovem civil, não era muito grande. Seus olhos já estavam passando a se acostumar com a luz do local. Estava sentado em uma cadeira de metal, em uma mesa no centro do lugar, com as mãos algemadas. Os homens, que estavam atrás de seu líder, passaram a cochichar algo entre si, de forma bem sigilosa.
     - Marinha? - Dizia o até inocente cidadão, que estava sendo a todo momento julgado pelo homem.
     - Sim, filho. Esse símbolo não está aqui a toa. - apontava o robusto homem para a figura que jazia em seu peito, abaixo de seu uniforme, que parecia ser o logo da marinha. Azul como o mar, bravo como um marinheiro deveria ser no oceano.
     - Jeito engraçado de pedir permissão… - teria dito o menino durante a fala do marinheiro, que responderia apenas com uma cara feita de rugas e maus olhares.
     De repente, de forma inusitada, o menino teve a coragem de ameaçar levemente o marinheiro, não demonstrando, pelo menos inicialmente, medo algum daquela situação. Sua plenitude se mantinha enquanto profezia as seguintes palavras: - Me machucar? Mas por quê você machucaria um civil qualquer como eu? Isso tem a ver com o meu antigo processo? Eu já fui inocentado... E que história é essa de piratas? Willy fazia parte sim do exército revolucionário, mas eu nunca me juntei, isso está tudo registrado. - Como se fosse sair de lá indefeso, e apelando para a moral do oficial, uma jogada arriscada era posta na mesa. Apesar de estar tentando bancar o forte e o seguro de si, não parecia se lembrar que estava sozinho, além de estar sobre controle inicial dos marinheiros.
     Para todos aqueles presentes no interrogatório, a mentira tinha sido muito bem tramada e atuada. Um dos soldados chegou até a duvidar de suas ações e o motivo de estarem ali, mas antes a situação se perdesse o controle, o marinheiro líder disse:
     - Eu não quero saber do seu passado, moleque. O que faz o carater de alguém são as suas ações no presente. - com uma pausa, prosseguiu - Zero dois, me da as fotos por favor. - falando com paciência e suspirando para o rapaz algemado - Sim, tenente! - dizia um dos soldados, que com um suave deslize, retirou dois papéis do seu bolso e entregou ao oficial superior. Colocando-as na mesa, o homem às virou uma por uma, dizendo - Eu já te disse, civil. - dizia com um tom de deboche - Cadê a Dianne? - Nas fotografias poderiam ser vistos o rapaz de dentro do navio, assistindo ao espetáculo maravilhado. Em seguida, na segunda foto, estava ele com Dórian, enquanto saíam para dentro da cidade.
     Sem ter para onde fugir, sendo pego de surpresa sobre tal jogada do tenente da marinha, o menino ainda tinha uma jogada na manga, blefar sobre suas reais intenções com o grupo. - Eu não sei quem é Dianne, eu sou novo na cidade, tem pessoas que podem confirmar. Eu vim pra cá em busca de alguém que pudesse me ensinar coisas relacionadas a arte, quando encontrei essas pessoas elas se prontificaram a me ensinar e era isso que eu estava fazendo até agora. Agora posso ir? - retrucava para o forte marinheiro, tentando convencê-lo de alguma maneira.
     - Deixa ele ir, tenente. Não vamos conseguir nada com esse daqui. - interrompeu um de seus soldados, que aguardavam suas ordens. Olhando sério para o menino, não parecia que ele havia terminado suas perguntas, na verdade nem parecia que ele tinha sequer pensado em desistir.
      - Sabe, filho, nós marinheiros não somos pessoas comuns. Poucos podem passar pelo o que passamos. - olhando agora para seu lado direito, memórias pareciam percorrer-lhe a cabeça, fazendo-o mudar sua expressão de intimidador para alguém mais humano, uma pessoa que de fato estava alí para fazer o bem com as pessoas. - Para se ganhar esse título, precisamos honrar a sociedade, e acima de tudo, levar a justiça aos desumanos e monstros desse mundo. Proteger e cuidar da paz mundial é uma das muitas funções que a marinha, e um futuro soldado deve ter que fazer. - Uma aura de inspiração e dever se instaurava a todos que estavam na sala, pelo menos aos seus subordinados marinheiros, enquanto ele continuava a falar. - Somos nós que protegemos os inocentes, que levamos a segurança e que fazemos o que fazemos por um ideal nobre, muito diferente desses piratas sujos e revolucionários maltrapilhos… - Nos olhos daquele homem podiam ser vistos coisas que poucos podem demonstrar, vontade. Cada palavra de seu discurso foi oriunda de seu mais sincero pensamento. Ao marinheiro, pelo menos, aquilo era a verdade absoluta. Desta vez, voltando a olhar Encausse diretamente nos seus olhos, inclinando seu tronco e abaixando o nível de seu rosto para com o do menino, ele continuou e perguntou - E você, qual o seu propósito aqui?



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#Baltazar
#Tentene(nome desconhecido)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa EmptySab 23 Fev 2019, 01:18

Baltazar Vincent Encausse
O Mestre dos Disfarces

Respirando fundo, já começava a pensar no incômodo que era estar ali, era difícil não se sentir acuado naquele meio. Seus olhos passavam sem pressa por toda a sala, como ele já esperava, a salinha onde estava era um local pequeno, nenhuma surpresa, percebia então que as suas mãos estavam algemadas, entrava em descrença.

Isso é realmente necessário? Eu ainda sou um chutador, se eu fosse mesmo uma ameaça o que ele esperava que prender minhas mãos fosse fazer? Cara, que chato...

Inevitavitavelmente percebia o cochicho dos marinheiros que estavam atrás do suposto líder e aquilo o deixava desconfortável, como deixava. Talvez o reconhecessem, talvez não o reconhecessem mas ainda planejavam fazer maldades com ele, de um jeito ou de outro, as opções eram ruins. Mesmo assim era valente o suficiente para encarar a cara dos tais homens enquanto continuava a ouvir as respostas irritantes que recebia.

Uma informação mais irrelevante do que a outra, não acredito que fui capturado por alguém que gosta de ouvir a própria voz.

Seus pensamentos eram ácidos, por fora Baltazar tentava mostrar-se interessado no que o homem a sua frente queria dizer. Quando ele lhe mostrava o símbolo da marinha, se mostrava surpreso e interessado e naquele momento agradecia a sua família por ter aprendido como atuar ainda no circo.

A cena seguia com Baltazar usando e abusando de sua ousadia e de seus dons, geralmente era confiante neles mas aquela parecia uma situação que não iria acabar cedo. Por dentro estava uma mistura de aflito e entediado, como estava.

Estando sozinho era difícil de medir as suas chances, mas torcia para que fossem boas. Baltazar percebia que os marinheiros sentiam-se confusos com os seus discursos e foi ali que teve a certeza que deveria continuar.

Isso é um tiro no escuro, eles não devem ter nada, se tivessem não haveria a dúvida.

Mais seguro sobre como deveria agir, parecia sentir uma facilidade em entender aqueles soldados, mas estava certo? Deveria mesmo continuar ousando e ver no que dava? Foi quando Baltazar ouviu sobre as fotos que seu coração quase parou.

Talvez eu tenha suposto cedo demais.

As fotos eram colocadas na mesa e Baltazar com toda a sua calma pensou sobre qual seria a melhor maneira para agir naquele momento.

Fique calmo, ficar calmo é a chave necessária para sair dessa situação.

Novamente era questionado sobre o paradeiro de Dianne, aquilo já estava se tornando repetitivo e chato, mas aquela situação não era algo impossível de sair, pelo menos não aos olhos do loiro. Novamente agradecia aos pais por terem lhe ensinado a atuar e também por terem o feito alguém tão calmo, em seguida dizia sua parte com uma certeza que convenceria o mais duro dos incrédulos.

Os soldados novamente mostravam que estavam do seu lado, teria chorado ou dado risada se pudesse, sentia-se como um chef de cozinha que havia feito o prato mais gostoso do mundo. Independente de ser uma situação perigosa, aquilo começava a se tornar empolgante. Por fora, continuava com a mesma cara de tanto faz para o tenente, que parecia estar longe de acabar aquilo.

Esse cara vai ser um saco... Bom, enquanto ele não me agredir eu ficarei satisfeito. Apanhar da marinha e ainda algemado não deve ser legal. E ah... Esse cara gosta de ouvir a própria voz mesmo.

Apesar de estar de saco cheio daquela situação, Baltazar ainda ouvia e prestava atenção em cada palavra dita por aquele marinheiro, assim como Encausse, aquele homem parecia ser alguém que havia vivido muito e passado por coisas e isso ele respeitava. A sensação de crer em algo, entender o que esse algo significa e defender ele com o mais profundo do seu ser, era algo que Baltazar não conhecia, mas admirava bastante quando se tratava dos outros. Lembrava-se sobre como Dórian falava sobre o que era ser um pirata e agora associava o mesmo sentimento ao marinheiro na sua frente.

Isso é como arte de fato.

Baltazar percebia então que a aura da sala mudava e foi naquele momento que percebeu que de fato respeitava aquele homem, seja lá qual fosse o nome dele. Já por outro lado olhando as coisas por uma ótica mais realista, ali ele era um refém, estava preso, não haviam provas de um crime, eles deveriam levar justiça aos inocentes, mas naquele situação não era Baltazar também um inocente? Aquela paixão ao se referir com desgraças em relação aos piratas e aos revolucionário passava a se tornar uma ofensa pessoal.

Não era um pirata, mas conhecia piratas incríveis. Não era um revolucionário, mas o amor da sua vida não havia sido um? Aquele homem acreditava no que dizia, mas aquilo era o bastante pra mudar o mundo? Julgar as pessoas pela bandeira que elas defendem? Julgamento era um assunto complexo para Baltazar, havia enfrentado eles desde pequeno, seja pelas pessoas com quem convivia no circo, seja pela profissão de seus pais ser a de circenses, fosse pela sua orientação sexual, pela pessoa que escolheu ficar, pela morte dessa mesma pessoa. Muitos julgamentos o levaram até ali e aquilo era algo que ele simplesmente não admitiria. Finalmente tendo a oportunidade da fala, ao ser questionado, agora olhava de volta para o marinheiro sério, por sinal, era a primeira vez que ficava extremamente sério naquela ilha.

Seu discurso foi lindo, sabia? — Não dizia debochando, seu tom era sério e ele realmente acreditava no que dizia. — Se ele não fosse tão discriminante provavelmente eu estaria me alistando na marinha hoje. Aliás, um dos revolucionários maltrapilhos foi o amor da minha vida e viveu com honra e integridade até o seu último momento.

Então, aproximaria seu rosto um pouco mais do rosto do marinheiro, se antes o seu tom estava sério, agora ficaria um pouco mais.

O meu propósito aqui ou em qualquer lugar não é da sua conta. Acredito que nós terminamos aqui, se você acha que tem prova de alguma coisa pra me prender, então prenda. Se você não tem mais nada e tá pescando pra ver se eu mordo alguma isca, não vai conseguir nada, então me solte de uma vez. Se ainda assim quiser me bater e me torturar, faça, mas não desrespeite a história dos outros se colocando em um pedestal. W-E A-R-E D-O-N-E.

Baltazar era calmo e por isso usava um tom de calmo que era suave, apesar de estar sério. Willy era um tópico difícil de lidar, uma ferida recente que ainda não havia se fechado completamente. O seu futuro ali dependia de seu destino, independente de qualquer coisa, não havia mais nada a ser falado com aqueles marinheiros.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa EmptyQua 27 Fev 2019, 22:48



Narração;
Capítulo 1.5: Uma nova tentativa

      Baltazar pareceu sentir-se um tanto insatisfeito com tudo o que o tenente havia-lhe dito. Suas palavras ecoavam pelos ouvidos do menino, que, apesar de achar um tanto quanto poético e bonito, não gostou nada de ter ouvido a “arrogância” do marinheiro. Afinal, ele não estava aceitando que colocasse e generalizasse todas essas pessoas em apenas duas palavras, sujos e maltrapilhos. Mesmo dizendo que seu discurso foi belo, e pensando que aquilo de fato era arte, suas próximas palavras soaram secas e agressivas, mesmo com a calma do rapaz.
     - Se ele não fosse tão discriminante provavelmente eu estaria me alistando na marinha hoje. Aliás, um dos revolucionários maltrapilhos foi o amor da minha vida e viveu com honra e integridade até o seu último momento. - olhando para o rapaz, com uma cara séria, o homem apenas fechou seu rosto novamente, enquanto observava as "besteiras" que o menino falava. Enquanto o garoto terminava de proferir suas últimas palavras, o líder do esquadrão não mexeu um músculo, apenas quando o menino havia terminado de discursar. Colocando sua mão esquerda no bolso de uma de suas vestes, ele retirou um relógio de prata quebrado, que guardava consigo. Com um movimento calmo e sem pronunciar uma palavra, ele abriu a tampa metálica que cobria os números do objeto, revelando uma foto de uma mulher e uma menininha, e o colocou em cima da mesa, virado para o interrogado.
     - Essa não é a primeira vez… - com um suspiro pesado, o marinheiro falava o nome do que parecia ser o da menininha na foto -  Ah Sofia, você era tão pequena.... - Com uma lágrima, o homem usou de seu grande braço para apagar os traços de sentimentos de seu passado e fazê-lo tentar não perder a compostura. - Ela tinha 10 anos quando a perdi. Queria ser marinheira como eu, esse era o sonho da minha filha. Seus lindos olhos castanhos somente expressavam a inocência que uma criança tinha em dizer querer esse tipo de coisa... Acho que eu também era mole naquela época. Hoje, ela faria 15 anos...- Estava evitando contato visual com Baltazar, olhando para baixo, mas agora o marinheiro retornava a encarar o menino nos olhos. - Mas… - gritando com uma voz áspera e ressentida - PIRATAS COVARDES TIRARAM ELA DE MIM! - com um soco na mesa, os marujos olhavam seu líder desabafar como talvez nunca antes tivessem visto. - ME AMARRARAM NA FRENTE DA MINHA FAMÍLIA, CORTANDO SUAS CABEÇAS NA MINHA FRENTE! - agora, não se segurando mais, uma violenta onda de tristeza e raiva apareceu de repente no corpo daquele tenente, que soltava lágrimas geladas e amorfas. - SE ISSO É TER HONRA, SE É LUTAR POR LIBERDADE, EU NÃO VOU MAIS ENGOLIR ESTA MERDA! - depois de seu grito de desespero, como alguém que tentava fugir de seu passado, tentando encará-lo como um sonho, ou melhor, um pesadelo, o tenente se afastava, virando de costas e respirando fundo.
     - Acho que já está na hora de você encarar a realidade, filho. Os piratas, revolucionários, ou o que for que sejam, bandidos, ou qualquer um dessas laias, não ligam para nada se não seus próprios interesses. - olhando para frente novamente, um sinal de mãos é feito para os homens, que saem da sala imediatamente. - Sabe, eles não tiveram piedade quando me amarraram e massacraram a minha família. Mesmo comigo implorando para que os soltassem, que somente eu fosse o assassinado, eles.. - com um tom alto e grosso - IGNORARAM E RIRAM DE MIM! - Levantando a camisa, ficou exposta uma de suas marcas e cicatrizes de batalha, um grande rasgo podia ser visto de seu umbigo até as costelas direitas. - Isso, moleque, foi apenas o que sobrou daquele dia. E… o relógio que minha mulher havia me dado... Como eu sinto a sua falta, Lucy... - com uma pausa, continuou a explicar ao rapaz - E para apagar os registros, queimaram tudo, não sobrando nem os corpos para que eu pudesse enterrar… - agora os marinheiros entravam novamente, mas dessa vez segurando outra pessoa em seus braços, o arrastando pelo chão de madeira duro, amarrado nas mãos e pernas, possuindo roupas ensanguentadas e um saco de pano preto na cabeça.
     - Sinto muito garoto, mas os piratas não são a utopia que você imagina. São piratas por cometerem crimes ruins a sociedade. Não importa o quanto tente negar, um meliante desses nunca sobe na vida sem causar algum mal a alguém. - e assim, retirando o tecido, o rosto de Dórian, com seus cabelos ruivos, mas manchados de sangue, era revelado. Com inchaços no rosto e marcas de hematomas, o menino estava totalmente abalado e quase inconsciente. Retirando um revólver de sua cintura, o tenente mirava na cabeça do pirata, enquanto pronunciava suas últimas palavras. - A vida é dura, filho, ainda mais para aqueles que brincam de serem foras da lei sem consequências. Acho que você não vai me falar onde está a capitã dos "PirArts", assim como esse aqui não o fez. Que pena, com a sua determinação você teria dado um bom marinheiro. - a ponto de disparar, Encausse poderia sentir o pino de suas algemas que o prendiam na mesa um pouco frouxo. Talvez ele poderia tentar se libertar e correr para socorrer seu “amigo”, mas porventura seria tarde demais. Caso o menino não interferisse ou não conseguisse chamar a atenção do homem, o disparo diretamente no rosto do meninos seria efetuado.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1.5: Uma nova tentativa   Capítulo 1.5: Uma nova tentativa EmptyQui 28 Fev 2019, 00:14

Baltazar Vincent Encausse
O Mestre dos Disfarces

Baltazar desabafava por um segundo sedendo a um lado que não lhe era comum, assim que terminou de falar parava pra refletir sobre cada palavra que havia dito e cada sentimento que havia experienciado. Aquela pessoa que sedia fácil a raiva e falava a primeira coisa que vinha a mente, aquele não era ele e ele sabia disso.

Você precisa recuperar o controle, Baltazar, este não é você.

Ele olhava para frente notando a cara fechada do marinheiro e em seguida olhava pra baixo. Iniciando uma respiração controlada, tentava ignorar a vergonha que sentia, ele sabia que Willy ainda era uma ferida recente, mas não fazia a menor ideia do quão aberta ela estava.

Sem ter o tempo necessário para organizar as ideias e quem sabe se indignar com as ações que havia acabado de tomar, seus olhos paravam sobre o marinheiro enquanto observava cada ação que ele realizava.

Aquilo é um relógio? Parece quebrado.

Quando finalmente percebia a foto da mulher e da criança, era inevitável, o garoto já sabia o que viria pela frente. Em um universo como aquele cheio de histórias trágicas, mediante ao que havia acabado de dizer, tudo o que poderia fazer era ouvir em silêncio e assim o fez.

Baltazar observava o homem desmontar na sua frente enquanto contava o ocorrido com sua família e de fato era uma história triste, sabendo o quanto seu pai o amava, imaginava o que seria de seu velho caso o perdesse de uma forma tão traumática como aquela. Com uma expressão serena, apenas observava em completa calma e seriedade, para Baltazar, aquilo era um sinal de respeito, entretanto, seus pensamentos não paravam nem por um segundo.

Quem fez isso com esse cara com certeza não é boa gente, eu ainda não simpatizo com ele e nem nada, mas entendo o tipo de dor que ele sente, perder alguém não é fácil...

Por um segundo sua mente vagava enquanto lembrava-se de Willy, com tanta clareza como se lembrava com detalhes de todo o seu dia.

Você provavelmente condenaria esse tipo de atitude também, não condenaria? Eu lembro sobre como você se posiciona contra as atitudes de alguns membros do exército revolucionário. Dignidade não está escrita na patente e que bom que eu aprendi isso com você...

Ainda com uma expressão apática, ia terminando de ouvir o discurso daquele marinheiro.

Isso serve para o que fala sobre você ou sobre Dórian, talvez... Mas também fala sobre mim, talvez eu tenha o julgado erroneamente, talvez ele seja só um fruto de suas experiências de vida... Talvez.

Quando o homem o encarava, ele encarava de volta mantendo a mesma expressão. Aquele homem transbordava raiva e Baltazar sabia mais do que ninguém como era estar naquele lugar, não olhava para o lado nem por um segundo. Enquanto ele desabafava, ficava claro finalmente o motivo daquele homem ter seguido aquela carreira, talvez também explicasse seus métodos e todo o resto.

É compreensível. Pensava consigo mesmo. Mesmo que isso significasse blasfemar contra a memória de seu amado ou contra a de seus novos "amigos".

Não.

Uma experiência terrível não molda a personalidade de alguém terrível. Alguém terrível já o é por natureza. Uma experiência terrível apenas acorda isso e serve como desculpa para ser alguém ruim. Eu não sou assim, conheci outras pessoas que também não foram... Ser brutal ou não é uma escolha. Com certeza, está decidido, eu não gosto desse cara.

O acesso de raiva que mais lembrava um surto era assistido por Baltazar com pena, ele não negava toda a experiência ruim vivida por aquele homem, mas também não media a por b. Naquele ponto ficou claro que suas habilidades não lhe seriam de serventia nenhuma, aquele homem havia perdido a sanidade, havia perdido sua humanidade. Ele havia acordado um monstro e agora não tinha outra saída a não ser esperar pelo seu destino ser decretado.

Finalmente alcançavam o final da história, Baltazar continuava do jeito que estava quando começavam. Poderia sentir dó daquele homem, mas provavelmente ele se sentiria ofendido, poderia caçoar, poderia fingir que não ouviu, poderia debochar, mas preferiu ater-se a encara-lo de rosto erguido, em completo orgulho e respeito. Apesar de tudo, mesmo alguém como aquele homem que provavelmente agora era um inimigo, não merecia ter vivido aquilo.

Os marinheiros traziam uma nova pessoa para a sala de interrogatória e isso foi a primeira coisa que desviou a atenção de Baltazar. Um sentimento de ansiedade e temor começavam a brotar no menino que não sabia o que esperar daquela situação, principalmente com o discurso feito pelo marinheiro. Não demorou até retirassem o capuz e revelassem quem era.

RUIVO? — Exclamava exaltado. Mesmo naquela situação, fingia não saber o nome de Dórian. Ainda não sabia de seu futuro e qualquer coisa que alimentasse sua história serviria.

A visão do rapaz ensanguentado era feia, o inchaço no seu rosto fazia Baltazar desviar a face e as marcas só evidenciavam o quanto ferrada era aquela situação. Seus pensamentos sobre o marinheiro eram mais evidenciados a cada segundo, principalmente quando este apontava uma arma para a cabeça de Dórian.

Ele estar aqui e eu estar aqui significa que eles ainda não descobriram ainda onde estava Dianne. Baltazar abria um levíssimo e quase não perceptível sorriso. Esse senso de lealdade... Incrível.

O sorriso sumia numa fração de segundo, logo naquele momento que havia feito uma nova suposta amizade, a perderia novamente? Estava cansado de perder as coisas, sentindo o pino que o prendiam na mesa enfraquecer, decidiu que agiria.

Da primeira vez eu deixei Willy morrer sozinho, dessa vez, se for pra cair, eu vou cair defendendo o que eu acredito... Dórian, você não vai morrer hoje, não se depender de mim.

Determinado, desenha um rápido e impensado plano para tirar-lhes daquela situação, só esperava que fosse o suficiente.

EU SEI ONDE A DIANNE ESTÁ, EU TE LEVO ATÉ ELA, MAS DEIXE-O EM PAZ. — Contava que dar o que marinheiro queria seria o suficiente para impedi-lo de pressionar o gatilho, afinal, só "ajudaria" caso poupassem Dórian. Achando que não precisaria novamente de suas habilidades artísticas, ainda fez o uso mais uma vez, entregando uma atuação que demandava certo esforço. Gesticularia seu corpo pra frente como se estivesse tentando se soltar e impedir o terrível destino de Dórian. Enquanto gesticulava seu corpo pra frente, tentava usar as suas mãos que estariam cobertas pela sua camisa, para livrar-se do pino que prendia sua algema naquela mesa mesa.

Caso não conseguisse se soltar, continuaria sua atuação.

Talvez você não acredite nisso, mas eu não sou uma má pessoa, eu não sou um pirata, nem um revolucionário, mas eu respeito quem me respeita. A sua história...— Olhava para o lado, tentava forçar um choro. — Ninguém deveria passar por isso. Se os piratas estão realmente fazendo coisas do tipo, eu quero colaborar da melhor maneira que eu puder. Só deixem esse fora disso, ele foi legal comigo, pelo menos esse favor eu quero retribuir...

Fazia o melhor para soar sincero e ganhar as graças do homem, torcendo para que fosse o suficiente.

Caso conseguisse se soltar, sem pensaria duas vezes apoiaria suas mãos na mesa, dando uma pirueta para cima, assim como havia treinado com os "PirArts". Em seguida, enquanto estava em cima da mesa, giraria no eixo do próprio corpo enquanto tentaria desferir um poderoso chute no rosto do marinheiro.

Todos nós temos histórias tristes, isso não te dá o direito de agir como quiser e manchar a memória dos outros. Há piratas ruins no mundo e também há revolucionários piores, mas a marinha também não está livre. No final das contas, o que te define é o seu caráter e não a bandeira que você levanta.

Sabia que não tinha como escapar sozinho dali, não sem Dórian, talvez só estivesse adiando o inevitável para o amigo, mas continuaria a lutar, fosse com quantos precisasse. Caso conseguisse derrubar ou afastar o marinheiro, daria uma nova pirueta no chão, dessa vez tentando terminar os outros com seus chutes laterais.

OFF:
 

Histórico:
 



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Objetivos escreveu:
Primários:
( ) Aprender ilusionismo.

Longo Prazo:
( ) Comprar botas.
( ) Conseguir uma recompensa.
( ) Conseguir uma Akuma no Mi.
( ) Adquirir Vantagem: Aparência Inofensiva.
( ) Adquirir Vantagem: Adaptador.
( ) Adquirir Vantagem: Liderança.
( ) Aprender o ofício "Gatuno".
( ) Aprender a usar os Haki's.
( ) Aprender um Rokushiki.



Aventuras:
 


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Capítulo 1.5: Uma nova tentativa
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