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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!

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Pyke
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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptyTer 12 Mar 2019, 00:36




Irelia Tatsu
Dragão de Jade





     
Não parecia que eu iria conseguir me virar por muito tempo, eu até poderia ter treinado durante a minha vida com meu mestre na minha cidade “natal”, mas contra 3 inimigos de uma vez era algo desafiador, se não muito difícil. Ao que parecia, apenas um dele estava armado, sacando uma faca em minha direção. - Que brinquedinho! Eu prefiro as cortantes de respeito! - e o combate contra ele estava iniciado. Durante o começo tudo parecia estar rolando como planejado, em um contra um a situação se demonstrava sobre controle, até que… Um golpe sujo por trás! Me senti agarrada, e justamente, havia baixado a guarda, controlar todos eles ao mesmo tempo enquanto focava em um de cada vez era difícil, eu mal era capaz de manter dois na minha atenção.
     Com um aperto, senti minhas costas e tórax comprimirem, sua força era maior que a minha, e com ele nada serviria de força bruta sem um plano. Nomeando seu golpe, parecia o começo de alguma técnica maior, quem sabe no futuro ele não poderia melhorá-la? Eu que devia ter algum golpe mais especial, mas ainda me faltava tempo para desenvolver um, por enquanto tinha que me virar com o belo e simples corte, sem mais nem menos. - V-você é forte, grandalhão! - diria tentando controlar o ar de meus pulmões, enquanto eles eram esmagados lentamente. - Pena que não muito inteligente! - Minha espada estava no chão, não podia fazer muito sem ela, e por isso não demoraria mais para agir e tentar recuperá-la.
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     Iniciando meu movimento, passaria a usar de minhas pernas logo depois de minha fala. Pela força do homem, me encontrava erguida ao ar, sem contato com o solo e imobilizada pelos braços e tronco. Não havia muitas formas de sair daquela situação, talvez eu poderia mordê-lo nos braços, mas ainda assim seria um pouco mais difícil. Por isso, não teria nada melhor do que o bom e velho chute nas bolas, na qual eu canalizaria um chute bem forte com a minha perna esquerda e miraria na virilha do grandão, buscando acertá-lo logo em suas preciosas jóias. Assim, esperava ganhar alguma vantagem em sua possível dor e me libertar de sua prisão abraçante, usando daquilo para impulsionar meu corpo e braços para frente, tentando quebrar sua formação.
     Caso desse certo, precisaria pegar logo minha espada, que estava logo abaixo de nós perto do chão. Com um movimento acelerado, tentaria, assim que me libertasse, dar uma investida em rasteira para pegar a katana e erguê-la não muito tempo depois. Se eu fosse atacada por algum dos dois capangas, tentaria usar de braços cruzados em um “X” na frente de meu corpo para bloquear socos gerados em meu tórax. Para chutes, usaria de meus braços erguidos nas laterais do meu corpo para tentar absorver o melhor do impacto possível, apesar de não possuir muita proficiência nisso. E, caso o homem com a faca guardasse a pedra e viesse me dar alguma investida com a arma, tentaria bloquear o golpe reto com uma passada de braço pela lateral, como se estivesse aparando e desviando um pouco o ataque, somente o suficiente para que eu conseguisse me unir com minha katana novamente. Se fosse um corte lateral, usaria de minhas mão mais próxima para aparar pelo cabo da arma, perto de sua mão atacante, para que assim ele perdesse força e me permitisse continuar a escorregar até minha espada. Claro, que esses movimentos seriam realizados em rapidez e até um certo desequilíbrio, então mesmo que eles falhassem, procuraria, com eles, diminuir ao máximo os riscos de algum ferimento grave, nem que fosse de leve.  
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     Entretanto, caso não conseguisse acertar o grandalhão nas jóias, e este procurasse continuar a me apertar, tentaria mais uma vez, seguido da inclinação de minha cabeça para perto de seu braço. Com isso, se possuísse alcance, que eu esperava criar com o chute para trás e força do tórax para frente, e ainda não o acertasse, tentaria mordê-lo o mais forte que eu pudesse, procurando fazê-lo me soltar. Se isso acontecesse, mas ele, em dor, tentasse me golpear com suas mãos, somente poderia tentar bloquear e aparar o movimento a ponto de segui-lo conforme ocorresse, já que sua força era maior que a minha. Nesse caso, ele atacando neste golpe, já que não seria algo tão efetivo quanto um chute nas bolas para aturdi-lo temporariamente, usaria de bloqueios curtos, como parar seus socos laterais ou verticais com o apoio da palma de minha mão em seus pulsos, seguindo o movimento e o fechando comigo fora do alcance. Entretanto, se não desse certo, somente tentaria fechar minha guarda e evitar o maior dano possível, recuando para trás com impacto em direção mais próxima da minha arma quanto pudesse.
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     Porém, se não houvesse jeito de sair daquela situação, com o homem me segurando de todas as maneiras, e com todas as minhas tentativas falhas, poderia somente esperar alguém para me ajudar, e colaborar com os indivíduos. Assim que o irmão com a adaga parasse e me perguntasse o que era a pedra, tentando me intimidar, diria - Olha, eu juro que não sei que pedra é esta. Quando vi estava no meu bolso, você sabe, não sou muito atento a pequenos detalhes… - e assim falaria a verdade, até que pausaria e diria com sarcasmo. - Vivo esquecendo de meter a porrada em ladrões como vocês! - e assim os insultaria, fazia parte de mim e não poderia evitar, já estava puta com o fato de tudo aquele ter acontecido e aquele moleque que esbarrou em mim a pouco tempo ser o possível causador daquele problema. - O filha da mãe ainda saiu sorrindo! - pensaria indignada. - É, Irelia, parece que você se fodeu dessa vez… - ao mesmo tempo veria a situação que me metia.
     Caso estivesse nessa situação, presa ao homem grande e sem poder sair durante um tempo, ou se estivesse muito machucada de um possível combate, mesmo que liberta, observaria o novo evento que aconteceria. - Parece que o "dono" da joia resolveu aparecer. Pena que não sou de acreditar em tudo que dizem por aí. - mas devido ao fato de não estar nas melhores das vidas, continuaria a pensar - Sua ajuda não seria lá má ideia, acho que não tenho escolhas a não ser me aliar a esse cara por enquanto. - e com isso, assim que ele terminasse de falar que a pedra pertencia ao mesmo e que seria um presente a sua “esposa”, falaria logo em seguida. Se estivesse ainda agarrada, falaria - O-olha... - tentaria respirar e ganhar o máximo de oxigênio possível antes de prosseguir - N-não tô lá na melhor das situações. E-eu.. te devolvo a pedra se me ajudar a sair daqui. Apesar de nem saber o que ela era.. - e assim esperaria alguma ajuda do indivíduo, nem que ele conversasse com os irmãos Beagle ou lutasse com eles. Em qualquer um dos casos, esperaria para saber ao certo quais eram seus planos. Porém, caso eu estivesse solta, mas machucada, falaria - Não estou nos melhores momentos… - apoiaria minhas mãos nos machucados tentando fazer pressão se estivessem sangrando - Eu te ajudo a pegar e sair com a pedra, mas precisarei de algo em troca. - e assim esperaria sua condição ou recompensa, caso contrário, deixaria os problemas com ele e falaria - Pois bem, não me parece que vou ganhar mais nada com isso daqui. Vocês ladrões podem ficar com isto se quiserem. - e diria, se não tivesse recuperado minha arma - Somente me deixem ficar com minha espada, e eu saio daqui sem dizer mais nada. - caso recusassem, olharia para o homem dono da pedra e diria - Bem, parece que o destino nos trouxe inimigos em comum. Que tal a gente se unir contra esses caras, por enquanto?
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     Contudo, caso estivesse lidando bem com a situação, tivesse escapado e recuperado minha katana, sem ferimentos graves e com a conjuntura normal, agiria de outra forma. Quando ele chegasse, e eu estivesse em confronto com os salafrários, com a pausa de sua entrada diria - Não tenho porque confiar em você. Se quiser a pedra pode pegar, mas vai ter que me mostrar a sua esposa e passar por cima deles comigo, ou sem mim. - e assim esperaria algo convidativo do homem, mas se não ocorresse de qualquer forma, prosseguiria - Eu não sei como ela veio parar comigo, mas as escolhas são de cada um, mas não sou seu inimigo. - e aguardaria para ver sua resposta. Lutar contra 4 inimigos ao mesmo tempo é impossível, pelo menos pra mim agora, e por isso não consideraria prestar a atenção nele.
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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptyQui 28 Mar 2019, 13:43

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O Dragão de Jade

Numa alvorada repleta de acasos e inconveniências, a chegada breve do aparente verdadeiro portador da joia teria sido o apogeu, tornando tudo uma grande tensão em cenário de incerteza. Enquanto por um lado o mirrado senhor, o buço cheio de pelos grisalhos, barba bifurcada que ia até a altura da clavícula, o olhar austero estava posto sobre o artefato brilhante nas mãos do larápio, sutis manchas roxas decoravam as pálpebras inferiores, Nakada - o senhor, teria acordado bem cedo naquele dia, por volta das quatro ou cinco da manhã, quando nem mesmo o brilho apolíneo emergia do mar no horizonte; era a bruma sua companheira, o cheiro úmido já inundando suas narinas junto com o do copo de café que tomava durante o caminho. Vestido de lã grossa e um sobretudo de veludo, brilhante e azulado feito uma pantera, deixou cair a fragata ao pé da porta da joalheria, naquele dia iria se declarar para sua senhora, uma que conheceu na praça nas visitas diárias e andanças da primavera, primeiro eram apenas conhecidos, de longe e vista se acenavam cumprimentando de forma sucinta, mas na mudança de estações já se falavam por quase toda caminhada noturna, não demorando muito para que depois ficassem enamorados e dividissem o mesmo apartamento.

Mão da Noiva era o nome escrito no carpete, na fachada pendia acima do palanque de madeira um letreiro desenhado na pedra sabão escura, a caligrafia dourada seguia os modelos barrocos curvados. Havia encomendado uma joia turmalina ciano, ao que se aproximava do puro branco, mas seu brilho mesmo sob a luz do sol ainda era como olhar para as águas cristalinas da costa e poder conseguir enxergar de lá a areia no fundo; tinha a intenção de moldar um colar com aquela, feito à mão. Ainda naquele suspiro matutino pretendia passar na floricultura, tomar um terno no alfaiate e, no beijo célebre das dez, encontrar com sua amada nas docas.

Longe de se considerar um ser pensante, o grandão era, de longe, o mais eficiente dos irmãos até agora, gatunos em começo de carreira não deveriam conseguir roubar mais do que distraídos e crianças. Posta de costas sobre o agressor, as tentativas de chute não se demonstraram tão úteis assim, quem sabe tivesse tentando acertar o joelho ou a canela daquele com as costas do pé, o impacto não era suficiente para fazê-lo pender ou gemer de dor, mas pelo contrário, a força resultante de seu aperto só aumentava, até um ponto onde a garota podia sentir seus órgãos sendo esmagados uns contra os outros, não era uma dor latejante, mas passava longe de ser uma sensação prazerosa.

Aquele armado com a pequena faca cedeu a joia para o irmão, postou-se numa vergonhosa pose de combate que deveria ter aprendido nas ruas quando ainda noviço - Mais um querendo bancar o herói, olha aqui cara, tá vendo aquela moça ali? - Acenou com a cabeça em direção ao Dragão de Jade - Já lidamos com ela, tem espaço pra mais um, nos estamos em três! - Indagou aquele querendo se passar por intimidador, mas sua voz trêmula e a maneira com a qual empunhava a arma já enuncia nunca ter tido sequer a coragem de elaborar um roubo como aquele ou ter matado uma pessoa. Por outro lado, aquele senhor de postura curva deixou de lado o sorriso carismático e o olhar esperançoso para torná-lo ao franzino, alisou a barba com o palmo direito e com o esquerdo puxou o cinto de couro que prendia a calça - O que está fazendo? - Perguntou o armado, assustado e seus enormes olhos fitando Nakada amarrar o cinto no antebraço - Acaba com ele irmão! - Disse aquele com a joia, escondendo-a segundos depois dentro da camisa suja de linho, uma vez poderia ter sido branca, mas hoje em dia estava escura e mofada, além de dura, como se a sujeira acumulada formasse uma crosta que estava sem ser lavada há mais de dois meses.

O armado avançou com uma estocada, a lâmina foi na horizontal, Nakada colocou o antebraço coberto pelo cinto aparando o golpe, a parte lateral da arma cortou superficialmente o material, mas a força do senhor foi tamanha que conseguiu empurrar o gatuno para o lado, caído desequilibrado sobre o próprio peso, este foi a pique após receber uma joelhada no peito seguida de uma cotovelada no esplênio da cabeça. O grande largou a garota no chão, jogando-a pouco perto de sua Katana, distraiu-se com o golpe súbito no irmão e de prontidão foi para lá para ajudá-lo, aquele carregando a joia não tinha nada além dos punhos frágeis e o conhecimento ralo sobre brigas para poder se defender, distraído com a queda daquele visto como irmão líder, o maior foi ajudar acabando por se esquecer de que havia libertado uma oponente em potencial, colocando a luta em uma justa de dois contra dois.


Legenda:
 

Dicas e OFF:
 



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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptyDom 31 Mar 2019, 22:45




Irelia Tatsu
Dragão de Jade




     Não parecia que eu iria conseguir resolver aquela situação tão rápido quanto meu espírito gostaria. Acho engraçado ver a forma que traçamos nossos destinos e nossos próprias mazelas, em um momento estava iniciando uma jornada calma e promissora, no outro aqui me encontro, sendo confrontada por ladrões e esmagada por um retardado. Sua estupidez era visível, mas mesmo assim não deixava de me causar problemas, apertando mais e mais do meu corpo. minha fútil tentativa de chutar seus testículos tinha sido em vão, aparentemente minha posição na imobilização não parecia favorecer esse tipo de movimento. - Mas que merda! I-isso está começando a doer de verdade.. - pensaria ao passo que estava sendo comprimida mais e mais.
     Finalmente, o ladrão gatuno respondia ao senhor, que para mim parecia ser indefeso e somente mais um idoso gentil, de forma convencida e debochante. Apontando em minha direção, o ladrão tentava me usar de intimidação com aquele homem, boa jogada, se ele não tivesse dito que já tinham terminado comigo. - E-espera só eu sair daqui. - retrucaria, era claro que ele não sujava as mãos com o lado ruim de se roubar alguém. Isso me lembrou de minha terra “natal”, com meu mestre do monastério da vila de Shimotsuki. A primeira vez que matei alguém foi lá, dois marinheiros que tentaram e conseguiram tirar o que eu mais tinha de valor na minha vida. Apesar de não ter sido incriminada, acho que não poderia escapar desse destino por muito tempo, não se eu quisesse ser um pirata.
     Por um momento achei que estaria perdida em uma situação sem saídas, com as portas das soluções fechadas aos meus olhos e ações, até que algum confronto realmente acontecer. Observando o desenrolar do ladrão com o senhor, o vi retirando o cinto da cintura e o amarrando no antebraço de uma de suas mãos. - O que ele quer com isso? - teria pensado no momento. Não demorou muito até o medroso ter que agir contra o velhote, e assim o fez, realizando uma estocada um tanto precipitada. Antes que meus olhos pudessem piscar, o homem foi capaz de repelir o golpe do ladrão, empurrando-o para o lado e, em seguida, retalia-lo com uma joelhada no peito acompanhada por uma cotovelada na cabeça. - M-mas o que? Como? - pensaria no instante, acho que estava subestimando muito aquele senhor.
     Com uma respirada funda, depois de muito esforço tentando manter o máximo de ar dentro dos meus pulmões, o grandalhão que me segurava havia se antecipado um pouco, me libertando de sua prisão abraçadeira para ajudar seu irmão em apuros. Caindo no chão duro, perto de minha arma, minha alma fragmentada, respirava inalando uma grande quantidade de oxigênio, aliviada - U-ugh! - enquanto tossia um pouco, ainda bem que não havia passado mais tempo naquela situação. - Preciso recuperar minha espada e aproveitar a oportunidade que o destino me traz. - essa era minha prioridade. Com isso, tentaria segurar na minha katana, que estava a pouco perto de onde tinha sido liberta. No momento que caísse no chão, usaria de minha aceleração para disparar o mais rápido que pudesse na direção dela, tentando ganhar uma vantagem na distração daqueles tolos.

Caso 1

     Caso conseguisse agarrar minha arma, estando de frente com o outro ladrão, que possuía a joia que tanto brilhava quando exposta a luz do sol, se difundindo em várias cores do arco-íris, posicionaria minhas duas mãos na bainha e apontaria para frente, preparada para mais um combate. Assim, aproveitaria o momento e a situação para dizer ao homem - Acho que não tem jeito, velhote, somos aliados nessa luta! Quando isso tudo acabar, não aceito menos do que uma cerveja antes de você se declarar! - mesmo que não o conhecesse, sentia a empolgação do momento, ele estando mentindo ou não, parecia ser uma pessoa boa de briga, e uma aventura como essa era algo que eu procurava desde que saí de Shimotsuki, minha vila de criação. - Sabe, um dia você vai poder lembrar dessa luta! Porque um dia, eu vou ser a melhor espadachim do mundo! - gritaria, partindo para a adrenalina do confronto.

Caso 1.1

     Supondo que boa parte das tentativas anteriores aconteceram, no mínimo de eu estar com minha katana, prosseguiria com um aviso antes de atacar o ladrão com a joia. - Vamos lá, amigo, você não é tão burro assim. Me passa a joia ou sofra com ela. - Esperando uma resposta positiva e esperando uma resposta.
     Se ele concordasse, soltaria a mão esquerda da arma e a posicionaria pra frente, enquanto manteria a direita pronta para um ataque de perfuração. - Vamos, dê a joia. - e assim esperaria recuperá-la, estando atento a qualquer tipo de traição ou ataque surpreso, mantendo minha atenção somente em seus movimentos, já que o velhote precisava dar conta do bobalhão forte sozinho. Caso algo do tipo acontecesse, com algum ataque armado corpo a corpo, guardaria minha defesa e reposicionar minha mão em minha arma, colocando minha katana na frente do ataque.
     Entretanto se ele se recusasse a entregá-la, não me restaria escolhas se não entrar em combate. Por isso, se em algum momento ele esboçasse movimentos suspeitos de que dispararia em uma fuga ou golpe, antes ou depois de toda a interação, usaria de minha velocidade para realizar uma estocada horizontal na região dos seus ombros, esperando imobilizá-lo e perfurá-lo antes que conseguisse correr. Era arriscado, porque poderiam ser insuficientes minha distância do alvo ou que ele fosse mais rápido que eu, mas era a medida mais precisa que eu poderia pensar naquele momento. Caso desse certo,  me prepararia para golpeá-lo mais uma vez, na região que ele tivesse usado para me atacar ou nas suas pernas, para evitar que ele pudesse continuar o combate. Assim, puxaria minha arma de dentro do corpo do ladrão e perfuraria novamente o local preferido, evitando fazer um golpe lateral ou com movimentos cortantes, para que eu pudesse aproveitar mais do contato direto e da velocidade. Caso seu golpe fosse mais veloz, ou seja, minha tentativa de golpeá-lo desse errado, precisaria de uma estratégia para defesa. Se, durante meu ataque, ele conseguisse esquivar e se posicionar próximo a mim para realizar uma estocada ou golpe lateral, tentaria usar de meu impulso para direcioná-lo ao ataque e cancelar minha ação o mais rápido possível. Novamente, era algo arriscado e que poderia ter menos precisão, mas seria melhor do que recebê-lo totalmente. Caso fosse uma rasteira, não haveria muito o que eu pudesse fazer para evitar a minha queda, já que estaria posicionando meu corpo para frente, portanto, o máximo que eu poderia fazer para evitá-la era recuar meu corpo assim que fosse efetuado o golpe, tentando impedir que ele acertasse minhas duas pernas ao mesmo tempo, para que pudesse ter reação e equilibrar meu corpo com pelo menos uma delas.

Caso 2

     Contudo, na hipótese de estar desarmada, não conseguindo alcançar minha arma a tempo, fosse por algum motivo inoportuno ou por ela ser pega, chutada, levada ou segurada antes de mim pelo irmão com a joia, teria que me aproximar por uma perspectiva diferente. - Olha velhote, não consigo lutar sem minha espada. - e assim brincaria - Por acaso você não tem uma sobrando, tem? - soltaria uma risada de pura descontração daquele momento. - É, Irelia, a sorte nunca está contigo, não é mesmo? - e assim, se ele estivesse com minha arma, buscaria manter distância do ladrão com a pedra, e ir calmamente me aproximando de onde estava o senhor. Caso ele tentasse me atacar, somente poderia usar de minha distância inicial e rapidez para correr na direção oposta e mantê-lo longe. Porém, se ele estivesse sem minha katana, apenas com seus próprios punhos, seria o momento perfeito para eu tentar buscar minha arma em um desafio do tipo “quem alcança primeiro!”. Com isso, aproveitaria a pausa da situação, no clímax, para disparar na direção da minha katana e executar meu plano com ela.


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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptyDom 14 Abr 2019, 14:44


~ NARRAÇÃO ~ IRELIA TATSU


Com um dos ladrões derrubado devido a surpreendente investida do velho vendedor, restavam ainda lidar com os dois comparsas restantes. Mas havia um leve problema na continuação das ações da jovem e bela Irelia, pois sua espada havia caído alguns metros de onde estava e precisava de tal arma para enfrentar os oponentes que lhe encaravam. Disparou em velocidade na direção de sua arma de corte, enquanto que ao mesmo tempo um dos ladrões também correu para impedi-la.

Alcançou com exito sua arma, empunhando assim aquela espada em mãos enquanto falava algumas palavras para o velhote vendedor e os ladrões que recuaram ao ver que não estavam mais na vantagem. -Dê a joia uma ova! A-ainda continuam sendo um velho e uma mulher contra nos dois!- Disse um dos ladrões, o que havia corrido para tentar impedir Irelia de pegar sua espada e se encontra mais próximo dela.

Ele vinha apontando para Tatsu com seu dedo; depois avançou em sua direção para golpeá-la. Em resposta, a espadachim desferiu um golpe horizontal contra o corpo do ladrão o cortando no ombro. O sangue esguichado do ferimento saltou até o rosto da mulher espadachim, que prosseguiu desferindo novos ataques contra seu oponente; até que ele caiu no solo do local de boca aberta morto. A alguns metros do acontecimento, o velho vendedor sorria ao ver aquela cena de vitoria vinda da garota.

-Sim, sem duvidas pagarei uma boa bebida para você- Disse o vendedor que esquivava em seguida do ataque desferido pelo ultimo ladrão, depois o retribuiu com alguns golpes na face até o ladrão ficar de corpo bambeando. Tocou com um dedo em seu corpo e ele caiu ao chão assim como os demais.

Tudo parecia resolvido a respeito dos criminosos, mas... o som de vários passos podia ser escutado em uma das muitas ruas de Shells Town. Os passos estavam cada vez mais próximos até uma voz alta ser escutada. -Vamos, soldados! foi por aqui que alertaram sobre uma briga violenta entre bandidos!- Disse em comando de ordem a voz, que por mencionar soldados não podia ser ninguém menos que os marinheiros.



Historico do Pyke:
 

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"A injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo o lugar."

- Martin Luther King
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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptySex 19 Abr 2019, 16:49




Irelia Tatsu
Dragão de Jade




     Uma batida, e outra, e mais uma, sem esperar nem um segundo para que eu pudesse respirar e me acalmar. Era meu coração, meu quente e forte coração, que se debatia constantemente durante a minha primeira batalha desde que tinha saído de minha cidade natal. Estava calma, e serena, pelo menos psicologicamente, mas meu corpo não deixava de demonstrar os sinais da adrenalina. Estava em pé, encarando meu adversário, enquanto esperava que ele me entregasse a tão pequena, mas grande causadora desse problema inteiro, joia. Com uma investida, ele se recusava a colaborar comigo, subestimando a mim e ao velho, por sermos quem somos. - Aqui se faz, aqui se paga.. - pela sua ingenuidade, ou até mesmo idiotice, somente pude me defender de seus ataques e puni-lo pelo mesmo.
     Caindo no chão, com os cortes de minha espada espalhados por algumas partes de seu corpo, somente pude ver seu último suspiro, aquele em que nos lembramos de nossa história e passado, fazendo-o navegar para a morte. - Que seu espírito descanse em paz. - pensaria espontaneamente, enquanto vasculharia seu corpo e bolsos atrás do objeto brilhante. Eu não era uma pessoa mística, mas nunca deixei de ter conhecimento sobre devido aos meus ensinamentos no monastério de minha antiga vila. Fazia um tempo desde que eu não tinha matado alguém, na verdade, muito tempo. Se o que eu me lembro, essa seria a primeira e fidedigna pessoa que eu realmente matei desde que tive meu incidente com meu antigo mestre espadachim, Shiryuu. Sentir o sangue quente escorrendo por um dos lados do meu rosto, enquanto sentia-o cair para o chão e um pouco para meu pescoço, me lembrava dele, como eu tinha saudades daquele velhote. - Não sei se estou fazendo o certo, mestre, mas aqui vou escrevendo minha história. Espero que de onde quer que você esteja, possa ver as conquistas que vou, com todas as minhas forças, tentar realizar! - e assim percebia o outro velhote, acabando com o último dos ladrões. Era o mesmo cara que tinha me segurado e estava me causando os maiores dos problemas.
     - Você é forte. - teria dito enquanto ele empurrava o corpo do grandão ao chão. - Esse que você detonou era o mais forte dos três. - complementaria. Ao que podia sentir, ele devia ser mais do que um antigo vendedor de jóias, como que seria assim fácil para ele derrotar dois dos ladrões sozinho e ainda estar com o fôlego nessa idade? De uma coisa eu tinha certeza, ele não era alguém pra eu arranjar confusão. De repente, passei a ouvir inúmeros passos aumentando o volume, oriundos de alguma das ruas que desembocava onde estávamos eu e o velho. Não me parecia ser uma coisa boa, e realmente não era, porque não demorou muito para ouvir outra voz, que mencionava a palavra “soldados” e “briga violenta entre bandidos”. - Se já não me bastasse… Agora que me livrei dos ladrões, ainda vou ter que me virar com a marinha. - Pelo o que eu já conhecia dos marinheiros, tinha certeza que já estávamos sendo considerados meros ladrões e badernistas, o que significava, no mínimo, ir para o quartel general.
     - Então...senhor...? - indagaria o homem a me dizer seu nome, mas caso ele não respondesse, continuaria - Eu não sei você, mas não sou muito fã da marinha, nem imagino que ela será nossa quando nos vir aqui com esses ladrões mortos ou desmaiados. - limparia minha espada em qualquer pedaço de pano de minha roupa, preferencialmente na minha camisa, e a embainharia na cintura, prosseguindo - Acho melhor sairmos logo daqui, porque daqui a pouco estaremos cercados. Que tal você me pagar essa tão famosa bebida, então? - e assim estaria pronta para segui-lo aonde quer que fosse, pelo menos até que a gente já estivesse a uma distância segura da confusão. Entretanto, caso ele não quisesse sair dali, esse seria o ponto que teria de dizer adeus ao velhote, falaria - Bem, será aqui então o momento que nossos caminhos se divergem. Obrigado pela ajuda… - entregaria-o a joia e esperaria dar alguns passos, enquanto correria a alguma rua oposta à que vinha o som dos marinheiros, para dizer - Seu velhote!! - com uma careta puxando a parte de baixo de um dos meus olhos com a ponta de um de meus dedos indicadores.


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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptySeg 22 Abr 2019, 13:53


~ NARRAÇÃO ~ IRELIA TATSU




O embate de Irelia juntamente com o vendedor que lutaram contra os ladrões havia tido seu desfecho, com os ladrões levando a pior e sendo completamente derrotados. Agora o problema estava prestes a ser outro, pois os marinheiros vinham se aproximando aos gritos cada vez mais da jovem espadachim que não podia mais ficar ali parada.

Ela até poderia ter pensado em alguma desculpa para dar aos marinheiros, mas sua sugestão foi realmente para fugirem do local; o velho senhor estava de acordo e assim que pegou aquela joia que causou toda confusão, colocou seus pés para se moverem, porém, não pretendia seguir pelo mesmo rumo que Tatsu estava indo.

-Foi bom conhece-la, jovenzinha. Me chamo Charles, e infelizmente ainda preciso retornar para minha amada o quanto antes, então nossa bebida ficará para outro dia. Tome cuidado com os marinheiros!- Disse o vendedor ao sair do local com pressa em uma direção oposta, ele ainda acenou como ultimo gesto de adeus para a espadachim antes de sumir ao adentrar uma rua.

Em outro beco estava Irelia Tatsu correndo para salvar sua pele dos soldados da marinha que vinham logo atrás dela. Pelo som de seus calçados, ela podia constatar que o numero deles havia reduzido por não serem mais tão barulhentos quanto antes, será que o vendedor Charles está bem? Seja como for, agora ela tem uma grande decisão para tomar uma vez que chegou em um tipo de encruzilhada com três caminhos.

O primeiro caminho da esquerda leva diretamente para uma loja de tecidos com as suas portas escancaradas, de onde mulheres entram e saem, tudo parece muito luxoso lá. No centro mais casas, com detalhe para uma garotinha de cabelos ruivos limpando um tapete na janela de uma das casas.

No ultimo caminho, o da direita, este leva diretamente para o mar, onde gaivotas e alguns pescadores se preparam ao longe para irem pescar, um deles já em seu barco saindo e outros dois ainda fazendo as devidas preparações em terra firme. Escolham de sobra para Tatsu despistar os marinheiros, mas talvez nem todas tenham um desfecho tão agradável para uma fugitiva como ela.    



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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptyTer 23 Abr 2019, 23:14




Irelia Tatsu
Dragão de Jade




     Que as suas ações sejam as responsáveis por pesarem em seus destinos. Ao que tudo me parecia, os ladrões estavam finalmente derrotados, estirados em cada canto da rua em que nos confrontamos. Partindo em disparada com meu “amigo”, um velhote vendedor de joias, tínhamos acabado de entrar em mais um problema. Não parecia que as coisas iriam ficar mais fáceis pra mim, agora tinha mais um empecilho para resolver, sendo ainda mais irritante por serem os marinheiros. - Acho que terei que lidar com eles pelo resto da vida! - soltaria uma risada irônica - Maldito governo mundial e seus lacaios! - e assim percorria as ruas de Shells Town, tentando me manter distante deles.
     Enquanto corríamos, o velho, para minha infelicidade, tinha sua própria história pra contar, a sua amada ainda esperava por ele, e ele por ela. Se despedindo de mim, mesmo que de forma corrida e sem uma boa cerveja, ele se preparava para pegar outra rua, enquanto me dizia um pequeno adeus. - Que você seja feliz com ela, camarada! Um dia espero poder te encontrar no seu casamento! - esperaria uma pausa dramática, e prosseguiria - Seu velhote gorducho! - e faria uma careta, mostrando minha língua pra ele, enquanto estaríamos a percorrer a difusão de nossas estradas.
     Depois de ver seu relance desaparecer, não parei nem um segundo, correndo das preocupações, esses malditos soldados, tentando me afastar da provável culpa pelo assassinato do ladrão e a confusão causada. Continuando a percorrer as ruas, sentia que seus passos iam aos poucos diminuindo de intensidade, provavelmente estavam se separando para cobrir uma área maior, ou até mesmo desistindo. Ainda assim, pensaria comigo mesma - Eu mal pude dar conta daqueles ladrões de rua, acho que se enfrentar mais de um soldado de uma vez não será uma boa ideia. - e assim permaneci correndo. Entretanto, ao passo de minha fuga, me deparei com uma decisão importante a se fazer, estava no meio de uma tripartição do meu caminho.
     - Direita?... Esquerda?... Meio?... - Não consegui prestar muita atenção aos detalhes do caminho, naquele momento eu só queria sair de onde estava, ir para um lugar quieto para que pudesse acalmar a situação. Pelo que consegui perceber, em pouco tempo, a esquerda estaria em uma loja chique, daquelas que provavelmente tem seguranças fortes esperando para pegar uma assassina como eu, sentiria que seria melhor não seguir por este caminho, me sobrando somente mais dois. No centro podia ver uma, menininha? Menininho? Eu não sabia distinguir, afinal não estava muito interessada em saber sobre esses tipos de coisas, momentaneamente, banais. Entretanto, me parecia ser uma criança, que provavelmente não iria se sentir confortável com uma mulher mais velha e com roupas cobertas de sangue, acho que também não é uma boa ideia… - Eu vou é para o mar. - Sobrou-me, portanto, somente um caminho a seguir, que não me parecia tão ruim… ou será que seria? Ao longe pareciam que haviam alguns pescadores se preparando para zarpar e pegar alguns peixes. - Perfeito! Mal eles sabiam que estariam fisgando um tubarão como eu! AHAHAAHAHH! - e assim prosseguiria na direção deles, ansiosa para ter uma boa fuga e resolver logo esse problema.
     Agora com meu caminho decidido, somente me faltava algum motivo para convencê-los a me darem um certo disfarce. A medida que fosse chegando próximo a eles, passaria a acenar com uma de minhas mãos, como se os tivesse pedindo para esperarem, e como se me conhecessem. - Olá!!! - gritaria - Me chamo Irelia, muito prazer!! - e passaria a pretender que estava interessada em facilitar a jornada deles. Tentaria me aproximar de um dos dois que estivessem na terra, ainda preparando algumas iscas ou coisa do tipo, e falaria - Ainda bem que vocês estão por aqui, não vão acreditar na má sorte que tive ultimamente. - recuperando meu fôlego, tentaria manter a postura e apoiaria uma de minhas mãos no ombro de um dos homens, e a outra na minha cintura, perto do cabo de minha espada, enquanto esticaria minhas costas em puro alívio de estresse e tensão. - Por favor, meu pai era pescador, mas faz tempo desde que ele faleceu. - mentiria - Será que posso relembrar um pouco de como é se preparar e sair para pescar em um dia belo como esse com vocês? - e assim esperaria que meu disfarce desse certo, ao menos com tempo suficiente para que os soldados seguissem o caminho sem me notar.
     De primeiro momento, somente tentaria ajudá-los a arrumar os últimos preparativos, não tinha intenção de seguir com eles pela viagem, e para isso tentaria arrumar as coisas com calma e sem pressa, como se realmente fosse um deles, e, se tivesse a oportunidade, depois sairia de lá e seguiria outro caminho. Mas, se as coisas ficassem ainda piores, com os soldados na minha cola, sem ter forma de escapar, prosseguiria com o segundo plano de fingir estar com eles para pescar. Porém, caso não me aceitassem, fosse pelo sangue, ou por pura má vontade, diria - Ao menos deixe-me auxiliá-los com a carga, sei que não é muito, mas acho me deixaria mais próxima do que era estar com meu pai… - e tentaria fazer uma expressão de tristeza, olhando para baixo, enquanto esfregaria um dos meus olhos com a mão, como uma última tentativa de convencê-los de alguma coisa. Contudo, mesmo se isso não fosse o suficiente, então prosseguiria para correr em direção a outro caminho na praia, se houvesse um porto seguiria imediatamente para ele, talvez lá eu fosse capaz de me esconder temporariamente.


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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptyQui 25 Abr 2019, 11:22


~ NARRAÇÃO ~ IRELIA TATSU


Em sua escolha para onde fugir dos marinheiros, Irelia optou por ir na direção do mar e assim encontrar com os pescadores que estavam na praia logo a sua frente. Os pescadores por sua vez prosseguiram com seus afazeres, arrumando os preparativos para ir pescar; eles não eram tão diferentes em vestimentas uns dos outros, magros de corpo e com roupas desgastadas mas ainda preservadas.

Também levam em suas cabeças chapéus e em suas cinturas alguns anzol que se resumiam a pequenos pedaços de peixes, algo comumente utilizado para pescar. Escutou Tatsu falar um dos pescadores, este sendo mais baixo que os demais olhou de relance para trás e encarou aquela jovem espadachim, deixou um leve bocejo escapar e começou assim a falar.

-Uh...? Não conheço nenhuma "Irelia". O que faz aqui com toda essa roupa suja? Não me diga que é sa-sangue.- Disse o pescador e deu dois passos para trás enquanto apontava para Tatsu. -Tô achando que quem pegou má sorte sou eu... Não me machuque por favor!- Disse apavorado o pescador, que ao ver Irelia chegar próximo e tocar em seu ombro sentiu como se aquilo fosse algum tipo de ameaça.

Uma pessoa ensanguentada tocando os ombros de um homem de meia idade que somente sabe pescar, isso tudo parecia uma terrível cena para desastre. Sem pensar duas vezes o pescador correu para seu bote e começou a empurra-lo como se não houvesse amanhã em direção do grande mar logo a frente.

-De-deve ser um pirata! Socorro!- Disse como ultimas palavras deixando aquela mulher para trás. Os outros dois homens próximo da praia ao escutar aquele alerta foram na mesma opção do primeiro pescador e afastaram-se da praia o quanto antes; deixaram assim Tatsu com suas expressões de tristeza. O branco e azul do uniforme de dois marinheiros vinha surgindo do mesmo caminho que Tatsu fez até aquela praia.

-Rápido, alguém gritou pirata por aqui!- Disse um dos marinheiros em tom alto, sendo ao todo dois armados com pistola que estavam a uns vinte metros de onde Irelia se encontrava. Na praia, ainda talvez fosse possível roubar um daqueles barcos uma vez que os pescadores ainda estavam nas primeiras remadas.

Já na parte com areia, além de pedras e conchas não existia nada muito útil para uso e, ao longe na parte norte um barco de porte médio podia ser visto, tinha uma bandeira com desenho de frutas estampado, talvez pertença a comerciantes... É bastante difícil persuadir pessoas comuns quando sua roupa e sua arma indicam claramente que pode ser uma pessoa perigosa, e nessa era dos piratas a primeira opção que as pessoas aceitam é que é um pirata...    



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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptyQua 01 Maio 2019, 22:47




Irelia Tatsu
Dragão de Jade




     Eu jamais pensaria que pararia na situação que me encontrava. Acredito que nem nos meus maiores sonhos eu poderia pensar que um dia estaria fugindo da marinha depois de uma joia ter parado nos meus bolsos, justamente por ter causado confusão com alguns ladrões que se interessaram por ela. Isso era bom. Era exatamente o que estava esperando de uma aventura, de minha nova história. Depois de conhecer Charles, aprendi uma valiosa missão, não se deve julgar as pessoas pela capa, e sim pelos seus feitos. Entretanto, acho que levei isso a sério demais, porque, ao tentar convencer um dos pescadores que eu queria ir com eles para o mar, ignorei, quase que por completo, minhas vestimentas.
     Naturalmente, as pessoas tendem a te chamar de pirata por qualquer crime que ocorra dentro de alguma ilha. Afinal, pelo o que soube durante minha jornada até aqui, essa seria a nova era deles. Aquela que traria, a algum sortudo, o One Piece. - Quem dera poder conhecer esta futura lenda! - essa sensação de adrenalina, que ocorre sobre aqueles que estão em apuros, me motivava a seguir em frente. Desesperado, o pescador, um tanto velho, se afastou e me chamou de pirata, devido ao meu estado importuno. - Calma, é uma mancha de.. - tentaria explicar, mas já era tarde. Não deram alguns segundos antes dele correr até o barco e começar a remar. - Merda! - e antes que eu pudesse fazer qualquer outra coisa, seus outros parceiros faziam o mesmo, enquanto podia ouvir de longe a marinha retomando o meu rastro.
     - Eu tentando despistá-los não ajudou em nada. Na verdade, acho que só os fez mais motivados a me encontrarem. - E, de fato, era como Shiryu dizia - “Às vezes, o caminho que você traça para evitar algum futuro problema é, justamente, o criador dele.” - suas palavras pareciam ecoar na minha cabeça, como uma lembrança de um tempo querido que passei. Ao longe, pude perceber que havia somente três marinheiros no meu encalço, ou ao menos era o que meu cérebro distraído queria que eu pensasse, o que era bom, significava, pra mim, que eles já estavam começando a se separar, ou até desistir de me encontrar. - Acho que consigo lidar com um ou dois bobões… - mas antes que eu decidisse lutar com eles, percebia minha desvantagem. - Se não fossem aquelas pistolas e a minha distância… Vai ter que ficar pra depois, ou tenho que achar um lugar menos aberto para enfrentá-los. Se um tiro me acertar, já será um problemão.
     Não parecia que teria muito o que fazer naquele lugar, só tinha areia ao meu redor, e nada parecia me ajudar a vencer aqueles marinheiros. Foi quando percebi, um navio ao longe, ao que parecia ser ao norte de minha localização. Olhando de relance a sua bandeira, não prestei muito atenção na figura, o que me fazia sentir nada além de puro desconhecido. Com meus próximos passos decididos, iria correr em direção a embarcação, mas primeiro olharia de cara feia aos pescadores ao longe, em reprovação a não terem me ajudado, apesar de entender o seu medo. Tentaria aproveitar um pouco da minha distância dos marinheiros para que pudesse correr e acelerar em direção a embarcação. Meu objetivo era entrar no navio e me esconder por um tempo, evitando entrar em contato direto com alguém, talvez até me misturar a qualquer que fosse a quantidade de pessoas que estivessem por lá. Para isso, sairia em disparada até o meu destino, caso eles demonstrassem que não iriam atirar, continuaria a correr.
     Entretanto, se eles levantassem suas armas e fossem efetuar algum ataque, imediatamente levantaria minhas mãos e pararia, não tinha pra que arriscar levar um tiro naquele lugar. Tentaria ficar de frente com os marinheiros e diria - Ao que devo a presença dos ilustres marinheiros? - em um momento de confusão, faria uma cara de estranheza e diria - Eu podia jurar que vocês eram três, o que houve com o terceiro? - e, prosseguindo depois de suas respostas, ou até se não houvesse nenhuma, falaria - Enfim... Sabe, eu estava tentando ajudar alguns pobres pescadores a embarcarem em suas jornadas quando, de repente, um pirata atacou. Em um confronto, manchei minhas roupas e o marquei com minha espada. Estava perseguindo o sujeito, parece que ele foi para aquele navio lá pra cima, mas fui interceptada. Ainda bem que foi pelos heróis do mundo! - com um tom irônico, sabia que não concordava com aquilo, mas era necessário em um momento como esses. Tentaria me aproximar lentamente deles, enquanto explicaria a história, eu até poderia, de alguma forma, convencê-los, mas meu propósito com aquilo era somente me ganhar tempo.


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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptySex 03 Maio 2019, 14:02

~ NARRAÇÃO ~ IRELIA TATSU


Continuando em sua fuga, Irelia tentou de sua maneira convencer os pescadores que estavam na praia sem sucesso. E como os marinheiros ainda continuavam em seu encalço, decidiu ir na direção norte tentar assim obter uma sorte melhor do que a com os pescadores assustados. Para sua sorte, os seus perseguidores haviam cansado de correr e ofegantes ficavam com as mãos em suas pernas de cabeças cabisbaixas.

Prosseguindo em seu caminho a espadachim estava cada vez mais próxima da embarcação que anteriormente havia avistado de longe, tendo como primeiro contato vivo um dos encarregados de levar um saco repleto de batatas nos ombros para dentro do barco. Mas não era uma pessoa, e sim um Mink que aparentava ser um equino.Vestido com roupas de marujo, jovem de pele marrom o Mink virou seu rosto inexpressivo ao encarar Irelia.

Talvez fosse sua primeira vez vendo tal criatura, que pouco apareciam em lugares como os oceanos azul, mas ali estava um ser com feições de animal e talvez ele não fosse o único naquele local. -*Neigh* Quem é você? *Neigh*- Disse o equino de forma completamente calma.

Varias caixas e sacos com mercadorias e alimentos estão espalhadas para lá e para cá próximo do barco, com um outro individuo em cima de uma delas, de costas seu rosto não podia ser visto do anglo que Tatsu estava, mas ao menos três coisas ela poderia constar caso tivesse olhado para o ser em cima da caixa...

Que ele tem orelhas longas e felpudas, além de um cigarro na mão e sua vestimenta formal, porém com um certo desgaste. -Toby, sua mula estupida... Não estou escutando o bater de suas ferraduras, então volte logo ao trabalho!- Disse o individuo ao gesticular com seu braço ao qual na mão leva o cigarro.           



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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  - Página 2 EmptyDom 05 Maio 2019, 00:07




Irelia Tatsu
Dragão de Jade




     Por uma virada do destino, a maré parecia estar ao meu favor, novamente. Usando de minha velocidade, consegui me distanciar dos marinheiros, que ficaram para trás, com cansaço e falta de ar. - Finalmente, parece que as coisas serão boas daqui pra frente! - Sentia aquilo como um momento para continuar a minha jornada, sem ainda me autoproclamar pirata. Era algo realmente tentador a se fazer, em minha imaginação, ao dizer “Temam, grupos que dominam os mares deste mundo! Porque eu, hoje, me junto a liberdade de ser um pirata!”, sentia que poderia viver o toque da brisa marítima, passando pelo meu rosto e agraciando a minha escolha.
     Quanto mais corria, mais sentia que estava livre, com meu coração palpitando fortemente, um ar de triunfo se enchia em meu peito. - Parece que eu sou mais rápida do que pensavam, não é, marinha? - e com isso, me aproximava do meu novo destino, uma embarcação, que, anteriormente, usaria para me esconder ou ajudar no combate. Logo após, daria uma risada não muito alta, mas elucidando minha vitória. Ela poderia ter se estendido mais, já que a glória de se conquistar algo, mesmo que uma corrida, fosse gratificante, se não fosse pela criatura bizarra que interrompia meus pensamentos ilusórios, que me confrontava de pé, bem na minha frente.


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     Com uma expressão de confusão, e ao mesmo tempo estranheza, não sabia dizer o que estava próximo a mim. - C-cavalo...? - Eu, certamente, nunca tinha ouvido falar de alguma coisa que se remetesse a humanoides com forma de animais. Meu mestre, certamente, tinha me avisado inúmeras vezes que, neste mundo, nem todos serão iguais a mim, de espírito e corpo, mas não achei que seria tão evidente. Sendo ainda mais esquisito, o animal metade humano metade cavalo, usava um uniforme e … - Ele pode... F-falar?!!! - Com um grunhido, indagava meu nome, enquanto parecia levar um saco de comida para dentro do barco. Me surpreendendo mais uma vez, a criatura, que parecia um marujo, resplandecia nenhuma emoção, se não somente a calmaria de seu olhar equino e nariz de cavalo.
     Antes que fosse responder, outra voz interrompeu o diálogo, alguém vindo de cima das caixas de várias mercadorias. - Acho que estou lidando com comerciantes, que sorte a minha. - De costas a mim, ele chamava por alguém. Toby. - Então esse é o nome desse cavalo, que, pelo o que parece, é uma mula... literalmente. - De forma hierarquicamente superior, ao olhar para o indivíduo, surge, novamente, algo de estranho em seu corpo. A roupa arrumada e o cigarro que fumava eram o de menos, se não fossem pelas suas grandes orelhas, que brotavam de sua cabeça. A cada passo as coisas pareciam estar indo para um rumo mais desconhecido, envolvendo descobertas que eu esperava ansiosamente por descobrir.  
     Depois do relance entre os dois, enquanto o cavalo/mula ainda estivesse me encarando, eu ajeitaria minha postura, tentando não parecer cansada, apesar de estar achando Toby um pouco calmo demais, e prosseguiria - Me chamo Irelia, - e, com uma pausa, reverenciaria a criatura, inclinando um pouco minha cabeça para frente - Irelia Tatsu. Sou ferreira, e vinda da vila de Shimotsuki. Seu nome é Toby, certo? - Sem querer parecer grossa de começo, evitaria perguntar “o que” de fato ele era, assim, com uma resposta positiva ou não, prosseguiria - Belo navio que você trabalha. Por questão de curiosidade, para onde é o destino? - Esperava conseguir alguma informação, algo a mais que pudesse utilizar. Quem sabe não estariam chegando, ou até mesmo saindo para LogueTown, a cidade que era meu próximo destino.


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