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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  EmptyTer 05 Fev 2019, 13:47

Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Irelia Tatsu. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  EmptyTer 05 Fev 2019, 20:53




Irelia Tatsu
Dragão de Jade





 
 
As noites negras e cheias de estrelas eram o que mais me fazia sorrir desde que tinha partido. Com tudo devastado, sem família, amigos, nem mesmo empatia, eu estava a merce da própria sorte, vagando sozinha e não me deixando cair usando somente a força de meus braços e pernas. - O mundo é um lugar sombrio, se você não levantar ele vai te derrubar e não te deixará seguir. - A justiça havia se tornado algo completamente diferente para mim depois da morte de meu "pai" e mestre, Shiryu, a quem devo a vida e a morte. Aqueles que usam a farda e se fazem de bonzinhos somente são os vencedores atuais de uma guerra travada continuamente para obter o poder deste mundo. Com as suas garras e patas, eles envolvem o conceito e o modelam conforme querem, por isso não acredito mais o Governo Mundial e nem na Marinha. Gostaria de estar errada, mas sinto que não tem escapatória, aqueles que são os vencedores sempre moldaram a "Justiça", o "certo" e o "errado".
  - Saia daqui, sua DESGRAÇADA! VOCÊ NÃO É BEM VINDA AQUI!! - ele gritava para mim enquanto desembainhava sua espada. Todos a minha volta pairavam seus olhos em minhas costas, sussurrando as próprias palavras de merda que já ouvia a tanto tempo. Estava em um bar, não entendo como fui parar ali, muitas vezes fico distraída e acabo entrando em lugares desconhecidos. Antes que eu pudesse falar, já havia retirado minha lâmina da bainha e estava de frente com o corpo do homem. Com um flash, ela perfurou e rasgou a carne do adversário. Meus olhos se arregalaram, segurava a mesma espada de muito tempo que tinha deixado em minha terra natal.
  - NÃO É POSSÍVEL, EU DEIXEI TUDO ISSO PARA TRÁS. - Imediatamente, sentia os olhares de todos julgando meu nome e rosto. - Desgraçada, assassina, mau presságio, você só dá azar. - Todos falavam enquanto meu corpo se mantinha paralisado. Respirando fundo, fechei meus olhos e acalmei meu espírito, pensava nos bons dias que tive e em todo o treinamento que passei. Ao abri-los, não se via mais nada, apenas um fundo preto se cobria aos arredores, agora totalmente nua, exposta ao mundo como um rato encurralado. Vendo um brilho ao longe, estava ficando cada vez mais intenso e chegando mais perto até que finalmente...
  - Porra, mais um pesadelo de merda... Parece que essa fama me persegue até nos pesadelos. E que sonho bizarro foi esse? - Acredito que talvez, meu corpo poderia mais uma vez sentir o conforto de acordar mais um dia. Diferente do que todos sempre pensam, dormir era algo que me fazia refletir bastante. Como sabemos que iremos acordar? De qualquer forma, estava viva mais um dia e deveria seguir com meus planos. Eu sou uma sonhadora, não vou deixar meus sonhos correrem pra longe de mim sem que eu os persigas até os confins do mundo. Não era a toa que estava me dirigindo de ilha em ilha atrás de pequenas conquistas. Agora, se não me enganava, estava em Shells Town, mas onde estaria dentro dela?
  Levantaria de onde estivesse, se já não estivesse em pé, fosse uma cadeira, cama, mesa, cela, nunca se sabe onde pode-se levantar depois de uma noite no bar. Não que eu estivesse em um ou que estive, mas desde minha partida já aconteceram coisas mais doidas do que eu poderia ter imaginado quando decidi sair ao mundo. De qualquer forma, tentaria observar meus arredores, talvez pudesse desfrutar de um dia ensolarado, uma noite escura, mas o que eu realmente queria era encontrar alguma loja de armamentos. A última vez que briguei por uma discussão boba me levou a sofrer de alguns inchaços no estômago, não podia mais ficar sem alguma espada.
  Assim, espreguiçaria meu corpo, pensando. - Como é bom, nossa! - Acho que de todo o mal que existia no mundo, não tinha sensação melhor do que acordar e se espreguiçar, pelo menos não quando se tinha pesadelos. Finalmente, tentaria dar meus primeiros passos a procura do estabelecimento e caso não o encontrasse de imediato, tentaria falar com qualquer pessoa que estivesse ao lado, até mesmo os fúteis da marinha, quem sabe não podia ganhar algo com eles, ao invés de perder.
  - Ei, você, sabe onde posso arranjar uma espada por aqui? - perguntaria na maior inocência do mundo, não é como se eu quisesse ser um pirata afinal, não é? Tolos. Caso recebesse uma informação útil, que não fosse "Vai se fuder, não tem olhos não?" ou "Como se eu fosse te dizer", imediatamente sorriria e falaria. - Obrigado, passar bem! - E seguiria para o meu destino. Na hipótese de ser uma resposta negativa, continuaria olhando em volta e perguntando para as pessoas que encontrasse. Tentaria observar um pouco a localidade enquanto estaria a seguir meu caminho, as vezes podemos descobrir coisas interessantes enquanto seguimos nosso rumo. Não que eu realmente fosse descobrir alguma coisa, geralmente deixo as coisas passarem despercebidas, afinal, meu cérebro evolui para gastar energia somente com o que é importante pra mim. Sabe como é, seleção natural meu amigos. Caso chegasse na porta do lugar, entraria suavemente e falaria. - Bom dia/noite/tarde, senhor lojista, tem alguma katana que eu poderia comprar pra cortar algum marinhei.... Digo, para que eu possa usar para me defender desses malditos piratas que vivem aparecendo por ai? - Daria uma risada forçada tentando esconder minhas intenções. Não é toda hora, mas as vezes me esqueço de focar no que estou falando e pensando, novamente a seleção natural mexendo com a minha cabeça, mas nada que eu não pudesse evitar. Caso sua afirmação viesse a ocorrer, ficaria feliz de não ter que procurar mais, talvez já fosse a solução que eu precisava. Pegaria a espada, se ele assim deixasse e perguntaria. - Então, quanto está? - Ao mesmo tempo tentaria observar o metal da espada, usaria de meus conhecimentos para avaliar a qualidade, talvez ele estivesse tentando me passar a perna, coitado. Se ela estivesse de acordo, sem pontos de fratura do metal ou fragilidade, ou pelo menos no preço em conta pelo trabalho, não exitaria de levá-la comigo. - Pois bem, por favor tome o dinheiro, eu vou levá-la comigo. Tenha um bom dia! - E mais um objetivo estaria completo na minha lista de a fazeres antes de chutar a bunda dos marinheiros. Entretanto, se sua reação fosse negativa, seja por qualquer que fosse o motivo ou se eu mesmo não tivesse o dinheiro suficiente para pagar, aceitaria, dizendo - Ah, que pena, parece que vou ter que procurar em outro lugar... - e seguiria para fora do estabelecimento, com mais um objetivo frustrado. De uma forma ou de outra, talvez a essa altura do dia já estivesse com fome, e caso o fosse sairia para o bar mais próximo afogar minhas mágoas em um sanduíche daqueles.
  Entretanto, se não estivesse em cidade alguma, como no meio do nada por exemplo, tentaria observar aos arredores e ao céu, em busca de algum sinal da civilização. Podia ser uma fumaça, um barulho, algo que pudesse seguir na direção, até mesmo um riacho poderia levar a costa, que tem mais chances de se encontrar alguém. E assim faria, atrás de outros para que pudesse fazer o mesmo que teria feito antes. Ao mesmo tempo, se estivesse dentro de um cômodo, faria questão de achar alguma saída do lugar, uma porta, ou até janela, tudo poderia ser útil se fosse me tirar de lá. Novamente, se conseguisse sair, faria da mesma forma que antes, devemos usar da sociedade a nosso favor, não é mesmo?
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Última edição por MoonFlower em Qui 14 Fev 2019, 01:27, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  EmptyTer 12 Fev 2019, 17:25




Narração

Shells Town


Aquele amanhecer era mais belo que os demais na pequena ilha do East Blue. Antes mesmo que pudesse acordar e ver aquela bela visão do sol surgindo no horizonte do mar azul, o Dragão de Jade despertava ali, na viela mais próxima ao mar. Os olhares que passavam por ali eram esguios. Qualquer um que a garota tentava conversar após despertar a ignoravam com veemência. A sua frente estava o mar, infinito e azul. A direita a garota avistaria algumas pessoas amontoadas, envolta de alguma coisa que havia acontecido. A esquerda, algumas placas, talvez indicativas, eram avistadas, porém suas leituras eram impossíveis dali. A frente, um navio aportava. Nenhuma bandeira comum era avistada, assim como nenhum símbolo da marinha, na verdade o que havia nas velas era uma espécie de caveira, assim como a bandeira negra no topo do mastro principal.

No amontoado de pessoas, uma disputa de braço de ferro era feita. Os homens apostavam em quem achariam que venceria a disputa. Um dos homens era um robusto careca, com uma cicatriz de corte no olho direito e um cavanhaque negro. O outro, era um homem um pouco menos robusto e que tinha seu rabo de cavalo balançado ao ser derrotado pelo seu inimigo. — E mais uma vitória é para o Big Boy Bambam! — bradava um homem de menor tamanho, trajando vestes sociais, porém, bem-acabados. Aparentemente era quem organizava aquela peleja. — Temos algum desafiante ao grande Bambam?! Vença-o e ganhe um milhão de berries! Só hoje! Quem vem?! Inscreva-se pela singela quantia de cinquenta mil berries e tente a sorte! — clamava, indo de um lado a outro dentro daquele círculo.

Em direção as placas, a garota avistaria placas indicando estabelecimentos que poderia encontrar na ilha, mas a variedade era mínima. Uma taverna, a taverna do Moe, o QG da Marinha, coisa que a garota não iria adorar tanto, além disso, uma loja de armas que devido ao estado da informação, não conseguia ver muito, apenas o termo Loja de Ar. Do ponto que estava, a garota só teria que seguir em frente para ir até o QG ou taverna, porém, a esquerda seria o destino caso quisesse encontrar a loja de armas daquela ilhota. Na praia, os homens que desciam da embarcação eram em sua totalidade cinco, mal encarados e não conversavam entre si.

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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  EmptyQui 14 Fev 2019, 01:27




Irelia Tatsu
Dragão de Jade





     
O mar, tão livre e incontrolável, nada pode-se fazer contra a sua vontade a não ser aceitá-la, sem mais nem menos. Eu queria ser assim, eu vou ser assim, livre para seguir meu próprio destino. Acordando pela ilha, de frente ao magnífico oceano, me sentia a pessoa mais sortuda do mundo, podendo presenciar mais um belo e calmo dia no East Blue. Observando os arredores, as pessoas não pareciam ser tão gentis quanto achei que seriam, na verdade nada amigáveis. Por vezes fui ignorada, nem sequer uma informação pra me ajudar a sair daquele beco sem saída.
     - Não tão diferente de minha antiga vila, será que meu título se espalhou tanto assim? - Mesmo confrontando as pessoas de frente não assobiavam uma letra sequer. - Bem, não posso ficar assim pra sempre, tenho que fazer algo diferente. - Mediante a situação, partiria para as placas que estariam na minha esquerda. Ao meu redor, mesmo com a tentadora oferta de se ganhar um milhão de berrieis de cara, não me parecia uma boa ideia, especialmente desarmada. Sem uma espada ao meu lado, me sentia vulnerável, como se uma parte de mim estivesse faltando, que de fato estava. Por isso, buscaria utilizar de todo o meu dinheiro para cumprir este único propósito, e então procuraria arrumar confusão. Quem sabe não poderia voltar lá depois?
     Vendo as velas negras com o símbolo da caveira, aliado de sujeitos hostis e mau encarados só podia significar uma coisa pra mim. - Piratas. - Eles não pareciam ser pessoas sujeitas a brincadeiras e com certeza também não pareciam para mim estarem atracando por motivos fúteis. Estranhamente, nenhum dos... quatro?... Cinco?... Não saberia ao certo a quantidade, já que não me eram algo muito importante no momento, mas os homens não pareciam estar conversando entre si, o que me deixava um pouco confusa com a minha ideia de um pirata. Eles não eram para serem companheiros inseparáveis e amigáveis entre si? De qualquer forma, isso apenas me deixou mais certa de que meu objetivo era urgente, não podia ficar por ai esperando ser alvo de algum roubo ou confronto.
      Caminharia calmamente na direção das placas, que ainda a minha distância se encontravam praticamente ilegíveis. Aproveitaria para admirar a beleza da natureza, que nem sempre é tão misericordiosa assim, podendo mudar seu temperamento de repente. - Bambam não parecia ser tão intimidador, imagino de onde tenha vindo sua cicatriz no olho direit.. esquer... ah sei lá qual olho. - O homem careca e robusto, ao meu ver parecia ser o mencionado pelo outro mais baixo e aparente organizador daquele evento. Eu sempre gostei de participar desses tipos de competições, quem sabe eles não seriam boas companhias para se beber uma cerveja.
      Chegaria perto das placas e leria calmamente as informações de cada uma, caso nada me impedisse. Aparentemente, existiriam poucos estabelecimentos naquela ilhota do East Blue, tendo apenas uma taberna, o infeliz QG da marinha, e uma... Loja de Ar? Por acaso esta parecia ser a responsável pelas vendas de armas por ali, ou pelo menos somente ela poderia ser. Parece que meu destino já teria sido traçado, e o seguiria sem medo. Viraria a esquerda da rua, com gosto de desviar do quartel dos hipócritas, e partiria para a loja, buscando identificar o nome visto na placa.
      Caso a encontrasse, não perderia tempo em pisar dentro do estabelecimento, enquanto buscaria o lojista para que pudesse pedir mais informações. Caso ele estivesse lá dentro, mesmo com a reação que fosse, daria um sorriso e diria:
- Ora ora, então aqui é a grande Loja do Ar estava na placa da cidade! O senhor é o dono deste lugar? Que nome interessante! - Se a resposta fosse positiva, prosseguiria para minha segunda pergunta:
- Muito bem, então! Gostaria de saber se você vende armas por aqui, especialmente uma Katana. Se sim, quanto estaria para comprar uma? - Observaria o homem, e em caso de uma afirmação, viria a examinar a lâmina e o seu material, buscando obter um preço estimado do processo de fabricação da mesma. Se sentisse que fosse justo e tivesse o dinheiro, levaria ela comigo e pagaria o homem, agradecendo-o pelo objeto. Mas caso não tivesse o poder monetário suficiente, não poderia fazer mais nada além de pechinchar ou sair.
- Não poderia fazer por 30k de berries? Sabe eu não tenho muito dinheiro sobrando, posso ajudar o senhor a fabricar alguma coisa em troca, sei usar a forja e a construir armas! - E assim esperaria pechinchar, mas caso não desse certo, daria meia volta e sairia da loja, dizendo - Que pena! Parece que só vou voltar aqui outro dia. De qualquer forma, obrigada! - Entretanto, se sua resposta fosse negativa e ele não fosse o dono da loja, prosseguiria com outra pergunta e balançaria as mãos a minha frente, em uma forma envergonhada, como se estivesse dando um "adeus":
- A-ah, me desculpe, achei que era você! Você sabe onde poderia encontra-lo? - E partiria para uma aproximação mais amigável, esperando uma resposta da pessoa.
      Contudo, na hipótese de não ter ninguém dentro da loja, aguardaria um tempo até que alguém entrasse ou aparecesse e prosseguiria da mesma forma que antes. Mas caso isso não acontecesse, partiria a observar o interior da loja, tentando identificar o que eles vendiam por ali. Passaria a falar um pouco mais alto coisas do tipo:
- Com licença, alguém está! Alô?! - esperando alguma resposta ou algo que pudesse resolver. Se nada fosse dito, tentaria adentrar mais na loja e ver se encontraria alguém.
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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  EmptySab 16 Fev 2019, 15:21




Narração

Compras


Analisando tudo que acontecia ali, optava por procurar a loja de armamentos que tanto almejava. Caminhando pela ilha, a garota não viu nada que lhe chamasse a atenção, pelo menos até encontrar um termo um tanto quanto curioso que havia naquelas placas de informações. “Loja de Ar...” era um termo bem curioso, porém, remetendo a “Armas”, ela a seguiu rigorosamente. Após algum tempo caminhado, a garota encontrou a referida loja. A fachada da loja era maior do que qualquer julgador poderia imaginar. Ao entrar no mesmo local, um teor sombrio era notado lá. Haviam dois patamares, um mais “térreo” e outro que seria alcançado após subir três a quatro degraus. Haviam mesas que vendiam alguns objetos estéticos como porta líquidos, além dos mais variados tipos de armamentos, que eram mostrados em pequenos apoios de madeira, além e estarem a mostra em mostradores superiores as mais “destacáveis” da loja. Ao fundo, no setor superior, estava um homem sério, de madeixas negras e trajes também negros. Ao observar a garota, que adentrava demonstrando seu senso de humor inoportuno, o mesmo se dirigia a ela, guardando um pequeno diário que olhava em uma pequena mesa de lado.

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— Na verdade se chama Lojas de Armas Requintadas — respondeu de imediato o homem, cordialmente, porém, demonstrando o desconforto que a garota havia citado seu estabelecimento — Não há motivos de investir em propaganda o que os astros já encaminham. Se você chegou até aqui não foi pela completude de qualquer placa, e sim pelo seu instinto que na verdade é o toque astral — complementou, olhando um pequeno vidro que havia caído de sua manga direita — Tenho as mais variadas armas, todas novíssimas e requintadas. Dignas de exímios guerreiros e... — olhando para a garota, ele pausava seu informe, com certo desdém em seus olhos — Outros guerreiros. Em relação ao preço, temos armas simples que custam trinta mil berries, temos também armas boas e armas excelentes, porém, notando sua personalidade, está interessada em armas simples — concluiu caminhando em direção a um armamento que ficava mais a direita do estabelecimento — Tenho esse modelo que custa trinta mil. Está interessada? — comentou mostrando as armas.

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Caso decidisse comprar ou não, ao sair do estabelecimento a garota seria trombada com um rapaz, que olhando sorrindo para ela, prosseguiu seu caminho. Logo em seguida, viriam alguns marinheiros, dois no total, passando em direção ao rapaz. Nada até então poderia fazer sentido a infame, porém, ao voltar a caminhar, ela sentiria um incomodo em sua roupa e ao notar perto de seus bolsos, havia um pequeno brilhante. Caso tentasse ver perto da luz, ela refletiria claramente, dividindo a cor em várias cores no solo. O brilho era tanto que facilmente chamaria a atenção e quem estava ao redor, alguns homens, uma senhora e uma mulher com seu filho.

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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  EmptySeg 18 Fev 2019, 23:39




Irelia Tatsu
Dragão de Jade





   
     Pensei que se chegasse a sequer encontrar essa “Loja de Ar” tudo seria mais vivo e movimentado, como o próprio vento. Teriam itens estranhos e equipamentos esquisitos, com um vendedor mais doido ainda. Entretanto, fui totalmente surpreendida ao entrar na loja, que possuía um ar sombrio e sinistro. O vendedor, mais sério ainda, usando de vestes negras para cobrir seu corpo, não parecia muito contente com a minha chegada, ainda menos com o que passei a dizer depois.

     A loja, deixando a mostra inúmeros equipamentos, somente deixou minha criatividade de vontade aumentarem. Queria poder chegar ao nível de fazer como naquela loja, criando itens diferentes e de boa qualidade. Sem dúvida, os que mais chamavam atenção para mim eram os que ficavam suspensos em mostradores no nível superior da loja. Talvez com muito treinamento eu pudesse elevar minhas habilidades a fim de realizar obras como aquelas. Mesmo com um ar de escuridão, não pude deixar de apreciar a beleza daquelas armas. Entretanto, meu foco era uma katana, boa e em conta.

     — Na verdade se chama Lojas de Armas Requintadas  - Disse ele um pouco descontente. - Aaaah, isso explica muita coisa. - pensaria enquanto observaria o homem continuar a falar de astros e não sei mais o que. Nesse momento não conseguia tirar os olhos das armas ao meu redor, fantasiando sobre as possíveis ofertas que ele poderia me fazer. Seria uma katana? Uma cimitarra? Talvez um sabre? De qualquer forma ele me parecia uma pessoa bem mística falando de… astros ou coisa assim.

     — Tenho as mais variadas armas, todas novíssimas e requintadas. Dignas de exímios guerreiros e… Outros guerreiros. - Imediatamente, ouvindo aquilo que me era de atenção e importância, meus ouvidos e mente focaram finalmente em algo importante. Como sempre teriam aqueles que zoariam da minha cara, acho que deixei o pobre coitado chateado com o nome da “Loja de Ar”. Ele não me parecia alguém mau ou grosso, talvez só estivesse mesmo incomodado com a minha presença. Não deveria mais irritá-lo, somente pegar o que queria e sair de lá.

     — Tenho esse modelo que custa trinta mil. Está interessada? - Era exatamente o preço que procurava, algo justo para que eu pudesse começar com alguma coisa. Me mostrando seu acervo de armas, da mesma forma que imaginei que faria, poderia ver vários estilos de espadas, mas somente uma me interessava no momento. Pegaria a Katana com a mão direita, me sentindo, aos poucos, inteira novamente. A arma de um espadachim é uma das partes mais importantes do seu corpo, sem alguma adequada é como se ele estivesse quebrado, ou debilitado. Retirando o dinheiro de um de meus bolsos com a mão esquerda, diria - Negócio fechado. Aqui está o dinheiro. Desculpe pelo incômodo, não queria ofendê-lo, sua loja é incrível, obrigada! - Agora, posicionaria a arma no meu lado esquerdo, com a bainha, pronta para ser utilizada. Com ela me sentiria mais protegida para arranjar encrenca, menos chances de dar merda.

     Sairia daquele estabelecimento peculiar e interessante, mesmo sendo um pouco sombrio. Uma risada sairia de meu rosto ao primeiro pisar fora da porta junto com uma de minhas mãos a frente de meu rosto, dizendo - Quem diria, ahahahahaah, “Loja de Armas Requintadas”! A onde que eu fui parar.. ahahahaah! - Antes que eu pudesse fazer mais alguma coisa, senti um empurrão, não sabendo direito a direção que estaria seguindo, mas um moleque era a causa do problema. - Ei! Mais cuidado rapaz! - Porém, não adiantou falar nada, ele já havia seguido para o outro lado. Logo em seguida, os bobões da marinha apareceram, já não me bastava ser empurrada em público? De qualquer forma, eles seguiram o caminho do rapaz, talvez estivessem atrás dele. - Que comédia, os “justiceiros do bairro”! - pensaria ao vê-los correr para longe.

     Agora, com mais um objetivo completo, não precisava de mais nada além de seguir com meus planos. Cortando a necessidade de arranjar uma arma, seguiria agora atrás de um mentor para aprender a melhorar minha capacidade de formular estratégias, algo muito importante para um espadachim, principalmente o meu estilo, o samurai. Ou talvez fosse a hora de andar até Bambam e ver o que estava rolando. Contudo, aos meus poucos passos, algo não parecia estar certo, em minha roupa uma sensação incômoda se alarmava e crescia a cada pisada. Não entendia o que poderia ser, mas pararia meu caminho para tentar descobrir o que estava acontecendo. Identificando um pequeno brilho em minhas vestes, estava disposta a investigar, mas antes que eu pudesse chegar mais perto ou sequer retirar o que estivesse em minhas vestes, uma reflexão forte de iluminação foi proferida, não me permitindo enxergar tão bem o objeto. - M-mas o que?! Ah, mas que porra é essa? - Surpresa, a luz parecia se dividir em várias cores conforme iluminava o solo, depois de tentar identificá-la. Seria alguma ferramenta, arma, ARMADILHA?!

     A primeira coisa que se passou na minha cabeça era o retardado que tinha esbarrado em mim, ainda sorrindo, talvez ele tenha sido o responsável e aproveitou para colocar isso em mim. Não tive muito tempo para pensar mais, já estava começando a chamar a atenção das pessoas a minha volta. Tentaria colocar as mãos dentro do bolso para ofuscar um pouco da luz e correr para um beco mais próximo, talvez aquilo que estivesse comigo fosse de outra pessoa. - Ah… eu não… nem sei o que é isso. Com licença! - diria a todos os que estivessem me encarando aos arredores. Caso estivesse queimando ou gerando muito calor, ou o incômodo aumentasse ainda mais, retiraria imediatamente o objeto do bolso e o jogaria a minha frente, poderia estar em perigo. Porém, se chegasse a um lugar mais quieto e conseguisse retirar o que quer que fosse que estivesse comigo, tentaria tampar um pouco a luz, usando um pouco de minha própria roupa para que eu pelo menos pudesse entender o formato do mesmo. Caso qualquer pessoa aparecesse alegando ser a dona do objeto, imediatamente falaria - Isso não era pra estar comigo, o que é? Como faz pra parar de brilhar? - mas se eu fosse incriminada de alguma coisa falaria - EU NÃO TIVE NADA A VER, FOI O MENINO DE LÁ QUE SAIU CORRENDO! - e apontaria para a direção que ele seguiu.
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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  EmptyTer 26 Fev 2019, 13:04




Narração

Os irmãos Beagle


Totalmente confusa com o que havia acontecido anteriormente, a espadachim tratou logo de guardar o objeto que até ali havia sido lhe fornecido de maneira estranha e desconhecida. Mesmo tentando esconder o objeto que realmente tinha seu brilho cessado sem estar de encontro a luz solar, a garota já havia chamado a atenção de certas pessoas que não queria. Os irmãos metralha eram aqueles que viviam na pobreza e sempre haviam almejado subir na escada social. Inteligência podia ser até uma virtude a ser explorada para o bem, entretanto, na escolha de caminhar pela via mais escura da lei, os três ladrões utilizavam de artimanhas para conseguir o que queriam. — Olhe ali! — afirmou um dos homens, apontando para a garota — Aquela garota está com algo que brilha demais. Será que é algum ouro? O que acha número três?

Os irmãos Beagle, conhecidos por metralha, se comunicavam entre si por números, 1, 2 e 3, representando a ordem que haviam nascidos. Não havia sido mencionado isso? Ah, que erro meu, eles eram trigêmeos, filho de Lorota, uma velha mentirosa. O número 1 era aquele que havia nascido primeiro, o mais gordo de todos, não que a diferença para seus irmãos fosse perceptível. Era o mais burro, porém, o mais forte dos três. O número 2 era o mais medroso do trio, porém, o que tinha mais vontade de ascender perante a sociedade. E o número 3, ah, o número três era o cérebro do bando, o mais inteligente, o mais astuto, o mais... — Vamo botar pra quebrar! — respondeu o número três, arregaçando suas mangas, literalmente. Apressando os passos, o trio logo abordava a garota que havia portado todo aquele belo e chamativo brilho.

Irelia, avistava aqueles três indivíduos se aproximando com cara nada normais. — Olá benzinho! Acho que você tem algum tesouro com você aí, não? — questionou o número um, mexendo no cabelo da espadachim. — Ah… eu não… nem sei o que é isso. Com licença! — tentou se afastar a protagonista, porém, o número dois a trancava, interceptando seu caminho. — Acho muito bom você nos dar o que estamos pedindo! Estamos em maior número! — afirmou ele, sorridente. Os três cercavam a garota de tal maneira que ela não conseguiria correr com facilidade. O trio estava totalmente confiante que poderiam conseguir o que queriam. A situação toda acontecia entre duas vielas laterais que estavam em adjacência com a principal. Uma iria a direita com alguns latões de lixo e baixa iluminação. A outra mostrava estar um pouco molhada, com baixa luminosidade. Ambas teriam a mesma distância e o final desconhecido. A frente, a garota voltaria para a praça. A trás dela, se aproximava um homem, que lentamente se aproximava do local. — E aí, vai nos dar o que queremos? — concluiu seu questionamento.

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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  EmptyQua 27 Fev 2019, 11:50




Irelia Tatsu
Dragão de Jade




     
     
Toda aquela situação não me deixava focar direito, parecia que cada vez que eu tentasse achar alguma solução novos problemas iam surgindo. Tentando resolver o dilema, a luz do objeto tinha finalmente cessado. - Parece que na luz do sol ele começa a brilhar. O quão estranho é isso? - Aparentemente não era algo comum que tinha vindo parar em minhas mãos. Não demorou muito, na verdade nem um segundo, até que muitos a minha volta percebessem o que tinha acontecido.
     Parece que, toda aquela minha encenação e confusão com o brilho havia atraído a atenção de homens bizarros. Na minha direção, os três pareciam surgir como insetos atrás de uma lâmpada, buscando inspecionar o que eu tinha em mãos.  — Olá benzinho! Acho que você tem algum tesouro com você aí, não? — Falou um deles, com suas mãos incômodas passando pelo meu cabelo. Aquilo me incomodava, não era a primeira vez que me subestimaram e ainda mais, mexiam no meu corpo sem permissão. - Se tocar em mim de novo, lhe corto a mão. - Falaria, seriamente ao homem, enquanto o fitaria nos olhos, posicionando minhas mãos perto da cintura, a direita apoiada no punho da katana, e a esquerda relaxada perto da bainha. - Ladrões. Não muito diferente dos piratas, eu acredito. A liberdade é deles, mas a minha também é. - Não era culpa deles quererem o que quer que fosse que tivesse comigo, era somente mais uma escolha a ser feita.
     A situação não parecia ser tão tensa quanto o que já tinha passado durante minha história, mas nunca gostava de perder algo que tinha acabado de ganhar. No monastério que cresci, a pior sensação era quando sofria de algum roubo, pelo menos até eu começar a meter a porrada nos bandidos. Tentei converter a situação, dar um passo aqui e outro lá e me distanciar dos indivíduos, mas fui encurralada, o mais gordo entre eles ficou no meu caminho bloqueando minha fuga. Com palavras simples e esnobes, ele seguiu dizendo — Acho muito bom você nos dar o que estamos pedindo! Estamos em maior número! — como se aquilo fosse me colocar medo. Calmamente, não estremeci, apenas me lembrei do incidente que marcou minha vida. Meu antigo mestre, na hora da morte, não temeu um segundo, enfrentando mais de 4 marinheiros, porque eu o faria agora com apenas três ladrões de rua?
     — E aí, vai nos dar o que queremos? — disse o gordão, como se eu fosse passar a ele sem uma boa luta. Não queria ter que perder tudo que tinha conseguido, nem minha katana nem o novo objeto, mas não tinha outra forma realista de sair de lá com facilidade, teria que enfrentá-los de alguma forma. - É o seguinte, porque vocês não se retiram e eu ignoro toda essa situação? - diria aos homens, já me posicionando para algum combate, com as mãos prestes a desembainhar a espada. Estranhamente sentia que algo ou alguém se aproximava de minhas costas, mas não dei muita atenção, não era meu foco naquela hora, meus adversários eram claros como as manhãs que passava vendo a grama mexer ao vento no meu antigo monastério. Agora só precisava podá-las.
-------------------------------------------------------------------------------
     Caso o combate fosse iniciado e os homens partissem para retirar o objeto de mim a força, precisaria primeiro avaliar suas características dentro do cenário. Muito provavelmente, o homem maior seria o responsável por entrar em contato direto comigo, utilizando de sua grandeza para impulsionar seus golpes corpo a corpo. Por isso, prestaria bastante atenção nos seus movimentos, caso fosse agarrada por ele seria o fim do confronto. Minha única possibilidade era bloquear os golpes e manter minha posição. Assim, aproveitaria o começo da batalha para desembainhar minha espada e posicioná-la na frente do meu corpo, segurando-a com as duas mãos.
     Esperaria um ataque dos três indivíduos para que começasse a golpear, aproveitando a brecha que apressadinhos deixam eu seu bloqueio quando começam o combate. Assim, bloquearia golpes laterais e verticais com um movimento de deslize em minha espada, elevando-a na altura do ataque. Logo depois, partiria para o contra golpe, utilizando do deslize com a lâmina para agilizar e aumentar a eficiência do mesmo.
     Logo após, se o ataque fosse bem sucedido, movimentaria meu corpo rapidamente em um ângulo que pudesse empurrar meu alvo para cima de algum dos outros homens. Esperaria, que com o acerto do corte, isso me ajudasse a desestabilizar o seu corpo e me permitisse ter mais facilidade na hora do empurrão, mesmo que fosse o homem mais gordo. Portanto, se desse certo, partiria para o homem restante, com um golpe iniciado por mim mesma. Começaria com um golpe vertical falso, que desse a impressão que iria golpeá-lo por lá, mas na hora que fosse praticá-lo, tentaria surpreendê-lo, movimentando-o rapidamente pela lateral, direita ou esquerda, para deixá-lo um pouco confuso ou até com um tempo de resposta menor ao golpe. Se fosse bloqueado ou esquivado, manteria minha postura novamente, trazendo a lâmina ao centro de equilíbrio do meu corpo. Ao menos era assim que Shiryu, meu mestre, havia me ensinado por tanto tempo. A manter a minha estabilidade e posição.
-------------------------------------------------------------------------------
     Entretanto, caso a diversificação dos estilos de combate dos homens fosse maior que somente a corpo a corpo, precisaria partir diretamente para aquele que tivesse maior alcance, como uma arma ou chicote. Não poderia me distanciar dessa pessoa, se não me tornaria vulnerável e não poderia revidar, talvez somente bloquear. Por isso, partiria ao ataque diretamente a essa pessoa, com uma estocada e investida direta no tórax. Caso ela fosse desviada ou bloqueada. Retomaria minha posição ereta com os joelhos flexionados, pronta para bloquear um contra ataque, e, em seguida, aplicaria mais uma, só que agora com uma sequência de um golpe lateral na parte mais espaçada do bloqueio ou esquiva, esperando surpreender o oponente.
     Na hipótese de um dos homens tentar intervir no meio do meu ataque, ou se colocar à frente do mesmo, não seria um problema. Com calma, tudo que eu precisaria fazer era contornar a situação. Estando na minha frente, acredito que dificilmente o homem atrás poderia me atacar sem ter a chance de ferir seu aliado, e por isso passaria a enfrentá-lo. Caso ele já tivesse me interceptado com um ataque, e este fosse lateral, tentaria usar de minha velocidade para bloquear o golpe com a minha lâmina, levantando meus braços e cotovelos de forma a fazê-la entrar em contato direto com o ataque. Faria uma troca de mãos e postura para ataques vindo da esquerda, para que tivesse mais eficácia no bloqueio, já que estaria segurando inicialmente a arma com a mão direita acima da esquerda. Aproveitaria de meu impulso inicial para forçar um desequilíbrio do atacante com meu peso, e assim atacar verticalmente após o contato, tentado deixar o mínimo de tempo para que eles pudessem reagir.
-------------------------------------------------------------------------------
     No caso de algum dos golpes ser direcionado a minhas pernas, tentando acertá-las e me fazer cair, ou que fosse na direção inferior do meu corpo, abaixaria a espada com a intenção de pegar o ataque antes do contato. Assim, direcionaria meu corpo para o chão e o levantaria junto com o movimento de levantamento da espada, tentando forçar o ataque para cima e assim repeli-lo, o que eu acharia que me permitiria muitas vantagens em uma investida, e assim o faria, enquanto a arma ou ataque com mãos estaria sendo impulsionado para cima.
-------------------------------------------------------------------------------
     Se fosse acertada em algum momento, causando dor ou sangramento sérios, precisaria manter a calma e aproveitar da brecha, mesmo que fosse em meu corpo, para causar algum dano e me permitisse fugir. Assim, tentaria suportar a dor e golpear o inimigo que o tivesse feito em alguma parte importante, como uma perna ou pescoço e rosto, a fim de impedi-lo de continuar o combate com facilidade e aproveitaria o contato para empurrá-lo na direção dos outros dois que estivessem por perto. Caso fosse sucedido, correria para a praça e tentaria localizar o primeiro estabelecimento aberto para me abrigar dos outros dois homens.
Entretanto, se não conseguisse empurrá-lo ou correr de forma a chegar no lugar, sendo impedida antes, não teria escolha, senão terminar todo aquele confronto ali e agora. Era uma questão de vida ou morte, e eu não podia morrer ali. Tinha muitas coisas pra conquistar, muitas histórias pra formar, como poderia ser a melhor espadachim do mundo se deixasse a vida escapar de minhas mãos com tanta facilidade. - EU NÃO VOU PERDER! - gritaria em alto, usando de toda a minha força para demonstrar minha vontade naquele momento.
-------------------------------------------------------------------------------
     Porém, se algum de meus planos anteriores tivesse dado certo, e eu tivesse acertado alguns golpes como antes e tivesse sofrido de danos mínimos, viraria para os homens e limparia a espada em minha roupa, retirando um pouco do sangue que poderia estar impregnado nela. - Acho que terminamos por aqui. Saiam logo, ou o Dragão de Jade não terá piedade em tirar as vidas de cada um de vocês. - Esperando que eles se retirassem, ficaria em pé, com a espada agora na minha mão direita, com o braço em minha lateral e reto, e com a mão esquerda de punho fechado e da mesma forma. Caso eles não se rendessem, me posicionaria novamente para a luta. Mas caso saíssem, guardaria minha lâmina. - Ahhhh! - suspiraria - Quanto tempo que eu não sinto o fervor de uma luta. - e seguiria para a praça, buscando achar um lugar mais apropriado e fora da luz do sol para analisar o que estava comigo. Se encontrasse um bar ou hotel, pediria para o moço do estabelecimento - Com licença! Poderia me dizer onde é o banheiro? - e caso a resposta fosse positiva, agradeceria - Muito obrigada, fico te devendo uma! - e procuraria me direcionar ao local e me trancar em alguma cabine ou parte para que eu pudesse ver com calma o que estava comigo, sem chamar a atenção de ninguém. Mas, se não obtivesse uma resposta ou fosse negativa, dizendo que precisaria pagar para ir ou algo do gênero, olharia-o com uma cara confusa e diria - Fala sério?! Acho que não sou bem vinda aqui, então. - E sairia a praça novamente em busca de outro lugar para ir.
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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  EmptySab 09 Mar 2019, 16:32

A luta se mostrava iminente. A infame foi cercada pelos irmãos. O maior tentou intervir, mas cessou vendo que a dama havia sacado seu sabre. Tentando distrai-la, o outro irmão tentou agarrá-la por trás, mas logo foi bloqueado pelo sabre da mulher, que o cortou pelo simples fato de usar o próprio peso. O sangue logo escorria, mas o combate não havia cessado. O irmão que não havia intervido logo sacou uma faca e a apontou para a espadachim. A luta contra ele começava. A garota conseguia se dar bem em confronto com o homem, mas enfrentar três inimigos de uma só vez seria complicado para qualquer um, tento que em certo momento, quando a mesma imaginou que havia conseguido se livrar dos ataques, o maior deles a agarrou por trás, prendendo-a com sua força e um abraço de urso. — Dessa você não vai escapar. Esse é a minha Armadilha de Urso! — afirmou, nomeando o movimento que usava. A força do homem era maior que a sua de modo que a cada instante ele a apertava mais e mais, na direção do tórax. A garota não estava mais com os pés no solo, estando a mercê do homem. A sacudindo de um lado ao outro, a pedra especial logo caia, iluminando o local.

Tentar se livrar abrindo a armadilha seria em vão. A garota não tinha essa força. Porém, ela só estava presa no tórax, onde seus antebraços eram impedidos de se mover. O homem que estava com a pedra era o manuseador de facas, que olhava o objeto com cuidado. O outro, apenas observava seu irmão analisando sua captura. Por sua vez, a espadachim podia notar que não haviam muitas pessoas ali. Talvez por medo, ou por puro azar da garota, ela estava praticamente sozinha. Ao fim da rua, um homem caminhava e vinha em direção a confusão, talvez, pelo menos em direção. — Ora o que temos aqui. Que pedra é essa, garota? —questionou o homem, mostrando a pedra para a mulher — Se você não nos mostrar, pegaremos essa informação a força! — afirmou. Não demorou muito, até que o homem chegasse na situação, perante as quatro pessoas que ali estavam.

— Com licença! — começou — Acho que vocês encontraram a minha pedra. Obrigado! Agora podem me devolver? Darei esse presente a minha mulher — comentou sério, porém, aliviado. O cenário era o mesmo descrito anteriormente. A espada da infame estava no solo, entre o grupo e o estranho que havia chegado. Ele sorria enquanto estendia sua mão para pegar o que dizia ser seu.

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MensagemAssunto: Re: Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!    Dragão de Jade: O despertar da Espadachim!  EmptyTer 12 Mar 2019, 00:36




Irelia Tatsu
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Não parecia que eu iria conseguir me virar por muito tempo, eu até poderia ter treinado durante a minha vida com meu mestre na minha cidade “natal”, mas contra 3 inimigos de uma vez era algo desafiador, se não muito difícil. Ao que parecia, apenas um dele estava armado, sacando uma faca em minha direção. - Que brinquedinho! Eu prefiro as cortantes de respeito! - e o combate contra ele estava iniciado. Durante o começo tudo parecia estar rolando como planejado, em um contra um a situação se demonstrava sobre controle, até que… Um golpe sujo por trás! Me senti agarrada, e justamente, havia baixado a guarda, controlar todos eles ao mesmo tempo enquanto focava em um de cada vez era difícil, eu mal era capaz de manter dois na minha atenção.
     Com um aperto, senti minhas costas e tórax comprimirem, sua força era maior que a minha, e com ele nada serviria de força bruta sem um plano. Nomeando seu golpe, parecia o começo de alguma técnica maior, quem sabe no futuro ele não poderia melhorá-la? Eu que devia ter algum golpe mais especial, mas ainda me faltava tempo para desenvolver um, por enquanto tinha que me virar com o belo e simples corte, sem mais nem menos. - V-você é forte, grandalhão! - diria tentando controlar o ar de meus pulmões, enquanto eles eram esmagados lentamente. - Pena que não muito inteligente! - Minha espada estava no chão, não podia fazer muito sem ela, e por isso não demoraria mais para agir e tentar recuperá-la.
-----------------------------------------------------------------------------------
     Iniciando meu movimento, passaria a usar de minhas pernas logo depois de minha fala. Pela força do homem, me encontrava erguida ao ar, sem contato com o solo e imobilizada pelos braços e tronco. Não havia muitas formas de sair daquela situação, talvez eu poderia mordê-lo nos braços, mas ainda assim seria um pouco mais difícil. Por isso, não teria nada melhor do que o bom e velho chute nas bolas, na qual eu canalizaria um chute bem forte com a minha perna esquerda e miraria na virilha do grandão, buscando acertá-lo logo em suas preciosas jóias. Assim, esperava ganhar alguma vantagem em sua possível dor e me libertar de sua prisão abraçante, usando daquilo para impulsionar meu corpo e braços para frente, tentando quebrar sua formação.
     Caso desse certo, precisaria pegar logo minha espada, que estava logo abaixo de nós perto do chão. Com um movimento acelerado, tentaria, assim que me libertasse, dar uma investida em rasteira para pegar a katana e erguê-la não muito tempo depois. Se eu fosse atacada por algum dos dois capangas, tentaria usar de braços cruzados em um “X” na frente de meu corpo para bloquear socos gerados em meu tórax. Para chutes, usaria de meus braços erguidos nas laterais do meu corpo para tentar absorver o melhor do impacto possível, apesar de não possuir muita proficiência nisso. E, caso o homem com a faca guardasse a pedra e viesse me dar alguma investida com a arma, tentaria bloquear o golpe reto com uma passada de braço pela lateral, como se estivesse aparando e desviando um pouco o ataque, somente o suficiente para que eu conseguisse me unir com minha katana novamente. Se fosse um corte lateral, usaria de minhas mão mais próxima para aparar pelo cabo da arma, perto de sua mão atacante, para que assim ele perdesse força e me permitisse continuar a escorregar até minha espada. Claro, que esses movimentos seriam realizados em rapidez e até um certo desequilíbrio, então mesmo que eles falhassem, procuraria, com eles, diminuir ao máximo os riscos de algum ferimento grave, nem que fosse de leve.  
-----------------------------------------------------------------------------------
     Entretanto, caso não conseguisse acertar o grandalhão nas jóias, e este procurasse continuar a me apertar, tentaria mais uma vez, seguido da inclinação de minha cabeça para perto de seu braço. Com isso, se possuísse alcance, que eu esperava criar com o chute para trás e força do tórax para frente, e ainda não o acertasse, tentaria mordê-lo o mais forte que eu pudesse, procurando fazê-lo me soltar. Se isso acontecesse, mas ele, em dor, tentasse me golpear com suas mãos, somente poderia tentar bloquear e aparar o movimento a ponto de segui-lo conforme ocorresse, já que sua força era maior que a minha. Nesse caso, ele atacando neste golpe, já que não seria algo tão efetivo quanto um chute nas bolas para aturdi-lo temporariamente, usaria de bloqueios curtos, como parar seus socos laterais ou verticais com o apoio da palma de minha mão em seus pulsos, seguindo o movimento e o fechando comigo fora do alcance. Entretanto, se não desse certo, somente tentaria fechar minha guarda e evitar o maior dano possível, recuando para trás com impacto em direção mais próxima da minha arma quanto pudesse.
-----------------------------------------------------------------------------------
     Porém, se não houvesse jeito de sair daquela situação, com o homem me segurando de todas as maneiras, e com todas as minhas tentativas falhas, poderia somente esperar alguém para me ajudar, e colaborar com os indivíduos. Assim que o irmão com a adaga parasse e me perguntasse o que era a pedra, tentando me intimidar, diria - Olha, eu juro que não sei que pedra é esta. Quando vi estava no meu bolso, você sabe, não sou muito atento a pequenos detalhes… - e assim falaria a verdade, até que pausaria e diria com sarcasmo. - Vivo esquecendo de meter a porrada em ladrões como vocês! - e assim os insultaria, fazia parte de mim e não poderia evitar, já estava puta com o fato de tudo aquele ter acontecido e aquele moleque que esbarrou em mim a pouco tempo ser o possível causador daquele problema. - O filha da mãe ainda saiu sorrindo! - pensaria indignada. - É, Irelia, parece que você se fodeu dessa vez… - ao mesmo tempo veria a situação que me metia.
     Caso estivesse nessa situação, presa ao homem grande e sem poder sair durante um tempo, ou se estivesse muito machucada de um possível combate, mesmo que liberta, observaria o novo evento que aconteceria. - Parece que o "dono" da joia resolveu aparecer. Pena que não sou de acreditar em tudo que dizem por aí. - mas devido ao fato de não estar nas melhores das vidas, continuaria a pensar - Sua ajuda não seria lá má ideia, acho que não tenho escolhas a não ser me aliar a esse cara por enquanto. - e com isso, assim que ele terminasse de falar que a pedra pertencia ao mesmo e que seria um presente a sua “esposa”, falaria logo em seguida. Se estivesse ainda agarrada, falaria - O-olha... - tentaria respirar e ganhar o máximo de oxigênio possível antes de prosseguir - N-não tô lá na melhor das situações. E-eu.. te devolvo a pedra se me ajudar a sair daqui. Apesar de nem saber o que ela era.. - e assim esperaria alguma ajuda do indivíduo, nem que ele conversasse com os irmãos Beagle ou lutasse com eles. Em qualquer um dos casos, esperaria para saber ao certo quais eram seus planos. Porém, caso eu estivesse solta, mas machucada, falaria - Não estou nos melhores momentos… - apoiaria minhas mãos nos machucados tentando fazer pressão se estivessem sangrando - Eu te ajudo a pegar e sair com a pedra, mas precisarei de algo em troca. - e assim esperaria sua condição ou recompensa, caso contrário, deixaria os problemas com ele e falaria - Pois bem, não me parece que vou ganhar mais nada com isso daqui. Vocês ladrões podem ficar com isto se quiserem. - e diria, se não tivesse recuperado minha arma - Somente me deixem ficar com minha espada, e eu saio daqui sem dizer mais nada. - caso recusassem, olharia para o homem dono da pedra e diria - Bem, parece que o destino nos trouxe inimigos em comum. Que tal a gente se unir contra esses caras, por enquanto?
-----------------------------------------------------------------------------------
     Contudo, caso estivesse lidando bem com a situação, tivesse escapado e recuperado minha katana, sem ferimentos graves e com a conjuntura normal, agiria de outra forma. Quando ele chegasse, e eu estivesse em confronto com os salafrários, com a pausa de sua entrada diria - Não tenho porque confiar em você. Se quiser a pedra pode pegar, mas vai ter que me mostrar a sua esposa e passar por cima deles comigo, ou sem mim. - e assim esperaria algo convidativo do homem, mas se não ocorresse de qualquer forma, prosseguiria - Eu não sei como ela veio parar comigo, mas as escolhas são de cada um, mas não sou seu inimigo. - e aguardaria para ver sua resposta. Lutar contra 4 inimigos ao mesmo tempo é impossível, pelo menos pra mim agora, e por isso não consideraria prestar a atenção nele.
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