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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Abandonar   Abandonar EmptySab 02 Fev 2019, 00:40

Abandonar

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Thormy Shelby. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Abandonar   Abandonar EmptySeg 04 Fev 2019, 00:15


Como todo homem, eu também tinha algumas necessidades, neste caso saciar os meus vício era uma grande prioridade. E assim começariam minha repentina jornada. Já estava decidido em abandonar minha família para conseguir alcançar meus objetivos, mas isto apenas fisicamente, pois levaria seu nome junto comigo para o resto da vida. A parti daí, minhas conquistas seriam as deles também, enquanto mantivessem esse nome, poderiam ter os seus negócios sob controle, entretanto tudo dependeria de mim. - É Micqueot, parece que isso é uma despedida, fique tranquila, eu volto para visitá-la!... Murmuraria enquanto estivesse andando pelas ruas da cidade.

Iniciaria procurando algum estabelecimento comercial onde pudesse adquirir as substâncias que precisava. Como estas não eram ilegais, tinha certeza que poderia arranjar com facilidade. Apenas iria me dirigindo para um lugar similar ao que tinha em mente para realizar a compra. Já estava bastante habituado com as tuas da cidade da ilha, nasci e cresci pelas aqui, talvez não tivesse outra pessoa melhor para ter tudo na palma das mãos. Até que encontrasse o local, ignoraria todos que me abordassem ou parassem para questionar-me, seguiria sempre e nunca olharia para trás, não que fosse difícil abandona-los - referiria-me à Micqueot, família e meus negócios -, mas tinha pressa, e quanto antes eu me fizesse pronto, antes poderia alcançar minhas metas.

- Olá...Um uísque, cigarros e fósforos... Diria assim que encontrasse o estabelecimento. Neste caso, pegaria meu dinheiro e começaria a contar. - Quanto ficou? Indagaria para o responsável pela venda. Tendo uma resposta, pagaria a quantidade necessária e guardaria o restante novamente, pegaria os produtos e por ora guardaria-os comigo. Com pressa, sairia do local. Poderia ocorrer de não ter algum dos itens que eu estivesse procurando, desta forma, pegaria o que tivesse e seguiria em busca de um outro lugar. Encontrando-o, novamente separaria a quantia exata para o que estivesse faltando, do contrário, minha busca continuaria de mercado em mercado, até que tudo ficasse nos conformes.

Em seguida, sendo esta a parte principal do plano, ainda em Micqueot, começaria a procurar por um Quartel General da Marinha. Mesmo que estivesse do lado oposto por muito tempo, não ia contra meus princípios, na verdade, ajudaria muito à alcançar meu proposito, amparado pela lei e ganhando influências, mal podia esperar para fazer parte disso. Caminharia o que fosse preciso para achar a base da marinha, ou do governo, por conta própria, novamente não deveria ser tão difícil para um cidadão de Micqueot, mas se ainda fosse preciso, perguntaria para qualquer morados das redondezas. - Bom...Sabe me dizer onde posso encontrar alguma base da marinha, ou governo? Indagaria e logo em seguida continuaria a caminhar, ou na direção indicada, ou guiado pelo meu instinto e passado novamente. Manteria-me calmo, respirando profundamente e devagar, passos curtos para reduzir a distância entre mim e a construção.

Adentraria na mesma e então procuraria por alguma recepção, se não encontrasse, abordaria qualquer soldado que passasse perto de mim. - Eu gostaria de saber, como faço para me alistar para Governo Mundial. Tentaria ser o mais formar e direto possível. Escutaria atentamente o que o marinheiro teria para me dizer e faria desta forma. Se fosse necessário encontrar um outro local que não fosse a base da marinha, perguntaria para ele, como faria para chegar no novo destino. Mas se fosse ali mesmo, seguiria suas instruções e faria o necessário para realizar a ação. - Meu nome é Thormy Shelby, e eu quero fazer parte do Governo Mundial.

Ficaria pelo local, esperando ser "atendido" não sabia se teria de preencher algum tipo de cadastro, ou algo parecido, mas faria o que me fosse solicitado. - Como um soldado raso faz para subir sua patente aqui dentro? Quando surgisse, e se surgisse, algum momento para dúvidas, questionaria-os com a única pergunta que me interessaria no momento. - Bom, eu estou pronto para isso então! Só me diga a sua demanda.

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MensagemAssunto: Re: Abandonar   Abandonar EmptyQui 07 Fev 2019, 19:17


Abandonar
Yohoho e uma garrafa de rum!


Eram exatos meio-dia, o fim da manhã e o começo da tarde em uma ilha remota do North Blue, mais conhecida pela sua exportação de vinho, comércio exuberante, alta movimentação e circulação monetária e... Infelizmente... Ataques diários de malfeitores, ou como são mais conhecidos da Marinha, piratas, reles e miseráveis piratas, os parasitas das encostas de Micqueot, palavras do capitão do Q.G, Stuart, o encarregado pela segurança local. Mesmo com tais situações, o clima era favorável com brisas fracas e céu límpido, porém um pouco frio, era outono e as folhas caíam das árvores na parte residencial da ilha, o chão era quase todo pintado de tons vermelhos alaranjados, e por causa dessas e outras circunstâncias, aquela ilha era um prato cheio para pintores, amantes de bebidas de bom grado e até alguns lugares específicos, os amantes da paz.

Em uma parte residencial, sem distinção de status, um rapaz começava seu dia e colocava seus objetivos em pauta, mesmo que tenha acordado um pouco tarde demais, estava motivado e disposto em fazer sua vida mudar, até com atitudes pouco frias de abandonar sua família, que não estavam no recinto no momento do abandono, mas mesmo assim o mesmo havia feito. Motivado, disposto e despedindo de sua residência e zona de conforto, o rapaz dava inicio a sua jornada para em fim atingir seus objetivos e suas metas.

Thormy Shelby havia nascido e crescido na ilha de Micqueot, e por isso, conhecia os lugares perto de sua casa como a palma de sua mão, e por causa desse fato não foi difícil achar a área comercial daquela ilha, por onde o jovem passava o mesmo ignorava todos ao seu redor, que eram pessoas pacatas e que o conheciam de vista, e isso causou um sentimento estranho nos moradores, que inclusive eram vários por onde o mesmo passava, uma rua extensa com várias divisórias, casas bem feitas com jardins, árvores decorando o local e vários moradores andando de lá para cá.

O moreno adentrou em um bar chamado "Escuna Costeira", grande e chamativo por sinal, onde todos estavam cantando e bebendo, homens brigavam pelos cantos, outros apostavam nas mesas, turistas ficavam impressionados com as atitudes dos locais e os próprios zombavam da inocência dos turistas, nada muito diferente dos bares de North Blue.

Uísque, cigarro e fogo? — Dizia o barman se aproximando de Shelby — Sente-se rapaz, seu pedido é na hora!

Mesmo que todos naquele local agiam conforme seus costumes apenas um deles havia se sentido desconfortável com a presença de Thormy, o mesmo era um grandalhão barbudo que estava bebendo uma caneca de rum maior que a cabeça do jovem, ele tomou todo aquele líquido e soltou um arroto tão estrondoso que todos pararam por um momento, inclusive a música, e bateram palmas incrédulos da potência sonora da garganta o homem, que se engrandecia pelo seu feito.

Belman:
 

YOHOHOHOHO! — O grandalhão dizia colocando com brutalidade sua caneca na mesa de madeira — BARMAN, MANDA OUTRA PORRA! —

O barman que estava buscando uma garrafa de uísque, um maço de cigarros e uma caixa de fósforos, logo colocando em cima da mesa para o moreno pegar, se virava para o sujeito barbudo.

PORRA BELMAN, TÁ ACHANDO QUE EU SOU SEU EMPREGADO! — O barman gritava em resposta muito irritado, nitidamente, logo depois se voltando a Thormy — São 40.000 B$.

Logo Thormy deixava o necessário em cima do balcão, sempre quieto e calado, ficando com apenas 32.000 B$ em sua carteira, porém, com seus vícios saciados e sua vontade de ficar naquele lugar também, levantando com seus itens e saindo. Belman, um pouco inquieto com a presença do rapaz, se levantou com a expressão fechada e séria e sentou justamente onde o mesmo estava antes de sair, pedindo uma nova caneca.

Quem era o garoto? — O grandalhão dizia ao barman, agora com a postura totalmente séria.

E eu sei lá, passou a gostar de caras agora? — O barman confuso pegava uma outra caneca, lotada até a borda de rum e colocava na mesa para o grandalhão.

Belman instintivamente olhava a atitude quieta, sorrateira e misteriosa de Thormy saindo daquele local, sem ao menos dizer seu nome para ninguém, comum para pessoas daquele lugar, mas não para aquele ar misterioso, que transformou um grandalhão briguento e beberrão em alguém mais calado e observador.

No centro da área comercial, o rapaz de cabelos negros agora procurava uma forma de se influenciar para conquistar seus objetivos, era claro sua sede em ingressar no Governo Mundial, e o mesmo faria de tudo para conseguir superar o objetivo de achar um local próximo para se alistar, o quê realmente não seria tão fácil, já que se tratava do Governo Mundial, a massa emponderadora que liderava todos os oceanos e reinos vinculados a esse. Os cidadães de Micqueot eram muito atarefados, corridos, andavam de um lado para outro com sacolas na mão, outros trabalhando em construções, artísticos na rua e muitos, mas muitos clientes fieis a Adega One, a melhor adega de vinho daquela região.

Eu não sei garoto, não tenho tempo para isso! — Dizia ignorando-o um cidadão corriqueiro abordado por Shelby.

Em tentativa de pergunta, muitos ignoraram o rapaz, porém, na primeira abordagem a um oficial da própria Marinha, Shelby teve em primeira mão a percepção da diferença entre os homens da organização, no qual ele queria se afiliar, e por sorte o primeiro foi sutil e gentil.

Boa tarde cidadão, fico feliz em ver mais pessoas se alistando ao governo, você pode subir aquela colina ali... — O oficial apontava para uma estrada reta que dava a um lugar elevado da cidade e de lá era visto o Q.G — Aquele é o Q.G de Micqueot, você pode tentar ir lá para se alistar!

Sem perder tempo, e instintivo, o rapaz logo subiu a colina em passos rápidos, sentindo a brisa gélida em seu rosto e não ligando para as pessoas em sua volta, apenas visando conquistar finalmente seu objetivo, que estava cada vez mais próximo, e agora, com o Quartel General em sua frente, o futuro era cada vez mais próximo. O local era cercado por um enorme muro cor de neve, e os portões verdes com o simbolo da marinha que começavam nas pontas e se encontravam no meio, dois homens estavam de plantão, um em cada lado do portão que se abria para dentro, não haviam muitas pessoas na parte alta da colina já que era lugar reservado para assuntos da marinha.

E aí, você quer se alistar no Governo Mundial? — O soldado raso observou Thormy  dos pés a cabeça e se virou para seu companheiro — Tá vendo isso Baxter? Um magrelo pálido desse acha que tem peito para entrar no Governo Mundial, vê se pode uma porra dessa! YAHAHAHAHAHAAH HOHOHOHOHO — Os dois marinheiros riam desesperadamente observando o rapaz.

Max:
 

O outro marinheiro que estava junto a ele rindo, logo indicava com a cabeça para o rapaz sair dali.

— Sai daqui garoto, não está aberta a seletiva para se ingressar  — Dizia o soldado Max — Baxter, olha isso, Stuart deve tá de sacanagem por liberar alistamento para qualquer tipo de pessoa, olha o que nos aparece!

Baxter:
 

Os dois marinheiros haviam negado a passagem do jovem que gostaria de ingressar no Governo Mundial, ele estava em pé diante aos dois marinheiros, os dois mantinham um semblante de ironia e menosprezavam o rapaz por sua aparência e assim questionavam sobre sua capacidade, mas, devido aos instintos e objetividade de Thormy Shelby ele realmente deixaria isso barato? Suas vontades eram colocados em prova, bastavam apenas o rapaz tomara melhor decisão do que fazer.

Observação:
 

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Última edição por Strauss em Qui 14 Fev 2019, 14:13, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Abandonar   Abandonar EmptySeg 11 Fev 2019, 22:02


Não demorou muito para que eu encontrasse o Quartel General da Marinha de Micqueot, após algum tempo como andarilho, havia dado a sorte de esbarrar um marinheiro, que com toda sua postura me indicou o lugar exato para prosseguir com a minha jornada. Agradecido, subi pelo morro até encontrar a estrutura que tinha mencionado, entretanto as intenções de me tornar um Agente do Governo foram frustradas por dois comediantes. - Não sou obrigado... Murmuraria em um som audível apenas para mim.

Ambos os soldados, não me deixariam passar. Soltavam algumas ofensas, porém nada que alguém como eu já não tivesse ouvido por ai, já tinha enfrentado muitas brigas e discussões, mais uma não iria me agregar nada. Entretanto, devo confessar, que estava ficando um pouco irritado com aqui e a vontade de acabar com a raça daqueles dois miseráveis estava quase tomando o controle, mas em um instante de reflexão, soube que dificultaria minhas intenções de fazer parte da organização mundial. Respiraria funda e ouviria cada uma das ofensas, sem sequer pensar nelas, tentaria tranquilizar meu corpo, não parecer irritado ou nervoso, deixaria minhas pálpebras levemente caídas e o maxilar entreaberto. Desta forma procuraria não demonstrar absolutamente nada, um rosto "morto", nada mais digno para dois idiotas. Durante as palavras dos homens, ficaria imaginando um jeito de passar por eles sem que problemas fossem causados, desta forma começaria a analisar tudo por ali e o que me fez chegar até o local. A primeira coisa que vinha em minha mente, era o oficial da marinha que havia me indicado o Quartel General, ele seria minha barganha, tudo no mundo é um grande negócio, movido por dinheiro e poder, algo que eu estava bastante acostumado a fazer.

- Vocês já terminaram? Indagaria, interrompendo-os. Neste instante olharia irritadíssimo com os dois, obviamente tentando intimida-los. Talvez suas ofensas não tivesse surgido se eu mostrasse desde o início quem poderia acabar com quem ali. - Vamos analisar bem o que está acontecendo aqui! Faria uma breve pausa após minhas palavras. - Então quer dizer que eu não sirvo para me tornar um agente? Isso que dois idiotas como vocês conseguem concluir? Tiveram que pensar muito para isso? Questionaria-os sem deixar com que interrompessem minhas falas. Manteria um tom grave em minha voz, novamente para amedrontá-los. - Então vamos às minhas conclusões também...Não precisaria me esforçar para dizer que vocês são dois soldados que estão tão baixos que consigo ler o nome de vocês no chão e pela postura que tomam contra mim, posso deduzir com tranquilidade...Eu acabei de passar por um integrante da marinha, ele aparentava ser bastante importante, muito integro, assim como todos deveriam ser. Bem, se eu tivesse que julga-lo, diria que ele tem uma patente bem elevada. Pararia por alguns instantes, observando as reações dos mesmos e continuaria mesmo se ainda não estivessem pasmos. - Alias, ele que me indicou esta base e não viu problema nenhum em me alistar aqui. Por acaso eu devo voltar acompanhado dele aqui? Ele estava pelas redondezas, será que vocês não lembram dele passando por aqui?

Como era de costuma, procuraria jogar com o medo dos indivíduos, nada como uma boa lábia e as informações certas para mexer um pouco com o psicológico alheio. - E então, devo passar ou chamá-lo para me acompanhar? Referiria-me ao marinheiro anterior, não sabia ao certo se barganhar com o seu posto seria o ideal, pois não sabia que patente ocupava, mas sua personalidade, mesmo que por um momento breve, me fez acreditar que seria uma troca justa e que haveria a possibilidade de ser deixado em paz graças a essas ameaças. Se por ventura não me deixassem passar e continuassem testando minha paciência, apenas daria as costas para eles e sairia a procura daquele marinheiro em específico, talvez ele pudesse me ajudar a passar pela porta de entrada. Ficaria pelas redondezas de onde eu teria encontrado-o antes, e até que isso acontecesse, não voltaria para o Quartel General. Manteria-me sempre perto d trilha que levava até a base para não correr riscos de perder a oportunidade. - Você poderia ser meu padrinho na marinha? Gostaria que me levasse até lá e me desse a direção certa... Perguntaria ao homem se meu desejo poderia ser uma possibilidade, desta forma acompanharia-o.

Entretanto, se me deixassem passar, ou estivesse agora acompanhado do marinheiro, seguiria para dentro da construção, adentraria na mesma e novamente iria em busca de alguém que fosse responsável pelos recrutamentos do governo. - Eu gostaria de me alistar para ser um Agente do Governo Mundial! Expressaria minha vontade para quem quer que fosse. - Estou pronto para servir a organização! E a propósito de que forma um soldado raso consegue evoluir o seu posto aqui dentro? Além de me colocar a disposição do governo, deixaria minhas cruciais dúvidas, estas que guiariam meu próximo objetivo, pois seria da maneira que me falassem que eu iria atrás de uma promoção. Queria me destacar, mostrar o meu valor, ser grande e voltar neste mesmo local para esfregar na cara daqueles dois porteiros como um homem deve se portar.

Todavia, partiria em busca do marinheiro que me registrasse ou fizesse qualquer tipo de ação para me integrar na organização, mas se ele não existisse, procuraria por mim mesmo dentro da grande base, faria os mesmos questionamentos e deixaria tudo pronto para começar a agir como tal. - O que eu devo fazer agora? Vocês irão me passar alguma missão? Quais são os deveres de um Agente? Indagaria e ficaria no aguardo das respostas, pacientemente e sem demonstrar ansiosidade.


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MensagemAssunto: Re: Abandonar   Abandonar EmptyQui 14 Fev 2019, 15:13


Abandonar
O diabo veste prada


Shelby estava ficando visivelmente irritado com a atitude dos porteiros do Q.G, o que era frustrante já que antes mesmo de ingressar na sua organização mais almejada já havia adquirido um choque de realidade tremendo, vendo a diversidade dos integrantes da Marinha, que trabalhava em conjunto com o Governo mundial, logo, aquela situação poderia servir para o rapaz de aviso do que ele podia enfrentar pela frente. Para a sorte dos porteiros inconsequentes, o rapaz que estava a frente não era alguém que estourava por qual que coisa, Thormy era até então um tanto controlado, já que diante todas aquelas ofensas e desaforos o rapaz se acalmou, não demonstrou expressão nenhuma, nem corporal e nem em seu semblante, gélido como um defunto, apenas analisando situações propicias para conseguir sair pro cima daquele impasse que bloqueava seu objetivo principal.

Porque a pergunta garoto? — Dizia o soldado Baxter observando o jovem, sentindo a intenção de intimidação — Alguma objeção?

Os marinheiros ficaram quietos ao ouvir a resposta sensata de Thormy, que era empoderado em sua fala e manipulava suas palavras para desfalcar os homens, que até então, estava funcionando já que ambos mudavam seu semblante cada vez mais, durante as palavras do jovem, até que Baxter haveria tentando falar e foi cortado pelo tom massivo e grosso da voz de Shelby que disparava sua oratória como um fuzil, e assim, fuzilando os mesmos que não honravam o emblema que estavam em seus uniformes.

Marinheiro com postura? — Baxter se direcionava ao seu companheiro expressando confusão, era nítido que aquela sujeito que o rapaz havia citado não era alguém qualquer.

Marinheiro com postura então, não é... — Max também se voltava as eu parceiro, logo depois, se voltando contra Shelby, com uma expressão de quem estava intrigado — Faz o seguinte, cara, volta onde você achou esse tal “marinheiro com postura” e traga-o aqui, talvez com uma indicação a gente possa deixar você passar.

Sem paciência e profundamente inconformado, Thormy após ameaçar os guardas decidiu voltar ao encontro daquele oficial de boa conduta que havia encontrado no centro da cidade, próximo ao bar, para ele seria uma oportunidade de ganhar imunidade diante aqueles homens sem postura. Descendo pela colina, era nítido para o mesmo que a movimentação para o Q.G era quase nula, deixando um certo mistério no ar.

No centro da cidade o jovem estava a procura do oficial, que no momento que Shelby havia chegado, não havia encontrado instantaneamente, após fazer várias observações do terreno, diante aquela multidão de gente que não parava de passar de um lado para o outro, enfim, o jovem pode encontrar quem desejava encontrar, interrompendo o oficial que estava ajudando uma garotinha, demonstrando ser realmente um bem feitor.

Ah! É você outra vez, conseguiu se alis... —  O oficial era interrompido pela fala apressada e voltando a atenção para o mesmo — ..tar... Ser seu padrinho? Deixa eu adivinhar... Max e Baxter estão de plantão na portaria, não é? Tudo bem, vamos! — O mesmo demonstrava um semblante digno de líder, logo depois se virando para um marinheiro próximo — Por favor, tome meu posto, eu volto já já!

Antes que ambos pudessem voltar a subir a colina foram interrompidos pelo beberrão briguento do bar, que estava sem camisa e segurando uma garrafa de rum, completamente bêbado.

Se NãO sE iMpOrTaM, eU qUeRo Me AlIsTaR — O homem interrompia sua fala com um soluço e segurando a gorfada — SoU BeLmAn...

O marinheiro não se importou com a aparência do homem, apenas sorriu ao vê-lo também se
interessar em ingressar na marinha, e bateu continência em sinal de respeito e gratificação por ver uma atitude tão honrável, por mais que seja motivação da bebida agindo em seu cérebro, logo, dando partida para que ambos pudessem voltar ao grande portão do Q.G.

Ventava um pouco na trilha da colina feito por uma escadaria extensa e rústica, quase que perfeitamente esculpida no barro, mas se servia para entreposto da base da colina até o Q.G, servia muito bem, a flora próxima escadaria se mexia conforme o vento batia, e o clima se tornava um pouco mais frio.

Olha quem tá vindo ali... — Dizia Baxter ao ver Thormy, o marinheiro e o bêbado vindo de longe.

Max... Baxter... Os dois rapazes ao meu lado desejam se ingressar nas organizações da marinha — Dizia o oficial com um tom empoderado e com a voz grossa e audível como um trovão — Desejo que vocês dois liberem a passagem para que ambos possam entrar no Q.G! É uma ordem!

Ambos trocaram olhares apreensivos e curiosos.

Claro, cabo! Mas antes... Eu gostaria de fazer uma pergunta para o magricela ali — Dizia Max, agora com um tom totalmente sério e frio — Você tem certeza que deseja passar por esse portão? Stuart, o capitão desse Q.G, e o agente comandante de Micqueot não são tão respectivos como nós dois aqui, eles costumam testar as pessoas, e se eu fosse você repensaria bem no que você qu...

QuErO... AgEnTe! — Dizia Belman, não conseguindo finalizar uma frase direito, de tão bêbado, além de interromper a fala de Max.

Cala boca, seu bebum! — Baxter respondia o bêbado.

Vamos fazer o seguinte... — Max dizia colocando a mão sobre o ombro do seu parceiro — Nós vamos deixar você entrar, com uma condição, mostre ser um agente da paz e da ordem dando uma surra nesse bebum aí e tirando da nossa reta, dando uma lição nele que não deve se zombar da marinha e nem do governo mundial!

Belman bêbado cambaleava observando aquela reação toda, sem entender muito bem o que estava acontecendo, e o bom marinheiro cruzava os braços não tomando atitude nenhuma, observando Thormy quase como analisando com os olhos, e isso daria um tom de apreensão por frustrante a falta de atitude, porém, estava nas mãos de Shelby o destino daquele bêbado.

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