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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Zootopia - Essa Aventura é o Bicho

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptyDom 6 Jan - 22:11

Relembrando a primeira mensagem :

Zootopia - Essa Aventura é o Bicho

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Lotus Chô. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Fran B. Air
Pirata
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Data de inscrição : 30/11/2017

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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptyQui 31 Jan - 13:50

Teorias! Interagindo Com Portas!
Já na caverna, via o reflexo da chama em cristais esverdeados, cristais esses que faziam com que eu me perguntasse sobre seu valor, de forma que no caminho, se percebesse algum solto ou quase, na parede ou jogado ao chão, pegaria, levando em conta que poderia servir de amostra para uma posterior extração do minério da caverna, algo que poderia ser facilmente consultado com Old King.

“Não faz sentido que uma pedra dessas tenha algum valor, ao que tudo indica, pela facilidade de chegar aqui e levando em conta a placa que havia do lado de fora, pessoas já estiveram aqui antes, mas me recuso a desperdiçar essa chance... No pior dos casos, posso descrever o minério para Old King e o trazer aqui para que me dê uma consultoria em relação a essas pedras, pelo menos o reflexo da chama nelas é bastante decorativo, talvez um anel feito com uma delas ficasse bonito em um de meus dedos, verde é a cor da inveja e muitas pessoas me invejam, é claro que todas deveriam o fazer.”

Ao clamar por alguma alma viva presente no local, escutava uma risada estranha, o que me deixava um pouco inquieta, levando em conta que apesar de ser uma pirata, também era uma cientista, então acredito em uma explicação física por trás de fenômenos como esse. De forma que ainda segurando a tocha, com uma das sobrancelhas arqueadas, utilizando as lindas botas recém forjadas e com as roupas típicas de aventureira para uma aventura como a que passava, incluindo o chamativo chapéu de exploradora, manteria meu percurso, tentando manter a calma averiguar possibilidades para explicar aquele som.

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“Hum, pode ser muitas coisas, eu não tenho medo de nada, mas me surpreende algo tão peculiar assim por aqui, talvez seja o vento passando entre as formações daqui, pode ser também que eu esteja alucinando com algum gás, o mais provável é que seja a sereia ou alguma pessoa que vive aqui, apesar de não me parecer um lugar ideal para abrigar vida... Não entendo muito de ocultismo, mas sei que existem algumas coisas que ainda não são muito claras para a comunidade dos cientistas, como as próprias akumas no mi ou os espíritos de navios amados... Só fico mais curiosa com as possibilidades aqui!”

- Olá! Poderia parar de rir e aparecer? –

Minhas aclamações por uma aparição não cessariam tão facilmente, por mais que fossem inúteis, meu foco ainda era encontrar a sereia e aquela risada só me dava uma certeza maior de que ela estava por ali. A variação de pressão da caverna começava a afetar minha audição, apesar de saber que seria um efeito rápido, levando em conta que a pressão interna de meu ouvido não demoraria para se igualar com a externa, embora fosse um efeito irritante, o que me levaria a respirar de forma mais ofegante para acelerar o processo.


Chegando ao final do corredor da caverna e avistando as portas que possuíam alguma simbólica, seguidamente pela escrita nas paredes, sorriria por estar caracterizada para a situação, mais uma vez comemorando pelo modo que me vestia, então passaria suavemente as mãos pelas portas juntamente da chama que portava, até mesmo nos símbolos e nas escrituras se os alcançasse, não porque acharia necessário, mas porque todos os livros descreviam daquela forma quando o explorador ou exploradora chegavam em algum enigma, enquanto faria algumas constatações em relação ao descoberto, em voz alta comigo mesma.

- São quatro portas e quatro frases separadas, elas não parecem ter relação umas com as outras e pelas pistas, não aparentam ter algum significado metafórico muito aprofundado... Espero que esteja errada e seja algo mais complexo, me recuso a crer que algo tão banal tenha barrado alguém, o mínimo que espero são cobras, um buraco com lanças ou umas esfera de roxa gigante me perseguindo, mas será que sequer teria uma resposta errada? Pela falta de ligação das pistas, me parece que todas as portas dão no mesmo lugar... Olhando a primeira mesmo... Se ajoelhar? Como a futura Rainha dos Piratas, eu me recuso a me ajoelhar para uma porta... –

“Pela física, deve ter alguma coisa no chão em frente a porta, de forma que ela se abra quando pressionada...”

Me recusando a ficar de joelhos, com os próprios pés, procuraria por uma ou duas placas de pressão posicionadas em frente a porta com o símbolo da coroa, de forma que ficaria na ponta dos pés, simulando meus joelhos com o bico das botas, na tentativa de abrir a porta, checando com as mãos se ela teria sido aberta, coisa que faria com cada uma das outras a cada tentativa, mas é claro que não pararia por aí, conseguindo ou não fazer com que desse certo de a abrir, minha reação seria a mesma, passaria para a porta com o símbolo do dinheiro e a olhando, faria minhas constatações.

- Ganância? Eu quero ser a rainha dos piratas, então sou gananciosa de certa forma, mas também não tenho problemas em dar dinheiro para um mendigo ou uma porta mendiga... Calma aí, onde é que eu deixei? –

Passaria a mão esquerda por trás de meu corpo, procurando pelo bolso onde guardava moedas na mochila e assim que achasse alguma, procuraria por algum recipiente ou encaixe na porta onde pudesse colocar uma moeda de cem berries, se não, simplesmente encostaria na porta e se não desse certo, a jogaria no chão em frente a mesma, esperando que ela se abrisse, mas dando certo ou não, mais uma vez, iria para a próxima, onde , já que estaria gostando do rumo daquilo que estava acontecendo e queria aproveitar cada segundo.

- Hum, não me acho megalomaníaca, se eu não fosse excepcional, talvez até pudesse me enquadrar nisso, mas essa porta quer um sacrifício? Ela sequer fala o tamanho do sacrifício que quer, algo pequeno deve bastar... –

Olharia para meu lindo cabelo, pensando em retirar um de seus fios, mas logo mexeria a cabeça para os lados em sinal de negação, jamais que eu retiraria sequer um fio de cabelo de minha cabeça ruiva, então, olharia para a lâmina de minha foice extremamente afiada e triscaria com a ponta de meu indicador direito nela, de forma que quando sangrasse um pouco, lançaria uma gota de sangue na direção da porta e deixaria que uma caísse em sua frente para ver se a ideia daria certo, já me dirigindo para a última porta para ver o que aconteceria.

- Eu não tenho nenhuma corrente aqui comigo, mas também me sinto uma pessoa livre... Quer dizer, eu sou uma pirata, a liberdade está em mim, mas como transmitir isso para a porta? Se tinha um vento forte vindo de um lugar fechado, então pode ter algum mistério nessas portas também, vamos ver... –

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Tocaria nela com a palma da mão aberta para ver se reconhecia que alguém já desacorrentada a muito tempo estaria no lugar, talvez aquilo fosse suficiente, mas se não desse certo, com minha foice, riscaria o símbolo do rio, por mera implicância e para ver se algo ocorria, talvez pelo toque do aço ou a quebra da imagem tendo algum significado, de toda forma, se alguma das portas tivesse se aberto, após tentar abrir todas, passaria por ela, indo por qualquer uma se levassem ao mesmo caminho, ou dando preferência a algum túnel, na ordem da porta da desacorrentada, da rainha, depois da gananciosa e por fim da megalomaníaca.

Conforme abrisse as portas ou seguisse pelo caminho, armadilhas poderiam ter sido colocadas para impedir o avanços de invasores, como eu era naquele momento, embora visse mais como uma visita. Se em algum momento algo viesse em minha direção, que fosse possível de se esquivar, pularia para o lado rolando no ar e tentando evitar o ataque ou simplesmente mexeria minhas articulações para sair do caminho e evitar o que quer que fosse, sejam dardos, flechas ou coisas parecidas, caso caísse em algum buraco, utilizaria minha foice para me prender na parede mais próxima ao fincar sua lâmina nela rapidamente e evitar a queda.

Se percebesse que não conseguiria me esquivar indo para o lado e teria que recuar, pularia para trás e tomaria a distância necessária rapidamente para evitar que o que quer que viesse cegasse a sequer tocar em mim ou pularia por cima daquilo que fosse me atingir, se possível. O importante seria que me manteria avançando atenta, até que encontrasse o próximo desafio do lugar, esperando por algo mais difícil, por mais que soubesse que nada conseguiria dar cabo de mim, ainda questionando sobre as presenças no lugar em voz alta, tentando obter alguma resposta e ignorando sons vagos como risadas.

- Olá, tem alguém aí? Sereia? É você? Apareça, eu só que te le... Conversar com você... Não vou fazer nada, se aparecer eu tenho algo legal para você... -

"Essa sereia vai vir comigo, quem não quer uma sereia na tripulação? Eu vim de outra ilha atrás dela, porque ela não aparece logo?"

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Johnny Bear
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Johnny Bear

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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptySex 1 Fev - 17:16




Depois de uma longa caminhada pela praia, uma despedida não tão confortante ao ventilador e a busca por um tesouro que eu nem tinha noção do que era, e cá entre nós, nem mesmo a Ruiva deveria saber do que se tratava, isto posto, que tipo de coisas bacanas me aguardavam na caverna? Bem, até agora não faço a menor ideia, mas a longa caminhada - outra - não estava nos meus planos de diversão enfrentar outra, muito menos em um local escuro e ei… “Espera ai” pensei surpreso ao ver aquelas pedras azuladas tendo um destaque na minha vista que, até o momento, se resumia em tons de cinza - e cinquenta tons mais escuros também - era bom conseguir encher outras cores no breu total - Uh! Aqui dentro tá geladinho… - Comentei percebendo também o gélido frescor que acariciava meus pelos, apesar de tamanha busca pelo fundo daquela gruta cuja qual alojava um tesouro de caráter, ainda para mim, indefinido.

Depois de percorrer outra maratona - já está pronto para aqueles testes de resistência - era claro o que iria me vir à mente como primeiro objetivo, vejamos, dar atenção para o tesouro desconhecido logo a minha frente? Errado, mas ele por si só era interessante, parecia algum tipo de comida, uma fruta, perfeito para quem está em uma nova dieta alimentar e com muita fome depois de andar todo esse tempo atrás de uma sereia; mas por outro lado eu queria água, me refrescar um pouco já não era mais preciso, com toda aquela umidade era dispensável a necessidade de parar para descansar, mas a garganta seca me era incômoda, ainda mais pelo meu maldito vício alcoólico que não podia ser saciado naquele momento. “Aguenta meu coração, eu ainda sou muito novo para ter um infarto” Pensei comigo tocando o peito para sentir as batidas aceleradas, mas a preocupação não passava de um exacerbado exagero meu, ninguém morre por fazer caminhada.

É claro que a coisa mais lógica a se fazer seria tomar daquela fonte imensurável de hidrogênio, mas por um curioso fenômeno me tirou completamente a vontade de provar aquela delícia, apesar da vistosa companhia de uma das criaturas mais vistosas do mundo, cujo corpo voluptuoso era coberto da parte inferior do tórax por escamas e calda de peixe, características humanas admiráveis e bem… O meu demônio mais temido, como uma maldição que me persegue por toda eternidade, era como se eu tivesse previsto tal aparição, não fiquei tanto surpreso, na verdade, pude ter certeza de ouvir uma longínqua voz me disser “Eu sabia” como se meu consciente tivesse criado vida própria ou algo do tipo. Então meu ser napolitano não se dividia só na pelugem, uma parte de mim quis ficar ali para continuar observando aquela criatura tão única e noviça, era admirável, mas mortal. Meu outro eu, o talvez mais sensato até então, quis puxar a arma para fora da bainha e dar cabo da situação utilizando da violência, mas como meus instintos não demonstraram quaisquer sinais dela representar um perigo, apenas cai para trás, solavanco do susto que me dera quando estava prestes a beber da água, agora meu coração com toda certeza batia rápido como o de um coelho… Quase infartei.

-Oh Oi eu.... - Tentei falar, mas ela ia adiante, falando sobre o tal tesouro que eu não fazia ideia do que fosse, era como se eu fosse uma criança no mercado quando a atendente pergunta a forma de pagamento enquanto você espera sua mãe no caixa e nesse caso, minha mãe era a Ruiva. Eu não estava de fato a procura do tesouro, mas banhei-me em coragem para estufar o peito e assentir com a cabeça quando me perguntou - Sim… O tesouro, a ruiva… - Tentei novamente, mas ela me atropelava antes que eu pudesse terminar as falas, me esforcei um bocado para digerir todas aquelas palavras “Tudo bem Chô, ela é uma loli… MAS não vai te fazer mal algum, é só sorrir e contar uma história pra ela!” A voz interior voltava me dando conselhos, me encorajando a ter mais atitude nesse tipo de coisa, talvez por isso que esse tempo todo eu estava em segundo plano nas aventuras, sentia falta dos sentimentos e o peso de fazer uma escolha e uma decisão que acarretaria em caminhos diferentes.

Algo no fim me incomodou, eu estava de acordo com todas as partes daquele “acordo” até então, mas me senti confuso quando ela me dissera sobre eu ser “malzinho” O que diabos era isso?  Falava sobre minha conduta? O que fazia de mim o cara mau? Matar marinheiros não estava lá no lado dos mais leais e neutros. Existia também a possibilidade dela estar se referindo ao meu resultado no teste quanto às resposta, ser malzinho seria como errar boa parte daquele desafio. Depois de pouco tempo pensando, não tinha muito o que se fazer, eu estava decidido a levar isso para o navio junto com aquela “peixa”, claro que depois de dar uma mordida para saborear e tirar proveito dos meus ganhos na caverna, ou quem sabe eu devesse comer tudo pelo que a Fanalis me fizera caminhar para buscar alimentos no fundo da garganta do diabo.

- Certo… Garota Peixe eu aceito seus desafios, mas se eu ganhar você também vai ter que vir comigo até a Fanalis demônio do cabelo vermelho, a bruxa que me fez caminhar até aqui debaixo de um sol de cinquenta graus, ao menos era o que parecia, para buscar um maldito tesouro e vejo ser apenas uma fruta, ela também quer você… Mas não se preocupe, vou te colocar em um aquário bacana, o que acha? - Sorriria para ela fazendo um sinal positivo com a pata. Mas agora eu tinha de decidir, que maldita história eu iria contar para ela? Será que ela tinha alguma preferência por acontecimentos? Não são muitas coisas importantes que aconteceram na minha vida, mas eu posso contar da vez em que eu estive em uma caverna como aquela, terminei acabado com uma puta mordida no pescoço, Tj roubou minha kill e eu conheci aqueles retardados, isto é, antes de todos pularem do navio - para se juntarem à causa Reseteiros -

- O que você vai querer que eu te conte na história? Eu tenho algumas coisas interessantes aqui na cabeça, tipo, teve a vez que eu matei um cara que vestia uma samambaia na cabeça enquanto dançava usando minha espada. - Ai mesmo com essa minha performance perfeita uma Ruiva ladra quis roubar minha kill, esse bando aqui todo mundo passa fome de feitos, os caras são ladrões até com os ladrões - Teve a vez também que eu matei o meu chefe pra escapar do laboratório… Só escolher peixinha, tenho um acervo grande de feitos não heroicos para satisfazer seu tempo livre - Aguardei, com o rosto repousando sobre os palmos.




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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptySab 2 Fev - 12:21

Zootopia essa aventura é o bicho- 07






Ria

Para a ruiva aqueles desafios apresentavam-se de forma a fazer com que ela pudesse se questionar em relação a o que poderia ali fazer para que pudesse ultrapassar o desafio, seu orgulho acabava sendo a maior das barreiras  e soluções simples e lógicas para ela pareciam  o melhor para trapacear aqueles mecanismos, mas para isso ela deveria apensar nos mecanismos como algo que era feito esperando uma certa faixa de peso ou uma pressão específica e para um desafio geral algo tão automático talvez fosse ilógico, teria sido a risada que ela ouviu uma pista? Talvez houvesse alguém a observando capaz de abrir ou não aquela porta? Suas tentativas frustradas só poderiam mais e mais tê-la feito pensar que não importava a lógica que usasse, ela deveria agradar a quem quer que estivesse no controle daquele desafio e foi quando ela chegou a ferir a si mesma, que a porta começou a se mover. O barulho era rochoso quase como se alguém pudesse arrastar a porta na pura força, mas assim que adentrou, ela poderia ver um circuito que dividia-se em quatro e passava por uma entrada naquela caverna no chão, o que provavelmente levaria a uma sala ou alguma outra coisa que pudesse fazer sentido para ela naquele momento.

Quando A visão além dessa que ela poderia ter, era bem bonita, se fazia desnecessária a luz pois haviam cristais de coloração esverdeada que com o mínimo contato com o sol pareciam agir como uma iluminação natural, linda aos olhos, caso andasse um pouco poderia ver que havia um caminho estreito onde havia água de ambos os lados, havia também a figura em uma das paredes de várias sirenas, mas nada ali ela poderia ver, como se aquele um dia já fosse um lugar onde várias ali viveram. Ao fundo da sala poderia ver um bau, ele era pesado demais para que ela pudesse arrastar e feito de um material negro, golpe nenhum que ela pudesse fazer sequer arranharia o bau e ele não parecia ter uma chave comum, mas uma entrada pequena... As coisas ficariam mais claras se ela procurasse ao redor do bau, onde ela poderia encontrar uma espécie de anel, contendo a mesma pedrinha verde que ela veria por todo o canto e se fosse sagaz, poderia abrir o baú, no baú havia uma espécie de banana roxa, cheia de espirais ao seu redor, facilmente identificável como uma akuma no mi, e abaixo dela havia um papel. Caso pudesse ler, a Ruiva poderia ver algo muito interessante.

Citação :
" O tesouro de Iara uma vez teve muitas riquezas, assim como também um dia ela já teve muitas alegrias, para você que hoje conquistou o seu tesouro, peço desculpas pela decepção, mas ele foi necessário para que muitas de sua espécie pudessem viver. Se você esta tendo acesso a essa fruta, espero que use de forma a não ferir ainda mais a nossa espécie, eu provavelmente eu vi  algo em você.

E no momento que terminasse de ler, a ruiva poderia ouvir um grande splash, onde poderia ver uma cauda de sereia vermelha adentrar a água,  onde o mesmo sorriso que ouviu antes lhe era familiar.




Urso



O caminho se mostrava bem agradável, como se alguém no universo tivesse pena do pobre mink sofrendo com o calor, diferente da ruiva que se mostrava totalmente insensível ao quanto um clima daqueles poderia ser ruim para alguém tão grande e peludo. Encontrar a Sirena havia o assustado em um primeiro momento, pensou até em um momento em partir para a agressão, mas não se sentiu ameaçado o suficiente. Ele contava um pouco sobre a sua capitã e certamente  não haveria uma descrição melhor para alguém que por ganância teria feito alguém sair a 50 graus, talvez fosse até gentil com a ideia de um demônio, a garota mostrava-se interessada, e recostaria sobre a outra borda, apoiando ambos os cotovelos sobre a beirada, próximo de onde havia a fruta, seus cabelos ainda cobririam a parte superior de seus pequenos pêssegos e não parecia nela haver malícia alguma ao acabar mostrando-se dessa forma mais natural. Ela logo respondia a proposta, talvez a resposta não fosse tão positiva.

- Se você passar no meu desafio, pode levar a fruta, ela ira conceder a você um poder único, que você poderá usar para o que quiser, desde que não seja ferir a outras pessoas da minha espécie, essa é a primeira parte antes de tudo... Eu não sou capaz de andar sobre a terra para lhe acompanhar e pessoas são perigosas, mesmo você sendo peludinho, essa menina parece uma humana escravizadora...Se ela te fez isso... Eu não quero perder a minha liberdade também.Mas, eu posso conhecê-la... Se a trouxer.

Diria a moça em uma voz que era muito gostosa de se ouvir, enquanto ela inclinava levemente a cabeça a direita, dando a ela uma aparência muito fofa. A garota continuaria a ouvir o rapaz, parecia bem interessada e seus olhos refletiriam bem isso. Ela levaria  a mão abaixo do queixo e faria um movimento esfregando a parte inferior, enquanto olhava para cima, como se pudesse ver um balão de imaginação, e assim ela teria olhado para o rapaz com uma resposta.

- Bom, a primeira pergunta que eu tenho é... Qual o seu nome? Eu... Quero ouvir sobre a história da fuga... Também quero saber o porque você segue alguém tão cruel... Ela judia de você além de te fazer sofrer no calor?

Era um tom fofo e até preocupado. Se o rapaz pudesse responder suas perguntas, ela mergulharia e por alguns instantes ele teria de esperar, até que ela voltasse com uma espécie de rede de limpar piscina onde ela pegaria a fruta e esticaria até o Mink, caso ele não fosse agressivo. Mais de perto ele poderia ver que parecia uma maçã, com várias espirais, claramente uma Akuma no mi. A qualquer sinal agressivo, ela teria mergulhado e nunca mais aparecido.

histórico:
 

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Última edição por GM.Alipheese em Sab 2 Fev - 20:24, editado 1 vez(es)
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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptySab 2 Fev - 18:00

Comendo A Akuma No Mi! Vamos Passear, Sereia?!
Vendo aquele baú, meus olhos brilhariam de felicidade, de forma que correria por aquele estreito caminho por onde seguia, até que alcançasse o que queria, dando apenas uma leve olhada para o quadro na parede embora não ligasse muito. Ao me aproximar, deslizaria minhas mãos sobre aquela peça, tentando sentir sua textura, enquanto verificaria se poderia ser aberto normalmente ou se seria necessária a resolução de mais algum enigma simples.

“Qual será a relação disso com as sereias? Não faz o menor sentido alguma delas viver isolada aqui protegendo esse pequeno tesouro, na verdade, qual tesouro existe dentro dele? Tomara que tenha algum rubi bem grande...”

Percebendo a entrada no baú, começaria a procurar próxima dele por algum jeito de decifrar o suposto novo enigma para o destravar, até que provavelmente, avistaria um anel, sendo que se realmente o encontrasse, o seguraria com o indicador e o polegar, deixando próximo do orifício, caso percebesse que ele se encaixaria de alguma forma, o colocaria e tentaria o movimentar até que se encaixasse, o afundando ou o rotacionando, dependendo das circunstâncias, utilizando do que tivesse ao meu dispor para conseguir abrir a fechadura.

Na hipótese de perceber as trancas sendo destravadas, me posicionaria ao lado dele, já esperando que algum tipo de armadilha ocorresse ou qualquer coisa parecida, então rapidamente abriria sua tampa, com força para que o que quer que fosse acontecer, acontecesse de uma vez. Começaria a olhar para os lados e para o teto, esperando que tudo começasse a desmoronar e desabar sobre minha cabeça, se fosse o caso, pegaria de dentro do baú tudo que conseguisse e correria para a saída, mas, como provavelmente não era, voltaria mais uma vez minha visão para dentro do baú, ainda estando posicionada ao seu lado, com uma fala um tanto quanto curiosa ao ver o conteúdo do mesmo e levemente decepcionada, até que percebesse o que estaria acontecendo, o que me levaria a arregalar os olhos e abrir a boca de tanta surpresa.

- O que é isso? Não é um tesouro? É uma fruta? –

“Não, espera... Essa fruta bate exatamente com todas as descrições que já ouvi falar, apesar de nunca ouvir sobre uma com formato de banana, essa coloração roxa e essas espirais, não pode ser outra coisa...”

- UMA AKUMA NO MI!? –

Daria um grito de emoção, o fruto de que eu tanto ouvi falar, desde quando era criança e sonhava em comer para ganhar algum de seus poderes fenomenais, parecia estar bem diante de meus olhos e tinha sido extremamente fácil de encontrar ela, é claro que poderia ter sido extremamente difícil, mas como nada possui algum grau de dificuldade para mim em ser realizado e tudo parecia fácil, não era surpresa. Pegaria a fruta e percebendo o papel atrás dela, faria o mesmo, a segurando com o indicador e o polegar, enquanto manteria o papel entre o mindinho e o anelar da mão direita, o que me levaria a ler o papel com o auxílio da tocha.

“Iara? Seria o nome da sereia? Nunca ouvi falar... Então outras pessoas já estiveram aqui e levaram as riquezas do tesouro? Imagino que sejam joias e ouro, mas uma akuma no mi nem sequer tem valor, é algo inestimável! Hum, não tenho nada contra a espécie das sereias... Só queria que alguma viesse comigo.”

- Mas o quê? –

Diria surpresa ao escutar o som na água e ver a cauda vermelha a adentrar, imediatamente correria em sua direção, ainda segurando a akuma no mi e o bilhete, ao me aproximar da margem, me agacharia, colocando a tocha próxima da água e franziria os olhos tentando enxergar no fundo da mesma pela sereia. Vendo o ser mitológico na água ou não, chamaria seu nome algumas vezes, esperando que me respondesse.

- IAARAAAA! IAAAARAAA! OOOOI, IIIAAARAAA? –

Muito provavelmente, eu não a veria de novo tão facilmente, então, me sentaria de pernas cruzadas de frente para o lugar onde ela estava na água e seguraria aquela fruta misteriosa, a encarando séria e imaginando se eu deveria a comer ou não, já que mesmo querendo muito o fazer, aquilo poderia me trazer consequências sérias, isso, enquanto guardaria o bilheta que fora escrito por ela em minha mochila.

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“Eu nem sei o nome dessa fruta ou o que ela faz... Tudo que eu sei é que quando eu a comer, vou perder a capacidade de nadar... Ela pode me dar algum poder bem ruim, que nem sequer valha a pena em relação a alguém que vive no mar poder nadar. Mas ela também pode me deixar criar raios ou terremotos, como nas histórias que os piratas contavam nos bares de Conomi Island. Se eu comer essa fruta e virar uma sereia que não nada, não vai ser legal... Quer saber? Não é uma fruta ruim que vai me fazer ser pior em algo, assim como o universo é infinito, não é uma bactéria a mais nele que vai o estragar em algo.”


- Não tenho ideia do que vai acontecer, mas quem não petisca não arrisca, não é mesmo? Vou comer essa fruta e ver o que acontece! -

Me levantaria rapidamente e andaria na direção do baú, quando me aproximasse, checaria uma segunda vez seu interior para ter certeza de que não havia um fundo falso ou algo do tipo, sendo que se percebesse algo, guardaria em minha bolsa, se não, o fecharia, tentaria remover o anel que havia usado para o trancar, já o deixando selado novamente para sempre e colocando o anel em meu dedo médio da mão direita. Com isso, me sentaria em cima do baú e deixaria a fruta em frente ao meu rosto, sendo que engoliria a seco minha saliva, ainda encarando aquele fruto, então tentaria o descascar se fosse possível, como uma banana, senão, iria com casca e tudo mesmo, de uma vez só, colocaria o máximo na boca, já esperando um gosto totalmente ruim, a mastigaria e engoliria.

“Meu Deus, é pior que eu pensava, eles usam o que para adubar essas coisas?”

Pensaria se o gosto fosse tão ruim ou pior do que pensava e jogando a casca para atrás, onde estava o baú, sairia correndo mais uma vez na direção dá água, de forma que assim que chegasse na borda, colocaria o máximo possível de água na boca e bochecharia com aquela que provavelmente era água salgada, de forma que a cuspiria de volta. Então, olhando para água, tentaria ver o meu reflexo, enquanto pensaria no que teria acabado de fazer.

“Eu nunca mais vou poder nadar, mas, e agora? Não vou nem tentar fazer nada, vai que eu destruo esse lugar, é melhor tentar usar meus poderes em ar livre, se é que eu realmente ganhei algum poder... Agora, como será que o Urso está? Imaginei que as cavernas fossem interligadas, mas pelo jeito não são.”

- Iara, não se preocupe, eu não usaria esse poder, seja lá qual for para fazer nada contra o seu povo, pode aparecer, eu só quero conversar com você... Não tenho nada contra sirenos ou sirenas... –

Mais uma vez chamaria pela sereia, tentando esbanjar uma forma amigável de comunicação, na esperança de que ela aparecesse e pudesse ter a graça de minha presença, isso se já não tivesse se aproximado. No caso de ela aparecer em algum momento, seja antes de comer a akuma ou depois, me aproximaria com meu rosto o máximo possível dela, com cuidado para que ela não tivesse alcance suficiente com seu corpo para que tentasse algo contra mim e continuaria com minha fala simpática, até mesmo brincando com ela ao final, na tentativa de ganhar alguma intimidade.

- Queria entender apenas qual é a sua nessa ilha e por que me deixou passar pela porta? Além disso, por que tantas risadas sinistras no meio de uma caverna escura? Isso é tão... Clichê! Hahahaha. –

Apontaria com meu braço direito para a passagem por onde tinha entrado e voltaria minha palavra para com ela, de alguma forma, parecia que tínhamos criado uma ligação naquela caverna, considerando que apesar de tudo, ela me deixou passar por aquela porta e a julgar pelo que tinha ao final da mesma, não tinha deixado que ninguém mais passasse, ao menos, não para entregar aquela fruta no baú.

- Eu não tenho certeza, mas as lendas dizem que sereias saiam do mar e iam até os bares para atrair piratas e os saquear, não sei se é verdadeira, mas toda lenda tem algum fundo de verdade... Queria saber se você consegue andar e se sim, não gostaria de me acompanhar? Talvez me mostrar essa ilha, não faz muito tempo que cheguei e não conheço nada. –

“Me parece que ela está escondendo alguma coisa, pareceu que ela queria dar a fruta para ajudar a sua espécie ou coisa parecida, pelo menos foi o que entendi daquele bilhete.”

- Se não puder ou não quiser vir, eu posso voltar aqui para ver você, depois. –

Completaria minha frase, a tentando tranquilizar sobre minhas intenções, de forma que se parecesse com algo mais casual, mas, me despediria dela se não pudesse vir com um – Até logo! – e um sorriso ou se viesse, sorriria para a mesma, até mesmo a auxiliando a sair da água se me parecesse apropriado, ao estender a mão direita e a puxar pelo braço que me fosse oferecido para que a ajudasse, já perguntando sobre ela para a conhecer mais no caminho.

- Você costuma sair bastante daqui? Ou fica mais por aí na caverna e no mar? –


Conseguindo conversar com a sereia ou não, tendo comido a akuma no mi, me retiraria do lugar, sem jamais baixar a guarda para o que quer que pudesse acontecer, pronta para pular para frente, para trás ou sair correndo, de acordo com o que ocorresse lá, levando em conta que parecia um calabouço cheio de armadilhas, embora não tivesse cruzado com nenhuma até o momento em que me deparei com o baú.

Seguiria andando fazendo o mesmo trajeto que tinha feito para alcançar o baú, mas assim que chegasse na saída, se não avistasse o Urso na caverna ou do lado de fora da mesma, retornaria, indo dessa vez pelo lado esquerdo e seguindo ainda atenta para topar com o ursídio e averiguar se ela estaria bem, se por onde eu tinha ido, nenhum perigo eminente tinha sido avistado, do lado dele poderia ter sido diferente.

“Espero que o Urso esteja bem, mas não estou preocupada, desde que o conheci, ele mostrou que consegue se virar.”

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Se o avistasse, sairia correndo em seu encontro, sendo que assim que me aproximasse, pularia em sua direção dando um mortal para o dar um abraço bem apertado em seus pelos macios, coisa que fazia normalmente sempre que nos encontrávamos, ignorando até mesmo Iara, se a mesma estivesse me acompanhando, mas se não visse um Urso mutante de dois metros em minha frente e sim alguma outra pessoa como uma garota diferenciada, imediatamente sacaria minha foice encarando a pessoa que avistasse, já que ela estaria n lugar onde procurava o Urso e não teria outro caminho por onde ele tivesse saído.

- Quem é você? Onde está o Urso? -

“Será que ele já saiu daqui e essa pessoa veio depois? Talvez ele esteja mais na frente... Uma coisa é certa... De alguma coisa essa pessoa sabe!”


Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptySab 2 Fev - 19:25




De alguma forma, eu sabia que ela entendia um pouco a situação abusiva em que eu me encontrava na tripulação, mas não hei de me esconder, aquela preocupação toda me ungia e tornar a verdadeira face, eu não era lá o dos mais santos, na verdade, minha mente doentia já necrosada de tamanha podridão nos pensamentos e experiências vividas, mas de certo modo, nunca tinha atacado uma daquelas ditas sereias antes, pode-se dizer que no momento me encontro até mesmo em expurgo de meus pecados, trilhando por uma estrada livre da culpa de ter muitos companheiros animais correndo em minhas veias em forma de proteínas e carboidratos - um lugar onde predadores e presas vivem em paz e união, essa é Zootopia! -

- Uh - Suspirei ouvindo os pedidos, era bastante “imersivo” se posso dizer - foi um trocadilho já que ela está submersa kakaka - reviver momentos e experiências de minha antiga vida como lacaio daquele senhor… Não era de todo pior servir a um homem tão maravilhoso como o qual era, mas todo o afeto que um dia senti por ele se transformara em profundo ódio depois de um significante evento em uma das minhas sessões de treinamento. Mas no fim, aquilo não era uma história da minha vida, não tinha motivo algum para baixar o nível ou contar tudo desde o instante em que havia parado no laboratório, só seria importante dar uma básica noção para ela das coisas que aconteciam por lá a fim de situá-la na história.

Mas antes de mergulhar em águas profundas, fiquei bem ciente dos motivos dela para não querer me seguir, eu não poderia forçá-la para ir comigo até o navio, provavelmente eu chegaria com um peixe frito nos braços antes de subir ao convés e levar a janta não está na minha lista de tarefas como tripulante, na verdade nada está nessa maldita lista. Por outro lado ela me falara sobre o potencial da fruta, em certo momento da vida devo ter ouvido falar sobre uma daquelas, o que estava bem na minha frente era uma das coisas mais adoradas pelos homens que trabalhavam criando soldados para meu chefe, receio não ter ficado lá tempo o bastante para receber uma delas.

Estarrecido, abri a boca contemplando aquela belezura, um sorriso malicioso se abrindo em meio ao meu rosto e claro, agradecido a sereia pela explicação e pelo tesouro - Uh, então é uma daquelas frutinhas saborosas que nos dão poderes, era disso que a Ruiva estava atrás? - Comentei em um tom baixo, acenei a cabeça positivamente ciente das condições, sem peixe para mim pelo resto da vida, mas eu ainda estava curioso sobre o que aconteceria caso eu machucasse uma sereia portando daquele poder, eu iria explodir? Um espírito maligno iria aparecer e levar minha alma? Deveria ficar atento caso fosse comer aquele troço - Certo… Mas estou curioso, o que aconteceria se eu ferisse alguma sereia com o poder dessa frutinha? São vocês que criam elas em algum tipo de árvore no fundo do mar? - Eram questões que, se ela pudesse me responder, agregará grande valor a minhas experiências de vida e conhecimento.

Da bainha saqueia a arma me forjada pela Ruiva, colocando a lâmina a frente do rosto dividindo-o em duas partes, exatamente na linha que havia ali que me classificava como meio panda e meio polar - Sou Lótus Chô, sigo a Ruiva por um motivo que eu ainda desconheço, mas com ela eu sinto que posso ter algum tipo de propósito ao invés de ficar pelas ruas de Conomi como eu ficava, apesar da maldade que ela teve ao me fazer andar nesse calor, é uma garota interessante, você iria adorar conversar um pouco com ela - Comentei, ciente da ironia na última frase, mas para a sereia talvez aquilo não fizesse sentido algum - Venho de um lugar muito gelado, desde cedo eu nasci com humanos já que meus pais me abandonaram por eu ser um panda marrom, o pessoal do laboratório cuidava de mim e me treinava. Eu ganhei essa espécie de cicatriz no corpo - Apontei para o meu lado cujo qual os pelos eram totalmente brancos, diferente do meu lado panda - Quando lutei com o meu maior ídolo, Josef Joestar Stalin, naquela época eu era um Juggernaut a serviço dele, ia em missões para atacar a frente de um batalhão de uns caras que se diziam Arianos ou qualquer coisa parecida, a batalha foi bem dura, mas eu fui escolhido para um projeto ousado junto de outros oito comandantes de alto escalão. Era algo que nos transformaria em máquinas de guerra e afins, eles tinham pego parte da minha genética e modificado, a ideia era que todos ficassem fortes, super soldados eu diria, mas eu pude observar sete dos oito que estavam na sala agonizando até a morte pela experiência ter sido um fracasso, protestei na minha vez, queria me forçar a tomar aquela merda mesmo depois de todos estarem mortos, lutei com os pesquisadores, alguns guardas que estavam por ali e então fui até a sala dele… Stalin, o maior símbolo paterno que eu tinha até então, eu queria ser como ele na verdade, mas quando soube do projeto e que ele mesmo havia assistido e ainda me culpou por não ter deixado que injetassem aquela merda no meu corpo eu não me segurei, quis fugir dali, mas ele tentou me impedir, lutamos no meio do laboratório, mas os guardas não chegaram a tempo de salvar ele, um vazamento químico trancou nós dois e eu sabia que só um poderia sair vivo dali. Derrubei meu maior ídolo em uma poça de algum tipo de líquido verde que me fez ganhar tempo para fugir, esbarrei em alguns outros químicos e eu acabei perdendo permanentemente a coloração dos meus pelos de um lado do corpo, incrivelmente formou-se uma linha perfeita separando meus lados, não sei se Stalin realmente foi morto naquela sala, mas eu acho que não, sinto que ele deve estar em algum lugar querendo me encontrar para resolvermos esse caso pendente… - Terminei a história, cabisbaixo por ter de reviver pensamentos reclusos do meu ser, matar aquele homem foi uma das coisas que eu mais me arrependo na vida, se não a pior delas, mas eu não tive escolha.

Fitei entristecido a fruta, o ato da garota por tê-la me dado me fez abrir um sorriso tímido no rosto, pegaria o alimento com uma das mãos um pouco calmo, não entendia muito bem o motivo da rede, mas talvez fosse pela enormes desconfiança e descrença dela em espécies diferentes - Tudo bem… Não vou fazer nada… - Terminei tentando cortar uma parte da fruta para morder, iria oferecer a outra para ela reservando uma terceira para Ria - Quer? - Captaria bem a coisa, minha garganta já estava ficando seca, mesmo depois de tanto sol agora o que eu precisava, com urgência, era um pouco de vodka, todo aquele tempo perdido nas andanças acabei me esquecendo do meu maldito vício, mas meu corpo não, eu já podia sentir a tontura chegando pela falta de álcool no sangue.


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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptySab 2 Fev - 20:27

Zootopia essa aventura é o bicho- 08






Ria
Apesar de procurar uma solução muito complicada para que pudesse abrir aquilo, algo bem simples poderia surgir a sua frente, e este era o anel que facilmente a levaria a conseguir abrir o único obstáculo que a separava de seu tesouro o anel, se ela provasse teria o encaixe perfeito, como se fosse feito sobre medida para ela e quando ela girou a pedra no encaixe do baú ele tivesse se aberto, confusa com apenas a fruta, logo perceberia o valor afinal, diziam que essas frutas as vezes valiam BILHOES milhões de Berries, era algo que talvez fosse estranho para alguém nos blues ouvir, mas de alguma forma a sua fazenda talvez tivesse pessoas muito peculiares afinal, não é todo plantador de arroz que ascende a Grand Line com o desejo de se tornar rei dos piratas, a ruiva tinha a sua própria maneira de ser única.

Lendo o conteúdo que havia na carta, a ruiva poderia tirar conclusão que havia muito mais umd ia, mas diferente do que ela havia entendido, não teria sido outros que vieram antes dela, mas sim outras sirenas que haviam usado do tesouro para que pudessem viver, ou se desprender das amarras, mas não seria injusto que ela pensasse não ser a primeira humana que chegou ali. Ela procurava pela lenda que havia ouvido e tentou por a tocha bem próxima da água, chamando seu nome várias vezes, mas as águas eram bem profundas e a própria tocha, pouco teria diferido de luz em relação aos cristais que estavam próximos das bordas que promoviam uma iluminação mais forte que o fogo., quando checasse novamente o interior do baú,não poderia ver fundos falsos ou nada que pudesse indicar que havia mais, a fruta era tudo que tinha. E com isso, encararia o fruto, antes de conhecer o pior gosto que alguém poderia sentir na vida. e em um primeiro momento nada aconteceria. Sua fruta veio com... Defeito?

Talvez por dois ou três minutos nenhuma mudança que ela pudesse sentir tivesse acontecido, estava do mesmo tamanho, sua pele parecia a mesma, mas seria no momento em que ela procurava a água para lavar a boca, que ao sentir o gosto salíneo na boca de água do mar que ela poderia sentir uma fraqueza muito estranha e com isso, ao ver o seu próprio reflexo, poderia ver aos poucos sua pele transitar para algo que parecia mais escamoso, seus dedos mudariam e tomariam uma aparência mais anfibia e teria notado que a sua roupa, na parte de trás de suas calças adaptava-se de modo que uma longa cauda poderia ter saído de trás dela, ela poderia testar e ter uma precisão quase de um braço, era musculosa e forte a sua cauda. E mais ao fundo, escondida atrás de uma pedra, poderia ouvir a Sirena falar poucas palavras.

- Eu posso conversar com você... Amanhã.

Teria dito a Sirena mergulhando novamente, e por mais que chamasse nada mais poderia ver.



Urso

Urso

Ainda que de inicio a garota não fizesse a mais " profunda" das perguntas, tudo parecia se manter sobre os campos úmidos eu também sei fazer isso-q, gélidos sem que a ameaça de incendiar-se e tornar aquela situação tão quante quanto o exterior pudesse ocorrer, a garota apesar de bem novinha já carregava consigo a marca do que a espécie dela poderia viver de forma que talvez fosse até triste para alguém mais sensível de ouvir, mas o mink parecia muito mais intrigado no que ele havia de oferecer em resposta ao sorriso malicioso, a pureza dela era oferecida atráves do seu sorriso e ela responderia a pergunta de forma bem honesta.
- Não fomos nós que criamos e bem.. A fruta não é bem saborosa, dizem que tem o pior gosto que uma pessoa poderia provar, muitos comparam até a... Como falar isso de forma legal.... A... Caquinha sabe? Não a de nariz... A que sai lá de baixo... Bem... Aconteceria o que o combate resultar... Eu só gostaria mesmo que você não o fizesse... Você também não é humano... Então eu pensei que saberia o que é sofrer com eles... Não é legal que nós também nos maltratemos, certo?

Diria a garota levando a mão a cabeça coçando levemente de forma bem dócil, não havia de fato maldade nela e ela era bem honesta com ele. Ela ouviria a sua história colocando ambas as mãozinhas abaixo do queixo chegando bem próxima da beirada onde o ursideo estava, seus olhos brilhavam em um azul bem bonito e a posição, da altura de cho, daria uma visão nada pura, ainda que os polêmicos estivessem tapados pelos seuc otovelos. Era o tipo de tratamento ao qual talvez o rapaz não estivesse acostumado, ela parecia comovida com a história, seus olhos mareavam e ele poderia jurar ter visto algumas lágrimas cairem, se ele abaixasse a cabeça e mostrasse sinal de amizade, inclusive teria feito carinho no topo de sua cabeça com a palma de sua mão, como meio de mostrar que o entendia e que tudo ficaria bem, o que poderia ser um incentivo para ele era o que seusolhos talvez pudessem ver, algo que para sua mente já muito deteriorada, não lhe seria ruim.

- A rede é.... Que eu não alcanço... E eu não consigo andar na terra.... Você parece ser alguém legal Cho... eu sou Yumi... Eu... Não quero, você não precisa comer ela toda, uma mordida basta... Mas ela tem um custo... Você nunca mais vai poder nadar...

Diria a garota fazendo gesto com a mão com o indicador enquanto explicava. O gosto, não seria melhor do que beber ácido, aquilo espalhava-se pela sua boca de modo que pensava aquele como o pior sabor do universo, parecia que nunca mais sairia aquele gosto de tão ruim. Um fenomeno estranho, então acontecia o Mink aos poucos poderia ver a diferença entre a altura dele atual e a da Sirena diminuirem, seus braços já não eram mais tão longos, suas garras e seus pelos diminuiriam e o seu rosto? Bem, ele teria uma aparência muito mais humana que de Mink, ainda que não perdesse por completo os seus traços era confortável de dizer que havia mudado muito sua aparência. Antes que ele se assustasse a garota o olhava e dizia:

- WOW, Eu sabia que essa fruta poderia mudar muitomas... Wow!

Diria a garota colocando ambas as mãos nas bochechas, com uma expressão surpresa.


Urso e Ria
Quando enfim a ruiva tivesse feito o caminho do retorno, poderiam ver um ao outro muito diferentes... Quase irreconheciveis,junto a Sirena que logo afastou-se daquela beirada com a aproximação de Ria.


AKuma do urso:
 


Akuma da Ria:
 
histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptyDom 3 Fev - 13:29

Transformações! Descobrindo Os Novos Poderes!
Antes que pudesse me dar conta, percebia uma mudança acontecendo quando fui tirar o sabor asqueroso da água em minha boca, algo realmente tinha mudado em meu corpo, o que indicava que a fruta era realmente verdadeira, a mudança vista em meus braços era notável, acompanhada do surgimento de uma cauda e uma mudança na pigmentação de minha pele, coisas que eu observava e ficava sem entender bem o que estava acontecendo.


“Meu Deus! O que eu mais temia está acontecendo, eu estou virando uma sereia que não pode nadar! Não, espera...”

Foi quando percebi que a transformação tinha cessado e eu mantinha minhas pernas, o que indicava que apesar de ter uma cauda, eu não tinha me transformado em uma sereia, na verdade, não era nenhuma especialista em animais, mas poderia ver que diferentemente de peixes e répteis, não possuía pequenas placas como escamas ou coisas parecidas, embora tivesse uma coloração diferenciada.

“É... Pelo jeito eu não vou conseguir soltar raio laser pelos olhos, mas alguma coisa está acontecendo aqui, quer dizer, eu tenho uma cauda e consigo a controlar, isso me parece muito útil!”


- Amanhã, então. –

Responderia a sereia ao escutá-la, isso após virar meu pescoço rapidamente na direção de onde sua voz vinha, tentando a ver nem que fosse de relance, embora mais uma vez, tudo que tivesse visto fosse uma pedra obstruindo a minha visão e o deslumbre daquele ser. Sem nem tentar voltar ao normal, andei por aqueles corredores sem fim a procura do Urso, até que avistei o que parecia ser uma segunda sereia e uma pessoa desconhecida, coisa que me levaria a pegar a foice em minhas costas e questionar sobre seu ser, enquanto me aproximaria, fazendo uma interrogação com minha cauda, enquanto estivesse fazendo minha pergunta com o semblante levemente fechado por estar preocupada em não encontrar meu companheiro, embora meu rosto estivesse com uma pele ainda mais lisa e fofa que o normal.

- Quem são vocês duas? Onde está o Urso? Respondam! –

- Eu sou Fanalis B. Ria, apesar de não estar me parecendo muito... Mas ainda sou aquela que vai se tornar a Rainha dos Piratas! -


Responderia determinada e confiante no caso de algum dos seres que lá estavam me questionasse sobre a minha identidade, nesse momento, levando em conta a transformação que tinha passado pouco tempo depois de comer a akuma no mi, começaria a tentar me transformar de novo, fazendo algum esforço e tentando com o próprio poder de minha mente ao desejar voltar a minha forma original, para que mostrasse minha real aparência.

“Tomara que essa não seja minha forma definitiva, se eu ficar sendo esse lagarto, ou seja lá o que for isso para sempre, vai ser bem complicado de me acostumar... Se eu me tornei esse ser com a akuma no mi, é bem provável que eu consiga me transformar em uma humana novamente.”

- Depois eu preciso ver como eu fico em um espelho, não gosto de ficar assim nas escuras sem saber da minha aparência, apesar de que com certeza ainda sou linda... -

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Sussurraria comigo mesma, se tivesse conseguido voltar ao meu estado original ou pelo menos próximo disso, então, esperando que tivesse descoberto a verdade, me aproximaria dos que estavam lá, estando em guarda para caso me atacassem. Quando chegasse mais perto, se a pessoa em terra firme tivesse dito que tinha comido o Urso, ficaria boquiaberta, a encarando durante minha aproximação e quando chegasse bem perto, começaria a passar a mão em seu corpo, primeiramente no abdômen e depois na cabeça no momento em que dissesse que conseguia escutar a voz do meu companheiro na cabeça dele, o que me levaria a comentar sobre sua aparência, já falando sobre a minha.

- Então você também comeu uma akuma no mi? Quem diria que teriam dois desses frutos lendários aqui nessa caverna? Ainda bem que você está bem! Mas mesmo assim... Haru? Bem... Como pode ver, eu me transformei em algum tipo de bicho, não sei ao certo o que é isso ainda... –

"Parece até que ele desenvolveu uma segunda personalidade... Mas o que diabos é essa fruta dele? Haru é um nome bonito pelo menos, uma prima ruiva minha que mora em Shells Town e faz várias apresentações falando sobre livros tem esse mesmo nome... Acho que só posso aceitar, já que não parece ser algo reversível."

Daria um abraço bem apertado nele, já que agora que minhas preocupações haviam sido sanadas, então me afastaria devagar, olhando para sua nova aparência de baixo em cima, tentando me acostumar com o seu novo visual, coisa que seria bem difícil, já que tinha me acostumado com sua aparência de urso mutante com braços quase que do tamanho do corpo, sem falar em seu pelo, sendo metade branco como um urso polar e metade escuro, se assemelhando a um panda. Depois de estar mais tranquila sobre o que estava acontecendo, olharia para a sereia na água, apontando o dedo para ela e começaria a conversar de forma amigável, já que ela poderia ser tão arisca quanto a outra.

- Quem é você? Eu conheci a Iara na outra divisão dessa caverna... Amanhã de manhã vou voltar para falar com ela, será que você não quer aparecer por lá? Adoraria conhecer você melhor também... -

“Que estranho essas sereias terem nos dados essas akuma no mi assim, de mão beijada. Não estou entendendo nada do que está acontecendo aqui, mas não acho que toda sereia seja assim ou faça esse tipo de coisas, elas devem ter algum motivo bem maior por trás disso ou simplesmente perceberam quem eu era, mas mesmo assim, ela deu uma akuma para o Urso antes de me ver...”

- Escuta, Urso? É para eu te chamar de Urso ainda? Você está tão diferente... Não me parece muito natural... Depois de ver minha transformação, tive algumas ideias para armas que poderiam se adequar a minha nova aparência, queria passar na cidade e forjar alguma coisa na ferraria, talvez ver se eles poderiam equipar o navio com uma forja, já que em Wonderful não tinham tecnologia para isso... –

Diria ao Urso normalmente, com as mãos posicionadas na cintura, mas logo removendo a mão direita e apontando com o polegar para a saída com um sorriso sádico, ter comido uma fruta tinha me empolgado, mas criar uma nova arma era algo que me deixava ainda mais empolgada, não era como o vício do meu companheiro em vodka, mas mesmo assim, se ficasse muito tempo sem forjar nada novo, acabava me sentindo mal e o simples sentimento de saber que logo poderia criar uma nova arma já me deixava animada.

Se ele quisesse fazer mais alguma coisa ou conversar com a sereia, me sentaria analisando o anel que tinha pego e aguardaria que ele terminasse de fazer o que queria, mas, caso ele tivesse feito tudo que tinha para fazer ou no momento em que terminasse, me despediria da sereia, independentemente do que ela tivesse me respondido ou se ainda estivesse lá, considerando que ela poderia me escutar da mesma forma que Iara tinha conseguido.

- Até amanhã! Conto com você. –


“Acho que vou perguntar sobre o material desse anel, essas pedras azuis desse lado, posso simplesmente descrever para Old King... Mas pensando bem, se for algo de valor, ele vai vir aqui e acabar com a casa dessas sereias, pelo jeito que Iara escreveu, elas já sofreram de alguma forma... Vou ter que dar um jeito de perguntar, sem dizer que as cavernas dessas pobres criaturas estavam lotadas com esse material.”

Sairia do lugar andando normalmente, não tinha tanta pressa assim e tinha certeza de que Yue, Boujin e Lupin dariam conta de proteger o navio, por mais que provavelmente Yue e Lupin estivessem distraídos naquele exato momento. Seguiria fazendo o mesmo caminho que tínhamos feito para chegar na caverna das sereias, tentando não se perder naquela ilha, de forma que chegássemos no lugar onde aquele velho pervertido e sua neta moravam. No caminho, começaria a tentar me transformar e voltar ao normal, tentando dominar os poderes que tinha conseguido ao comer aquela fruta mágica, até mesmo tentando identificar se teria alguma outra forma, além da que tinha alcançado no momento em que comi a akuma no mi.

Quando conseguíssemos finalmente chegar lá, voltaria para minha forma normal e bateria algumas vezes na porta do Old King, se ninguém atendesse, abriria a porta e adentraria o lugar, mas esperando que alguém estivesse lá para nos atender, de preferência o velhote. No momento em que o encontrasse, sem sequer me lembrar das revelações que pelo menos eu achava que tinham sido feitas, me sentaria em algum lugar qualquer, esperando que ele se sentasse também, com isso, daria um sorriso para ele e mostraria o anel em meu dedo para que ele que entendia tudo sobre minérios me confirmasse o que queria saber, atuando um pouco no final das contas para não revelar a verdade sobre as várias riquezas em potencial que estão contidas nas paredes daquela caverna.

- Oie! Escuta, velhote, fomos lá e realmente, tinha um tesouro, embora fosse um pouco diferente do tipo de tesouro que eu imaginava, primeiro, veja esse anel, ele é feito de uma pedra verde estranha, queria saber qual pedra é essa e se ela teria algum valor... Além dela, tinha uma pedra azul bastante semelhante que brilhava no escuro, mas acabou se perdendo em meio a alguns problemas que tivemos lá... E então, essas pedras são bonitas... Mas... Eu sou uma pirata e queria saber se tem algum valor. –

“Não posso arriscar que o maior minerador do mundo vá naquela caverna ficar explodindo tudo atrás de riquezas, não sem antes conversar com as sereias, mas não deve ter valor, a facilidade para encontrar e entrar naquela caverna era gigante, sem falar que foram eles mesmos que me deram a localização, seria muito estranho se não tivessem adentrado na caverna.”

Escutaria atentamente o que ele tinha a dizer sobre aquelas pedras, assentindo com a cabeça para cada explicação que me fosse dada, afinal, um especialista tão bem falado como ele deveria saber tudo sobre essas coisas, é claro que se ele não estivesse lá, faria o mesmo questionamento para a neta, da qual eu esperava que tivesse algum conhecimento na área também, embora devesse ser bastante reduzido, se comparado com o Old King.


- Agora, olhe bem para mim! –

Me levantaria de onde estivesse sentada e me transformaria na forma híbrida de minha akuma no mi, permitindo que uma longa cauda avermelhada saísse de minhas costas, levantando levemente a parte de trás da camisa que usava ao sair de meu corpo, além de parte do meu cabelo, mais especificamente da parte esquerda de minha cabeça, ficar preto, com algumas mechas brancas na parte ainda ruiva e um de meus grandes olhos avermelhados, no caso o direito, se tornar preto, como se tivesse desenvolvido heterocromia, juntamente de seis brânquias externas em minha cabeça, que mais se pareciam com chifres avermelhados e um tom levemente mais rosado em minha pele, que ficava ainda mais lisa, me deixando até mais bonita, se é que isso era possível. Com a transformação estando completa, encararia o velho e o perguntaria sobre o que ele achava, dando uma risada um pouco angustiada no fim de minha frase.

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- Por mais incrível que pareça, tinha uma akuma no mi naquela caverna, eu acabei a comendo e agora eu consigo me transformar nisso, seja lá o que for... No início achei que estivesse virando uma sereia, mas não demorei para perceber que não era isso... Você teria alguma ideia do que é isso? O poder é meu e nem eu sei o que está acontecendo direito. Hahahaha. –


“Pode ser que Iara saiba também, acho que amanhã vou perguntar para ela... Não é possível que ela me deu uma akuma no mi que sequer sabia para que servia.”

- Mais uma coisa, quero criar algumas armas, poderia me dizer para que lado é a cidade e onde acho alguma ferraria com forja por lá? Vou lá agora mesmo comprar os materiais e forjar umas coisas bem legais... Preciso ser rápida, quero voltar para o navio logo e ver se está tudo bem com os outros. –

Começaria a voltar para minha aparência normal, enquanto perguntaria para o homem sobre o lugar que queria ir apontando meu indicador para cima e escutando as instruções que me fossem passadas. Se ele dissesse o que queria ouvir, olharia para meu companheiro, caso ainda estivesse comigo e logo depois para a direção onde ficava o ventilador do qual ele tinha gostado tanto, com isso, faria uma proposta.

- Se quiser, eu cuido disso sozinha, pode ficar aqui curtindo um lugar mais fresco, quer que eu faça alguma arma específica para você? –

- Certo. Até logo! -


O escutaria atentamente e me despediria dos que ficassem para trás, andando na direção que me fosse indicada, sendo que quando chegasse no lugar, não prestaria muita atenção nos arredores ou nas pessoas, a não ser que algo me chamasse muita atenção, estaria quase babando de tanta felicidade em poder forjar alguma coisa, com o coração disparando cada vez mais conforme me aproximasse, simplesmente entraria sorrindo de felicidade e procuraria o proprietário, de forma que quando o encontrasse, diria empolgada.

- Quero instalar uma forja em meu navio, também preciso comprar um pouco de couro e aço para criar um par de luvas e forjar uma foice, além de que preciso usar sua forja emprestada para minhas criações... O navio está atracado nas baías da ilha, será que você poderia me conseguir essas coisas? Quanto ficaria tudo? -

“Analisando os valores que eram cobrados por isso em Conomi, deve ser mais ou menos uns B$ 600.000 por tudo, mas acho que posso pagar um pouco mais, apesar de o tesouro que Lupin me conseguiu ter acabado valendo menos do que imaginávamos...”

- Posso pagar até B$ 700.000, acho um valor justo. -

Falaria para o homem se ele fizesse uma proposta maior do que B$ 700.000, mas se fosse menor que B$ 700.000, aceitaria assentindo com a cabeça e se ele se recusasse, aceitaria sua proposta, desde que não passasse de B$ 800.000, para que eu não ficasse com um prejuízo muito grande. Caso fizéssemos negócio, pelo menos pelos materiais e poder usar a forja, caso ele dissesse que não poderia instalar uma forja completa em meu navio, pagaria até B$ 200.000 berries pelos materiais e para poder criar as armas ali, fazendo um par de luvas de couro, com alguns acabamentos de aço e uma foice curta, também muito bem acabada e detalhada, dobrando o aço e o polindo até que ficasse como um espelho de tão liso.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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Última edição por Fanalis B. Ria em Qua 6 Fev - 15:16, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptyQua 6 Fev - 14:44




Com muito esforço eu engolia aquela merda, literalmente senhores, é meio que um clichê sempre se referir a esse fruto como tal, mas com detalhes, senti o gosto amargo e putrefato invadir minha boca, de modo que a mistura mesclava entre o gosto horrendo de um leite amargo estragado ao sabor genuíno gosmento de uma carne em decomposição, creio que ninguém nunca antes tivesse chego em tamanhos detalhes, mas ao menos me sinto melhor, apesar do gosto horrível resultante na boca que quase me fizera cuspir toda aquela gororoba pra fora, por descrever em detalhes o que exatamente era comer uma Akuma no Mi. A sereia havia me dito mais sobre ele, e para a minha surpresa, não eram as da espécie dela responsáveis pela criação de tais porcarias, menos mal.

- Blargh! Que gostinho desgraçado… - Reclamei em meio a algumas mastigadas olhando para o pedaço da fruta que ainda estava em minha mão, aquele que eu havia oferecido para a sereia e ela tinha feito a sábia escolha de negar - Ainda bem que você não provou disso… - Comentaria para quebrar o clima melancólico na caverna que se instaurou após a minha história, eu não havia superado ela por completo ainda, mas com o tempo você aprender a fugir dos problemas e deixar o que passou para trás sem muito remorso. Eu estava chegando em meu limite, a sede insana coçava a garganta, minha cabeça estava tonta pela abstinência ao passo que meu corpo por si só sofria mudanças provocadas por aquele poder.

- Ah não! - Partiria da minha boca já imaginando o pior: Vou regurgitar. Mas isto se provou o contrário, senti os membros se achatar, aquela minha altura já não era tão grande assim, características mais humanas surgiam em meu corpo como os dedos mais acentuados, o braço apesar de ainda bem definido era proporcional ao meu novo tamanho. “Cacete, que dor de cabeça, acho que estou começando a alucinar!” Abri a boca para falar, mas foi quando a voz me escapou e eu só pude sentir aqueles ecos vibrantes na minha mente, o que aquela fruta estava fazendo comigo afinal? Eu quis gritar, e o fiz sem prestar relutâncias, mas tudo o que saia era aquele mesmo tom vibrante na cabeça, mas nesse ponto eu já não estava mais sozinho, havia uma coisa ali junto comigo, algo que só pude sentir depois de fraco, debilitado pela saudade da vodka e por comer aquela fruta que me daria um poder estranho.

- Ugh! Para de gritar idiota! >﹏< - Foi quando uma voz se junto a… mim? Pera quem sou agora? Ah sim claro não me apresentei direito, eu sou a Haru! A voz de Chô outra vez veio ecoando à mente - Ei ei, que história é essa de Haru? Eu sou Chô, o Juggernaut Soviético, devolve meu corpo! - Ele ficaria confuso por um tempinho, afinal sabe como é né? Ele é meio lerdinho para as coisas, mas eu vou cuidar disso daqui pra frente, afinal, foi ele quem me trouxe à vida quando comeu aquela fruta, acho que ele não aguentou ficar tanto tempo sem beber e teve um ataque na cabeça.

- Kwaaa! Então é com você que ele estava conversando - Ela era tão fofinha, olhei em seus olhos para me perder naquele brilho hipnotizante, inclinando para frente ainda na mesma posição, sentada sobre o chão da caverna - Haru te acha bonita… ≧▽≦ - E ela era, a mais bonita de todas - Ei você, Haru, não tenho tempo para brincadeiras então vamos logo acabar com isso, como faço para você sair do meu corpo? - Perguntou Chô ainda bastante confuso, mas tendo certa noção de que a decisão não partia mais unicamente dele de controlar a situação - Não sei… - Comentei em um tom indiferente, aquela situação era anormal até mesmo pra mim, mas o Urso não levou a resposta tão bem quanto eu - O que?! Como assim não sabe?! Sai do meu corpo agora! - É inútil ficar gritando, aquela mudança não era como uma espécie de feitiço que você revertia com algumas palavras, tinha algum fator influenciador para que tudo aquilo tivesse acontecido, deveríamos procurar saber mais se quisermos reverter isso, mas eu não quero tehehe ! <( ̄︶ ̄)>

Foi quando aquela ruiva estranha chegou que as coisas, no escuro daquela caverna, deixaram de ficar mais claras. Ela chegou lá, bem estranha por sinal, peraí ela tinha uma cauda? Foco Haru! Perguntando sobre um tal Urso, com uma foice nas costas e aquele tom… acho que já ouvi aquela voz antes, mas decidi que seria melhor ter certeza - Ei Chô, essa maluca ai é quem? - Disse baixinho cobrindo um lado da boca com a mão - É a Ria, a capitã do navio, você deveria saber disso, não? - Indagou ele em um tom bem menos humorado, parecia estar perdendo a lucidez pouco a pouco - Tehe! O Urso? Haru-chan comeu ele <( ̄︶ ̄)/ - Com a voz fofa e o sorriso inocente, erguia a pata esquerda como se estivesse orgulhosa, já Chô não parecia ter levado muito na brincadeira - Ôh tampinha, você podia usar essa sua cabeça criativa para achar uma forma de reverter isso, não acha? - Dizendo em um tom meio autoritário, não achei isso muito legal, Ursinho brabo ≧︿≦.

Caminharia até perto da ruiva, olhando ela também de baixo para cima, como ela fez comigo, mas eu ficaria focada mais em sua cauda, bem maior que a minha me causando inveja - Hum… Não sei o que aconteceu com a gente, mas Haru consegue escutar a voz dele na cabeça - Coloquei o dedo na cabeça para gesticular - Ele está aqui, Haru pode provar, Chô fala alguma coisa pra ela - Olhando para frente e falando, aparentemente com o nada, esperando uma resposta dele que não demorou muito para vir - É só zoar ela por falar demais, Zehahahahaha! Nunca falha, ou pode mostrar essa espada aí que está na sua frente, o nome dela é Akatana - Ouvindo as instruções bem humoradas dele, agora era simples provar o meu ponto, pegaria a arma colocando a frente do corpo - Haru tem a Akatana, Chô disse que você, moça do rabão, gosta de falar bastante - Pude ouvir então uma gargalhada ecoando na cabeça assim que terminei de falar - Zehahaha! Moça do Rabão, essa aventura não para de ficar melhor, como ela conseguiu aquela merda? - Perguntou ele se referindo à cauda - Acho que ela comeu uma fruta como você, será que ela também fica ouvindo vozes de um Urso irritante? - Era estranho, mas não tinha como eu julgar se ela era ou não ainda a mesma pessoa, eu não tenho certeza se todas as frutas fazem isso de despertar um tipo de voz ou personalidade nova - Urso idiota? Foi você quem surrupiou meu corpo e transformou nessa coisa... e não, ela continua a mesma de sempre com esse papo de Rainha dos Pirados, digo, Piratas. Acho que essa coisa estranha só aconteceu comigo mesmo, bendita sorte essa heim! - Senti uma breve tontura enquanto a voz vinha na cabeça, Chô parecia também ter sido afetado pelo incômodo, algum tipo de enjoo ou mal estar - Haru não se sente muito bem - coloquei as patinhas na barriga apertando enquanto minha pernas tremulavam - É a Vodka, meu vício… está no limite garota, precisa tomar um gole - Haru não sabe muito bem o que seria essa tal Vodka, mas seja o que for, precisaria tomar logo se não quisesse ficar pior - Ugh! Tá, Haru vai achar essa tal Vodka para o Ursinho, ei Rainha, você tem um pouco de Vodka ( ^ω^) ? - Se sim, tomaria um pouco para saciar o vício, do contrário, faria uma expressão meio chateada por não conseguir resolver o problema - Desculpe Urso, Haru vai achar Vodka pra você -

- Rainha -chan - Dando alguns toquinhos no braço dela com as almofadinhas da pata - Ela é a Yumi, mas não pode vir com a gente - Terminei, aguardando atenta para que nada incomodasse a sereia já que ela tinha me ajudado bastante, garantir que ninguém fizesse nada de cruel com ela seria o mínimo para retribuir o favor. Quando a Ruiva veio falar comigo sobre os novos planos, iria interrompê-la logo no começo para consertar uma informação, com o indicador erguido - Haru-chan! Me chame de Haru, mas o Urso também pode te ouvir, não é? - Perguntei para ter certeza, não demorando muito para a resposta vir na cabeça - É… Eu consigo ouvir toda merda que vocês falam, mas não posso responder nada… - Agora mais irritadiço, eu começava a gostar de provocá-lo.

Seguimos para fora da caverna depois de uma apresentação agitada da Capitã, fiquei animada com os planos para o futuro, mas primeiro teríamos que conseguir um pouco de bebida para manter meu corpo nos trilhos outra vez, voltar caminhando toda aquela praia novamente foi uma tarefa difícil para alguém no meu estado, quis gritar algumas vezes, outra hora me apoiaria na ruiva para não cair de cara no chão, mas Haru é forte e vai conseguir chegar até a cabana, lá deveria ter alguma coisa - Uuuuuugh! Haru ta com enjoo, Urso por que não tomou essa porcaria de bebida antes? Melhor, por que não carrega com você uma garrafa dela? - Tentando suportar as ilusões que a abstinência combinada com o calor escaldante provocavam - Eu levava uma certa vez, mas joguei no mar porque estava bem velha já, essa ideia ai de carregar um pouco comigo foi bem boa na verdade, talvez eu devesse arranjar algum cantil ou coisa do gênero - O agrado dele era também me ver sofrer por aquele problema, se eu tivesse aparecido antes poderíamos ter um final diferente, eu teria me precavido quanto a isso.

Assim que chegássemos na tal cabana, Haru tentaria olhar para dentro dela pela porta querendo encontrar outro alguém ali - Uh! Senhor, Haru-chan precisa de um pouco de Vodka para o Ursinho, tem um pouco ai? - Perguntaria para o homem com quem a Ruiva conversava, não me importando muito em interromper a conversa dos dois já que meu problema se tornava pior a cada minuto perdido, gesticulava com a mão, abrindo a boca e apontando o indicador para a garganta assim que terminasse de falar sobre a bebida, deixando mais evidente a minha sede. Não conseguindo um pouco na casa, seguiria a Rainha-chan até o lugar que ela havia dito, a forja, talvez nos arredores eu pudesse encontrar alguma loja ou perguntar ao ferreiro sobre - Haru gostaria de saber, onde tem algum lugar que possa vender Vodka por aqui? -

Se necessário, compraria a bebida, do contrário, caso encontrada ainda na cabana, tomaria a garrafa nas duas mãos com grande velocidade, deixando claro a preciosidade daquilo no momento, eu era como uma doente com os remédios para as alucinações na mão - Vai com calma garotinha, essa bebida é bem… - Chô tentava me alertar sobre os efeitos, mas o quanto antes eu me livrasse daquele pesar, mais rápido eu poderia voltar a acompanhar minha nova companheira, caso bebesse, daria um, dois e até três goles antes de me dar conta do que eu estava pondo na boca, deixaria escapar um pouco da boca, com nojo iria colocar a garrafa distante de mim - Blargh! Haru não gostou disso, tem gosto ruim (╯﹏╰ - Chô lá no fundo erguei o vozeirão como se não acreditasse - O QUEEEEEE?! Como pode não gostar de Vodka? É a melhor coisa do mundo e você, querendo ou não, vai ter que tomar isso se quiser continuar de pé com meu corpo, a não ser que queira me devolvê-lo agora Zehahahahahah - Eu tinha de fazer uma decisão difícil agora, estar viva era tão bom, mas por outro lado, para continuar com aquele corpo em plenas condições, teria que me drogar com aquela coisa, a pior parte é que Chô está curtindo tudo isso… - Haru… odiou… Mas não vai ser fácil assim Urso, seu corpo ainda é meu Tehe! - Sorri, já me lembrando de algo que eu poderia usar como vingança - Haru se lembra que… Você não come Carne (‵▽′)ψ- Estava instaurada a guerra, se ele queria me provocar, então eu iria devolver na mesma moeda - Ei! Não brinque com isso garota! Animais são amigos, não comida, você não comeria um da sua espécie não é? - Ele estava completamente desesperado e Haru está gostando disso - Eu sou mais humana do que você Ursinho, não tenho remorso com isso ¯\_(ツ)_/¯ , aliás, achei que vocês predadores sempre usassem aquela desculpa da cadeia alimentar pra comer os mais fracos -
- Se Me fizer comer carne eu vou te matar! - Sorri do ingênuo Urso - Você também morre no processo bobão (¯▽¯;) -


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Última edição por Johnny Bear em Qua 6 Fev - 19:51, editado 2 vez(es) (Razão : Correção na cor da fala)
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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptyQua 6 Fev - 19:21

Zootopia essa aventura é o bicho- 09





[center]Com as mudanças que haviam no corpo do mink, era notável que a sereia dos cabelos azulados parecia de certa forma encantada com aquilo, pois muito mudava, era uma aparência muito mais fofa e delicada se comparada ao do juggernaut, que quando calmo para muitos olhos poderia ser considerado um urso fofo, para olhos bem peculiares, provavelmente pois os braços do Mink poderiam ser bem ameaçadores pois era quase um variante da tribo dos braços longos, dentro da raça Mink. Com o elogio recebido Yumi teria levado ambas as mãos a frente das bochechas que aos poucos ficavam vermelhas, dando um tom bonito a sua pele, enquanto seu olhar pareceu desviar levemente, mostrando-se embaraçada com aquilo, seu olhar era curioso e talvez ela soubesse um pouco mais sobre o que poderia ser aquele poder, já que o guardava de algum modo. No entanto quando houve a aparição da ruiva, como se fosse satanás vendo jesus voltar Yumi rapidamente mergulhou na água profundamente e nenhum sinal dela poderia ser visto ali mais, pelo menos não naquele momento.

De seu próprio modo os piratas agora recém akumados davam um jeito de se entenderem e sem mais a azulada lá para que pudesse faze-los perder mais tempo, eles acabariam por partir para a cabana onde Ria teria abordado o senhor que estava sentado do lado de fora, enquanto a neta parecia dormir do lado de dentro, o que era bem notável por um alto som de ronco.

- Shh, não grita menina... Quero levar bala de novo não. Deixe-me ver...É uma pedra bonita, não tem valor comercial, é encontrada com certa abundancia em alguma áreas. Mas tem algo errado mocinha, ela não brilha no escuro, ela reage bem a luz, você provavelmente não deve ter percebido mas alguma pequena fonte de luz deveria entrar, no caso, provavelmente as pequenas pedrinhas azuis que você viu, em alguma pequena quantidade deveriam ser o suficiente, elas tem uma pequena luz própria.

O velho então levantava-se indo na direção da praia, deixando que eles o seguissem se quisessem continuar a ouvir.

- Você parece ter comido algo com poder de um Girino ou algo próximo disso... Seu amigo... amiga...Bem... Acho que é mais claro que tipo de fruta ele deve terr comido. Eu não tenho vodka ou algo assim, eu não bebo isso em casa, você viu a geladeira da minha neta como é. Mas você seguindo pela cidade não deve ter dificuldade em encontrar um bar, há muitos deles. Quanto a forja, eu te recomendaria a da Manu, os preços dela são bons. Entrando na cidade, seguindo pela trilha logo a esquerda da minha casa você logo deve chegar e dar de cara.


Então ambos seriam levados a seguir até a cidade, graças as suas próprias decisões, seguindo o caminho não teria sido difícil achar a ferraria de Haru, era literalmente bem de cara e tinha os mais diversos materiais lá dentro. Lá havia uma moça ruiva trabalhando no que parecia ser uma espada [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ela ouviria primeiro os pedidos enquanto trabalhava, então levantou a mão como um sinal de espere. Ela dirigiu-se ao fundo da loja, no que pareceu um mini-frigobar e com uma garrafa bem generosa de Vodka ela voltou, jogando para que Haru apanhasse no ar.

- Por conta da casa.O material custa 200.000, já incluindo o uso da forja. Eu infelizmente não trabalho dessa forma, não posso instalar uma em seu navio, não tenho equipamentos sobrando para tal, fico devendo. Se eu puder ser honesta contigo, você deve achar próximo ao QG quem faça isso por um bom preço, se puderem atracar o navio por lá, mas não acho que seja o caso né?

Dizia a garota já mostrando para Ria onde poderia encontrar o material para que ela pudesse forjar se assim quisesse, após receber o dinheiro da ruiva, que estava livre para que pudesse fazer suas armas.

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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptySex 8 Fev - 22:14

Vai Com Calma Yue! Um Encontro Marcado!
Depois de terminar de criar minhas obras primas, passaria a mão na testa com a intenção de remover o suor e um pouco da provável sujeira gerada pelo mero ato de trabalhar um pouco como ferreira. Estaria com uma enorme sensação de satisfação, dado que aquela era uma das maiores alegrias de minha vida, criar armas, o que me levaria a colocar as mãos na cintura e as observar com um olhar um tanto quanto acolhedor, como se estivesse olhando para minhas filhas, além de manter um leve sorriso em meu semblante.

De qualquer jeito, não esperaria muito para colocar as luvas em meus braços e fechar as mãos algumas vezes para começar a senti-las e ir me acostumando com elas. Com isso, pegaria a foice em mãos também, sentido seu peso perfeitamente equilibrado e projetado para que eu a usasse conforme queira em meus combates e daria alguns giros nela em uma única mão, antes de coloca-la presa em minha bolsa, no mesmo lugar que antes ficava a espada dada ao Urso. Com tudo pronto, me aproximaria calmamente da ruiva que dizia ser a proprietária do lugar, então seguraria suas mãos, se fosse possível naquele momento, as deixando entre as minhas, então, com as bochechas levemente coradas, a olhando diretamente nos olhos e mantendo um leve sorriso, começaria a dizer algumas palavras com minha suave e linda voz.

- Você me foi bastante útil! Acho que não vamos conseguir chegar com o navio próximo dos marinheiros sem que ele seja destruído... De qualquer jeito, mais tarde eu provavelmente vou passar aqui, quero conversar com você sobre algo... Até logo! –

Passaria suavemente meu polegar sobre sua mão, tentando gerar algum arrepio e adquirir confiança pela parte da garota com esse simples gesto, com isso, me despediria dela e com todos os meus pertences em mãos, incluindo as luvas e a foice recém forjadas, viraria as costas e sairia do lugar com o braço levantado e a palma da mão aberta, de modo que mais uma vez simbolizasse uma despedida para com a garota, já chamando por Haru calmamente, se ela ainda estivesse por perto com a sua vodka.

- Urss... Não, Haru, vamos voltar para o navio, eu sei que eles dão conta, mas mesmo assim fico preocupada... –

“Eles devem estar bem... O maior problema é aquela loucura que está acontecendo entre Yue e Boujin, quer dizer, se atacarem enquanto os dois estiverem em um rala-e-braço, estarão com problemas, por isso não queria deixá-la lá. Boujin é forte, ele deve dar conta de segurar as pontas. Só fico imaginando aqueles doi se pegando, enquanto o navio está explodindo e pegando fogo.”

- Hahahahaha. –



Daria uma risada comigo mesma ao sair da loja e imaginar esse cenário improvável, mas, possível, pelo menos, considerando as atitudes de Yue e os pequenos detalhes que tinha notado quando aqueles dois estavam juntos. No caminho, se Haru estivesse me acompanhando, olharia para ela sem parar de andar e apontando meu indicador para cima, a questionaria sobre seu estado, mais jogando conversa fora, já que já havia aceitado ela, pois realmente não me importava com a aparência de meus companheiros.

- Então... Haru... O Urso pode voltar eventualmente em algum momento ou você vai ficar nessa forma para sempre? –

“Me pergunto se os outros vão aceitar ela tão facilmente, vai que a Yue tem um lado preconceituoso com Ursos que viram Humanos, nunca se sabe.”

- Entendi. Sem problemas. -


Escutaria o que ela tivesse a dizer e a responderia tranquilamente, dando um sorriso e mantendo o ritmo na direção do navio, sem me ater muito aos detalhes aos meus arredores. Nesse momento, estaria com pressa de chegar logo no navio, já que tinha feito tudo o que havia para fazer, agora só precisava checar como os outros estavam. Desde que não fosse interrompida no caminho e estivesse tudo calmo, avistando a embarcação, subiria nela calmamente, isso se tivesse algum acesso para ele sem passar pela água, se não, gritaria, esperando que alguém viesse até a margem.

- OI, TEM ALGUÉM AÍ? PODERIA VIR AQUI NA ILHA RAPIDINHO? -

“Acabei de comer essa fruta, mas se tem uma coisa que eu sei, é que usuários de Akuma no Mi não podem nadar e eu não quero morrer agora.”


Se estivesse em terra e não conseguíssemos ir até o navio sem passar pela água, gritaria por algum tempo ou até que alguém viesse, agora, se houvesse algum acesso para o navio, subiria nele e procuraria pelos outros, mas evitando encontros indesejados como entrar em quartos com gravatas e chapéus na maçaneta ou coisa parecida. Assim que avistasse alguém, me aproximaria rapidamente, colocando a mão direita nas costas da pessoa e começaria a falar sobre o que fizemos.

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- Foi uma loucura, tinham algumas pedras que brilhavam, enigmas e até sereias. Sim! Sereias! Elas não chegavam nem perto da minha beleza, mas eram bonitas... Ah e o mais legal, olha só para isso. –

Me afastaria levemente da pessoa, me posicionando em sua frente, faria uma pose com os braços estendidos para baixo, sempre mantendo um sorriso no rosto e começaria a me transformar naquele ser diferente proporcionado pela Akuma no Mi que havia comido, entre a forma completa e a forma norma, de forma que balançaria um pouco minhas brânquias externas para cima e para baixo, além de abanar com minha cauda para os lados, então comentaria feliz sobre minha transformação e a do Urso, se o mesmo estivesse por perto.

- Eu comi uma Akuma no Mi e agora consigo me transformar nisso, como vocês veem, o Urso também consegue, mas não sei o que mais eu consigo fazer, além de me transformar e ganhar uma cauda, não sei nem em quê estou me transformando, isso que é o complicado. –

“Acho melhor descobrir logo o que mais eu posso fazer, só não sei como... Talvez tenha alguém que entenda sobre essas coisas na ilha, fora isso, não tenho muitas ideias.”

- O maior problema é que agora não conseguimos mais nadar, mas uma das minhas prioridades agora é descobrir o que consigo fazer exatamente... Quer dizer, essas coisas na minha cabeça, são só enfeite ou tem alguma utilidade? Pelo menos tem uma textura interessante, consigo pensar em algumas aplicações para elas fora de combate, se é que você me entende. RIAAHAHAHAHA. –


Completaria com os braços dobrados e apontados para os lados e com as palmas das mãos apontadas para cima, então apontaria para as brânquias externas que haviam surgido e começarias a as esfregar com as mãos para cima e para baixo, então completaria fazendo uma piada, mas que não era uma completa mentira ao meu ver e dando uma gargalhada ao imaginar nas cenas propostas. Por fim, olharia mais uma vez para a ilha e comentaria sobre meu encontro marcado.

- Deve ter alguém nessa ilha para tirar essas dúvidas... A sereia... Iara é o nome dela... Marcamos de nos encontrar naquela gruta amanhã, imagino que ela deve ter essas respostas. -


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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 3 EmptySab 9 Fev - 10:08




Mesmo com o gosto ruim, Haru gostou de saber que poderia ficar mais tempo sem aquela tontura e enjoo, mas o sabor que ficava na língua ainda me lembrava vagamente do sabor, não restou nada a fazer para Haru, então me sentaria no chão da oficina aguardando a Rainha-chan terminar o trabalho dela batendo em ferro enquanto… eu hipnotizada naquele rabão… ●0● “Isso já está ficando estranho” veio o urso estraga prazeres tirando a diversão de Haru - Xiiiu Urso - nossa discussão não continuava por ali, mas eu não queria mais dar motivo para ele reclamar, simplesmente aguardar até que tudo estivesse pronto.

- Haru não faz ideia… Rainha-chan, mas Haru pode ficar aqui pra sempre se quiser! - Diria sorrindo para a ruivinha, ainda não sei bem como reverter essa situação, muito menos eu queria fazê-lo, mas o Urso faria de tudo para tentar tomar o corpo dele de mim de novo grr. Estenderia os braços para continuar o caminho farejando as coisas ao redor, como uma criança que estava conhecendo o mundo, as coisas eram tão mais bonitas e claras de quando eu estava dentro daquela mente pervertida de um alcoólatra zeeeehhhh!

Chegando no convés, saltaria para me esconder atrás da Rainha-chan caso visse pessoas estranhas chegarem - Q-quem são eles? ≧△≦ - Haru perguntaria vendo o cara estranho e a moça loira, eram desconhecidos? Inimigos? Haru entra em modo de combate mostrando as pequenas presas raw “Esses ai são da tripulação também, bocó!” Me alertava o urso acalmando mais Haru quanto aos estranhos, iria calmamente sair e caminhar até eles - Haru está com fome! Sim, fome, Haru quer um pratão bem grandão de CARNE DE, espera, Ursinho que carne você quer? ( ̄ˇ ̄) - Curiosa, meu sorriso maléfico se abriria no canto da boca enquanto eu olhava para cima imaginando-o lá no céu “Vá se foder!” - Uhhh! Ursinho boca suja >﹏< … Não tem carne de vá se foder, não é? - Perguntaria ao cozinheiro - Então Haru quer carne de porco! (~ ̄▽ ̄)~ - Só de imaginar o sabor delicioso na boca, Haru já começa a salivar e feliz por se livrar daquele gosto de Vodka.


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