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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Zootopia - Essa Aventura é o Bicho

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptySeg 07 Jan 2019, 01:11

Relembrando a primeira mensagem :

Zootopia - Essa Aventura é o Bicho

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Lotus Chô. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
GM.Alipheese
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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptySab 12 Jan 2019, 00:07

Zootopia essa aventura é o bicho- 03



Dentro do návio, graças a decisão da ruiva, teria sido decidido que iriam pela baia, ainda que aprecesse também uma opção perigosa, pelo claro desáfio natural que apresentava-se para um navegador, ainda era muito menos problemática do que a idéia de já chegar a uma ilha literalmente passando pelo QG, quando sua cabeça esta a premio, não era muito elevada ainda a sua recompensa, mas pela própria noção,a ruiva pensava valer muito mais e talvez por isso algum juizo tivesse lhe vindo naquele momento.

Dentro do navio o Mink tinha um claro conflito interno, entre ser feliz ou comer salada, já que ambos seria impossível, mostrava-se muito bem decidido a diminuir a a felicidade a quantidade de carne em sua dieta e o cheiro provocativo do que a ruiva comia, não ajudava em nada, o maldito cozinheiro estava por algum acaso querendo testar suas resoluções? Como alguém determinado, ele teria de tirar satisfações dar o seu próprio jeito de resistir, pedindo para o rapaz algo que poderia dar um pouco mais de vida ao seu prato e sem problemas o seu desejo era concedido. Não levou muito tempo, para que pudessem aportar na ilha, pelas baias, se saissem para fora durante o processo poderiam sentir os movimentos intensos que boujin teria feito com o leme, que pouco afetavam os territórios internos, em comparação a parte exterior do navio, mas de algum jeito eles conseguiam chegar, poderiam conversar entre si durante esse tempo, assim como também havia ao reunir o grupo, formado uma estratégia de como poderiam agir ali para todos os tripulantes, sobre como se separariam para que pudessem proteger o navio enquanto também havia exposto seus planos para eles, seus tripulantes não pareciam ter objeções.

Bem, talvez dois até tivessem, já que se entre olharam por um momento, de certo a ruiva poderia tê-los feito muito mais felizes se levassem boujin e deixassem com que ambos pudessem desfrutar de um tempo a sós para... Conversar, claro o fórum é family friendly. Ainda assim eles não manifestavam-se de forma contrária, para além da troca de olhares e alguns sinais físicos, que poderiam ser notados pela ruiva, que poderia ou não como líder pensar que tripulantes felizes são mais produtivos.

A quem tivesse nof im sido determinado, poderiam junto a Ria e Cho, ter andado por um trecho muito longo de areia, o que certamente poderia ser incômodo, os pés afundavam e andar era cansativo demais, o calor não ajudava muito. Até que poderiam chegar ao que parecia ser uma casa, onde uma[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] estava sentada, mostrando-se plenamente amigável com eles, como? Agindo como o fuzzy das meninas super poderosas, claro, se alguém com cara de maluco furioso e uma ruiva com uma foice de dois metros aparece em sua casa, o que você teria feito? Bom, a moça parecia gentil o suficiente para não atirar... Eu teria perguntado depois.

- O que vocês vieram fazer na minha propriedade? Porque diabos o nome completo filha? Resuma em 10 palavras ou menos, se não fica chato de te entender. O que mais tem nesse mundo são sereias e se você quer que eu te guie pra alguma coisa, eu espero pelo menos uma recompensa.

Dizia a moça com um claro sinal de que não seria legal provocá-la, quando ela tirou a trava de segurança de sua arma, suas vestes e seu comportamento, não pareciam ser de alguém que batia muito bem da cabeça, que tipo de pessoa Boujin conhecia?Ele conhecia essa menina? Ela não demonstrou alguma reação ao nome de Boujin, mas a resposta ainda poderia ser um mistério, já que a menina parecia ter um ou dois parafusos a menos.
O ritmo das coisas talvez não fosse tão rápido com ela, talvez passos de bebe fossem os melhores para lidar com aquela situação.Poderiam no entanto optar por uma solução menos pacífica, mas teria sido a melhor opção? Não parecia que daquela distância o disparo erraria.


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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptySab 12 Jan 2019, 13:40




Aquela questão levantada, me dava a ruiva uma dor de cabeça de presente, feita de resposta para o valor sentimental da arma não era muito lógica, na verdade era algo subjetivo, coisas de humano, tomei novamente a lâmina puxando-a para fora da bainha, colocando-a frente do rosto observando o reflexo de minha própria face “O valor de uma cria? Seria o abandono tal como a minha fizera? Ou o da Vodka para mim? Ela faz com que eu nunca me esqueça do passado, tudo de ruim que já aconteceu comigo está lá, essa ruiva deve ter ficado maluca, foi depois que ela começou a andar com esse pessoal… hm…” Colocaria a arma mais perto do rosto, como se aquilo fosse me dar alguma resposta, mas vir-me-ia para a capitã, ponto no rosto um riso forçado de alguém que tinha entendido suas palavras – Claro... Sim compreendo heh! – Tentei fazer parece verídico, balançando a cabeça e tudo mais, não quis parecer irônico.

Depois da longa trajetória pelo mar, com a capitã se empolgando em subir e descer do caralho, sim do caralho e eu nem sei quem diabos teve a ideia de dar esse nome para uma parte do navio – ainda mais com brasileiros no mundo – e eu ficaria apenas sentado no convés, pernas cruzadas, aproveitando desde a calmaria dos mares até as manobras minuciosas do navegador para ir pelo caminho mais difícil, eu particularmente teria escolhido ir pelo QG – era mais fácil, conseguiríamos chegar mais rápido e não seríamos tão facilmente reconhecidos se a capitã não ficasse falando “eu sou Fanalis B. Ria” pra todo mundo que conhecia; escolher ir pelo QG por essas e outras que eu não sou o capitão – Eu não me importo de ter de testar aquela arma em alguns marinheiros pela manhã, mas não imagino que eu seria incomodado, afinal, sou uma cabeça de sete milhões e não dez como esse pessoal com cartaz.

Enfim desembarcados, deu vontade de deitar naquela água e ficar nadando algum tempo no maldito sol, eu odeio calor, tenho pelos e as duas coisas não dão certo quando estão em abundância. Vendo Ria me puxar pelo caminho todo, podia notar que ela estava bem animada pra chegar logo nesse lugar com o tal do guia, mas enquanto o caminho não chegava, eu ia olhando a paisagem local, tentando me associar com aquela ilha um pouco mais antes de me distrair com uma empreitada quem embarquei sem saber muito sobre. Depois daquela caminhada eu já estava morto, queria o que? Só comi salada, estou sem energia – a qualquer momento ele dá uma de Alex e morde a bunda do amigo :ali: – mas ver aquela mulher me fez ficar animado... não, não desse jeito narradora! Refiro-me a lutar, aquela situação toda tinha cara de que acabaria com alguém levando chumbo, até que me veio uma ideia interessante, mais como um desafio.

Calmamente abri um sorriso, passando a língua pelos lábios e então indagaria – Ei Ria, desconte metade da recompensa que daria a ela por cada palavra a menos usada – Pode não parecer algo grandioso, mas eu nunca vi aquela mulher abrir a boca e não falar no mínimo vinte palavras, então, comecei a rir quando terminei de propor, mesmo eu não estava lá ligando muito se ela ia aceitar ou não, mas com toda certeza gostaria de ver o desfecho daquela conversa. Sentaria-me no local onde estava, já me preparando para o pior, sacaria da bainha a Akatana, com o olhar desviado para o chão, a mente avoada pensando em algumas frutinhas que eu poderia pegar e comer durante os intervalos alimentícios, ao término do ressoar da lâmina resvalando pelo material, a tomaria com as duas mãos e logo em seguida fincaria a arma bem a minha frente enquanto sentado, deixando lá para caso fosse realmente necessário.

Ao passo que eu tentava me concentrar para saber mais sobre a busca, talvez algo que eu ainda não soubesse ou que a ruiva tivesse se esquecido de me contar, dessa vez eu queria ser útil em alguma coisa além de dar uma de guarda-costas, com a cabeça descansando sobre o punho, acompanhando com o olhar focado, fitando bem nos olhos aquela estranha mulher enquanto ela falava, caso demorassem demais para resolverem as questões pendentes, eu iria dar um longo bocejo, abrindo bem a boca para expor as presas, produzindo um grunhido alto com a intenção de chamar o foco para minha pessoa humanoide – Ei ei, resolvam logo isso vocês duas, minha bunda já está doendo e ardendo de calor de tanto ficar sentado aqui no sol! – Aquela droga de clima não ajudava em nada, onde estão as ilhas de frio nesse lugar? Ainda bem que pensei em deixar o terno e a camisa no navio.

Caso resolvessem suas diferenças rápido, eu iria seguir a ruiva para onde fosse, ela queria informações para achar um certo homem, na posse delas seria apenas caminhar mais e deixar o relógio andar, do contrário, caso minha fala fosse vista de um modo negativa pela dona da propriedade, tomaria a lâmina bem a minha frente para me proteger de possíveis ataques, isto é, ainda sentado no mesmo lugar, usando-me ao máximo dos sentidos e da noção de tempo, tentando colocar a espada a frente do projétil, ou dos projéteis, e bloqueá-los antes que me ferissem. Defendendo ou não, por conseguinte eu me levantaria em um solavanco, pouco depois do movimento, quase como um reflexo, iria adotar a postura de defesa com o punho da arma um pouco a frente de meu rosto, já a lâmina rente a linha do ombro esquerdo, o corpo levemente inclinado, manteria meus olhos focados no alvo e seus futuros movimentos, também tomaria a postura caso a capitã fosse atingida, mas não iria intervir em momento algum – na verdade eu deveria começar a dançar com um caipira enquanto ela apanha -


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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptySab 12 Jan 2019, 15:16

Pessoas Doidas! Recompensa Só Se For Para Mim!
Olhava para aqueles dois e o clima que estava no ar, mas não falaria nada, apenas observaria tentando entender em que ponto estavam e como aquela relação entre um mordomo e uma médica havia se iniciado. De toda forma, minha decisão já havia sido tomada, embora no caminho, ainda pensasse se teria sido a melhor atitude a se tomar dada a situação em que estávamos, além de ser uma ilha totalmente desconhecida.


“Não tenho ideia de como isso começou, mas se os dois ficarem se pegando quando deviam tomar conta do navio, isso pode ser perigoso, ainda mais para eles, acho que é melhor ser a empaca foda da situação, do que ver meus companheiros felizes e mortos... Dois dias, foi tudo o que precisou, aquele mordomo se faz de bonzinho, mas não é bem assim, que cara ligeiro... Hahaha.”

O importante é que de algum jeito, conseguimos chegar na ilha e descer nela sem nos molharmos, andando até chegar de um jeito ou de outro, talvez pela indicação de Boujin, talvez pelo mero acaso na casa da suposta guia, que não nos recebeu tão bem quanto eu esperava. Sem temer a arma apontada para mim, nem por um segundo, daria dois passos para frente, suspirando por ter encontrado outra maluca em meu caminho, afinal, pelo jeito só tem gente doida na Grand Line, algo que era totalmente diferente de Conomi Island, talvez aqui fosse um lugar onde eu me encaixasse melhor, embora tivesse um pouco de saudades das pessoas da minha ilha natal.

Se o Urso fizesse alguma piada, desviaria meu olhar, indo de encontro para os olhos do ursídeo e riria do que fosse dito por ele, além de alegremente responder o Urso como se estivéssemos apenas tendo mais um dia comum, apesar de ter uma mulher apontando uma arma de fogo para nós, sem motivo algum, podendo disparar a qualquer momento ou mesmo por acidente, por não saber usar corretamente a arma ou coisa parecida.

- RIAAHAHAHA. Você está dizendo que eu falo demais? Seu maldito! -

De toda forma, colocaria as mãos apoiadas na cintura e mais uma vez começaria a falar, sem me estressar ou qualquer coisa do tipo, ainda manteria minha pose confiante, mantendo minha doce voz natural, tentando não demonstrar nenhuma ameaça para com a garota ao utilizar de um tom amigável, fazendo até mesmo algumas piadas.

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- Puff. Relaxa, não estamos aqui para invadir sua propriedade, eu mesma sou totalmente a favor de pessoas terem e defenderem suas propriedades privadas, mesmo sendo uma pirata que geralmente invade mesmo... RIAAHAHAHA. Você mesma diz para resumir em dez palavras ou menos, mas parece uma velha fofoqueira... E mesmo assim, não disse nem o próprio nome, eu te dou um então... Estressada, esse será o seu nome, agora... Queremos chegar na cidade, pode nos levar até lá ou ao menos indicar a direção? Se não sabe sobre o Old King ou a sereia que protege um tesouro nessa ilha, acha que consegue pelo menos fazer isso? Eu te dou alguma recompensa em troca disso... –

“Recompensa? Posso dar minha gratidão e talvez minha amizade, talvez, porque ela está apontando uma arma para mim, não é mesmo? Mas parando para pensar, talvez essas sejam as melhores coisas que alguém poderia receber nessa vida, não tem nem o porque de ela reclamar, se eu não fosse eu, adoraria ter a gratidão e a amizade de Fanalis B. Ria, com isso, já ficaria satisfeita e poderia morrer em paz, provavelmente nada nesse mundo vale mais do que essas coisas, apenas um ignorante não perceberia isso.”

É claro que a garota poderia não gostar de minha fala, talvez por eu não ter falado sobre a magnífica recompensa que ela receberia em troca de me ajudar, nesse caso eu já estaria preparada olhando para suas mãos, esperando qualquer movimento de seus dedos no gatilho e pronta para pular para o lado, saindo da mira da arma e já empurrando para o lado ou puxando comigo, caso mais alguém estivesse na mira.

Minha vantagem em uma situação daquelas seria meu grande conhecimento em física e em armas, por já ter projetado e estudado sobre todo tipo delas, analisaria detalhadamente o lugar, que tipo de arma ela tinha em mãos, a posição que a garota segurava a arma e onde estava mirando para realizar o melhor pulo possível para realizar a esquiva, já sacando minha foice com a mão esquerda e deixando sua lâmina em uma posição exata para que sua lateral ficasse entre mim e a garota, sem que ela conseguisse me atingir da posição em que estava sentada.

A menina provavelmente não era paraplégica, então poderia se levantar e vir atrás de mim ou para pegar alguma posição mais idealista e conseguir me atingir com isso, mas, assim que me escondesse atrás da lâmina de minha foice, sacaria a pistola que tinha guardada em minha mochila e já mirada na posição mais propicia para que ela fosse, dado a física do lugar onde estávamos, atiraria no segundo em que ela aparecesse, dando vários disparos e descarregando minha arma nela, já esperando que a luta cessasse por ali ou continuasse, caso ela fosse mais habilidosa do que eu esperava.

É claro que depois do ataque inicial ou se não tivesse nenhum ataque, a garota poderia parar por ali e escutar o que eu tinha a dizer, se fosse esse o caso, estando ainda de pé com as mãos sobre a cintura ou agachada atrás de minha foice por ela ter disparado, talvez pressionando algum ferimento com o cotovelo por ter sido baleada e tentando ignorar a dor, ou não, eu continuaria falando com a garota, dessa vez, um pouco mais séria e talvez aflita se tivesse sido acertada por alguma bala.

- Se estiver pensando em algo físico como riquezas ou uma mecha do meu magnífico cabelo, que vale mais do que qualquer coisa que exista, saiba que isso eu não posso te dar, mas posso te ajudar com alguma coisa se quiser... Minha ajuda pode ser mais útil que qualquer coisa, é só me falar o que quer e eu posso dar para você. O que quero, são coisas simples, me encontrar com Old King e com a sereia que protege um certo tesouro, talvez saber mais sobre esse tesouro, se souber de algo...  –

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“Esse tal de Old King... Espero que ele seja tudo isso que me falaram mesmo, aquela garçonete doida e o cego maluco... Talvez eu seja mais lunática ainda, para confiar naqueles dois e vir parar em uma outra ilha, me encontrando com essa mulher psicótica...”

Se ela optasse por não nos ajudar, não teria o que fazer, eu não tinha a menor intenção de matar a amiga do Bouji que morava sozinha no meio do nada, embora ela fosse uma doida varrida, poderia ser que Boujin tivesse algum sentimento por ela e eu gostava dele. Então, se esse fosse o caso, eu me mostraria, já pronta para sair da mira de sua arma, caso percebesse que ela fosse atirar em mim, ao me agachar ou rolar para o lado e diria normalmente minhas intenções.

- Se não pode nos ajudar, paciência, eu consigo fazer isso sozinha, é claro que alguma informação seria útil, mas fazer o que... Até logo, Estranha. –

“Talvez eu consiga descobrir algo sobre ele na cidade, essa galera que trabalha nos bares até agora tem sido bastante eficiente no quesito de saber sobre o que está acontecendo na ilha, foi assim em Conomi, Loguetown e em The Wonderful Land, imagino que em Dream Whater não será diferente...”

Caso ela não fosse nos ajudar, sairia vagando por aí, procurando por qualquer sinal de vida humana ou seguiria pelo caminho indicado pela jovem, se ela nos indicasse algum, o importante seria que assim que encontrasse alguém, olharia meu relógio para saber o horário, me aproximaria calmamente, como quem não quer nada e questionaria a pessoa sobre aquilo que procurava, já não tendo muita esperança, mas completando com a questão em relação à cidade se ainda não estivéssemos nela, coisa que poderia nos levar até o meu objetivo, eventualmente, sendo que iria até a próxima pessoa que encontrasse perguntando, até que achasse algum ser que possuísse a informação que queria ou não ter forças mais para encontrar ele e precisar descansar.

- Amiga(o)... Tudo bem? Queria saber se já ouviu falar sobre um homem chamado Old King e onde ele está... –

- Certo, sabe me informar sobre a cidade mais próxima? Em qual direção ela está? -


Na hipótese de a garota decidir nos ajudar por algum motivo, levando em conta que ela tinha mais motivos do que qualquer um, já que estava diante da minha presença, eu sorriria para ela de maneira maliciosa e me aproximaria da garota, a cumprimentando se a mesma quisesse me cumprimentar. O importante seria a acompanhar, seguindo com ela até o lugar que quisesse nos levar para mostrar o sujeito, sempre prestando bastante atenção na ilha e no caminho que fazíamos, tentando me adequar a nova situação em que nos encontrávamos, levando em conta que não tinha parado para averiguar o cenário muito bem ainda, diria poucas palavras, guardando minhas armas, se tivesse as sacado e seguindo com a moça.

- Vamos lá! Pode ir na frente, estaremos logo atrás de você, Senhora Guia. –

Me manteria atenta a todo momento que andasse pela ilha ou caso ela nos convidasse para sua casa, não tinha muita ideia dos possíveis perigos do lugar e baixar a guarda em uma ilha no meio da Grand Line não me parecia a atitude mais efetiva ou mais sábia, ainda mais dados os acontecimentos em The Wonderful Land. Então qualquer armadilha ou coisa estranha pelo caminho que fosse notada, poderia ser evitada, caso fosse notada antes, ao simplesmente desviar por passar por cima ou contornar da maneira mais efetiva, o que quer que fosse.

Se ela nos convidasse para entrar e comer alguma coisa ou coisa parecida enquanto ela se arrumasse, assim o faria, me sentando em qualquer lugar propício que existisse lá, já me sentindo a vontade, mesmo que ela não me oferecesse nada ou não me desse essa liberdade. O que nos trouxesse para comer, comeria, já que comida de graça era sempre bem-vinda. Caso ela pedisse para que ficássemos do lado de fora, ficaria e assim que pudéssemos partir, como já mencionado, a acompanharia como planejado.

Se de alguma forma, a jovem tivesse conseguido me atingir, apesar de meus esforços em me desviar da balas, se Yue estivesse disposta em me tratar, deixaria que ela o fizesse, na tentativa de me curar sem ter muitos danos, fazendo tudo que fosse requisitado pela médica para que pudesse ficar bem rapidamente.

No caso de nos encontrarmos com Old King de alguma forma, seja com a ajuda da garota ou não, finalmente me aproximaria dele e poderia pedir que me ajudasse com aquilo que me havia feito ir de uma ilha para outra, além do tesouro que outrora tinha sido mencionado pelo garoto cego. Dando um sorriso sádico, diria o que queria, demonstrando claramente minhas intenções em fazer algo grande com o que queria aprender.


- Eu sou uma ferreira, a melhor que você já viu ou verá em vida e gostaria de me aprimorar... Meu nome é Fanalis B. Ria e ouvi dizer que você é um minerador lendário ou coisa parecida e sabe tudo sobre criar explosivos... Imagino que você deva usar bastante para fazer explosões em minas que esteja explorando, alguma coisa assim... Não sei bem como funciona o processo de obtenção da matéria prima, apesar de ser a melhor em transformar o material bruto em armas... A questão é, poderia me ensinar sobre criação de explosivos e quanto tempo isso levaria? Geralmente aprendo sobre minhas coisas lendo um livro ou coisa parecida, mas não achei nenhum material bom até o momento... Se tiver algum diário ou algo que possa transmitir o conhecimento, eu já conseguiria me virar, pode não parecer devido a minha beleza avassaladora, mas eu sou genial, sabia? –

“Com isso vai ser perfeito, não quero nem imaginar o tipo de arma que vou poder fazer se eu tiver esse conhecimento... Talvez os deuses até se irritem comigo por estar tentando fazer coisas malucas, mas o que posso fazer? É da minha natureza!”

Nessa situação, onde eu encontrasse o Old King e ele decidisse me ajudar com meu aprendizado, escutaria e faria tudo que ele quisesse me mostrar em relação a isso, é claro que se ele me desse algum livro, diário ou material escrito, o faria também, mas deixaria para quando conseguisse um lugar para nos ajeitar, não tinha a intenção de obrigar os outros a ficar parados enquanto eu lesse o material que me fosse entregue, a não ser que tivéssemos o encontrado em algum lugar confortável e não tivesse problemas em ficarmos lá por algumas horas, até que eu lesse tudo.


Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptySab 12 Jan 2019, 16:09

Zootopia essa aventura é o bicho- 04



Estavam de frente com o que poderia ser ou não uma confusão, afinal  ainda que tivessem uma boa abordagem, normalmente quemc hega pela baia não é flor que se cheire e a garota observava tanto a ruiva quanto o ursidae, enquanto os ouvia, a garota abaixou então a arma, sua feição estava claramente cansada de ouvir os [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.],e ela teria expressado bem isso com pouco.

- Você da dor de cabeça. De recompensa eu quero só você quieta mesmo ruiva... Talvez um abraço do seu amigo peludo mas... Você quieta é a prioridade.. Entre.
a moça teria virado as costas, como se talvez a ruiva fosse a mais poderosa das armas contra ela, pois certamente em sua cabeça a ruiva pareceria a mais poderosa usuária da goe goe no mi, era quase como se ela tivesse feito todo o espirito de luta da garota sumir com palavras, talvez até mesmo um golpe de sua foice para ela parecesse mais atrativo. Yue teria logo atrás deles os seguido e não conseguiu evitar uma pequena risada, ao pensar que sua capitã havia vencido uma oponente na base do cansaço.

De toda forma, quando adentraram, poderiam sentir o chão de madeira, onde haveria um desnível, onde havia sofás. No teto havia um ventilador que girava intensamente e refrescava o local, dando a eles uma sensação térmica bem confortável, em um dos sofas, coçando as pernas, com o bumbum pra cima, de bruços havia um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] despreocupado e de olhos fechados. A moça então teria apresentado  a eles o senhor.

- É ele quem vocês procuram, estarei na cozinha, caso seu amigo fofo queira me dar a parte dele do pagamento, só então eu procuro algo sobre esse tesouro de vocês.

Diria a garota tirando  os sapatos pra ficar mais a vontade e indo na direção da cozinha, se alguém fosse curioso o suficiente poderia tê-la visto bebendo algo em uma garrafa de vidro com bastante voracidade, tinha coloração roxa e soltava várias bolhas, como uma bebida gaseificada. Enquanto isso, o velho teria se sentado, e encarado a ruiva que falava de maneira muito empolgada, então com a mão direita, deu uma pequena coçada na cabeça e com isso diria
- Te ensino sim menina... Ria né? Sou Oldric, conhecido como Old King em alguns lugares, talvez pela confusão do nome... Explosivos certo? Senta ai menina, vou te ensinar o básico da teoria, depois podemos pegar umas coisas no porão e testar lá fora, você tem um barco certo? Barcos são bons alvos para testar explosivos.

Diria o velho, claramente zoando  quanto a parte do barco, mas parecia ali encontrado a primeira parte do que eles ali buscavam. Não havia muito o que fazer ali, para  o mink, talvez pudesse pedir algo para beber para a moça, ou simplesmente atender o seu pedido, ou só ficasse olhando, o que faria era com ele.

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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptySab 12 Jan 2019, 18:11




Sabe, quando aquela pistoleira baixou a arma e pôs fim a toda aquela conversa eu entendi o que era sentir o profundo gosto da derrota. Era como tentar socar uma parede, se bem que isso no universo de One Piece tem algum efeito nos níveis superiores, mas como eu já imaginava, tentar fazer a ruiva se calar era como dar soco em ponta de faca, devo ter dormido uma ou duas vezes enquanto estava ainda na primeira linha e ainda como se não fosse muito, minha bunda doendo de ficar sentado, por sorte a moça soube a hora de intervir, sabendo que já era inútil, levantei-me com um solavanco assim que solicitou que entrássemos, passei suavemente a mão na pelugem tirando os restos de areia que ficavam ali perdidos, outra desvantagem de ter pelos era essa, não é qualquer lugar que você pode sentar - interprete como quiser Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 1439049992 -

Doutro modo, não tinha muito o que fazer dali em diante, só como em todas as outras, esperar a madame resolver os probleminhas dela enquanto eu fazia o papel de guarda, mas mais triste que eu só a Yue - ela poderia estar dando uns amassos agora, mas veio com a gente pra tomar sol na cabeça - que não tinha necessariamente um propósito para estar ali, seguraria o passo até a casa, deixando que a capitã tomasse a frente e eu ficasse atrás lado a lado com a médica - Psssiu - Chamei-a com discrição, acenando a pata para que ela chegasse com o ouvido mais perto, baixaria a cabeça para falar calmamente em seu ouvido - Se quiser dar uma fuga nela, eu de dou cobertura - Era um ato camarada, retornei a posição inicial para não levantar tantas suspeitas, caso a ruiva ainda não estivesse olhando, finalizaria minha indagação com um sorriso, uma piscada de olho e um joinha com o dedão. Não sei bem como Yue iria reagir, nunca tive vontade de falar com ela em outros momentos, mas não é como se eu estivesse fugindo do meu personagem, só estava propondo uma ajuda a uma companheira de bando.

De qualquer modo, eu tinha que entrar ali, aparentemente agora eu tinha uma placa pendurada no pescoço escrita “abraço grátis”. Não entendia muito bem o que ela queria, mas se fosse por uma causa justa e maior, um tesouro pelo que me parece, não tinha porque negar algo tão simples, um mero abraço poxa, ela deveria ser uma pessoa carente para querer isso de um urso desconhecido - não esqueça também a parte dos braços mutantes e essas coisas -. Aquele frescor do ventilador era o que me faltava - Sai, sai! Preciso de ar - disse tentando abrir espaço para que pudesse alavancar em direção ao vento - Waaa! Precisamos de um desse ruiva! - Exclamei admirando aquela maravilha, é interessante ver como pequenas invenções podem ser mais úteis - do que guarda-chuvas com lâminas e shotgun embutidas - do que armas sofisticadas.

Depois de alguns minutos recebendo vendo, e de provavelmente muitas e muitas falas da Fanalis, eu iria então atender ao chamado do herói para a aventura, estava na hora de provar o meu valor e permitir que toda essa trama siga para frente, com uma tarefa árdua e exigente, a qual apenas alguns guerreiros podem enfrentar - tá, já ficou massante o suficiente -. Iria até a cozinha dar o que a mulher havia pedido, também tirar satisfações sobre isso, onde já se viu, um abraço no calor! - Certo colega, o que exatamente você quer de mim? Contanto que não seja nada absurdo e mantenha aquela dali - Fitando a moça, apontaria com o dedão para a capitã - entretida eu concordo! - Disse, arregalando os olhos com um pouco de preocupação, o que diabos ela estava planejando? Coisas sombrias rodeiam a mente da narradora?

Mas sobre aquele plano de fuga da Yue que eu havia proposto, caso ela aceitasse - o que eu acho difícil aceitar um favor desses ainda mais do bafo de vodka aqui - eu tinha uma certa ideia do que fazer, a ideia era atrair a atenção dela com o papo de tesouro e sereia, depois de concluir a minha provação da jornada do herói, o chamado para Aventura, seguiria firme apesar dos pesares, chamando a capitã para mais perto com um semblante alegre - Ria, vem cá, ela vai nos ajudar com o negócio do tesouro - Assim que percebesse a aproximação da capitã, iria arquear meu braço sobre ela a puxando para mais perto, já com o outro indicando para Yue fugir de fininho, um plano simples que pode ser destruído com o uso do Off game, mas que poderia dar certo já que não tínhamos nada a perder - só Yue, se ficasse na casa ao invés de no navio -


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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptyDom 13 Jan 2019, 02:11

Aprendendo Sobre Explosivos! Buscando Por Mais Um Tesouro!
Depois de adentrar a casa, arquearia uma das sobrancelhas, abaixando o óculos de sol que usava suavemente e o guardando na mochila boquiaberta, o que demonstraria minha surpresa naquela situação, sendo que eu não esperava de forma alguma que o homem que tanto procurava estava bem ali, em baixo de meu nariz, como se alguma divindade estivesse colaborando para que minha vida fosse fácil e sem graça.

“QUÊ? ESSE VELHO TAVA AQUI O TEMPO TODO? UM VELHOTE?! Não esperava que ele estivesse aqui e sua aparência não tem nada a ver com aquilo que eu imaginava... Mas não ligo para isso desde que ele seja realmente bom como dizem ser. E essa garota, quer o meu silêncio? Não é nada que ela possa conseguir tão facilmente. Hahaha.”

- Ah, sim, barcos são ótimos alvos, mas sabe o que é melhor ainda? Casas no meio do nada! RIAAHAHAHA. Tudo bem, já que vai me ensinar tão facilmente e sem cobrar nada, não tem como recusar, me ensine o que tem para ensinar e vamos nos divertir aprendendo sobre como ser uma terrori... Causar algumas explosões controladas... RIAAHAHAHA. –

“Ele deve se sentir honrado em me ensinar, são poucos nesse mundo que tem a oportunidade de ensinar coisas para mim, mas me pergunto se ele não teria alguma causa mais profunda... Talvez por estar no fim de sua vida, queira transmitir seu conhecimento para todos que estiverem por perto...”

Faria um comentário sarcástico em relação à piada do homem, mas logo o encararia um pouco mais séria, levando em conta o acordo de antes antes, imaginando suas verdadeiras pretensões em me ajudar e se teria algo por trás daquilo. Talvez nesse meio tempo, o Urso tentasse algo para que Yue desse início a algum tipo de fuga, como se eu fosse uma carcereira e estivesse privando sua liberdade, o que poderia até ser o caso, mas para mim, se ela quisesse ir tanto, seria só me dizer, o problema poderia ser com essas convenções sociais doentias ou em algum tipo de vergonha vinda por parte de Yue. Eu estaria muito entretida com o velho, mas percebendo ou não o desenrolar do plano deles, quando escutasse sobre o tesouro, andaria até lá por realmente querer saber sobre o assunto, coisa que provavelmente seria bem mais rápida que o treinamento com o velhote, indo até mesmo se soubesse o que Yue pretendia fazer.

- Tesouro? Oi? Pode me falar tudo que você sabe mocinha, quero saber de tudo... Vem cá velhote, talvez você saiba de algo também, já ouviu falar sobre uma sereia defendendo um tesouro aqui na ilha? –

“Não é como se eu tivesse tido um sonho totalmente aleatório e que me levou até aqui, eu sei tudo sobre atuação e aquele garoto cego parecia estar falando a verdade quando disse isso, além disso, quem não confiaria em um cego, não é mesmo?”

Diria ao me aproximar do Urso e da garota caso ele me chamasse, mas logo olhando para trás e complementando minha frase ao olhar para o velho, ignorando qualquer percepção que tivesse de Yue saindo de fininho para encontrar seu amado mordomo, coisa que talvez nem ocorresse, levando em conta minha distração no momento. Escutaria a garota atentamente se ela tivesse algo para me dizer, se não, apenas voltaria a me sentar próxima do velho e escutaria as informações que ele gostaria de me passar para aprender sobre explosivos.

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Se ele decidisse me ensinar com alguma coisa mais prática em relação ao aprendizado, como ele mesmo tinha mencionado, deixaria minhas coisas de lado e o faria, desde que não colocasse a vida de ninguém ou o meu navio em risco, tudo que eu queria naquele momento era aprender sobre aquela delicada arte. Passaria o tempo que fosse necessário para saber tudo sobre aquilo, de modo que mais à frente pudesse me virar, caso decidisse fazer uso daquele conhecimento de algum jeito, conseguindo criar as coisas que quisesse por mim mesma no futuro.

No caso da garota me oferecer alguma comida, como de costume, aceitaria sem pestanejar a qualquer momento, seja durante a conversa sobre o tesouro ou sobre o estudo em criação de explosivos, até a ajudando se algo fosse requisitado para com os alimentos, dos quais degustaria sem dó, inclusive se houvesse alguma carne, da qual devoraria a saboreando e percebendo como a vida era boa.

Caso chegasse em algum momento de descontração de minha parte para com o velho ou com a garota, olharia sorrindo para aquele que estivesse em minha frente e logo depois para o lugar onde a outra pessoa estivesse, então maliciosamente perguntaria sobre eles, embora tentasse não demonstrar minhas verdadeiras intenções em saber o que estariam fazendo naquele lugar, seja lá o que fosse aquela casa isolada, fazendo aspas com as mãos ao mencionar a palavra “aquilo”.


- Então, o que vocês faziam aqui no meio do... Mato? Nesse lugar tão isolado? Infelizmente não sou tão criativa assim para relações humanas e só consigo pensar em uma possibilidade compatível para um velho e uma... Bela? Uma garota, estarem em um lugar como esses... Se não for para “aquilo”, não tenho a menor ideia. –

“O engraçado é a maneira convenientemente alocada desses dois, onde a própria guia falada por Boujin já estava com o Old King, como se tudo se encaixasse, com certeza eu daria um jeito em tudo e minha sorte é extremamente acima do normal, mas até eu estou estranhando... Acho que não posso fazer nada, se não, ignorar toda essa coincidência maluca na qual acabei me metendo de algum jeito.”

Quando tudo terminasse, não teria mais nada a tratar com o homem, tudo que queria dele, era o conhecimento sobre aquela área especifica, então, colocaria a mão direita sobre seu ombro e com um sorriso no rosto, o agradeceria, já me despedindo enquanto pegaria meus pertences, me aprontando para sair daquele lugar e ir à direção de meu segundo objetivo naquela estranha ilha onde tudo dava certo bem rápido.

- Valeu mesmo, velhote, você me ajudou bastante, saiba que eu não vou me esquecer, mas preciso ir agora. -

“Vamos ver agora... Um tesouro, onde diabos está esse tão falado tesouro, na verdade, nem tanto, já que aquele cego foi o único que mencionou e ele poderia ser só mais um sonhador por esse mundo, pensando em coisas que sequer existem ou acreditando em histórias de pescadores sobre sereias, coisa que não faltava em Conomi e tenho certeza de que não é aqui... Na Grand Line, onde elas habitam, que vai faltar.”

Se a garota tivesse efetuado aquilo que havia dito sobre procurar algo sobre o tesouro e nos dado alguma dica ou rumo a se tomar, quem sabe até mesmo se oferecendo para nos guiar até o lugar, pegaria meus pertences, inclusive minha foice e seguiria com suas orientações ao puxar o Urso pelo braço para que me acompanhasse, seja indo na direção indicada ou a seguindo ao andar pela ilha, o importante seria que chegássemos a algum lugar, sempre atenta para os meus arredores naquela ilha desconhecida, onde poderia acontecer de tudo.

Caso me fosse indicada alguma outra pessoa que pudesse me dar a informação que buscava ou a direção da cidade, iria em busca da mesma, sendo que se ocorresse o caso onde fossemos para cidade, procuraria por um bar, indo de pessoa em pessoa, perguntando sobre onde teria um, sempre me aproximando com um sorriso delicado no rosto e uma voz confiante, tentando não assustar as pessoas, como quando estava em The Wonderful Land, onde apesar de ter uma aparência respeitável, estavam ficando com medo e correndo, provavelmente devido a minha foice, então com um Urso gigante ao meu lado, possuidor de braços mutantes, as coisas poderiam ser ainda piores.

- Olá! Poderia me informar onde eu consigo achar um bar, uma taverna ou qualquer coisa do tipo por aqui? Preciso de algumas informações e acho que só alguém que trabalha em um lugar desses vai conseguir me responder... –

No caso de me informarem qual direção eu teria que tomar para chegar no lugar, iria até lá, sendo que quando chegasse, entraria e andaria diretamente na direção da pessoa que parecesse trabalhar no lugar. Me aproximando de quem trabalhasse no bar ou de quem me fosse indicado pela garota estressada, mais uma vez faria o maior questionamento de todos, ao menos, desde que tinha chegado naquela ilha, levando em conta que o fazia para todos que encontrava, enquanto estava em busca de respostas, diria em voz alta, não me importando com quem escutasse, o importante seria extrair alguma informação.

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- Tudo bom? Escuta, eu ouvi falar sobre uma certa sereia que protege um certo tesouro aqui na ilha, saberia me dizer como eu posso chegar lá e por que ninguém pegou esse tesouro ainda? –

“É muito estranho que as pessoas saibam sobre algo assim, mas ninguém tenha pego ele, afinal, um tesouro não é nada mais do que dinheiro fácil, levando em conta que em grande parte das vezes está jogado por aí, como esse, no qual tem apenas uma mísera sereia o protegendo... Ao menos, pelo que me falaram...”


- Certo, vou lá conferir isso! –

Diria empolgada, mesmo que dissessem algo que não fizesse muito sentido ou caçoassem de meu questionamento, então seguiria, ainda levando o Urso comigo até o lugar que pretendia ir, fazendo o mesmo se a guia tivesse indicado o lugar ou guiado a gente, coisa que ela deveria fazer naturalmente, sendo que se chegasse lá de alguma forma, olharia para o local, tentando identificar se avistasse alguém, como uma sereia, além de fazer um primeiro reconhecimento do terreno, já que adentraríamos em um lugar desconhecido e muito provavelmente, hostil.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptyTer 29 Jan 2019, 14:13

Zootopia essa aventura é o bicho- 05



O urso e a ruiva pareciam por um momento dividir e conquistar, enquanto o Mink tratava de cuidar do arrecadamento de informações e bem, até mesmo do próprio conforto porque bem, quem não queria um bom ventilador em um clima como aqueles? Com tantos pelos deveria ser o próprio inferno ilhas mais tropicais sem ter um, naquele momento Yue estava de certo modo parada, olhando para o que ambos faziam ali e não veria muito o que pudesse fazer, havia pensado por um momento em sentar-se na cadeira mas, sentiu-se de certo modo envergonhada a faze-lo, parecia um pouco distante naquele momento como se sua cabeça estivesse em outro lugar ou talvez não estivesse totalmente desperta, a moça levantaria ali a sua mão como se fosse fazer uma pergunta a um professor ou algo do tipo e acabaria flaando de modo que era audível pra todos, ainda que não fosse muito alto.

- Vou tomar um ar, vou esperar vocês ali do lado de fora.

A garota então se dirigiria a porta e ficaria por ali fora, sentada observando o mar, até que pudesse ser chamada pela ruiva ou pelo mink. Enquanto isso a ruiva poderia aprender com o velho sobre criação de  explosivos e sem dúvidas a parte que mais poderia ser engraçada seria a de testar jogando pela janela na areia que se levantava, a pirata naquele momento poderia ver a cada explosão Yue dar um pequeno pulo de susto, que era bem engraçado e o senhor divertia-se bastante em ensinar a garota  com o comentário o velho ria.

- Pior que são mesmo haha, eu já pensei em explodir isso umas dez  ou vinte vezes... Na ultima hora! hahaha, mas é a casa da minha neta, da certo isso não, então esquece isso.
Dizia o velho revelando bem o porque estava junto a garota em lugar tão remoto.

Enquanto isso o mink conquistava aquilo que eles procuravam, a informação da garota que entre os goles de sua bebida acabaria por falar.

- Seguindo pela região costeira, tem uma caverna, dizem que ela é protegida por uma sereia, mas sabe o que mais dizem? É um tesouro capaz de transformar a besta em homem e o homem em besta, sabe-se lá o que isso significa mas eu acredito que tenha algo haver com  o teste que é ali imposto ou algo do tipo.

Dizia a garota em um tom despreocupado, ela apreciabem tranquila, até que a ruiva chegou próxima e com suas mãos ela começaria a imitar os movimentos da boca da ruiva ali, como se de certo houvesse uma implicancia de sua parte, algo de seu santo não batia com o da garota, a garota então apontaria para a geladeira.

- O ruiva, pega uma bebida pra ocupar a boca, você não cansa não? Olha seu amigo ursinho, como é comportado, bem amis legal gente assim.

Dizia a moça indicando a direção para que a ruiva pudesse se servir e bem, era uma sensação bem diferente que ela poderia experimentar se aindanão tivesse provado alguma bebida a gás. O velho seria aquele a responder a pergunta da garota.

- Eu sou o avô dela menina, que tipo de livro você ta lendo? Eu hein ahhaah

O velho parecia muito mais de boa do que a menina que continuava a beber  em uma portura relaxada, como a ruiva teria decidido seguiriam dali ao se despedir pela região costeira, Yue havia os acompanhado enquanto o  rapaz era puxado pelo braço de forma atrapalhada, era uma caminhada cansativa e longa mas logo uma entrada poderia ser vista de longe para o que parecia ser a caverna que a garota havia mencionado, sob seus pés poderia sentir como se entrasse um canal de água pela caverna que tinha um forte cheiro salineo e parecia  a primeira vista que não haveriam dificuldades pela iluminação natural pelo fato de ser ingreme ajudar bastante, pelo menos em um primeiro momento. Poderia procurar por ferramentas e talvez as encontrassem se fossem bem atentos, Yue não se mostrava muito confortável em entrar.

- Posso esperar vocês aqui do lado de fora e eu aviso se algum marinheiro chegar ou algo acontecer ao barco? Eu não quero entrar...

Dizia em um tom bem desconfortável, se decidissem entrar poderiam ver logo de inicio uma placa chamativa.

Citação :
" Para aqueles que querem a si descobrir, o homem deve deixar a besta interior rugir.Para a besta que quiser  a si conhecer, deve a humanidade ceder."

Na placa haviam duas direções, para cada uma das placas que indicavam bifurcações na caverna, qual seria a decisão deles ali?

histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptyTer 29 Jan 2019, 18:46




A invadir-me aquela sensação prazerosa, o calor tornando a resfriar o poucos neurônios que me restavam na cabeça e o mormaço corporal, eu poderia ficar ali o dia inteiro ou as várias horas que a Ruiva levaria para conversar com aquele senhor, seja lá de onde quer que eles se conhecessem, pareciam estar se entrosando de uma forma muito grande, mas quem sabe fosse apenas do gênio interior da Ruiva que a fazia ser assim com todo mundo, para uns o fato dela se tagarela era suportável, mas para outros era tão irritante quanto discutir com uma porta, em certos momentos quis convencer a caipira que nos abordou na frente da casa que insistir para que Ria fizesse algo, ainda mais como parar de falar, seria impossível, eu só estava deixando as coisas acontecerem para me render umas boas risadas - sério eu ri disso demais - e nada como uma boa pitada de humor para adocicar nossa aventura não tão formal ou interessante.

Eu ouvia o que a outra tinha a dizer, não muito convencido de que era o caminho para o tesouro, afinal por qual motivo contaria para um mero subordinado e não para a ruiv?... Esqueci, ela não gosta da Ruiva, sim agora que tudo se esclareceu podemos ir com serenidade, um tiro certeiro em direção a um tesouro fácil não é? Errado! E antes de me aprofundar mais na minhas primeiras impressões mentais sobre a caverna desafiadora pela qual teríamos de passar senti-me relutante em deixar aquele casebre com o ventilador para me aventurar mais uma vez no sol, ainda mais na costa onde não poderíamos nos esconder sob o teto de alguns outros lugares ou sob a folhagem de árvores.

- Não pera! V-va-vamos esperar o sol baixar pelo amor de Stal… - Apesar dos meus apelos, eu sabia que seria inútil, lembra que momentos antes eu estava rindo da garota - a npc - por inutilmente tentar convencer a Fanalis do contrário? Bem, eu estaria fazendo a mesma coisa agora e como puderam perceber na narração não deu certo - talvez pelo motivo dela avançar mais do que deveria nas postagens e eu não ter bola de cristal para saber o que ela vai aprontar - e com muita dor, angústia a frustração eu tive de me despedir daquele lugar tão hierático. “Até mais ver meu amigo…” Deixei escapar um suspiro de frustração, cocei suavemente os pelos dando as costas para uma das coisas que mais me trouxe felicidade nos últimos tempos “Vou sentir sua falta… Ventilador de Teto!” E assim me despedi.

- Aquela mulher me disse que o tesouro é capaz de transformar uma besta em homem, um homem em besta, mas eu já sou os dois… Ria… Se você me fez sair daquele cafofo de verão para buscar esteróides e anabolizantes em uma caverna de uma sereia você está morta… - Confesso que não entendi nada sobre essa passagem que a mulher havia me dito momentos antes, que por sinal estava escrito quase a mesma coisa na placa dentro da caverna - essa NPC não deve ter entendido assim como eu, só passou a frase igual a um telefone sem fio - então eu deduzi que fosse algum tipo de droga como aqueles atletas Russos usavam ou os manés na academia. Depois da longa caminhada poderíamos então ver a faceta da caverna e é onde novamente essa narrativa se torna linear.

- Zehahahaha! Alguém ai já teve aquela sensação de Dejavu? - As risadas interiores vinham a minha mente, eu conseguia conter aquela crise de risos, mas não a primeira onda, aquela caverna, um tesouro… Eu lembro de ter começado minha jornada assim, não que isso significasse muita coisa, mas são situações e sensações como essas que mostram a inconstância e ironia de nossas vidas - Lembro de ter começado em Conomi desse jeito, tinha um tesouro, tinha uma caverna, tinham homens peixe, tudo bem que agora estamos atrás de uma sereia, mas ela é “peixa” também - Com o olhar vago, distante naquele breu, pude me lembrar de algo importante no meio daquela história e ao analisar com mais frieza eu sabia que estava faltando algo importante, algo que quando descobri o que era me fez subir um frio na espinha - Ugh! Tinha também uma Loli… Santa Mãe Rússia! - Bradei, pensei até em dar meia volta, mas não tem como fugir delas, em toda maldita aventura eu vou ter que topar com alguma garotinha, o que me restava era torcer para que ela não viesse na forma de sereia, se já tinha sido difícil matar aqueles dois em Conomi imagina em uma forma que tem vantagem natural contra mim.

- Certo… - Comentei, coloquei por breves instantes a mão sobre o queixo, encarando aquela escuridão mais no fundo da caverna - Ruiva, a caverna é escura demais… Mas não para o Juggernaut Soviético! - Para olhos comuns talvez o breu total daquela caverna fosse necessário algum tipo de iluminação, mas eu consigo ver em qualquer situação! Antes de partir, decidi dar uma ajuda para que a Ruiva fosse bem sucedida na empreitada de encontrar uma alternativa para contornar aquele problema, algo que eu até usaria caso fosse realmente preciso - Toma ai! - Disse lançando para ela a caixinha de fósforos - AVANTE OOOOOOOOOOO! - Iria disparar em direção a caverna com a mão no cabo da espada, seguiria assim ao longo do caminho até encontrar a bifurcação - Eu vou pela… - *Sovietic National Anthem* - ESQUERDAAAAAAAAA OOOOOOOOO CADÊ OS PEIXE COM O TESOURO? - Seguindo então meu caminho pela Esquerda - Ancaps vão pela direita -.




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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptyQua 30 Jan 2019, 03:12

Um Velho Tarado! Afinal, Onde Está Essa Sereia?
Escutando o que o velhote dizia sobre ser o avô da garota, eu imediatamente ligava as pontas, realmente não tinha como um velho engraçado e uma jovem atraente e ranzinza estarem no meio do mato sem fazer nada, essa era minha crença e não mudaria tão facilmente, mas o avô e a neta? Isso a um primeiro momento me parecia um absurdo, o que me levava a ficar de boca aberta e com os olhos arregalados ao observar o velhote, eu só não me espantava mais porque a garota parecia estar lá por livre e espontânea vontade, de forma que eu fingia compreender os sentimentos proibidos que os dois aparentavam possuir um pelo outro, ao menos em minha concepção, por mais que para quem visse de fora, não parecesse que nada de estranho ocorresse naquele lugar, de forma que cruzaria os braços, balançaria a cabeça algumas vezes e diria determinada, algo que não era o que queria emular e nem estava sentindo naquele momento, mas acabou que as palavras saíram de minha boca desse modo.

- Entendo, então aquela é sua neta? Acho que isso era normal antigamente, não sabia que tinha voltado à moda. Hum! –

“É A NETA DELE! NO QUE ESSE VELHOTE ESTÁ PENSANDO? Fazer o quê, deixa para lá...”

Foi com isso que nos despedimos, de forma que resolvi deixar de lado as diferenças e seguir caminho, sendo que se o Urso começasse a falar, olharia para ele com tudo, como se estivesse furiosa ao mostrar meu semblante fechado, já que apesar de querer deixar para lá, aquela imagem de avô e neta não saia da minha mente, coisa que poderia fazer com que o ursídeo deixasse de falar por achar que eu não queria o escutar, apesar de não ter nada a ver com ele. O que me levaria a puxa-lo pelo braço, já que não gostava de ficar parada e gostava de ter algum avanço considerável, coisa que todos que almejam a grandiosidade ou já são grandiosos, embora ninguém chegue aos meus pés, deveriam fazer.

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No caminho, se o Urso mencionasse sobre as palavras ditas pela neta do velho, deixaria essa história de incesto de lado e começaria a me focar nas palavras ditas, colocando a mão direita no queixo, enquanto apoiaria o cotovelo direito acima do braço esquerdo, que deixaria na frente de meu abdômen, então, com tudo armado naquela posição propicia ao pensamento, começaria a tentar visualizar aquele mistério descrito por ele, ao sussurrar as palavras comigo mesma, pouco antes de responder ao Urso fazendo um carinho em sua pelugem e voltar a sussurrar, ainda passando as mãos nos macios pelos de meu amigo.

- Tesouro capaz de transformar uma besta em homem e um homem em besta... Não se preocupe, não acho que seja algo do tipo, ao menos, espero, seria decepcionante, queria dizer também que respeito sua ousadia em falar comigo assim, ah, vem cá seu ursinho... Mas... Transformar homem em besta e besta em homem... –

“Essas palavras podem se referir tanto a uma besta no sentido de idiota, quanto algum tipo de animal ou monstro... Mas... Um homem? Então eu devo ser imune a isso, seja lá o que for... Quer dizer, olha só para mim! Passo longe disso... Mas a Yue anda meio avoada ultimamente com essa história de mordomo... E o Urso, ele é um animal? um humano? Uma fusão? Eu já vi outros seres como eles, esses tais de Minks... Um Urso, uma coelha, uma gata, uma rata... Eles acasalam entre eles e tem a chance de nascer uma espécie diferente ou uma gata só pode ter filhos com um gato? Queria estudar um pouco de genética depois para aprender mais sobre isso... Não vou perguntar para eles, não teria a menor graça descobrir tão facilmente... Mas mais importante agora, acho que só no ninho da sereia vamos descobrir o que isso de besta e homem quer dizer...”

Chegando na caverna e percebendo o cheiro de sal, viriam a minha mente a imagem dos comerciantes que vendiam colares feitos de pedras com um cheiro bastante similar ao sal, isso em Conomi Island, na minha infância, embora como o seu produto era inútil, levando em conta que vivemos cercados de mar e esse cheiro está por toda parte, o livre mercado falou e, ou deixaram de vender ou foram a falência, embora a ideia tivesse levado muitas crianças a comprar a bijuteria por não valer quase nada, até eu tinha uma coleção delas. Então, vendo a água, olharia para as botas com salto que havia forjado a pouco tempo e daria um sorriso ao perceber que provavelmente não teria que molhar meus pés, a não ser que o nível da água as ultrapassasse, mas isso seria outra história. Agora escutando o Urso, daria mais um leve sorriso, pois não entendia muito sobre sua terra natal, a tão falada mãe Rússia, parecia ser um ótimo lugar, de toda forma, daria alguns tapinhas nas costas dele para o consolar sobre a Loli, já respondendo Yue no processo, convencida de que estava fazendo uma boa escolha, dada a insatisfação da garota.

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- Escuta, Yue, estou com um mau pressentimento para com Lupin e os outros, será que você poderia ir lá checar como eles estão e avisar onde estamos, acho que não vamos demorar muito aqui e tenho certeza de que dou conta de algumas sereias, se estiver tudo bem, peça para que Boujin venha aqui. –

“Eu não quero ver ela chateada desse jeito por não poder ficar com Lupin, isso deve resolver tudo, fora que eu consigo lidar com o que vier sozinha, também sei que aqueles dois sabem se cuidar muito bem, só espero que o navio não seja destruído quando Yue e Lupin estiverem distraídos brincando de médico e mordomo ou sei lá o jeito que eles vão fazer...”

- Pode ir. –

Diria ao deixar apenas o polegar direito a mostra, dando a entender de que eu a apoiava, isso se ela estivesse resistindo aos seus sentimentos, sabia que muito provavelmente ela não desacataria uma ordem minha e que isso seria praticamente impossível, mas se fosse o caso, não teria o que fazer, meu interesse maior naquele momento era naquela caverna, o que faríamos quando a adentrássemos e o que encontraríamos lá, exatamente. O maior problema parecia ser a iluminação, o que me faria a começar a imaginar como proceder dali em diante na mesma posição, me afastando um pouco do Urso, estando pensativa, olhando para a entrada, nossos arredores e o clima no céu.

“Eu poli aquela espada que dei para o Urso até que ela virasse quase que um espelho, talvez possamos usar o Sol para refletir a luz em algum ninho e transferir o fogo para galhos que poderíamos usar de tochas... Queria que nessa caverna tivesse aqueles famosos cogumelos brilhantes que todos os contos de fada que eu li tinham... Mas não adianta arriscar entrar lá no escuro, só para ter que voltar... Esfregar duas madeira também parece uma opção, mas eu nem sei como fazer isso direito e não acho que seja fácil... Já sei, tive uma ideia genial, a gente podia...”

Meus pensamentos seriam interrompidos no momento em que o Urso me arremessasse uma caixa de fósforos, sendo que ao perceber o lançamento, rapidamente correria na direção daquilo que parecia ser praticamente um milagre dado pelos céus, já dando um mortal para frente, caindo em pé, mas me ajoelhando ao apontar aquele presente para os céus, proferindo algumas palavras para nosso salvador, olhando diretamente para ele, sendo claramente uma piada para com a situação.

- Não acredito que você tinha isso, BOAAA! Isso vai nos ganhar um bom tempo, agora, eu só preciso encontrar algum galho e... –


Percebendo que ele saiu correndo na direção da caverna, sorriria, já me levantando e checaria os arredores, procurando próximo de árvores por galhos secos que pudessem servir de tochas. Provavelmente não demoraria dado o calor, mas o que vinha a seguir, seria a pior parte daquela situação, eu precisaria de algo que pudesse ajudar a acender e algo que retardasse o processo físico da combustão e, ao mesmo tempo auxiliasse para manter a chama acesa, sem apagar com qualquer coisa, de forma que pediria ajuda para Yue se ela ainda estivesse nas proximidades.

- Yue, veja se consegue achar um pouco de seiva inflamável por aí... -

Por sorte, quando criança, eu brincava muito no meio do mato, de forma que acabei aprendendo algumas coisas sobre a floresta e, além disso, tinha um grande conhecimento em química, então sabia que algumas enzimas que auxiliam na combustão, no caso, resinas, poderiam ser encontradas em seivas de árvores, o único problema era que não sabia em qual árvore a seiva poderia ser encontrada, então daria uma rápida olhada para ver se alguma pela região possuía seiva, fazendo o teste para ver se queimava ao acender um fósforo e checar se pegava fogo, se não desse certo, continuaria minha busca, busca essa que cronometraria no relógio de pulso por dez minutos, de forma que colocaria o laço que prendia meu cabelo enrolado no galho que tivesse encontrado, passaria a seiva e faria com que entrasse em combustão, mas se não achasse o que procurava no tempo estipulado, simplesmente deixaria quieto, colocando fogo no galho com o tecido enrolado em sua ponta. É claro que se não conseguisse acender o galho, ainda sim entraria no lugar, mas apenas para checar se após o fim da luz do lado de fora, teria alguma luz do lado de dentro.


Com o fogo armado, adentraria pelo lado direito do lugar, por mais que ancaps não se enquadrassem nem na esquerda e nem na direita, ainda era o melhor lado a se seguir, levando em conta a nossa situação atual. Pisaria com cuidado no chão, queria ver logo o que havia na caverna, mas não queria ser surpreendida por um buraco que a água obstruísse, prestando atenção em cada detalhe, tanto das paredes, quanto do teto e da água que estava em meus pés, tentando entender em que tipo de lugar estávamos nos metendo.

No momento em que percebesse que a luz do lado de fora da caverna já não era mais presente, começaria a dizer algumas palavras em voz alta, na esperança de que alguém respondesse, independente de quem fosse, eu não tinha o menor receio ou medo de entrar no escuro, mas o mistério por trás daquela fala e da placa na entrada ainda estavam me atiçando a curiosidade, levando em conta que várias coisas poderiam ocorrer.

- OI, TEM ALGUÉM AÍ? EU VIM EM PAZ... SÓ QUERIA ALGUMAS INFORMAÇÕES... –

“E uma bela sereia viajando comigo... Não posso sair dizendo que quero achar a sereia e levar o tesouro, para um peixe entrar na água levando tudo, é muito fácil, é melhor tomar cuidado para que não se assuste... De acordo com as histórias que eu ouvia nos bares, as sereias são muito ariscas e dificilmente veria uma que não quisesse ser vista, isso por causa de sua velocidade absurda no mar.”

Se escutasse algo de diferente, repetiria a primeira parte de minha fala anterior, ainda na esperança de que fosse respondida, mas de toda forma, no caminho, ainda me incomodaria com o fato de ter uma placa tão explicita na entrada da caverna, o que me levaria a imaginar algumas situações paranoicas e malucas em relação ao que poderia acontecer, provavelmente pela falta de luz, o que faria com que meus instintos de sobrevivência, algo que todos os seres vivos possuem, começasse a se aflorar.

“Isso pode ser uma armadilha, será que aquele velho tarado e a sua neta não estariam armando algo? Aquela placa limita as possibilidades aqui a algumas poucas prováveis, pode ser que seja uma armadilha, pode ser que realmente tenha um tesouro aqui e os que tentaram pegar nunca voltaram, mas não faria sentido, se não, não teria algum tipo de metáfora maluca, seria mais inteligente um aviso de perigo ou coisa parecida, talvez a sereia tenha colocado aquela placa para atrair suas vítimas, são muitas possibilidades, mas pelas histórias, o máximo que elas conseguem fazer é cantar, então deve ficar tudo bem com o Urso e eu sei que consigo dar um jeito no que aparecer aqui.”


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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptyQui 31 Jan 2019, 11:55

Zootopia essa aventura é o bicho- 06



Para a dupla aquela situação apresentaria dificuldades por motivos diferentes, para o mink certamente a parte mais desoladora daquela despedida seria abandonar o melhor amigo de alguém no calor...O ventilador, como alguém cruel poderia fazer alguém se separar para buscar um tesouro...Na praia? Bem, de todo modo eles seguiriam até a caverna onde Yue havia proposto a ficar ali de vigia, talvez a caverna tivesse algo que a tivesse incomodado ou talvez ela estivesse em um lugar que não queria estar, de todo modo era algo que para a ruiva era aparente e pelo modo como ela rapidamente havia concordado de forma veloz, talvez ficasse ainda mais aparente.

Ria poderia até mesmo jurar que talvez a visse saltitar, ou talvez tivesse imaginado demais pelo sol estar forte na cabeça. Voltando a problemática, para o Mink não era bem um problema o escuro, já que suas capacidades naturais o ajudariam fácilmente a driblar aquela dificuldade, por outro lado, para a ruiva aquilo mostrava-se algo que ela teria de buscar uma alternativa e felizmente, o rapaz ofereceria a ela uma solução prontamente, uma caixinha de fósforos, só precisava achar algumas coisas e poderia ter feito uma tocha, que a ajudaria a adentrar a parte mais escura e com sucesso acharia os materiais e poderia sim acender a tocha e ver melhor o caminho. Dividiram-se, indo o urso pela esquerda e a ruiva pela direita, era realmente uma pena não haver um caminho central para ela.

Ria


Quando indo pelo caminho da direita, poderia ter seus olhos maravilhados com cristais esverdeados que haviam na caverna que em reflexo a luz da tocha brilhavam de um jeito muito bonito, como se fosse possível ver pequenas fagulhas em cada uma delas, para além disso uma ventania bem forte parecia ali existir, talvez por um fenomeno natural ao qual poderia ser mais difícil de se entender. A ruiva adentraria mais e mais o lugar e chamava, como se procurasse por alguém, era uma caverna que poderia ser protegida por uma sereia, ou ao menos era a lenda que ela havia ouvido, mas tudo o que conseguiu ouvir quando chamou foi uma pequena risada que ecoaria por toda a caverna, mas sem sucesso em avistar alguém até ali. Seus ouvidos poderiam tapar conforme andava, devido a mudança de pressão e após cerca de 30 minutos, teria encontrado um obstáculo. Eram quatro portas, uma delas havia o simbolo de uma coroa, outra de dinheiro, uma de chamas com a palavra poder acima delas e na ultima havia a imagem de uma espécie de rio. Havia também se procurasse nas paredes inscrições.

Citação :
" Para o Rei, o mundo há de se ajoelhar, mas hei o rei de ajoelhar de volta."

" Para o ganancioso, dos bens deve se desprender,para assim recompensas maiores ter."

" Para o megalomaniaco um sacrificio deve se dar, para do poder desfrutar."

" Para aquele que como um rio quiser correr, de suas correntes se deve se desfazer"

Não havia mais pistas do que estas para que a ruiva pudesse abrir as portas, não havia algo como uma maçaneta ou algo lógico que ela pudesse levar em consideração para além dessas pistas.

Urso

Quando adentrou o seu lado da bifurcação, poderia notar que o caminho parecia ter pequenas pedras de coloração azulada que eram levemente florescentes, o que o ajudava a guiar-se pelo caminho.Dadas as suas grandes proporções se fazia difícil de se movimentar e o local parecia para ele bem apertado, havia uma sensação de umidade mas a temperatura ali a cada passo abaixava um pouco mais, se fazendo muito mais confortável para o Mink a cada passo. O caminho dele, diferente do da ruiva parecia ser mais simples, ainda que não menos curto poderia ver então após cerca de 30 minutos de caminhada poderia ver um caminho bem estreito onde de ambos os lados haviam água e a sua frente havia uma fruta com vários redemoinhos, mas cercada por água de modo que um salto seu não seria capaz de cobrir o caminho, ele já havia achado o tesouro daquele lugar, mas teria um obstáculo muito grande se soubesse o que significava comer uma akuma no mi. Se olhasse, poderia notar que a água era bem funda e poderia facilmente afogá-lo, caso ele fosse um usuário e soubesse disso.

Mas uma coisa destacava-se [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] saia da água e apoiava-se sobre uma das beiradas, revelando a parte superior desnuda, se não fosse pelos cabelos azuis que a cobriam, parecia ser alguém bem novinha, não devia ter mais do que os seus 16 anos.

- Você veio atrás do meu tesouro? Eu posso te ajudar com isso... Mas, eu quero que você me conte uma boa história e depois me responda a algumas perguntas, se você for bom, não vai achar dificuldades em meus testes, mas se você for malzinho, você nunca irá pegar o meu tesouro.

Dizia a sirena mergulhando na água e afastando-se da borda ficando agora mais próxima da outra margem, enquanto o esperava em sua resposta.


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MensagemAssunto: Re: Zootopia - Essa Aventura é o Bicho   Zootopia - Essa Aventura é o Bicho - Página 2 EmptyQui 31 Jan 2019, 16:50

Teorias! Interagindo Com Portas!
Já na caverna, via o reflexo da chama em cristais esverdeados, cristais esses que faziam com que eu me perguntasse sobre seu valor, de forma que no caminho, se percebesse algum solto ou quase, na parede ou jogado ao chão, pegaria, levando em conta que poderia servir de amostra para uma posterior extração do minério da caverna, algo que poderia ser facilmente consultado com Old King.

“Não faz sentido que uma pedra dessas tenha algum valor, ao que tudo indica, pela facilidade de chegar aqui e levando em conta a placa que havia do lado de fora, pessoas já estiveram aqui antes, mas me recuso a desperdiçar essa chance... No pior dos casos, posso descrever o minério para Old King e o trazer aqui para que me dê uma consultoria em relação a essas pedras, pelo menos o reflexo da chama nelas é bastante decorativo, talvez um anel feito com uma delas ficasse bonito em um de meus dedos, verde é a cor da inveja e muitas pessoas me invejam, é claro que todas deveriam o fazer.”

Ao clamar por alguma alma viva presente no local, escutava uma risada estranha, o que me deixava um pouco inquieta, levando em conta que apesar de ser uma pirata, também era uma cientista, então acredito em uma explicação física por trás de fenômenos como esse. De forma que ainda segurando a tocha, com uma das sobrancelhas arqueadas, utilizando as lindas botas recém forjadas e com as roupas típicas de aventureira para uma aventura como a que passava, incluindo o chamativo chapéu de exploradora, manteria meu percurso, tentando manter a calma averiguar possibilidades para explicar aquele som.

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“Hum, pode ser muitas coisas, eu não tenho medo de nada, mas me surpreende algo tão peculiar assim por aqui, talvez seja o vento passando entre as formações daqui, pode ser também que eu esteja alucinando com algum gás, o mais provável é que seja a sereia ou alguma pessoa que vive aqui, apesar de não me parecer um lugar ideal para abrigar vida... Não entendo muito de ocultismo, mas sei que existem algumas coisas que ainda não são muito claras para a comunidade dos cientistas, como as próprias akumas no mi ou os espíritos de navios amados... Só fico mais curiosa com as possibilidades aqui!”

- Olá! Poderia parar de rir e aparecer? –

Minhas aclamações por uma aparição não cessariam tão facilmente, por mais que fossem inúteis, meu foco ainda era encontrar a sereia e aquela risada só me dava uma certeza maior de que ela estava por ali. A variação de pressão da caverna começava a afetar minha audição, apesar de saber que seria um efeito rápido, levando em conta que a pressão interna de meu ouvido não demoraria para se igualar com a externa, embora fosse um efeito irritante, o que me levaria a respirar de forma mais ofegante para acelerar o processo.


Chegando ao final do corredor da caverna e avistando as portas que possuíam alguma simbólica, seguidamente pela escrita nas paredes, sorriria por estar caracterizada para a situação, mais uma vez comemorando pelo modo que me vestia, então passaria suavemente as mãos pelas portas juntamente da chama que portava, até mesmo nos símbolos e nas escrituras se os alcançasse, não porque acharia necessário, mas porque todos os livros descreviam daquela forma quando o explorador ou exploradora chegavam em algum enigma, enquanto faria algumas constatações em relação ao descoberto, em voz alta comigo mesma.

- São quatro portas e quatro frases separadas, elas não parecem ter relação umas com as outras e pelas pistas, não aparentam ter algum significado metafórico muito aprofundado... Espero que esteja errada e seja algo mais complexo, me recuso a crer que algo tão banal tenha barrado alguém, o mínimo que espero são cobras, um buraco com lanças ou umas esfera de roxa gigante me perseguindo, mas será que sequer teria uma resposta errada? Pela falta de ligação das pistas, me parece que todas as portas dão no mesmo lugar... Olhando a primeira mesmo... Se ajoelhar? Como a futura Rainha dos Piratas, eu me recuso a me ajoelhar para uma porta... –

“Pela física, deve ter alguma coisa no chão em frente a porta, de forma que ela se abra quando pressionada...”

Me recusando a ficar de joelhos, com os próprios pés, procuraria por uma ou duas placas de pressão posicionadas em frente a porta com o símbolo da coroa, de forma que ficaria na ponta dos pés, simulando meus joelhos com o bico das botas, na tentativa de abrir a porta, checando com as mãos se ela teria sido aberta, coisa que faria com cada uma das outras a cada tentativa, mas é claro que não pararia por aí, conseguindo ou não fazer com que desse certo de a abrir, minha reação seria a mesma, passaria para a porta com o símbolo do dinheiro e a olhando, faria minhas constatações.

- Ganância? Eu quero ser a rainha dos piratas, então sou gananciosa de certa forma, mas também não tenho problemas em dar dinheiro para um mendigo ou uma porta mendiga... Calma aí, onde é que eu deixei? –

Passaria a mão esquerda por trás de meu corpo, procurando pelo bolso onde guardava moedas na mochila e assim que achasse alguma, procuraria por algum recipiente ou encaixe na porta onde pudesse colocar uma moeda de cem berries, se não, simplesmente encostaria na porta e se não desse certo, a jogaria no chão em frente a mesma, esperando que ela se abrisse, mas dando certo ou não, mais uma vez, iria para a próxima, onde , já que estaria gostando do rumo daquilo que estava acontecendo e queria aproveitar cada segundo.

- Hum, não me acho megalomaníaca, se eu não fosse excepcional, talvez até pudesse me enquadrar nisso, mas essa porta quer um sacrifício? Ela sequer fala o tamanho do sacrifício que quer, algo pequeno deve bastar... –

Olharia para meu lindo cabelo, pensando em retirar um de seus fios, mas logo mexeria a cabeça para os lados em sinal de negação, jamais que eu retiraria sequer um fio de cabelo de minha cabeça ruiva, então, olharia para a lâmina de minha foice extremamente afiada e triscaria com a ponta de meu indicador direito nela, de forma que quando sangrasse um pouco, lançaria uma gota de sangue na direção da porta e deixaria que uma caísse em sua frente para ver se a ideia daria certo, já me dirigindo para a última porta para ver o que aconteceria.

- Eu não tenho nenhuma corrente aqui comigo, mas também me sinto uma pessoa livre... Quer dizer, eu sou uma pirata, a liberdade está em mim, mas como transmitir isso para a porta? Se tinha um vento forte vindo de um lugar fechado, então pode ter algum mistério nessas portas também, vamos ver... –

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Tocaria nela com a palma da mão aberta para ver se reconhecia que alguém já desacorrentada a muito tempo estaria no lugar, talvez aquilo fosse suficiente, mas se não desse certo, com minha foice, riscaria o símbolo do rio, por mera implicância e para ver se algo ocorria, talvez pelo toque do aço ou a quebra da imagem tendo algum significado, de toda forma, se alguma das portas tivesse se aberto, após tentar abrir todas, passaria por ela, indo por qualquer uma se levassem ao mesmo caminho, ou dando preferência a algum túnel, na ordem da porta da desacorrentada, da rainha, depois da gananciosa e por fim da megalomaníaca.

Conforme abrisse as portas ou seguisse pelo caminho, armadilhas poderiam ter sido colocadas para impedir o avanços de invasores, como eu era naquele momento, embora visse mais como uma visita. Se em algum momento algo viesse em minha direção, que fosse possível de se esquivar, pularia para o lado rolando no ar e tentando evitar o ataque ou simplesmente mexeria minhas articulações para sair do caminho e evitar o que quer que fosse, sejam dardos, flechas ou coisas parecidas, caso caísse em algum buraco, utilizaria minha foice para me prender na parede mais próxima ao fincar sua lâmina nela rapidamente e evitar a queda.

Se percebesse que não conseguiria me esquivar indo para o lado e teria que recuar, pularia para trás e tomaria a distância necessária rapidamente para evitar que o que quer que viesse cegasse a sequer tocar em mim ou pularia por cima daquilo que fosse me atingir, se possível. O importante seria que me manteria avançando atenta, até que encontrasse o próximo desafio do lugar, esperando por algo mais difícil, por mais que soubesse que nada conseguiria dar cabo de mim, ainda questionando sobre as presenças no lugar em voz alta, tentando obter alguma resposta e ignorando sons vagos como risadas.

- Olá, tem alguém aí? Sereia? É você? Apareça, eu só que te le... Conversar com você... Não vou fazer nada, se aparecer eu tenho algo legal para você... -

"Essa sereia vai vir comigo, quem não quer uma sereia na tripulação? Eu vim de outra ilha atrás dela, porque ela não aparece logo?"

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