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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rock das aranhas

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptySex Jan 04, 2019 11:37 am

Relembrando a primeira mensagem :

Rock das aranhas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Teo
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptyQui Jun 13, 2019 2:52 pm



Narração





A história de Charlotte causava impressões diferentes em Katherine e Calros. Enquanto a moça ficava animada por conhecer um pouco mais de sua companheiros, o rapaz estranhava a história da moça. Em sua cabeça, o ruivo identificava alguns furos na história da moça, talvez porque a história tinha sido muito resumida? Talvez porque ela maquiava alguns trechos com outras palavras? De toda forma, a história parecia estranha pra ele.

Quando Alexander chegava trazendo um pequeno relatório do que havia a frente. Havia uma mistura de reações. Mas todos ali ficavam calados. Era um silêncio estranho, mas não tão estranho quanto a mudança inusitada que acontecia com Katherine. Visto que ela era a única que sabia as informações da missão, todos olhavam para ela em busca de instruções, e acabavam vendo uma pessoa completamente diferente, que deixava isso mais do que claro com a própria voz. Era algo que nenhum daqueles ali parecia ter visto antes... Charlotte parecia um pouco assustada, mas depois de algum tempo,  parecia se conformar com o que acabava de ver, ficando com uma expressão pensativa, como se já tivesse visto algo do tipo antes. Battos encarava a mulher com uma cara séria e pasma ao mesmo tempo, forçando as sobrancelhas e com os olhos abertos, parecendo incrédulo sobre o que acabava de ver. Tron estava com as sobrancelhas levantadas, e estava levemente boquiaberto, parecia curioso com o que estava vendo: – Que tipo de poder é esse? – Ele jogava a pergunta ao ar, legitimamente curioso do que causava aquela alteração no corpo de Katherine. Alexander continuava neutro, apenas mostrando certa curiosidade pelas novas características de sua companheira olhando fixamente para a mesma.

Depois disso, Azura dava suas ordens, mandando Calros e Alexander analisarem a cena adiante, deixando claro o quanto cautelosos deveriam ser em caso de combate, dispensando-os. Calros perguntava para Alexander quantos corpos ele tinha visto enquanto estavam a caminho do local. –Vi quatro corpos humanos, todos cobertos da cabeça aos pés com um manto preto. – Ele dizia, continuando em direção ao caminho.


Calros


Não demorava muito até que eles chegassem ao local. Afinal, Calros parecia temer o que aconteceria caso eles ficassem muito tempo parados em um só lugar, e andava depressa. Assim como toda a floresta, haviam arvores distribuídas pelo local, mas essa era a única coisa comum daquela cena, pois a medida que eles se aproximavam daquela cena asquerosa, muitos detalhes incomuns podiam ser notados. Pra começar, um cheiro “azedo”, comum a coisas em decomposição podia ser sentido. Distribuído pelo local, estavam os quatro corpos como Alexander tinha visto. Em uma das arvores, havia um alvo, com alguns tiros desferidos no mesmo. Mas adiante, havia um buraco de escavação no chão, obviamente feito por mãos humanas, pois havia uma pilha de terra logo ao lado. Algumas das arvores no local tinham tiros de armas de fogo avulsos, alguns ainda exalavam a fumaça quente da explosão de pólvora.

Os corpos estavam em vários locais diferentes, e com certa analise, Calros poderia saber facilmente como tinham morrido: Um estava caído em frente do buraco, com uma flecha no meio da sua testa, sua morte parecia ter sido instantânea; Outro estava jogado mais a distância, era possível ver que algo, provavelmente uma lâmina, tinha passado diretamente por seu peito, pois no local uma mancha de sangue tinha sido feita; Os outros dois corpos estavam mais afastados. Um estava totalmente pálido, chegando até mesmo a estar azulado, parecia que tinha passado semanas embaixo de uma avalanche até que morresse de hipotermia, o outro, tinha múltiplas feridas, e tinha muito sangue respingado em suas mãos, braços e roupas, e como se fosse responsável por atingir várias pessoas antes de morrer. Tinha um corte limpo na lateral da região do seu crânio, mostrando que este fora atingido por uma lâmina pequena neste local, e estava caído como se seu corpo de repente fosse “desligado”, e próximo a ele, havia um pequeno caminho com respingos de sangue, onde uma pessoa com a habilidade de rastreio poderia facilmente seguir. Fora estes dois, o corpo sem vida de algumas aranhas também podiam ser avistados próximo aos corpos, todas elas não muito grandes, e a maior com a sua altura chegando à cintura de Calros, estava à distância, perto do corpo “congelado”, tinha sido esmagada violentamente contra o chão. Um líquido verde e gosmento saía de seu tórax estourado, no local onde o impacto tinha sido feito.

Os corpos humanos ali não tinham sido mortos por aranhas, talvez atacados, mas não mortos por elas. Tudo o que aconteceu ali, tinha sido obra de humanos. Essa era a única conclusão que poderia ser tirada daquela cena. Se olhasse para o buraco no chão, Calros veria apenas terra. Talvez algo tinha sido tirado dali? Ou talvez algo foi colocado e o buraco não tinha sido completamente preenchido?

Se analisasse aquele espaço como um todo, esses seriam todos os detalhes que Calros veria na cena. Alexander andava analisando os corpos em silêncio, ficando bem próximo a Calros, enquanto olhava para os lados para se certificar que ninguém os atacaria de surpresa. Gwen mirava seus vários olhos para os corpos das aranhas, e fazia um movimento com as presas que Calros não fazia a menor ideia do que significava (Talvez Tron soubesse?). E assim eles concluíam a análise do local. Acabada a análise ao local, Calros sugeria para Alexander que voltassem até Katherine para que reportassem, e eles faziam o mesmo caminho que tinham feito antes. Ou fariam, se Alexander não puxasse o rapaz de repente fazendo que os dois se escondessem atrás de uma arvore e alguns arbustos que haviam no caminho. Ele tampava a boca do rapaz para impedir qualquer reação vocal, e logo o ruivo entenderia o porquê: – Levem os corpos e voltem para a área do dirigível, se a marinha ou aquela puta de cabelo azul voltar, vou ficar aqui pra distrai-los – Uma voz de homem dizia, com um tom de voz portando ódio explicito. De onde estava, Calros apenas poderia ver um homem de pele pálida e cabelos brancos, o seu rosto estava parcialmente tampado pelo capuz que estava usando, portanto não era possível ver mais nenhum detalhe de seu rosto ou corpo. Ele obviamente estava acompanhado.


Katherine/Azura

Depois da saída de Alexander e Calros, Azura decidia chamar Battos para perto de si e esclarecer sua desconfiança em relação à Tron, ao mesmo tempo em que dava comandos ao rapaz. Tron, que estava o tempo todo olhando para a mulher, parecia se entristecer ao ver que algo estava sendo omitido de si, mas não falava nada, e ficava onde estava. Battos parecia querer perguntar algo a Azura, mas provavelmente pela sua transformação recente ter sido algo bem chocante, ele ficava quieto. Os quatro assumiam uma formação parecida com o formato de um losango, com Azura atrás, Charlotte e Battos nas pontas logo a frente dela, e Tron a frente de todos. Nesse tempo em que estavam esperando, uma aranha com o tamanho parecido com a de Calros andava e parava cerca de 15 metros de onde o grupo estava. Ela parava de costas ao grupo, e ficava lá por um tempo, até inofensivamente se distanciar do grupo quando achava necessário. Tron estava um pouco inquieto até o momento, e então ele decidia se aproximar de Major, o que causava uma reação de Battos que discretamente se aproximava do rapaz pronto para ataca-lo no caso dele: – Senhora... Azura...? Posso conversar por um momento? – Ele perguntava, temendo um pouco a resposta da mulher. Caso sua pergunta tivesse uma resposta positiva, ele diria: – Sei que o fato de eu ter pedido pra sair da base pode parecer meio estranho, então quero esclarecer os meus motivos... – Ele dizia e após algum tempo continuaria – Eu me perdi do meu grupo de biólogos já há algum tempo, e esperava que pudesse arranjar alguma forma de reencontra-los, ou ao menos sair dessa ilha e ir pra um lugar seguro, entende...? – Ele parecia estar sendo sincero, seu tom de voz era um melancólico e ele aguardaria pacientemente a resposta da mulher. Caso sua abordagem fosse negada, ele simplesmente voltaria para sua posição original sem petulância.

De qualquer forma, o tempo se passava e parecia que Alexander e Calros estavam demorando um pouco, por algum motivo. Azura poderia fazer algo em relação a isso, ou simplesmente continuar esperando.
?????:
 
Cena do Crime:
 


ILHA: Ilha Aracne – 2º Rota LOCAL: Floresta

Coded By @Lilah!


Última edição por Sakuma Teo em Qua Jul 03, 2019 7:41 pm, editado 1 vez(es)
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PepePepi
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PepePepi

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptyQui Jun 13, 2019 10:25 pm


Ufa...
Posts em aracne - 33
Katarina mudava o cabelo de cor e tals... isso era meio estranho, mas eu não queria pensar nisso naquele momento, precisava muito descobrir quem havia morrido. E ainda bem que a ruiva que assumiu, a tal Azura, permitiu que eu fosse com Alexander, eu pensava que o nome dele era Green, talvez seja Alexander Green. De qualquer forma, ela disse também para não nos preocuparmos com Katherine, o que só me fez perceber que eu havia entendido o nome dela errado até então, jurava ser Katarina.

De qualquer forma, Alexander me informava que eram quatro corpos, isso fazia a minha mente ir a mil. Crow, tenente Li, Yumi e Noriko. Não conseguia pensar em outra coisa, e assim, não me importava nem com o caminho que estava seguindo com Alexander, apesar de provavelmente ser uma linha reta. Acabei indo o mais rápido que conseguia para o local. Se eles estivessem mortos a culpa seria minha por não ter ido junto deles? Já começava a me sentir um pouco culpado. Talvez não fosse simples assim, só precisava ver tudo de maneira mais ampla, se fossem mesmo eles, quem sabe assim não fosse a única maneira de manter o civil a salvo.

Porém todo e qualquer pensamento que tive era inútil. A cena a minha frente era muito complexa e estranha, mas logo reparei que os mortos estavam encapuzados e que não eram meus companheiros, ainda bem, mesmo podendo relaxar um pouco, precisava continuar investigando e vendo o que havia acontecido. O cheiro ali era estranho, mas não queria pensar muito nisso. Tanta coisa me chamava a atenção que eu não sabia por onde começar. Analisando os corpos percebi que eles foram mortos por humanos, bom, pelo menos a maioria, cada um de uma forma diferente. Um havia morrido pelo disparo de uma flecha e outro por uma espada, adaga ou coisa similar. Noriko usava arco e flecha, Yumi usava uma espada. Não lembro como a tenente e Crow lutavam. Mas o interessante é que havia um corpo que parecia ter congelado até a morte. Aquilo não fazia o menor sentido naquela cena. Isso sem contar todas aquelas aranhas mortas que aparentemente só chegaram ali para morrerem.

Não entendendo a cena por completo ainda, queria me concentrar naquele buraco, quem sabe ali não tinha uma dica. E por isso, só poderia dar uma atenção real para Gwen quando acabasse de cuidar daquela situação. Ou assim faria, se Alexander não tivesse me puxado para trás de arbustos. Claro que isso tinha um motivo, um grupo estava se aproximando. Por azar não eram meus colegas, uma voz estranha falava algo sobre levarem os corpos para a área do dirigível. Ele também citou “marinha” e “cabelo azul”, das duas que haviam chegado no quartel revolucionário, uma possuía cabelo azul. Ok... que eles não eram aliados dos revolucionários era uma certeza, além de serem inimigos também da marinha. Existiam duas opções em minha cabeça, ou eles são parte dos números, ou eles são um novo grupo que desconheço. Sinceramente, nunca torci tanto para alguém ser parte de um grupo tão maléfico quanto os números, a possibilidade de existirem novos inimigos não me animava muito.

No primeiro instante ficaria parado, só ouvindo e vendo, quem sabe eles não retirariam o que havia naquele buraco. Tentaria escutar as palavras do homem atentamente, sem fazer nenhum barulho, quem sabe eles não dariam uma pista de quem eram. Se Alexander tentasse me puxar para irmos embora, iria fazer a melhor expressão que pudesse de: “Sério cara?” - Indicando com a cabeça que precisávamos ouvir o que aquele homem tinha a dizer. O homem até chegou a comentar que ficaria ali como uma mera distração para que a marinha ou a gente não chegasse ao tal dirigível. E eu ainda queria descobrir o que estaria enterrado. Se mesmo indicando que queria ficar ele me puxasse de novo, nada poderia fazer além de concordar com ele e voltar, ainda estava em período “probatório” ali e precisava que eles confiassem um pouco mais em mim para fugir tranquilamente.

Caso eu volte
Se voltássemos tranquilamente para a área que Azura e os outros estavam, eu falaria antes mesmo de Alexander, queria voltar rápido para aquela área e eu que tinha sido incumbido da situação por saber anatomia humana. - As fatalidades claramente foram consequências de atos humanos, existem várias aranhas mortas, mas os humanos lá não morreram por culpa delas. Por algum motivo todos estão encapuzados. - Explicaria inicialmente, mesmo se ela me perguntasse por que eu achava isso, falaria outra coisa antes. - Além de termos um indício forte disso. Alguns homens apareceram, todos encapuzados, igual os mortos, com um possível líder entre eles, um homem pálido e de cabelos brancos, ele indicou para outros que queria que eles levassem os corpos para a área do dirigível, sabe-se lá o que isso significa. - Informaria até sem me importar com ela perguntando para o Alexander e não para mim. - O mais importante é que ele falou também que iria ficar por lá para distrair a marinha ou a mulher de cabelo azul. - Complementaria, torcendo para a tal Azura lembrar das duas mulheres eu haviam chegado ao acampamento dos revolucionários. - Um detalhe que pode ser importante, havia um buraco feito à mão no meio da confusão, mas não tivemos tempo de inspecionar ele até os caras chegarem. - Falaria. - Ele é só um, mas é o líder provavelmente, se eu puder voltar lá com Alexander e Battos provavelmente poderemos vencê-lo e descobrir o que existe no buraco. - Diria já expondo minha ideia. - Se o deixarmos vivo, poderemos até interrogá-lo, ou sequestrá-lo, já que isso parece ser algo até normal por aqui. - Com tudo aquilo dito, esperaria as ordens de Azura, torcendo para voltar para o local.

Caso eu fique
Quem sabe, Alexander poderia ser do tipo que quisesse lutar ali e já pegar o refém, uma boa forma de impressionar sua superior. Falaria no tom mais baixo que conseguisse. - Como quer fazer isso? - Indicando sobre a forma de ataque, apontaria com o dedo indicador para Alexander e faria um movimento circular com a mão, indicando que ele tentasse circular o homem e atacá-lo pelas costas enquanto eu, apontaria para mim mesmo com o dedão, indicaria que iria encará-lo de frente, como distração. Ele aceitando meu plano, iria me aprontar, esperando os homens levarem os corpos e que Alexander começasse a circular o local.

Quando eles já tivessem saído por um bom tempo, iria me levantar e ir na direção frontal do homem. - E então, que confusão que está aqui, não é? - Já estaria preparado para ele me atacar. Em posição para tentar desviar de qualquer ataque, pulando para os lados se o golpe fosse frontal. Se o golpe fosse horizontal, tentaria me agachar para esquivar dele. Se ele sacasse uma arma para atirar em mim, não só pularia para o lado, alternando o lado sempre, visando andar rapidamente em zigue-zague, como já avançaria o mais rápido que pudesse em sua direção, precisaria retirar a arma dele. Quando me aproximasse o suficiente, ou esquivando de seu ataque, tentaria socar o homem com um cruzado em seu rosto com meu braço direito, em sequência rotacionando meu corpo para a esquerda tentaria subir meu braço esquerdo e dar um uppercut em seu queixo para desestabilizá-lo.

Se ele só respondesse amigavelmente, perguntaria. - Pode me falar o que aconteceu? - Na hipótese dele me perguntar quem eu era. - Sou um recém revolucionário pelo que entendi até agora. Meio que fui obrigado, se você tiver uma proposta melhor. - Falaria no tom mais sincero que conseguisse, esse cara ainda era inimigo da marinha, precisava no mínimo entender no que estava me metendo ali.  


Com aquela confusão toda, se alguma hora, seja retornando para onde Azura estava, seja esperando simplesmente para poder atacar, algum deles nos visualizasse e atacassem com armas de fogo por isso. Tentaria me esconder atrás de algumas árvores. - O que fazemos agora? - Indagaria para Alexander. Se eles ordenassem um ataque corpo a corpo contra a gente, tentaria ver quantos são e quais eram suas armas. Já daria alguns saltos para trás para não tentarem me cercar.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptySab Jun 15, 2019 9:04 pm

Nananinão


Era de se esperar que os burrinhos ficassem espantados com a minha transformação, mas não ao ponto de ficarem mudos. Isso logicamente era algo fora do comum, mas provavelmente haviam coisas ainda mais extraordinárias que deixariam minha aparição no ‘chinelo’. Deixaria de lado esses pensamentos, para me focar no sucesso da atual missão e conforme as minhas ordens assumíamos uma posição de losango deixando Tron um pouco mas a frente ”Assim mesmo" diria analisando a situação que estava se moldando conforme o meu querer. O civil parecia estar se sentindo incomodado, já que se aproximava de mim procurando dar algum esclarecimento o que fazia Battos colar nele como reação ”Ele entendeu bem o recado” olhava primeiro para o cabo, antes de voltar a minha atenção até Tron. Ele pedia um momento - Tudo bem, mas não faça meu tempo ser perdido diria o encarando de forma firme - Muito estranho falaria em meio as suas falas. Mesmo com sua explicação ainda assim era difícil confiar em suas palavras, era até que bem provável que ele estivesse fingindo melancolia - Ah, é mesmo? cruzaria os braços enquanto que o observava de maneira ainda duvidosa - Pode ter certeza que eu estarei de olho em qualquer movimento seu e olha se pisar na bola... usaria o indicador direito para passar pelo pescoço sinalizando que ele perderia a cabeça - Você já era diria diretamente - Por hora, vou fingir que acredito na sua história soltaria um sorriso mínimo de forma cínica. Dessa forma, faria um sinal para que Battos se aproximasse de mim - Eu fico de olho nele agora diria em um tom baixo - Volta pra sua posição prosseguiria com minhas ordens ”Você não acha que está sendo dura demais com o Tron, eu agora acredito nele” olha só quem apareceu ”Não acho, se ele for mesmo uma boa pessoa não tem porque se incomodar com nossa desconfiança, além disso nem foi acusado de nada para se sentir assim” explicaria ”E o que você faria se aqueles que estão com você duvidassem da sua honestidade?” essa pergunta é séria? ”Diferente de vocês idiotas, eu não tomo decisões duvidosas e quiçá estivesse nessa situação na primeira oportunidade provaria ser confiável” responderia de imediato para cortar nossa conversa fútil.

Conforme o tempo a dupla de idiotas demorava mais, o que me fazia levantar hipóteses sobre o que teria acontecido com eles. Obviamente a primeira coisa que tinha em mente era uma possível traição de Calros, afinal Alexander é alguém sorrateiro e dificilmente morreria para um inimigo que estivesse a sua frente. Apesar disso, eles somente poderiam estar atrasados por conta de algum imprevisto, mas ainda assim era no mínimo estranho os dois estarem demorando em algo que era relativamente fácil de fazer como observar corpos mortos. Caso um dos que estavam comigo resolvesse se manifestar para irmos atrás deles faria um sinal em negação com minha cabeça - Se algo aconteceu com eles, infelizmente foram um sacrifício necessário para a revolução diria friamente sem me importar muito com reações adversas - Nossa missão é de investigação e não um suicídio coletivo continuaria falando se insistissem em seguir atrás da dupla. Quando eles chegassem avançaria em sua direção para ouvir o que tinham para dizer a mim - Entendo, esses devem ser os homens que o comandante falou para Katherine comentaria diante da primeira informação dada por um deles, nesse mesmo instante me viraria na direção de Alexander - Apareceram mais homens? Alguma suspeita sobre um líder entre eles? perguntaria - Obrigado pela resposta, mesmo que a pergunta não tenha sido pra você diria se Calros viesse a se intrometer onde não fora chamado. Diante desse acontecimento seguiria o ouvindo para ver o quanto sabia - É bem provável que ele tenha derrotado Alyssa faria mais um comentário e prosseguiria atenta para ouvir as informações -  Vocês não vão voltar até lá, se ele realmente for o líder deles essa pode ser uma boa chance pra gente a ideia seria ir até o dirigível e não perder tempo com lutas desnecessárias com o líder deles que somente queria nos distrair, já que provavelmente eles estavam fugindo. Se mesmo assim ele insistisse em ir eu deixaria - Quer ir lá? Vai sozinho, estamos em poucos e com um civil entre nós se quer tanto isso arrisque a sua vida e não dos seus companheiros diria de forma dura - Agora se quer manter essa a cabeça no pescoço, vai ter que seguir as minhas ordens diria usando o mesmo tom de voz.

Spoiler:
 

Com o fim dessa discussão sairia andando na frente e logo faria um sinal para que todos me seguissem - Alexander, vá na frente e tente achar o dirigível diria rapidamente, enquanto que seguiríamos no mesmo ritmo. Quando chegássemos as proximidades teria em mente as ações seguintes - Há muitos deles por lá? perguntaria para Alexander - Entendo diria assim que ouvisse a sua resposta - Já que você gosta de se arriscar, vai lá e atrai eles para cá falaria para Calros - Se vira se ele perguntasse algum jeito de fazer o que mandei. Eu provavelmente faria isso, levar idiotas na conversa não me parece um trabalho árduo, mas ele merecia essa por conseguir me tirar do sério nesse momento. Caso a situação anterior dele não houvesse ocorrido, eu mesma teria de fazer isso - Olá, eu sou uma uma jovem bióloga que me perdi nessa ilha faria uma atuação minimamente convincente para que caíssem igual patinhos, forçaria um tom de inocência enquanto faria uma movimentação para chamar sua atenção com o corpo. Evidenciaria as partes mais chamativas - Pode me ajudar a encontrar a costa? colocaria um dos dedos sobre a boca atiçando a curiosidade, quando estivessem a uma distância próxima aos poucos eu começaria a andar para trás - É agora! gritaria em sinal para que o grupo atacasse os homens ”Há mesmo mais idiotas por aí, será que são seus irmãos Katherine?” falaria com ela a provocando ”Não me enche o saco” ela sempre se irritava com as minhas provocações feito uma criancinha chorona.

Spoiler:
 


Histórico:
 

Objetivos:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptySex Jun 21, 2019 6:06 pm



Narração



Calros
Depois de uma abrupta interrupção em sua investigação, Calros ficava escondido junto a Alexander vendo e ouvindo o que um grupo de encapuzados estava fazendo. Depois de dar ordens a outros dois encapuzados, que aos poucos pegavam os corpos mortos no chão, ele andava pelo local, olhando para os cantos de vez em quando, procurando por qualquer movimento que interpretasse ser suspeito. Nada mais era dito por aquele homem.

Após a espera de alguns minutos de absolutamente nada, Alexander batia duas vezes no ombro de Calros, alertando pra que eles se afastassem dali, e voltassem para reportar a Azura, e ignorando qualquer tipo de reclamação do rapaz, ele o empurrava levemente para a direção que eles tinham vindo, e agachados eles continuavam com passos silenciosos até que não precisassem mais se esconder do encapuzado.

Se aproximando do acampamento, era possível ver que Charlotte parecia aliviada com a chegada deles. Tron parecia estar mais focado na aranha de Calros do que nos dois em si, ela eventualmente fazia o movimento que estava fazendo anteriormente, se virando cuidadosamente para os cantos enquanto isso. Eles estavam prestes a reunir informações e decidir qual seria o próximo passo.


Todos

Enquanto a dupla estava fora, Tron decidia se justificar a Azura, que ainda demonstrava alguma desconfiança no rapaz, e devido as respostas que recebia, ele ficava quieto e voltava para sua posição, ficando de costas para todos e um tanto cabisbaixo. Todos ficavam em silêncio, esperando a próxima ordem de Azura. Charlotte dava eventuais olhadas em Azura, parecia levemente preocupada. Battos olhava para o seus arredores atento a qualquer movimento vindo de fora. E Tron, olhava para o nada, talvez perdido em pensamentos.

Após algum tempo, a dupla chegava, e Azura e Calros trocavam algumas palavras, alguns trechos da conversa eram bem tensos, não no sentido de causar medo ou raiva, mas porque Azura era bem rígida com Calros. No fim, a líder ignorava a sugestão do rapaz, e eles seguiam em direção ao dirigível. Sem entrar em contato direto com o homem que tinha ficado por lá para aguarda-los, eles contornavam essa parte do caminho a fim de chegar ao destino principal, com Alexander na frente, e o resto em formação, deixando Azura no centro. Eles andavam atentos ao que estava no arredor, e à medida que se aproximavam do seu destino o sol ia ficando mais forte no céu, junto de algumas nuvens que pareciam estar bem pesadas. Aos poucos era possível ver um grande dirigível preto, e algumas pessoas que estavam ao seu redor, encapuzadas, envoltas de várias caixas e itens. Antes que pudessem avançar, Alexander parava a frente de todos para reportar para a Major o que tinha adiante. Ele parecia usar a distância e o tempo em que estava adiantado dos outros para coletar informações a respeito do grupo adiante, e agora reportava tudo o que tinha identificado para a Major: – Há cerca de cinco homens logo a frente do dirigível, e mais alguns dentro, das quais não sei a quantia exata. Também vi três homens espalhados pela área e alguns deles comentando a respeito do homem que vimos dentro da floresta. Antes de voltar, vi dois homens chegando com corpos em uma carroça de madeira, acredito que são estes que vimos na cena anterior. Devido ao numero elevado, sugiro uma aproximação mais furtiva se formos enfrenta-los. – Ele concluía.

A decisão da Major, era enviar Calros como uma distração, afim de trazê-los para o local. Se o rapaz aceitasse isso e se aproximasse do dirigível de forma a fazer-se visível, ele veria que os homens perto do dirigível estavam um pouco distantes. Eles levavam alguns suprimentos como madeiras, comida, ferramentas e outras coisas que não era possível serem identificados naquela distância para dentro do dirigível. Mais ao lado, haviam os três homens que pareciam distraídos, jogando conversa fora. Oposta a direção destes homens, havia uma grande teia de aranha à distância, que se interligava através de algumas arvores. Nessa, cerca de quatro aranhas com cerca de um metro e meio aplicavam teia sobre algumas árvores adjacentes. Elas eram pretas, suas patas eram finas e retas, e tinham um tom avermelhado na ponta. Ninguém prestaria atenção em Calros, até que chegasse a uma distância maior.

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptyDom Jun 23, 2019 4:09 am

Dirigível
Posts em aracne - 34
Não era de se espantar que Alexander preferia recuar e voltar para Azura, nada muito especial nisso ou até mesmo na volta em si. Podendo só notar que Tron olhava de forma curiosa para Gwen, precisava perguntar para ele sobre isso depois, o que podia vir até mais cedo do que o normal, já que a nossa líder ali era contra a minha ideia de derrubarmos o único que havia ficado para trás como isca, para me sequestrar aproveita a vantagem numérica, para sequestrar um outro não aproveita. Quão diferente ela poderia ficar com essa mudança bizarra de aparência e personalidade?

Bom, como não tinha o que fazer além de seguir por toda aquela volta para a área do tal dirigível, perguntaria para Tron no caminho. - E então, vi que você olhou de forma estranha para Gwen. Poderia me explicar o que está acontecendo com ela? - Indagaria de forma simples, desejando saber o que era. - E isso é um problema? - Questionaria se ele usasse termos complexos sobre a situação. - E isso tem cura? - Perguntaria se ele falasse claramente que era um problema, doença, ou coisa do tipo. Agora, se fosse meramente algo natural, indagaria de forma mais curiosa ainda. - E por que isto chamou tanto a sua atenção? - E se fosse algo natural, continuaria meu caminho “tranquilo”, imaginando porque ele se preocupou com isso. Mas se fosse algo que Gwen precisasse de minha ajuda teria que adicionar aquilo ao meu topo na lista de prioridades pós missão.

Assim seguimos até chegarmos em uma região interessante, um dirigível no meio da mata, com pelo menos dez homens encapuzados do lado de fora. A louca então pedia para eu me arriscar indo distraí-los, aquilo era meio extremo. - Para quê? Qual a nossa missão? - Indagaria a mulher e com a resposta já falaria. - Então não faz sentido algum servir de isca sendo que queremos informação e não os derrotar. Se quer informação, derrotar o tal líder e sequestrá-lo como eu falei fazia muito mais sentido do que tentar lutar contra dez deles e com as possíveis aranhas que estão logo ali. - Só que se ela simplesmente travasse com a minha pergunta e não falasse nada, iria relaxar um pouco, precisava de informações daqueles encapuzados também. Eles lutaram com meus colegas, será que Crow e companhia estavam bem? Será que foram capturados por eles ou só lutaram, venceram e escaparam? Será que foram capturados por eles ou só lutaram, venceram e escaparam? Não podia ir embora antes de descobrir quão complicada era a situação. Será que teria que fazer os revolucionários lutarem com esses encapuzados para libertá-los?

A mulher propunha algo tão absurdo que não entendia nem como ela poderia realmente ser a líder ali. - Se está com tanto medo de um único homem por ele provavelmente ser o mais forte, podemos nos aproximar daqueles dois que estão cuidando dos corpos e sequestrar eles. - Diria apontando para eles. - Quem faz esse trabalho desagradável com certeza está na base da pirâmide, devem ser os mais fracos aqui. Além de estarem onde existe muitas árvores, fica mais fácil de derrubá-los e levá-los do que qualquer outro. - Daria uma pausa rápida. - Podemos pegar até os capuzes deles e quem sabe... dos mortos ali nos carrinhos. - Falaria apontando para os corpos que eles já haviam movido. - E tentar nos infiltrar se a ideia é simplesmente conseguir informações. - Falaria como mais uma opção, mas não pararia por ali. - Você falou de dar uma volta só para não enfrentar um, podemos dar a volta de novo e ver se existe outra entrada do outro lado do dirigível ou até se existem mais deles do outro lado. Mas não faz o menor sentido eu ou qualquer um de nós nos expormos como isca sem um motivo concreto se desejamos só informações aqui. - Iria então observar se havia mais alguma coisa que poderia fazer.

Esperaria por um tempo provavelmente ela começaria a falar ou pensar depois de tudo que falei. - Tron, o que pode me falar daquelas aranhas que estão ali? - Perguntaria para o cientista ali enquanto olhava para a cor diferenciada delas. - Sabe se elas possuem algum tipo de veneno forte? - Indagaria sobre isso, e independente da resposta, falaria. - Se você quer uma isca, seria muito melhor darmos um jeito deles brigarem com as aranhas, muito mais eficiente do que expor a gente. - Só que desta vez estava falando com a tal Azura de novo.

Precisaria da resposta da minha líder para continuar. Assim, a não ser que ela surgisse com uma resposta muito boa do porquê de eu precisar ser uma isca para dez homens, sendo que nem precisávamos derrotá-los, não me aproximaria como isca daquela situação. Éramos somente cinco e eles eram no mínimo dez ali do lado de fora... na verdade... eles eram até mais contando que já havia morrido alguns. Seriam eles os números? Aquele homem lá de isca seria o número zero? Ou seria algum outro? Eu desejava saber isso também, mas não podia simplesmente me jogar numa armadilha tão óbvia sem motivo.

Mas, quem sabe, talvez ela estivesse congelada pensando no que fazer. Nesse caso eu cutucaria tanto Battos quanto Alexander. - Claramente a nossa líder precisa de mais informações para decidir o que fazer. Que tal nós três, já que eu preciso ser vigiado, circularmos o dirigível e vermos se existe uma entrada por lá? Talvez existam mais encapuzados ainda ou alguma dica do que estão fazendo aqui. - Sugeriria, deixando o mais claro possível em minha voz que não estava pretendendo fugir e por isso nem me importaria em ter dois com eles me seguindo.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptySeg Jun 24, 2019 5:45 pm

Le Strategy


A medida que caminhávamos pela floresta, era possível sentir o sol cada vez mais forte o que tornava a caminhada cansativa em demasia, todavia não demorou muito para que o dirigível pudesse ser avistado por nós.  Alguém pelo menos se demonstrava útil naquele momento, Alexander informava sobre a quantidade de homens espalhados ao redor da clareira eram exatamente 10 guardas encapuzados, o que tornava a nossa situação ainda mais problemática. A partir daqui seria difícil precisar se conseguiria manter a segurança de todos e aos poucos recuar se tornava uma opção viável, visto que as coisas poderiam complicar ainda mais, porém tínhamos uma missão a cumprir com chances de nos sairmos bem sucedidos.

Diante da minha decisão, Calros poderia se sentir no direito de me questionar, o que era interessante para ver se ele era tão idiota quanto eu pensava - Nós estamos em uma missão não? Ou está achando que é alguma brincadeira? perguntaria com um sorriso cínico - Parece que a Katherine é idiota o suficiente para sequer explicar o que vocês estão fazendo colocaria uma das mãos sobre o rosto demonstrando decepção com as atitudes da minha contraparte esverdeada - Pois bem, o comandante Klaus nos enviou até aqui investigar o dirigível e saber se há relação dele com o Governo Mundial, se este for o caso cabe a nós eliminá-los explicaria de forma calma procurando evitar confusões. Esperaria por sua resposta antes de me pronunciar novamente - Fazer faz, já que a ideia é apenas afasta-los do dirigível e assim diminuir os seus números para que não tenhamos muitos problemas diria contestando o que ele tinha a dizer - Aliás, quem garante que aquele homem realmente falaria algo? Ou então aquilo ser uma armadilha?  Quem fica pra trás sozinho sabendo que podem vir várias pessoas atrás de si a sua força pode ser muito maior do que as nossas ou então ele tinha algo preparado me aproximaria dele ficando a uma distância até considerável para encara-lo nos olhos - Eu não quero lutar contra eles diretamente, o ideal é evitar confrontos ao máximo até porque a violência nunca é a solução pra tudo, o que você pode fazer é atrair eles para as tais aranhas começaria a pensar em outras possibilidades.

Aquela discussão certamente ainda e eu estava disposta para ir até o fim, querendo ver suas ações ”Se fosse eu, acabava com esses caras facilmente” a idiota tinha que vir opinar ”Ah e também atraíam as aranhas para participar da festa picando todo mundo, uma bela estratégia kamikaze não acha?” de imediato daria a minha resposta a ela. Prosseguiria ouvindo as palavras do ruivo - Justamente por estarem na base da pirâmide eles provavelmente são descartáveis para o peixe grande, há também a grande possiblidade deles não saberem nada relevante para a gente diria ao mais uma vez questionar suas ideias - Nos disfarçar? Não acha isso absurdo!? Vai dizer o que para eles se perguntarem algo? Ou melhor alguma vez na vida alguém aqui já fez isso? estava começando a me irritar com aquilo, mas não cortaria a conversa para ver o que ele ainda tinha para mostrar. Quieta, continuaria o ouvindo - Esse um é o provável líder deles e que derrotou uma usuária de Akuma no mi, acha mesmo que nós somos do nível dele? perguntaria com um olhar desconfiado pela resposta - Dar a volta de novo pode até ser interessante, se quiser ir vá com Alexander nós iremos ficar aqui para evitar chamar muita atenção dos homens diria tranquilamente - Querendo ou não, você é nossa única alternativa desta vez estaria olhando na direção do albino. Em meio a tantas ideias um tanto quanto absurdas e idiotas, uma pelo menos poderia ser nossa salvação até para evitar um combate, mas se fosse o caso não iria temer o combate priorizando a segurança de todo o grupo.

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptyQui Jun 27, 2019 5:51 pm



Post do Tron




O grupo decidia então seguir adiante contornando o local por onde o homem tinha sido visto. Durante o trajeto, Calros indagava Tron a respeito de sua curiosidade em relação a sua aranha. Ele então respondia – Não é nada demais, só algo curioso, talvez desinformação minha. Acontece que ela estava fazendo esse movimento com as mandíbulas, que geralmente são feitos por machos quando querem mostra que são “amigáveis” diante de uma fêmea. O problema é que a sua aranha *É* uma fêmea, então não faz muito sentido ela fazer esse movimento. – Ele ouvia a próxima pergunta do rapaz, e respondia com uma cara um pouco confusa – Problema em si não tem... Talvez ela tenha visto algum macho da mesma espécie que ela ou alguma outra aranha e quisesse indicar isso, ou talvez ela estivesse tentando mostrar algo pra você... Se algum dos meus colegas estivesse aqui, ele podia dizer pra você com clareza. – Ele concluía com uma resposta incerta. Eles caminhavam todos juntos até chegarem próximos ao dirigível.

Calros e Azura novamente entravam em uma discussão calorosa, mas não no bom sentido, infelizmente. Apesar de não serem exatamente sutis um com o outro, era uma conversa civilizada e só os dois discutiam, ninguém mais parecia querer se intrometer, fazendo com que aquela discussão parecesse uma perseguição a Calros, de certa forma. No fim da discussão, Azura decidia que a sugestão de dar uma volta pelo perímetro era interessante. Ela pedia novamente o auxilio de Alexander, que fazia um breve gesto obediente com a cabeça, enquanto Calros perguntava a respeito das aranhas para Tron. Ele se abaixava, e cerrava um pouco os olhos para enxerga-las melhor.  – Bom... – Ele levava uma mão ao queixo e continuava – Elas têm mandíbulas curvas, o que geralmente indica um veneno não letal, algo como um alucinógeno, ou que não tem veneno algum... Dado que estão ligeiramente próximas de outros seres sem aparentemente se incomodar com o barulho, eu acho que é a segunda opção.  A cor avermelhada serve como uma espécie de aviso, e elas tem um campo de visão bem ruim mesmo com a quantidade de olhos que tem, e se guiam pelas vibrações e o calor perto delas. Se for se aproximar, não mexa nas teias, elas podem te atacar no ato. – Ele concluía sua analise.

Calros dava sua sugestão, e depois de uma breve pausa, Alexander se movimentava em sentido anti-horário, contrário à posição das aranhas. Ele ia agachado e se aproveitava das arvores e plantas para se esconder, e parecia que ele sabia exatamente onde pisar, pois seus passos não faziam quase nenhum barulho. Se Calros estivesse junto a ele, o albino o alertaria, dizendo em um volume bem baixo. – Tome cuidado, assim como haviam aranhas no outro lado, podem haver mais delas por aqui... – Uma simples advertência.

Ambos os grupos podiam perceber algumas coisas acontecendo. Os homens que levavam os corpos tinham ficado um pouco mais adiante das arvores. Um dos encapuzados jogava os corpos no chão, enquanto o outro usava a carroça para pegar algumas toras de madeira, junto de garrava de bebida que levava na mão. Os pontos podiam ser interligados, mas o que se procedia era um pouco sinistro, para alguém que nunca tinha visto algo do tipo antes. Eles juntavam os corpos em um pequeno monte, e colocavam as toras de madeira logo acima, derramando um líquido transparente por cima de tudo, e usando um fósforo, eles queimavam os corpos mortos de seus companheiros. – Adeus companheiros... – Um dos dois encapuzados dizia – ...Que encontrem na morte a paz que não tiveram em vida... – Ele concluía. Era possível ver que alguns dos outros encapuzados olhavam a distância para o fogo. Mas era impossível saber o que sentiam ao olhar. Enquanto isso mais e mais coisas eram colocadas dentro do grande dirigível preto. Na velocidade que iam, não demoraria muito para que terminassem de guardar tudo o que estavam guardando em pouco tempo.

Se estivesse junto a Alexander quando dessem a volta no dirigível. Calros poderia ver que o dirigível tinha várias janelas, e que próximo à parte da frente, havia uma pequena porta retangular, que estava aberta e por onde uma pequena escada de madeira descia até alcançar o chão. Não demoraria muito para alguém subir aquela escada, mas era impossível saber se ela estava sendo suportada por algo ou alguém. Se fossem mais adiante, veriam uma grande tela de vidro, que dava diretamente para a sala do piloto. De onde estariam, era possível ver alguém ali, ocupado com algum papel em suas mãos. O resto da volta não apresentava mais detalhes pertinentes. Eventualmente eles viam alguma sombra passando por algumas das janelas, mas era impossível ver exatamente quem era. Depois de circular o navio como um todo, só restava passar pelas aranhas. Eles podiam retornar pelo caminho mais longo ou passar mais pelo caminho das aranhas, pensando em uma forma de ficar distante delas.
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptyDom Jun 30, 2019 11:53 pm

Já partindo?
Posts em aracne - 35
Tron até me respondia, mas a resposta me deixava mais em dúvida do que me ajudava. Por algum motivo Gwen estava agindo como machos agem. Não parecia ser um problema realmente e ele até me falava que ela poderia querer me mostrar algo. Bom, eu queria ver também o que tinha no buraco, mas a Azura achava por algum motivo interessante não atacar o líder daqueles encapuzados.

Esse motivo veio até rápido para ser sincero, durante uma discussão com ela, Azura acabava comentando que o líder dos encapuzados havia derrotado até mesmo uma usuária de Akuma no Mi. Não sabia de quem ela estava falando, mas como ela tinha muito mais informação do que eu, não havia um motivo pra discutir. Eu nunca parei para pensar nisso, mas estou na Grand Line, seriam as Akumas no Mi’s reais? Bom, não tinha porquê pensar que ela mentiria sobre isso, ela nem sabia que eu não sabia de isso ser real ou não. Então quão monstruoso seria um homem capaz de derrotar alguém com este poder... na verdade, que poder? Qual era a usuária? Quão forte era o poder? Não consigo nem mesmo imaginar que poderes elas dão, mas se as lendas eram reais, quem come uma akuma no mi não pode mais nadar, não vale a pena. Lembrava de todas as minhas boas memórias enquanto aprendia a nadar com Mona. Nenhum poder poderia superar esse tipo de memória.

De qualquer forma, após a discussão ela acabou aceitando que eu fosse com Alexander dar uma volta por aí para vermos mais. Antes de fazermos isso decidi descobrir um pouco mais daquelas aranhas que estavam por perto. Em resumo, cegas, sem veneno mortal, não tocar nas teias e atacam por cima. Pensaria em como isso poderia me ser útil depois. E durante a nossa volta via que colocavam fogo nos corpos de seus companheiros, não saberia realmente o que falar disso, não era o cheiro mais agradável, mas o que podiam fazer com os corpos? Enterrá-los ali provavelmente gastaria muito tempo e eles estavam com pressa, pois deram sinais de que já estavam para partir.

Vendo todas as alternativas que tínhamos. - Sua chefe falou que precisamos descobrir uma forma de descobrir se o governo mundial possui relação com esse grupo... mas eles já estão partindo. - Falaria para Alexander expondo um pouco minha ideia. - Não sabemos quanto tempo falta, podemos tentar fazer algo para atrasá-los ou simplesmente voltar... - Diria pensando no que poderia fazer. - Talvez eles partam na nossa própria volta. - Concluiria, tentando animá-lo a fazer algo antes de voltarmos. Se ele não simplesmente começasse a voltar ou me informasse que voltaríamos. - O homem lá dentro está lendo alguns papéis. Talvez contenha detalhes sobre essa possível aliança. - Se ele não entendesse o que eu queria falar. - Podemos quebrar alguma janela mais longe para chamar a atenção deles, entrar pela porta aberta lá da escada e pegar os papéis. - Diria imaginando toda a cena. - É claro que é arriscado, mas eles já estão se preparando para decolar. - Diria. - Vamos perder o que pode ser a última oportunidade? - Duvidava que eles eram aliados do governo mundial, já que acho que lutaram com a marinha e obviamente com Crow que é um agente. Porém precisava ver o que eles sabiam e se os revolucionários soubessem que eles eram inimigos da marinha provavelmente não teriam motivos para lutar com eles e me ajudarem nisso tudo.

Caso vá executar o plano
Iria começar olhando a minha volta se havia pedras. - Alguma sugestão de qual janela quebrar? Ou acha melhor quebrarmos outra coisa? - Perguntaria imaginando se havia alguma chance de ter deixado algo do tipo passar.

Precisaríamos ser rápidos naquela hora, não dava para ficar procurando para sempre. Se não achássemos nada para jogar rapidamente, ou ele não tivesse alguma outra ideia do que quebrar, iria retirar da minha mochila os pesos para as pernas que eu tinha. - Isso aqui basta imagino. - E olhando para a janela iria pensar se eu conseguiria atirar o peso tranquilamente. - Você é bom de pontaria? - Não que eu fosse um completo incompetente nisso, mas era bom não errarmos.

Atiraria a pedra se ele falasse que não tinha uma pontaria boa. Como não era acostumado a atirar coisas, iria pegar um dos pesos e o jogaria algumas vezes de uma mão para a outra tentando me acostumar com o peso e com a parábola pequena que faria. Olharia a distância que estaria da janela que iríamos quebrar e jogaria o primeiro peso. Se este falhasse, tentaria jogar o segundo peso tentando corrigir a jogada para compensar o que havia feito de errado.

Se Alexander, no entanto, me mostrasse outra coisa para quebrarmos e chamarmos a atenção dos homens, iria observar qual objeto era. Havia alguma parte visivelmente mais fácil de se quebrar? - E alguma ideia de como vamos quebrar isso? - Perguntaria se não entendesse nem mesmo que objeto era. Precisava pensar em como utilizar aquilo para chamar atenção.

Agora, se infelizmente eu errasse os pesos e não houvesse nenhuma outra coisa para quebrarmos. Olharia para o dirigível mesmo. - Bom... Dirigível é um balão... - Diria olhando para o gigantesco balão que ele realmente era. - Se o rasgarmos conseguiremos impedir que eles vão embora. - E olhando para Alexander indagaria. - Sabe se o gás de um dirigível é inflamável? - Indagaria. Eu possuía uma garrafa de vinho comigo, e a poronga também, se fosse poderíamos tentar botar fogo na escada e torcer para que fosse espalhando pelo dirigível.

Quebrando a janela, iria correr na direção da escada e começaria a subir nela o mais rápido possível, torcendo para Alexander estar me seguindo ou até mesmo estar na minha frente. Quando chegássemos no topo desde que não houvesse nenhum inimigo por perto, iria diretamente na direção que a janela do piloto ficava. Se chegássemos lá e realmente os papéis estivessem por lá, colocaria todos eles na mochila sem ler. - Vamos ler lá fora. - Diria para Alexander. Tínhamos que sair o mais rápido possível. - Mas antes... - Olharia a minha volta se estava realmente na cabine do piloto. Se houvesse alguma alavanca, tentaria quebrá-la. Se houvesse algum tipo de timão, tentaria arrancá-lo. Se houvesse botões que eu simplesmente não sei o que faziam, retiraria minha garrafa de vinho e despejaria por todo a extensão do painel até a garrafa acabar.

Caso em qualquer parte do dirigível acabássemos esbarrando com os encapuzados não pensaria duas vezes e já tentaria socar o rosto deles o mais rápido possível. Se estivéssemos em um corredor apertado, quando tentassem me acertar de qualquer forma, indo na direção deles me jogaria no canto do corredor e logo em seguida tentaria esmagar o corpo deles me jogando para o outro lado e assim pressionando eles na parede. Se estivéssemos em um espaço mais amplo, tentaria me esquivar de possíveis golpes indo para trás com pequenos saltos para me distanciar dos inimigos enquanto atacassem e depois tentaria me aproximar pelos lados em uma corrida que tentasse ser o mais rápido possível para acertar um cruzado com o braço do lado da corrida. Acertando meus inimigos tentaria acertar seu queixo uma ou outra vez, queria que o encapuzado caísse no chão ou desmaiasse. Isso ocorrendo tentaria vestir seu capuz para andar mais livre pelo dirigível.

Com isso tudo feito, tentaria voltar para a escada e sair do dirigível.


Caso simplesmente voltássemos
Aquele homem era extremamente centrado nas ordens que recebia, então não duvido muito que ele acabaria só voltando como um cachorrinho para sua líder, apesar de não ter descoberto nada. Não tinha muito o que pensar. - Melhor voltarmos pelo caminho que não tem aranhas. - Falaria para Alexander. - Você ouviu o que Tron disse, se tocarmos na teia estaremos fritos. E não sabemos quanto de teia tem para dentro da floresta. - Explicaria assim o motivo para voltarmos pelo caminho que viemos. - Não vejo uma forma de chamarmos a atenção das aranhas para eles que seria um caminho para impedirmos que eles atrasem a partida... e que seria um motivo para irmos pelo lado delas. - Continuaria explicando. - Se você souber, podemos ir pelo lado das aranhas tranquilamente.

Com aquilo tudo dito começaria meu caminho de volta para o lado daqueles revolucionários. Não havia muito o que fazer além de observar o dirigível e meus inimigos. Se algum deles se dirigisse para a nossa direção iria parar de andar e sinalizar para Alexander. - Se o derrubarmos talvez eles não partam por terem que procurá-lo. - Sugerindo que poderíamos sequestrar o azarado. Se assim fosse feito, iria me esconder atrás de uma árvore esperando o homem se aproximar o máximo possível. Durante isso retiraria minha corda da mochila e jogaria para Alexander. - Vou tentar derrubá-lo, amarre ele o mais rápido possível. - Falaria, e assim, quando reparasse que o inimigo estava me notando ou que estava na minha área de ataque, rapidamente tentaria pular na frente dele e daria um uppercut em seu queixo para desestabilizar ele rapidamente. Torcendo para que Alexander amarrasse o homem o mais rápido possível. Puxaria então o encapuzado para dentro do mato e tamparia a boca dele com a máscara para boca que eu tinha em minha mochila.

Se nada ocorresse enquanto voltávamos, iria só esperar Alexander falar para Azura o que havíamos visto, ele parecia gostar de seguir as ordens dela mesmo, então não tinha razão para perder meu tempo falando. - Bom, podemos tentar estragar o dirigível ou jogar eles contra as aranhas já que queremos atrasá-los. - Falaria deduzindo um pouco o pensamento de todos ali. - Afinal, não temos muitas informações deles ainda.

Caso fossemos na direção das aranhas, no caminho iria perguntar para ele. - E qual sua ideia para passarmos por elas? - Indagaria curioso, não via muita coisa que podíamos fazer ali e ainda mais importante, seria interessante ver o que homem que só seguia ordens queria fazer. Só depois de ouvir o plano dele poderia pensar em algo para fazer para ajudar.



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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptySeg Jul 01, 2019 2:51 pm

Chamando todas as unidades


Logo após a minha ordem, Alexander se aprontava para ir realizá-la bastando apenas Calros aceitar iriam os dois juntos dar a volta no dirigível. Enquanto isso podíamos constatar uma cena que era pouco agradável e que com certeza nos faria sentir um cheiro muito pouco amigável, os homens amontoavam os corpos para queima-los. Não sabia exatamente se aquilo era algum tipo de ritual que faziam com os mortos ou então se a pressa os obrigava a escolher o método mais fácil para se livrar dos companheiros sem vida. Esse fato só se confirmava quando em meio a isso mais coisas eram colocadas dentro do veículo, o que fazia o meu sinal de alerta despertar já que precisávamos evitar que eles fugissem nesse momento até porque se isso ocorresse nossa missão  iria falhar e a culpa seria minha. Por isso, procuraria pensar em alguma forma de impedi-los de ir embora, mas provavelmente acabaria tendo de usar a força para para-los de forma mais eficaz.

Eu não era idiota como Katherine, lutar estando apenas em 6 pessoas não iria dar muito certo nós obviamente precisávamos de reforços urgente ”Está com medo de que Azura? Já correu do líder deles e agora está com medo de alguns subordinados?” ela estava querendo me irritar? ”Diferente de você cabeça oca, eu não cavo a minha própria cova atacando inimigos em maior número” de imediato iria responde-la. Depois de alguns instantes olharia na direção de Battos para dar minha ordem - Volte até a base o mais rápido que puder e nos traga reforços, a chance de conseguirmos invadir é mínima e ainda vamos ter que conseguir impedi-los de ir embora não perderia tempo e esperava que o idiota também evitasse desperdiçar algo que naquele momento estávamos praticamente lutando contra para o sucesso da missão. Pelo tanto de inimigos que haviam ali seriam necessários no mínimo mais 5 revolucionários, sem contar os encapuzados dentro do dirigível que por não saber a exata quantidade não adicionava a soma.

Quando Battos fosse embora, só nos restava esperar pela volta de Calros e Alexander para avisa-los de que não iríamos mais nos infiltrar no dirigível - Descobriram algo? perguntaria de imediato - Enfim, não vamos mais fazer a infiltração diria após a resposta - Já mandei Battos trazer reforços até aqui, a alternativa mais viável agora é atacarmos com tudo falaria tranquilamente. Com a ideia de jogar os homens contra as aranhas passaria a olhar para o Tron, mesmo ainda não confiando nele era o único que poderia nos ajudar em relação aos aracnídeos por supostamente ser um biólogo - Existe alguma forma de atrairmos as aranhas até o dirigível? questionaria primeiramente, já planejando as nossas possibilidades para o seguimento da situação. Se ele dissesse que havia uma forma iria providenciar isso - Calros, siga as instruções do Tron e consiga isto para nós daria mais uma ordem. Se não houvesse nada, teria de pensar em outra alternativa - Vamos ver pararia alguns instantes para pensar.


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Teo
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptyQua Jul 03, 2019 8:47 pm



Narração




Katherine/Azura
Depois de analisar a situação, Azura concluía que era impossível cumprir a missão sem mais alguns revolucionários. Ela pedia para que Battos voltasse para a base às pressas em busca de reforços, e depois de acenar com a cabeça positivamente, o rapaz corria em direção a base, obedecendo sem questionar a ordem da mulher. Restava agora aos que ficavam ali, esperar pela volta da dupla que tinha ido verificar a área em busca de mais informações, e do próprio Battos com os reforços.  Enquanto isso, a major decidia perguntar a Tron se havia alguma maneira de atrair as aranhas para o dirigível. –Bom... Esses tipos de aranhas costumam ser bem defensivas. Mesmo se conseguíssemos um jeito de trazê-las para o dirigível, no menor sinal de ameaça elas simplesmente recuariam de volta pra teia delas. Acho mais inteligente arrumar um jeito de levar alguns deles até as teias, já que nesse caso elas certamente atacariam.

Tron concluía sua explicação sutilmente, dando a Azura tempo pra pensar nessas informações, além de que Calros e Alexander pareciam demorar um longo tempo pra voltar. O tempo se passava, e quem chegava primeiro era Battos, com três revolucionários. Uma moça de pele morena, quase branca e cabelos castanhos bem longos e olhos da mesma cor, com um rifle em mãos e uma boina vermelha na cabeça; Um jovem rapaz alto de pele branca e cabelo loiro que vestia um kimono branco com detalhes em vermelho, portador de uma katana; E o mesmo homem negro, alto e musculoso que Katherine tinha encontrado no QG. Dessa vez ele tinha uma clava em sua cintura, sua expressao era uma ligeiramente confusa quando olhava para Azura. Eles tinham vindo correndo, e Battos tentava explicar, ainda um pouco ofegante: – Procurei na pressa e consegui encontrar essas três pessoas ... – Ele dava uma pausa para recuperar o fôlego – Vim rápido pra não atrasar a missão... Estes são Tin... – Ele apontava para o jovem loiro – ...France... – Ele apontava para a atiradora de cabelos castanhos –  ...E Ramiro – Por fim o homem negro.

Este último estava olhando para a Major com uma feição um pouco confusa – Eu jurava que a senhora tinha cabelo verde... Mas enfim, se precisar que eu vá à frente de todos, eu consigo aguentar uma boa quantidade de pancadas, conte comigo. – Havia um sorriso orgulhoso em sua face quando ele terminava. A major poderia pensar no tipo de formação que queria ou como queria que seus subordinados agissem ou se posicionassem. Fora Tron, que aparentemente não lutava, agora ela tinha a si mesma que lutava com as pernas em curta distância, Battos que era um ninja que usava kunais, Charlotte e Tin que eram ambos espadachins mas com estilos diferentes, Ramiro, que era um bárbaro, e France, que não perdia tempo e já analisava os inimigos a frente com seu rifle.

Poderiam ser incluídos Alexander, que também tinha um estilo ninja, e Calros, cujo estilo de combate não tinha sido mostrado para nenhuma das versões da Major até então. Talvez Azura precisasse de mais tempo para pensar, mas isso não seria possível, pois os eventos a seguir obrigariam a mulher a ser rápida. Todos ali ouviam um tiro, vindo de dentro do dirigível, esse tiro fazia com que todos os encapuzados fora do dirigível ficassem em alerta e parassem o que estavam fazendo. Um segundo tiro era disparado e este fazia com que boa parte dos encapuzados adentrassem o dirigível em busca da fonte do barulho. Deixando três deles que terminavam de guardar o resto das coisas com pressa, para também irem em direção ao barulho quando terminassem. Contando os outros dois que estavam queimando seus companheiros mortos, ao todo apenas cinco encapuzados sobravam fora do dirigível. Era impossível saber o que tinha acontecido dentro do dirigível, mas essa era a chance de Azura. Suas ações daqui em diante determinariam o rumo daquela missão.

Calros


Depois de verificar o exterior do dirigível de todos os lados, Calros achava conveniente entrar no dirigível para de alguma forma distrair/atrasar os encapuzados. Ele começava a explicar sua ideia para seu companheiro albino, que quietamente escutava suas palavras. Após terminar de explicar suas razões, ele tinha uma resposta de Alexander – Nós não temos sequer ideia de como é o interior do dirigível, nem ao menos quantas pessoas tem lá. Nós podemos ir, mas espero que tenha em mente que se isso nos prejudicar, a culpa serà sua. – Ele era bem direto.

O ruivo pedia uma sugestão de qual janela quebrar. Alexander olhava para o dirigível por um instante e respondia. – Alguma que esteja distante da área do piloto, mas perto o suficiente para que não seja muito difícil acertar. A terceira da esquerda pra direita. – Ele indicava uma das janelas. Não havia ao redor pedra grande o suficiente para que o impacto fosse de qualquer forma relevante para as janelas do dirigível, então Calros recorria aos pesos de perna em sua bolsa. Ao perguntar para Alexander se este era bom de mira, ele recebia uma rápida resposta do albino, quando este balançava a cabeça negativamente.

Calros se preparava, sentindo os pesos, e então lançava o primeiro. O primeiro peso era lançado e caia um pouco abaixo da janela, fazendo um barulho um tanto abafado em contato com o dirigível. Talvez pela distância, ou talvez pelo peso não subir muito com a força que o rapaz aplicava... Mas ele tentava mais uma vez, dessa vez com seu segundo e ultimo peso. Agora mais acostumado com a distância, ele projetava o peso em direção a janela. O peso caia no canto da janela, rebatendo e caindo para dentro do dirigível.

Imediatamente os dois revolucionários iam em direção as escadas, que ficavam do lado contrário do dirigível. Não demorava muito para subir as escadas, já que boa parte delas já estava no chão, e apenas cinco degrais cobriam a altura do dirigível. O resto da escada estava no chão, dando a entender que ela era majoritariamente usada quando o dirigível estava em níveis mais altos. Quando entravam, eles se davam com um corredor em “L invertido” onde logo ao lado direito deles, havia uma porta aberta, onde uma cozinha poderia ser vista. No canto esquerdo havia uma porta fechada, e um pouco mais a frente estava a sala onde o peso de perna tinha sido jogado, a porta estava aberta, e aparentemente não tinha ninguém lá, mas era possível ver que o vidro estava espalhado por toda a sala. Como o intuito de Calros era entrar na sala do piloto eles seguiam para a direita no corredor, para encontrar uma porta no final do mesmo.

Ali, duas vozes pareciam conversar, mas sem paciência para pensar sobre qualquer estratégia, Calros preferia chegar rapidamente e avançar sobre quem quer que fosse dentro da sala. Talvez pensando que aquele corredor daria diretamente para a sala do piloto, o rapaz avançava rapidamente para encontra-la, mas o que ele encontrava era uma sala quadrada, com dois encapuzados conversando. Um deles surpresos com o súbito ruído da porta se virava assustado e gritava: -QUE MERDA É ES- Ele não conseguia completar, pois era recebido com um soco em seu rosto. Ele caia no chão, colocando a mão sobre a face. O segundo estava mais atrás da sala, e devido a sua distância, ele tinha tempo de reação o suficiente para sacar um revolver e atirar na perna de Calros antes que este se aproximasse dele. A bala abria um buraco na perna do rapaz, furando sua calça e iniciando um leve sangramento, o forçando a cair no chão pela súbita dor que causava. O encapuzado mirava seu revolver na cabeça de Calros, e era como se o ruivo pudesse ver a própria morte dentro do cano daquele revolver.

Parecia que o tempo passava lentamente naquele instante, era possível ver os olhos do homem focando diretamente na cabeça da Calros, na sua face havia um leve sorriso de desprezo, sua mão tremia um pouco e o revolver emitia a fumaça da explosão do primeiro tiro. De repente, o sorriso virava uma expressão de surpresa, ou pior, medo... Os olhos se arregalavam, e a mão que mirava para a cabeça de Calros tentava mirar para um local diferente enquanto um segundo disparo era feito, mas era tarde demais.

Alexander tinha aproveitado a distração criada por Calros, para avançar sobre o encapuzado, ele usava sua Ninjaken para perfurar o centro do peito do homem, fazendo ele errar o tiro que iria diretamente na cabeça do ruivo. Se olhasse para o lado, Calros poderia ver um buraco de tiro a cerca de 6 centímetros de sua cabeça. Alexander Greenwood tinha acabado de salvar a vida de Calros Lazo.

O Albino rapidamente tirava a ninjaken do peito do encapuzado, e ia até o outro homem que Calros tinha socado, perfurando sua cabeça lateralmente e o assassinando a sangue frio. Era possível ouvir vários passos vindos da parte de trás do dirigível, provavelmente vários deles estavam a caminho do local onde os dois estavam. Alexander pegava uma cadeira que havia naquele local, e fechava a porta, colocando a cadeira em frente a mesma, no intuito de impedir que aquela porta fosse aberta normalmente.

Na sala em que estavam, havia mais uma porta, esta, provavelmente dava diretamente para a sala do piloto, pois diferente das demais portas que eles tinham visto até aqui, era de metal, e parecia que só podia ser aberta do lado de dentro. Haviam duas janelas relativamente grandes em cada um dos lados da sala, e na sala em si, haviam algumas mesas de madeira, em uma delas havia um papel com algo escrito, um abajur logo ao lado, papel e caneta. Alexander limpava sua ninjaken, e direcionando sua atenção a Calros, dizia: -Consegue se mexer? – Sua expressão era bem fria, mesmo tendo acabado de matar duas pessoas.

Se tentasse mexer sua perna, Calros perceberia que a bala continuaria ali, mas ele poderia facilmente mover sua perna e poderia andar mancando, sentindo uma ardência bem forte no local da ferida. Um pouco de sangue sairia da ferida se o movimento realizado fosse muito brusco, mas aquele estava longe de ser um ferimento perigoso.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 9 EmptyQui Jul 04, 2019 3:44 am

Salvador
Posts em aracne - 36
Quem diria que Alexander aceitaria a minha sugestão. Ele claro mencionou que a culpa seria minha se algo desse errado, dei de ombros para aquilo. Segui a sugestão dele de qual janela quebrar, alguma coisa eu precisaria seguir com ele mandando e consegui quebrar o vidro da janela na segunda tentativa. Depois teria que arranjar mais pesos para minhas pernas, mas isso poderia ficar para um bom tempo futuro, ou quem sabe, depois que resolvermos a confusão por completo.

Ao adentrar no dirigível reparei que o que havia imaginado seria mais complexo do que tinha imaginado inicialmente, mas segui rapidamente para onde seria o local do piloto, isso se não houvesse uma sala entre aquele local e onde estávamos. Para a minha infelicidade, dois encapuzados estavam lá dentro, sério, qual a lógica de usar capuz em um lugar fechado? Agindo o mais rápido que podia, acertei o primeiro, mas logo depois levei um tiro.

Mas esse não seria o único tiro, a arma era apontada para minha cabeça e não podia fazer nada. Era o meu fim. Bem, não só o meu fim, o fim da minha vingança e da minha vida. Agora que havia reparado o tanto que estava sendo precipitado em minhas ações, seria por julgar aqueles revolucionários como uma perda de tempo para meu objetivo final? Era difícil saber, mas o fato é que uma arma estava apontada para minha cabeça e eu iria morrer bem ali. O tempo havia parado para mim, pensando no tanto que Mona gostava da vida como um todo e ali estava jogando a minha fora. Isso se Alexander não tivesse me salvado. A sensação de alívio veio com um pouco de repulsa pela forma que ele matara os dois homens sem nenhuma hesitação.

Não sei se ele é uma boa pessoa ou não, mas é fato que preciso recompensar esse fato de ter me salvado, devia minha vida aquela pessoa e isso me possibilitaria salvar sabe-se lá quantos no futuro, ele principalmente. - Consigo, mas vou ver se consigo melhorar isso um pouco ainda. - Diria me aproximando com cuidado do encapuzado morto mais próximo, enquanto isso manteria o local do tiro bem pressionado. Não poderia retirar a bala, talvez isso faria sangrar mais o ferimento e precisaria de uma cirurgia, coisa que não sei fazer e não teria como fazer onde estava. Rasgaria um bom pedaço do capuz dele e amarraria por cima do meu machucado para que parasse de sangrar.

- Bom, pelo menos eles não vão partir. - Falaria tentando ver o lado positivo da situação. Mas agora precisava pensar rápido, o que havia ali por perto? - O que tem no papel? - Perguntaria para Alexander, mas não queria uma resposta. Me levantaria e iria com cuidado, vendo como estava a pressão na perna, para chegar até o papel e lê-lo, tinha pressa, então se o conteúdo fosse muito extenso leria algumas palavras aleatórias para ver se era importante e independente de ser ou não, colocaria na minha mochila qualquer papel e as canetas que houvessem por ali, deixaria para ler tudo depois.

Após pegar o papel, iria até o cadáver que atirou em mim e pegaria sua arma e procuraria por balas dela em seu corpo, infelizmente não era momento para pensar que a vida havia ido. Iria até o homem que havia acertado e olharia se ele possuía uma arma de fogo também, independente de não ter, se houvesse alguma coisa afiada com ele, ou uma luva, iria pegar também. Nunca se sabe onde poderia utilizar tais coisas.

O meu objetivo mental inicial era a sala do piloto para ferrar a partida deles, mas a porta de metal claramente ferraria meu plano de ir até o piloto e descobrir o plano deles. - Quão firme é o teto? - Perguntaria. Se subíssemos na mesa talvez pudéssemos furar o teto e passar, sei que possuiria provavelmente alguma estrutura para manter preso o gás, mas quão forte seria? Precisava ser no mínimo leve. - Se for possível quebrar o teto para irmos a câmara de gás, talvez quebrando a janela aqui conseguiremos criar um caminho para o gás de lá sair e assim eles ficariam presos. - Falaria meu plano para ele rapidamente, justificando o motivo para Alexander subir numa mesa e ver se era possível furar o teto.

Alexander me ouvindo ou não, tinha que me preocupar com a segurança dele. Iria me aproximar da janela mais próxima e ver a altura que estávamos do solo deste lado, não só isso, havia inimigos por perto desta janela? Ou todos estão logo ali atrás da porta? Teoricamente não temos uma rota de escape segura, ou assim eles imaginam, ou eu desejo que eles imaginem. Eu possuía minha corda e existiam duas janelas por ali. E talvez essa nem fosse a única rota de escape possível, mas era a primeira que vinha a minha mente.

Após ver a altura de uma das janelas, e se havia inimigos ou outras coisas por perto, checaria o que havia do outro lado. Ok, uma alternativa havia surgido em minha mente naquele momento, uma totalmente maluca. Agora possuía duas ideias em minha mente e era mais do que justo deixar Alexander decidir. - Eu vejo duas, ou três, possibilidades para sairmos daqui. - Falaria para ele no tom mais calmo que possuía. - A primeira é a mais básica de todas, tenho uma corda aqui comigo. Quebramos a janela e descemos com ela para fora do dirigível. - Diria com calma, apontando para a janela que me pareceu “menos pior”, ou seja, a que estava mais próxima do chão ou a que não havia inimigos no solo. - As outras duas são basicamente a mesma coisa com objetivos diferentes. Podemos quebrar a janela e tentar quebrar a janela da cozinha ou do piloto do lado de fora pela nossa janela e tentarmos passar de um cômodo para o outro. - Falaria e depois explicaria os pontos “positivos” de cada um deles. - Indo pela cozinha eu tentaria abrir o gás do local e torcer para um acidente acontecer depois de fugirmos pela janela com a minha corda. Ou seja, o final seria o mesmo ainda, você só teria que esperar eu ir até a cozinha, abrir o gás e depois sair. - E assim a terceira hipótese que havia criado. - A sala do piloto nem preciso comentar né? Podemos estragar de alguma forma o que ele usa para controlar esse dirigível e assim simplesmente impedir por completo a fuga deles. Fugindo depois pela janela igual as demais alternativas. - Minha cabeça se moveria para os dois lados um pouco pensando um pouco. - Claro que podemos fazer a alternativa de ir pela janela para o cômodo ali do lado, que estava com a porta fechada, mas não sabemos o que tem lá. - Diria apontando para a ponta da janela que levaria para o cômodo que não vimos nada. - O que me diz?

Independente disso tudo, se ele subisse na mesa e fosse possível realmente furar o teto, perguntaria para ele. - E então? O que você está vendo aí? - Se a resposta fosse que o gás já estava ali diretamente, logo iria quebrar as janelas, não importa que gás havia lá dentro, com certeza não era um gás comum para nós respirarmos. Tentaria até mesmo pegar o meu flavor dial e ver se ele poderia sugar algo daquele gás para uma situação futura.

Quebra ou abertura do vidro
Independente de qual escolha ele fizesse, todas quebrariam vidro ou abririam e por isso a minha primeira situação seria a mesma em todas as hipóteses que havia pensado.

Se fosse possível simplesmente abrir a janela, o que eu duvido, iria abrir a janela, se fosse possível abrir ela na ponta para os casos onde queria ir para outro cômodo, assim o faria.

Se não fosse abrir a janela como desejava, pegaria uma cadeira que não estivesse sendo utilizada e iria pressionar ela contra a janela que quisesse quebrar, não jogaria a cadeira na janela porque isso chamaria atenção demais e eles poderiam nos achar rápido demais. Aumentaria a força que empregaria na cadeira para quebrar mais rápido e quando finalmente quebrasse, usaria a cadeira para “limpar” os cacos de vidro que existiriam principalmente na parte inferior (caso fossemos fugir) ou inferior e lateral (para os outros dois casos).

Fuga direta
Se Alexander desejasse simplesmente fugir direto e se as duas janelas estivessem a mesma altura do chão esse chão nivelado é foda e não houvesse a presença de inimigos por perto, escolheria a janela que estava mais próxima das árvores. Não conseguia correr muito com a minha perna como estava, qualquer ajuda seria bem-vinda.

Iria pensar agora em como seria a melhor forma de amarrar a corda para que a corda não soltasse enquanto descíamos. Iria olhar no teto e na janela se havia alguma estrutura segura o suficiente para amarrar a corda. Se houvesse, a amarraria lá e falaria para Alexander. - Você primeiro. Eu insisto, não vou conseguir descer rápido com a perna assim, é melhor você fugir primeiro. - Ele precisava se salvar antes de mim.

E quando ele descesse, iria respirar fundo e tentaria seguir com a maior boa vontade. Não seria fácil com a perna ferrada. Ainda bem que não era também alto a ponto de eu morrer se caísse. Iria ter que me segurar com força bruta. Quando ele já estivesse no chão, o que não deveria demorar, iria me pendurar e tentaria descer. Conseguindo com sucesso, ou caindo, me levantaria no chão e partiria na direção que Alexander havia ido.
Caso de ir em outro cômodo
Se fosse possível abrir a janela para o lado da cozinha ou do cômodo do piloto, veria a distância da janela deste para a janela que estávamos. Se fosse algo como no máximo um metro e meio já valeria a tentativa. Tentaria me esticar o máximo, existem momentos que ser alto ajuda, e veria se a janela se abria só empurrando por fora. Se não teria que fazer algo para quebrar ela, dependendo da distância teria que desistir da ideia. - Infelizmente não dá para quebrar essa janela sem chamar a atenção, melhor só fugirmos. - Diria para Alexander.

Agora, se a distância fosse adequada para quebrar, tentaria arrancar a perna da cadeira e quebraria a janela com ela. Após isso, me ofereceria para ir primeiro. - Eu vou primeiro. Se der ruim, você pode fugir pela janela lá para baixo. - Diria retirando minha corda e passando para ele. Iria até um dos cadáveres e rasgaria um bom pedaço de pano, já colocando ele em volta da minha mão, prevenir. Voltaria para a janela, onde tentaria limpar os cacos de vidro laterais do lado da janela ainda com a perna da cadeira. Depois disso subiria no parapeito para ir até o outro cômodo.

Colocaria minha mão nessa janela e depois o pé direito/esquerdo (depende do caso) e assim iria para o outro cômodo. Se fosse a cozinha, logo fecharia a porta e abriria o gás. Já preparando-me para voltar para onde Alexander estava. E depois fugirmos.

Caso fossemos para a sala do piloto, iria primeiro ver se o maldito não estava ali ainda. Se fosse o caso logo retiraria a pistola e apontaria para ele, o maldito nem havia se importado com os tiros dados da outra sala, ele era provavelmente um maluco. - PARADO AÍ! - E quando Alexander aparecesse iria pedir para ele dar conta do piloto para gente, ainda não tinha culhões para matar alguém a sangue frio, mesmo sendo um inimigo. Quando aquilo estivesse feito, iria procurar por papéis e pegaria todos, agora sim nem me importaria em ler qualquer palavra, só pegaria tudo que minha mochila aguentasse. Olharia o painel ou o que quer que fosse utilizado para controlar aquele balão de gás gigantesco e tentaria quebrar. Seja, quebrando alavancas, seja jogando o vinho que tinha em pontos elétricos, seja arrancando o “timão” do dirigível. Após isso, iria tentar fugir amarrando a corda em algo que parecesse resistente, no pior caso, a própria maçaneta da porta de ferro.

Caso qualquer caso se complete
Fora do dirigível, pegaria a arma que havia pegado e miraria naquela bola gigante de gás que havia a minha frente, um tiro impossível de errar. Atiraria para ver se era possível furar o dirigível só com aquilo. Mesmo com um furo mínimo, provavelmente já seria útil para ir esvaziando o gás aos poucos.

Se fosse a hipótese da cozinha, miraria não no balão de gás do dirigível e sim na região da janela da cozinha. Torcendo para que fosse possível realizar uma faísca em algo do lado de dentro quando atirasse.


E claro, eu nunca poderia pensar que tudo daria certo, a qualquer momento eles poderiam arrombar a porta e entrar. Nesse caso, estando perto de alguma das janelas e já com a arma que atirara em mim, não poderia pensar duas vezes. Pegaria ela e atiraria em qualquer encapuzado que entrasse. Não precisava nem ser nele em específico, mas só de ser no rumo da porta já era mais do que efetivo naquele caso, já que a área não era grande e provavelmente muitos estavam por ali.

Se algum deles atacasse e acertasse Alexander, não pensaria duas vezes e independente da minha perna reclamar, iria até a pessoa que acertara ele e tentaria socar seu corpo da melhor forma a levá-lo para longe de meu salvador. Provavelmente algum soco em sua barriga/peito/rosto com um cruzado.

Mas claro, que poderiam ir até mim primeiro, até por estar com a pistola, nesse caso, iria simplesmente atirar neles enquanto vinham até mim. E quando estivessem bem próximos de mim, tentaria socar o mesmo com o braço que estivesse segurando a pistola e ao mesmo tempo tentaria dar um tiro nele quando estivesse bem próximo com a mão. Caso tentassem me acertar e eu tivesse errado, iria recuar um pouco, nada muito brusco, já que a minha perna não permitia.


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