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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rock das aranhas

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MensagemAssunto: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptySex 04 Jan 2019, 14:37

Relembrando a primeira mensagem :

Rock das aranhas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptySab 23 Fev 2019, 04:49



Lutando com as parentes da bendita
Posts em aracne - 10/30
É uma porcaria não pensar em algumas coisas básicas, eu já sabia que aranhas enrolam moscas nas teias, tinha que ser óbvio que elas conseguem movimentar as patas mais do que eu tinha imaginado. Mas não, lá estava eu sendo utilizado como um bastão para quebrar uma árvore. Me impressionava por ter me levantado. Aparentemente eu havia ficado mais forte... e isso era bom, então porque eu estava correndo dessa aranha? Será que ela era mais forte que um meio tritão? Bom... tanto faz se elas são ou não mais forte porque eu precisava encarar aquilo. Elas eram quatro. Nós somos cinco... bem, tinha a ainda não pensei num nome para a aranha, mas sei que será do sexo feminino também, mas não tinha como ela ajudar na luta. E não tinha como correr também pelo visto já que elas surgiam do além para nos cercar. Iria verificar se minha aranha estava bem, nada muito machucada ou assustada após essa situação. Ela estando bem já poderia me preocupar com problemas reais. A única pessoa que realmente precisa ficar inteira até o final é o Yumi, para tratar os outros quatro se necessário. - Ei Noriko! Tenta cegar as aranhas aos poucos! - Gritaria como sugestão por causa do arco e flechas dela, não sabia como o agente e a tenente Li lutavam para falar qualquer coisa e bem, eles que tinham que me dar sugestões. As pernas e a carapaça das aranhas provavelmente não sentiriam nada das flechas mesmo, os olhos provavelmente são a região visível mais fácil de acertarem. Principalmente porque elas possuem muitos olhos... ta, isso faz a gente ter que acertar mais vezes.

Sinceramente, mesmo querendo me testar, não sei o que faria contra aquele bicho. - Yumi, você precisa ficar seguro em comparação com o resto. - Falaria, não seria um tom ordenatório, seria mais como um lembrete que ele era o único médico ali. Iria aos poucos me aproximar da aranha que havia me acertado. Para qualquer movimento dela onde as patas iriam se aproximar de mim, tentaria dar pequenos saltos para trás, não queria rolar ou me arrastar no chão cheio de raízes, podia ser uma armadilha, sempre pularia pequenos intervalos de espaços. Caso conseguisse me aproximar o suficiente para encará-la. Sei a envergadura mas não sei a altura dela quando em pé Iria olhar se seria possível acertar a região da cabeça daquele ser maldito. Sendo possível, tentaria acertar a cabeça da maldita, primeiro com a esquerda, depois com a direita. Não precisava ser realmente forte, miraria nos olhos dela, acertando já me dava por satisfeito, a velocidade do soco era mais importante que sua potência. Caso eu não tivesse altura para acertar a cabeça da mesma, tentaria simplesmente me concentrar em mantê-la ocupada. Tentaria me esquivar com pequenos saltos na direção da outra aranha mais próxima. Elas eram grandes, provavelmente próximas as patas delas poderiam acabar atrapalhando uma as outras. Na circunstância de conseguir acertar a região dos olhos da aranha e perceber que tal ação não era exatamente coisa de outro mundo, tentaria aproveitar para colocar mais força nos golpes.

Se Noriko estivesse tendo sucesso em acertar os olhos da aranha e eu não tivesse nenhum tipo de efeito na aranha que estava na minha frente, aceitaria meu trabalho como simples ser para chamar a atenção enquanto ela fizesse algo mais importante. Para isso tentaria ver se alguma aranha estava tentando se aproximar de Noriko ou de Yumi. Se sim, daria uns pulos para trás a fim de me distanciar um pouco da aranha que estava na minha frente e assim viraria na direção da aranha que está atacando algum deles e correria até a mesma para chamar a atenção da mesma. Chegando até a aranha sem problemas, tentaria acertar a mesma com todo o movimento do meu corpo num soco direto em sua cabeça, se eu não tivesse alcance normalmente, aproveitaria a correria para pular e tentar acertar a cabeça da mesma de qualquer forma. Porém, se a ruiva não conseguisse fazer nada contra a aranha, iria verificar como o agente Crow e a tenente Li estavam lidando com suas próprias aranhas, se precisavam de ajuda ou não. Se eles estivessem ruins contra a aranha também e eu não tivesse tido nenhum sucesso, acabaria abraçando outra hipótese. Tentaria me distanciar da aranha com curtos pulos de costas na direção de Yumi e quando estivesse próximo já iria retirando a minha mochila. - Yumi, pega a garrafa de vinho que tem aí dentro e tente fazer alguma tocha com algum graveto maior. - Se ele perguntasse. - Não estamos conseguindo ganhar por conta própria... não quero tacar fogo na floresta, então uma tocha talvez seja a melhor opção agora. - Falaria, mas complementaria logo em seguida. - Se a tocha não adiantar a gente tenta tacar fogo nelas mesmo ou na floresta por pior que seja, prefiro a chance de correr da floresta pegando fogo que me deixar ser comida de aranha.

Para o caso de eu ser acertado e arremessado no chão, tentaria me erguer o mais rápido para não acabar preso entre as patas da aranha e ser envolto em teias, se me erguer já fosse perigoso, engatinhando tentaria sair apressado dos ferrões da mesma que provavelmente me anestesiariam. O veneno que me atingiu mais cedo era de aranha, então eu sei que ele não age na mesma hora... ou talvez o do homem estivesse diluído. De qualquer forma não seria uma boa tentar descobrir naquele momento. Caso qualquer companheiro meu fosse acertado e envolto em teias, gritaria para Yumi. - Não consegue cortar as teias com a sua espada?


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptyDom 24 Fev 2019, 05:01


Calros? Você não quis dizer almoço?


Calros era objetivo, e claramente queria viver, afinal ele mostrava seu amor platônico pela possibilidade de Yumi o manter vivo… E ele estava certo. Acertar os olhos era uma boa dica também, mas ambos não falavam muito apenas respondiam com a cabeça. E finalmente a coisa começava. Noriko puxava as flechas e começava a se mover na frente da aranha de forma a manter distância mas ainda cobrir o médico no centro. Ela atirava nos bichos, mas os olhos eram um alvo complexo, principalmente porque o tamanho não era assim tão bom pra se acertar com armas de longa distância.

Ele começava naquele momento sua estratégia, ele avançava para cima da aranha depois de ter sido pancadeado contra uma árvore. Ele se sentia mais forte, sim pois essa é aquela dor, que você sente mais tarde… Mas no geral ele corria para cima dela para socar diretamente na cara do bicho do demonho. Ele atacava com velocidade, a força não era a questão ali, e sim socar os olhos da criatura, seu golpe era bem centrado e parecia surtir efeito, mas não demorava até que ele visse uma pata e tivesse que se afastar para trás. Não uma mas duas vezes.

Um ataque de pata da direita e depois outro da esquerda, ele desviava de ambos, até que apenas via algo na boca da aranha? Sim, era simplesmente um shot de alguma coisa, o tiro era de teias pela boca? Sim, elas não vinham como aquelas que se tecem normalmente pareciam mais uma bola em processo de formação, ela atingia no peito do garoto, que era derrubado com o impacto. Ele levantava o mais rápido que podia depois do tiro, mas assim que ficava de pé no primeiro momento onde estava a aranha? Acima dele… Ele apenas podia ver a pesada criatura caindo dos céus…

A majestosa descia com as duas patas da direita a frente com um golpe nas costelas dele vindas com toda a força, causando uma perfuração dupla ali. As patas tinham entrado e aquilo com certeza ia doer, mas ele conseguia se afastar após os golpes e a aranha voltava igualmente para trás, ele agora tinha aprendido uma segunda lição, aranhas são ágeis, pulam alto, e são crias do capeta. Vacilou, se fodeu. Aparentemente ao menos todos estavam segurando suas aranhas exceto… Ten Ten, ele parecia seguir em desvantagem, estava usando os seus chutes o melhor que podia.

Porém a insanidade da situação exigia demais de uma mente a beira do colapso como a dele. Crow? Ele estava bem, parecia simplesmente lidar perfeitamente com a situação, ele não estava achando fácil, mas claramente lutava de igual pra sua aranha. Calros tinha tomado um pequeno dano ali, mas logo ele poderia atacar ela novamente e assim ele fazia, um golpe na fuça do bicho.

Era forte o suficiente para danificar ele, ele avançava dois passos pra trás, mas o que ele não esperava? Exato, a aranha forçava as pernas e investia contra ele correndo em uma velocidade absurda, onde ela simplesmente passava as duas patas pela parte das laterais do garoto o agarrando e puxando para perto, cravando com força as duas presas no ombro do garoto, mas antes que ela pudesse injetar doses altas de veneno, duas flechas voavam contra os olhos dela, fazendo que ela soltasse ele e voltasse passos pra trás.

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Noriko estava com um rosto sério, e sabia que qualquer erro ali poderia acabar com eles, a estratégia de ataque estava certa, mas ainda teriam que ser ainda mais cautelosos, e o pior, o cenário não ajudava, pedras, raízes, troncos caídos. Era simplesmente horrível. Calros já estava de pé mas sentia tontura após a mordida, algo estava estranho na sua visão, que as vezes turvava, mas ficava oscilando.

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptyQua 27 Fev 2019, 03:03



Tonto
Posts em aracne - 11/30
Tudo parecia ir bem, eu havia acertado a aranha como queria e havia conseguido desviar dela num primeiro momento. Mas a Grand Line ta aí para provar que nada faz sentido. O monstro jogou teia de sua boca e me acertou como se fosse um tiro, eu poderia jurar que aracnídeos faziam isso por outro lugar. Não bastando isso, a mesma pulou em cima de mim e suas patas pareciam por algum motivo tiros de bala que perfuraram a minha carne. Saindo de perto dela eu vi que a tenente estava tendo problemas com ela e o agente estava de pé de igualdade com a outra pelo visto. Porque um tenente tem problema com uma maldita aranha? Será que eu tinha alguma chance ali? Eu estava lutando contra uma igual a da tenente... não era momento de duvidar de mim mesmo. Mas será que eu lutava com um animal ou contra uma arma de guerra para ser tão difícil a ponto de um tenente não dar conta? A resposta viria rápido, porque mesmo acertando a bendita mais uma vez, não adiantou tanto e a mesma me mordeu. Acabei sendo salvo por Noriko. - OBRIGADO! - gritaria com paixão, estava devendo aquela para a ruiva. Infelizmente agora minha visão estava prejudicada, não bastando isso, estava tonto também. O veneno com certeza era mais forte do que o veneno da adaga do homem mais cedo, ele me acertou com aquela arma umas duas vezes e eu só sentia meu corpo ficando mais fraco, mas com aquele monstro já me sentia totalmente mais fraco em um instante.

Precisava mudar meu jeito de lutar um pouco naquele momento, aquela bendita aranha era muito forte. Tentaria me concentrar um pouco em ver se achava entre as madeiras que havia por ali, alguma que fosse mais pontiaguda, iria segurar com as duas mãos a mesma, como se fosse uma lança.

Caso não encontrasse uma “lança”.
Se a aranha se aproximasse de novo daquela forma que me mordeu anteriormente, ou seja, com a velocidade que fizesse as patas passarem pelo meu corpo por um instante, deixaria meu corpo cair no chão sem medo. No chão tentaria pegar uma pedra com cada mão e como não confio em mim mesmo tonto, não tinha porque tentar mirar muito. Se a aranha tentasse me morder mesmo no chão, levantaria tentando acertar com as pedras em minhas mãos as presas da maldita, sacudiria os braços torcendo para acertar os malditos dentes.

Porém cair no chão poderia não ser a melhor das ideias dada aquelas patas ridículas que a aranha tinha. Não acho que ela conseguiria me perfurar como antes já que não havia pulado, as patas dela eram fortes, mas se fosse o caso, porque ela teria pulado antes? Ela poderia me segurar e tentar me prender com sua teia para me devorar mais tarde, já que eu havia simplesmente me “deitado” em sua frente, o instinto dela poderia considerar que eu já estava fraco demais por causa do veneno de antes. Eu não me oporia a ela me segurar com as patas dela desde que as patas não me machucassem ou não fossem em direção aos meus braços. Caso eu percebesse que as patas iriam imobilizar meus braços, iria tentar usar das pedras para acertar as malditas patas. Se as patas não me segurassem, mas meio que fossem me jogando no ar de forma que ela pudesse me girar para ir me rodando na teia dela, iria tentar acertar as pedras na região que soltaria as teias em cima de mim. Se alguma das pedras fosse pontiaguda, tentaria usar essa para ir cortando as teias que a mesma fosse jogando em cima de mim. Se ambas as pedras fossem pontiagudas, usaria uma para tentar me livrar da teia e a outra tentaria enfiar no maldito lugar que secretava as teias.

Além disso, como aquele monstro já havia usado a boca para soltar teias, não havia garantia alguma que a teia sairia de algum outro local do corpo, que seria o mais normal. Se estivesse no chão e a mesma simplesmente me ignorasse pensando que eu havia desmaiado pelo veneno e assim ela fosse na direção de Yumi ou Noriko. Tentaria me levantar e iria olhar para a aranha de costas. Sendo possível, tentaria pular naquele aracnídeo e subir em suas costas. Se eu conseguisse, começaria a socar aquela aranha o máximo que eu pudesse antes de acabar caindo. Não tinha realmente esperança de ficar em cima dela tonto como estava, só alguns poucos movimentos dela e eu acabaria caindo no chão. Claro que tentaria me agarrar naquela maldita por cima se pudesse, não me importando com o que estivesse por ali, seja até mesmo os pelos dela, agarraria com tudo se percebesse que iria cair.

Caso ela pulasse para tentar me perfurar novamente, iria tentar dar um “tiro” para a frente e deixar a mesma simplesmente pular no local que eu estava antes. Sendo possível, tentaria executar o movimento descrito anteriormente, de subir nas costas dela, porém caso a mesma soubesse que eu estava acordado e assim fosse virar, tentaria já utilizar das dobradiças da perna dela como uma possível escada para subir. Tentando segurar em seus pelos de suas patas, não importa quão bem articuladas sejam essas partes, a região que está logo fixada no corpo não tem muito o que movimentar, pelo menos eu imagino que seja assim. Se eu conseguisse subir agarrando a parte da pata mais próxima do corpo tentaria agarrar a última pata dela, a mais próxima do rabo dela, independente do lado e tentaria puxar essa perna de forma que eu quebrasse a pata dela, levando a perna dela até as costas dela.

E se tivesse achado uma “lança”.
Se eu tivesse encontrado algo semelhante a uma lança, mas não houvesse nenhuma aproximação da bendita canhão de teias, iria me usar do meu pedaço de madeira para me apoiar no chão no começo. Respirar fundo para que eu pudesse me preparar para o que estava por vir.

Caso ela fizesse um movimento parecido com o da mordida. Tentaria já deixa-la preparada para espetar aquela aranha caso a mesma viesse me morder novamente, como não confio que acertaria em algum lugar mirado dado a tontura, iria só posicionar a lança alguns centímetros, algo como um palmo de distância do meu peito e quando sentisse que ela estava quase acima de mim, afinal, agora dependeria mais dos meus outros sentidos que da visão, iria levantar a lança com toda a força que pudesse, torcendo para que a mesma já estivesse descendo. Se eu fosse mordido novamente, mas ainda não tivesse perdido a consciência por causa do veneno, aproveitaria que ela estava “grudada” em mim e usaria isso para fincar a maldita lança em sua garganta. Enquanto fizesse isso falaria. - Lembrem-se que tenho antídoto para o veneno em minha mochila!

Se ela pulasse novamente em minha direção, arremessaria a lança no peitoral desprotegido dela. Tendo acertado ou não, iria pular da melhor forma que pudesse para alguma direção que o pulo dela não fosse me atingir e lá já procuraria por outra possível “lança”.

Caso em qualquer momento eu percebesse que a mesma estava fazendo aquele movimento de tiro de teia, ou seja, eu percebesse que a sombra dela estava parada por algum tempo, independente de ver se a boca dela estava ou não se abrindo, iria me jogar para o lado. Não importava nem mesmo o lado para ser sincero, só não queria levar aquilo de novo.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptyQui 28 Fev 2019, 02:01


Calros? Você quis dizer envenenado?

Calros após aquilo tinha notado o quão complicado poderia ser lutar contra aquelas criaturas, ele pensava, se um tenente ta tendo dificuldade? Imagine ele. Mas o negócio era que ele tava muito fodido, poderia pensar uma lança talvez? Pois é… Não tinha uma, alguns pedaços de pal estavam por ali mas nenhum pontudo o suficiente. Ele então via a aranha em um avanço veloz e simplesmente se deixava cair, pegando no chão uma pedra. As presas da aranha vinham em direção ao ombro dele, mas a pedra que estava na mão dele freava temporariamente a boca da aranha que mordia a pedra quebrando ela.

Ele tirava a mão a tempo e aranha parecia que ia deixar ele ali para ser comido, ele não mostrava resistência, mas a aranha tinha algo ali em seu instinto double tap sempre salva ela saltava para cima segurando o garoto, levando ele agarrado por suas patas e descia com toda a força com peso de seu corpo sobre Calros o esmagando, todos ouviam o barulho de ossos trincando. Aquilo tinha sido forte e doloroso, ele sabia que tinha uma chance mesmo assim. A aranha começava a tirar teia de seu abdômen e passava a fazer o garoto de lanche. Ele no entanto não estava pronto para morrer.

Ele agarrava a aranha e brincava de rodeio? Ousadia ou loucura? Talvez os dois, ele conseguia girar para cima dela e acabava por se segurar nas presas da mesma para manter uma base firme. Ele acabava sendo derrubado após alguns movimentos onde a criatura se jogava nas arvores, porem no chão finalmente ele via a salvação… Isso mesmo que você está pensando uma maçã dourada… Não… Uma lança né… Ele agarrava aquele pedaço de pau pontudo, grosso e delicioso. Sua vida dependia daquilo. A criatura avançava com todo o seu poder pra cima dele, enquanto ele usava tal arma como bengala

Sua tontura não o permitia ver completamente bem o que estava acontecendo, mira? Isso sequer existia, mas assim que a boca aberta da criatura vinha, ele fincava a madeira bem fundo dentro dela. Tinha dado certo, ela estava viva, mas tinha tomado um dano realmente relevante. No entanto estranhamente ela recuava, não só ela. Todas as aranhas? Por que? Uma criatura muito diferente aparecia ali, maior, mais venenosa, e assustadora, por trás deles estava um ESCORPIÃO gigante, sim, um aracnídeo que possui uma cauda pontuda e venenosa.

Ele avançava para cima deles e era maior que as aranhas que eles estavam enfrentando, correr? Talvez essa fosse a melhor opção, afinal lutar não parecia ser simplesmente viável, após o tempo que tinha sido gasto. A pequena aranha domada, subia no ombro de Calros e se segurava firme, ela tinha a clara noção do que deveria acontecer agora. talvez a música passe uma mensagem... era como se todos simplesmente abrissem suas bocas e naquela hora Crown falava Galera!!! Eu não sou pago pra isso não. Eu vim aqui matar pirata, só corre daqui porra!!!- Falava ele se aproximando do médico, e correndo ao lado dele protegendo.

A arqueira demorava uns segundos catando algo do chão e partia em velocidade, e acabava vendo Calros completamente tonto, ela passa o braço dele por cima dos ombros dela. -Não entenda mal, quanto menor nossos números pior pra mim. Não leve como companheirismo.- falava ela começando a correr e tentando guiar o tonto envenenado.

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptyTer 05 Mar 2019, 03:13



Escorpião

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Aquelas aranhas já haviam passado e muito do que eu imaginava ser o normal e para ajudar eu tonto como estava não encontrava nenhum resto de árvore para servir como lança. Agindo o mais rápido que podia, me deixei cair no chão e peguei uma pedra, simples o suficiente para utilizá-la em seguida quando a maldita aranha ia me morder. E naquele momento eu me vi sendo levado e logo em seguida esmagado por aquele bicho que provavelmente tinha um QI acima do meu. O resto foi uma confusão tão rápida, eu me segurei no animal, cai no chão, enfiei uma lança na boca da maldita e ela ainda viva começou a fugir. Poderia até pensar que aquele monstro fugiu por causa de mim, mas a verdade era outra. A minha amiguinha, que de agora em diante será Gwen, considere por favor que sempre foi esse nome, afinal domei ela tem uns posts, subiu nos meus ombros, assustada igual as outras aranhas. Foi quando vi um maldito escorpião ainda maior do que as aranhas surgindo. Crown foi o primeiro a reagir, falando para fugirmos. Bem, não precisava falar duas vezes, infelizmente, eu estava bem machucado daquela luta com a aranha. A ruiva arqueira me ajudava a começar a correr.

Iria no primeiro instante agradecer a ajuda e ir tentando ganhar velocidade para fugir daquele escorpião. Estava tonto demais para ver direito, então somente falaria. - Avise se o escorpião estiver se aproximando da gente. - Caso Noriko avisasse que estávamos sim perdendo distância em relação ao escorpião, iria sugerir. - Crown! Não consegue acender fogo entre a gente e o escorpião? Isso poderia pará-lo. - Sugeriria da melhor forma que pudesse. Se ele perguntasse como responderia. - Todos temos porongas nas mochilas. Pegue uma e despeje o óleo com fogo! - Eu não acreditava que estava em condições de fazer aquilo, minha visão turva e meu corpo ferrado provavelmente me impediriam de realizar movimentos complexos para retirar a mochila das costas e trazê-la para frente afim de retirar a poronga. Se ele recusasse a ideia porque não queria tacar fogo na floresta, algo até mais ou menos aceitável, apesar de que se a mata estivesse úmida provavelmente não pegaria fogo tão fácil também. Iria fazer outra sugestão. - Que tal nos escondermos no meio do mato denso? - E antes mesmo dele absorver por completo a ideia. - Provavelmente vamos nos perder, mas ele provavelmente vai desacelerar por causa do tamanho e não vai nos achar! - Se ele achasse a ideia minimamente aceitável, poderíamos então adentrar de alguma forma mais ou menos estratégica. - Vamos tentar entrar mato adentro quebrando galhos, quem sabe consigamos encontrar a trilha depois.

Sentia minhas costelas machucadas e meu corpo já estava bem arrebentado. Basicamente, eu era o elemento que provavelmente retardaria o grupo. Dependendo do perigo, eu não duvidaria que alguém no desespero me abandonasse para que servisse de isca. Noriko não era necessariamente confiável pelo que ela representava ali, mas ela já havia me ajudado sem eu pedir. Caso eu sentisse que ela simplesmente me soltaria por medo do escorpião, algo para lá de lógico, iria tentar continuar correndo por conta própria. Se não conseguisse, iria simplesmente sem pensar virar noventa graus para qualquer um dos lados e correr mato adentro. Não conseguiria ver motivo para o escorpião seguir uma única pressa quando várias outras seguiriam pela trilha. Então caso ele passasse diretamente, eu voltaria para a trilha e veria o mesmo seguindo os meus aliados que haviam me abandonado. O que poderia fazer numa situação dessas? Iria seguir pela trilha para descobrir mais algumas informações. Iria no caminho que me afastaria do escorpião, ou seja, voltaria de onde havia acabado de correr. Quando voltasse para o “ponto inicial”, onde eu lutava com as aranhas, tentaria ver se o escorpião havia surgido de outro lugar ou se ele havia surgido de onde os piratas seguiram o caminho deles. Se fosse o mesmo caminho, seguiria um pouco mais pelo caminho, talvez ele tivesse acabado com os piratas para gente. Se quando eu entrasse na mata, o escorpião gigante acabasse entrando na mata também para me seguir. Eu sem ter alternativa continuaria correndo pulando o máximo que meu corpo tonto e ferrado conseguisse, tropeçar numa raiz ali seria cavar minha própria morte. Nessa corrida no meio do mato, caso Gwen começasse a demonstrar sinais que o monstro estava ficando mais próxima da gente, tentaria ver alguma árvore maior, ou uma pedra grande, talvez uma daquelas árvores que possuem raízes grandes e tortuosas e que possuem pequenos vultos em sua base, onde tentaria me esconder lá dentro. O ponto era achar um local que me parecesse minimamente escondido antes que o animal chegasse próximo demais.

Caso correndo a distância fosse aumentando, só pararia quando o próprio Crown parasse. Onde indagaria. - E então? O que faremos agora?


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptyQua 06 Mar 2019, 02:48


Calros? Você quis dizer fugitivo?


Calros depois da luta da aranha compreendia o novo problema que tinha nas mãos e sem pensar duas vezes seguia correndo, ele estava naquele momento pronto. Avançavam todos em grande velocidade, enquanto conseguiam aos poucos ir deixando o animal para trás, no entanto ele não parava de perseguir eles. Por quase 3 minutos eles seguiam e a distância começava a diminuir. Naquela hora Noriko informava -Estamos perdendo distância, se continuarmos na trilha, ele irá nos alcançar.- Calros sugeria que eles usassem fogo na mata naquela hora, era uma ideia ótima mas Crow não queria arriscar e falava. -É, poderíamos fazer, a floresta está medianamente úmida, no entanto, não é uma boa arriscar.- Comentava ele sem parar de correr.

Calros falava sua segunda ideia, ele queria adentrar na mata densa, todos pensavam um pouco sobre isso, era perigoso, mas mesmo assim… Bem… era o melhor que tinham. -Não temos muita escolha. Todos pra dentro da mata!!- falava ele em voz de ordem e assim cada um deles partia quebrando os galhos e se aprofundando zona a dentro, eles iam pouco a pouco notando que o escorpião os perdia de vista, ficando cada vez mais distante, até que depois de  3 minutos ele nem mesmo seguia na mesma rota. Eles estavam “salvos” ainda assim o superior não parava de cara, Noriko vendo que não havia mais motivos soltava o rapaz. Ela não tinha afeição por ele, apenas queria que os membros se mantivessem vivos o maior tempo possível, afinal a vida dela dependia disso também.

Eles corriam mais um pouco até se enfurnarem completamente mata a dentro, quase 10 minutos de corrida, onde já estavam consideravelmente longe da trilha. Respirando ofegante Yumi preparou a mochila sentando no chão um segundo. Calros perguntava sobre a possibilidade do que iriam fazer, no entanto a missão tinha de fazer uma pausa. -Eu acredito que o melhor é que façamos uma pausa, e procuremos uma zona de camping aqui perto. Ou melhor um lugar pra que façamos uma, se aproxime de Yumi, ele vai te tratar.- Assim que ele terminasse de falar, o médico viria até perto de Calros.

Ele tiraria as coisas da maleta e faria todo o tratamento, limpando as feridas e por fim enfaixando a zona das costelas do garoto, ele observava atentamente. -Não se preocupe, o veneno da aranha não vai te causar nada muito além da tontura e confusão, era uma tecedeira, o veneno delas é paralisante. Eu fiz o dever de casa. De todo modo descanse.- Falava ele observando que o rapaz estava numa pior. Todos ali estavam completamente frustrados, mas uma coisa boa era que algo poderia dar certo no fim, desde que eles se comprometessem.

Enquanto isso Ten Ten sentava perto de uma árvore e tirava da bolsa uma agulha linha, e começava a costurar a lateral das botas dela que estavam abertas, aparentemente ela tinha uma habilidade muito boa, dava pra ver no chão 5 tipos de agulhas diferentes ali, todas elas grudadas num paninho. A que ela usava era de uma espessura bem grossa já que furava uma bota de couro na lateral. Calros podia ver claramente o que ela estava fazendo, e era uma das coisas que podia chamar sua atenção, a outra é que ela tinha aparentemente um livro em sua bolsa aberta. Ela parecia entender algo do que estava fazendo, já o conteudo do livro era difícil deduzir.

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptySex 08 Mar 2019, 01:42



Costura
Posts em aracne - 13/30
Correndo como conseguia ouvi que iríamos ser pegos daquela forma. Fazendo algumas sugestões via o agente Crow relutante em por fogo, ou tentar pelo menos, na floresta. Não poderia culpa-lo por isso. E assim acabamos invadindo a mata e correndo por mais vários minutos antes de finalmente estarmos relativamente a salvos. Noriko acabou me soltando. - Muito obrigado. - Diria para a moça quando ela me soltou, quem sabe, com ela eu talvez nem chegasse ali. Crow foi falando o que pensava da missão, então iriamos continuar... imagino o que ocorreria se nos encontrássemos com aquele escorpião gigante de novo. Yumi me tratou falando que havia feito o dever de casa dele sobre aranhas e que por isso eu não precisava me preocupar já que o efeito do veneno passaria rápido dada a espécie de aranha que havia me picado. Isso não batia muito com ele não saber sobre toxicologia... mas talvez ele soubesse mais por causa da aranha em si do que por causa do veneno. - Obrigado por me tratar Yumi. - Diria após o tratamento. Olharia a minha volta para ver como ele, Crow, Noriko e a tenente Li estavam. Só eu havia me machucado? Ou só fui o mais machucado e agora ele trataria as outras pessoas?

Independente disso, como Yumi estaria responsável por tratar a todos, acabei vendo que a tenente começou a costurar a bota dela. Iria me aproximar aos poucos e lembrar do homem que precisava exatamente de uma bota no navio. Sentaria ao lado dela, mas longe o suficiente para não atrapalhar o que ela estava fazendo. Claramente costurar não era tudo que seria necessário para fazer uma bota ou uma luva nova, mas era um passo importante. Quando a mesma parasse por um instante, seja por algo que alguém falou ou por simplesmente ter acabado, perguntaria. - Tenente, você poderia me ensinar a costurar? - Se ela aceitasse, me aproximaria um pouco mais, ainda estava tonto então o aprendizado seria difícil. Se ela me passasse uma de suas linhas de costura e a agulha, iria com calma retirar minha camisa. Provavelmente ela havia sido rasgada nos pontos que as patas da aranha me perfuraram, seguiria as ordens dela, esperando sempre minha visão voltar a clarear para furar o pano com a agulha. Quando acabasse a minha roupa, se não fosse o suficiente para acreditar que havia aprendido o suficiente de costura, olharia a minha volta para verificar se mais alguém tinha alguma coisa rasgada e que pudesse ser retirada para que eu pudesse remendar.

Quando acabasse tudo, iria então me filtrar em procurar um local de camping por perto como Crow havia pedido. Precisava ser um local minimamente aberto e sem a presença de aranhas por perto. Não que houvesse visto muitas delas até agora na floresta, o que era estranho por si só. Dormir no meio daquele mato não me parecia a melhor das ideias, mas entendia que descanso faria bem para gente. -Noriko, vamos procurar um local para fazer o acampamento? - Perguntaria. Sair sozinho me parecia uma ideia meio suicida dado que qualquer picada e provavelmente uma pessoa poderia ser levada ao sono profundo. Se ela não aceitasse, sairia de qualquer forma com Gwen e cochicharia para a aranha, apesar de não achar que ela realmente fosse me obedecer antes de ter treinamento. - Demonstre se alguma irmã mais velha aparecer hein. - Andaria poucos metros de onde estávamos, procurando sinais de alguma abertura na mata que demonstrasse uma clareira, ou até mesmo por sinais de teias de aranhas. Será que existe alguma forma de eu saber se uma teia é “fresca”? Bom, mesmo se houvesse eu não saberia e provavelmente não deduziria naquela hora, então não teria porque perder meu tempo pensando nisso. Não me distanciaria muito, somente alguns poucos metros, como uma dezena e tentaria olhar se havia qualquer sinal possível de uma clareira. Se achasse alguma bem perto, falaria. - Olha, tem uma clareira aqui perto. Vamos acampar mesmo ou só descansar por um tempo? - Não sabia que horas eram. Algo até importante de se ter uma noção melhor no futuro. - Como serão os turnos de vigia? - Perguntaria se fossemos acampar por ali mesmo. Porém, caso eu não encontrasse nenhuma clareira. Indagaria. - Então povo, não temos nenhum sinal de clareira por perto e acho que um ou dois distanciarem demais para achar uma não seria algo bom. Vamos procurar todos por uma ou vamos tentar voltar para a trilha inicial?

Caso na pequena caminhada procurando por uma clareira eu avistasse uma aranha, veria se a mesma já estava preparando para me atacar. Acabei de ser tratado, não queria ter que lutar de novo com uma delas. Não acho que ali aranhas grandes como a que me atacaram antes teriam espaço para se movimentar e as pequenas eu veria se estavam me ameaçando, ou se me consideravam uma ameaça maior do que elas. Porém, se fosse atacado por uma ou mais aranhas, tentaria me afastar com pulos na direção de onde Crow e os outros estavam. Tentaria agarrar algum galho de árvore e quebra-lo, usaria ele como uma espada ou adaga dependendo do tamanho do galho. Claro que não era realmente com o objetivo de cortar, simplesmente queria me manter afastado das picadas daqueles monstrinhos por mais um tempo. Se tivessem muitas, tentaria visualizar quantas haviam por ali, sem perder a calma e gritar, não saberia dizer se o escorpião não ouviria, não faço a mínima ideia de qual é a audição daquela monstruosidade. Conseguindo quebrar um galho, caso alguma aranha fosse em minha direção, tentaria impedir que a mesma se aproximasse usando do mesmo para pará-la, apertando a ponta do galho logo acima da barriga dela, tentando furá-la com a ponta ou só força-la a parar.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptyDom 10 Mar 2019, 05:10


Calros? Você quis dizer costureiro?


A paz voltava para eles e o jovem garoto Calros se fazia tranquilo ao ser tratado, agradeceu ao médico que dava um leve sorriso dizendo. -Nada, sabe que sempre pode contar comigo.- A calma dele depois do caos era bem distinta da histeria da tenente, talvez ele devesse ser o tenente ali não é? Mas a questão jamais foi essa, o garoto apenas partia rápido para não empatar o trabalho dele. Então se aproximado da tenente pedia que ela o ensinasse mais sobre costura. A mulher o olhava pensativa e por alguns instantes parecia analisar ele antes de aceitar. -Certo, eu posso te ensinar um truque ou dois, mas lembre costurar é uma arte e você sabe como é, precisa-se tempo e paciência.- ela começava a dar diversas instruções para o rapaz e aos poucos tudo ia se acalmando pelo lugar.

Eram quase 4 horas gastas naquilo e o cair da tarde atingia eles, o sol estava cada vez mais baixo, e parecia que ia se esconder a qualquer hora. Claro que eles não tinham uma visão direta do sol, mas a própria iluminação era responsável por isso. Eles finalmente tinham terminado e a tenente comentava. -Você aprende bem rápido, continue treinando e poderá fazer muita coisa com isso, roupas, eventualmente consertar calçados, e várias coisas que aos poucos vão tornar esse conhecimento mais e mais util.- E assim o garoto saia dali caminhando até Noriko, seu olhar era de uma pessoa que procurava resolver problemas. Então ele queria remover mais um da lista por isso ele esfaqueou todo mundo e saiu correndo dali por isso ele chamou ela para ir procurar uma zona de camping.

A garota ouvia a colocação dele e o rosto dela falava tudo que ela precisava dizer. Ela não estava com olhos calmos e gentis… O olhar dela e toda a expressão facial dizia “O que tu quer comigo pentelho?” sim exatamente esse rosto. Ela respirava fundo e levantava. Ela sentia que tinha cometido algum erro quando salvou ele, e agora ele era um tipo de cachorrinho feliz que procurava ela como se ela fosse uma amiga. Na verdade ela nem se quer sabia direito por que mesmo que ela tinha salvo ele, ela apenas lembrava que tinha poucos homens juntos dela numa selva perigosa. -Certo… Vamos fazer isso, devemos dormir logo mais.- Mas ainda assim ela parava de limpar as flechas e seguia com ele por meio da floresta. Eles rondavam por todo o lugar de maneira a circundar tudo. Mas o mais próximo que eles achavam era simplesmente diferente de uma clareira, era ainda mata, mas era um pouco mais limpo que a maior parte, e claro, tinha uma pedra grande na região.

Uma que podia cobrir eles se entrassem para a parte mais abaixo dela, além do mais isso diminuiu um pouco o problema das aranhas, visto que um dos lados e a zona de cima estavam quase seguras, já que mesmo pra vir por cima, elas teriam ainda que vir pelas laterais ou frente e caminhar de cabeça pra baixo no teto que era claro, parte da pedra lisa. Além de tudo, proteção da chuva, eles tinham caminhado por quase 3 horas até achar isso e o sol já tinha se posto, estavam ainda sobre o restinho de luz que ficou, mas logo mais seria escuridão total. -Acho que esse é o melhor lugar possível pelo horário campeão.- e depois dessa frase, ela puxava uma flecha e cravava no chão, essa era bem grossa se comparada a maioria. Ela pegava um isqueiro e acendeu a zona de apoio da flecha, que começava a pegar fogo. Ela então apagou deixando apenas as brasas brilharem, era a forma dela de marcar o lugar para que eles não se perdessem. As coisas seguiam bem dali pra frente e eles chegaram bem rápido no local anterior, mostrando que ele era perto, no entanto eles tinham rodado muito pela região.

Ele então falava com o homem que os liderava fazendo algumas indagações e também se posicionando. Crow olhava para ele então respondia. -Sim, vamos logo para descansar definitivamente por hoje, se não dormíssemos as coisas poderiam complicar mais.- Comentava de forma tranquila, pegando então uma quantidade grande de lenha que ele tinha juntado nesse tempo, já o médico tinha juntado tudo que era necessário e estava pronto para a partida. Ten Ten era a única a atrasar um pouco as coisas, ela estava terminando de juntar tudo. Eles partiam enquanto Calros ainda questionava pelas possibilidades, turnos e essas coisas. - Eu fico o primeiro turno, você o segundo, Yumi o terceiro, e Ten Ten tira o último turno.- Noriko observava o que era dito, e notava que Crow não havia deixado um turno pra ela, mas apenas decidia não confrontar naquele momento, afinal ela ainda era uma inimiga até pouco tempo.

Eles então caminharam para o local, não era bem uma clareira, mas servia plenamente como zona de camping, a flecha que a garota fincou fazia tudo ser ainda mais fácil de encontrar. O agente colocava a lenha no centro e vendo a escuridão que já tomava conta de tudo, cercava a lenha de pedras e acendeu uma fogueira. Ele pegava umas tigelas que tinha por ali e começava a preparar comida, ele não parecia ser um real cozinheiro, apenas um homem capaz de entender de culinária o suficiente para criar boas comidas. Ele começava a preparar uma sopa por ali. Já Noriko sentava mais para o canto começava a afiar suas flechas mais um pouco, limpar o arco, trocar as cordas, e preparar tudo para um novo combate. Ten Ten se aproximava de Calros naquela hora e então perguntava. - Como se sente por aqui? Nessa ilha, numa missão suicida, que fica cada segundo mais perto de nos consumir para sempre?- Falava ela agarrando forte um medalhão que carregava consigo, era um em formato de coração. Ela puxava assunto com Calros, talvez como um modo de querer sobreviver mais um dia tranquilo.

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptyDom 10 Mar 2019, 14:44



Passando a noite
Posts em aracne - 14/30
Aprendi costura com a tenente, as horas passaram rápido durante o ensinamento. E por isso a noite já estava logo ali. Saindo com Noriko acabamos achando uma pedra que serviria de abrigo e deixaria menos opções para as aranhas nos pegarem desprevenidos, também deixaria menos opções de fugas. Mas é um preço a se pagar. A jovem parecia ter alguma ideia errada do que eu pensava. Eu a chamara pelo simples fato dela ser literalmente a única que fazia sentido chamar. Já que os outros estão acima de mim. Apesar de Yumi estar na mesma posição que eu, como ele é o único médico, assim já estava acima até de Crown em importância na missão, pelo menos para mim. O abrigo que encontramos foi bom e a ruiva pensou em uma forma interessante de manter o local marcado e ainda vi uma fogueira lá depois que o agente chegou. Já era de noite quando uma sopa começou a ser preparada para nós.

Neste ponto já sabia que eu ficaria com a vigilância número dois e que Yumi ficaria com a número três. Fazia sentido, os dois superiores poderiam dormir melhor e sem interrupções. Não sei se fazia sentido termos porongas e mesmo assim pararmos a noite. Mas sinceramente, depois de tudo que havia ocorrido, um descanso era mais do que bem-vindo. Enquanto esperava a sopa vi a tenente se aproximando e me perguntando sobre o que eu havia achado disso tudo até agora. - Bem... - Começaria meio sem saber com responder. - Eu estava nos blues até semana passada. E de lá para cá eu vi meu companheiro de quarto e vários outros marinheiros morrerem por causa de um grupo pirata. - Continuaria falando e daria uma pausa. - Até me perguntei se valia mesmo a pena fazer isso tudo por causa de um simples grupo. Mas então eu lembrei de você, Inno e Hinna. - Daria uma pausa e olharia se ela teria entendido o que eu quis dizer. - Vocês me contaram as atrocidades que fizeram. O seu olho direito mesmo é um bom exemplo. - Falaria agora sem olhar para ela desta vez, já que ela mantinha o olho tampado, claramente não gostava de se lembrar daquilo. - E eu também não posso me esquecer do que fizeram com Marcela. - Sentiria um calafrio só de lembrar da cabeça dela na caixa. E descobrir que ela possivelmente era minha meia irmã só fazia tudo ser pior ainda. - Se você me perguntar o que eu acho de estar nessa ilha. Com certeza preferiria estar nos blues ainda, pescando com a minha família todos os dias. - Soltaria um sorriso curto rindo do próprio sonho impossível. - Mas isso não é possível por causa de piratas. Então eu não me importo realmente em estar aqui. Eu não quero que mais pessoas sofram sem motivo. Eu e principalmente Mona nunca queríamos ver alguém sofrendo sem motivo. Então alguém precisa parar aqueles piratas. - Já com um tom de voz mais decidido terminaria. - E este dever de pará-los cabe a nós marinheiros. - Se a mesma acabasse me perguntando quem era Mona, eu responderia em um tom de voz meio baixo, meu coração já tinha aceitado aquilo, mas ainda doeria falar disso. - Minha noiva... ou esposa. Se preferir falar assim, que foi morta durante o nosso casamento por um grupo pirata. - Isso já me traria memórias de quando eu nadei desesperado carregando-a até a margem da praia para só perceber que não adiantou de nada. Um calafrio passaria pela minha espinha só de pensar naquilo. - Esse inclusive foi o motivo para ter virado marinheiro... quero prender o grupo pirata que fez isso. Mas sei que não sou forte o suficiente. - Daria uma pausa. - Mas e você tenente? Como se sente agora tão próxima de acabar com esse grupo? Isso deve ajudar, não? - Perguntaria de maneira até insensível. Não sei exatamente se algo ajudaria. Eu esperava sentir-me mais confortável após prender os piratas, mas é algo que realmente não saberia dizer se ocorreria, ficava na esperança.

Quando a sopa estivesse servida, iria pegar um pote e tomaria a sopa sem me importar realmente com o gosto. Ainda estaria na vibe de “isso é para um bem maior” que provavelmente me anestesiaria por um bom tempo naquele momento. Quando fosse a hora, dormiria o mais rápido que eu pudesse, tentaria juntar algumas folhas e dormiria em cima delas, colocando a mochila de travesseiro, precisava descansar o máximo que eu conseguisse antes de ser o meu turno e infelizmente não era como se tivesse algo para realmente dormir ali de forma confortável. Mesmo com toda a preparação que havia feito, não havia pensado que realmente dormiríamos na floresta das aranhas.

Caso o agente, ou Yumi, ou a tenente Li, demonstrasse que estávamos em perigo e eu acordasse. Tentaria me levantar o mais rápido que podia e já tentaria me colocar em posição de luta da melhor forma que eu conseguisse. Preparado para o que quer que fosse possível de ver naquele momento. O que estava atacando? Estávamos lutando ou só arrumando as coisas para fugir como fosse possível?

Quando o agente me acordasse para começar o meu turno, iria me espreguiçar e indicaria com um dedo no pulso se o mesmo tinha algum relógio ali com ele para eu saber quando trocar de turno. Se ele não tivesse, seria um obstáculo a mais para lidar ali enquanto veria o tempo passar. Me aproximaria da fogueira e tentaria ficar de olhos bem abertos olhando para a minha volta. Aranhas são silenciosas, então apesar de tentar ficar atento a barulhos, sabia que não seria o meu principal meio de sobrevivência ali, mas podia dar uma mão. Talvez desse certo contra o escorpião gigante que com certeza não conseguiria chegar até ali sem fazer barulho. Veria se Gwen acordou comigo para me ajudar na vigília... e agora que pensei nisso nunca vi uma aranha dormindo, não sei nem como funciona. Elas dormem? Se encolhem? Bom, independente, tentaria ficar de olho em tudo que pudesse a minha volta. A qualquer sinal de presas ou patas aparecendo já me ergueria e me colocaria em sinal de luta, já falando em alto e bom tom. -Temos companhia. - Caso eu não tivesse um relógio comigo pois o agente não possuía um, iria de vez em quando contar até sessenta bem pausadamente. Para cada contagem riscaria o chão perto da fogueira. Ia ser uma medida imprecisa do tempo, mas já seria melhor do que simplesmente não saber quanto tempo de vigília eu tinha feito. No quinto risco faria na diagonal e cortaria os outros quatro. Assim saberia que precisava de vinte e quatro grupinhos para terminar a minha vigília. Seria um trabalho realmente entediante, mas o ponto era exatamente esse. Quanto mais entediado, mais mostrava que a noite estava passando tranquilamente e melhor os meus colegas poderiam dormir. Quando completasse os vinte quatro pacotinhos, iria até Yumi e o acordaria, pronto para que eu mesmo pudesse dormir.

Caso acordasse porque o turno da tenente havia terminado e ainda assim não havíamos sofrido nenhum ataque, agradeceria pela noite tranquila que tivemos e então poderíamos recomeçar. Iria beber um bom gole de água, agora precisávamos recomeçar a nossa jornada, apesar de antes ser necessário comer mais alguma coisa. Iria retirar um pão da mochila e comer, iria oferecer ele para meus colegas. Molharia ele na sopa se tivesse sobrado alguma de ontem, esquentaria ela antes é claro. - Bom... alguém tem alguma noção do caminho que viemos para tentarmos voltar para a trilha? - Perguntaria, não esperava que resposta fosse exatamente boa, se fosse lindo, perfeito. De qualquer forma, não é como se tivéssemos nos distanciado muito, foram alguns minutos correndo no meio de uma floresta, quanto que da para se distanciar desta forma? Tentaria subir numa árvore mais próxima se ninguém soubesse a direção... na verdade, quão altas eram as árvores desta floresta neste ponto em que estava? Tentaria chegar até o topo e tentaria ver se conseguia ver a trilha de árvores quebradas que o escorpião havia feito. Se conseguisse, indicaria a direção para os meus colegas e desceria da árvore pronto para partir.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptyTer 12 Mar 2019, 01:35


Calros? Você quis dizer escoteiro?

A conversa do garoto com a Tenente era algo interessante a resposta dele se fazia curiosa e ela parava pra ouvir atentamente até o momento que ele citava uma moça chamada Mona, onde ela perguntava quem era tal. -Entendo, mas quem era Mona uma amiga?- Questionava ela observando melhor a situação ela o ouvia e então comentava. -Meus pêsames, ela devia ser uma grande mulher.- Comentava com um olhar claramente triste ao não ter tido a sensibilidade de não se forçar a tocar no assunto, era algo que ela sentiu que não devia ter perguntado.

A garota então respirava fundo, enquanto ouvia o questionamento. Era uma pergunta difícil, que ela não podia ser completamente honesta na resposta, afinal, ela era uma das líderes ali, e dizer que se está a beira do colapso não é muito justo. -As coisas saíram do controle a muito muito tempo sabe? Eu tive um longo caminho pelos blues, e tudo que me aconteceu, foi aos poucos tirando o melhor de mim.- Ela respirava fundo quando terminava de falar e sentia que precisava de uma bebida alcoólica naquela hora. Mas ela sabia também que pelas vigílias isso não ia poder acontecer, não tão cedo.

Ela parava por alguns segundos mas retomava suas palavras para que a explicação fosse a continuar. -É… As coisas foram duras até aqui, não sei exatamente o que vai acontecer, apenas que darei a vida pelo esquadrão se assim for necessário. Eu acho que me alistei na marinha só por isso… Não deixar que as pessoas se machuquem, claro que a verdade é muito mais dura que isso. Mas é isso, acho que não temos muito o que fazer.- Ela encerrava com isso e preferia se calar, Noriko que estava ali por perto arrumando seu arco por agora, olhava com uma cara de certa reprovação. Provavelmente pela maneira que a mulher tratava aquilo com certa leviandade. Ela apenas desfocava por pequenos instantes e voltava ao que fazia.

Crow observava as estrelas que conseguia ver naquele lugar, eram poucas por entre as copas, ele segurava uma pequena tigela de sopa e assoprava ela enquanto comia, era uma das coisas que o fazia se sentir melhor. Naquela hora Ten Ten pegava sua sopa sentava por um tempo e comia. Calros fazia o mesmo e todos se alimentavam e iam dormir, inclusive o rapaz. Mas logo mais chegava seu turno, depois de umas horas de sono, Crow o chamava, ele precisava ir assumir seu posto e assim ele fazia. -Sua vez garoto, vai lá.- Falava o agente que se deitava pouco após isso. Calros tranquilo ficava ali de vigília, ele tinha muita atenção aos sons, principalmente por causa de piratas.

E tomava algumas precauções diferentes com as aranhas. Mas o que lhe aparecia era um humano, sozinho? Isso mesmo, um garoto de cabelos prateados que se aproximava de onde eles estavam.

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Ele esbanjava um sorriso no rosto e seu olhar apesar de tudo era pacífico, não parecia ameaçador, ele se aproximava falando com o marinheiro em tranquilidade. - Calma, eu só vi o fogo de vocês mais cedo e segui até aqui, estava perdido por a selva.- ele falava aquilo ainda sorridente e estendia a mão para Calros. Era aparentemente um homem sem nenhuma intenção mortal. -Prazer, pode me chamar de Tron.- ele não só se apresentava como estava sendo cordial? Seria mesmo um civil perdido na floresta? Tão longe de casa? O que ele fazia lá? Era engraçado ver essa possibilidade. Mas o garoto esbanjava uma aura calma e pacífica. Era decisão do marinheiro o que fazer depois disso tudo.

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 3 EmptyTer 12 Mar 2019, 23:04



Passando a noite
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Tenente Li me respondeu de forma meio evasiva, meio padrão marinha, não sei se gostei muito da resposta, mas também não sei dizer se estava esperando algo muito diferente. Mesmo assim algo na resposta dela não agradou Noriko, que ouvia a conversa. De qualquer forma, simplesmente jantei e fui dormir. E claro que algo ocorreu no meu turno. Um menino apareceu. Ele não parecia estranho. Mas convenhamos, ele podia ter a cara da Mona que eu iria estranhar naquela situação.

- Não tão fácil. - Diria sem estender minha mão para ele, porém já me levantaria e até me afastaria um pouco andando de costas. O mesmo poderia ter algum truque escondido. Odiava pensar nisso, sinceramente, mas não tinha como não suspeitar. A principal teoria é que Marcela morreu porque foi pega de surpresa, esses piratas podem ter qualquer aparência. Será que ele tinha algo em suas mãos? Alguma lâmina escondida em suas costas e só queria usar sua mão para me puxar? Começando pelo básico, eu não faço a mínima de como é a aparência de qualquer um dos piratas dos números, então qualquer um que não fosse do grupo era suspeito, principalmente na floresta. Ele poderia ser um deles, viu a confusão de mais cedo e queria matar a gente enquanto dormíamos. E fraco ele não deveria ser, para sobreviver tranquilamente andando por essa floresta, afinal não parecia machucado ou qualquer coisa do tipo. A situação dele parecia muito melhor que a minha até, podendo ser sorridente numa floresta dessas. - Eu sou Calros. - Falaria quando ele falasse o nome dele. - Você “se perdeu”? - Perguntaria num tom um pouco mais alto, minha esperança era que alguém ali acordasse e visse o que estava acontecendo. Se ele for um dos piratas, provavelmente não estaria sozinho e poderíamos estar sendo cercados naquele exato momento, seria melhor se eles acordassem como prevenção, além da decisão de confiar nele ou não poder partir muito mais de Crow que de mim. - E como exatamente você “se perdeu”? Já estamos adentro da mata por um bom tempo sabe. - Falaria ainda em um tom de voz mais alto. - E viu o fogo mais cedo e só veio para cá agora mesmo estando perdido? Meio suspeito, não acha? - Esperaria a resposta dele.

Se algum de meus companheiros acordassem durante a explicação dele ou durante qualquer fala minha. - Esse jovem aqui apareceu alegando estar perdido. - Diria. - Meio difícil de acreditar, não é? - Continuaria após a primeira reação da pessoa.

A qualquer momento se ele tentasse se aproximar mais de onde estávamos iria falar bem alto. - Paradinho aí mesmo! - Ficaria em posição de luta. Se ele continuasse avançando, iria esperar que ele ficasse a uns dois metros de mim antes de fazer qualquer coisa. Ver se o mesmo retiraria algum tipo de arma. Se ele avançasse em mim, tentaria pular para o lado direita e socaria seu rosto minha mão esquerda. Não queria machucá-lo muito, a situação era muito estranha, prendê-lo e conseguir informações seria mais interessante. Se ao tentar acertá-lo, o mesmo acabasse desviando do meu soco, iria recuar mais um pouco sabendo que não era um menino normal. Não que eu seja forte, mas inocentemente cair ali ele não caiu. Porém, caso ele simplesmente parasse seu avanço como havia falado. Iria me ver em uma encruzilhada, aquele menino seria algo realmente estranho. - Mas que maldita situação hein... uma aranha seria menos estresse. - Falaria, sem literalmente saber o que fazer. Então lembraria de algo que tinha em minha mochila. Iria, olhando para ele, tentar pegar a minha mochila e retiraria minha corda dela. - Se você é de confiança, vire-se. - Falaria, deixando claro que eu iria amarrá-lo. Se ele assim deixasse, iria me aproximar, aproveitando para verificar se ele possuía alguma arma escondida. Se não, daria umas voltas com a corda nele e o amarraria já fui pescador, imagino que saiba dar nós. Sinalizando para ele sentar-se amarrado, perguntaria. - Ok Tron. Como você se perdeu exatamente? - Se ele retirasse uma pistola e apontasse para mim a qualquer momento, iria parar e erguer as mãos. Qual era a chance de eu desviar de um tiro desta distância? - Ok. Você tem uma pistola. O que você deseja exatamente? Deve existir alguma coisa. - Perguntaria para o mesmo, onde ouviria o que ele teria a dizer sobre isso. Se ele apontasse para alguém que estava dormindo, se é que é possível alguém estar dormindo depois disso tudo, iria ficar preparado para pular na frente do tiro caso ele atirasse.


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