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 Rock das aranhas

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MensagemAssunto: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptySex 04 Jan 2019, 14:37

Relembrando a primeira mensagem :

Rock das aranhas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptyQua 06 Fev 2019, 21:09



Crab Island
Posts em aracne - 5/30
Consegui pegar o frasco no ar, o cheiro do mesmo não me lembrou nada específico. Após isso, poderia me concentrar em descobrir qual era o monstro. Bem, várias casas destruídas, claramente não poderia enfrentar o que quer que fosse. E não demorou para ver o que era. Ou melhor: eram. Duas aranhas gigantes, apesar de assustadoras é claro, não era necessariamente o que me assustava, já imaginava que chegariam a tamanhos absurdos. Mas havia também um caranguejo gigante, deve existir alguma fonte muito estranha nessa ilha que causa esse crescimento absurdo em animais e os dois poderiam estar brigando por isso... Só que a coisa estranha não acabava por ali. Além disso havia um homem touro e um... homem gosma? Gosma humana? Caramba grand line. O que diabos é isso tudo? Não tive tempo real de pensar no que era aquilo tudo. Não cheguei a ver ninguém precisando de ajuda. Mas vi os poucos conhecidos que chegaram comigo surgindo. Yumi gritou para eu correr atrás deles.

Bem, não tinha porque não ouvir esse aviso. Sairia correndo atrás de meus companheiros. Se precisassem de ajuda com o nosso navegador acabaria ajudando. O veneno ainda me afetava e eu sabia que precisava agir rápido quanto a isso ou só seria pior, mas não queria confiar por completo neles ainda.

Quando finalmente chegássemos onde quer que fosse que o agente estivesse correndo na frente, iria olhar para Yumi, ele era um médico legista apesar de não aparentar ter idade para isso. Não era a área dele, mas talvez já me ajudasse. - Yumi... eu fui atacado por um grupo aleatório na rua. Eles tinham um veneno verde derramado sobre suas lâminas. Consegui esse líquido, que torço para ser o antídoto... - Falando isso, iria lembrar que eu mesmo tinha dois antídotos de veneno de aranha comigo. Retiraria os mesmos de minha mochila e compararia com o que peguei do homem. Se o cheiro e a cor fossem a mesma, não hesitaria e acabaria por beber o antídoto que consegui do homem das adagas. Se não fossem, continuaria falando normal com Yumi. -Você pelo cheiro, ou algum outro experimento, saberia me dizer se é seguro beber isso? - Se ele me olhasse de forma meio estranha por causa de se lembrar do livro que eu tinha em minha mochila, apesar de não saber se ele realmente sabe que estou com isso na mochila. - Eu não teria tempo de olhar página por página do livro para descobrir se isso aqui é outro veneno ou não. Preciso me tratar rápido. Eu sinto o veneno atacando o meu corpo aos poucos. - Falaria até mesmo mostrando os cortes que sofri pelo meu corpo. - Se você conseguir descobrir algo deste antídoto, podemos até sintetizar mais, já que pelo visto tem um grupo que não gosta de marinheiros a solta por aí. - Se alguém ouvisse a minha história toda e acabasse pedindo mais detalhes. - Não tem muito o que falar. Eu estava andando na rua tranquilo, sem chamar atenção eu acho. E um homem e uma mulher me cercaram, ele com duas adagas e a mulher com um arco e flecha. As adagas dele estavam embebidas de veneno. - Iria explicando. - Ela parecia mais sensata e não via motivo para me atacar. Mas o homem estava com sangue nos olhos e me atacava de qualquer forma. - Continuaria. - E eu demorei a descobrir que era um homem e uma mulher, eles estavam com mantos e capuzes e por isso não vi o rosto deles. - Se me indagassem sobre eles serem do grupo dos Números. - Bom... eu sinceramente não sei. Se o que o número cinco disse for verdade. - Falaria já lembrando do discursinho fajuto dele no navio. - Então o número zero realmente sabe que estamos aqui e do que aconteceu, faria mais sentido eles não hesitarem me atacando e imagino que não seriam só dois e sim mais. Além de duvidar que um daqueles loucos fosse hesitar de me atacar igual a menina fez.

Se infelizmente Yumi não soubesse se era seguro ou não tomar aquilo, e o outro médico da marinha não estivesse por ali, iria respirar fundo por um instante pensando no que poderia fazer. Os antídotos eram diferentes, se é que o que eu tinha era um antídoto. Infelizmente o veneno iria me consumir aos poucos até a minha morte e isso eu não poderia, principalmente com o navegador machucado. Torceria pelo melhor e beberia o antídoto, torcendo para que ele guardasse pro caso de ser atingido pela própria lâmina. Não sentindo nada de ruim no momento. - E então Yumi, como posso te ajudar a tratar o nosso navegador. - Perguntaria já me aproximando do homem para ver o que ele tinha. - E o que vocês estavam fazendo exatamente? Para acabarem no meio daquela confusão? - Essa seria uma pergunta mais genérica, adoraria ouvir a resposta de qualquer um deles.

Se Yumi não soubesse, mas o médico estivesse por onde quer que nós tivéssemos corrido. Iria repetir o que havia contado, torcendo para que a resposta nesse caso fosse mais positiva. - Eu posso beber ele de uma vez? Ou acredita que precisará guardar para tentar fazer mais? - Seria um caso pior, não sei por quanto tempo poderia ficar a mercê do veneno desse cara. Se a resposta fosse negativa. Acabaria repetindo as mesmas ações e falas para o caso onde o médico não estivesse. No máximo modificando a fala para. - E então... - Não sabia o nome do médico, mas iria me aproximando do navegador. - Como posso ajudar a trata-lo?

Após o tratamento do navegador, pediria para que eu mesmo fosse tratado um pouco. - Poderia me ajudar? - Falaria tanto para Yumi, quanto para o médico. - Ainda não consigo me tratar. - Diria olhando para os cortes que recebi, era necessário que eles fossem limpos e que a minha pele fosse costurada... pelo menos imagino que só isso. Eu já tinha uma noção, mas não confiava em minhas mãos o suficiente para executar aquilo ainda. Se eles falassem que não era possível para eles fazerem aquilo no momento e nem por um bom tempo, eu acabaria tentando fazer aquilo por conta própria. Olharia se havia um kit médico onde quer que estivéssemos e se tivesse tentaria limpar a ferida em volta do corte de minha barriga. Eu só possuía noção do que fazer se alguém estivesse morrendo em minha frente e como funcionava o corpo humano... consigo imaginar que preciso costurar a minha pele, a famosa sutura... iria respirar fundo por um instante, retiraria a minha corda da mochila e morderia a mesma. Ok... pegaria a linha de costura médica e a agulha médica e começaria. Iria cruzando a linha em formato de X, tentando não reclamar da dor. Não sei se era a forma correta e sinceramente agora eu até conseguia me imaginar aprendendo a costurar e aprendendo a fazer suturas. Os dois entraram na lista de prioridades em minha mente a cada fisgada que sentisse na pele por causa da agulha. Quando eu acabasse, iria olhar quão porco o serviço ficou. Esperava que não tivesse ficado muito ruim, acabaria colocando um esparadrapo por cima disso. Ainda teria o corte do braço. Sinceramente não conseguia me ver suturando porcamente um braço só usando uma mão. Iria simplesmente colocar um esparadrapo, esse braço teria que ficar para quando os outros médicos ficassem livres para cuidar de mim. E existia a chance de não termos um kit médico por ali e esse ser o motivo até do porquê de eles (ou dele, se só Yumi estivesse por ali) não poderem cuidar de mim. Nesse caso seria mais interessante. Veria se os meus cortes estavam sangrando muito. Se estivessem, teria que diminuir como pudesse, no braço poderia simplesmente rasgar um pouco da camisa para amarrar no machucado. Mas com a barriga era mais complexo. Provavelmente mesmo com a camisa toda amarrada ainda seria meio fraco o nó e acabaria se soltando, então só faria isso se o sangramento fosse fraco, assim mesmo com o nó se desfazendo com o tempo já seria o suficiente. Se o sangramento fosse forte, pegaria a poronga, tinha que ter uma forma de ligar a mesma, meu plano ali era que queimar o ferimento para parar de sangrar muito.

Com tudo isso feito, viraria para o agente Crow. - Senhor. - Falar isso para um ser diminuto era meio estranho. - Qual é o nosso próximo passo? Tentar descobrir onde os números estão? Descobrir quem me atacou? Ou já partiremos em busca do tesouro? - Indagaria, e se ele perguntasse porque não sugeri continuar procurando por capangas para irmos até o tesouro. - Não acho que conseguiremos achar aliados na ilha após aquela destruição em massa que ocorreu na cidade. Provavelmente o povo só vai continuar fugindo e não vão querer ir para o meio da floresta onde aranhas daquele tamanho podem ser normais. - Diria, apesar de até mesmo duvidar um pouco disso, aquele tamanho era muito acima do normal, não deveria haver muitas delas.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptyQua 06 Fev 2019, 22:15

Calros não hesitou ao ver o grupo com o qual chegou e saiu correndo junto deles, seguindo o fluxo da população. No fim, finalmente pararam e perceberam que a luta e destruição que acontecia naquele momento estava confinada ao porto e a suas redondezas. Respirando pesadamente o grupo recuperava o folego.

- O que aconteceu para estar ferido dessa forma? – Questionou Yumi ao notar o sangue fresco nas roupas e no braço de Calros, e escutando como ele havia sido atacado e acreditava estar envenenado. Cheirando o frasco que o ruivo lhe passara, o rapaz deu de ombros. – Sinto muito, toxicologia não é minha especialidade, talvez valha a pena tomar um dos antídotos pegos no barco.

Ao ouvir isso Lazo comparava os antídotos e ao não conseguir perceber nenhuma diferença, se arriscava e ingeria o antídoto que havia recebido do assassino. Felizmente nenhum efeito negativo aparecia. – Como eram as pessoas que o atacaram? Como aconteceu? – Questionava a Tenente Li estando um pouco melhor agora que estava longe dos monstros.

Todos ouviam ao relato do ruivo e era Crow quem jogava alguma luz na situação. – Sim, eles provavelmente são locais contratados para deter qualquer marinheiro que conseguisse escapar da emboscada anterior. Se não fosse por essa confusão toda, temo que todos teríamos sido atacados.

As palavras do homem faziam com que o clima ficasse ainda mais pesado, com os outros pensativos e até mesmo temerosos frente a capacidade do grupo que estavam atrás. Era Calros quem quebrava o silencio perguntando a Yumi como poderia ajudar ao navegador que aparentava estar ferido.

- Preciso que o segure firme no lugar. Preciso acertar a perna dele. –
O problema do navegador, além de estar inconsciente, era em sua perna esquerda, onde um osso parecia ter saído da posição, e com o auxílio de Calros os dois colocavam no lugar. – A perna vai precisar ser imobilizada por algum tempo e continuar avançando está fora de questão para ele. Felizmente a pancada que recebeu na cabeça apenas o deixou inconsciente e não há nenhum risco a sua vida. – Anunciou.

Em seguida foi a vez do ruivo, e com movimentos praticados Yumi limpou as feridas e realizou os primeiros socorros. - Agora o que deveríamos fazer? – Perguntou ele para a tenente, mas ela apenas olhou para o agente sem responder. Calros vendo a situação também questionava ao homem misterioso que era o líder daquela missão que já parecia ter falhado.

Suspirando e demonstrando cansaço pela primeira ver desde que o viram, ele olhava para além da cidade, para a floresta enquanto respondia. – Aquelas duas aranhas que viram devem ser a Aranha Mãe e a Sphira, não sei o porque estavam lutando juntas contra aquele ser dos mares, mas isso significa que a criatura mais poderosa da floresta está ocupada e longe dela. – Pausando e pegando um mapa de sua mochila ele o abria e se virava para o grupo. – O plano era usar as defesas naturais do local para desgastar os números e segui-los para que no momento final os capturássemos. Infelizmente nossos números foram reduzidos a esse ponto, e concordo. Ninguém irá querer nos seguir após esses eventos.

Mais alguns segundos de silencio antes de continuar. – Mas nós temos de prosseguir e impedir que peguem o tesouro. Não importa o que! Yumi, acorde o Navegador, ele terá de ficar aqui e tentará buscar uma forma de entrar em contato com a marinha para contar a situação. O resto de nós seguiremos em frente.

Uma tripulação inicial com mais de vinte pessoas, e apenas um navio dentre outros. Aquela operação havia sido grande, mas no fim, eles haviam sido reduzidos aquele pequeno grupo de quatro pessoas. Um agente, uma tenente e dois marinheiros de baixa patente. Ao menos os números haviam sido fortemente danificados e não deveriam restar muitos dentre os seus. Mas será que apenas os quatro seriam suficientes para dete-los?

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptyQua 06 Fev 2019, 23:42



Partiu floresta
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Corremos muito e assim acabei notando algumas coisas importantes, a luta foi no porto. Ajudei Yumi a tratar do navegador, fui tratado, bebi o antídoto por ser muito parecido com o próprio antídoto que eu tinha, contei tudo que havia acontecido comigo nos últimos momentos, isso tudo ia me dando tempo para ir pensando em alguns detalhes que antes me passavam desapercebidos. Isso ainda aliado as palavras finais de Crow me ajudaram a ter algumas conclusões, a primeira era, que apesar de não saber como, o número zero realmente sabia que estávamos na ilha. O agente havia retirado um mapa, olharia bem o mapa. Existia alguma rota inicial? Alguma trilha? Iríamos atravessar a ilha toda?

- Imagino que o navio foi atacado por causa dessa luta. Talvez até mesmo destruído? - Indaguei para ninguém ali em específico. - Não teria porque ele buscar uma forma, com certeza o navio tinha algum den den mushi ou algo do tipo que faria contato com a marinha. - Continuaria. - O tenente e os outros estão vivos e escondidos? Ou nem isso nós sabemos? - Havia pelo menos o médico e o número cinco com o tenente Elrick. Estava um pouco temeroso do médico morrer sem que soubesse o nome dele, mas perguntar o nome dele ali me parecia meio errado agora. O número cinco não me importava muito, mas era sempre bom pensar que poderíamos usar ele como moeda de troca contra os números. Isso se eles se importassem nesse nível um com os outros. Não havia muita coisa que eu realmente pudesse fazer sobre isso. Iríamos ainda além disso adentrar na floresta. Porém, antes disso acabei pensando em outra coisa. - Enquanto Yumi faz isso... será que tem algum local por aqui com carne? - Indagaria olhando os arredores. - Eu queria tentar domesticar uma aranha dessas menores, insetos não bastariam para esses aracnídeos. Acho que um deles poderia ajudar bastante. - Agora que estava mais relaxado após a correria acabei pensando nisso. Não queria usar o meu próprio lanche para isso e acho que seria ótimo domar uma. Animais tem um sexto sentido para o perigo geralmente, isso realmente poderia ajudar.

Se não houvesse nenhum tipo de açougue por ali ou a famosa estalagem que tinham comentado antes, só aceitaria, afinal, não poderia andar pela cidade a bel prazer. Acabaria sendo atacado novamente se fizesse isso.
Porém, se houvesse um açougue, iria entrar e olhar se havia alguém por ali, talvez o dono tivesse fugido por causa da confusão. Se fosse o caso dele ter fugido. Eu iria ver se tinha alguma carne disponível, seja peixe ou carne vermelha, veria se tinha uma tabela com preços e tentaria pagar o preço da carne, levaria mais ou menos um quilograma de carne. Queria uma aranha de uns quarenta ou cinquenta centímetros. Isso com certeza era mais que o suficiente para ela ir petiscando e para um tempo depois. Se não tivesse uma tabela, eu levaria uns dois ou três peixes que eu reconheceria e deixaria um dinheiro apropriado para eles com base no que eu conhecia lembrando que eu era pescador eu provavelmente saberia o preço deles. Se houvesse um açougueiro por ali, logo falaria. - Olá... que dia estranho, não? - Falaria puxando um papo amigável, mas nada que esperasse alguma resposta profunda. - Eu vou fazer um pedido meio estranho. Quero tentar domar uma aranha e gostaria de saber que tipo de carne as desta ilha gostam mais. Vou levar um quilo deste tipo. - Ele me entregando e eu o pagando, agradeceria. - Obrigado e cuidado com aquela luta maluca que está ocorrendo. - Diria saindo. Se no açougue houvesse mais pessoas acabaria ficando atenta a ataques, mas não imagino que alguém por ali realmente fosse me atacar. Se fosse atacado tentaria desviar com um passo largo e abaixado ao mesmo tempo em direção a porta, mas sem sair de imediato, no meio do caminho já começaria a falar as mesmas coisas que falaria citado mais abaixo.

Se não houvesse um açougue, mas eu estivesse por perto da estalagem. Iria respirar fundo antes de fazer isso. - Agente Crow, aquela ali deve ser a estalagem que me falaram antes. Podemos achar capangas. - E continuaria minha linha de raciocínio ao lembrar do que ele havia me falado a pouco. - Se você acha que os números contrataram o povo. Pode ser que acabemos descobrindo até um pouco mais sobre os números aqui na ilha. Afinal, existe uma grande chance de alguém lá dentro ter sido contratado. - Se ele fosse contra a ideia por não confiar neles. - Não falo para confiarmos neles e contratá-los, mas pelo menos conseguir alguma informação. Daria pra tirar algo mesmo de uma mentira. - Sugeriria para ele. Quase como uma aposta. Mas era uma aposta que eu estava disposto a fazer mesmo que ele não, porque ainda queria entrar pra tentar comprar uma carne. - A mulher de mais cedo não parecia tão à vontade me atacando, poderia ser fácil de convencer a mesma a trair os números com a informação. Ou alguém que também não ache tão certo. - Diria tentando convencê-lo. Assim, acabaria indo sozinho ou acompanhado para a taverna. Ao entrar já registraria quantos estavam por ali. Se houvesse a presença do povo de capuz, eu já mostraria para o agente se ele estivesse comigo. E iria até eles perguntando de forma direta. - Que tal vocês falarem o que sabem sobre os números? - Eu odiava demais tratar de negócios com o povo para ir devagar nesse tipo de coisa. - Seja lá quanto for, acho melhor não se preocuparem mais com isso e nos contarem o que sabem. - Se não houvesse e não houvesse muita gente por ali. Iria direto para algum balcão e perguntaria. - Olá, tem carne aqui? - Independente da estranheza que a pessoa demonstrasse por causa da pergunta, simplesmente falaria novamente. - Sim carne. Preciso de um quilo mais ou menos. - Recebendo o produto, perguntaria quanto era e pagaria, podendo sair em sequência. Só de entrar, se eu não visse o povo de capuz, mas visse outras pessoas, não ficaria de guarda baixa. Não sabia qual era o rosto daquele povo que me atacara. Para qualquer sinal de ataque, tentaria me esquivar rolando para baixo da mesa mais próxima, erguendo-me tentaria empurra-las para simplesmente derruba-las na direção do povo que me atacara.

Caso fosse atacado e conseguisse esquivar, em qualquer um dos dois locais, diria. - Desculpe te informar, mas os números não vão te pagar por me matarem. - Mentiria. - E eu tenho o poder de fazer a sua cabeça não ser mais procurada. - Continuaria. - Tem certeza que é isso que deseja fazer? - Concluiria. Se a pessoa parasse de me atacar, não mostraria qualquer tipo de ofensiva. - O que pode me contar dos números que estão nesta ilha? - Perguntaria. - Sei que aqui estão o número zero, oito e dez provavelmente estão aqui, mas não sei como eles são em específico. - Diria já demonstrando que não adiantaria a pessoa mentir sobre alguns fatos.

Se a pessoa desistisse e me contasse a informação. - Bom. Agora torça pra gente vencer por completo. - Diria sorrindo. - Ou venha comigo e receba seu prêmio depois de vencermos. - Falaria. Porém, caso a pessoa simplesmente não aceitasse isso tudo e me atacasse novamente. Iria tentar sair caso estivesse no açougue e fecharia a porta em seguida, já ficaria do lado de fora perto da porta pronto para acertar a pessoa caso ela saísse. Tentaria acertar um direto no meio do nariz da pessoa. Na estalagem, caso ela não aceitasse me passar a informação e me atacasse novamente, iria tentar no meio do caminho dela, chutar uma das cadeiras da estalagem em sua direção. Se a pessoa assim fosse distraída, iria tentar acertar um cruzado com o meu braço que não havia sido cortado antes no ponto mais baixo da bochecha da pessoa, de forma que a mandíbula dela fosse forçada para o lado com muito mais força que a parte superior da boca, tentando literalmente quebrar a boca dele com o movimento se possível. Aquelas lutas constantes estavam cansando.

Independente de conseguir a carne e a informação, só sobrava agora a opção de ir para a floresta. - Tudo bem que você tinha um mapa, mas onde nós estávamos nele exatamente? Afinal, só entrar na mata não vai dar certo, precisamos partir de algum ponto inicial e na direção certa. - Falei e olharia para o céu, se houvesse uma trilha falaria. - Da para usar o sol como indicativo de oeste e leste, mas lá no mato duvido que consigamos. Então é melhor chegarmos na trilha antes de entrar na floresta. - Se não houvesse uma trilha diria. - Como não existirá indicativo de direção após entrarmos no meio do mato. Acho melhor tentarmos chegar em algum ponto pela costa que em linha reta seria mais rápido até o objetivo final. - Diria, não sabia qual era a opção que Crow escolheria. Ele estava no comando ali e depois era a tenente, então só podia fazer sugestões leves da situação expondo o que pensava.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptyQua 13 Fev 2019, 20:45


- Sim, tudo ocorreu de forma muito rápida. Aquele monstro apareceu e rapidamente uma luta começou. O doutor e o Tenente Elrick ainda estavam no navio quando esse foi destruído como dano colateral. Não vejo como possam ter sobrevivido. – Quem respondia era Tenente Li com uma voz tristonha. Ela mal podia acreditar que tudo isso estava acontecendo. – O Número 5 também estava com eles.

Ouvindo a pergunta do ruivo sobre carne, ela respondia com um olhar quase vazio no rosto – Creio que sim, mas duvido que ainda esteja aberto. Pode valer a pena ir olhar antes de partirmos.

Assim como mencionado por ela, devido a situação não havia um açogue ali nas redondezas que pudesse ser encontrado, e ao longe a batalha continuava, ainda que contida a região do porto e arredores. Seria loucura retornar lá e o marinheiro sabia disso. Felizmente a estalagem que lhe indicaram estava fora dessa zona e após avisar ao Agente que talvez houvessem capangas lá e receber um sinal positivo de – Vá. – do homem, Calros partia sozinho e ao adentra-la logo via cerca de quinze pessoas sentadas em várias mesas e uma delas, sentada sozinha em uma mesa, era uma bela mulher ruiva que tomava um caneco de cerveja. Mas o que chamava a atenção do rapaz era o arco que estava apoiado contra a parede ao lado dela. Era um arco escuro e idêntico ao da pessoa que lhe atacara previamente.

Se aproximando da mulher ele logo a questionava e ela parecendo surpresa apenas o perguntava – Desculpa, mas quem é você? Te conheço? – e ao vê-lo persistir ela completava – Cara, realmente não sei do que cê ta falando e tu ta começando a me incomodar.

No entanto o marinheiro não desistia, e era apenas quando ele mencionava que poderia remover qualquer valor sobre a cabeça dela, que um traço de interesse parecia passar pelos olhos da mulher. Ouvindo as perguntas incessantes do rapaz, ela finalmente suspirava enquanto pegava o arco. – Sigh, eu realmente não sei nada sobre números. Mas se quer saber, existe um submundo aqui em Aracne e a cabeça de qualquer marinheiro e agente foi posta a prêmio durante essa semana, talvez por esses tais Números que você disse. Nesse momento sua cabeça vermelha vale tanto quanto a minha, apenas para pessoas diferentes.

Ela estava sendo sincera, e finalizando o copo se levantou – Agora me conte mais sobre como o prêmio sobre a minha pode ser retirado. – No momento em que ela falava isso, um prato de comida com arroz legumes e bife chegava e ela parecia surpresa – Ah é, pedi almoço. – E voltava a se sentar, comendo rapidamente. Pelo visto talvez fosse verdade que inicialmente ela não se lembrava quem o ruivo era. Seu nome era Noriko, também conhecida como a Esquecida.

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Última edição por Wild Ragnar em Qua 13 Fev 2019, 23:56, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptyQua 13 Fev 2019, 23:11



Prêmio pela minha cabeça
Posts em aracne - 7/30
Bem, eu recebi autorização do agente para ir até a estalagem. Ela estava bem cheia, não sei se isso era um bom sinal ou não, mas de qualquer forma, uma ruiva que me chamou a atenção. Não por causa dela em si, mas por causa do arco dela, idêntico, ou pelo menos muito parecido com o da arqueira que me atacara mais cedo. Indo até ela, vi a mesma se esquivando um pouco de minhas perguntas no começo, porém, ela acabou falando que o submundo da ilha tinha colocado prêmio pela cabeça de todos os marinheiros e agentes. Bem... eu nem conseguia acreditar que uma cidade tão pequena tinha submundo, mas fazer o quê. Imagino que isso possa ser até normal numa ilha dessas. Deve ser relativamente fácil construir uma base de operações secretas na floresta, principalmente por não existir um quartel general da marinha. Mais um motivo para eu tentar fazer um no futuro. E conseguia imaginar menos ainda que a minha cabeça possuía uma recompensa. Essa ideia me perturbava só de imaginar alguém olhando para a minha roupa e querendo me matar por isso. Será que trocar de roupa seria uma boa alternativa? Pelo menos o povo não pensaria que eu era da marinha mais.

De qualquer forma, quando a moça pediu mais informações sobre eu poder retirar a recompensa sobre a sua cabeça, o almoço dela chegou. Apesar de querer continuar a conversar com ela, não perderia a chance e falaria com a garçonete ou com o garçom que trouxe a comida. - Com licença, pode me trazer um quilo de carne crua por favor? - Não poderia me esquecer disso. Quando o mesmo saísse eu me voltaria para a ruiva novamente, sem me sentar, não saberia se outro ali poderia me atacar, ela poderia estar só me distraindo. - Bem, eu estou a serviço de um agente chamado Crown. Ele tem certeza que os números são mais perigosos que qualquer um de vocês procurados na ilha. - Falaria, apesar de não ter certeza que o agente tinha combinado realmente algo, só conseguia supor. - Então ele combinou com seus superiores de os que ajudarem serem inocentados de seus crimes antigos. Trabalho comunitário, se quiser dar um nome para isso senhori... - Quando eu fosse concluir a frase perceberia que não sabia o nome dela. - Bem, vamos começar do começo então. Qual é o seu nome? - Quando ela respondesse e obviamente se ela respondesse. - Bem, eu sou Calros Lazo, pode me chamar por qualquer um dos dois nomes. - Daria uma pausa para ver se ela entendeu meu nome certinho. - Primeiro nome dela , se quiser vir comigo depois de comer, podemos limpar seu nome. Só precisamos sobreviver. No pior caso você poderia pegar os nossos corpos se falharmos e pegar a recompensa com o tal submundo. - Diria de maneira meio simples, na minha cabeça não passava a ideia de que falharia... meio que não tinha porque pensar nesse tipo de situação. Quando a carne crua chegasse eu pagaria a pessoa. Caso a arqueira aceitasse vir comigo, viraria para todos por ali. - Ninguém mais está interessado? - Caso alguém demonstrasse interesse, eu simplesmente falaria. - Ótimo! E qual seu nome?

Agora que eu sabia que tínhamos a cabeça a prêmio, acho que seria uma boa eu avisar os outros e todos trocarem de roupa se possível, para não chamarmos mais atenção onde quer que fossemos. Olharia a minha volta se algum homem ali era do meu tamanho. Se sim, eu iria até a pessoa. - Olá, com licença. Mas eu gostaria que fizéssemos uma troca. - Falaria de forma bem rápida. - As minhas roupas pelas suas. Você poderia usar a minha roupa depois que os marinheiros fossem embora para se aproveitar por aí de alguma forma. - Sentia certo nojo de pensar nisso. Mas realmente conseguia imaginar alguém se aproveitando da “autoridade” que uma roupa de marinheiro dava para fazer o que quisesse. Se ele me perguntasse porque queria fazer essa troca. - Não ouviu a menina falando? - Diria apontando para a ruiva na outra mesa. - Marinheiros estão sendo caçados, por isso que falei também, pra você usar só depois que saíssemos daqui. - Se a pessoa aceitasse a troca, olharia a minha volta, procurando por um banheiro. - Bom... vamos para lá... - Por mais estranho que pudesse ser para dois homens entrarem no mesmo banheiro, torceria para que fosse algum com mais de um box. Onde indicaria para ele entrar em um do lado ao meu e trocaríamos cada parte da roupa sem rolar algum tipo de constrangimento. Caso o banheiro fosse de um único cômodo e no meio da troca o homem aproveitasse para me atacar, afinal, ele poderia ser um dos que quer a minha cabeça. Iria tentar me esquivar se não estivesse com as calças no meio de minha canela, de forma que eu fosse em direção a porta. Não queria sair, queria na verdade bloquear a saída do homem. Iria então tentar soca-lo com um cruzado no queixo, a mão usada seria a oposta à da pia, pois eu queria que o homem fosse na direção da pia se eu o acertasse. Caso isso ocorresse, iria tentar afundar a cara dele na pia e abriria a torneira, ele começando a engolir água, iria retirar a cabeça dele de lá, não queria mata-lo, longe disso, só queria assusta-lo. - E então. - Começaria quando o homem estivesse engasgando com a água e tentando retomar o folego. - Você sabe quem está oferecendo essa recompensa pela minha cabeça e a dos demais? - Se ele respondesse, eu sorriria. - Obrigado. - E daria um daqueles golpes legais que fazia a pessoa desmaiar, se conseguiria era outra história. Se conseguisse, pegaria a roupa dele e a minha roupa mesmo, deixando-o lá só com as roupas de baixo, colocaria minha roupa de marinheiro na mochila e sairia fechando a porta atrás de mim. Se eu estivesse com as calças no meio das canelas e por isso não conseguisse me esquivar. Iria aceitar o golpe se ele fosse no corpo e ao mesmo tempo tentaria segurar a mão dele. Se conseguisse, tentaria torcer o seu braço e depois tentaria empurrar a cabeça dele com força na direção da pia para que ele batesse a testa com toda a força na mesma. Se o homem antes mesmo de entrar no banheiro não quisesse por saber que poderia ser caçado com a roupa de marinheiro, perguntaria. - Bom, e quanto quer por essa sua roupa?

Caso eu fosse atacado no bar por qualquer pessoa. Executaria o mesmo movimento que tinha planejado anteriormente, tentaria me agachar de forma rápido para baixo da mesa mais próxima e então tentaria empurrar a mesma na direção da pessoa que me atacara.

Caso tudo fosse bem, quer eu troque de roupa ou não, iria sair da estalagem e iria na direção dos meus colegas, com ou sem novos aliados. Ao me aproximar deles o suficiente, iria falar. - Uma mulher lá dentro me falou que nossa cabeça está a prêmio no submundo da ilha, mas não tem certeza se isso é obra dos números ou não. - Diria, antes mesmo deles perguntarem caso eu estivesse com alguma outra roupa. - Como não sabia se poderíamos ser atacados ou não mesmo após tudo que envolvesse os números, achei melhor trocar de roupa, já que os números são a nossa prioridade e que eu sinceramente não sei como vamos estar a acabar tudo. - Se me perguntassem sobre a menina, isso é, se ela me acompanhasse. - Bem, ela se chama nome completo dela , não sei qual crime ela cometeu ou qual é a recompensa pela cabeça dela, mas ela parecia bem interessada em ter a recompensa por sua cabeça retirada. - Explicaria. Caso mais pessoas tivessem vindo comigo, iria apresentar um por um.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptySab 16 Fev 2019, 06:40

Calros ao ver o prato sendo entregue e a carne nele, logo tirava proveito para pedir por carne crua pensando em tentar domar alguma aranha quando pudesse. O pedido era recebido com certa estranheza pela garçonete e ela saía murmurando – Só da estranho nessa cidade. – Apesar de ter aceitado e sinalizado que já já traria o pedido.

O ruivo por sua vez começava a explicar a situação para a ruiva a sua frente que enfiava uma garfada de comida atrás da outra na boca mal mastigando o alimento. Ele percebia que não sabia o nome da mulher e ao deixar as palavras no ar, ela respondia com a boca cheia ainda – Noriko.

Ela escutava mais sobre o assunto e apenas comentava – Pra você tá falando assim, devem estar pretendendo entrar na selva das aranhas. Enquanto a zona periférica ainda é... viável, se tentarem ir mais para o centro até a cidadela, vão morrer. Parece que esse agente seu sabe melhor das coisas, então vou com você conversar com ele e tentar negociar.

Vendo que a mulher aceitara a proposta, ao menos em parte, o ruivo ainda tentava arranjar mais pessoas e até mesmo trocar de roupas. Infelizmente ambas empreitadas falhavam. A primeiro, nem mesmo resposta ele recebia além de alguns comentários desdenhosos de quem havia escutado o suficiente da conversa. Já a segunda o homem que ele aproximava apenas dizia – Ta louco? Se manda! – com um tom agressivo e nem um pouco respeitoso.

Assim, após receber a carne crua e deixar a conta para a mulher que notava isso mas não comentava, os dois voltavam para o grupo que já estava pronto para partir apresentando Noriko e falando tanto sobre sua situação quanto da deles e o fato de estarem sendo caçados.

- Enquanto é uma boa ideia, não temos mais tempo. Temo que não conseguiremos alcança-los se enrolarmos mais aqui. Além do mais, entraremos na floresta, uma vez lá qualquer um que encontremos será considerado um inimigo. Lembrem-se disso – Dizia Crow sobre a ideia de trocarem de roupa, e a seguir voltava sua atenção para Noriko. Ambos conversavam e Calros presenciava uma negociação que consistia basicamente em: ela aceitaria entrar com eles na floresta e ir até metade do caminho traçado no mapa se erguessem a recompensa dela. Crow insistia que ela seguisse até o fim. Ela dizia que apenas se recebesse o documento assinado com os termos do acordo antes de partirem. Crow dizia que só depois. Ela dizia que antes ou ela recuaria. Ele que poderia assinar, mas ficaria em posse do documento até que ela cumprisse a parte dela.

O documento em questão era um “perdão” devido serviços prestados que o governo estaria disposto a oferecer para aqueles que estivessem dispostos a se endireitar e servir ao Governo novamente no futuro. Assim, após cinco minutos de discussão e ambos assinarem o documento, o agente o guardava e falava – Bom, não temos mais tempo a perder. Temos que partir. – Seguindo a seguir em direção a floresta. A caçada continuaria, mas quem era a verdadeira presa e quem era o predador naquele jogo de gato, rato, e aranhas?

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptyDom 17 Fev 2019, 01:15



Entrando na floresta
Posts em aracne - 8/30
Não consegui nada de impressionante além de me passar por um completo maluco na estalagem. Sinceramente, não sei nem se culpava eles. Eu não sei se estou raciocinando direito depois de ter entrado na Grand Line, só aconteceu desgraça depois de vir para ela. De qualquer forma, só a ruiva quis vir comigo, o nome dela é Noriko... me pergunto o que exatamente ela fez de tão ruim para aceitar esse trato que não me pareceu exatamente bom para ela. Só de imaginar aquelas aranhas gigantescas que poderiam ter na floresta, o normal seria ficar de boa. Bem, não cabia a mim perguntar, eu estava indo até lá para “receber” menos do que ela. Não consegui nenhuma troca de roupa, o que só mostrava quão doido eu estava? Não sei, o homem reagiu de forma que eu fosse realmente lunático.

De qualquer forma, eu sai da estalagem guardando a minha carne na mochila e indo até os meus companheiros. A Noriko conversou com o agente Crow e assim chegaram num acordo, ainda bem que não cabia minha pessoa fazer isso. Ambos foram argumentando e só sentia o tédio e a raiva por toda aquela enrolação ia aumentando. Quando eles finalmente acabassem e o agente falasse que tínhamos que partir, iria pular de entusiasmo para partir. Eu não tinha um senso real de direção para poder guiar o povo, esperaria ver se alguém ali iria se oferecer como guia. Talvez o próprio Crow iria nos colocar em alguma ordem específica. Independente disso, era bom ter uma noção de como faríamos pelo mapa que Crow havia nos mostrado antes. Iria perguntar para o mesmo. - Senhor, você tinha um mapa, mas onde nós estávamos nele exatamente? Afinal, só entrar na mata não vai dar certo, precisamos partir de algum ponto inicial e na direção certa. - Falaria e olharia para o céu, se houvesse uma trilha falaria. - Da para usar o sol como indicativo de oeste e leste, mas lá no mato duvido que consigamos. Então é melhor chegarmos na trilha antes de entrar na floresta. - Se não houvesse uma trilha diria. - Como não existirá indicativo de direção após entrarmos no meio do mato. Acho melhor tentarmos chegar em algum ponto pela costa que em linha reta seria mais rápido até o objetivo final. - Diria, não sabia qual era a opção que Crow escolheria. Ele estava no comando ali e depois era a tenente, então só podia fazer sugestões leves da situação expondo o que pensava. Guardaria meu tapa-olho na mochila, não precisava me preocupar com ele de forma alguma durante essa missão.

Caso houvesse uma trilha e pudéssemos ir por ela, iria andando calmamente com o povo até lá, sempre prestando atenção em algum ser encapuzado que poderia surgir do além, a partir dela iria me preocupar com o que estava a nossa frente e era mais perigoso. Caso não houvesse. Iria ver se o agente aceitou o que eu havia sugerido e assim acabaríamos andando até algum ponto pela praia, nesse caso iria prestar atenção até mesmo em navios que poderiam haver por perto, para ver se algum deles era dos números. Sendo isso possível, iria perguntar para o agente. - Não vamos aproveitar a oportunidade para enfraquecer a forma deles de fuga? - Ele concordando iria analisar o navio, era possível ver algum pirata por ali? Ele estava encostando na areia? Seria fácil subir nele por alguma corda ou prancha?

Na própria floresta em si, caso nada nos parasse no meio do caminho, iria ficar com olhos bem atentos aos meus arredores como um todo. Aranhas e pessoas poderiam surgir do nada neste local. Ficaria de olho também em alguns movimentos da ruiva, não dá para confiar nela plenamente. Caso eu visse alguma aranha próxima do tamanho que eu queria. Algo próximo dos quarenta/cinquenta centímetros imaginando a aranha como um quadrado enquanto olho de cima. Eu conseguia imaginar uma aranha dessas no meu ombro e por isso esse tamanho me parecia legal. Seria aterrorizante para a maioria das pessoas aquilo. Provavelmente eu nunca mais teria que negociar com alguém se ela andasse no meu ombro. As pessoas evitariam conversar comigo também, mas era um preço a se pagar por isso. Caso eu visse uma nessas condições, pararia e falaria com o povo. - Povo, esperem eu tentar domar essa aranha por favor. - Não acho que o agente seria contra, sendo que ele havia me dado a chance de ir comprar a carne, mas talvez dependendo de onde estivéssemos o mesmo iria querer continuar a andar normalmente.

Caso no caminho para a floresta, ou já na mesma, ou em um possível navio dos números, eu tivesse que acabar lutando com algum tipo de emboscada, iria me concentrar em lutar principalmente próximo do Yumi. Ele era o único médico ali e precisava ser protegido caso algo ruim pudesse lhe ocorrer. Enquanto não visse algo ruim ocorrendo com o mesmo, não iria me preocupar exatamente e assim me concentraria no inimigo mais próximo. Onde tentaria sempre me esquivar curvando meu corpo diagonalmente de forma que levasse o atacante para a direção contrária de Yumi.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptyQui 21 Fev 2019, 14:59

Bem Vindo a Selva

O Jovem rapaz de nome curioso, tinha deixado a estalagem guardando sua carne, ainda um pouco pensativo sobre como uma troca de roupas poderia ser assim tão estranha. De todo modo, era melhor apenas esquecer e seguir em frente, quando se está em uma ilha com aranhas gigantes nada precisa fazer sentido. Lagos podem ser muito fundos por exemplo, de uma maneira especial… Independente disso ao encontrar Crow, ele passava o que acreditava ser melhor para a missão, isso claro, depois dos tempos de tédio que tudo trazia. No fim das contas assim que o superior se pronunciava - Vamos seguir, precisamos ir logo ou podemos perder eles.- Porém o garoto finalmente pontuava sua opinião que deveriam primeiro achar uma coisa. Afinal eles não tinham como se guiar sem uma trilha sequer, o homem pensava um instante antes de responder, observando os arredores da mata. -Sim, de certo modo você está correto, vamos seguindo a beirada da mata até achar algo que possa nos dar uma pista, vamos observando com cautela.- E assim, todos começavam a andar ao redor do lugar estando mais próximos da floresta.

Durante aquele momento o homem parecia estar fazendo uma vista em volta da ideia de que deveriam ter rastros até que ele podia notar os galhos quebrados, e cortes de facão feitos em uma das zonas laterais e assim respondia. -Eu acredito que eles seguiram mata a dentro, eles parecem ter cortado galhos por ali, e deixaram marcas na árvore.- ele falava adentrando no rastro que tinha sido deixado por os homens, sempre tomando cuidado com a armadilha que poderia ter sido plantada, mas nada por enquanto realmente acontecia, a caminhada inicialmente era tranquila, Calros ia sempre olhando para cima e prestando atenção ele estava caçando uma aranha, a maioria das pessoas que chegam nessa ilha, choram pra evitar tais criaturas, mas ele não, aparentemente ele escolhia gostar delas… E até se sacrificar um pouco para poder ir com ela pelos lugares, andar com seu animalzinho de 8 patas no ombro.

De início, eles não encontravam nada e apenas continuavam seguindo os rastros, eles estão bem no meio da mata, o sentimento que dava para se ter era de estar perdido, mesmo que seguissem uma trilha. A sombra das árvores fazia que o sol não chegasse muito até eles, na verdade, apenas alguns vislumbres por entre a copa delas, nas folhas, luzes que se mostravam ali no meio. Quase 3 horas se passavam no maior tédio até que os sonhos talvez pudessem virar realidade, ali bem na copa de uma das árvores descendo por uma teia estava a criaturinha perfeita. Uma aranha de 50 centímetros que vinha para o chão por meio do fio. Ela parecia caçar alguma coisa naquela região e alí estava a chance do garoto ele poderia domar aquele enorme artrópode… É ele contaria com a sorte, e poderia ser envenenado, talvez morrer, ou quem sabe a mãe dela estar perto, era bom rezar antes de tudo, mas se se saísse bem poderia ter um bom pet.

OFF:
 


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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptySex 22 Fev 2019, 02:52



Domando a bendita
Posts em aracne - 9/30
O agente Crow concordou com meu ponto de vista e assim fomos andando até encontrar o caminho que os piratas provavelmente usaram para andar mato adentro. O interessante de seguir por esse caminho foi a completa falta de aranha por horas, na verdade a completa falta de tudo. O sol não chegava direito mato adentro, a situação era simplesmente triste, a pequena trilha feita a força guiando nossos passos. O tédio já havia me dominado e eu já sentia até um pouco de desespero por não achar uma aranha que queria. Na maldita cidade havia aranhas gigantes brigando com caranguejos gigantes, mas na floresta “selvagem” não havia uma porcaria de aranha por horas. Isso só me mostrava o tanto que a Grand Line é totalmente imprevisível, sempre me privando do que eu queria, ou assim pensava, até ver a aranha perfeita. - Povo... é a aranha perfeita. Eu vou tentar domá-la agora. Esperem um pouco aqui por favor.

~Início da Doma~
Eu vi a aranha que tanto desejava como companheira logo ali em frente. Um espécime interessante, a cor mais amarronzada, suas pernas cheias de pelos me assustavam um pouco e suas presas grandes então nem se fala. A aranha estava meio apreensiva com a aparição de tantos humanos. Por algum motivo sozinha, indiquei que meus colegas dessem mais espaço e assim em poucos instantes tínhamos mais espaço. Retirei minha mochila de forma bem devagar de minhas costas, sem assustar a aranha. Encarava ela por um tempo sem fazer nenhum movimento brusco, queria que a mesma se acostumasse com a minha presença ali e assim senti os minutos se passando sem nenhum dos dois fazer nada. Peguei a carne da minha mochila e ambos os antídotos que haviam nela também. Joguei a mochila para o outro lado, agora não havia nada comigo que poderia assustá-la além de mim mesmo. Guardei os antídotos em meu bolso e peguei um pedaço da carne crua, jogando-a logo na frente da aranha.

Alguns instantes depois, ou quem sabe até mais, era difícil determinar o tempo que passou pelo tanto que estava concentrado na situação, vi a mesma finalmente andando um pouco, se é que aranhas “andam”, e acabou comendo a carne que havia jogado para a mesma. Sorri para a mesma até perceber que isso provavelmente não significaria nada. Culpando-me pela própria ignorância, esperei mais um pouco antes do meu próximo movimento. Que foi quando dei um passo para frente e esperei agachando-me. Eu queria ver se ela ia se aproximar sozinha ou se ainda precisava de mais carne. E após um tempo, percebendo que não havia o que fazer ali parado, peguei outro pedaço de carne e joguei entre minha pessoa e a aranha novamente. Dei o devido tempo para que a mesma se acalmasse e fosse até a carne, esperei ela comer e relaxar um pouco, era um trabalho que dedicava paciência e o tempo ia passando. Sentia os meus músculos da perna reclamarem de ficar agachado por tanto tempo, mas assim era melhor por estar em uma altura mais próxima da aranha. Enquanto ignorava a dor dos meus músculos imaginava como chamaria a aranha no futuro, já havia me decidido por algum motivo que o nome dela seria Gwen se fosse uma aranha fêmea ou Peter se fosse macho.

No meio dos meus devaneios notei que a mesma já estava olhando para minha pessoa como se esperasse que eu repetisse aquela situação tão favorável para ela mesma. - Está com fome, não é mesmo? - Disse para a mesma num tom bem calmo. Pegaria outro pedaço de carne e jogaria ainda mais próximo de mim, mas não próximo o suficiente para que eu a acertasse se quisesse ou que ela me picasse imediatamente. - Vamos lá, calminha... - Falei enquanto dava um pequeno passo agachado, sentia minhas pernas até comemorando que estava finalmente em movimento, e me aproximava devagar dela. Estiquei minha mão direita para a mesma e esperei por um tempo. De alguma forma instintiva sabia que era Gwen e não Peter, infelizmente não era um expert em aranha para saber se havia alguma forma real que eu pudesse visualizar a diferença, e assim vi aquela aranha fêmea se aproximando aos poucos até a minha mão pensando se ali encontraria mais comida.

Naquele ponto já sabia que ela parecia ter se acostumado com a minha presença ali, mas não podia abusar e tinha que cumprir com suas expectativas. Peguei um pouco mais de carne, só que com a minha mão esquerda desta vez, e estiquei para Gwen enquanto retornava a mão direita lentamente, virando um pouco meu corpo em todo o processo para ajudar no movimento mais fluído ocorrendo. Qualquer movimento brusco poderia causar uma catástrofe ali. Vi as presas dela se aproximando de mim e o meu impulso era simplesmente soltar a carne e recuar o mais depressa que podia, mas me contive, eu precisava confiar nela e ela precisava confiar em mim. Não era nem fácil descrever como, mas Gwen pegou a carne de minha mão igual um cachorro pegaria de seu dono, sem me machucar de alguma forma com aquelas presas que ela tinha. Estávamos perto a ponto das patas dela encostarem em mim e sentia que isso me incomodava um pouco, mas por puro medo, não chegava a ter outro motivo, ela não demonstrava ter alguma intenção de me atacar. Acho que poderia me chamar de sortudo por encontrar uma aranha tão calma. Mesmo mantendo-me calmo igual ela se matinha, ainda sentia a tensão de estar tão próximo dela.

Respirei fundo e notei que a mesma parecia satisfeita por enquanto, não havia dado toda a carne que tinha comprado, ainda bem, provavelmente precisaria de mais carne no futuro. Como ela já havia até mesmo comido de minha mão, não me importei muito e com calma levei a minha mão direita até a cabeça da mesma só que longe de seus olhos, tocar em um deles agora seria um erro idiota acima do normal e a acalmei falando e tocando na mesma. - Boa menina. Estava com fome, não é mesmo? - Obviamente não esperava que Gwen realmente me entendesse e muito menos que me respondesse, mas eu queria manter um tom de voz calmo, para mostra-la que podia confiar naquele ser estranho que havia aparecido em sua vida e que havia lhe oferecido comida até então a troca de nada. Sem saber quanto tempo havia se passado exatamente, mas me sentindo cansado naquele ponto, deixei meu corpo cair lentamente no chão por um instante para relaxar, mostrando a Gwen que não havia nenhuma forma de que fizesse algo contra ela. E vi a aranha também relaxando.

Não tinha muito o que fazer ali, esperei por um bom tempo até que a mesma desse sinal que queria mais um pouco de carne. Retirei mais um pedaço da carne e me aproximando ainda mais dela, quase a ponto de ela estar abraçada comigo, dei o pedaço de carne. Simplesmente fiquei ali por um bom tempo. Imaginava ela em meu ombro, para isso ela precisava se acostumar com a minha presença e eu com a dela. Assim, não me preocupei muito com o pensamento de que truque poderia fazer no momento ou coisas do tipo. Só queria que ela se “sentisse em casa” mesmo estando ao meu lado. E foi o que acabou ocorrendo aos poucos, coloquei um pedaço de carne no meu ombro e vi a mesma subindo nas minhas costas e por fim comendo o pedaço. A sensação dela subindo era meio incomoda, me dando um leve arrepio na espinha. As patas dela eram fortes e eu sentia cada movimento, ela não era aquele tipo de aranha com patinhas finas. Mas como já sabia que não seria algo normal estava preparado da melhor forma que pude para isso. No entanto, ouvir ela comendo o pedaço de carne tão perto do meu ouvido foi algo assustador, consegui me conter ainda, porque não queria que Gwen estranhasse comer ou ficar no meu ombro e para isso eu precisava que ela pudesse comer ali normalmente. Mas foi realmente algo assustador naquele momento inicial.

E após ela comer percebi que ela não saiu dali simplesmente, tampouco me mordeu, não era exatamente como se ela estivesse tranquila. Talvez estivesse esperando mais um pouco de carne, mas eu estava relutante de dar ainda mais carne para ela, já havia dado uma boa quantidade de carne, acho que pelo menos um quarto do quilo e com ela em minhas costas eu percebia que ela não era tão pesada assim, já havia comido o suficiente para se manter satisfeita por um bom tempo. E realmente pareceu o caso, ela simplesmente ficou ali no meu ombro descansando. - Bem, vou te chamar de Gwen. - Falei e me levantei após um bom tempo sentado com ela nas minhas costas. Ela estranhou o movimento inicialmente, mas fixando-se melhor a minha roupa conseguiu se manter e foi um pouco mais para o meu ombro.

Andando lentamente no começo para que ela se acostumasse com o balanço e eu me acostumasse com o pouco de peso extra que tinha ali, fui até a mochila e guardei a carne que havia sobrado e os antídotos que felizmente não precisei utilizar. Aos poucos coloquei a mochila em minhas costas novamente, deixando que a mesma se locomovesse pelo meu corpo para evitar ficar presa entre a mochila e eu. Meu corpo ainda sentia arrepios sempre que ela se locomovia, mas isso seria algo que viria com o tempo.

~Fim da Doma~

Não iria expor a minha nova amiga a algum tipo de perigo antes de treiná-la propriamente dito. Ela ainda nem havia se acostumado direito comigo e muito menos com os meus companheiros. Iria fazer um sinal para que a mesma subisse em minhas costas e ficasse assim apoiada na minha mochila e no meu ombro ao mesmo tempo. Provavelmente teria calafrios com a sensação, não era acostumado e sinceramente... não sei se fiz certo a doma, pelo menos eu tinha alguns antídotos comigo para o pior dos casos. - Bom... vamos andando? - Diria já recomeçando a andar. Havia perdido a noção do tempo porque a própria fonte de luz não era tão presente na floresta. Torcia para que não tivesse prejudicado muito o nosso andamento na missão por um desejo meio egoísta. Se já estivesse escuro demais para andarmos de forma tranquila, iria sugerir. - Que tal ligarmos as porongas? - Se não fosse necessário, só seguiria a trilha normalmente.

Ficaria atento aos meus arredores, talvez estivéssemos em algum tipo de borda, demorou para uma aranha aparecer, talvez a partir deste ponto começassem a aparecer aranhas constantemente. Quais eram as aranhas? Pareciam com a que estava em minhas costas? imagina que eu vou domar uma aranha viúva-negra ou algo parecido com a Araneo do ARK Survival Evolved Eram venenosas? Bom, eu não saberia dizer isso para falar a verdade. Só torceria para que vissem que havia uma aranha comigo sem estar machucada e nos considerassem amigos. Se não fosse o caso delas parecerem amistosas e assim visse aranhas se aproximando de forma meio clara como violenta. - Ater fogo nelas não seria uma boa, não é? - Falaria de forma meio irônica por estarmos em uma floresta. Lutar com elas seria a melhor opção, mas precisávamos ter cuidado com os ferrões. A melhor opção que aparecia em minha mente seria ir pelas patas. - Acho que tentar lutar vai ser meio inútil. Provavelmente tem mais aranhas do que podemos combater. - Falaria e se concordassem comigo iria indicar para que começassem a correr na direção da trilha. Caso fosse possível correr, iria me preocupar com as aranhas que estavam me seguindo, o objetivo era simplesmente fugir. Para aranhas menores do que eu e com o tamanho máximo de meia perna minha, tentaria pisar com força em um dos lados dela, de forma que esmagasse pelo menos umas duas ou três patas dela. Para aranhas que já começassem a ser grandes a ponto de chegarem em minha cintura, mas ainda fossem menores do que eu no total, tentaria verificar se era possível acertar duas patas do mesmo lado ao mesmo tempo. Tentaria socar a pata dianteira mais próxima dela com um cruzado para que a pata fosse lançada de encontro com a pata lateral a dela e ambas se chocassem, provocando que a mesma se desequilibrasse para aquele lado. Para aranhas maiores do que eu, seria interessante. - Elas não vão conseguir nos acertar se estivermos em suas patas. - E falando isso tentaria agarrar/abraçar a pata de uma delas. Não acredito que seja possível para uma aranha fazer algo contra alguém que está segurando as patas dela. Para defesa em geral, não me preocuparia com as maiores pisando ou se chocando comigo. Meu foco era principalmente em me desviar de seus ferrões. Aranhas menores eu impediria que elas se aproximassem e caso qualquer uma delas tentasse subir em mim, iria jogar meu corpo para chocar-se em uma arvore e assim esmagar a mesma utilizando-me da árvore. Para os casos de aranhas mais ou menos do meu tamanho seria mais lógico me desviar para os lados, tentaria fazer isso com um salto onde meu pé arrastaria o menos possível no chão, arrastar o pé numa floresta cheia de raízes não me parecia a melhor das ideias.

Para o caso de o que surgisse dos meus arredores fossem os piratas, iria tentar dar uma olhada em quantos eram. - Bom... pouparam nosso trabalho. - Falaria tentando ganhar tempo. Era possível ver armas deles? Quantos eram em minha linha de visão? Se não desse tempo de ver nada e já fosse atacado, iria tentar me esquivar com um pulo para o lado que houvesse árvores mais próximas. Se conseguisse, no meio do pulo tentaria segurar meu atacante e o puxaria para o lado da árvore, tentando fazer o mesmo chocar-se contra a árvore. Não conseguindo, iria tentar me segurar na árvore com uma das mãos e dando impulso quando chegasse no chão usaria o fato de segurar na árvore para girar, dando a volta na árvore, e ir na direção do inimigo para acertá-lo com um direto com a outra mão bem no meio do rosto.

Caso conseguíssemos andar tranquilamente até chegar em algum local que indicasse ser o local do tesouro e não houvesse nenhum pirata por ali de tocaia. - Que tal fazermos um lanche antes de entrarmos? Estamos andando a horas, é uma boa para descansarmos e não lutarmos contra eles de barriga vazia. - Se perguntassem porque entrar ao invés de esperar e fazer uma emboscada, responderia. - Pensei nisso... mas e se tiver outro ponto para saírem? Iriamos esperar para sempre e à toa. - Se aceitassem a minha sugestão. Iria olhar se havia alguma área ali próxima que desse para sentarmos de forma mais ou menos confortável e que pudesse ficar de olho na entrada do local. Iria retirar meu lanche e comeria, beberia um pouco de água. Para o caso de haver homens de tocaia, iria olhar como estavam de tocaia. Eram quantos ali? Onde era a entrada? Poderia haver homens na entrada que não conseguisse ver pelo lado de fora. Quais armas eu conseguia ver? Se chegássemos neste local onde era a entrada e houvesse pessoas e elas já nos avistassem de primeira, partiria na direção da mais próxima. Tentaria acertar um uppercut no queixo do mesmo, para desestabilizar o cérebro dele. A iniciativa é uma boa contra um número maior de inimigos.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptySex 22 Fev 2019, 12:14


Calros VS Aracnideos

O jovem rapaz tinha encontrado seu bichinho perfeito, ele estava ali pedindo alguns minutos, Crow ficava um tanto tentado a não deixar, pois eles tinham pouco tempo, mas no geral acabava deixando isso pra lá, sentando em uma pedra, pegando um graveto então desenhando pelo chão. Por em média 5 horas o garoto ficou tentando domar o bicho, apanhou, fez de tudo e agora estava ali cansado, mas tinha agora seu pet, todo mundo ainda estava sem acreditar no que viu, por 5 horas seguidas, um rapaz contra uma aranha, tentando ganhar sua obediência… É um ótimo programa de fim de semana, anota aí, nas férias já sabe.. porém o homem em questão após ver que aquilo terminava apenas já repassava. - Beleza, maravilhoso, agora vamos seguir que tem um monte de pirata querendo morrer logo mais a frente.- Noriko olhava pra o cara sem entender muito bem, o questionamento era se os piratas queriam mesmo morrer? É ela tinha certeza que não, mas estava cansada demais pra iniciar uma discussão, ao menos mentalmente sim, pois tinha passado 5 horas vendo cenas chocantes…

Eles então começavam a seguir novamente pela trilha e PÁ aranhas, Calros repassava o que acreditava ser o mais coerente, e com certa ironia falava em queimar as aranhas, por um momento poderiam pensar em acender tochas, mas estavam numa floresta, então todos desistiram. A melhor idéia era realmente fugir. -O moleque tá certo, se a gente não correr vamos ficar eternamente nesse vai e vem.- Dizia Noriko, colocando suas ideias em panos limpos, e Crow também concordava com isso, não só ele mas os outros ali, apesar de Ten Ten praticamente não ter nenhuma sanidade. Nesse momento eles avançavam correndo pela trilha e indo com toda a vontade maaaas o destino não é um mar de rosas cheirosas, uma aranha caia logo a frente deles. E uma das bem grandes e malvadas. Essa tinha 3 a 4 metros de envergadura, e não seria ali fácil de lidar, ela estava na frente deles na tinha e mais outras 3 cercavam, uma na direita, outra na esquerda, uma por trás.

Os 3 que estavam com ele sabiam que a luta tinha começado. Noriko partia na da esquerda, Crow na direita e Ten Ten ia na do centro que vinha por trás deles. Sem pensar duas vezes o jovem rapaz partiu para atacar sua aranha. Ele tinha uma ideia que na sua cabeça parecia muito boa, agarrar a pata da aranha, bem, algo que ele provavelmente não tinha em mente era o nível de articulações que uma aranha possui em suas patas. Diferente de um humano, ou boa parte dos seres vivos em geral, os Artrópodes possuem patas articuladas, inclusive, é isso que dá nome a o grupo, eles podem dobrar elas pra dentro e pra fora sem dificuldades, em especial as aranhas, possuem velocidade em suas 8 patas que são capazes de enrolar alguém em suas teias com facilidade, e usam geralmente suas patas em movimentos velozes para isso. Além que possuem uma força absurda, e levantam nas patas várias vezes o seu peso… É não era bem o dia de Calros.

Ele agarrava ali a pata lateral da aranha, que ele acreditava ser um ponto seguro, mas a tal criatura, apenas movia sua pata com toda a força de um movimento de dentro pra fora batendo o garoto contra uma árvore, e a pancada era tão forte que arrancou a árvore do chão. O golpe fazia ele soltar a pata e não apenas isso, era possível enquanto ainda se recuperava notar outra coisa, a pata do outro lado da aranha, era veloz e articulada o suficiente para vir como uma lança até o outro lado da aranha. Pois era assim que ele via no outro lado Ten Ten sendo atacado, quando segurava a pata da aranha, O médico por sorte estava mais ao centro, protegido dessa loucura. Mas sim, algo que ele tinha notado era que o animal tinha patas velozes, articuladas, e que podiam ser movidas individualmente. Uma pata da esquerda podia chegar até a direita sem problemas. Ela normalmente usava as 4 da frente para lutar mas podia fazer mais que isso.

Naquele momento, era onde ele poderia perceber, o mais assustador de uma aranha, nunca são suas presas, elas finalizam o serviço, mas sua força e suas patas, ele teria de realmente lutar de forma bem pensada contra a aranha. Seria agora o primeiro enfrentamento contra uma aranha realmente grande.

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 2 EmptySab 23 Fev 2019, 04:49



Lutando com as parentes da bendita
Posts em aracne - 10/30
É uma porcaria não pensar em algumas coisas básicas, eu já sabia que aranhas enrolam moscas nas teias, tinha que ser óbvio que elas conseguem movimentar as patas mais do que eu tinha imaginado. Mas não, lá estava eu sendo utilizado como um bastão para quebrar uma árvore. Me impressionava por ter me levantado. Aparentemente eu havia ficado mais forte... e isso era bom, então porque eu estava correndo dessa aranha? Será que ela era mais forte que um meio tritão? Bom... tanto faz se elas são ou não mais forte porque eu precisava encarar aquilo. Elas eram quatro. Nós somos cinco... bem, tinha a ainda não pensei num nome para a aranha, mas sei que será do sexo feminino também, mas não tinha como ela ajudar na luta. E não tinha como correr também pelo visto já que elas surgiam do além para nos cercar. Iria verificar se minha aranha estava bem, nada muito machucada ou assustada após essa situação. Ela estando bem já poderia me preocupar com problemas reais. A única pessoa que realmente precisa ficar inteira até o final é o Yumi, para tratar os outros quatro se necessário. - Ei Noriko! Tenta cegar as aranhas aos poucos! - Gritaria como sugestão por causa do arco e flechas dela, não sabia como o agente e a tenente Li lutavam para falar qualquer coisa e bem, eles que tinham que me dar sugestões. As pernas e a carapaça das aranhas provavelmente não sentiriam nada das flechas mesmo, os olhos provavelmente são a região visível mais fácil de acertarem. Principalmente porque elas possuem muitos olhos... ta, isso faz a gente ter que acertar mais vezes.

Sinceramente, mesmo querendo me testar, não sei o que faria contra aquele bicho. - Yumi, você precisa ficar seguro em comparação com o resto. - Falaria, não seria um tom ordenatório, seria mais como um lembrete que ele era o único médico ali. Iria aos poucos me aproximar da aranha que havia me acertado. Para qualquer movimento dela onde as patas iriam se aproximar de mim, tentaria dar pequenos saltos para trás, não queria rolar ou me arrastar no chão cheio de raízes, podia ser uma armadilha, sempre pularia pequenos intervalos de espaços. Caso conseguisse me aproximar o suficiente para encará-la. Sei a envergadura mas não sei a altura dela quando em pé Iria olhar se seria possível acertar a região da cabeça daquele ser maldito. Sendo possível, tentaria acertar a cabeça da maldita, primeiro com a esquerda, depois com a direita. Não precisava ser realmente forte, miraria nos olhos dela, acertando já me dava por satisfeito, a velocidade do soco era mais importante que sua potência. Caso eu não tivesse altura para acertar a cabeça da mesma, tentaria simplesmente me concentrar em mantê-la ocupada. Tentaria me esquivar com pequenos saltos na direção da outra aranha mais próxima. Elas eram grandes, provavelmente próximas as patas delas poderiam acabar atrapalhando uma as outras. Na circunstância de conseguir acertar a região dos olhos da aranha e perceber que tal ação não era exatamente coisa de outro mundo, tentaria aproveitar para colocar mais força nos golpes.

Se Noriko estivesse tendo sucesso em acertar os olhos da aranha e eu não tivesse nenhum tipo de efeito na aranha que estava na minha frente, aceitaria meu trabalho como simples ser para chamar a atenção enquanto ela fizesse algo mais importante. Para isso tentaria ver se alguma aranha estava tentando se aproximar de Noriko ou de Yumi. Se sim, daria uns pulos para trás a fim de me distanciar um pouco da aranha que estava na minha frente e assim viraria na direção da aranha que está atacando algum deles e correria até a mesma para chamar a atenção da mesma. Chegando até a aranha sem problemas, tentaria acertar a mesma com todo o movimento do meu corpo num soco direto em sua cabeça, se eu não tivesse alcance normalmente, aproveitaria a correria para pular e tentar acertar a cabeça da mesma de qualquer forma. Porém, se a ruiva não conseguisse fazer nada contra a aranha, iria verificar como o agente Crow e a tenente Li estavam lidando com suas próprias aranhas, se precisavam de ajuda ou não. Se eles estivessem ruins contra a aranha também e eu não tivesse tido nenhum sucesso, acabaria abraçando outra hipótese. Tentaria me distanciar da aranha com curtos pulos de costas na direção de Yumi e quando estivesse próximo já iria retirando a minha mochila. - Yumi, pega a garrafa de vinho que tem aí dentro e tente fazer alguma tocha com algum graveto maior. - Se ele perguntasse. - Não estamos conseguindo ganhar por conta própria... não quero tacar fogo na floresta, então uma tocha talvez seja a melhor opção agora. - Falaria, mas complementaria logo em seguida. - Se a tocha não adiantar a gente tenta tacar fogo nelas mesmo ou na floresta por pior que seja, prefiro a chance de correr da floresta pegando fogo que me deixar ser comida de aranha.

Para o caso de eu ser acertado e arremessado no chão, tentaria me erguer o mais rápido para não acabar preso entre as patas da aranha e ser envolto em teias, se me erguer já fosse perigoso, engatinhando tentaria sair apressado dos ferrões da mesma que provavelmente me anestesiariam. O veneno que me atingiu mais cedo era de aranha, então eu sei que ele não age na mesma hora... ou talvez o do homem estivesse diluído. De qualquer forma não seria uma boa tentar descobrir naquele momento. Caso qualquer companheiro meu fosse acertado e envolto em teias, gritaria para Yumi. - Não consegue cortar as teias com a sua espada?


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